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Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 05:50

GLOBO RURAL Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil Primeira notificação formal para o bicudo-vermelho foi feita em 2022 por um biólogo de SP, mas Ministério da Agricultura ainda não confirmou presença da praga. Apesar disso, governo emitiu um alerta em março dizendo que há 'risco de prejuízos expressivos para produtores'. Por Globo Rural

O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no território nacional, segundo pesquisadores.

A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biólogo Francisco Zorzenon, do Instituto Biológico de São Paulo, em Porto Feliz (SP).

Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no território nacional, segundo pesquisadores.

A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biólogo Francisco Zorzenon, do Instituto Biológico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita é que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai.

Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores".

Segundo o órgão, por enquanto há apenas “indícios” da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do próprio governo em laboratórios credenciados.

Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que também ataca palmeiras. A diferença está principalmente no tamanho — o inseto brasileiro costuma ser maior — e na coloração, que é preta.

➡️O Brasil reúne uma das maiores diversidades de palmeiras do mundo, com mais de 260 espécies nativas, como a guariroba e o butiá. Além da importância ambiental, essas plantas sustentam cadeias econômicas relevantes — como coco, açaí e dendê — e são amplamente usadas no paisagismo.

O bicudo-vermelho é um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o “miolo” — conhecido como palmito.

Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.

Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.

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O risco preocupa especialmente o mercado de plantas ornamentais. Em uma fazenda em Jacareí (SP), por exemplo, uma palmeira da espécie Phoenix canariensis — uma das preferidas do bicudo-vermelho — pode levar até 20 anos para atingir o tamanho comercial e chega a custar R$ 24 mil.

O presidente da Sociedade Brasileira de Palmeiras (SBP), Juliano Borim, relata o impacto observado em países vizinhos. “Vi quilômetros e quilômetros de palmeiras mortas ou derrubadas”, afirma.

Segundo ele, após atingir espécies exóticas, o inseto passou a atacar também palmeiras nativas, como o jerivá e o butiá.

Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;Ausência de predadores: por ser exótico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro;Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.

O Ministério da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presença seja confirmada.

Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. “Se nada for feito, podemos ter problemas sérios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas”, alerta o agrônomo Roberto Betancur.

O bicudo-vermelho é um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. — Foto: Reprodução

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IBGE reduz vagas para 36,9 mil em concurso de temporários; edital sai em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 04:44

Trabalho e Carreira Concursos IBGE reduz vagas para 36,9 mil em concurso de temporários; edital sai em maio Número de vagas caiu de 39.108 para 36.946, e escolha da organizadora foi remarcada para abril; edital está previsto para maio e deve atrair cerca de 364 mil inscritos. Por Redação g1 — São Paulo

O processo seletivo simplificado do IBGE, que previa a contratação temporária de cerca de 39 mil profissionais, passou por mudanças, segundo projeto básico publicado no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) nesta terça-feira (31).

A principal alteração é a redução no número de vagas: de 39.108 para 36.946, abaixo do quantitativo autorizado pelo governo federal em dezembro.

Também houve adiamento na escolha da banca organizadora. Antes prevista para março, a contratação foi remarcada para abril, com envio de propostas entre os dias 6 e 17.

O edital deve ser publicado em maio, com resultados previstos até novembro. A empresa contratada ficará responsável por todas as etapas do processo seletivo.

O processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que previa a contratação temporária de cerca de 39 mil profissionais, passou por mudanças, segundo o projeto básico publicado no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) nesta terça-feira (31).

A principal alteração é a redução no número de vagas. Antes, estavam previstas 39.108 oportunidades; agora, o total foi ajustado para 36.946 – abaixo do quantitativo autorizado pelo governo federal em dezembro. (veja abaixo como ficou a distribuição)

Outro ponto de destaque é o adiamento na escolha da banca organizadora. Antes prevista para março, a contratação foi remarcada para abril. Segundo o novo cronograma, as empresas interessadas poderão enviar propostas entre 6 e 17 de abril.

O edital deve ser publicado em maio, com resultados previstos até novembro. A empresa contratada ficará responsável por todas as etapas do processo, desde a elaboração dos editais e gestão das inscrições até a logística das provas, correção, recursos e relatórios finais.

Em nota enviada ao g1, o IBGE confirmou a redução no número de vagas e informou que o ajuste segue orientações da Coordenação Geral de Operações Censitárias. Segundo o instituto, o número anterior era apenas uma estimativa máxima e poderia ser readequado conforme a necessidade.

O instituto ainda explicou que as contratações temporárias seguem as regras da legislação e dependem de previsão orçamentária e autorização conjunta dos ministérios da Gestão e do Planejamento. (veja abaixo o posicionamento completo)

O processo foi iniciado em setembro de 2024 e resultou na publicação de uma portaria em dezembro de 2025. Nesse período, o instituto afirma que realizou revisões técnicas no planejamento, com ajustes metodológicos e operacionais, o que levou à atualização do número de vagas para refletir de forma mais precisa a necessidade atual e o uso dos recursos públicos.

Sobre o cronograma da banca, o órgão afirmou que as datas divulgadas anteriormente eram apenas previsões, não havia determinação de datas. A expectativa é que a contratação da banca seja concluída até o fim de abril.

Os documentos disponíveis no PNCP detalham que o contrato pode durar até 30 meses. O processo seletivo deve ocorrer em mais de 4,3 mil municípios e terá reserva de 5% das vagas para pessoas com deficiência e 30% para candidatos de cotas raciais e sociais.

As provas devem seguir o padrão de seleções anteriores do IBGE, com 60 questões de múltipla escolha. O instituto estima atrair cerca de 364 mil inscritos, com base em projeções do projeto básico e em dados de seleções anteriores.

As vagas serão destinadas a atividades relacionadas a levantamentos estatísticos e censitários conduzidos pelo instituto. Segundo o órgão, esse total de oportunidades será dividido em dois editais distintos.

A autorização para a contratação dos temporários foi publicada no Diário Oficial da União em 17 de dezembro. A medida permite ao IBGE contratar profissionais por tempo determinado para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público, conforme previsto em lei.

Nesta reportagem, o g1 mostra o que já foi definido e o que ainda depende da publicação dos editais.

Por que o governo autorizou tantas vagas?Em quais censos os contratados vão trabalhar?Quais cargos serão oferecidos?Quais são os salários? Quando sai o edital?Últimos concursos do IBGE O que diz o IBGE

O número elevado de vagas está diretamente ligado à dimensão dos censos que o IBGE pretende realizar. São pesquisas que exigem grande estrutura operacional, com equipes espalhadas por todo o país para coletar dados diretamente com a população.

Esse tipo de trabalho é intenso, mas temporário. Ele ocorre em períodos específicos e, por isso, o instituto costuma reforçar o quadro com contratações por tempo determinado sempre que precisa executar levantamentos dessa magnitude.

Um deles é o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, voltado à coleta de informações sobre a produção no campo. O outro é o Censo da População em Situação de Rua, que busca mapear um grupo que exige metodologia própria e abordagem diferenciada.

A maior parte das vagas será destinada ao cargo de recenseador, responsável pela coleta de dados. Apenas para essa função, estão previstas 27.279 oportunidades. As demais vagas serão distribuídas entre funções operacionais e de apoio.

O número de vagas por função já foi estabelecido, mas as atribuições detalhadas de cada cargo devem constar apenas no edital, que ainda não foi publicado.

As remunerações ainda não foram definidas. Os valores serão estabelecidos pelo próprio IBGE, com despesas custeadas pelo orçamento do próprio instituto, classificadas como “Outras Despesas Correntes”.

A autorização está condicionada à declaração de adequação orçamentária e financeira, em conformidade com a Lei Orçamentária Anual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

O IBGE tem até seis meses, contados a partir da publicação da portaria, para divulgar o edital de abertura das inscrições — ou seja, até o mês de maio.

Até lá, não há datas definidas para o início das inscrições, aplicação de provas ou divulgação de resultados.

O último concurso do IBGE ocorreu em 2023, quando o governo federal autorizou o instituto a contratar 8.141 funcionários temporários para a realização de pesquisas.

Além disso, no ano passado o IBGE também ofertou 895 oportunidades no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU).

Atualmente, o IBGE mantém outro processo seletivo temporário em andamento, com 9.580 vagas para os cargos de Agente de Pesquisas e Mapeamento e Supervisor de Coleta e Qualidade.

"Nos termos da Lei nº 8.745/1993, as contratações por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público devem observar a dotação orçamentária específica e ser precedidas de autorização conjunta do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO). O IBGE iniciou esse processo em setembro de 2024, que culminou na Portaria Conjunta MGI/MPO n. 90, de 2 de dezembro de 2025.

Neste intervalo e no período subsequente, o Instituto manteve a revisão técnica contínua de seus processos e etapas operacionais. Como resultado desse aprimoramento do planejamento, que envolve ajustes metodológicos, redefinição de estratégias operacionais e busca permanente por maior eficiência, houve a atualização dos quantitativos inicialmente estimados, refletindo de forma mais precisa a necessidade atual do órgão e a adequada utilização dos recursos públicos.

Os quantitativos definitivos serão oficialmente divulgados por ocasião da publicação do edital, em consonância com a situação mais atualizada possível do planejamento das operações censitárias em curso".

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Como falas de Trump mexem no preço do petróleo — e como eles reagem com respostas do Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 03:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

O mercado reage a cada manifestação dos EUA e reação do Irã. Após discurso de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo Brent teve alta de 4,9%, chegando a US$ 106,16 (cerca de R$ 547,78) por barril nesta quinta-feira (2).

Mais cedo nesta quarta-feira (1º), Trump afirmou que as Forças Armadas dos EUA devem deixar o Irã "muito rapidamente" e que o país pode retornar para "ataques pontuais", se necessário.

Em mais um indicativo de que a guerra no Oriente Médio pode chegar ao fim, Trump também disse que o Irã pediu um cessar-fogo no conflito entre os dois países.

O Irã negou a informação, assim como tem negado a existência de negociações diretas com os EUA.

Não é a primeira vez que essa disputa de versões ocorre, e tem impactado o mercado de petróleo — que subiu de cerca de US$ 70 para US$ 110 ao longo do conflito, gerando uma crise energética sem precedentes.

Recentemente, a primeira postagem de Trump falando sobre possíveis negociações com o Irã para encerrar a guerra provocou uma reação imediata. Em poucos minutos, o preço do barril caiu quase US$ 15, mesmo que a interrupção da guerra não tenha se concretizado.

Trump diz que EUA e Irã tiveram conversas “produtivas” e adia ataques a infraestrutura iraniana enquanto negociações continuam. — Foto: Reproduçao/Redes sociais

Para o Instituto de Estudos de Energia de Oxford (OIES), o episódio ilustra o peso que declarações políticas podem ter sobre um mercado altamente sensível a notícias sobre conflitos e riscos de interrupção na oferta de petróleo.

“A administração dos EUA tem intervindo pesadamente no mercado de petróleo por meio de fluxos de informação e mensagens, que nem sempre são precisas ou corretas”, afirma Bassam Fattouh, diretor do IOES.

Segundo ele, Washington tem buscado “soluções criativas diariamente para manter o preço do petróleo estável”.

Esse tipo de estratégia tende a aumentar a volatilidade das cotações no curto prazo, mas também revela a preocupação das autoridades em conter os impactos econômicos da guerra.

Quando surgem declarações que indicam negociações, possíveis tréguas ou mediação internacional, a tensão dos investidores diminui e, com isso, o temor de problemas no transporte de petróleo também recua, explica Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research.

“As quedas no preço do petróleo ocorrem invariavelmente sempre que surgem sinais de redução na tensão geopolítica”, afirma.

O economista explica que qualquer indicação de melhora no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz muda rapidamente a leitura do mercado.

“A expectativa de que as tensões diminuam já é suficiente para que os preços caiam imediatamente. Mesmo que nada tenha mudado efetivamente na produção ou na logística de distribuição.”

🔎 Isso acontece porque o petróleo é um insumo central para combustíveis, transporte e geração de energia. Quando seu preço oscila por causa de decisões políticas ou novos capítulos do conflito, o efeito se espalha pela economia e acaba chegando ao bolso de consumidores em diferentes países — inclusive no Brasil.

Um desses episódios ocorreu em 9 de março. Na ocasião, Trump afirmou que a guerra contra o Irã estaria “praticamente concluída” e poderia terminar em breve. A declaração levou parte do mercado a reduzir as apostas em uma interrupção prolongada no fornecimento de petróleo.

Como resultado, o preço do barril do tipo Brent caiu de cerca de US$ 98,96 para US$ 87,8 no dia seguinte. A queda, porém, durou pouco.

No dia seguinte, autoridades iranianas rebateram as declarações de Trump e descartaram qualquer cessar-fogo ou negociação com Washington. O chanceler do país, Abbas Araghchi, afirmou que o desfecho do conflito seria decidido por Teerã e indicou que não haveria diálogo.

Com a sinalização de continuidade da guerra e da possibilidade de novas tensões na região, o mercado voltou a revisar suas expectativas. O resultado foi uma nova alta nas cotações, com o petróleo subindo de US$ 87,8 para US$ 91,98.

Veja o histórico do preço do barril de petróleo Brent durante a guerra no Oriente Médio — Foto: Arte/g1

O peso das declarações políticas também foi analisado por Javier Blas, colunista de energia e commodities da Bloomberg. Ele descreve a estratégia adotada por Donald Trump como uma forma de “jawboning”.

🗣️ O termo é usado para caracterizar tentativas de influenciar o comportamento do mercado por meio de discursos públicos.

“O presidente Donald Trump fez intervenções verbais constantes e eficazes”, escreveu o colunista. “Seu ‘jawboning’ sobre o fim da guerra ajudou diretamente a conter compras motivadas por pânico.”

Para Blas, essas declarações ajudaram a evitar movimentos mais bruscos de alta, mesmo diante de preocupações com a oferta global de petróleo. Mas quando as declarações não se confirmam ou são contestadas, o movimento se inverte.

É o que aponta o analista Pedro Galdi, da AGF, ao destacar que o conflito tem sido marcado por versões divergentes entre os envolvidos.

“O presidente dos EUA sinaliza que está ocorrendo avanços nas negociações, por outro lado fontes do Irã desmentem”, diz Galdi.

Segundo ele, esse desencontro de informações dificulta a leitura do que está acontecendo e mantém o mercado em constante ajuste. Em um momento, prevalece a expectativa de trégua. No seguinte, o risco de continuidade da guerra volta a ganhar força.

Para o analista, essa dinâmica explica por que o petróleo segue sob influência de movimentos especulativos.

“O preço do petróleo internacional segue em patamar elevado e com forte influência de movimentos de especulação”, afirma.

Esse padrão de reação — com quedas após sinais de negociação e altas quando essas sinalizações perdem força — ajuda a entender a rapidez com que o mercado tem reagido a declarações políticas.

Segundo Bassam Fattouh, diretor do Oxford Institute for Energy Studies (OIES), esse tipo de dinâmica ganhou força porque os instrumentos tradicionais para lidar com crises no petróleo têm alcance limitado.

Medidas mais concretas, como o uso de estoques estratégicos ou a adoção de sanções e regulações, costumam levar tempo para produzir efeitos e nem sempre conseguem resolver interrupções no fornecimento de grande escala.

“Autoridades estão intervindo pesadamente no mercado de petróleo em termos de fluxos de informação e mensagens (muitas vezes com certo grau de 'licença criativa')”, afirma o diretor do OIES .

O presidente dos EUA, Donald Trump, responde a uma pergunta durante uma coletiva de imprensa no Trump National Doral Miami — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

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Preço das passagens aéreas pode subir até 20% com alta do querosene de aviação, dizem especialistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 01:25

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (1º) um aumento de mais de 50% no preço médio do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras a partir deste mês.

A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Segundo o especialista, ainda não é possível dizer se os repasses serão imediatos ou ocorrerão de forma gradual, já que o processo depende da ocupação dos voos e da avaliação de cada companhia aérea.

Maurício França, sócio da L.E.K. Consulting, projeta que, o impacto sobre as passagens aéreas pode ficar na faixa de 10% a 20%, sendo “algo próximo de 15%” o cenário mais provável.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.

Os preços das passagens aéreas podem subir até 20% com a alta do querosene de aviação (QAV), segundo especialistas ouvidos pelo g1.

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (1º) um aumento de mais de 50% no preço médio do combustível vendido às distribuidoras a partir deste mês, o que impacta diretamente os custos de operação das companhias aéreas.

A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.

"Os gastos para transportar um passageiro por quilômetro vão aumentar aproximadamente 20%. Como quase metade das despesas das companhias aéreas é com o QAV, o custo operacional deve subir nessa proporção", afirma Andre Castelini, sócio da Bain&Company.

Segundo o especialista, ainda não é possível dizer se os repasses serão imediatos ou ocorrerão de forma gradual, já que o processo depende da ocupação dos voos e da avaliação de cada companhia aérea.

“Talvez elas tenham que cortar voos que não sejam rentáveis, porque o passageiro não consegue absorver esse aumento. Com isso, o número de passageiros pode cair, e aí passa a fazer sentido reduzir a oferta”, acrescenta.

🔎 Para suavizar os efeitos do aumento e, possivelmente, conter os preços ao consumidor, a Petrobras anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos das distribuidoras. Além disso, o governo avalia outras medidas para reduzir os impactos. (leia mais abaixo)

Maurício França, sócio da L.E.K. Consulting, projeta que, o impacto sobre as passagens aéreas pode ficar na faixa de 10% a 20%, sendo “algo próximo de 15%” o cenário mais provável.

“Esse é um movimento relevante porque, quando o preço das passagens sobe, a demanda tende a recuar. Para cada 1% de aumento no preço, a demanda tende a cair em magnitude semelhante, embora isso varie conforme o perfil do passageiro”, afirma.

França acrescenta que, em viagens de lazer, a sensibilidade ao preço costuma ser um pouco maior, enquanto nas viagens de negócios, um pouco menor.

"Em um cenário de alta de cerca de 15% nas passagens, é razoável esperar também uma retração da demanda em torno de 15%, o que seria bastante significativo para as empresas do setor", avalia.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.

Segundo a entidade, a nova alta, somada ao reajuste de 9,4% aplicado desde 1º de março, faz com que o combustível passe a representar 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Até então, a fatia superava 30%.

"A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo", diz, em nota, a Abear.

A declaração ocorreu poucas horas após a confirmação oficial de que a Petrobras elevaria os preços às distribuidoras. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.

Ao todo, mais de 80% do querosene de aviação consumido no Brasil é produzido no país. Ainda assim, os preços seguem a paridade internacional, o que amplia os efeitos das oscilações do barril de petróleo.

Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 115.Nesta quarta-feira, o preço do barril Brent caía 0,35%, a US$ 100,23. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.

Embora a Abear tenha citado os impactos dos choques externos sobre os custos das companhias aéreas, a associação não mencionou diretamente a possibilidade de um aumento nos preços das passagens aos consumidores.

"A Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações", conclui a nota.

A Petrobras, por sua vez, anunciou em comunicado uma iniciativa para suavizar os efeitos do reajuste do querosene de aviação.

A estatal afirmou que, em abril, as distribuidoras pagarão alta equivalente a 18%. A diferença até os cerca de 54% previstos em contrato será parcelada em seis vezes, a partir de julho.

"Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado", informou a Petrobras.

Diante do cenário, o Ministério de Portos e Aeroportos enviou ao Ministério da Fazenda uma proposta com sugestões para reduzir a pressão sobre o setor aéreo.

redução temporária de tributos sobre o querosene de aviação (QAV);redução do IOF sobre operações financeiras das empresas aéreas;redução do Imposto de Renda sobre operações de leasing de aeronaves.

Na avaliação do Ministério de Portos e Aeroportos, as medidas preservariam a competitividade das empresas, evitariam repasses excessivos ao consumidor e manteriam a conectividade aérea do país.

O g1 apurou que outra medida em estudo é a criação de uma nova linha do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac) para compra de QAV, em caráter temporário.

Questionado pelo g1, o Ministério da Fazenda informou que acompanha de “forma permanente a evolução do cenário internacional, incluindo os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre a economia brasileira”.

"A pasta mantém monitoramento contínuo de variáveis relevantes, a fim de avaliar eventuais efeitos sobre o Brasil", disse.

"Sendo assim, ressalta que eventuais medidas serão analisadas com responsabilidade, à luz das evidências, e sempre em conformidade com os marcos fiscais vigentes", acrescentou.

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Sexta-feira Santa é feriado nacional? Ganho em dobro se trabalhar? Tire suas dúvidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 01:25

Trabalho e Carreira Sexta-feira Santa é feriado nacional? Ganho em dobro se trabalhar? Tire suas dúvidas Quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados, como pagamento em dobro ou folga compensatória. Por Redação g1 — São Paulo

Legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.

Se o trabalhador for convocado para trabalhar, ele tem direito ao pagamento em dobro pelo dia ou a uma folga compensatória.

Domingo de Páscoa, no dia 20, não é feriado nacional. Estados e municípios podem decidir se o dia será feriado ou ponto facultativo.

Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado "feriadão" prolongado que chega nesta sexta-feira (3): a Paixão de Cristo, também chamada de Sexta-feira Santa. A data, declarada como feriado nacional pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garante aos funcionários um dia de descanso.

Já mais para o final do mês, outro feriado aparece no horizonte: o Dia de Tiradentes, que cai na terça-feira, 21 de abril.

Mas enquanto alguns terão a oportunidade de aproveitar o tempo livre, outros continuarão suas atividades normalmente. Isso porque a legislação trabalhista autoriza o funcionamento das atividades em alguns setores que são classificados como essenciais. (confira abaixo)

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados. O g1 conversou com advogados especialistas em direito trabalhista para te ajudar a entender mais sobre o assunto. Abaixo, você vai descobrir:

👩‍⚖️ Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?🐰 Como funciona no domingo de Páscoa? 🥱 Tenho direito a faltar algum dia? 🚫 O que acontece se eu faltar ao trabalho?🤔 As regras são diferentes para empregado fixo e temporário? 📅 Como funciona no caso do trabalhador intermitente?

Depende. Segundo o calendário oficial do governo, a data é feriado nacional. Porém, alguns serviços seguem funcionando normalmente.

É que, apesar do artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.

Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho, que é um acordo antecipado feito entre empregadores e sindicatos.

Assim, se o trabalhador for convocado para trabalhar, ele tem direito ao pagamento em dobro pelo dia ou a uma folga compensatória.

O domingo de Páscoa, no dia 5, não é feriado nacional. Nesse caso, os estados e municípios podem decidir se o dia será feriado ou ponto facultativo. Se não decidirem, aplicam-se as regras gerais de trabalho aos domingos.

A folga ou pagamento em dobro depende de como isso está descrito nos contratos individuais ou do setor em que o empregado trabalha.

Vale a pena verificar se existem acordos ou convenções coletivas daquela categoria, que regulam as escalas de trabalho das empresas.

De qualquer forma, se o trabalho aos domingos resultar em horas extras, a Constituição Federal e a CLT garantem que esse serviço seja remunerado com pelo menos 50% a mais do valor da hora normal.

Caso o funcionário seja convocado para trabalhar, se ele precisar faltar, a ausência precisa ser justificada, com comprovações válidas que expliquem por que o empregado não pode realizar as atividades.

Se não justificar, o empregado pode ser penalizado com advertência, suspensão e até ser demitido por justa causa.

Se, de alguma forma, ele for surpreendido aproveitando a Páscoa na praia, por exemplo, sanções como desconto na remuneração, advertências e demissão por justa causa podem ser aplicadas.

Se forem contratos com carteira assinada, as regras para empregados fixos e temporários são as mesmas, já que ambos têm seus direitos garantidos pela legislação trabalhista em relação à jornada de trabalho, horas extras e folgas.

Empregados temporários podem ter regras específicas estipuladas em contratos por prazo determinado, e essa análise deve ser feita caso a caso.

No caso do trabalhador intermitente, que tem uma forma de contratação flexível em que o empregador o chama conforme a necessidade, a remuneração é calculada com base nas horas trabalhadas.

Se o empregado for convocado para trabalhar em feriados, ele também tem direito ao adicional correspondente, conforme a legislação vigente. Em muitos casos, a legislação prevê um adicional de 100%, o que resulta na dobra do pagamento pelo dia trabalhado.

A convocação do trabalhador deve ocorrer até 72 horas de antecedência e o empregado tem até 24 horas para aceitar ou recusar a convocação.

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Governo Trump diz que Pix cria ‘desvantagem’ para gigantes de cartão de crédito

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 01:25

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

Um relatório divulgado pela Casa Branca nesta quarta-feira (1º) ressaltou novamente o Pix como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

"O Banco Central criou e regula o Pix; stakeholders dos EUA temem que o BC [Banco Central] dê tratamento preferencial ao sistema, prejudicando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos. O uso do Pix é obrigatório para instituições com mais de 500.000 contas."

Esta não é a primeira vez que o governo Trump cita o Pix como um risco a empresas americanas. Em julho de 2025, o sistema brasileiro de pagamento instantâneo entrou na mira do governo dos Estados Unidos.

No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro.

"O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA na época.

O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, ainda cita:

Mineração ilegal de ouro no BrasilExtração ilegal de madeiraLeis trabalhistas brasileirasPL dos Mercados DigitaisRegulamentação da Lei Geral de Proteção de DadosTaxa de uso de redeSatélites

Sobre a mineração ilegal de ouro no Brasil, o relatório narra preocupação com a competição desleal que as mepresas americanas, 'que seguem padrões ambientais e trabalhistas', estão sujeitas. "Relatórios indicam que o ouro ilícito representa 28% da atividade de mineração total no país".

Em relação a extração ilegal de madeira, o relatório extima que quase '50% da madeira colhida no Brasil — e 90% da madeira da Amazônia brasileira — seja ilegal'. O relatório cita o enfraquecimento da fiscalização, produção agrícola e corrupção como principais fatores que permitem as práticas ilegais. "Espécies de alto valor como o ipê e o mogno são as principais afetadas."

A falta de uma 'proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado' também vulnerabiliza a competitividade de empresas dos EUA, diz o relatório.

O projeto que trata da regulação econômica dos mercados digitais, conhecido como 'PL dos Mercados Digitais', também é visto como um risco à concorrência. Apesar do projeto ainda não ter avançado no Congresso, o relatório ressalta que 'os critérios de designação afetariam desproporcionalmente empresas dos EUA e permitiriam multas de até 20% do faturamento global.'

O relatório expressa preocupação com o atraso da implementação de uma regulação da LGPD. "Desde agosto de 2025, empresas dos EUA que lidam com dados brasileiros devem ter contratos atualizados e um Encarregado de Dados (DPO) nomeado."

Ainda nas páginas destinadas ao Brasil, o documento fala de consultas da Anatel sobre a regulação de 'serviços de valor adicionado' e plataformas digitais, incluindo obrigações de remuneração. "Em novembro de 2024, o Ministério das Comunicações anunciou que o governo desistiria da abordagem de taxas de rede", diz o relatório.

Já sobre os satélites, o relatório da Casa Branca expõe que operadores estrangeiros de satélite precisam pagar taxas anuias de exploraçãos mais altas que empresas brasileiras. "O Brasil permite que entidades brasileiras adquiram o direito exclusivo de operar satélites e frequências. No entanto, operadores estrangeiros obtêm apenas um direito não exclusivo (direito de exploração) por no máximo 15 anos, devendo readquiri-lo posteriormente."

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