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Maior distribuidora do país, Vibra adere ao programa do governo de subvenção do diesel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 21:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A Vibra Energia, maior distribuidora de combustíveis do país, anunciou nesta quinta-feira (9) que vai aderir ao programa de subvenção ao diesel criado pelo governo federal.

A habilitação vale para abril, informou a companhia, acrescentando que ainda analisa os detalhes técnicos da medida e mantém diálogo com o governo e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a Vibra, as conversas buscam "esclarecer e ajustar pontos importantes para que, em outro momento, a subvenção possa ser solicitada em plena conformidade com seus pilares de governança e eficiência logística".

As companhias têm mantido diálogo com a ANP para discutir os prazos de pagamento da subvenção e os critérios de fiscalização do programa.

Em nota, a Vibra reiterou apoio a iniciativas que ampliem a previsibilidade do mercado, com o objetivo de reduzir impactos para consumidores e setores produtivos.

A Vibra Energia, maior distribuidora de combustíveis do país, anunciou nesta quinta-feira (9) que vai aderir ao programa de subvenção ao diesel criado pelo governo federal para conter os impactos da alta do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio.

A habilitação vale para abril, informou a companhia, acrescentando que ainda analisa os detalhes técnicos da medida e mantém diálogo com o governo e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a Vibra, as conversas buscam "esclarecer e ajustar pontos importantes para que, em outro momento, a subvenção possa ser solicitada em plena conformidade com seus pilares de governança e eficiência logística".

As companhias têm mantido diálogo com a ANP para discutir os prazos de pagamento da subvenção e os critérios de fiscalização do programa.

Em nota, a Vibra reiterou apoio a iniciativas que ampliem a previsibilidade do mercado, com o objetivo de reduzir impactos para consumidores e setores produtivos.

A primeira fase do programa federal de subvenção ao diesel havia terminado com apenas cinco empresas habilitadas: a Petrobras, a refinaria de Mataripe (BA), a Sea Trading Comercial, a Midas Distribuidora e a Sul Plata Trading.

As três maiores distribuidoras do país — Vibra Energia, Raízen e Ipiranga — ficaram de fora da etapa inicial. Entre elas, a Vibra foi a única a confirmar adesão até o momento.

Pelas regras, os agentes do setor tiveram até 31 de março para aderir à primeira fase, referente ao período de 12 a 31 de março. Para abril, o prazo permaneceu aberto.

O anúncio da Vibra ocorre poucos dias após o governo elevar o subsídio ao diesel importado de R$ 0,32 para R$ 1,52 por litro.

O governo federal publicou na terça-feira (7) uma medida provisória (MP) que institui o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis. O texto prevê um pacote de ações com o objetivo de frear os impactos da guerra no Oriente Médio sobre a economia brasileira.

Entre as medidas está a nova subvenção ao diesel, que prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual). Somado ao subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32, o benefício total chega a R$ 1,52 por litro.

O objetivo central da medida é proteger o setor produtivo, especialmente o agronegócio, da alta de preços provocada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.

⛽ O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O aumento do frete tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

Nesse contexto, a divisão entre estados e União busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.

O benefício é direcionado aos importadores de diesel, responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país.

Segundo o governo, a medida será aplicada ao menos durante abril e maio deste ano e terá custo de R$ 4 bilhões — R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.

Pelo lado dos estados, o subsídio será viabilizado por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), mecanismo pelo qual o governo federal repassa recursos mensalmente aos governos estaduais.

Agora, parte desses valores será retida, em montante equivalente a R$ 0,60 por litro, como contribuição de cada estado.

➡️ O FPE é formado por 21,5% da arrecadação líquida do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Entre as medidas anunciadas, o governo também criou uma subvenção de R$ 0,80 por litro de diesel produzido no Brasil, que se soma à de R$ 0,32 por litro já em vigor.

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Mega-Sena, concurso 2.994: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 21:15

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.994: resultado Veja os números sorteados: 01 – 10 – 23 – 31 – 40 – 55. Prêmio é de R$ 18.403.609,72. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.994 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (9), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 18.403.609,72.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Irã impõe restrições sobre Estreito de Ormuz, e movimento de navios é praticamente nulo; incerteza faz preço do petróleo oscilar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 18:09

Mundo Irã impõe restrições sobre Estreito de Ormuz, e movimento de navios é praticamente nulo; incerteza faz preço do petróleo oscilar Líder supremo do Irã anuncia 'nova fase' para a passagem, indicando cobrança de pedágio a título de reparaçãod e guerra. Apenas seis navios passaram pelo estreito nas últimas 24 horas, contra cerca de 140 que normalmente passariam pela via. Por Redação g1

Após anunciar uma "nova fase" para o Estreito de Ormuz, o Irã tem mantido a passagem efetivamente fechada para o tráfego marítimo nesta quinta-feira (9).

Nesta quarta-feira (8), a Guarda Revolucionária do Irã havia anunciado rotas alternativas para evitar minas navais na região. Na prática, ela praticamente não tem concedido autorização a nenhuma embarcação para atravessar o estreito.

✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsAppAO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra

Os preços do petróleo bruto reduziram parte dos seus ganhos ao longo do pregão desta quinta, mas, mesmo assim, mantiveram-se em alta durante o dia, devido à incerteza contínua sobre quando os petroleiros poderão retomar a plena circulação. Cada barril estava sendo negociado a cerca de US$ 100 ao longo da tarde desta quinta.

O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, declarou que a gestão do Estreito de Ormuz entrará em uma "nova fase" após a guerra com os Estados Unidos, segundo a TV estatal iraniana.

A declaração atribuída ao aiatolá sugere a cobrança de pedágio dos navios que entram e saem do Golfo Pérsico, a título de "reparação" pelos danos provocados pelos ataques de EUA e Israel.

▶️ Contexto: o Estreito de Ormuz é uma rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. A região é considerada estratégica e o controle do seu funcionamento tem sido usado pelo Irã na guerra contra os EUA e Israel.

O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz permanece bem abaixo de 10% do volume normal. Apenas seis navios passaram pelo estreito nas últimas 24 horas, contra cerca de 140 normalmente, mostraram dados de rastreamento de navios divulgados pela Reuters nesta quinta.

A Guarda Revolucionária do Irã quer que as embarcações naveguem pelas águas iranianas ao redor da Ilha de Larak para evitar o risco de minas navais nas rotas habituais pelo estreito, informou a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim nesta quinta.

As embarcações devem entrar no estreito ao norte da Ilha de Larak e sair ao sul dela até segunda ordem, em coordenação com a Marinha da Guarda Revolucionária, segundo a Tasnim.

"Há uma possibilidade real de risco contínuo para trânsitos não autorizados pelo Estreito de Ormuz, bem como para embarcações ligadas a Israel e aos EUA que tentam transitar", disse a empresa britânica de segurança marítima Ambrey em um comunicado divulgado pela Reuters.

"Mesmo embarcações com autorização aparente foram impedidas de passar nas últimas semanas durante o trânsito", acrescentou.

Dos seis navios que passaram pelo Estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, estavam um petroleiro e cinco graneleiros, segundo dados de Kpler, Lloyd’s List Intelligence e Signal Ocean e divulgados pela Reuters.

Um navio-tanque químico estava prestes a cruzar o Golfo com destino à Índia, conforme dados de rastreamento de navios nas plataformas MarineTraffic e Pole Star Global, divulgados na quinta-feira.

"A maioria das companhias de navegação provavelmente permanecerá cautelosa, e duas semanas não serão suficientes para eliminar o acúmulo de navios, mesmo que haja um aumento significativo no tráfego", afirmou Torbjorn Soltvedt, da empresa de inteligência de risco Verisk Maplecroft, de acordo com a Reuters.

Mais de 180 petroleiros, transportando aproximadamente 172 milhões de barris de petróleo e derivados, permanecem retidos no Golfo, de acordo com a empresa de rastreamento de navios Kpler, segundo divulgado pela Reuters.

Mina naval da Alemanha instalada na Segunda Guerra Mundial sendo detonada em maio de 2014 — Foto: David Krigbaum/US Navy

Minas navais são explosivos que ficam submersos ou à deriva e podem ser acionados automaticamente por contato ou quando detectam a passagem da embarcação.

💥 Poder do Irã: Estimativas apontam que o governo iraniano pode ter um estoque entre 2 mil e 6 mil minas navais. As armas são explosivos posicionados no mar para atingir embarcações.

Existem diferentes modelos de minas navais. Algumas ficam presas ao fundo do mar, enquanto outras permanecem ancoradas a certa profundidade ou, em alguns casos, podem ficar à deriva.Modelos mais simples explodem a partir do impacto com o casco do navio.Versões mais modernas utilizam sensores que detectam alterações no campo magnético, na pressão da água ou no ruído dos motores.

Ainda de acordo com o Strauss Center for International Security and Law, da Universidade do Texas, mesmo que o Irã consiga atingir navios no Estreito de Ormuz, dificilmente uma única mina seria capaz de afundar uma embarcação de grande porte, como um petroleiro. O navio, no entanto, poderia sofrer danos.

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Governo estuda liberar R$ 17 bilhões do FGTS para ajudar trabalhadores endividados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 18:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

Celular vira a principal forma de sacar o FGTS; saiba em quais situações o resgate é permitido — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estuda liberar cerca de R$ 17 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar trabalhadores a pagar dívidas, especialmente as do cartão de crédito. A proposta ainda está em análise e pode ser lançada pelo governo nos próximos dias.

A primeira medida prevê a liberação de um valor entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões para ajudar trabalhadores a quitarem dívidas.

A iniciativa, no entanto, não deve contemplar todos os brasileiros: o foco será em pessoas de menor renda, com exclusão de quem recebe salários mais altos — como na faixa de R$ 20 mil, por exemplo. O entendimento da pasta é que essa faixa de renda teria mais condições de arcar com os débitos.

O Ministério, no entanto, não detalhou se já existe um teto salarial específico definido para essa proposta.

Já a segunda medida, divulgada anteriormente, prevê a liberação de cerca de R$ 7 bilhões para aproximadamente 10 milhões de trabalhadores. O valor é destinado a quem aderiu ao saque-aniversário, foi demitido e teve parte do saldo do FGTS bloqueada como garantia de empréstimos bancários.

Na prática, essa segunda proposta busca devolver valores que ficaram bloqueados além do necessário nessas operações. Quando o trabalhador antecipa o saque-aniversário, a Caixa Econômica Federal retém parte do saldo do FGTS como uma garantia do empréstimo — uma espécie de reserva para cobrir o pagamento caso o trabalhador tenha dificuldade de quitar a dívida.

Segundo o Ministério, no entanto, esse bloqueio costuma ser superior ao valor real da dívida. Em um exemplo citado, podem ser retidos R$ 10 mil como garantia para cobrir um débito de cerca de R$ 6,4 mil. A diferença — que não corresponde à dívida — fica indisponível para o trabalhador.

A proposta em estudo prevê justamente a liberação desse excedente, com depósito direto na conta do trabalhador. A medida, nesse caso, deve alcançar quem utilizou a antecipação do saque-aniversário entre janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025.

Para entrar em vigor, será necessária a edição de uma Medida Provisória (MP). Diferentemente da medida de até R$ 10 bilhões, essa iniciativa não terá recorte por faixa de renda, já que se trata de recursos que já pertencem ao trabalhador, mas que permaneceram retidos em excesso.

Lula quer socorrer endividados unificando débitosGoverno avalia liberar FGTS para o pagamento de dívidas

Como antecipado pelo blog do Valdo Cruz, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer tentar socorrer os brasileiros endividados reunindo todas as dívidas das pessoas físicas em uma só.

O presidente Lula e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniram nesta semana para definir quais serão as medidas adotadas na nova proposta de refinanciamento das dívidas de brasileiros.

A ideia é reunir a dívida do cartão de crédito, crédito pessoal e outras num só débito e trocá-las por uma nova dívida, com juros mais baixos e desconto no principal que pode chegar, em alguns casos, a 80%.

Além de unificar as dívidas em uma só, todo processo de renegociação será feito diretamente com bancos, para tornar o processo mais rápido.

Os bancos, para refinanciar e conceder descontos no principal da dívida, vão receber verbas possivelmente do Fundo de Garantia de Operações. Se as dívidas refinanciadas não forem pagas, os bancos terão garantia de que vão receber os valores refinanciados.

A proposta está entre as prioridades do governo neste ano e tem um componente eleitoral, principalmente em um momento em que o presidente Lula enfrenta novamente uma fase de piora na aprovação de sua gestão.

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Estreito de Ormuz está praticamente paralisado; Irã alerta para risco de minas navais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 14:07

Mundo Estreito de Ormuz está praticamente paralisado; Irã alerta para risco de minas navais Apenas seis navios passaram pelo estreito nas últimas 24 horas, contra cerca de 140 que normalmente passariam pela via. Mais de 180 petroleiros, transportando 172 milhões de barris de petróleo e derivados, permanecem retidos no Golfo. Por Redação g1

O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz nesta quinta-feira (9) permanece bem abaixo de 10% do volume normal.

No dia anterior, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou rotas alternativas para evitar minas navais na região.

A Mitsui O.S.K. Lines, uma das três maiores empresas de transporte marítimo do Japão, está entre as afetadas pela confusão.

A empresa conseguiu recentemente retirar três navios-tanque do estreito – um carregado com gás natural liquefeito e dois com gás liquefeito de petróleo (GLP).

O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz nesta quinta-feira (9) permanece bem abaixo de 10% do volume normal. Apenas seis navios passaram pelo estreito nas últimas 24 horas, contra cerca de 140 normalmente, mostraram dados de rastreamento de navios divulgados pela Reuters nesta quinta.

Nesta quarta-feira (8), a Guarda Revolucionária do Irã anunciou rotas alternativas para evitar minas navais na região. No mesmo dia, Teerã voltou a fechar a rota marítima em retalhação aos ataques de Israel, aliado dos EUA, contra o Líbano.

▶️ Contexto: o Estreito de Ormuz é uma rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. A região é considerada estratégica e o controle do seu funcionamento tem sido usado pelo Irã na guerra contra os EUA e Israel.

✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsAppAO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra

A Mitsui O.S.K. Lines, uma das três maiores empresas de transporte marítimo do Japão, está entre as afetadas pela confusão, enquanto as empresas tentam entender o impacto do cessar-fogo de duas semanas entre EUA e Irã.

"É preciso confirmar que os riscos à segurança são suficientemente baixos", disse o presidente e CEO, Jotaro Tamura, à Reuters em entrevista na quinta-feira (8).

A empresa conseguiu recentemente retirar três navios-tanque do estreito – um carregado com gás natural liquefeito e dois com gás liquefeito de petróleo (GLP), segundo a agência.

Tamura disse à Reuters que a empresa aguardava orientações do governo japonês sobre como proceder durante o cessar-fogo de duas semanas anunciado na terça-feira (7).

A Guarda Revolucionária do Irã quer que as embarcações naveguem pelas águas iranianas ao redor da Ilha de Larak para evitar o risco de minas navais nas rotas habituais pelo estreito, informou a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim nesta quinta.

As embarcações devem entrar no estreito ao norte da Ilha de Larak e sair ao sul dela até segunda ordem, em coordenação com a Marinha da Guarda Revolucionária, segundo a Tasnim.

"Há uma possibilidade real de risco contínuo para trânsitos não autorizados pelo Estreito de Ormuz, bem como para embarcações ligadas a Israel e aos EUA que tentam transitar", disse a empresa britânica de segurança marítima Ambrey em um comunicado divulgado pela Reuters.

"Mesmo embarcações com autorização aparente foram impedidas de passar nas últimas semanas durante o trânsito", acrescentou.

Dos seis navios que passaram pelo Estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, estavam um petroleiro e cinco graneleiros, segundo dados de Kpler, Lloyd’s List Intelligence e Signal Ocean e divulgados pela Reuters.

Um navio-tanque químico estava prestes a cruzar o Golfo com destino à Índia, conforme dados de rastreamento de navios nas plataformas MarineTraffic e Pole Star Global, divulgados na quinta-feira.

"A maioria das companhias de navegação provavelmente permanecerá cautelosa, e duas semanas não serão suficientes para eliminar o acúmulo de navios, mesmo que haja um aumento significativo no tráfego", afirmou Torbjorn Soltvedt, da empresa de inteligência de risco Verisk Maplecroft, de acordo com a Reuters.

Mais de 180 petroleiros, transportando aproximadamente 172 milhões de barris de petróleo e derivados, permanecem retidos no Golfo, de acordo com a empresa de rastreamento de navios Kpler, segundo divulgado pela Reuters.

Mina naval da Alemanha instalada na Segunda Guerra Mundial sendo detonada em maio de 2014 — Foto: David Krigbaum/US Navy

Minas navais são explosivos que ficam submersos ou à deriva e podem ser acionados automaticamente por contato ou quando detectam a passagem da embarcação.

💥 Poder do Irã: Estimativas apontam que o governo iraniano pode ter um estoque entre 2 mil e 6 mil minas navais. As armas são explosivos posicionados no mar para atingir embarcações.

Existem diferentes modelos de minas navais. Algumas ficam presas ao fundo do mar, enquanto outras permanecem ancoradas a certa profundidade ou, em alguns casos, podem ficar à deriva.Modelos mais simples explodem a partir do impacto com o casco do navio.Versões mais modernas utilizam sensores que detectam alterações no campo magnético, na pressão da água ou no ruído dos motores.

Ainda de acordo com o Strauss Center for International Security and Law, da Universidade do Texas, mesmo que o Irã consiga atingir navios no Estreito de Ormuz, dificilmente uma única mina seria capaz de afundar uma embarcação de grande porte, como um petroleiro. O navio, no entanto, poderia sofrer danos.

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Pedidos de auxílio-desemprego crescem nos EUA em meio a incertezas econômicas e tensões geopolíticas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 14:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,57%Dólar TurismoR$ 5,290-0,07%Euro ComercialR$ 5,940-0,21%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.896 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,57%Dólar TurismoR$ 5,290-0,07%Euro ComercialR$ 5,940-0,21%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.896 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,57%Dólar TurismoR$ 5,290-0,07%Euro ComercialR$ 5,940-0,21%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.896 pts1,4%Oferecido por

Em meio a um cenário de incerteza econômica, inflação elevada e tensões geopolíticas que pressionam os preços, os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos Estados Unidos tiveram aumento nesta primeira semana de abril.

Foram registrados 219 mil pedidos iniciais, alta de 16 mil em relação à semana anterior, quando o total era de 203 mil. O número representa um aumento de aproximadamente 7,9% na comparação semanal.

De acordo com a agência de notícias Reuters, o dado ficou acima da expectativa de analistas, que projetavam cerca de 210 mil solicitações.

Os pedidos iniciais correspondem às solicitações feitas por trabalhadores que entram no sistema de seguro-desemprego pela primeira vez após perderem seus empregos. O indicador é usado como um dos termômetros das demissões na economia.

Além disso, os dados mostram o comportamento dos pedidos continuados, que refletem o número de pessoas que seguem recebendo o benefício após a solicitação inicial. Esse total somou 1,794 milhão na semana encerrada em 28 de março, uma queda de 38 mil em relação à semana anterior.

A leitura dos dados ocorre em um ambiente marcado por alta nos preços da energia e preocupações inflacionárias.

A elevação recente no custo do petróleo fez com que o preço médio da gasolina ultrapassasse US$ 4 por galão nos EUA, o que impacta o consumo e as expectativas para a inflação.

A inflação segue no centro das atenções. Projeções apontam para alta nos preços ao consumidor em março, após avanços já observados nos meses anteriores. Economistas avaliam que o aumento nos custos de insumos, impulsionado também por tensões no Oriente Médio, pode manter a pressão sobre os preços.

Nesse contexto, o Federal Reserve mantém a taxa básica de juros na faixa atual enquanto monitora os efeitos da inflação e do cenário global. A instituição acompanha de perto indicadores de emprego e preços para definir os próximos passos da política monetária.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Gangorra de preços: com carne bovina em alta e suína em queda, diferença nas cotações é a maior em 4 anos; aponta USP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 14:07

Piracicaba e Região Gangorra de preços: com carne bovina em alta e suína em queda, diferença nas cotações é a maior em 4 anos; aponta USP Distância de valores dascarcaças bovina e suína chegou a R$ 14,26 o quilo em março de 2026. Essa é a relação desde abril de 2022, o valor do quilo do produto era de R$ 14,66. Entenda. Por g1 Piracicaba e Região

Com quedas de quase 3% nas cotações da carcaça de porco em março de 2026, a carne suína ganhou competitividade em relação aos preços da proteína bovina e alcançou o maior nível nos últimos quatro anos, desde 2022.

A gangorra de preços entre as carnes concorrentes pode ser explicada pela baixa liquidez na suinocultura durante a Quaresma, quando a procura pelo consumidor costuma cair, e também pelas altas nas exportações da proteína bovina.

Nesse cenário, o diferencial de preços entre as carcaças bovina e suína chegou a R$ 14,26 o quilo em março. O número equivale à alta de 6,8% quando comparado ao mês de fevereiro. Essa é a relação mais elevada em quatro anos.

A cotação média da carcaça especial suína comercializada no atacado da Grande São Paulo fechou em 10,06 o quilo em março de 2026. A marca representa recuo de 2,8% na comparação com fevereiro deste ano.

A carcaça casada bovina vendida na Grande São Paulo demonstrou valorização de 2,6% entre fevereiro e março, com média de R$ 24,32 o quilo em março de 2026.

Em fevereiro, o preço da carcaça suína registrou elevação de 10,8% na comparação com janeiro, passando para R$ 13,20 o quilo. — Foto: Arquivo Secom

Com quedas de quase 3% nas cotações da carcaça de porco em março de 2026, a carne suína ganhou competitividade em relação aos preços da proteína bovina e alcançou o maior nível nos últimos quatro anos, desde 2022.

A gangorra de preços entre as carnes concorrentes pode ser explicada pela baixa liquidez na suinocultura durante a Quaresma, quando a procura pelo consumidor costuma cair, e também pelas altas nas exportações da proteína bovina. O ritmo intenso nos embarques da carne de boi já era verificado desde 2025.

Nesse cenário, o diferencial de preços entre as carcaças bovina e suína chegou a R$ 14,26 o quilo em março. O número equivale à alta de 6,8% quando comparado ao mês de fevereiro. Essa é a relação mais elevada em quatro anos. Em abril de 2022, o valor do quilo do produto era de R$ 14,66.

As análises são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em Piracicaba (SP), em boletins mais recentes, divulgados nesta quinta-feira (9).

A cotação média da carcaça especial suína comercializada no atacado da Grande São Paulo fechou em 10,06 o quilo em março de 2026. A marca representa recuo de 2,8% na comparação com fevereiro deste ano.

"A desvalorização esteve atrelada à baixa liquidez tanto no mercado do animal vivo quanto no da carne, devido ao período da Quaresma", detalhou.

Carne bovina: os preços avançaram em março devido à baixa oferta de animais prontos para abate e à forte demanda internacional pela carne brasileira.

A carcaça casada bovina vendida na Grande São Paulo demonstrou valorização de 2,6% entre fevereiro e março, com média de R$ 24,32 o quilo em março de 2026.

O movimento de alta nas exportações de carne bovina in natura, iniciado no ano passado, segue firme no primeiro trimestre de 2026. A série histórica da Secex aponta que o volume embarcado no período é recorde.

"De janeiro a março de 2026, foram exportadas 701,662 mil toneladas de carne bovina in natura, volume 19,7% superior ao do mesmo período de 2025 e 36,6% acima do registrado em 2024, segundo dados da Secex", detalha o Cepea.

Além do aumento nos volumes, pesquisadores do Cepea chamam atenção para a valorização da carne brasileira no mercado internacional.

Em março, o preço médio pago por tonelada foi de US$ 5.814,80, alta de 3,1% em relação a fevereiro e de 18,7% frente a março de 2025. Esse cenário externo favorável contribuiu diretamente para a sustentação dos preços do boi gordo no mercado interno ao longo de março, aponta o Centro de Pesquisas.

Neste início de abril, os preços do boi gordo, do bezerro e da carne seguem em trajetória de alta, sustentados pela demanda externa aquecida e pela oferta restrita de animais prontos para abate.

Os preços médios do suíno vivo registraram quedas de até 20% em fevereiro de 2026 nas regiões produtoras no interior de São Paulo, incluindo Piracicaba (SP).

O movimento de baixa nas cotações no período pode ser explicado pela baixa procura da indústria por lotes de animais no mercado independente. O mês de março deve deixar os agentes do setor ainda mais atentos aos recuos, devido ao conflito no Oriente Médio. Entenda mais, abaixo.

"Resultou em um desarranjo da oferta interna", analisam pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP), divulgado nesta última quarta-feira (4).

O suíno vivo foi negociado à média de R$ 6,91 o quilo em fevereiro deste ano. No mês anterior, o animal era cotado em R$ 8,24 o quilo, uma baixa de mais de 16%, na praça SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba).

Na comparação com fevereiro de 2025, quando o produto era vendido a R$ 8,66/kg, a desvalorização alcança 20%.

"Agentes do setor consultados pelo Cepea estão atentos ao conflito no Oriente Médio, envolvendo principalmente o Irã e que pode se alastrar para outros países. Apesar de a região na totalidade não ser um destino importante da carne suína brasileira (por conta sobretudo da religião), o fechamento de canais de escoamento estratégicos e o consequente aumento nos valores dos fretes e seguros marítimos têm gerado preocupações, sobretudo entre exportadores", analisa do Cepea.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

BYD é retirada da ‘lista suja’ do trabalho escravo após decisão da Justiça; entenda como funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 12:44

Trabalho e Carreira BYD é retirada da ‘lista suja’ do trabalho escravo após decisão da Justiça; entenda como funciona Montadora havia sido incluída após caso de trabalhadores chineses em alojamentos precários e sob vigilância armada, dezembro de 2024. Por Rayane Moura — São Paulo

A montadora chinesa de carros elétricos BYD foi retirada da chamada “lista suja”, cadastro que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão, nesta terça-feira (8).

A medida vale até o julgamento final do processo. A decisão ocorre poucos dias após a inclusão da empresa na atualização mais recente do cadastro, divulgada pelo governo federal na segunda-feira (6).

A empresa havia sido incluída no cadastro após auditores fiscais do trabalho encontrarem trabalhadores chineses em condições consideradas análogas à escravidão durante a construção de uma fábrica em Camaçari, na Bahia.

A Justiça determinou a retirada imediata da BYD da lista, mas a decisão ainda é temporária. O caso continuará sendo analisado, e o governo e o Ministério Público do Trabalho ainda devem se manifestar antes da decisão final.

A montadora chinesa de carros elétricos BYD foi retirada da chamada “lista suja”, cadastro que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão, nesta terça-feira (8). A medida vale até o julgamento final do processo.

A decisão ocorre poucos dias após a inclusão da empresa na atualização mais recente do cadastro, divulgada pelo governo federal na segunda-feira (6), que adicionou cerca de 169 novos empregadores – entre eles, o cantor Amado Batista.

Com a atualização, o total de nomes na lista havia chegado a 613 empresas. Agora, com a exclusão da montadora, o número caiu para 612 – sendo 102 pessoas físicas (patrões) e 66 empresas (pessoas jurídicas).

📃 A “lista suja” é um documento público divulgado semestralmente pelo Ministério do Trabalho, em abril e outubro, que dá visibilidade às ações de combate ao trabalho escravo. Empregadores entram após processo administrativo concluído, sem recurso; permanecem por 2 anos e só saem se não tiverem novos casos e estiverem com a situação regularizada.

A decisão foi tomada pelo juiz Luiz Fausto Marinho de Medeiros, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) do Distrito Federal, após um pedido apresentado pela montadora chinesa.

A empresa havia sido incluída no cadastro após auditores fiscais do trabalho encontrarem trabalhadores chineses em condições consideradas análogas à escravidão durante a construção de uma fábrica em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA).

Esses trabalhadores, porém, foram contratados por empresas terceirizadas responsáveis pela obra. A BYD afirmou que não era a empregadora direta dos trabalhadores e que apenas contratou empresas terceirizadas. (relembra caso abaixo)

Não era a empregadora direta dos trabalhadores e que apenas contratou empresas terceirizadas;A contratação por terceirizadas é permitida pela lei. A decisão da fiscalização contraria entendimentos do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitem a terceirização em qualquer etapa da atividade;Já firmou um acordo com o Ministério Público do Trabalho, se comprometendo a responder de forma subsidiária por problemas trabalhistas;A permanência na lista traria prejuízos imediatos, como dificuldade para obter crédito, participar de licitações e manter incentivos fiscais;

Ao analisar o pedido, o juiz Luiz Fausto Marinho de Medeiros, da 16ª Vara do Trabalho de Brasília, entendeu que, em uma análise inicial, não ficou claro que existia vínculo direto entre a BYD e os trabalhadores. Além disso, o magistrado destacou que:

Ausência de vínculo direto: em uma análise inicial, não ficou comprovada a chamada subordinação estrutural, ou seja, um vínculo direto de emprego entre a BYD e os trabalhadores.Responsabilidade apenas indireta: em outros processos, a empresa foi considerada apenas tomadora de serviços, com responsabilidade subsidiária, e não empregadora direta.Atividades distintas: os trabalhadores atuavam na construção da fábrica, enquanto a BYD tem como atividade principal a fabricação de veículos, o que indica funções diferentes.Terceirização permitida: o magistrado lembrou que decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecem a legalidade da terceirização em qualquer atividade, enfraquecendo a tese de vínculo direto.Acordo com o MPT: a empresa firmou acordo para responder por eventuais irregularidades das terceirizadas, o que pode ser usado para regularizar a situação.Risco de prejuízo imediato: a permanência da BYD na lista poderia causar danos imediatos, como restrições de crédito, impedimentos em contratos e licitações e prejuízo à imagem da empresa.

Com isso, a Justiça determinou a retirada imediata da BYD da lista, mas a decisão ainda é temporária. O caso continuará sendo analisado, e o governo e o Ministério Público do Trabalho ainda devem se manifestar antes da decisão final.

O g1 procurou a BYD para comentar a inclusão e retirada da "lista suja", mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Ao todo, 220 trabalhadores haviam sido contratados para atuar na construção da fábrica da empresa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA).

Os trabalhadores chineses foram encontrados amontoados em alojamentos sem condições adequadas de conforto e higiene e eram vigiados por seguranças armados, que impediam a saída do local.

Segundo as autoridades, os passaportes eram retidos e os contratos incluíam cláusulas ilegais, como jornadas exaustivas e ausência de descanso semanal.

Um dos trabalhadores ouvidos pelo Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) associou um acidente com uma serra ao cansaço causado pela falta de folgas.

O MPT-BA também apontou que todos os trabalhadores entraram no país de forma irregular, com vistos para serviços especializados que não correspondiam às atividades desempenhadas na obra.

Na ocasião, a BYD informou que a construtora terceirizada Jinjiang Construction Brazil Ltda cometeu irregularidades e que, por isso, decidiu encerrar o contrato com a empresa.

A montadora afirmou ainda que não tolera desrespeito à legislação brasileira nem à dignidade humana e determinou a transferência de parte dos trabalhadores para hotéis da região.

No fim de 2025, o Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) firmou um acordo de R$ 40 milhões com a montadora chinesa e duas empreiteiras, após ajuizar ação civil pública por trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas.

Após o acordo, a BYD afirmou manter um compromisso inegociável com os direitos humanos e informou que iria se manifestar nos autos da ação movida pelo órgão. (leia a íntegra da nota da ocasião)

Os nomes dos empregadores só são incluídos no cadastro após a conclusão do processo administrativo que analisou o caso, com decisão definitiva e sem possibilidade de recurso. (Entenda mais abaixo).

Em regra, cada nome permanece na lista por um período de dois anos. No entanto, uma portaria publicada em julho de 2024 criou novas regras que permitem a retirada antecipada do cadastro ou até mesmo a não inclusão do nome.

Essa possibilidade existe para empregadores que assinarem um termo de ajustamento de conduta, comprometendo-se a indenizar as vítimas com ao menos 20 salários mínimos, e a investir em programas de apoio aos trabalhadores resgatados.

Nesses casos, os empregadores passam a integrar outra lista, o Cadastro de Empregadores em Ajustamento de Conduta. No entanto, podem voltar à “lista suja” caso descumpram os compromissos assumidos ou reincidam na prática de condições análogas à escravidão.

A "lista suja" foi criada em 2004, mas enfrentou impasses nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). A divulgação do cadastro chegou a ser suspensa entre 2014 e 2016, até que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a constitucionalidade do documento.

O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que atua em todo o território nacional, completou 30 anos em 2025. Desde sua criação, em 1995, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão.

Ao longo das operações, mais de R$ 160 milhões em verbas salariais e rescisórias foram assegurados aos trabalhadores. Esse resultado é fruto da atuação da Auditoria-Fiscal do Trabalho, responsável pela coordenação do GEFM.

Auditores-fiscais do trabalho do MTE realizam constantemente ações de combate ao trabalho análogo à escravidão, que podem contar com a participação de integrantes da Defensoria Pública da União, dos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, entre outras forças policiais.Quando, durante essas ações, são encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão, um auto de infração é lavrado.Cada auto de infração gera um processo administrativo, no qual as irregularidades são apuradas e os empregadores têm direito à defesa.Pessoas físicas ou jurídicas só são incluídas na “lista suja” quando o processo administrativo que julgou o auto específico de trabalho análogo à escravidão em relação àquele empregador é concluído, com decisão sem possibilidade de recurso.

Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma remota pelo Sistema Ipê, lançado em maio de 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho.

O sistema é o canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão. O denunciante não precisa se identificar: basta acessar o sistema e inserir o maior número possível de informações.

A proposta é que, a partir dessas informações, a fiscalização avalie se o caso de fato configura trabalho análogo à escravidão e, se necessário, realize as verificações no local.

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Guerra no Irã pode elevar em até US$ 50 bilhões a demanda por apoio financeiro do FMI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,072-0,6%Dólar TurismoR$ 5,2960,03%Euro ComercialR$ 5,926-0,44%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.781 pts1,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,072-0,6%Dólar TurismoR$ 5,2960,03%Euro ComercialR$ 5,926-0,44%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.781 pts1,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,072-0,6%Dólar TurismoR$ 5,2960,03%Euro ComercialR$ 5,926-0,44%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.781 pts1,34%Oferecido por

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, fala durante uma entrevista coletiva em Washington — Foto: REUTERS/Mike Theiler/File Photo

A demanda por apoio financeiro do Fundo Monetário Internacional (FMI) deve aumentar entre US$ 20 bilhões (R$ 101,8 bilhões) e US$ 50 bilhões (R$ 254,5 bilhões) nos próximos meses, como efeito da guerra no Oriente Médio, afirmou a diretora-geral do fundo, Kristalina Georgieva, nesta quinta-feira (9).

Georgieva afirmou que a guerra está testando a economia global, com um corte de 13% no fluxo diário mundial de petróleo e de 20% no de gás natural liquefeito (GNL). Segundo ela, o cenário desencadeou um choque de oferta que fez os preços da energia dispararem, ao mesmo tempo em que interrompe as cadeias de fornecimento.

Em comentários preparados antes das reuniões da próxima semana do FMI e do Banco Mundial, Georgieva afirmou que a guerra levou o Fundo a cortar sua previsão de crescimento global.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na terça-feira (7) um cessar-fogo de duas semanas com o Irã. No entanto, o bombardeio contínuo de Israel ao Líbano ameaça inviabilizar as negociações para uma paz permanente.

"Mesmo na melhor das hipóteses, não haverá um retorno puro e simples ao status quo ante", disse Georgieva. O complexo Ras Laffan, no Catar, que produz 93% do GNL do Golfo Pérsico, por exemplo, está fechado desde 2 de março e pode levar de três a cinco anos para voltar à capacidade total.

"O fato é que não sabemos realmente o que o futuro reserva para a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, nem, por sinal, para a recuperação do tráfego aéreo na região", acrescentou ela. "O que sabemos é que o crescimento será mais lento, mesmo que a nova paz seja duradoura."

O conflito, que começou em 28 de fevereiro, terá efeitos em cascata por algum tempo, disse Georgieva, incluindo o fechamento de refinarias de petróleo e a escassez de produtos refinados, que já afetam o transporte, o turismo e o comércio.

Outras 45 milhões de pessoas enfrentarão insegurança alimentar, elevando o número total de pessoas com fome para mais de 360 milhões. As interrupções nas cadeias de oferta também devem continuar, dada a dependência industrial de insumos como enxofre, hélio — usado na fabricação de chips — e nafta, essencial para a produção de plásticos.

O FMI divulgará uma série de cenários em seu relatório Perspectiva Econômica Mundial na próxima semana, que vão de uma normalização relativamente rápida a uma situação em que os preços do petróleo e do gás permanecem elevados por um período prolongado, disse Georgieva.

Até mesmo o cenário mais promissor, segundo Georgieva, inclui redução da perspectiva de crescimento, devido a danos à infraestrutura, interrupções no fornecimento, perda de confiança e outros efeitos adversos.

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Por que a guerra do Irã ameaça o coração do agronegócio brasileiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:53

Agro Por que a guerra do Irã ameaça o coração do agronegócio brasileiro Para o Brasil, que tem a cadeia do agronegócio como propulsora da economia e não produz seus próprios fertilizantes, o baque econômico pode ser grande. Por BBC

O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas, ao mesmo tempo, é o maior importador global de fertilizantes — Foto: Getty Images via BBC

Na noite da última terça-feira (7/4), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou atrás em sua profecia de que "uma civilização inteira morrerá" ao se referir ao Irã, a quem declarou guerra em fevereiro.

Ao invés disso, o líder norte-americano anunciou um cessar-fogo de duas semanas, condicionado à "passagem segura" de navios no estreito de Ormuz, importante rota comercial mundial.

Apesar do aparente recuo, o futuro próximo na região ainda é incerto. E, com isso, permanece a incerteza também acerca do alvo invisível da guerra: os fertilizantes, principalmente a ureia, um composto nitrogenado essencial para o cultivo em escala.

Para o Brasil, que tem a cadeia do agronegócio como propulsora da economia e não produz seus próprios fertilizantes, o baque pode ser grande.

"A causa do problema é que temos um país que tem 30% do PIB sustentado pela agricultura, mas depende de mais de 90% de fertilizante importado", diz Bernardo Silva, diretor-executivo do Sinprifert (Sindicato Nacional da Indústria de Matérias-primas para Fertilizantes).

No mesmo dia do anúncio de Trump, a Associação dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar de Pernambuco (AFCP) e o Sindicato dos Cultivadores de Cana do Estado de Pernambuco (Sindicape) protestaram em Recife (PE), pedindo ajuda governamental para fertilizantes.

Mas o problema não fica restrito às fazendas. Como o milho e a soja são a base da ração animal, a alta nos fertilizantes tem um efeito cascata. Se o conflito no Irã persistir, o preço do frango, dos ovos e da carne bovina pode subir nos supermercados brasileiros no segundo semestre.

Nesta semana, o boletim Focus do Banco Central, que reúne expectativas para os principais indicadores macroeconômicos, mostrou pessimismo crescente acerca da inflação. Especificamente em relação aos alimentos, segundo o Rabobank, a expectativa é de alta de 4,6% até o fim do ano — acima do 1,4% em 2025.

Conflito no Oriente Médio derruba exportações de carne bovina e de frango para a regiãoEm que parte do boi fica a picanha, o patinho e o filé mignon? Dê play no game e teste seus conhecimentos

O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas, ao mesmo tempo, é o maior importador global de fertilizantes. Além de importar esses produtos, o país também compra de outros países cerca de 75% dos seus defensivos agrícolas, substâncias que protegem as plantações de pragas e doenças.

Historicamente, a Rússia é a maior fornecedora brasileiro do trio NPK, potássio, nitrogênio e fósforo, essenciais para melhorar a nutritividade da terra.

Mesmo com as complicações da guerra na Ucrânia e medidas de contenção de exportação com a instabilidade no Irã, o país segue representando cerca de 25% dos fertilizantes importados pelo Brasil. Isso porque, com as sanções dos Estados Unidos e União Europeia, a Rússia redirecionou seus mercados para os emergentes Brics.

Mas, quando o tema é ureia, que é obtida por meio do gás natural e utilizada para impulsionar o crescimento das lavouras, o Irã é um dos parceiros mais estratégicos.

Em 2025, nós compramos US$ 72 milhões apenas em fertilizantes deles, cerca de 80% das importações totais vindas do país do Oriente Médio. Outro importante fornecedor de ureia é o Catar, que também utiliza o estreito de Ormuz para enviar seus produtos ao Brasil.

Se o Brasil perder o fornecimento de ureia iraniana, terá que disputar o produto com a Índia e os EUA em outros mercados, o que elevará ainda mais os preços globais e a inflação de alimentos — Foto: REUTERS/Adriano Machado via BBC

Apesar de não ser o maior vendedor de fertilizantes para o Brasil, a balança com o Irã se refinou nos últimos anos. No ano passado, por exemplo, o Brasil exportou quase US$ 3 bilhões para o país persa, a grande maioria em cereais como milho e soja.

Isso porque as condições de frete se tornaram mais interessantes para os dois lados, com o chamado sistema barter, um sistema de "troca" ou escambo comum no agronegócio. Nele, o produtor rural paga pelos insumos (como sementes e o fertilizante ureia) com a sua própria colheita futura, em vez de usar dinheiro.

Na relação com o Irã, isso funciona como uma engrenagem logística: navios saem do Brasil cheios de milho para os iranianos e voltam carregados de adubo para os brasileiros, garantindo o escoamento da produção e a chegada do fertilizante com frete mais barato.

Assim, diferentemente da situação com o comércio russo, em que o bloqueio por conta de um conflito seria majoritariamente econômico, no caso do Irã, a ameaça é física: tanto na instabilidade no estreito que proporciona o barter quanto nas próprias plantas petroquímicas, que atuam também na produção de ureia.

Por exemplo, no último sábado (4/4), um ataque de Israel atingiu Mahshahr, no sudoeste do Irã, centro da indústria petroquímica do país. O ataque resultou em pelo menos cinco mortes e 170 feridos.

"Nós não temos alternativa em relação à ureia. Para a próxima safra, ainda não devemos ter esse problema, porque ninguém deixa para comprar fertilizante de última hora. Mas em 2027 vai ser uma tragédia, com esse cenário maluco da guerra", diz Silveira. "Todos os produtores estão pessimistas".

"Os produtores já vêm com uma situação de crédito bastante apertada nos últimos anos por conta de uma alavancagem bastante alta", diz Bruno Fonseca, analista sênior de insumos agrícolas do Rabobank. "Para o próximo ano, os custos de produção aumentaram bastante e o produtor continua nessa situação bastante apertada".

Com a explosão da guerra da Ucrânia, o preço dos fertilizantes subiu, mas commodities como soja estavam em patamares recorde, o que ajudava a "pagar a conta". Agora a situação é outra.

Naquela época, a tonelada da ureia chegou a custar cerca de U$ 1000, enquanto a saca do milho estava em uma alta histórica de R$ 100 em algumas praças brasileiras, como Mato Grosso e Paraná. A saca da soja, por sua vez, era negociada por a R$ 200.

Antes dos ataques no Irã, a ureia estava em um patamar mais baixo, a cerca de US$ 350. Agora, está na casa dos US$ 550. Do outro lado, a saca do milho está na casa dos R$ 50 a R$ 60, enquanto a soja caiu para em torno de R$ 140.

Outro ponto que comprime as margens para o agronegócio é que, no início no mês, com a reforma tributária, o governo federal implementou mudanças que elevaram o PIS/Cofins e o Funrural (a contribuição previdenciária obrigatória para receitas do campo), retirando a alíquota zero de fertilizantes e sementes.

O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF), calculado pela Mosaic Fertilizantes, já dava sinais de alerta antes mesmo do auge do conflito. Em fevereiro, o indicador mostrou que o produtor já precisava desembolsar mais sacas de grãos para comprar a mesma quantidade de adubo devido à valorização do dólar e à alta na ureia.

Assim, a curto prazo, os produtores podem "reduzir a tecnologia", segundo Silveira. Isso significa usar menos fertilizante nos cultivos, o que resulta em uma produtividade menor por hectare.

Mas, a médio prazo, a situação é "muito complicada" para a sustentabilidade do setor, diz Silveira. Isso porque pode ser difícil e demorado substituir a ureia iraniana.

Se o Brasil perder esse fornecimento, terá que disputar o produto com a Índia e os EUA em outros mercados, o que elevará ainda mais os preços globais e a inflação de alimentos aqui dentro.

A China poderia ser uma opção de vendedor, diz Fonseca, mas o país, por enquanto, "está privilegiando o mercado doméstico". "Mas acho que a partir de agosto, quando a China volta ao mercado, seria um player que também poderia ajudar o Brasil a conseguir acessar esse produto no mercado internacional".

Para tentar contornar o bloqueio no Golfo Pérsico, o Ministério da Agricultura concluiu uma negociação estratégica com a Turquia. O acordo permite que cargas brasileiras utilizem o território turco para trânsito direto ou armazenamento temporário, permitindo um alívio diante das restrições em Ormuz.

Além disso, a Petrobras reativou unidades para fertilizantes — duas delas, em Sergipe e na Bahia, antes da guerra, em dezembro e janeiro. Neste mês, uma planta no Paraná iniciou a produção.

"Com esses projetos, a expectativa é que a produção nacional de ureia atenda até 35% da demanda do mercado brasileiro nos próximos anos", segundo a Petrobras.

Mas, para Bernardo Silva, do Sinprifert, o Brasil tem "escolhido sempre a saída mais fácil" para um problema antigo, o da dependência externa para o abastecimento de fertilizantes.

"São escolhas políticas erradas que a gente tomou ano após ano nos últimos 30 anos que deixaram a indústria nacional perder absoluta competitividade. Privilegiamos e incentivamos a importação, ou seja, o Brasil subsidiou a indústria estrangeira", diz.

Em 2023, foi editado o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), que visa reduzir a dependência externa para 50% até 2050.

Parte dessa estratégia envolve o Profert, um programa de incentivos fiscais para modernizar a infraestrutura de produção nacional e simplificar o ressarcimento de tributos para fábricas de fertilizantes no Brasil. Instituído em um projeto de lei, o Profert ainda espera para ser aprovado no Legislativo.

"O plano é um diagnóstico muito bem feito", diz Silva. "Mas ele precisa agora ser uma ferramenta de ação. O que precisa é que haja uma vontade política para reverter isso. Hoje, o problema é a guerra. Amanhã pode ser outro, se continuarmos assim".

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