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Ministro de Minas e Energia diz que aumento do teor de etanol na gasolina será discutido em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,05%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8590,2%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.516 pts-0,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,05%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8590,2%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.516 pts-0,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,05%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8590,2%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.516 pts-0,45%Oferecido por

O ministro de Minas e Energia (MME), Alexandre Silveira, anunciou, nesta sexta-feira (24), que o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% será analisado na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), prevista para maio.

Segundo o ministro, a elevação para o chamado “E32” já conta com respaldo técnico. “Vamos submeter ao CNPE o E32, elevando o teor de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, percentual que já teve os testes aprovados quando adotamos o E30”, afirmou.

De acordo com o governo, a medida pode reduzir em cerca de 500 milhões de litros por mês a necessidade de importação de gasolina. Esse volume seria suficiente para eliminar a dependência externa do país no abastecimento do combustível, colocando o Brasil em condição de autossuficiência.

O ministro informou, ainda, que a iniciativa terá caráter excepcional e temporário, com vigência inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada por igual período mediante decisão do CNPE.

Segundo o ministério, a proposta deve melhorar a logística do setor, ao liberar infraestrutura atualmente utilizada para importação de gasolina. Isso pode aumentar a eficiência na distribuição de outros derivados, como o diesel.

A proposta faz parte das diretrizes da Lei do Combustível do Futuro, marco regulatório que busca ampliar o uso de energias renováveis e reduzir emissões no setor de transportes. Em agosto de 2025, a mesma diretriz ampliou o teor de etanol na gasolina de 27,5% para os atuais 30%.

Desta vez, em particular, a mudança acontece em um momento sensível do mercado internacional de combustíveis. A guerra no Oriente Médio afetou diretamente o preço do petróleo e deixou a gasolina mais cara em todo o mundo. O governo tem adotado medidas emergenciais para conter os efeitos dessa instabilidade, incluindo redução de impostos e concessão de subsídios. A mistura de 32% será o próximo passo.

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Privatização da Copasa: governo de MG divulga exigências para investidores interessados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Minas Gerais Privatização da Copasa: governo de MG divulga exigências para investidores interessados Investidor de referência deve adquirir 30% do capital da empresa. Um dos requisitos é apresentação de carta de fiança de, no mínimo, R$ 7 bilhões. Por Rafaela Mansur, g1 Minas — Belo Horizonte

O governo de MG publicou um manual com os critérios para empresas e consórcios interessados em se tornar o investidor de referência da Copasa.

O investidor de referência deve adquirir 30% do capital da empresa. A ideia é atrair grupo que tenha capacidade financeira e expertise no setor de infraestrutura.

Os interessados devem entregar a documentação exigida, a partir desta sexta-feira (24) até 8 de maio, na bolsa brasileira (B3).

A privatização da Copasa será realizada por meio da oferta pública de distribuição secundária de ações.

Pelo modelo definido, não haverá emissão de novos títulos, e, sim, a venda de ações já existentes.

O governo de Minas Gerais publicou um manual com os critérios para empresas e consórcios interessados em se tornar o investidor de referência da Companhia de Saneamento (Copasa), em mais uma etapa do processo de privatização da estatal.

O investidor de referência deve adquirir 30% do capital da empresa. A ideia do Executivo é atrair um grupo que tenha capacidade financeira e expertise no setor de infraestrutura, no Brasil ou no exterior.

Os interessados devem entregar a documentação exigida a partir desta sexta-feira (24) até 8 de maio na bolsa brasileira (B3), que vai verificar se eles atendem aos requisitos para serem classificados para a próxima fase do processo. Eles precisam, por exemplo, comprovar regularidade fiscal e trabalhista.

Os investidores elegíveis deverão, na etapa seguinte, fazer o pedido oficial de investimento, isto é, oferecer um preço por ação. Aquele que propuser o maior valor será selecionado.

apresentar carta de fiança de no mínimo R$ 7 bilhões, emitida por banco autorizado a funcionar no Brasil pelo Banco Central (a carta é um instrumento que garante que o investidor tem condições de cumprir suas obrigações financeiras);firmar um termo de compromisso assegurando, entre outros pontos, o cumprimento de metas de universalização do saneamento, a modicidade tarifária e a manutenção dos contratos de trabalho dos empregados por 18 meses.

A privatização da Copasa será realizada por meio da oferta pública de distribuição secundária de ações. Isso significa que não haverá emissão de novos títulos, mas, sim, a venda de ações já existentes.

Com esse modelo, os recursos arrecadados vão para os cofres do estado, e não para o caixa da companhia.

Caso um investidor de referência entre no negócio, o estado poderá manter 5% da participação societária. Se ninguém adquirir 30% da Copasa, 100% das ações do estado poderão ser alienadas.

Na prática, se não houver investidores de referência interessados, a Copasa passará a ser uma empresa de capital pulverizado, sem um único dono e sem controle estatal.

Independentemente do cenário, o estatuto social da companhia deverá prever um limite máximo de 45% de direito de voto. Isto é, mesmo que um único investidor compre a maior parte das ações, ele terá poder de voto limitado e não poderá tomar decisões sem consultar os demais acionistas.

A privatização da Copasa foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em dezembro de 2025 e sancionada pelo ex-governador Romeu Zema (Novo) no mesmo mês.

Em novembro, os deputados já haviam aprovado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retirou a exigência de consulta popular para a venda da empresa.

A Copasa cuida do abastecimento de água em 637 municípios mineiros, e em 308 deles também fornece serviços de esgoto — os números incluem municípios atendidos pela Copanor, subsidiária responsável pelos serviços de saneamento nas regiões Norte e Nordeste de MG.

Neste mês, o Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) autorizou a continuidade das etapas preparatórias para a privatização da companhia, mas proibiu a conclusão da venda antes de um pronunciamento definitivo da Corte.

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Trump critica Suprema Corte e diz que ‘decisão ridícula’ sobre tarifaço vai custar US$ 159 bilhões aos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%Oferecido por

O presidente Donald Trump ouve discursos antes de assinar uma ordem executiva no Salão Oval da Casa Branca, no sábado, 18 de abril de 2026, em Washington. — Foto: AP/Julia Demaree Nikhinson

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disparou nesta sexta-feira (24) contra a Suprema Corte do país. Em publicação nas redes sociais, o republicano afirmou que a decisão de suspender o tarifaço é “ridícula” e deve custar US$ 159 bilhões aos cofres do país.

"Pessoas e empresas que se aproveitaram do nosso país por décadas, por causa da decisão horrível e ridícula da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas, agora supostamente devem receber de volta 159 bilhões de dólares", escreveu Trump.

"Tudo o que [os juízes] precisavam fazer era incluir uma pequena meia frase — “que os Estados Unidos não precisam devolver valores que já foram pagos” — e o nosso país estaria 159 bilhões de dólares mais rico", acrescentou.

Em 20 de fevereiro, a Suprema Corte decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA.

Com as tarifas invalidadas, importadores passaram a poder solicitar reembolsos à Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA referentes às taxas pagas devido ao tarifaço. O novo sistema para pedidos de devolução entrou em vigor na segunda-feira (20) para empresários americanos.

Pessoas e empresas que se aproveitaram do nosso país por décadas, por causa da decisão horrível e ridícula da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas, agora supostamente devem receber de volta 159 bilhões de dólares. Tudo o que precisavam fazer era incluir uma pequena meia frase — “que os Estados Unidos não precisam devolver valores que já foram pagos” — e o nosso país estaria 159 bilhões de dólares mais rico. Isso é mais do que a maioria dos países vale! Pense nisso — apenas meia frase, e teríamos economizado 159 bilhões de dólares. Eles não poderiam ter feito isso pelo nosso país? Presidente DONALD J. TRUMP

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Caso Master: STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 15:05

Distrito Federal Caso Master: STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado Ministros da Segunda Turma do STF analisam decisão que definiu a prisão preventiva de Paulo Henrique Costa e Daniel Monteiro. Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar caso. Por Márcio Falcão, TV Globo

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (24) para manter as prisões do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e do advogado Daniel Monteiro, investigados no caso do Banco Master.

Com 3 votos, os ministros Luiz Fux, André Mendonça e Nunes Marques decidiram pela manutenção das prisões. O ministro Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar o caso.

Paulo Henrique e Daniel Monteiro foram presos em 16 de abril, em uma nova fase da operação Compliance Zero, que apura irregularidades envolvendo os negócios do BRB com o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

A operação aconteceu após autorização de André Mendonça, relator do caso no STF. Desde quarta, os ministros analisam a decisão que determinou a prisão preventiva dos investigados.

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB; e Daniel Monteiro, advogado do Banco Master — Foto: Divulgação e Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

Na decisão que autorizou a nova fase da operação Compliance Zero, o ministro Mendonça aponta que as apurações "revelam, em tese, a existência de uma engrenagem ilícita concebida para viabilizar a fabricação, venda e cessão de carteiras de crédito fictícias do Banco Master ao BRB, com expressivo impacto patrimonial e institucional".

"Em seu bem lançado parecer, o Procurador-Geral da República assenta que os elementos colhidos pela Polícia Federal revelam quadro indiciário consistente de atuação de organização criminosa voltada à fabricação, venda e cessão de carteiras de crédito fictícias do Banco Master ao BRB, em operação com participação de agentes do banco privado e de integrantes da alta administração do banco público", declarou Mendonça.

Mendonça citou informações do Ministério Público de que Paulo Henrique Costa recebeu vantagem indevida em seis imóveis de alto padrão em São Paulo e Brasília, avaliados em R$ 146,5 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões já teriam sido efetivamente pagos.

"Quanto a Daniel Lopes Monteiro, aponta sua atuação como agente-chave da vertente jurídica da estrutura criminosa, especialmente na formalização das operações entre Master, Tirreno e BRB e na ocultação do beneficiário real das aquisições imobiliárias, havendo indicação, em princípio, de proveito econômico próprio de ao menos R$ 86,1 milhões", completou.

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BC barra no Brasil mercados preditivos como Kalshi e Polymarket em eleições, esportes e reality shows

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0130,2%Dólar TurismoR$ 5,2170,37%Euro ComercialR$ 5,8740,46%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.140 pts-0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,0130,2%Dólar TurismoR$ 5,2170,37%Euro ComercialR$ 5,8740,46%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.140 pts-0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,0130,2%Dólar TurismoR$ 5,2170,37%Euro ComercialR$ 5,8740,46%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.140 pts-0,65%Oferecido por

O Banco Central do Brasil tornou pública nesta sexta-feira (24) uma nova resolução do Conselho Monetário Nacional que proíbe a oferta e a negociação, no país, de contratos derivativos atrelados a eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.

Na prática, a resolução barra no Brasil a oferta de produtos de mercados preditivos, como os negociados por plataformas como Kalshi e Polymarket, quando atrelados a eleições, eventos esportivos, reality shows e outros acontecimentos sem referência econômico-financeira.

Segundo o texto, a organização do mercado de derivativos deve seguir princípios como a proteção aos investidores, a transparência na prestação de informações, a integridade e a eficiência do mercado, a prevenção à arbitragem regulatória e à especulação considerada nociva, além do estímulo à inovação.

A Comissão de Valores Mobiliários ficará responsável por editar regras complementares e fiscalizar o cumprimento da resolução. A proibição também valerá para ofertas feitas em território nacional de derivativos negociados no exterior.

A resolução mantém a possibilidade de negociação de derivativos ligados a referenciais econômico-financeiros, como:

índices de preços;taxas de juros;taxas de câmbio;risco de crédito;preços de commodities;ativos financeiros e valores mobiliários negociados em mercados autorizados;outras variáveis econômicas ou financeiras verificáveis.

Derivativos são contratos financeiros cujo valor depende do desempenho de outro ativo ou indicador, chamado de ativo subjacente. Tradicionalmente, esses contratos são usados para proteção contra riscos ou para estratégias de investimento envolvendo juros, câmbio, commodities e índices de mercado.

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Ministro diz que subsolo pertence à União e que acordo de Goiás com EUA sobre terras raras ‘não se sustenta’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,17%Dólar TurismoR$ 5,2140,31%Euro ComercialR$ 5,8720,43%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.113 pts-0,66%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,17%Dólar TurismoR$ 5,2140,31%Euro ComercialR$ 5,8720,43%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.113 pts-0,66%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,17%Dólar TurismoR$ 5,2140,31%Euro ComercialR$ 5,8720,43%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.113 pts-0,66%Oferecido por

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta sexta-feira (24) que o subsolo do território brasileiro pertence à União e que cabe a ela regulamentar a exploração de terras raras e minerais críticos.

Em entrevista ao programa Canal Gov, o ministro também afirmou que, na avaliação dele, o memorando de entendimento entre o governo de Goiás e os Estados Unidos para a exploração de terras raras no estado tem um vício de inconstitucionalidade e "não se sustenta".

🔎O acordo entre o estado de Goiás e os Estados Unidos envolve o financiamento bilionário e a cooperação estratégica para a exploração de terras raras, com elementos minerais essenciais para a indústria de alta tecnologia. O ponto central dessa parceria é o apoio financeiro ao projeto Pela Ema, da mineradora Serra Verde, localizada no município de Minaçu.

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Azeite brasileiro leva nota máxima em prêmio europeu, algo jamais visto na história da competição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:46

Agro Azeite brasileiro leva nota máxima em prêmio europeu, algo jamais visto na história da competição O rótulo Frantoio, da Fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), recebeu nota 100 de todos os jurados no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026. Por Paula Salati

O azeite brasileiro Frantoio fez história neste mês ao alcançar a pontuação máxima no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026.

Produzido pela fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), o rótulo recebeu nota 100 de 100, o que significa nenhum dos jurados identificou defeitos no produto.

O concurso aconteceu entre os dias 14 e 16 de abril, em Genebra, na Suíça. A edição deste ano reuniu mais de 200 marcas de diversos países.

Azeite Frantoio, da fazenda Estância das Oliveiras, conseguiu tirar nota 100 na European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026. — Foto: Divulgação

O azeite brasileiro Frantoio fez história neste mês ao alcançar a pontuação máxima no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026.

“Foi a primeira vez que isso aconteceu na premiação", confirmou ao g1 o CEO e cofundador do Global International Olive Oil Competitions (GIOOC), Raouf Chouket.

Produzido pela fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), o rótulo recebeu nota 100 de 100 de todos os jurados do concurso. "É a nota em forma de perfeição", comenta André Goelzer, responsável pela produção e dono da fazenda.

O g1 já visitou a Estância das Oliveiras, em 2023, para mostrar como funciona o processo de produção do azeite. Veja no vídeo abaixo.

Chouket afirma que outros rótulos já alcançaram a pontuação máxima em competições organizadas pela GIOOC, mas que, no European International, esta é a primeira vez que isso acontece. “É algo extremamente raro".

O concurso aconteceu entre os dias 14 e 16 de abril, em Genebra, na Suíça. A edição deste ano reuniu mais de 200 marcas de diversos países, entre eles Turquia, Espanha, Grécia, Itália e França.

As sessões de degustação aconteceram no Château de Bossey, e os azeites foram avaliados por especialistas de diferentes nacionalidades.

O rótulo Frantoio tem um sabor intenso, com presença marcante da picância, amargor e frutado, explica Rafael Sittoni Goelzer, diretor de relacionamento da Estância das Oliveiras.

Além disso, o azeite tem notas de especiarias, erva-doce, melão, amêndoa verde, manjericão, frutas vermelhas, pera, aipo, figo, coentro, banana, pimentão verde e ervas frescas.

"Todas essas notas de sabor foram identificadas na análise olfativa e gustativa do mestre de Lagar André Goelzer e equipe", conta Rafael.

Ele ressalta que o produto contém apenas azeite de oliva extravirgem puro. “Muita gente pergunta se adicionamos esses ingredientes à garrafa”, diz. “Na verdade, são percepções de análises sensoriais”.

Segundo Rafael, as notas de sabor são resultado do terroir, da variedade da azeitona e do cuidado em todas as etapas de produção.

➡️ Terroir é o conjunto de fatores como clima, solo, relevo e técnicas de produção que influenciam o sabor e a qualidade de um produto. Isso explica por que alimento iguais podem ter características diferentes conforme a região onde são feitos.

André Goelzer, responsável pela produção e dono da fazenda Estância das Oliveiras. — Foto: Divulgação

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Departamento de Justiça encerrará investigação sobre Jerome Powell, atual presidente do Banco Central dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%Oferecido por

Jerome Powell durante uma coletiva de imprensa após decisão sobre taxas de juros, em 17 de setembro de 2025. — Foto: Reuters

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos decidiu encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Federal Reserve (Fed), sob a gestão de Jerome Powell.

A decisão, anunciada nesta sexta-feira (24) pela procuradora federal Jeanine Pirro, remove um dos principais entraves à confirmação de Kevin Warsh para o comando do banco central.

“O Inspetor-Geral tem autoridade para responsabilizar o Federal Reserve perante os contribuintes americanos”, afirmou Pirro em publicação nas redes sociais. “Espero um relatório abrangente em breve e estou confiante de que o resultado ajudará a resolver, de uma vez por todas, as questões que levaram este gabinete a emitir intimações.”

De acordo com a procuradora, o caso será agora encaminhado ao Escritório do Inspetor-Geral do Fed, órgão responsável pela fiscalização interna da instituição, que ficará encarregado de analisar eventuais irregularidades nos custos da obra.

O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado.

Powell é investigado por supostas irregularidades em declarações feitas ao Congresso sobre a reforma de US$ 2,5 bilhões da sede do Fed, em Washington, o que levou à abertura de uma investigação criminal por procuradores federais.

Na ocasião, ele minimizou os custos excessivos relacionados à reforma e a recursos de luxo, incluindo terraços e jardins na cobertura, pisos de mármore e coleções de arte particulares.

O episódio levou ao questionamento de Parlamentares, e a republicana Anna Paulina Luna pediu ao Departamento de Justiça apuração por suposto perjúrio.

Powell nega irregularidades e afirma que a investigação é uma “ameaça” ligada à pressão política sobre os juros. A Casa Branca e Donald Trump também negam envolvimento.

O episódio é mais um capítulo da escalada de pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Federal Reserve.

O embate gira em torno da política monetária: enquanto Trump defende cortes mais rápidos nos juros para estimular a economia, Powell tem adotado uma postura cautelosa, mantendo as taxas elevadas para conter a inflação.

Nos últimos meses, as críticas do presidente ao chefe do banco central se intensificaram, saindo do campo técnico e avançando para ataques diretos. Paralelamente, o governo apoiou a abertura da investigação sobre os gastos na reforma da sede do Fed — movimento que Powell classificou como uma forma de pressão política e uma ameaça à independência da instituição.

O caso também enfrentou obstáculos judiciais. Um juiz federal chegou a barrar intimações contra o conselho do Fed, apontando que elas tinham como objetivo pressionar Powell a reduzir os juros ou deixar o cargo.

Além disso, Trump tentou ampliar sua influência dentro da autoridade monetária ao mirar outros integrantes. Um dos episódios mais relevantes foi a tentativa de destituir a diretora Lisa Cook, sob acusação de fraude hipotecária. A medida foi bloqueada pela Justiça e acabou levada à Suprema Corte, em um processo que pode redefinir os limites de interferência do Executivo no banco central.

Ao mesmo tempo, o presidente avançou na estratégia de remodelar a cúpula do Fed com nomes alinhados à sua visão econômica. Em janeiro, anunciou a indicação de Kevin Warsh para presidir a instituição — escolha vista como parte de um esforço para influenciar a condução da política de juros.

A pressão atingiu o ápice com ameaças públicas de Trump de demitir Powell caso ele não deixe o cargo após a eventual confirmação de seu indicado — um movimento incomum na história recente dos Estados Unidos e que ampliou o debate sobre a autonomia do banco central.

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Veja dicas para cultivo e consumo de plantas alimentícias não convencionais (PANCS)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:01

GLOBO RURAL Veja dicas para cultivo e consumo de plantas alimentícias não convencionais (PANCS) Material gratuito da Embrapa reúne ficha completa e dicas de como plantar, colher e utilizar as PANCS na alimentação Por Globo Rural

Neste domingo (26), o Globo Rural indica um folheto da Embrapa com dez plantas alimentícias não convencionais, conhecidas pelo termo PANCS.

A publicação traz uma ficha bem completa de espécies como ora-pro-nóbis, araruta, vinagreira (cuxá) e língua-de vaca (cariru).

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Polônia vai à Justiça da União Europeia contra acordo com Mercosul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 10:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%Oferecido por

A Polônia anunciou que vai recorrer ao tribunal máximo da União Europeia contra o acordo de livre comércio entre o bloco europeu e o Mercosul.

Segundo o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, o país pretende apresentar uma queixa formal à Tribunal de Justiça da União Europeia até o prazo limite de 26 de maio.

A decisão reforça a posição de Varsóvia, que, ao lado da França, lidera a oposição ao acordo dentro da União Europeia.

O tratado UE-Mercosul foi firmado em janeiro, após mais de 25 anos de negociações e prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas entre o bloco europeu e Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Críticos do acordo afirmam que a medida pode prejudicar produtores locais, especialmente no setor agrícola, ao ampliar a entrada de produtos mais baratos, como carne bovina, açúcar e frango.

A Polônia anunciou nesta sexta-feira (24) que vai recorrer ao tribunal máximo da União Europeia contra o acordo de livre comércio entre o bloco europeu e o Mercosul, segundo informações da agência Reuters.

Segundo o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, o país pretende apresentar uma queixa formal ao Tribunal de Justiça da União Europeia até o prazo limite de 26 de maio.

A decisão reforça a posição de Varsóvia, que, ao lado da França, lidera a oposição ao acordo dentro da União Europeia.

O tratado UE-Mercosul foi firmado em janeiro, após mais de 25 anos de negociações e prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas entre o bloco europeu e o Brasil, a Argentina, o Paraguai e o Uruguai.

Críticos do acordo afirmam que a medida pode prejudicar produtores locais, especialmente no setor agrícola, ao ampliar a entrada de produtos mais baratos, como carne bovina, açúcar e frango. Agricultores e ambientalistas também estão entre os que se opõem ao tratado.

Na mesma linha, o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, disse que há riscos à segurança alimentar, à proteção do consumidor e ao mercado interno.

A resistência ganhou força no Parlamento Europeu, que em janeiro decidiu encaminhar o acordo para análise do tribunal da União Europeia.

O governo francês teme impactos negativos sobre o setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. O presidente francês, Emmanuel Macron, chegou a classificar como uma “má surpresa” a decisão da União Europeia de acelerar a aplicação provisória do acordo.

Por outro lado, países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado, ao enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.

Defensores do acordo também argumentam que ele pode ampliar o acesso de empresas europeias aos mercados da América do Sul, beneficiando principalmente a indústria.

Apesar das críticas, a Comissão Europeia informou em março que o acordo deve começar a ser aplicado de forma provisória a partir de 1º de maio, enquanto segue o processo de aprovação completa pelos países-membros.

Os países do Mercosul estão em estágios avançados de aprovação do acordo com a União Europeia, o que permite o início da aplicação provisória enquanto os trâmites formais continuam.

Brasil, Argentina e Uruguai já concluíram seus processos internos de aprovação.Paraguai, que atua como depositário do tratado, também finalizou os trâmites legais e formalizou a promulgação, etapa essencial para viabilizar a entrada em vigor.

Com isso, o acordo pode começar a ser aplicado provisoriamente entre a União Europeia e os países do Mercosul que já cumpriram essas etapas.

A aprovação no Brasil incluiu aval da Câmara e do Senado, seguido de promulgação e notificação formal. No Paraguai, o processo também passou pelas duas casas legislativas antes da sanção presidencial.

Líderes da União Europeia e do Mercosul celebram em Assunção a assinatura do acordo de livre comércio que encerra mais de 25 anos de negociações. — Foto: REUTERS/Cesar Olmedo

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