RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo publica regras que ampliam crédito para a reforma de imóveis; teto passou de R$ 30 mil para R$ 50 mil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 22:11

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

O governo federal publicou em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (24) novas regras da linha de financiamento para reformas habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

As mudanças foram anunciadas na quarta-feira (15) juntamente com alterações nas faixas de renda e nos valores dos imóveis do MCMV (detalhes abaixo).

O público-alvo foi ampliado. Eram elegíveis à linha de financiamento famílias com renda de até R$ 9,6 mil. Agora, podem tomar o crédito famílias com renda de até R$ 13 mil.

Com a publicação das alterações, também passa a valer o novo valor máximo da reforma: R$ 50 mil. Antes, o teto estava fixado em R$ 30 mil. O prazo dos financiamentos também mudou, de 60 para 72 meses, a uma taxa de 0,99% ao mês.

Condomínio de prédios do programa Minha Casa, Minha Vida em Manaus — Foto: Clóvis Miranda/Semcom/Prefeitura de Manaus/Divulgação

Na quarta-feira (22), passaram a valer as novas regras de financiamento de imóveis do Minha Casa, Minha Vida (MCMV). As mudanças ampliaram o alcance do programa para imóveis de até R$ 600 mil e para famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

Segundo o governo federal, ao menos 87,5 mil famílias brasileiras devem ser beneficiadas com as novas condições de financiamento.

Faixa 1: passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200Faixa 2: passou de R$ 4.700 para até R$ 5.000Faixa 3: passou de R$ 8.600 para até R$ 9.600Faixa 4: passou de R$ 12.000 para até R$ 13.000

Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, a depender da localidade;Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil;Faixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil.

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Governo inicia fiscalização de transparência de preços em aplicativos de transporte e delivery

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 20:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, começou nesta sexta-feira (24) a fiscalizar a transparência de preços ao consumidor em aplicativos de transporte individual e de delivery.

De acordo com a Senacon, o prazo de 30 dias para adequação às regras de transparência de preços terminou na quinta-feira (23).

Uma portaria editada pelo governo este determina que os aplicativos informem, de forma clara e destacada, como o valor pago em cada serviço é distribuído.

O descumprimento pode ser caracterizado como infração às regras de defesa do consumidor, sujeitando as empresas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC), como multa e suspensão temporária das atividades.

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, começou nesta sexta-feira (24) a fiscalizar a transparência de preços ao consumidor em aplicativos de transporte individual e de delivery.

🚗 De acordo com a Senacon, o prazo de 30 dias para adequação às regras de transparência de preços terminou na quinta-feira (23).

🛵 Uma portaria editada pelo governo este determina que os aplicativos informem, de forma clara e destacada, como o valor pago em cada serviço é distribuído.

quanto cabe ao aplicativo, quanto cabeao motorista ou entregador; e quanto cabe ao estabelecimento comercial.

"Com o fim do período de adequação, a Senacon passa a verificar o cumprimento efetivo das regras, para garantir que as mudanças não se limitem a ajustes formais nas interfaces, mas resultem em informação clara ao consumidor. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) já recebeu relatos de usuários que identificaram alterações nas plataformas, indicando movimento inicial de adequação", informou a Senacon.

Motoboy motoentregador entregador bolsa bag mochila delivery natal Rn Rio Grande do Norte foto ilustrativa — Foto: Freepik

A Senacon informou que a fiscalização concentra-se na verificação da apresentação adequada e compreensível das informações.

💰 O descumprimento pode ser caracterizado como infração às regras de defesa do consumidor, sujeitando as empresas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC), como multa e suspensão temporária das atividades.

Segundo a portaria, as plataformas devem exibir, em cada transação, um quadro-resumo com a composição do valor cobrado. As informações devem ser apresentadas de forma clara e em local de fácil visualização.

Ao tornar mais visível a composição do preço, a Senacon diz que a norma reduz a assimetria de informação e fortalece a capacidade de escolha do consumidor.

A Senacon afirmou que consumidores que não encontrarem as informações exigidas, ou identificarem apresentação inadequada ou incompleta, podem fazer uma reclamação.

A queixa pode ser registrada na plataforma consumidor.gov.br e junto aos Procons locais. De acordo com a Senacon, as manifestações também subsidiam as ações fiscalizatórias da secretaria.

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Funcionários e precatórios puxaram gastos dos Correios em 2025; despesas aumentaram 37% enquanto receitas caíram 12%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 20:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Em 2025, as despesas gerais e administrativas dos Correios, que incluem parte do pagamento dos funcionários e precatórios, dívidas que precisam ser pagas por determinação da Justiça, atingiram R$ 6,3 bilhões, um crescimento de 37% em relação ao ano anterior, quando alcançaram R$ 4,6 bilhões.

Esse foi maior valor desde 2001, ano da demonstração financeira mais antiga disponibilizada pelos Correios na internet.

As receitas com a venda de serviços, como a entrega de encomendas, recuaram 12%, de R$ 18,9 bilhões em 2024 para R$ 16,7 bilhões para 2025.

O detalhamento dos números foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) na quinta-feira (23), após anúncio da estatal de um prejuízo financeiro de R$ 8,5 bilhões em 2025, fechando 14 trimestres seguidos com resultados negativos.

O resultado superou em mais de três vezes o prejuízo registrado em 2024, que foi de R$ 2,4 bilhões.

As duas despesas que mais impactaram o caixa dos Correios foram o pagamento de funcionários administrativos, que aumentou R$ 215 milhões entre 2024 e 2025, e os custos com os processos perdidos na Justiça pela estatal, já no formato de precatório, saindo de R$ 1,1 bilhão em 2024 para R$ 2,5 bilhões no período.

Assim, as despesas gerais e administrativas, que são os gastos indiretos para que a empresa funcione, atingiram R$ 6,3 bilhões em 2025, R$ 1,7 bilhão a mais do que em 2024.

🔎Precatório é uma ordem de pagamento; quando a Justiça obriga o município, o estado ou a União – neste caso, uma empresa estatal – a pagar uma dívida que tem com uma pessoa física ou jurídica.

As receitas repetiram comportamento que vem sendo observado após o governo federal lançar em 2023 o programa Remessa Conforme, caíram principalmente por conta da queda da prestação de serviço de transportes de encomendas internacionais.

O programa passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre todas as compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas. A medida ficou conhecida como "taxa das blusinhas".

Em 2024, a estatal tinha registrado uma receita de R$ 3,9 bilhões com encomendas internacionais, já com uma redução de R$ 530 milhões em relação a 2023.

Em 2025, o valor despencou para R$ 1,3 bilhão, R$ 2,6 bilhões a menos que o ano anterior. Com isso, a receita com esse tipo de produto, que chegou a representar 22% do todo em 2023, hoje representa apenas 7,8%.

Um documento produzido pela Diretoria Econômico-Financeira (Diefi) da instituição aponta que a criação do programa "Remessa Conforme" escancarou os problemas econômico-financeiros da empresa.

"A redução da participação de mercado no segmento de encomendas internacionais, que até agosto de 2024 representava uma espécie de “monopólio” para os Correios, evidenciou a ausência de reposicionamento negocial da Empresa, diante das transformações do comportamento da sociedade", diz o documento.

Além do aumento nos precatórios a pagar, em função de derrotas na Justiça, outro fator que impacta diretamente a situação dos Correios são os gastos com os funcionários da empresa, seja os carteiros que estão nas ruas ou a parte administrativa.

Apenas nos últimos quatro anos, a empresa viu os gastos com pessoal saltarem 31,25%, saindo de R$ 11,1 bilhões em 2022 para R$ 14,6 bilhões em 2025.

Por outro lado, a atual gestão do presidente Emmanoel Rondon conseguiu reduzir os gastos com a remuneração do pessoal chave da administração da estatal. A redução nos gastos com a diretoria executiva foi de quase R$ 857 mil.

As demonstrações financeiras também dão transparência ao contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões tomado pelos Correios junto a um sindicato de bancos no final de 2025.

Entre as novidades sobre o contrato, está a taxa de juros na qual ele foi negociado, 1,89% ao ano mais a taxa DI referenciada. Além disso, os Correios tiveram que pagar R$ 240 milhões em taxa de contratação.

Com isso, a expectativa da estatal é que os juros totais incorridos na contratação do empréstimo sejam de R$ 22,4 bilhões.

O acordo tem validade até 2040 e conta com garantia da União, o que significa que o governo federal dá respaldo à operação e reduz o risco para as instituições financeiras que concederam o crédito.

Além disso, o contrato prevê um prazo de carência de 3 anos e pagamentos mensais a partir de dezembro de 2029.

Parte do valor do empréstimo recebido foi também para quitar os outros empréstimos que a estatal tinha tomado com bancos entre dezembro de 2024 e junho de 2025, no valor de R$ 2,3 bilhões. Além de pagar o que foi emprestado, a empresa ainda pagou R$ 422 milhões em juros. Todos eles foram quitados até janeiro de 2026.

Os Correios começaram o ano de 2025 com dois empréstimos a pagar até o final do ano no valor de R$ 550 milhões, tomados ainda pela gestão do ex-presidente Fabiano Silva dos Santos, para aliviar ajudar o caixa da empresa a quitar despesas de final de ano, como o salário e o décimo terceiro dos funcionários.

Em junho, ainda sem conseguir uma solução para a falta de liquidez da empresa, Fabiano tomou um novo empréstimo com um grupo de bancos no valor de R$ 1,8 bilhões. Entretanto, uma cláusula do contrato bloqueou o dinheiro que a estatal teria a receber por meio do faturamento na prestação de seus serviços, durante o segundo trimestre de 2025.

Entretanto, em função da necessidade de reconhecimento de novas perdas com processos judiciais durante o ano, a quantidade aumentou e a garantia foi acionada.

Até para conseguir reverter a situação, a nova administração da estatal renegociou o contrato para conseguir liberar a receita enquanto não finalizava o acordo para a tomada de um novo empréstimo, no valor de R$ 12 bilhões. Isso gerou um custo adicional de R$ 45 milhões.

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Auditoria externa faz ressalva e diz que precatórios a serem pagos pelos Correios podem não ter valor informado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 20:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Auditoria externa contratada pelos Correios para analisar as demonstrações financeiras de 2025 alertou que os precatórios a serem pagos pela estatal podem não ter o valor informado.

De acordo com a auditoria, os Correios ainda não têm um processo de mensuração preciso dos processos judiciais e precatórios a pagar que não deixem qualquer dúvida a respeito do real valor que a empresa deve pagar.

As informações da análise foram publicadas no "Diário Oficial da União". Atualmente, a empresa registra uma obrigação de pagamento de precatórios no valor de R$ 6,4 bilhões.

Em função da imprecisão no cálculo do montante devido por conta de processos judiciais, os Correios tiveram que fazer ajustes nas demonstrações financeiras de 2023 e 2024, para inserir mais R$ 1,6 bilhão de expectativa de perdas em disputas judiciais.

O setor de contabilidade dos Correios afirmou que reapresentou os dados em atendimento à recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU).

A auditoria externa contratada pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, os Correios, para analisar as demonstrações financeiras de 2025 alertou que os precatórios a serem pagos pela estatal podem não ter o valor informado.

De acordo com a auditoria, os Correios ainda não têm um processo de mensuração preciso dos processos judiciais e precatórios a pagar que não deixem qualquer dúvida a respeito do real valor que a empresa deve pagar.

🔎 Precatório é uma ordem de pagamento; quando a Justiça obriga o município, o estado ou a União – neste caso, uma empresa estatal – a pagar uma dívida que tem com uma pessoa física ou jurídica.

💰 As informações da análise foram publicadas no "Diário Oficial da União". Atualmente, a empresa registra uma obrigação de pagamento de precatórios no valor de R$ 6,4 bilhões.

"Diante dessas circunstâncias, não foi possível concluir, mesmo com a aplicação de procedimentos alternativos de auditoria, sobre a adequação integral do saldo da provisão para contingências vinculadas aos processos e de seus eventuais reflexos contábeis correlatos no resultado do exercício", justificou a auditoria.

Em função da imprecisão no cálculo do montante devido por conta de processos judiciais, os Correios tiveram que fazer ajustes nas demonstrações financeiras de 2023 e 2024, para inserir mais R$ 1,6 bilhão de expectativa de perdas em disputas judiciais.

O setor de contabilidade dos Correios afirmou que reapresentou os dados em atendimento à recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU).

💰 Além disso, foram revertidos R$ 144 milhões a mais destinados para esse gasto em 2024, causando uma ligeira redução no prejuízo dos Correios no ano retrasado, passando de R$ 2,6 bilhões para R$ 2,4 bilhões.

Na tarde de quinta-feira (23), os Correios anunciaram um prejuízo financeiro de R$ 8,5 bilhões, alcançando a marca de 14 trimestres seguidos com resultados negativos. A série começou no 4º trimestre de 2022. O valor superou em mais de três vezes o prejuízo registrado em 2024, que foi de R$ 2,4 bilhões.

Prejuízo dos Correios triplica em 2025 e fica em R$ 8,5 bilhões — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Segundo as demonstrações financeiras da estatal, o principal fator por trás do aumento bilionário das despesas foi o pagamento de precatórios decorrentes de decisões judiciais já transitadas em julgado.

💵 Sem aprofundar as causas desse crescimento — que atingiu R$ 6,4 bilhões em 2026, alta de 55,1% em relação a 2024 —, representantes da estatal afirmaram que parte do valor, equivalente a R$ 2,63 bilhões, está relacionada a dívidas herdadas de gestões anteriores.

Ainda segundo informações apresentadas pela empresa, a receita bruta no ano passado foi de R$ 17,3 bilhões, — 11,35% menor que a registrada em 2024.

A queda nas receitas foi provocada, principalmente, pela redução de encomendas internacionais transportadas, em 66%, em relação ao ano anterior.

"O maior fator isolado da queda de receita foi a redução de 65,6% nas encomendas internacionais, provocada por mudanças nas regras de tributação sobre importações de baixo valor que alteraram os fluxos do comércio global", diz o comunicado.

Segundo esse mesmo documento, os Correios reservaram R$ 2,63 bilhões para cobrir possíveis perdas em ações trabalhistas que tratam do pagamento do adicional de atividade de distribuição e coleta externa (AADC) e do adicional de periculosidade.

Esse tipo de reserva, chamada de provisão, é usada quando a empresa avalia que pode ter de pagar esses valores mais adiante.

Há 27 minutos Economia Passagens aéreas sobem quase 20% em março, diz AnacHá 27 minutosDólar cai e fecha a R$ 4,99, de olho nas negociações entre EUA e IrãHá 27 minutosBlog da Andréia SadiZanin decide que presidente do TJ, Ricardo Couto, segue governador do RJ

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Passagens aéreas sobem quase 20% em março, diz Anac

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 20:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Preços das passagens aéreas subiram 19,4% em março em relação ao mesmo período de 2025, informou a Anac.

Indicador utilizado pela agência é o valor médio pago por quilômetro voado (yield), que ficou em R$ 0,5549 no mês.

Alta ocorre em meio à disparada do preço do petróleo, após a escalada do conflito no Oriente Médio.

Barril do tipo Brent acumula alta de cerca de 45% no período. Isso impacta derivados como o querosene de aviação (QAV), usado pelo setor aéreo.

Movimentação da aviação civil brasileira também cresceu em março. Foram 10,6 milhões de passageiros transportados no mês, somando voos domésticos e internacionais, o maior volume já registrado para o período.

Movimentação intensa de passageiros no Aeroporto de Congonhas — Foto: RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Os preços das passagens aéreas subiram 19,4% em março em relação ao mesmo período de 2025, informou nesta sexta-feira (24) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

🔎 O indicador utilizado pela agência é o valor médio pago por quilômetro voado (yield), que ficou em R$ 0,5549 no mês. Ele mede o preço efetivamente cobrado pelas companhias aéreas por distância percorrida e permite uma leitura mais precisa das tarifas no setor.

A alta ocorre em meio à disparada do preço do petróleo, após a escalada do conflito no Oriente Médio. O barril do tipo Brent acumula alta de cerca de 45% no período. Isso impacta derivados como o querosene de aviação (QAV), usado pelo setor aéreo.

Apesar do aumento, a agência afirmou que a variação está dentro da margem típica do setor e ocorre “mesmo com o contexto atual de conflitos externos".

Segundo a Anac, a tarifa real média em março foi de R$ 707,16, alta de 17,8% em relação a março de 2025 e de 0,9% frente a março de 2024, já em valores corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). "A tarifa real média vem em processo de queda desde 2023", afirmou a agência.

A movimentação da aviação civil brasileira também cresceu no mês. Foram 10,6 milhões de passageiros transportados, somando voos domésticos e internacionais, no maior volume já registrado para o período.

Do total, 8 milhões de passageiros viajaram em rotas domésticas e 2,6 milhões em voos internacionais.

No comparativo anual, o número total de passageiros cresceu 3,1% em relação a março de 2025. O avanço foi puxado principalmente pelo mercado internacional, que teve alta de 8,9%, enquanto o segmento doméstico avançou 1,3%.

Os dados fazem parte do relatório de demanda e oferta da Anac, atualizado com a série histórica até março de 2026.

A agência também registrou crescimento na demanda e na oferta de voos. A demanda, medida pelo total de passageiros multiplicado pela distância percorrida, aumentou 7,8% no mercado doméstico.

Já a oferta — calculada pelo número de assentos disponíveis em relação aos quilômetros voados — teve alta de 7,9%. Já no segmento internacional, a demanda subiu 3,3% e a oferta avançou 0,4%.

No transporte de cargas, foram movimentadas 117,5 mil toneladas no total, uma leve queda de 0,3% na comparação anual.

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Governo desiste de uso do FGTS para pagar débitos de endividados e foca em nova fase do Desenrola

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 20:54

Depois de semanas de discussão, o governo federal desistiu da proposta de permitir o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a população abater dívidas e deve apostar em uma nova fase do programa Desenrola.

O governo encontrou dificuldades jurídicas para viabilizar o uso do FGTS para quitação ou redução de dívidas. (veja aqui como o assunto impacta a eleição)

A decisão está em fase final de discussão dentro da área técnica do governo e pode ser fechada na próxima segunda-feira (27), quando o ministro da Fazenda, Dario Duringan, se reúne com representantes dos principais bancos em São Paulo.

💰 Uma nova fase do programa que permitiu renegociação de dívidas seria uma forma de ajudar famílias endividadas por conta dos juros altos e dívidas que se avolumam.

Celular vira a principal forma de sacar o FGTS; saiba em quais situações o resgate é permitido — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Pesquisa do instituto de pesquisas Datafolha mostrou que o endividamento atinge dois em cada três brasileiros.

O desenrola foi promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022 e é considerado um programa importante do início do atual governo.

Depois do pacote para combater os efeitos da guerra no Oriente Médio no Brasil, o governo definiu o socorro aos brasileiros endividados como prioridade para o primeiro semestre deste ano, como informou o blog do jornalista Valdo Cruz.

O presidente Lula pediu ao ministro da Fazenda para levantar medidas para o refinanciamento das dívidas de brasileiros.

A medida têm um componente eleitoral, principalmente num momento em que Lula enfrenta novamente uma fase de aprovação ruim dos brasileiros.

Lula não quer inflação em alta durante a campanha eleitoral, nem que as famílias continuem reclamando que seu orçamento não está fechando no final do mês.

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Salão de Pequim: conheça o Xpeng Aridge, carro voador que carrega embutido em van híbrida; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 18:49

Carros Salão de Pequim: conheça o Xpeng Aridge, carro voador que carrega embutido em van híbrida; VÍDEO O modelo permite voos de até 20 km em um veículo totalmente elétrico, que é recarregado por uma van. Essa van tem motor híbrido e pode rodar até 1 mil km com as baterias e o tanque cheios. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

A dificuldade na fala, porém, se torna irrelevante quando a caçamba se abre e revela algo inesperado: um carro voador surgindo de dentro dela.

Olhando primeiro para a parte que circula apenas no chão, o veículo lembra uma caminhonete das grandes. São 5,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e o visual é marcado por chapas em cinza fosco e linhas retas, que lembram o estilo adotado pela Tesla na Cybertruck.

Trata-se de um veículo off-road, com tração nas seis rodas. Ela é garantida por dois motores elétricos, auxiliados por um motor a combustão.

O conjunto funciona principalmente com energia elétrica. Na prática, as rodas são movimentadas pelas baterias, enquanto o motor a combustão entra em ação apenas para gerar eletricidade e recarregá-las quando necessário.

Com um nome nada fácil de pronunciar, um pequeno caminhão chama a atenção no Salão do Automóvel de Pequim: o Xpeng Aridge. A dificuldade na fala, porém, se torna irrelevante quando a caçamba se abre e revela algo inesperado: um carro voador surgindo de dentro dela.

Olhando primeiro para a parte que circula apenas no chão, o veículo lembra uma caminhonete das grandes. São 5,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e o visual é marcado por chapas em cinza fosco e linhas retas, que lembram o estilo adotado pela Tesla na Cybertruck.

Trata-se de um veículo off-road, com tração nas seis rodas. Ela é garantida por dois motores elétricos, auxiliados por um motor a combustão.

O conjunto funciona principalmente com energia elétrica. Na prática, as rodas são movimentadas pelas baterias, enquanto o motor a combustão entra em ação apenas para gerar eletricidade e recarregá-las quando necessário.

Com todas as baterias carregadas e o tanque abastecido, a Xpeng promete uma autonomia total de até 1.000 quilômetros.

Apesar de levar um carro voador inteiro na caçamba, o veículo ainda acomoda até quatro ocupantes. Durante o salão, porém, os vidros estavam completamente opacos, o que impediu a visualização do interior da parte terrestre.

O veículo aéreo, por sua vez, podia ser observado de perto e até ocupado pelo público. Diferentemente de alguns chamados “carros voadores”, ele conta com comandos físicos para controlar a direção.

Com isso, o modelo se assemelha mais a um drone pilotado como um helicóptero do que a um carro voador totalmente automático, no qual o ocupante apenas informa o destino e aguarda a chegada.

A marca afirma, no entanto, que também há um modo de voo em que o piloto apenas informa o destino. A partir daí, o veículo voador se encarrega sozinho de decolar, percorrer o trajeto necessário e pousar com segurança.

A experiência lembra a de um helicóptero também nos detalhes internos. Os bancos são mais rígidos do que os de um carro de luxo, e há diversos botões dedicados ao controle do voo.

Para que os rotores caibam no veículo terrestre, eles se dobram de forma semelhante a um brinquedo articulado. Segundo a Xpeng, todo esse processo é automático e leva cinco minutos. Basta o piloto pousar o veículo voador próximo ao carro para que a caçamba se abra e o drone se recolha sozinho até o encaixe correto.

Totalmente elétrico, o veículo voador tem autonomia de até 20 quilômetros. Isso deixa claro que sua proposta é atender a deslocamentos curtos. Já o sistema de baterias da parte terrestre permite recarregar o veículo voador até seis vezes.

Se toda essa experiência pareceu empolgante, a Xpeng informa que o Aridge já está em produção e tem preço de US$ 280 mil na China. Na cotação da data de publicação deste texto, o valor equivale a cerca de R$ 1,5 milhão.

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Conta de luz: com menos chuvas, Aneel define bandeira tarifária amarela em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 18:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

A bandeira tarifária para o mês de maio será amarela, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (24). Isso representa um adicional de R$ 1,88 a cada 100kWh na tarifa.

🔎A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

Entre janeiro e abril, a bandeira tarifária foi mantida na cor verde, devido a índices considerados satisfatórios nos reservatórios das usinas hidrelétricas.

A Aneel registrou no entanto que há uma "redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado."

Em nota, a agência destacou que "os consumidores devem cultivar bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico."

💡 O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

💡 Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

Governo anunciou bandeira tarifária para contas de energia de maio — Foto: Gilvana Giombelli/g1 Paraná

🟩bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).

Presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL) pediu ao STF para assumir o cargo. Ministro respondeu a pedido do PSD, opositor de Ruas na disputa pelo governo.

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YouTube lança ferramenta de detecção de deepfakes para celebridades de Hollywood

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Tecnologia YouTube lança ferramenta de detecção de deepfakes para celebridades de Hollywood Artistas podem acessar função mesmo sem ter um canal no YouTube. Medida, inicialmente, era voltada apenas para políticos. Por France Presse

O YouTube lançou uma ferramenta gratuita para celebridades de Hollywood conseguirem detectar deepfakes.

A plataforma lançou no mês passado uma função de proteção de imagem, que ajuda a identificar conteúdos em que um rosto aparece modificado ou gerado com tecnologias de IA para imitar o de uma pessoa real.

O projeto era inicialmente voltado a funcionários de governo, candidatos políticos e jornalistas. Mas, nesta semana, o YouTube ampliou o acesso à indústria do entretenimento, incluindo atores e músicos.

A ferramenta permite "buscar conteúdos gerados por IA que reproduzam a aparência de uma pessoa inscrita, como um deepfake de seu rosto, e lhe dá a possibilidade de localizá-los e solicitar sua remoção".

O YouTube lançou uma ferramenta gratuita para celebridades de Hollywood conseguirem detectar deepfakes, reforçando o combate aos roubos de identidade geradas por inteligência artificial.

A plataforma lançou no mês passado uma função de proteção de imagem, que ajuda a identificar conteúdos em que um rosto aparece modificado ou gerado com tecnologias de IA para imitar o de uma pessoa real.

O projeto era inicialmente voltado a funcionários de governo, candidatos políticos e jornalistas. Mas, nesta semana, o YouTube ampliou o acesso à indústria do entretenimento, incluindo atores e músicos, por meio de agências de talentos e representantes de celebridades.

A ferramenta permite "buscar conteúdos gerados por IA que reproduzam a aparência de uma pessoa inscrita, como um deepfake de seu rosto, e lhe dá a possibilidade de localizá-los e solicitar sua remoção".

"O fato de o YouTube abrir suas capacidades de detecção de deepfakes para personalidades públicas marca um ponto de inflexão na maneira como as plataformas abordam a proteção da identidade na era da IA generativa", declarou à AFP Alon Yamin, diretor-executivo e cofundador da plataforma Copyleaks, de detecção de conteúdo de IA.

"A tecnologia que permite reproduzir o rosto, a voz e os gestos de uma pessoa avançou mais rápido do que as salvaguardas ao seu redor, criando uma brecha que agentes mal-intencionados já estão explorando", afirmou.

A iniciativa chega em um momento em que se multiplicam os vídeos hiper-realistas de celebridades mortas, criados com aplicativos de uso geral como Sora, a ferramenta da OpenAI. O aplicativo desencadeou uma enxurrada de vídeos de Michael Jackson e Elvis Presley.

Em fevereiro, o diretor irlandês Ruairí Robinson criou um clipe surpreendentemente realista que mostrava Brad Pitt lutando contra Tom Cruise em um terraço por meio de um comando de duas frases.

O clipe, que provocou grande inquietação em Hollywood, foi gerado com Seedance 2.0, ferramenta do grupo chinês ByteDance.

Robinson também criou outros vídeos: um em que Pitt luta contra um zumbi ninja armado com espada e outro em que ele se junta a Cruise para combater um robô.

Charles Rivkin, presidente da Motion Picture Association (MPA), que reúne os grandes estúdios de produção americanos, instou a ByteDance a "cessar imediatamente suas atividades de falsificação", acusando-a de atropelar os direitos autorais.

Na ocasião, o YouTube disse que trabalhava com as principais agências de talentos para melhorar a detecção de imagens problemáticas e proteger melhor os artistas.

O YouTube "faz a coisa certa ao fornecer essas ferramentas gratuitamente aos talentos, para que possam proteger seu patrimônio", afirmou Jason Newman, da empresa de representação e produção Untitled Entertainment.

"Seu patrimônio é seu rosto, seu corpo, quem eles são, o que fazem, sua forma de se expressar", acrescentou em entrevista à revista Hollywood Reporter.

O desenvolvimento da ferramenta ocorre após queixas de personalidades americanas de destaque que denunciavam a complexidade do procedimento no YouTube para sinalizar e retirar um deepfake.

"Os riscos são especialmente altos porque os deepfakes podem ser usados para difundir desinformação, manipular mercados, prejudicar reputações ou fazer acreditar em um apoio enganoso. Uma detecção robusta já não é opcional", explicou o responsável da Copyleaks.

"Os sistemas de detecção devem ser extremamente precisos, atualizados continuamente e associados a normas claras e procedimentos rápidos de remoção para serem eficazes", afirmou.

"Isso não eliminará por completo os deepfakes, mas pode reduzir consideravelmente seu alcance e seu impacto, ao dificultar a circulação de conteúdos manipulados sem serem detectados ou questionados", argumentou Yamin.

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Regulação das apostas: governo bloqueia 28 plataformas que faziam previsões sobre eventos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%Oferecido por

O governo federal informou nesta sexta-feira (24) que bloqueou 27 plataformas de chamadas apostas de “predição”, que fazem previsões atreladas a eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.

As declarações foram dadas durante coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto, sobre a regulação do setor de apostas no país.

Inicialmente, o governo informou que foram 28 bloqueios. Contudo, às 16h40 desta sexta, eles corrigiram a informação sob o argumento de que uma plataforma foi retirada da lista na noite desta quinta (veja lista abaixo).

Segundo integrantes do governo, a medida faz parte do esforço para evitar a consolidação de um novo mercado de apostas sem controle.

A avaliação é que esse tipo de plataforma expõe brasileiros a riscos financeiros e opera em desconformidade com a legislação brasileira.

🔎Os chamados mercados de predição funcionam como plataformas em que os participantes apostam dinheiro no desfecho de eventos futuros — como eleições, decisões políticas, resultados de reality shows ou até indicadores econômicos.

🔎Diferentemente das bets tradicionais, essas apostas envolvem previsões sobre acontecimentos públicos e podem se aproximar de instrumentos financeiros não autorizados no Brasil.

Representantes do governo disseram ainda que, desde 2023, vem adotando uma regulação mais firme do setor de apostas e que atua para fechar as portas de empresas que tentam operar de forma irregular no país.

O anúncio ocorre no mesmo dia em que o Banco Central (BC) tornou pública uma nova resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que proíbe a oferta e a negociação, no país, desse tipo de plataforma.

A norma, aprovada em sessão realizada na quinta (23) e que passa a valer em 4 de maio, não afeta as bets já conhecidas no Brasil.

O endurecimento das regras sobre apostas ocorre em meio a uma preocupação recorrente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o impacto do setor no orçamento das famílias.

Em diferentes ocasiões, Lula tem alertado para o avanço das bets e para o risco de endividamento, principalmente entre consumidores mais vulneráveis.

O endividamento das famílias, inclusive, é um ponto central nos discursos recentes de Lula, que tem discutido medidas para diminuir o impacto dessas dívidas na renda dos brasileiros, principalmente em ano eleitoral, em que o petista concorre ao quarto mandato.

Participaram da entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e da Casa Civil, Miriam Belchior.

"Nós temos hoje, no comando do Congresso Nacional, uma lei no mercado de apostas que tem sido executada de maneira rigorosa. O mercado de predição não está aderente a essa regulação do Congresso, portanto viola a lei que o Congresso aprovou que trata de apostas", argumentou.

"Há outro campo de preocupação que é dos derivativos do sistema financeiro. O Conselho Monetário Nacional esclareceu quais são os ativos subjacentes que podem ser objeto de derivativos — de modo que a gente não vá ter aqui previsão de chuva, morte de uma determinada celebridade como possibilidade de ser encarado como derivativo regular no Brasil", prosseguiu.

De acordo com o ministro, entre 2024 a 2025, o governo bloqueou 39 mil domínios de bets irregulares, além de mais de 450 perfis em redes sociais.

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