RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Entidades vão contestar no STF decisão do Congresso Nacional que dificulta aborto legal em crianças

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 20:45

Economia Blog da Ana Flor Entidades vão contestar no STF decisão do Congresso Nacional que dificulta aborto legal em crianças Câmara e Senado aprovaram a suspenção de uma resolução que orientava o atendimento humanizado de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Por Bianka Vieira, GloboNews — Brasília

Entidades e organizações da sociedade civil que integram o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) questionarão, no Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão de uma resolução que orientava o procedimento de aborto legal por crianças vítimas de estupro, direito garantido por lei.

O PDL foi aprovado primeiro na Câmara dos Deputados (veja como cada deputado votou), depois, em menos de dois minutos, no Senado Federal em votação simbólica – modalidade em que não fica registrado quais senadores votaram a favor ou contra.

A ação terá o PSOL como autor e será apresentada à Corte após a promulgação do projeto de decreto legislativo (PDL) pelo Congresso.

🔎 A decisão dos deputados e senadores suspende integralmente os efeitos de Resolução 258 do Conanda. A norma trazia orientações para o atendimento humanizado de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), relatora da proposta que derrubou a resolução, diz que o Conanda extrapolou suas competências e tentou legislar no lugar do Congresso. Este argumento deve ser contestado na ação judicial.

"Vamos argumentar que o Conanda não extrapolou o seu limite de capacidade normativa. A decisão do Senado é que interfere na competência do Conanda. O conselho tem autonomia para estabelecer essas garantias", afirma a presidente do órgão, Delia Martis, à GloboNews.

A ação no STF deve ser endossada apenas por entidades da sociedade civil, embora o governo federal também tenha representantes no Conanda.

A estátua 'A Justiça', em frente ao prédio do STF e ao fundo Prédio do Congresso Nacional. — Foto: TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Diferentemente de quando passou pela Câmara dos Deputados e motivou discussões acaloradas, em novembro de 2025. A votação no Senado Federal foi aprovada em 1 minuto e 42 segundos, sem falas ou intervenções de parlamentares.

Os ministérios dos Direitos Humanos e das Mulheres estavam em alerta desde que o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou que pautaria o PDL nesta semana.

Dias antes, já tinham destacado interlocutores para visitar gabinetes do Senado e defender a manutenção da resolução. Mas foram pegos de surpresa com a votação sendo apresentada fora da pauta.

Defensores da resolução afirmam que ela não inova nem cria novas regras, mas organiza o atendimento de crianças vítimas de violência sexual que engravidam.

"Nós não estamos obrigando a fazer o aborto, mas dizendo que a criança tem o direito de não carregar o fruto de uma violência sexual", diz um integrante do Executivo.

Aliados de Damares Alves, por outro lado, admitem que a votação foi facilitada pelo fato de o governo não ter "colocado o time em campo" e enfrentado o tema. A avaliação entre eles é a de que o Planalto não quis se desgastar com um tema espinhoso na véspera das eleições.

A resolução, que entrou em vigor em janeiro de 2025, destaca que a gestação em crianças e adolescentes é um processo que “representa risco à saúde física, psicológica e mental que pode resultar em impactos sociais no seu pleno desenvolvimento, aumento de adoecimento, incapacidade e mortes”.

Há 4 horas Blog Ana Flor Governo descarta rejeição de embaixador por ideologiaHá 4 horasGuerra comercialBrasil diz discordar dos EUA sobre trabalho forçado e fala em usar Lei da Reciprocidade

Há 4 horas Política Tarifaço americano pode chegar a 37,5%, diz governoHá 4 horasDólar sobe e fecha a R$ 5,06 com novas tarifas Há 4 horas Trump acusa Brasil de trabalho forçado na pecuária, mas poupa carne bovinaHá 4 horasBlog da Ana FlorPlanalto conta com encontro entre Lula e Trump no G7 na França

Há 4 horas Blog Ana Flor Lula diz que foi pego de surpresa com tarifaço e que vai enviar carta a TrumpHá 4 horasFlávio diz esperar que Trump desista de taxar BrasilHá 4 horasPresidência da República Caiado nega chapa com Zema e diz que ambos manterão pré-candidaturas

Há 4 minutos Eleições 2026 em São Paulo Oriente MédioIsrael e Líbano entram em acordo para cessar-fogo, diz governo Trump

Há 15 minutos Mundo Distrito FederalEmpréstimo para salvar BRB pode custar R$ 1 bilhão em juros ao ano

Há 2 horas Distrito Federal Caso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 7 horas Política Chefe do PCCJustiça nega pedido de liberdade feito por Marcola na mesma operação que prendeu Deolane

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo publica regra que permite manter o Bolsa Família durante análise do BPC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 19:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%Oferecido por

Brasileiros inscritos no Bolsa Família e que desejarem solicitar o Benefício de Prestação Continuada (BPC) vão poder continuar no programa até que a análise pelo governo federal seja concluída.

O desligamento do Bolsa Família ocorrerá somente no final do processo e se o BPC for concedido. A nova regra começou a valer na terça-feira (2).

A alteração decorre de um acordo entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Advocacia-Geral da União e a Defensoria Pública da União, firmado após a aprovação da lei que mudou o cálculo da renda familiar para a concessão do BPC, passando a incluir na conta valores antes desconsiderados, como os do Bolsa Família.

A mudança cria agora uma espécie de "período de transição" entre os dois benefícios e permite que o pedido do BPC siga para análise mesmo se a renda da família superar o valor permitido em função do Bolsa Família (ver detalhes abaixo).

O novo cálculo para a concessão do BPC teve como objetivo, segundo o governo informou à época, evitar o acúmulo de benefícios.

ter renda familiar per capita de até ¼ do salário mínimo;ter idade igual ou superior a 65 anos ou alguma deficiência verificada por meio de avaliação biopsicossocial; estar inscrito no Cadastro Único, com CPF de todos os integrantes da família e demais informações atualizadas;possuir registro biométrico na Carteira de Identidade Nacional (CIN) ou, transitoriamente, no Título de Eleitor ou na Base da Polícia Federal; emorar no Brasil.

Todos os rendimentos passaram, portanto, a ser considerados para o cálculo da renda familiar, com algumas exceções.

bolsas de estágio supervisionado;rendimentos de contrato de aprendizagem;valores de auxílio financeiro temporário ou indenização por rompimento/colapso de barragem;BPC recebido por outra pessoa idosa ou com deficiência da família;benefício previdenciário de até um salário mínimo concedido a pessoa idosa (com mais de 65 anos) ou com deficiência, limitado a um por membro; eauxílio-inclusão e a respectiva remuneração, quando utilizados apenas para manter o BPC de outro integrante do mesmo grupo familiar.

O formulário de requerimento do BPC passou a incluir uma declaração em que o solicitante informa ser responsável familiar do Bolsa Família e autoriza o desligamento voluntário do programa caso o benefício seja o único motivo para a negativa do pedido.

Na análise, o INSS identifica, entre os pedidos que ultrapassam o limite de renda, aqueles em que existe o recebimento do Bolsa Família. Se o requerente for o responsável familiar e tiver preenchido a declaração, o órgão faz uma segunda avaliação desconsiderando os valores do programa.

Se, nesse novo cálculo, a renda ficar dentro do limite, o pedido segue normalmente para análise dos demais critérios do BPC. Em caso de aprovação, o INSS envia a declaração ao Ministério do Desenvolvimento Social, que interrompe o pagamento do Bolsa Família.

Há 3 horas Blog Ana Flor Lula diz que foi pego de surpresa com tarifaço e que vai enviar carta a TrumpHá 3 horasFlávio diz esperar que Trump desista de taxar BrasilHá 3 horasBlog da Ana FlorGoverno Trump rompe tradição e indica novo embaixador sem consultar Brasil

Há 4 horas Blog Ana Flor Governo descarta rejeição de embaixador por ideologiaHá 4 horasDistrito FederalEmpréstimo para salvar BRB pode custar R$ 1 bilhão em juros ao ano

Há 42 minutos Distrito Federal Caso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 6 horas Política Chefe do PCCJustiça nega pedido de liberdade feito por Marcola na mesma operação que prendeu Deolane

Há 50 minutos São Paulo Venda suspensaÁgua Crystal: como identificar se eu comprei um lote com problema?

Há 6 horas Saúde Descobriu que tem a água em casa? Veja o que fazerHá 6 horasBactéria encontrada na Crystal e Ypê sobrevive com ‘escudo químico’Há 6 horasInformações expostasiFood diz que dados de 1,2 milhão de usuários foram vazados

Há 2 horas Tecnologia Tragédia no arVídeo mostra momento da queda de piloto de parapente que morreu no interior de SP

Há 17 minutos Ribeirão Preto e Franca São PauloMarcha para Jesus e Parada LGBT+: veja políticos que estarão nos eventos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX define preço de US$ 135 por ação para estreia na bolsa americana

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 18:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%Oferecido por

A SpaceX anunciou publicamente, nesta quarta-feira (3), o preço de US$ 135 por ação para sua oferta pública inicial (IPO) na bolsa de Nova York, rompendo com o modelo tradicional de definição de preços de Wall Street e destacando a intenção de Elon Musk de captar valores recordes do seu próprio modo.

🔎 Um IPO (Initial Public Offering) é a primeira oferta pública de ações de uma empresa. A operação marca a entrada da companhia na bolsa e permite que investidores passem a negociar seus papéis no mercado.

A decisão da empresa de divulgar o preço uma semana antes da oferta, algo raro entre grandes IPOs nos Estados Unidos, reforça a imagem de Musk no mercado financeiro como um empreendedor ousado e bem-sucedido.

A empresa pretende captar US$ 75 bilhões, o maior valor já obtido em um IPO, o que a avaliaria em US$ 1,75 trilhão e a colocaria imediatamente entre as dez empresas mais valiosas dos Estados Unidos.

A empresa começará na quinta-feira da próxima semana (10) a apresentação a investidores, com a definição final do preço prevista para 11 de junho; a negociação das ações na Nasdaq deve começar no dia seguinte.

Musk também vem mudando práticas comuns em IPOs da SpaceX de várias maneiras, como ao propor maior participação de investidores individuais na distribuição das ações, defender uma inclusão mais rápida em índices e organizar a governança para manter forte controle do fundador.

“Nada neste IPO é normal em qualquer aspecto, mas, por outro lado, este é o maior IPO da história, então talvez isso não seja surpreendente”, disse um investidor que planeja comprar ações na oferta.

O roadshow é a etapa em que empresas e bancos consultam investidores para definir uma faixa de preço para a venda de ações. Esse processo valoriza tanto o relacionamento dos bancos com potenciais investidores quanto sua leitura do mercado para a oferta.

Após uma série de reuniões preliminares com investidores antes do roadshow, a SpaceX indicou buscar uma avaliação de cerca de US$ 1,75 trilhão, enquanto parte do mercado apontava para US$ 1,5 trilhão ou menos.

Os planos da empresa, incluindo o valor a ser captado, podem mudar à medida que uma nova rodada de conversas com investidores se inicia, segundo fontes ouvidas pela Reuters.

Em Wall Street, houve uma corrida para garantir participação na operação, impulsionada pela reputação de Musk e pelo potencial de geração de milhões de dólares em taxas. Um investidor afirmou que há a percepção de que grandes instituições estão “se posicionando antecipadamente” ao dizer que investiram cedo — o que reflete e reforça o poder de influência de Musk sobre o mercado.

Outros aspectos da oferta da SpaceX também chamam atenção. Grandes bancos internacionais, como Mizuho, Deutsche Bank, UBS e Barclays, foram incentivados a focar na atração de investidores pessoas físicas de alta renda em seus países.

No passado, esse público recebia menos atenção, já que os bancos priorizavam o retorno de grandes gestoras de ativos, como a Fidelity Investments, e de fundos hedge, como a Citadel.

Há 1 hora Blog Ana Flor Lula diz que foi pego de surpresa com tarifaço e que vai enviar carta a TrumpHá 1 horaFlávio diz esperar que Trump não aplique tarifaço ao Brasil

Há 6 horas Eleições 2026 em Minas Gerais SANDRA COHEN: com elogios a Flávio, Trump aterrissa na campanha eleitoralHá 6 horasSADI: tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismoHá 6 horas’O Pix não sofre nenhuma ameaça’, diz ex-diretor da OMCHá 6 horasAlta de 1,15% 💵Dólar sobe e fecha a R$ 5,06 com novas tarifas dos EUA sobre o Brasil

Há 32 minutos Economia Blog da Ana FlorGoverno Trump rompe tradição e indica novo embaixador sem consultar Brasil

Há 2 horas Blog Ana Flor Caso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 5 horas Política Coação no curso do processoSTF marca julgamento de Eduardo em ação por atrapalhar investigação da trama golpista

Há 58 minutos Política São PauloMarcha para Jesus e Parada LGBT+: veja lista de políticos que estarão nos eventos em SP

Há 29 minutos São Paulo Jamshid GhomiCEO é preso em mansão nos EUA acusado de fornecer tecnologia para programa nuclear do Irã

Há 2 horas Mundo ‘Às vezes temos divergências’, minimiza Netanyahu após ser chamado de ‘louco’ por TrumpHá 2 horasTrump assina ordem que dá ao governo acesso antecipado a modelos de IAHá 2 horasA partir de sábadoCuba vai suspender transações com Visa e Mastercard em retaliação a novas sanções dos EUA

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Planalto conta com encontro entre Lula e Trump durante o G7, na França

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 17:53

Integrantes do Palácio do Planalto contam com um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos Donald Trump durante a reunião da cúpula do G7, na França.

Lula confirmou nesta quarta-feira (3) sua ida à cúpula. O encontro de líderes vai acontecer entre os dias 15 e 17 de junho em Evian, na França.

Segundo afirmaram fontes do Planalto ao blog, não há agenda entre os presidentes marcada, mas como o grupo de líderes presentes é menor, um encontro será “inevitável”. Lula tentará falar de tarifas e reforçar parcerias com o presidente dos EUA.

🔎 O G7 é formado por Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão. Lula foi convidado a participar do encontro este ano pelo anfitrião — o presidente da França, Emmanuel Macron.

O Brasil não faz parte do grupo, no entanto, desde que retornou ao Palácio do Planalto, em 2023, Lula tem sido chamado a participar das reuniões.

Uma investigação do escritório norte-americano concluiu, na terça-feira (2), que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.

Essa sobretaxa, segundo o Ministério das Relações Exteriores, deve se somar à taxa proposta em outro relatório dos EUA, divulgado na segunda-feira (1º), que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos.

➡️ O primeiro texto previa a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. O segundo, um adicional de 12,5%. Portanto, a sobretaxa passaria para 37,5%, próximos aos 40% impostos no ano passado — caso entre em vigor.

Trump e Lula durante encontro na Casa Branca, em 7 de maio de 2026 — Foto: Presidência da República

O presidente afirmou nesta quarta que não foi comunicado oficialmente pelo governo dos Estados Unidos sobre as propostas de novas tarifas comerciais a produtos brasileiros, e que pretende enviar uma nova carta a Donald Trump.

Ele disse que foi surpreendido pelo anúncio e que o país "não pode aceitar" o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil.

Lula deu a declaração durante reunião ministerial no Palácio do Planalto. Durante a fala inicial, o petista reforçou discursos anteriores, em que criticou o Secretário de Estado norte-americano Marco Rubio, e o chamou de "latinoamericano frustrado".

Há 48 minutos Blog Ana Flor Lula diz que foi pego de surpresa com tarifaço e que vai enviar carta a TrumpHá 48 minutosFlávio diz esperar que Trump não aplique tarifaço ao Brasil

Há 6 horas Eleições 2026 em Minas Gerais SANDRA COHEN: com elogios a Flávio, Trump aterrissa na campanha eleitoralHá 6 horasSADI: tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismoHá 6 horas’O Pix não sofre nenhuma ameaça’, diz ex-diretor da OMCHá 6 horasBlog da Ana FlorGoverno Trump rompe tradição e indica novo embaixador sem consultar Brasil

Há 2 horas Blog Ana Flor Caso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 4 horas Política Coação no curso do processoSTF marca julgamento de Eduardo em ação por atrapalhar investigação da trama golpista

Há 26 minutos Política Jamshid GhomiCEO é preso em mansão nos EUA acusado de fornecer tecnologia para programa nuclear do Irã

Há 2 horas Mundo ‘Às vezes temos divergências’, minimiza Netanyahu após ser chamado de ‘louco’ por TrumpHá 2 horasTrump assina ordem que dá ao governo acesso antecipado a modelos de IAHá 2 horasA partir de sábadoCuba vai suspender transações com Visa e Mastercard em retaliação a novas sanções dos EUA

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Indicação dos EUA de novo embaixador no Brasil sem aval prévio do governo brasileiro incomoda Itamaraty

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 16:45

A indicação dos EUA de Daniel Perez como novo embaixador no Brasil, sem consulta prévia ao Brasil, gerou incômodo no Itamaraty.

Escolhido por Donald Trump, o parlamentar Daniel Perez teve seu nome enviado ao Senado americano. Os EUA estão sem embaixador no país desde janeiro de 2025.

Apesar do temor de interferência nas eleições brasileiras, fontes nos EUA afirmam que a lenta sabatina no Senado pode fazer com que Perez chegue ao país depois do pleito.

A indicação de um novo embaixador dos EUA sem consulta formal prévia ao governo brasileiro causou incômodo no Itamaraty e pode levar a um novo atrito entre Brasil e Estados Unidos.

🔎 Na formalidade diplomática, os governos costumam fazem uma consulta formal e confidencial sobre o nome que desejam indicar para comandar a embaixada – o chamado "agrément" – para só depois anunciarem o escolhido para ocupar o cargo de embaixador.

Daniel Perez, o escolhido pelo governo de Donald Trump para ser embaixador do país no Brasil é um parlamentar da Flórida. Ele é filho de cubanos e foi indicado pelo Departamento de Estado, responsável pelas relações exteriores dos Estados Unidos.

Seu nome foi enviado ao Senado norte-americano para aprovação. Os EUA estão sem embaixador no Brasil desde janeiro de 2025.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em encontro na Casa Branca, em Washington — Foto: RICARDO STUCKERT/DIVULGAÇÃO

O blog apurou com integrantes do Itamaraty e do Planalto que a falta do "agrément" foi lida como um desrespeito por parte da diplomacia brasileira e acaba por reforçar a ideia de que o Departamento de Estado dos EUA é um núcleo do governo Trump que se movimenta contra o governo Lula.

Pelo menos um assessor próximo do presidente defende que a falha diplomática dos EUA deve levar o Brasil a avaliar com cuidado autorizar que o diplomata assuma o posto em solo brasileiro.

Sem a autorização, não é possível ocupar o cargo de embaixador no país. Outra fonte ouvida pelo blog diz que o tema ainda será debatido com o presidente Lula e não há posição prévia sobre o tema.

Daniel Perez, apontado por Trump como embaixador dos EUA para o Brasil — Foto: Câmara dos Deputados da Flórida

Mesmo assim, há preocupação com o momento da indicação de um novo embaixador, às vésperas das eleições gerais no Brasil. No ano passado, o Brasil ignorou o "agrément" de Israel para um novo embaixador no país.

Perguntadas sobre a preocupação do governo brasileiro de que o novo embaixador possa ter um papel na eleição de apoio a um candidato de oposição a Lula, em especial Flavio Bolsonaro, fontes que acompanham a indicação no governo dos EUA afirmam que o processo de sabatina no Senado pode ser lento e não há garantias de que Perez chegue ao Brasil antes das eleições.

Há 3 horas Agronegócios EUA usam dados antigos de desmatamento e excluem madeiraHá 3 horas60 economias do mundo tiveram taxa adicional de até 12,5%Há 3 horasFlávio diz esperar que Trump não aplique tarifaço ao Brasil

Há 4 horas Eleições 2026 em Minas Gerais SANDRA COHEN: com elogios a Flávio, Trump aterrissa na campanha eleitoralHá 4 horasSADI: tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismoHá 4 horas’O Pix não sofre nenhuma ameaça’, diz ex-diretor da OMCHá 4 horasBlog Ana FlorIndicação dos EUA de novo embaixador sem aval prévio do Brasil incomoda o Itamaraty

Há 26 minutos Blog Ana Flor Caso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 3 horas Política 1ª Turma irá julgá-loMoraes libera para julgamento ação em que Eduardo é investigado por coação

Há 1 hora Política Jamshid GhomiCEO é preso em mansão nos EUA acusado de fornecer tecnologia para programa nuclear do Irã

Há 27 minutos Mundo ‘Às vezes temos divergências’, minimiza Netanyahu após ser chamado de ‘louco’ por TrumpHá 27 minutosTrump assina ordem que dá ao governo acesso antecipado a modelos de IAHá 27 minutosSuspeita fingia comportamento infantil e chegou a ter festa de aniversário

Há 51 minutos Santa Catarina Mulher já havia usado identidades falsas em Minas e outros estados; veja antecedentesHá 51 minutosEm UTI de hospitalVÍDEO: Jovem que teve perna arrancada por tubarão revê médico que a socorreu

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘O Pix não sofre nenhuma ameaça’, diz ex-diretor da OMC sobre relatório dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 16:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0741,28%Dólar TurismoR$ 5,2771,25%Euro ComercialR$ 5,8850,99%Euro TurismoR$ 6,1350,98%B3Ibovespa170.150 pts-2,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,0741,28%Dólar TurismoR$ 5,2771,25%Euro ComercialR$ 5,8850,99%Euro TurismoR$ 6,1350,98%B3Ibovespa170.150 pts-2,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,0741,28%Dólar TurismoR$ 5,2771,25%Euro ComercialR$ 5,8850,99%Euro TurismoR$ 6,1350,98%B3Ibovespa170.150 pts-2,32%Oferecido por

O anúncio de que o governo dos Estados Unidos pode retomar a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros, ocorrido nos últimos dois dias, detonou uma disputa política entre os dois principais pré-candidatos à Presidência da República, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Lula acusa Flávio de ter pedido a imposição de tarifas ao Brasil durante visita a Donald Trump, nos Estados Unidos, na semana passada. Do outro lado, Flávio Bolsonaro acusa o governo brasileiro de não ter conseguido negociar com os Estados Unidos de forma satisfatória.

Mas embora a medida, caso implementada, possa afetar pelo menos 20% de todos os produtos exportados aos Estados Unidos, parte dos embates políticos tem se dado em torno de um ponto: o Pix.

Lula vem usando o argumento de que os Estados Unidos seriam contra o Pix, mecanismo criado pelo Banco Central que permite transações financeiras instantâneas e gratuitas. Flávio, por outro lado, usa como argumento o fato de que o Pix foi lançado em 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro.

O documento divulgado pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) na segunda-feira como resultado de uma investigação comercial fez diversas menções ao Pix, classifica o mecanismo como um "campeão nacional" e diz que ele representaria uma ameaça à atuação de empresas norte-americanas que atuam no segmento de meios de pagamento.

Flávio Bolsonaro se encontrou com Trump na Casa Branca na terça-feira (27/5). — Foto: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM/@FLAVIOBOLSONARO via BBC

Em meio a debate político, o diplomata brasileiro, ex-diretor da Organização Mundial do Comércio (OMC) e consultor Roberto Azevêdo, minimiza as supostas ameaças sofridas pelo Pix.

"O Pix em si não sofre nenhuma ameaça", diz Azevêdo em entrevista à BBC News Brasil. Segundo ele, o único questionamento significativo dos norte-americanos sobre o Pix está no fato de ele ser operado pelo Banco Central, que é, ao mesmo tempo, o órgão regulador das empresas de meios de pagamento que concorrem com o Pix.

"No Brasil, está se fazendo muito alarde em torno do Pix, mas não acho que o Pix vai sofrer nenhuma alteração. Eles (os EUA) não vão pedir nada disso. O que eles gostariam é que o Pix fosse administrado de forma diferente e o pedido pode ser ou não atendido pelo Brasil", completa Azevêdo.

Com mais de 30 anos de diplomacia, Azevêdo é apontado por colegas brasileiros e estrangeiros como um especialista em negociações internacionais. No Ministério das Relações Exteriores (MRE), ele comandou o Departamento Econômico da pasta, entre 2005 e 2006.

Depois, foi indicado como embaixador do Brasil na OMC. Em 2013, assumiu a presidência do órgão, por indicação do governo brasileiro. Em 2017, foi reeleito para o cargo, mas renunciou em 2020 para assumir a vice-presidência da PepsiCo.

Em 2023, ele deixou o cargo e hoje atua como consultor e membro de conselhos em órgãos como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na entrevista, Azevêdo diz que o Brasil deve continuar tentando negociar para reduzir os impactos das tarifas que o governo dos EUA pode querer impor sobre o Brasil. Em tom cauteloso, Azevêdo diz acreditar que os governos de Brasil e dos Estados Unidos não teriam se empenhado efetivamente nas negociações sobre o assunto, mas evitou explicar o que teria levado o governo brasileiro a fazê-lo.

"O importante é ter a cabeça fria, negociar e procurar reduzir o impacto econômico, comercial e social no Brasil da melhor maneira possível e não criar animosidade e um clima de polêmica ou de guerra com fins estritamente eleitorais", diz.

Lula e Flávio Bolsonaro trocam acusações sobre a possibilidade de imposição de tarifas a produtos brasileiros exportados aos EUA — Foto: Getty Images

BBC News Brasil – Qual é o impacto imediato desse anúncio em relação às tarifas para a economia brasileira?

Roberto Azevêdo – Voltamos à situação que vivíamos antes de a Suprema Corte norte-americana derrubar as tarifas em janeiro deste ano. O que está acontecendo agora é que aquelas tarifas estão sendo reintroduzidas em um patamar mais baixo. Até janeiro, as tarifas estavam num patamar de 40%. Agora, estão sendo reintroduzidas a 25%. Antes, era exorbitante, mas ainda é muito alto.

Azevêdo – Já eram bastante prejudiciais e continuarão sendo por vários motivos. Não apenas por fechar o mercado americano, mas por impedir a integração de determinados segmentos da cadeia produtiva brasileira nas cadeias de valor globais que passam pelos Estados Unidos. Os Estados Unidos são um mercado no qual o Brasil consegue vender produtos de alto valor agregado, ao contrário das nossas exportações para a China, para onde nós vendemos muitas commodities. Nos Estados Unidos, vendemos máquinas, equipamentos, produtos acabados e semimanufaturados. É um mercado muito especial e esse mercado vai se fechando progressivamente.

BBC News Brasil – O governo alega que havia uma negociação em curso, com um prazo de 30 dias que ainda não havia esgotado. Houve uma quebra de confiança na negociação?

Azevêdo – Essa negociação vinha acontecendo de maneira muito incipiente. Todas as informações que eu tenho são de que houve um ou dois contatos muito superficiais. Foram contatos em alto nível, entre o Jamiesson Greer (secretário de Comércio dos EUA) e nosso ministro da Indústria e Comércio (Márcio Elias Rosa). Mas é muito difícil chegar a resultados que alterem o contexto da decisão que foi proposta com negociações nesse estágio de tratativa. Precisaríamos ter algo mais avançado, uma coisa mais palpável e isso não estava presente. A proposta de adoção de medidas da forma que foi formulada não surpreende.

BBC News Brasil – O que resta ao governo brasileiro fazer para evitar que essas sanções sejam de fato impostas?

Azevêdo – Sobretudo, negociar, que é o que todos os outros países estão fazendo. Eu vejo algumas pessoas no Brasil falando em retaliação, em usar a lei de reciprocidade. Até podemos fazer, mas, francamente, nenhum outro país fez isso até hoje. Só a China. Mas a gente não pode comparar o poder de fogo da China com o brasileiro. A China fez isso e conseguiu fazer com que os Estados Unidos repensassem muito do que eles vinham fazendo. Mas a China é um mercado que é fundamental para os Estados Unidos. O Brasil não é. O Brasil não terá nenhuma capacidade de fazer os Estados Unidos reverem as suas estratégias por meio de retaliações ou medidas de reciprocidade. A gente tem que tomar cuidado para não deixar o discurso eleitoral ganhar o jogo e prevalecer sobre os interesses concretos e os interesses comerciais da economia brasileira […] O importante é ter a cabeça fria, negociar e procurar reduzir o impacto econômico, comercial e social no Brasil da melhor maneira possível e não criar animosidade e um clima de polêmica ou de guerra com fins estritamente eleitorais.

Azevêdo – Não sou eu que vou julgar qual é o impacto. Estou apenas dizendo que é necessário que nós tenhamos muito presente o fato de que quem vai pagar a conta desse atrito e dessa não convergência serão as empresas brasileiras, os trabalhadores brasileiros que estão empregados e que vão, possivelmente, perder o emprego ou ter seus salários afetados por essa situação de embate com os Estados Unidos.

BBC News Brasil – O presidente Lula tem atribuído esse anúncio à atuação política do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Qual é a sua avaliação em relação a isso? Qual é a responsabilidade que ele teve nisso?

Azevêdo – Acho que na parte política os políticos que se entendam. Haverá acusações de parte a parte. Um lado vai dizer que o outro não quer negociar. O outro vai dizer que o outro lado foi quem provocou isso. Essas acusações, para mim, não resolvem o problema e não vão levar adiante medidas e ações que possam reduzir o impacto contra a nossa economia.

BBC News Brasil – O Brasil tem negociado bem com o governo dos Estados Unidos ou o anúncio dessas tarifas mostra que não e que o governo falhou em tentar uma negociação?

Azevêdo – A negociação depende de dois lados. É preciso que os dois lados queiram negociar e eu não tenho muita certeza de que os dois lados tenham feito o necessário para engatar, efetivamente, uma negociação que levasse a um desfecho positivo ou mutuamente satisfatório. As negociações poderiam ter sido encaminhadas de uma maneira mais assertiva, mais construtiva, mais inovadora, mais criativa. Não acho que isso tenha acontecido e não vai ser agora, na reta final, que nós vamos conseguir mudar esse quadro de uma maneira muito significativa. Eu, particularmente, não acredito que isso vá acontecer.

BBC News Brasil – Mas, embaixador, objetivamente, houve falha do governo brasileiro nesse processo? E se sim, qual?

Azevêdo – Acho que os dois governos não demonstraram o empenho necessário para resolver esse problema de forma negociada.

BBC News Brasil – Há uma disputa de narrativas para saber quem foi o responsável por isso. Na sua avaliação, o senador Flávio Bolsonaro tem responsabilidade sobre isso ou quem tem responsabilidade sobre isso é o presidente Lula?

Azevêdo – Quem tem mais responsabilidade sobre isso é o presidente Trump. Foi ele quem tomou a decisão de adotar essas medidas para reindustrializar os Estados Unidos, para trazer investimentos para dentro dos Estados Unidos, para arrecadar recursos e arrecadar fundos para viabilizar programas de incentive fiscal que ele vem adotando em outras áreas. É uma decisão que não afetou apenas o Brasil, mas também outros vários países.

BBC News Brasil – O relatório que foi divulgado pelo escritório comercial dos Estados Unidos faz muitas menções ao Pix. Por que é que há essa ênfase tão grande na ferramenta Pix?

Azevêdo – Não tem uma ênfase diferente das demais. São seis temas que eles levantam. No relatório tem corrupção, desmatamento, etanol, tem propriedade intelectual, plataformas digitais. O Pix é uma delas. Não vejo nada de excepcional no tratamento que eles dão ao Pix. Pelo contrário, eles alegam que o problema do Pix não é o Pix em si, mas a forma como o Pix é administrado, porque ele é administrado pelo próprio órgão regulador que é o Banco Central. O questionamento é sobre o fato de que é o órgão central que impõe as regras sobre os concorrentes do Pix, que vêm a ser, por exemplo, Visa, Mastercard, etc. No Brasil, está se fazendo muito alarde em torno do Pix, mas não acho que o Pix vai sofrer nenhuma alteração. Eles (os EUA) não vão pedir nada disso. O que eles gostariam é que o Pix fosse administrado de forma diferente e o pedido pode ser ou não atendido pelo Brasil.

Azevêdo – O Pix aumentou a capacidade do consumidor brasileiro participar nas plataformas digitais nacionais. Nós, no comércio eletrônico e várias outras formas de engajamento econômico. Eles próprios reconhecem isso. O que eu ouço com frequência é o fato de que o Pix é operado pelo Banco Central e o Banco Central é o agente regulador. Portanto, seria desleal com os competidores do Pix o fato de que o Pix é operado pelo próprio agente regulador. Essa é a queixa que eu ouço e é isso que eu entendo que está sobre a mesa.

Azevêdo – Eu acho que tudo está sendo explorado de forma política, por um lado ou pelo outro lado. É inevitável. Estamos em um ano eleitoral. É claro que essas coisas vão ser exploradas do ponto de vista eleitoral. Seria absolutamente impensável que não fossem exploradas. O que nós não podemos é perder a perspectiva do impacto real sobre a economia.

BBC News Brasil – Há possibilidade de o governo recorrer à OMC, ser contra essas tarifas e qual a capacidade da OMC de resolver uma disputa como essa hoje?

Azevêdo – Tanto o Brasil quanto outros países já recorreram à OMC, mas como todos nós sabemos, o órgão de solução de controvérsias da OMC está inoperante e, portanto, não vai levar a nenhuma consequência prática. Levar o tema à OMC tem sempre o poder de elevar a visibilidade do assunto e questionar a legitimidade dessas medidas. Mas não podemos esperar um resultado juridicamente efetivo na OMC. Isso seguramente não irá acontecer.

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Anúncio à imprensa sobre a inauguração do Instituto Federal Goiano – Campus Catalão, em Catalão – GO — Foto: Ricardo Stuckert / PR

Há 3 horas Agronegócios EUA usam dados antigos de desmatamento e excluem madeiraHá 3 horas60 economias do mundo tiveram taxa adicional de até 12,5%Há 3 horasFlávio diz esperar que Trump não aplique tarifaço ao Brasil

Há 4 horas Eleições 2026 em Minas Gerais SANDRA COHEN: com elogios a Flávio, Trump aterrissa na campanha eleitoralHá 4 horasSADI: tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismoHá 4 horas’O Pix não sofre nenhuma ameaça’, diz ex-diretor da OMCHá 4 horasBlog Ana FlorIndicação dos EUA de novo embaixador sem aval prévio do Brasil incomoda o Itamaraty

Há 28 minutos Blog Ana Flor Caso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 3 horas Política 1ª Turma irá julgá-loMoraes libera para julgamento ação em que Eduardo é investigado por coação

Há 1 hora Política Jamshid GhomiCEO é preso em mansão nos EUA acusado de fornecer tecnologia para programa nuclear do Irã

Há 30 minutos Mundo ‘Às vezes temos divergências’, minimiza Netanyahu após ser chamado de ‘louco’ por TrumpHá 30 minutosTrump assina ordem que dá ao governo acesso antecipado a modelos de IAHá 30 minutosSuspeita fingia comportamento infantil e chegou a ter festa de aniversário

Há 54 minutos Santa Catarina Mulher já havia usado identidades falsas em Minas e outros estados; veja antecedentesHá 54 minutosEm UTI de hospitalVÍDEO: Jovem que teve perna arrancada por tubarão revê médico que a socorreu

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Exportações para os EUA recuam 14% em maio, mas balança comercial tem saldo positivo de US$ 7,8 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 15:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0851,49%Dólar TurismoR$ 5,2661,04%Euro ComercialR$ 5,8991,19%Euro TurismoR$ 6,1230,8%B3Ibovespa170.355 pts-2,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,0851,49%Dólar TurismoR$ 5,2661,04%Euro ComercialR$ 5,8991,19%Euro TurismoR$ 6,1230,8%B3Ibovespa170.355 pts-2,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,0851,49%Dólar TurismoR$ 5,2661,04%Euro ComercialR$ 5,8991,19%Euro TurismoR$ 6,1230,8%B3Ibovespa170.355 pts-2,21%Oferecido por

O Brasil registrou déficit em suas transações comerciais com os Estados Unidos em maio, informou nesta quarta-feira (3) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

🔎O déficit comercial significa que o Brasil importou mais produtos americanos do que exportou para os Estados Unidos. Para a economia brasileira, esse fato representa um cenário desfavorável.

De acordo com o governo, as exportações aos EUA somaram US$ 3,09 bilhões em maio, com queda de 14%, frente ao mesmo período do ano passado.Ao mesmo tempo, as importações totalizaram US$ 3,21 bilhões da economia norte-americana, com recuo de 11% na comparação com outubro de 2024.Com isso, o saldo ficou deficitário para o Brasil em US$ 121 milhões no mês passado.

No acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, os dados do governo mostram uma queda de vendas externas aos Estados Unidos de 16%, o equivalente a US$ 2,7 bilhões a menos. No período, as exportações brasileiras para lá totalizaram US$ 14 bilhões.

Esse recuo ainda não contempla os efeitos da tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras anunciada nesta segunda-feira (1), sob a alegação de que o governo adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os norte-americanos.

E nem mesmo de um adicional sobre 60 países — entre eles o Brasil — que teriam falhado em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. As duas sobretaxas, juntas, podem chegar a 37,5%.

▶️ Apesar da queda nas vendas para os EUA, a balança comercial como um todo registrou um saldo positivo de US$ 7,82 bilhões em maio deste ano, segundo dados oficiais do governo brasileiro.

🔎 O resultado é de superávit quanto as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.

O saldo positivo registrou alta de 10,8% em relação ao mesmo período ano passado, quando somou US$ 7,06 bilhões.Esse também foi o melhor resultado para meses de maio desde 2024, quando foi registrado um superávit de US$ 8,3 bilhões.

As exportações somaram US$ 31,9 bilhões, com aumento de 12% pela média diária;As importações somaram US$ 24,1 bilhões, com aumento de 10,6% pela média diária.

US$ 15 bilhões é o volume das exportações que pode ser afetado caso tarifa de 25% seja aplicada, segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Nos cinco primeiros meses deste ano, a balança comercial registrou saldo positivo de US$ 32,66 bilhões, informou o governo.

Com isso, houve aumento de 34,2% na comparação com o mesmo período de 2025, quando o saldo positivo somou US$ 24,33 bilhões.

No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 148,57 bilhões – alta 9,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, pela média diária.Já as importações somaram US$ 115,9 bilhões nos cinco primeiros meses de 2026, com alta de 4,2% em relação ao mesmo período de 2025, também pela média diária.

Os destaques das vendas externas em maio seguem sendo produtos básicos, como a soja, petróleo e minérios:

Soja: US$ 6,3 bilhões, com aumento de 14,6%;Óleos brutos de petróleo: US$ 3,81 bilhões, com queda de 9,3%;Minério de ferro: US$ 1,97 bilhão, com recuo de 15,2%;Carne bovina: US$ 1,7 bilhão, com crescimento de 50%;Óleos combustíveis: US$ 1,19 bilhão, com alta de 75%;Farelo de soja: US$ 1,03 bilhão, com aumento de 21,1%.

Já os principais consumidores de produtos vendidos pelo Brasil para o exterior seguem sendo China e a União Europeia, com Estados Unidos na terceira posição:

China: alta de 9,5%, para US$ 10,47 bilhões;União Europeia: aumento de 8,8%, para US$ 4,9 bilhões;Estados Unidos: queda de 14%, para US$ 3,09 bilhõesMercosul: queda de 15,6%, para US$ 1,89 bilhão;Asean: alta de 7,2%, para US$ 1,75 bilhões;África: alta de 10,2%, para US$ 1,17 bilhão;Oriente Médio: queda de 21,5%, para US$ 987 milhões;México: crescimento de 11,2%, para US$ 752 milhões.

Há 2 horas Agronegócios EUA usam dados antigos de desmatamento e excluem madeiraHá 2 horas60 economias do mundo tiveram taxa adicional de até 12,5%Há 2 horasLula diz que foi pego de surpresa com tarifaço e que vai enviar carta a Trump

Há 4 horas Política China chama ação dos EUA de ‘desculpa para manipulação política’Há 4 horasFlávio diz esperar que Trump não aplique tarifaço ao Brasil

Há 3 horas Eleições 2026 em Minas Gerais SANDRA COHEN: com elogios a Flávio, Trump aterrissa na campanha eleitoralHá 3 horasSADI: tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismoHá 3 horasCaso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 2 horas Política 1ª Turma irá julgá-loMoraes libera para julgamento ação em que Eduardo é investigado por coação

Há 4 minutos Política Presa em Santa CatarinaQuem é a mulher de 37 que fingiu ter 12 anos para ser ‘adotada’ por família

Há 3 minutos Santa Catarina Suspeita fingia comportamento infantil e chegou a ter festa de aniversárioHá 3 minutosMulher já havia usado identidades falsas em Minas e outros estados; veja antecedentesHá 3 minutosInformações expostasiFood diz que dados de 1,2 milhão de usuários foram vazados

Há 1 hora Tecnologia Venda suspensaÁgua Crystal: como identificar se eu comprei um lote com problema?

Há 2 horas Saúde Descobriu que tem a água em casa? Veja o que fazerHá 2 horasAnvisa determina recolhimento por presença de bactériaHá 2 horasAtrito por telefoneChamado de ‘louco’ por Trump, Netanyahu minimiza: ‘Às vezes temos divergências’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Cuba vai suspender transações com Visa e Mastercard em meio a sanções dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 15:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0851,49%Dólar TurismoR$ 5,2661,04%Euro ComercialR$ 5,8991,19%Euro TurismoR$ 6,1230,8%B3Ibovespa170.355 pts-2,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,0851,49%Dólar TurismoR$ 5,2661,04%Euro ComercialR$ 5,8991,19%Euro TurismoR$ 6,1230,8%B3Ibovespa170.355 pts-2,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,0851,49%Dólar TurismoR$ 5,2661,04%Euro ComercialR$ 5,8991,19%Euro TurismoR$ 6,1230,8%B3Ibovespa170.355 pts-2,21%Oferecido por

Cuba vai suspender as transações com cartões Visa e Mastercard a partir deste sábado (6), informou o Banco Central do país nesta quarta-feira (3), citando as sanções impostas pelos Estados Unidos.

Segundo o Banco Central de Cuba, o banco estrangeiro que antes processava as transações com cartões de crédito decidiu restringir suas operações após um decreto dos EUA, publicado em 1º de maio, que ampliou significativamente as sanções ao comércio com o país.

"Como resultado dessa decisão, Cuba não poderá mais receber receitas da venda de bens e serviços por meio de cartões reconhecidos internacionalmente, como Visa e Mastercard", afirmou o Banco Central em comunicado.

O decreto dos EUA provocou a saída de empresas de Cuba nas últimas semanas, incluindo redes hoteleiras, companhias aéreas e empresas globais de transporte marítimo, à medida que investidores estrangeiros buscam se afastar de instituições da ilha sancionadas pelo governo americano.

Há 2 horas Agronegócios EUA usam dados antigos de desmatamento e excluem madeiraHá 2 horas60 economias do mundo tiveram taxa adicional de até 12,5%Há 2 horasLula diz que foi pego de surpresa com tarifaço e que vai enviar carta a Trump

Há 4 horas Política China chama ação dos EUA de ‘desculpa para manipulação política’Há 4 horasFlávio diz esperar que Trump não aplique tarifaço ao Brasil

Há 3 horas Eleições 2026 em Minas Gerais SANDRA COHEN: com elogios a Flávio, Trump aterrissa na campanha eleitoralHá 3 horasSADI: tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismoHá 3 horasCaso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 2 horas Política 1ª Turma irá julgá-loMoraes libera para julgamento ação em que Eduardo é investigado por coação

Há 4 minutos Política Presa em Santa CatarinaQuem é a mulher de 37 que fingiu ter 12 anos para ser ‘adotada’ por família

Há 3 minutos Santa Catarina Suspeita fingia comportamento infantil e chegou a ter festa de aniversárioHá 3 minutosMulher já havia usado identidades falsas em Minas e outros estados; veja antecedentesHá 3 minutosInformações expostasiFood diz que dados de 1,2 milhão de usuários foram vazados

Há 1 hora Tecnologia Venda suspensaÁgua Crystal: como identificar se eu comprei um lote com problema?

Há 2 horas Saúde Descobriu que tem a água em casa? Veja o que fazerHá 2 horasAnvisa determina recolhimento por presença de bactériaHá 2 horasAtrito por telefoneChamado de ‘louco’ por Trump, Netanyahu minimiza: ‘Às vezes temos divergências’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

iFood diz que dados de 1,2 milhão de usuários foram vazados; veja o que foi afetado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 14:50

Tecnologia iFood diz que dados de 1,2 milhão de usuários foram vazados; veja o que foi afetado Empresa afirma que incidente ocorreu em dezembro de 2025 e que senhas, meios de pagamento e dados bancários não foram comprometidos. Por Redação g1 — São Paulo

O iFood reconheceu nesta quarta-feira (3) um vazamento de dados envolvendo usuários da plataforma. Segundo a empresa, trata-se de um incidente isolado registrado em dezembro de 2025, que teria sido rapidamente contido por seus protocolos de segurança.

A empresa informou que o alcance do vazamento ficou restrito a cerca de 2% de sua base de clientes, o equivalente a aproximadamente 1,2 milhão de pessoas.

Informações como nome e CPF de usuários foram expostas, mas não houve comprometimento de credenciais de acesso às contas.

A companhia também informou que senhas, meios de pagamento e registros financeiros não foram afetados pelo incidente. Além disso, não há evidências de acesso a dados bancários ou informações relacionadas a transações realizadas na plataforma.

Na nota, o iFood afirmou que continua adotando medidas de proteção e que atua em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O iFood não encontrou qualquer evidência de que 43 milhões de dados de usuários foram vazados. Após sucessivas análises, identificamos que o material disponibilizado na internet se refere a um incidente isolado, ocorrido em dezembro de 2025, e que foi rapidamente neutralizado pelos nossos protocolos de segurança.

O evento envolveu dados cadastrais, como nome e CPF, sem qualquer comprometimento de senhas, meios de pagamento ou registros financeiros, com impacto restrito a cerca de 2% da nossa base de usuários.

O iFood lamenta o ocorrido e reforça para os usuários que todas as comunicações são feitas somente pelos canais oficiais da plataforma.

A segurança da nossa comunidade é prioridade e seguimos atuando em estrita conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para aprimorar constantemente nossos sistemas."

Há 1 hora Agronegócios EUA usam dados antigos de desmatamento e excluem madeiraHá 1 hora60 economias do mundo tiveram taxa adicional de até 12,5%Há 1 horaLula diz que foi pego de surpresa com tarifaço e que vai enviar carta a Trump

Há 3 horas Política China chama ação dos EUA de ‘desculpa para manipulação política’Há 3 horasFlávio diz esperar que Trump não aplique tarifaço ao Brasil

Há 2 horas Eleições 2026 em Minas Gerais SANDRA COHEN: com elogios a Flávio, Trump aterrissa na campanha eleitoralHá 2 horasSADI: tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismoHá 2 horasCaso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 1 hora Política Informações expostasiFood diz que dados de 1,2 milhão de usuários foram vazados

Há 31 minutos Tecnologia Abuso infantilA cada mil bebês nascidos em 2024, cinco eram filhos de crianças estupradas

Há 20 minutos Política Senado aprova projeto que dificulta aborto legal em criançasHá 20 minutosDecisão do Senado vai na ‘contramão’ de políticas de proteção, diz ministraHá 20 minutosVenda suspensaÁgua Crystal: como identificar se eu comprei um lote com problema?

Há 1 hora Saúde Descobriu que tem a água em casa? Veja o que fazerHá 1 horaAnvisa determina recolhimento por presença de bactériaHá 1 horaBactéria encontrada na Crystal e Ypê sobrevive com um ‘escudo químico’

Há 3 horas Educação Pseudomonas aeruginosa oferece risco maior a imunossuprimidosHá 3 horasAtrito por telefoneChamado de ‘louco’ por Trump, Netanyahu minimiza: ‘Às vezes temos divergências’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Google promete devolver mais água do que consome em data centers até 2030

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 14:50

Tecnologia Google promete devolver mais água do que consome em data centers até 2030 Plano prevê investimentos em projetos hídricos, proteção de bacias hidrográficas e mudanças no resfriamento para reduzir impacto ambiental. Por Redação g1, g1 — São Paulo

Vista aérea de um data center de propriedade da multinacional americana e empresa de tecnologia Google em Santiago — Foto: Getty Images

O Google anunciou, nesta quarta-feira (3), um plano para reduzir o impacto sobre a água usada no resfriamento de seus data centers, incluindo os que operam com inteligência artificial.

O plano é dividido em cinco etapas. A primeira é a mais ambiciosa e prevê repor mais água do que a consumida no resfriamento dos data centers até 2030, ao menos nos Estados Unidos.

Para atingir essa meta, a empresa afirma que ampliará o número de projetos voltados à gestão da água nas regiões onde ficam seus data centers e nas bacias hidrográficas próximas. Segundo o Google, a expansão desses projetos envolve um investimento de US$ 17 milhões, cerca de R$ 86,1 milhões na conversão direta.

Outras etapas incluem apoio à modernização dos sistemas de abastecimento e tratamento de água nessas cidades. “Isso inclui projetos que vão desde o reforço do abastecimento local até a detecção de vazamentos em tubulações”, disse o Google em nota.

Uma análise mais detalhada das bacias hidrográficas para novos data centers também está entre as propostas. No documento, o Google afirma que, se o uso de água representar risco ao meio ambiente ou ao abastecimento local, passará a adotar resfriamento a ar ou com água de reuso.

Operar um data center exige uma estrutura complexa de energia para que todos os equipamentos funcionem e sejam refrigerados de forma adequada.

Como podem ser usados por milhões de pessoas, esses espaços devem funcionar 24 horas por dia. Para garantir isso, as empresas adotam geradores e até suas próprias subestações de energia.

O treinamento dos modelos de IA mais conhecidos envolve um enorme volume de dados e só pode ser feito com chips de processamento modernos, que exigem mais energia e, por isso, esquentam mais.

Com equipamentos mais quentes, a única forma de controlar a temperatura é adotar um sistema de resfriamento líquido, por água ou óleo – data centers de nuvem podem ser refrigerados a ar porque consomem menos energia.

Data centers refrigerados a água preocupam por conta do alto consumo. Fazer até 50 perguntas para o ChatGPT pode consumir meio litro de água, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, em Riverside.

O Brasil tem cerca de 180 data centers em funcionamento. Nenhum deles é voltado para inteligência artificial, mas quatro projetos desse tipo já foram anunciados no país. Eles poderão ter consumo de energia equivalente ao de 16,4 milhões de casas – saiba mais sobre os projetos.

Há 42 minutos Meio Ambiente CAMILA BOMFIM: secretário dos EUA diz que quer manter diálogoHá 42 minutosLula diz que foi pego de surpresa com tarifaço e que vai enviar carta a Trump

Há 3 horas Política China chama ação dos EUA de ‘desculpa para manipulação política’Há 3 horasFlávio diz esperar que Trump não aplique tarifaço ao Brasil

Há 2 horas Eleições 2026 em Minas Gerais SANDRA COHEN: com elogios a Flávio, Trump aterrissa na campanha eleitoralHá 2 horasSADI: tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismoHá 2 horasCaso MasterDefesa de Vorcaro apresenta nova versão de delação para PF e PGR

Há 22 minutos Política Venda suspensaÁgua Crystal: como identificar se eu comprei um lote com problema?

Há 36 minutos Saúde Descobriu que tem a água em casa? Veja o que fazerHá 36 minutosAnvisa determina recolhimento por presença de bactériaHá 36 minutosBactéria encontrada na Crystal e Ypê sobrevive com um ‘escudo químico’

Há 2 horas Educação Pseudomonas aeruginosa oferece risco maior a imunossuprimidosHá 2 horasAtrito por telefoneChamado de ‘louco’ por Trump, Netanyahu minimiza: ‘Às vezes temos divergências’

Há 9 minutos Mundo Presidente dos EUA diz que deve se encontrar com líder supremo do IrãHá 9 minutosTecnologiaTrump assina ordem que dá ao governo acesso antecipado a modelos de IA

0

PREVIOUS POSTSPage 1 of 4NO NEW POSTS