RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceXAI lança sua IA mais poderosa e promete mais economia para usuários

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 18:46

Tecnologia SpaceXAI lança sua IA mais poderosa e promete mais economia para usuários Grok 4.5 foi criado principalmente para programar códigos e ajudar em tarefas de escritório, como criar planilhas e apresentações complexas. Por Redação g1 — São Paulo

A SpaceXAI, do bilionário Elon Musk, lançou nesta quarta-feira (8) o que considera ser seu modelo de inteligência artificial mais inteligente.

Batizado de Grok 4.5, ele foi criado principalmente para ajudar usuários a programar códigos e a fazer tarefas de escritório, como criar planilhas e apresentações complexas.

Segundo a empresa, o modelo consegue criar aplicativos do zero mesmo que os comandos tenham poucos detalhes e criar arquivos com vários recursos de programas como Excel e PowerPoint.

Em testes sobre de raciocínio de longo prazo e de uso de agentes de IA, o Grok 4.5 se aproximou do Opus 4.8, modelo da Anthropic considerado um dos mais poderosos do mundo.

Nos comparativos, ele ficou atrás de concorrentes como o GPT 5.5, da OpenAI, e o Fable, modelo da Anthropic considerado tão avançado que precisou sofrer restrições em questões sensíveis.

O Grok 4.5 foi treinado a partir de conjuntos de dados sobre programação, ciências, engenharia e matemática, explicou a SpaceXAI.

A empresa destacou que seu novo modelo é duas vezes mais eficiente do que rivais, o que, em tese, permite aos usuários resolver tarefas em menos etapas e usar menos tokens.

🔎 Tokens de IA são a quantidade de informações enviadas e recebidas em interações com modelos de IA. Cada palavra, parte de uma palavra e sinais de pontuação podem ser considerados tokens.

Em comunicado, a SpaceXAI disse que o Grok 4.5 custa US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 6 por milhão de tokens de saída. O valor custa menos da metade cobrada por modelos concorrentes.

O Grok 4.5 está disponível no Grok Build, no painel da SpaceXAI e no Cursor, três sistemas exclusivos para assinantes.

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Senado aprova crédito de R$ 15 bi para exportadores afetados por tarifaço e guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 18:46

Política Senado aprova crédito de R$ 15 bi para exportadores afetados por tarifaço e guerra no Oriente Médio Benefício poderá ser utilizado para cobrir despesas diárias, como pagamento de funcionários, compra de máquinas e equipamentos, e investimento em tecnologia. Por Sara Curcino, TV Globo — Brasília

O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) uma medida provisória (MP) que libera linha de financiamento de R$ 15 bilhões para empresas afetadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros e também pela guerra no Oriente Médio.

O crédito será ofertado dentro do Plano Brasil Soberano para exportadores de bens industriais, produtos da agricultura e da pecuária e recursos da mineração. Também estão incluídos produtos das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura.

LEIA TAMBÉM: Veja os setores e exportadores habilitados para linha de crédito de R$ 15 bilhões do governo federal.

O benefício poderá ser utilizado para cobrir despesas diárias, como pagamento de funcionários, compra de máquinas e equipamentos, e investimento em tecnologia.

Após publicar a MP, o governo explicou que os critérios priorizaram indústrias de maior intensidade tecnológica e com relevância estratégica para o país, além daquelas prejudicadas pelas medidas tarifárias dos EUA e pela guerra entre este país e o Irã.

A seleção também considerou a relevância dos setores para o comércio exterior brasileiro, incluindo cadeias estratégicas e aqueles que apresentam vulnerabilidade externa, com déficit na balança comercial, explicou o governo.

Prejuízo na exportação de café é reflexo da impossibilidade de embarque de mais de 624 mil sacas do produto nos portos brasileiros — Foto: Divulgação/Cecafé

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Rússia tenta bloquear Starlink de Musk para conter drones ucranianos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 17:49

Tecnologia Rússia tenta bloquear Starlink de Musk para conter drones ucranianos Com auxílio da internet da Starlink, drones ucranianos têm causado danos em rotas de abastecimento da Rússia. Moscou aposta em sistemas de interferência para reverter vantagem de Kiev. Por Deutsche Welle

Militares da companhia Sparta, das Forças Armadas da Ucrânia, preparam um drone de ataque de médio alcance Zozulia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

A Rússia está tentando neutralizar os ataques de drones ucranianos de "alcance intermediário" camuflando cargas e instalando potentes sistemas de guerra eletrônica contra a Starlink, a tecnologia de internet via satélite de Elon Musk, informou uma reportagem da agência de notícias Reuters publicada nesta quarta-feira (08).

Esses drones, frequentemente operados via Starlink e capazes de atingir alvos a dezenas de quilômetros além das linhas de frente de forma precisa e barata, transformaram a guerra na Ucrânia com ataques a uma distância entre 25 e 200 quilômetros.

Isso permitiu à Ucrânia infligir danos significativos à logística de abastecimento das tropas russas dentro do território ucraniano.

Reflexo disso é a Crimeia, península ucraniana anexada pela Rússia, que agora lida com a falta crônica de combustível após uma campanha coordenada das tropas de Kiev contra linhas de abastecimento, depósitos de combustível, instalações de defesa aérea e centros de comando.

Os ataques têm se concentrado nas rodovias que ligam Mariupol, Berdyansk, Melitopol e a Crimeia — as principais artérias que abastecem as forças russas que combatem no sul e no leste da Ucrânia.

Comandantes ucranianos afirmam que sua ofensiva contínua forçou a Rússia a usar rotas de reabastecimento mais lentas e menos eficientes.

Os drones teriam tornado trechos do corredor terrestre que liga a Rússia à Crimeia perigosos demais, desacelerando o transporte de combustível, munição e reforços.

A resposta da Rússia veio com o sistema de interferência Volna Kupol Garant, que emite um sinal forte o suficiente para desestabilizar a conexão do Starlink em uma área de cerca de 20 km², relatou à Reuters Serhii Beskrestnov, conselheiro do Ministério da Defesa da Ucrânia.

Trata-se de um desenvolvimento significativo no conflito, já que a Starlink era até então considerada, em grande parte, imune a interferências.

Um drone de ataque de médio alcance Zozulia voa após ser lançado por militares ucranianos da companhia Sparta em um local não revelado no sul da Ucrânia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

A virada a favor da Ucrânia na guerra ocorreu no início deste ano, quando a SpaceX cortou o acesso não autorizado das forças russas à Starlink, prejudicando as operações de drones e as comunicações da Rússia.

Isso deu uma vantagem à Ucrânia, permitindo que drones aprimorados evitassem detecção, resistissem à interferência e realizassem ataques com mais precisão, enquanto a Rússia corria para se adaptar.

"O bloqueio do Starlink para as forças russas foi um dos desenvolvimentos mais significativos no campo de batalha neste ano", disse Rob Lee, pesquisador sênior do Programa Eurásia do Foreign Policy Research Institute, à agência de notícias Associated Press.

"O que mudou é que agora oito em cada 10 missões são bem-sucedidas", disse Pharaon. Há apenas alguns meses, a taxa de sucesso era o oposto, segundo ele.

Militares da companhia Sparta, das Forças Armadas da Ucrânia, preparam um drone de ataque de médio alcance Zozulia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

As forças russas foram pegas de surpresa quando a campanha ucraniana se intensificou há três meses. Mas começaram a mobilizar unidades móveis antiaéreas e recorrer a outras táticas para interceptar os drones, relataram comandantes e pilotos de drones ucranianos à Reuters.

Uma delas é justamente o uso de dispositivos eletrônicos sofisticados de interferência para bloquear as conexões usadas para pilotar os drones, alguns deles capazes de interromper os sistemas Starlink – o Ministério da Defesa da Ucrânia afirma ter detectado dez deles.

Alguns desses dispositivos de interferência foram instalados pela Rússia perto de cidades e instalações militares, disseram os militares ucranianos.

Um vídeo de um ataque ucraniano a um desses sistemas mostra uma grande explosão após um drone atingir um local contendo seis caixas grandes do tamanho de trailers.

"Assim que atingimos essa instalação, nossos drones equipados com Starlink voaram sem problemas", disse um comandante do 422º Regimento de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia em operação na região sul de Zaporíjia.

Outras táticas a que a Rússia recorre para manter as linhas de frente abastecidas incluem esconder combustível e outros suprimentos militares em veículos civis, como caminhões que deveriam estar transportando água ou leite. A operação logística também envolveria pequenos carros civis, quadriciclos e motocicletas.

Além disso, as tropas russas estariam usando abrigos camuflados, prédios abandonados e estruturas agrícolas para esconder suprimentos, além de postos de gasolina civis para armazenar combustível militar.

Também teriam passado a escoltar comboios de caminhões de combustível com picapes armadas com metralhadoras e a usar estradas secundárias.

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Rússia tenta bloquear Starlink de Musk para conter drones ucranianos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 17:49

Tecnologia Rússia tenta bloquear Starlink de Musk para conter drones ucranianos Com auxílio da internet da Starlink, drones ucranianos têm causado danos em rotas de abastecimento da Rússia. Moscou aposta em sistemas de interferência para reverter vantagem de Kiev. Por Deutsche Welle

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A Rússia está tentando neutralizar os ataques de drones ucranianos de "alcance intermediário" camuflando cargas e instalando potentes sistemas de guerra eletrônica contra a Starlink, a tecnologia de internet via satélite de Elon Musk, informou uma reportagem da agência de notícias Reuters publicada nesta quarta-feira (08).

Esses drones, frequentemente operados via Starlink e capazes de atingir alvos a dezenas de quilômetros além das linhas de frente de forma precisa e barata, transformaram a guerra na Ucrânia com ataques a uma distância entre 25 e 200 quilômetros.

Isso permitiu à Ucrânia infligir danos significativos à logística de abastecimento das tropas russas dentro do território ucraniano.

Reflexo disso é a Crimeia, península ucraniana anexada pela Rússia, que agora lida com a falta crônica de combustível após uma campanha coordenada das tropas de Kiev contra linhas de abastecimento, depósitos de combustível, instalações de defesa aérea e centros de comando.

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A virada a favor da Ucrânia na guerra ocorreu no início deste ano, quando a SpaceX cortou o acesso não autorizado das forças russas à Starlink, prejudicando as operações de drones e as comunicações da Rússia.

Isso deu uma vantagem à Ucrânia, permitindo que drones aprimorados evitassem detecção, resistissem à interferência e realizassem ataques com mais precisão, enquanto a Rússia corria para se adaptar.

"O bloqueio do Starlink para as forças russas foi um dos desenvolvimentos mais significativos no campo de batalha neste ano", disse Rob Lee, pesquisador sênior do Programa Eurásia do Foreign Policy Research Institute, à agência de notícias Associated Press.

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Uma delas é justamente o uso de dispositivos eletrônicos sofisticados de interferência para bloquear as conexões usadas para pilotar os drones, alguns deles capazes de interromper os sistemas Starlink – o Ministério da Defesa da Ucrânia afirma ter detectado dez deles.

Alguns desses dispositivos de interferência foram instalados pela Rússia perto de cidades e instalações militares, disseram os militares ucranianos.

Um vídeo de um ataque ucraniano a um desses sistemas mostra uma grande explosão após um drone atingir um local contendo seis caixas grandes do tamanho de trailers.

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Além disso, as tropas russas estariam usando abrigos camuflados, prédios abandonados e estruturas agrícolas para esconder suprimentos, além de postos de gasolina civis para armazenar combustível militar.

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Justiça aprova acordo entre Elon Musk e SEC por atraso na divulgação de compra do Twitter

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 17:49

Tecnologia Justiça aprova acordo entre Elon Musk e SEC por atraso na divulgação de compra do Twitter Bilionário pagará multa de US$ 1,5 milhão após acordo sobre compra de ações da rede social em 2022; Musk não admitiu irregularidades e escapou de devolver US$ 150 milhões cobrados pelo regulador. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

A Justiça dos Estados Unidos aprovou, nesta quarta-feira (8), o acordo entre Elon Musk e a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) sobre a divulgação atrasada da compra de ações do Twitter (atual X), encerrando a disputa civil envolvendo o bilionário e o regulador do mercado financeiro americano.

A juíza distrital Sparkle Sooknanan, de Washington, D.C., afirmou que sua atuação na avaliação do acordo – para verificar se este atendia a padrões mínimos de justiça e razoabilidade – era limitada, cabendo ao público decidir, nas urnas, se a SEC agiu de forma suficiente para responsabilizar Musk.

🔎A SEC é a agência federal dos Estados Unidos responsável por fiscalizar o mercado de capitais, proteger investidores e garantir que empresas e participantes do mercado cumpram regras de transparência.

Pelo acordo, um fundo ligado a Musk pagará uma multa civil de US$ 1,5 milhão. O empresário não admitiu irregularidades e não terá de devolver os cerca de US$ 150 milhões que a SEC alegava terem sido economizados por ele ao comprar ações do Twitter antes da divulgação de sua participação.

Nos Estados Unidos, investidores que adquirem uma participação relevante em uma empresa de capital aberto precisam informar o mercado dentro de um prazo determinado.

A regra está prevista na Seção 13(d) do Securities Exchange Act de 1934, que exige que investidores que ultrapassem a marca de 5% de participação em uma companhia divulguem essa posição à SEC por meio de um formulário chamado Schedule 13D.

O objetivo da norma é garantir transparência e evitar que investidores negociem ações sem que o mercado tenha conhecimento de movimentos capazes de influenciar o preço dos papéis.

No caso de Elon Musk, a SEC alegou que ele deveria ter informado sua participação no Twitter após ultrapassar o limite de 5% de ações da empresa em março de 2022, mas só fez a divulgação 11 dias depois.

Segundo o regulador, durante esse período Musk continuou comprando ações a preços que poderiam estar abaixo do valor de mercado caso os investidores soubessem de sua posição.

Musk contestou a acusação e afirmou que o atraso foi involuntário. Pelo acordo aprovado pela Justiça, ele pagará US$ 1,5 milhão em multa civil, sem admitir irregularidades e sem precisar devolver os valores que a SEC alegava terem sido obtidos com a demora na divulgação.

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Justiça aprova acordo entre Elon Musk e SEC por atraso na divulgação de compra do Twitter

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 17:49

Tecnologia Justiça aprova acordo entre Elon Musk e SEC por atraso na divulgação de compra do Twitter Bilionário pagará multa de US$ 1,5 milhão após acordo sobre compra de ações da rede social em 2022; Musk não admitiu irregularidades e escapou de devolver US$ 150 milhões cobrados pelo regulador. 08/07/2026 17h07 Atualizado 08/07/2026

A Justiça dos Estados Unidos aprovou, nesta quarta-feira (8), o acordo entre Elon Musk e a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) sobre a divulgação atrasada da compra de ações do Twitter (atual X), encerrando a disputa civil envolvendo o bilionário e o regulador do mercado financeiro americano.

A juíza distrital Sparkle Sooknanan, de Washington, D.C., afirmou que sua atuação na avaliação do acordo – para verificar se este atendia a padrões mínimos de justiça e razoabilidade – era limitada, cabendo ao público decidir, nas urnas, se a SEC agiu de forma suficiente para responsabilizar Musk.

🔎A SEC é a agência federal dos Estados Unidos responsável por fiscalizar o mercado de capitais, proteger investidores e garantir que empresas e participantes do mercado cumpram regras de transparência.

Pelo acordo, um fundo ligado a Musk pagará uma multa civil de US$ 1,5 milhão. O empresário não admitiu irregularidades e não terá de devolver os cerca de US$ 150 milhões que a SEC alegava terem sido economizados por ele ao comprar ações do Twitter antes da divulgação de sua participação.

Nos Estados Unidos, investidores que adquirem uma participação relevante em uma empresa de capital aberto precisam informar o mercado dentro de um prazo determinado.

A regra está prevista na Seção 13(d) do Securities Exchange Act de 1934, que exige que investidores que ultrapassem a marca de 5% de participação em uma companhia divulguem essa posição à SEC por meio de um formulário chamado Schedule 13D.

O objetivo da norma é garantir transparência e evitar que investidores negociem ações sem que o mercado tenha conhecimento de movimentos capazes de influenciar o preço dos papéis.

No caso de Elon Musk, a SEC alegou que ele deveria ter informado sua participação no Twitter após ultrapassar o limite de 5% de ações da empresa em março de 2022, mas só fez a divulgação 11 dias depois.

Segundo o regulador, durante esse período Musk continuou comprando ações a preços que poderiam estar abaixo do valor de mercado caso os investidores soubessem de sua posição.

Musk contestou a acusação e afirmou que o atraso foi involuntário. Pelo acordo aprovado pela Justiça, ele pagará US$ 1,5 milhão em multa civil, sem admitir irregularidades e sem precisar devolver os valores que a SEC alegava terem sido obtidos com a demora na divulgação.

Há 31 minutos Política Caiado chama de ‘inaceitável’ pedido de Flávio para adiar tarifaçoHá 31 minutosPesquisa Datafolha com eleitores de SP: Lula e Flávio Bolsonaro empatam

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Em meio ao tarifaço, governo Trump percorre cidades brasileiras para atrair empresas aos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 16:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,12%Dólar TurismoR$ 5,353-0,18%Euro ComercialR$ 5,881-0,02%Euro TurismoR$ 6,129-0,09%B3Ibovespa170.800 pts-0,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,12%Dólar TurismoR$ 5,353-0,18%Euro ComercialR$ 5,881-0,02%Euro TurismoR$ 6,129-0,09%B3Ibovespa170.800 pts-0,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,12%Dólar TurismoR$ 5,353-0,18%Euro ComercialR$ 5,881-0,02%Euro TurismoR$ 6,129-0,09%B3Ibovespa170.800 pts-0,71%Oferecido por

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião de cúpula da Otan em Ancara, na Turquia, em 8 de julho de 2026. — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Em meio ao tarifaço promovido por Donald Trump, o governo dos Estados Unidos tem buscado atrair empresas brasileiras para abrir filiais no país.

Um evento promovido pela Embaixada e pelos Consulados dos EUA no Brasil, que deve passar inicialmente por nove cidades brasileiras, promete reunir especialistas do governo americano e parceiros convidados para incentivar a expansão de empresas brasileiras por lá.

A iniciativa acontece em meio às discussões sobre as tarifas adicionais de 25% impostas pelos EUA a produtos brasileiros e está alinhada à política protecionista defendida por Trump para a economia americana.

🔎 O protecionismo é uma política econômica em que um governo adota medidas — como a cobrança de tarifas sobre produtos importados — para proteger a indústria nacional da concorrência estrangeira.

Segundo o republicano, os impostos vão impulsionar a indústria americana, criar empregos e reduzir os déficits comerciais dos EUA com seus parceiros internacionais. Déficit comercial é quando um país importa mais do que exporta.

Nesta semana, por exemplo, Trump associou a decisão da Toyota de investir US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões) na construção de uma fábrica no Texas aos efeitos das tarifas impostas por seu governo a outros países.

"A Toyota está se mudando do México para os Estados Unidos (Texas!). Grande negócio. Tarifas em ação!", afirmou em uma publicação no Truth Social.

O g1 procurou a Toyota para saber se a decisão de investir tem relação com as tarifas adotadas pelo governo americano e quais fatores motivaram a escolha do Texas para receber o empreendimento.

A empresa afirmou que, em linhas gerais, seus investimentos são guiados por "planejamento de negócios de longo prazo e por projeções de mercado".

"Embora sejamos impactados pela evolução das políticas comerciais, nossos investimentos são decisões para várias décadas, baseadas em objetivos estratégicos mais amplos, em nosso compromisso de produzir onde vendemos e em superar as expectativas dos clientes", disse em nota.

Sobre o novo anúncio de investimentos nos EUA, a montadora afirmou que a medida "amplia a capacidade de produção da Toyota" e complementa a "rede mais ampla de manufatura" da empresa na América do Norte.

"O processo de escolha do local é influenciado por fatores como disponibilidade de mão de obra, infraestrutura e proximidade de fornecedores", concluiu.

O SelectUSA é um programa criado em 2011 pelo governo federal dos EUA e vinculado ao Departamento de Comércio do país. Segundo o órgão, a iniciativa busca promover e facilitar investimentos de empresas estrangeiras em território americano.

De acordo com dados divulgados pelo próprio programa, a iniciativa já facilitou mais de US$ 400 bilhões (R$ 2,1 trilhões) em investimentos desde sua criação e contribuiu para a geração ou manutenção de mais de 270 mil empregos nos EUA.

Com programação prevista para pelo menos nove cidades brasileiras, o evento promete aproximar empresários de especialistas e parceiros do governo americano para facilitar a expansão de empresas brasileiras para os EUA.

Entre as cidades que estão previstas no "roadshow", estão: Goiânia (GO), Uberlândia (MG), Uberaba (MG), Ribeirão Preto (SP), São Carlos (SP), Londrina (P), São José dos Campos (SP), Fortaleza (CE), e Recife (PE).

O g1 procurou a Administração de Comércio Internacional dos EUA (ITA, na sigla em inglês) e o SelectUSA para obter mais informações e dados sobre a participação de empresas brasileiras no programa e seus investimentos no país, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

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França: empresas de delivery vão suspender entregas em caso de calor extremo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 14:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,04%Dólar TurismoR$ 5,361-0,03%Euro ComercialR$ 5,8830,01%Euro TurismoR$ 6,132-0,04%B3Ibovespa170.555 pts-0,85%MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,04%Dólar TurismoR$ 5,361-0,03%Euro ComercialR$ 5,8830,01%Euro TurismoR$ 6,132-0,04%B3Ibovespa170.555 pts-0,85%MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,04%Dólar TurismoR$ 5,361-0,03%Euro ComercialR$ 5,8830,01%Euro TurismoR$ 6,132-0,04%B3Ibovespa170.555 pts-0,85%Oferecido por

Pessoas se refrescam na fonte do Trocadéro, diante da Torre Eiffel, durante uma onda de calor em Paris, na França. — Foto: Abdul Saboor/Reuters

Diante da onda de calor na França, duas das principais plataformas de entrega por aplicativo do país, Uber Eats e Deliveroo, anunciaram nesta quarta-feira (8) que vão suspender as entregas nas regiões onde as temperaturas atingirem níveis extremos.

A medida, adotada após reivindicações do setor, busca proteger os entregadores e será aplicada apenas nos departamentos que eventualmente entrarem em alerta vermelho.

"Esta decisão representa um passo importante, e peço aos restaurantes parceiros que demonstrem solidariedade, fornecendo a esses trabalhadores acesso a água e áreas com ar-condicionado", declarou o ministro do Trabalho, Jean-Pierre Farandou.

Na semana passada, Farandou havia entrado em contato com as duas empresas de entrega, que é feita principalmente de bicicleta, orientando-as a tomar medidas para proteger os trabalhadores do calor extremo.

Atendendo ao pedido, nesta quarta-feira, a Uber Eats e a Deliveroo indicaram que suspenderiam as entregas nos departamentos em alerta vermelho de onda de calor (o mais alto), no horário entre 14h e 18h.

A medida tem um caráter preventivo, já que nenhuma área do país está atualmente dentro desta classificação, mas 67 departamentos foram colocados sob alerta laranja (uma abaixo da vermelha).

A Météo-France, agência nacional de meteorologia, prevê "uma onda de calor severa e prolongada", que provavelmente durará "até o final do mês, ou além".

Esta intensa onda de calor é a terceira em menos de dois meses na França. A primeira veio de forma precoce no final de maio, e a segunda, no fim de junho. Esses fenômenos tornam trabalhos ao ar livre, como o dos entregadores, particularmente vulneráveis às altas temperaturas.

Divergências entre sindicatos A medida foi encarada de forma controversa entre sindicatos laborais. Para Ludovic Rioux, da central sindical CGT, a maior da França, a decisão "torna esses trabalhadores, já em situação precária, ainda mais vulneráveis" devido à falta de uma renda substituta.

No final de junho, a Prefeitura de Paris enviou uma carta às plataformas de entrega solicitando a implementação de um salário mínimo quando as condições climáticas exigirem redução ou suspensão das atividades.

Já Fabian Tosolini, representante do sindicato Union-Indépendants, elogiou a decisão, mas solicitou que as zonas de entrega e os pesos dos pedidos sejam reduzidos entre o meio-dia e 14h, horário de pico para a maioria das demandas.

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Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 12:50

Agro Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.

No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro.

🔎Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.

Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.

"Sendo assim, as providências necessárias para viabilizar a exportação dependem, em grande medida, do desenvolvimento e da implementação, pelo setor produtivo, de sistemas de controle privados capazes de garantir a segregação da produção em conformidade com os requisitos da União Europeia", afirmou a pasta em resposta enviada à Câmara dos Deputados. A informação foi divulgada inicialmente pela agência Lusa e confirmada pelo g1.

O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.

Segundo o Mapa, esses produtos têm "finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária".

No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.

Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.

"Os setores produtivos foram alertados de que os sistemas de controle necessários ao cumprimento dos requisitos da União Europeia possuem natureza privada, já que não havia perspectiva de proibição de uso no Brasil dos antimicrobianos vedados pela UE", afirmou o Mapa.

No histórico encaminhado ao Congresso, o Mapa afirma que solicitou ao setor produtivo a elaboração de protocolos para atender às exigências da União Europeia, mas diz que as primeiras propostas foram consideradas insuficientes.

Segundo o ministério, em 28 de abril de 2026 foi encaminhado à Direção-Geral de Saúde e Segurança Alimentar da Comissão Europeia (DG SANTE) um protocolo para a cadeia de bovinos, complementado em 15 de maio.

Em 20 de maio, durante reunião com o embaixador brasileiro, a DG SANTE informou que não se manifestaria sobre o protocolo nem aceitaria a proposta de período de transição apresentada pelo Brasil, além de reiterar preocupações em relação à cadeia bovina.

Em nova reunião, em 29 de maio, a Comissão Europeia pediu um documento mais detalhado sobre a situação regulatória dos antimicrobianos no Brasil e sobre os mecanismos de controle que garantiriam o cumprimento das regras europeias. No mesmo dia, o Mapa homologou, por meio de portaria, o Protocolo de Exportação de Bovinos Livres de Medicamentos Antimicrobianos.

Apesar de a União Europeia ter retirado o Brasil da lista de países autorizados a exportar carne ao bloco, o governo afirma que as negociações continuam.

Em resposta ao Congresso, o Mapa informou que voltou a se reunir com técnicos da DG SANTE em 29 de junho e se comprometeu a enviar uma versão atualizada da documentação, reforçando as medidas de controle.

O g1 entrou em contato com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), que não se manifestou.

A preocupação de que pessoas desenvolvam infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos é um dos motivos que levou a União Europeia a exigir de seus importadores maior controle sobre o uso de antimicrobianos na criação de animais.

Esse é um tema que começou a ser debatido pela UE na década de 90 e que culminou em uma série de regulamentos nos anos seguintes. Em 2006, por exemplo, o bloco proibiu o uso de qualquer antibiótico na ração animal como promotor de crescimento.

A partir de 2019, o bloco ampliou essas exigências com a publicação de novos regulamentos que estabeleceram critérios mais rigorosos para a produção de carne, leite, ovos e outros produtos de origem animal destinados ao mercado europeu.

antimicrobianos para promover o crescimento ou aumentar a produtividade dos animais;e/ou antimicrobianos que contenham substâncias reservadas ao tratamento de infecções em humanos.

Por trás dessas exigências, está o receio de que o uso de antimicrobianos em animais favoreça o surgimento de bactérias resistentes a antibióticos, reduzindo a eficácia desses medicamentos no tratamento de infecções em pessoas.

Em 2022, inclusive, a UE classificou a resistência aos antimicrobianos (RAM) como uma das principais ameaças à saúde humana.

O tema também faz parte de uma campanha da União Europeia chamada One Health (Uma só saúde), lançada em 2023, e que defende ações integradas para a saúde humana, animal e ambiental, por considerar que elas estão diretamente conectadas.

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Apple fecha acordo de R$ 155 bilhões para fabricar chips nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/07/2026 12:50

Tecnologia Apple fecha acordo de R$ 155 bilhões para fabricar chips nos EUA Contrato prevê produção de 15 bilhões de componentes até 2031 e expansão de fábrica no Colorado como parte da estratégia da empresa de aumentar a fabricação de semicondutores em território americano. Por Reuters — São Francisco

A Apple planeja investir mais de US$ 30 bilhões (aproximadamente R$ 155,4 bilhões, considerando o dólar a R$ 5,18) em um acordo de compra de chips firmado nesta semana com a Broadcom.

O contrato também prevê a ampliação de uma fábrica da fabricante de semicondutores no Colorado, nos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pelas empresas nesta quarta-feira (8).

Na segunda-feira (6), a Broadcom anunciou um acordo de fornecimento de chips de longo prazo com a Apple, válido até 2031.

Dois dias depois, a Apple informou que o contrato envolve a produção de um chip de radiofrequência chamado filtro FBAR, componente responsável por ajudar os dispositivos da empresa a se conectarem a redes sem fio.

O desenvolvimento dessa tecnologia vem sendo feito em parceria entre Apple e Broadcom desde pelo menos 2023. Como parte do acordo, a Broadcom investirá US$ 1,5 bilhão (R$ 7,77 bi) na expansão de uma fábrica localizada em Fort Collins, no Colorado.

A Apple afirmou que o contrato prevê a fabricação de pelo menos 15 bilhões de chips e faz parte de uma estratégia para aumentar a compra de semicondutores produzidos nos Estados Unidos, em parceria com o governo do presidente Donald Trump.

“Os componentes avançados fabricados em Fort Collins são essenciais para oferecer o desempenho e a conectividade que nossos clientes esperam. Temos orgulho de ampliar nossos investimentos em fornecedores sediados nos EUA que compartilham nosso compromisso com a excelência e a inovação”, afirmou o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, em comunicado.

“Somos gratos ao presidente e ao seu governo por apoiarem projetos importantes como este”, acrescentou.

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