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Como Leonid Radvinsky levou OnlyFans a faturamento bilionário que mudou outras redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 17:44

Tecnologia Como Leonid Radvinsky levou OnlyFans a faturamento bilionário que mudou outras redes sociais Antes de ser comprado pelo empresário, o OnlyFans era um serviço de nicho. Foco em conteúdo adulto, pandemia e comissões vantajosas levaram à explosão da plataforma. Por Redação g1

O bilionário Leonid Radvinsky, morto nesta segunda-feira (23), liderou a mudança do OnlyFans de um serviço de nicho para um fenômeno mundial.

O OnlyFans ainda patinava em seus primeiros anos, sem um foco muito definido e com uso aos mais diversos tipos de conteúdo, de cursos a performances artísticas.

A rede social foi comprada em 2018 por Radvinsky, que tinha longa experiência no mercado de pornografia online, e passou a atrair mais criadores de conteúdo adulto.

A explosão veio na pandemia, com mais pessoas em busca de ganhar dinheiro em casa e mais seguidores dispostos a pagar por conteúdo adulto.

O bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans morto nesta segunda-feira (23), contribuiu com a mudança da rede social de um serviço de nicho para um fenômeno mundial que levou a mudanças em outras plataformas.

Hoje conhecido pelo conteúdo adulto, o OnlyFans ainda patinava nos primeiros anos. O serviço criado em 2016 pelo britânico Tim Stokely não tinha um foco muito definido e era usado para cobrar acesso aos mais diversos tipos de conteúdo, de cursos a performances artísticas, por exemplo.

A rede social foi comprada em 2018 por Radvinsky, que obteve uma participação majoritária. Com sua longa experiência no mercado de pornografia online, a plataforma passou a atrair mais criadores de conteúdo adulto.

A explosão veio durante a pandemia, quando mais pessoas buscavam formas de ganhar dinheiro em casa e seguidores se mostraram mais dispostos a pagar por conteúdo adulto.

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O OnlyFans tinha 13 milhões de contas de fãs e 348 mil contas de influenciadores em 2019, segundo os documentos oficiais da empresa.

Ao final de 2020, o cenário era muito maior: a rede social tinha 82 milhões de usuários e 1,6 milhão de criadores de conteúdo.

Foi na pandemia que celebridades como a rapper Cardi B e a atriz Bella Thorne criaram suas contas no OnlyFans. Mas, em vez de conteúdo pornográfico, elas publicam fotos de suas rotinas e de bastidores de seus trabalhos.

Influenciadores também foram atraídos pelas comissões vantajosas do OnlyFans: a rede social fica com 20% dos ganhos com assinaturas, enquanto os 80% restantes vão direto para os criadores.

Outras redes sociais costumam ficar com comissões maiores ou pagar uma quantia menor com base no número de visualizações.

Com o sucesso do modelo de assinaturas do OnlyFans, plataformas como o Instagram e o X também anunciaram recursos para usuários pagarem por conteúdo exclusivo de seus influenciadores favoritos.

O OnlyFans alcançou 377 milhões de contas de fãs e 4,6 milhões de contas de criadores de conteúdo no final de 2024, segundo documentos mais recentes apresentados pela empresa para reguladores britânicos.

A empresa registrou US$ 7,2 bilhões em pagamentos com assinaturas. Como a maior parte do valor é destinada a criadores, a companhia terminou o ano com faturamento de US$ 1,4 bilhão.

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Técnicos do TCU concluem que não houve impropriedades, omissões ou negligências do BC na liquidação do Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025.

A informação consta em relatório de auditoria revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e confirmado pela TV Globo.

A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação.

O processo segue sob sigilo na Corte de Contas e ainda não há previsão de quando será levado ao plenário.

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025.

A informação consta em relatório de auditoria revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e confirmado pela TV Globo.

No documento, os técnicos afirmam que a intervenção no banco de Daniel Vorcaro foi uma “medida imperativa, legal e tecnicamente fundamentada, adotada tempestivamente após o esgotamento fático das alternativas de recuperação e diante da insolvência e da possível prática de ilícitos pela instituição supervisionada".

A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação.

Em dezembro de 2025, ao solicitar esclarecimentos ao BC sobre a fundamentação da medida, o ministro mencionou possíveis irregularidades e omissões na condução do processo envolvendo o Banco Master.

Uma análise preliminar do próprio TCU já havia apontado que não houve "inação" por parte do BC na decretação de liquidação extrajudicial do banco.

🗓️ O processo segue sob sigilo na Corte de Contas e ainda não há previsão de quando será levado ao plenário.

A TV Globo entrou em contato com a assessoria do ministro e do Banco Central, mas não houve manifestações até a publicação da matéria.

Em meados de dezembro de 2025, o ministro Jhonatan de Jesus determinou que, no prazo de até 72 horas, o Banco Central (BC) apresentasse esclarecimentos relacionados a supostos indícios de liquidação "precipitada" do Banco Master pela autoridade monetária.

Além disso, foi decretado sigilo sobre o processo. A medida causou estranheza no mercado financeiro visto que o Banco Master é privado, não público.

No prazo estabelecido, o BC precisou explicar a fundamentação e motivação para a liquidação; alternativas menos gravosas; Tratativas e cronologia; e Coerência interna e governança decisória.

No despacho, o ministro apontou supostos indícios que poderiam configurar como irregularidades e omissões do BC na condução do processo do Master.

Fachada do Banco Master no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no dia 19 de novembro de 2025 — Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Um parecer técnico preliminar da área técnica apontou que não houve omissão ou inação do BC na condução dos trabalhos.

Posteriormente, foi determinada uma inspeção nos documentos do BC pelo ministro Jhonatan de Jesus, o que gerou uma crise entre as duas instituições.

No entendimento do ministro, faltavam informações para embasar as explicações dadas pela autoridade monetária sobre a liquidação, decretada em novembro.

O BC reagiu à decisão e recorreu, argumentando que o procedimento não poderia ser determinado por um único ministro, mas deveria ser submetido à deliberação do colegiado do TCU.

O ministro, no entanto, recuou e as partes chegaram a um acordo sobre a realização de um procedimento técnico nos documentos.

O procedimento já foi finalizado. Segundo apurou o g1, o parecer técnico do TCU não encontrou irregularidades na condução do procedimento realizado pelo BC.

O ministro relator ainda não formulou o seu parecer e, por consequência, o caso não foi levado a plenário ainda.

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CNH ‘comum’ para veículos elétricos pesados é aprovada em comissão da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 16:46

Carros CNH 'comum' para veículos elétricos pesados é aprovada em comissão da Câmara Projeto deve liberar motoristas com CNH categoria B a dirigir veículos elétricos e híbridos com até 4.250 kg de peso. Limite atual é de 3.500 kg. Modelos da Cadillac, Chevrolet e Hummer se encaixam na lei. Por Carlos Cereijo, André Fogaça, g1 — São Paulo

Deputado Pedro Aihara (PRD-MG), autor do projeto de lei, diz que o objetivo é compensar o peso extra das baterias de modelos elétricos.

Foi aprovado em comissão da Câmara dos Deputados um projeto que permite motoristas com carteira de habilitação B dirigir carros elétricos e híbridos com até 4.250 kg. Hoje o limite de peso para esse tipo de CNH é de 3.500 kg para qualquer tipo de veículo.

O texto passou pela Comissão de Viação e Transportes e se aplica a veículos elétricos, híbridos e com tração predominantemente elétrica. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) poderá definir outros critérios por regulamento. Vale lembrar que hoje não é obrigatório fazer aulas teóricas para conseguir a CNH.

O deputado Pedro Aihara (PRD-MG), autor do projeto de lei, diz que o objetivo é compensar o peso extra das baterias de modelos elétricos. O relator Hugo Leal (PSD-RJ) incluiu no texto a categoria de veículos híbridos com tração predominantemente elétrica, mas sem especificações.

“A própria justificação do projeto menciona que veículos elétricos e híbridos superarão os movidos à combustão até 2030, demonstrando que ambas as tecnologias merecem tratamento isonômico”, argumentou Leal.

Agora o projeto, que começou a tramitar em março de 2025, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado para virar lei.

Outro projeto também aprovado em comissão propõe criar CNH separada para carros automáticos e manuais.

Quem tem a categoria B na CNH pode dirigir veículos que pesam até 3.500 kg e levam até oito assentos, excluído o do motorista.

Pelos critérios atuais do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estes carros elétricos e híbridos precisariam de motoristas com categoria C ou superior — para caminhões e ônibus.

A Chevrolet Silverado EV continua sendo uma picape de grandes dimensões e bastante pesada. Ela não chega aos mesmos níveis de potência e força do “primo” Hummer EV, mas seus dois motores elétricos entregam 760 cv e 108,5 kgfm de torque.

Picape totalmente elétrica, desenvolvida e fabricada nos Estados Unidos por uma subsidiária da GM. O Hummer EV impressiona pelos números em praticamente todos os aspectos.

Possui três motores elétricos de 338 cv cada, totalizando 1.014 cv, e entrega 165,9 kgfm de torque — força equivalente à soma de quase três Ford F-150, a maior picape que a Ford comercializa no Brasil e que, juntas, alcançam cerca de 170 kgfm.

O único veículo desta lista que não é uma picape é o Cadillac Escalade IQ. Trata-se de um SUV de luxo com números impressionantes, incluindo peso de até 4.241 kg, dependendo da versão. Grande parte dessa massa vem do conjunto de baterias, que garante autonomia de até 748 km por carga.

A potência chega a 750 cv, o que permite ao utilitário acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, 0,2 segundo mais rápido que o Porsche 718 Cayman.

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Demanda da inteligência artificial pode pressionar oferta de energia nos EUA, diz executiva do Google

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 16:46

Tecnologia Demanda da inteligência artificial pode pressionar oferta de energia nos EUA, diz executiva do Google Executiva da Alphabet afirma que o país pode não expandir a geração de eletricidade na mesma velocidade da demanda da inteligência artificial; empresa investe em energia nuclear e outras soluções para seus centros de dados. Por Reuters

Os Estados Unidos podem não estar ampliando a geração de energia elétrica com rapidez suficiente para atender à crescente demanda da inteligência artificial. O alerta foi feito nesta segunda-feira (23) por Ruth Porat, presidente e diretora de investimentos da Alphabet, empresa controladora do Google.

"Estamos preocupados com o fato de não estarmos a todo vapor em termos de energia", disse ela durante a conferência CERAWeek, realizada em Houston.

Segundo a executiva, o país provavelmente precisará recorrer a diferentes fontes de energia para dar conta da demanda.

Recentemente, a Alphabet tomou uma medida pouco comum para uma empresa de tecnologia: comprou uma companhia do setor elétrico para ajudar a sustentar seus planos de crescimento.

A empresa também vem investindo em reatores nucleares avançados — uma nova geração de usinas nucleares — e firmando contratos de resposta à demanda, mecanismo em que grandes consumidores de eletricidade reduzem temporariamente o uso de energia nos momentos de maior consumo.

Esse tipo de medida envolve, por exemplo, os data centers, grandes instalações cheias de computadores que armazenam e processam dados usados por serviços digitais e sistemas de inteligência artificial.

Em um dos projetos, a empresa firmou um acordo com a fornecedora de energia NextEra Energy para reativar uma usina nuclear que havia sido fechada no Estado de Iowa. A energia gerada será destinada ao funcionamento de seus data centers.

Ameaça da inteligência artificial de substituir o trabalho humano gera insegurança — Foto: Noah Berger/AP Images/picture alliance

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Guerra no Irã: como países tentam conter o impacto da crise de energia nas famílias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 15:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%Oferecido por

O forte aumento nos preços do petróleo, em meio à guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, acendeu o alerta de governos em todo o mundo para uma possível alta global da inflação.

O petróleo é matéria-prima de combustíveis — como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha — e de diversos insumos, como plásticos, borracha, fertilizantes e medicamentos.

Isso gera um efeito em cadeia, pressionando os custos de produção e a logística da indústria e do agronegócio.

Além do transporte, o agro também sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos.

A produção de energia elétrica também tende a ser impactada, especialmente nas termelétricas — que geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.

O forte aumento nos preços do petróleo, em meio à guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, acendeu o alerta de governos em todo o mundo para uma possível alta global da inflação.

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Além do transporte, o agro também sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos. A produção de energia elétrica também tende a ser impactada, especialmente nas termelétricas — que geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.

➡️ No Brasil, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel, em uma tentativa de conter o impacto dos preços do petróleo para os consumidores.

Segundo a agência de notícias Reuters, um funcionário do governo indiano informou que o país deve rever suas exportações de combustível se necessário. O objetivo seria garantir a disponibilidade nos mercados globais.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a Índia avalia os pedidos de fornecimento de combustível de seus vizinhos e somente aprovará as exportações se tiver volumes excedentes.

Além disso, o país também proibiu os consumidores de gás natural canalizado de manter, obter ou reabastecer cilindros domésticos de gás liquefeito de petróleo.

O governo ainda invocou poderes de emergência para ordenar às refinarias que maximizem a produção de GLP e reduzir a venda do produto para a indústria, a fim de evitar a escassez para as 333 milhões de residências que utilizam o GLP para cozinhar.

A Coreia do Sul flexibilizou os limites da capacidade de geração de energia a carvão e elevou a utilização de usinas nucleares para até 80%.

Além disso, o governo sul-coreano também considera a possibilidade de distribuir vouchers adicionais de energia para apoiar as famílias mais vulneráveis.

A China proibiu as exportações de combustíveis refinados para se antecipar a uma possível escassez de combustível no mercado interno, segundo informou a agência de notícias Reuters.

O país também passou a liberar suprimentos de fertilizantes de reservas comerciais nacionais antes do plantio da primavera.

A Austrália passou a liberar gasolina e diesel de suas reservas domésticas para aliviar a escassez que afeta as cadeias de suprimentos rurais, bem como a mineração e a agricultura.

O Japão pediu que a Austrália, seu maior fornecedor de gás natural liquefeito, aumente a produção para evitar a falta do produto no país.

Os líderes da União Europeia divulgaram uma série de medidas temporárias para atenuar o impacto da subida dos preços da energia.

Além de possíveis cortes de impostos sobre a eletricidade, a região também propôs taxas mais baixas de rede e apoio estatal como possíveis soluções a curto prazo.

Bangladesh informou que busca bilhões em financiamento externo para garantir as importações de combustível e gás natural liquefeito necessários ao país.

A Sérvia anunciou que vai reduzir os impostos especiais de consumo sobre o petróleo bruto em um total de 60%.

O governo do país também estendeu a proibição de exportação de petróleo bruto e derivados de petróleo para proteger seu mercado de escassez e aumentos repentinos de preços.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou que a Itália está considerando reduzir os impostos especiais de consumo para suavizar os preços dos combustíveis e está pronta para aumentar os impostos sobre as empresas responsáveis ​​por lucrar indevidamente com a crise energética.

O Camboja está importando mais combustível de fornecedores em Singapura e na Malásia para compensar a falta de abastecimento do Vietnã e da China.

A Malásia aumentará os gastos com subsídios à gasolina de 700 milhões de ringgits (moeda local, equivalente a US$ 178,5 milhões) para 2 bilhões de ringgits (US$ 510 milhões). O objetivo é manter o preço fixo do combustível.

A Tailândia discutiu com o governo russo a possibilidade de comprar petróleo bruto, afirmou um vice-primeiro-ministro do país, reiterando que o governo tentaria limitar o preço do diesel no mercado interno a 33 baht (US$ 1,02) por litro.

A Agência de Planejamento da Tailândia também afirmou que o governo congelará os preços de alguns produtos e fornecerá apoio aos agricultores.

A Grécia vai oferecersubsídios para combustíveis e fertilizantes, além de descontos em passagens de ferry, num total de 300 milhões de euros (US$ 346 milhões), em abril e maio, para proteger consumidores e agricultores, afirmou o primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis.

A Eslovênia limitou temporariamente a compra de combustível para combater a escassez nos postos de gasolina doméstico, causada em parte pelo abastecimento transfronteiriço e pelo armazenamento excessivo devido à guerra com o Irã.

As Filipinas anunciaram um plano para importar petróleo russo na próxima semana pela primeira vez em cinco anos, segundo informações da agência de notícias Reuters.

O plano também prevê reduzir as contas de energia elétrica, à medida que os preços do GNL disparam, incentivando a geração de energia a carvão e regulamentando as tarifas de eletricidade.

O Vietnã fará a transição completa para gasolina com etanol antes do previsto, como parte de seus esforços para reduzir o uso de combustíveis fósseis, segundo um documento do governo.

O presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, afirmou que pretende aumentar a produção de carvão do país. Além disso, indicou que o governo consiera a implementação de um imposto sobre lucros extraordinários nas exportações.

O governo da Macedônia do Norte decidiu reduzir o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) sobre os combustíveis para conter a alta dos preços nos postos de gasolina.

Segundo o primeiro-ministro Hristijan Mickoski, o tributo será reduzido de 18% para 10%. A medida entrou em vigor nesta segunda-feira (23) e terá duração de duas semanas.

O Sri Lanka informou que vai trazer medidas adicionais de racionamento de combustível para reduzir as filas e garantir o fornecimento extra de petróleo, afirmou um alto funcionário à Reuters.

Crise do petróleo: entenda por que a ofensiva do Irã no mar ameaça o mercado global — Foto: Reprodução/TV Globo

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Após acordo histórico, agência internacional avalia liberar mais estoques de petróleo para conter crise

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 14:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%Oferecido por

A Agência Internacional de Energia (IEA) voltou a sinalizar a possibilidade de liberar mais petróleo dos estoques estratégicos para conter os impactos da crise provocada pela guerra no Irã.

O diretor-executivo da entidade, Fatih Birol, afirmou que a medida pode ser adotada caso a situação se agrave.

A sinalização vem após uma ação considerada histórica. Em março, os países membros da IEA concordaram em liberar cerca de 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas — a maior retirada já feita pela agência.

A medida foi adotada como resposta direta à alta dos preços globais e às incertezas geradas pelo cenário geopolítico.

Mesmo com essa liberação, a agência avalia que o problema está longe de ser resolvido. A medida ajudou a aliviar parte da pressão no mercado, mas não eliminou os riscos associados à oferta global de petróleo.

A Agência Internacional de Energia (IEA) voltou a sinalizar a possibilidade de liberar mais petróleo dos estoques estratégicos para conter os impactos da crise provocada pela guerra no Irã. O diretor-executivo da entidade, Fatih Birol, afirmou que a medida pode ser adotada caso a situação se agrave.

“Se for necessário, faremos isso. Vamos observar as condições, analisar os mercados e discutir com nossos países membros”, afirmou Birol nesta segunda-feira (23), durante evento em Canberra, na Austrália, segundo a agência Reuters.

A sinalização vem após uma ação considerada histórica. Em março, os países membros da IEA concordaram em liberar cerca de 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas — a maior retirada já feita pela agência.

A medida foi adotada como resposta direta à alta dos preços globais e às incertezas geradas pelo cenário geopolítico.

Mesmo com essa liberação, a agência avalia que o problema está longe de ser resolvido. A medida ajudou a aliviar parte da pressão no mercado, mas não eliminou os riscos associados à oferta global de petróleo.

Birol reforçou que não há um preço específico que determine uma nova liberação de estoques. A decisão depende de uma análise ampla das condições do mercado e de alinhamento com os países membros.

Nos bastidores, a IEA também tem mantido conversas com autoridades internacionais para coordenar possíveis respostas à crise, além de acompanhar cadeias logísticas e a demanda global por energia.

Na semana passada, a agência sugeriu uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores. Entre as sugestões estão trabalhar de casa e evitar viagens aéreas.

O contexto da crise envolve ainda a importância do Estreito de Ormuz, um dos principais pontos de passagem do petróleo no mundo. Qualquer instabilidade na região tem potencial para afetar diretamente o abastecimento global e pressionar ainda mais os preços.

Birol classificou o cenário atual como mais grave do que crises anteriores e destacou que o impacto sobre os mercados ainda está sendo subestimado.

Ele também alertou que os efeitos do conflito podem ser amplos e duradouros, com reflexos sobre a inflação e a atividade econômica em diversos países.

Fumaça sobe após um ataque à refinaria de petróleo da Bapco, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, na ilha de Sitra, Bahrein, em 9 de março de 2026. — Foto: REUTERS/Stringer TPX IMAGES OF THE DAY

Os preços do petróleo inverteram o sinal positivo visto pela manhã e passaram a operar em forte queda nesta segunda-feira, após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O presidente americano anunciou uma trégua de cinco dias com o Irã. Em publicação na rede Truth Social, afirmou que representantes dos dois países tiveram "conversas muito boas e produtivas" no fim de semana e que ordenou o adiamento de qualquer ataque à infraestrutura energética iraniana.

Mas a agência iraniana Fars, ligada à Guarda Revolucionária, afirmou que não há conversas em andamento entre autoridades de Teerã e dos Estados Unidos.

🛢️Perto das 14h (horário de Brasília), o barril do Brent, referência global, caía 9,23%, a US$ 101,84. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 8,41%, a US$ 89,97.

Neste mês, países membros da Agência Internacional de Energia (IEA) concordaram em liberar 400 milhões de barris de petróleo para conter a alta dos preços globais. — Foto: Reuters

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Café: USP aponta benefício das chuvas para enchimento de grãos e reforça chance de safra recorde para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 13:55

Piracicaba e Região Café: USP aponta benefício das chuvas para enchimento de grãos e reforça chance de safra recorde Volumes de chuvas elevados auxiliaram enchimento dos grãos de arábica e desenvolvimento final do robusta em março. Clima favorável mantém expectativa de colheita recorde, aponta Esalq de Piracicaba (SP). Por g1 Piracicaba e Região

Depois de um cenário desafiador, com altas temperaturas e poucas chuvas em dezembro, a safra brasileira de café 2026/27 segue beneficiada pelas condições climáticas favoráveis para o cultivo do grão desde janeiro deste ano na maioria das regiões produtoras monitoradas pelo Centro de Estudos em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Cepea-Esalq), o campus da USP em Piracicaba.

Segundo pesquisadores do Cepea, na primeira quinzena de março, o volumes de chuvas elevados auxiliaram o enchimento dos grãos de arábica e ajudaram o desenvolvimento final do robusta.

📈Safra recorde: o clima favorável mantém expectativa de uma safra recorde de café para 2026/27, impulsionada sobretudo pela produção do café arábica.

Em boletim do Cepea publicado no fim de fevereiro deste ano, o Centro de Estudos da Esalq já apontava expectativas positivas para a atual temporada, que pode ser a primeira desde a safra 2020/21 a superar o patamar de 60 milhões de sacas no Brasil, somando as modalidades arábica e robusta. "O que seria um recorde", projeta o Centro de Estudos da Esalq.

No caso do robusta, pesquisadores do Cepea indicam que havia uma expectativa inicial menos promissora de produção para a atual temporada.

Contudo, com as condições climáticas também favoráveis, ainda que março registre chuvas menos volumosas que nos meses anteriores, agentes do setor consultados pelo Centro de Pesquisas têm passado a apostar em colheita próxima à observada na safra passada.

Em Campinas (SP), no interior de São Paulo, uma das regiões produtoras acompanhadas pelo Cepea, o volume elevado de chuva começou ainda em janeiro.

Na Estação do Taquaral, em Campinas (SP), o acumulado do mês chegou a 339 milímetros, valor 79 milímetros acima da média histórica, que é de 261 milímetros para o período, de acordo com dados do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (Ciiagro).

Lavoura de café arábica no Sul de Minas Gerais — Foto: Lavoura de café arábica no Sul de Minas Gerais – Crédito: Divulgação

Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em fevereiro, foram registrados 154,5 milímetros de chuva no município de Marília, na região central do estado de São Paulo. Os maiores acumulados ocorreram na Mogiana Paulista, no Cerrado Mineiro e no Sul de Minas.

"Nas regiões produtoras de robusta, onde a colheita já pode ser iniciada a partir de abril, os volumes de chuvas em fevereiro estão bem inferiores aos observados em janeiro. Ainda assim, vale destacar que, em municípios mais ao norte do Espírito Santo, como Linhares, o excesso de precipitações no fim de janeiro pode ter prejudicado o desenvolvimento da safra em alguns talhões, influenciando o avanço de doenças", descreve o Cepea

Após um período de negociações restritas, com ausências de vendedores e compradores ativos no mercado doméstico, as vendas do setor cafeeiro voltaram a aquecer na primeira quinzena de janeiro de 2026.

As cotações dos cafés robusta e arábica, o mais consumido no Brasil, fecharam a R$ 1,2 mil e R$ 2,2 mil a saca, respectivamente. Os valores são considerados positivos e atendem os patamares desejáveis pelos produtores, segundo o Cepea.

Segundo o centro, o movimento de alta se intensificou a partir de 6 de janeiro, quando os contratos futuros (de março de 2026) registraram aumento de 1.450 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures). O movimento na bolsa de valores aumentou o volume comercializado no mercado brasileiro.

Agentes consultados pelo Cepea indicam que, com a virada do ano, alguns agricultores tinham necessidade de fazer caixa, o que colaborou para o aumento da liquidez no período.

Embora o mercado tenha esteja em viés de retomada, o cenário de pouca chuva em importantes regiões produtoras do Brasil preocupa agentes do setor cafeeiro em relação à safra 2026/2027, segundo o boletim divulgado pelo Cepea.

"Dezembro foi marcado por temperaturas elevadas e baixa umidade, condição que pode comprometer a formação dos grãos, resultando em cafés chochos", analisa o Cepea.

O poder de compra de fertilizantes pelos produtores de café de São Paulo aumentou nos últimos meses de 2025.

Os preços da saca de 60 kg do café arábica operou em cerca de R$ 2,2 mil em outubro. Os valores do café robusta fecharam em torno dos R$ 1.350 a saca.

Com as cotações nesse patamar, os produtores de São Paulo precisavam de 1,16 saca de arábica do tipo 6 para adquirir uma tonelada do adubo em 2025.

💰Em outubro de 2024, era preciso 1,44 saca de café para compra de fertilizante. Desde o início dos levantamentos feitos pelo Cepea, em 2011, a média histórica indica a necessidade de 2,6 sacas de café para pagar uma tonelada de fertilizante.

"O poder de compra dos agricultores frente a importantes fertilizantes é considerado bom neste ano. Pesquisadores ressaltam que a retomada das chuvas nas regiões produtoras de café tende a viabilizar a realização de adubações nas lavouras, visando um bom desenvolvimento da safra 2025/26", detalham.

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C6 obtém decisão judicial e volta a operar consignado após bloqueio do INSS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 13:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,243-1,25%Dólar TurismoR$ 5,457-1,14%Euro ComercialR$ 6,081-0,9%Euro TurismoR$ 6,326-1,05%B3Ibovespa181.355 pts2,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,243-1,25%Dólar TurismoR$ 5,457-1,14%Euro ComercialR$ 6,081-0,9%Euro TurismoR$ 6,326-1,05%B3Ibovespa181.355 pts2,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,243-1,25%Dólar TurismoR$ 5,457-1,14%Euro ComercialR$ 6,081-0,9%Euro TurismoR$ 6,326-1,05%B3Ibovespa181.355 pts2,91%Oferecido por

O C6 obteve uma decisão cautelar favorável da Justiça que permite ao banco voltar a oferecer empréstimos consignados. Na semana passada, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) havia suspendido o registro de novas operações desse tipo pelo banco.

Na decisão que acolhe o pedido de tutela cautelar em caráter antecedente apresentado pelo Banco C6 Consignado S.A., proferida na última sexta-feira, o juiz federal Rodrigo de Godoy Mendes, da 6ª Vara Federal, apontou “desproporcionalidade” nas medidas adotadas pelo INSS.

Segundo ele, suspender a principal atividade da instituição até que valores ainda em discussão sejam devolvidos configura uma medida de força sem respaldo jurídico.

“Não é razoável nem proporcional. A impossibilidade de averbar novos contratos gera prejuízos financeiros diários e provável perda de participação de mercado”, acrescentou.

“O restabelecimento do acesso ao sistema de consignações não impede a regular continuidade do processo administrativo sancionador, desde que garantido o devido processo legal, também não obstando a posterior determinação de ressarcimento de valores pelos meios legais adequados, caso, ao final do procedimento, seja comprovada a ilicitude da conduta da instituição financeira”, argumentou.

Procurado nesta segunda-feira, o C6 confirmou a decisão, que corre em segredo de Justiça. O INSS não comentou de imediato.

A carteira de crédito expandida do C6 Bank somava R$ 89,3 bilhões no fim do ano passado. Desse total, os empréstimos consignados — modalidade em que as parcelas são descontadas diretamente do salário ou do benefício do cliente — representavam 45%, segundo dados do próprio banco.

O INSS havia suspendido, no início da semana passada, o recebimento de novos registros de crédito consignado do C6.

O instituto afirmou que a medida ocorreu por descumprimento de cláusulas do acordo firmado entre as duas entidades e informou que a suspensão permaneceria até que fossem devolvidos valores cobrados indevidamente em pacotes de serviços descontados dos benefícios pagos pelo INSS, com as devidas correções.

Na ocasião, o C6 — que tem como sócio o banco norte-americano JPMorgan Chase — afirmou que discordava integralmente da interpretação do INSS e que buscaria exercer seu direito de defesa na Justiça.

Na decisão, o juiz da 6ª Vara também cita a defesa apresentada pelo C6. O banco sustenta que os produtos oferecidos — como seguro de vida e pacotes de benefícios — são legais e que a contratação ocorreu de forma autônoma e opcional pelos clientes, sem caracterizar venda casada.

A decisão de Godoy Mendes determina a suspensão imediata dos efeitos do despacho do INSS publicado no último dia 16, “restabelecendo-se, por conseguinte, a habilitação e o acesso da parte requerente ao sistema para o recebimento de novas averbações de operações de crédito consignado administrado” pelo banco.

O magistrado também suspendeu temporariamente, até nova decisão, “a exigência de devolução de valores como condição imperativa para a continuidade das atividades da instituição”.

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ONG quer banir carros a combustão de BMW e Mercedes, mas justiça nega

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 12:51

Carros ONG quer banir carros a combustão de BMW e Mercedes, mas justiça nega Corte federal na Alemanha nega pedido de ambientalistas. ONG luta na justiça desde 2021 e também pede que montadoras tenham cota de emissões de carbono específica. Por Redação g1

Mercedes AMG GT 63 S é híbrido de 816 cv com motor a combustão 4.0 V8 — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

Nesta segunda-feira (23), a corte federal alemã em Karlsruhe negou o pedido de uma ONG que buscava proibir a venda de carros a combustão produzidos pela BMW e pela Mercedes-Benz a partir de 2030. O processo estava em andamento desde 2021 e já havia sido decidido a favor das montadoras em instâncias inferiores.

A organização Deutsche Umwelthilfe (DUH) argumenta ainda que existiria um limite específico de emissões de poluentes para BMW e Mercedes e que as empresas estariam ultrapassando esse “orçamento de carbono”.

A corte reafirmou o entendimento dos julgamentos anteriores: não há uma cota individual de emissões de carbono estabelecida para cada fábrica.

Um porta-voz da BMW afirmou à agência Reuters que a decisão oferece segurança jurídica às empresas que atuam na Alemanha.

Os ambientalistas da DUH entraram com o processo em 2021. Eles querem que as montadoras assumam um compromisso legal de parar a produção de carros a combustão a partir de 2030.

Eles também pedem que as fábricas emitam apenas uma “fatia justa” de CO₂ em suas operações. Porém, não existe nenhuma lei que defina qual seria essa parcela para empresas como BMW ou Mercedes.

O cálculo dessa “fatia” foi elaborado pela própria DUH com base em dados sobre aquecimento global. Essas informações vêm do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

A pesquisa do IPCC, usada pelos ambientalistas, estima quanto carbono o planeta pode liberar sem que a temperatura global aumente mais do que 1,7 grau Celsius. De acordo com os cálculos, as metas atuais de emissões das empresas não seriam suficientes.

A Daimler, dona da marca Mercedes, disse na ocasião que não via cabimento no argumento usado pelos ambientalistas. Já a BMW disse na época que suas metas de compromisso com o clima estavam à frente da indústria.

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FGC começa a receber pedidos de ressarcimento de credores do Banco Pleno

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%Oferecido por

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta segnda-feira (23) que os os depositantes e investidores do banco Pleno já podem entrar com o pedido de garantia pelo aplicativo do fundo.

"O número de credores com direito à garantia foi confirmado em 152 mil pessoas, com valor total de R$ 4,8 bilhões a ser pago pelo Fundo", informou o FGC, em nota.

O Banco Pleno teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, junto com a Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, em fevereiro deste ano.

🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, encerra as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até a extinção da instituição. O banco também deixa de integrar o sistema financeiro nacional.

As instituições faziam parte do grupo do Banco Master, mas foram vendidas no segundo semestre do ano passado ao empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.

Segundo o FGC, o Banco Pleno não faz mais parte do conglomerado Master. Assim, o liquidante irá apurar os valores a serem garantidos até o limite previsto na regulamentação.

O Pleno tinha participação pequena no sistema financeiro brasileiro. Dados do BC indicam que, até setembro do ano passado, o banco concentrava cerca de 0,04% de todos os ativos do setor, que somavam R$ 18,07 trilhões. Isso equivale a aproximadamente R$ 7,2 bilhões.

O FGC lembra que oferece garantia de até R$ 250 mil, por CPF ou CNPJ, para investimentos em produtos como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e LCD, por instituição financeira associada ou conglomerado.

Existe um teto de R$ 1 milhão, a cada período de quatro anos, para garantias pagas por CPF ou CNPJ.

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