RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Kalshi, empresa de bilionária brasileira, é banida em estado dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

A Kalshi, plataforma da bilionária brasileira Luana Lopes Lara que transforma previsões sobre acontecimentos futuros em ativos negociáveis, foi banida em um dos estados dos EUA nesta sexta-feira (20).

A decisão partiu do tribunal de Nevada, que determinou a suspensão imediata da empresa por 14 dias. Segundo reguladores locais, a empresa não possui licença para operar atividades de apostas no estado.

Uma audiência está marcada para 3 de abril, quando a Justiça deve decidir se mantém a proibição ao longo do processo.

É a primeira vez que um estado americano força a Kalshi a interromper suas operações — e a decisão marca um novo golpe para a empresa, que vem em uma trajetória de crescimento acelerado.

Empresas como a Kalshi permitem que usuários ganhem dinheiro especulando sobre eventos como o fechamento do Estreito de Ormuz durante a guerra — Foto: Getty Images via BBC

A Kalshi, plataforma da bilionária brasileira Luana Lopes Lara que transforma previsões sobre acontecimentos futuros em ativos negociáveis, foi banida em um dos estados dos EUA nesta sexta-feira (20).

A decisão partiu do tribunal de Nevada, que determinou a suspensão imediata da empresa por 14 dias. Segundo reguladores locais, a empresa não possui licença para operar atividades de apostas no estado. Uma audiência está marcada para 3 de abril, quando a Justiça deve decidir se mantém a proibição ao longo do processo.

A determinação do Tribunal do Primeiro Distrito Judicial diz que a empresa não pode “oferecer uma bolsa de derivativos e mercado de previsão com contratos baseados em eventos ligados a esportes, eleições e entretenimento”.

É a primeira vez que um estado americano força a Kalshi a interromper suas operações — e a decisão marca um novo golpe para a empresa, que vem em uma trajetória de crescimento acelerado.

Desde 2024, quando venceu uma batalha judicial contra a Commodity Futures Trading Commission (CFTC) e obteve autorização para operar contratos ligados a eleições, a Kalshi ampliou sua base de usuários e diversificou sua oferta.

A empresa sustenta que seus produtos não configuram apostas, mas sim instrumentos financeiros — os chamados derivativos — e, por isso, deveriam ser regulados em nível federal. A CFTC, responsável por supervisionar esse mercado, tem apoiado essa interpretação e afirma ter jurisdição exclusiva sobre esse tipo de operação.

Em Nevada, onde o setor de apostas tem um controle rígido, autoridades argumentam que contratos sobre resultados esportivos e eleitorais são, na prática, equivalentes a apostas tradicionais — e, portanto, exigem licença específica.

A Kalshi foi responsável por colocar Luana Lopes Lara nos holofotes ao se tornar a bilionária mais jovem do mundo a construir a própria fortuna, sem ser herdeira. Recentemente, a empresa levantou mais de US$ 1 bilhão em uma nova rodada de investimentos, fazendo com que seu valor fosse avaliado em US$ 22 bilhões.

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Preço médio do diesel sobe quase 20% nos postos desde o início da guerra e chega a R$ 7,26, diz ANP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Carros Preço médio do diesel sobe quase 20% nos postos desde o início da guerra e chega a R$ 7,26, diz ANP O levantamento vale para o período de 15 a 21 de março e ainda não reflete o desconto anunciado pelo governo federal nem o último reajuste divulgado pela Petrobras. Guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo, matéria-prima da produção de combustíveis. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. — Foto: Alain Jocard/AFP

Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 19,41% em duas semanas, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (20).

A pesquisa se refere à semana de 15 a 21 de março. Nesse período, o preço médio no Brasil subiu 6,76%, passando de R$ 6,80 para R$ 7,26.

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Como ter uma empresa de saúde nos EUA? Confira o passo a passo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Economia Especial Publicitário Como ter uma empresa de saúde nos EUA? Confira o passo a passo Fundador da Medstation, Neymar Lima explica caminhos, desafios e modelo inovador adotado na Flórida para os chamados “embaixadores” da marca. Por MEDSTATION

Dos 5 milhões de brasileiros que vivem fora do país, de acordo com pesquisa do Ministério das Relações Exteriores, cerca de 3 milhões estão nos Estados Unidos. É a busca pelo chamado "sonho americano". Entre eles, um número crescente de profissionais da saúde que procuram melhores condições de trabalho, remuneração e qualidade de vida.

Mas como abrir uma empresa de saúde nos EUA? Como empreender na área médica fora do Brasil? E mais: como os profissionais da saúde conseguem as licenças americanas? As respostas para essas e outras perguntas estão a seguir.

“O brasileiro até volta ao Brasil para se consultar com o médico de confiança. Nem sempre o acesso é simples nos EUA. E foi nesse caminho que criei a Medstation, a Clínica do Brasileiro no Mundo. No nosso Programa de Embaixador, é possível empreender na área da saúde nos EUA”, afirma o médico e empresário Neymar Lima.

Empreender na área da saúde nos Estados Unidos exige planejamento, estrutura jurídica e adequação às normas locais. De forma resumida, especialistas apontam algumas etapas essenciais:

Estruturação legal da empresa (LLC ou Corporation);Regularização junto aos órgãos estaduais de saúdeLicenciamento profissional (para médicos, enfermeiros e outros profissionais);Credenciamento com seguradoras (insurance);Implantação de sistema de compliance e prontuário eletrônico;Equipe bilíngue e estrutura administrativa preparada.

Segundo Neymar Lima, o maior erro é imaginar que basta replicar o modelo brasileiro. “O sistema americano é diferente. Aqui tudo passa por compliance, licença, seguro profissional. Se você não entender isso, pode comprometer todo o negócio”, explica.

Neymar Lima dá dicas de como empreender na área médica no mercado norte-americano — Foto: Divulgação

Natural de Porto Velho (RO), Neymar formou-se em Goiás em 1990. Em 1994, construiu o maior hospital ortopédico de Palmas (TO) e foi um dos primeiros médicos concursados do estado. “Sempre cuidei de gente. Minha vida sempre foi dedicada à saúde”, relembra.

Em 2012, decidiu se mudar para a Flórida. Começou do zero. “Iniciamos em uma sala de 150 metros quadrados. Ficamos até 15 dias sem atender nenhum paciente. Foi um momento difícil”, conta.

Catorze anos depois, em 2026, a Medstation contabiliza oito unidades físicas nos Estados Unidos e cerca de 60 unidades online operadas por embaixadores. A rede atende entre 450 e 600 pessoas por dia, somando atendimentos presenciais e telemedicina.

Um dos diferenciais da empresa é o chamado Programa Embaixador. Ao contrário do modelo tradicional de franquia, que envolve pagamento de royalties e obrigações contratuais rígidas, o embaixador se torna sócio da unidade.

“Não vendemos franquia. O embaixador entra como sócio, como a face pública da unidade. Ele participa do crescimento do negócio”, explica Neymar Lima.

Segundo a empresa, qualquer investidor pode participar, desde que passe por processo de qualificação e alinhamento estratégico. O modelo permite expansão mais rápida, com envolvimento direto do parceiro local e padronização administrativa centralizada.

O interessado investe na abertura ou aquisição de uma unidade online Medstation;Torna-se sócio da unidade, com participação nos resultados;Atua como representante local da marca, conectando-se com a comunidade brasileira;Não há pagamento de taxas mensais ou anuais de franquia;Maior liberdade de gestão em comparação ao modelo tradicional de franquia;Recebe apoio da Medstation em estrutura, processos e marca consolidada.

Para o brasileiro que vive fora, o maior medo não é lazer, segurança ou educação, e sim saúde. E as três principais barreiras identificadas na área da saúde para os brasileiros são:

A Medstation aposta em consultas 100% em Português, telemedicina para facilitar o acesso e modelos de pagamento que tornam o atendimento viável para quem não possui seguro saúde.

Além das unidades médicas, a empresa investe em um projeto de Educação Continuada. O objetivo é ajudar profissionais brasileiros da saúde a conquistarem licenças nos Estados Unidos.

“Muitos profissionais chegam aqui perdidos. Não sabem por onde começar. Nós orientamos, capacitamos e contratamos”, diz Neymar.

Trata-se de um HUB completo de carreira e negócios na área da saúde, conectando médicos, enfermeiros, investidores e pacientes dentro do mesmo ecossistema.

Acesse o site oficial da Medstation para saber mais e se inscreva no Programa Embaixador para empreender na área da saúde nos Estados Unidos.

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S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita dúvidas sobre capitalização do banco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Distrito Federal S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita dúvidas sobre capitalização do banco Empresa de análises financeiras e classificação de risco avaliou que houve 'aumento da incerteza' jurídica em relação ao plano de capitalização do banco. Avaliação é de quinta-feira (19). Por g1 DF

Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.

Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB.

Mas, segundo a S&P Global, entre 16 e 18 de março, "uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB".

Justiça do DF determina suspensão da lei que permite uso de terrenos públicos como garantia para empréstimos do BRB — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A S&P Global – empresa de análises financeiras e classificação de risco – rebaixou o Banco de Brasília (BRB) para o nível 'brB-'.

Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.

"Em nossa visão, os riscos jurídicos e políticos podem dificultar o plano de capitalização do banco, que também precisará de maiores níveis de provisionamento diante das perdas esperadas dos ativos adquiridos do Banco Master", aponta a S&P Global no comunicado desta quinta-feira (19).

Segundo o documento, após a operação Compliance Zero, em novembro de 2025, o BRB vem avaliando os possíveis impactos da aquisição de ativos do Banco Master, já que o Banco de Brasília queria comprar o Master.

Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB.

Mas, segundo a S&P Global, entre 16 e 18 de março, "uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB". E a avaliação é de que houve um aumento da incerteza jurídica em relação ao plano de capitalização do banco.

"Nesse contexto, rebaixamos nosso rating de longo prazo do BRB de 'brBB' para 'brB-' e reafirmamos o rating de curto prazo de 'brB' da instituição", aponta a avaliação.

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Novo ministro da Fazenda aguarda resposta dos estados em proposta sobre diesel e diz que ‘impacto da guerra será o mínimo possível’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (20) que ainda aguarda resposta dos estados sobre a proposta do governo federal de zerar o ICMS, imposto estadual, sobre importação do óleo diesel até o fim de maio.

O objetivo seria conter a escalada do preço do diesel diante da guerra no Oriente Médio. Pela proposição do Ministério da Fazenda, metade da perda de arrecadação dos estados seria compensada pela União.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1,5 bilhão por mês aos estados. A decisão será tomada até o fim de março.

"Eu sigo muito confiante que a gente possa avançar, e não avançando, o que seria uma lástima, uma falta de compromisso, a gente iria para outros caminhos para não deixar a população desguarnecida", disse Durigan a jornalistas.

Dario Durigan foi nomeado como novo ministro da Fazenda nesta sexta-feira (20), após o antigo titular da pasta, Fernando Haddad, ter deixado o cargo para concorrer ao governo de São Paulo nas próximas eleições. Ele era secretário-executivo da pasta, o número dois na linha de comando, até então.

Segundo ele, o governo segue muito atento para que o custo da guerra para os brasileiros, incluindo os caminhoneiros, que dependem do diesel para o transporte de cargas, assim como as famílias, "seja o mínimo possível'.

O novo ministro da Fazenda afirmou ainda que o governo tem uma "série de medidas" que podem ser adotadas, a depender da evolução dos preços dos combustíveis com o desenrolar da guerra.

Questionado por jornalistas sobre o alerta de importadores, distribuidores e representantes do setor de combustíveis de que pode faltar diesel no país se providências imediatas não forem tomadas, diante da defasagem do preço praticado no país em relação às cotações internacionais, Durigan afirmou que isso não acontecerá.

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PIB da Argentina cresce 4,4% em 2025, mas Milei enfrenta desafios para estabilizar a economia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%Oferecido por

O presidente da Argentina, Javier Milei, faz um discurso especial durante a 55ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, em 23 de janeiro de 2025. — Foto: Reuters

O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu 4,4% em 2025, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) nesta sexta-feira (20). O resultado representa uma recuperação em relação a 2024, quando a economia retraiu 1,3%, conforme valores revisados.

Esse foi o primeiro avanço do PIB sob a gestão do presidente ultraliberal Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023. É também a primeira alta desde 2022, ano em que o país cresceu 6%, durante o governo de Alberto Fernández.

Segundo o Indec, o crescimento foi puxado pela alta do consumo privado (7,9%), do consumo público (0,2%), das exportações (7,6%) e da formação bruta de capital fixo (16,4%) — indicador que mede os investimentos em obras, máquinas e equipamentos.

Pelo lado da oferta, os destaques foram o avanço da intermediação financeira (24,7%), a exploração de minas e pedreiras (8,0%) e hotéis e restaurantes (7,4%). Já pesca (-15,2%) e serviços domésticos em residências (-1,1%) registraram queda.

Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que, embora o resultado do PIB tenha sido positivo, ele ainda apresenta desafios estruturais, com crescimento concentrado em setores específicos e consumo interno ainda fraco — ou seja, os argentinos seguem consumindo pouco.

Apesar do avanço em 2025, o consumo segue em desaceleração nas avaliações trimestrais e ainda não recuperou a queda registrada no ano anterior, explica Tito Nolazco, diretor da Prospectiva Public Affairs Latam na Argentina. (leia mais abaixo)

Federico Servideo, diretor-presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, explica que o consumo ainda baixo está diretamente ligado ao forte ajuste nas contas públicas promovido por Javier Milei.

"Do lado da demanda, o crescimento do PIB foi sustentado principalmente pelas exportações, enquanto o consumo interno permaneceu fraco e o gasto público foi reduzido devido ao ajuste fiscal", avalia.

A Argentina, que já enfrentava uma forte crise antes de 2023, passou por uma ampla reforma na economia sob o comando de Milei. Após assumir o cargo, ele paralisou obras federais e interrompeu o repasse de recursos aos estados, medidas que reduziram a atividade econômica em 2024.

No chamado Plano Motosserra, o presidente também retirou subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais, provocando um aumento expressivo nos preços — com impacto direto no bolso dos consumidores. O cenário se arrastou ao longo de 2025.

Isso fez o controle da inflação se tornar a principal obsessão do governo, embora a tarefa tenha se mostrado difícil. O índice de preços avançou 211,4% em 2023 e 117,8% em 2024, afetando diretamente o consumo. Em 2025, a inflação caiu para 31,5%, mas analistas avaliam ainda não ser o suficiente para a estabilização econômica.

Tito Nolazco, da Prospectiva, destaca que Milei adotou medidas econômicas relevantes em seus dois primeiros anos de governo: implementou reformas pró-mercado, abriu a economia, eliminou restrições cambiais e reduziu a inflação.

"Ele ainda não consegue, porém, que essa estabilização macroeconômica se traduza em geração de empregos, aumento do consumo e dinamismo da economia", analisa.

Dados divulgados pelo Indec na quinta-feira (19) mostram que o desemprego subiu 1,1 ponto percentual em 2025, alcançando 7,5% — o maior nível desde a pandemia de Covid‑19. A taxa mede a proporção de pessoas sem trabalho que estão disponíveis e procurando emprego.

Os dados de 2025 indicam que a economia argentina atravessa um momento de transição, com sinais de reorganização após o forte ajuste macroeconômico promovido por Milei, avalia Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo.

"Embora esses avanços tenham sido acompanhados de custos no curto prazo, especialmente sobre o consumo e a atividade industrial, a economia apresentou sinais de reorganização, com melhora de alguns fundamentos, como o controle fiscal e a desaceleração inflacionária", diz.

Conforme mostrou o g1, a Argentina registrou superávit nas contas públicas em 2024 e 2025, sob o governo Milei — ou seja, o país arrecadou mais do que gastou, mesmo considerando os juros da dívida. O país não alcançava dois anos consecutivos com resultado positivo desde 2008.

A reorganização da economia, porém, ainda não se dá de forma equilibrada entre os setores. Segundo Jimena Zuniga, analista de geoeconomia da América Latina da Bloomberg Economics, o crescimento se manteve forte em alguns segmentos, como energia e mineração, mas continuou fraco em outros.

"O setor manufatureiro e a maioria dos serviços — ou seja, os setores que empregam mais pessoas — permaneceram muito fracos. Por isso, embora as exportações tenham continuado crescendo sequencialmente, o consumo e o investimento praticamente não avançaram", analisa.

Tito Nolazco, da Prospectiva, avalia que o principal desafio do governo de Milei em 2026 será gerar resultados concretos para os cidadãos, em busca de garantir uma base sólida de apoio social para o próximo ano eleitoral.

O especialista projeta que o governo continuará com sua agenda de reformas no Congresso — muitas delas demandadas pelo setor privado —, mas ressalta que há um intervalo significativo entre a aprovação das medidas e seus efeitos reais na economia.

"Explicar isso à população será fundamental do ponto de vista da comunicação governamental", afirma.

Em fevereiro, Milei conseguiu aprovar no Congresso uma ampla reforma trabalhista que flexibiliza regras do mercado de trabalho. O governo comemorou o avanço de sua agenda de reformas, enquanto sindicatos e trabalhadores protestaram e prometeram disputas jurídicas.

Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, destaca que o crescimento do PIB tem grande relevância política, ao sinalizar que o programa econômico de Milei pode ter interrompido, em certa medida, a crise argentina.

"Isso confere ao governo um ganho de credibilidade no curto prazo, especialmente junto a mercados e setores mais favoráveis às reformas", explica.

Ele, porém, pondera que esse resultado traz ressalvas: o crescimento de 2025 reflete, em grande parte, a recuperação após a forte queda de 2024 e apresenta dados concentrados e pouco inclusivos.

"A ausência de uma melhora consistente no emprego, no consumo e na atividade industrial limita o impacto político positivo do resultado", conclui.

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Consignado CLT completa um ano com R$ 84 bilhões emprestados e segue sem regulamentação do uso do FGTS como garantia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3191,97%Dólar TurismoR$ 5,5151,6%Euro ComercialR$ 6,1451,68%Euro TurismoR$ 6,3771,22%B3Ibovespa175.165 pts-2,83%MoedasDólar ComercialR$ 5,3191,97%Dólar TurismoR$ 5,5151,6%Euro ComercialR$ 6,1451,68%Euro TurismoR$ 6,3771,22%B3Ibovespa175.165 pts-2,83%MoedasDólar ComercialR$ 5,3191,97%Dólar TurismoR$ 5,5151,6%Euro ComercialR$ 6,1451,68%Euro TurismoR$ 6,3771,22%B3Ibovespa175.165 pts-2,83%Oferecido por

O crédito consignado ao trabalhador com carteira assinada completa um ano de vigência neste sábado (21) com cerca de R$ 84 bilhões emprestados em novos contratos de crédito, segundo números do Ministério do Trabalho.

Considerando a migração de contratos antigos, o valor de operações na plataforma somou R$ 117,1 bilhões, acrescentou o governo federal.A expectativa inicial do governo era bem maior: emprestar R$ 100 bilhões em três meses de vigência da nova modalidade de crédito.

Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o programa desempenhou um "papel fundamental" na inclusão financeira de trabalhadores que antes não tinham acesso a linhas formais de crédito.

"O Crédito do Trabalhador permitiu que pessoas que antes recorriam apenas a agiotas tivessem acesso a empréstimos seguros. Além disso, possibilitou que outros saíssem do cheque especial ou quitassem o Crédito Direto ao Consumidor (CDC), muitas vezes com juros elevados”, afirmou o ministro Luiz Marinho.

🔎 Os empréstimos são descontados da remuneração mensal do trabalhador, respeitado o limite legal da margem consignável (de até 35% da renda líquida para empréstimos e financiamentos).

No crédito ao trabalhador, a busca pelos empréstimos pode ser feita por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou, também, diretamente nas instituições financeiras.

A regulamentação do uso do saldo do FGTS dos trabalhadores como garantia aos empréstimos, algo prometido pelo governo como um diferencial da modalidade, uma forma de baixar os juros aos trabalhadores, porém, ainda não saiu do papel.

A promessa inicial era de que a regulamentação sairia até 15 de junho do ano passado, passando depois para 10 de setembro de 2025. Nesta semana, o Ministério do Trabalho informou que há uma expectativa é que isso seja implementado neste semestre, com regras específicas definindo seu funcionamento.

🔎 Quando a garantia do FGTS estiver em vigor, todos os trabalhadores poderão usar até 10% do saldo do FGTS como garantia e, também, 100% da multa rescisória na demissão sem justa causa (que equivale a 40% do valor do saldo) — algo que contribuirá para baratear os juros e para estimular os bancos a emprestarem mais recursos. Em caso de demissão, os bancos poderão pegar o FGTS dado como garantia.

Sem a regulamentação do uso das garantias, a taxa de juros média da modalidade ao setor privado operou, durante esse primeiro ano de vigência, no dobro dos empréstimos consignados aos servidores públicos e aos aposentados e pensionistas.

➡️Em janeiro deste ano, última informação disponibilizada pelo Banco Central, o juro do consignado CLT somou 3,85% ao mês, contra 1,81% ao mês dos aposentados e 1,79% ao mês dos servidores públicos.

Mas a taxa do empréstimo da linha CLT ao setor privado ficou menor do que o cheque especial (7,52% ao mês) e cartão de crédito rotativo (14,81% ao mês), ambos registrados também em janeiro.

Questionado pelo g1, o Ministério do Trabalho e Emprego admite que as garantias são um fator "importante para a queda de juros", mas acrescenta que "não dá para comparar os juros do consignado do setor público com a iniciativa privada".

"O banco quando dá crédito para um trabalhador de carteira assinada ele calcula o risco, porque esse trabalhador pode perder o emprego, bem diferente do servidor público, que não perde o emprego", avaliou o governo federal, por meio de nota.

De acordo com ranking disponibilizado pelo Banco Central, em sua página na internet, entre 25 de fevereiro e 3 de março, a taxa de juros da modalidade aos trabalhadores do setor privado varia de 1,62% a 7,07% ao mês.

➡️ As taxas médias divulgadas pelo BC não garantem que esse será o juro final para os trabalhadores. O valor efetivo dependerá da análise de risco feita pelas instituições financeiras, considerando fatores como garantia oferecida, tempo de trabalho e histórico de crédito.

➡️ Especialistas recomendam que os trabalhadores pesquisem amplamente no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, incentivando a concorrência entre os bancos antes de contratar um empréstimo.

Apesar dos juros mais altos, o governo informou que o governo não deve fixar teto para os juros do consignado ao setor privado, algo que existe na modalidade para os aposentados e pensionistas.

"Há uma outra proposta que vai evitar juros abusivos. As instituições serão notificadas e, se não se adequarem, serão suspensas e até excluídas do programa", diz o Ministério do Trabalho.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) tem defendido que não é necessário fixar um teto para os juros, pois as taxas cobradas, segundo a entidade, serão mais baixas com a garantia dos recursos do FGTS.

Para Fernanda Garibaldi, diretora executiva da Zetta, uma associação criada por empresas de tecnologia com objetivo de promover a competitividade, a ampliação do consignado privado depende do avanço do que ela chama de "pilares estruturais do programa".

"A ausência de avanços na operacionalização dessas garantias pode limitar o potencial do programa", destaca Fernanda Garibaldi, da Zetta,, que adiciona que também há preocupações sobre o "fluxo operacional a ser implementado das garantias que pode limitar a efetividade dos mecanismos para redução de risco do crédito e diminuição das taxas de juros".

Outros fatores, segundo ela, incluem fortalecimento da fiscalização e uma implementação das garantias com "fluxo simplificado", além da contratação do crédito, com esse mecanismo, via canal da própria instituição financeira.

"O acesso a dados mais completos, especialmente sobre os empregadores, é essencial para uma precificação mais adequada do risco e para a identificação de possíveis distorções ou práticas abusivas", complementou a especialista.

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Capa da Economist ironiza ação militar de Trump no Irã: ‘Operação Fúria Cega’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Mundo Capa da 'The Economist' ironiza ação militar de Trump no Irã: 'Operação Fúria Cega' Revista britânica brinca com o nome da ofensiva dos Estados e Israel no Oriente Médio – Epic Fury, Fúria Épica em português – e retrata o presidente dos Estados Unidos com um capacete de soldado cobrindo seus olhos. Por Redação g1

A revista britânica "The Economist" ironizou a ação militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em sua capa desta semana.

Com a manchete "Operação Fúria Cega", uma referência ao nome da ofensiva – Epic Fury, Fúria Épica em português -, a publicação retratou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com um capacete de soldado cobrindo seus olhos.

"A campanha imprudente contra o Irã enfraquecerá o presidente americano. Isso o deixará furioso. Fiquem avisados: ele é um péssimo perdedor", provocou a revista na legenda de sua publicação nas redes sociais.

Na reportagem, a Economist destaca que a guerra está minando três das principais armas de Trump em seu governo: "sua capacidade de impor sua própria realidade ao mundo, seu uso implacável de influência e seu domínio sobre o Partido Republicano".

Também diz que o regime iraniano está tendo sucesso em sua estratégia de prolongar o confronto e pressionar a indústria energética global com o bloqueio do Estreito de Ormuz, que levou o preço do petróleo a chegar aos US$ 110 por barril.

"O presidente demonstrou uma notável capacidade de distorcer os fatos e, certamente, insiste que já triunfou no Irã. Contudo, a guerra revela uma verdade própria. (…) O tempo está a favor do Irã", ressalta o texto.

Para a revista, uma guerra prolongada deve prejudicar também as eleições legislativas de meio de mandato, que ocorrerão em novembro, para o Partido Republicano, o do presidente americano.

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Amazon planeja primeiro celular mais de 10 anos após tentativa frustrada com Fire Phone

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Tecnologia Amazon planeja primeiro celular mais de 10 anos após tentativa frustrada com Fire Phone Conhecido internamente como Transformer, aparelho deve ser focado na assistente Alexa e em compras na Amazon. Empresa lançou outro smartphone em 2014, mas descartou projeto em pouco mais de um ano. Por Reuters

A Amazon planeja lançar um novo celular mais de 10 anos após o Fire Phone, considerado um de seus maiores fracassos.

O novo projeto é conhecido internamente como Transformer e está sendo desenvolvido pela unidade de dispositivos e serviços da Amazon.

O telefone é visto como um dispositivo capaz de se sincronizar com a Alexa e servir como um canal entre clientes e a Amazon ao longo do dia.

A Amazon lançou o Fire Phone em 2014 na esperança de enfrentar a Apple e a Samsung, mas descartou o projeto em pouco mais de um ano.

Representante da Amazon demonstra os recursos do Fire Phone, em foto de 18 de junho de 2014 — Foto: Reuters/Jason Redmond

A Amazon está se preparando para lançar um novo celular, mais de 10 anos depois de anunciar um aparelho que foi considerado um de seus maiores fracassos, revelou nesta sexta-feira (20) a agência Reuters.

O novo projeto é conhecido internamente como Transformer e está sendo desenvolvido pela unidade de dispositivos e serviços da Amazon, afirmaram à Reuters quatro fontes que pediram anonimato porque não estavam autorizadas a discutir assuntos internos.

O telefone é visto como um potencial dispositivo de personalização móvel capaz de se sincronizar com a assistente de voz Alexa e servir como um canal de contato com os clientes da Amazon ao longo do dia, explicaram as fontes.

Em 2014, a Amazon lançou seu primeiro smartphone, na esperança de enfrentar a Apple e a Samsung. Em vez disso, o Fire Phone – supervisionado diretamente pelo fundador Jeff Bezos – foi descartado em pouco mais de um ano.

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O projeto Transformer é o mais novo capítulo de um esforço de anos para levar ao mercado a visão de longa data de Bezos de um assistente de computação onipresente acionado por voz, semelhante ao computador controlado por voz da série de ficção científica "Star Trek".

Bezos imaginou um smartphone com foco em compras e capacidade de competir com a Apple, oferecendo facilidades de entrega e descontos por meio da assinatura Prime.

Com o aparelho, a Amazon poderia obter ainda mais dados sobre os usuários. As informações seriam combinadas com o histórico de compras e as preferências de conteúdo. 

O esforço da Amazon para lançar um novo smartphone não foi relatado anteriormente. A Reuters não conseguiu determinar alguns detalhes, como o preço previsto do telefone, a receita projetada com o aparelho ou o investimento que a empresa está fazendo no projeto.

O cronograma para o projeto Transformer da Amazon também não está claro, e as fontes advertiram que ele poderia ser descartado se a estratégia mudar ou devido a preocupações financeiras.

Os recursos de personalização do novo telefone facilitariam comprar no site da Amazon, assistir ao Prime Video, acessar o Prime Music ou pedir comida em serviços de delivery parceiros como o Grubhub.

Um dos principais focos do Transformer é a integração de recursos de inteligência artificial no celular. Isso eliminaria a necessidade de lojas de aplicativos tradicionais, que exigem o download e o registro de aplicativos antes que eles possam ser usados.

A Alexa provavelmente seria um recurso ⁠central, mas não necessariamente o sistema operacional principal do telefone.

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Em MG, Lula anuncia investimentos da Petrobras e defende exploração na Margem Equatorial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Minas Gerais Em MG, Lula anuncia investimentos da Petrobras e defende exploração na Margem Equatorial De acordo com a estatal, aportes podem chegar a R$ 9 bilhões em 10 anos, com a geração de até 36 mil empregos. Presidente também defendeu nova fronteira de exploração de petróleo. Por Rodrigo Salgado, g1 Minas — Belo Horizonte

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está nesta sexta-feira (20) em Minas Gerais para anunciar a retomada de investimentos da Petrobras no estado.

A visita ocorreu na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Durante o evento, Lula esteve acompanhado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do senador Rodrigo Pacheco (PSD) e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além de outras autoridades.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está nesta sexta-feira (20) em Minas Gerais para anunciar investimentos da Petrobras no estado na cifra de R$ 9 bilhões ao longo da próxima década. Ele também voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial brasileira.

A visita foi à Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

No discurso, o presidente defendeu o papel estratégico da Petrobras para o desenvolvimento do país e destacou a importância da estatal na busca pela autossuficiência em petróleo.

Lula também voltou a defender a ampliação da exploração de petróleo no país, incluindo a chamada Margem Equatorial (faixa marítima que se estende do litoral do Amapá ao Rio Grande do Norte e é considerada uma nova fronteira exploratória).

"Estamos tentando resolver a exploração do petróleo na Margem Equatorial, e vamos saber se temos o petróleo, porque tem na Guiana, tem no Suriname, não é possível que Deus tenha deixado um pouquinho para nós", afirmou o presidente durante o discurso.

O projeto, no entanto, é alvo de críticas de ambientalistas, que apontam riscos à biodiversidade e a possíveis impactos em áreas sensíveis, como a foz do Rio Amazonas.

O presidente também comentou o cenário internacional, citando o conflito envolvendo os EUA, do presidente Donald Trump, e o Irã. Lula criticou os impactos das tensões geopolíticas nas economias brasileira e global.

Durante o evento, Lula esteve acompanhado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do senador Rodrigo Pacheco (PSD) e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além de outras autoridades. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), não participou da agenda.

Ao longo do dia, o presidente ainda cumpre agenda em Sete Lagoas, na Região Central do estado. À noite, embarca em Confins rumo a Bogotá, na Colômbia, onde participará da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Esta é a segunda visita do presidente ao estado em 2026. A primeira foi no final de fevereiro, quando foi à Zona da Mata mineira durante as fortes chuvas que atingiram a região.

Lula discursa durante evento em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. — Foto: Thamer Pimentel/TV Globo

Segundo a estatal, os investimentos na Regap podem chegar a R$ 9 bilhões ao longo da próxima década, com potencial de geração de até 36 mil postos de trabalho. Apenas no atual plano de negócios da empresa, entre 2026 e 2030, estão previstos R$ 3,8 bilhões em aportes e cerca de 8 mil empregos.

Os investimentos incluem a ampliação da produção de combustíveis e ações de transição energética, como a implantação do combustível sustentável de aviação (SAF) e a expansão do Diesel R.

Lula afirmou que a Regap vem produzindo apenas 60% de sua capacidade. A Petrobras já iniciou obras para elevar a capacidade da refinaria, hoje em 166 mil barris por dia, com aumento previsto de 25 mil barris até 2027 e estudos para expansão de até 50%.

A refinaria responde por cerca de 9% da produção de derivados da empresa e reúne 16 mil fornecedores, com contratos que somam cerca de R$ 28 bilhões.

Também entrou em operação a primeira usina fotovoltaica da Petrobras em refinarias, com investimento de R$ 63 milhões, capaz de atender cerca de 10 mil residências e reduzir a emissão de 8 mil toneladas de CO₂ por ano.

Segundo a estatal, a retomada dos investimentos ocorre após a saída da unidade do plano de desinvestimentos. O número de trabalhadores passou de cerca de 2 mil, em 2020 e 2021, para aproximadamente 3,8 mil atualmente.

50 vídeos Belo Horizonte Betim Luiz Inácio Lula da Silva Lula Rodrigo Pacheco Romeu Zema Sete Lagoas Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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