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China flexibiliza regra sobre plantas daninhas na soja brasileira, e cargas devem ser liberadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 14:50

Agro China flexibiliza regra sobre plantas daninhas na soja brasileira, e cargas devem ser liberadas Nos últimos dias, país asiático devolveu cerca de 20 navios brasileiros por não estarem de acordo com regras sanitárias do país. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Autoridades da China aceitaram flexibilizar regras em relação à presença de ervas daninhas em carregamentos de soja importados do Brasil.

A informação consta em um documento da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura, publicado nesta sexta-feira (20) no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do governo federal.

Nos últimos dias, o país asiático devolveu cerca de 20 navios brasileiros carregados com soja por conterem ervas daninhas proibidas na China.

No documento, a SDA explica que, em uma reunião com as autoridades chinesas, o governo brasileiro explicou "que não é possível atestar a ausência absoluta de sementes de plantas daninhas em soja, dado as características de produção".

O texto acrescenta que "as autoridades chinesas entenderam e aceitaram que não será adotado o critério de tolerância zero" nas cargas que saem do Brasil.

Diante desse cenário, o governo brasileiro determinou a certificação de navios mesmo quando houver presença de plantas daninhas apontada em laudos laboratoriais.

Apesar da flexibilização, ainda não há um limite numérico oficial definido para a tolerância de ervas daninhas.

Segundo o documento, o percentual aceitável será discutido futuramente em negociações bilaterais entre representantes dos dois países.

Até lá, a avaliação seguirá baseada em análise de risco e em medidas de mitigação, de acordo com o destino do produto.

Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.

Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 80% das exportações do produto.

Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China recentemente por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.

Na terça-feira (17), o ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, disse em coletiva de imprensa que a qualidade da soja brasileira “é inquestionável”, mas que a preocupação dos chineses é legítima.

Ele afirmou ainda que vai propor à China a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.

Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.

"O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos", diz Bulascoschi.

"Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma 'postura de tolerância zero' para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor", acrescenta.

Na prática, diz ele, o Ministério passou a fazer inspeções mais frequentes e deixou de emitir certificados para carregamentos que não cumprem as exigências.

"Sem esse certificado, as empresas ficam impedidas de entregar a carga na China e de receber o pagamento", explica.

Segundo Bulascoschi, foi nesse contexto que a Cargill decidiu interromper as exportações para a China.

O g1 procurou a companhia, que informou que suas entidades representativas — a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) — publicariam uma nota conjunta.

No entanto, as entidades não têm dado explicações. Na nota conjunta, publicada na quinta-feira (12), disseram apenas que acompanham "de forma atenta" os "recentes desdobramentos" das exportações de soja.

Analistas da Hedgepoint Global Markets avaliam que o caso é pontual e não deve afetar o volume de soja exportado para a China.

"A fila de navios nos portos brasileiros continua forte, com cerca de 17 milhões de toneladas de soja, sendo 10 milhões destinadas à China", afirma Thais Italiani, gerente de Inteligência de Mercado.

"Até agora, não há registro de atrasos relevantes na saída de navios, o que indica que se trata de ajustes pontuais no processo de inspeção das cargas", acrescentou.

Luiz Fernando Gutierrez Roque, coordenador de Inteligência de Mercado de Grãos e Oleaginosas da Hedgepoint Global Markets, afirma que 20 navios com cargas de soja representam entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de toneladas.

"É pouco diante das 112 milhões de toneladas que o Brasil deve exportar no total no ano", conclui.

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CEO do Pinterest pede proibição de redes sociais para jovens menores de 16 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 12:58

Tecnologia CEO do Pinterest pede proibição de redes sociais para jovens menores de 16 anos Declaração ocorre durante julgamento nos Estados Unidos sobre impactos das plataformas na saúde mental de adolescentes. Por Reuters

O CEO do Pinterest, Bill Ready, defendeu nesta sexta-feira (20) que líderes globais proíbam o uso de redes sociais por jovens menores de 16 anos.

Ready se manifestou enquanto ocorre, em Los Angeles, um julgamento sobre o impacto das redes sociais na vida de adolescentes.

Google e Meta enfrentam acusações de que seus aplicativos contribuem para uma crise de saúde mental entre jovens.

O CEO do Pinterest, Bill Ready, defendeu nesta sexta-feira (20) que líderes globais proíbam o uso de redes sociais por jovens menores de 16 anos. A declaração foi feita em uma postagem no LinkedIn.

Ready se manifestou enquanto ocorre, em Los Angeles, um julgamento sobre o impacto das redes sociais na vida de adolescentes. Google e Meta enfrentam acusações de que seus aplicativos contribuem para uma crise de saúde mental entre jovens. O júri está deliberando sobre o veredito.

"Precisamos de um padrão claro: nada de redes sociais para adolescentes menores de 16 anos, respaldadas por uma aplicação real da lei e responsabilidade pelos sistemas operacionais de celulares e pelos aplicativos que rodam neles", escreveu Ready em um ensaio publicado em sua conta do LinkedIn. Pinterest é uma plataforma de compartilhamento de imagens.

Ele citou como exemplo a legislação adotada na Austrália, que restringe o acesso de menores de 16 anos às plataformas. Procurado, o Pinterest não comentou a publicação.

Ao defender a medida, Ready adota uma posição diferente da maioria dos líderes das grandes empresas de tecnologia, que enfrentam pressão crescente de reguladores, tribunais e legisladores para mudar a forma como crianças e adolescentes usam seus produtos, diante dos impactos na saúde mental.

De acordo com o site da empresa, a idade mínima para criar uma conta no Pinterest nos Estados Unidos é de 13 anos.

Nos últimos anos, a plataforma tem buscado se consolidar entre a geração Z — grupo que inclui pessoas nascidas entre 1997 e 2012. Segundo a empresa de análise Apptopia, cerca de um terço dos usuários do Pinterest tem entre 17 e 25 anos.

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A empresa comandada por bilionária brasileira no centro de polêmicas sobre ‘apostas em guerra’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 12:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2841,31%Dólar TurismoR$ 5,5001,33%Euro ComercialR$ 6,1000,95%Euro TurismoR$ 6,3580,92%B3Ibovespa177.373 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,2841,31%Dólar TurismoR$ 5,5001,33%Euro ComercialR$ 6,1000,95%Euro TurismoR$ 6,3580,92%B3Ibovespa177.373 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,2841,31%Dólar TurismoR$ 5,5001,33%Euro ComercialR$ 6,1000,95%Euro TurismoR$ 6,3580,92%B3Ibovespa177.373 pts-1,61%Oferecido por

A mineira Luana Lopes Lara ganhou destaque internacional no final do ano passado ao ser apontada pela revista Forbes como "a bilionária mais jovem do mundo que construiu sua própria fortuna".

Mas neste ano, a Kalshi, empresa cofundada por Lara — e da qual ela tem 12% de participação e trabalha como diretora de operações (COO) —, surgiu no noticiário em meio a polêmicas.

A Kalshi é uma das maiores empresas dos chamados prediction markets — ou mercados de previsão — um setor que explodiu em popularidade nos Estados Unidos, tendo movimentando mais de US$ 44 bilhões em transações no último ano.

Empresas como a Kalshi estão mudando o mercado de apostas nos EUA, onde até 2018 era proibido realizar apostas esportivas. Apostas em eleições eram proibidas até 2024.

Recentemente apostas ligadas a ações militares envolvendo Irã, Venezuela e Israel despertaram a atenção pública para a Kalshi e outras empresas do segmento.

A mineira Luana Lopes Lara ganhou destaque internacional no final do ano passado ao ser apontada pela revista Forbes como "a bilionária mais jovem do mundo que construiu sua própria fortuna".

Uma reportagem da revista destacava a trajetória singular de Lara — seus anos como bailarina do Bolshoi, suas medalhas em olimpíadas brasileiras de astronomia e matemática, seus estudos na prestigiosa universidade americana Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a fundação de uma empresa considerada inovadora — que culminou em uma fortuna pessoal estimada em US$ 1,3 bilhão.

Mas neste ano, a Kalshi, empresa cofundada por Lara — e da qual ela tem 12% de participação e trabalha como diretora de operações (COO) —, surgiu no noticiário em meio a polêmicas.

A Kalshi é uma das maiores empresas dos chamados prediction markets — ou mercados de previsão — um setor que explodiu em popularidade nos Estados Unidos, tendo movimentando mais de US$ 44 bilhões em transações no último ano.

Empresas como a Kalshi estão mudando o mercado de apostas nos EUA, onde até 2018 era proibido realizar apostas esportivas. Apostas em eleições eram proibidas até 2024.

Na Kalshi, e outras empresas rivais como a Polymarket, os usuários podem especular sobre diversas questões — como o resultado de eleições locais, se o banco central dos EUA reduzirá as taxas de juros ou qual ano Jesus voltará à Terra.

Essas empresas não estão enquadradas nos EUA como negócios de apostas e jogos de azar. Diferentemente das bets (firmas de apostas tradicionais), em que as probabilidades são definidas pela própria empresa, as plataformas de mercados de previsão funcionam mais como uma bolsa de valores, permitindo que os usuários apostem uns contra os outros no resultado de eventos futuros por meio de algo chamado de "contratos de eventos". Esses eventos sempre têm como resultado um cenário de "sim" ou "não".

Esse modelo permitiu que essas empresas ficassem sob supervisão dos reguladores financeiros nacionais da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

Mas críticos dos mercados de previsões afirmam que essas plataformas realizam, na verdade, operações de apostas esportivas e jogos de azar — e que estariam tentando se "disfarçar" como "bolsas de negociações" para evitar regras e impostos mais rigorosos enfrentados pelas bets, que são regulamentadas pelos Estados.

A divergência sobre quem deve fiscalizar os aplicativos gerou dezenas de batalhas judiciais nos EUA, à medida que os Estados começam a reivindicar seu direito de regulamentar essas empresas, em vez de deixar a supervisão a cargo da CFTC.

No Brasil, há relatos de que brasileiros conseguem usar essas plataformas usando remessas internacionais com criptomoedas ou cartões internacionais.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, as plataformas de apostas tradicionais — as bets brasileiras — que pagaram por outorgas de R$ 30 milhões para operar no Brasil, vêm solicitando, em reuniões com o governo, que a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda bloqueie a operação de plataformas como a Kalshi.

Elas argumentam que essas empresas não poderiam operar no Brasil por não terem sede no país e nem terem pago pela outorga. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, a fundadora da Kalshi disse que a empresa está em expansão e que estuda a possibilidade de abrir um escritório no Brasil.

Recentemente apostas ligadas a ações militares envolvendo Irã, Venezuela e Israel despertaram a atenção pública para a Kalshi e outras empresas do segmento.

Em teoria, essas apostas infringem as regras financeiras dos EUA, que proíbem a negociação de contratos relacionados a guerra, terrorismo, assassinato, jogos de azar ou outras atividades ilegais. As apostas realizadas no âmbito das empresas desse mercado de previsões poderiam ser consideradas contratos desse tipo, perante a lei, argumentam os críticos.

Críticos vêm exigindo medidas mais rigorosas contra os aplicativos, que, segundo eles, facilitam a especulação sobre a guerra — que seria potencialmente ilegal —, gerando riscos à segurança nacional e abrindo a porta para casos de informações privilegiadas e corrupção.

"Basicamente, as apostas em quase tudo foram liberadas e se transformaram em algo muito macabro, como a morte de um chefe de Estado", disse Craig Holman, lobista de assuntos governamentais do grupo de defesa Public Citizen, que recentemente apresentou uma queixa contra empresas do mercado de previsões.

Alguns casos ganharam notoriedade nos últimos dias. No mês passado, um homem do Estado de Montana apostou na Kalshi US$ 10 (cerca de R$ 45) na probabilidade de o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, ser deposto até 1º de março.

Ele decidiu pela aposta após ver notícias sobre o aumento das entregas de pizza perto do Pentágono enquanto navegava na internet de madrugada — um indício de que militares americanos estariam planejando uma grande operação iminente.

A aposta nos eventos ligados ao aiatolá Khamenei acabaram sendo canceladas pela Kalshi. Mas no começo do mês, a empresa foi processada em uma ação coletiva por não pagar US$ 54 milhões a pessoas que fizeram as apostas sobre o aiatolá.

A empresa tem regras que proíbem apostas envolvendo mortes de pessoas. Mas, segundo as pessoas que estão processando a Kalshi na Califórnia, a plataforma teria continuado aceitando contratos mesmo depois que as notícias da morte de Khamenei começaram a circular.

Um porta-voz da Kalshi disse, segundo a agência de notícias Reuters, que as regras da empresa não mudaram e eram claras desde o início, pois "incluíam todas as precauções… para garantir que as pessoas não pudessem negociar com base no resultado da morte".

"Nós até reembolsamos todas as taxas e perdas líquidas do nosso próprio bolso — na ordem de milhões de dólares — para garantir que nenhuma pessoa perdesse dinheiro neste mercado", disse o porta-voz.

Empresas como a Kalshi permitem que usuários ganhem dinheiro especulando sobre eventos como o fechamento do Estreito de Ormuz durante a guerra — Foto: Getty Images via BBC

Em janeiro, apostas na Polymarket (uma plataforma rival da Kalshi, que utiliza criptomoedas) de que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deixaria o poder até o fim do mês aumentaram nas horas que antecederam a sua prisão pelo governo americano.

Um apostador ganhou quase meio milhão de dólares com a captura de Maduro, levantando questionamentos sobre se alguém lucrou com informações privilegiadas sobre a operação dos EUA.

O congressista Ritchie Torres, democrata de Nova York, apresentou um projeto de lei que busca proibir funcionários do governo de fazer negociações em mercados de previsão se tiverem "informações relevantes não públicas" relacionadas a uma aposta.

O setor foi alvo de fiscalização e questionamentos por parte de reguladores durante o governo Biden. Mas recebeu uma acolhida mais favorável durante a presidência de Trump. Donald Trump Jr., filho do presidente, atua em funções de consultoria na Kalshi e possui investimentos na Polymarket.

Um porta-voz da Kalshi afirmou que o site "proíbe explicitamente qualquer forma de negociação com informação privilegiada, incluindo funcionários do governo negociando em mercados de previsão relacionados a atividades governamentais".

Nesta semana, a procuradora-geral do Arizona acusou formalmente a Kalshi de aceitar apostas que seriam ilegais no Estado em resultados eleitorais e eventos esportivos.

"A Kalshi pode se apresentar como um 'mercado de previsão', mas o que ela realmente faz é operar um negócio de jogos de azar ilegal e aceitar apostas em eleições no Arizona, o que viola a lei do Estado", disse a procuradora-geral Kristin Mayes. "Nenhuma empresa tem o direito de decidir quais leis seguir."

Muitos americanos usam a Kalshi para apostar em eleições, como no caso do último pleito para prefeito de Nova York — Foto: Getty Images via BBC

A Kalshi enfrenta problemas legais parecidos em vários outros Estados, onde os órgãos reguladores entraram com processos acusando a plataforma de operar jogos de azar sem licença.

A promotoria alega que a Kalshi aceitou apostas no resultado da eleição presidencial dos EUA de 2028, na eleição para governador do Arizona em 2026 e suas primárias republicanas, e na eleição para secretário de Estado do Arizona em 2026.

Entre as apostas específicas citadas estava uma de US$ 2 sobre se (o vice-presidente) J.D. Vance venceria a presidência em 2028.

As demais acusações alegam que a Kalshi operava um negócio de apostas esportivas sem licença, aceitando apostas de apenas US$ 1 em jogos da NFL, NBA, basquete universitário e Super Bowl.

A Kalshi, com sede em Nova York, se defende dessas acusações alegando que suas atividades não são jogos de azar, mas algo mais próximo da negociação de mercado, e que isso a colocaria fora do alcance das autoridades estaduais.

A empresa se posiciona como uma bolsa de "contratos de eventos" regulamentada pelo governo federal, em vez de uma casa de apostas esportivas tradicional.

"Essas acusações são infundadas e estamos ansiosos para combatê-las no tribunal", disse a empresa.

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Petróleo recua com sinalizações dos EUA após disparada com guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%Oferecido por

O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio.

O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65.

Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.

A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os Estados Unidos avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas.

Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve.

O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio.

O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65.

Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.

🔎Nesta sexta, por volta das 9h50 (horário de Brasília), o Brent era negociado a US$ 107,42 — ainda em patamar elevado, mas abaixo do pico recente —, em queda de 1,13%. Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.

A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os EUA avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas.

Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve.

Um comunicado conjunto de países como Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão, indicando apoio à segurança da navegação no Estreito de Ormuz, também ajudou a reduzir a pressão sobre os preços.

"Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito", diz a declaração. "Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando".

O comunicado é visto como um gesto ao governo de Donald Trump, que vinha criticando aliados após a recusa em enviar embarcações militares para escoltar navios no estreito. Na quinta-feira (19), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, chegou a classificar os países europeus como “ingratos”.

Apesar disso, a nota não detalha como será a atuação no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.

Apesar do alívio, o impacto da alta recente ainda é sentido globalmente. A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo de combustíveis, como incentivo ao trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo.

No dia 11 de março, os 32 países-membros da agência internacional concordaram em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.

É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.

Governos também adotam ações locais: o Vietnã passou a estimular o uso de gasolina com etanol, mais barata, enquanto a Espanha anunciou corte de impostos sobre combustíveis.

Em entrevista à Fox Business, Chris Wright afirmou que, caso as sanções ao petróleo iraniano sejam suspensas, o combustível poderia chegar aos portos asiáticos em três a quatro dias, ampliando a oferta no mercado.

O preço do diesel no Brasil disparou cerca de 25% desde o início da guerra no Oriente Médio, chegando a uma média de R$ 7,22, segundo levantamento da TruckPag com dados de milhares de postos.

A alta acompanha o avanço do petróleo no mercado internacional e afeta diretamente o custo do combustível importado, que representa cerca de 30% do consumo nacional.

O aumento foi generalizado, com altas expressivas em estados de todas as regiões, e já pressiona a cadeia logística — impactando desde o transporte de cargas até o preço final de produtos e alimentos. Especialistas apontam que os efeitos na inflação devem começar a aparecer nas próximas semanas.

Mesmo com medidas do governo, como redução de tributos e subsídios, o repasse ainda não foi sentido nas bombas. A tendência do diesel segue atrelada à evolução do conflito e ao risco de interrupções no fornecimento global de energia.

Na quinta, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis, mas afirmou não haver risco de desabastecimento no país.

A agência também adotou medidas para reforçar o monitoramento de estoques, importações e preços.

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Trabalhar de casa e evitar voos: agência internacional sugere medidas para conter alta da energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%Oferecido por

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou nesta sexta-feira (20) uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores.

Segundo a entidade, a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã elevou os preços da energia e aumentou preocupações com a inflação em todo o mundo.

Guerra no Oriente Médio: ataques à indústria energética fizeram preços do petróleo e do gás natural dispararem na quinta-feira (19). — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou nesta sexta-feira (20) uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores. Entre as sugestões estão trabalhar de casa e evitar viagens aéreas.

Segundo a entidade, a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã elevou os preços da energia e aumentou preocupações com a inflação em todo o mundo.

As propostas, de acordo com a IEA, são ações que podem ser adotadas por governos, empresas e famílias para reduzir o impacto recente da alta nos preços.

Entre as medidas sugeridas estão o incentivo ao trabalho remoto, a redução dos limites de velocidade nas rodovias em pelo menos 10 km/h e a substituição de viagens de avião por outros meios de transporte, sempre que possível.

“Recentemente, lançamos a maior liberação já realizada de estoques emergenciais de petróleo da IEA — e estou em contato próximo com governos ao redor do mundo, incluindo grandes produtores e consumidores de energia, como parte da nossa diplomacia energética internacional”, afirmou o diretor-executivo da IEA, Fatih Birol, em comunicado.

“Além disso, o relatório de hoje apresenta um conjunto de medidas imediatas e concretas que podem ser adotadas pelo lado da demanda por governos, empresas e famílias para proteger os consumidores dos impactos desta crise”, acrescentou.

No dia 11 de março, a IEA decidiu liberar um volume recorde de 400 milhões de barris de petróleo de estoques estratégicos para conter a disparada dos preços globais do petróleo. Os Estados Unidos foram responsáveis pela maior parte da oferta.

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GAC GS3 aposta em preço agressivo para bater ‘campeões de venda’ como T-Cross e Creta; veja o teste

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Carros GAC GS3 aposta em preço agressivo para bater ‘campeões de venda’ como T-Cross e Creta; veja o teste SUV chinês é moderno e tem motor 1.5 turbo com 170 cv, um dos mais potentes do mercado. Mas pode perder vendas ao pecar no espaço do porta-malas. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O GAC GS3 marca não apenas a segunda leva de lançamentos da fabricante chinesa no Brasil, mas também uma nova fase: a chegada de um SUV a combustão em meio a tantos modelos asiáticos eletrificados.

Seus objetivos são claros, de embolar uma das maiores disputas do mercado nacional. Com porte de SUV compacto, ele disputa mercado com Hyundai Creta, Volkswagen T-Cross e Honda HR-V, mas com preço inicial de R$ 139.990.

Esse preço o coloca abaixo das versões de entrada dos rivais diretos e pouco acima dos modelos de categoria inferior, os subcompactos. Veja abaixo alguns exemplos.

Fiat Pulse Impetus Turbo: R$ 151.490;Renault Kardian Iconic, versão topo de linha: R$ 149.990;Volkswagen Tera Highline, versão topo de linha: R$ 144.390;Honda HR-V EX, versão de entrada: R$ 166.400;Hyundai Creta Comfort Safety, versão de entrada: R$ 156.590;Volkswagen T-Cross Sense, versão de entrada: R$ 161.490.

Além do preço, o GAC GS3 aposta em um motor 1.5 turbo, de 170 cv, enquanto os principais concorrentes usam blocos 1.0 turbo. A marca também tenta atrair clientes com visual esportivo e bom acabamento interno, com destaque para a enorme central multimídia de 14,5 polegadas.

O g1 passou uma tarde com o GS3 para entender como um comprador acostumado a SUVs de marcas como Volkswagen e Hyundai pode se sentir ao volante de um modelo chinês.

É difícil passar pelo GS3 sem dedicar alguns segundos ao visual. Ele faz questão de parecer esportivo, e essa proposta aparece de forma clara em quase todas as linhas, predominantemente retas.

No desenho da carroceria, as curvas ficam restritas à lateral das portas, ao capô, pequeno difusor abaixo do vidro do porta-malas e ao teto. Todo o restante aposta em ângulos retos, incluindo a lanterna traseira, a luz de rodagem diurna e os espelhos laterais.

A proposta esportiva também aparece na parte inferior do para-choque traseiro, que traz difusores de ar posicionados entre ponteiras cromadas, solução visual comum em modelos de perfil mais esportivo como BMW M2, Golf GTI, Audi RS3 e um tanto de Porsches.

E há outro traço herdado de muitos esportivos: o porta-malas pequeno, com apenas 341 litros. É um volume baixo até mesmo para um SUV compacto de entrada.

Por outro lado, o espaço que falta para bagagens se reflete em mais conforto para as pernas de quem vai no banco traseiro. Um adulto de 1,90 metro não encosta os joelhos no banco da frente. Somado a isso, o túnel central quase plano ajuda a melhorar o conforto dos passageiros.

Por dentro, o visual não é tão minimalista quanto outros chineses. Os botões físicos e ajustes manuais chamam a atenção porque estão cada vez mais raros. Por outro lado, a central multimídia e o painel digital — esse de sete polegadas — deixam clara a proposta moderna do carro, típica de chineses.

Também foge do padrão em um SUV de quase R$ 140 mil o acabamento de bons materiais em quase todas as áreas ao alcance das mãos. Até a lateral do câmbio, área onde a perna costuma encostar, é revestida com material macio. Há diferentes texturas de acabamento, inclusive no plástico que envolve a área do câmbio.

Há um capricho também na ergonomia. Todos os controles e comandos do ar-condicionado estão onde devem estar: ao alcance dos dedos. Os botões têm textura, o que ajuda o motorista a identificá-los pelo tato, sem precisar desviar os olhos da estrada. Eles também são levemente inclinados, solução semelhante à usada pela Peugeot.

Outro ponto que remete à marca francesa é o ângulo da central multimídia, voltada para o motorista. Ainda assim, o passageiro consegue ver o conteúdo sem dificuldade, já que a tela mantém cores e brilho mesmo quando observada de lado.

Para o motorista, a visualização é completa sem a necessidade de virar muito o rosto. A sensação lembra a de uma tela levemente curvada de cinema, que permite enxergar todo o conteúdo com menos movimento da cabeça.

WhatsApp.mídia responde rapidamente, como se espera desse tipo de carro, mas falta um controle de volume dedicado para o passageiro. Quem vai ao lado precisa deslizar o dedo na tela para ajustar o som.

Esse comando ocupa parte da tela e chega a cobrir o mapa, algo que também acontece quando a seta é acionada. Nesse momento, câmeras laterais exibem imagens dos pontos cegos, recurso semelhante ao usado pela Honda, mas disponível nos dois lados do GS3.

Não é difícil perder uma saída na estrada, justamente porque o mapa não aparece na central, ocupada pela imagem da câmera da direita. A qualidade da imagem é excelente, mas acaba atrapalhando a navegação.

Há, sim, um ajuste para evitar essa situação, e o formato mais largo dos retrovisores laterais ajuda a compensar a ausência de um sensor de ponto cego. Assim que outro carro surge no limite do espelho, ele já fica visível quando o motorista olha para o lado.

Apesar de o motor 1.5 turbo, mais forte que todos os concorrentes diretos, foi nas retomadas que o g1 sentiu pouca empolgação ao volante do GS3.

Em arrancadas, como nas saídas de semáforo, o desempenho é muito bom, ajudado pelo torque disponível a partir de 1.500 giros. O GS3 se mostra ágil nesse cenário, mas em retomadas, como ao acelerar novamente a partir de 60 km/h, a sensação de esportividade diminui.

Nessas situações, há um atraso proposital de quase dois segundos na resposta do GS3. O termo não é por acaso: o diretor de engenharia da GAC, Leonardo Lukacs, explicou que esse ajuste na resposta ao acelerar foi adotado para atender às regras de emissão de gases no Brasil.

Ele também explicou outros dois pontos que reduzem a esportividade sugerida pelo design do GS3: não há trocas manuais no câmbio de dupla embreagem, banhado a óleo, com sete marchas, nem saída de escapamento integrada às ponteiras cromadas — as saídas do escapamento ficam escondidas atrás das ponteiras, direcionadas para baixo.

Segundo Leonardo Lukacs, a ausência de trocas manuais, seja pelo câmbio ou por aletas atrás do volante, foi uma decisão de projeto. “Se houver demanda, o hardware permite que [as trocas manuais] sejam desenvolvidas. A mudança é simples.”

No caso da saída do escapamento voltada para baixo, e não integrada à ponteira cromada, o executivo também citou exigências da regulamentação.

“Todo carro tem que passar por pass-by noise. E, quando a saída é para baixo, é mais fácil passar do que para cima. Se você tiver ela para cima, além do risco de não passar, a temperatura do equipamento pode danificar qualquer parte plástica”, disse.

Conhecida como “ruído de passagem”, essa medição usa microfones para verificar se o veículo ultrapassa o limite máximo de som permitido. O teste é obrigatório para a homologação de todos os carros vendidos oficialmente no Brasil e é conduzido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em conjunto com o Ibama.

A ausência de trocas manuais de marcha, o escapamento com ponteiras apenas decorativas e, sobretudo, o atraso nas retomadas de velocidade pesam contra a esportividade, que é um dos principais atrativos do GS3.

Mesmo com essas ressalvas, o GS3 se mostra mais ágil e potente do que o Volkswagen Nivus GTS, por exemplo. O SUV de proposta esportiva da Volkswagen custa mais caro que a versão topo de linha do GS3:

O Nivus leva vantagem no porta-malas, ponto em que o GS3 perde para muitos dos SUVs concorrentes. Ele também é superior no acerto de suspensão, embora a diferença seja menor do que a vista em outros modelos chineses.

No teste, considerando uma escala em que de um lado está a maciez excessiva típica de alguns carros chineses e, do outro, a rigidez maior dos modelos da Volkswagen, o GS3 se posiciona mais próximo do padrão da Volks.

Embora o GS3 tenha mostrado firmeza e bom controle da carroceria em velocidades mais altas na rodovia Anhanguera, que liga São Paulo (SP) a Campinas (SP), o volante se revelou leve demais.

Tanto em baixas quanto em altas velocidades, a sensação transmitida pelo volante lembra algo artificial, pouco consistente. Essa leveza vem de uma assistência elevada, que ajuda bastante em manobras e estacionamentos, especialmente para quem não usa o sistema automático para baliza que o carro tem.

Em contrapartida, pode causar insegurança até mesmo em vias com limite de 40 km/h. Um ajuste para tornar a direção elétrica mais firme conforme a velocidade aumenta seria suficiente para corrigir esse comportamento.

O maior ativo do GAC GS3 é o preço. Ele custa menos do que os concorrentes, oferecendo mais potência, acabamento macio em várias áreas, câmera de visão 360 graus, visual esportivo, bom desempenho e um pacote tecnológico robusto. A principal desvantagem segue sendo o porta-malas.

Quem tem família grande, costuma viajar com frequência ou precisa de espaço para carrinho de bebê pode desgostar do lançamento. Em praticamente todos os outros cenários, o GS3 se destaca por entregar mais e cobrar menos.

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Dona da Hellmann’s, Unilever negocia venda de área bilionária de alimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%Oferecido por

A Unilever está em negociações para vender sua divisão de alimentos para a concorrente menor McCormick & Company.

A companhia, listada em Londres, informou nesta sexta-feira (20) que recebeu uma proposta da McCormick, que também confirmou estar em conversas sobre uma eventual transação envolvendo esse negócio.

As tratativas indicam uma possível aceleração da estratégia do CEO Fernando Fernandez de focar a empresa nas áreas de beleza e cuidados pessoais, após a separação da divisão de sorvetes no ano passado.

A área de alimentos respondeu por cerca de um quarto das vendas da Unilever em 2025, com receita superior a 12,9 bilhões de euros (US$ 14,91 bilhões).

Analistas do Barclays estimam o valor da divisão entre 28 bilhões e 31 bilhões de euros, apesar do crescimento mais lento em relação ao restante da companhia.

A Unilever está conversando para vender sua área de alimentos para a McCormick & Company, dona de temperos, em um possível acordo que reuniria marcas conhecidas como Hellmann’s e Knorr com o molho picante Cholula, segundo a agência de notícias Reuters.

A empresa confirmou que recebeu uma proposta, e as negociações seguem em andamento — o que fez suas ações subirem cerca de 1%.

A venda faz parte da estratégia de focar mais em produtos de beleza e cuidados pessoais. Hoje, a área de alimentos ainda representa uma parte importante do negócio, mas vem enfrentando dificuldades porque muitas pessoas estão reduzindo o consumo de alimentos industrializados.

Além disso, especialistas alertam para os impactos desses produtos na saúde, e o uso de remédios para emagrecimento também tem levado as pessoas a comerem menos.

Mesmo sendo uma divisão grande — avaliada em até 31 bilhões de euros (US$ 33,8 bilhões) — ela cresce mais devagar. Ainda assim, não há garantia de que o negócio será fechado, e os detalhes não foram divulgados.

A Unilever e a Kraft Heinz chegaram a conversar sobre uma possível união, que juntaria marcas conhecidas como Hellmann’s e ketchup Heinz em uma só empresa, mas o acordo não saiu do papel, segundo o Financial Times.

A ideia mostra que as duas companhias estão enfrentando dificuldades, já que as pessoas têm consumido menos alimentos industrializados e mudado seus hábitos.

Enquanto a Unilever vem diminuindo sua atuação nessa área, a Kraft Heinz também tenta reorganizar seus produtos para voltar a crescer.

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Dólar abre em alta com crise do petróleo e escalada da guerra no Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%Oferecido por

O dólar abre nesta sexta-feira (20) em alta de 0,42%, a R$ 5,2373, com investidores atentos às tentativas dos Estados Unidos e de Israel para conter a crise de energia provocada pela guerra no Oriente Médio. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Em uma semana de forte volatilidade, o presidente dos EUA, Donald Trump, tentou sinalizar estabilidade ao mercado na quinta-feira, após ações da Casa Branca para conter a crise de energia, como a possível flexibilização de sanções ao petróleo iraniano e a liberação de reservas estratégicas.

▶️ As medidas ocorrem em meio a esforços de EUA e Israel para reduzir a aversão ao risco diante do temor de um conflito prolongado com o Irã. Após a disparada recente, um discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, trouxe alívio ao indicar que a tensão pode não se estender.

▶️ Depois de ultrapassar US$ 115, o petróleo recua nesta sexta, embora ainda opere em patamar elevado.

🔎 O Brent — referência global — era negociado a US$ 108,01 por volta das 8h46 (horário de Brasília). Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.

▶️ A sexta-feira continua com poucos indicadores no cenário local. O principais bancos centrais — Federal Reserve, Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra, Banco Nacional Suíço e Banco do Japão — optaram por manter os juros estáveis, enquanto monitoram os impactos econômicos do conflito.

▶️ No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou mais oferta de combustíveis da Petrobras, mas disse não ver risco de desabastecimento. A ANP reforçou o monitoramento do mercado, enquanto distribuidoras apontam alta na demanda e menor oferta.

Enquanto isso, um levantamento mostra que o preço do diesel já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.

▶️ No campo político, os investidores analisam a indicação do secretário-executivo Dario Durigan, número dois na hierarquia da pasta, para comandar o ministério até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a saída de Haddad para concorrer ao governo de São Paulo.

A guerra no Oriente Médio entrou em uma nova fase, segundo o Irã, que anunciou ataques a instalações de energia ligadas aos Estados Unidos como resposta aos bombardeios contra sua própria infraestrutura, atribuídos a Israel com apoio americano.

A escalada teve início após o ataque ao campo de gás South Pars, no Irã — o maior do mundo —, e ganhou força com a retaliação iraniana, que atingiu estruturas energéticas em países como Catar e Arábia Saudita, incluindo uma importante unidade de processamento de gás no território catariano.

Diante desse cenário, os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira, com o barril superando US$ 115, enquanto o gás natural também subiu forte na Europa. O movimento reflete o temor de interrupções no fornecimento global de energia.

Nos EUA, o governo de Donald Trump teria apoiado a ofensiva inicial, mas tenta conter novos ataques a esse tipo de infraestrutura, enquanto avalia os próximos passos conforme a reação do Irã.

Ao declarar que o Irã está sendo "dizimado", Benjamin Netanyahu citou o arsenal iraniano de mísseis e drones como ponto estratégico.

“O que estamos destruindo agora são as fábricas que produzem os componentes para fabricar esses mísseis e para produzir as armas nucleares que eles estão tentando desenvolver”, afirmou Netanyahu.

Na quarta-feira, o Banco Central do Brasil reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 15% para 14,75% ao ano, no primeiro corte desde maio de 2024, decisão já esperada pelo mercado.

👉 Mesmo com a queda, o BC sinalizou cautela e não indicou novos cortes por conta das incertezas com a guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo e os impactos na inflação. O comitê destacou que vai acompanhar os efeitos do conflito na economia antes de decidir os próximos passos.

🔎 O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses.

A liderança do ranking, antes ocupada pela Rússia, passou para a Turquia, que registrou uma taxa real de 10,38%. Os russos aparecem na terceira posição, com juros reais de 9,41%.

Enquanto isso, nos EUA, o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano. Apesar das incertezas, o banco central americano ainda prevê um possível corte de 0,25 ponto ainda este ano, mas alertou que pode mudar de ideia se o cenário externo piorar com os conflitos.

👉 Juros altos nos EUA tendem a fortalecer o dólar e podem impactar países como o Brasil, pressionando a inflação e dificultando a queda dos juros por aqui.

Nesta quinta, o Banco da Inglaterra também decidiu manter os juros. A instituição avalia os riscos de inflação decorrentes da guerra, e alguns membros levantaram a possibilidade de um aumento.

Em Wall Street, as principais bolsas fecharam em queda. As perdas, que chegaram a ser mais intensas ao longo do pregão, perderam força diante da expectativa de investidores de que o conflito no Oriente Médio possa desacelerar.

O índice Dow Jones caiu 0,44%, enquanto o S&P 500 recuou 0,24% e o Nasdaq teve baixa de 0,28%. Os investidores também avaliaram os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA, que caíram para 205 mil, abaixo do esperado, indicando um mercado de trabalho ainda estável, apesar das incertezas globais.

Na Europa, os mercados também fecharam em queda, refletindo as tensões geopolíticas e a cautela com a inflação.

No Reino Unido, o Banco da Inglaterra votou por unanimidade pela manutenção dos juros, diante dos riscos inflacionários ligados à guerra no Oriente Médio. Parte dos dirigentes, inclusive, sinalizou a possibilidade de novas altas, o que provocou uma forte venda de títulos públicos de curto prazo.

Entre as bolsas, o índice britânico FTSE 100 recuou 2,35%, enquanto o DAX, da Alemanha, caiu 2,76% e o CAC 40, da França, teve baixa de 2,03%.

Na Ásia, as bolsas também fecharam em queda nesta quinta-feira, com investidores mais cautelosos diante da escalada do conflito e das incertezas sobre a economia global.

Em Xangai, o principal índice recuou 1,4%, aos 4.006 pontos, após chegar a ficar abaixo dos 4.000 no intradia, enquanto o CSI300 caiu 1,6%, a 4.583 pontos.

Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2%, aos 25.500 pontos, e, no Japão, o Nikkei registrou forte queda de 3,4%, aos 53.372 pontos. Também houve perdas na Coreia do Sul (-2,7%), Taiwan (-1,9%), Austrália (-1,6%) e Cingapura (-0,8%).

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Como melhorar a produção de ovos e frango caipira? Veja dicas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 09:48

GLOBO RURAL Como melhorar a produção de ovos e frango caipira? Veja dicas Material foi elaborado pela Emater-MG e reúne recomendações sobre manejo, incluindo organização dos piquetes, alimentação do plantel. Por Globo Rural

Produtores interessados em melhorar a produção de ovos e frangos caipiras podem acessar gratuitamente uma cartilha com orientações técnicas sobre o tema.

O material foi elaborado pela Emater-MG e reúne recomendações sobre manejo, incluindo organização dos piquetes, alimentação do plantel e cuidados com a saúde e o bem-estar animal.

50 vídeos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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De 10% para menos de 3%: como fazendas estão reduzindo a mortalidade de bezerras no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 06:47

GLOBO RURAL De 10% para menos de 3%: como fazendas estão reduzindo a mortalidade de bezerras no Brasil Projeto que monitora mais de 200 fazendas ajuda produtores a baixar índices de mortes, focando nos cuidados desde o nascimento e no conforto das vacas gestantes. Por Redação g1, Globo Rural

Um dos principais desafios das fazendas leiteiras no Brasil é a alta mortalidade de bezerras recém-nascidas.

Historicamente, as perdas giravam em torno de 10%, mas um projeto que reúne profissionais, universidades e institutos de pesquisa vem mostrando que é possível reduzir esse índice com investimento em estrutura e atenção ao manejo básico.

Desde 2017, o programa Alta Cria acompanha dados de mais de 200 propriedades em 10 estados, com forte presença em Minas Gerais. A proposta é transformar conhecimento técnico em soluções práticas para o produtor.

“O ideal é não passar de 3% de mortalidade. Já temos produtores que saíram da média de 10% e hoje trabalham com 2% ou até 1%”, afirma o zootecnista Rafael Azevedo, coordenador do projeto.

Em Coromandel (MG), os irmãos Fernando e Henrique Silva assumiram a fazenda da família após a morte do avô, em 2008 (veja reportagem completa no vídeo acima).

Apesar da tradição na atividade, eles perceberam que seria necessário profissionalizar a gestão para se manter no mercado.

Os investimentos em genética e conforto animal fizeram a produtividade saltar de 17 para 43 litros de leite por vaca por dia. Ainda assim, a mortalidade das bezerras continuava sendo um problema.

Segundo especialistas, as causas são diversas: doenças no umbigo e diarreia nos primeiros dias de vida; problemas respiratórios até os 90 dias; e a chamada tristeza parasitária, transmitida pelo carrapato, a partir dos três meses.

Para reverter esse cenário, os produtores investiram R$ 550 mil em um novo sistema de criação. O antigo modelo, com sombreamento a campo, deu lugar a 96 casinhas individuais, que protegem melhor os animais do clima e da umidade.

O manejo também mudou. O protocolo passou a incluir cura do umbigo com iodo, pesagem e o fornecimento de colostro — o primeiro leite — em até duas horas após o nascimento, essencial para garantir a imunidade das bezerras.

A cerca de 200 km dali, em Carmo do Paranaíba (MG), o produtor Eldes Braga conseguiu reduzir ainda mais as perdas. Em um rebanho com cerca de 350 nascimentos por ano, apenas seis bezerras morrem — o equivalente a cerca de 1,7%.

A mudança veio quando ele passou a focar no cuidado com as vacas ainda na gestação. O produtor investiu em um galpão exclusivo para os animais prenhes, com sistema de resfriamento por água e ventilação, para reduzir o estresse térmico.

Além do conforto, as vacas recebem alimentação específica, com proteínas e nutrientes que ajudam a fortalecer a imunidade da mãe e da cria. O resultado também aparece na produção: as novilhas passaram a parir mais pesadas, com média de 670 kg, o que contribui para maior produção de leite na fase de lactação.

Para os produtores, a principal lição é que a atividade leiteira exige cada vez mais profissionalização.

O bom manejo das bezerras garante a reposição do rebanho e a substituição de animais menos produtivos, o que sustenta a rentabilidade no longo prazo.

Desde 2024, os pesquisadores do projeto também iniciaram um levantamento semelhante voltado para fazendas de gado de corte.

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