RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa à venda? Novo plano comercial da Fifa enfrenta resistência global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%Oferecido por

A proximidade entre Gianni Infantino e Donald Trump alimenta questionamentos sobre conflitos de interesse no plano da Fifa de atrair investidores privados — Foto: Kai Pfaffenbach/REUTERS

"Enquanto vocês dividem, nós unimos", escreveu Gianni Infantino nas redes sociais em 27 de julho, em uma longa mensagem dirigida a seus críticos. Um dia depois, porém, o presidente da Fifa conseguiu unir diferentes setores do futebol internacional contra sua mais recente proposta.

Após reportagens publicadas pelos jornais britânicos The Times e Financial Times, a Fifa confirmou planos para criar uma nova subsidiária, a FIFA Forward Enterprise (FFE). A estrutura permitiria à entidade vender uma participação minoritária dos direitos comerciais da Copa do Mundo a investidores privados por cerca de 20 bilhões de dólares (R$ 102 bilhões).

Entre os potenciais investidores estaria a Thrive Eternal, empresa liderada por Joshua Kushner, irmão de Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Além das preocupações com possíveis conflitos de interesse decorrentes da proximidade entre Infantino e Trump, críticos apontam falta de transparência, riscos de corrupção e questionam se a Fifa tem legitimidade para tomar uma decisão dessa dimensão sem ampla consulta às entidades do futebol.

"A Copa do Mundo é um dos poucos eventos esportivos verdadeiramente globais, e isso envolve uma responsabilidade que vai além da maximização de receitas", afirmou Bret Myers, professor de negócios esportivos da Universidade Villanova, nos Estados Unidos, à DW.

A proposta segue um modelo comum nos esportes americanos, nos quais a participação de investidores privados é amplamente aceita. A Fórmula 1 passou por um processo semelhante após ser adquirida pela Liberty Media, em 2017. Greg Maffei, ex-presidente-executivo da companhia, atua atualmente como conselheiro comercial da Fifa no projeto da FFE.

"Os esportes da América do Norte operam há muito tempo sob uma lógica mais comercial, baseada em propriedade privada, valorização de franquias e presença de investidores", disse Myers. "No futebol, especialmente na Europa, clubes e competições ainda são vistos como instituições culturais, e não apenas como ativos comerciais."

A proposta de abrir parte dos direitos comerciais da Copa do Mundo renderia repasses a confederações — Foto: Markus Ulmer/Pressefoto Ulmer/picture alliance

Para muitos críticos, a principal preocupação é que a iniciativa represente o primeiro passo rumo a uma eventual privatização da principal competição do futebol mundial.

"Uma participação minoritária é muito diferente de abrir mão do controle", afirmou Myers. "Ainda assim, trata-se de uma mudança significativa na forma como a Copa do Mundo será financiada e explorada comercialmente."

Embora seja formalmente uma organização sem fins lucrativos, a Fifa acumula reservas estimadas em 8 bilhões de dólares (R$ 40 bilhões), impulsionadas pelos resultados da última Copa do Mundo.

Como a missão declarada da entidade é promover o desenvolvimento do futebol, e não maximizar lucros, críticos interpretam a medida também como uma tentativa de ampliar a influência política de Infantino. Outro foco de insatisfação é a ausência de consultas prévias às confederações continentais.

A entidade afirma que os recursos serão reinvestidos no futebol. O principal incentivo oferecido às federações é um repasse linear de 20 milhões de dólares (R$ 102 milhões) para cada uma das 211 associações nacionais em 2027, valor que subiria para 24 milhões de dólares (R$ 122 milhões) em 2035.

As federações têm até 19 de setembro para informar se aceitam o plano. Caso contrário, esses valores poderão ser reduzidos ou até retirados.

"O presidente controla um enorme volume de recursos e os utiliza para recompensar quem lhe é leal e punir quem não o apoia", afirmou Miguel Maduro, ex-presidente do Comitê de Governança, Auditoria e Conformidade da Fifa.

Segundo ele, a falta de mecanismos eficazes de controle e fiscalização levanta dúvidas sobre a destinação dos recursos.

"A Fifa poderia fazer muitas coisas positivas com esse dinheiro. Mas não existe um sistema adequado de freios, contrapesos e prestação de contas que garanta que os recursos sejam bem utilizados pelas associações nacionais. Tudo o que aconteceu no passado me deixa desconfiado sobre como esse dinheiro acabará sendo gasto", disse.

A resposta do futebol internacional foi majoritariamente crítica. Federações nacionais, dirigentes e grupos de torcedores rejeitaram a proposta, sobretudo pela falta de consultas prévias.

A Confederação Asiática de Futebol (AFC) afirmou não ter sido consultada e declarou decepção com a forma como o projeto foi apresentado. Ásia e África formam a principal base política de Infantino, reunindo 101 das 211 associações filiadas à Fifa.

Posições semelhantes foram adotadas por federações influentes, entre elas a Federação Alemã de Futebol (DFB).

"Uma linha está sendo ultrapassada. Existe um forte consenso entre as associações nacionais sobre esse tema, como pude constatar em conversas recentes com Aleksander Ceferin e outros colegas", afirmou Hans-Joachim Watzke, vice-presidente da DFB.

A gestão de Infantino já esteve no centro de controvérsias envolvendo o calendário do futebol, a expansão de competições e medidas adotadas em Copas do Mundo, como pausas para hidratação — Foto: Foto: Marco Bader/HMB-Media/IMAGO

A Confederação das Associações de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) disse estar "profundamente preocupada" com a proposta.

Já a Confederação Africana de Futebol (CAF) convidou suas associaçõesa "examinar" o projeto da Fifa e a "participar do processo de consulta".

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) não se manifestaram até o momento. Anteriormente, a entidade sul-americana demonstrou apoio à reeleição de Infantino.

A União Associações Europeias de Futebol (Uefa) afirmou que "o futebol não pertence à Fifa para ser vendido". A manifestação ocorre em meio ao aumento das tensões entre as duas entidades nos últimos meses.

Miguel Maduro apoia a posição da entidade europeia, mas argumenta que os problemas de governança vão além da atual gestão da Fifa.

"Não acredito que a Uefa enfrente problemas tão graves quanto os da Fifa, mas ela também possui falhas significativas de governança que precisam ser corrigidas", afirmou.

"Substituir apenas Infantino, sem mudar a estrutura que produz esse tipo de liderança, seria remover algumas maçãs estragadas e deixar a árvore intacta."

As críticas da AFC e da Concacaf, responsável pelo futebol da América do Norte, Central e Caribe, podem reforçar a posição da Uefa em uma eventual articulação contra o projeto.

O episódio também pode estimular uma aliança entre confederações continentais para apoiar um adversário de Infantino nas próximas eleições da Fifa ou até levantar a possibilidade de boicotes a competições futuras.

Ainda assim, os valores prometidos às federações podem alterar o cenário político. Maduro avalia que esse tipo de resistência costuma perder força com o tempo.

"Na maioria das vezes, essas declarações surgem sob pressão da opinião pública. Depois, as organizações acabam não levando suas posições adiante", disse.

Segundo ele, a crescente oposição da Uefa também está ligada à defesa de seus próprios interesses econômicos, especialmente da Liga dos Campeões. Caso o projeto avance, Maduro acredita que a Fifa tentará ampliar ainda mais o alcance e a frequência de suas competições.

"Eles vão querer transformar o Mundial de Clubes na principal competição internacional entre clubes, superando a Liga dos Campeões. É isso que tentarão fazer porque estará alinhado aos seus interesses comerciais", afirmou.

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Arrecadação federal soma R$ 264,4 bilhões em junho e bate recorde para o mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,069-0,78%Dólar TurismoR$ 5,292-0,3%Euro ComercialR$ 5,834-0,24%Euro TurismoR$ 6,0960,08%B3Ibovespa175.209 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,069-0,78%Dólar TurismoR$ 5,292-0,3%Euro ComercialR$ 5,834-0,24%Euro TurismoR$ 6,0960,08%B3Ibovespa175.209 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,069-0,78%Dólar TurismoR$ 5,292-0,3%Euro ComercialR$ 5,834-0,24%Euro TurismoR$ 6,0960,08%B3Ibovespa175.209 pts0,76%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 264,4 bilhões em junho deste ano, informou nesta quinta-feira (30) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 7,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 245,5 bilhões (valor corrigido pela inflação).

O valor também foi o maior já registrado para meses de junho desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.

➡️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira, com a tributação do do petróleo e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior);mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;aumento de impostos sobre combustíveis feitos em 2023 e mantido desde então;reoneração gradual da folha de pagamentos;fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);início da taxação das bets;aumento do IOF sobre crédito e câmbio;alta na tributação dos juros sobre capital próprio.

"O acréscimo observado no período pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Rendimentos do Capital, e do IRPJ e da CSLL. Destaca-se, ainda, recolhimentos atípicos de IRPJ e CSLL no mês de junho e a arrecadação de Imposto de Exportação sobre óleo bruto.

CCJ do Senado aprova PEC da autonomia financeira do Banco Central — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

➡️Segundo a Receita Federal, a arrecadação recorde em junho também é resultado da tributação e da disparada do preço do petróleo.

Com um preço mais alto, resultado da guerra entre Estados Unidos e Irã, também subiram as receitas do governo com o produto, como "royalties" e extração.

➡️Somente em junho, o imposto de exportação sobre o petróleo arrecadou R$ 3,8 bilhões e as receitas não administradas (que englobam royalties, concessões, permissões e cotas-parte e compensações financeiras pela exploração de recursos naturais, entre outros) tiveram aumento de R$ 1,2 bilhão.

Nos seis primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 1,59 trilhão — sem a correção pela inflação.

Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 1,6 trilhão de janeiro a junho, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 6,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 1,51 trilhão.

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.

Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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Dívida pública federal sobe 2,6% em junho e atinge R$ 9,27 trilhões, diz Tesouro Nacional

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 10:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,073-0,7%Dólar TurismoR$ 5,293-0,29%Euro ComercialR$ 5,836-0,21%Euro TurismoR$ 6,0940,05%B3Ibovespa174.438 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,073-0,7%Dólar TurismoR$ 5,293-0,29%Euro ComercialR$ 5,836-0,21%Euro TurismoR$ 6,0940,05%B3Ibovespa174.438 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,073-0,7%Dólar TurismoR$ 5,293-0,29%Euro ComercialR$ 5,836-0,21%Euro TurismoR$ 6,0940,05%B3Ibovespa174.438 pts0,32%Oferecido por

A dívida pública federal cresceu 2,6% em junho e atingiu R$ 9,27 trilhões, informou nesta quarta-feira (29) a Secretaria do Tesouro Nacional. Em maio, o endividamento estava em R$ 9,03 trilhões.

A dívida pública federal é a contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal, ou seja, pagar as despesas do governo acima da arrecadação com impostos e contribuições.

De acordo com o Tesouro, a dívida subiu em junho por conta da emissão de R$ 149,6 bilhões em títulos públicos no mercado interno. Os resgates desses papéis somaram valor menor no mês passado: R$ 7,33 bilhões.

Segundo o governo, o custo médio das emissões em oferta pública da dívida pública apresentou redução, passando de 14,19%, em maio, para 14,20% ao ano em junho.

Já o prazo médio da dívida pública apresentou queda, passando de 4,07 anos, em maio, para 4,01 anos, em junho.

A chamada "reserva de liquidez' (disponibilidades de caixa destinadas exclusivamente ao pagamento da dívida) passou de passando de R$ 1,21 trilhão, em maio, para R$ 1,35 trilhão em junho — o equivalente a 8,33 meses de vencimentos.

A previsão do Tesouro Nacional é que a dívida encerre o ano de 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões. O dado consta no Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em janeiro deste ano.

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Táxi sem volante da Amazon recebe autorização para operar comercialmente nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 10:52

Carros Táxi sem volante da Amazon recebe autorização para operar comercialmente nos EUA Veículo elétrico da Zoox não tem volante nem pedais e foi desenvolvido para nunca precisar de motorista. Órgão de trânsito americano declarou que vai fiscalizar a segurança do sistema. Por Reuters — San Diego, Califórnia

Zoox, táxi sem volantes e pedais da Amazon, recebe autorização para operar nos EUA — Foto: Divulgação / Zoox

A Zoox, empresa de veículos autônomos da Amazon, recebeu autorização do governo dos Estados Unidos para iniciar uma operação comercial limitada de seus robotáxis sem volante nem pedais.

A aprovação foi anunciada nesta quarta-feira (30) pela Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário (NHTSA, na sigla em inglês).

A decisão é considerada um marco para a indústria de carros autônomos porque permite que um veículo desenvolvido desde o início para funcionar sem motorista humano passe a operar comercialmente.

Até agora, a maioria das empresas do setor adaptava carros convencionais para incluir sistemas de direção autônoma.

🤖 O robotáxi da Zoox tem formato semelhante ao de uma pequena cabine elétrica, com duas fileiras de assentos voltadas uma para a outra.

A empresa disputa espaço nesse mercado com concorrentes como a Waymo, da Alphabet (controladora do Google), e a Tesla, que também desenvolve veículos totalmente autônomos.

Zoox, táxi sem volantes e pedais da Amazon, recebe autorização para operar nos EUA — Foto: Divulgação / Zoox

Em entrevista exclusiva à agência Reuters, o administrador da NHTSA, Jonathan Morrison, afirmou que a autorização permite que a Zoox coloque em operação comercial até 2.500 veículos por ano, durante os próximos dois anos.

Segundo ele, a agência concluiu que o sistema de direção autônoma da empresa oferece um nível de segurança equivalente ao exigido para veículos convencionais, mesmo sem volante ou pedais.

"Podemos afirmar claramente que os sistemas instalados no Zoox superam os requisitos equivalentes de desempenho de um veículo em conformidade", afirmou Morrison.

A autorização, no entanto, vem acompanhada de exigências extras. A Zoox terá de informar regularmente à NHTSA ocorrências como acidentes e paradas inesperadas nas vias públicas. Caso sejam identificados problemas relevantes de segurança, a autorização poderá ser suspensa.

"Temos a capacidade de retirar a isenção caso vejamos grandes problemas de segurança", disse Morrison.

Cabine do Zoox, táxi sem volantes e pedais da Amazon, que recebeu autorização para operar nos EUA — Foto: Divulgação / Zoox

Atualmente, a Zoox realiza testes com passageiros em áreas de Las Vegas e São Francisco. Com a nova autorização federal, a empresa poderá começar a cobrar pelas viagens, desde que obtenha também as licenças exigidas pelos governos estaduais e municipais.

A NHTSA informou ainda que pretende elaborar os primeiros padrões federais específicos para sistemas de direção autônoma até o fim do governo Donald Trump. A agência também estuda revisar normas antigas, criadas para veículos conduzidos por pessoas, como a obrigatoriedade de volante, pedais e retrovisores.

Apesar do avanço regulatório, a expansão dos robotáxis ainda enfrenta desafios relacionados à segurança.

Zoox, táxi sem volantes e pedais da Amazon, recebe autorização para operar nos EUA — Foto: Divulgação / Zoox

Neste mês, a NHTSA enviou uma carta às empresas do setor cobrando medidas imediatas para corrigir situações em que veículos autônomos interferiram no trabalho de policiais, bombeiros e equipes de resgate.

A agência também acompanha episódios em que robotáxis tiveram dificuldades para lidar com ônibus escolares parados, áreas de obras, cruzamentos movimentados, ruas alagadas e outras situações complexas do trânsito.

"Se continuarmos vendo problemas, não hesitaremos em usar toda a nossa autoridade fiscalizadora", afirmou Morrison.

Após receber a notificação da agência, a Zoox fez um recall de sua frota de 105 veículos autônomos para atualizar o software. Segundo a empresa, os robotáxis poderiam ter dificuldade para detectar fumaça densa, especialmente em situações de emergência.

Morrison deve apresentar nesta quinta-feira (30) os esforços da NHTSA para aumentar a segurança dos veículos autônomos durante o Simpósio de Transporte Automatizado da SAE International, em San Diego.

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TCU identifica irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’ analisados em auditoria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 10:52

Política TCU identifica irregularidades em 82% dos repasses via 'emendas Pix' analisados em auditoria Prejuízo estimado aos cofres públicos é estimado em R$ 49 milhões, o que representa 25% dos recursos fiscalizados. Relatório será encaminhado ao ministro Flávio Dino, relator de ação sobre o tema no STF. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que analisou uma amostra de 100 transferências por emendas Pix, entre 2020 e 2024, identificou irregularidades em 82% dos repasses fiscalizados e 82,4% dos beneficiários.

As emendas foram destinadas a 73 municípios e dois estados (Pará e São Paulo). O volume de recursos auditados soma R$ 198,11 milhões.

🔎As chamadas "emendas Pix" foram criadas em 2019 e ficaram conhecidas assim pela dificuldade na fiscalização dos recursos, uma vez que os valores são transferidos por parlamentares diretamente para estados ou municípios, sem a necessidade de apresentação de projeto, convênio ou justificativa. Por isso,não há como fiscalizar onde o dinheiro será gasto na ponta.

Segundo os técnicos, o prejuízo total aos cofres públicos é estimado em R$ 49.074.851,75, o que representa 25% do total de recursos fiscalizados.

A auditoria e o plano foram elaborados por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Dino é relator de ações na Corte que investigam suspeitas de irregularidades no repasse de emendas. O conteúdo será encaminhado para análise do magistrado.

➡️Nessa quarta-feira (29), o ministro determinou que a Presidência da República e as cúpulas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal apresentem, em até 10 dias, uma proposta de "matriz de responsabilidades" para o controle das emendas parlamentares.

➡️A decisão foi tomada no âmbito da ação que questiona se é constitucional o atual regime das emendas impositivas (aquelas que parlamentares decidem para onde vai e o governo federal é obrigado a pagar).

Uma das causas é movimentação do dinheiro em contas correntes não específicas, além da ausência de envio de relatórios parciais ou finais de gestão ao sistema Transferegov.br.

Pagamentos de despesas sem documentação jurídica ou fiscal adequada;gastos sem finalidade da transferência especial; e pagamentos sem comprovação da quantidade ou da execução do objeto contratado

Inexecução total ou parcial das obras ou serviços e superfaturamento de preços, com prejuízo apurado de R$ 14.107.068,26.

Segundo o TCU, as irregularidades levaram à instauração de processos de tomada de contas especial para apurar responsabilidades e buscar o ressarcimento dos danos.

Câmara dos Deputados completa 200 anos com acervo histórico acessível a quem visita o Congresso — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A auditoria também identificou fragilidades no módulo de transferências especiais do sistema Transferegov.br.

Entre elas estão a aceitação de informações genéricas nos planos de trabalho, como a falta de detalhamento do objeto; a possibilidade de alterações irrestritas de objetos, valores e metas; inconsistências na apresentação dos saldos bancários, que podem induzir usuários ao erro.

Sobre isso, o TCU determinou que o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) atualize, em até 120 dias, os seus sistemas para impedir que os entes beneficiários alterem os dados dos planos de trabalho referentes às transferências realizadas entre 2020 e 2024 após o registro dessas informações. A decisão foi tomada na sessão plenária desta quarta-feira (29).

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Associação repudia ataques de Paulo Figueiredo a jornalistas e veículos de comunicação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 09:51

Economia Midia e Marketing Associação repudia ataques de Paulo Figueiredo a jornalistas e veículos de comunicação Segundo a Abert, declarações do influenciador "ultrapassam os limites da liberdade de expressão" e configuram incitação ao ódio. Por Redação g1 — São Paulo

Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, neto do ex-presidente da Ditadura militar João Baptista de Oliveira Figueiredo — Foto: Reprodução/YouTube

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) publicou na última quinta-feira (29) uma nota de repúdio contra os ataques proferidos pelo influenciador Paulo Figueiredo contra jornalistas e veículos de comunicação, principalmente "as declarações de conteúdo misógino" feitas à jornalista da Globo Miriam Leitão.

Segundo o órgão, as ofensas "ultrapassam os limites da liberdade de expressão e configuram grave incitação ao ódio e à intimidação de jornalistas".

"É inadmissível que profissionais da comunicação sejam alvo de discursos que buscam constrangê-los, desqualificá-los e estimulam a violência em razão do exercício de sua atividade", afirmou a Abert em nota.

"Ataques dessa natureza representam uma afronta à liberdade de imprensa, à dignidade da pessoa humana e ao direito da sociedade de receber informação livre, plural e independente."

A associação ainda manifestou solidariedade à jornalista Miriam Leitão e aos profissionais atingidos e disse esperar que as autoridades competentes "adotem medidas cabíveis para apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos".

A Abert também reafirmou seu compromisso com a defesa da liberdade de expressão, do livre exercício do jornalismo e da integridade de todos os profissionais da comunicação.

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UE anuncia € 10 bilhões para financiar sete gigafábricas de IA e reduzir distância de EUA e China na tecnologia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 09:51

Tecnologia UE anuncia € 10 bilhões para financiar sete gigafábricas de IA e reduzir distância de EUA e China na tecnologia Comissão Europeia quer atrair mais € 20 bilhões da iniciativa privada para ampliar a infraestrutura de inteligência artificial no bloco. Por Reuters

A União Europeia (UE) vai financiar a construção de sete gigafábricas de inteligência artificial (IA) em países do bloco, em um investimento de € 10 bilhões (US$ 11,5 bilhões), informou a Comissão Europeia nesta quinta-feira (30).

A iniciativa faz parte dos esforços da UE para reduzir a distância tecnológica em relação aos Estados Unidos e à China.

A Comissão afirmou que pretende atrair pelo menos € 20 bilhões em investimentos privados para os projetos. Inicialmente, o plano previa a construção de cinco gigafábricas, mas o número foi ampliado para sete devido ao forte interesse dos países do bloco.

As instalações vão reunir processadores avançados de IA, softwares, tecnologia em nuvem, conectividade de alta velocidade e data centers. Elas serão somadas às 19 fábricas de IA que já existem em diferentes países da União Europeia.

"O acesso à escala bruta do poder computacional dentro das gigafábricas de IA é uma necessidade estratégica para a Europa à medida que o desenvolvimento da IA acelera", afirmou Henna Virkkunen, chefe de tecnologia da União Europeia, em comunicado.

Empresas de tecnologia, provedores de serviços em nuvem, entidades públicas e investidores poderão formar consórcios ou veículos de propósito específico para se candidatar à participação nas gigafábricas.

O processo de inscrição termina em 12 de novembro. A Comissão espera anunciar os vencedores no início de 2027, e a previsão é que as instalações entrem em operação até 18 meses após a assinatura dos contratos.

As empresas AMD, Nvidia e Qualcomm assinaram cartas de intenção com a Comissão Europeia para fornecer chips aos grupos envolvidos nos projetos das gigafábricas.

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Desemprego fica em 5,4% no trimestre até junho, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%Oferecido por

A taxa de desocupação ficou em 5,4% no trimestre encerrado em junho de 2026, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta quinta-feira (30) pelo IBGE.

Com o resultado, a taxa caiu 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março de 2026, quando estava em 6,1%. Na comparação com o mesmo período do ano passado (abril a junho de 2025), a queda foi de 0,4 ponto percentual, já que a taxa era de 5,8%.

No trimestre encerrado em junho, o Brasil tinha 5,9 milhões de pessoas desempregadas. O número representa uma queda de 10,9% em relação ao trimestre anterior, encerrado em março (6,6 milhões).

Na comparação com o mesmo período de 2025, houve queda de 6,3%, o equivalente a 392 mil pessoas a menos em busca de trabalho.

Já o total de ocupados somou 103,1 milhões. Esse contingente aumentou 1,1% no trimestre, com avanço de 0,7% também em relação ao ano anterior, representando um adicional de 742 mil pessoal.

Com consequência, o nível de ocupação — que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada — ficou em 58,8%, com alta de 0,5 ponto percentual frente ao trimestre anterior e estabilidade na comparação anual.

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Dólar abre em queda, de olho em dados econômicos e conflito entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (30) em queda, com um recuo de 0,21% perto das 9h, cotado a R$ 5,0974. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ Uma série de dados econômicos do Brasil e dos Estados Unidos toma conta da agenda de hoje. No Brasil, o destaque fica com a Pnad Contínua, que deve trazer indicações sobre o mercado de trabalho nacional. Já no exterior, o foco fica com o PIB americano e o PCE, índice de inflação preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) para guiar sua política de juros.

▶️ E por falar em Fed, investidores também seguem repercutindo a decisão de juros da instituição, anunciada na véspera. O BC americano manteve a taxa inalterada na faixa de 3,50% e 3,75% ao ano, no menor nível desde setembro de 2022. A decisão veio em linha com o esperado pelo mercado e marcou a quinta reunião seguida em que o BC americano deixou os juros no mesmo nível.

▶️ A volta das tensões entre EUA e Irã também seguem sob os holofotes. Na véspera, o presidente americano, Donald Trump, prometeu retaliações contra o Irã pelo ataque do país a militares americanos na Jordânia. Segundo o republicano, cinco projéteis foram interceptados.

Mesmo diante das tensões, o petróleo operava em queda nesta quinta-feira. Perto das 8h45, o barril do Brent, referência internacional, caía 0,57%, cotado a US$ 90,22. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 0,89% no mesmo horário, a US$ 83,71 o barril.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (29) que os Estados Unidos atingiriam o Irã com "muita força" após um ataque contra militares americanos na Jordânia.

"Agora é a nossa vez", disse Trump a repórteres na Casa Branca. Ele afirmou que Washington veria se haveria um acordo em algum momento, "mas vamos atingi-los com muita força".

Mais cedo, em entrevista à Fox, o republicano havia prometido "dar uma surra" em Teerã em resposta.

Trump disse que o Irã lançou cinco mísseis balístico em direção a posições americanas, mas o sistema Patriot interceptou todos os projéteis.

Trump também afirmou ter sido informado sobre um ataque de drone contra navios-tanque ao largo do Egito, mas não informou como os EUA vão reagir.

Empresas de segurança marítima e o governo egípcio reportaram que a embarcação Energos Winter, que armazena Gás Natural Liquefeito (GNL) e pertence a uma empresa dos EUA, foi atingida por um drone no porto de Damieta.

Com isso, as preocupações sobre os efeitos diretos e indiretos da guerra voltam a tomar conta dos mercados. O principal temor é que o conflito continue a limitar o tráfego no Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo —, limitando a oferta global da commodity.

Na Ásia, as ações chinesas caíram nesta quinta-feira, em meio a uma forte onda de vendas nos setores de chips e transceptores ópticos.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 1,10%, enquanto o Índice de Xangai, o SSEC, recuou 0,6%.

Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 0,2% e o Nikkei, do Japão, subiu 0,71%. O Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 1,23%.

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Mesmo com Desenrola 2.0, inadimplência bancária mantém recorde em junho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 08:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%Oferecido por

A taxa de inadimplência média total registrada pelos bancos nas operações de crédito permaneceu estável em 4,7% em junho, recorde histórico, informou nesta quinta-feira (30) o Banco Central (BC).

O valor continuou no maior desde o início da série histórica revisada da autoridade monetária, em março de 2011.

O indicador de inadimplência do Banco Central considera as operações com atraso superior a 90 dias, tanto das pessoas físicas quanto das empresas.

No caso das pessoas físicas, a inadimplência permaneceu em 5,6% em junho, o maior patamar da série histórica.Já para as empresas, a inadimplência ficou estável 3,2% em no mês passado, o maior valor desde novembro de 2017 (3,3%).

O recorde foi atingido no mês seguinte ao lançamento do "Novo Desenrola Brasil", também chamado de Desenrola 2.0, último programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo, que começou em maio.

Segundo o ministério da Fazenda, o programa já renegociou mais de R$ 22 bilhões e foram feitas cerca de 3,6 milhões de renegociações até o final de junho. Com isso, a dívida recuou de R$ 22 bilhões para cerca de R$ 4 bilhões.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta semana que o governo federal decidiu prorrogar a adesão ao Desenrola 2.0 até 31 de agosto. Sem a extensão, o programa terminaria no começo de agosto.

De acordo com números do Banco Central, os indicadores de endividamento também continuaram em patamar elevado no mês de maio, apesar de uma queda marginal — o último disponível nesse indicador.

A relação percentual entre o saldo das dívidas das famílias e a renda acumulada em doze meses recuou de 49,9% em abril para 49,8% em maio.

Segundo a Serasa Experian — empresa de análise de crédito que reúne dados financeiros de consumidores e empresas — 82,8 milhões de brasileiros estavam endividados em março, o equivalente a 49% da população brasileira.

💸A empresa informou ainda que 47% dos débitos, que somaram R$ 557,7 bilhões em março, estão concentrados em instituições financeiras. Ou seja, essas dívidas estão no foco do Desenrola 2.0 – programa do governo lançado nesta semana.

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