RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Documentos mostram que apenas Elon Musk pode demitir Elon Musk da SpaceX, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 12:05

Tecnologia Documentos mostram que apenas Elon Musk pode demitir Elon Musk da SpaceX, diz agência Trecho do pedido de abertura de capital da SpaceX indica que Musk manterá ações com poder de voto dominante, o que lhe permitiria bloquear tentativas de destituição e manter influência direta sobre o conselho. Por Echo Wang, Isla Binnie

Documento do IPO da SpaceX indica que apenas Elon Musk poderia autorizar sua própria destituição dos cargos de CEO e presidente do conselho.

A regra decorre da estrutura de ações com classes diferentes, em que os papéis Classe B têm mais poder de voto.

Após a abertura de capital, essas ações permaneceriam sob controle de Musk, garantindo a ele maioria decisória.

Especialistas em governança afirmam que esse nível de proteção ao fundador é incomum, já que conselhos normalmente podem substituir o CEO.

Estruturas com múltiplas classes de ações já são usadas por empresas de tecnologia, como Facebook e Figma, mas o modelo da SpaceX concentraria ainda mais o poder no fundador.

Ninguém pode destituir Elon Musk dos cargos de diretor-executivo (CEO) e presidente do conselho da SpaceX sem o consentimento do próprio bilionário.

A informação aparece em um trecho do documento preparado pela empresa para sua abertura de capital (IPO, na sigla em ingês), analisado pela Reuters.

Segundo o documento, Musk “só pode ser removido do nosso conselho ou dessas posições pelo voto dos detentores de ações Classe B” — papéis com direito a dez votos cada.

Após o IPO, essas ações ficarão sob controle dele. Na prática, isso significa que qualquer decisão sobre sua saída dependeria de uma votação dominada pelo próprio Musk.

O documento acrescenta que, se ele “mantiver uma parcela significativa de suas ações ordinárias Classe B por um longo período, poderá continuar controlando a eleição e a destituição da maioria do nosso conselho”.

Nesse modelo, a empresa terá duas classes de ações — uma para investidores do mercado e outra com maior poder de voto, destinada a pessoas ligadas à companhia (entenda mais abaixo). Esse tipo de estrutura é comum em empresas de tecnologia lideradas por fundadores.

Mesmo nesses casos, porém, o conselho de administração normalmente mantém a autoridade formal para substituir o diretor-executivo.

Especialistas em governança corporativa dizem que o impacto da regra dependerá dos detalhes dos documentos legais da empresa.

Consideradas em conjunto, as disposições dariam a Musk poder para barrar qualquer tentativa de removê-lo do comando da empresa.

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: AP Photo/Markus Schreiber

A própria SpaceX alertou investidores de que essa estrutura “limitará ou impedirá sua capacidade de influenciar questões corporativas e a eleição de nossos diretores.”

“Essa disposição não é comum. Normalmente, a remoção do CEO é uma decisão do conselho, e controladores contam com seu poder para substituir o conselho”, afirmou Lucian Bebchuk, professor da Faculdade de Direito de Harvard que pesquisa governança corporativa, direito e finanças.

Estruturas com diferentes classes de ações tornaram-se frequentes em empresas de tecnologia que abriram capital nos últimos anos.

O Facebook, que estreou na bolsa em 2012, concedeu ações com maior poder de voto a investidores pré-IPO, incluindo Mark Zuckerberg. Com o tempo, esse poder ficou mais concentrado à medida que alguns investidores venderam suas participações.

Aberturas de capital mais recentes, como a da Figma, concentraram ainda mais essas ações com maior poder de voto diretamente nos fundadores.

🚀 No caso da SpaceX, as ações serão divididas entre Classe A, destinadas aos investidores do mercado, e Classe B, com maior poder de voto para pessoas ligadas à empresa.

Musk manterá a maioria dos votos, o que liga o controle do conselho e da gestão às ações que ele possui, informou a Reuters anteriormente.

A SpaceX está registrada no Texas, seguindo o movimento da Tesla, que Musk transferiu para o estado depois que um tribunal de Delaware anulou seu pacote de remuneração de US$ 56 bilhões por comandar a montadora.

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Famílias de vítimas processam dona do ChatGPT por massacre que deixou 8 mortos no Canadá

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 12:05

Tecnologia Famílias de vítimas processam dona do ChatGPT por massacre que deixou 8 mortos no Canadá Tiroteio em Tumbler Ridge, em fevereiro, matou várias crianças. Ações judiciais dizem que o ChatGPT identificou a atiradora como uma possível ameaça, meses antes do ataque, mas não alertou a polícia. Por Reuters

Homenagem às vítimas do massacre que deixou nove mortos em uma escola de Tumbler Ridge, no Canadá, em fevereiro de 2026 — Foto: Christinne Muschi/The Canadian Press via AP

Familiares das vítimas de um dos massacres mais mortais da história do Canadá entraram com um processo contra a OpenAI, dona do ChatGPT, e o CEO Altman, em um tribunal dos EUA, nesta quarta-feira (29).

No massacre ocorrido em fevereiro em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, uma atiradora matou oito pessoas, muitas deles crianças, e cometeu suicídio em seguida.

Segundo a alegação dos familiares, a empresa identificou a atiradora, chamada Jesse Van Rootselaar, como uma potencial ameaça oito meses antes do ataque, mas não alertou a polícia.

Na semana passada, um jornal local de Tumbler Ridge publicou uma carta aberta na qual Altman disse estar “profundamente arrependido” pelo fato de a conta da atiradora não ter sido sinalizada às autoridades.

As ações judiciais, apresentadas no tribunal federal de São Francisco, acusam os líderes da OpenAI de não alertarem a polícia porque isso iria expor o volume de conversas relacionadas à violência no ChatGPT e poderia colocar em risco o caminho da empresa de buscar uma oferta pública inicial de quase US$ 1 trilhão.

Um porta-voz da OpenAI classificou o tiroteio como “uma tragédia” e disse que a empresa tem uma política de tolerância zero para o uso de suas ferramentas na facilitação de atos violentos.

“Como compartilhamos com as autoridades canadenses, já fortalecemos nossas salvaguardas, incluindo a melhoria de como o ChatGPT responde a sinais de angústia, conectando pessoas com suporte local e recursos de saúde mental, reforçando como avaliamos e escalamos ameaças potenciais de violência e aprimorando a detecção de reincidência de violadores de políticas”, disse o porta-voz em comunicado.

Os casos fazem parte de uma onda crescente de processos acusando empresas de inteligência artificial de não prevenirem interações em chatbots que, segundo os autores, contribuem para automutilação, doenças mentais e violência.

Essas acusações são as primeiras, nos EUA, a alegar que o ChatGPT teve um papel na facilitação de um massacre.

Jay Edelson, que representa os autores do processo, disse que planeja apresentar mais duas dezenas de ações judiciais nas próximas semanas contra a OpenAI, em nome de outras pessoas impactadas pelo tiroteio.

Jesse Van Rootselaar, cujas interações com o ChatGPT estão no centro dos processos, atirou em sua mãe e meio-irmão em casa antes de matar uma assistente educacional e cinco alunos de 12 a 13 anos em sua antiga escola em 10 de fevereiro, segundo a polícia.

Os autores do processo incluem familiares dos mortos na escola e uma menina de 12 anos que sobreviveu após ser baleada três vezes, mas permanece em terapia intensiva.

De acordo com uma das queixas, os sistemas automatizados da OpenAI, em junho de 2025, sinalizaram conversas no ChatGPT nas quais a atiradora descrevia cenários de violência armada.

Membros da equipe de segurança recomendaram contatar a polícia após concluírem que ela representava uma ameaça crível e iminente de dano, segundo a queixa, que cita um artigo do Wall Street Journal de fevereiro sobre discussões internas da empresa.

Mas Sam Altman e outros líderes da OpenAI teriam ignorado a recomendação da equipe de segurança e a polícia nunca foi chamada, alega o processo.

A conta da atiradora foi desativada, mas ela conseguiu criar uma nova conta e continuar usando a plataforma para planejar o ataque, afirma o processo.

Após a publicação do artigo do Wall Street Journal, a empresa disse que a conta foi sinalizada por sistemas que identificam “usos indevidos de nossos modelos para atividades violentas”, mas que as questões não atenderam aos critérios internos para notificação às autoridades.

Em um blog publicado na terça-feira (28), a OpenAI disse que treina seus modelos para recusar solicitações que possam “facilitar significativamente a violência” e notifica as autoridades quando conversas sugerem “um risco iminente e crível de dano a outros”, com especialistas em saúde mental ajudando a avaliar casos limítrofes.

A empresa afirmou que continuamente aprimora seus modelos e métodos de detecção com base no uso e em opiniões de especialistas.

Os processos buscam uma quantia não revelada publicamente em indenizações e uma ordem judicial exigindo que a OpenAI reformule suas práticas de segurança, incluindo protocolos obrigatórios de notificação às autoridades.

Uma das vítimas inicialmente entrou com uma ação no Canadá, mas desistiu e acabou decidindo processar na Califórnia, segundo Edelson.

Os processos relacionados ao tiroteio em Tumbler Ridge ocorrem após várias ações judiciais terem sido movidas contra a OpenAI em tribunais estaduais e federais dos EUA nos últimos meses, alegando que o ChatGPT facilitou comportamentos prejudiciais, suicídio e, em pelo menos um caso, um assassinato seguido de suicídio.

Os processos, que ainda estão em fases iniciais, pressionarão os tribunais a lidar com o papel que uma plataforma de IA pode desempenhar na promoção da violência e se a empresa pode ser responsabilizada por suas ações ou pelas ações de seus usuários.

A OpenAI negou as alegações nos processos, argumentando, no caso do assassinato-suicídio, que o autor tinha um longo histórico de doença mental.

O procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, anunciou no início deste mês uma investigação criminal sobre o papel do ChatGPT em um tiroteio ocorrido em 2025 na Universidade Estadual da Flórida.

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Itaú anuncia ex-diretor do Banco Central como novo economista-chefe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 11:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0060,47%Dólar TurismoR$ 5,2000,34%Euro ComercialR$ 5,8500,26%Euro TurismoR$ 6,0950,22%B3Ibovespa186.578 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0060,47%Dólar TurismoR$ 5,2000,34%Euro ComercialR$ 5,8500,26%Euro TurismoR$ 6,0950,22%B3Ibovespa186.578 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0060,47%Dólar TurismoR$ 5,2000,34%Euro ComercialR$ 5,8500,26%Euro TurismoR$ 6,0950,22%B3Ibovespa186.578 pts-1,08%Oferecido por

Diogo Guillen, ex-diretor do Banco Central do Brasil, será o novo economista-chefe do Itaú Unibanco a partir de 1º de julho de 2026.

Ele substituirá Mário Mesquita, que deixa o cargo após quase dez anos à frente das áreas de Macroeconomia e Research.

Guillen assume a função após cumprir período de quarentena. Formado pela PUC-Rio e com doutorado pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o economista tem passagem recente pelo setor público.

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, e Diogo Guillen, ex-diretor de política econômica, durante a apresentação do Relatório de Política Monetária. — Foto: Raphael Ribeiro/BC

O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira (28) uma mudança no comando de sua área de pesquisa econômica. Diogo Guillen, ex-diretor do Banco Central do Brasil, será o novo economista-chefe do banco a partir de 1º de julho de 2026.

Ele substituirá Mário Mesquita, que deixa o cargo após quase dez anos à frente das áreas de Macroeconomia e Research.

Guillen assume a função após cumprir período de quarentena. Formado pela PUC-Rio e com doutorado pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o economista tem passagem recente pelo setor público, onde atuou como diretor de Política Econômica do Banco Central entre 2022 e 2025.

De acordo com o tanco, a transição prevê que Mesquita permaneça como consultor, contribuindo com as funções macroeconômicas durante o período de adaptação.

Sócio do banco e economista-chefe desde julho de 2016, ele foi responsável por fortalecer a reputação da instituição em análises econômicas, liderando a consolidação do time de macroeconomia e a reestruturação da área de research.

"Ao longo de sua trajetória no banco, Mário desempenhou papel central no fortalecimento da reputação do Itaú em análises econômicas, liderando a consolidação do time de Macro e a reestruturação do Research, sendo reconhecido pela profundidade, equilíbrio e credibilidade junto a clientes e investidores, no Brasil e nos mercados internacionais", afirmou o Itaú, em nota.

A atuação de Diogo Guillen como diretor de Política Econômica do Banco Central do Brasil, entre 2022 e 2025, foi marcada por um perfil técnico e discreto, com foco na formulação de cenários e no suporte às decisões de política monetária.

Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Diogo Guillen integrou a diretoria de política econômica Banco Central do Brasil até dezembro de 2025, quando se encerrou seu mandato.

À frente de uma das áreas mais estratégicas da autoridade monetária, foi responsável por coordenar análises de inflação, atividade econômica e expectativas de mercado — insumos que orientam as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic.

Sua gestão coincidiu com um período de transição na política monetária, marcado pela passagem do ciclo de alta de juros no pós-pandemia para o debate sobre o início dos cortes na taxa básica.

Nesse contexto, a diretoria teve papel relevante na construção do cenário base utilizado pelo BC para calibrar o ritmo e o momento das mudanças nos juros.

Guillen foi um dos últimos integrantes da diretoria indicados ainda no governo Bolsonaro. Com a autonomia do Banco Central, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2021, o presidente e os diretores da instituição passaram a ter mandatos fixos de quatro anos, sem possibilidade de substituição antes do término.

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Em julgamento, Musk diz que OpenAI, dona do ChatGPT, era sua ideia e que não buscava lucro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 09:46

Tecnologia Em julgamento, Musk diz que OpenAI, dona do ChatGPT, era sua ideia e que não buscava lucro Disputa judicial gira em torno da mudança de rumo da OpenAI; Musk acusa a empresa de abandonar caráter sem fins lucrativos, enquanto advogados da organização contestam versão do bilionário. Por Redação g1

Elon Musk é interrogado por seu advogado Steven Molo durante o processo de Musk sobre a conversão da OpenAI para lucro em um tribunal federal em Oakland, Califórnia, EUA, em 28 de abril de 2026, em um retrato no tribunal. — Foto: REUTERS/Vicki Behringer

Em depoimento na terça-feira (28), no julgamento que opõe Elon Musk à OpenAI, o bilionário afirmou ser o criador do projeto que hoje controla o ChatGPT e disse que nunca pensou em lucrar com a empresa, segundo informações da agência Reuters.

A disputa judicial, iniciada por Musk em 2024, gira em torno da alegação de que a organização teria traído sua missão original de atuar como entidade sem fins lucrativos.

"Eu tive a ideia, o nome, recrutei as pessoas-chave, ensinei tudo o que sei e forneci todo o financiamento inicial", disse Musk.

"Foi especificamente concebido como uma instituição de caridade que não beneficia nenhuma pessoa individual. Eu poderia ter criado uma empresa com fins lucrativos, mas escolhi não fazer isso", completou ele.

"Se permitirmos o saque de uma instituição de caridade, toda a base da filantropia nos Estados Unidos será destruída", afirmou Musk no primeiro dia do julgamento. "Essa é a minha preocupação."

William Savitt, advogado da OpenAI, disse que Musk queria "as chaves do reino" e só entrou com o processo após fracassar em seus objetivos. Segundo ele, o bilionário iniciou, em 2023, seu próprio negócio de inteligência artificial, a xAI, hoje parte da SpaceX.

"O que importa para ele é estar no topo", disse Savitt em sua declaração inicial. "Estamos aqui porque o Sr. Musk não conseguiu o que queria", completou.

Já o advogado de Musk, Steven Molo, afirmou aos jurados que os réus da OpenAI é que estariam motivados por interesses financeiros, à medida que a empresa passou a atrair investidores, incluindo a Microsoft, que investiu US$ 10 bilhões em janeiro de 2023.

Elon Musk reage em um tribunal federal durante um intervalo do julgamento em seu processo sobre a conversão da OpenAI para lucro e conversão com fins lucrativos, em Oakland, Califórnia. — Foto: REUTERS/Manuel Orbegozo

Um dos cofundadores originais da OpenAI, Musk afirma que a empresa, liderada por Sam Altman e Greg Brockman, abandonou o foco no benefício da humanidade para se tornar uma "máquina de riqueza".

Musk pede US$ 150 bilhões em danos da OpenAI e da Microsoft. Segundo pessoas ligadas ao caso, o valor seria destinado ao braço filantrópico da OpenAI.

Além do valor financeiro, o bilionário quer que a OpenAI volte a ser estritamente sem fins lucrativos e que Altman e Brockman sejam removidos de seus cargos executivos.

O empresário sustenta que foi mantido no escuro sobre a criação de uma estrutura comercial em 2019 e que seu nome e apoio financeiro foram usados indevidamente para atrair investidores. Musk investiu cerca de US$ 38 milhões na OpenAI entre 2016 e 2020.

Os advogados da OpenAI rebatem as acusações afirmando que Musk é motivado pelo desejo de controle e pelo interesse em impulsionar sua própria empresa de inteligência artificial, a xAI, fundada por ele em 2023.

A empresa afirma que Musk participou das discussões para a mudança de estrutura e que ele mesmo exigiu ser o CEO na época. A Microsoft, também ré no processo, nega qualquer conspiração e afirma que sua parceria com a OpenAI só ocorreu após a saída de Musk do conselho da empresa.

Em comunicado intitulado "A verdade sobre Elon Musk e a OpenAI", divulgado nesta segunda (27), a OpenAI contra-atacou. No texto, a empresa afirma que as ações do bilionário são motivadas por "ciúmes, arrependimento por ter abandonado a OpenAI e desejo de descarrilar uma concorrente".

"Elon passou anos assediando a OpenAI por meio de processos infundados e ataques públicos. Ele está usando seu processo para atacar a fundação sem fins lucrativos OpenAI, que é focada em trabalhos em áreas como ciências da vida e na cura de doenças para o benefício de todos", diz o comunicado.

Documentos internos revelados no processo oferecem detalhes sobre a evolução da empresa, que nasceu em um laboratório de pesquisa no apartamento de Greg Brockman e hoje é avaliada em mais de US$ 850 bilhões.

Altman apresentou a ideia a Musk em 2015, descrevendo-a como o "Projeto Manhattan da IA". O apoio de Musk foi fundamental para atrair cientistas de elite.

Em 2017, tensões surgiram quando Musk questionou a viabilidade do projeto e tentou assumir o controle como CEO. Na mesma época, anotações do diário de Brockman revelavam o desejo de "se livrar" de Musk, chamando-o de "líder glorioso" de forma irônica.

Musk deixou o conselho em 2018, prevendo que a OpenAI fracassaria diante do Google. Em 2019, a empresa se reestruturou para aceitar investimentos externos, e o lançamento do ChatGPT no fim de 2022 consolidou seu sucesso global.

O desfecho do caso ocorre em um momento crítico. A OpenAI prepara uma possível abertura de capital que pode elevar seu valor de mercado para US$ 1 trilhão.

Do outro lado, a xAI de Musk tenta diminuir a distância tecnológica para o ChatGPT, enquanto a SpaceX também planeja seu IPO (oferta pública de ações).

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Dólar abre em alta de olho em tensões no Oriente Médio e decisões de juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (29) em alta de 0,15%, cotado a R$ 4,9888 por volta das 9h27. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores acompanham um dia marcado por tensões geopolíticas e decisões de política monetária. Enquanto o impasse entre Estados Unidos e Irã mantém o Oriente Médio no centro das atenções, os mercados também aguardam as definições de juros nos EUA e no Brasil.

▶️ O presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã em uma publicação nas redes sociais, na qual afirmou que “chega de bancar o bonzinho” e compartilhou uma montagem em que aparece segurando um fuzil, com explosões ao fundo.

▶️ Mais cedo, o Irã afirmou que só permitirá novamente a passagem de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz após o fim definitivo da guerra com Estados Unidos e Israel. A retomada do trânsito dependerá ainda do cumprimento de protocolos de segurança definidos por Teerã.

Por volta das 8h30, o barril do Brent, referência internacional, marcava alta de 3,01%, cotado a US$ 114,61. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, avançava 3,23% no mesmo horário, a US$ 103,16.

▶️ Apesar do foco no Oriente Médio, o principal evento econômico do dia são as decisões de juros nos EUA e no Brasil. Nos EUA, o Federal Reserve divulga sua decisão às 15h, seguida pela coletiva do presidente Jerome Powell, às 15h30. As projeções são de que os juros sejam mantidos entre 3,50% e 3,75%.

▶️ No Brasil, a expectativa é que o Banco Central do Brasil mantenha o ciclo de aperto monetário e reduza a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,5%.

▶️ Ainda na agenda nacional, o Ministério do Trabalho divulga às 14h30 os dados do Caged, que foram antecipados para esta quarta-feira. A publicação estava inicialmente prevista para quinta-feira (30).

O presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã publicamente, demonstrando insatisfação com as propostas apresentadas nas negociações e indicando a possibilidade de novos ataques militares.

As conversas para encerrar o conflito seguem travadas, sem avanço concreto. Ao mesmo tempo, os EUA avaliam diferentes estratégias, incluindo declarar vitória e reduzir sua presença militar na região.

Do lado iraniano, o país afirma que a guerra não acabou e que responderá com mais intensidade caso seja atacado novamente. Durante o cessar-fogo, Teerã tem aproveitado para reorganizar sua capacidade militar, incluindo a recuperação de equipamentos e a produção de drones.

Outro ponto central da crise é o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. O Irã mantém restrições à passagem de navios e condiciona a reabertura total ao fim definitivo da guerra e a garantias de segurança.

🛢️ A passagem permanece, na prática, fechada, o que impede que petroleiros sigam viagem até seus destinos.⏳ A interrupção já dura semanas e ocorre mesmo após um cessar-fogo frágil no conflito regional, mantendo investidores em alerta.

O mercado financeiro espera que o Banco Central do Brasil realize um novo corte na taxa básica de juros nesta quarta-feira (29), durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

🔎A projeção majoritária é de redução de 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,75% para 14,5% ao ano — o que marcaria o segundo corte consecutivo.

A decisão ocorre em um cenário mais delicado. A guerra no Oriente Médio tem pressionado a inflação global, principalmente por meio da alta do petróleo, que já impacta os preços dos combustíveis no Brasil.

Esse contexto faz com que parte dos analistas defenda mais cautela ou até uma pausa no ciclo de queda dos juros.

O Banco Central, no entanto, toma suas decisões com base nas projeções futuras de inflação. Com a meta contínua fixada em 3% (com tolerância entre 1,5% e 4,5%), a autoridade monetária avalia se há espaço para estimular a economia sem perder o controle dos preços.

Os mercados globais tiveram um dia misto, com desempenho positivo na Ásia e queda na Europa, refletindo tanto fatores internos quanto o aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em alta, puxadas por setores ligados a tecnologia e transição energética. Em Xangai, o índice SSEC subiu 0,71%, aos 4.107 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,10%, aos 4.810 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,68%, aos 26.111 pontos.

Em Seul, o Kospi subiu 0,75%, aos 6.690 pontos. Já Taiwan registrou queda de 0,55%, aos 39.303 pontos, e Singapura também caiu 0,55%, aos 4.860 pontos. Em Sydney, o S&P/ASX 200 recuou 0,27%, aos 8.687 pontos, enquanto o mercado de Tóquio permaneceu fechado.

O desempenho positivo na China foi impulsionado principalmente por ações de terras raras, baterias e energia limpa, com ganhos expressivos após resultados fortes de empresas do setor.

Ainda assim, investidores mostraram cautela após o Politburo do Partido Comunista Chinês sinalizar continuidade das políticas atuais, sem novos estímulos imediatos.

Na Europa, o cenário é negativo. Nesta manhã, o índice pan-europeu STOXX 600 caía 0,3%, aos 605 pontos, pressionado tanto por balanços corporativos quanto pela aversão ao risco ligada à guerra no Oriente Médio. Em Londres, o FTSE 100 recuava 0,82%, aos 10.248 pontos.

Em Frankfurt, o DAX caía 0,39%, aos 23.924 pontos. O CAC-40, de Paris, perdia 0,82%, aos 8.038 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuava 0,72%, aos 47.695 pontos, enquanto em Madri o Ibex-35 caía 1,06%, aos 17.587 pontos. Já em Lisboa, o PSI20 recuava 0,72%, aos 9.198 pontos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tecnologia lançada no interior de SP pode transformar colheita de pimenta-do-reino; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:53

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Tecnologia lançada no interior de SP pode transformar colheita de pimenta-do-reino; entenda Máquina apresentada na Agrishow mecaniza colheita da especiaria e pode reduzir pela metade custos com mão de obra. Brasil é o segundo maior produtor mundial da pimenta e movimenta R$ 3,6 milhões por ano, de acordo com o IBGE. Por Ana Beatriz Fogaça, g1 Ribeirão Preto e Franca

O Brasil é o segundo maior produtor e exportador de pimenta-do-reino do mundo, atrás apenas do Vietnã.

Com uma produção estimada em cerca de 125 mil toneladas em 2024 e valor de R$ 3,67 bilhões, a cultura vem ganhando espaço como alternativa de diversificação no campo.

Apesar da relevância no cenário global, a produção ainda carrega um desafio histórico, a colheita manual.

É justamente nesse ponto que uma inovação apresentada durante a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), aposta na transformação da dinâmica do setor e impulsionar a atividade no Brasil.

O Espírito Santo é o maior produtor de pimenta-do-reino do país, responsável por cerca de 60% da safra nacional, seguido pelo Pará e pela Bahia.

Uma tecnologia nacional lançada na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), promete transformar a produção de pimenta-do-reino por meio de um processo de mecanização da colheita.

"O equipamento vem atender uma demanda muito clara do mercado, dos produtores, que é uma eficiência operacional, um aumento de rentabilidade, de produtividade e o cuidado com o grão", afirma Joel Backes, diretor comercial da MIAC, empresa responsável pela inovação.

O Brasil é o segundo maior produtor e exportador de pimenta-do-reino do mundo, atrás apenas do Vietnã, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Com uma produção estimada em 125 mil toneladas em 2024 e valor de R$ 3,67 bilhões, a cultura vem ganhando espaço como alternativa de diversificação no campo.

O Espírito Santo é o maior produtor de pimenta-do-reino do país, responsável por cerca de 60% da safra nacional, seguido pelo Pará e pela Bahia.

Apesar da relevância no cenário global, a produção ainda carrega um desafio histórico, a colheita manual. É justamente nesse ponto que uma inovação aposta na transformação da dinâmica do setor e impulsionar a atividade no Brasil.

“Atendendo a esse mercado, a gente teve um desenvolvimento de três anos focado nesse nicho. A gente teve a experiência com o cliente, de escutar as dores e desenvolver o produto”, afirma.

Máquina lançada na Agrishow mecaniza colheita de pimenta-do-reino e pode reduzir custos com mão de obra. — Foto: Divulgação/MIAC

A produção da pimenta-do-reino começa a partir do segundo ano após o plantio, com maior produtividade a partir do terceiro. A colheita acontece entre julho e novembro e geralmente é feita quase totalmente de forma manual.

“Era totalmente manual, não existia nenhuma mecanização da colheita. O produtor colhe, coloca em baldes para depois transportar todo o produto até o beneficiamento”, explica Backes.

Esse modelo exige grande quantidade de mão de obra e eleva os custos de produção, além de impactar a eficiência logística dentro das propriedades.

Para enfrentar esse gargalo, a empresa lançou a BP Master, uma recolhedora trilhadora de pimenta-do-reino considerada inédita no mundo. O equipamento é acoplado ao trator e realiza, de forma mecanizada, etapas que antes eram feitas manualmente

“A máquina tem um sistema de alimentação contínua, através de uma lona, colocada entre as ruas das plantas de pimenta. Os operadores colhem o cacho da pimenta, jogam sobre a lona e através de um cilindro de trilha, uma peneira, a gente faz toda a trilha do grão, separando o grão de toda a massa folhar, trazendo um ganho operacional imenso”, explica Backes.

Além disso, como o equipamento mantém a integridade do grão de pimenta, há um aumento na qualidade do produto e consequentemente um ganho logístico na propriedade.

Isso porque ele transporta apenas o grão, e não mais o caule e toda a massa folhar que acompanha o momento da colheita.

O CEO explica que, em um hectare, que hoje pode exigir até 100 pessoas trabalhando, a máquina permite fazer o mesmo trabalho com cerca de 20 pessoas.

“O produtor sente no bolso imediatamente, porque, por exemplo, reduzindo 50% da mão de obra, e além, até 20% de ganha de produtividade nessa operação, o custo cai pela metade só na mão de obra, então ele rentabiliza de forma imediata”, afirma Backes.

Equipamento nacional lançado na Agrishow mecaniza colheita de pimenta-do-reino — Foto: Divulgação/MIAC

Atualmente, cerca de 90% da pimenta-do-reino produzida no Brasil é exportada, principalmente para mercados asiáticos e europeus. O setor movimenta bilhões e vem crescendo nos últimos anos, mesmo sem mecanização.

Apesar do avanço, um dos principais desafios ainda é a adaptação dos produtores à nova tecnologia, já que muitos estão acostumados ao modelo tradicional.

“Nos últimos três anos, a produção praticamente dobrou. Com a mecanização, a tendência é crescer ainda mais. A maior barreira é a quebra de paradigma, um produtor que estava acostumado a vida toda fazer isso de forma manual, mas com suporte técnico e assistência no campo, essa transição tende a acontecer”, afirma Backes.

Agrishow 2026: Maior feira de tecnologia agrícola da América Latina tem 900 expositores este ano — Foto: Érico Andrade/g1

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BYD se prepara para lançar nova picape no Brasil para competir com Fiat Toro; veja modelo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:53

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 BYD se prepara para lançar nova picape no Brasil para competir com Fiat Toro; veja modelo Marca expõe maquete do novo utilitário na Agrishow em Ribeirão Preto (SP). Expectativa de lançamento é para o final de 2026. Por Beatriz Jacomini, g1 Ribeirão e Franca

Uma maquete em tamanho natural do modelo que vem sendo chamado de Mako pode ser vista no estande da montadora na Agrishow, em Ribeirão Preto.

O utilitário com caçamba terá variações que visam atender tanto o público do campo quanto da cidade.

O lançamento amplia o leque de picapes da montadora no país. Atualmente, a BYD tem o modelo Shark, vendido a R$ 316,8 mil.

A Mako deve estar nas lojas com preço mais acessível. A ideia é que ela concorra com modelos como Fiat Toro e Ford Maverick, que custam a partir de R$ 159 mil.

A BYD colocou no radar do público o lançamento de uma nova picape durante a Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio do Brasil, que acontece até sexta-feira (1º) em Ribeirão Preto (SP).

Uma maquete em tamanho natural do modelo que vem sendo chamado de Mako pode ser vista no estande da montadora no evento. Ela será lançada para brigar com modelos da Fiat e da Ford.

Segundo o supervisor de comunicação da BYD Victor François, o protótipo é uma espécie de spoiler e ainda pode passar por alterações. O utilitário com caçamba terá variações que visam atender tanto o público do campo quanto da cidade.

"A ideia é que a partir da Shark, nosso showcase de caminhonetes, a gente vá desdobrando outros modelos para outros nichos de mercado, com diferentes enfoques e posicionamentos", diz.

BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 — Foto: Matheus Vinícius/g1

O lançamento amplia o leque de picapes da montadora no país. Atualmente, a BYD tem o modelo Shark, vendido a R$ 316,8 mil, segundo a tabela FIPE de 2026. Shark, em inglês, quer dizer tubarão. Mako é uma raça veloz da espécie.

De acordo com François, a Mako deve estar nas lojas com preço mais acessível. A ideia é que ela concorra com modelos como Fiat Toro e Ford Maverick, que custam a partir de R$ 159 mil nas concessionárias.

A Shark é a única do mercado das picapes que segue o formato híbrido. A previsão é que a Mako tenha a mesma característica e uma versão 4×4.

"Por enquanto, informações técnicas eu não posso abrir ainda, mas o mercado vai gostar muito do que a BYD vai lançar. A princípio, a marca só trabalha com carros elétricos e híbridos, então, seguindo a linha da Shark, a gente está falando aí de um modelo híbrido", afirma.

BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 — Foto: Matheus Vinícius/g1

A expectativa é que a Mako também seja produzida em Camaçari (BA), como o Dolphin Mini e o Song Pro.

"A princípio, a nossa fábrica na Bahia tem capacidade para produzir todos os modelos, então a gente vai estudando a aceitação de mercado. A ideia é que a gente possa produzir todos os modelos dos top sellers na Bahia, mas a princípio está no radar."

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Agrishow 2026: robôs movidos a energia solar ‘moram’ no campo e combatem pragas com IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:53

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow 2026: robôs movidos a energia solar 'moram' no campo e combatem pragas com IA Tecnologia nacional apresentada em Ribeirão Preto auxilia na redução de herbicidas, na produtividade e análise de campo. Empresa aposta em opções para pequeno e médio produtor. Por Ana Beatriz Fogaça, g1 Ribeirão Preto e Franca

Robôs autônomos que 'vivem' nas lavouras prometem transformar a forma como o produtor monitora, cuida e protege as plantações.

Uma tecnologia brasileira foi criada para atuar diretamente no campo, com o uso de inteligência artificial e energia solar.

Tecnologias estão entre os lançamentos da Agrishow, maior feira de agronegócio da América Latina, em Ribeirão Preto.

O avanço da tecnologia no agronegócio brasileiro já não está apenas nos tratores ou softwares de gestão. Robôs autônomos, apresentados como novidades da Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola do país, em Ribeirão Preto (SP), começam a ganhar espaço nas lavouras, prometendo transformar como o produtor monitora, cuida e protege suas plantações.

Entre as inovações está uma tecnologia desenvolvida com inteligência artificial e energia solar para diminuir custos com mão de obra e insumos, além de promover a sustentabilidade.

“Hoje, a gente sai de uma agricultura de precisão para uma agricultura autônoma. Nós chamamos essa máquina popularmente de robô, mas é uma Inteligência Artificial física, responsável não só por entender todo o cenário que acontece no campo, mas também agir. Essa é a grande disrupção, que é conseguir entender, analisar, tomar as melhores decisões e agir”, explica Léo Carvalho, diretor de estratégia global da Solinftec.

Atualmente, a "família" de robôs é composta por quatro máquinas, duas lançadas na Agrishow. A tecnologia atua no cultivo de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar.

Robô que 'mora' no campo promete combater pragas e reduzir custos para o produtor rural — Foto: Divulgação/Solinftec

Diferente de máquinas tradicionais, que entram e saem da área de produção, os robôs ficam no campo 24 horas por dia, sete dias por semana. Movidos a energia solar, monitoram continuamente cada parte da lavoura e de forma remota.

Na prática, isso significa que uma área de 200 hectares pode ser analisada como se fosse dividida em 2 mil pequenos talhões, permitindo um acompanhamento detalhado e individualizado.

“Eles moram no campo. Isso permite constantemente capturar informações e atingir a necessidade em tempo real. Esse conceito traz autonomia e liberdade para o produtor para que ele possa tomar decisões mais rapidamente”, afirma Carvalho.

Essa presença constante permite identificar problemas ainda no início, como falhas no plantio, surgimento de plantas daninhas ou infestação de pragas.

Um dos principais ganhos da tecnologia está na redução do uso de herbicidas. Com câmeras de alta precisão e sistemas de visão computacional, os robôs conseguem diferenciar a cultura principal das plantas daninhas e aplicar o produto apenas onde é necessário.

“O produtor precisa de alguma forma conseguir produzir mais com menos insumos, menos tempo e menos gasto de energia. Os nossos robôs fazem essa aplicação localizada, reduzindo o uso de insumos de uma forma sustentável, já que hoje a sustentabilidade é um grande diferencial”, explica o diretor.

Além da economia, a prática reduz impactos ambientais, preservando a microbiologia do solo e diminuindo a pegada de carbono da produção.

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Robô que 'mora' no campo é uma das novidades da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). — Foto: Divulgação/Solinftec

O desenvolvimento da tecnologia levou em conta não apenas a inovação, mas também o retorno financeiro para o produtor. Além disso, a proposta é oferecer equipamentos de fácil manutenção e operação, reduzindo a dependência de assistência técnica especializada.

“A gente trabalha com a lógica de payback em até um ano ou um ano e meio. Hoje, o produtor só investe em tecnologia se ele vê resultado claro”, explica.

Com a combinação de inteligência artificial, robótica e energia limpa, a tecnologia representa um novo passo na evolução do agronegócio, que busca aumentar a produtividade sem ampliar a área plantada.

“A agricultura do futuro não depende de máquinas maiores, mas de soluções mais eficientes. O produtor está mais criterioso e busca tecnologias que realmente façam diferença no custo e na produção”, conclui Carvalho.

Agrishow 2026: Feira em Ribeirão Preto, SP, acontece até o dia 1º de maio — Foto: Érico Andrade/g1

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep é importante

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

A saída abrupta dos Emirados Árabes Unidos (EAU) da Opep, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, é um movimento relevante.

A Opep reúne principalmente exportadores de petróleo do Golfo e, por décadas, influenciou o preço do barril ao ajustar a produção e estabelecer cotas entre seus membros.

Teve papel central nas crises do petróleo dos anos 1970, que transformaram a política energética global.

A saída abrupta dos Emirados Árabes Unidos (EAU) da Opep, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, é um movimento relevante. O país aderiu à Opep em 1967, antes mesmo de se tornar um Estado-nação, em 1971.

A Opep reúne principalmente exportadores de petróleo do Golfo e, por décadas, influenciou o preço do barril ao ajustar a produção e estabelecer cotas entre seus membros.

Teve papel central nas crises do petróleo dos anos 1970, que transformaram a política energética global. A Opep foi formada em 1960 como um cartel, com o objetivo de controlar a oferta mundial de petróleo e seu preço.

Hoje, as nações da Opep produzem cerca de 30% do petróleo bruto do mundo. Em 2016, quando os preços do petróleo estavam particularmente baixos, a Opep se uniu a 10 outros produtores de petróleo para criar a Opep+, com 23 membros que somam cerca de 40% da produção global. O Brasil participa de discussões da Opep+, mas não aderiu aos compromissos do grupo.

Embora a produção da Opep seja liderada pela Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos detêm a segunda maior capacidade ociosa de produção. Em outras palavras, são o segundo principal "produtor de ajuste", com capacidade de elevar a produção para ajudar a conter eventuais aumentos dos preços, por exemplo.

Foi justamente esse papel que levou a reavaliar sua posição no longo prazo. Em termos simples, os Emirados Árabes Unidos querem usar a capacidade em que investiram.

As cotas da Opep limitavam a produção dos Emirados Árabes Unidos a algo entre 3 milhões e 3,5 milhões de barris por dia. Na prática, o país vinha se sacrificando, com perda de receita, por causa de exigências do acordo com a Opep.

O momento da decisão indica impactos da guerra com o Irã. A tensão crescente no Golfo afetou a relação dos Emirados Árabes Unidos com o Irã e pode agravar o desgaste com a Arábia Saudita.

Para a Opep, este é um golpe relevante, num momento em que já se questiona a coesão do grupo no longo prazo.

Não é só uma questão de os Emirados Árabes Unidos buscarem níveis próximos de 5 milhões de barris por dia, caso consigam escoar plenamente sua produção por mar ou oleodutos. Há também o risco de reação da Arábia Saudita, possivelmente com uma guerra de preços, algo que a economia mais diversificada dos Emirados Árabes Unidos poderia suportar, mas que outros membros mais pobres não conseguiriam.

Autoridades dos Emirados Árabes Unidos discutem a construção de novos oleodutos a partir dos campos de Abu Dhabi, contornando o estreito de Ormuz e direcionando a produção ao porto de Fujairah, hoje subutilizado.

Já existe um oleoduto em operação, mas será preciso ampliar a capacidade para dar conta do aumento da produção e de mudanças duradouras na circulação e no custo do transporte de petróleo no Golfo.

No momento, com o tráfego marítimo no estreito de Ormuz afetado por um bloqueio duplo, esse não é o principal fator a influenciar os mercados, que impactam os preços de petróleo, gás, combustíveis, plásticos e alimentos.

Embora o foco esteja no barril a US$ 110 (cerca de R$ 550), não se pode descartar a possibilidade de queda para perto de US$ 50 (aproximadamente R$ 250) no próximo ano, por exemplo, se a situação no estreito for resolvida a tempo das eleições legislativas nos EUA ainda este ano.

A Opep hoje tem menos peso no mercado global do que nos anos 1970. Sua participação no comércio internacional de petróleo caiu cerca de 85% para cerca de 50%. O petróleo também é menos central para a economia mundial. A organização ainda exerce influência, mas não tem mais o poder de impor suas condições ao restante do mundo.

Lembro-me de ouvir do líder da Opep, o ex-ministro do petróleo da Arábia Saudita, Sheikh Yamani: "A Idade da Pedra não terminou porque o mundo ficou sem pedras. A era do petróleo não vai terminar porque o mundo ficará sem petróleo". A frase antecipa um cenário em que os hidrocarbonetos são substituídos por outras fontes de energia.

Uma forma de entender a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep é como um sinal da redução da dependência global em relação ao petróleo. Há outros sinais à vista: os investimentos da China em eletrificação ajudaram a aliviar no país o impacto do aumento dos preços do petróleo e do gás durante a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã.

Segundo algumas estimativas do mercado, o processo de eletrificação na China de carros, caminhões e trens reduziu a demanda por petróleo em 1 milhão de barris por dia. Vale lembrar que a China é a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos EUA. Como essa tendência de eletrificação tem acelerado em outros países, a demanda global por petróleo pode atingir seu ápice em breve.

Sob esse ponto de vista, faz sentido extrair o máximo valor possível (e o mais rápido possível) das reservas de petróleo antes que a demanda despenque. Os Emirados Árabes Unidos têm poder de fogo financeiro e uma economia parcialmente diversificada por meio de serviços financeiros e do turismo.

A saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep pode desencadear um efeito dominó em outros países do grupo, elevando a pressão sobre a Arábia Saudita.

Quando os cargueiros voltarem a transitar pelo estreito de Ormuz novamente, ou se os Emirados Árabes Unidos redobrarem suas tentativas de construir novos oleodutos, o petróleo vai fluir dos Emirados Árabes Unidos como nunca, sem qualquer restrição ligada a compromissos com a Opep.

A saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep pode redefinir o mercado global de petróleo. Os efeitos podem, a médio prazo, derrubar o preço do barril.

Como disse, no curto prazo, os preços continuarão atrelados à crise no Golfo, especialmente no estreito de Ormuz. O bloqueio marítimo é hoje o principal fator de pressão sobre o mercado.

Mas o cenário pode mudar rapidamente. Caso a situação se normalize, há espaço para uma queda relevante nos preços.

Por isso, não se descarta a possibilidade de que ele possa estar mais próximo de US$ 50 (cerca de R$ 250) em algum momento no próximo ano — se a situação no estreito for resolvida, por exemplo, a tempo das eleições de meio de mandato nos EUA ainda este ano, quando o controle do Congresso americano pode passar das mãos do Partido Republicano (ao qual o presidente Donald Trump pertence) para o Partido Democrata (de oposição ao governo Trump). O preço dos combustíveis e a inflação serão centrais nessa disputa eleitoral.

Existe, portanto, a possibilidade de o barril recuar significativamente em relação aos níveis atuais.

Para ampliar a discussão sobre a saída dos Emirados Árabes da Opep, Renata Lo Prete entrevista Edmar Almeida, professor do Instituto de Energia da PUC-Rio

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O que está por trás da disputa entre os ex-amigos Elon Musk e Sam Altman, do ChatGPT, nos tribunais dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:00

Tecnologia O que está por trás da disputa entre os ex-amigos Elon Musk e Sam Altman, do ChatGPT, nos tribunais dos EUA A disputa entre os pesos-pesados da inteligência artificial aconteceu, em grande parte, nas redes sociais. Agora, chega à Justiça. Por BBC

A amarga rivalidade entre Elon Musk e o CEO da OpenAI, Sam Altman, já dura anos, mas tem se manifestado principalmente nas redes sociais na forma de acusações, respostas e provocações.

Na segunda-feira (27), Musk voltou a atacar Altman em uma publicação no X, chamando-o de "Scam Altman" (Altman golpista, em tradução livre).

Contudo, desde a terça-feira (28), o confronto entre os bilionários da tecnologia passou a ganhar um palco de maior repercussão: um tribunal federal na Califórnia, onde a disputa deve concentrar atenções em um julgamento com duração de um mês.

O tribunal vai analisar a ação movida por Musk, que acusa Altman — com quem cofundou a OpenAI — de tê-lo enganado em milhões de dólares e de ter traído a missão original sem fins lucrativos da empresa responsável pelo ChatGPT.

O próprio Musk e Altman estão entre os que devem depor em um caso no qual o futuro da inteligência artificial pode estar em jogo. E, embora um deles deva sair vencedor, é bem possível que nenhum dos dois saia ileso.

A batalha já foi comparada a dois boxeadores pesos-pesados subindo ao ringue. Um observador, inclusive, a descreve como um confronto entre King Kong e Godzilla.

"Musk e Altman são figuras gigantescas, colossais e tão distantes da realidade cotidiana", afirma Sarah Federman, professora da Universidade de San Diego e especialista em resolução de conflitos.

Um júri composto por nove pessoas, que prestaram juramento na segunda-feira, ajudará a definir o desfecho do caso sob a supervisão da juíza Yvonne Gonzalez Rogers.

A magistrada afirmou que a enorme riqueza, o poder e a fama que Musk e Altman levam ao tribunal federal de Oakland não lhes garantirão "nenhum tratamento especial".

Musk também entrou com ações contra a OpenAI, seu cofundador e presidente Greg Brockman, além da Microsoft, que, segundo ele, ajudou no plano de monetizar a empresa.

Musk pede bilhões de dólares no que seus advogados chamam de "ganhos indevidos", valor que ele quer destinar ao financiamento do braço sem fins lucrativos da OpenAI, além de mudanças na empresa, incluindo a saída de Altman.

A OpenAI, por sua vez, afirma que Musk é movido por inveja e arrependimento por ter deixado a empresa.

E, com a corrida rumo à inteligência artificial geral (AGI) avançando a todo vapor, a empresa acusa Musk de tentar atrapalhar um de seus principais concorrentes.

Musk e Altman cofundaram a OpenAI em 2015 como uma organização sem fins lucrativos, com a missão de garantir que a AGI beneficiasse toda a humanidade.

A AGI é, em termos gerais, definida como uma inteligência artificial capaz de superar a inteligência humana.

Na época da fundação da OpenAI, Musk já era uma figura de enorme destaque. Era visto como um tecnólogo incansável que, à frente da Tesla, ajudou a popularizar os veículos elétricos, enquanto desenvolvia tecnologias inovadoras de foguetes reutilizáveis na SpaceX.

Altman, por sua vez, era bastante conhecido dentro do Vale do Silício, embora ainda pouco fora dele. Como líder da influente incubadora Y Combinator, suas opiniões — frequentemente publicadas nas redes sociais, em tom quase oracular — eram acompanhadas de perto por fundadores de startups.

Os dois foram apresentados por um investidor do Vale do Silício em 2012. Altman, então na casa dos 20 anos, e 14 anos mais jovem que Musk, acabou apresentando a ideia da OpenAI ao empresário.

Dentro da OpenAI, os dois mantiveram uma relação cordial, unidos pela crença no potencial da tecnologia.

Durante uma participação conjunta em uma conferência em 2015, Musk afirmou que a IA era a tecnologia que "mais poderia transformar a humanidade", mas alertou que também era "realmente obscura" e "repleta de desafios".

Mas o que começou como uma organização sem fins lucrativos acabou sendo transformado em uma entidade com fins lucrativos — de forma ilegal, segundo Musk.

Já a OpenAI afirma que, em 2017, houve um acordo entre Musk e os demais envolvidos de que a criação de uma estrutura com fins lucrativos seria o próximo passo lógico "para avançar a missão".

A empresa diz que rejeitou a proposta de Musk de assumir o cargo de CEO com "controle absoluto".

"Pessoal, já me cansei disso", escreveu Musk em um e-mail alguns meses antes de sua saída.

"Ou vocês seguem por conta própria ou continuam com a OpenAI como uma organização sem fins lucrativos. Não vou mais financiar a OpenAI até que haja um compromisso firme de vocês em permanecer assim, ou então serei apenas um tolo basicamente bancando gratuitamente a criação de uma startup."

Em 2022, a OpenAI deu início à revolução da IA voltada ao consumidor com o lançamento do ChatGPT, que rapidamente ganhou popularidade e alcançou 100 milhões de usuários ativos mensais em poucos meses.

Desde então, Musk criou sua própria startup de inteligência artificial, a xAI, responsável pelo chatbot Grok, que ficou atrás dos concorrentes.

Ao entrar com a ação em 2024, Musk alegou que a OpenAI havia se desviado de sua missão original e passado a priorizar a "maximização de lucros" para a Microsoft.

Ele afirmou ter doado cerca de US$ 40 milhões à OpenAI, após ter sido manipulado pelos envolvidos, que, segundo ele, o traíram ao tentar transformar a organização em uma entidade majoritariamente com fins lucrativos.

Desde que a ação foi movida, a animosidade entre Musk e Altman tem vindo a público com frequência.

No ano passado, Musk e um consórcio de investidores ofereceram US$ 97,4 bilhões para comprar os ativos da OpenAI.

A empresa havia sido avaliada em US$ 157 bilhões em uma rodada recente de financiamento (e agora se aproxima de uma possível abertura de capital, ou IPO, com valor estimado em cerca de US$ 850 bilhões).

A OpenAI rejeitou a oferta, e Altman respondeu na plataforma X — rede social de Musk, anteriormente conhecida como Twitter —: "não, obrigado, mas compramos o Twitter por US$ 9,74 bilhões, se você quiser".

Mensagens privadas com Mark Zuckerberg também mostram Musk perguntando ao chefe da Meta se ele estaria "aberto à ideia de fazer uma oferta pela propriedade intelectual da OpenAI comigo e outros?".

O interesse de Musk em comprar a empresa pode acabar confundindo o cenário do julgamento, afirma Dorothy Lund, professora da Faculdade de Direito da Universidade de Columbia.

"Por isso, não é absurdo pensar que suas motivações possam ser um pouco questionáveis neste caso. A própria juíza responsável pelo processo, Yvonne Gonzalez Rogers, já chamou atenção para isso."

Também é esperado que o tribunal ouça o depoimento do CEO da Microsoft, Satya Nadella, dos ex-cientistas da OpenAI Mira Murati e Ilya Sutskever, e da ex-integrante do conselho da OpenAI Shivon Zilis, que é mãe de quatro dos filhos de Musk.

Nos preparativos para o julgamento, vieram à tona detalhes curiosos da vida privada dos bilionários envolvidos, enquanto seus advogados travam disputas acaloradas sobre quais provas e testemunhos devem ou não ser apresentados ao júri.

Por exemplo, a juíza decidiu que não será permitido mencionar no tribunal o suposto uso, pelo chefe da Tesla, de "rhino ket" — como a ketamina é chamada na gíria do Vale do Silício.

A equipe jurídica de Musk também virou notícia. Um de seus advogados tem trabalhado como palhaço nas horas vagas, segundo o Business Insider.

Outro, que também atua como produtor em Hollywood, teve o perfil publicado recentemente pela revista Vanity Fair.

O que está em jogo neste caso é de grande magnitude para Musk e para a OpenAI — e, potencialmente, para todos nós.

Em meio a essa onda de preocupação com o ritmo acelerado dos avanços tecnológicos, Altman chegou a ser afastado temporariamente do cargo de CEO da OpenAI, após suspeitas de que teria enganado membros do conselho.

Agora, com a xAI — empresa que foi recentemente adquirida pela SpaceX, sua companhia de foguetes que se prepara para abrir capital —, Musk está profundamente envolvido na corrida rumo à inteligência artificial geral (AGI).

"Se Musk vencer, isso pode significar a derrota de um concorrente-chave na corrida pela AGI", afirmou Rose Chan Loui, diretora executiva do Centro Lowell Milken de Filantropia e Organizações Sem Fins Lucrativos da UCLA.

Chan Loui avalia que Musk tenta se posicionar como a pessoa mais adequada para representar, de forma justa, os interesses da OpenAI enquanto organização sem fins lucrativos.

"Embora eu reconheça que ele trouxe visibilidade ao tema, há preocupação de que não seja imparcial, já que lidera sua própria e grande empresa de IA", disse.

Para Sarah Federman, autora do livro Corporate Reckoning, a credibilidade de quem move esse tipo de ação é um fator central.

O julgamento entre Musk e Altman ocorre justamente no momento em que o público começa a compreender melhor como a inteligência artificial está sendo integrada ao dia a dia.

O processo pode lançar nova luz sobre suas ambições e intenções em relação ao desenvolvimento de uma tecnologia que já é utilizada por uma parcela crescente da população mundial.

Em King Kong contra Godzilla, "todos os mortais lá embaixo tentam escapar enquanto esses gigantes se enfrentam", diz Federman.

"No fim, um vence, mas o que fica é um rastro com o qual o resto de nós terá de conviver."

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