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Lembra dele? Honda Civic desaparece das lojas e o g1 descobre quem são os culpados; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 05:32

Carros Lembra dele? Honda Civic desaparece das lojas e o g1 descobre quem são os culpados; VÍDEO Ícone entre sedãs já foi referência em custo-benefício, mas hoje custa R$ 266 mil. Mercado para o modelo e seus concorrentes encolheu e preferência de brasileiros por SUVs disparou. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

O Honda Civic continua nas lojas e ainda aparece no site da marca por R$ 266 mil. Porém, em 2026, apenas sete unidades foram emplacadas, segundo números da Fenabrave.

O que aconteceu com ele? Um carro que já foi produzido no Brasil, que esteve entre os sedãs médios mais vendidos e desejados do país, é hoje apenas uma lembrança do que já foi.

Para entender essa história, o g1 vai mostrar a nova geração do sedã, que agora é híbrida, e explicar quem são os responsáveis por fazer o Civic deixar de ser aquela figurinha fácil que a gente sempre via no trânsito.

E o Honda Civic, hein? Essa é uma pergunta que se ouve desde o ano passado, como se o sedã fosse aquele primo que sempre estava nas festas de família e, de repente, sumiu. Todo mundo quer saber por onde ele anda.

Pois bem: o Honda Civic continua nas lojas e ainda aparece no site da marca por R$ 266 mil. Porém, em 2026, apenas sete unidades foram emplacadas, segundo números da Fenabrave. A versão esportiva, Type-R, vendeu oito unidades no mesmo período.

O que aconteceu com ele? Um carro que já foi produzido no Brasil, que esteve entre os sedãs médios mais vendidos e desejados do país, é hoje apenas uma lembrança do que já foi.

Para entender essa história, o g1 vai mostrar a nova geração do sedã, que agora é híbrida, e explicar quem são os responsáveis por fazer o Civic deixar de ser aquela figurinha fácil que a gente sempre via no trânsito. E já adiantamos: há mais que um responsável.

Antes de qualquer coisa, é preciso dizer que o Civic vem muito bem equipado e com muita tecnologia. Basta observar as listas para ver os equipamentos de segurança e tudo que vem de série no veículo. Não deve em nada para qualquer outro modelo na mesma faixa de preço de R$ 260 mil.

Mas é justamente aí que a Honda se torna responsável pelo baixo desempenho de vendas do Civic. O cliente imagina o sedã competindo ombro a ombro em preço com o Corolla, seu rival histórico. Mas agora a diferença de preço é de R$ 60 mil.

Então, a Honda colocou o Civic numa prateleira que os clientes não alcançam. E o g1 perguntou para a marca justamente a razão dessa estratégia.

“Os projetos de desenvolvimento seguem uma estratégia global e, dentro desse contexto, a nova geração do Civic passou a ser oferecida exclusivamente com tecnologia híbrida no Brasil.

A opção por essa estratégia evidenciou os diferenciais do sistema e:HEV, elevando significativamente o nível de eficiência, desempenho e sofisticação do Civic. Por consequência, a percepção do consumidor em relação ao produto também foi alçada a um patamar muito superior.

O conjunto híbrido da Honda é reconhecido por entregar um equilíbrio excepcional entre performance e baixo consumo, posicionando o Civic como uma referência em seu segmento por conta do nível mais elevado de tecnologia, segurança e experiência.

Assim, o reposicionamento ocorreu não apenas em função de uma decisão comercial, mas também por refletir a evolução tecnológica do modelo e do alinhamento global da marca.”

A cabine transmite uma paz instantânea. Em poucos minutos todos os comandos já fazem sentido. Os materiais em tom escuro dão seriedade à experiência. Isso combina com as opções de cores para a carroceria oferecidas no Brasil: preto, azul muito escuro e… só.

O espaço no banco traseiro é bom, mas dá para entender o consumidor que prefere um SUV mais generoso. O porta-malas tem trava com acionamento elétrico que abre sozinho, mas não fecha como vários utilitários esportivos. Outro atributo que já está ficando comum nessa faixa de preço.

O que é legal ao dirigir o Civic é perceber o DNA da Honda na construção, na solidez e no acerto da suspensão. Porém, se você tem na memória o Civic da geração anterior, talvez fique desencantado com este modelo.

Ela seguia um projeto mais tradicional e simples, com motor 2.0 de 150 cavalos, mas era muito focada em proporcionar uma sensação de condução diferente da oferecida pelo campeão Corolla. E essa era uma estratégia que fazia sentido.

Quando existe um líder disparado, a melhor tática nem sempre é tentar imitá-lo, mas sim oferecer uma alternativa para um público que busca características diferentes.

Honda Civic Advanced Hybrid 2026 tem ótima calibração de direção e suspensão — Foto: Divulgação / Honda

O Corolla sempre foi um carro voltado para uma direção neutra, extremamente confortável e pensado para passar despercebido em suas sensações. Está claro que o brasileiro gosta dessa proposta, tanto que o modelo vende muito bem.

Já o Civic anterior seguia outro caminho. Não era necessariamente mais potente ou mais forte. A diferença estava na sensação ao volante, na calibração, na suspensão, na forma como a carroceria se comportava nas curvas.

Além disso, o design também reforçava essa proposta: linhas mais ousadas, caimento de teto quase de cupê e uma proporção de porta-malas mais curta. Tudo isso entregava uma opção mais jovial para quem não se identificava com o visual mais sisudo do Corolla.

Agora, com este novo Civic, essa história mudou. Ele parece quase uma versão em escala menor do Accord. (compare com o sedã modelo 2021 abaixo)

Honda Accord 2021 visto de perfil foi a inspiração para o Honda Civic — Foto: Divulgação / Honda

E não foi apenas o design e a proporção que ele herdou do irmão maior. Também adotou uma postura mais "aristocrática", mais voltada a transportar seus passageiros com conforto, quase como um chofer, do que a oferecer uma experiência marcante ao motorista.

Talvez, ao considerar preço e posicionamento, o Civic tenha renunciado a parte da sua essência. E, por isso, abriu mão de um de seus argumentos para ser uma alternativa ao Corolla.

Honda Civic Advanced Hybrid 2026 tem proporções mais sóbrias nesta geração — Foto: Divulgação / Honda

Debaixo do capô está um dos principais responsáveis por aumentar o preço do Civic: um excelente conjunto híbrido. Ele combina um motor 2.0 com injeção direta e ciclo Atkinson (mais voltado para eficiência de combustível) que gera 143 cavalos, com um motor elétrico de 184 cavalos.

Além disso, há ainda um segundo motor elétrico, responsável pela recuperação de energia durante as desacelerações, recarregando as baterias de íon de lítio.

Na prática, o carro alterna entre três modos de funcionamento: o modo totalmente elétrico, o modo híbrido, em que os dois motores trabalham juntos, e o modo somente a combustão. Essa variação depende do relevo, da intensidade com que o motorista acelera e também do nível de carga das baterias.

Dentro do carro, com ele em movimento, tudo funciona muito bem, e os números de consumo são realmente impressionantes, comparáveis aos de carros 1.0.

O único ponto que causa estranheza aparece em situações de trânsito intenso, como engarrafamentos. O motor a combustão entra em funcionamento apenas para manter o nível de carga das baterias, mesmo com o carro parado.

O giro mais alto causa a sensação de que o motorista está acelerando sem sair do lugar, o que pode parecer um pouco estranho para quem passa na calçada.

Se observarmos o último ano de fabricação da geração anterior do Civic no Brasil, em 2021, o sedã vendeu pouco mais de 19 mil unidades.Naquele mesmo ano, o HR-V, SUV da Honda, mesmo em sua geração anterior, já vendia 38,4 mil unidades. Bem mais que o Civic.

No ano passado, em 2025, a nova geração do HR-V ultrapassou mais de 60 mil unidades vendidas. E agora a Honda também conta com o WR-V, que tem dimensões muito próximas, utiliza o mesmo motor e câmbio das versões de entrada do HR-V e já chama atenção no showroom.

Ou seja: o cliente brasileiro não deixou de comprar Honda. Ele apenas deixou de comprar o Civic. Agora, esse consumidor prefere os SUVs da marca japonesa.

A explicação, portanto, é simples e dispensa qualquer teoria da conspiração: a Honda apenas tomou a decisão de concentrar esforços no tipo de produto que percebeu que o brasileiro realmente quer comprar.

E, nesse contexto, coincidiu o fato de que o Civic, nesta nova geração, já não fazer tanto sentido econômico para o mercado brasileiro, especialmente considerando o baixo volume de vendas.

"Globalmente — e isso já há vários anos —, os SUVs de diferentes portes, estilos e faixas de preço passaram a dominar a preferência dos consumidores. No Brasil, seguimos a mesma tendência, com os SUVs ganhando cada vez mais espaço no mercado. Em retrospecto, sim, é possível dizer que o mercado de sedãs médios é um dos que foram alterados com a popularização dos SUVs."

Esse, aliás, não é um fenômeno exclusivo da Honda. A Toyota já vê o Corolla Cross vender significativamente mais que o Corolla sedã. Não por acaso, também lançou o Yaris Cross como uma alternativa de SUV posicionada logo abaixo.

Da mesma forma, não é coincidência que a Toyota tenha lançado o novo RAV4 com preço reduzido em sua versão de entrada.

Afinal, o consumidor brasileiro que está disposto a pagar na faixa dos R$ 300 mil, hoje, em grande parte não está mais buscando sedãs. Está comprando SUVs e, principalmente, SUVs de marcas chinesas.

Portanto, muitas pessoas que passaram os últimos 30 anos admirando o Civic terão de se resignar. Viam o Honda como um dos carros mais vendidos do Brasil. Usavam o Civic como referência de sedã ideal para quem gosta de uma tocada mais esportiva. Agora, resta manter essa fantasia no imaginário.

Com isso, sobra ao Civic Type-R carregar a bandeira do modelo. Ele é inacessível para a maioria, e acaba servindo mais como pôster ou papel de parede de celular.

Ver o nome Civic adormecer na preferência popular (quem sabe, ele ainda pode voltar no futuro) não é exatamente uma novidade.

Nos últimos anos, vimos o nome Gol ser colocado na geladeira pela Volkswagen. A Fiat já não produz mais o Uno. E a General Motors abandonou nomes como Corsa, Astra, Vectra, Cruze e tantos outros carros que fizeram sucesso, marcaram época e hoje já não estão mais presentes.

Também é importante lembrar que, atualmente, nomes têm muito mais função estratégica e de marketing para as montadoras do que necessariamente ligação com a essência original.

A Toyota, por exemplo, já não vê problema em usar o nome Corolla tanto em versões esportivas quanto em um SUV com o sobrenome Cross.

A Chevrolet resgata nomes conhecidos e os reposiciona em novas propostas. Sonic era nome de hatch e agora é usado num SUV compacto. A Ford faz o mesmo ao colocar Mustang em um carro elétrico e transformar Maverick em uma picape híbrida.

Talvez esse sentimento de saudosismo e decepção ao ver o Civic nessa condição seja apenas um sinal de que nós, estamos nos tornando uma geração “antiga” dentro do mercado automotivo.

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Jornadas longas, insegurança e assédio no trabalho causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 03:53

Trabalho e Carreira Jornadas longas, insegurança e assédio no trabalho causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT Estudo da organização mostra impacto do trabalho na saúde das pessoas e estima perdas de 1,37% do Produto Interno Bruto (PIB) global ao ano. Por Redação g1 — São Paulo

Mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo devido a problemas de saúde associados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, insegurança no emprego e assédio.

O dado é de um relatório global divulgado na quarta-feira (22) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o estudo, esses fatores estão ligados a doenças cardiovasculares e transtornos mentais, incluindo casos de suicídio.

Ao todo, os riscos psicossociais levam à perda de quase 45 milhões de anos de vida saudável por ano, considerando doença, incapacidade ou morte prematura.

Problemas como estresse, assédio e jornadas longas causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT — Foto: Freepik/Reprodução

Mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde associados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, insegurança no emprego e assédio. O dado é de um relatório global da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o estudo, esses fatores estão diretamente relacionados a doenças cardiovasculares e transtornos mentais, incluindo casos de suicídio. Ao todo, os riscos psicossociais levam à perda de quase 45 milhões de anos de vida saudável por ano, considerando doença, incapacidade ou morte prematura.

Além do impacto na saúde, o problema também pesa na economia. A OIT estima que esses riscos gerem perdas equivalentes a 1,37% do Produto Interno Bruto (PIB) global por ano.

O relatório, intitulado “O ambiente psicossocial de trabalho: tendências globais e orientações para a ação”, foi preparado para o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28 de abril.

O documento destaca o impacto crescente da forma como o trabalho é planejado, organizado e gerido na saúde dos trabalhadores.

De acordo com a organização, o ambiente psicossocial envolve a estrutura do trabalho, a forma de gestão, as relações interpessoais e as políticas adotadas pelas empresas — elementos que influenciam diretamente a saúde física e mental dos trabalhadores.

A natureza do trabalho, como nível de exigência e adequação às habilidades;A organização e gestão, incluindo carga de trabalho, autonomia e apoio;E as políticas e práticas do ambiente profissional, como jornadas, remuneração e prevenção ao assédio.

A OIT também destaca que mudanças recentes, como a digitalização, o uso de inteligência artificial e a expansão do trabalho remoto, estão transformando o ambiente profissional. Essas transformações podem agravar riscos existentes ou criar novos desafios caso não sejam acompanhadas por políticas adequadas.

“Os riscos psicossociais estão se tornando um dos desafios mais significativos para a segurança e saúde no trabalho no mundo moderno”, afirmou Manal Azzi, líder da equipe de políticas de segurança e saúde da OIT.

Segundo ela, melhorar o ambiente de trabalho é essencial não só para proteger a saúde física e mental dos trabalhadores, mas também para fortalecer a produtividade, o desempenho das organizações e o desenvolvimento econômico sustentável.

O relatório reforça que esses riscos podem ser prevenidos, desde que suas causas estruturais sejam enfrentadas. Entre as recomendações estão a melhoria da organização do trabalho, o fortalecimento das políticas de saúde e segurança e o incentivo ao diálogo entre governos, empregadores e trabalhadores.

No Brasil, o governo já reconheceu o avanço desses riscos com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do gerenciamento de riscos ocupacionais.

A medida estava prevista para entrar em vigor em maio de 2025 — ano em que, como o g1 mostrou, o país bateu recorde de afastamentos por transtornos mentais, com custo bilionário aos cofres públicos.

Após pressão de entidades empresariais, a implementação foi adiada para maio de 2026. Agora, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) avalia um novo adiamento.

O que mudaria com a NR-1? Com a atualização da norma, auditores do trabalho poderiam fiscalizar e aplicar multas caso fossem identificadas questões como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia no trabalho e condições precárias de trabalho.➡️ Ou seja, isso passaria a ter o mesmo peso de fiscalização de pontos como questões que envolvem acidente de trabalho ou doença.

A decisão de adiamento vai na contramão do cenário do trabalho no país. Em 2025, quando a norma já deveria estar em vigor, o quadro de afastamentos piorou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais.

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O que é a taxa Selic — e como ela afeta juros, emprego e investimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 03:53

O que é a taxa Selic — e como ela afeta juros, emprego e investimentos No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. A sigla significa “Sistema Especial de Liquidação e de Custódia”, mas, na prática, representa os juros cobrados entre bancos e serve de referência para diversas taxas aplicadas ao consumidor.

Quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro. Isso reduz empréstimos, investimentos e contratações, esfria o consumo e ajuda a conter a inflação. Quando ela cai, o crédito fica mais barato e estimula investimentos, contratações e o consumo.

Neste vídeo, você vai entender como a Selic afeta a sua vida — e, às vezes, você nem percebe. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Como um problema com hamster virou uma empresa que fatura quase R$ 500 mil por ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 29/04/2026 02:50

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como um problema com hamster virou uma empresa que fatura quase R$ 500 mil por ano Ideia surgiu após adoção de um pet. Loja online aposta em nicho pouco explorado e cresce com produção própria e redes sociais. Por PEGN

Yann Vergari criou uma loja online de produtos para pequenos roedores após dificuldade de encontrar itens adequados no Brasil.

Ele começou produzindo peças artesanais, como rodinhas, e passou a vender online ao identificar demanda.

Com materiais simples, como PVC e rolamentos, desenvolveu os primeiros produtos e ampliou o portfólio.

O negócio cresceu com foco em nicho pouco explorado, produção própria e vendas digitais; hoje soma cerca de 950 pedidos mensais e fatura R$ 480 mil por ano.

Um mercado pouco explorado no Brasil virou oportunidade de negócio para um empreendedor em São Paulo.

A partir da adoção de um hamster durante a pandemia, Yann Vergari criou uma loja online especializada em produtos para pequenos roedores — e transformou uma necessidade pessoal em uma empresa que hoje fatura cerca de R$ 480 mil por ano.

A ideia nasceu de um problema comum: a dificuldade de encontrar itens adequados para o bem-estar desses animais. Ao pesquisar sobre criação e cuidados, Yann percebeu que havia pouca oferta no país, principalmente de produtos com tamanho e segurança adequados.

Sem encontrar o que precisava, ele decidiu criar. Com materiais simples, como canos de PVC e rolamentos, desenvolveu a primeira rodinha de exercício para o hamster — silenciosa e funcional. O produto começou a chamar atenção em grupos e comunidades online.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

A partir daí, o empreendedor começou a produzir pequenas quantidades e vender em marketplaces. Com o aumento dos pedidos, ampliou o portfólio: casas, acessórios de madeira, substratos e itens para enriquecimento ambiental dos animais.

Hoje, a loja conta com mais de 200 produtos e cerca de 950 pedidos por mês. O negócio também cresceu rápido: o faturamento aumentou cerca de 80% nos últimos meses.

A estratégia foi clara desde o início: focar em um nicho pouco explorado e usar o digital como principal canal de vendas. Cerca de 70% das vendas vêm de marketplaces, que funcionam como vitrine para todo o país.

Para ganhar espaço, o empreendedor apostou em preços competitivos no começo e em um posicionamento claro. “Como era um mercado com pouca oferta, conseguimos atrair público com mais facilidade”, afirma.

Com o amadurecimento da empresa, a estratégia evoluiu. Além de vender, a marca passou a investir em conteúdo educativo sobre cuidados com pequenos roedores — tanto no site quanto nas redes sociais.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

A ideia é orientar os consumidores e, ao mesmo tempo, criar autoridade no segmento. Parcerias com influenciadores do nicho também ajudaram a impulsionar o alcance e as vendas. “Quando começamos a trabalhar com criadores de conteúdo, vimos o impacto direto no faturamento”, diz.

Outro diferencial do negócio é a fabricação própria de parte dos produtos, especialmente itens de madeira. Isso permite maior controle de qualidade e adaptação às necessidades dos animais — um ponto valorizado pelos clientes.

Com o crescimento, a empresa já conta com equipe e começa a explorar novos caminhos, como produtos voltados também para os tutores.

Para Yann, o principal aprendizado é simples: problemas do dia a dia podem esconder boas ideias de negócio. “Muitas vezes, uma dor que você tem é compartilhada por outras pessoas. Quando você resolve isso, pode criar uma empresa”, afirma.

O que começou como uma solução para cuidar melhor de um hamster virou um negócio em expansão — e mostra que, mesmo em nichos pouco óbvios, há espaço para crescer.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Chapecó, 60, Vila Amabile Pezzolo – Santo André/SP – CEP: 09120-420📞 Telefone: (11) 95698-5219🌐Site: www.vergariroedores.com.br📧 E-mail: yannvergari@gmail.com📘Facebook: https://www.facebook.com/share/1GxecmYqwh/?mibextid=wwXIfr📸Instagram: https://www.instagram.com/vergari_roedores

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A saída dos Emirados Árabes da Opep: os impactos no petróleo e os efeitos para Trump – O Assunto #1709

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:57

Podcasts O Assunto A saída dos Emirados Árabes da Opep: os impactos no petróleo e os efeitos para Trump – O Assunto #1709 Saída dos Emirados Árabes da Opep pressiona o mercado de petróleo e é vista como vitória política para Trump, em meio à queda de popularidade e às tensões globais. Por Natuza Nery — São Paulo

Os Emirados Árabes Unidos decidiram, após quase 60 anos de alinhamento, sair da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A decisão foi tomada após “várias discussões” e “reflexões” sobre o cenário internacional do petróleo e entra em vigor no dia 1º de maio.

O cenário por trás dessa saída envolve a falta de respostas a um evento que se prolonga há quase dois meses: a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. A decisão ocorre em um momento delicado para o setor, marcado pela volatilidade dos preços, rearranjos geopolíticos e disputas cada vez mais intensas por influência sobre o fluxo global de energia.

Em Washington, o movimento é visto como uma vitória para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, crítico recorrente da atuação da Opep.

Neste episódio, Natuza Nery conversa com o analista internacional Tanguy Baghdadi para analisar os efeitos dessa mudança no mercado do petróleo e na geopolítica do conflito.

Convidado: Tanguy Baghdadi é professor de Política Internacional e mestre em Relações Internacionais pela PUC-Rio.

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O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Apresentação: Natuza Nery. Colaborou neste episódio Felipe Turioni.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

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Mesmo com riscos inflacionários e tensão no Oriente Médio, Banco Central deve cortar taxa de juros nesta quarta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

Copom se reúne nesta quarta-feira para definir juro básico; decisão sai após as 18h — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (29) e deve efetuar nova redução na taxa básica de juros da economia, atualmente em 14,75% ao ano.

Essa é a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projeta um corte de 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. Se confirmada, será a segunda diminuição seguida no juro.

🔎A taxa básica da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

Se levado adiante, o novo corte da Selic acontecerá em meio à guerra no Oriente Médio, que está gerando pressão inflacionária ao redor do mundo.

A disparada do petróleo já está impulsionando os preços dos combustíveis no Brasil. Por conta disso, há analistas que defendem uma parada no ciclo de corte dos juros. A decisão do Copom será anunciada após as 18h desta quarta-feira.

Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado.Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4%, ou seja, acima da meta central de 3%.

De acordo com Gustavo Sung, economista-chefe Suno Research, o Copom deve dar continuidade ao processo de corte dos juros de "forma gradual", baixando a Selic para 14,5% ao ano.

"O nível atual de juros reflete o forte aperto implementado nos últimos anos, que já mostra efeitos sobre a atividade econômica e garantiu à autoridade monetária uma margem de segurança para conduzir esse processo, com credibilidade. Ainda assim, o Comitê tende a adotar uma postura mais cautelosa no curto prazo. Essa abordagem considera as incertezas ligadas ao conflito no Oriente Médio e seus possíveis impactos sobre a inflação", avaliou Sung, da Suno Research.

De acordo com análise do Itaú, o BC deve baixar o juro para 14,5% ao ano e não deve realizar mudanças significativas de comunicação.

"O comitê deve enfatizar serenidade e cautela na condução da política monetária, adicionando que os passos futuros do processo de calibração seguirão guiados pela evolução dos dados e pela avaliação contínua do balanço de riscos, além de incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e extensão no tempo dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", avalia o Itaú.

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Funcionário pode ser obrigado a gravar vídeos para as redes sociais da empresa?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Empreendedorismo Guia do empreendedor Funcionário pode ser obrigado a gravar vídeos para as redes sociais da empresa? Especialistas alertam que é preciso tomar cuidados para não expor funcionários sem consentimento em trends. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Empreendedores têm recorrido à linguagem da geração Z para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

Mas, segundo especialistas ouvidos pelo g1, é preciso cautela para evitar conteúdos ofensivos, riscos à saúde física ou situações constrangedoras para os funcionários.

Se você usa o TikTok ou Instagram, sem dúvidas já deve ter esbarrado com vídeos que iniciam com o seguinte bordão: “oi divos e divas”, e ainda traz algumas expressões como “babadeiro”, “iconic”, “faraônico” e “aesthetic”.

O g1 já contou como gírias da geração Z vêm sendo adotadas por empreendedores para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

Embora os vídeos sejam divertidos, existe cuidado para não expor os funcionários a situações constrangedoras ou de risco. É importante saber que um funcionário NÃO é obrigado a gravar vídeos para o TikTok ou qualquer rede social se não quiser ou se essa função não fizer parte de seu contrato.

Essa prática pode configurar desvio de função, como explica Paulo Renato Fernandes, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

“Quando há desvio de função, o empregado tem direito a receber um adicional. Além disso, há a questão do direito de imagem, que é garantido por lei e precisa ser autorizado. Nesse caso, também é possível solicitar indenização pelo uso da imagem”, explica o professor.

O empregador deve solicitar aos funcionários uma autorização por escrito para o uso de imagem, especificando onde os vídeos serão exibidos.

Mesmo quando essa atividade já consta no contrato, o advogado trabalhista Maurício Corrêa da Veiga recomenda obter autorização do funcionário a cada nova campanha publicitária (veja mais o que diz a lei sobre o tema).

Segundo o advogado, o empregado pode processar a empresa e pedir indenização se se sentir obrigado, induzido ou coagido de alguma forma a participar dos vídeos.

➡️ Mas quem deve aparecer nesses conteúdos? Para Tainá Alves, do Sebrae, o ideal é que o próprio empreendedor participe, pois isso gera credibilidade e conexão.

“Se o empreendedor não tiver interesse, perfil ou aptidão para aparecer, e nenhum colaborador quiser participar da produção de conteúdo, é possível contratar microinfluenciadores”, explica.

📲 Os microinfluenciadores são criadores de conteúdo com número relativamente pequeno de seguidores (geralmente entre 1 mil e 100 mil).

Esses influenciadores, geralmente locais ou de nicho, têm engajamento mais real com comunidades específicas. Segundo Tainá Alves, costumam gerar mais retorno do que grandes influenciadores.

'Eles criam comunidades autênticas e engajadas, formadas por pessoas realmente interessadas nos temas que tratam. Por isso, é fundamental pesquisar e escolher microinfluenciadores alinhados ao perfil do negócio', explicaTainá Alves, coordenadora de Relacionamento Digital do Sebrae.

Outro ponto destacado pela especialista é a importância da Geração Z, nativa digital. Mesmo sem grande poder de compra, esse grupo influencia decisões familiares e deve ser incluído nas estratégias de comunicação.

Além disso, a GenZ será o público do futuro. Por isso, é essencial fidelizar esse grupo. “Eles buscam propósito, impacto social e conteúdo autêntico. É com eles que as marcas precisam começar a dialogar desde já”, conclui Tainá.

Loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, ganhou visibilidade e se consolidou como marca local graças à forte presença online. — Foto: Reprodução/Tiktok

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Pressão e ofensas de Trump: Superquarta terá última decisão de Powell à frente do Fed; relembre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, terá nesta quarta-feira (28) sua última reunião de decisão de juros no comando do banco central dos Estados Unidos.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja à frente da instituição já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho.

O nome de Warsh será analisado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

Apesar do fim do mandato como presidente, Powell ainda tem cadeira garantida no Fed e pode permanecer como diretor até janeiro de 2028.

O economista poderia seguir na diretoria até o término do governo Trump, que, ao longo dos últimos anos, elevou o tom das críticas ao atual chefe da instituição, com xingamentos frequentes como “mula”, “cabeça oca” e “estúpido”.

Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, terá nesta quarta-feira (28) sua última reunião de decisão de juros no comando do banco central dos Estados Unidos.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja à frente da instituição já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho. O nome de Warsh será analisado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

Apesar do fim do mandato como presidente, Powell ainda tem cadeira garantida no Fed e pode permanecer como diretor até janeiro de 2028. É praxe que o presidente deixe o cargo ao fim do mandato. A decisão dele, no entanto, ainda não foi anunciada publicamente.

O economista poderia seguir na diretoria até o término do governo Trump, que, ao longo dos últimos anos, elevou o tom das críticas ao atual chefe da instituição, com xingamentos frequentes como “mula”, “cabeça oca” e “estúpido”.

E a ofensiva não ficou apenas na narrativa. O republicano chegou a determinar a abertura de uma investigação contra Powell sobre os custos das reformas na sede do Fed — encerrada pelo próprio Departamento de Justiça dos EUA na última semana. (leia mais abaixo)

Sua trajetória foi marcada por grandes choques econômicos, como a pandemia de Covid-19 — que, além das perdas humanitárias, desorganizou a economia global e provocou uma disparada nos preços ao redor do mundo.

Mais recentemente, outros fatores ampliaram a pressão sobre o banqueiro central. Entre eles estão a guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em 2022, o tarifaço global promovido por Trump e a recente escalada das tensões no Oriente Médio, com EUA e Israel em conflito contra o Irã.

Em comum, esses episódios sustentam um ambiente de inflação persistente — dor de cabeça constante para os chefes dos bancos centrais.

🔎 O Fed tem um mandato duplo: controlar a inflação e sustentar o mercado de trabalho. Sua principal ferramenta é a taxa de juros. Quando os preços aceleram, o banco central sobe os juros para conter o consumo e o crédito. Quando a economia perde força, a estratégia é reduzir as taxas para estimular a atividade.

Diante desse cenário, os juros do país atingiram, em 2023, o maior nível desde 2001. A partir do fim de 2024, o referencial passou a cair, e hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

É nesse contexto que Donald Trump passou a disparar críticas contra Powell. O presidente dos EUA fez sucessivas investidas e pressões públicas para que o Fed reduzisse os juros.

A lógica é simples: juros mais altos encarecem o crédito e reduzem o consumo, o que tende a esfriar a atividade econômica — efeito que pode se traduzir em maior insatisfação dos consumidores e impacto político na popularidade do governo.

Como mostrou o g1, críticas a presidentes de bancos centrais não são exclusividade de Trump. No Brasil, o presidente Lula (PT) também se posicionou contra o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto — ainda que sem o tom de ofensas adotado pelo republicano.

A pressão de Trump contra Powell começou logo nos primeiros meses do atual mandato do presidente dos EUA. As ofensivas verbais, porém, se intensificaram em julho de 2025, quando o chamou de “estúpido” e “cabeça oca”, afirmando que a política monetária estava “prejudicando as pessoas”.

O Departamento de Justiça dos EUA decidiu, na última sexta-feira (24), encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Fed, sob a gestão de Jerome Powell.

A decisão, anunciada pela procuradora federal Jeanine Pirro, elimina um dos fatores que vinham sendo usados como justificativa para travar a confirmação, no Senado, de Kevin Warsh para o comando do banco central.

O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado.

Powell foi investigado por suspeita de ter mentido ao Congresso sobre os custos e características da reforma da sede do Fed, especialmente após o aumento relevante do valor do projeto, estimado em cerca de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões). Nenhuma acusação formal foi apresentada.

A investigação foi iniciada pelo governo Trump justamente em um momento de escalada da pressão do republicano por cortes nos juros.

Nesta quarta-feira, a previsão é de que o Fed mantenha a taxa básica na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, segundo estimativas do mercado financeiro. A expectativa, agora, se volta aos rumos da política monetária americana após a saída de Powell do comando da instituição.

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O que significa a saída dos Emirados Árabes da Opep

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram nesta terça‑feira (28) sua retirada, a partir de 1º de maio, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), à qual pertenciam há seis décadas, assim como da aliança Opep+.

A Opep é um organismo econômico intergovernamental fundado em 1960 por Arábia Saudita, Venezuela, Irã, Iraque e Kuwait. Sua criação foi motivada pela queda do preço oficial do petróleo bruto, fixado de forma unilateral pelas grandes petrolíferas internacionais conhecidas como as "Sete Irmãs”.

A Opep surgiu como um contrapeso a esse domínio, com o objetivo de coordenar e unificar as políticas petrolíferas de seus países membros, além de defender suas receitas provenientes da exportação de petróleo.

A retirada acontece em meio à guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã, iniciada em 28 de fevereiro, que provocou o bloqueio do Estreito de Ormuz e ataques a instalações energéticas na região.

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram nesta terça‑feira (28) sua retirada, a partir de 1º de maio, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), à qual pertenciam há seis décadas, assim como da aliança Opep+.

A Opep é um organismo econômico intergovernamental fundado em 1960 por Arábia Saudita, Venezuela, Irã, Iraque e Kuwait. Sua criação foi motivada pela queda do preço oficial do petróleo bruto, fixado de forma unilateral pelas grandes petrolíferas internacionais conhecidas como as "Sete Irmãs”, que dominavam o mercado do petróleo.

A Opep surgiu como um contrapeso a esse domínio, com o objetivo de coordenar e unificar as políticas petrolíferas de seus países membros, além de defender suas receitas provenientes da exportação de petróleo.

Até agora, a Opep era composta por 12 países: os cinco fundadores, além de Emirados Árabes Unidos, Argélia, Nigéria, Líbia, Guiné Equatorial, Congo e Gabão.

A Opep tem sede em Viena e realiza conferências ministeriais ordinárias duas vezes por ano, embora nos últimos anos esses encontros tenham ocorrido apenas de forma virtual.

Desde dezembro de 2016, existe também a aliança Opep+, que reúne os países do grupo e outros 10 grandes produtores de petróleo, inclusive o Brasil, sob liderança da Rússia. O Comitê Ministerial Conjunto de Monitoramento do Mercado (JMMC) da Opep+ se reúne virtualmente a cada dois meses.

Segundo o governo dos Emirados, a decisão é motivada pelos "interesses nacionais” e pelo compromisso do país de contribuir para atender às necessidades urgentes do mercado, em um contexto de volatilidade geopolítica causada por perturbações no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, que afetam a oferta.

O ministro da Energia e Infraestrutura dos EAU, Suhail bin Mohamed Al Mazrouei, afirmou que a retirada "reflete uma evolução política alinhada com os fundamentos do mercado no longo prazo”.

A retirada acontece em meio à guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã, iniciada em 28 de fevereiro, que provocou o bloqueio do Estreito de Ormuz e ataques a instalações energéticas na região.

Segundo a própria Opep, a produção de petróleo do grupo caiu em março quase 8 milhões de barris por dia (mbd), uma redução de 27,5% em relação a fevereiro, devido ao conflito e ao bloqueio.

A saída dos EAU ocorre em um momento de máxima tensão entre os países vizinhos do Golfo Pérsico, que foram acusados por Abu Dhabi de não fazerem frente aos ataques iranianos contra a infraestrutura energética da região.

Os Emirados aparentemente se sentem pouco apoiados pelos países vizinhos nessa crise do Irã. O assessor diplomático do presidente dos EAU, Anwar Gargash, criticou abertamente no início da semana os países do Conselho de Cooperação do Golfo.

“Em 2000, assinamos um acordo de defesa conjunta”, afirmou Gargash. “E agora precisamos constatar que a posição dos países do Conselho de Cooperação do Golfo – embora seja verdade que tenham se apoiado mutuamente em termos logísticos – foi, do ponto de vista político e militar, historicamente a mais fraca.”

“Essa é mais uma mensagem política do que econômica”, afirma Marc Ayoub, especialista em energia do Instituto Tahrir, citado pelo portal de notícias Tagesschau, da televisão pública alemã ARD.

"Isso mostra que os Emirados não estão satisfeitos com a liderança da Opep. É um recado para a Arábia Saudita e um indicador do estado das relações saudita‑emiradenses, seja no campo político ou econômico, especialmente nas questões de energia.”

A decisão é um golpe direto no principal vizinho e tradicional potência do Golfo: a Arábia Saudita.

Com a saída da Opep, os Emirados também devem deixar claro que estão se aproximando do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – inclusive adotando seu estilo de agir, priorizando seus próprios interesses em detrimento de aliados de longa data ou organizações multilaterais. Talvez também por acreditarem que, dessa forma, possam obter maior proteção de Washington.

As autoridades emiradenses afirmaram que, após deixar a Opep, o país continuará atuando de forma responsável, aumentando a produção de maneira gradual.

O ministro da Energia reiterou o compromisso dos EAU com a segurança energética e com a garantia de um fornecimento confiável. Antes do início da guerra, o país produzia cerca de 3,4 milhões de barris por dia e possui reservas comprovadas de até 113 bilhões de barris, a sexta maior do mundo.

Com a saída da Opep, os EAU não precisarão mais cumprir as cotas de produção impostas pelo grupo, o que pode levá‑los a exportar mais petróleo do que antes. Isso poderia moderar os preços em um mercado fortemente pressionado pela guerra e pelo conflito em torno do Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% de todo o petróleo exportado para o mercado internacional.

A retirada dos Emirados representa um desafio para seu grande vizinho, a Arábia Saudita, que domina a Opep+ junto com a Rússia. No passado, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita tiveram diversas disputas sobre os níveis de produção de cada país membro da Opep.

Com a saída dos EAU, a Arábia Saudita passa a ser o único país da Opep com potencial relevante para aumentar a produção. A grande questão será se Riad conseguirá manter unido o que restar da organização.

O último país importante a deixar o grupo foi o Catar, em 2019, para focar mais na produção de gás natural. Outros países que abandonaram a Opep nos últimos anos foram Angola (2023) e Equador (2020).

De acordo com o especialista em energia Marc Ayoub, os efeitos provavelmente serão principalmente de longo prazo.

"Não terá um grande impacto nos mercados no curto prazo, porque o Estreito de Ormuz está fechado. Mas, no futuro, assim que as exportações se normalizarem, os Emirados Árabes Unidos poderão levar muitos barris ao mercado sem restrições", afirma o analista.

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MEI ou Microempresa? Entenda regras para cada tipo de negócio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEI ou Microempresa? Entenda regras para cada tipo de negócio A tramitação de um projeto de lei para ampliar o faturamento dos MEIs e a criação de um novo grupo de negócios têm gerado confusão sobre métodos de formalização. O g1 explica as regras para cada tipo de formalização. Por Redação g1 — São Paulo

Nanoempreendedores são uma nova categoria de empreendimentos, prevista na Reforma Tributária sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Nanoempreendedores faturam até R$ 40,5 mil por ano; MEIs até R$ 81 mil; MEs entre R$ 81 mil e R$ 360 mil; EPPs entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

MEIs podem ter até 1 funcionário; MEs até 9 no comércio/serviços e até 19 na indústria; EPPs entre 10 e 99 funcionários.

O Cartão do Empresário está disponível também para quem é Microempreendedor Individual (MEI). — Foto: Pexels

No Brasil há diversos enquadramentos empresariais. Além de MEIs, Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP), mais recentemente surgiu a figura dos nanoempreendedores.

Cada uma dessas categorias possui características únicas, como limite de faturamento, número de funcionários e impostos a serem pagos.

Para ajudar a entender as regras e os benefícios desses quatro tipos de formalização de pequenos negócios, o g1 conversou com especialistas em direito empresarial.

NanoempreendedoresMicroempreendedores Individuais (MEIs)Microempresas (ME)Empresas de Pequeno Porte (EPP)

Os nanoempreendedores são uma nova categoria, prevista na reforma tributária sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Esse grupo será formado por pessoas físicas que operam em pequena escala e possuem uma receita bruta anual inferior a R$ 40,5 mil (metade do limite dos MEIs).

🧑‍🌾 Trabalhadores informais, como vendedores ambulantes, jardineiros, cozinheiros, artesãos e agricultores familiares, são alguns exemplos que se enquadram nessa categoria. Profissionais autônomos em setores informais, como mototaxistas, também podem ser incluídos.

Os empreendedores enquadrados nesse grupo não pagarão o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual criado pela reforma tributária, que substitui o ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI.

A ideia é evitar que pequenos empreendedores sejam sobrecarregados com impostos, mantendo-os na formalidade, explica o advogado Carlos Schenato. A isenção não significa que eles não pagarão nenhum imposto a partir de 2026. Contribuições previdenciárias e impostos sobre propriedade ainda podem ser cobrados.

O regime dos nanoempreendedores promete ser mais simplificado, com menos burocracia e foco na autodeclaração. Não será exigida a emissão de notas fiscais em todas as transações, reduzindo custos administrativos, afirma o advogado Leonardo Roesler.

Outra diferença é que o nanoempreendedor não precisa registrar uma personalidade jurídica, e pode atuar como pessoa física. O MEI e outras modalidades, como Empresário Individual (EI), exigem a obtenção de um CNPJ.

🔎 Como o governo vai qualificar os nanoempreendedores? O controle será feito por sistemas integrados de cadastramento e monitoramento do faturamento anual. O governo deve usar plataformas digitais específicas ou otimizar o sistema do MEI.

Os Microempreendedores Individuais (MEIs) têm limite de receita bruta anual maior, chegando a R$ 81 mil. Mas eles também fazem parte do regime do Simples Nacional, que unifica diversos impostos.

O MEI é ideal para quem deseja iniciar um negócio e sair da informalidade. Ao se cadastrar, a empresa obtém um CNPJ, além de adquirir obrigações e direitos de uma pessoa jurídica.

Para se tornar MEI, o empreendedor não pode ter participação em outra empresa e pode empregar, no máximo, um funcionário. A adesão não impede que a pessoa tenha um emprego formal simultaneamente.

Primeiro, é necessário obter uma senha de acesso ao gov.br, portal de serviços do governo federal. Quem não tem a senha deve clicar em "Fazer Cadastro". Depois, com a senha em mãos, acessar o Portal do Empreendedor, consultar se a atividade exercida é permitida ao MEI, clicando em "Quem pode ser MEI?". Se a atividade for permitida, clicar em "Quero ser MEI" e depois em "Formalize-se". Por fim, preencher o cadastro online.

Embora a formalização seja gratuita, os MEIs precisam pagar uma taxa mensal, recolhida pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que varia conforme a atividade exercida. As contribuições mensais foram reajustadas em fevereiro.

R$ 75,90 para o MEI em geral (5% do salário mínimo),R$ 182,16 para o MEI caminhoneiro (12% do salário mínimo).

Os MEIs que atuam no comércio e na indústria pagam R$ 1 a mais referente ao ICMS, enquanto os ligados a serviços pagam R$ 5 a mais, referentes ao ISS.

⚠️ ATENÇÃO: O DAS inclui a contribuição previdenciária e os impostos devidos pelos MEIs. O valor total do documento tem acréscimo de R$ 1 para atividades sujeitas ao ICMS (comércio e indústria) e de R$ 5 para atividades sujeitas ao ISSQN (prestação de serviços).

Estar formalizado como MEI traz diversas vantagens, começando pelo baixo custo mensal. O empresário fica isento dos tributos federais, como imposto de renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL, tendo como única despesa o pagamento mensal do DAS.

Além disso, o MEI se torna segurado da Previdência Social, garantindo direitos como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, auxílio-maternidade e pensão por morte para a família.

Outra vantagem é a facilidade para o negócio, pois o MEI ganha maior credibilidade com os clientes, acesso a descontos na compra de produtos e matéria-prima, e a possibilidade de ter uma maquininha de cartão de crédito.

A formalização também melhora a relação com os bancos, permitindo ao MEI abrir conta bancária e ter acesso a crédito com juros mais baixos, graças ao CNPJ.

A Microempresa (ME) é destinada a negócios com faturamento anual entre R$ 81 mil e R$ 360 mil. A ME possui uma estrutura mais flexível que o MEI, permitindo uma maior diversidade de atividades comerciais.

As microempresas podem optar por três regimes de pagamento de impostos: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. O Simples Nacional costuma ser mais vantajoso para muitas MEs, pois simplifica o pagamento de diversos impostos de uma só vez.

Além disso, as MEs podem contratar mais funcionários. Empresas de comércio e serviços podem ter até nove empregados, enquanto as do setor industrial podem ter até 19 funcionários.

As MEs podem ser constituídas como Sociedade Empresária Limitada (Ltda.), Sociedade Simples, Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) ou Empresário Individual (EI). Nas duas primeiras, é possível ter sócios no negócio.

Para abrir uma microempresa, é necessário definir o tipo jurídico e realizar uma consulta de viabilidade para verificar a disponibilidade do nome escolhido. O registro é feito na Junta Comercial do estado, com a apresentação de documentos como contrato social e cópias dos documentos dos sócios.

A Empresa de Pequeno Porte (EPP) é aquela com faturamento bruto anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Elas são incluídas no Simples Nacional, um regime tributário que favorece a atividade da companhia.

As EPPs têm uma limitação no número de funcionários, variando de 10 a 99, dependendo do setor. As EPPs do setor de exportação têm direito a um faturamento anual superior ao limite das demais, até R$ 4,8 milhões.

Para se tornar uma EPP, é indispensável contratar um contador para realizar o processo de legalização.

É necessário definir a natureza jurídica da empresa, escolher um nome exclusivo, indicar as áreas de atuação conforme o CNAE, verificar restrições para a instalação do empreendimento, elaborar o Contrato Social, registrar a empresa na Junta Comercial, realizar a inscrição municipal e estadual, e efetuar a Conectividade Social no site da Caixa Econômica Federal.

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