RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar opera em queda com foco no petróleo e em dados dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 09:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (13) em queda, recuando 0,22% por volta das 09h05, aos R$ 5,2303. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ O petróleo segue perto do nível de US$ 100, mesmo depois de os Estados Unidos autorizarem temporariamente a compra de petróleo da Rússia. A possibilidade de que o conflito envolvendo o Irã se prolongue aumenta as preocupações com a inflação e pressiona as bolsas ao redor do mundo.

Ontem, o petróleo subiu cerca de 9% e atingiu o valor mais alto em quase quatro anos. Nesta sexta-feira, porém, o barril do Brent recuava 1,41% perto das 9h (horário de Brasília) e era negociado a US$ 99,09.

▶️ No Brasil, o governo federal anunciou um pacote de medidas para tentar reduzir os efeitos da alta do petróleo e da volatilidade no preço dos combustíveis. Entre as ações estão subsídios a importadores e produtores de diesel e a isenção dos tributos federais PIS e Cofins sobre o combustível.

O pacote também prevê a criação de um imposto temporário sobre a exportação de petróleo bruto e diesel, além de multas para empresas que não repassarem esses benefícios ao preço final cobrado nos postos.

▶️ Nos Estados Unidos, a agenda econômica inclui a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE) de janeiro. O indicador é acompanhado de perto pelo Federal Reserve, o banco central americano, por ser uma das principais referências para medir a inflação no país.

▶️ Também será divulgado o relatório de abertura de vagas de emprego (Jolts), com previsão de cerca de 6,7 milhões de postos disponíveis. Além disso, sai a leitura anualizada do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre do ano passado.

Os preços do petróleo seguem elevados e voltaram a se aproximar da marca de US$ 100 por barril, em meio às tensões no Oriente Médio e ao temor de interrupções no fornecimento global de energia.

Nesta sexta-feira (13), por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent, referência internacional, recuava 1,41% e era negociado a US$ 99,09. Já o WTI, referência nos EUA, era cotado a US$ 93,72.

Desde o início do conflito na região, o petróleo já acumula valorização de cerca de 40%. No começo de 2026, o barril era negociado próximo de US$ 60, patamar que agora ficou bem distante, com os preços voltando a níveis que não eram vistos desde meados de 2022.

Na tentativa de aliviar a pressão no mercado de energia, o Tesouro dos EUA concedeu uma licença temporária de 30 dias — válida até 11 de abril — permitindo que países comprem carregamentos de petróleo e derivados russos que já estavam embarcados até quinta-feira (12).

Mesmo com esse alívio pontual, investidores continuam acompanhando de perto a evolução da guerra e o risco de interrupções no fluxo de petróleo no Oriente Médio.

A escalada das tensões na região — incluindo ameaças de fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo — tem aumentado a volatilidade dos preços no mercado internacional.

A alta do petróleo no mercado internacional já levou o governo brasileiro a agir. Na quinta-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote de medidas para tentar evitar que a disparada da commodity se transforme em aumentos expressivos no preço do diesel no país.

Entre as medidas, o governo decidiu zerar os tributos federais PIS e Cofins que incidem sobre o diesel. Também foi anunciado um apoio financeiro a produtores e importadores do combustível, como forma de reduzir o impacto da alta internacional.

Segundo estimativas do próprio governo, essas ações podem diminuir em cerca de R$ 0,64 por litro o preço do diesel.

Para compensar a perda de arrecadação com a redução dos tributos, o governo também anunciou a criação de um imposto de 12% sobre a exportação de petróleo. A ideia é capturar parte dos ganhos extras obtidos pelos produtores com a valorização do petróleo no mercado internacional.

A principal preocupação do governo é que o aumento do diesel acabe pressionando a inflação. Isso porque o combustível é amplamente usado no transporte de cargas no Brasil, o que influencia diretamente o custo de alimentos e de outros produtos.

Nesse cenário, a Petrobras informou na noite de quinta-feira que seu conselho de administração aprovou a adesão da empresa ao pacote de medidas anunciado pelo governo.

De acordo com a companhia, como o programa é opcional e pode trazer benefícios adicionais, a participação foi considerada compatível com os interesses da empresa.

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Petróleo ultrapassa US$ 100 mesmo após EUA liberarem compra de petróleo russo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 08:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

Os preços do petróleo seguem em alta e voltaram a superar a marca de US$ 100 por barril, impulsionados pelas tensões no Oriente Médio e pelo risco de interrupção no fornecimento global de energia.

Nesta sexta-feira (13), o barril do Brent, referência internacional, subia 0,8%, a US$ 100,30, enquanto o WTI era negociado a US$ 95,98.

A disparada ocorre após uma forte escalada recente: desde o início do conflito na região, o petróleo já acumula alta de cerca de 40%, saindo de níveis próximos a US$ 60 no começo de 2026 para patamares que não eram vistos desde meados de 2022.

Os preços do petróleo seguem em alta e voltaram a superar a marca de US$ 100 por barril, impulsionados pelas tensões no Oriente Médio e pelo risco de interrupção no fornecimento global de energia.

Nesta sexta-feira (13), o barril do Brent, referência internacional, subia 0,8%, a US$ 100,30, enquanto o WTI era negociado a US$ 95,98.

A disparada ocorre após uma forte escalada recente: desde o início do conflito na região, o petróleo já acumula alta de cerca de 40%, saindo de níveis próximos a US$ 60 no começo de 2026 para patamares que não eram vistos desde meados de 2022.

Os preços chegaram a recuar levemente nesta sexta após os Estados Unidos autorizarem temporariamente a compra de petróleo russo que estava retido no mar.

O Tesouro americano concedeu uma licença de 30 dias, válida até 11 de abril, para que países possam adquirir carregamentos de petróleo e derivados russos já embarcados até quinta-feira (12). A medida busca aliviar a escassez no mercado global de energia.

Apesar desse alívio pontual, o mercado segue atento à evolução da guerra e ao risco de interrupções no fluxo de petróleo no Oriente Médio.

O aumento das tensões na região — incluindo ameaças de fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo — tem elevado a volatilidade dos preços.

“As notícias estão chegando ao mercado como água de uma mangueira de incêndio, o que está impactando o preço do petróleo e, consequentemente, os mercados financeiros”, afirmou Mitch Reznick, chefe do grupo de renda fixa da Federated Hermes, em entrevista à agência Reuters.

O avanço do petróleo também reacendeu preocupações com a inflação global e levou investidores a rever expectativas sobre juros nos Estados Unidos.

Agora, o mercado projeta apenas 20 pontos-base de cortes nas taxas pelo Federal Reserve neste ano, abaixo dos 50 pontos-base esperados no mês passado.

Para analistas, o cenário ainda é de forte incerteza. “Com a possibilidade de aumento dos preços do petróleo ainda elevada, os investidores devem estar preparados para volatilidade contínua e possíveis novas quedas nos mercados no curto prazo”, disse Vasu Menon, diretor-gerente de estratégia de investimentos do OCBC, em Singapura.

🔎A escalada do petróleo ocorre em meio a temores de que a guerra prolongada afete o fornecimento global de energia, pressionando custos de combustíveis, inflação e atividade econômica em vários países.

A alta do petróleo no mercado internacional já mobilizou o governo brasileiro. Na quinta-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote de medidas para tentar evitar que a disparada do preço da commodity se traduza em aumentos fortes do diesel no país.

Entre as ações, o governo decidiu zerar as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel, além de criar uma subvenção (incentivo financeiro) para produtores e importadores do combustível.

Segundo estimativas do governo, as medidas podem reduzir em cerca de R$ 0,64 por litro o preço do diesel.

Para compensar a perda de arrecadação, o governo também anunciou um imposto de 12% sobre a exportação de petróleo, medida voltada a capturar parte dos ganhos extras obtidos por produtores em meio à alta internacional da commodity.

A preocupação do governo é que o aumento do diesel pressione a inflação, já que o combustível é essencial para o transporte de cargas no país e impacta diretamente o custo de alimentos e outros produtos.

Nesse contexto, a Petrobras informou na noite desta quinta-feira que seu conselho de administração aprovou a adesão da companhia ao pacote de medidas do governo.

Segundo a empresa, por se tratar de um programa facultativo e que pode trazer benefícios adicionais, a adesão é considerada compatível com o interesse da companhia.

A estatal informou, no entanto, que a assinatura efetiva do termo de adesão ainda depende da publicação e da análise das regras que serão estabelecidas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), especialmente aquelas relacionadas à definição do preço de referência necessário para operacionalizar a subvenção.

A Petrobras destacou ainda que mantém sua estratégia comercial baseada na participação no mercado, na otimização dos ativos de refino e na busca por rentabilidade de forma sustentável, evitando repassar de forma imediata aos preços internos a volatilidade das cotações internacionais do petróleo e do câmbio.

Como fica a Petrobras? Petróleo em alta turbina caixa da empresa, mas pressiona política de preços e inflação

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. — Foto: Alain Jocard/AFP

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A ofensiva bilionária dos EUA para ficar com os minerais críticos do Brasil — e deixar China para trás

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 07:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

Minerais como nióbio, lítio e cobalto são usados, entre coisas, na fabricação de baterias elétricas, ímãs para turbinas eólicas, chips eletrônicos, aviões, mísseis e satélites — Foto: Pla2na/ Getty

Os Estados Unidos deram início a uma ofensiva bilionária para ter acesso às reservas de minerais críticos e de terras raras do Brasil.

Estima-se que o Brasil tenha entre 20% e 23% das reservas mundiais de terras raras, por exemplo, a segunda maior atrás apenas da China, e o país é tido como estratégico para o plano dos EUA de reduzirem sua dependência da China, principal produtora e processadora desses minerais.

Os minerais críticos, entre eles as terras raras, são um conjunto de elementos químicos considerados cruciais por serem necessários tanto em equipamentos utilizados para gerar e armazenar energia limpa como para a indústria eletrônica e militar.

Entre eles, estão lítio, cobalto e nióbio. Eles são usados, por exemplo, na fabricação de baterias elétricas, ímãs para turbinas eólicas, chips eletrônicos, aviões, mísseis e satélites.

A BBC News Brasil apurou que a ofensiva americana ocorre em duas frentes: uma econômica e outra política, e envolve tanto investidores privados como setores do governo de Donald Trump como o Departamento de Guerra.

Na frente econômica, os EUA se preparam para ampliar os investimentos em companhias brasileiras ou estrangeiras que já detêm autorizações de pesquisa ou exploração de minerais críticos no país.

Nesse campo, os americanos estariam dispostos a investir "dezenas de bilhões de dólares" formando parcerias e até mesmo se tornando sócios de mineradoras que já atuam no país, mesmo que em fase embrionária, segundo apurou a BBC News Brasil com fontes a par do projeto.

Na frente política, o governo dos Estados Unidos quer que o governo brasileiro assine um acordo sobre o assunto o mais rápido possível.

Uma versão preliminar deste acordo foi enviada pela Embaixada dos Estados Unidos ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) em fevereiro deste ano.

Uma fonte do governo brasileiro ouvida em caráter reservado confirmou que a proposta foi recebida pelo Itamaraty e que ela ainda está sendo analisada como parte da preparação de um encontro bilateral entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos EUA, Donald Trump.

A reunião, que estava prevista para ser realizada em Washington neste mês, ainda não foi confirmada pelos dois governos.

No governo Lula, no entanto, a avaliação é de que o país não tem motivos para ter pressa em assinar o acordo com os americanos por conta da posição supostamente privilegiada do Brasil como detentor de uma matéria-prima desejada pelo governo Trump.

Além disso, o governo já se mostrou contrário ao desejo expressado pelos americanos de que países que façam acordo com os EUA fechem as portas para o mercado chinês.

Donald Trump determinou que uma das prioridades do seu governo é aumentar o acesso dos EUA a fontes de minerais críticos e terras raras — Foto: EPA

A corrida econômica dos EUA em busca de acesso a fontes de minerais críticos ganhou impulso no Brasil a partir do ano passado, quando o governo americano passou a mapear empresas brasileiras e estrangeiras que já atuam na pesquisa e na extração de terras raras no Brasil.

Na época, uma análise do setor mostrava que o Brasil tinha apenas um projeto operacional de extração de terras raras e que praticamente toda sua produção, feita pela mineradora Serra Verde, em Goiás, era destinada à China.

Em setembro de 2025, os EUA anunciaram um aporte de US$ 5 milhões na mineradora Aclara, que tem ações listadas na Bolsa de Valores de Toronto, no Canadá. A empresa tem projetos de pesquisa sobre terras raras no município de Nova Roma, em Goiás.

O segundo grande movimento americano veio junto à mineradora Serra Verde. Em fevereiro deste ano, a empresa anunciou que recebeu um financiamento de US$ 565 milhões da Corporação Financeira dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (DFC), uma agência do governo norte-americano para investimentos internacionais.

O dinheiro vai garantir aos americanos uma participação acionária na companhia e será usado, segundo anunciado, para o refinanciamento de linhas de crédito usadas pela companhia.

O investimento na Serra Verde era considerado estratégico para os americanos. Praticamente toda a exportação de terras raras do Brasil em 2025 foi produzido pela empresa e quase toda sua produção foi para a China.

Em 2025, por exemplo, o Brasil exportou US$ 12 milhões em terras raras, sendo que 99,4% desse total foi para compradores chineses.

Em dezembro, segundo a agência Reuters, a Serra Verde anunciou que encerraria o seu contrato de fornecimento para a China no final de 2026, adiantando em pelo menos sete anos o fim do vínculo com os chineses.

A BBC News Brasil questionou a mineradora se o fim do contrato estava relacionado ao investimento americano, mas não houve resposta.

Uma outra etapa da investida econômica dos americanos pelas terras raras brasileiras ocorrerá na quarta-feira (18/3), em São Paulo, onde o Consulado dos EUA vai organizar um fórum sobre minerais críticos para reunir empresários brasileiros e americanos, membros dos governos dos dois países e bancos de investimento.

Segundo a BBC News Brasil apurou, a estratégia é que surjam novas parcerias a partir do encontro de empresários e investidores com os responsáveis pelos projetos que estão sendo desenvolvidos no país.

No evento, representantes de mineradoras "juniors", que já detêm direitos minerários ou que estejam no processo de aquisição desses direitos junto às autoridades brasileiras, deverão apresentar seus projetos a investidores estrangeiros e a representantes do governo americano.

Essas empresas são chamadas de "juniors" porque são de pequeno porte e, na maioria das vezes, dependem de investimentos externos para saírem da fase de pesquisa e entrar na etapa operacional.

Um dos requisitos para que os americanos façam esses investimentos é que essas mineradoras, quando em operação, priorizem o consumidor final dos EUA ou de seus aliados, restringindo o acesso da China a essas matérias-primas.

Apesar disso, representantes americanos e especialistas no setor avaliam que, ao menos em um primeiro momento, será difícil contornar a China como parte do negócio, uma vez que os EUA não teriam a capacidade técnica de refinar e processar alguns desses minerais, como, por exemplo, as terras raras.

"Os Estados Unidos vão ter que desenvolver capacidade de processamento de terras raras, porque hoje eles só conseguem refinar 11% da produção global", diz à BBC News Brasil o diretor de assuntos minerários do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Julio Nery.

A importância do assunto para o governo Trump é tão grande que há previsão de presença de representantes do Departamento de Guerra e do de Energia no fórum em São Paulo.

A preocupação militar com relação aos minerais críticos se explica pelo fato de que esses materiais são considerados essenciais para a construção de componentes eletrônicos usados em aviões, mísseis balísticos, entre outros equipamentos.

Entre terras raras, estão estão lítio, cobalto e nióbio; na foto, uma mineradora de terras raras em Goiás — Foto: Mineradora Serra Verde

Na frente política, os americanos vêm tentando atrair o Brasil para assinar acordos sobre minerais críticos e terras raras, apesar da reticência do governo brasileiro.

Uma fonte com conhecimento do assunto disse à BBC News Brasil que a proposta de memorando de entendimento enviado ao Itamaraty é semelhante à que foi assinada entre os EUA e a Austrália em outubro de 2025.

O acordo com a Austrália previa: o estabelecimento de um preço mínimo para os minerais críticos para evitar manipulações de mercado como redução artificial do preço pago pelos compradores, o que prejudicaria os fornecedores; mudanças nas leis para acelerar os processos de licenciamento e permissão para exploração desses materiais; e mapeamento de novos projetos e reservas e investimento em projetos que tenham como destino final compradores localizados nos Estados Unidos ou na Austrália, em um esforço para diminuir a participação da China neste mercado.

A expectativa junto a oficiais do governo americano é que o Brasil sinalize se irá ou não assinar o acordo antes da viagem de Lula a Washington.

Uma fonte do governo brasileiro disse em caráter reservado à BBC News Brasil que o assunto já estaria sendo alvo de discussões em nível técnico com as equipes dos EUA que trabalham na preparação da visita a Trump.

Também em fevereiro, o governo americano realizou uma reunião com representantes de 54 países sobre o assunto para propor uma zona de comércio preferencial para minerais críticos e terras raras.

Essa zona conteria mecanismos para evitar manipulações de mercado supostamente praticadas pela China.

O governo brasileiro, no entanto, enviou uma delegação de menor peso diplomático, para evitar a impressão de comprometimento com a proposta.

Interlocutores do presidente Lula, no entanto, veem a movimentação americana sobre o assunto com reservas.

O primeiro motivo é que o Brasil não estaria disposto a participar de uma iniciativa para dar exclusividade na exportação de terras raras para os EUA ou seus aliados.

Segundo um desses interlocutores, a tradição diplomática brasileira não é de alinhamentos automáticos e limitar os clientes para qualquer produto brasileiro seria prejudicial ao país, especialmente em se tratando da China, principal parceiro comercial do Brasil e maior comprador de terras raras brasileiras nos últimos dois anos.

O segundo motivo seria o desejo do governo de conseguir parceiros nesse segmento que se comprometam a investir no processamento das terras raras em território brasileiro, para evitar o tradicional modelo em que o Brasil exporta commodities e compra produtos acabados mais caros.

"Queremos repensar o papel da exploração dos recursos naturais e fortalecer as cadeias produtivas dos nossos territórios", disse Lula na segunda-feira (9/3), em Brasília, durante a visita do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa.

"Já está avisado que o Brasil não vai fazer aquilo que foi feito com o minério de ferro. A gente vendeu minério para comprar produtos acabados pagando cem vezes mais caro. Agora, a parceria será para fazer os processos de transformação aqui no Brasil."

'Queremos repensar o papel da exploração dos recursos naturais e fortalecer as cadeias produtivas dos nossos territórios', disse Lula durante visita do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa (à esq.) — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil avaliam que os movimentos dos EUA no Brasil fazem parte de uma disputa geopolítica mais ampla.

O aumento do acesso americano a fontes de minerais críticos é um dos pilares da política externa do governo Trump. Essa prioridade ganhou ainda mais destaque depois que a China suspendeu a exportação desses produtos para os Estados Unidos logo após Trump impor sanções tarifárias a produtos chineses.

A medida chinesa foi vista como uma retaliação e colocou em risco parte da indústria de alta tecnologia instalada nos Estados Unidos. Após negociações, os chineses voltaram a exportar os minerais para os americanos, mas a suspensão ligou um sinal de alerta no governo Trump.

O alerta foi tão alto que fez com que o tema fosse abordado na Estratégia Nacional de Segurança, um documento divulgado anualmente com as prioridades de segurança nacional dos EUA. Na edição do ano passado, os minerais críticos foram citados três vezes.

"Nós devemos reassegurar a nossa independência e acesso confiável a bens que precisamos para nos defender e preservar nosso modo de vida. Isto vai requerer expandir o acesso americano a minerais e materiais críticos enquanto combatemos práticas predatórias econômicas", diz um trecho do documento.

Elena Rodriguez, professora do Instituto de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, diz que o curso das negociações entre Brasil e Estados Unidos "não é só uma aproximação comercial comum".

"É uma corrida geopolítica muito bem estruturada", afirma Rodrigues, diretora do think tank Brics Policy Center, destinado a estudar os membros do bloco Brics, do qual fazem parte 11 países, entre eles o Brasil, China, Rússia, Índia e África do Sul.

"Isso ficou bem claro em fevereiro, na reunião ministerial de minerais críticos. O objetivo ali foi explícito: redesenhar o mercado global e criar rotas de suprimento seguras e variadas para tentar equilibrar o jogo contra a China, diminuindo a dependência que o mundo hoje tem do controle chinês."

Rodriguez explica que os EUA tentam diminuir sua dependência da produção e processamento de terras raras e minerais críticos em relação à China, porque "quem controla esses recursos e, principalmente, quem detém a tecnologia para processá-los, dita as regras do jogo na transição energética e na indústria de defesa e tecnologia do século 21".

"A China entendeu isso há décadas e construiu uma posição dominante. Agora, os EUA estão reagindo com uma política industrial e externa agressiva para tentar reequilibrar essa balança", diz a professora.

A demanda por esses minérios deve crescer 1500% até 2050, segundo relatório da Unctad, a agência de desenvolvimento das Nações Unidas. Trata-se de um volume acima da capacidade atual de produção.

Julio Nery, do Ibram, diz que a principal preocupação dos EUA nas tratativas com o Brasil é uma só: "Eles querem garantia de fornecimento".

"Recentemente, a China suspendeu o fornecimento de terras raras para os EUA. Se você não tem o controle sobre esse tipo de produto, você fica sem condições de fabricar seus produtos mais avançados", afirma Nery.

Em meio a essa disputa geopolítica, Sidney Ribeiro, professor do Instituto de Química da Universidade do Estado de São Paulo (Unesp), diz que o Brasil precisa considerar suas próprias necessidades e mudar o modelo de exportação de commodities.

"O alvo [dessa disputa geopolítica] são nossas reservas. As recentes iniciativas de exploração em Goiás e Minas Gerais, infelizmente, estão voltadas ao envio do minério bruto para o exterior. [É preciso] investir para reverter a situação atual", afirma Ribeiro.

Nery faz uma avaliação semelhante. Não seriam apenas os americanos que estão interessados em fazer acordos com o Brasil e que, por isso, o país precisa avaliar as melhores propostas.

"Claro que eles [os Estados Unidos] têm interesse em fazer o acordo aqui. Mas outros países também querem. Temos a Europa, o Japão, entre outros", afirma Nery.

"A gente tem que levar em consideração que o bom para o Brasil é se a gente conseguir manter essa diversidade [de compradores] e aproveitar o fato de que não temos inimigos e podemos negociar com todo mundo."

Procurado pela BBC News Brasil, o Palácio do Planalto, o MRE e a Embaixada dos Estados Unidos não responderam às questões enviadas.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia (MME) disse que está "aberto ao diálogo e à cooperação com iniciativas internacionais que contribuam para uma cadeia global de minerais críticos mais resistente, transparente e sustentável" e que atuação brasileira no setor é pauta em conversas "com diferentes parceiros, incluindo Estados Unidos, União Europeia, China e outros atores estratégicos".

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‘Dava para sentir o medo na cozinha’: como era o ambiente no restaurante do chef acusado de agressões e humilhações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 05:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor ‘Dava para sentir o medo na cozinha’: como era o ambiente no restaurante do chef acusado de agressões e humilhações Namrata Hegde, chef indiana de 29 anos, fez um estágio não remunerado de três meses, entre outubro e dezembro de 2018, no Noma. Chef René Redzepi anunciou nesta quarta-feira (11) que deixou o comando do restaurante Noma, em Copenhague. Por Lara Castelo, g1 — São Paulo

Namrata Hegde, chef indiana de 29 anos, fez um estágio não remunerado de três meses, entre outubro e dezembro de 2018, no Noma.

René Redzepi anunciou nesta quarta-feira (11) que deixou o cargo de liderança do restaurante Noma, em Copenhague, após denúncias de agressões e humilhações contra funcionários.

O caso foi revelado nesta semana pelo jornal The New York Times, que ouviu cerca de 35 pessoas que trabalharam no restaurante entre 2009 e 2017.

É assim que Namrata Hegde, chef indiana de 29 anos, descreve a atmosfera na cozinha do restaurante Noma, em Copenhague, comandado por mais de duas décadas pelo chef dinamarquês René Redzepi.

Redzepi anunciou nesta quarta-feira (11) que deixou o cargo de liderança do restaurante após denúncias de agressões e humilhações contra funcionários. O caso foi revelado nesta semana pelo jornal "The New York Times", que ouviu cerca de 35 pessoas que trabalharam no restaurante entre 2009 e 2017.

Namrata fez um estágio não remunerado de três meses, entre outubro e dezembro de 2018, no Noma. Na época, os estágios no restaurante não eram pagos. Apesar de não ter tido muito contato direto com Redzepi, ela diz que percebia claramente como o ambiente, que já era tenso, piorava quando o chef entrava na cozinha.

Ela conta que não foi fácil para a família apoiá-la financeiramente durante o período. Mesmo assim, decidiu ir. Trabalhar em um dos restaurantes mais famosos do mundo, com três estrelas Michelin e menu que pode custar cerca de R$ 7 mil por pessoa, era um sonho para uma chef recém-formada.

Segundo ela, o anúncio do estágio prometia uma experiência educacional completa, com jornada de cerca de 37 horas semanais. Os estagiários deveriam passar por diferentes áreas da cozinha, participar de atividades externas, workshops e sessões semanais de criação de pratos.

Além de realizar tarefas como separar e limpar ervas, Namrata acabou repetindo praticamente a mesma função durante boa parte do estágio: preparar os chamados “fruit-leather beetles”, uma preparação feita com massa de fruta moldada no formato de besouro que fazia parte de um dos pratos do menu. (veja na imagem que abre a reportagem)

O ambiente entre os estagiários também era difícil. Namrata descreve a cozinha como “extremamente competitiva e tensa”, já que muitos tentavam se destacar para sair das tarefas consideradas menos prestigiadas.

Ela diz que o clima também era marcado por silêncio e disciplina. "Você não podia conversar, não podia rir. Pegava mal”, diz.

Um episódio que marcou essa sua percepção aconteceu quando um dos estagiário cortou a mão enquanto fatiava maçãs em um utensílio de cozinha. Em vez de receber ajuda imediata, algumas pessoas riram e disseram que ele “não era material para o Noma”.

Para ela, o comportamento dentro da cozinha refletia a liderança. Segundo a chef, parte dessa cultura também deve continuar sendo reproduzida por outros chefs que seguem trabalhando no restaurante.

Após a experiência no Noma, ela relata ter enfrentado ansiedade, sensação constante de urgência e sintomas de estresse pós-traumático. Ao mesmo tempo, diz que o episódio enfatizou a sua forma de lidar com colegas de profissão.

Depois de trabalhar em outros restaurantes, ela decidiu deixar as cozinhas profissionais. Hoje vive em Nova York, onde atua com mídia gastronômica, trabalhando como food stylist e escreve sobre comida.

Segundo relatos da imprensa, ex-funcionários acusaram o chef René Redzepi de criar ambiente de trabalho tóxico, com abuso verbal e físico — Foto: Getty Images

No início da semana, o chef publicou uma nota no Instagram afirmando que assume responsabilidade pelas ações e pediu desculpas. (veja o posicionamento completo no final da reportagem)

"Tenho trabalhado para ser um líder melhor e o Noma deu grandes passos para transformar sua cultura ao longo de muitos anos. Reconheço que essas mudanças não reparam o passado. Um pedido de desculpas não é suficiente; assumo a responsabilidade por minhas próprias ações", diz a nota.

Ele também anunciou que deixou o cargo de conselheiro da MAD, organização global sem fins lucrativos com sede em Copenhague fundada por ele.

"Após mais de duas décadas construindo e liderando este restaurante, decidi me afastar e permitir que nossos líderes extraordinários guiem agora o restaurante em seu próximo capítulo", afirma o chef.

Namrata, porém, diz que não acredita que o chef vá realmente se afastar completamente. Segundo ela, Redzepi ainda está ligado a outros restaurantes na Dinamarca, e por isso vê o anúncio com ceticismo.

As recentes semanas trouxeram atenção e conversas importantes sobre nosso restaurante, a indústria e minha liderança no passado.

Tenho trabalhado para ser um líder melhor e o Noma deu grandes passos para transformar sua cultura ao longo de muitos anos. Reconheço que essas mudanças não reparam o passado. Um pedido de desculpas não é suficiente; assumo a responsabilidade por minhas próprias ações.

Após mais de duas décadas construindo e liderando este restaurante, decidi me afastar e permitir que nossos líderes extraordinários guiem agora o restaurante em seu próximo capítulo. Também renunciei ao conselho da MAD, a organização sem fins lucrativos que fundei em 2011.

Para quem está se perguntando o que isso significa para o restaurante, deixem-me dizer claramente: a equipe do Noma hoje é a mais forte e inspiradora que já existiu. Estamos abertos há 23 anos e sinto um orgulho incrível de nossa gente, de nossa criatividade e da direção que o Noma está seguindo.

Esta equipe seguirá em frente unida para nossa residência em Los Angeles (LA), que será um momento poderoso para eles mostrarem o que têm desenvolvido e para receberem os clientes em algo verdadeiramente especial.

A missão do Noma para o futuro é continuar explorando ideias, descobrindo novos sabores e imaginando o que a comida pode se tornar daqui a décadas. O Noma sempre foi maior do que qualquer pessoa individualmente. E este próximo passo honra essa crença.

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Pesquisa revela onde a carreira das mulheres mais trava — e não é no topo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 02:45

Trabalho e Carreira Pesquisa revela onde a carreira das mulheres mais trava — e não é no topo Estudo da infoJobs aponta que a barreira mais comum na carreira das mulheres surge antes do topo da hierarquia. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Pesquisa da InfoJobs mostra que 49% das mulheres dizem que a carreira trava na transição para cargos de gestão, antes mesmo de chegar à diretoria.

O resultado revela o chamado “degrau quebrado”, quando profissionais têm dificuldade para conquistar a primeira promoção para liderança, etapa considerada decisiva para avançar na carreira.

Entre os fatores apontados estão menor acesso a projetos estratégicos, vieses nas promoções e maior cobrança sobre o desempenho feminino.

Especialistas também apontam que a desigualdade na divisão do trabalho doméstico e a falta de critérios claros de promoção ainda influenciam a presença feminina nos cargos de liderança.

Apesar das barreiras, metade das entrevistadas se diz otimista sobre o futuro do trabalho para as mulheres, com expectativa de avanços em igualdade salarial e oportunidades de crescimento.

Pesquisa da InfoJobs mostra que 49% das mulheres dizem que a carreira trava na transição para cargos de gestão — Foto: Freepik

Uma pesquisa da plataforma de empregos InfoJobs mostra que quase metade das profissionais acredita que o crescimento trava justamente na passagem para cargos de gestão — etapa que costuma ser a porta de entrada para a liderança nas empresas.

Segundo o levantamento, 49% das mulheres dizem sentir um "teto de crescimento' na transição de funções técnicas para posições de gestão, enquanto 20% apontam que a barreira aparece apenas na chegada à diretoria ou nível executivo.

Na prática, isso indica que muitas carreiras encontram obstáculos antes mesmo de alcançar o topo da hierarquia corporativa.

O estudo faz parte da Pesquisa Panorama da Mulher no Mercado de Trabalho 2026, realizada pela InfoJobs com 1.022 profissionais. O levantamento, divulgado com exclusividade para o g1, reúne percepções sobre crescimento profissional e ambiente de trabalho.

Especialistas costumam explicar esse fenômeno apontando na pesquisa com dois conceitos que ajudam a entender a desigualdade de gênero nas empresas:

🪟 Teto de invisível / vidro : barreira invisível que impede o avanço até as posições mais altas da hierarquia;🪜 Degrau quebrado: dificuldade que muitas mulheres enfrentam para conquistar a primeira promoção para cargos de liderança.

Hosana Azevedo, gerente de RH do Redarbor – grupo responsável pelo InfoJobs – explica que, embora muitas mulheres avancem bem em funções técnicas, a passagem para a liderança costuma depender de outros fatores além da entrega individual.

"Esse é um momento em que as promoções passam a depender menos de entrega individual e mais de visibilidade, networking interno e confiança da liderança — fatores que historicamente favoreceram trajetórias masculinas".

Hosana também ressalta que o problema não está na qualificação das profissionais. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que as mulheres já têm, em média, níveis de escolaridade mais altos que os homens no Brasil. Ainda assim, permanecem sub-representadas em posições de liderança.

Para ela, o desafio aparece justamente na transição entre a performance técnica e o reconhecimento como potencial líder dentro das empresas.

Quando esse primeiro obstáculo aparece cedo, o efeito se espalha ao longo da carreira. Menos mulheres conseguem avançar para os níveis seguintes da estrutura corporativa. E a presença feminina diminui conforme os cargos se tornam mais altos.

Entre as mulheres entrevistadas na pesquisa da InfoJobs, a maior parte ainda está distante das posições de liderança — ou sequer conseguiu permanecer no mercado de trabalho.

Mais da metade das participantes (54%) afirmou que não está trabalhando atualmente. Outras 21% estão no início da carreira e 17% ocupam cargos de especialista ou analista. Já os postos de liderança aparecem com participação bem menor: 5% disseram atuar em coordenação ou gestão, enquanto apenas 3% chegaram à liderança sênior ou à diretoria.

A pesquisa também analisou como as empresas distribuem projetos estratégicos — tarefas que costumam aumentar a visibilidade dentro das organizações e influenciar decisões de promoção.

Quase metade das entrevistadas (46%) avalia que a distribuição ocorre de forma equilibrada e baseada em competência. Ainda assim, uma parcela relevante percebe diferenças. Cerca de 31% dizem que mulheres recebem projetos estratégicos, mas com maior nível de cobrança, enquanto 23% afirmam que há tendência de direcionar projetos críticos para perfis masculinos.

Hosana afirma que projetos estratégicos costumam funcionar como uma vitrine dentro das empresas, pois são eles que aumentam a visibilidade de profissionais e influenciam decisões de promoção.

Segundo a executiva, quando mulheres têm menos acesso a essas experiências — ou precisam comprovar resultados sob níveis mais altos de exigência — cria-se um desequilíbrio que se acumula ao longo da trajetória profissional.

A percepção sobre o ambiente corporativo também ajuda a entender por que o avanço nem sempre ocorre no mesmo ritmo.

Quase metade das entrevistadas (45%) afirma que precisa ter mais cautela ao se posicionar no trabalho em comparação aos colegas homens. Outras 22% dizem que o ambiente não favorece erros ou discordâncias quando se trata de mulheres. Apenas 33% relatam sentir a mesma liberdade e confiança que os pares masculinos.

A percepção de que as organizações ainda precisam evoluir nesse tema também aparece com força no levantamento.

Segundo a pesquisa, 78% das mulheres afirmam que temas como igualdade salarial, apoio à dupla jornada e oportunidades iguais ainda não recebem a atenção necessária dentro das empresas. Apenas 22% acreditam que essas questões são tratadas de forma adequada.

Para Ana Paula Prado, CEO da Redarbor, empresas que não monitoram de forma efetiva indicadores de equidade e inclusão correm o risco de perder talentos e reduzir o engajamento das equipes.

Segundo ela, promover equidade não é apenas uma pauta social, mas também uma estratégia para melhorar a gestão de pessoas e fortalecer a competitividade das organizações.

"As empresas precisam traduzir equidade em ações concretas. Quando as mulheres percebem que seus direitos e oportunidades são tratados de forma superficial, o resultado aparece em diferentes dimensões da organização, como menor retenção, queda de engajamento e enfraquecimento da confiança institucional", pontua.

Outro fator que influencia essa percepção de estagnação aparece em determinadas fases da vida profissional.

Segundo Hosana, o sentimento costuma se intensificar a partir dos 30 anos, momento em que muitas mulheres tentam avançar para posições de liderança ao mesmo tempo em que enfrentam decisões pessoais importantes, como a maternidade.

"As mulheres dedicam quase o dobro de horas semanais ao trabalho doméstico e ao cuidado familiar em comparação aos homens, o que ainda influencia a percepção de disponibilidade para cargos de gestão".

A executiva acrescenta que alguns setores apresentam desafios adicionais. Áreas tradicionalmente masculinas, como tecnologia, engenharia e indústria, ainda registram barreiras maiores para a ascensão feminina.

As dificuldades também se tornam mais evidentes quando o recorte considera mulheres de grupos minorizados.

Segundo a pesquisa da Infojobs, 62% das entrevistadas acreditam que existem oportunidades para mulheres pretas, pessoas com deficiência e LGBTQIA+, mas que elas ainda não são igualitárias. Apenas 19% dizem que essas oportunidades são distribuídas de forma equivalente.

Nos comentários abertos do levantamento, muitas participantes também relataram preferência por homens em cargos de chefia, menor presença feminina em posições estratégicas e diferenças salariais entre homens e mulheres, além de obstáculos para avançar na carreira.

Para Hosana, parte da solução passa por tornar mais claros e estruturados os processos de promoção dentro das empresas. Segundo ela, critérios objetivos para liderança ajudam a reduzir vieses e ampliam as chances de reconhecimento do desempenho feminino.

A executiva também destaca o papel de iniciativas como programas de mentoria, patrocínio profissional e trilhas de desenvolvimento voltadas à liderança feminina.

Metade das entrevistadas (50%) afirma ter uma visão otimista sobre o futuro do mercado de trabalho para as mulheres, com expectativa de maior igualdade salarial, mais benefícios relacionados à maternidade e oportunidades mais equilibradas. Outros 30% dizem não esperar mudanças significativas, enquanto 21% demonstram uma visão pessimista.

"Esse dado mostra que existe expectativa de mudança — e cabe às empresas transformar essa expectativa em práticas concretas de desenvolvimento, visibilidade e acesso à liderança", conclui Hosana.

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Dia do Consumidor: como achar ofertas sem cair em golpes, como site falso, PIX errado e IA com ‘famosos’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 02:45

Guia de Compras Dia do Consumidor: como achar ofertas sem cair em golpes, como site falso, PIX errado e IA com 'famosos' Lojas on-line prometem grandes descontos no Dia do Consumidor, mas é preciso se precaver para evitar dores de cabeça depois. Por Redação g1

O Dia do Consumidor acontece em 15 de março, que, em 2026, vai cair em um domingo. Muitas lojas estão aproveitando para oferecer descontos e promoções especiais na data e até ao longo do mês.

Mas, com grandes ofertas, cupons e cashback prometidos pelas lojas on-line, é preciso prestar atenção para não cair em golpes.

As recomendações incluem pesquisar bastante antes de fechar uma compra, conferir todos os detalhes do site onde está comprando (mesmo se for de uma loja conhecida) e sempre desconfiar de preços muito atrativos.

O Dia do Consumidor acontece em 15 de março, que, em 2026, vai cair em um domingo. Muitas lojas estão aproveitando para oferecer descontos e promoções especiais na data e até ao longo do mês.

Mas, com grandes ofertas, cupons e cashback prometidos pelas lojas on-line, é preciso prestar atenção para não cair em golpes.

As recomendações incluem pesquisar bastante antes de fechar uma compra, conferir todos os detalhes do site onde está comprando (mesmo se for de uma loja conhecida) e sempre desconfiar de preços muito atrativos.

Dia do Consumidor: como achar ofertas sem cair em golpes, como site falso, PIX errado e IA com 'famosos' — Foto: Cookie_studio/Freepik

A consulta pode ser feita por conta própria, diretamente nos sites das lojas, ou com o auxílio de buscadores especializados.

A vantagem dos buscadores é que permitem fazer uma pesquisa muito mais ampla. Eles comparam preços em lojas diferentes e alguns mostram a evolução do preço ao longo do tempo.

Em um dia de ofertas em muitos locais, os buscadores servem como referência para escolher o produto no local com maiores descontos.

Vale lembrar que essa estratégia funciona melhor para produtos que seguem uma padronização, como eletrônicos e eletrodomésticos. Outros, como roupas, são mais difíceis de comparar, já que cada loja produz modelos diferentes.

Mesmo se, após a pesquisa, o preço for realmente atrativo, preste atenção em outros detalhes antes de finalizar a compra para garantir que a transação é segura.

É importante analisar, durante a promoção, as condições de pagamento oferecidas, as taxas de juros cobradas e os prazos para quitação, segundo o Procon.

Verifique se os sites ou aplicativos são oficiais e confiáveis. Antes do pagamento, verifique se o endereço eletrônico (URL) começa com “https://” e se há um cadeado ao lado do link, o que indica ambiente seguro.

Desconfie de sites de lojas com erros ortográficos ou pequenas variações no nome da marca. É comum os golpistas costumam usar caracteres parecidos para enganar o consumidor.

Dê preferência ao pagamento com cartões de crédito ou débito, caso seja necessário contestar a compra posteriormente.

Utilize cartões virtuais temporários, disponíveis em aplicativos de bancos e carteiras digitais, para reduzir o risco de clonagem, recomenda o Serasa Experian.

Se o pagamento for feito por PIX, verifique se o destinatário é realmente a loja e não outra pessoa ou CNPJ.

Verifique se o perfil possui reclamações (se não houver comentários, desconfie) e dê preferência a fornecedores que informam canais de atendimento, CNPJ e endereço físico.

Por fim, respire e avalie se o produto, mesmo em oferta, realmente cabe no seu orçamento e se é uma necessidade. Não compre impulsivamente, pois você pode se arrepender e pagar demais, ou pagar pouco por um produto ruim.

Segundo uma pesquisa feita pelo Reclame Aqui, em agosto de 2025, cerca de 63% dos consumidores brasileiros não conseguem identificar um golpe feito com inteligência artificial.

Mas dá para se precaver. As dicas são não se deixar levar pelos anúncios, comparar ofertas de lojas diferentes e tentar sempre analisar se o preço apresentado faz sentido para o seu bolso.

Com a chegada das IAs, os golpes também podem ter a cara do seu ator ou cantor favorito, que podem ser vítimas dos chamados deepfakes, que são reproduções criadas virtualmente de rostos, corpos e até vozes de famosos.

Segundo o Reclame Aqui, “consumidores confiam em outros consumidores”, por isso os golpistas podem tentar se aproveitar dessa confiança para enganar com vídeos falsos de ofertas. Sempre cheque diretamente no site da loja e nunca clique em links veiculados nas redes sociais.

Se encontrar alguma irregularidade do tipo, o consumidor pode denunciar ao Procon. É fundamental apresentar documentos demonstrando essa prática, como um print das telas com as informações da alteração do preço.

É muito importante saber quais são os direitos do consumidor ao comprar um produto, principalmente por vias digitais. Conheça ou relembre alguns conceitos que podem ajudar a fazer uma compra mais segura:

Em compras on-line, o consumidor tem o direito de se arrepender da compra e devolvê-la no prazo de até sete dias, sem necessidade de justificativa e sem custos adicionais.

É o prazo previsto na lei para que o consumidor possa reclamar de vícios e defeitos constatados na compra de produtos.

Esse direito independe de certificado de garantia e de forma escrita, tanto que sua comprovação só necessita de demonstração da compra, com a apresentação de cupom fiscal, por exemplo.

Impõe, de maneira explícita e imediata, a compra de um produto ou serviço adicional ao uso do produto ou serviço desejado. Exemplo: aparelho celular vendido sem os acessórios que obriga o consumidor a adquirir um carregador a parte.

Limita a escolha do consumidor a apenas à opção oferecida pelo próprio fornecedor. Exemplo: permitir a entrada no cinema apenas com alimentos comprados no local.

Abaixo, veja eletrodomésticos, móveis e celulares com preços de R$ 220 a R$ 10.000, consultados em março nas principais lojas on-line.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

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Produtores rurais relatam preços abusivos e dificuldade de encontrar diesel em plena colheita no RS e PR

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 01:46

Agro Produtores rurais relatam preços abusivos e dificuldade de encontrar diesel em plena colheita no RS e PR Relatos ocorrem em meio à disparada do preço do petróleo no mercado internacional. Produtores suspeitam de movimento especulativo no mercado. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Produtores rurais do Rio Grande do Sul e do Paraná relatam dificuldade para comprar diesel para abastecer máquinas agrícolas e denunciam aumentos “abusivos” no preço do combustível em pleno período de colheita de arroz e de soja.

As queixas começaram uma semana depois do início do conflito entre EUA, Israel e Irã, que provocou uma disparada do preço do petróleo no mercado internacional.

A Petrobras ainda não reajustou os preços no Brasil, mas o diesel já subiu 7% nos primeiros dias de março.

A alta de preço é real, mas a Agência Nacional do Petróleo (ANP) diz que não existe problema de falta de combustível.

Produtores rurais do Rio Grande do Sul e do Paraná relatam dificuldade para comprar diesel para abastecer máquinas agrícolas e denunciam aumentos “abusivos” no preço do combustível em pleno período de colheita de arroz e de soja.

"Até o início da semana passada, ninguém se preocupava com a entrega de diesel. Já nessa semana, eu fui fazer um pedido e fui colocado em uma lista de espera. Estava pagando R$ 5 o litro, e já subiu para R$ 7", conta o produtor de arroz Fernando Rechsteiner, de Pelotas (RS).

"No Paraná, temos recebido relatos de falta de diesel desde terça. Um produtor de Rio Azul, por exemplo, nos informou que a distribuidora que atende na região não possui o combustível", afirma Luiz Eliezer Ferreira, técnico do departamento econômico do Sistema FAEP.

"Outros relatos semelhantes estão chegando de Faxinal, Guarapuava, Prudentópolis e Irati", acrescenta.

Já em Erechim, norte do RS, cerca de 20% dos produtores enfrentam dificuldades para encontrar óleo diesel, conta o presidente do Sindicato Rural de Erechim, Allan André Tormen. "Todos relatam alta de preço que varia 20% a 55%", acrescenta.

As queixas começaram uma semana depois do início do conflito entre EUA, Israel e Irã, que provocou uma disparada do preço do petróleo no mercado internacional. A Petrobras ainda não reajustou os preços no Brasil, mas o diesel já subiu 7% nos primeiros dias de março.

No domingo (8), a agência publicou uma nota informando que entrou em contato com os principais fornecedores e que apurou que o RS conta com estoques suficientes para assegurar o abastecimento de diesel.

"As distribuidoras serão formalmente notificadas para que prestem os devidos esclarecimentos à ANP sobre o volume em estoque, os pedidos recebidos e os pedidos efetivamente aceitos", disse a agência.

Diante da falta de uma explicação clara para o que está acontecendo, produtores e associações desconfiam de um movimento especulativo e de um possível freio nas importações diante da disparada dos preços.

O g1 procurou o Sindicato Nacional das Empresas de Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), mas a entidade disse que não irá se manifestar sobre o assunto.

A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) não respondeu até a publicação dessa reportagem, mas, em seu site, soltou uma nota conjunta defendendo a importação de biodiesel de até 20% da demanda nacional para frear a escalada de preços. (veja abaixo)

A maioria dos produtores rurais não possui estrutura para armazenar grandes volumes de combustível e, por isso, depende de entregas contínuas de diesel, diz Rechsteiner. Esse abastecimento é feito por empresas conhecidas como Transportadores Revendedores Retalhistas (TRRs).

"Elas atuam como revendedoras: compram o combustível das grandes distribuidoras para entregá-lo diretamente nas propriedades rurais", explica o diretor do SindTRR, no RS, Carlos Schneider.

Ele explica que o que tem acontecido no estado é que as TRRs não estão recebendo combustível das distribuidoras.

"A maioria das TRRs não possui contratos fixos com as grandes distribuidoras. Elas operam como clientes 'spot' (bandeira branca), o que as coloca no final da fila de prioridades das distribuidoras", diz Schneider.

Segundo ele, o recado que as empresas têm recebido das distribuidoras é de que há indisponibilidade do produto para as TRRs.

Antônio Luz, economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), afirma que tanto a falta de diesel nas TRRs, como a disparada de preços, "parecem" se tratar mais de "um movimento especulativo".

"O diesel que está saindo das distribuidoras foi comprado com petróleo abaixo de US$ 60", diz.

"O sujeito vê que o preço vai subir e segura o produto que ele tem estocado para vender 50% mais caro. Isso é algo extremamente danoso", ressalta.

Schneider, do SindTRR, explica que a produção nacional não supre toda a demanda, sendo necessário importar entre 25% e 30% do óleo diesel consumido no Brasil.

"As distribuidoras podem estar 'abrindo mão' de suas cotas de importação para não amargar prejuízos, o que gera o buraco no suprimento", afirma. "Eles não estão sendo transparentes com o mercado, não estão dizendo o que realmente está acontecendo."

Já o presidente do Sindicato Rural de Erechim, Allan Tormen, diz que as próprias "TRRs podem estar tentando se antecipar aos aumentos da Petrobras para não ter prejuízo na reposição do estoque".

Diante desse cenário, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu uma investigação sobre os preços abusivos dos combustíveis, após um pedido da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) na última terça-feira (10).

Associações rurais e distribuidoras têm pedido ao governo medidas para aumento da oferta de biodiesel no mercado doméstico como forma de frear a escalada de preços.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao Ministério de Minas e Energia (MME), na sexta (6), o aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel dos atuais 15% para 17%.

"O avanço da mistura de biodiesel representa uma medida importante e sustentável para ampliar a oferta de combustível no mercado doméstico, reduzir pressões sobre os custos logísticos e fortalecer a segurança energética nacional”, explica no ofício o presidente da CNA, João Martins.

A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) e a Fecombustíveis defenderam, em nota, a liberação da importação de biodiesel até o limite de 20% da demanda nacional.

Outras entidades assinaram a nota, como a Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom), SindTRR e Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).

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EUA abrem investigação sobre práticas comerciais desleais de 60 países devido a trabalho forçado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 23:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025. — Foto: Piroschka van de Wouw/Reuters

O escritório do Representante Comercial dos EUA informou na noite de quinta-feira (12) que iniciou investigações sobre práticas comerciais desleais contra 60 países. Segundo o escritório, a investigação mira entender se os países falharam em tomar medidas contra o trabalho forçado.

🔍 A investigação é justificada com base na Seção 301, instrumento da Lei de Comércio de 1974, que permite ao governo dos EUA agir quando identifica ações "injustas" de outros governos, que prejudicam o comércio americano.

"Essas investigações determinarão se governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas dos EUA", disse o Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, em um comunicado.

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Combustíveis: Lula repete fórmula de Bolsonaro e reduz impostos para conter preços em meio à alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

Com o acirramento da guerra no Oriente Médio e a escalada do preço do petróleo, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) zerou nesta quinta-feira (12) as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre o diesel e anunciou um incentivo aos produtores e importadores do combustível. 

Com as medidas, o governo espera, ao custo de R$ 30 bilhões, gerar um alívio de R$ 0,64 por litro de diesel nas bombas.

Para compensar, o governo do presidente Lula vai contar com o imposto de exportação sobre o petróleo.

Com a tributação, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esperar alcançar a neutralidade do impacto da redução do PIS/Pasep e Cofins e do pagamento da subvenção a produtores e importadores de diesel.

O anúncio saiu na semana que antecede a próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), servindo como um sinal de que o governo federal está atento aos eventuais impactos na inflação, e com as eleições no horizonte. 

Em 2022, em meio à alta do petróleo com o início da guerra na Ucrânia após invasão russa, Jair Bolsonaro também zerou as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins sobre o diesel para reduzir o impacto para os consumidores.

O texto também alterou, a regra de incidência do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) sobre combustíveis.

O ICMS, um tributo estadual, passou a incidir sobre os combustíveis uma única vez. Antes, o imposto sofria "efeito cascata", sendo cobrado mais de uma vez ao longo da cadeia de produção. 

Ainda em 2022, também ano eleitoral, Jair Bolsonaro sancionou outro texto. Desta vez, limitando a alíquota do ICMS, imposto de competência estadual, sobre itens como combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo em 17% ou 18%.

À época, governadores estimaram perda de cerca de R$ 100 bilhões com a medida. Em 2023, já na gestão Lula, o Supremo Tribunal Federal validou um acordo para que o governo federal repassasse R$ 27 bilhões aos estados para compensar a queda de arrecadação com as mudanças no ICMS.

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Mega-Sena, concurso 2.983: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.983: prêmio acumula e vai a R$ 75 milhões Veja os números sorteados: 03 – 15 – 30 – 32 – 40 – 52. Quina teve 35 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 68.098,14. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.983 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (12), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 75 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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