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Herdeiras do Walmart, L’Oreal e Koch Inc.: quem são as mulheres mais ricas do mundo segundo a Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 11:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%Oferecido por

Alice Walton, herdeira do Walmart, é a mulher mais rica do mundo, segundo o ranking de bilionários da revista Forbes.

Com uma fortuna estimada em US$ 134 bilhões (R$ 698,7 bilhões), a norte-americana de 76 anos é filha de Sam Walton, fundador do Walmart.

Françoise Bettencourt Meyers, herdeira direta da L'Oreal, é a segunda mulher mais rica do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 100 bilhões (R$ 521,4 bilhões).

Julia Koch, herdeira da Koch Inc., é a terceira mulher mais rica do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 81,2 bilhões (R$ 423,4 bilhões).

Alice Walton, herdeira do Walmart, é a mulher mais rica do mundo, segundo o ranking de bilionários da revista Forbes.

Com uma fortuna estimada em US$ 134 bilhões (R$ 698,7 bilhões), a norte-americana de 76 anos é filha de Sam Walton, fundador do Walmart. Ela ocupa o 14º lugar na lista geral, que inclui homens e mulheres.

Em segundo lugar, vem a francesa Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L'Oréal, com uma fortuna estimada em US$ 100 bilhões (R$ 521,4 bilhões). Na lista geral, ela ocupa o 20º lugar.

Alice Walton herdou a fortuna de seu pai, Sam Walton, fundador da gigante norte-americana do varejo Walmart. Ele morreu em 1992.

Apaixonada por artes, Alice fundou o Crystal Bridges Museum of American Art, no Arkansas, nos Estados Unidos. Ela também foi uma das maiores criadoras de cavalos do país. Em 2015, no entanto, ela vendeu seus ranchos para se dedicar ao museu.

A empresária se divorciou duas vezes e não tem filhos. Ela já foi protagonista de escândalos por dirigir embriagada e chegou a ser presa em outubro de 2011. Em 1989, ela atropelou e matou uma pessoa.

Alice nunca se envolveu nos negócios da empresa, ao contrário dos irmãos. Segundo a revista Forbes, os herdeiros de Sam Walton ainda possuem quase 46% da empresa fundada pelo pai — a estimativa é que as ações estejam igualmente divididas entre Alice e seus irmãos, Jim e Rob Walton.

A francesa Françoise Bettencourt Meyers se tornou a herdeira direta da L'Oréal em 2017, quando sua mãe faleceu, aos 94 anos. Assim, passou a ter 33% das ações da companhia. Um ano depois, em 2018, ela apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes.

Meyers esteve no conselho de administração da companhia por 28 anos, de 1997 até fevereiro de 2025, quando anunciou que deixaria o cargo e a vice-presidência da companhia.

Seu filho, Jean-Victor Meyers passou a ocupar seu cargo como vice-presidente e Alexandre Benais, presidente adjunto da Téthys Invest — holding da família e maior acionista da empresa de cosméticos — a substituiu no conselho.

A família Bettencourt Meyers tem uma participação de cerca de 35% na L'Oréal, segundo a Forbes.

Além do trabalho na L'Oreal, Bettencourt Meyers é escritora, pianista e filantropa. Ela também preside a fundação filantrópica da família, que incentiva e participa de projetos na ciência e na arte na França.

A bilionária escreveu dois livros: um estudo em cinco volumes sobre a Bíblia e uma genealogia dos deuses gregos.

Julia Koch comparece à festa de gala "An Evening Honoring Valentino", no Alice Tully Hall, em 2015 — Foto: Evan Agostini/Invision/AP

A 3ª mulher mais rica do mundo é a socialite e filantropa Julia Koch, herdeira da Koch, Inc. (antiga Koch Industries). Segundo a Forbes, ela e seus três filhos herdaram uma participação de 42% na empresa de seu marido, David Koch, que morreu em 2019, aos 79 anos.

Nascida em 1962 em Iowa, nos Estados Unidos, a bilionária se mudou para Nova York na década de 1980. Segundo a Forbes, ela conheceu seu marido, David, em um encontro às cegas em 1991. Eles começaram a namorar seis meses depois e se casaram em 1996.

Em fevereiro de 2024, sua fundação de caridade voltada para iniciativas de saúde, educação e artes, a Julia Koch Family Foundation, doou US$ 75 milhões (R$ 430,7 milhões) para financiar um centro de atendimento ambulatorial na unidade de West Palm Beach da NYU Langone.

Quatro meses depois, seus três filhos pagaram quase US$ 700 milhões (cerca de R$ 4 bilhões) por 15% da BSE Global, dona da Brooklyn Nets da NBA e do New York Liberty da WNBA, segundo a Forbes.

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Beyoncé, Dr. Dre, James Cameron e mais: os novatos na lista de bilionários da Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 11:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%Oferecido por

Beyoncé vence Grammy de Álbum do Ano com 'Cowboy Carter' em 3 de fevereiro de 2025. — Foto: REUTERS/Mario Anzuoni

A lista anual de bilionários da revista Forbes, divulgada nesta terça-feira (10), ganhou novos nomes famosos neste ano.

Entre os estreantes estão artistas, um atleta e um cineasta que alcançaram fortunas bilionárias impulsionadas por carreiras de sucesso e investimentos fora de suas áreas principais.

Um dos destaques é a cantora e compositora norte-americana Beyoncé, de 44 anos, que atingiu patrimônio estimado em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).

A artista acumulou riqueza ao longo de décadas de vendas de música, turnês mundiais e investimentos, além de colecionismo de arte ao lado do marido, o rapper e empresário Jay-Z, que já figurava no ranking.

Outro nome da música que estreia na lista é o produtor e rapper Dr. Dre, de 61 anos, também com fortuna estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).

Grande parte de seu patrimônio foi impulsionada pela venda da marca de fones Beats by Dre para a Apple, em 2014, por cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,39 bilhões) em dinheiro e ações.

No esporte, o ex-tenista suíço Roger Federer, de 44 anos, aparece pela primeira vez no ranking, com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,64 bilhões).

Além da carreira consagrada, marcada por 20 títulos de Grand Slam, parte significativa de sua fortuna vem de contratos de patrocínio e de sua participação na fabricante de calçados On Running.

Já no cinema, o diretor canadense James Cameron, atualmente com 71 anos, também passou a integrar o grupo de bilionários.

Com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,64 bilhões), Cameron construiu sua fortuna dirigindo alguns dos maiores sucessos de bilheteria da história, como "Titanic", "Avatar" e "O Exterminador do Futuro".

A presença desses nomes reforça uma tendência observada nos últimos anos: celebridades que transformam carreiras de destaque em negócios lucrativos e investimentos diversificados, ampliando suas fontes de renda e patrimônio para além da indústria do entretenimento.

No ano passado, nomes como o astro do cinema Arnold Schwarzenegger e a estrela do rock Bruce Springsteen entraram na lista de bilionários da Forbes.

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Quem é Eduardo Saverin, o brasileiro mais rico da lista de bilionários da Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 11:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,1790,29%Dólar TurismoR$ 5,375-0,67%Euro ComercialR$ 6,0240,46%Euro TurismoR$ 6,264-0,34%B3Ibovespa181.198 pts0,16%Oferecido por

Saverin se formou em economia em Harvard e foi o responsável pelo investimento inicial necessário para começar as operações da empresa.

Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook.

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin comparece ao segundo aniversário da 99.co e ao lançamento do 99PRO em Singapura em 26 de maio de 2016. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo

O empresário Eduardo Saverin segue na liderança do ranking dos brasileiros mais ricos do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 35,9 bilhões. Os dados são da lista anual de bilionários da revista Forbes, divulgada nesta terça-feira (10).

Saverin é paulista — nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele é conhecido por ter ajudado Mark Zuckerberg a fundar o Facebook— os dois se conheceram quando estavam na faculdade. (veja mais detalhes abaixo)

Hoje, o empresário tem 44 anos e mora em Singapura, com sua esposa e filho. Saverin também é cofundador e copresidente da B. Capital, empresa de venture capital.

🔍 Empresas de venture capital — também conhecidas como empresas de capital de risco — são aquelas que realizam investimentos em companhias inovadoras em estágio inicial ou de pequeno porte e oferecem conhecimento e ferramentas para que elas possam expandir. Normalmente, esse tipo de investimento é de alto risco, mas também pode oferecer altos retornos.

Saverin se formou em economia em Harvard — onde conheceu Zuckerberg e ajudou a criar a rede social em 2004. O brasileiro foi o responsável pelo investimento inicial necessário para começar as operações da empresa, segundo o livro "Milionários Acidentais", de Ben Mezrich, publicado em 2012.

Sua fortuna veio de uma participação minoritária da empresa. Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que fez valorizar sua participação.

Sua fatia só não era maior porque Saverin e Zuckerberg romperam a parceria por discordarem sobre os rumos da empresa. O embate foi parar na Justiça e foi retratado no filme "A Rede Social" (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield.

Ainda assim, ele chegou a receber o título de brasileiro mais rico da história em 2024. Na época, sua fortuna ficou avaliada em US$ 155,9 bilhões, após as ações da Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, terem mostrado forte valorização.

Durante seu período no Facebook, o empresário era responsável por administrar os negócios enquanto Mark Zuckerberg liderou o desenvolvimento da plataforma, que atraiu usuários e investidores rapidamente.

Com o crescimento, Zuckerberg queria mudanças no Facebook, indicou uma reportagem publicada em 2012 pelo site Business Insider.

Uma delas era transferir o registro da empresa para o estado de Delaware, com leis mais favoráveis ao seu negócio. Mas o americano se incomodou com o distanciamento de Saverin.

"Ele deveria montar a empresa, obter financiamento e criar um modelo de negócios. Ele falhou em todas as três", disse, à época, Zuckerberg em uma mensagem a Dustin Moskovitz, outro fundador do Facebook, ainda de acordo com o Business Insider.

Com a relação prejudicada, Zuckerberg criou em julho de 2004 uma empresa em Delaware para comprar o Facebook. Em menos de quatro meses, a participação de Saverin caiu de 65% para menos de 10%.

"Existe uma maneira de fazer isso sem deixar dolorosamente aparente para ele que a participação dele está sendo diluída para 10%?", perguntou Zuckerberg em um e-mail para seu advogado, segundo o Business Insider.

Na resposta, o advogado afirmou que Zuckerberg poderia descumprir o dever fiduciário, uma espécie de regra de lealdade prevista em lei para garantir que envolvidos em um acordo sejam devidamente informados sobre todas as mudanças.

O Facebook processou Saverin por considerar inválido um documento de outubro de 2004 em que ele receberia mais ações. O brasileiro, por sua vez, acionou a empresa com base na regra do dever fiduciário.

O brasileiro apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que fez valorizar sua participação.

Saverin vive com a mulher e o filho em Singapura desde 2012, quando renunciou a sua cidadania americana.

Desde 2016, ele é responsável pelo B Capital, uma empresa de capital de risco, isto é, que realiza investimentos em companhias em estágio inicial para que elas possam crescer, apostas que podem oferecer grande retorno financeiro.

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Lista de bilionários da Forbes tem 70 brasileiros; conheça os mais ricos, e de onde vêm suas fortunas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 11:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,33%Dólar TurismoR$ 5,375-0,69%Euro ComercialR$ 6,0250,48%Euro TurismoR$ 6,262-0,37%B3Ibovespa181.318 pts0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,33%Dólar TurismoR$ 5,375-0,69%Euro ComercialR$ 6,0250,48%Euro TurismoR$ 6,262-0,37%B3Ibovespa181.318 pts0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,33%Dólar TurismoR$ 5,375-0,69%Euro ComercialR$ 6,0250,48%Euro TurismoR$ 6,262-0,37%B3Ibovespa181.318 pts0,22%Oferecido por

Com uma fortuna de US$ 35,9 bilhões, o cofundador do Facebook Eduardo Saverin é atualmente o brasileiro mais rico, segundo o ranking anual de bilionários da revista Forbes publicado nesta terça-feira (10°).

Este é o terceiro ano consecutivo em que o empresário ocupa o topo da lista de bilionários brasileiros. Pelo ranking geral, ele é o 59º mais endinheirado do mundo.

Eduardo Saverin — US$ 35,9 bilhões André Esteves — US$ 20,2 bilhõesJorge Paulo Lemann — US$ 19,8 bilhões Fernando Roberto Moreira Salles — US$ 9,9 bilhões Pedro Moreira Salles — US$ 9,1 bilhões Jorge Moll Filho — US$ 7,5 bilhões Max Van Hoegaerden Herrmann Telles — US$ 7,4 bilhões Carlos Alberto Sicupira — US$ 6,9 bilhões Miguel Krigsner — US$ 6,8 bilhõesAlex Behring — US$ 5,8 bilhões Joesley Batista — US$ 5,4 bilhões Wesley Batista — US$ 5,4 bilhões13. João Moreira Salles — US$ 5,1 bilhões Walther Moreira Salles Jr. — US$ 5,1 bilhõesRoberto Sallouti — US$ 4,7 bilhões José João Abdalla Filho — US$ 4,2 bilhõesMaurizio Billi — US$ 4,2 bilhõesJosé Roberto Marinho — US$ 4,1 bilhõesJoão Roberto Marinho — US$ 4,1 bilhõesAlceu Elias Feldmann — US$ 3,7 bilhõesRenato dos Santos — US$ 3,5 bilhõesRoberto Irineu Marinho — US$ 3,3 bilhões Mário Araripe — US$ 3,3 bilhões Marcel Herrmann Telles — US$ 2,8 bilhõesAlfredo Egydio Arruda Villela Filho — US$ 2,7 bilhõesLírio Parisotto — US$ 2,7 bilhõesJayme Garfinkel — US$ 2,7 bilhõesAna Lúcia de Mattos Barretto Villela — US$ 2,5 bilhões Alexandre Grendene Bartelle — US$ 2,5 bilhões Julio Bozano — US$ 2,4 bilhões. Rubens Menin — US$ 2,3 bilhões Luciano Hang — US$ 2,3 bilhões Guilherme Benchimol — US$ 2,1 bilhões Edir Macedo — US$ 2 bilhõesLuiz Frias — US$ 2 bilhõesCristina Junqueira — US$ 1,9 bilhões Liu Ming Chung — US$ 1,9 bilhõesIlson Mateus — US$ 1,8 bilhõesSasson Dayan — US$ 1,7 bilhõesArtur Grynbaum — US$ 1,7 bilhõesRicardo Villela Marino — US$ 1,7 bilhõesEduardo Voigt Schwartz — US$ 1,7 bilhõesRodolfo Villela Marino — US$ 1,7 bilhõesCarlos Sanchez — US$ 1,7 bilhõesMariana Voigt Schwartz Gomes — US$ 1,7 bilhõesJosé Isaac Peres — US$ 1,6 bilhões Daniel Feffer — US$ 1,5 bilhõesDavid Feffer — US$ 1,5 bilhões Ruben Feffer — US$ 1,5 bilhõesRubens Ometto Silveira Mello — US$ 1,5 bilhõesBlairo Maggi — US$ 1,4 bilhõesJorge Feffer — US$ 1,4 bilhõesJosé Ermírio de Moraes Neto — US$ 1,4 bilhões Neide Helena de Moraes — US$ 1,4 bilhõesJosé Roberto Ermírio de Moraes — US$ 1,4 bilhõesItamar Locks — US$ 1,4 bilhões Dora Voigt de Assis — US$ 1,4 bilhões Lívia Voigt de Assis — US$ 1,4 bilhões Luana Lopes Lara — US$ 1,3 bilhões Vera Rechulski Santo Domingo — US$ 1,3 bilhões Pedro Grendene Bartelle — US$ 1,3 bilhõesHugo Ribeiro — US$ 1,3 bilhões Marciano Testa — US$ 1,2 bilhõesLia Maria Aguiar — US$ 1,2 bilhões Ivan Müller Botelho — US$ 1,1 bilhões Pedro Voigt Trejes — US$ 1,1 bilhões Amelie Voigt Trejes — US$ 1,1 bilhõesAntonio Luiz Seabra — US$ 1,1 bilhões Felipe Voigt Trejes — US$ 1,1 bilhõesMaria Frias — US$ 1,1 bilhões

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin comparece ao segundo aniversário da 99.co e ao lançamento do 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo

Saverin é paulista — nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. O brasileiro é conhecido por ter ajudado Mark Zuckerberg a fundar o Facebook — os dois se conheceram quando estavam na faculdade.

Ele tem 43 anos e mora atualmente em Singapura, com sua esposa e seu filho. Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que fez valorizar sua participação.

Em 2024, ele chegou a receber o título de brasileiro mais rico da história. Na época, sua fortuna ficou avaliada em US$ 155,9 bilhões, após as ações da Meta — controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp — terem uma forte valorização com a divulgação de resultados trimestrais da empresa.

Atualmente, Saverin também é cofundador e copresidente da B. Capital, empresa de venture capital (aquelas que realizam investimentos em companhias inovadoras em estágio inicial ou de pequeno porte).

Presidente e controlador do banco BTG Pactual, André Esteves, durante entrevista em São Paulo — Foto: REUTERS/Nacho Doce

O banqueiro André Esteves, de 56 anos, começou sua carreira como estagiário no banco de investimentos Pactual. Anos depois, em uma carreira ascendente, adquiriu o controle da instituição.

Em 2006, ele vendeu o Pactual ao gigante banco suíço UBS por US$ 3,1 bilhões, formando a subsidiária brasileira UBS Pactual.

Em 2009, ele planejou a venda do UBS Pactual para a empresa de investimentos BTG e se tornou presidente do conselho e CEO da nova empresa.

O bilionário ganhou fama também por seu sucesso à frente de grandes negócios. Em 2011, comprou parte do Banco PanAmericano, que passava por dificuldades após a descoberta de fraudes de R$ 4,2 bilhões.

A aquisição foi acertada com Silvio Santos, fundador da instituição financeira. Em 2021, o BTG Pactual se tornou o maior acionista do Banco Pan, após adquirir a fatia que a Caixa Econômica Federal possuía da instituição.

O empresário Jorge Paulo Lemann, em foto de novembro de 2013 — Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo

O empresário Jorge Paulo Lemann se mantém como um dos mais ricos do Brasil, mesmo após perdas recentes com o caso Americanas. Ele é um dos principais sócios da empresa de investimentos 3G Capital Partners, que aplica recursos na varejista e em outras empresas.

Nascido no Rio de Janeiro, em 26 de agosto de 1939, Lemann tem dupla nacionalidade — é filho de suíços que imigraram para o Brasil no começo do século XX. Órfão de pai aos 14 anos, foi um estudante dedicado e, seguindo os passos de um primo, se formou em economia em Harvard.

Iniciou sua carreira atuando em bancos e financeiras até começar a atuar no mercado de capitais, o que o levou a se tornar, em meados da década de 1960, sócio da financeira Invesco, que quebrou em 1966. Lemann se tornou sócio, então, da corretora Libra, da qual tentou comprar o controle.

No começo de 1970, o empresário vendeu sua participação na corretora por US$ 200 mil. No ano seguinte, comprou título da Corretora Garantia, onde viria a conhecer os sócios Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira.

O trio se tornou investidor de uma série de empresas, como Ambev e Lojas Americanas. Mais tarde, tornou-se acionista controlador da Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo. Em 2016, a empresa comprou a cervejaria SABMiller por quase US$ 100 bilhões.

Lemann e seus sócios também possuem participações na Restaurant Brands International, controladora do Burger King e da rede canadense de cafés Tim Hortons.

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Veja quem são novos bilionários de IA na lista da Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 11:13

Tecnologia Veja quem são novos bilionários de IA na lista da Forbes Entre os 'novos ricos' do setor, estão cofundadores, executivos de alto escalão e investidores por trás de empresas de inteligência artificial. Por Redação g1

A lista anual da revista Forbes das pessoas mais ricas do mundo tem 45 novos bilionários de áreas ligadas a inteligência artificial. A novidade foi divulgada pela publicação nesta terça-feira (10).

Entre os novos bilionários do setor, estão cofundadores, executivos de alto escalão e investidores por trás de empresas.

Agora, no total, tem pelo menos 86 bilionários da IA ​​no ranking da Forbes das pessoas mais ricas do mundo , com um patrimônio coletivo de US$ 2,9 trilhões.

Eles fazem parte dos 468 bilionários da tecnologia na lista de bilionários da Forbes agora possuem um patrimônio recorde de US$ 4,8 trilhões, um aumento de US$ 1,1 trilhão em relação ao ano passado, segundo a publicação.

Lista de bilionários da Forbes tem 70 brasileiros; conheça os mais ricos, e de onde vêm suas fortunasBeyoncé, Dr. Dre, James Cameron e mais: os novatos na lista de bilionários da Forbes

Dos 45 novos bilionários, a Forbes destacou 39. Confira abaixo quem são, qual o seu patrimônio e para qual setor e empresa trabalham.

Liu Debing (US$ 9,1 bilhões) e Tang Jie (US$ 1,9 bilhão) | Z.aiYan Junjie (US$ 7,2 bilhões) | MiniMaxPiotr Dabkowski (US$ 1,8 bilhão) e Mati Staniszewski (US$ 1,8 bilhão) | ElevenLabsTimothée Lacroix, Guillaume Lample, Arthur Mensch (US$ 1,8 bilhão cada) | Mistral

Edwin Chen (US$ 18 bilhões) | Surge AILucy Guo (US$ 1,4 bilhão) | Scale AIBrendan Foody, Adarsh ​​Hiremath, Surya Midha (US$ 2,2 bilhões cada) | Mercor

Arvid Lunnemark, Sualeh Asif, Aman Sanger, Michael Truell (US$ 1,3 bilhão cada) | CursorAravind Srinivas, Denis Yarats, Johnny Ho e Andy Konwinski (US$ 2,1 bilhões cada) | PerplexidadeJyoti Bansal (US$ 2,3 bilhões) | HarnessFabian Hedin, Anton Osika (US$ 1,6 bilhão cada) | AdorávelBret Taylor, Clay Bavor (US$ 2,5 bilhões cada) | SierraSteven Hao (US$ 1,3 bilhão) | Cognição

Daniel Nadler (US$ 7,6 bilhões) | OpenEvidencePeter Ludwig, Qasar Younis (US$ 1,5 bilhão) | Applied IntuitionTrae Stephens (US$ 1 bilhão) | AndurilTorsten Reil, Gundbert Scherf, Niklas Kohler (US$ 2 bilhões cada) | Helsing

Michael Hsing (US$ 1,8 bilhão) | Sistemas de energia monolíticosPantas Sutardja (US$ 1,4 bilhão) | SemicondutoresRobin Khuda (US$ 2,1 bilhões) | Centros de dadosJitendra Mohan, Sanjay Gajendra (US$ 1 bilhão cada) | Laboratórios Astera

Há 7 minutos São Paulo Dívidas de R$ 4,5 bilhõesGrupo Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial

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Grupo Pão de Açúcar fecha acordo com credores para plano de recuperação extrajudicial de R$ 4,5 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O grupo GPA, responsável pela rede de supermercados Pão de Açúcar, informou nesta terça-feira (10) que firmou um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial.

A medida envolve cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas e tem como objetivo reorganizar as finanças da empresa sem recorrer à recuperação judicial, processo que ocorre na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo.

Segundo a companhia, o plano foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração e já conta com o apoio de credores que representam 46% dos créditos incluídos no processo, o equivalente a cerca de R$ 2,1 bilhões.

Esse percentual é superior ao mínimo exigido pela legislação para iniciar esse tipo de negociação.

O acordo prevê a suspensão temporária dos pagamentos dessas dívidas enquanto a empresa negocia novas condições com os credores.

O grupo GPA, responsável pela rede de supermercados Pão de Açúcar, informou nesta terça-feira (10) que firmou um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial.

A medida envolve cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas e tem como objetivo reorganizar as finanças da empresa sem recorrer à recuperação judicial, processo que ocorre na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo.

🔎A recuperação extrajudicial é um acordo em que uma empresa renegocia parte de suas dívidas diretamente com credores, fora da Justiça. O objetivo é ganhar prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como a falência, mantendo as operações da empresa funcionando normalmente.

Segundo a companhia, o plano foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração e já conta com o apoio de credores que representam 46% dos créditos incluídos no processo, o equivalente a cerca de R$ 2,1 bilhões.

Esse percentual é superior ao mínimo exigido pela legislação para iniciar esse tipo de negociação.

O acordo prevê a suspensão temporária dos pagamentos dessas dívidas enquanto a empresa negocia novas condições com os credores.

O período inicial de negociações será de 90 dias, prazo em que a companhia pretende obter o apoio da maioria dos credores e chegar a uma solução definitiva para reorganizar seu endividamento.

A empresa destacou que dívidas com fornecedores, parceiros, clientes e obrigações trabalhistas não fazem parte do plano e, portanto, não serão afetadas. Na prática, isso significa que as operações do grupo devem continuar normalmente.

Em comunicado ao mercado, o GPA afirmou que a iniciativa busca melhorar o perfil da dívida e fortalecer o balanço da companhia, criando condições para resolver problemas de liquidez no curto prazo e garantir a sustentabilidade financeira no longo prazo.

A empresa também disse que suas lojas seguirão funcionando normalmente e que está em dia com pagamentos a fornecedores e parceiros comerciais.

O plano, segundo o GPA, foi estruturado justamente para preservar a operação do negócio enquanto as negociações com credores avançam.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Preço da cesta básica sobe em 14 capitais em fevereiro; carne encarece e café fica mais barato

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Agro Preço da cesta básica sobe em 14 capitais em fevereiro; carne encarece e café fica mais barato As principais altas ocorreram em Natal (3,52%), João Pessoa (2,03%) e Recife (1,98%), mostra levantamento da Conab e do Dieese. Por Redação g1

O valor da cesta básica aumentou em 14 capitais e diminuiu em outras 13 entre janeiro e fevereiro deste ano.

Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pela Conab e pelo Dieese.

As principais altas ocorreram em Natal (3,52%), João Pessoa (2,03%), Recife (1,98%), Maceió (1,87%), Aracaju (1,85%), Vitória (1,79%), Rio de Janeiro (1,15%) e Teresina (1,07%).

São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 852,87), seguida por Rio de Janeiro (R$ 826,98), Florianópolis (R$ 797,53) e Cuiabá (R$ 793,77).

O valor da cesta básica aumentou em 14 capitais e diminuiu em outras 13 entre janeiro e fevereiro deste ano.

Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada na segunda-feira (9), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

As principais altas ocorreram em Natal (3,52%), João Pessoa (2,03%), Recife (1,98%), Maceió (1,87%), Aracaju (1,85%), Vitória (1,79%), Rio de Janeiro (1,15%) e Teresina (1,07%).

São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 852,87), seguida por Rio de Janeiro (R$ 826,98), Florianópolis (R$ 797,53) e Cuiabá (R$ 793,77).

Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 562,88), Porto Velho (R$ 601,69), Maceió (R$ 603,92) e Recife (R$ 611,98).

O preço da carne bovina de primeira aumentou em 20 cidades, com percentuais entre 0,14%, em Brasília, e 2,93%, em Rio Branco.

Outras sete cidades tiveram queda no valor médio, com destaque para Manaus (-1,33%). A menor disponibilidade de animais prontos para o abate e o bom desempenho das exportações mantiveram a carne bovina valorizada.

Já o valor do quilo do feijão subiu em 26 capitais. O grão preto, pesquisado nos municípios do Sul, Rio de Janeiro e Vitória, aumentou nessas cinco cidades, com percentuais entre 1,38%, em Florianópolis, e 13,83%, em Vitória.

Para o grão carioca, coletado nas demais capitais, foi observada queda apenas em Boa Vista (-2,41%).

Os aumentos mais expressivos ocorreram em Campo Grande (22,05%) e Belém (18,63%). As altas de preço se deveram à oferta restrita, às dificuldades de colheita e à menor área de produção em relação a 2025.

O preço do café em pó foi menor em 21 cidades, entre janeiro e fevereiro de 2026. As reduções mais significativas ocorreram em Florianópolis (-4,30%) e Cuiabá (-3,86%).

Em Brasília, o preço não se alterou e, em outras cinco localidades, verificou-se aumento do preço médio, com destaque para Macapá (3,59%). A perspectiva de safra recorde e a menor exportação explicaram as quedas no varejo.

O preço do óleo de soja registrou queda em 26 cidades, com variações que foram de -7,05% em Boa Vista a -0,27% em Brasília.

A redução está associada ao excesso de oferta do grão e à desvalorização do dólar frente ao real, fatores que diminuíram a competitividade da soja brasileira no mercado externo e que pressionaram para baixo os preços do óleo também no varejo.

No caso do arroz agulhinha, o valor do quilo caiu em 16 cidades. As maiores reduções foram registradas em Curitiba (-7,40%), Salvador (-7,09%) e Vitória (-5,11%).

Em outras nove capitais houve aumento, sendo a maior variação observada em Florianópolis (3,53%). Em Rio Branco e São Luís, o preço médio permaneceu estável. O movimento de queda dos preços está relacionado a estoques mais ajustados e a postura cautelosa dos vendedores.

O preço do leite integral demonstrou queda em 15 capitais. As reduções mais expressivas foram observadas em Rio Branco (-4,78%), Cuiabá (-3,60%) e Campo Grande (-3,40%).

Em Manaus e São Luís, o valor médio permaneceu estável, enquanto outras 10 capitais apresentaram aumento, com a maior alta registrada em Curitiba (2,28%).

Mesmo com o início da entressafra da produção leiteira, a importação de derivados lácteos contribuiu para a redução dos preços no varejo.

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Dólar abre em alta com expectativa de alívio no conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (10) em alta, avançando 0,21% por volta das 9h10, aos R$ 5,1751. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os mercados globais mostram sinais de maior estabilidade após a tensão provocada pela escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. O movimento veio depois de o presidente Donald Trump afirmar que a guerra estaria “praticamente terminada” e sinalizar a possibilidade de flexibilizar sanções ligadas ao petróleo.

▶️ Mesmo assim, ainda há incerteza sobre quando o transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz será normalizado. A passagem é uma das principais rotas da commodity no mundo, o que mantém os mercados atentos e sujeitos a oscilações.

▶️ O petróleo registra queda nesta terça-feira depois de ter atingido, no dia anterior, os maiores níveis em mais de três anos. Por volta das 9h30, o Brent, referência internacional, registrava queda de 5,54%, sendo negociado a US$ 93,48 por barril nos contratos para entrega em maio. Já o petróleo WTI, referência nos EUA, recuava 4,91%, cotado a US$ 90,13 por barril nos contratos para abril.

Os preços do petróleo dispararam nos últimos dias e chegaram a subir até 30%, aproximando-se de US$ 120 por barril (cerca de R$ 630). A forte alta ocorreu em meio às preocupações com a guerra no Oriente Médio, que entra na segunda semana sem qualquer sinal de trégua.

Parte dessa pressão nos preços vem dos ataques registrados nos últimos dias contra campos de petróleo no sul do Iraque e na região autônoma curda, no norte do país, o que levou à redução da produção.

Os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait também diminuíram a produção após ataques iranianos contra seus territórios.

Ao longo do dia, no entanto, sinais de que os países do G7 estudam liberar parte de suas reservas estratégicas de petróleo e novas falas do presidente americano, Donald Trump, trouxeram alívio para os preços da commodity.

Em entrevista à rede de televisão CBS, o republicano afirmou que acredita que a guerra está "praticamente concluída" e destacou que os EUA estão "muito à frente" do prazo inicial estimado de 4 a 5 semanas na guerra.

Além disso, sinalizações de que o governo americano estaria avaliando uma possível redução das sanções sobre o petróleo russo também ajudam a explicar o vai e vem do petróleo nesta segunda-feira.

Isso porque um alívio das sanções poderia ajudar o mercado a suprir uma eventual redução na oferta por parte dos países envolvidos na guerra.

Ao final da sessão, o petróleo do tipo Brent, referência internacional, teve queda de 0,71%, cotado a US$ 92,03. Já o WTI, dos EUA, caiu 3,53%, a US$ 87,69.

Os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão de inflação em 3,91% para 2026. Para 2027, a estimativa teve leve alta, passando de 3,79% para 3,80%.

Os dados fazem parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC). O relatório reúne projeções de mais de 100 instituições financeiras consultadas na semana passada.

Depois de o Banco Central manter a taxa básica de juros em 15% ao ano no mês passado — o nível mais alto em quase duas décadas —, o mercado ainda acredita que os juros devem cair nos próximos anos.

Para o fim de 2026, a previsão para os juros subiu levemente, de 12% para 12,13% ao ano. Já para 2027, a estimativa foi mantida em 10,50% ao ano.

Em relação ao crescimento da economia, a expectativa para 2026 permaneceu estável. O mercado projeta uma expansão de 1,82% no Produto Interno Bruto (PIB), indicador que mede o desempenho da economia.

Os economistas também reduziram ligeiramente a previsão para o dólar no fim deste ano, de R$ 5,42 para R$ 5,41.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street conseguiram inverter o sinal negativo visto no início da sessão, conforme investidores avaliavam as novas falas de Trump e seguiam atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.

Já na Europa, temores sobre a inflação penalizaram os principais índices acionários da região, após o petróleo ter atingido o nível dos US$ 100 na primeira metade do pregão.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 0,63%, enquanto o CAC-40, de Paris, recuou 0,98% e o DAX, de Frankfurt perdeu 0,77%.

Na Ásia, as bolsas terminaram o dia em queda por causa do aumento das tensões no Irã, mas parte das perdas foi reduzida porque alguns investidores aproveitaram os preços mais baixos para comprar ações.

No fechamento, a região registrou recuos amplos: em Hong Kong, o Hang Seng caiu 1,35%, a 25.408 pontos. Em Xangai, o SSEC perdeu 0,67%, a 4.096 pontos, enquanto o CSI300 recuou 0,97%, a 4.615 pontos.

Em Tóquio, o Nikkei caiu 5,2%, para 52.728 pontos; em Seul, o KOSPI teve queda de 5,96%, a 5.251 pontos; e em Taiwan, o TAIEX registrou baixa de 4,43%, a 32.110 pontos.

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Lucro da Volkswagen cai pela metade impactado por tarifas e dificuldades no mercado chinês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Carros Lucro da Volkswagen cai pela metade impactado por tarifas e dificuldades no mercado chinês Após queda no lucro, monadora também prepara corte de 50 mil empregos na Alemanha até 2030. O plano inclui um programa de reestruturação na Porsche, cujo lucro operacional praticamente desapareceu em 2025. Por Reuters

A Volkswagen enfrenta mais um ano desafiador, marcado por tarifas comerciais e pela disputa para recuperar espaço na China.

A maior montadora da Europa informou nesta terça-feira (10) uma forte queda no lucro operacional e prevê apenas uma recuperação limitada de sua margem de lucro.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos têm gerado custos bilionários, enquanto a concorrência local reduz a participação da montadora na China, o maior mercado automotivo do mundo.

O grupo alemão, que inclui as marcas Porsche e Audi, também sob pressão, projeta uma margem operacional entre 4% e 5,5% em 2026.

A Volkswagen enfrenta mais um ano desafiador, marcado por tarifas comerciais e pela disputa para recuperar espaço na China. A maior montadora da Europa informou nesta terça-feira (10) uma forte queda no lucro operacional e prevê apenas uma recuperação limitada de sua margem de lucro.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos têm gerado custos bilionários, enquanto a concorrência local reduz a participação da montadora na China, o maior mercado automotivo do mundo.

O grupo alemão, que inclui as marcas Porsche e Audi, também sob pressão, projeta uma margem operacional entre 4% e 5,5% em 2026.

Em 2025, esse indicador ficou em 2,8%, após registrar 5,9% no ano anterior. Analistas consultados pela Visible Alpha estimam uma margem de 5,2% para este ano, no limite superior da faixa projetada pela empresa.

“Estamos operando em um ambiente completamente diferente”, afirmou o presidente-executivo da Volkswagen, Oliver Blume, em comunicado.

O lucro operacional da montadora caiu mais da metade em 2025, para 8,9 bilhões de euros (US$ 10,4 bilhões), abaixo da estimativa de analistas, que apontava 9,4 bilhões de euros.

O resultado foi pressionado pelas tarifas e pelos custos de uma mudança estratégica na Porsche, que interrompeu no ano passado o avanço de sua transição para veículos elétricos diante da demanda fraca.

A receita permaneceu praticamente estável, em 322 bilhões de euros. Para 2026, a empresa prevê crescimento entre 0% e 3%, enquanto as projeções de analistas estão no limite superior dessa faixa.

Segundo o diretor financeiro da companhia, Arno Antlitz, os lançamentos de novos produtos e as medidas de reestruturação adotadas em 2025 ajudaram a tornar o grupo mais resistente às dificuldades do mercado.

“Mas a margem operacional ajustada de 4,6% ainda não é suficiente no longo prazo”, afirmou, acrescentando que a empresa continuará adotando medidas rigorosas de redução de custos.

Em janeiro, a Volkswagen informou um fluxo de caixa líquido de 6 bilhões de euros em 2025, resultado muito melhor que a previsão inicial de valor próximo de zero.

A divulgação impulsionou as ações da empresa, mas também gerou críticas de sindicatos, que questionaram o desempenho enquanto a companhia promove cortes significativos de empregos.

O grupo pretende eliminar cerca de 50 mil postos de trabalho na Alemanha até 2030. O plano inclui um programa de reestruturação na Porsche, cujo lucro operacional praticamente desapareceu em 2025, com queda de 98%, para 90 milhões de euros.

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Valores a receber: ainda há R$ 10,5 bilhões esquecidos nos bancos; veja como consultar e sacar valores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

Banco Central informou nesta terça-feira (10) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,27 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes.

Sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

Entretanto, recentemente, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras.

O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (10) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,49 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes. O balanço considera valores contabilizados até janeiro deste ano.

R$ 8,1 bilhões são recursos de 49,52 milhões de pessoas físicas;R$ 2,38 bilhões são valores de 5,09 milhões de empresas.

Até o momento, o Banco Central informou que já foram devolvidos R$ 13,75 bilhões em recursos que estavam esquecidos nas instituições financeiras.

O sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

O prazo oficial para buscar os recursos teria, em tese, acabado em 16 de outubro de 2024. Entretanto, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras.

O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.

🔑Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.

📞Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.

💰No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.

Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

Desde maio do ano passado, o BC informou que é possível habilitar uma solicitação automática de resgate de valores a receber.

Agora, quem quiser, pode automatizar as solicitações. As demais funcionalidades do sistema continuam iguais.

"O propósito é facilitar ainda mais a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nome", informou o Banco Central, na ocasião.

Para habilitar, é necessário acessar o SVR com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação em duas etapas ativadas.A solicitação automática é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem possui chave PIX do tipo CPF. Quem ainda não possui essa chave deve cadastrá-la junto à sua instituição financeira.O cidadão não receberá aviso do Banco Central quando algum valor for devolvido. O crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.As instituições financeiras que não aderiram ao termo de devolução via PIX continuarão exigindo solicitação manual. Isso também se aplica a valores oriundos de contas conjuntas.

🚨Atenção: o governo não entra em contato solicitando dados pessoais ou informações extras para a devolução dos recursos por mensagem ou ligação telefônica. Fique atento e se proteja de golpes.

Em fevereiro, o Banco Central mudou a verificação de segurança do Sistema Valores a Receber para evitar fraudes.

📱O acesso continua a ser feito com a conta gov.br , nível prata ou ouro. Mas o aplicativo passou a exigir duas etapas de verificação de segurança.

📲Quem não tem o gov.br no celular, precisa primeiro baixar o aplicativo. Depois, é necessário preencher as informações e fazer a validação facial para liberar as duas etapas.

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