RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Lucro da Volkswagen cai pela metade impactado por tarifas e dificuldades no mercado chinês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Carros Lucro da Volkswagen cai pela metade impactado por tarifas e dificuldades no mercado chinês Após queda no lucro, monadora também prepara corte de 50 mil empregos na Alemanha até 2030. O plano inclui um programa de reestruturação na Porsche, cujo lucro operacional praticamente desapareceu em 2025. Por Reuters

A Volkswagen enfrenta mais um ano desafiador, marcado por tarifas comerciais e pela disputa para recuperar espaço na China.

A maior montadora da Europa informou nesta terça-feira (10) uma forte queda no lucro operacional e prevê apenas uma recuperação limitada de sua margem de lucro.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos têm gerado custos bilionários, enquanto a concorrência local reduz a participação da montadora na China, o maior mercado automotivo do mundo.

O grupo alemão, que inclui as marcas Porsche e Audi, também sob pressão, projeta uma margem operacional entre 4% e 5,5% em 2026.

A Volkswagen enfrenta mais um ano desafiador, marcado por tarifas comerciais e pela disputa para recuperar espaço na China. A maior montadora da Europa informou nesta terça-feira (10) uma forte queda no lucro operacional e prevê apenas uma recuperação limitada de sua margem de lucro.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos têm gerado custos bilionários, enquanto a concorrência local reduz a participação da montadora na China, o maior mercado automotivo do mundo.

O grupo alemão, que inclui as marcas Porsche e Audi, também sob pressão, projeta uma margem operacional entre 4% e 5,5% em 2026.

Em 2025, esse indicador ficou em 2,8%, após registrar 5,9% no ano anterior. Analistas consultados pela Visible Alpha estimam uma margem de 5,2% para este ano, no limite superior da faixa projetada pela empresa.

“Estamos operando em um ambiente completamente diferente”, afirmou o presidente-executivo da Volkswagen, Oliver Blume, em comunicado.

O lucro operacional da montadora caiu mais da metade em 2025, para 8,9 bilhões de euros (US$ 10,4 bilhões), abaixo da estimativa de analistas, que apontava 9,4 bilhões de euros.

O resultado foi pressionado pelas tarifas e pelos custos de uma mudança estratégica na Porsche, que interrompeu no ano passado o avanço de sua transição para veículos elétricos diante da demanda fraca.

A receita permaneceu praticamente estável, em 322 bilhões de euros. Para 2026, a empresa prevê crescimento entre 0% e 3%, enquanto as projeções de analistas estão no limite superior dessa faixa.

Segundo o diretor financeiro da companhia, Arno Antlitz, os lançamentos de novos produtos e as medidas de reestruturação adotadas em 2025 ajudaram a tornar o grupo mais resistente às dificuldades do mercado.

“Mas a margem operacional ajustada de 4,6% ainda não é suficiente no longo prazo”, afirmou, acrescentando que a empresa continuará adotando medidas rigorosas de redução de custos.

Em janeiro, a Volkswagen informou um fluxo de caixa líquido de 6 bilhões de euros em 2025, resultado muito melhor que a previsão inicial de valor próximo de zero.

A divulgação impulsionou as ações da empresa, mas também gerou críticas de sindicatos, que questionaram o desempenho enquanto a companhia promove cortes significativos de empregos.

O grupo pretende eliminar cerca de 50 mil postos de trabalho na Alemanha até 2030. O plano inclui um programa de reestruturação na Porsche, cujo lucro operacional praticamente desapareceu em 2025, com queda de 98%, para 90 milhões de euros.

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Valores a receber: ainda há R$ 10,5 bilhões esquecidos nos bancos; veja como consultar e sacar valores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

Banco Central informou nesta terça-feira (10) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,27 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes.

Sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

Entretanto, recentemente, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras.

O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (10) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,49 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes. O balanço considera valores contabilizados até janeiro deste ano.

R$ 8,1 bilhões são recursos de 49,52 milhões de pessoas físicas;R$ 2,38 bilhões são valores de 5,09 milhões de empresas.

Até o momento, o Banco Central informou que já foram devolvidos R$ 13,75 bilhões em recursos que estavam esquecidos nas instituições financeiras.

O sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

O prazo oficial para buscar os recursos teria, em tese, acabado em 16 de outubro de 2024. Entretanto, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras.

O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.

🔑Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.

📞Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.

💰No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.

Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

Desde maio do ano passado, o BC informou que é possível habilitar uma solicitação automática de resgate de valores a receber.

Agora, quem quiser, pode automatizar as solicitações. As demais funcionalidades do sistema continuam iguais.

"O propósito é facilitar ainda mais a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nome", informou o Banco Central, na ocasião.

Para habilitar, é necessário acessar o SVR com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação em duas etapas ativadas.A solicitação automática é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem possui chave PIX do tipo CPF. Quem ainda não possui essa chave deve cadastrá-la junto à sua instituição financeira.O cidadão não receberá aviso do Banco Central quando algum valor for devolvido. O crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.As instituições financeiras que não aderiram ao termo de devolução via PIX continuarão exigindo solicitação manual. Isso também se aplica a valores oriundos de contas conjuntas.

🚨Atenção: o governo não entra em contato solicitando dados pessoais ou informações extras para a devolução dos recursos por mensagem ou ligação telefônica. Fique atento e se proteja de golpes.

Em fevereiro, o Banco Central mudou a verificação de segurança do Sistema Valores a Receber para evitar fraudes.

📱O acesso continua a ser feito com a conta gov.br , nível prata ou ouro. Mas o aplicativo passou a exigir duas etapas de verificação de segurança.

📲Quem não tem o gov.br no celular, precisa primeiro baixar o aplicativo. Depois, é necessário preencher as informações e fazer a validação facial para liberar as duas etapas.

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BRB propõe aumento de capital após rombo bilionário ligado ao caso Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O conselho de administração do Banco de Brasília propôs aos acionistas um aumento de capital de até R$ 8,86 bilhões por meio da emissão de novas ações.

Esse valor é cerca de 12,8% maior do que o preço de fechamento do papel na segunda-feira, quando a ação terminou o dia cotada a R$ 4,69.

Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões. Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões – cifra quase quatro vezes maior que o valor atual.

Segundo o BRB, a operação tem como objetivo fortalecer a situação financeira da instituição, ampliando os recursos disponíveis para sustentar suas atividades e crescimento.

O conselho de administração do Banco de Brasília (BRB) propôs aos acionistas um aumento de capital de até R$ 8,86 bilhões por meio da emissão de novas ações.

Na prática, o banco pretende vender até 1,68 bilhão de novas ações por R$ 5,29 cada. Esse valor é cerca de 12,8% maior do que o preço de fechamento do papel na segunda-feira, quando a ação terminou o dia cotada a R$ 4,69.

Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões. Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões – cifra quase quatro vezes maior que o valor atual.

🔎Um aumento de capital acontece quando uma empresa levanta mais dinheiro com investidores para reforçar suas finanças ou financiar novos projetos. Isso geralmente é feito por meio da emissão de novas ações, que são vendidas no mercado ou aos próprios acionistas. O dinheiro arrecadado entra no caixa da empresa e pode ser usado para investir no crescimento, reduzir dívidas, melhorar a situação financeira ou atender exigências regulatórias, como ocorre com frequência no caso de bancos.

Segundo o BRB, a operação tem como objetivo fortalecer a situação financeira da instituição, ampliando os recursos disponíveis para sustentar suas atividades e crescimento.

"A medida reduzirá o grau de alavancagem do conglomerado prudencial, ampliará a capacidade de absorção de possíveis perdas esperadas e inesperadas e favorecerá a manutenção do enquadramento prudencial, reforçando a solidez patrimonial", disse.

A proposta ainda precisa ser aprovada pelos acionistas em uma assembleia marcada para o dia 18 de março.

O aumento de capital anunciado pelo Banco de Brasília faz parte de um esforço mais amplo para reforçar a situação financeira da instituição e recuperar a confiança de investidores e clientes.

Para isso, o governo do Distrito Federal prepara um pacote de medidas destinado a fortalecer o banco.

Um projeto aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal autoriza o governo a usar diferentes instrumentos para apoiar o BRB, como aportes de recursos públicos, venda de imóveis do DF e contratação de empréstimos de até R$ 6,6 bilhões.

O texto também permite transferir terrenos e outros ativos ao banco ou utilizá-los em operações financeiras, como fundos imobiliários, para levantar recursos.

As medidas ocorrem em meio à pressão sobre as contas da instituição após operações com o Banco Master. Entre 2024 e 2025, o BRB investiu cerca de R$ 16,7 bilhões no banco privado, mas parte dessas operações passou a ser investigada por suspeitas de fraude.

Com a liquidação do Master, muitos dos ativos adquiridos ficaram bloqueados ou não chegaram a integrar o patrimônio do BRB.

Auditorias do Banco Central do Brasil, de órgãos de controle e de consultorias independentes apontam que as perdas podem chegar a cerca de R$ 8 bilhões.

Diante desse cenário, o governo do DF e a direção do banco passaram a buscar medidas para recompor o patrimônio da instituição, melhorar a liquidez e garantir o cumprimento das exigências regulatórias.

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Petróleo cai após previsão de Trump sobre fim da guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 07:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

Os preços do petróleo caíam nesta terça-feira (10), depois de terem atingido o nível mais alto em mais de três anos na sessão anterior.

A queda ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que a guerra no Oriente Médio pode terminar em breve, o que reduziu as preocupações com interrupções prolongadas no abastecimento global.

Os contratos futuros do Brent crude oil recuavam US$ 6,28, ou 6,3%, para US$ 92,68 por barril, enquanto o petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, caía US$ 6,19, ou 6,5%, para US$ 88,58 por barril.

Por volta das 7h24 (horário de Brasília), o Brent recuava 7,44%, cotado a US$ 91,60, e o WTI caía 6,84%, para US$ 88,29. Mais cedo, ambos os contratos chegaram a despencar até 11%, antes de reduzir parte das perdas.

Na segunda-feira (9), o petróleo havia ultrapassado US$ 100 por barril, atingindo o maior valor desde meados de 2022.

A alta foi impulsionada pelos cortes de oferta promovidos pela OPEC e por outros produtores durante a guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã, conflito que se ampliou e elevou os temores de grandes interrupções no fornecimento global.

Os preços passaram a recuar depois que o presidente russo, Vladimir Putin, telefonou para Trump e apresentou propostas voltadas a uma solução rápida para o conflito, segundo um assessor do Kremlin. A sinalização ajudou a aliviar parte das preocupações com a oferta de petróleo.

Em entrevista à CBS News na segunda-feira, Trump afirmou que acredita que a guerra contra o Irã está “praticamente concluída” e que Washington estaria “muito à frente” do prazo inicial estimado, de quatro a cinco semanas.

“Claramente, os comentários de Trump sobre uma guerra de curta duração acalmaram os mercados. Embora tenha havido uma reação exagerada de alta ontem, vemos agora um movimento exagerado de queda”, disse Suvro Sarkar, líder da equipe de energia do DBS Bank. Segundo ele, o mercado pode estar subestimando os riscos para o Brent nesses níveis de preço.

“O Murban e o Dubai ainda estão bem acima de US$ 100 por barril, portanto, praticamente nada mudou em termos de fundamentos”, acrescentou, referindo-se a dois tipos de petróleo usados como referência no Oriente Médio.

Em resposta às declarações de Trump, o Islamic Revolutionary Guard Corps afirmou que “determinará o fim da guerra” e que Teerã não permitirá que “um litro de petróleo” seja exportado da região caso os ataques dos Estados Unidos e de Israel continuem.

A declaração foi divulgada pela mídia estatal iraniana nesta terça-feira, citando o porta-voz das Forças Armadas do país.

Mesmo assim, os preços seguem pressionados enquanto Trump avalia a possibilidade de aliviar sanções contra a Rússia e liberar estoques emergenciais de petróleo como parte de um pacote de medidas para conter a alta dos preços globais, segundo fontes ouvidas pela agência.

“As discussões sobre flexibilizar as sanções ao petróleo russo, os comentários de Donald Trump sugerindo que o conflito pode perder intensidade e a possibilidade de os países do G7 recorrerem às reservas estratégicas enviam a mesma mensagem: de alguma forma, mais barris devem chegar ao mercado”, afirmou Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova, em nota divulgada nesta terça-feira.

Os países do Group of Seven (G7) afirmaram na segunda-feira que estão preparados para adotar “as medidas necessárias” diante da alta dos preços globais do petróleo, embora não tenham se comprometido explicitamente a liberar reservas emergenciais.

Preço do barril de petróleo cai após declaração de Trump de que guerra no Oriente Médio está perto do fim — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Quatro países do Oriente Médio reduzem produção de petróleo por conta da guerra, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 07:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

Sob comando do novo líder supremo, Irã ataca Kuwait, Catar e refinaria de petróleo do Bahrein — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Quatro países do Oriente Médio farão reduções significativas na produção diária de petróleo em meio à guerra travada entre os EUA, Israel e Irã, revelou a agência de notícias norte-americana Bloomberg nesta terça-feira (10).

Segundo fontes da agência, Arábia Saudita, Iraque, Emirados Árabes Unidos e Kuwait reduziram sua produção conjunta em até 6,7 milhões de barris por dia. Isso corresponderia a cerca de 6% da oferta mundial de petróleo.

Iraque: cerca de 2,9 milhões de barris de petróleo por dia;Arábia Saudita: de 2 a 2,5 milhões de barris de petróleo por dia;Emirados Árabes Unidos: de 500 a 800 mil de barris de petróleo por dia;Kuwait: cerca de 500 mil de barris de petróleo por dia.

Os cortes na produção de petróleo têm a ver com o fechamento do Estreito de Ormuz, na saída do Golfo Pérsico, pelo Irã por conta da guerra contra os EUA e Israel. Cerca de 20% do petróleo mundial passa pela região, e o escoamento da commodity ficou prejudicado com a interrupção do fluxo de petroleiros.

O preço do petróleo, vital para atividades econômicas ao redor do mundo, está disparando e virou preocupação mundial. Agora, países agora pensam em alternativas para reabrir. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse avaliar tomar o controle do local. Já o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que avalia "operação defensiva" para escoltar petroleiros pelo estreito.

Segundo a Bloomberg, os cortes na produção de petróleo desses quatro países são a resposta mais concreta na oferta de petróleo desde o início da guerra.

Isso porque esses quatro países estão entre os maiores produtores de petróleo do mundo. A Arábia Saudita produz de nove a dez milhões de barris por dia, o Iraque produz até 4,5 milhões, os Emirados Árabes, 3,5 milhões e, por fim, o Kuwait produz até 2,8 milhões de barris diariamente.

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Ela viu uma mulher sem dinheiro absorventes — e criou um negócio que já faturou R$ 700 mil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 10/03/2026 06:09

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Ela viu uma mulher sem dinheiro para comprar absorventes — e criou um negócio que já faturou R$ 700 mil Negócio fundado por três empreendedoras desenvolveu produto que se decompõe em até seis meses, gera renda para costureiras e já impactou mais de 20 mil mulheres em diferentes regiões do país. Por PEGN

A falta de acesso a produtos de higiene menstrual ainda afeta milhões de brasileiras e impacta diretamente a rotina de meninas e mulheres.

Diante desse cenário, três empreendedoras criaram uma empresa que une inovação, sustentabilidade e impacto social para enfrentar o problema.

O negócio nasceu em Salvador, na Bahia, depois que a empreendedora Hellen Nzinga se deparou com uma cena que a marcou: uma mulher em um supermercado contando moedas para tentar comprar absorventes.

A situação despertou um incômodo que acabaria se transformando em propósito. Na época, Hellen participava de um programa de formação de lideranças e ainda buscava uma ideia para empreender.

A falta de acesso a produtos de higiene menstrual ainda afeta milhões de brasileiras e impacta diretamente a rotina de meninas e mulheres. Diante desse cenário, três empreendedoras criaram uma empresa que une inovação, sustentabilidade e impacto social para enfrentar o problema.

O negócio nasceu em Salvador, na Bahia, depois que a empreendedora Hellen Nzinga se deparou com uma cena que a marcou: uma mulher em um supermercado contando moedas para tentar comprar absorventes. O dinheiro não era suficiente.

A situação despertou um incômodo que acabaria se transformando em propósito. Na época, Hellen participava de um programa de formação de lideranças e ainda buscava uma ideia para empreender.

A experiência fez com que ela direcionasse sua energia para o combate à pobreza menstrual — situação caracterizada pela falta de acesso a produtos adequados e condições básicas durante a menstruação.

Assim surgiu a empresa, fundada ao lado de Adriele Menezes e Patrícia Zanella, com o objetivo de desenvolver soluções acessíveis e sustentáveis para quem menstrua. Depois de três anos e meio de pesquisa, as empreendedoras criaram um absorvente biodegradável, feito com materiais atóxicos, higiênicos e veganos.

Empresa criada por mulheres fatura R$ 700 mil com absorvente biodegradável — Foto: Reprodução/PEGN

Diferente dos produtos descartáveis tradicionais, que podem levar centenas de anos para se decompor, o absorvente desenvolvido pela empresa se decompõe em cerca de seis meses em condições comuns de descarte.

Para viabilizar o projeto, o trio buscou apoio em editais e competições internacionais de inovação e empreendedorismo. Ao longo do tempo, o negócio acumulou mais de R$ 500 mil em premiações, recursos que ajudaram a financiar a produção piloto e o desenvolvimento da tecnologia.

O modelo de atuação da empresa também aposta em impacto social. Parte da produção é feita por costureiras — muitas delas mulheres com mais de 50 anos que estavam fora do mercado de trabalho.

Elas são treinadas para trabalhar com tecidos tecnológicos usados nos absorventes reutilizáveis. Hoje, a rede de produção consegue fabricar cerca de 5 mil unidades por mês, gerando renda para essas profissionais.

Empresa criada por mulheres fatura R$ 700 mil com absorvente biodegradável — Foto: Reprodução/PEGN

O negócio atua principalmente no modelo B2B, fornecendo produtos para empresas e organizações que promovem ações sociais ou iniciativas de responsabilidade corporativa. Em muitos casos, as empresas compram os absorventes para distribuir gratuitamente em comunidades ou projetos sociais.

Sempre que surge uma nova demanda, a produção é organizada próxima ao local de entrega, com a contratação de mulheres da própria região. A estratégia já permitiu montar linhas de produção temporárias em diferentes partes do país.

Desde a criação da empresa, mais de 20 mil mulheres já foram impactadas pelas iniciativas do negócio, incluindo a distribuição de absorventes em 17 estados brasileiros. Os produtos também chegaram a comunidades indígenas próximas à fronteira com a Venezuela.

Além dos absorventes biodegradáveis usados em projetos sociais, as empreendedoras também passaram a investir em uma linha de produtos menstruais reutilizáveis para venda direta ao consumidor, como calcinhas, shorts, biquínis e maiôs menstruais.

A expectativa é ampliar o acesso aos produtos com a criação de um e-commerce próprio. Para as fundadoras, o objetivo vai além do crescimento do negócio.

A missão continua sendo transformar a forma como a sociedade lida com a menstruação — reduzindo desigualdades e ampliando oportunidades para mulheres.

“Sustentabilidade é cuidar das pessoas”, resume Hellen. “Não dá para falar de meio ambiente sem olhar também para quem está vivendo essa realidade.”

Empresa criada por mulheres fatura R$ 700 mil com absorvente biodegradável — Foto: Reprodução/PEGN

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que carros de luxo na Argentina estão sendo vendidos com desconto de até R$ 200 mil?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 04:51

Carros Por que carros de luxo na Argentina estão sendo vendidos com desconto de até R$ 200 mil? Corte de impostos promovida pelo presidente argentino Javier Milei faz com que modelos luxuosos tenham descontos médios de 15%. Medida foi aprovada junto com a reforma trabalhista neste mês. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A explicação está no fim de parte do imposto interno aplicado a veículos, embarcações, aviões e outros itens de maior valor.

A iniciativa foi aprovada no Senado argentino junto com uma polêmica reforma trabalhista no fim de fevereiro.

Apelidado de “imposto do luxo”, essa alíquota de 18% atingia carros que ultrapassavam 79 milhões de pesos argentinos (R$ 290 mil). Na prática, porém, a taxa chegava a 21,95%.

O mercado argentino de automóveis enfrenta baixas vendas desde o fim de 2025. Isso até afetou a produção de carros no Brasil, que viu a Argentina diminuir a demanda por carros brasileiros.

Ford Mustang Dark Horse custa R$ 649 mil no Brasil. Na Argentina agora ele sai por R$ 390 mil (US$ 75 mil) — Foto: Divulgação / Ford

Dezenas de carros de luxo na Argentina receberam grandes descontos nos últimos dias. A Audi reduziu em US$ 37 mil (R$ 192 mil, em conversão direta) o preço do RS Q8, que agora custa US$ 250 mil (R$ 1,3 milhão).

A Ford passou a vender o Mustang GT por US$ 65 mil (R$ 338 mil). Antes, o preço de tabela no mercado argentino era de US$ 90 mil (R$ 470 mil), uma diferença de US$ 25 mil (R$ 132 mil).

Já o Mustang Dark Horse, mesma versão vendida no Brasil, custa US$ 75 mil (R$ 390 mil). Antes, essa configuração saía por US$ 97 mil (R$ 505 mil) na Argentina.

A explicação está no fim de parte do imposto interno aplicado a veículos, embarcações, aviões e outros itens de maior valor. A iniciativa foi aprovada no Senado argentino junto com uma polêmica reforma trabalhista no fim de fevereiro.

Apelidado de “imposto do luxo”, essa alíquota de 18% atingia carros que ultrapassavam 79 milhões de pesos argentinos (R$ 290 mil). Na prática, porém, a taxa chegava a 21,95% por causa da incidência conjunta com outros tributos.

O imposto era aplicado sobre o valor do carro ao chegar à loja, e não sobre o preço final ao cliente. Após a inclusão das margens da concessionária, ele acabava incidindo, na prática, sobre veículos vendidos por mais de 105 milhões de pesos (R$ 385 mil).

Em fevereiro de 2025, um decreto do presidente Javier Milei já havia reduzido impostos internos sobre carros do segmento médio.

“Esse imposto foi usado como ferramenta de política monetária quando havia uma diferença muito grande entre a cotação do dólar oficial e a do dólar paralelo”, explica Sebastián M. Domínguez, contador especializado em tributação da SDC Assessores, na Argentina.

Segundo Domínguez, durante o governo da presidente Cristina Kirchner as alíquotas subiram com a justificativa de proteger o mercado. Em alguns casos, a taxa de 35% podia chegar a 50% devido à diferença entre as cotações, afirma.

“Havia receio de fuga de dólares, mas hoje já não existe essa diferença tão grande”, diz Domínguez.

O mercado argentino de automóveis enfrenta baixas vendas desde o fim de 2025. Isso até afetou a produção de carros no Brasil, que viu a Argentina diminuir a demanda por carros brasileiros.

Parte da explicação para esse cenário é o reajuste dos impostos internos promovido por Milei. Há expectativa de ajuste nos preços em cadeia por causa dos grandes descontos, além de mudanças no mercado de usados.

A isenção do imposto, segundo a legislação argentina, passa a valer em 1º de abril. Mesmo assim, várias marcas já anunciam seu portfólio com novos preços e entregas a partir do mês seguinte.

“Aconteceu uma mescla de iniciativas. Algumas marcas já anunciaram descontos ainda maiores, pois se beneficiam também de acordos recentes da Argentina com os Estados Unidos”, explica o tributarista.

Foi o caso dos modelos importados da Ford. Até o fechamento desta reportagem, Alfa Romeo, BMW, Land Rover, Porsche e Volvo ainda não haviam divulgado novos preços para o mercado argentino.

Sobre uma eventual queda na arrecadação, Domínguez argumenta que o aquecimento da economia pode compensar. “A ideia é que esse corte nos preços estimule as vendas e, com isso, a economia como um todo ganhe”, explica.

A associação de fabricantes de automóveis da Argentina (Adefa) informou em nota que a eliminação definitiva do imposto interno representa um avanço para o setor. Segundo a entidade, a medida corrige distorções acumuladas na formação de preços, ajuda a reorganizar o sistema tributário e devolve previsibilidade às montadoras e a toda a cadeia produtiva.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bancos de Wall Street liberam home office ou saída do país em meio a ataques no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 04:08

Trabalho e Carreira Bancos de Wall Street liberam home office ou saída do país em meio a ataques no Oriente Médio Segundo a Bloomberg, instituições como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup passaram a permitir que equipes nos Emirados Árabes Unidos e realoquem temporariamente ou trabalhem do exterior. Por Redação g1 — São Paulo

Alguns dos maiores bancos de Wall Street, principal centro financeiro dos Estados Unidos, passaram a oferecer a funcionários nos Emirados Árabes Unidos a possibilidade de deixar o país temporariamente e trabalhar de forma remota enquanto continuam os ataques contra o país do Golfo.

Instituições como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup passaram a permitir que funcionários se mudem temporariamente para outros países, segundo a Bloomberg. A medida busca dar mais segurança às equipes que atuam na região.

A consultoria McKinsey & Company também adotou medidas semelhantes. De acordo com as fontes citadas pela Bloomberg, a empresa fretou um voo para a Turquia para retirar consultores que estavam fora da região.

A companhia também passou a permitir que funcionários baseados em Dubai deixem o país em caso de emergência.

Ainda não está claro quantos profissionais aceitaram a oferta de mudança temporária. Um dos bancos afirmou à Bloomberg que a adesão foi muito limitada até o momento.

Uma vista geral do luxuoso Hotel Burj al-Arab na área de Jumeirah, em Dubai, Emirados Árabes Unidos — Foto: Karim Sahib/Reuters

Alguns dos maiores bancos de Wall Street, principal centro financeiro dos Estados Unidos, passaram a oferecer a funcionários nos Emirados Árabes Unidos a possibilidade de deixar o país temporariamente e trabalhar de forma remota enquanto continuam os ataques contra o país do Golfo. A informação foi divulgada pela Bloomberg.

Instituições como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup passaram a permitir que funcionários se mudem temporariamente para outros países, segundo o jornal. A medida busca dar mais segurança às equipes que atuam na região.

➡️ A medida ocorre em um momento de atenção redobrada em cidades como Dubai e Abu Dhabi, que se consolidaram como importantes centros financeiros globais. As duas atraem bancos internacionais, fundos de investimento e consultorias e funcionam como porta de entrada para negócios no Oriente Médio, na África e em partes da Ásia.

A consultoria McKinsey & Company também adotou medidas semelhantes. De acordo com as fontes citadas pela Bloomberg, a empresa fretou um voo para a Turquia para retirar consultores que estavam fora da região.

A companhia também passou a permitir que funcionários baseados em Dubai deixem o país em caso de emergência.

Ainda não está claro quantos profissionais aceitaram a oferta de mudança temporária. Um dos bancos afirmou à Bloomberg que a adesão foi muito limitada até o momento.

Em muitos casos, os funcionários podem continuar trabalhando a partir de outro país. No entanto, as empresas não oferecem compensação financeira pela mudança.

Mesmo quando a mudança é possível, a decisão pode trazer complicações. Alterações de residência, ainda que temporárias, podem gerar impactos fiscais. Alguns profissionais também precisam obter autorização de órgãos reguladores para trabalhar em outros países.

A Bloomberg informou ainda que algumas empresas locais passaram a oferecer flexibilidade semelhante aos funcionários. Outras, porém, continuam operando normalmente nos Emirados Árabes Unidos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena pode pagar R$ 60 milhões nesta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 00:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 60 milhões nesta terça-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.982 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 60 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (10), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Entenda por que o petróleo disparou e perdeu fôlego em poucas horas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O preço do petróleo disparou na manhã desta segunda-feira (9), diante dos temores de que a guerra no Oriente Médio se prolongue.

Os contratos do WTI (referência do petróleo nos EUA) chegaram a subir 30% na madrugada de segunda-feira, atingindo US$ 119,48 por barril.

Os preços, no entanto, recuaram para cerca de US$ 88 por barril por volta das 18h, após Trump afirmar que a guerra contra o Irã está "praticamente concluída" e pode terminar em breve.

O preço do petróleo disparou na manhã desta segunda-feira (9), diante dos temores de que a guerra no Oriente Médio se prolongue. Novas declarações do presidente Donald Trump, porém, inverteram o movimento no fim da tarde — e as cotações seguiram em queda no início desta terça-feira.

Os contratos do WTI (referência do petróleo nos EUA) chegaram a subir 30% na madrugada de segunda-feira, atingindo US$ 119,48 por barril. O Brent (referência internacional) também superou os US$ 119, no maior nível desde 2022.

Os preços, no entanto, recuaram para cerca de US$ 88 por barril por volta das 18h, após Trump afirmar que a guerra contra o Irã está "praticamente concluída" e pode terminar em breve. As declarações foram dadas em entrevista por telefone à CBS News.

"Acho que a guerra está praticamente concluída. Eles não têm Marinha, não têm comunicações, não têm Força Aérea", disse o republicano.

Em entrevista coletiva, Trump também indicou que poderá adotar medidas em três frentes principais para conter os preços da commodity:

aliviar sanções sobre o petróleo;assumir o controle do Estreito de Ormuz (por onde passa cerca de 20% do petróleo global);utilizar o petróleo venezuelano.

Segundo Trump, 100 milhões de barris de petróleo da Venezuela foram levados para refinarias em Houston, no Texas, e outros 100 milhões ainda seguirão para os EUA.

🔎 As iniciativas refletem a preocupação da Casa Branca de que a alta do petróleo prejudique empresas e consumidores americanos. Os EUA terão eleições legislativas em novembro, e aliados republicanos de Trump esperam manter o controle do Congresso.

Pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda reforça os temores do governo Trump: 67% dos americanos acreditam que os preços da gasolina vão subir no próximo ano devido à guerra.

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma coletiva de imprensa no Trump National Doral Miami — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

Fontes ouvidas pela Reuters afirmam que o republicano considera aliviar sanções ao petróleo russo e liberar estoques emergenciais para conter a alta dos preços globais.

O afrouxamento das sanções poderia aumentar a oferta de petróleo e, assim, ajudar a conter a alta de preços. A medida, no entanto, ainda não foi detalhada.

Nesta segunda-feira, o presidente americano participou de uma ligação com Putin para discutir as guerras no Irã e na Ucrânia, informou o governo russo.

O telefonema durou cerca de uma hora. O Kremlin afirmou que a conversa foi construtiva e franca, que Putin apresentou propostas para encerrar rapidamente o conflito no Irã e que Trump reiterou seu interesse em que a guerra na Ucrânia termine em breve.

Em entrevista a jornalistas, Trump disse apenas ter tido uma “conversa muito boa” com Putin sobre a guerra na Ucrânia.

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, o alívio das sanções à Rússia poderia incluir uma flexibilização ampla ou medidas específicas que permitiriam a certos países comprar petróleo russo sem risco de punições dos EUA.

Na semana passada, o governo Trump concedeu uma autorização temporária para que a Índia comprasse certos carregamentos de petróleo russo, ajudando o país a compensar a perda de fornecimento do Oriente Médio.

Analistas e representantes da indústria americana afirmam que a Casa Branca tem poucas ferramentas realmente eficazes para reduzir rapidamente os preços do petróleo.

“O problema é que as opções variam do marginal ao simbólico ou chegam a ser profundamente imprudentes”, disse à Reuters uma das fontes envolvidas nas discussões com a Casa Branca.

Uma das alternativas viáveis, porém, seria restabelecer o fluxo de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, passagem marítima entre Irã e Omã por onde circula cerca de um quinto do petróleo mundial.

O Irã afirma que a rota está fechada desde a semana passada e ameaça atacar navios que passarem pela região. Os EUA negam que a via esteja bloqueada. Ainda assim, o fluxo de embarcações diminuiu nos últimos dias.

Na noite desta segunda, Trump afirmou que vai atacar o Irã “vinte vezes mais forte” caso o país bloqueie o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz. A declaração foi publicada em uma rede social.

“Se o Irã fizer qualquer coisa que interrompa o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, será atingido pelos Estados Unidos da América VINTE VEZES MAIS FORTE do que foi até agora”, publicou.

“Além disso, eliminaremos alvos facilmente destruíveis, o que tornará virtualmente impossível que o Irã volte a se reconstruir, como nação, novamente — Morte, Fogo e Fúria cairão sobre eles — Mas espero, e rezo, para que isso não aconteça!”, acrescentou o republicano.

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