RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Correios registram prejuízo de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, aponta relatório

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 11:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,26%Dólar TurismoR$ 5,231-0,29%Euro ComercialR$ 5,840-0,71%Euro TurismoR$ 6,097-0,58%B3Ibovespa172.741 pts-0,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,26%Dólar TurismoR$ 5,231-0,29%Euro ComercialR$ 5,840-0,71%Euro TurismoR$ 6,097-0,58%B3Ibovespa172.741 pts-0,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,26%Dólar TurismoR$ 5,231-0,29%Euro ComercialR$ 5,840-0,71%Euro TurismoR$ 6,097-0,58%B3Ibovespa172.741 pts-0,6%Oferecido por

Os Correios registraram um prejuízo de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, apontou um balanço divulgado pela estatal neste fim de semana.

O rombo nos três primeiros meses deste ano é 82,35% maior do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando a estatal registrou um prejuízo de R$ 1,7 bilhão.

Balanço prévio antecipado pelo g1 em abril deste ano já mostrava que os correios teriam um prejuízo acima dos R$ 3 bilhões no primeiro trimestre de 2026.

Em todo o ano de 2025, o rombo foi de R$ 8,5 bilhões e a previsão para 2026 é de um resultado ainda pior nas contas, segundo cálculos da própria estatal.

Os Correios têm tomado uma série de medidas para sanear as contas e projetam chegar a um superávit somente em 2027.

O último ano da estatal com primeiro trimestre no azul foi em 2022, quando foi registrado um lucro de R$ 216,7 milhões (veja a curva descendente no gráfico acima).

Nos primeiros trimestres dos anos seguintes, os resultados foram de déficit: R$ 328 milhões em 2023; R$ 801 milhões (2024); R$ 1,7 bilhão (2025); R$ 3,1 bilhões (2026).

Para estancar o rombo e buscar o reequilíbrio fiscal — com a meta interna de voltar a operar no azul —, a diretoria da estatal elaborou um plano de reestruturação focado em três frentes: corte de despesas com pessoal e administração, otimização de ativos e renegociação e captação de recursos.

Entre as medidas anunciadas, estão: tomada de empréstimos bilionários, plano de demissão voluntária (PDV), reformulação do plano de saúde dos funcionários, fechamento de pontos deficitários, venda de imóveis e revisão de contratos.

Parte das medidas dos Correios para enfrentar crise histórica, PDV tem baixa adesão de funcionários — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Há 1 hora Blog da Camila Bomfim Crise do MasterNova regra que limita uso do FGC começa a valer; entenda o que muda

Há 3 horas Economia MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizarHá 3 horasBolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junhoHá 3 horasViolência sexualNovas vítimas acusam professor de jiu-jítsu Melqui Galvão de estupro

Há 2 horas São Paulo A guerra continuaIrã acusa EUA de violar cessar-fogo e anuncia condição para acordo

Há 30 minutos Mundo Preços do petróleo sobem após troca de ataques entre EUA e IrãHá 30 minutosVÍDEO: lanchas rápidas de ataque do Irã circulam por OrmuzHá 30 minutosCombustível mais baratoPetrobras reduz preço do querosene de aviação; preço das passagens pode cair

Há 3 horas Economia Dólar diminui perdas após revés em negociações entre EUA e IrãHá 3 horasInternado no Emílio RibasExame descarta ebola em paciente de hospital de São Paulo

Há 4 horas São Paulo Moderna faz parceria para desenvolver vacina contra cepa do ebolaHá 4 horasEsquema de juízesComo ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude com falso desaparecimento de dívidas

Há 2 horas Fantástico Dívida só some temporariamente dos registros de órgãosHá 2 horasEnsino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Durigan diz que discussão para o fim da declaração anual do Imposto de Renda está ‘a todo vapor’ no governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,041-0,03%Dólar TurismoR$ 5,237-0,17%Euro ComercialR$ 5,853-0,49%Euro TurismoR$ 6,104-0,46%B3Ibovespa172.655 pts-0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,041-0,03%Dólar TurismoR$ 5,237-0,17%Euro ComercialR$ 5,853-0,49%Euro TurismoR$ 6,104-0,46%B3Ibovespa172.655 pts-0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,041-0,03%Dólar TurismoR$ 5,237-0,17%Euro ComercialR$ 5,853-0,49%Euro TurismoR$ 6,104-0,46%B3Ibovespa172.655 pts-0,65%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (1º) que o governo está avançando nas discussões para acabar com a obrigatoriedade da declaração anual do Imposto de Renda (IR) como é feita atualmente.

Em entrevista à rádio CBN, Durigan disse que os estudos estão "a todo vapor" dentro da Pasta e que a meta é, em dois ou três anos, desobrigar todos os contribuintes de preencher a declaração.

"Eu não acho que seja para o ano que vem uma desobrigação universal, mas quero aumentar essa desobrigação, esse alívio para as pessoas […] espero que em dois ou três anos todo mundo fique sem declaração de Imposto de Renda", afirmou.

Segundo o ministro, o processo já começou neste ano. Cerca de 4 milhões de contribuintes não precisarão entregar a declaração e receberão a restituição automaticamente por meio do Pix.

"Esse ano nós temos 4 milhões de pessoas que não precisam declarar Imposto de Renda e vão receber restituição automática no seu Pix. Eu espero que o ano que vem a gente avance nisso", disse.

💰 A proposta se baseia no uso de informações que já são enviadas à Receita Federal por bancos, seguradoras, planos de saúde, empregadores e estabelecimentos que emitem notas fiscais.

De acordo com Durigan, com a implementação da reforma tributária, estados e municípios também passarão a compartilhar dados com a Receita, ampliando a integração das informações fiscais.

"Não é possível que todo mundo já tendo declarado no dia a dia as suas obrigações para a Receita, nós ainda vamos obrigar o contribuinte a parar, gastar tempo útil da sua vida para mais uma vez prestar informações que muitas vezes a gente já tem", afirmou.

"Eu cresci sentindo o estresse da minha família quando chegava nesse momento de declaração do Imposto de Renda. Eram grandes formulários, preenchidos à mão. Eu acho uma espécie de burocracia, uma obrigação", disse Durigan.

Segundo o ministro, a intenção não é extinguir benefícios tributários ou alterar regras de isenção, mas simplificar o cumprimento das obrigações fiscais para os contribuintes.

A Receita Federal recebeu 44,5 milhões de declarações do Imposto de Renda 2026 até o fim do prazo de entrega, encerrado na última sexta-feira (29), segundo dados do governo federal.

Na semana passada, o órgão também realizou o pagamento do primeiro lote de restituições, no maior valor já liberado em uma única etapa da história do Imposto de Renda. O lote incluiu ainda restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, mais de 8,7 milhões de contribuintes receberam os valores, que somaram R$ 16 bilhões. Desse montante, cerca de R$ 8,64 bilhões foram destinados aos grupos com prioridade legal no recebimento da restituição.

Os pagamentos das restituições do IRPF 2026 serão feitos em quatro lotes, segundo informações da Receita. Veja as datas dos pagamentos:

Há 26 minutos Blog da Camila Bomfim Crise do MasterNova regra que limita uso do FGC começa a valer; entenda o que muda

Há 2 horas Economia MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizarHá 2 horasBolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junhoHá 2 horasCombustível mais baratoPetrobras reduz preço do querosene de aviação; preço das passagens pode cair

Há 2 horas Economia Dólar diminui perdas após revés em negociações entre EUA e IrãHá 2 horasViolência sexualNovas vítimas acusam professor de jiu-jítsu Melqui Galvão de estupro

Há 1 hora São Paulo Internado no Emílio RibasExame descarta ebola em paciente de hospital de São Paulo

Há 3 horas São Paulo Moderna faz parceria para desenvolver vacina contra cepa do ebolaHá 3 horasEsquema de juízesComo ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude com falso desaparecimento de dívidas

Há 1 hora Fantástico Dívida só some temporariamente dos registros de órgãosHá 1 horaEnsino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

Há 2 horas Educação Alunos têm melhor desempenho com professor de bom humorHá 2 horasGuerra no Oriente MédioVÍDEO: lanchas de ataque do Irã circulam por Ormuz após Trump proibir

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dívida não some com liminar: entenda como ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude devedores no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 10:19

Fantástico Dívida não some com liminar: entenda como 'indústria do Limpa-Nome' ilude devedores no Brasil O esquema envolvia associações de defesa do consumidor que acionam a Justiça para impedir que órgãos como Serasa e SPC divulguem as dívidas existentes. Por Fantástico

Uma investigação jornalística revela a "indústria do limpa-nome", esquema que usa liminares judiciais suspeitas para esconder temporariamente as dívidas de consumidores nos órgãos de proteção ao crédito.

Com quase 83 milhões de brasileiros inadimplentes, anúncios facilitados na internet prometem a retirada rápida do registro de restrição sem que as pendências financeiras sejam quitadas.

O esquema funciona por meio de associações de defesa do consumidor que acionam a Justiça para impedir que órgãos como Serasa e SPC divulguem as dívidas existentes.

Inicialmente concentradas em 3 estados do Nordeste em 2023, essas ações judiciais fraudulentas se espalharam para mais 6 estados brasileiros nos últimos 2 anos.

Ter o nome retirado dos cadastros de inadimplência não significa que a dívida deixou de existir. Essa é a principal diferença por trás da chamada "indústria do Limpa Nome", esquema investigado em diversos estados que promete devolver crédito a consumidores endividados por meio de liminares judiciais. Segundo investigadores, as decisões apenas ocultam temporariamente as restrições, enquanto os débitos permanecem ativos e podem voltar a aparecer posteriormente.

“Não tem fórmula mágica. Não caia nessa cilada de acreditar que uma dívida que realmente existe pode simplesmente ser camuflada e desaparecer da noite para o dia”, afirma André Gomes Netto, presidente da Associação dos Cartórios de Protesto do Brasil.

Promessas de limpar o nome em poucas semanas, ações judiciais coletivas e decisões liminares que fazem dívidas desaparecerem temporariamente dos cadastros de inadimplentes. Investigações conduzidas por Ministérios Públicos estaduais e órgãos do Judiciário apontam a existência de uma suposta "indústria do Limpa Nome", esquema que já teria ocultado cerca de R$ 130 bilhões em débitos nos últimos cinco anos.

O modelo funciona por meio de associações que se apresentam como defensoras dos direitos do consumidor. Elas ingressam na Justiça com ações coletivas pedindo que órgãos de proteção ao crédito, como Serasa e SPC, deixem de exibir restrições financeiras de pessoas endividadas. Com isso, quem consulta o cadastro recebe a informação de que não há pendências registradas, mesmo quando as dívidas continuam existindo.

Segundo investigadores, o principal argumento utilizado nas ações é que os consumidores não teriam sido notificados sobre a negativação, exigência prevista no Código de Defesa do Consumidor. No entanto, as apurações indicam que, na maioria dos casos, a comunicação foi realizada regularmente.

Limpa-nome: esquema de fraude milionário envolve endereços fantasmas e até juízes — Foto: Fantástico/ Reprodução

As investigações identificaram entidades registradas em municípios pequenos que concentraram milhares de beneficiários espalhados pelo país.

Em São Gonçalo do Piauí, cidade com menos de 5 mil habitantes, uma associação teria conseguido liminares que favoreceram cerca de 63 mil pessoas — número equivalente a mais de 13 vezes a população local. No endereço informado como sede, moradores afirmaram desconhecer a existência da entidade.

De acordo com promotores, listas de consumidores eram repassadas às associações, que passavam a representá-los judicialmente. Em alguns casos, os próprios beneficiários poderiam nem saber que haviam sido incluídos como associados.

A escolha de cidades menores também teria um objetivo estratégico: obter decisões judiciais mais rapidamente, já que essas comarcas costumam ter menor volume processual.

Uma das frentes investigadas envolve o Grupo Amigos do Consumidor (GAC), associação sediada em João Pessoa. Segundo o Ministério Público, a entidade mantinha uma filial formal em Caldas Brandão, município paraibano de cerca de 5 mil habitantes, mas moradores afirmaram nunca ter visto qualquer atividade da organização no local.

Promotores apontam que uma liminar favorável ao grupo foi concedida apenas 13 horas após o protocolo da ação. O juiz responsável pelo caso, Glauco Coutinho Marques, tornou-se réu em investigação que apura o recebimento de propina para favorecer a associação. O magistrado está afastado do cargo desde 2024. A defesa nega as acusações.

O Ministério Público denunciou sete pessoas ligadas ao esquema por crimes como corrupção, falsidade documental, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Os investigados negam irregularidades.

Outra frente de investigação ocorre em Caaporã, também na Paraíba. Segundo promotores, uma juíza teria concedido 19 liminares que beneficiaram milhares de devedores sem qualquer vínculo com o município. A magistrada é investigada e afirma ter atuado dentro dos limites de suas atribuições.

Especialistas alertam que a ocultação das dívidas pode gerar prejuízos para empresas e distorções no sistema de crédito.

Um empresário do setor de energia solar relatou prejuízo de aproximadamente R$ 3 milhões após conceder crédito a um cliente que aparecia com o nome limpo graças a uma decisão judicial, embora já possuísse registros de inadimplência que estavam ocultos.

Para investigadores, o efeito se espalha por toda a economia. Com mais risco de inadimplência, instituições financeiras elevam juros e endurecem critérios de concessão de crédito, o que acaba afetando consumidores que mantêm as contas em dia.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que monitora o crescimento de ações consideradas predatórias e fraudulentas e tem trabalhado com tribunais para identificar demandas repetitivas e abusivas.

O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Há 1 hora Economia Dólar abre em queda com Focus e indicadores dos EUA no radarHá 1 horaCrise do MasterNova regra que limita uso do FGC começa a valer; entenda o que muda

Há 1 hora Economia MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizarHá 1 horaBolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junhoHá 1 horaViolência sexualNovas vítimas acusam professor de jiu-jítsu Melqui Galvão de estupro

Há 28 minutos São Paulo Rocha MirandaPM morre após ser baleado na cabeça durante operação no Rio

Há 17 minutos Bom Dia Rio Bala perdida mata criança de 12 anos que brincava em parquinhoHá 17 minutosInternado no Emílio RibasExame descarta ebola em paciente de hospital de São Paulo

Há 2 horas São Paulo Esquema de juízesComo ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude com falso desaparecimento de dívidas

Há 30 minutos Fantástico Dívida só some temporariamente dos registros de órgãosHá 30 minutosEnsino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

Há 1 hora Educação Alunos têm melhor desempenho com professor de bom humorHá 1 horaSobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Regra sobre trabalho em feriados no comércio entra em vigor; veja mudanças

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 10:19

Trabalho e Carreira Regra sobre trabalho em feriados no comércio entra em vigor; veja mudanças Norma, adiada ao menos cinco vezes, exige acordo coletivo para autorizar trabalho em feriados em 12 atividades do comércio. Por Redação g1 — São Paulo

A portaria que exige convenção coletiva para o trabalho em feriados em parte do comércio entrou em vigor nesta segunda-feira (1º), após ter sido adiada ao menos cinco vezes pelo governo federal.

A regra determina que empresas de 12 setores do comércio só poderão funcionar em feriados mediante acordo firmado entre empregadores e sindicatos de trabalhadores.

Segundo o governo, a medida fortalece a negociação coletiva e adequa a norma à Lei nº 10.101/2000, que prevê acordo para o trabalho em feriados no comércio.

Empresas que descumprirem as regras poderão sofrer multas administrativas e responder a ações trabalhistas, segundo especialistas.

Título: Regra sobre trabalho em feriados no comércio entra em vigor; veja mudanças — Foto: Cris Faga/Estadão Conteúdo

A portaria que exige convenção coletiva para o trabalho em feriados em parte do comércio entrou em vigor nesta segunda-feira (1º), após ter sido adiada ao menos cinco vezes pelo governo federal.

O último adiamento ocorreu em fevereiro, quando o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) afirmou que a prorrogação reforçava o compromisso com o diálogo social e com a valorização da negociação coletiva.

Antes disso, a entrada em vigor da norma havia sido transferida para 1º de março deste ano. A medida enfrentou forte pressão de empresários e parlamentares. Até a sexta-feira (29), o governo não havia publicado um novo adiamento da regra.

Publicada originalmente em novembro de 2023, a portaria reforça a exigência de convenção coletiva entre empregadores e empregados para autorizar o trabalho em feriados, conforme determina a Lei nº 10.101/2000, atualizada pela Lei nº 11.603/2007.

Além disso, as empresas devem respeitar a legislação municipal. O texto altera dispositivos da Portaria nº 671/2021, editada no governo anterior, que autorizava o trabalho em feriados sem necessidade de acordo coletivo.

Segundo o MTE, a mudança restabelece a legalidade e valoriza a negociação coletiva como instrumento de equilíbrio entre os interesses de empregadores e trabalhadores.

A norma publicada pelo governo Lula não altera integralmente a regra da gestão Bolsonaro. Segundo o ministério, apenas 12 das 122 atividades autorizadas anteriormente serão afetadas. São elas:

varejistas de peixe;varejistas de carnes frescas e caça;varejistas de frutas e verduras;varejistas de produtos farmacêuticos (farmácias, inclusive as de manipulação);mercados, comércio varejista de supermercados e hipermercados, cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos, inclusive os transportes a eles inerentes;comércio de artigos regionais nas estâncias hidrominerais;comércio em portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias;comércio em hotéis;comércio em geral;atacadistas e distribuidores de produtos industrializados;revendedores de tratores, caminhões, automóveis e veículos similarescomércio varejista em geral.

Conforme a Portaria nº 3.665/2023, empresas dos setores mencionados acima só poderão funcionar em feriados se houver convenção coletiva de trabalho firmada entre empregadores e sindicatos de trabalhadores.

Na prática, a decisão unilateral do empregador não será mais suficiente para autorizar o funcionamento nesses dias. Será necessário que trabalhadores e empresas negociem e formalizem um acordo.

A convenção coletiva deverá estabelecer as condições para o trabalho em feriados, como pagamento em dobro, folgas compensatórias ou benefícios extras.

A medida revoga parcialmente uma regra de 2021, editada durante o governo Bolsonaro, que liberava o funcionamento do comércio nos feriados sem necessidade de negociação coletiva.

Segundo o governo, o objetivo da mudança é fortalecer o papel das negociações coletivas, ampliar as garantias aos trabalhadores e alinhar a portaria à Lei Federal nº 10.101/2000, que determina que o trabalho em feriados no comércio só pode ocorrer mediante acordo entre as partes.

⚠️ Com a portaria em vigor, empresas que descumprirem as regras poderão ser punidas com multas administrativas.

Segundo Fernanda Maria Rossignolli, sócia do HRSA Sociedade de Advogados e especialista em Relações de Trabalho, a nova regra reforça a necessidade de negociação coletiva para o trabalho em feriados no comércio.

“A principal mudança é a garantia de que o trabalho em feriados só poderá ocorrer se houver autorização expressa em Convenção Coletiva de Trabalho. Isso devolve aos sindicatos o poder de negociação e assegura que folgas compensatórias ou pagamentos de horas extras sejam previamente negociados e fiscalizados”, afirma.

A advogada explica ainda que empresas que funcionarem sem previsão em convenção coletiva poderão sofrer multas administrativas aplicadas pelo Ministério do Trabalho, além de responder a ações na Justiça do Trabalho.

“O funcionamento pode ser considerado irregular, gerando passivos trabalhistas significativos”, diz.

Há 1 hora Economia Dólar abre em queda com Focus e indicadores dos EUA no radarHá 1 horaCrise do MasterNova regra que limita uso do FGC começa a valer; entenda o que muda

Há 1 hora Economia MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizarHá 1 horaBolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junhoHá 1 horaViolência sexualNovas vítimas acusam professor de jiu-jítsu Melqui Galvão de estupro

Há 23 minutos São Paulo Rocha MirandaPM morre após ser baleado na cabeça durante operação no Rio

Há 13 minutos Bom Dia Rio Bala perdida mata criança de 12 anos que brincava em parquinhoHá 13 minutosInternado no Emílio RibasExame descarta ebola em paciente de hospital de São Paulo

Há 2 horas São Paulo Esquema de juízesComo ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude com falso desaparecimento de dívidas

Há 26 minutos Fantástico Dívida só some temporariamente dos registros de órgãosHá 26 minutosEnsino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

Há 1 hora Educação Alunos têm melhor desempenho quando professor está de bom humorHá 1 horaSobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Nova regra que limita uso do FGC para atrair investidores começa a valer; entenda o que muda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 10:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,21%Dólar TurismoR$ 5,232-0,26%Euro ComercialR$ 5,856-0,45%Euro TurismoR$ 6,106-0,44%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,21%Dólar TurismoR$ 5,232-0,26%Euro ComercialR$ 5,856-0,45%Euro TurismoR$ 6,106-0,44%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,21%Dólar TurismoR$ 5,232-0,26%Euro ComercialR$ 5,856-0,45%Euro TurismoR$ 6,106-0,44%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

As novas regras que tornam mais difícil para bancos usarem a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) como estratégia para atrair investidores e captar recursos no mercado financeiro começaram a valer nesta segunda-feira (1º).

As medidas foram definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no final de abril, após a crise envolvendo o Banco Master. O banco registrou forte crescimento em pouco tempo ao oferecer taxas de rendimento acima das praticadas por outras instituições financeiras, destacando a cobertura do FGC como garantia.

Com as novas regras, os bancos vão ter que acompanhar um indicador chamado “ativo de referência”. Na prática, ele funciona como uma espécie de termômetro da saúde financeira da instituição, ao medir a qualidade e a diversidade dos investimentos que ela tem.

Se o banco tiver muito dinheiro captado com garantia do FGC e pouca aplicação em ativos mais seguros, ele terá de mudar essa estratégia. Nesse caso, será obrigado a investir parte dos recursos em títulos públicos federais, que são considerados mais seguros porque têm baixo risco de calote.

Além disso, o Banco Central também refinou a forma como mede a capacidade de os bancos absorverem prejuízos. Ou seja, passou a considerar outros tipos de capital, além do patrimônio principal, que podem ser usados para cobrir perdas em cenários de crise.

Segundo o Banco Central, a medida aumenta a capacidade das instituições de enfrentar riscos e busca reforçar a segurança do sistema financeiro.

O BC também informou que, a partir de novembro de 2026, os bancos associados ao FGC passarão a receber informações mais detalhadas sobre os investidores que possuem aplicações cobertas pelo fundo.

Essas informações permitirão que as instituições financeiras e o próprio Banco Central tenham uma visão mais ampla sobre quais recursos estão ou não cobertos pelo FGC e qual o risco real que o fundo corre.

Em nota divulgada na última sexta-feira, o BC afirmou as mudanças "melhoram a qualidade das informações disponíveis e reforçam a capacidade das instituições financeiras de lidar com riscos, fortalecendo a solidez e a transparência do Sistema Financeiro Nacional".

O Fundo Garantidor de Créditos é uma entidade privada que protege investidores em caso de quebra de instituições financeiras. Atualmente, a cobertura é de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira.

Há 1 hora Economia Dólar abre em queda com Focus e indicadores dos EUA no radarHá 1 horaCrise do MasterNova regra que limita uso do FGC começa a valer; entenda o que muda

Há 1 hora Economia MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizarHá 1 horaBolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junhoHá 1 horaViolência sexualNovas vítimas acusam professor de jiu-jítsu Melqui Galvão de estupro

Há 28 minutos São Paulo Rocha MirandaPM morre após ser baleado na cabeça durante operação no Rio

Há 18 minutos Bom Dia Rio Bala perdida mata criança de 12 anos que brincava em parquinhoHá 18 minutosInternado no Emílio RibasExame descarta ebola em paciente de hospital de São Paulo

Há 2 horas São Paulo Esquema de juízesComo ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude com falso desaparecimento de dívidas

Há 31 minutos Fantástico Dívida só some temporariamente dos registros de órgãosHá 31 minutosEnsino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

Há 1 hora Educação Alunos têm melhor desempenho com professor de bom humorHá 1 horaSobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em queda com Focus, confiança empresarial e indicadores dos EUA no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 10:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

O dólar opera em queda nesta segunda-feira (1º), com um recuo de 0,42% perto das 10h, cotado a R$ 5,0212. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, abriu a sessão perto da estabilidade, com alta de 0,2%, aos 173.823 pontos.

▶️ O Banco Central publicou nesta manhã o Boletim Focus, relatório semanal que reúne as previsões de economistas para indicadores como inflação, juros, câmbio e crescimento do PIB. Nesta edição, o mercado elevou a previsão para a inflação de 2026 para 5,09%, na 12ª alta semanal consecutiva.

▶️ A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga o Índice de Confiança Empresarial (ICE), que mede a percepção dos empresários sobre a situação da economia e as perspectivas para os próximos meses.

▶️ O ministro da Fazenda, Dario Durigan, concedeu entrevista à rádio CBN nesta manhã. Durigan comentou a decisão do governo dos EUA de classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. (leia mais abaixo)

▶️ No exterior, investidores monitoram os índices PMI industrial e ISM manufatureiro dos EUA, que mostram o ritmo da atividade industrial do país e ajudam a indicar a força da economia americana.

O mercado financeiro voltou a aumentar sua previsão para a inflação no Brasil em 2026. Segundo o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, a expectativa subiu de 5,04% para 5,09%, marcando a 12ª semana seguida de alta.

Como o petróleo influencia o preço dos combustíveis, existe o risco de gasolina, diesel e outros produtos ficarem mais caros, pressionando a inflação.

Apesar disso, os economistas mantiveram a expectativa de queda dos juros nos próximos anos e aumentaram levemente a projeção de crescimento da economia em 2026.

Produto Interno Bruto (PIB) em 2026: passou de 1,89% para 1,90%.Dólar no fim de 2026: caiu de R$ 5,17 para R$ 5,16.

Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única nesta segunda-feira. Dados fracos da indústria chinesa aumentaram as preocupações com o ritmo de crescimento da segunda maior economia do mundo.

Já em outros mercados, o desempenho foi positivo. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,86%, para 25.398 pontos; o Nikkei, do Japão, avançou 1,4%, para 67.231 pontos; e o Kospi, da Coreia do Sul, saltou 3,68%, para 8.788 pontos.

Há 1 hora Economia Dólar abre em queda com Focus e indicadores dos EUA no radarHá 1 horaCrise do MasterNova regra que limita uso do FGC começa a valer; entenda o que muda

Há 57 minutos Economia MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizarHá 57 minutosBolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junhoHá 57 minutosViolência sexualNovas vítimas acusam professor de jiu-jítsu Melqui Galvão de estupro

Há 19 minutos São Paulo Rocha MirandaPM morre após ser baleado na cabeça durante operação no Rio

Há 8 minutos Bom Dia Rio Bala perdida mata criança de 12 anos que brincava em parquinhoHá 8 minutosInternado no Emílio RibasExame descarta ebola em paciente de hospital de São Paulo

Há 2 horas São Paulo Esquema de juízesComo ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude com falso desaparecimento de dívidas

Há 22 minutos Fantástico Dívida só some temporariamente dos registros de órgãosHá 22 minutosEnsino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

Há 1 hora Educação Alunos têm melhor desempenho quando professor está de bom humorHá 1 horaSobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras reduz em 14,2% preço do querosene de aviação a partir de junho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 10:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,21%Dólar TurismoR$ 5,232-0,26%Euro ComercialR$ 5,856-0,45%Euro TurismoR$ 6,106-0,44%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,21%Dólar TurismoR$ 5,232-0,26%Euro ComercialR$ 5,856-0,45%Euro TurismoR$ 6,106-0,44%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,21%Dólar TurismoR$ 5,232-0,26%Euro ComercialR$ 5,856-0,45%Euro TurismoR$ 6,106-0,44%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

A Petrobras vai reduzir em 14,2% o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) para distribuidoras a partir de junho, o que corresponde a uma diminuição de R$ 0,93 por litro frente ao mês anterior, informou a estatal em comunicado nesta segunda-feira (01).

A queda dos preços do combustível de aviação, que ocorre após altas sucessivas desde março, reflete a "atenuação do cenário de elevação das cotações internacionais" ocasionado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio, disse a Petrobras.

Nos últimos meses, a intensificação do conflito na região elevou os preços do petróleo, diante do temor de interrupções na oferta da commodity.

Como o querosene de aviação acompanha as oscilações do petróleo, o movimento pressionou os custos das companhias aéreas e contribuiu para a alta do combustível.

✈️ Com isso, a redução anunciada hoje pode aliviar parte da pressão sobre os custos das companhias aéreas e ajudar a conter reajustes nas passagens. Isso porque o querosene de aviação é um dos principais componentes das despesas do setor e costuma ter impacto direto sobre os preços cobrados dos passageiros.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), o combustível passou a representar cerca de 45% dos custos operacionais das empresas após os reajustes registrados nos últimos meses.

Apesar da queda anunciada para junho, o combustível ainda acumula alta de 54,5% em 2026. Em comparação com dezembro do ano passado, o preço médio do querosene de aviação está R$ 1,98 por litro mais caro.

Na semana passada, o governo federal prorrogou até 31 de julho a isenção de impostos sobre a venda e a importação de querosene de aviação e biodiesel. A medida integra o pacote anunciado em abril para reduzir os impactos da alta do petróleo sobre os combustíveis no país.

O benefício, que expiraria em 31 de maio, reduz custos para companhias aéreas e produtores de combustíveis e pode ajudar a limitar o repasse de preços aos consumidores.

Embora mais de 80% do QAV consumido no Brasil seja produzido internamente, seus preços seguem as cotações internacionais do petróleo.

Por isso, a escalada da commodity em meio à guerra elevou os custos do setor aéreo em diversos países, aumentando a pressão por reajustes de tarifas e reduzindo as margens das companhias.

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o conjunto de medidas tem custo estimado em R$ 30,5 bilhões.

O governo, porém, afirma que não haverá impacto nas contas públicas, já que os gastos serão compensados por outras receitas, como a arrecadação sobre o diesel e os royalties pagos pelas empresas pela exploração de petróleo.

subvenção ao diesel, importado e nacional;isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha (GLP);subvenção ao querosene de aviação;linhas de crédito para o setor aéreo.

Como parte dessas ações, o Ministério da Fazenda definiu no sábado (31) uma subvenção de R$ 351,50 por metro cúbico de diesel — equivalente a R$ 0,35 por litro.

O benefício será pago a produtores e importadores do combustível por dois meses, com possibilidade de prorrogação.

Há 1 hora Economia Dólar abre em queda com Focus e indicadores dos EUA no radarHá 1 horaCrise do MasterNova regra que limita uso do FGC começa a valer; entenda o que muda

Há 1 hora Economia MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizarHá 1 horaBolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junhoHá 1 horaViolência sexualNovas vítimas acusam professor de jiu-jítsu Melqui Galvão de estupro

Há 28 minutos São Paulo Rocha MirandaPM morre após ser baleado na cabeça durante operação no Rio

Há 17 minutos Bom Dia Rio Bala perdida mata criança de 12 anos que brincava em parquinhoHá 17 minutosInternado no Emílio RibasExame descarta ebola em paciente de hospital de São Paulo

Há 2 horas São Paulo Esquema de juízesComo ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude com falso desaparecimento de dívidas

Há 31 minutos Fantástico Dívida só some temporariamente dos registros de órgãosHá 31 minutosEnsino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

Há 1 hora Educação Alunos têm melhor desempenho quando professor está de bom humorHá 1 horaSobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Durigan afirma que terá reuniões com autoridades dos EUA após designação de PCC e CV como terroristas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 10:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira (1º) que se reunirá nos próximos dias com autoridades dos Estados Unidos para discutir a decisão do país de classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.

Em entrevista à rádio CBN, Durigan afirmou que a medida pode gerar sanções contra instituições financeiras brasileiras e, em um cenário extremo, até afetar a operação do PIX.

Isso porque, segundo o ministro, se o governo dos Estados Unidos entender que uma instituição financeira brasileira foi usada para movimentar recursos ligados às facções, ela poderá ser alvo de punições do Tesouro americano.

Ainda assim, a decisão aumenta a pressão sobre bancos e empresas para reforçar mecanismos de identificação da origem dos recursos e de prevenção à lavagem de dinheiro.

Diante desse cenário, disse Durigan, bancos e outras instituições financeiras brasileiras já começaram a revisar regras internas de controle e monitoramento para reduzir o risco de sanções por parte das autoridades americanas.

Como o g1 já mostrou, a classificação dos EUA eleva o risco jurídico para as instituições. (Leia a reportagem completa aqui)

🛑 Isso porque qualquer apoio direto ou indireto pode ser enquadrado como crime pela legislação americana. Isso faz com que bancos e empresas adotem mais cautela, já que passam a responder a regras mais rígidas de sanções e controle.

"Basta você ter uma alegação dizendo que um determinado banco brasileiro tem contas do PCC. A autoridade americana pode dizer que esse banco está sancionado pelo Tesouro dos Estados Unidos e não pode operar com o PIX porque o sistema estaria sendo usado para movimentar dinheiro de facção criminosa", exemplificou Durigan

O ministro ainda reiterou que o governo brasileiro trabalha para evitar impactos econômicos e proteger o sistema de pagamentos.

"O PIX é o maior símbolo de soberania financeira do Brasil. Nós não podemos ficar presos ao risco de uma intervenção ou de uma subserviência que tire a gente do caminho da inovação e de gerar infraestrutura de pagamento boa para as nossas empresas e famílias", afirmou o ministro.

Durigan também relacionou o tema à investigação comercial aberta pelos Estados Unidos com base na chamada Seção 301, anunciada em julho do ano passado.

Entre os questionamentos apresentados pelo governo americano está o PIX, que foi citado na investigação sob a alegação de que poderia criar distorções competitivas para empresas dos EUA e fazer parte de práticas comerciais consideradas desleais.

Segundo Washington, essas práticas estariam restringindo o acesso de exportadores americanos ao mercado brasileiro há décadas, embora a investigação não apresente evidências concretas para sustentar as acusações.

Para Durigan, as acusações feitas pelos Estados Unidos carecem de fundamento técnico e têm caráter político. O ministro citou a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos EUA, onde se reuniu com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, e o presidente Donald Trump.

Após o encontro, Flávio afirmou que Rubio se mostrou favorável à classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

Na semana passada, o governo brasileiro criticou integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que viajaram aos EUA e afirmou que há risco de interferência estrangeira em assuntos internos do Brasil.

O Planalto classificou a iniciativa como “deplorável” e disse que há tentativa de pressionar autoridades internacionais a adotar medidas contra o país. (leia a nota na íntegra)

O texto afirma que medidas externas podem trazer impactos econômicos e prejudicar políticas nacionais, citando também o PIX.

O ministro da Fazenda afirmou que o governo brasileiro pretende rebater os questionamentos por meio de negociações diplomáticas e da apresentação de informações técnicas às autoridades americanas.

"A gente tem respondido com muita diplomacia e contato bilateral com os Estados Unidos. Temos participado das audiências e esclarecido que essas alegações não têm fundamento técnico", afirmou.

"O presidente Lula tem defendido que o combate ao crime organizado precisa ser feito de forma conjunta, porque se trata de um problema transnacional. O que queremos é ampliar essa cooperação, e não criar obstáculos para ela", disse.

Apesar das preocupações levantadas pelo governo, Durigan afirmou que não há, neste momento, qualquer ameaça ao funcionamento do PIX. Segundo ele, a prioridade é preservar o sistema de pagamentos.

Há 1 hora Economia Dólar abre em queda com Focus e indicadores dos EUA no radarHá 1 horaCrise do MasterNova regra que limita uso do FGC começa a valer; entenda o que muda

Há 1 hora Economia MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizarHá 1 horaBolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junhoHá 1 horaViolência sexualNovas vítimas acusam professor de jiu-jítsu Melqui Galvão de estupro

Há 24 minutos São Paulo Rocha MirandaPM morre após ser baleado na cabeça durante operação no Rio

Há 13 minutos Bom Dia Rio Bala perdida mata criança de 12 anos que brincava em parquinhoHá 13 minutosInternado no Emílio RibasExame descarta ebola em paciente de hospital de São Paulo

Há 2 horas São Paulo Esquema de juízesComo ‘indústria do Limpa-Nome’ ilude com falso desaparecimento de dívidas

Há 26 minutos Fantástico Dívida só some temporariamente dos registros de órgãosHá 26 minutosEnsino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

Há 1 hora Educação Alunos têm melhor desempenho quando professor está de bom humorHá 1 horaSobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Na 12ª semana seguida de alta, mercado eleva estimativa de inflação para 5,09% em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 10:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é décima segunda semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 94 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado continuou em 1,90%.

Os economistas do mercado financeiro elevaram novamente sua estimativa para a inflação em 2026, que subiu para 5,09%. Esta é décima segunda semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do "Boletim Focus", divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, próximo de US$ 94 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 5,04% para 5,09%;➡️ Para 2027, a expectativa avançou de 4,01% para 4,02%;➡️ Para 2028, a previsão cresceu de 3,65% para 3,66%;➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026 permaneceu em 13,25% ao ano na última semana, embutindo reduções no decorrer do ano.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado permaneceu em 11,25% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Royalties do petróleo: procurador do RJ afirma que mudança na lei seria fatal para finanças do estado — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado subiu de 1,89% para 1,90%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,17 para R$ 5,16 por dólar.

Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos caiu de R$ 5,26 para R$ 5,25 por dólar.

Há 44 minutos São Paulo Ensino superior45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking por baixo desempenho

Há 2 minutos Educação Região centralHóspede americana é encontrada morta em hotel de luxo de SP

Há 50 minutos São Paulo Uso de endereços fantasmas’Indústria do limpa-nome’: esquema de fraude milionário envolve juízes

Há 3 horas Fantástico Sobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

Há 12 horas Fantástico ‘Chocada’Ex de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista

Há 1 hora Fantástico ‘Sem evidência de uso seguro’: morte do jovem acende alertaHá 1 horaPerdeu o Fantástico? Assista às reportagens

Há 1 hora Fantástico Ponto facultativo Quando cai Corpus Christi? Entenda por que a data muda todo ano

Há 5 horas Trabalho e Carreira PE transfere Corpus Christi para véspera do São JoãoHá 5 horasEscolha de novo presidenteCom candidato de extrema direita na frente, Colômbia terá 2º turno

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Inadimplência no agronegócio do Brasil termina 2025 a 8,2%, aponta Serasa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 08:44

Agro Inadimplência no agronegócio do Brasil termina 2025 a 8,2%, aponta Serasa Levantamento da Serasa Experian mostra que produtores seguem pressionados por custos elevados, preços voláteis e crédito mais restrito. Por Reuters

Agronegócio bate recorde de empregos no Brasil com crescimento de vagas fora do campo — Foto: Jornal Nacional

A inadimplência no agronegócio brasileiro voltou a subir no quarto trimestre de 2025, encerrando o ano a 8,2%, alta de um ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior, em momento em que agricultores lidam com margens apertadas e diante de custos elevados, apontou nesta segunda-feira um levantamento da Serasa Experian.

Entre os fatores da elevação de custos mais recentes estão os fertilizantes e os combustíveis, que subiram pelos efeitos da guerra no Irã. Mas a inadimplência vem crescendo trimestre a trimestre pelo menos desde o final de 2024, segundo os dados da Serasa.

"Apesar de sinais de estabilização em alguns segmentos, a inadimplência no agronegócio segue em alta gradual, com produtores ainda enfrentando margens apertadas e fluxo de caixa pressionado, diante de custos elevados, preços voláteis e crédito mais seletivo", disse o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, em nota.

O indicador apontou que a inadimplência rural está concentrada principalmente em dívidas contraídas com instituições financeiras (7,2%), afirmou a Serasa.

A inadimplência do agronegócio está entre os fatores que impactam os resultados do Banco do Brasil, o principal financiador do setor.

O índice de inadimplência considera dívidas de pessoas físicas da população rural brasileira que estejam vencidas há mais de 180 dias e tenham sido contraídas com empresas de setores relacionados ao agronegócio.

Na análise por porte, os dados mostram que produtores rurais sem informação de registro rural – possíveis arrendatários ou participantes de grupos familiares ou econômicos – registraram o maior nível de inadimplência (9,9%).

Na sequência, aparecem os grandes proprietários (9,8%), seguidos pelos médios (8,3%) e pelos de pequeno porte (7,8%).

Por estados, o Rio Grande do Sul teve melhor desempenho, com apenas 5,3% de taxa de inadimplência, seguido pelo Paraná e Santa Catarina.

"O desempenho do Rio Grande do Sul chama a atenção, especialmente diante das perdas climáticas recentes. Esse resultado pode ser explicado por fatores como a forte presença de cooperativas e sistemas integrados, além do uso mais expressivo do seguro agrícola e de linhas de crédito para renegociação de dívidas", comentou Pimenta.

Há 23 minutos São Paulo Região centralHóspede americana é encontrada morta em hotel de luxo de SP

Há 28 minutos São Paulo Uso de endereços fantasmas’Indústria do limpa-nome’: esquema de fraude milionário envolve juízes

Há 3 horas Fantástico Sobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

Há 12 horas Fantástico ‘Chocada’Ex de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista

Há 1 hora Fantástico ‘Sem evidência de uso seguro’: morte do jovem acende alertaHá 1 horaPerdeu o Fantástico? Assista às reportagens

Há 51 minutos Fantástico Escolha de novo presidenteCom candidato de direita na frente, eleições na Colômbia vão para 2º turno

Há 27 minutos Mundo Atual presidente, Petro diz que não aceita contagem inicial de votosHá 27 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: o acordo político e o futuro da proposta do fim da escala 6×1

0

PREVIOUS POSTSPage 169 of 433NEXT POSTS