RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Indústria, varejo e turismo: entenda como a guerra no Irã está transformando os negócios globais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 14:28

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%Oferecido por

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã está abalando empresas em todo o mundo, elevando os preços da energia, restringindo o fornecimento de matérias-primas essenciais e levantando dúvidas sobre a confiabilidade das rotas comerciais cruciais para o fluxo de mercadorias.

A guerra fechou grande parte do espaço aéreo da região e paralisou os aeroportos de Dubai e Doha, dois dos mais movimentados do mundo, deixando dezenas de milhares de passageiros retidos e forçando as companhias aéreas a cancelar cerca de 40 mil voos.

Remessas que vão desde produtos frescos a peças de avião estão em suspenso, uma vez que o conflito no Oriente Médio comprime a capacidade de carga e aumenta os preços dos fretes.

O conflito colocou em risco a imagem cuidadosamente construída do Oriente Médio como um destino turístico seguro e sofisticado, após bilhões em investimentos nos últimos anos, de Abu Dhabi a Dubai.

Os Estados Unidos lançaram um arsenal de armamentos contra alvos iranianos, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk, caças furtivos e, pela primeira vez em combate, drones de ataque unidirecional de baixo custo, modelados a partir de projetos iranianos.

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã está abalando empresas em todo o mundo, elevando os preços da energia, restringindo o fornecimento de matérias-primas essenciais e levantando dúvidas sobre a confiabilidade das rotas comerciais cruciais para o fluxo de mercadorias, desde alimentos até peças de automóveis.

A guerra fechou grande parte do espaço aéreo da região e paralisou os aeroportos de Dubai e Doha, dois dos mais movimentados do mundo, deixando dezenas de milhares de passageiros retidos e forçando as companhias aéreas a cancelar cerca de 40 mil voos — a maior interrupção no setor de viagens desde a pandemia de Covid-19.

Os governos estão se mobilizando para repatriar os cidadãos, e os aeroportos estão retomando gradualmente as operações, mas apenas com uma fração da capacidade normal.

Jatos particulares surgiram como uma alternativa para viajantes isolados no Golfo, enquanto outros embarcaram em longas viagens de táxi pelo deserto até Riade, na Arábia Saudita, na esperança de voar para casa de lá.

Remessas que vão desde produtos frescos a peças de avião estão em suspenso, uma vez que o conflito no Oriente Médio comprime a capacidade de carga e aumenta os preços dos fretes.

O fechamento do espaço aéreo do Golfo teve um impacto rápido nas redes de companhias aéreas e afetou negativamente as ações do setor.

Os preços das passagens aéreas entre a Ásia e a Europa dispararam, algumas companhias aéreas, incluindo a Wizz Air e a Lufthansa, alteraram rotas, e a Ryanair registrou um aumento na demanda por voos de curta distância, já que os europeus estão optando por ficar mais perto de casa durante a Páscoa.

Alguns preços do combustível de aviação, a segunda maior despesa para as companhias aéreas depois da mão de obra, dobraram desde o início do conflito, aumentando a pressão sobre as empresas aéreas.

As companhias aéreas americanas, que abandonaram a prática de proteção contra os custos de combustível, podem ser as mais afetadas caso a guerra se prolongue. As companhias aéreas europeias e asiáticas mantêm estratégias ativas de proteção contra os custos de combustível.

Para os pilotos, a guerra com o Irã está tornando os céus ainda mais perigosos, aumentando a pressão sobre aqueles que os sobrevoam devido a eventos que vão desde incursões de drones até rotas de voo comprimidas pelo conflito.

O conflito colocou em risco a imagem cuidadosamente construída do Oriente Médio como um destino turístico seguro e sofisticado, após bilhões em investimentos nos últimos anos, de Abu Dhabi a Dubai. O turismo movimenta cerca de US$ 367 bilhões R$ 1,9 trilhão) anualmente na região.

Também revelou o quanto o transporte aéreo global depende de um punhado de centros principais, liderados por Dubai, o aeroporto internacional mais movimentado do mundo .

Em Dubai e outros importantes centros comerciais do Oriente Médio, muitas lojas estavam fechadas ou operando com uma equipe reduzida na semana passada.

Os Estados Unidos lançaram um arsenal de armamentos contra alvos iranianos, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk, caças furtivos e, pela primeira vez em combate, drones de ataque unidirecional de baixo custo, modelados a partir de projetos iranianos.

O Pentágono também utilizou serviços de inteligência artificial da Anthropic, incluindo suas ferramentas Claude, durante o ataque.

Na semana passada, o Pentágono classificou o laboratório de IA como um "risco para a cadeia de suprimentos", proibindo que contratados do governo utilizem sua tecnologia em projetos para as Forças Armadas dos EUA. Essa decisão foi tomada após meses de disputa sobre a insistência da empresa em medidas de segurança que, segundo o Departamento de Defesa, foram excessivas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reuniu-se com executivos de sete empresas contratadas do setor de defesa em 6 de março, enquanto o Pentágono trabalha para repor os suprimentos reduzidos pelos ataques dos EUA ao Irã e outras operações militares recentes.

A fundição catariana Qatalum começou a interromper suas operações na semana passada, enquanto a Aluminium Bahrain informou ter suspendido os embarques e declarado força maior por não conseguir transportar metal pelo Estreito de Ormuz. A região do Golfo responde por cerca de 8% do fornecimento global de alumínio.

Os preços do alumínio na Bolsa de Metais de Londres dispararam após a notícia, enquanto os prêmios físicos na Europa e nos Estados Unidos atingiram máximas em vários anos.

Os produtores de níquel na Indonésia, que dependem do Oriente Médio para 75% do enxofre que utilizam, podem ter que reduzir a produção, já que o transporte marítimo no Golfo está sendo cada vez mais afetado pelo conflito.

Remessas de roupas da Inditex, proprietária da Zara, e de outras grandes varejistas de vestuário estão retidas em aeroportos de Bangladesh e da Índia, devido às restrições impostas pelo conflito aos voos de carga aérea.

O sul da Ásia é uma potência na fabricação de roupas, e as marcas de fast fashion do mundo todo dependem de fábricas em Bangladesh, Índia e Paquistão para um fluxo constante de novas camisetas, vestidos e calças jeans.

A crise também está aumentando a pressão sobre o setor de luxo , que já enfrenta dificuldades para se recuperar da desaceleração da demanda, com grupos como Richemont e Zegna entre os mais afetados.

Autoridades sul-coreanas alertaram que um conflito prolongado poderia interromper o fornecimento de materiais essenciais para a fabricação de semicondutores provenientes do Oriente Médio, incluindo o hélio, fundamental para a produção de chips e que não possui substituto viável.

Os ataques com drones que danificaram alguns dos centros de dados da Amazon nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein levantaram questões sobre as cadeias de suprimentos de tecnologia e o ritmo de expansão das grandes empresas de tecnologia na região.

Há 42 minutos Blog Ana Flor Contratação por VorcaroMulher de Moraes diz que equipe teve 94 reuniões de trabalho com Master

Há 4 horas Política Presídio federalAdvogado pede que visita a Vorcaro não seja gravada, o que não é permitido

Há 5 horas Política Morte de ‘Sicário’: resgate chegou à cela cerca de 10 minutos depoisHá 5 horasSADI: nos bastidores, ministros defendem ‘ajustes’ na PFHá 5 horasGuerra no Oriente MédioTrump diz ‘não estar feliz’ com escolha do novo líder no Irã

Há 2 horas Mundo Base dos EUA no Iraque e refinaria de Bahrein são atacadas; SIGAHá 2 horasTurquia diz ter derrubado 2º míssil balístico vindo do IrãHá 2 horasBlog da Sandra Cohen ANÁLISE: ascensão de filho de Khamenei deve agravar guerra

Há 37 minutos Blog da Sandra Cohen Mojtaba Khamenei foi escolhido por ser ‘odiado pelo inimigo’Há 37 minutosSuspeita no BrásMorte de PM: socorrista desconfiou de arma ‘bem encaixada’ na mão

Há 27 minutos Fantástico Imagens inéditas mostram que marido trocou de roupaHá 27 minutosPerdeu o Fantástico? Assista às reportagens

Há 4 horas Fantástico Impacto no mercadoPaíses adotam plano de emergência com a disparada do preço do petróleo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump comprou mais de US$ 1,1 milhão em títulos da Netflix e da Warner Bros no auge da disputa com a Paramount

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 12:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comprou mais de US$ 1,1 milhão (R$ 5,8 milhões) em títulos da Netflix nos últimos três meses.

As aquisições ocorreram enquanto o presidente republicano e seus funcionários da área regulatória criticavam a Netflix na imprensa.

Não está claro se Trump lucrou ou perdeu dinheiro com os títulos da Netflix, que pagavam uma taxa de juros de 5,375% e vencem em novembro de 2029.

O negócio, que teria deixado a empresa combinada com cerca de US$ 85 bilhões em dívidas, pressionou imediatamente os títulos da Netflix.

Trump também adquiriu entre US$ 500.002 (R$ 2,6 milhões) e US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões) em títulos da Warner Bros em duas operações nos dias 12 e 16 de dezembro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comprou mais de US$ 1,1 milhão (R$ 5,8 milhões) em títulos da Netflix nos últimos três meses, enquanto a gigante do streaming lutava contra a Paramount Skydance para comprar a Warner Bros Discovery, de acordo com informações do governo americano.

Trump comprou mais de US$ 500 mil (R$ 2,6 mihões) em títulos da Netflix em duas transações nos dias 12 e 16 de dezembro, e outros US$ 600 mil (R$ 3,2 milhões) em outras duas negociações nos dias 2 e 20 de janeiro, conforme mostram os documentos divulgados pelo governo.

A Casa Branca informou uma faixa de valores, em vez de quantias exatas, entre pouco mais de US$ 1,1 milhão e US$ 2,25 milhões (R$ 11,9 milhões).

As aquisições ocorreram enquanto o presidente republicano e seus funcionários da área regulatória criticavam a Netflix na imprensa, questionando se o acordo resistiria ao escrutínio antitruste e pressionando a companhia a demitir a membro do conselho Susan Rice, ex-assessora do ex-presidente democrata Barack Obama.

Não está claro se Trump lucrou ou perdeu dinheiro com os títulos da Netflix, que pagavam uma taxa de juros de 5,375% e vencem em novembro de 2029, já que o documento não revela se ou quando o presidente vendeu os ativos.

O negócio, que teria deixado a empresa combinada com cerca de US$ 85 bilhões em dívidas, pressionou imediatamente os títulos da Poder Executivo de investir em empresas que tenham negócios com o governo. Acredita-se que ele tenha comprado os títulos por meio de um fundo fiduciário administrado por seus filhos.

"Os bens do presidente Trump estão em um fundo administrado por seus filhos", disse a porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly. "Não há conflitos de interesse."

O negócio, que teria deixado a empresa combinada com cerca de US$85 bilhões (R$ 449,5 bilhões) em dívidas, pressionou imediatamente os títulos da Netflix. Eles estavam sendo negociados a US$ 1,03 e US$ 1,04 por valor de face quando Trump os comprou, em 12 e 16 de dezembro, e a US$ 1,04 e US$ 1,03 em sua segunda rodada de compras, em 2 e 20 de janeiro, segundo dados compilados pela LSEG.

Trump também adquiriu entre US$ 500.002 (R$ 2,6 milhões) e US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões) em títulos da Warner Bros em duas operações nos dias 12 e 16 de dezembro. Na ocasião, os títulos eram negociados a 91,75 centavos de dólar e 92 centavos de dólar. Agora, valem 95 centavos. Se ele manteve esses papéis, estaria "no lucro" agora.

Dias depois do anúncio da fusão da Warner com a Netflix, em 5 de dezembro, Trump começou a questionar a viabilidade do acordo, dizendo a jornalistas que a concentração de poder de mercado "poderia ser um problema".

A Paramount, dirigida pelo filho de Larry Ellison, aliado de Trump e megadoador republicano, tornou pública sua oferta hostil de aquisição em 8 de dezembro, dando início a uma guerra de lances entre as duas empresas.

A Netflix desistiu da disputa após a Paramount apresentar uma oferta de US$ 110 bilhões (R$ 528,8 bilhões) há cerca de duas semanas. A transação com a Paramount será financiada por US$ 39 bilhões (R$ 206,2 bilhões) em novas dívidas fornecidas por Bank of America, Citigroup e Apollo, de acordo com o anúncio feito pelas empresas em 27 de fevereiro.

Os últimos relatórios do Escritório de Ética Governamental dos EUA, datados de 27 de fevereiro, foram publicados online na semana passada.

Trump, um investidor imobiliário, já declarou anteriormente mais de US$1 bilhão em ativos. Ele mantém interesses comerciais que abrangem criptomoedas, clubes de golfe e outros contratos de licenciamento.

Há 3 horas Política Presídio federalAdvogado pede que visita a Vorcaro não seja gravada, o que não é permitido

Há 4 horas Política Morte de ‘Sicário’: resgate chegou à cela cerca de 10 minutos depoisHá 4 horasSADI: nos bastidores, ministros defendem ‘ajustes’ na PFHá 4 horasGuerra no Oriente MédioTrump diz ‘não estar feliz’ com escolha do novo líder no Irã

Há 13 minutos Mundo Base dos EUA no Iraque e refinaria de Bahrein são atacadas; SIGAHá 13 minutosTurquia diz ter derrubado 2º míssil balístico vindo do IrãHá 13 minutosBlog da Sandra Cohen ANÁLISE: escolha de novo líder supremo deve agravar a guerra com os EUA

Há 3 horas Blog da Sandra Cohen Mojtaba Khamenei foi escolhido por ser ‘odiado pelo inimigo’Há 3 horasViolência sexualRéus debocham após estupro coletivo: ‘Mãe de alguém teve que chorar hoje’

Há 5 horas Fantástico Novas vítimas aparecem após denúncia de adolescente de 17 anosHá 5 horasPerdeu o Fantástico? Assista às reportagens

Há 2 horas Fantástico Impacto no mercadoPetróleo dispara com a guerra no Irã, e países adotam plano de emergência

Há 41 minutos Economia Preço do barril se aproxima de US$ 120; bolsas têm forte quedaHá 41 minutosEstreito de Ormuz vira palco de batalha navalHá 41 minutosColuna de fumaçaIncêndio de grandes proporções atinge galpão e ameaça casas vizinhas no Rio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Agência Internacional de Energia pede liberação emergencial de estoques de petróleo do G7

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 12:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%Oferecido por

A Agência Internacional de Energia (AIE) pediu a liberação coordenada de reservas emergenciais de petróleo, informou a ministra das finanças japonesa, Satsuki Katayama a jornalistas nesta segunda-feira (9).

O pedido teria sido feito durante uma reunião online com os ministros das Finanças do G7 (grupo das sete democracias mais ricas do mundo).

Os ministros e representantes da AIE (Agência Internacional de Energia) foram acompanhados por executivos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), bem como do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) disse Katayama.

Ainda segundo a ministra japonesa, o G7 realizará em breve uma reunião de ministros da energia para discutir novas medidas.

A Agência Internacional de Energia (AIE) pediu a liberação coordenada de reservas emergenciais de petróleo, informou a ministra das finanças japonesa, Satsuki Katayama a jornalistas nesta segunda-feira (9).

O pedido teria sido feito durante uma reunião online com os ministros das Finanças do G7 (grupo das sete democracias mais ricas do mundo). A medida serviria para apoiar o fornecimento global de energia e conter os preços da commodity.

"A AIE pediu que cada país realizasse uma liberação coordenada de reservas de petróleo", disse Katayama. "Em resposta à situação atual […] o G7 concordou em continuar monitorando de perto os desenvolvimentos no mercado de energia e em tomar as medidas necessárias para apoiar o fornecimento global de energia, incluindo a liberação de reservas de petróleo."

Os ministros e representantes da AIE (Agência Internacional de Energia) foram acompanhados por executivos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), bem como do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) disse Katayama.

"Todos estão acompanhando de perto os desdobramentos nos mercados financeiros, no comércio e nos mercados como um todo", afirmou o ministro das finanças alemão, Lars Klingbeil, reforçando que o uso dessa estratégia dependerá de como o mercado da commodity deve evoluir.

"Veremos se e quando será o momento certo para seguir essa opção estratégica", completou.

Ainda segundo a ministra japonesa, o G7 realizará em breve uma reunião de ministros da energia para discutir novas medidas.

Os preços do petróleo atingiram níveis não vistos desde meados de 2022 nesta segunda-feira (9), com alguns dos principais produtores reduzindo a oferta e o mercado sendo tomado por temores de interrupções prolongadas no transporte marítimo devido à crescente guerra entre os EUA e Israel com o Irã.

Os países membros da AIE (Agência Internacional de Energia) que são importadores líquidos de petróleo são obrigados a manter em estoque o equivalente a pelo menos 90 dias de importações de petróleo.

Veja abaixo a quantidade que cada país do G7 tem em estoque. Vale destacar, no entanto, que a quantidade que pode ser liberada por dia é limitada pela infraestrutura local.

Estados Unidos: possuem 415,4 milhões de barris de petróleo bruto na Reserva Estratégica de Petróleo, em 27 de fevereiro, segundo a Administração de Informação Energética dos EUA. Além disso, os EUA têm 439,3 milhões de barris de reservas comerciais em mãos privadas.

Japão: 260 milhões de barris de petróleo bruto em estoques governamentais, de um total de aproximadamente 470 milhões de barris de equivalente em petróleo no país no final de dezembro. O estoque governamental equivale a 146 dias de importações, segundo o Ministério de Recursos Naturais e Energia do Japão. Outros 180 milhões de barris de combustíveis equivalentes a petróleo estão em estoques privados (dos quais 90 milhões de barris são de petróleo bruto).

Alemanha: O governo alemão detém 110 milhões de barris de petróleo bruto e 67 milhões de barris de produtos petrolíferos refinados, que podem ser liberados em poucos dias, segundo o Ministério da Economia da Alemanha.

França: Cerca de 120 milhões de barris de petróleo bruto e derivados no final de 2024, segundo os dados mais recentes disponíveis publicamente. Desse total, aproximadamente 97 milhões de barris são detidos pela SAGESS, entidade governamental, sendo cerca de 30% petróleo bruto, 50% gasóleo, 9% gasolina, 7,8% querosene de aviação e uma parte de óleo combustível. Os outros 39 milhões de barris são detidos pelas empresas petrolíferas do país.

Itália: A lei exige que o país mantenha reservas de cerca de 76 milhões de barris de petróleo, o que representa 90 dias da média das importações líquidas de petróleo italianas em 2024. O Ministério da Economia da Itália não respondeu a um pedido de comentário sobre o número exato.

Reino Unido: Cerca de 38 milhões de barris de petróleo bruto e 30 milhões de barris de produtos refinados, em 26 de fevereiro, segundo o Departamento de Segurança Energética e Net Zero. O governo cumpre sua obrigação exigindo que a indústria mantenha níveis mínimos de estoque. Em julho de 2025, cerca de 15% dos estoques estavam armazenados em território britânico para atender às exigências de outros países ou mantidos no exterior por meio do sistema de bilhetes da AIE (Agência Internacional de Energia) como opções de compra de petróleo estrangeiro em caso de crise.

O Canadá não possui reservas estratégicas de petróleo e não é obrigado a tê-las pela AIE (Agência Internacional de Energia), por ser um exportador líquido de petróleo. Quarto maior produtor mundial de petróleo bruto, o Canadá bombeou mais de 5 milhões de barris por dia em dezembro. A maior parte de suas exportações destina-se aos Estados Unidos.,

Há 3 horas Política Presídio federalAdvogado pede que visita a Vorcaro não seja gravada, o que não é permitido

Há 4 horas Política Morte de ‘Sicário’: resgate chegou à cela cerca de 10 minutos depoisHá 4 horasSADI: nos bastidores, ministros defendem ‘ajustes’ na PFHá 4 horasGuerra no Oriente MédioTrump diz ‘não estar feliz’ com escolha do novo líder no Irã

Há 13 minutos Mundo Base dos EUA no Iraque e refinaria de Bahrein são atacadas; SIGAHá 13 minutosTurquia diz ter derrubado 2º míssil balístico vindo do IrãHá 13 minutosBlog da Sandra Cohen ANÁLISE: escolha de novo líder supremo deve agravar a guerra com os EUA

Há 3 horas Blog da Sandra Cohen Mojtaba Khamenei foi escolhido por ser ‘odiado pelo inimigo’Há 3 horasViolência sexualRéus debocham após estupro coletivo: ‘Mãe de alguém teve que chorar hoje’

Há 5 horas Fantástico Novas vítimas aparecem após denúncia de adolescente de 17 anosHá 5 horasPerdeu o Fantástico? Assista às reportagens

Há 2 horas Fantástico Impacto no mercadoPetróleo dispara com a guerra no Irã, e países adotam plano de emergência

Há 41 minutos Economia Preço do barril se aproxima de US$ 120; bolsas têm forte quedaHá 41 minutosEstreito de Ormuz vira palco de batalha navalHá 41 minutosColuna de fumaçaIncêndio de grandes proporções atinge galpão e ameaça casas vizinhas no Rio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

União Europeia alerta para ‘grande choque inflacionário’ caso guerra no Oriente Médio se prolongue

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 12:16

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,7%Dólar TurismoR$ 5,429-0,5%Euro ComercialR$ 6,034-0,84%Euro TurismoR$ 6,276-1,04%B3Ibovespa178.532 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,7%Dólar TurismoR$ 5,429-0,5%Euro ComercialR$ 6,034-0,84%Euro TurismoR$ 6,276-1,04%B3Ibovespa178.532 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,7%Dólar TurismoR$ 5,429-0,5%Euro ComercialR$ 6,034-0,84%Euro TurismoR$ 6,276-1,04%B3Ibovespa178.532 pts-0,46%Oferecido por

A Comissão Europeia alertou na segunda-feira para um "grande choque inflacionário" caso o conflito no Oriente Médio se prolongue.

Nesta segunda-feira (9), as bolsas de valores desabaram e os preços do petróleo dispararam até 30%, aproximando-se de US$ 120 por barril (cerca de R$ 630).

O tráfego no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás consumidos no mundo, está suspenso desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.

A Comissão Europeia alertou nesta segunda-feira (9) para um "grande choque inflacionário" caso o conflito no Oriente Médio se prolongue.

"Se a situação se prolongar, com interrupções no tráfego marítimo no Estreito de Ormuz e ataques à infraestrutura energética dos Estados do Golfo, poderá acabar causando um grande choque inflacionário na economia global e europeia", alertou o Comissário Europeu Valdis Dombrovskis.

O conflito já causa abalos nas bolsas mundiais e, principalmente, no preço do petróleo. Nesta segunda-feira (9), as bolsas de valores desabaram e os preços do petróleo dispararam até 30%, aproximando-se de US$ 120 por barril (cerca de R$ 630).

A bolsa de Seul, que até o início do conflito apresentava forte desempenho impulsionado por empresas de tecnologia, fechou o dia em queda de 5,96%, enquanto Tóquio recuou 5,2%.

Na Europa, os principais mercados também operavam no vermelho: Paris caía 2,59%, Frankfurt recuava 2,47%, Londres perdia 1,57%, Madri cedia 2,87% e Milão recuava 2,71%.

As bolsas de Hong Kong, Xangai, Taipei, Sydney, Singapura, Manila e Wellington também encerraram o pregão em baixa nesta segunda-feira.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street já haviam acumulado queda superior a 2% na semana passada, enquanto o dólar recuperou parte do valor por ser considerado um ativo de proteção em momentos de incerteza.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, subia 12,59%, para US$ 102,34. Durante a madrugada, chegou a avançar 30%, atingindo US$ 119,48.Já o Brent, referência global, avançava 12,04%, a US$ 103,85 por barril, após ter superado a marca de US$ 119.

Um navio da marinha é visto navegando no Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo e gás do mundo, em 1º de março de 2026. — Foto: SAHAR AL ATTAR / AFP

O tráfego no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás consumidos no mundo, está suspenso desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.

Com a perspectiva de que os preços da energia permaneçam elevados por um período prolongado, cresce o temor de uma onda inflacionária capaz de afetar a economia global.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou a alta do petróleo, destacando a importância de eliminar “a ameaça nuclear do Irã”.

"O aumento de curto prazo dos preços do petróleo, que cairão rapidamente quando a ameaça nuclear do Irã for eliminada, é um preço muito pequeno a pagar pela segurança e pela paz dos Estados Unidos e do mundo", escreveu Trump na plataforma Truth Social. "APENAS OS TOLOS PENSARIAM O CONTRÁRIO!", acrescentou.

"O choque mais profundo está se espalhando pela cadeia produtiva", afirmou Stephen Innes, da SPI Asset Management. Segundo ele, "o petróleo acima de 100 dólares não representa apenas uma alta das commodities. Torna-se um imposto sobre a economia global".

Há 2 horas Política Presídio federalAdvogado pede que visita a Vorcaro não seja gravada, o que não é permitido

Há 3 horas Política Morte de ‘Sicário’: resgate chegou à cela cerca de 10 minutos depoisHá 3 horasSADI: nos bastidores, ministros defendem ‘ajustes’ na PFHá 3 horasGuerra no Oriente MédioSIGA: drones atingem base dos EUA no Iraque e refinaria no Bahrein

Há 2 horas Mundo Turquia diz ter derrubado 2º míssil balístico vindo do IrãHá 2 horas11 países pediram ajuda para combater drones do Irã, diz ZelenskyHá 2 horasImpacto no mercadoPetróleo dispara com a guerra no Irã, e países adotam plano de emergência

Há 3 minutos Economia Preço do barril se aproxima de US$ 120; bolsas têm forte quedaHá 3 minutosEstreito de Ormuz vira palco de batalha navalHá 3 minutosPadrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

Há 2 horas Fantástico Blog da Sandra Cohen ANÁLISE: escolha de novo líder supremo deve agravar a guerra com os EUA

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo dispara com a guerra no Irã, e países da Ásia e Europa adotam plano de emergência; veja lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 12:16

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,206-0,72%Dólar TurismoR$ 5,454-0,03%Euro ComercialR$ 6,030-0,89%Euro TurismoR$ 6,302-0,63%B3Ibovespa178.642 pts-0,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,206-0,72%Dólar TurismoR$ 5,454-0,03%Euro ComercialR$ 6,030-0,89%Euro TurismoR$ 6,302-0,63%B3Ibovespa178.642 pts-0,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,206-0,72%Dólar TurismoR$ 5,454-0,03%Euro ComercialR$ 6,030-0,89%Euro TurismoR$ 6,302-0,63%B3Ibovespa178.642 pts-0,4%Oferecido por

Os preços do petróleo dispararam, enquanto as bolsas de valores caíram diante do temor de que a escalada da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã restrinja a oferta de energia e prejudique indústrias ao redor do mundo.

A seguir, as medidas que governos estão adotando ou pretendem adotar para reduzir o impacto da guerra em suas economias.

O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, afirmou nesta segunda-feira que as autoridades vão impor um teto aos preços domésticos dos combustíveis pela primeira vez em quase 30 anos.

O país também buscará fontes de energia além dos carregamentos que passam pelo Estreito de Ormuz e poderá ampliar, se necessário, um programa de estabilização de mercado de 100 trilhões de won (US$ 67 bilhões), acrescentou.

O governo japonês instruiu uma instalação nacional de armazenamento de reservas de petróleo a se preparar para uma possível liberação de petróleo bruto, disse à Reuters, no domingo, Akira Nagatsuma, membro do partido de oposição Aliança Reformista Centrista.

O Vietnã planeja eliminar tarifas de importação sobre combustíveis para garantir o abastecimento em meio às interrupções, informou o governo, acrescentando que a medida deve vigorar até o fim de abril.

A Indonésia vai aumentar os recursos destinados a subsídios a combustíveis no orçamento, disse o ministro das Finanças nesta segunda-feira.

O país atualmente reservou 381,3 trilhões de rúpias (US$ 22,5 bilhões) para subsídios de energia e para compensar a estatal Pertamina e a concessionária de energia PLN por manterem alguns preços de combustíveis e tarifas de eletricidade em níveis acessíveis.

A Indonésia, maior produtora mundial de óleo de palma, pode retomar um plano para lançar o B50 — mistura de 50% de biodiesel à base de óleo de palma e 50% de diesel convencional —, afirmou uma autoridade do Ministério de Energia.

A China solicitou às refinarias que suspendam a assinatura de novos contratos de exportação de combustíveis e que tentem cancelar embarques já comprometidos, disseram fontes com conhecimento do assunto na semana passada.

A orientação não se aplica ao abastecimento de querosene de aviação para voos internacionais, ao fornecimento de combustível marítimo em regime aduaneiro nem a remessas para Hong Kong ou Macau, acrescentaram as fontes.

Bangladesh fechará todas as universidades a partir de segunda-feira, antecipando as férias do Eid al-Fitr como parte de medidas emergenciais para economizar eletricidade e combustíveis.

Na sexta-feira, Bangladesh, que depende de importações para 95% de suas necessidades energéticas, impôs limites diários às vendas de combustíveis após corrida às compras e formação de estoques.

Há 2 horas Política Presídio federalAdvogado pede que visita a Vorcaro não seja gravada, o que não é permitido

Há 3 horas Política Morte de ‘Sicário’: resgate chegou à cela cerca de 10 minutos depoisHá 3 horasSADI: nos bastidores, ministros defendem ‘ajustes’ na PFHá 3 horasGuerra no Oriente MédioSIGA: drones atingem base dos EUA no Iraque e refinaria no Bahrein

Há 2 horas Mundo Petroleira do Bahrein alvo de ataque anuncia manobraHá 2 horasZelensky diz que 11 países pediram ajuda para combater drones do IrãHá 2 horasPadrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

Há 2 horas Fantástico Blog da Sandra Cohen ANÁLISE: escolha de novo líder supremo deve agravar a guerra com os EUA

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen Mojtaba Khamenei foi escolhido por ser ‘odiado pelo inimigo’Há 2 horasColuna de fumaçaIncêndio de grandes proporções atinge galpão e ameaça casas vizinhas no Rio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Água pode se tornar novo alvo da guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,217-0,51%Dólar TurismoR$ 5,4610,09%Euro ComercialR$ 6,042-0,72%Euro TurismoR$ 6,308-0,53%B3Ibovespa179.230 pts-0,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,217-0,51%Dólar TurismoR$ 5,4610,09%Euro ComercialR$ 6,042-0,72%Euro TurismoR$ 6,308-0,53%B3Ibovespa179.230 pts-0,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,217-0,51%Dólar TurismoR$ 5,4610,09%Euro ComercialR$ 6,042-0,72%Euro TurismoR$ 6,308-0,53%B3Ibovespa179.230 pts-0,08%Oferecido por

Ataques à infraestrutura hídrica são raros em tempos de guerra, mas têm ocorrido no conflito em curso no Oriente Médio.

Uma usina de dessalinização no Bahrein foi danificada no domingo (8) após um ataque de drone iraniano, disseram autoridades locais.

Um dia antes, Teerã acusou o país de uma ofensiva semelhante em Qeshm, no Irã, que teria afetado o abastecimento de água de 30 vilarejos.

Esses tipos de ataques ainda são limitados, mas, como disse à AFP a economista especializada em recursos hídricos Esther Crauser-Delbourg: "Quem se atrever a atacar a água desencadeará uma guerra muito mais devastadora do que a atual".

Em uma das regiões mais secas do mundo, onde o acesso à água é dez vezes menor que a média global, segundo o Banco Mundial, as usinas de dessalinização desempenham um papel fundamental na economia e no abastecimento de água potável para seus milhões de habitantes.

Ataques à infraestrutura hídrica são raros em tempos de guerra, mas têm ocorrido no conflito em curso no Oriente Médio com bombardeios a usinas de dessalinização, um setor essencial para milhões de pessoas na região.

Uma usina de dessalinização no Bahrein foi danificada no domingo (8) após um ataque de drone iraniano, disseram autoridades locais, um dia depois de Teerã acusar o país de uma ofensiva semelhante em Qeshm, no Irã, que teria afetado o abastecimento de água de 30 vilarejos.

Esses tipos de ataques ainda são limitados, mas, como disse à AFP a economista especializada em recursos hídricos Esther Crauser-Delbourg: "Quem se atrever a atacar a água desencadeará uma guerra muito mais devastadora do que a atual".

Em uma das regiões mais secas do mundo, onde o acesso à água é dez vezes menor que a média global, segundo o Banco Mundial, as usinas de dessalinização desempenham um papel fundamental na economia e no abastecimento de água potável para seus milhões de habitantes.

🔎 Cerca de 42% da capacidade mundial de dessalinização está concentrada no Oriente Médio, de acordo com um estudo recente publicado na revista Nature.

Nos Emirados Árabes Unidos, 42% da água potável provém dessas usinas, enquanto o número sobe para 70% na Arábia Saudita, 86% em Omã e 90% no Kuwait, segundo um relatório de 2022 do Instituto Francês de Relações Internacionais (Ifri).

"Lá, sem água dessalinizada, não há nada", afirmou Crauser-Delbourg. É especialmente estratégica em grandes cidades como Dubai e Riade.

Em 2010, uma análise da CIA afirmou que "a interrupção das instalações de dessalinização na maioria dos países árabes poderia ter consequências mais graves do que a perda de qualquer outra indústria ou matéria-prima".

Em 2008, o WikiLeaks divulgou um telegrama diplomático dos EUA afirmando que "Riade deveria ser evacuada em uma semana" caso a usina de dessalinização de Jubail – que abastece a cidade – ou seus oleodutos fossem "gravemente danificados ou destruídos".

Além dos ataques relatados neste fim de semana, essas usinas são vulneráveis a cortes de energia e a possíveis contaminações da água do mar, principalmente por vazamentos de petróleo, disseram vários especialistas à AFP.

"A segurança e os controles de acesso no perímetro imediato das usinas foram reforçados", explicou à AFP Philippe Bourdeaux, diretor da região África/Oriente Médio da empresa francesa Veolia, que fornece água dessalinizada para a Arábia Saudita em Jubail e para Omã nas regiões de Mascate, Sur e Salalah.

"Obviamente, os eventos recentes nos deixaram muito vigilantes. Estamos monitorando de perto a situação nas instalações", acrescentou, especificando que "em alguns países, as autoridades implantaram baterias de mísseis ao redor das maiores usinas ante a ameaça de drones ou mísseis".

Em relação aos vazamentos de petróleo, os operadores dispõem de ferramentas para mitigar seus efeitos nocivos.

Na última década, houve diversos ataques a usinas de dessalinização: o Iêmen e a Arábia Saudita se atacaram mutuamente, e Gaza sofreu bombardeios israelenses, segundo o Pacific Institute, um think-tank com sede na Califórnia que monitora conflitos relacionados à água.

Caso esses problemas persistam, as consequências podem variar de pequenos inconvenientes a situações muito mais graves.

Além disso, haveria efeitos em cadeia na economia, especialmente no turismo, na indústria e nos centros de dados, que consomem grandes quantidades de água para sua refrigeração.

No entanto, existem medidas de segurança, ressaltou Bourdeaux. Segundo o representante da Veolia, as usinas de dessalinização geralmente são interconectadas, o que pode limitar o impacto da paralisação de uma delas.

Elas também costumam ter reservas de água suficientes para vários dias – de dois a sete -, acrescentou, o que pode mitigar a escassez, desde que as interrupções não durem muito tempo.

Pessoas desabrigadas em Beirute após a escalada de tensões entre o Hezbollah e Israel, em meio ao conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. — Foto: Reuters

Há 2 horas Política Morte de ‘Sicário’: resgate chegou à cela cerca de 10 minutos depoisHá 2 horasSADI: nos bastidores, ministros defendem ‘ajustes’ na PFHá 2 horasGuerra no Oriente MédioSIGA: drones atingem base dos EUA no Iraque e refinaria no Bahrein

Há 53 minutos Mundo Petroleira do Bahrein alvo de ataque anuncia manobraHá 53 minutosPetróleo dispara e se aproxima de US$ 120 o barril; bolsas têm forte queda

Há 3 horas Economia Ministros do G7 fazem reunião de emergênciaHá 3 horasEstreito de Ormuz vira palco de batalha navalHá 3 horasPadrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

Há 10 minutos Fantástico Blog da Sandra Cohen ANÁLISE: escolha de novo líder supremo deve agravar a guerra com os EUA

Há 41 minutos Blog da Sandra Cohen Oriente MédioDia ‘virou noite’: como explosões colocaram Irã sob alerta de chuva ácida

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar sobe na abertura com investidores de olho no exterior

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 10:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (9) em alta, avançando 0,52% por volta das 9h10, sendo negociado a R$ 5,2721. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No mercado internacional, o petróleo dispara após produtores do Oriente Médio — como Kuwait, Irã e Emirados Árabes Unidos — reduzirem a produção diante do fechamento do Estreito de Ormuz. O barril chegou a superar US$ 110, com contratos futuros mais líquidos acima de US$ 100.

Há duas semanas, o barril era negociado perto de US$ 70. Apenas nesta sessão, a valorização ultrapassa 13%, refletindo a continuidade dos conflitos na região e a ausência de sinais de trégua no curto prazo.

▶️ Ainda no cenário geopolítico, autoridades dos Estados Unidos e de Israel discutiram uma possível operação com forças especiais dentro do Irã para garantir o controle de estoques de urânio enriquecido do país.

▶️ No Irã, Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, foi escolhido pela Assembleia de Especialistas para suceder o pai como líder supremo, sinalizando a continuidade da ala mais dura no comando do país.

▶️ No Brasil, os investidores acompanham a divulgação do relatório Focus, do Banco Central, que reúne as projeções do mercado para indicadores da economia.

▶️ Outro tema que continua sendo acompanhado é o caso envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, após novas notícias apontarem possíveis relações dele com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A escalada das tensões no Oriente Médio volta a guiar os mercados financeiros nesta sexta-feira (6), em meio às preocupações dos investidores com o bloqueio do Estreito de Ormuz e seus efeitos no mercado de petróleo.

O chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), almirante Brad Cooper, afirmou que os EUA entraram em uma nova fase da guerra com o Irã, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

“À medida que transitamos para a próxima fase desta operação, desmantelaremos sistematicamente a capacidade futura de produção de mísseis do Irã, e isso já está em andamento”, afirmou. Isso deve levar algum tempo, segundo ele.

Nesta semana, analistas do banco J.P. Morgan alertaram que o fechamento do Estreito de Ormuz pode começar a afetar o fornecimento global de petróleo em poucos dias. Caso o bloqueio continue, cerca de 3,3 milhões de barris por dia podem deixar de chegar ao mercado.

O Iraque, segundo maior produtor da Opep, já reduziu sua produção em quase 1,5 milhão de barris por dia, por falta de espaço para armazenar o petróleo e dificuldades para exportá-lo.

Já o Catar, maior exportador de gás natural liquefeito do Golfo, declarou força maior nas exportações — uma medida usada quando eventos fora do controle impedem o cumprimento de contratos. Fontes do setor dizem que pode levar pelo menos um mês para que a produção volte ao normal.

Diante das preocupações, os preços do petróleo marcavam mais um dia de alta nesta sexta-feira. No fechamento do dia, o barril do Brent, referência internacional, subiu mais de 8%, cotado a US$ 92. Já o WTI, dos EUA, teve alta de 12,34%, a US$ 91,23.

Os investidores também avaliam os resultados da Petrobras, divulgados na véspera. A companhia informou um lucro de R$ 110,1 bilhões em 2025, resultado que representa alta de cerca de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia lucrado R$ 36,6 bilhões. Na prática, o resultado indica que o lucro da estatal quase triplicou em um ano.

Segundo a empresa, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário considerado desafiador, marcado pela queda de 14% no preço do petróleo tipo Brent crude oil ao longo do ano.

De acordo com a companhia, o resultado foi sustentado principalmente pelo aumento da produção de óleo e gás e pela melhora da eficiência operacional.

“O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota.

O destaque na agenda de indicadores fica com o payroll, relatório de emprego oficial dos EUA. Segundo informações do Escritório de Estatística do Trabalho, a economia americana fechou 92 mil postos de trabalho em fevereiro, após a criação revisada para baixo de 126 mil em janeiro.

O resultado surpreendeu economistas, que previam a abertura de 59 mil vagas no período. Segundo especialistas disseram à Reuters, os ganhos de empregos em janeiro foram impulsionados por uma atualização do modelo que o escritório de estatísticas usa para estimar quantos empregos foram criados ou perdidos devido à abertura ou fechamento de empresas em um determinado mês.

O mercado de trabalho está se estabilizando depois de ter tropeçado em 2025, em meio às incertezas decorrentes do tarifaço de Trump. Além disso, especialistas também indicaram à Reuters que a repressão à imigração do governo Trump reduziu a oferta de mão de obra, o que também contribuiu para a desaceleração do mercado de trabalho.

Segundo o analista de inteligência de mercado da Stonex Lucca Bezzon, o resultado mais fraco do que o esperado reforça a perspectiva de que a economia americana pode estar desacelerando rapidamente e aumenta a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) possa ser pressionado a antecipar os cortes de juros no país.

"O cenário, no entanto, permanece bastante incerto. Os dados mais recentes têm mostrado sinais contraditórios sobre o ritmo da economia dos Estados Unidos, embora uma das principais fontes de preocupação dos investidores seja justamente o mercado de trabalho", diz, reforçando que os indicadores sinalizam "alguma deterioração no emprego".

Em Wall Street, os três principais índices acionários americanos registraram queda. O Dow Jones caiu 0,93%, enquanto o S&P 500 registrou um recuo de 1,33% e o Nasdaq Composite teve desvalorização de 1,59%.

Na Europa, os principais índices acionários também registraram perdas nesta sexta-feira. O índice pan-europeu STOXX 600 registrou sua maior baixa semanal em quase um ano. Nesta sexta, caiu 1,02%, aos 598,69 pontos.

Entre os principais índices acionários da região, o DAX, da Alemanha, caiu 0,94%, enquanto o CAC-40, da França, recuou 0,65%. O FTSE Mib, da Itália, desvalorizou 1,02%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong encerraram uma semana em baixa, apesar da alta desta sexta-feira. O resultado refletiu o peso dos riscos geopolíticos no otimismo do mercado e as poucas surpresas nos sinais políticos da reunião parlamentar anual.

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,38%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias específicas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,27%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,72%.

Entre os demais índices da região, o Nikkei, de Tóquio, subiu 0,6%, enquanto o Kospi, de Seul, teve valorização de 0,02%.

Há 2 horas Economia Ministros do G7 fazem reunião de emergênciaHá 2 horasEstreito de Ormuz vira palco de batalha naval que preocupa mercadoHá 2 horasContratação por VorcaroMulher de Moraes diz que equipe teve 94 reuniões de trabalho com Master

Há 38 minutos Política SADI: ex de Vorcaro diz que exposição de mensagens é ‘grave violência’Há 38 minutosPresídio federalAdvogado pede que visita a Vorcaro não seja gravada, o que não é permitido

Há 11 minutos Política Ameaças, golpes e fraudes: quem era o ‘Sicário’ de Daniel VorcaroHá 11 minutosPadrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

Há 2 horas Fantástico Oriente MédioDia ‘virou noite’: como explosões colocaram Irã sob alerta de chuva ácida

Há 2 horas Meio Ambiente 🎧O ASSUNTO: EUA e Israel prometem maior poder de fogoHá 2 horasPerdeu o Fantástico? Assista todas às reportagens

Há 8 horas Fantástico Morte suspeita no BrásPM morta em SP: imagens inéditas mostram que marido trocou de roupa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Boletim Focus: mercado financeiro mantém em 3,91% estimativa de inflação em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 10:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%Oferecido por

Estimativas fazem parte do boletim 'Focus', divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras na última semana.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerado dentro da meta se variar entre 1,5% e 4,5%.

Após a taxa básica da economia ter fechado 2025 em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos, na tentativa de conter a inflação, o mercado financeiro continua acreditando que os juros recuarão neste ano.

Os economistas do mercado financeiro mantiveram em 3,91% sua estimativa de inflação para o ano de 2026.

A expectativa faz parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,79% para 3,80%;➡️ Para 2028, a previsão foi mantida em 3,50%;➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Após a taxa básica da economia ter sido mantida 15% ao ano no mês passado — o maior nível em quase 20 anos —, o mercado financeiro segue acreditando que os juros vão recuar neste ano.

Para o fim de 2026, a projeção subiu de 12% para 12,13% ao ano. Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu estável em 1,82%.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro reduziu sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, de R$ 5,42 para R$ 5,41.

Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos para o dólar continuou em R$ 5,50.

Há 38 minutos Política Ameaças, golpes e fraudes: quem era o ‘Sicário’ de Daniel VorcaroHá 38 minutosSADI: ex de Vorcaro diz que exposição de mensagens é ‘grave violência’Há 38 minutosGuerra no Oriente MédioSIGA: drones iranianos atingem base militar dos EUA no Iraque e refinaria no Bahrein

Há 4 horas Mundo Petroleira do Bahrein alvo de ataque anuncia manobra de liberações contratuaisHá 4 horasPetróleo dispara e se aproxima de US$ 120 o barril; bolsas têm forte queda

Há 2 horas Economia Ministros do G7 fazem reunião de emergênciaHá 2 horasEstreito de Ormuz vira palco de batalha naval que preocupa mercadoHá 2 horasPadrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

Há 8 horas Fantástico Oriente MédioDia ‘virou noite’: como explosões colocaram Irã sob alerta de chuva ácida

Há 2 horas Meio Ambiente 🎧O ASSUNTO: EUA e Israel prometem maior poder de fogoHá 2 horasMorte suspeita no BrásPM morta em SP: imagens inéditas mostram que marido trocou de roupa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pedidos de recuperação judicial no agro aumentaram 56,4% em 2025, diz Serasa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 08:56

Agro Pedidos de recuperação judicial no agro aumentaram 56,4% em 2025, diz Serasa Alta acontece em um momento de juros elevados, custos de produção em alta e parte dos agricultores endividados. Por Reuters

Os pedidos de recuperação judicial no agronegócio saltaram 56,4% em 2025 em relação ao ano anterior, em uma conjuntura de juros elevados, custos de produção em alta e parte dos agricultores endividados, apontou nesta segunda-feira (9) a Serasa Experian.

Conforme levantamento da datatech, as solicitações de recuperação judicial atingiram 1.990, o maior volume desde o início da série histórica, em 2021.

"O ambiente de crédito mais restritivo, combinado à manutenção de custos elevados de produção e a uma alavancagem elevada, continuou impactando o fluxo de caixa das operações rurais", afirmou head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, em nota.

O número de recuperações judiciais considera a soma de três frentes da cadeia produtiva: produtores rurais que atuam como pessoa física, aqueles que estão como pessoa jurídica e empresas relacionadas ao setor.

De acordo com Pimenta, as condições que elevaram os pedidos de recuperação nos últimos anos mantiveram a pressão sobre a saúde financeira dos produtores e empresários do setor, especialmente aqueles com maior nível de alavancagem.

"Ainda assim, continuamos ressaltando que a renegociação de dívidas e o planejamento financeiro são as melhores estratégias, e a recuperação judicial deve ser o último recurso a ser utilizado", completou.

Considerando a soma dos pedidos realizados por produtores pessoa física, produtores pessoa jurídica e empresas da cadeia do agronegócio, Mato Grosso foi o Estado com maior número de solicitações de recuperação judicial em 2025.

Foram 332 registros no maior produtor brasileiro de soja, milho, algodão e gado. Na sequência, aparecem Goiás (296), Paraná (248), Mato Grosso do Sul (216) e Minas Gerais (196).

Os produtores rurais que atuam como pessoa física registraram 853 pedidos de recuperação judicial durante o ano, o maior volume entre os perfis monitorados, versus 566 solicitações nessa categoria em 2024 (alta de 50,7%).

Os produtores rurais que atuam como pessoa jurídica registraram 753 pedidos de recuperação judicial em 2025, crescimento de 84,1% ante o ano anterior.

As empresas com atuação relacionada ao agronegócio registraram 384 pedidos, aumento de 29,3% no comparativo anual.

Há 1 hora Economia Ministros do G7 fazem reunião de emergênciaHá 1 horaEstreito de Ormuz vira palco de batalha naval que preocupa mercadoHá 1 horaContratação por VorcaroMulher de Moraes diz que equipe teve 94 reuniões de trabalho com Master

Há 8 minutos Política SADI: ex de Vorcaro diz que exposição de mensagens é ‘grave violência’Há 8 minutosCapanga mortoAmeaças, golpes e fraudes: quem era o ‘Sicário’ de Daniel Vorcaro

Há 11 horas Fantástico Padrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

Há 1 hora Fantástico Oriente MédioDia ‘virou noite’: como explosões colocaram Irã sob alerta de chuva ácida

Há 1 hora Meio Ambiente 🎧O ASSUNTO: EUA e Israel prometem maior poder de fogoHá 1 horaPerdeu o Fantástico? Assista todas às reportagens

Há 7 horas Fantástico Morte suspeita no BrásPM morta em SP: imagens inéditas mostram que marido trocou de roupa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Guerra no Irã: ministros do G7 fazem reunião de emergência sobre petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 08:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%Oferecido por

No décimo dia da guerra no Oriente Médio — desencadeada por ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã — os preços do petróleo dispararam nos mercados internacionais.

O preço de referência do petróleo ultrapassou os US$ 100 por barril pela primeira vez desde 2022. A alta deve provocar aumentos ainda maiores nos preços da gasolina.

As bolsas asiáticas registraram quedas acentuadas, com o índice Nikkei 225 do Japão fechando em baixa de mais de 5%.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi chegou a cair mais de 8%, o que levou à paralisação das negociações por 20 minutos —através do "circuit breaker", um mecanismo projetado para conter vendas em pânico. O Kospi acabou fechando em queda de 6%.

Os ministros dos países do G7 se reunirão na tarde desta segunda-feira (9) na Europa em caráter emergencial para discutir o impacto econômico da guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, incluindo o aumento do preço do petróleo.

Na reunião de emergência, está previsto que os ministros discutam uma possível liberação conjunta de reservas de petróleo para conter a alta dos preços.

As reservas de petróleo são coordenadas pela Agência Internacional de Energia (AIE), com 32 membros do grupo detendo reservas estratégicas como parte de um sistema coletivo de emergência concebido para crises nos preços do petróleo.

Três países do G7, incluindo os EUA, já manifestaram apoio a uma possível liberação conjunta, segundo fontes familiarizadas com as negociações, de acordo com o jornal britânico Financial Times.

A grave interrupção no fornecimento de energia da região ameaça provocar aumento de preços para consumidores e empresas em todo o mundo.

Cerca de um quinto do fornecimento mundial de petróleo costuma ser transportado pelo Estreito de Ormuz. Mas o tráfego por essa estreita passagem praticamente parou desde o início da guerra, há mais de uma semana.

O analista Adnan Mazarei, do Instituto Peterson de Economia Internacional, afirmou que o aumento nos preços do petróleo era esperado, considerando a paralisação da produção em alguns países do Golfo e os sinais de um conflito prolongado na região.

"As pessoas estão percebendo que isso não vai acabar tão cedo", disse ele, acrescentando que objetivos apresentados pelos EUA estão "se tornando cada vez mais irrealistas".

O presidente dos EUA, Donald Trump, que fez campanha eleitoral prometendo reduzir o custo de vida para os americanos, minimizou as preocupações com o aumento dos preços do petróleo.

No domingo, ele publicou em sua plataforma Truth Social: "Os preços do petróleo a curto prazo, que cairão rapidamente quando a destruição da ameaça nuclear iraniana terminar, são um preço muito pequeno a se pagar pela segurança e paz dos EUA e do mundo. SÓ OS TOLOS PENSARIAM DIFERENTE!"

Seu secretário de Energia, Chris Wright, disse a emissoras americanas no domingo que Israel, e não os EUA, estava mirando a infraestrutura energética do Irã, em meio a certa preocupação com o aumento dos preços da gasolina nos EUA causado pela guerra.

Dados da associação de motoristas AAA mostraram que o preço médio da gasolina comum nos EUA subiu 11% na semana passada, chegando a US$ 3,32 por galão.

No domingo, o Irã nomeou Mojtaba Khamenei para suceder seu pai, Ali Khamenei, como Líder Supremo, sinalizando que, mais de uma semana após o início do conflito, a ala linha-dura continua no comando do país.

Mojtaba Khamenei foi escolhido sucessor do aiatolá Ali Khamenei, assassinado no primeiro dia do conflito que envolve os Estados Unidos, Israel e o Irã.

Ao contrário de seu pai, Mojtaba, de 56 anos, é discreto. Ele nunca ocupou um cargo no governo, nem fez discursos ou concedeu entrevistas públicas, e apenas um número limitado de fotos e vídeos dele foi publicado.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não deve aceitar a escolha. Embora tenha sinalizado que estaria aberto à possibilidade de alguém ligado à antiga liderança assumir o poder, Trump deixou clara sua oposição a Mojtaba Khamenei.

A escolha de Mojtaba Khamenei pode se provar controversa dentro do próprio Irã. A República Islâmica foi fundada em 1979, após a queda da monarquia, e sua ideologia se baseia no princípio de que o líder supremo deve ser escolhido por sua posição religiosa e liderança comprovada, e não por sucessão hereditária.

No fim de semana, os Estados Unidos e Israel lançaram novas ondas de ataques aéreos no Irã, atingindo vários alvos, incluindo depósitos de petróleo.

Enquanto isso, o Irã atacou a infraestrutura energética em países vizinhos do Golfo. Durante a noite, a Arábia Saudita afirmou ter interceptado e destruído duas ondas de drones que se dirigiam a um importante campo petrolífero.

Líderes do G7 em foto oficial durante reunião em 2025 — Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

Há 6 horas Fantástico Bangladesh fecha universidades em meio à crise energéticaHá 6 horasPetróleo dispara e se aproxima de US$ 120 o barril; bolsas têm forte queda

Há 16 minutos Economia Ministros do G7 fazem reunião de emergênciaHá 16 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: nova fase da guerra no Oriente Médio e o poder de fogo

Há 3 horas O Assunto Novo líder supremo, filho de Khamenei é considerado linha-duraHá 3 horasOriente MédioDia ‘virou noite’: como explosões colocaram Irã sob alerta de chuva ácida

Há 35 minutos Meio Ambiente Padrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

0

PREVIOUS POSTSPage 170 of 228NEXT POSTS