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Governo divulga marca de azeite com riscos para a saúde do consumidor; veja qual

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 13:45

Agro Governo divulga marca de azeite com riscos para a saúde do consumidor; veja qual Lote do azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo foi considerado desclassificado e impróprio para consumo humano. Por Vivian Souza

Ministério da Agricultura divulgou um alerta de risco à saúde do consumidor na comercialização de um lote do azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo.

Uma análise de amostras mostrou que o lote 260289 contém a mistura de outros óleos vegetais na composição do produto, caracterizando fraude.

A Secretaria de Defesa Agropecuária, que realizou a operação, identificou irregularidades relacionadas à empresa responsável pela importação e comercialização do produto.

A fiscalização determinou o recolhimento imediato do lote e orienta os consumidores a interromperem imediatamente o uso do produto e solicitarem a substituição.

O Ministério da Agricultura divulgou um alerta de risco à saúde do consumidor na comercialização de um lote do azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo, considerado desclassificado e impróprio para consumo humano.

Uma análise de amostras mostrou que o lote 260289 contém a mistura de outros óleos vegetais na composição do produto, caracterizando fraude.

A Secretaria de Defesa Agropecuária, que realizou a operação, identificou irregularidades relacionadas à empresa responsável pela importação e comercialização do produto. Por exemplo, a falta de documentos fiscais e do CNPJ da empresa no rótulo.

A fiscalização determinou o recolhimento imediato do lote e orienta os consumidores a interromperem imediatamente o uso do produto e solicitarem a substituição, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Segundo o Ministério da Agricultura, a empresa foi notificada, mas não apresentou manifestação dentro do prazo estabelecido e será autuada administrativamente.

Ministério da Agricultura dá algumas pistas para encontrar um azeite de qualidade — Foto: Arte/g1

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Veto à carne brasileira expõe diferenças importantes na forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 13:45

Agro Veto à carne brasileira expõe diferenças importantes na forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões A decisão ocorreu em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana Por The Conversation Brasil

União Europeia impôs novas restrições à importação de carne bovina brasileira, alegando falhas sanitárias e problemas de rastreabilidade animal.

Medida afeta um dos setores mais estratégicos da pauta de exportações do Brasil e expõe tensões estruturais no Acordo de Associação Mercosul-União Europeia.

Decisão ocorre em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana.

No longo prazo, a solução estrutural mais importante passa por reformas no Mercosul, com a adoção de mecanismos supranacionais de harmonização regulatória.

Maior exportador de carne bovina do Mercosul e um dos mais competitivos do mundo no setor, o Brasil passou a ser o principal alvo de barreiras sanitárias europeias após a entrada em vigor provisória do Acordo de Associação Mercosul-União Europeia, em 1º de maio de 2026.

Poucos dias depois, em 12 de maio, a Comissão Europeia anunciou restrições à importação de carne bovina brasileira.

A medida, justificada por alegadas falhas sanitárias e problemas de rastreabilidade animal, não atinge apenas um dos setores mais estratégicos da pauta de exportações do país. Ela também expõe uma tensão estrutural do acordo: a diferença entre a forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões e exercem o poder regulatório.

A decisão ocorreu em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana.

Ao mesmo tempo em que a União Europeia apresenta o Acordo como instrumento de fortalecimento do multilateralismo, da sustentabilidade e da integração econômica entre democracias, governos europeus enfrentam oposição doméstica.

Essa oposição vem, sobretudo, de setores agrícolas preocupados com a entrada de produtos agropecuários mais baratos e competitivos vindos do Mercosul.

Nesse cenário, mecanismos sanitários e fitossanitários passaram a funcionar também como instrumentos de proteção econômica e acomodação política interna. Esse movimento se intensifica especialmente em períodos pré-eleitorais em alguns países europeus e em um momento de incertezas internacionais.

O Acordo Mercosul-União Europeia foi concluído durante a 65ª Cúpula do Mercosul, em Montevidéu, em dezembro de 2024, após mais de um quarto de século de negociações.

Em vigor provisório desde 1º de maio de 2026, o pacto reúne aproximadamente 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) combinado de cerca de US$ 22,4 trilhões.

Em termos comparativos, esse valor supera o PIB da China, estimado em US$ 19,5 trilhões, e fica abaixo apenas dos Estados Unidos, em torno de US$ 30,3 trilhões, configurando uma potência geoeconômica de escala global.

Como consequência, a parceria tem capacidade multifatorial de impactar a arquitetura geopolítica global. Ela promove um pacto entre democracias em contraposição ao avanço de regimes autocráticos, em um momento de incertezas internacionais.

O acordo não tem foco somente em ganhos econômicos, mas, a partir deles, pretende assentar valores democráticos domésticos, desenvolvimento sustentável, autonomia digital e a recuperação do multilateralismo como plataforma de inserção dos países do Mercosul e da UE no mundo. Os avanços macroestratégicos são evidentes.

Entretanto, não há ganhos sem custos. O sucesso da empreitada deveu-se à incorporação das demandas da União Europeia nas áreas ambiental, sanitária, agrícola e compras governamentais.

Essas medidas visam assegurar um equilíbrio fino entre desenvolvimento industrial, sustentabilidade ambiental e políticas públicas setoriais sensíveis, tais como inovação, saúde, segurança e educação.

Em troca, o Mercosul demandou e obteve a promessa de ampla liberalização tarifária, especialmente no setor agrícola, ainda que com a existência de salvaguardas europeias.

Além disso, o bloco garantiu cooperação em temas sensíveis como desenvolvimento sustentável, inteligência artificial, minerais críticos e tecnologia industrial.

Claramente, os avanços macroestratégicos do acordo vieram acompanhados de concessões mútuas relevantes, o que é natural em parcerias internacionais dessa envergadura. Agora, o avanço do acordo depende da consonância decisória entre as partes.

A crise envolvendo a carne brasileira evidencia um paradoxo institucional no funcionamento do próprio acordo. Enquanto o Mercosul opera como uma agência política intergovernamental, dependente de negociações internas e da aprovação nacional das normas acordadas, a UE segue outra lógica.

Neste caso, trata-se de uma estrutura supranacional, na qual instituições comunitárias podem legislar diretamente sobre os países-membros e, por meio de salvaguardas, abrir espaço para o questionamento de acordos internacionais.

Isso torna a UE mais ágil, coordenada e eficiente para defender interesses econômicos sensíveis de seus membros.

Na prática, a Comissão Europeia utiliza salvaguardas sanitárias e mecanismos regulatórios como instrumentos simultaneamente técnicos, comerciais e políticos.

Implicância ou realidade: entenda por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul

Ao alegar que o Brasil usa agentes antimicrobianos para engorda animal e apresenta falhas na rastreabilidade sanitária, a UE restringe exportações brasileiras sem romper formalmente nem deixar de respeitar as regras do Acordo Mercosul-União Europeia.

Assim, a Comissão Europeia neutraliza o poder de mercado da carne brasileira, cuja competitividade se baseia em custos menores de produção. Também protege produtores rurais europeus e utiliza a lógica da supranacionalidade para facilitar reeleições de políticos ligados ao mundo rural europeu.

Além disso, ao não aplicar sanções equivalentes aos demais países do Mercosul, a decisão fragmenta os interesses regionais e dificulta a construção de uma resposta conjunta sul-americana. O Brasil acaba isolado em uma disputa que afeta diretamente um dos setores mais estratégicos de sua pauta exportadora.

Esse quadro se insere em um contexto internacional marcado pela aproximação geopolítica entre China e Estados Unidos e pela ampliação das compras chinesas de carne norte-americana. Nessa conjuntura, as perdas econômicas brasileiras podem ultrapassar US$ 2 bilhões.

O episódio também demonstra como a supranacionalidade europeia fortalece a capacidade da UE de utilizar regulações sanitárias, ambientais e fitossanitárias como instrumentos de política econômica externa.

As decisões comunitárias produzem efeitos rápidos e relativamente uniformes sobre todo o mercado europeu, ampliando o poder de negociação do bloco e reduzindo custos políticos internos.

A primeira frente de reação brasileira envolve a atuação diplomática e jurídica dentro da própria estrutura institucional europeia. O Brasil pode contestar tecnicamente as medidas junto ao Tribunal de Justiça da União Europeia.

Para isso, busca demonstrar a higidez do sistema nacional de rastreabilidade animal e comprovar que o uso responsável de agentes antimicrobianos não contamina a carne exportada. Caso consiga anular a decisão contrária ao interesse exportador agropecuário nacional, a diplomacia brasileira poderá reduzir os impactos econômicos e políticos da medida.

Entretanto, a solução estrutural mais importante passa por reformas no próprio Mercosul. A adoção de mecanismos supranacionais de harmonização regulatória poderia reduzir a vulnerabilidade dos países do bloco diante de barreiras técnicas aplicadas individualmente pela União Europeia.

Regras sanitárias comuns e estruturas decisórias mais integradas ampliariam a capacidade de coordenação regional e dificultariam o uso seletivo de salvaguardas contra apenas um país-membro.

Nesse cenário, medidas europeias contra um único integrante do Mercosul tenderiam a produzir impactos mais amplos sobre toda a cadeia regional de exportação agrícola, correndo-se, assim, riscos de aumento de preços e inflação na Europa.

Isso reduziria incentivos políticos para o uso estratégico de barreiras fitossanitárias como mecanismo indireto de proteção comercial e eleitoral.

No limite, o risco é que o acordo produza uma assimetria permanente: a União Europeia preserva seus ganhos no setor industrial, enquanto o Mercosul vê parte de suas vantagens agrícolas ser bloqueada por salvaguardas sanitárias, ambientais e fitossanitárias.

A carne brasileira não seria um caso isolado, mas o primeiro exemplo paradigmático de uma nova realidade em que a abertura comercial prometida pelo acordo convive com mecanismos regulatórios capazes de neutralizar alguns dos principais benefícios econômicos esperados pelos países sul-americanos.

Mais importante: uma reforma supranacional do Mercosul poderia ampliar os benefícios efetivos do próprio Acordo Mercosul-União Europeia.

Sem mecanismos regionais mais integrados, há o risco de que a liberalização favoreça de forma assimétrica os ganhos industriais europeus, enquanto as vantagens agrícolas do Mercosul sejam progressivamente limitadas por barreiras técnicas e sanitárias.

A perspectiva é de que a diplomacia brasileira venha a solucionar esse problema utilizando argumentos técnicos e os próprios avanços macroestratégicos do acordo para reduzir resistências europeias.

Isso exigirá esforço diplomático contínuo na região e na Europa se a lição de casa (a reforma do processo decisório do Mercosul) não for feita no sentido da adoção de mecanismos supranacionais mais robustos.

Marcelo Fernandes de Oliveira não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

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Ferrari apresenta seu 1º carro elétrico: as reações após montadora italiana voltar atrás em seus planos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 11:55

Carros Ferrari apresenta seu 1º carro elétrico: as reações após montadora italiana voltar atrás em seus planos Algumas reações nas redes sociais ao lançamento foram extremas — de "direto para o ferro-velho" a "uma verdadeira aula de design". Por BBC

Espera-se que a Ferrari Luce, que é completamente elétrica, esteja disponível ainda este ano — Foto: Ferrari

A fabricante de carros esportivos de luxo Ferrari lançou na segunda-feira (25/05) seu primeiro carro totalmente elétrico — o Luce — que custará US$ 640 mil (R$ 3,2 milhões).

O novo modelo se afasta do visual típico da Ferrari por ser o primeiro carro de cinco lugares da marca italiana, criado em colaboração com a agência LoveFrom, fundada pelo ex-chefe de design da Apple, Jony Ive.

Algumas reações nas redes sociais ao lançamento foram extremas — de "direto para o ferro-velho" a "uma verdadeira aula de design".

Rivais do segmento de supercarros, como Lamborghini e Porsche, reduziram seus planos de produzir veículos elétricos devido à baixa demanda e à intensa concorrência de marcas chinesas.

O diretor-executivo da Ferrari, Benedetto Vigna, disse em Roma que o Luce, que significa "luz" em italiano, levou meia década para ser desenvolvido.

A Ferrari planeja lançar o veículo elétrico após ter inicialmente descartado essa ideia, optando por fabricar carros híbridos movidos tanto a gasolina quanto a eletricidade.

O Luce funciona com um motor elétrico fabricado pela Ferrari em cada roda, ajudando o carro a atingir 96 km/h em cerca de 2,5 segundos.

A empresa afirmou que todos os componentes são feitos internamente, de modo que o carro possa ser reparado pela própria companhia no futuro, protegendo o valor de revenda do Luce.

A mudança das gigantes da indústria automotiva para veículos elétricos vem enfrentando grandes obstáculos nos últimos anos.

Montadoras, incluindo Ford e Volkswagen, reforçaram sua aposta em carros a gasolina, especialmente nos EUA, devido à baixa demanda e a mudanças regulatórias sob o presidente Donald Trump, que reduziu incentivos para compradores de veículos elétricos.

O lançamento do carro-conceito elétrico da Jaguar foi duramente criticado por abandonar o estilo clássico da marca britânica.

Uma pessoa disse no X: “A Ferrari acabou de matar sua marca, assim como a Jaguar. Isso vai direto para o ferro-velho.”

“O que está acontecendo com os fabricantes europeus de carros de luxo? Primeiro Jaguar e agora Ferrari”, postou outra pessoa.

Mas nem todos tiveram opiniões negativas sobre o novo carro. Em uma postagem, uma pessoa disse: “Uma verdadeira aula de design. A Ferrari acaba de revelar o impressionante conceito LUCE, que é um divisor de águas.”

O diretor de design da Ferrari, Flavio Manzoni, disse em uma entrevista à YouTuber Cleo Abram que os críticos fazem parte do processo de inovação.

Ele reconheceu que o conceito de uma Ferrari elétrica com novo design é "polarizador", mas acredita que as pessoas irão apreciá-la nos próximos meses.

A Ferrari também disse que continuará oferecendo carros a gasolina e híbridos junto com seu veículo totalmente elétrico.

A Lamborghini abandonou seus planos de lançar carros totalmente elétricos, optando por modelos híbridos, citando a baixa demanda por veículos elétricos de luxo de alto padrão.

A Porsche, da Alemanha, reduziu seus planos para veículos elétricos devido à fraca demanda, pressionada por vendas baixas na China e tarifas nos EUA.

Montadoras ocidentais também enfrentaram intensa concorrência de fabricantes chinesas, que conseguem produzir veículos mais rapidamente e a custos mais baixos.

A Ferrari é a fabricante de carros mais valiosa da Europa. Ela depende da venda de carros altamente exclusivos — uma estratégia que ajudou a proteger a Ferrari de grande parte da pressão enfrentada pelos concorrentes.

No entanto, as ações da Ferrari caíram mais de 25% no ano passado, refletindo uma queda maior nas marcas de luxo, já que a inflação em todo o mundo afetou a demanda por produtos de alto padrão.

Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).

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Gigante global de energia, BP demite presidente do conselho após problemas de gestão e conduta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 11:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%Oferecido por

A BP, uma das maiores empresas de energia do mundo, destituiu o presidente de seu conselho de administração, Albert Manifold, nesta terça-feira (26).

A companhia citou falhas na gestão, na supervisão das atividades e no comportamento esperado do executivo.

A decisão teve efeito imediato e ocorre apenas alguns meses após a nomeação de Manifold para ajudar a reformular a estratégia da companhia.

Há menos de três anos, por exemplo, o ex-presidente da BP Bernard Looney foi demitido após mentir ao conselho sobre relacionamentos pessoais com colegas.

A BP (antiga British Petroleum), uma das maiores empresas de energia do mundo, destituiu o presidente de seu conselho de administração, Albert Manifold, nesta terça-feira (26), citando falhas na gestão, na supervisão das atividades e no comportamento esperado do executivo.

A decisão teve efeito imediato e ocorre apenas alguns meses após a nomeação de Manifold para ajudar a reformular a estratégia da companhia. A saída do executivo acontece em meio a escândalos e repetidas mudanças na liderança da BP.

Há menos de três anos, por exemplo, o ex-presidente da BP Bernard Looney foi demitido após mentir ao conselho sobre relacionamentos pessoais com colegas. Já seu sucessor, Murray Auchincloss, deixou a empresa abruptamente em dezembro, sem que a companhia desse um motivo claro para sua saída.

“[A decisão] ocorre após sérias preocupações levantadas ao conselho sobre padrões de governança, supervisão e conduta”, disse a BP.

“O conselho ficou surpreso e desapontado ao tomar conhecimento de problemas de supervisão e conduta que considera inaceitáveis e tomou medidas decisivas”, disse a diretora independente sênior Amanda Blanc. Ela supervisionou a nomeação de Manifold em outubro.

O executivo havia supervisionado a nomeação de Meg O'Neill como a quinta CEO da BP desde 2020, com o objetivo de acelerar a mudança de foco da empresa de volta para os combustíveis fósseis e reduzir investimentos em energias renováveis — uma estratégia anunciada por Auchincloss no início do ano passado.

Procuradas pela Reuters, uma porta-voz da BP e a Elliott Management — empresa que detém cerca de 5% da companhia — não responderam.

Após o anúncio, as ações da BP caíram quase 10%, e a negociação chegou a ser suspensa na Bolsa de Londres.

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Labubu chega oficialmente ao Brasil em junho após explosão de versões falsificadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%Oferecido por

Os bonecos Labubu serão vendidos oficialmente no Brasil. A Candide confirmou nesta terça-feira (26) uma parceria com a Pop Mart, empresa chinesa dona dos personagens, para trazer os produtos ao mercado brasileiro.

As vendas começam já em junho, com previsão para o dia 5, informou a Candide ao g1. Segundo a empresa, a operação da Pop Mart no Brasil contará com 30 produtos diferentes, com preços entre R$ 299,99 e R$ 799,99.

Os Labubus são bonecos de pelúcia com aparência excêntrica e dentes serrilhados, criados em 2015 pelo artista de Hong Kong Kasing Lung.

Eles viraram febre nos últimos meses, primeiro entre celebridades. Rihanna, Maya Massafera, Virginia Fonseca e Marina Ruy Barbosa já apareceram com os bonecos pendurados em bolsas.

Os originais são vendidos em caixas-surpresa, o que significa que o comprador só descobre qual personagem recebeu depois de abrir a embalagem. Dependendo da sorte, é possível tirar desde modelos comuns até versões raras da coleção.

Após a parceria com a Pop Mart, os personagens ajudaram a fabricante chinesa a faturar mais de US$ 2,3 bilhões, segundo a Forbes.

Até então, os produtos da Pop Mart não eram vendidos oficialmente no Brasil. Com a febre dos bonecos nas redes sociais, versões falsificadas passaram a ser facilmente encontradas no país.

Enquanto um Labubu original chegou a custar US$ 300 (cerca de R$ 1,6 mil) em junho do ano passado, era possível encontrar réplicas na região da 25 de Março por preços entre R$ 65 e R$ 250, como mostrou o g1 em junho de 2025.

"Chegou a hora de oferecer essa experiência de forma oficial, com acesso amplo e a qualidade que a marca representa", disse Moise Candi, CEO da Candide.

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Imposto de Renda 2026: faltando 4 dias para prazo final, quase 11 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 09:55

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: faltando 4 dias para prazo final, quase 11 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração Entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu, até a manhã desta terça-feira (26), 33,2 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, ano-base 2025.

O prazo de entrega começou em 23 de março e se estende até 29 de maio, e a expectativa do Fisco é de receber 44 milhões de documentos neste ano.

Deste modo, faltando quatro dias para o fim do prazo de entrega, quase 11 milhões de contribuintes ainda têm de enviar sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.

A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio das seguintes plataformas:.

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu, até a manhã desta terça-feira (26), 33,2 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, ano-base 2025.

O prazo de entrega começou em 23 de março e se estende até 29 de maio, e a expectativa do Fisco é de receber 44 milhões de documentos neste ano.

Deste modo, faltando quatro dias para o fim do prazo de entrega, quase 11 milhões de contribuintes ainda têm de enviar sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.

➡️A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio das seguintes plataformas:

Programa Gerador da Declaração (PGD) relativo ao exercício de 2026, disponível para download no site da Secretaria Especial da Receita Federal na internet,serviço "Meu Imposto de Renda", observado o disposto no art. 5º, disponível:site da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil na internet;aplicativo da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil para dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguida de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;quem deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Dólar abre em alta com mercado atento a ataques dos EUA ao Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 09:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (26) em alta, avançando 0,05% na abertura, cotado a R$ 5,0210. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os Estados Unidos realizaram ataques no sul do Irã contra plataformas de lançamento de mísseis e embarcações que tentavam instalar minas no Estreito de Ormuz. Segundo as autoridades americanas, a operação teve como objetivo “proteger tropas das ameaças representadas pelas forças iranianas”.

▶️ Apesar da tensão militar, investidores seguem monitorando as negociações entre Washington e Teerã. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que um acordo pode “levar alguns dias”, enquanto Donald Trump disse que as conversas com o Irã estavam indo “bem”.

🔎 No mercado de petróleo, os preços apresentam comportamento misto nesta terça-feira. Por volta das 8h45 (de Brasília), o barril do Brent subia 2,4%, negociado a US$ 98,50, enquanto o petróleo WTI, referência nos EUA, caía 4,7%, para US$ 92,04.

▶️ Já no Brasil, investidores seguem acompanhando discussões no Congresso. A votação da proposta que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal para 40 horas sem corte salarial foi adiada.

▶️ Ainda no Senado, a Comissão de Assuntos Econômicos analisa nesta terça-feira um projeto de renegociação de dívidas do agronegócio. Já a Comissão de Segurança Pública debate regras relacionadas à lavagem de dinheiro.

Os preços do petróleo voltaram a oscilar nesta terça-feira (26, noite de segunda-feira no Brasil) após novos ataques dos EUA no sul do Irã ampliarem as incertezas sobre as negociações de paz entre os dois países.

O movimento aumentou a cautela dos investidores, especialmente diante do risco de novos impactos sobre o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás.

Segundo os militares americanos, os ataques realizados na segunda-feira tiveram como objetivo “proteger nossas tropas das ameaças representadas pelas forças iranianas”.

Washington afirmou ainda que agiu com moderação por causa do cessar-fogo em vigor. O Irã, por outro lado, acusou os EUA de violarem a trégua com bombardeios na província de Hormozgan, no sul do país. A imprensa iraniana relatou explosões na cidade portuária de Bandar Abbas.

🔎 Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do petróleo Brent, referência internacional, subia 2,4%, negociado a US$ 98,50. Já o petróleo WTI, referência nos EUA caía 4,7%, para US$ 92,04 por barril. 📊 Apesar da alta do Brent nesta terça, os preços seguem abaixo dos mais de US$ 120 registrados no fim de abril, quando as preocupações com o conflito chegaram ao auge.

Em meio à tensão, o mercado segue dividido entre o temor de uma nova escalada militar e a expectativa de avanço nas negociações diplomáticas.

Declarações recentes do presidente Donald Trump reforçaram o cenário de incerteza: enquanto Washington demonstra otimismo com as conversas, autoridades iranianas afirmam que ainda não há acordo próximo.

Na volta do feriado nos EUA, os índices futuros de Wall Street operavam em alta e indicavam um início de pregão positivo para as bolsas americanas.

Por volta das 9h30 (horário de Brasília), os contratos futuros do Dow Jones avançavam 0,53%, enquanto os do S&P 500 subiam 0,67%. Já o Nasdaq, índice mais ligado às empresas de tecnologia, registrava alta de 1,09%.

Na Alemanha, o DAX caía 0,7%, aos 25.214,08 pontos, enquanto o CAC 40, da França, perdia 0,9%, aos 8.187,07 pontos. Na contramão, o FTSE 100, do Reino Unido, avançava 0,7%, para 10.540,40 pontos.

Em Xangai, o índice SSEC caiu 0,17%, aos 4.145 pontos. Já o CSI300, que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, subiu 0,53%, aos 4.947 pontos.

Em Hong Kong, o Hang Seng recuou 0,03%, aos 25.599 pontos. No Japão, o Nikkei fechou em queda de 0,25%, aos 64.996 pontos.

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O que faz um ovo ser jumbo? Idade da galinha ajuda a explicar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 04:47

GLOBO RURAL O que faz um ovo ser jumbo? Idade da galinha ajuda a explicar Indústria classifica ovos por peso, que varia conforme a idade da ave, alimentação e condições de produção nas granjas. Por Globo Rural

Uma mesma granja pode produzir ovos de diversos tamanhos, indo do médio (o menor) até o jumbo. Na indústria, os produtos são separados a partir do peso.

"A ave que está iniciando a produção, ela tá crescendo. Então, ela não tem estrutura óssea para botar ovos jumbo. Conforme a franga vai ficando mais velha, ela vai tendo abertura da pélvis maior, onde vai passar esse ovo", explica o veterinário Tarcísio Agostinho.

As aves produzem ovos desde as 18 até as 90 semanas de vida. A partir de 50 semanas, elas já conseguem colocar ovos jumbo.

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NR-1: Como saber se você está em um ambiente de trabalho tóxico? Faça o QUIZ e descubra como denunciar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 04:47

Trabalho e Carreira NR-1: Como saber se você está em um ambiente de trabalho tóxico? Faça o QUIZ e descubra como denunciar Nova regra da NR-1 entra em vigor nesta terça e amplia a obrigação das empresas sobre riscos à saúde mental no trabalho. País teve recorde de afastamentos em 2025. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

A atualização da NR-1 entra em vigor em 26 de maio e amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores.

A norma obriga companhias a identificar e prevenir riscos psicossociais, como pressão excessiva, metas abusivas, jornadas longas e assédio moral.

A medida foi anunciada em 2024, adiada após pressão de empresas e voltou a ser alvo de pedidos de prorrogação, mas o governo afirma que não pretende adiar novamente.

Em parceria com a ABRH, o g1 preparou um quiz para ajudar trabalhadores a identificar sinais de um ambiente profissional tóxico e entender como denunciar situações de risco.

A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que entra em vigor nesta terça-feira (26), amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores.

Anunciada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024, a medida estava inicialmente prevista para valer em maio de 2025 — ano em que, como revelou o g1, o Brasil bateu recorde no número de afastamentos por transtornos mentais.

Após pressão de sindicatos patronais e empresas, o governo decidiu adiar a entrada em vigor da norma por um ano. Mais recentemente, diante de novos pedidos de prorrogação, um segundo adiamento chegou a ser discutido pelo Ministério do Trabalho.

O ministro Luiz Marinho, no entanto, afirmou que não pretende voltar atrás novamente. Segundo especialistas, a exposição contínua a situações de risco no ambiente profissional está entre as principais causas de adoecimento mental e afastamentos do trabalho.

Em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), o g1 preparou uma sequência de perguntas para ajudar você a identificar sinais de um ambiente de trabalho que pode estar prejudicando a saúde mental dos trabalhadores.

Segundo a coordenadora-geral de Fiscalização em Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho, Viviane Forte, existem diversas situações e indícios que levam um ambiente de trabalho a ser considerado tóxico.

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Segundo Thatiana Cappellano, pesquisadora sobre os transtornos mentais no contexto do trabalho, um dos principais gatilhos que causam o adoecimento mental do trabalhador é a intensificação da jornada, pressão excessiva por meta, e a precarização dos empregos.

“Boa parte das pessoas hoje seguem tendo que fazer atividade de três pessoas, mas em uma só função. Se as pessoas continuarem trabalhando no ritmo que elas trabalham, elas vão continuar adoecendo mentalmente”, explica.

Já segundo Luana Carvalho, Diretora de Comunicação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), afirma que é essencial encontrar um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, além de priorizar os cuidados com a saúde mental.

Existem diversos canais para denúncias trabalhistas nos casos de empregados que estão passando por situações de riscos psicossociais. São eles:

Canal de Denúncias para Inspeção do Trabalho: canal online do Ministério do Trabalho para denúncias trabalhistas;Fala.br: plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação da Controladoria-Geral da União;Central Alô Trabalho: o número 158 funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília). A ligação gratuita de qualquer telefone fixo, mas chamadas por celular serão cobradas;Superintendências Regionais do Trabalho: são responsáveis por executar, supervisionar e monitorar ações relacionadas a políticas públicas de trabalho nos estados;Canal do Ministério Público do Trabalho: O MPT tem um canal de denúncias e atua para combater o assédio moral nas relações de trabalho;Disque 100: Serviço gratuito e disponível 24 horas por dia, o disque 100 recebe denúncias de violações de direitos humanos, inclusive assédio moral no trabalho.

O denunciante não precisa se identificar, basta acessar um dos sistemas e inserir o maior número possível de informações.

A ideia é que os órgãos possam, a partir dessas informações do denunciante, analisar se o caso de fato configura em assédio moral e realizar as verificações no local de trabalho.

Assédio moral no trabalho pode causar consequências na saúde mental e física da vítima — Foto: Freepik

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Seu cérebro pode estar sabotando suas finanças; entenda o ‘viés do presente’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 03:51

g1 explica Seu cérebro pode estar sabotando suas finanças; entenda o ‘viés do presente’ No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A economia comportamental explica um hábito que se vê muito por aí: decidir economizar e, pouco depois, parcelar uma compra. O comportamento é chamado de “viés do presente”, quando o cérebro dá mais valor ao benefício imediato do que a ganhos maiores no futuro.

Na prática, muita gente prefere receber R$ 100 hoje a esperar um mês para ganhar R$ 120. Mas, quando a decisão é deixada para o futuro, esperar se torna mais fácil. Segundo especialistas, o problema não está no valor, mas na distância do tempo.

O mecanismo ajuda a explicar decisões como entrar no rotativo do cartão, parcelar compras sem necessidade e adiar escolhas importantes. O prazer imediato costuma pesar mais do que o custo futuro.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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