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Seu cérebro pode estar sabotando suas finanças; entenda o ‘viés do presente’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 03:51

g1 explica Seu cérebro pode estar sabotando suas finanças; entenda o ‘viés do presente’ No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A economia comportamental explica um hábito que se vê muito por aí: decidir economizar e, pouco depois, parcelar uma compra. O comportamento é chamado de “viés do presente”, quando o cérebro dá mais valor ao benefício imediato do que a ganhos maiores no futuro.

Na prática, muita gente prefere receber R$ 100 hoje a esperar um mês para ganhar R$ 120. Mas, quando a decisão é deixada para o futuro, esperar se torna mais fácil. Segundo especialistas, o problema não está no valor, mas na distância do tempo.

O mecanismo ajuda a explicar decisões como entrar no rotativo do cartão, parcelar compras sem necessidade e adiar escolhas importantes. O prazer imediato costuma pesar mais do que o custo futuro.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Casal transforma barraca de pastel em negócio que fatura R$ 270 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 26/05/2026 03:51

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casal transforma barraca de pastel em negócio que fatura R$ 270 mil por mês Empreendedores começaram com um único ponto de venda, ampliaram a operação e hoje comandam fábrica, trailers e barracas de pastel na Grande São Paulo. Por PEGN

Dora Alcantara e Claudemir Moreira transformaram uma barraca de pastel em um negócio familiar com fábrica, trailers e pontos de venda em feiras da Grande São Paulo.

O casal começou no ramo há mais de 30 anos e deu o primeiro passo no empreendedorismo após comprar um ponto de pastelaria em 1995.

Hoje, a empresa produz cerca de 4,5 mil pastéis e 9 mil salgadinhos por semana, com faturamento mensal em torno de R$ 270 mil.

Além de envolver os filhos e a família na operação, os empreendedores agora sonham em expandir o negócio e até exportar os pastéis para fora do Brasil.

O pastel, um dos símbolos mais tradicionais das feiras livres brasileiras, foi também o responsável por unir Dora Alcantara e Claudemir Moreira.

Há mais de 30 anos juntos, o casal transformou o trabalho nas feiras em um negócio familiar que hoje movimenta milhares de salgados por semana na região de Mauá, na Grande São Paulo.

Claudemir começou trabalhando em uma barraca de pastel ao lado do cunhado de Dora. Foi a família quem apresentou os dois. “Ele é muito trabalhador”, relembra Dora sobre o conselho que ouviu antes do primeiro encontro.

O relacionamento evoluiu junto com o sonho de ter um negócio próprio. A oportunidade surgiu em 1995, quando o dono da pastelaria onde Claudemir trabalhava decidiu vender o ponto.

Incentivado pela experiência que já tinha no ramo, ele resolveu comprar o primeiro espaço de vendas. Dora passou a ajudar na produção dos recheios nos fins de semana e, aos poucos, o casal expandiu a operação.

Casal transforma barraca de pastel em negócio que fatura R$ 270 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

Hoje, além das barracas e trailers espalhados pelas feiras da região, o casal mantém uma fábrica responsável pela produção de cerca de 4,5 mil pastéis e 9 mil salgadinhos por semana.

O negócio começou com investimento inicial de R$ 11 mil e atualmente registra faturamento mensal de aproximadamente R$ 270 mil.

A empresa também virou um negócio de família. Os três filhos participam da operação, além de noras e funcionários contratados. “Acabou virando negócio da família”, resume Dora.

Mesmo após décadas no setor, o casal ainda pensa grande. O próximo sonho é levar o produto para fora do país. “Eu sempre pensei em exportar o meu pastel”, afirma Claudemir.

📍 Endereço: R. João Brancalion, 458 – Parque Sao Vicente Mauá/SP – CEP: 09371-480📞Telefone: (11)99609-2766📧 E-mail: dorane.maria75@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/pastel_dora_claudemir/📘 Facebook: https://www.facebook.com/p/Pastel-Dora-e-Claudemir-100063733231125/?locale=pt_BR

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Mega-Sena pode pagar R$ 3.5 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 00:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 3.5 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.011 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3.5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (25), em São Paulo.

Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia

O g1 passou a transmitir todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Imposto de Renda 2026: como declarar pensão alimentícia sem cair na malha fina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 00:48

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: como declarar pensão alimentícia sem cair na malha fina Quem paga ou recebe pensão precisa informar os valores à Receita Federal. Veja quais campos preencher, o que pode ser deduzido e os erros que devem ser evitados. Por André Catto, g1 — São Paulo

Quem paga pensão alimentícia deve redobrar a atenção ao declarar o Imposto de Renda 2026 para evitar erros que podem levar à malha fina.

Tanto quem paga a pensão (alimentante) quanto quem recebe (alimentando) devem informar os valores à Receita.

Desde 2023, a pensão alimentícia deixou de ser tributada para quem recebe o valor. Ainda assim, é obrigatório informar à Receita quanto foi recebido ao longo do ano-calendário, que, na declaração atual, se refere a 2025.

Quem paga pensão alimentícia pode abater os valores da declaração do Imposto de Renda, reduzindo a renda sobre a qual o imposto é calculado.

Só podem ser deduzidos os valores de pensão definidos pela Justiça, em acordo homologado judicialmente ou formalizados em escritura pública.

O contribuinte que paga pensão alimentícia deve redobrar a atenção ao declarar o Imposto de Renda 2026 para evitar erros que podem levar à malha fina.

⚠️ O prazo para envio da declaração termina nesta sexta-feira (29). Quem não entregar os dados à Receita Federal até a data estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido.

Antonio Gil, sócio de Impostos da EY, explica que tanto quem paga a pensão (alimentante) quanto quem recebe (alimentando) devem informar os valores à Receita.

No caso de quem paga a pensão, os valores devem ser declarados na ficha “Pagamentos Efetuados”. O código pode variar entre 30 e 34, dependendo do caso, explica Gil Franco.Já para quem recebe a pensão, os dados devem ser informados na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, sob o código 28. Também é necessário preencher o CPF e o nome de quem fez o pagamento.

Desde 2023, a pensão alimentícia deixou de ser tributada para quem recebe o valor. Ainda assim, é obrigatório informar à Receita quanto foi recebido ao longo do ano-calendário — que, na declaração atual, se refere a 2025, explica Gil.

Antes da mudança, a pensão era considerada rendimento tributável e podia gerar recolhimento mensal de IR por meio do Carnê-Leão.

🔎 No carnê, é feito o recolhimento mensal obrigatório do IR para quem recebe rendimentos de pessoas físicas ou do exterior sem desconto automático na fonte.

Sim. Quem paga pensão alimentícia pode abater os valores da declaração do Imposto de Renda, reduzindo a renda sobre a qual o imposto é calculado.

🚨 Antonio Gil, da EY, alerta para uma regra importante: só podem ser deduzidos os valores de pensão definidos pela Justiça, em acordo homologado judicialmente ou formalizados em escritura pública.

"Significa que valores pagos fora do que foi acordado não podem ser abatidos. Esse erro é relativamente comum e pode gerar problemas para o alimentante", diz.

"Isso porque, caso seja necessário comprovar, com documentos, a base do valor abatido, ele não conseguirá justificar o total ou parte dele em situações de pagamentos acima do que foi acordado", acrescenta.

Mesmo quem optar pela declaração simplificada — e não usar a dedução da pensão alimentícia — deve informar os valores pagos na ficha “Pagamentos Efetuados”, já que os pagamentos foram feitos a uma pessoa física.No caso de separação ou divórcio ao longo de 2025, existe uma exceção: tanto quem paga a pensão quanto o ex-cônjuge podem incluir o alimentando como dependente na declaração referente ao ano. Isso ocorre porque a mudança na relação de dependência aconteceu no decorrer do ano-calendário.A pensão alimentícia não se limita à transferência de dinheiro e também pode ser considerada no pagamento direto de despesas do alimentando, como escola e plano de saúde. Nesses casos, os valores podem ser deduzidos pelo alimentante na ficha “Pagamentos Efetuados”.Por outro lado, gastos como aluguel, condomínio, transporte e previdência complementar, mesmo quando previstos em decisão judicial, não podem ser deduzidos no IR.Mesmo quando a pensão é paga com recursos provenientes de rendimentos isentos, o alimentante pode deduzir esses valores dos rendimentos tributáveis que possuir, desde que informe corretamente os pagamentos na ficha “Pagamentos Efetuados”.Nos casos em que a pensão foi determinada por uma decisão judicial no exterior, a sentença precisa ser homologada no Brasil pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que os valores possam ser deduzidos na declaração do Imposto de Renda.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Governo publica decreto que fixa em R$ 0,44 subsídio por litro da gasolina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/05/2026 23:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%Oferecido por

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta segunda-feira (25) decreto que estabelece um subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina para tentar conter os efeitos da alta do preço dos combustíveis.

O subsídio será pago diretamente aos produtores e importadores de gasolina, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Nesta sexta-feira (22), o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, adiantou que o valor do subsídio para a gasolina ficaria em 0,44 centavos por litro.

“Chegamos à conclusão de que R$ 0,44 é hoje o valor por litro mais apropriado para a subvenção e deve ser suficiente para amortecer o choque de preços que tivemos na gasolina porque foi menor que teve no diesel”, disse.

A guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, travou o fluxo de navios petroleiros no Estreito de Ormuz — corredor marítimo no Golfo Pérsico por onde passa cerca de 20% do petróleo global. Com isso, o barril do petróleo, principal matéria-prima dos combustíveis, voltou a superar os US$ 100.

Apesar da disparada nos preços internacionais, a Petrobras ainda não reajustou a gasolina vendida às distribuidoras.

Em abril deste ano, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo.

subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha;subvenção ao querosene da aviação;linhas de crédio para o setor aéreo.

A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual). Somada ao subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32, a subvenção total chega a R$ 1,52.

No início deste mês, o governo federal editou uma medida provisória (MP) com ações para conter a alta dos combustíveis, mais especificamente a gasolina e o diesel, produzidos no Brasil ou importados.

A MP prevê um benefício tributário na Cide e do PIS/Cofins, tributos federais que incidem sobre os combustíveis. A nova subvenção terá início pela gasolina, que ainda não foi alvo de nenhuma medida para conter o aumento de preço, mas, de acordo com o governo, pode se estender ao diesel.

O desconto no imposto não poderá ultrapassar o teto dos tributos federais. Atualmente, esses valores são:

R$ 0,89 por litro na gasolina, o que inclui PIS/Cofins e Cide; eR$ 0,35 de PIS/Cofins por litro de óleo diesel, que já teve sua tributação suspensa em março por uma outra MP. A medida pode valer para o diesel quando a MP de março, com duração prevista para abril e maio, deixar de ser aplicada.

A iniciativa ocorre em meio à paralisação, na Câmara dos Deputados, da tramitação do projeto de lei complementar que autoriza o uso de receitas extraordinárias do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis. A proposta foi encaminhada pelo Executivo ao Congresso em abril.

O projeto que está parado estabelece a possibilidade de reduzir impostos sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel sempre que houver aumento extraordinário da arrecadação decorrente da alta nas cotações internacionais do petróleo.

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MP-SP processa fabricante de ração após morte de centenas de cavalos e pede R$ 10 milhões de indenização

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/05/2026 20:45

São Paulo MP-SP processa fabricante de ração após morte de centenas de cavalos e pede R$ 10 milhões de indenização Em ação civil pública ajuizada na sexta (22), Ministério Público de SP afirma que rações produzidas pela empresa Nutratta Nutrição Animal continham substâncias tóxicas em concentrações até 2.600 vezes superiores ao limite considerado seguro para cavalos. Por Redação g1 SP — São Paulo

Segundo o processo, a empresa teria utilizado resíduos de soja contaminados com alcaloides pirrolizidínicos na fabricação de rações destinadas a equinos, bovinos, suínos e aves.

O g1 entrou entrou em contato com a Nutratta, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Ao menos nove cavalos criados na chácara Dia de Sol, na zona rural de Guarulhos, na Grande São Paulo, morreram em 2025 após consumir rações da Nutratta.

A ração da Nutratta foi contaminada com monocrotalina, uma toxina encontrada em plantas do tipo crotalária, segundo o Ministério da Agricultura.

O Ministério Público de São Paulo ajuizou uma ação civil pública contra a fábrica de nutrição animal Nutratta e o proprietário da empresa após a morte de centenas de cavalos e o adoecimento de outros animais em diferentes estados do país. A ação foi protocolada na última sexta-feira (22) pela Promotoria de Justiça do Consumidor.

Segundo o processo, a empresa teria utilizado resíduos de soja contaminados com alcaloides pirrolizidínicos na fabricação de rações destinadas a equinos, bovinos, suínos e aves.

O bloqueio de bens dos réus;A proibição da retomada das atividades da empresa antes do cumprimento de exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa);A realização de recall dos produtos contaminados;A indenização dos consumidores prejudicados;E o pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos.

De acordo com as investigações, laudos laboratoriais e necropsias apontaram a presença das substâncias tóxicas em concentrações até 2.600 vezes superiores ao limite considerado seguro para cavalos.

O g1 entrou entrou em contato com a Nutratta, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Os dados reunidos pelo Mapa apontam 238 mortes confirmadas de equídeos em diferentes estados do país. Em um haras de Indaiatuba, no interior paulista, foram registradas 29 mortes e cerca de 120 animais adoecidos.

Outro caso de grande impacto ocorreu em Atalaia, em Alagoas, onde 79 animais morreram após consumir ração da empresa, segundo o Ministério Público.

Também houve relatos de mortes e adoecimento de animais em propriedades de Guarulhos, Campinas, Itu, Porto Feliz, Volta Redonda e Jaboticatubas.

A ação civil pública afirma ainda que a contaminação pode ter extrapolado os danos causados aos animais e atingido a cadeia alimentar humana. Isso porque, segundo o MP, a mesma linha de produção era utilizada para fabricar ração bovina sem mecanismos eficazes de controle de contaminação cruzada.

Auditoras do Ministério da Agricultura alertaram para o risco de transmissão dos alcaloides tóxicos por meio do leite, da carne e do fígado de animais alimentados com os produtos contaminados. O MP sustenta que a empresa descumpriu normas sanitárias e de segurança alimentar ao utilizar matéria-prima contaminada na produção das rações.

Ao menos nove cavalos criados na chácara Dia de Sol, na zona rural de Guarulhos, na Grande São Paulo, morreram em 2025 após consumir rações da Nutratta.

"Um cavalo passou a noite rodando em círculos numa baia e uma égua estava querendo morder a parede. Com todos os animais foi assim, é como se fosse uma demência", disse o comerciante e criador Marcos Barbosa.

À época, o Mapa determinou o recolhimento de todos os produtos da empresa destinados a equídeos produzidos a partir de novembro de 2024 e iniciou uma investigação para apurar as mortes, além de ter proibido a comercialização.

Dono de cavalos em Gaurulhos suspendeu o uso da ração, mas cerca de 30 animais já tinham consumido o produto. — Foto: Arquivo pessoal

Barbosa disse que um representante da empresa visitou o local após os relatos das mortes em maio do ano passado. Segundo ele, o funcionário teria assumido a responsabilidade da fábrica e informado que a empresa tomaria as providências. Na ocasião, foram confiscados 110 sacos da ração, disse o comerciante.

Em julho de 2025, um levantamento obtido pelo g1 contabilizou 645 mortes de animais em ao menos seis estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Alagoas).

A ração da Nutratta foi contaminada com monocrotalina, uma toxina encontrada em plantas do tipo crotalária, segundo o Ministério da Agricultura — Foto: Arquivo pessoal

A ração da Nutratta foi contaminada com monocrotalina, uma toxina encontrada em plantas do tipo crotalária, segundo o Ministério da Agricultura. Essa toxina é hepatotóxica (afeta o fígado) e neurotóxica (afeta o sistema nervoso), sendo fatal para diversos animais (equinos, bovinos e suínos, entre outros)

Os primeiros casos de intoxicação surgiram em 21 de abril de 2025, no Rio de Janeiro, e a primeira morte foi registrada no dia 23 do mesmo mês em São Paulo. Os cavalos estavam aparentemente saudáveis e sem alterações clínicas evidentes. Entretanto, subitamente, começaram a apresentar sinais neurológicos agudos que evoluíram rapidamente para a morte.

Quando a toxina atinge o sistema nervoso, os animais perdem o controle de seus movimentos, ficam com a cabeça baixa e se machucam.

Segundo a veterinária Marcella Batista, não há cura para a intoxicação. Ela afirma que perdeu dois animais em um intervalo de menos de 30 dias. Os cavalos viviam em Cabreúva, interior de São Paulo, e eram alimentados com a ração há cerca de dois anos.

"Há apenas tratamento de suporte com soro e antitóxicos. A intoxicação causa alteração das enzimas hepáticas e, eventualmente, sintomas neurológicos, que podem levar à eutanásia devido ao sofrimento animal", disse ela.

"O animal se debate, derruba tudo, entra em sofrimento absurdo. E aí tem que entrar com eutanásia", afirmou.

Segundo ela, recomenda-se um exame das enzimas hepáticas em animais que consumiram a ração contaminada para iniciar o tratamento preventivamente.

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É #FAKE que fabricação de produtos de Adidas, Nike e Umbro vai ser transferida do Brasil para o Paraguai

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/05/2026 16:26

Fato ou Fake É #FAKE que fabricação de produtos de Adidas, Nike e Umbro vai ser transferida do Brasil para o Paraguai Posts mentem ao citar que Grupo Dass decidiu transferir produção nacional para essas marcas. Em nota publicada nesta sexta, empresa diz 'que não há qualquer plano ou possibilidade de fechamento das unidades do Brasil'. Por Redação g1 — g1

Circula nas redes sociais uma publicação dizendo que produção da Adidas, da Nike e da Umbro será transferida do Brasil para o Paraguai. É #FAKE.

Desde 20 de maio, publicações no X que acumulam mais de 600 mil visualizações exibem uma imagem com o seguinte texto: "Adidas, Nike e Umbro serão fabricadas no Paraguai após a gigante brasileira escolher transferir quase toda produção para o país". Veja dois exemplos de legendas que propagaram essa alegação: "Adeus fábricas da Nike, Adidas e Umbro" ; e "Mais uma empresa deixando o Brasil. O Grupo Dass, fabricante de tênis da Nike, Adidas e Fila, irá se mudar para o Paraguai em busca de menos impostos e mais competitividade. Enquanto o Brasil pune quem produz, empregos e investimentos vão embora".

Mas isso é mentira. Na sexta-eira (22), o Grupo Dass (empresa brasileira responsável pela produção de Adidas, Umbro e Nike na América do Sul) divulgou um comunicado negando o fim da produção em território nacional. Publicada no site oficial e nas redes sociais da companhia, a nota diz: "A informação que circula de que a empresa estaria deixando o Brasil para migrar as suas operações para o Paraguai é totalmente falsa e não procede. Trata-se de um equívoco grave e de pura desinformação. Não existe qualquer plano ou possibilidade de fechamento das unidades no Brasil. Pelo contrário, as fábricas brasileiras seguem firmes, operando normalmente e são fundamentais para a estratégia do Grupo".

No comunicado oficial publicado no início da tarde de sexta (22), o Grupo Dass explica que a transferência envolveu, na verdade, uma unidade que operava na Argentina e foi realocada para o Paraguai.

"O ajuste das operações na Argentina vem de longa data, motivado por desafios estruturais do setor e sempre tratando de adequar-se às novas realidades econômicas daquele país e à competitividade global. Trata-se de uma reestruturação estritamente local e interna para o mercado argentino, que não possui qualquer relação com o início da operação têxtil no Paraguai e, muito menos, com as operações no Brasil".

A fabricante, que tem sedes no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, prossegue dizendo que a fábrica do Paraguai atua exclusivamente no segmento de confecção para "uma demanda específica", não tendo as instalações necessárias para produzir calçados:

"A unidade da Dasstex, no Paraguai, atua exclusivamente no segmento de confecção (vestuário), operando em uma planta de pequeno porte focada no atendimento de demandas específicas das marcas próprias da companhia. Assim, ressaltamos que é técnica e operacionalmente impossível realizar qualquer migração de maquinários ou de linhas de produção voltadas a calçados esportivos para a unidade fabril paraguaia, visto que os processos industriais, insumos e maquinários de calçados e vestuário são distintos. As marcas produzidas pelo Grupo seguem seus fluxos normais de produção".

50 vídeos VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE.Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake

É #FAKE que fabricação de produtos de Adidas, Nike e Umbro vai ser transferida do Brasil para o Paraguai

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‘Portal Único pode reduzir em R$ 40 bilhões ao ano o custo do comércio exterior’, diz Alckmin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/05/2026 15:03

São Carlos e Araraquara 'Portal Único pode reduzir em R$ 40 bilhões ao ano o custo do comércio exterior', diz Alckmin Vice-presidente e ministro do MDIC compareceu ao anúncio de vagas e investimentos na fábrica da Whirlpool, dona da Brastempo e Consul, nesta segunda, em Rio Claro (SP). Por Fabio Rodrigues, g1 São Carlos e Araraquara

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (25), em Rio Claro (SP), que a conclusão do Portal Único de Comércio Exterior (Siscomex) até dezembro deve reduzir em R$ 40 bilhões por ano os custos das exportações e importações brasileiras.

A afirmação aconteceu durante anúncio de vagas e investimentos na fábrica da Whirlpool, dona da Brastempo e Consul.

Segundo o ministro, a medida vai acelerar processos logísticos, ampliar a competitividade da indústria nacional e estimular a abertura de novos mercados internacionais.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (25), em Rio Claro (SP), que a conclusão do Portal Único de Comércio Exterior (Siscomex) até dezembro deve reduzir em R$ 40 bilhões por ano os custos das exportações e importações brasileiras.

A afirmação aconteceu durante anúncio de vagas e investimentos na fábrica da Whirlpool, dona da Brastempo e Consul.

Segundo o ministro, a medida vai acelerar processos logísticos, ampliar a competitividade da indústria nacional e estimular a abertura de novos mercados internacionais.

LEIA TAMBÉM: Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade do Brasil

Segundo ele, a nova unidade da Whirlpool deve se tornar um “hub de exportação”, especialmente para a América Latina.

Alckmin destacou ainda que a demora no desembaraço de cargas em portos e aeroportos gera prejuízos significativos às empresas brasileiras e afirmou que o Portal Único deve reduzir burocracias e custos logísticos.

“Isso reduz o Custo Brasil em R$ 40 bilhões por ano. Porque a carga parada num navio ou num aeroporto, um dia, custa 0,8% da carga. Se ficar 10 dias parado, já perdeu 8%.”

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (a direita), durante visita na Whirpool em Rio Claro — Foto: Fábio Rodrigues/g1

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Durante a coletiva, Alckmin defendeu que a indústria brasileira precisa ampliar sua presença no mercado externo para crescer e citou setores que dependem diretamente das exportações para sobreviver.

“Tem determinados tipos de indústria que não sobrevivem se não exportar. A Embraer não existiria se ela não vendesse para o mundo inteiro”, afirmou.

O vice-presidente também citou a retomada das atividades da Avibras, em Jacareí (SP), após anos de crise, e relacionou o fortalecimento da indústria nacional à expansão comercial do país.

O ministro também citou acordos comerciais firmados pelo Mercosul com países como Singapura e membros da Associação Europeia de Livre Comércio (Efta), além das negociações com a União Europeia, como estratégias para ampliar as exportações brasileiras.

Vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, compareceu ao anúncio de vagas e investimentos na fábrica da Whirlpool, dona da Brastempo e Consul, nesta segunda, em Rio Claro (SP). — Foto: Fabio Rodrigues/g1

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Após reunião com Lula, Motta diz que PEC do fim da escala 6×1 prevê jornada de 40 horas sem corte de salário e transição de um ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/05/2026 15:03

Política Após reunião com Lula, Motta diz que PEC do fim da escala 6×1 prevê jornada de 40 horas sem corte de salário e transição de um ano Presidente da Câmara afirmou que pontos são 'inegociáveis'. Motta adiantou que proposta prevê, após 60 dias da promulgação da PEC, redução imediata de duas horas de trabalho e, após 12 meses, de mais duas horas. Por Caetano Tonet, Elisa Clavery, g1 e GloboNews — Brasília

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a PEC deve prever a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salários.

Segundo Motta, a proposta prevê redução gradual da jornada, com corte de duas horas após 60 dias da promulgação da PEC e outras duas ao fim de um ano.

O presidente Lula defendeu que a redução da jornada seja feita de forma imediata, sem uma transição longa.

O relator do projeto do chamado fim da escala 6×1 (6 dias de trabalho para 1 de folga) na Câmara, Léo Prates, deve apresentar o parecer final nesta segunda-feira. A expectativa é de votação na comissão especial nesta terça-feira.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (25), após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que a proposta de fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de folga) deve prever a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salários, e um período de transição de um ano.

Segundo Motta, o texto também deve estabelecer uma implementação escalonada, com redução inicial de duas horas após 60 dias da promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e mais duas horas ao fim de 12 meses (entenda mais abaixo).

Após o encontro, Motta concedeu entrevista coletiva no Salão Verde da Câmara, onde afirmou que há consenso sobre os principais pontos da proposta e classificou três pilares como “inegociáveis”.

“Começamos essa discussão com questões que são inegociáveis e chegamos ao final desse trabalho com esses pilares bastante consolidados e mantidos”, disse.

“O primeiro ponto, tratando da redução da jornada de trabalho. Estamos garantindo que iremos reduzir de 44 horas para 40 horas semanais. Isso estará no texto do relator”, afirmou.

“Também, para nós, é inegociável a questão do fim da escala 6×1. Estamos aqui garantindo que os trabalhadores brasileiros passarão a ter, com a aprovação dessa PEC, a redução da escala. Nós acabaremos com a escala 6×1 e garantiremos dois dias de folga para os trabalhadores.”

“Aquilo que também para nós é inegociável é fazer tanto a redução da escala quanto da jornada sem ter redução salarial. Esses três pontos são inegociáveis para a Câmara dos Deputados e para o governo.”

Pronunciamento do presidente da Câmara dos Deputados. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta — Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

Apesar do consenso sobre o conteúdo, Motta indicou que o texto deve prever um período de transição para a redução da jornada.

“O relator trará o texto logo mais já fazendo, após 60 dias da promulgação da PEC, a redução de duas horas imediatamente. Após 12 meses, mais duas horas. A transição se dará em um ano.”

Em várias ocasiões, Lula se manifestou contra a adoção de uma transição longa. Na última sexta-feira (22), o presidente disse que a redução deveria ser feita de forma imediata.

“Nós defendemos que a redução seja de uma vez. De 44 (horas) para 40 (horas) e fim de papo, sem reduzir salário. Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer meia hora por ano. Aí é brincar de fazer redução”, afirmou o presidente na ocasião.

Motta também disse que tratou com Lula um projeto de lei com medidas para mitigar impactos da mudança sobre o mercado de trabalho.

“Hoje, esses empreendedores só podem empregar uma pessoa com carteira assinada. A nossa ideia é avançar, permitindo que esses empreendedores possam contratar mais pessoas, já que estamos reduzindo a jornada de trabalho", afirmou Motta.

Segundo Motta, a medida busca ampliar a formalização do emprego e acompanhar a redução da jornada de trabalho.

"Isso irá trazer um avanço significativo, principalmente para buscarmos a formalidade do trabalho. E queremos também, no âmbito dessa discussão, em que pensamos em aumentar essa quantidade de pessoas que poderão ser contratadas por esses microempreendedores individuais, tratar do reajuste do valor para as micro e pequenas empresas", prosseguiu.

O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala 6×1, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), deve apresentar o parecer final na tarde desta segunda na comissão especial.

A expectativa é que o texto seja votado na comissão especial nesta terça (26) e a deliberação no plenário da Câmara ainda nesta semana. Se aprovado, seguirá para análise do Senado.

Paralelamente à PEC, o governo apresentou um projeto de lei sobre o tema, que trata da jornada e da escala de trabalho sem alterar a Constituição.

A proposta enfrenta resistência de representantes do setor produtivo, que apontam aumento de custos, e de economistas, que defendem que a medida seja acompanhada por ganhos de produtividade.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

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Caixa antecipa para esta segunda pagamento de R$ 8,5 bilhões para trabalhador que tinha optado pelo saque-aniversário

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/05/2026 13:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,011-0,36%Dólar TurismoR$ 5,204-0,42%Euro ComercialR$ 5,832-0,08%Euro TurismoR$ 6,071-0,17%B3Ibovespa176.614 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,011-0,36%Dólar TurismoR$ 5,204-0,42%Euro ComercialR$ 5,832-0,08%Euro TurismoR$ 6,071-0,17%B3Ibovespa176.614 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,011-0,36%Dólar TurismoR$ 5,204-0,42%Euro ComercialR$ 5,832-0,08%Euro TurismoR$ 6,071-0,17%B3Ibovespa176.614 pts0,23%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal antecipou para esta segunda-feira (25) a liberação do pagamento aos trabalhadores que tinham optado pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e que foram demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025.

A expectativa inicial era de que os recursos começassem a ser depositados nas contas-correntes ou poupança dos trabalhadores somente nesta terça-feira (26).

Os trabalhadores que ainda não possuem conta cadastrada poderão realizar o saque nos canais físicos de atendimento, como agências, lotéricas e terminais de autoatendimento, até 1º de junho de 2026.

A Caixa Econômica Federal informou que a decisão de antecipar o pagamento do FGTS tem como objetivo facilitar o acesso dos trabalhadores aos recursos, tendo em vista o atual cenário econômico.

A Caixa Econômica Federal informou que antecipou para esta segunda-feira (25) a liberação do pagamento aos trabalhadores que tinham optado pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e que foram demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025.

A expectativa inicial era de que os recursos começassem a ser depositados nas contas-correntes ou poupança dos trabalhadores somente nesta terça-feira (26).

"Os créditos serão realizados automaticamente nas contas bancárias cadastradas no aplicativo FGTS para os trabalhadores elegíveis, que optaram pela modalidade Saque-Aniversário e tiveram contrato de trabalho suspenso ou encerrado entre 1º de janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025", informou a instituição.

Os trabalhadores que ainda não possuem conta cadastrada poderão realizar o saque nos canais físicos de atendimento, como agências, lotéricas e terminais de autoatendimento, até 1º de junho de 2026.

O trabalhador pode consultar se possui crédito a receber e o valor disponível diretamente no aplicativo FGTS, nas opções "Resumo do Seu FGTS – Extrato Detalhado" e “Informações Úteis”. O crédito ocorre após a incorporação da rentabilidade mensal do FGTS (juros e atualização monetária), garantindo maior valor disponibilizado.

"Vale destacar que os trabalhadores nascidos em junho, optantes pelo SaqueAniversário, receberão os valores previstos na MP nº 1.331/2025 a partir de 01/06/2026, após pagamento da parcela do Saque-Aniversário ou repasse às instituições financeiras previsto para o mês, conforme calendário regular", acrescentou a Caixa Econômica Federal.

Também a partir desta segunda-feira (25), os trabalhadores já podem consultar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para utilizá-lo no Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo federal.

Quem aderir à iniciativa poderá usar até 20% do saldo disponível no FGTS ou R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para quitar ou amortizar dívidas em atraso.

O valor será transferido diretamente às instituições financeiras responsáveis pelos contratos renegociados.

Cálculos do governo federal estimam que até R$ 8,2 bilhões do FGTS poderão ser movimentados no âmbito do programa.

O trabalhador consultará seu saldo e poderá autorizar o banco ao qual está devendo a buscar o valor do saldo disponível para negociação.Depois, negocia com o banco devedor o valor com desconto da dívida na própria instituição financeira.Após a consulta do saldo, os bancos e demais instituições financeiras terão prazo estimado de até 30 dias para formalizar os contratos e registrar as informações nos sistemas da Caixa Econômica Federal.Concluída a validação, a Caixa fará o repasse dos recursos do FGTS diretamente à instituição credora.

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