RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Democratas pedem a Trump que proíba montadoras chinesas de fabricar ou vender carros nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 14:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%Oferecido por

Mais de 70 democratas na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pediram na terça-feira (28) ao presidente Donald Trump que não permita que montadoras chinesas construam ou vendam carros nos Estados Unidos.

Os legisladores, liderados pelos representantes Debbie Dingell e Ro Khanna, pediram a Trump para manter uma proibição que conta com forte apoio de montadoras americanas e estrangeiras, além de outros grupos do setor automotivo.

Em janeiro, o presidente dos EUA disse estar aberto à ideia de montadoras chinesas construírem veículos no país.

No início deste mês, três senadores democratas fizeram uma carta antes da cúpula planejada de Trump com o presidente chinês Xi Jinping no próximo mês.

Mais de 70 democratas na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pediram na terça-feira (28) ao presidente Donald Trump que não permita que montadoras chinesas construam ou vendam carros nos Estados Unidos.

Os legisladores, liderados pelos representantes Debbie Dingell e Ro Khanna, pediram a Trump para manter uma proibição que conta com forte apoio de montadoras americanas e estrangeiras, além de outros grupos do setor automotivo.

Em janeiro, o presidente dos EUA disse estar aberto à ideia de montadoras chinesas construírem veículos no país.

“Se quiserem entrar e construir uma fábrica e contratar você, seus amigos e seus vizinhos, isso é ótimo, eu adoro isso”, afirmou Trump, ao Detroit Economic Club.

No início deste mês, três senadores democratas fizeram uma carta antes da cúpula de Trump com o presidente chinês Xi Jinping, que acontece no próximo mês.

“A indústria automobilística americana não deve ser cedida a um concorrente estratégico com intenção de dominação global”, diz a carta.

“Pedimos que o senhor tome medidas claras e decisivas para garantir que montadoras chinesas não sejam autorizadas a entrar no mercado dos Estados Unidos sob nenhuma forma.”

O governo de Joe Biden impôs regulamentações que, na prática, proíbem montadoras chinesas de vender automóveis nos EUA em janeiro de 2025, citando preocupações de segurança nacional relacionadas à capacidade dos veículos de coletar dados sensíveis de proprietários americanos.

Também existem altas tarifas para carros chineses, mas os consumidores americanos têm demonstrado maior interesse nesses veículos, segundo pesquisas recentes.

A Casa Branca afirmou neste mês que “embora o governo esteja sempre trabalhando para garantir mais investimentos no renascimento industrial dos Estados Unidos, qualquer ideia de que comprometeríamos nossa segurança nacional para isso é infundada e falsa.”

No mês passado, associações do setor automotivo representando quase todas as grandes montadoras pediram ao governo dos EUA que mantenha as montadoras chinesas fora do país.

Também no mês passado, o senador republicano Bernie Moreno, de Ohio, disse que irá propor uma legislação para isolar o mercado americano, de modo que “nunca haja um cenário em que um automóvel chinês entre em nosso mercado — seja hardware, software ou parcerias.”

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Preços do petróleo sobem ao maior patamar em um mês, após saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 14:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%Oferecido por

Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação. — Foto: Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação.

Os preços do petróleo voltaram a avançar nesta terça-feira (28) e alcançaram o maior nível em um mês, após o anúncio de saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Opep+, que reúne aliados estratégicos do grupo.

Perto das 13h15, o petróleo tipo Brent, referência internacional, tinha alta de 2,80%, cotado a US$ 111,26 o barril. Mais cedo, a cotação chegou a US$ 112,53 — maior nível desde 27 de março, quando bateu US$ 112,57.

🔍 O tipo Brent é a principal classificação de petróleo cru para os mercados europeu e asiático. É a referência utilizada pela Petrobras para definir os preços dos combustíveis no mercado interno. Extraído principalmente no Mar do Norte, classificado como "leve" e "doce" devido à sua baixa densidade e baixo teor de enxofre, o que facilita o refino em gasolina e diesel.

O avanço nos preços da commodity ganharam força pela manhã, após os Emirados Árabes Unidos anunciarem sua saída da Opep e da Opep+ a partir de 1º de maio, causando um grande golpe ao grupo e para a Arábia Saudita, seu principal líder.

O ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail Mohamed al-Mazrouei, confirmou a saída à Reuters e explicou que a decisão foi tomada após uma análise detalhada das estratégias de energia do país na região.

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A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, acontece em um período em que o conflito com o Irã causou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

A decisão pode gerar instabilidade e enfraquecer o grupo, que geralmente tenta manter uma imagem de união, mesmo com divergências internas sobre temas como política internacional e limites de produção.

Quando perguntado se os Emirados Árabes Unidos conversaram com a Arábia Saudita sobre a decisão, Suhail Mohamed al-Mazrouei disse que o país não tratou do tema com nenhuma outra nação.

"Esta é uma decisão sobre política, tomada após uma análise cuidadosa das políticas atuais e futuras relacionadas ao nível de produção", disse o ministro de Energia.

Os países do Golfo que fazem parte da Opep já estavam tendo problemas para exportar pelo Estreito de Ormuz, que fica entre o Irã e Omã.

Por esse local passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, mas as exportações foram prejudicadas por ameaças e ataques de iranianos a navios.

Mazrouei disse que a saída dos Emirados Árabes Unidos não deve causar grande impacto no mercado, por causa da situação no estreito.

A decisão foi tomada depois que os Emirados Árabes Unidos, que são um importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticaram outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de vários ataques do Irã durante o conflito.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao aumentar os preços do petróleo.

Trump também relacionou o apoio militar dos Estados Unidos à região do Golfo aos valores do petróleo, dizendo que, enquanto os americanos protegem os países da Opep, eles “exploram isso impondo preços altos do petróleo”.

Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, também criticou a resposta dos países árabes e do Golfo aos ataques do Irã, durante uma reunião no Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda-feira.

“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas política e militarmente, acho que sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, disse Gargash.

“Eu esperava essa postura fraca da Liga Árabe, e não me surpreende, mas não esperava isso do Conselho de Cooperação do Golfo. Estou surpreso”, afirmou.

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Free flow: veja como pedir de volta dinheiro da multa de pedágio eletrônico

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 12:47

Carros Free flow: veja como pedir de volta dinheiro da multa de pedágio eletrônico Governo suspendeu 3,4 milhões de multas e motoristas podem regularizar situação. Valor de multa não será devolvido automaticamente. Quem já pagou precisa entrar com recurso. Por Redação g1

Nesta terça-feira (28), o governo anunciou que vai suspender 3,4 milhões de multas de rodovias no sistema de pedágio eletrônico, conhecido como free flow.

Quem foi multado tem até 200 dias para pagar o valor do pedágio devido e se livrar da multa. A partir desta quarta-feira (29), o sistema do Senatran vai indicar as multas como “suspensas”. O tema já vinha sendo discutido pelo número elevado de reclamações.

Neste mesmo período de 200 dias, os motoristas continuarão pagando o pedágio eletrônico, mas não serão autuados. A medida visa dar um prazo para concessionárias, Estados e motoristas se familiarizarem com o novo sistema.

Quem já pagou a multa pode pedir restituição. A devolução dos valores não será automática. O motorista precisa solicitar e o processo vai proceder no órgão de trânsito competente.

No caso da multa freeflow, o usuário precisa entrar com recurso, provar que fez o pagamento do pedágio e solicitar a restituição da multa.

O motorista sempre tem a oportunidade de recorrer das infrações, e o processo depende do órgão que aplicou a multa, como Detran, Polícia Rodoviária Federal, DER, entre outros.

Em geral, o processo começa com a apresentação da defesa de autuação. O motorista tem prazo de 30 dias para apontar eventuais erros antes mesmo de a multa ser aplicada. No caso do free flow, a multa já foi aplicada e o motorista precisa explicar isso no recurso.Essa primeira defesa deve ser analisada pelas autoridades em até 30 dias. Aqui é preciso provar que foi pago o pedágio devido.Se o recurso for indeferido, há prazo de 30 dias para recorrer em primeira instância à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). O órgão tem mais um mês para emitir o parecer.Se essa etapa for rejeitada, é possível recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) em segunda instância. Multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal têm um processo próprio de recurso, com formulários específicos.

A estimativa é que a devolução das multas deve alcançar R$ 93 milhões por parte do governo federal.

"Eu liguei para cada governo estadual avisando dessa situação. Que existe a possibilidade de haver um complemento por parte do Estado para a restituição do valor", explicou George Santoro, ministro dos Transportes e presidente do Conselho Nacional de Trânsito.

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BYD tem maior queda de lucro em seis anos com diminuição das vendas na China

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 12:47

Carros BYD tem maior queda de lucro em seis anos com diminuição das vendas na China Maior vendedora de veículos elétricos do mundo, enfrenta pressão de rivais como Geely e Leapmotor. Por Reuters

A montadora chinesa de veículos elétricos BYD teve a maior queda no lucro trimestral em seis anos, pressionada por vendas fracas no mercado doméstico e pela intensificação da concorrência.

O lucro líquido da BYD no primeiro trimestre caiu 55,4% em relação ao ano anterior, para 4,1 bilhões de yuans (US$ 599,46 milhões), aprofundando a queda de 38,2% registrada no quarto trimestre.

A receita recuou 11,8%, para 150,2 bilhões de yuans, estendendo a sequência de retração para o terceiro trimestre consecutivo.

Com as vendas domésticas enfrentando uma desaceleração prolongada, a BYD está mirando agressivamente os mercados internacionais, com foco em tecnologia avançada ou na localização da produção.

A montadora chinesa de veículos elétricos BYD teve a maior queda no lucro trimestral em seis anos, mostrou um documento enviado ao mercado nesta terça-feira (28), pressionada por vendas fracas no mercado doméstico e pela intensificação da concorrência.

A maior vendedora de veículos elétricos do mundo, conhecida por seu foco em modelos mais acessíveis com preços abaixo de 150 mil yuans (US$ 21.931,43), enfrenta pressão de rivais como Geely e Leapmotor.

O lucro líquido da BYD no primeiro trimestre caiu 55,4% em relação ao ano anterior, para 4,1 bilhões de yuans (US$ 599,46 milhões), aprofundando a queda de 38,2% registrada no quarto trimestre, segundo os dados.

A receita recuou 11,8%, para 150,2 bilhões de yuans, estendendo a sequência de retração para o terceiro trimestre consecutivo.

Salão de Pequim: Brasil terá 1 mil carregadores ultrarrápidos da BYD com recarga em 9 minutos até 2027; VÍDEO

“A BYD precisa que os volumes de vendas domésticas ganhem força sequencialmente no segundo trimestre e que haja uma recuperação mais sustentada e de participação de mercado no terceiro trimestre para que o lucro geral melhore”, disse Eugene Hsiao, chefe de estratégia de ações da China na Macquarie Capital.

A pressão aumentou à medida que a China reduz os subsídios de troca para carros elétricos de entrada e híbridos plug-in. As vendas totais da BYD caíram pelo sétimo mês consecutivo em março, apesar do crescimento contínuo e forte nas remessas para o exterior.

Com as vendas domésticas enfrentando uma desaceleração prolongada, a BYD está mirando agressivamente os mercados internacionais, com foco em tecnologia avançada ou na localização da produção. A maior concorrente chinesa da Tesla afirmou estar confiante em atingir sua meta de vendas no exterior de 1,5 milhão de veículos até 2026 — ou até mais — o que implicaria um crescimento superior a 40% em relação a 2025, embora não tenha divulgado uma meta total de vendas.

Vincent Sun, analista da Morningstar, projetou que as exportações da BYD devem crescer entre 25% e 30% neste ano, enquanto as vendas totais de veículos devem avançar cerca de 12%.

No entanto, Hsiao afirmou que as vendas no exterior podem não ser suficientes para compensar totalmente a fraqueza no mercado doméstico caso as tendências atuais persistam.

Buscando recuperar sua vantagem tecnológica, a BYD está apostando ainda mais em tecnologia de carregamento ultrarrápido, com o objetivo de atrair motoristas fiéis a carros movidos a gasolina ao reduzir as preocupações com o tempo de recarga.

A BYD iniciou na sexta-feira a pré-venda do seu SUV elétrico de grande porte Datang, durante o Salão do Automóvel de Pequim, juntando-se a uma lista crescente de montadoras chinesas que miram o segmento premium e intensificam a concorrência com marcas europeias de luxo.

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Emirados Árabes têm a 5ª maior reserva conhecida de petróleo no mundo; veja ranking

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,4%Dólar TurismoR$ 5,2050,46%Euro ComercialR$ 5,8520,19%Euro TurismoR$ 6,0970,2%B3Ibovespa187.713 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,4%Dólar TurismoR$ 5,2050,46%Euro ComercialR$ 5,8520,19%Euro TurismoR$ 6,0970,2%B3Ibovespa187.713 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,4%Dólar TurismoR$ 5,2050,46%Euro ComercialR$ 5,8520,19%Euro TurismoR$ 6,0970,2%B3Ibovespa187.713 pts-0,98%Oferecido por

Os Emirados Árabes Unidos, que anunciaram nesta terça-feira (28) a saída da Opep e da Opep+, grupos que reúnem os principais países exportadores de petróleo, têm a quinta maior reserva conhecida do produto no mundo.

Segundo o boletim de 2025 divulgado pela Opep, os Emirados têm uma reserva estimada de 113 bilhões de barris (veja mapa abaixo).

A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do planeta, com capacidade de aproximadamente 303 bilhões de barris — ou 17% do volume conhecido. Depois, aparecem Arábia Saudita (267 bilhões), Irã (209 bilhões) e Iraque (145 bilhões). Os quatro países são membros da Opep.

O Brasil, por sua vez, ocupa atualmente a 14ª posição nesse ranking, com capacidade de aproximadamente 16 bilhões de barris.

🔎O que são a Opep e a Opep+? A Opep foi criada em 1960 para tentar controlar a quantidade de petróleo disponível no mundo e influenciar seu preço. Hoje, ela tem 12 membros, principalmente do Oriente Médio e da África. A Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados), criada em 2016, reúne esse grupo principal e mais 11 países produtores, que se encontram regularmente para decidir sobre a venda de petróleo no mercado internacional.

Decisão dos Emirados acende alerta sobre preços do petróleoComo fica a Opep com a saída dos Emirados Árabes do grupoEmirados têm a 5ª maior reserva conhecida de petróleo no mundo🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1

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Saída dos Emirados Árabes da Opep e Opep+: o que são os grupos e como isso pode afetar seu bolso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%Oferecido por

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram que deixarão a Opep e a Opep+ em 1º de maio, após revisão de sua estratégia energética, reacendendo debates sobre o papel desses grupos no mercado global de petróleo.

Criada em 1960, a Opep reúne países produtores para coordenar a produção de petróleo e influenciar preços. Seus membros respondem por cerca de 30% da produção mundial, liderados por países como Arábia Saudita, Iraque, Irã e Emirados Árabes Unidos.

Em 2016, a Opep formou uma aliança com outros grandes produtores, criando a Opep+, que reúne 23 países, incluindo Rússia, México e Cazaquistão. Juntos, os membros da Opep e da Opep+ representam cerca de 40% da produção global de petróleo.

Esses países se reúnem regularmente para ajustar a produção de petróleo. Reduções de oferta podem sustentar ou elevar preços, enquanto aumentos de produção tendem a aliviar pressões no mercado.

Mudanças no mercado internacional de petróleo podem afetar os combustíveis no país, já que o preço do barril influencia valores definidos pela Petrobras. Ainda assim, fatores como dólar, política de preços da empresa e impostos também pesam no valor pago pelos consumidores.

A decisão dos Emirados Árabes Unidos de deixar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a OPEC+ a partir de 1º de maio reacendeu o debate sobre o papel desses grupos no mercado global de petróleo — e sobre como suas decisões podem influenciar os preços da energia no mundo.

O anúncio foi confirmado pelo ministro de Energia do país, Suhail Mohamed al-Mazrouei, que afirmou que a decisão foi tomada após uma revisão das estratégias energéticas dos Emirados Árabes na região.

Para entender por que a decisão dos Emirados Árabes Unidos chama a atenção do mercado, é preciso observar o papel da Opep e da Opep+ no setor de petróleo. A seguir, o g1 explica como funcionam esses grupos, que reúnem alguns dos maiores produtores do mundo, e por que suas decisões podem influenciar os preços da energia.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo, conhecida como Opep, é um grupo criado em 1960 por países produtores com o objetivo de coordenar a produção de petróleo e influenciar os preços no mercado internacional.

Hoje, os integrantes da organização respondem por cerca de 30% da produção mundial de petróleo. Dentro do grupo, no entanto, há grandes diferenças no volume produzido por cada país.

Dados do último Boletim Estatístico Anual da Opep mostram como a produção de petróleo se distribui entre os países membros:

Arábia Saudita: 8,96 milhões de barris/diaIraque: 3,86 milhões de barris/diaIrã: 3,26 milhões de barris/diaEmirados Árabes Unidos: 2,92 milhões de barris/diaKuwait: 2,41 milhões de barris/diaNigéria: 1,35 milhão de barris/diaLíbia: 1,14 milhão de barris/diaVenezuela: 921 mil barris/diaArgélia: 907 mil barris/diaCongo: 260 mil barris/diaGabão: 224 mil barris/diaGuiné Equatorial: 57 mil barris/dia

Em 2016, diante de um período de preços baixos do petróleo, a Opep ampliou essa coordenação ao firmar uma parceria com outros grandes produtores. Dessa aproximação surgiu a OPEC+, que reúne 23 países exportadores de petróleo.

Os países da Opep e da Opep+ se reúnem regularmente para decidir quanto petróleo será colocado no mercado internacional. A ideia é ajustar a oferta de acordo com a demanda global.

Quando a procura por petróleo cai, o grupo pode reduzir a produção, diminuindo a oferta e ajudando a sustentar os preços. Em momentos de demanda maior, também pode aumentar a produção, o que tende a aliviar pressões sobre o mercado.

Por isso, mudanças na composição desses grupos — como a saída dos Emirados Árabes Unidos — são acompanhadas de perto por investidores e governos, já que podem alterar o equilíbrio entre oferta e demanda de petróleo no mundo.

Mudanças dentro da Opep e da Opep+ costumam ser acompanhadas de perto pelos mercados porque podem influenciar o preço do petróleo no mundo — e isso, por consequência, tende a repercutir também no custo dos combustíveis em diferentes países, incluindo o Brasil.

Isso ocorre porque o valor do barril é um dos fatores considerados pela Petrobras ao definir os preços de produtos como gasolina, diesel, gás natural e gás de cozinha (GLP) no mercado interno.

Ainda assim, é cedo para medir qual será o impacto concreto da saída dos Emirados Árabes Unidos sobre os preços no país.

Primeiro, será preciso observar se a reação do mercado representa apenas uma oscilação momentânea ou se o movimento poderá alterar de forma mais duradoura o equilíbrio entre oferta e demanda de petróleo.

Além disso, o preço pago pelos consumidores brasileiros depende de outros elementos além do petróleo internacional. Entre eles estão a cotação do dólar, a política de preços adotada pela Petrobras e o nível de impostos que incidem sobre os combustíveis.

Logo da Opep durante reunião informal de membros da organização em Argel, capital da Argélia, nesta quarta-feira (28) — Foto: Reuters/Ramzi Boudina

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Arrecadação federal soma R$ 229 bilhões em março, com alta de 5% e bate recorde para o mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 229,2 bilhões em março deste ano, informou nesta terça-feira (28) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 4,99% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 218,4 bilhões (valor corrigido pela inflação).

O valor também foi o maior já registrada para meses de março desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.

▶️Segundo a Receita Federal, o recorde pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Capital e do IOF.

▶️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior);mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então;imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);reoneração gradual da folha de pagamentos;fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);início da taxação das bets;aumento do IOF sobre crédito e câmbio;alta na tributação dos juros sobre capital próprio.

Nos três primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 777,12 bilhões — sem a correção pela inflação.

Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 784,24 bilhões no primeiro trimestre, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 749,9 bilhões.

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep acende alerta sobre preços do petróleo à frente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%Oferecido por

Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. — Foto: Pilar Olivares / Reuters

A saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Opep+ (que considera os aliados estratégicos do grupo) nesta terça-feira (27) traz uma nova dinâmica para o mercado global da commodity e pode afetar os preços à frente.

A decisão acontece em meio ao choque energético histórico provocado pela guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã e representa um duro golpe para os grupos exportadores de petróleo.

Segundo especialistas consultados pela Reuters, o impacto deve ser limitado no curto e médio prazo, uma vez que a principal preocupação para o mercado de petróleo no momento não é a produção, mas o transporte da commodity, em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz.

"O anúncio de hoje não altera nada nesse aspecto", afirmou o estrategista sênior de pesquisa da Pepperstone, Michael Brown, à agência de notícias.

"A meta de produção pré-conflito dos Emirados Árabes Unidos, de 5 milhões de barris por dia em 2027, agora pode se mostrar mais provável de ser alcançada, o que, por sua vez, ajudará os preços de referência do petróleo bruto a se normalizarem mais rapidamente assim que o conflito em curso no Oriente Médio chegar ao fim", completou.

Ainda assim, dizem os especialistas, a decisão levanta preocupações sobre os eventuais impactos na gestão dos preços de petróleo por parte da Opep.

"Com o tempo, essa saída levanta uma questão estratégica mais ampla: se outros produtores começarem a priorizar a participação de mercado em detrimento da disciplina de cotas, a capacidade da Opep de gerir mercados de forma ordenada por meio de ajustes coordenados na oferta poderá ser cada vez mais questionada", alertou o especialista do Saxo Bank, Ole Hansen, à Reuters.

Atualmente, a Opep tem grande influência nos preços do petróleo no mercado internacional por meio das dinâmicas de oferta e demanda coordenadas entre os países produtores e exportadores da commodity pela organização.

➡️ Funciona assim: em vez de estabelecer um preço pré-definido para a commodity, o grupo faz acordos de produção para ajustar a quantidade de petróleo disponível no mercado. São estabelecidas metas (ou cotas) para cada país que, quando cumpridas, ajudam a subir ou descer os preços da commodity a depender da necessidade do mercado.

Assim, se há uma maior oferta de petróleo no mercado global, o grupo reduz a quantidade de barris disponíveis — o que ajusta o preço da commodity para cima. Já se a demanda está maior, o grupo também consegue aumentar a venda e a produção para puxar os preços para baixo.

Entre os países exportadores, os Emirados Árabes Unidos são o 4º maior produtor de petróleo do mundo e tem a 5ª maior reserva da commodity.

"A saída dos Emirados Árabes Unidos representa uma mudança significativa para a Opep. Juntamente com a Arábia Saudita, é um dos poucos membros com capacidade ociosa relevante — mecanismo através do qual o grupo exerce influência no mercado", explicou o analista da Rystad, Jorge Leon, à Reuters.

Com isso, disse Leon, a implicação da decisão do país é uma Opep "estruturalmente mais fraca" no longo prazo.

"Fora do grupo, os Emirados Árabes Unidos teriam tanto o incentivo quanto a capacidade de aumentar a produção, levantando questões mais amplas sobre a sustentabilidade do papel da Arábia Saudita como estabilizadora central do mercado — e apontando para um mercado de petróleo potencialmente mais volátil, à medida que a capacidade da Opep de suavizar os desequilíbrios de oferta diminui", completou.

Os especialistas explicam que, apesar dos impactos negativos de longo prazo, a decisão dos Emirados Árabes Unidos de sair do grupo não foi recebida com tanta surpresa pelo mercado, uma vez que o país têm discordado da política geral da Opep há anos .

Segundo o analista sênior da Centro Carnegie Rússia-Eurásia Sergey Vakulenko, a projeção dos Emirados Árabes Unidos é de aumentar a produção em até 30% — e seria difícil conseguir esse avanço dentro das limitações impostas pela organização.

"Agora provavelmente é o momento menos prejudicial para anunciar isso. Os preços do petróleo estão altos e há escassez real devido ao fechamento do Estreito de Ormuz. Depois que Ormuz reabrir, haverá uma demanda elevada e, como os países estarão reabastecendo as reservas que foram consumidas desde fevereiro, os preços permanecerão altos", avaliou Vakulenko à Reuters.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como fica a Opep depois de os Emirados Árabes Unidos saírem do grupo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%Oferecido por

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram sua saída dos grupos Opep e Opep+, que reúnem as principais nações produtoras de petróleo, após quase 60 anos.

Os EAU afirmaram que a decisão reflete sua "visão estratégica e econômica de longo prazo e seu perfil energético em evolução".

A decisão é vista como um golpe para o grupo, com um analista descrevendo a saída de um dos seus membros mais importantes como "o começo do fim da Opep".

O ministro da Energia do país do Golfo afirmou que, por não ter mais obrigações com os grupos, o país terá mais flexibilidade.

Os Emirados Árabes Unidos aderiram à Opep em 1967 e sua saída deixará o grupo dos produtores de petróleo com 11 membros.

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram sua saída dos grupos Opep e Opep+, que reúnem as principais nações produtoras de petróleo, após quase 60 anos.

Os EAU afirmaram que a decisão reflete sua "visão estratégica e econômica de longo prazo e seu perfil energético em evolução".

A decisão é vista como um golpe para o grupo, com um analista descrevendo a saída de um dos seus membros mais importantes como "o começo do fim da Opep".

O ministro da Energia do país do Golfo afirmou que, por não ter mais obrigações com os grupos, o país terá mais flexibilidade.

Os Emirados Árabes Unidos aderiram à Opep em 1967 e sua saída deixará o grupo dos produtores de petróleo com 11 membros.

Opep e Opep+: o que são os grupos e como isso pode afetar seu bolsoEmirados Árabes têm a 5ª maior reserva conhecida de petróleo no mundo; veja rankingSaída dos Emirados Árabes Unidos da Opep acende alerta sobre preços do petróleo à frente

Saul Kavonic, chefe de pesquisa de energia da MST Financial, disse que este é "o começo do fim da Opep".

"Com a saída dos Emirados Árabes Unidos, a Opep perde cerca de 15% de sua capacidade e um de seus membros mais obedientes."

De acordo com os dados mais recentes da Opep, os Emirados Árabes Unidos produzem 2,9 milhões de barris de petróleo por ano. A Arábia Saudita, líder de fato da Opep, produz 9 milhões de barris de petróleo.

"A Arábia Saudita terá dificuldades para manter o restante da Opep unida e, efetivamente, terá que assumir a maior parte do trabalho pesado em relação à conformidade interna e à gestão do mercado sozinha", disse Kavonic, acrescentando que outros membros da Opep podem seguir o mesmo caminho.

"Isso representa uma reconfiguração geopolítica fundamental do Oriente Médio e dos mercados de petróleo", acrescentou.

A Opep foi formada em 1960 por cinco países: Irã, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita e Venezuela. Seu objetivo tem sido coordenar a produção para fornecer receita estável para seus membros.

O número de países no grupo tem flutuado ao longo dos anos, mas além dos cinco membros fundadores, hoje também fazem parte Argélia, Guiné Equatorial, Gabão, Líbia, Nigéria e República do Congo.

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Há 4 minutos Educação Tentativa de reduzir filaINSS restringe pedidos de aposentadoria e pensão; entenda a nova regra

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS restringe pedidos de aposentadoria, pensão e BPC para reduzir fila; entenda a nova regra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0090,52%Dólar TurismoR$ 5,2170,7%Euro ComercialR$ 5,8580,29%Euro TurismoR$ 6,1120,44%B3Ibovespa187.862 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,0090,52%Dólar TurismoR$ 5,2170,7%Euro ComercialR$ 5,8580,29%Euro TurismoR$ 6,1120,44%B3Ibovespa187.862 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,0090,52%Dólar TurismoR$ 5,2170,7%Euro ComercialR$ 5,8580,29%Euro TurismoR$ 6,1120,44%B3Ibovespa187.862 pts-0,91%Oferecido por

O INSS passou a proibir a apresentação de novos pedidos de aposentadorias, pensões e BPC para o mesmo tipo de benefício enquanto houver um processo ainda em análise ou dentro do prazo de recurso administrativo.

A medida foi oficializada pela Instrução Normativa nº 203, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira (24), e já está em vigor.

A nova regra altera procedimentos previstos na norma anterior que regula a concessão de benefícios previdenciários e estabelece que o segurado não poderá abrir um novo requerimento para a mesma espécie de benefício enquanto o pedido anterior ainda estiver pendente.

Com isso, era possível entrar com um novo pedido mesmo com o anterior ainda em andamento — seja para corrigir algum erro, acrescentar documentos ou tentar acelerar a análise.

A partir de agora, será considerado “processo em curso” aquele cujo prazo para apresentação de recurso administrativo ainda não tenha terminado.

A medida foi oficializada pela Instrução Normativa nº 203, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira (24), e já está em vigor. — Foto: INSS/Divulgação

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou a proibir novos pedidos de aposentadoria, pensão e Benefício de Prestação Continuada (BPC) para o mesmo tipo de benefício enquanto houver um processo em análise ou dentro do prazo de recurso administrativo.

A medida foi oficializada pela Instrução Normativa nº 203, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira (24), e já está em vigor.

A nova regra altera procedimentos da norma anterior que regula a concessão de benefícios previdenciários e estabelece que o segurado não poderá fazer um novo pedido para o mesmo tipo de benefício enquanto o anterior ainda estiver pendente.

🔎 Antes da nova regra, o INSS seguia uma norma que organizava os pedidos, mas não proibia de forma clara a realização de um novo pedido para o mesmo benefício enquanto o primeiro ainda estava em análise ou dentro do prazo de recurso.

Com isso, era possível fazer um novo pedido mesmo com o anterior ainda em andamento — seja para corrigir erros, incluir documentos ou tentar acelerar a análise.

A partir de agora, será considerado “processo em curso” aquele cujo prazo para apresentação de recurso administrativo ainda não tenha terminado.

Ou seja, após uma negativa do INSS, o segurado terá que aguardar o prazo de recurso — geralmente de 30 dias — antes de fazer um novo pedido do mesmo benefício.

🚨A restrição, no entanto, não se aplica a pedidos de revisão, que podem ser solicitados normalmente.

Em nota, o INSS afirmou que “a medida tem como objetivo aprimorar os fluxos de análise e tornar mais eficiente o atendimento aos segurados”.

"Na prática, ela busca evitar a multiplicidade de pedidos idênticos para o mesmo CPF — o que gera retrabalho administrativo e impacta negativamente o tempo de análise de todos os requerimentos."

Segundo o instituto, há um “desequilíbrio estrutural relevante” na fila de pedidos, apesar do esforço contínuo para ampliar a capacidade de análise, além de um “volume crescente de solicitações duplicadas”.

Dados internos do INSS mostram que, do total de pedidos, 41,41% são reapresentados entre 1 e 30 dias após a conclusão do primeiro processo — e 22,47% entre 91 e 180 dias. Em categorias como salário-maternidade urbano, a taxa de reincidência no mesmo dia chega a 8,45%.

"Essa prática de abertura sucessiva de novos processos para o mesmo CPF, antes de esgotada a via recursal, gera múltiplos protocolos para a mesma demanda e sobrecarrega o sistema — em detrimento de quem ainda aguarda uma primeira análise", afirmou o órgão, em nota.

A medida ocorre em meio aos esforços do governo para reduzir a fila de análise de benefícios, que hoje acumula milhões de pedidos.

Segundo os dados mais recentes divulgados pelo instituto, a fila de espera para benefícios como aposentadorias, pensões e o BPC recuou de 3,1 milhões para 2,7 milhões em março deste ano.

A pressão sobre o tema levou o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a trocar o comando do órgão, com a saída de Gilberto Waller e a nomeação da servidora de carreira Ana Cristina Viana Silveira.

Segundo o blog de Valdo Cruz, o presidente Lula decidiu pela demissão de Waller porque as filas do INSS estavam desgastando a imagem do governo e devem ser exploradas na campanha eleitoral.

Gilberto Waller teve papel importante na reorganização do INSS após o escândalo de desvios em aposentadorias e pensões. No entanto, na avaliação de Lula, não conseguiu avançar de forma suficiente na redução das filas, um dos principais compromissos da atual gestão.

Durante a campanha de 2022, Lula prometeu zerar a fila do INSS, mas o volume de pedidos continuou elevado.

A nova presidente, Ana Cristina Silveira, é vista como alguém com experiência técnica para agilizar os processos. Antes de assumir o cargo, ela atuava como secretária-executiva adjunta do Ministério da Previdência Social.

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