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Churrasco, cerveja e torcida mais caros: veja a alta dos preços no mercado desde a última Copa do Mundo, em 2022

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

O churrasco pode ficar mais salgado para a torcida brasileira este ano — e não apenas por causa da carne. Itens comuns em reuniões para torcer pelo Brasil em jogos da seleção acumulam um aumento superior ao da inflação, de cerca de 12%, registrada desde a última Copa do Mundo, em 2022.

Para encher a grelha, só a linguiça não ficou mais cara. O frango teve alta de 18%, o pão de alho, de 15%, e a carne bovina, de 9%.

As bebidas também acompanham essa tendência: o preço da cerveja subiu 19% desde 2022, enquanto refrigerantes e sucos registraram aumentos ainda maiores, de 30% e 32%, respectivamente.

Itens mais populares seguiram a mesma variação. A salsicha enlatada teve alta de 26%; os petiscos, como chips, ficaram 21% mais caros; a pipoca de micro-ondas subiu 20%; os lanches prontos, 19%; e o amendoim, 17%.

As estimativas foram feitas, a pedido da BBC News Brasil, pela Scanntech, empresa referência no setor varejista para compilar e analisar cupons fiscais emitidos por mercados de pequeno, médio e grande porte em todo o país.

Os valores podem variar por diversos fatores, desde a localização e a rede de supermercado escolhida pelo consumidor até a marca dos produtos e, no caso da carne bovina, o corte adquirido. Por isso, a empresa prefere não divulgar os preços médios de cada item.

Os aumentos percentuais são valores aproximados, calculados a partir de uma base de cupons fiscais que, segundo a Scanntech, contempla as emissões de três em cada quatro estabelecimentos do setor.

Porta-voz e diretora de marketing da Scanntech, Priscila Ariani diz não acreditar que o consumo voltado para a Copa vá cair por causa da alta dos preços.

Pelo contrário: desta vez, a maioria dos jogos acontece à noite para os brasileiros, o que pode intensificar os encontros e facilitar a participação de quem normalmente não consegue deixar o trabalho para acompanhar uma partida realizada no meio da tarde, por exemplo.

Mas a cesta média de compras para uma reunião diante da televisão deve mudar, acrescenta ela. Segundo as estimativas da Scanntech, que fornece aos supermercados dados de inteligência para impulsionar o faturamento, a expectativa do setor é que as churrasqueiras tenham mais frango do que carne bovina.

Isso se deve a vários fatores. O primeiro, afirma a executiva, é que, embora o frango tenha registrado uma alta média de preços superior à da carne bovina, ele ainda custa muito menos e, diante do endividamento e da perda do poder de compra das famílias, tende a ter maior procura.

Mas há também razões que vão além do preço. Entre elas está o fato de o frango ser menos gorduroso.

A característica, diz Ariani, agrada tanto quem busca fontes de proteína consideradas mais saudáveis quanto pessoas em tratamento com canetas emagrecedoras, conhecidas por provocar enjoos quando o paciente consome cortes gordurosos — em geral bovinos, mesmo os nobres, devido à gordura intramuscular.

"O consumo mudou muito ao longo desses quatro anos, a gente teve crescimentos exponenciais da vertente de saúde. A proteína é a vedete da vez, né? Só se fala em proteína", ela diz.

Essa preocupação com hábitos saudáveis pode parecer paradoxal quando se fala de uma cesta de compras voltada à socialização, reconhece a executiva.

Ainda assim, ela afirma que é possível manter produtos associados à celebração sem abandonar os cuidados com a alimentação.

Nesse contexto, a Scanntech observa, por exemplo, um aumento no consumo de cervejas light, que costumam ter preço mais elevado, mas ao mesmo tempo são ingeridas em menor quantidade.

Para André Braz, coordenador dos Índices de Preços da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialista em política monetária e inflação, é difícil explicar de forma generalizada o aumento dos valores desses produtos.

Diversos fatores influenciam a formação dos preços, explica ele. O primeiro é a própria demanda. Quando a procura aumenta, como costuma ocorrer às vésperas e durante grandes torneios esportivos, os valores tendem a subir.

O diagnóstico é reforçado por um estudo da Scanntech, que registrou vendas, em média, 24% maiores nos dias que antecederam jogos da Copa de 2022 e de competições disputadas no ano passado, como o Mundial de Clubes, a Copa Intercontinental e a Libertadores.

Mas há fatores que vão além da demanda, especialmente no mercado de carne bovina, que enfrenta uma restrição de oferta ao mesmo tempo em que as exportações seguem aquecidas, diz o economista.

O Brasil bateu recorde de exportações de carne bovina in natura no ano passado, mesmo com as sobretaxas impostas pelo presidente americano Donald Trump.

Foram 3,50 milhões de toneladas embarcadas, alta de 20,9% em relação a 2024, e US$ 18,03 bilhões movimentados, o equivalente a cerca de 40,1% a mais do que o faturado no ano anterior, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), que compilou os dados com base em informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Mas o especialista afirma que existe, sim, um elemento comum a todos esses produtos e que contribui para encarecer quase tudo nas prateleiras dos supermercados: a logística.

"O setor de bebidas, por exemplo, enfrenta custos importantes relacionados a embalagens, logística e distribuição. Insumos como alumínio, vidro, plástico e transporte têm peso significativo na formação dos preços e podem pressionar reajustes acima da inflação média", ele diz.

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Copa do Mundo 2026: empresa é obrigada a liberar funcionários para ver jogos? Entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 03:46

Trabalho e Carreira Copa do Mundo 2026: empresa é obrigada a liberar funcionários para ver jogos? Entenda Seleção brasileira fará dois jogos em dias úteis na fase de grupos. Pesquisa mostra que maioria das empresas pretende flexibilizar a rotina durante as partidas. Por Redação g1 — São Paulo

Apenas 5% das empresas pretendem manter o expediente normal durante os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, segundo pesquisa da Catho. A maioria planeja flexibilizar horários ou liberar funcionários durante as partidas.

O levantamento mostra que 76% das empresas acreditam que a Copa impacta a rotina corporativa, principalmente em setores com operação noturna, como varejo, alimentação e serviços.

Entre as medidas mais adotadas estão a transmissão dos jogos no ambiente de trabalho e a liberação antecipada dos colaboradores antes das partidas da seleção.

Especialistas lembram que dias de jogo não são feriados. A liberação depende da decisão da empresa, e faltas sem justificativa podem gerar descontos, advertências e até suspensão.

O primeiro jogo do Brasil em dia útil acontece nesta sexta-feira (19), e empresas de todo o país já se prepararam para mudanças na rotina de trabalho durante os jogos.

As partidas da seleção reacendem dúvidas frequentes entre trabalhadores e empregadores: empresas são obrigadas a liberar funcionários? É permitido assistir aos jogos durante o expediente? As horas podem ser compensadas?

Além do jogo de hoje, o Brasil fará mais um jogo da fase de grupos em dia útil, mas ambos são à noite, no horário de Brasília. Caso a seleção avance no torneio, novas partidas podem voltar a coincidir com o horário de trabalho.

Embora seja comum que empresas flexibilizem horários ou reduzam o expediente durante a Copa, a legislação trabalhista não prevê folga obrigatória em dias de jogo. (veja abaixo como funciona)

Uma pesquisa da Catho, realizada com 420 empresas, mostra que apenas 5% pretendem manter o expediente normal durante os jogos da seleção brasileira. A maioria afirma que deve adotar algum tipo de flexibilização para os colaboradores.

Segundo o levantamento, 76% das empresas dizem que a Copa impacta, ao menos em parte, a rotina corporativa.

Além disso, 60% afirmam que os jogos coincidem com o horário de trabalho — cenário que tende a afetar principalmente setores com operação noturna, como supermercados, shoppings, padarias, varejo, alimentação e prestação de serviços.

Entre as medidas mais adotadas, 26% das empresas afirmam que irão transmitir os jogos no próprio ambiente de trabalho, enquanto 24% pretendem liberar os funcionários antes das partidas.

Para Patricia Suzuki, diretora de RH da Redarbor Brasil, grupo responsável pela Catho, a tendência é que as empresas busquem equilibrar produtividade e experiência do colaborador durante eventos de grande interesse coletivo.

“Existe uma percepção maior das empresas de que flexibilizar a rotina em momentos específicos pode contribuir para engajamento, clima organizacional e até produtividade, principalmente em equipes que atuam em jornadas mais extensas ou no período noturno”, afirma.

A startup GetNinjas já está enfeitada para a Copa do Mundo; funcionários verão jogos em telão — Foto: Marcelo Brandt/G1

Apesar da tradição em anos de Mundial, dias de jogo da seleção brasileira não são feriados. A legislação trabalhista não prevê nenhuma regra específica para a Copa do Mundo e, por isso, a jornada normal de trabalho continua valendo.

Na prática, isso significa que a empresa não é obrigada a liberar funcionários, reduzir expediente ou flexibilizar horários por causa dos jogos. Quando a liberação ocorre, a decisão parte exclusivamente do empregador.

Algumas empresas optam por liberar os funcionários sem desconto salarial, enquanto outras permitem que os trabalhadores assistam às partidas no próprio ambiente de trabalho. Há ainda empresas que mantêm o expediente normalmente.

Quando a dispensa ocorre sem desconto no salário, a folga é considerada remunerada. Em outros casos, as horas podem ser compensadas posteriormente.

O advogado trabalhista Marcel Zangiácomo, sócio do escritório Galvão Villani, Navarro, Zangiácomo e Bardella Advogados, explica que a compensação pode ser exigida quando a empresa decide liberar parcial ou totalmente os funcionários durante o expediente.

Segundo ele, a compensação precisa ser previamente combinada e respeitar os limites previstos na legislação trabalhista.

“A compensação não pode ultrapassar duas horas extras por dia e o acordo precisa ser claro para evitar que o trabalhador seja surpreendido depois”, afirma.

De acordo com o advogado, a compensação pode ocorrer em até um ano, desde que seja firmado o tipo adequado de acordo — individual verbal, individual escrito ou coletivo, dependendo do caso.

Já a falta injustificada em dias de jogo continua sendo tratada como uma ausência comum. O trabalhador pode sofrer desconto salarial e até perder o descanso semanal remunerado.

Advertências e suspensões também podem ocorrer em casos de reincidência. Ainda assim, especialistas ressaltam que faltar apenas para assistir a uma partida, sem aviso ou negociação prévia, não configura motivo automático para justa causa.

Para profissionais que atuam em regime de escala ou em setores essenciais — como saúde, transporte, segurança e atendimento ao público — as regras tendem a ser mais rígidas.

Segundo Zangiácomo, atividades consideradas essenciais não podem ser interrompidas por causa dos jogos. “A empresa não pode comprometer atividades essenciais por causa da Copa. Por isso, é importante planejamento e diálogo para minimizar impactos”, diz.

Nesses casos, acordos individuais costumam ser mais frequentes, com avaliação das condições operacionais de cada equipe.

O advogado também alerta que assistir aos jogos sem autorização, mesmo dentro do ambiente de trabalho, pode ser interpretado como indisciplina.

“Se a empresa determinou que não haverá pausa, o empregado precisa cumprir a orientação. Caso contrário, pode sofrer advertência e até suspensão”, afirma.

Especialistas destacam que, diante da ausência de uma regra única, o diálogo entre empresa e trabalhador é a melhor alternativa para evitar conflitos e garantir segurança para ambos os lados.

Funcionários trabalham na startup GetNinjas, que enfeitou o ambiente de trabalho para os jogos da Copa do Mundo — Foto: Marcelo Brandt/G1

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Quais são e quanto custam as chuteiras dos jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 03:46

Guia de Compras Lazer | Esporte Quais são e quanto custam as chuteiras dos jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026? Preços vão de R$ 800 a R$ 2.500, mas se você quiser escolher uma cor diferente do rosa, vai ser difícil encontrar. Por Henrique Martin, g1

Danilo, da seleção brasileira, chuta bola em disputa com Azzedine Ounahi, do Marrocos, no jogo de 13 de junho pela Copa do Mundo — Foto: Caean Couto/Reuters

As chuteiras (cor de rosa) podem ser o item mais caro da lista de quem quer montar um uniforme completo de jogador brasileiro na Copa do Mundo de 2026.

Os modelos mais baratos encontrados nas lojas da internet no final de maio saíam a partir de R$ 800 e chegavam até R$ 2.500.

🇧🇷 Quer comprar melhor? Receba testes e dicas do Guia de Compras no seu e-mail.Quanto custam as chuteiras dos grandes craques da Copa?

Jogadores da seleção brasileira em campo após o fim de Brasil x Marrocos no último sábado (13) — Foto: Jeenah Moon/Reuters

Quatro marcas dominam os pés dos jogadores da Seleção Brasileira de Futebol: Nike (11 jogadores), Adidas (8), Puma (4) e New Balance (1).

No levantamento feito pelo Guia de Compras com os fabricantes, apenas dois atletas estão sem patrocínio de chuteiras. Por fotos em redes sociais, deu para perceber que Ibañez usa produtos da Adidas, e Igor Thiago, da Nike.

Veja a seguir as chuteiras usadas pelos convocados e alguns dos modelos disponíveis nas lojas on-line.

Vale ressaltar que as chuteiras da Adidas para a Copa do Mundo fazem parte de uma nova linha chamada "Road to Glory", anunciada no início do torneio, e que ainda está chegando às lojas.

Chuteira Adidas da linha "Road to Glory" especial para a Copa do Mundo 2026 — Foto: Divulgação

Os modelos são os mesmos que os já disponíveis nas lojas da internet, só que em edição especial.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. 

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Pentágono teria comunicado que precisa de US$ 80 bilhões para cobrir custos da guerra contra o Irã, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 01:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

A ação militar dos EUA e de Israel causou destruição no Irã desde o início da guerra, em fevereiro — Foto: GETTY IMAGES

O Pentágono precisa de US$ 80 bilhões para cobrir os custos da guerra contra o Irã, encerrada nesta semana após quase quatro meses de conflito, e outras despesas militares, segundo reportagem do Wall Street Journal. O valor teria sido informado pelo vice-secretário de Defesa dos EUA, Stephen Feinberg, a parlamentares norte-americanos. A quantia é quase três vezes superior à estimativa divulgada pelo Pentágono em maio, de US$ 29 bilhões.

🔎 Na quarta-feira (17), os presidentes Donald Trump e Masoud Pezeshkian assinaram o acordo de paz na guerra do Oriente Médio após quatro meses de conflito.

Os parlamentares norte-americanos estão preocupados com os custos da guerra iniciada em fevereiro e estariam pressionando o governo a apresentar o valor total, com detalhamento dos gastos. Há também a preocupação de que os militares teriam utilizado munições valiosas que seriam importantes para os EUA em outras operações.

Segundo o jornal, líderes do Pentágono já haviam comunicado que os recursos estavam se esgotando e que o país poderia ficar desassistido ainda neste verão (no Hemisfério Norte) caso o Congresso não aprovasse uma lei de gastos emergenciais para a guerra. O comunicado alertava que as Forças Armadas teriam que reduzir exercícios militares de treinamento e outras prioridades.

Nos últimos meses, os gastos militares aumentaram significativamente devido às diversas operações em que os EUA estão envolvidos, como a captura do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e os ataques a embarcações no oceano Pacífico, em uma operação contra o tráfico de drogas.

Ainda segundo a apuração do Wall Street Journal, um pedido suplementar de recursos, com fundos para o Pentágono e outras demandas da Defesa, pode ser enviado aos parlamentares nos próximos dias. O orçamento anual de 2026 do Pentágono é de US$ 1 trilhão, e qualquer ampliação precisaria ser aprovada pelo escritório de Gestão e Orçamento (OMB), órgão responsável por analisar gastos federais, antes de ir ao Congresso.

Para as fontes ouvidas pelo jornal, o Pentágono demonstrou confiança no plano que o vice-secretário de Defesa apresentado aos parlamentares com quem conversou nos últimos dias. Essas ligações teriam ocorrido paralelamente a reuniões entre o secretário de Defesa, Pete Hegseth, com senadores republicanos. Hegseth teria mencionado novos pedidos de financiamento.

Caso o governo realmente faça o pedido, deve enfrentar resistência, com alguns congressistas já declarando que votarão contra.

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Financiamento mais barato para motoristas de app começa nesta sexta; veja como aumentar chances de aprovação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 00:47

Carros Financiamento mais barato para motoristas de app começa nesta sexta; veja como aumentar chances de aprovação Programa Move Aplicativos promete juros menores, mas bancos pedem documentação detalhada e comprovação de renda. Em alguns casos, a economia ao fim do contrato passa de R$ 20 mil. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A partir desta sexta-feira (19), motoristas cadastrados e que atendem aos critérios do programa Move Brasil Táxi e Aplicativos (Move Aplicativos) já podem procurar instituições financeiras para solicitar financiamento destinado à compra de um veículo zero km.

O Move Aplicativos promete juros menores para a aquisição de automóveis novos de até R$ 150 mil. Entre os requisitos, os motoristas de app precisam ter mais de 12 meses na plataforma e mais de 100 corridas nesse período para ter direito ao programa. (veja as regras aqui)

A iniciativa do governo direciona uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para incentivar financiamento a motoristas de aplicativo e taxistas. Apesar das condições facilitadas, os candidatos precisam passar por uma etapa crucial: o crivo dos bancos.

Como o financiamento depende da análise individual de risco de cada banco parceiro, o trabalhador autônomo precisa se preparar estrategicamente para não ter o crédito negado.

Para entender como motoristas e taxistas podem aumentar as chances de aprovação, o g1 consultou especialistas em planejamento financeiro. Também há simulações que mostram que o programa pode diminuir em alguns casos R$ 17 mil no custo total na compra de um carro novo.

O primeiro passo fundamental para conquistar a confiança das instituições parceiras é provar que você consegue arcar com o compromisso assumido.

Segundo Henrique Soares, planejador financeiro pela Planejar, a melhor forma é manter as contas em dia, evitar atrasos recorrentes e reduzir o nível geral de endividamento. E manter organizada a documentação de comprovação de renda é essencial.

“Ajuda a dar uma entrada maior para o veículo, porque isso reduz o valor financiado e, consequentemente, o risco para a instituição financeira", detalha o planejador.

Antes de solicitar formalmente o crédito, vale revisar eventuais pendências cadastrais e verificar a real situação do seu CPF nos órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa.

O score, segundo o especialista, funciona como um dos principais termômetros utilizados pelas instituições para mensurar o risco de inadimplência de cada consumidor.

Ele não deve ser encarado como o único critério da avaliação, mas tem um papel central ao ajudar o banco a entender todo o histórico financeiro daquele cliente.

🔎 De forma geral, quanto melhor for o seu histórico de pagamentos e menor for a incidência de atrasos, maiores tendem a ser as chances de aprovação da proposta e melhores podem ser as condições de taxas oferecidas.

O comprometimento da renda é um dos fatores mais analisados no processo de concessão de crédito, explica Soares.

O banco precisa avaliar detalhadamente se a parcela cabe no orçamento sem comprometer excessivamente a capacidade de subsistência e pagamento do cliente.

“No caso dos motoristas de aplicativo, esse cuidado é ainda mais importante porque a renda costuma variar ao longo dos meses”, diz Soares

Por isso, o especialista reforça que, mais importante do que saber qual o teto do valor máximo que pode ser financiado, é entender perfeitamente qual parcela pode ser paga de forma sustentável no longo prazo.

Por se tratar de um trabalho autônomo, não existe um contracheque ou holerite tradicional, mas isso não deve ser um impedimento para buscar o benefício do Move Brasil.

Os bancos já adotam como critério a análise da movimentação financeira de profissionais independentes. Para facilitar e agilizar a análise de crédito, reúna a seguinte documentação:

Declaração do Imposto de Renda;Extratos bancários recentes;Histórico completo de movimentação da conta corrente;Comprovantes e relatórios consolidados de recebimentos emitidos pelas plataformas de aplicativo.

Quanto mais organizada estiver essa documentação, mais fácil tende a ser a análise realizada pela mesa de crédito.

Se você já movimenta dinheiro ou possui conta em uma instituição financeira específica, começar a busca por ela pode facilitar bastante a aprovação.

Ter um relacionamento prévio ajuda porque a instituição já detém um histórico consolidado dos seus hábitos financeiros, diz o especialista.

“Quando o banco consegue visualizar entrada de renda, comportamento de pagamento e relacionamento ao longo do tempo, a análise tende a ser mais completa”, explica.

🔎 Isso não é garantia automática de aprovação, mas contribui diretamente para uma avaliação mais precisa e justa do perfil de crédito do motorista.

Muitas das negativas de crédito acontecem por falhas recorrentes que poderiam ser sanadas na fase de planejamento.

Renda declarada incompatível com o valor solicitado para o veículo;Excesso de endividamento e outras linhas de crédito simultâneas;Histórico recente de contas atrasadas ou restrições cadastrais ativas;Falta de documentação adequada e comprovações inconsistentes.

Outro deslize muito frequente apontado pelo planejador é escolher modelos de veículos com parcelas muito próximas do limite máximo do próprio orçamento mensal.

"O ideal é buscar um financiamento que caiba com folga no orçamento, considerando não apenas a parcela, mas também custos como combustível, seguro, manutenção e até períodos de menor faturamento. ", ressalta Soares.

Para quem pretende solicitar o financiamento do Move Brasil, a preparação ideal deve começar bem antes do envio do pedido formal.

A recomendação prática do planejador financeiro é organizar rigorosamente os documentos, reduzir ao máximo as dívidas existentes, regularizar pendências no CPF e focar na construção de uma reserva financeira.

Isso servirá tanto para aumentar o valor de entrada do veículo quanto para protegar o motorista contra imprevistos de manutenção.

“Também é importante acompanhar a própria renda ao longo dos meses para entender qual parcela realmente cabe no orçamento”, aconselha.

Segundo Soares, o financiamento facilitado é uma ferramenta importante para a aquisição de um veículo de trabalho, mas a aprovação do crédito é apenas o passo inicial.

"A taxa do programa, entre 11,5% e 12,6% ao ano, é menos da metade da taxa média de mercado para aquisição de veículos para pessoa física", explica Carlos Castro, planejador financeiro CFP pela Planejar.

Na prática, segundo o especialista, essa vantagem permite que, em um financiamento de 48 parcelas com 50% de entrada, a economia em juros pagos possa ultrapassar R$ 17 mil para um carro com preço de R$ 150 mil.

🔎 Embora o programa ofereça facilidades, é preciso atenção aos detalhes contratuais. "A carência de 6 meses ajuda o caixa do motorista no início, mas os juros incidem sobre o saldo devedor nesse período”, diz Castro

Por fim, a estratégia de poupança continua sendo o melhor caminho para quem quer economizar de verdade.

Mesmo com taxa subsidiada, dar a maior entrada possível continua sendo a regra. “O juro, ainda que menor, é composto e incide sobre todo o saldo devedor", explica.

🔎 A lógica financeira, segundo Castro, é simples e implacável: reduzir o principal sempre reduz o custo total da operação para o motorista.

Veja abaixo a simulação de financiamento de um Volkswagen Virtus 170 TSI; a economia no final em juros é de mais de R$ 20 mil. Vale lembrar que o programa prevê taxas de juros diferentes para homens e mulheres:

O consumidor tem direito a ter todas as informações claras no momento de adquirir um financiamento.

O g1 já mostrou quais são as obrigações dos vendedores ao apresentar um financiamento, quais são os direitos do consumidor e como calcular o custo real de um empréstimo para evitar um mau negócio na compra de um carro.

O consumidor tem direito à informação adequada e clara sobre todos os elementos relevantes da contratação, especialmente preço, encargos, juros, custo efetivo total e consequências econômicas do negócio”, explica Jefferson Leão, advogado da Poliszezuk Advogados.

🔎 O chamado custo efetivo total (CET) representa o valor real de um financiamento. Ele inclui juros, tarifas, impostos e quaisquer outras despesas da operação.

Segundo Leão, omitir informações durante a negociação verbal e apresentá-las apenas no contrato, de forma a confundir o consumidor, é uma prática vedada pela lei. Assim, é necessário que todos os custos e informações estejam claros, tanto na conversa quanto na documentação.

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Copa do Mundo 2026: avaliado em quase R$ 1 bilhão, Vini Jr. vale mais que duas seleções do Haiti; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 00:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

Vini Jr. em uma partida da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 — Foto: Reprodução/Instagram

A seleção brasileira entra em campo nesta sexta-feira (19) contra o Haiti pela segunda rodada da Copa do Mundo de 2026. Para além da diferença técnica, já que o Brasil é uma equipe recheada de jogadores que atuam em grandes equipes, uma outra disparidade chama a atenção: a diferença extrema de valor entre as equipes.

Segundo o Transfermarket — site especializado em valores de mercado no futebol —, a modesta seleção haitiana vale, na soma de todos os 26 jogadores, 55,95 milhões de euros (cerca de R$ 330 milhões, na cotação atual).

Seu jogador mais valioso é Wilson Isidor, centroavante do Sunderland, que está avaliado em 18 milhões de euros (R$ 106 milhões).

Ao todo, a equipe de Carlo Ancelotti vale 928,20 milhões de euros (aproximadamente R$ 5,47 bilhões) — ainda assim ficando apenas na sexta colocação entre as seleções mais valiosas deste Mundial.

O brasileiro com o maior valor de mercado é Vini Jr., avaliado sozinho em 140 milhões de euros (R$ 825 milhões). Em outras palavras, seriam necessárias ao menos três seleções do Haiti para superar o valor do camisa 7 da Seleção Brasileira.

Resta saber, na partida desta noite, se a diferença entre as equipes ficará restrita às cifras ou se o Brasil fará valer sua superioridade em campo para conquistar a primeira vitória nesta Copa do Mundo.

Lamine Yamal (Espanha) — € 200 milhões (R$ 1,18 bilhão)Erling Haaland (Noruega) — € 200 milhões (R$ 1,18 bilhão)Kylian Mbappé (França) — € 180 milhões (R$ 1,062 bilhão)Pedri (Espanha) — € 150 milhões (R$ 885 milhões)Michael Olise (França) — € 150 milhões (R$ 885 milhões)Vitinha (Portugal) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)João Neves (Portugal) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)Vinicius Junior (Brasil) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)Jude Bellingham (Inglaterra) — € 130 milhões (R$ 767 milhões)Declan Rice (Inglaterra) — € 120 milhões (R$ 708 milhões)

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PIX por aproximação deixa de ter limite diário de R$500; veja como pagar com essa modalidade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 00:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

Uma instrução normativa do Banco Central (BC) eliminou o limite diário de R$ 500 para transações realizadas por meio do PIX por aproximação. Com a mudança, os usuários poderão solicitar aumento ou a redução do limite para essa modalidade. A nova regra entra em vigor em 1º de outubro de 2026.

📲 Lançado em 2025, o Pix por aproximação permite que usuários façam pagamentos apenas aproximando o celular ou relógio digital da maquininha de pagamento, de forma semelhante ao funcionamento dos cartões de crédito e débito por aproximação.

A solução funciona em dispositivos com a tecnologia NFC por meio das carteiras digitais que aderiram à modalidade de pagamento.

🤳 Atualmente, a funcionalidade está disponível em dispositivos Android, com o Google Pay e Samsung Wallet, por exemplo.

Os iPhones não oferecem o recurso porque a Apple ainda não permite que aplicativos de carteira digital atuem como Iniciadores de Transação de Pagamento (ITPs), exigência necessária para a operação da modalidade.

Para ativar o Pix por aproximação em uma carteira digital, é necessário vincular a conta a essa carteira, parecido com o que se faz com os cartões de pagamento.

Celulares Android habilitam PIX por aproximação; saiba como aderir à nova funcionalidade — Foto: Reprodução/TV Globo

No momento da vinculação da conta, o usuário é automaticamente direcionado para a instituição onde possui conta para confirmar essa autorização. A vinculação acontece apenas uma vez.

Após a vinculação da sua conta, no momento do pagamento, basta optar pelo pagamento por Pix, aproximar o celular, revisar se as informações do pagamento estão corretas e confirmar.

Essa modalidade torna os pagamentos mais simples e rápidos, eliminando a necessidade de escanear QR Codes ou inserir informações manuais.

O PIX, em suas diversas modalidades, é um sucesso no país. Só no ano passado registrou R$ 35,36 trilhões em transferências.

Além do amplo e generalizado uso pela população brasileira, a plataforma foi responsável pela inclusão de milhões de pessoas no sistema financeiro.

O sistema também estimulou a economia, principalmente em pequenos negócios, seja presenciais ou digitais, que antes tinham mais dificuldades em receber os pagamentos por seus produtos e serviços.

Em novembro de 2025, quando o PIX fez aniversário de cinco anos, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, Renato Gomes, comentou que o país estava próximo, naquele momento, de ter toda a população adulta utilizando a ferramenta.

A expansão e enorme aceitação do PIX no mercado de pagamentos do Brasil tem irritado os Estados Unidos, pois o meio de pagamento tira mercado de empresas como Mastercard e Visa, que operam no mercado de cartões de crédito e débito.

Segundo o governo americano, o BC atua simultaneamente como regulador e operador do sistema, o que favoreceria o PIX e limitaria a atuação de concorrentes.

As críticas fazem parte da justificativa para a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após uma investigação comercial do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) contra práticas abusivas. Segundo o órgão, o governo brasileiro adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos.

Quando a investigação foi aberta, em julho de 2025, o PIX não era citado diretamente. O documento fazia referência a "serviços de comércio digital e pagamento eletrônico", incluindo aqueles oferecidos pelo Estado brasileiro. Na prática, o PIX é o único sistema público com essa finalidade.

"O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o USTR.

Em abril deste ano, um relatório divulgado pela Casa Branca voltou a citar o PIX como um sistema que, na avaliação do governo americano, prejudica empresas de cartões de crédito como Visa e Mastercard.

Até o momento, o Banco Central não respondeu publicamente às alegações do governo americano. O governo federal, por sua vez, já saiu em defesa do PIX nas redes sociais.

Para especialistas ouvidos pelo g1, aspectos como o embate com as big techs e a concorrência com bandeiras de cartões de crédito americanas ajudariam a explicar a ofensiva dos EUA contra o PIX. Eles dizem que não há, porém, razões consistentes para questionar o serviço de pagamento.

Na verdade, o sucesso do PIX e seu papel como vitrine para o Brasil estariam sendo vistos como uma “ameaça” ao setor nos EUA. Os receios de Trump, afirmam, também estariam ligados ao avanço do PIX Internacional e às discussões do Brics sobre alternativas ao uso do dólar no comércio.

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Mega-Sena, concurso 3020: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 21:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3020: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta quinta-feira era de R$ 33,2 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3020 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (18), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 33,2 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 42 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Banco Central amplia acesso a contas em moeda estrangeira no Brasil; veja o que muda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 20:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

O Banco Central (BC) anunciou nesta quinta-feira (18) novas regras que ampliam o acesso a contas em moeda estrangeira no Brasil. A medida faz parte da regulamentação do Marco Legal do Câmbio e tem como objetivo facilitar operações internacionais, reduzir custos e tornar o mercado cambial mais moderno.

As novas regras entram em vigor em 1º de outubro de 2026. Até lá, bancos e demais instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio terão prazo para adaptar seus sistemas.

Segundo o Banco Central, a mudança não altera a proibição do uso de moedas estrangeiras, como dólar e euro, para pagamentos no dia a dia dentro do Brasil e também não interfere na cotação do câmbio.

Hoje, apenas alguns grupos podem manter contas em moeda estrangeira no país, como instituições financeiras, embaixadas e empresas de setores específicos.

empresas que exportam produtos para outros países;empresas que tenham empréstimos ou outras dívidas contratadas no exterior;empresas com participação de investidores estrangeiros;pessoas jurídicas de fora do Brasil que realizem operações de crédito ou investimentos diretos no país.

De acordo com o Banco Central, a ampliação acompanha o crescimento das relações comerciais e financeiras entre o Brasil e outros países..

A mudança permitirá que mais empresas ligadas a negócios internacionais mantenham recursos em moedas estrangeiras, como dólar e euro, em contas abertas no Brasil.

Outra novidade é que algumas transferências de recursos entre essas contas poderão ser feitas sem a necessidade de contratar uma operação de câmbio, o que deve tornar o processo mais simples e barato.

mais facilidade para administrar recursos recebidos ou enviados ao exterior;melhor gerenciamento das oscilações do câmbio;redução de custos em operações internacionais;aumento da competitividade de empresas que fazem negócios com outros países;atração para o Brasil de operações financeiras que hoje são realizadas no exterior

No caso das empresas exportadoras, por exemplo, os recursos mantidos nessas contas deverão estar relacionados às atividades de exportação e a outras movimentações permitidas pela regulamentação.

Já nas operações de crédito externo e investimento estrangeiro, as transações deverão seguir as regras já exigidas pelo Banco Central para esse tipo de operação.

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Impasse com credores e novos riscos judiciais em Alagoas derrubam ações da Braskem

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 15:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1731,28%Dólar TurismoR$ 5,3751,39%Euro ComercialR$ 5,9301%Euro TurismoR$ 6,1790,98%B3Ibovespa168.428 pts-0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,1731,28%Dólar TurismoR$ 5,3751,39%Euro ComercialR$ 5,9301%Euro TurismoR$ 6,1790,98%B3Ibovespa168.428 pts-0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,1731,28%Dólar TurismoR$ 5,3751,39%Euro ComercialR$ 5,9301%Euro TurismoR$ 6,1790,98%B3Ibovespa168.428 pts-0,02%Oferecido por

As ações da Braskem caíram quase 12% nesta quinta-feira (18). O recuo ocorreu por dificuldades na reestruturação de dívidas e novas preocupações com o desastre em Maceió.

Analistas do UBS BB destacaram a situação financeira desafiadora da petroquímica no curto prazo. As incertezas sobre as obrigações imediatas devem manter as oscilações das ações.

A Braskem e o IG4 Capital enfrentam resistência de credores para aprovar a reestruturação extrajudicial. Parte dos credores questiona os termos e as garantias propostas.

Embora descarte a recuperação judicial, a empresa alterou seu estatuto este mês. As mudanças autorizam o conselho a deliberar sobre recuperação extrajudicial, judicial ou falência.

A Justiça Federal em Alagoas tornou a petroquímica e ex-dirigentes réus pelo desastre em Maceió. A decisão amplia preocupações com riscos jurídicos e de imagem.

As dificuldades para avançar em uma reestruturação da dívida e as novas preocupações em torno do desastre em Maceió pesam sobre a Braskem nesta quinta-feira (18), levando as ações da petroquímica a cair quase 12% e renovar a mínima do ano.

Analistas do UBS BB chamaram a atenção para a situação financeira desafiadora da Braskem no curto prazo, destacando que as incertezas em torno da capacidade da companhia de administrar suas obrigações mais imediatas devem continuar provocando oscilações nas ações, apesar de um ambiente mais favorável para as margens do setor petroquímico.

Na máxima intradia do ano, no início de março, as ações da Braskem chegaram a R$ 13,78. Nesta quinta-feira, por volta das 14h35, os papéis caíam 8,36%, para R$ 7,67. Na mínima do dia, foram negociados a R$ 7,40, menor nível intradia desde 19 de dezembro de 2025.

Segundo reportagem da Bloomberg publicada na quarta-feira, a Braskem e seu novo acionista controlador, o IG4 Capital, vêm encontrando dificuldades para obter apoio suficiente dos credores para levar adiante uma proposta de reestruturação extrajudicial das dívidas.

De acordo com fontes ouvidas pela agência, parte dos credores resiste aos termos apresentados pela empresa por considerar que eles favorecem determinados grupos em detrimento de outros.

Também foram levantadas preocupações sobre as garantias oferecidas pela Braskem e sobre a falta de uma alternativa que permitisse aos credores converter parte da dívida em participação na companhia.

Já fontes ouvidas pela revista "Veja" afirmaram que a empresa descarta recorrer à recuperação judicial e continua buscando um acordo com os credores.

"De modo geral, entendemos que o caminho da empresa para uma solução de liquidez permanece incerto e pode incluir risco de diluição para acionistas minoritários", afirmaram os analistas do UBS BB.

"Embora consideremos que a empresa possa superar esses desafios e alcançar uma perspectiva mais construtiva no médio e longo prazo, as incertezas ao longo desse caminho sustentam nossa recomendação neutra", acrescentaram em relatório a clientes.

No início deste mês, os acionistas da Braskem aprovaram mudanças no estatuto da companhia que autorizam o conselho de administração a decidir sobre um eventual pedido de recuperação extrajudicial.

Em situações de urgência, o colegiado também poderá deliberar sobre um pedido de recuperação judicial ou até mesmo sobre a confissão de falência.

Em outra frente, a Justiça Federal em Alagoas tornou a petroquímica e ex-dirigentes réus em um processo que apura as responsabilidades pelo desastre socioambiental em Maceió.

Na avaliação dos analistas, a decisão pode aumentar as preocupações dos investidores com os riscos jurídicos e os danos à imagem da companhia.

Rompimento da mina 18, da Braskem, aconteceu sob a lagoa Mundaú; dique que havia no local afundou com o solo — Foto: Secom Alagoas

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