RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que trabalhadores experientes são uma vantagem competitiva

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 04:54

Bem-Estar Longevidade: modo de usar Por que trabalhadores experientes são uma vantagem competitiva Empresas que não retiverem talentos maduros enfrentarão escassez de mão de obra, alerta especialista. Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro

Vamos olhar o copo meio cheio: embora o preconceito de idade ainda seja a norma, o valor dos trabalhadores experientes está começando a ganhar corpo – e reconhecimento. Essa é a tese defendida por Annie Coleman, fundadora da RealiseLongevity (algo como “tomando consciência da longevidade”), que, após quatro décadas no mercado financeiro, agora se dedica a ajudar organizações a enxergar vidas mais longas como uma vantagem competitiva. Seu lema é claro: se não há uma estratégia para a longevidade, não existe uma estratégia de crescimento.

Annie Coleman: empresas que não retiverem talentos experientes enfrentarão escassez de mão de obra — Foto: Divulgação

Em 2007, a BMW começou a implementar adaptações ergonômicas de baixo custo em uma linha de montagem especializada em Dingolfing, na Alemanha. Focada em oferecer melhores condições aos funcionários de meia-idade e seniores, a empresa adotou estações de trabalho com altura ajustável, iluminação aprimorada e banquetas especializadas. O resultado? Um crescimento de 7% na produtividade.

Um documento do Bank of America afirma que recrutar e reter colaboradores maduros está se tornando crucial à medida que as populações envelhecem. Por isso, benefícios inclusivos são vistos como um motor de desempenho organizacional, especialmente para funções onde o julgamento, a experiência e a qualidade da decisão são primordiais.

Pesquisas recentes da AARP (American Association of Retired Persons), que conta com mais de 40 milhões de associados, e da OCDE (a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostraram que empresas com mais trabalhadores acima dos 50 ganham em eficiência. Da mesma forma, um estudo de 2022 do Boston Consulting Group revelou que equipes multigeracionais superam as homogêneas quando o julgamento e a mentoria sênior se combinam com as habilidades digitais dos jovens.

No entanto, Coleman aponta que iniciativas como essas raramente são apresentadas como uma estratégia central. A maioria das corporações ainda projeta carreiras como se a eficácia atingisse o pico cedo – e como se a velocidade, o vigor e a inovação pertencessem exclusivamente aos jovens. Se a experiência melhora os resultados, por que tantas empresas expulsam as pessoas justamente quando o seu valor atinge o auge? Nos EUA, uma análise do Urban Institute mostrou que mais da metade dos trabalhadores acima de 50 anos foi desligada de empregos de longa data por reestruturações, e não por problemas de desempenho. Ela enumera três desafios urgentes:

O êxodo prematuro: expulsar os 50+ do mercado por razões não relacionadas ao desempenho é uma falha sistêmica de design e sinônimo de perda de capital intelectual.O ponto cego da demanda: os gastos dos indivíduos acima de 55 anos devem chegar a US$ 15 trilhões anuais até o fim desta década. Ignorar esse público é desperdiçar oportunidades de crescimento.Vidas profissionais longas são inevitáveis: seja por necessidade financeira ou mudanças nas políticas previdenciárias, as pessoas trabalharão por mais tempo. Empresas que não retiverem talentos experientes enfrentarão escassez de mão de obra.

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Conheça espécie de banana importada que produz frutos mais doces e cachos mais pesados no ES

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 04:54

Espírito Santo Agronegócios Conheça espécie de banana importada que produz frutos mais doces e cachos mais pesados no ES Mudas nativas da Jamaica foram pesquisadas por mais de 20 anos até se adaptarem ao Brasil. Bananeiras têm folhas limpas, saudáveis, não precisam de agrotóxico e têm troncos mais grossos. Por André Afonso, g1 ES e TV Gazeta

Espécie de banana Ambrosia, do tipo nanica, surgiu na Jamaica e agora promete alavancar a produção do Espírito Santo.

Bananeiras têm folhas limpas, saudáveis, não precisam de agrotóxico, dão frutos mais doces e produzem cachos mais pesados.

As mudas deste novo tipo de banana começaram a ser distribuídas recentemente aos produtores capixabas após mais de 20 anos de pesquisa.

Os resultados foram animadores e mostraram uma boa adaptação da espécie em vários tipos de ambiente.

Outra vantagem da banana Ambrosia é o tronco mais grosso, que promete facilitar o manejo nas lavouras.

Bananeiras com folhas limpas, saudáveis, que não precisam de agrotóxico, dão frutos mais doces e produzem cachos mais pesados.🍌 Isto é o que garante a espécie Ambrosia, do tipo nanica, que surgiu na Jamaica e agora promete alavancar a produção do Espírito Santo.

Resistentes a doenças e pragas e adaptáveis a diferentes ambientes e climas, as mudas deste novo tipo de banana começaram a ser distribuídas recentemente aos produtores capixabas após mais de 20 anos de pesquisa.

O agricultor Álvaro Gottardo se surpreendeu com os resultados: "Eu plantei, não pus nada, só fiz análise de solo. Depois, eu pus calcário e um adubo. Não queimou nada, nem uma folha, não tem nada queimado. E dá um produto bom, um cacho bem grande."

Bananeiras da espécia Ambrosia dão frutos mais doces e produzem cachos mais pesados no Espírito Santo. — Foto: Divulgação/Incaper

Os estudos sobre a planta foram conduzidos em Alfredo Chaves, Sul do estado, pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). O objetivo era observar o desenvolvimento da planta no Brasil, além do Espírito Santo, na Bahia, em São Paulo e na Amazônia.

Os resultados foram animadores e mostraram uma boa adaptação da espécie em vários tipos de ambiente, como explica José Ventura, pesquisador do Incaper.

"Essa é uma planta que tolera seca e tolera encharcamento. Há uns anos, logo depois da pandemia, nós tivemos enchentes e ela ficou alagada. A planta suportou o encharcamento e, depois do encharcamento, ela teve uma excelente recuperação. As outras bananas do tipo nanica não conseguiram."

Outra vantagem da banana Ambrosia, segundo o especialista, é o tronco mais grosso, que promete facilitar o manejo nas lavouras. A característica dispensa a necessidade de escoramento e é mais resistente à broca.

Fruta mais doceCacho mais pesadoTronco mais grossoResistência a doenças e pragasDispensa o uso de agrotóxico

Espécie de banana Ambrosia, do tipo nanica, surgiu na Jamaica e promete alavancar a produção do Espírito Santo — Foto: Reprodução/TV Gazeta

O berço dos estudos foi a lavoura experimental do Incaper, um Banco Ativo de Germoplasmas (BAG), que atualmente conta com 26 espécies de bananas de todo o mundo. O espaço funciona como um acervo, em que cada tipo de planta é estudado por anos.

É só após décadas de pesquisa, quando as vantagens de cultivar uma espécie de banana se comprovam, que as mudas são apresentadas aos produtores. Desde 1976, quando o BAG foi criado, cinco variedades foram recomendadas pelo Incaper. A Ambrosia é a sexta, e a primeira do tipo nanica.

O Espírito Santo produz mais de 400 mil toneladas de banana por ano em 76 municípios, sendo que a banana-prata é responsável por 75% da produção, seguida pela banana-da-terra, e a nanica, em terceiro lugar.

A cidade de Alfredo Chaves, onde a Ambrosia foi estudada, disputa com Itaguaçu, no Noroeste capixaba, o título de maior produtor estadual da fruta.

Bananeiras da espécia Ambrosia dão frutos mais doces e produzem cachos mais pesados no Espírito Santo. — Foto: Divulgação/Incaper

O município é conhecido, inclusive, por realizar anualmente a Festa da Banana e do Leite há mais de 50 anos. A comemoração serve para celebrar a fruta que salvou os agricultores da cidade na década de 1960, quando a cafeicultura entrou em crise no país.

Com o cultivo Ambrosia, a expectativa é que a produção capixaba de banana cresça ainda mais. O Incaper já distribuiu 1.200 mudas da planta para produtores de todo o estado e vai continuar auxiliando os interessados nos laboratórios particulares.

Espécie de banana Ambrosia, do tipo nanica, surgiu na Jamaica e promete alavancar a produção do Espírito Santo — Foto: Reprodução/TV Gazeta

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A empresa chinesa de roupas esportivas que quer desafiar Nike e Adidas

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 03/05/2026 04:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

A Anta é uma gigante do vestuário esportivo que vem construindo um portfólio de marcas internacionais, incluindo Arc'teryx e Salomon.

A empresa pode ainda não ser um nome familiar no Ocidente, mas possui mais de 10 mil lojas na China e patrocina atletas de elite como a esquiadora freestyle Eileen Gu.

A expansão global da empresa — que ocorre em um momento em que Donald Trump busca trazer de volta aos EUA empregos industriais por meio de tarifas — destaca o quão essenciais e competitivas as cadeias de suprimentos chinesas se tornaram para o setor manufatureiro.

Décadas como a "fábrica do mundo" deram a diversas empresas chinesas ambiciosas a oportunidade de competir diretamente com as mesmas empresas que antes eram suas clientes.

A empresa chinesa de roupas esportivas que quer desafiar Nike e Adidas — Foto: Getty Images via BBC

A economia chinesa estava apenas começando a se abrir no final da década de 1980, quando um jovem determinado, que havia largado a escola no ensino médio, partiu para Pequim com 600 pares de sapatos.

Ding Shizhong os fabricou em uma fábrica de um parente e pretendia vendê-los. O dinheiro que ganhou permitiu que ele montasse sua primeira oficina, onde começou a fabricar calçados para outras empresas.

O jovem de 17 anos era um dos muitos empreendedores emergentes na China, enquanto o capitalismo decolava sob o olhar atento dos governantes do Partido Comunista.

Desde então, seu negócio cresceu e se tornou uma gigante do vestuário esportivo chamada Anta, que vem construindo um portfólio de marcas internacionais, incluindo Arc'teryx e Salomon.

A Anta agora busca competir com marcas como Nike e Adidas, um objetivo que Ding deixou claro em 2005: "Não queremos ser a Nike da China, mas a Anta do mundo."

A Anta pode ainda não ser um nome familiar no Ocidente, mas possui mais de 10 mil lojas na China e patrocina atletas de elite como a esquiadora freestyle Eileen Gu.

Em fevereiro, a empresa inaugurou sua primeira loja nos EUA, no exclusivo bairro de Beverly Hills, em Los Angeles.

A Anta é uma gigante do setor de roupas esportivas na China. — Foto: CFOTO/Future Publishing via Getty Images via BBC

A expansão global da empresa — que ocorre em um momento em que Donald Trump busca trazer de volta aos EUA empregos industriais por meio de tarifas — destaca o quão essenciais e competitivas as cadeias de suprimentos chinesas se tornaram para o setor manufatureiro.

Décadas como a "fábrica do mundo" deram a diversas empresas chinesas ambiciosas a oportunidade de competir diretamente com as mesmas empresas que antes eram suas clientes.

A Anta pretende conquistar o mercado internacional e competir com a Nike e a Adidas. — Foto: Getty Images via BBC

Fundada em 1991, a Anta iniciou sua trajetória longe do glamour de Beverly Hills, como uma pequena fabricante na cidade de Jinjiang, na província de Fujian, no sudeste da China.

Mas Jinjiang cresceu rapidamente, transformando-se de uma pacata cidade agrícola na "capital mundial do calçado", como parte do plano do governo para impulsionar indústrias específicas em diferentes províncias.

Um grande volume de investimentos logo se seguiu, vindo de gigantes do calçado esportivo em busca de fábricas no exterior que lhes permitissem reduzir seus custos de produção.

Em Jinjiang, assim como em cidades vizinhas ao longo da costa leste, surgiram diversos polos especializados em diferentes tipos de calçados, cada um com sua própria cadeia de suprimentos.

No coração da região central de Jinjiang encontra-se o município de Chendai, uma área de cerca de 40 quilômetros quadrados com milhares de fábricas e fornecedores. Esse distrito ajudou a consolidar a reputação da cidade na fabricação de calçados para marcas globais como Nike e Adidas.

Um terço dos trabalhadores de Jinjiang são empregados por fabricantes de calçados. — Foto: CFOTO/Future Publishing via Getty Images via BBC

Cada centro reunia fornecedores de cadarços, solados e tecidos, além de empresas de logística que ajudavam a transformar rapidamente projetos em produtos prontos para o varejo e a distribuí-los.

Em 2005, a província de Fujian sozinha era responsável por quase um quinto da produção mundial de calçados, segundo estimativas das Nações Unidas.

Até um terço dos trabalhadores de Jinjiang são empregados por uma das milhares de fábricas de calçados da cidade, o que a coloca entre os distritos econômicos de maior renda da China.

Jinjiang era apenas um dos muitos centros de manufatura na costa leste. Os outros produziam roupas ou eletrônicos. Esse nível de especialização na manufatura era inédito em qualquer outro lugar do mundo na época, afirma o professor Fei Qin, da Universidade de Bath, no Reino Unido, que pesquisou sobre fábricas no leste da China na década de 2000.

À medida que clientes estrangeiros chegavam a essas fábricas para fechar negócios, o país colhia mais do que apenas receita.

"Eles aprenderam não apenas a produzir mais, mas também a produzir melhor, mais rápido e de forma consistente", acrescenta Fei.

A esquiadora olímpica de estilo livre Eileen Gu é embaixadora da marca chinesa de roupas esportivas Anta. — Foto: Getty Images via BBC

Foi nessas ruas que a Anta cresceu, fabricando calçados em larga escala e a baixo custo para marcas globais.

Primeiro, ela estabeleceu uma vasta rede de distribuição para varejistas em toda a China, um fator crucial para fabricantes que buscam expansão.

Ao mesmo tempo, a Anta construiu gradualmente o reconhecimento de sua marca no mercado interno, abrindo novas lojas e firmando parcerias com grandes eventos esportivos, incluindo competições nacionais de basquete e tênis de mesa.

Empresas como a Anta sabem que há mais valor em ser uma marca reconhecida do que em ser uma subcontratada, afirma Fei.

Em 2007, a Anta abriu seu capital na Bolsa de Valores de Hong Kong, arrecadando cerca de US$ 450 milhões, um recorde na época para uma empresa chinesa de artigos esportivos.

A China busca competir com grandes marcas após décadas sendo a "fábrica do mundo". — Foto: Getty Images via BBC

O consultor de marcas Wei Kan, que trabalhou para a Converse e a Nike na China, afirma que a Anta chamou sua atenção por seu centro de produção integrado, que lhe permitia projetar e comercializar calçados mais rapidamente do que seus concorrentes.

Além disso, era uma das poucas empresas chinesas que visavam o mesmo segmento de consumidores que as principais marcas ocidentais, diz Kan.

Empresas como a Anta, que começam fabricando produtos para marcas globais, gradualmente aprendem os fundamentos da gestão de negócios, prosperam na China e "naturalmente aspiram a objetivos mais ambiciosos", acrescenta Kan.

Há muitos outros exemplos, como a empresa de tecnologia Xiaomi. Essa empresa começou como desenvolvedora de software, personalizando sistemas baseados em Android, antes de fabricar seus próprios telefones, dispositivos eletrônicos e, agora, veículos elétricos.

Da mesma forma, a DJI fabricava acessórios para câmeras e componentes para drones antes de se tornar, por mérito próprio, uma fabricante internacional de drones.

Talvez o exemplo mais conhecido seja a BYD, que antes fabricava baterias para pioneiros de veículos elétricos como a Tesla e agora é a principal fabricante mundial do setor.

A empresa administra mais de 12 mil lojas na China. Ela também possui mais de 460 pontos de venda fora do país e planeja ter mil lojas operando somente no Sudeste Asiático nos próximos três anos.

A Nike, que ainda detém a maior participação no mercado de calçados esportivos, tem apenas mil lojas em todo o mundo.

As empresas chinesas são conhecidas por se expandirem rapidamente dentro do próprio país antes de se aventurarem no exterior, onde enfrentam maiores desafios para ampliar suas operações.

Para começar, há um desafio relacionado à percepção. Os produtos chineses são frequentemente vistos como itens baratos, de baixa qualidade ou meras imitações.

A Anta tentou superar essa barreira por meio de aquisições, como parte de uma abordagem que denomina "estratégia multimarca".

A primeira grande jogada da empresa foi a aquisição dos direitos da Fila na China, em 2009, tornando a marca italiana uma das principais fontes de receita para seus negócios, explica Elisa Harca, da agência de marketing chinesa Red Ant Asia.

Em 2019, a Anta adquiriu uma participação majoritária na marca finlandesa de artigos esportivos Amer Sports. Esse acordo deu à Anta o controle sobre as subsidiárias da Amer, incluindo marcas de luxo como Arc'teryx e Salomon.

A Anta também é proprietária da Wilson, fabricante americana de raquetes e bolas de tênis usadas pela National Basketball Association (NBA), e neste ano adquiriu uma participação de 29% na Puma, permitindo que auxilie a empresa alemã em sua expansão na China.

Essas ações ajudam a Anta a evitar "impor" seus produtos em todos os mercados e, em vez disso, usar suas marcas ocidentais como porta de entrada, afirma o analista de negócios Rufio Zhu, da agência global de marketing esportivo IMG.

Dessa forma, a Anta consegue alcançar compradores que podem estar desconfiados de uma marca com o rótulo "made in China", observa Zhu.

O patrocínio de celebridades é um ativo fundamental para uma marca global. A Nike, por exemplo, selou seu emblemático acordo com Michael Jordan na década de 1980. Já a Anta contratou jogadores de basquete como Klay Thompson e Kyrie Irving. No entanto, ainda não conseguiu fechar acordos na mesma escala daqueles que forjaram o prestígio de marcas como Nike ou Adidas.

Além disso, ser uma marca chinesa traz certos obstáculos, dada a relação tensa de Pequim com o Ocidente, e particularmente com os Estados Unidos. A esquiadora americana Eileen Gu, embaixadora da marca Anta, foi alvo de críticas após sua decisão de representar a China em vez dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos.

Empresas que atingem uma escala significativa devem manter um delicado equilíbrio entre a China e o Ocidente, argumenta Kan. "Marcas como a Anta devem estar preparadas para isso."

A ascensão da Anta ocorre em um momento em que rivais como Nike e Adidas enfrentam seus próprios desafios, tanto globalmente quanto na China.

As tarifas americanas impactaram os lucros dessas duas empresas, já que elas importam produtos fabricados na Ásia.

A Nike também está lutando para estimular suas vendas, pois sua incursão no comércio eletrônico fracassou após a pandemia de Covid-19. Além disso, a demanda na China diminuiu.

Essas dificuldades colocam a Anta em uma posição vantajosa no exterior, especialmente considerando o crescente interesse do consumidor por outras marcas, observa o especialista em marketing esportivo Zhu.

"A questão não é se a Anta conseguirá aumentar sua visibilidade, mas se seus concorrentes serão capazes de se adaptar com rapidez suficiente para defender seu próprio espaço", acrescenta Zhu.

Enquanto isso, a China está "preparando seus fabricantes para o futuro" acelerando a implantação de robôs nas fábricas, o que agiliza a produção e pode reduzir custos, acrescenta Fei.

A inauguração da primeira loja da Anta nos Estados Unidos ocorreu após anos de venda de seus produtos no país por meio de lojas de departamento.

Suas paredes estão repletas de prateleiras cheias de tênis e sapatos de basquete: dois segmentos de mercado que a Anta precisa conquistar nos EUA para competir com a Nike ou a Adidas.

"Somos realistas quanto à concorrência, mas o cenário global de roupas esportivas não é um jogo de soma zero", disse um porta-voz da Anta à BBC.

"Estamos confiantes de que os entusiastas do esporte reconhecerão as inovações e o valor da marca que a Anta oferece", acrescentou.

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O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 03/05/2026 03:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões Empreendedor trocou a rotina corporativa pelo mar, investiu R$ 15 mil e apostou na qualidade das ostras para crescer no mercado gastronômico. Por PEGN

O início exigiu coragem e planejamento. Com cerca de R$ 15 mil, ele deu os primeiros passos no cultivo de ostras.

O processo produtivo é longo. As sementes, quase microscópicas, são compradas de laboratório e passam por diferentes fases de crescimento em estruturas no mar.

O Brasil tem um dos litorais mais ricos do mundo e, para alguns empreendedores, isso significa oportunidade de negócio.

Em Santa Catarina, responsável por 98% da produção nacional de ostras e mexilhões, um ex-profissional de recursos humanos decidiu trocar o escritório pelo mar e construir uma empresa que hoje fatura milhões.

A história começa no distrito de Caieiras da Barra do Sul, em Florianópolis, onde Vinícius Ramos criou uma fazenda marinha. “Somos fazendeiros do mar”, resume. Na prática, o processo se assemelha ao da agricultura: ele compra sementes de ostras, cultiva no mar e faz a colheita meses depois.

Antes de empreender, Vinícius trabalhava com folha de pagamento de milhares de funcionários — uma rotina intensa que o fez repensar a carreira. O desejo de ter mais qualidade de vida e morar perto da praia foi o ponto de virada.

“Como juntar o útil ao agradável?”, questionou na época. A resposta veio do próprio território onde escolheu viver.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

O início exigiu coragem e planejamento. Com cerca de R$ 15 mil — valor obtido após vender o carro e usar a rescisão —, ele deu os primeiros passos no cultivo de ostras. A experiência anterior com gestão ajudou: planilhas, controle de custos e busca por capacitação fizeram parte da base do negócio.

O processo produtivo é longo. As sementes, quase microscópicas, são compradas de laboratório e passam por diferentes fases de crescimento em estruturas no mar. Em cerca de nove meses, as ostras atingem o tamanho ideal para comercialização.

Um dos principais trunfos da empresa é o chamado “marroir” — conceito inspirado no terroir do vinho, que relaciona o ambiente de cultivo às características do produto.

Na região onde Vinícius atua, fatores como alta salinidade, águas profundas e proximidade com o mar aberto contribuem para o sabor das ostras. “A gente consegue sentir o cheiro da nossa ostra à distância”, diz.

Essa identidade ajudou a posicionar o produto no mercado gastronômico. Hoje, a dúzia é vendida por cerca de R$ 25 e abastece principalmente restaurantes, além de alguns consumidores finais.

O crescimento ganhou força com uma aposta direta: degustação. Vinícius passou a frequentar encontros de donos de restaurantes e oferecer ostras gratuitamente. A estratégia abriu portas e criou relacionamento com clientes.

“Ali eu tinha um canal aberto com o cliente”, afirma. O resultado veio rápido. Em 2025, o negócio alcançou faturamento médio de R$ 3,6 milhões.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

Além de vender para restaurantes, o empreendedor ampliou o alcance do negócio. As ostras são enviadas para diferentes estados do país, com logística que mantém o produto vivo por até cinco dias em temperatura controlada. Já houve entregas até Jericoacoara (CE).

Mais recentemente, ele diversificou a operação com turismo. A fazenda marinha passou a oferecer visitas guiadas, que mostram todas as etapas do cultivo e terminam com degustação no mar. O passeio custa cerca de R$ 750 por grupo.

Para Vinícius, o sucesso financeiro veio junto de algo maior: qualidade de vida. “Se der dinheiro, que bom. Mas estar feliz com o que está fazendo é a receita perfeita”, resume.

A trajetória mostra como identificar oportunidades locais, apostar em diferenciação e construir relacionamento com clientes pode transformar uma ideia simples em um negócio lucrativo — e com vista privilegiada.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rodovia Baldicero Filomeno, 20.622 – Ribeirão da ilha – Florianópolis/SC – CEP : 88.064-002📞Telefone: (48) 9961-5050📧 E-mail: adm@paraisodasostras.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/paraiso.dasostras

📍 Endereço: Rua fidlga, 314 – Vila Madalena – São Paulo/SP – CEP: 05432-000📞Telefone/WhatsApp: (11) 3819-6282📸 Instagram: https://www.instagram.com/restaurantecais/

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DF enfrenta risco fiscal e precisa de ajuste imediato e reformas estruturais, avaliam especialistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 03:38

Distrito Federal DF enfrenta risco fiscal e precisa de ajuste imediato e reformas estruturais, avaliam especialistas Com déficit projetado de até R$ 4 bilhões até o final de 2026, avaliação aponta necessidade de ajustes rigorosos no curto prazo e mudanças estruturais a partir de 2027. Por Ygor Wolf, g1 DF — Brasília

O governo do Distrito Federal enfrenta um cenário fiscal delicado, com projeção de déficit que pode alcançar até R$ 4 bilhões até o fim de 2026.

Para especialistas, o quadro exige medidas urgentes de contenção de gastos neste ano e reformas estruturais no médio prazo para evitar o agravamento da crise.

Especialistas defendem que o governo priorize o cumprimento rigoroso das medidas já anunciadas. O ajuste fiscal em 2026 deve avançar com corte de despesas e revisão de contratos para reduzir gastos.

O governo do Distrito Federal enfrenta um cenário fiscal delicado, com uma projeção de déficit que pode alcançar até R$ 4 bilhões até o fim de 2026.

Para especialistas ouvidos pelo g1, o quadro exige medidas urgentes de contenção de gastos neste ano e reformas estruturais no médio prazo para evitar o agravamento da crise.

Segundo o professor de economia do Ibmec Brasília Renan Silva, a prioridade imediata deveria ser o cumprimento rigoroso das medidas já anunciadas pelo governo.

Entre elas, o decreto assinado na última semana que determina a renegociação de contratos com redução de até 25% nas despesas.

Além disso, o especialista destaca a importância do controle mensal do orçamento. “É vital que cada órgão respeite a liberação de apenas 1/12 do orçamento por mês para evitar descasamento financeiro”, afirma.

Na mesma linha, o economista César Bergo avalia que o ajuste ainda em 2026 precisaria avançar em três frentes principais, com foco direto na redução de gastos:

Corte de despesas administrativas: com enxugamento da máquina pública, revisão de gastos com pessoal e redução de despesas não essenciais, como eventos e patrocínios.Controle de contratos e terceirizações: reavaliar contratações e contratos, sem comprometer áreas prioritárias como saúde, educação e segurança.Revisão e renegociação de contratos: governo deveria renegociar valores, suspender serviços não iniciados e adiar despesas para melhorar o equilíbrio fiscal ainda neste ano.

“Há margem para economia, e esse esforço precisa ser feito ainda neste ano”, avalia o economista.

Para o médio prazo, já a partir do próximo mandato à frente do Palácio do Buriti, Renan Silva avalia que o DF precisará de reformas estruturais para melhorar o caixa.

"Na minha opinião, o foco deve estar na consolidação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) que já está em debate, priorizando a eficiência do gasto através da participação popular e da redução da dependência de créditos extraordinários", diz.

"Vale ressaltar que o orçamento total de R$ 74,4 bilhões para 2026 oferece uma base sólida. Na contrabalança, o fato de 64,6% desse montante estar comprometido com pessoal limita drasticamente o espaço para manobra", indica o professor.

Esse cenário restringe a capacidade do governo de ampliar investimentos ou reagir a crises, tornando as decisões fiscais mais complexas.

Mesmo com medidas já em curso, o economista afirma que o cenário mais provável ainda é preocupante.

Sem novas reformas estruturais, o DF pode enfrentar atrasos em pagamentos a fornecedores e até risco de insolvência – em bom português, risco de dar calote.

A avaliação leva em consideração a baixa disponibilidade de caixa do governo local, que já figura entre as piores do país.

Na avaliação de Bergo, a reorganização fiscal também dependerá de mudanças institucionais. Ele destaca a importância de uma atuação mais criteriosa da Câmara Legislativa na aprovação de projetos, com exigência de retorno econômico ou social das propostas.

O economista defende ainda maior participação da sociedade na elaboração do orçamento. Segundo ele, o tamanho da estrutura administrativa do DF é elevado e precisa ser reavaliado.

Ainda de acordo com Cesar Bergo, o DF não deve conseguir pagar todas as despesas contratadas para 2026. O que sobrar deve ser empurrado para o ano seguinte, na forma de "restos a pagar" – o que pressiona, desde já, as contas de 2027.

Para o economista, aconteça o que acontecer nas eleições de outubro, 2027 tende a ser um ano desafiador para a economia do DF – reflexo desse acúmulo de problemas fiscais.

O cenário atual não surgiu de forma repentina. Um estudo do ObservaDF, ligado à Universidade de Brasília (UnB), mostra que a fragilidade das contas públicas do DF remonta a 2015 e vem sendo agravada ao longo dos anos.

Segundo o levantamento, o principal problema não é o nível de endividamento, mas o fluxo de caixa.

O governo consome praticamente toda a receita arrecadada, sem formar reservas para investimentos ou para enfrentar crises.

Essa característica estrutural limita a capacidade de reação do DF diante de choques econômicos e ajuda a explicar por que o orçamento segue pressionado mesmo em períodos de maior arrecadação.

Além disso, o estudo aponta que a situação foi agravada pela crise envolvendo o Banco de Brasília (BRB), que pode gerar impacto fiscal bilionário e aumentar ainda mais a pressão sobre os cofres públicos.

Outro dado relevante é a baixa disponibilidade de caixa, que colocou o DF entre os piores resultados do país nesse indicador. Isso significa que o governo tem pouca margem para honrar compromissos e investir, especialmente em momentos de instabilidade.

Sem mudanças mais profundas na estrutura do orçamento — especialmente na rigidez das despesas obrigatórias — especialistas avaliam que a pressão fiscal tende a se transferir para os próximos governos.

No diagnóstico geral, o ajuste atual pode evitar um agravamento imediato da crise, mas não será suficiente para resolver o problema de forma definitiva.

A combinação de receitas voláteis, gastos rígidos e falta de reserva financeira mantém o DF em situação de vulnerabilidade, exigindo planejamento de longo prazo e reformas estruturais consistentes.

O estudo da UnB teve como objetivo objetivo analisar a situação fiscal do Governo do Distrito Federal (GDF) no período de 2015 a 2024, abrangendo as administrações conduzidas pelos governadores Rodrigo Rollemberg (2015–2018) e Ibaneis Rocha (2019–2024).

Durante o governo Rollemberg, o Distrito Federal enfrentou uma crise fiscal. Em 2015, o GDF identificou um déficit de R$ 6,5 bilhões para cobrir as despesas.

Isso levou o DF a atrasar salários, negar reajustes e cortar investimentos. As despesas superaram a arrecadação, resultando em um déficit de cerca de R$ 2,5 bilhões nas contas públicas do DF – isso, só no primeiro ano.

À época, o governo afirmou que as dívidas eram da gestão anterior, do governador Agnelo Queiroz (PT), que havia gasto mais e empenhado despesas sem ter os recursos necessários.

De acordo com o estudo, em 2024, o DF registrou o quarto pior resultado do país em disponibilidade de caixa líquida entre os estados, evidenciando a dificuldade de manter reservas financeiras para honrar compromissos e enfrentar imprevistos.

O documento afirma que a situação se agravou em 2026, último ano de mandato de Ibaneis Rocha (MDB), com sinais claros de "pressão sobre o caixa".

Logo no começo do ano, o governo publicou decreto que criou limite mensal para gastos públicos. Na última semana, a governadora Celina Leão editou novo decreto determinando corte em contratos.

Embora a capital apresente um baixo nível de endividamento, o estudo revelou que quase toda a sua receita é consumida por despesas correntes, resultando em uma classificação negativa de sua capacidade de pagamento (Capag).

🔎Conforme noticiado pelo g1, o DF está com nota baixa em Capacidade de Pagamento (Capag), um indicador usado pelo Tesouro Nacional para avaliar a saúde financeira de estados, municípios e da capital federal, e não poderá usar a União como garantidora de um eventual empréstimo.

O relatório enfatiza ainda que esse choque fiscal é particularmente grave porque o DF já apresenta uma fragilidade fiscal de fluxo.

Na prática, isso significa que a capital federal não tem margem financeira para absorver um impacto patrimonial da magnitude que o BRB pode representar.

As estimativas ainda estão sendo concluídas, mas apontam um possível rombo de até R$ 13 billhões.

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Como a alta do petróleo afeta o dia a dia da economia global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 00:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

Os preços do petróleo bruto Brent subiram brevemente acima de US$ 126 por barril, atingindo seu nível mais alto desde o início da guerra na Ucrânia em 2022. — Foto: Getty Images via BBC

Os preços do petróleo subiram para o nível mais alto desde o início da guerra na Ucrânia em 2022, alimentando novas preocupações globais em meio a relatos de que os militares dos EUA darão ao presidente Donald Trump novas opções de ação contra o Irã.

De acordo com o site de notícias Axios, o Comando Central dos EUA elaborou planos para uma onda de ataques “curtos e poderosos” com o objetivo de romper o impasse nas negociações com Teerã. A BBC entrou em contato com o Pentágono e a Casa Branca para comentar.

Mas o impacto potencial vai muito além dos preços dos combustíveis. Especialistas dizem que o mecanismo é uma reação em cadeia: quando os preços do petróleo sobem, os efeitos se espalham por toda a economia global.

O aumento dos preços do petróleo “tem um efeito indireto não apenas no petróleo, mas nos produtos relacionados ao petróleo, na inflação e basicamente em todos os fatores do nosso dia a dia”, diz Naveen Das, analista sênior de petróleo da plataforma de dados e análises Kpler.

“Talvez comecemos a ver mais manchetes sobre tentativas de diminuir a escalada novamente”, acrescenta.

Esse é o ponto de partida. Os preços do petróleo bruto aumentam devido a preocupações com a oferta, conflito geopolítico ou especulação de mercado.

O petróleo Brent saltou brevemente quase 7% para mais de US$ 126 o barril, antes de voltar para cerca de US$ 116 nas negociações europeias. Os preços subiram nesta semana, com a paralisação dos esforços de paz. O estreito de Ormuz permanece fechado na prática, elevando os custos de combustível para os motoristas.

Antes do início do ataque dos EUA e de Israel ao Irã, o petróleo Brent estava sendo negociado em torno de US$ 70 o barril, cerca de 80% abaixo do pico de quinta-feira.

O petróleo bruto é um componente essencial da gasolina e do diesel, o que significa que os preços mais altos no atacado passam rapidamente para a bomba.

"O aumento dos preços dos fertilizantes será repassado por toda a cadeia de suprimentos", afirma Susannah Streeter, estrategista-chefe de investimentos da consultoria de investimentos Wealth Club — Foto: Getty Images via BBC

O petróleo não é usado apenas como combustível, mas também como insumo essencial em uma ampla gama de produtos. Como resultado, preços mais altos do petróleo bruto se traduzem em maiores custos de produção em setores como combustível de aviação, plásticos e embalagens, bem como produtos químicos e fertilizantes.

Governos de diferentes países vêm alertando que os consumidores podem enfrentar contas de energia, preços de alimentos e tarifas aéreas mais altas como resultado do conflito.

Algumas companhias aéreas já estão aumentando o preço das suas passagens aéreas ou cortando rotas. Os preços dos fertilizantes também estão subindo, o que pode eventualmente aumentar os custos dos alimentos.

Susannah Streeter, estrategista-chefe de investimentos da consultoria de investimentos Wealth Club, diz que os custos podem permanecer elevados até o próximo ano.

“Os embarques de ureia, usados como fertilizante, estão bloqueados — e os custos dispararam para agricultores de todo o mundo que não compraram estoques com antecedência”, diz ela.

“A preocupação é que esses custos sejam repassados pelas cadeias de suprimentos, elevando o preço dos produtos de uso diário ainda este ano e no próximo.”

Como quase tudo depende do transporte — alimentos, bens de consumo e matérias-primas — os custos mais altos de combustível aumentam diretamente as despesas de frete.

Quando se torna mais caro transportar mercadorias globalmente, as empresas normalmente repassam esses custos aos consumidores, aumentando a pressão sobre os preços de varejo.

Esses custos crescentes se acumulam em toda a economia global. À medida que a energia se torna mais cara, as empresas enfrentam custos operacionais mais altos, desde a operação de fábricas até o aquecimento de edifícios e o transporte de mercadorias.

Os preços dos alimentos também aumentam, porque o plantio, empacotamento e distribuição dependem de combustível e fertilizantes ligados ao petróleo. Produtos de uso diário, de roupas a eletrônicos, também se tornam mais caros de produzir e transportar.

À medida que esses aumentos se acumulam em vários setores ao mesmo tempo, as pressões de preços se tornam mais generalizadas e persistentes. Quando esse padrão continua ao longo do tempo, em vez de ser um pico de curto prazo, os economistas o descrevem como inflação — um aumento geral e sustentado do custo de vida.

“O mundo inteiro está enfrentando isso, alguns países mais, outros menos”, diz André Perfeito, economista brasileiro que lidera a consultoria APCE.

“O Brasil está sofrendo muito, por exemplo”, acrescenta, destacando que a inflação permaneceu persistentemente acima da meta do banco central nos últimos meses.

Depois de atingir um pico acima de 5% em meados de 2025, a inflação anual do Brasil diminuiu gradualmente, mas permaneceu elevada, oscilando em torno de 4,3% a 4,4% no início de 2026 — ainda perto do limite superior da meta.

Agora, espera-se que termine o ano em 4,86%, de acordo com a última previsão do Banco Central brasileiro, devido ao conflito no Oriente Médio.

Para os consumidores, isso acaba influindo na vida cotidiana de várias maneiras. As contas de supermercado aumentam, o deslocamento se torna mais caro e os custos de serviços públicos aumentam.

À medida que o custo de vida aumenta, os trabalhadores podem buscar salários mais altos para manterem seus padrões, o que pode aumentar a pressão inflacionária. Em resposta, os bancos centrais costumam subir as taxas de juros para controlar a inflação, tornando empréstimos mais caros e desencorajando gastos e tomada de crédito.

Em alguns países, como Paquistão e Bangladesh, o governo ordenou o fechamento de escolas para economizar combustível e reduzir custos.

“Não há muita maneira de pensar em uma solução de curto prazo. Não acredito que Trump vá amenizar isso, pelo menos por enquanto.”

Em seu mais recente relatório sobre o assunto, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta que o conflito com o Irã corre o risco de tirar a economia global “do rumo”, com uma escalada prolongada aumentando o risco de uma recessão global.

Também pede que os bancos centrais sejam cautelosos ao aumentar as taxas de juros em resposta à inflação mais alta.

No entanto, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse à BBC News que uma “pequena dor econômica por semanas” era justificada se reduzisse o risco de o Irã desenvolver armas nucleares.

“Estou menos preocupado com as previsões de curto prazo, em nome da segurança de longo prazo”, disse ele.

Este texto foi traduzido e revisado por nossos jornalistas utilizando o auxílio de IA, como parte de um projeto piloto.

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Mega-Sena, concurso 3.003: veja os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.003: veja os números sorteados Veja os números sorteados: 55 – 37 – 08 – 47 – 27 – 24 Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.003 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (2), em São Paulo. A Mega de hoje pode pagar R$ 3.199.851,70.

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

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Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 16:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.003 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3,5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (2), em São Paulo.

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Agrishow: produtores que começaram a plantar lúpulo no quintal apostam em água ‘sabor cerveja’ no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 14:44

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow: produtores que começaram a plantar lúpulo no quintal apostam em água 'sabor cerveja' no interior de SP Lata de água com gás lupulada sem álcool foi uma das atrações da maior feira de tecnologia agrícola do país, em Ribeirão Preto. Casal descobriu bebida agradável ao paladar enquanto fazia testes para produzir sorvete. Por Beatriz Jacomini, g1 Ribeirão Preto e Franca

Casal de produtores de lúpulo de Araraquara (SP) descobriu água com gás sem álcool e com sabor de cerveja enquanto testavam receitas.

A bebida foi lançada na Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola que aconteceu esta semana em Ribeirão Preto (SP).

Luciana Pereira e Isidro Pontes começaram a produzir lúpulo de forma experimental há quatro anos, no quintal da chácara em que moram no interior de São Paulo.

Após degustações bem sucedidas em 2025, o casal decidiu lançar a bebida enlatada com a aposta de alcançar público preocupado com saúde e bem-estar.

Uma água com gás sem álcool e com sabor de cerveja foi uma das atrações da Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola que aconteceu esta semana em Ribeirão Preto (SP).

A bebida, lançada oficialmente no evento, foi descoberta por um acaso pelo casal de produtores de lúpulo Luciana Pereira e Isidro Pontes, de Araraquara (SP), enquanto testavam receitas com os cones de lúpulo para tentar fazer sorvete.

"Eu sabia que o lúpulo tinha em shampoo, perfume e outras coisas. Eu estava mirando em fazer sorvete e todos os dias eu chegava em casa, pegava o meu lúpulo e fazia receitas, até que cheguei em uma formulação perfeita da água saborizada", afirma Luciana.

O casal começou a produzir lúpulo de forma experimental há quatro anos, no quintal da chácara em que moram no interior de São Paulo, com a ajuda de um tio de Luciana, que é fitoterapeuta.

Aos poucos, com as dificuldades da cultura, geralmente inviável para as condições climáticas do Brasil, o conhecimento sobre o assunto foi aumentando.

"A gente estava quase desistindo. Foi quando um engenheiro agrônomo especialista nos ajudou e apoio, para continuarmos as pesquisas", diz Isidro.

Mas ter a plantação não era suficiente, e Luciana e Isidro começaram a buscar formas de escalar a produção para entrar no radar do mercado cervejeiro, não só para cervejeiros artesanais, mas também para grandes empresas.

Lançada na Agrishow, água 'sabor cerveja' é produzida a partir de produção experimental de lúpulo em Araraquara (SP). — Foto: Lúpulo Guarani/Redes sociais

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Com o tempo, o casal percebeu que, para competir com lúpulos importados, era necessário se atentar a questões fitossanitárias da planta, geralmente produzida em clima temperado, além de detalhes sobre o beneficiamento do produto final. Tanto que a maior parte utilizada pelas cervejarias brasileiras ainda é importada do hemisfério norte.

"A industrialização do lúpulo é extremamente delicada e de uma exigência química cirúrgica", diz Luciana.

Com a planta se desenvolvendo no quintal da chácara, Luciana e Isidro decidiram não ficar parados e começaram a buscar formas inovadoras de utilizar os pellets.

Até que, há um ano, durante alguns testes, descobriram que a matéria-prima que tinham nas mãos não só seria ótima para a produção de cervejas, como também de uma água saborizada fácil de beber – a chamada "drinkability" – que agrega todo o aroma e o frescor da plantação deles.

"O lúpulo utilizado para produzir esse lote vendido na feira foi colhido em março, ao contrário dos pallets importados que foram colhidos há dois ou três anos. A gente não briga com a indústria consagrada de importação da planta, com a água lupulada a gente quer entrar pra aprender", afirma Luciana.

Após degustações bem sucedidas em 2025, o casal decidiu lançar a bebida enlatada na Agrishow deste ano, com a aposta de alcançar um público ao mesmo tempo preocupado com saúde e bem-estar e apaixonado por cerveja. "É uma novidade que sai da mesmice do mercado", diz Isidro.

A produtora de lúpulo Luciana Pereira lançou água 'sabor cerveja' na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP0. — Foto: Matheus Vinicius

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O paradoxo da Noruega, país que ganha bilhões com aumento do petróleo mas o consome cada vez menos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 04:44

Mundo O paradoxo da Noruega, país que ganha bilhões com aumento do petróleo mas o consome cada vez menos O próspero país nórdico tem uma das redes de energia menos poluentes do mundo, mas ganha muito dinheiro com a exportação de combustíveis fósseis. Por BBC

A Noruega produz e exporta petróleo e gás, mas seu consumo interno é baseado principalmente na energia limpa. — Foto: GETTY IMAGES

As bicicletas são onipresentes nas suas cidades, 98% da sua eletricidade provém de fontes renováveis e nove em cada 10 carros novos vendidos em 2024 foram veículos elétricos.

A Noruega é também o país membro da Agência Internacional de Energia em que a eletricidade representa a maior proporção do consumo total de energia. E foi um dos primeiros a criar impostos sobre as emissões de carbono.

Mas, ao mesmo tempo, o país não deixa de aumentar sua produção de gás e petróleo e exportar massivamente os combustíveis fósseis contaminantes.

Esses recursos representam a maior fonte de receita do Estado norueguês e formam o pilar do famoso fundo soberano, o chamado "Fundo do Petróleo", que garante a solvência do generoso sistema de aposentadorias e bem-estar do país.

Essa contradição entre a descarbonização interna e seu papel como grande exportador global de combustíveis fósseis é conhecida como "paradoxo norueguês" e gera, há anos, um intenso debate político e social.

De um lado, grupos ambientalistas e jovens ativistas exigem compromissos concretos e um calendário para reduzir a atividade petrolífera. Do outro, o setor do petróleo e gás defende sua importância para a economia e as centenas de milhares de empregos gerados por ele.

A guerra no Oriente Médio e o aumento dos preços globais do petróleo e gás causado pelo bloqueio do estratégico Estreito de Ormuz geraram enormes e inesperados benefícios para a Noruega, mas também reabriram um dos seus debates internos mais incômodos.

"Para um ambientalista norueguês como eu, é claro que essa é uma situação vergonhosa", declarou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o presidente da associação ecologista Amigos da Terra Noruega, Truls Gulowsen.

A Noruega é um dos países mais desenvolvidos do mundo, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas. E o setor de energia é a sua principal fonte de riqueza.

As exportações do setor representam mais de 60% do total dos produtos vendidos para o exterior e somam mais de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O Estado mantém participação majoritária no conglomerado Equinor, o principal operador da plataforma continental norueguesa, e destina a maior parte dos seus benefícios ao fundo soberano.

No final de 2025, o fundo contava com ativos no valor estimado de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 9,4 trilhões), o equivalente a US$ 350 mil (R$ 1,7 milhão) por cidadão do país.

As exportações de petróleo e gás desempenham papel fundamental na economia da próspera Noruega — Foto: KRISTIAN HELGESEN/GETTY IMAGES

No contexto atual de 2026, as tensões no Oriente Médio indicam que esses números continuarão aumentando.

O Estado norueguês recebeu US$ 5 bilhões (cerca de R$ 24,7 bilhões) a mais desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. E a Bolsa de Valores da capital norueguesa, Oslo, bateu recordes graças às companhias locais do setor de energia.

O governo trabalhista tentou neutralizar a ideia de que o país que concede o Prêmio Nobel da Paz vem enriquecendo com os transtornos da guerra.

O ministro das Finanças norueguês e ex-secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, destacou que esse é um paradoxo, já que a Noruega "se beneficia mais da paz".

Mas, como afirmou a colunista da rede pública norueguesa de rádio e televisão NRK, Cecilie Langum Becker, "a dura realidade é que, quando o mundo está em chamas, o dinheiro flui para o nosso orçamento estatal".

Essa dinâmica já havia ficado clara em 2022, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia reduziu drasticamente as exportações de Moscou para a Europa. Desde então, a Noruega surgiu como o último fornecedor confiável de um continente assolado pela crise energética.

"Fornecemos, hoje, cerca de 30% do gás e 15% do petróleo que é consumido na Europa, para onde enviamos 90% das nossas exportações", explica à BBC a analista Thina Saltvedt, da empresa financeira Nordea.

O debate sobre as exportações de combustíveis fósseis está presente na Noruega há anos. — Foto: PAUL S. AMUNDSEN/GETTY IMAGES

Apesar das suas jazidas petrolíferas, a Noruega possui, há décadas, uma das infraestruturas mais limpas da Europa, graças à sua rede hidrelétrica.

Em 1991, o governo norueguês criou um imposto ao carbono, para promover a energia limpa. Em 2005, incentivos transformaram o país no líder mundial em carros elétricos. E, em 2017, o Parlamento da Noruega aprovou a Lei do Clima, para reduzir as emissões em 50% até 2030.

Os conflitos na Ucrânia e no Irã obrigaram até mesmo os partidos mais "verdes" a aceitar que o gás norueguês é um "mal necessário" para a segurança energética da Europa.

Para Gulowsen, a narrativa dominante, agora, é que a instabilidade global justifica a aposta nos hidrocarbonetos.

"Fala-se em abrir áreas em águas profundas do Ártico, que são ambientes vulneráveis onde não deveria haver exploração, em nenhuma hipótese."

O governo norueguês quer continuar desenvolvendo a indústria petrolífera e aprovou novas licenças de exploração. — Foto: CHRIS RATCLIFFE/GETTY IMAGES

O governo do primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, ofereceu recentemente 57 novas licenças de exploração.

"Continuaremos buscando mais petróleo para fornecer à Europa, prometeu Støre. Ele aposta no "desenvolvimento" da indústria, em vez de estabelecer "fases de saída".

Apesar da pressão dos setores mais jovens do seu partido, Støre não tem intenção de defender um calendário de abandono. Pelo contrário, ele aposta na zona menos explorada do país (o mar de Barents) para compensar a queda das jazidas atuais.

Frode Alfheim, do sindicato Industri Energi, relembrou à BBC News Mundo a importância social do setor.

"Estamos falando de mais de 200 mil postos de trabalho diretos", destaca ele. "Não é o momento de deixar a Europa sem fornecimento."

"Cada vez mais pessoas se dão conta de que há um pôr do sol no horizonte. Mas será doloroso."

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