RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS inicia pagamento de benefícios de fevereiro; veja calendário

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Os beneficiários do INSS que recebem até um salário mínimo serão os primeiros a ter o pagamento de fevereiro liberado a partir desta segunda-feira (23).

A organização do calendário de pagamentos segue o número final do cartão do benefício, desconsiderando o dígito verificador.

Os segurados com rendimentos acima do piso nacional terão seus benefícios liberados em datas posteriores, seguindo a mesma lógica de final do cartão.

Para quem recebe até o salário mínimo, o calendário de fevereiro começa com os cartões de final 1, enquanto os demais seguem a ordem numérica.

Os valores a serem recebidos podem ser consultados pelo aplicativo "Meu INSS", site oficial ou através da central telefônica 135.

Os aposentados, pensionistas e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber os pagamentos referentes ao mês de fevereiro a partir desta segunda-feira (23).

O calendário é organizado de acordo com o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador (número que aparece depois do traço).

Recebem primeiro os segurados que ganham até um salário mínimo. Quem recebe acima do piso nacional terá o pagamento liberado na sequência.

Final 1: 23/2Final 2: 24/2Final 3: 25/2Final 4: 26/2Final 5: 27/2Final 6: 2/3Final 7: 3/3Final 8: 4/3Final 9: 5/3Final 0: 6/3

O calendário leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.

Para os que recebem acima desse valor, o calendário inicia com os cartões de final 1 e 6. No dia seguinte, são pagos os finais 2 e 7, e assim por diante.

Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar o valor a receber do seu benefício pelo aplicativo "Meu INSS" ou no site meu.inss.gov.br.

Também é possível obter informações pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.

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Em ofício a Fachin, OAB pede a conclusão do inquérito das fake news, que tramita no STF há quase 7 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia Blog da Ana Flor Em ofício a Fachin, OAB pede a conclusão do inquérito das fake news, que tramita no STF há quase 7 anos Ordem dos Advogados do Brasil afirma que inquérito foi aberto em situação excepcional que já foi superada. Entidade diz que inquéritos não podem durar indefinidamente nem expandir demais seu objeto de investigação. Por Isabela Camargo, Reynaldo Turollo Jr, Ana Flor, TV Globo, GloboNews e g1 — Brasília

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai enviar nesta segunda-feira (23) uma manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, pedindo o encerramento do inquérito das fake news, que tramita na Corte há quase sete anos.

No documento, assinado pela Diretoria Nacional e por todos os presidentes das seccionais nos estados, a OAB "externa extrema preocupação institucional com a permanência e conformação jurídica de investigações de longa duração", em especial o inquérito das fake news.

Esse inquérito voltou ao noticiário nos últimos dias por causa de uma operação de busca e apreensão, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que teve como alvos quatro servidores que atuam na Receita e são suspeitos de terem acessado e vazado dados sigilosos de parentes de ministros do STF.

Ministro Edson Fachin (ao centro) preside sessão do Supremo Tribunal Federal — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A OAB afirma que "é inegável que a instauração do referido inquérito ocorreu em ambiente de grave tensão institucional, marcado por ataques reiterados à honra e à segurança de Ministros da Suprema Corte" — que "desempenhou papel central na defesa da ordem constitucional e na preservação da estabilidade democrática".

No entanto, segundo a Ordem, "superada a conjuntura mais aguda" que originou o inquérito das fake news, "impõe-se redobrada atenção aos parâmetros constitucionais que regem a persecução estatal".

"Justamente por se tratar de solução institucional extraordinária, concebida para responder a circunstâncias igualmente extraordinárias, sua condução e permanência no tempo reclamam cautela ainda maior, com estrita observância da excepcionalidade que lhe deu origem e dos limites constitucionais que legitimam a atuação estatal", sustenta a OAB.

O inquérito das fake news foi aberto pelo então presidente do Supremo, Dias Toffoli, em março de 2019. Na ocasião, ele escolheu Moraes para ser o relator, a partir da interpretação de trechos do Regimento Interno do STF que tratavam de crimes cometidos contra a Corte.

O objetivo era investigar "notícias fraudulentas", ofensas e ameaças que "atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal, de seus membros e familiares".

Ao longo do tempo, fatos distintos foram investigados dentro do inquérito das fake news, até chegar recentemente aos servidores que atuam na Receita Federal — o que a OAB chamou de "elasticidade excessiva do objeto investigativo".

"A lógica constitucional e processual do inquérito, no sistema brasileiro, é a de instrumento voltado à investigação de fatos determinados […], e não a de procedimento aberto à absorção sucessiva de condutas distintas, conforme novas conexões sejam afirmadas ao longo do tempo", diz a Ordem.

"Essa preocupação se acentua diante de relatos recentes sobre a inclusão, no âmbito do mesmo procedimento, de pessoas e fatos que, embora possam merecer apuração rigorosa por canais próprios, não se apresentam de forma imediatamente aderente ao núcleo originário que justificou a instauração do inquérito."

A Ordem afirma que "a defesa da democracia […] não se esgota na repressão a ataques institucionais; ela se completa com a observância estrita do devido processo legal, da ampla defesa, do contraditório e da liberdade de expressão".

"Nessa linha, a OAB reputa indispensável reafirmar a proteção ao livre exercício profissional e às garantias constitucionais de todos aqueles que exercem funções essenciais à vida democrática, com menção à atividade jornalística e, com especial ênfase, às prerrogativas de advogados e advogadas", diz a entidade.

A OAB conclui o ofício solicitando uma audiência com Fachin para expor seus argumentos sobre o tema, pede que "sejam adotadas providências voltadas à conclusão dos chamados inquéritos de natureza perpétua" e que "não haja a instauração de novos procedimentos com essa mesma conformação expansiva e indefinida".

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Polícia Federal leva dados do Master para CPMI do INSS; parlamentares dizem que ainda não tiveram acesso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Os dados sigilosos da investigação sobre o Banco Master e seu dono, Daniel Vorcaro, já estão nos computadores da CPMI do INSS, mas os integrantes da comissão formada por deputados e senadores para apurar fraudes e desvios em aposentadorias e pensões afirmam que ainda não tiveram acesso ao material.

Integrantes da comissão confirmaram ao blog que ainda na noite da sexta-feira (20), horas depois da decisão do ministro André Mendonça, novo relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), agentes da Polícia Federal foram ao Senado Federal e ficaram até 1h30 de sábado fazendo a transferência dos arquivos que estavam sob custódia da presidência da casa.

Acompanhados da Advocacia do Senado, transferiram o material para os computadores e hard drives (HD) na sala da CPMI do INSS. Entretando, os parlamentares e funcionários da CPMI não tiveram acesso ao material.

Em coletiva à imprensa, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), chegou a se dizer indignado por não ter tido acesso ao material sigiloso, conforme determinado pelo novo relator do caso no STF.

Na decisão, André Mendonça determinou que nenhuma cópia ficasse com a presidência do Senado — local onde o antigo relator, ministro Dias Toffoli, havia definido para os documentos ficarem custodiados.

Mendonça também definiu que a Polícia Federal fique com o material apreendido nas operações, não mais a Procuradoria Geral da República (PGR), como havia sido determinado por Toffoli.

O novo relator do caso Master no Supremo também determinou que o sigilo sobre o material seja mantido pela CPMI, que terá que criar um acesso controlado às informações.

No material apreendido estão documentos e informações que estavam em computadores e celulares, como o do próprio Vorcaro.

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Tarifaço: Brasil e China são os mais beneficiados com nova alíquota global de Trump, diz estudo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Brasil deve registrar a maior queda nas tarifas médias, de 13,6 pontos percentuais, segundo a Global Trade Alert.

China e Índia também terão reduções significativas, de 7,1 e 5,6 pontos percentuais, respectivamente, com a nova política.

Aliados dos EUA, como Reino Unido, União Europeia e Japão, enfrentarão tarifas mais altas com a nova medida.

O vice-presidente Geraldo Alckmin avalia que a mudança não prejudica a competitividade das empresas brasileiras.

Brasil e China são os países mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre sexta-feira e sábado (21). A avaliação é da Global Trade Alert, organização independente que monitora políticas de comércio internacional.

Segundo relatório da entidade, o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias, com queda de 13,6 pontos percentuais. Na sequência, aparecem China, com recuo de 7,1 pontos, e Índia, com diminuição de 5,6 pontos. (veja lista completa abaixo)

A informação foi publicada inicialmente pelo jornal britânico Financial Times. O g1 teve acesso à íntegra do documento.

O cálculo considera a nova tarifa global anunciada por Trump, que foi ampliada em menos de 24 horas. Após anunciar uma alíquota de 10% — em resposta à decisão da Suprema Corte dos EUA que cancelou o tarifaço —, o republicano elevou o percentual para 15% neste sábado.

💡 O Brasil chegou a enfrentar sobretaxas de 50% impostas pelos EUA. Por isso, a redução em relação a essas cobranças atuais beneficia diretamente os produtos brasileiros (veja a cronologia do tarifaço abaixo).

As novas taxas, previstas para entrar em vigor às 00h01 (horário de Washington) da próxima terça-feira (24), atingem todos os países que mantêm relações comerciais com os EUA.

Há, no entanto, exceções para determinados produtos, como minerais críticos, produtos agrícolas e componentes eletrônicos.

🔎 Após a Suprema Corte invalidar o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) para sustentar o tarifaço, Trump passou a se apoiar na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite a imposição de tarifas de até 15%.

Com a reconfiguração das tarifas, aliados importantes dos EUA, como Reino Unido (+2,1 pontos), União Europeia (+0,8 ponto) e Japão (+0,4 ponto), estão entre os que passarão a enfrentar tarifas mais altas com a nova alíquota, segundo a Global Trade Alert. Veja abaixo:

Brasil e China são os mais beneficiados com derrubada de tarifaço pela Suprema Corte e nova alíquota global de Trump, diz estudo. — Foto: Arte/g1

Em entrevista ao Financial Times, o economista Johannes Fritz, responsável pela análise, afirmou que as mudanças beneficiaram sobretudo os países mais duramente criticados pela Casa Branca e alvo de tarifas impostas com base na IEEPA, como Brasil, China, México e Canadá.

“Este regime tem uma duração potencial de apenas 150 dias. A administração sinalizou que agora se concentrará nas leis que permitem a imposição de tarifas. Portanto, na prática, o jogo recomeça do zero”, acrescentou, ressaltando que o cenário é incerto.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também chefia o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, comemorou na sexta-feira a decisão da Suprema Corte. Para ele, a derrubada do tarifaço coloca o Brasil em condições de competitividade equivalentes às de seus concorrentes.

Neste domingo, após Trump anunciar o aumento da taxa global de 10% para 15%, Alckmin afirmou que a mudança não provoca perda de competitividade para as empresas brasileiras. Segundo ele, isso ocorre porque a alíquota é aplicada de forma uniforme a todos os países.

"Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competitividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranja, aeronaves", declarou o vice-presidente.

"Foi positivo. Acho que tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula agora em março aos EUA para a gente conseguir abordar ainda questões não tarifárias", acrescentou.

O ministro também explicou que, antes da decisão da Suprema Corte, 22% das exportações brasileiras estavam sujeitas a uma sobretaxa de 40%.

De acordo com cálculo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base em dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC), a decisão do tribunal americano de derrubar o tarifaço afeta US$ 21,6 bilhões em exportações brasileiras ao país.

O presidente Donald Trump durante evento com jornalistas em 20 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Jessica Koscielniak

Produtos brasileiros chegaram a acumular sobretaxa de 50% ao entrar nos EUA, com exceções para alguns itens. Veja abaixo a cronologia.

Em abril de 2025, ao anunciar as chamadas tarifas recíprocas, Trump aplicou uma taxa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA.Em junho, o republicano elevou as taxas sobre aço e alumínio para 50%, com base na Seção 232 — instrumento separado do IEEPA.Em julho, o republicano impôs um novo aumento de 40%, elevando a alíquota total de diversos itens para 50%. A medida, no entanto, veio acompanhada de uma extensa lista de exceções.Já em novembro, após Trump iniciar negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os EUA retiraram a tarifa de 40% de novos itens, incluindo café, carnes e frutas.Em 20 de fevereiro de 2026, a Suprema Corte invalidou o uso da IEEPA para tarifas amplas. Caíram, assim, a taxa “recíproca” de 10% e a sobretaxa de 40% sobre o Brasil. Aço e alumínio não foram afetados, pois se baseiam na Seção 232.No mesmo dia, Trump anunciou uma tarifa global temporária de 10% por 150 dias, com base em um dispositivo da lei comercial de 1974, que se soma às tarifas já existentes.Em 21 de fevereiro, o republicano anunciou o aumento da taxa para 15%, com o objetivo de corrigir, segundo ele, “décadas de práticas comerciais injustas” que prejudicaram a economia americana.

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Cocô e xixi de porcos podem virar água potável (e até mesmo cerveja) com sistema de tratamento; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Agro Cocô e xixi de porcos podem virar água potável (e até mesmo cerveja) com sistema de tratamento; entenda Tecnologia desenvolvida pela Embrapa diminui até pela metade demanda por água nas granjas. Com reciclagem dos dejetos, criações podem reduzir poluição. Por Vivian Souza

O Sistrates, sistema inovador da Embrapa, trata dejetos suínos para reduzir o consumo de água e a poluição ambiental.

A tecnologia permite transformar os resíduos em água potável, utilizada experimentalmente na produção de 40 litros de cerveja artesanal.

O projeto responde à "falência hídrica" global e à alta demanda de água pela agricultura, diminuindo o uso de recursos novos.

Com o Sistrates, o consumo de água nova na produção é reduzido entre 40% a 50%, gerando também fertilizantes e energia elétrica.

A água tratada, após remoção de carbono, nitrogênio e fósforo, é reaproveitada na limpeza das granjas ou devolvida aos rios.

Um sistema de tratamento de dejetos consegue transformar fezes e urina de porcos em água potável. Já foi feito até mesmo um experimento usando a bebida na produção de cerveja artesanal.

Mas calma, você não vai encontrar cerveja feita com isso no mercado. O objetivo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que desenvolveu o sistema, é evitar que esses dejetos poluam os rios e diminuir o uso de novas águas na produção.

O Sistema de Tratamento de Efluentes da Suinocultura (Sistrates) já é adotada por alguns criadores de suínos. Nas fazendas, a água tratada não é destinada ao consumo humano. Ela é reaproveitada na faxina das instalações ou devolvida aos rios dentro dos padrões ambientais.

A ideia de tornar o líquido em potável foi uma forma de demonstrar o potencial do sistema. O resultado foi positivo.

No lote experimental de cerveja artesanal foram produzidos 40 litros. A bebida foi degustada em eventos científicos em 2024 e 2025.

Para o mestre cervejeiro Fernando Cavassin, que provou a bebida, não há diferença no sabor causada pela água.

Leia também: Os destinos do pênis bovino: do prato afrodisíaco na China a petiscos para pets no Brasil

O mundo entrou em um estágio de "falência hídrica", segundo o Instituto da Universidade das Nações Unidas (ONU) para a Água, o Meio Ambiente e a Saúde. Isso significa que já foi ultrapassado o ponto das crises hídricas temporárias. Muitos sistemas não são mais capazes de retornar às suas condições naturais históricas.

Em paralelo, a agricultura é responsável por cerca de 70% da captação de água doce de todo o planeta, de acordo com o Relatório Mundial de Desenvolvimento da Água da ONU.

"É uma lógica de nós diminuirmos a demanda por esses recursos hídricos de boa qualidade", explica o pesquisador Airton Kunz.

Em contrapartida, quando o tratamento não é feito e os dejetos chegam aos rios, ocorre poluição. Por exemplo, pode haver proliferação de algas e bactérias, deixando a água esverdeada.

O volume de excrementos varia de acordo com o porte do animal e o sistema de produção. Em granjas de engorda, cada suíno produz cerca de 7 litros por dia. Já nas de reprodução, o volume chega a 20 litros por fêmea.

A água também passa por uma remoção de patógenos, mesmo quando é apenas para reúso. Isso é importante para evitar que os animais fiquem doentes.

Para a instalação dos módulos somente até a etapa de reúso, o gasto pode representar de 8% a 10% do investimento na granja, afirma Kunz. Mas, segundo o pesquisador, os custos de manutenção são baixos.

Outra tecnologia que pode ajudar a economizar água é o uso da bioágua ou águas cinzas, que são aquelas geradas pela lavagem de louça e de roupa, por exemplo, para regar a plantação.

No projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Semiárido, o produtor precisa montar um sistema em casa que joga essa água em um filtro, que irá tratá-la e depois bombear a água novamente para a plantação.

O tratamento desta água impede a contaminação do lençol freático, além de resultar em uma solução nutritiva para a planta.

Contudo, existe a limitação do quantos litros a família usa. Portanto, atende apenas uma área pequena de plantação.

Sistema de reuso das águas cinzas montado pela Embrapa Semiárido. — Foto: Divulgação / Roseli Freire De Melo

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Brasil não perde competitividade com aumento da alíquota dos EUA para 15%, pois tarifa é igual para todo mundo, diz Alckmin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste domingo (22) que o aumento tarifas globais de importação dos Estados Unidos de 10% para 15% não gera perda de competividade para empresas brasileiras. Isso ocorre, segundo ele, porque a tarifa é igual para todos países.

Ele deu as declarações em Aparecida (SP), onde participa da Missa de Lançamento Celebrativo da Campanha da Fraternidade de 2026.

"Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas, aeronaves. Foi positivo. Acho que tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula agora e março aos EUA para a gente conseguir abordar, ainda, questões não tarifárias", disse Alckmin.

O aumento da tarifa dos EUA para 15% foi anunciado neste sábado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, após a Suprema Corte do país ter derrubado o tarifaço imposto no ano passado. Ele disse que a elevação é legal e permitida pelos instrumentos jurídicos existentes.

De acordo com cálculo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito com base em dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC), a decisão da Suprema Corte dos EUA impacta o correspondente a US$ 21,6 bilhões em vendas externas brasileiras ao país.

Em Aparecida, Alckmin também destacou que está otimista pela aprovação do acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia no mês de março pelo Congresso Nacional.

Ele citou a preocupação de alguns setores, como de vinho, por exemplo, com a concorrência. Mas ponderou que o acordo fechado prevê salvaguardas ao Brasil. "Se tiver um pico [de importações], suspende [as compras do exterior]", explicou.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Protetor solar para frutas e robô que confere a lavoura com I.A: feira de tecnologia de agro apresenta inovações no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Piracicaba e Região Protetor solar para frutas e robô que confere a lavoura com I.A: feira de tecnologia de agro apresenta inovações no interior de SP Soluções chamaram atenção de visitantes na abertura da 12ª edição da Coplacampo, inaugurada nesta segunda (23), em Piracicaba (SP) e que vai até sexta (27). Por g1 Piracicaba e Região

A 12ª Coplacampo, feira de tecnologia em Piracicaba (SP), reúne 170 expositores e projeta movimentar R$ 500 milhões em inovações para o agronegócio.

Um protetor solar líquido, desenvolvido por uma empresa de Vinhedo (SP), cria uma camada protetora nas frutas para evitar danos causados por altas temperaturas.

"Com as temperaturas aumentando em diferentes regiões, ele é uma tecnologia que pode ser usada de forma muito ampla", afirma Tânia, sobre o uso em diversas fases da planta.

A Embrapa desenvolveu um robô autônomo com inteligência artificial para identificar e quantificar a produtividade em lavouras de frutas.

O equipamento utiliza câmeras e GPS para georreferenciar a posição de cada fruto com precisão de centímetros, sendo testado em plantações de maçã e uva.

Protetor solar líquido para frutas e um robô guiado por inteligência artificial que transita sozinho pelas lavouras de uva e maças para identificar e quantificar a produtividade do pomar. Essas duas soluções, especialmente aplicadas ao segmento, chamaram a atenção dos visitantes na abertura da 12ª edição da Coplacampo, uma feira de tecnologia de agronegócios, a inaugurada nesta segunda (23), em Piracicaba (SP).

Ccom 170 expositores, a Coplacaepo espera movimentar R$ 500 milhões até o último dia da feira de tecnologia de agronegócio, nesta sexta-feira (27).

Durante a abertura do evento, realizado pela Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana), a equipe da EPTV, afiliada da TV Globo na região foi ver de perto como funcionam essas inovações. Algumas delas, ainda estão em fase de testes. Confira, abaixo.

Comercializado em líquido, o produto desenvolvido por uma empresa de Vinhedo (SP), a exemplo de um protetor solar utilizado em humanos, cria uma camada para evitar que a fruta sofra com as altas temperaturas.

“Como ele cria essa camada branca, ele ajuda a repelir algumas pragas voadoras que são atraídas pela massa verde. Então, ele também tem os efeitos adjacentes, mas como proteção solar, o grande objetivo desse produto é evitar a perda de produtividade”, diz Tânia Zen, sócia-fundadora da empresa.

“Com as temperaturas aumentando em diferentes regiões, ele é uma tecnologia eu pode ser usada de forma muito ampla, em momentos específicos de cada fase da planta”, afirma Tânia.

Robô em fase de testes da Embrapa que confere a lavoura com inteligência artifical é apresentada durante Coplacampo em Piracicaba — Foto: Reprodução/EPTV

Outra tecnologia apresentada na Coplacampo atende as demandas da agricultura de precisão. Um robô desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que terá a característica de transitar de forma autônoma por lavouras para fazer a identificação e quantificação de produtividade, especialmente no segmento de frutas.

Durante o evento, o equipamento foi demonstrado com a utilização de um controle, manuseado pelo pesquisador, para comandar seus movimentos durante um trajeto em meio a um talhão de cana-de-açúçar.

“Da mesma forma em que hoje a gente desenha um circuito para os drones fazerem a cobertura do talhão, a ideia é que o robô faça a mesma coisa, execute sozinho um trajeto dentro do pomar e traga as imagens”, explica Thiago Santos, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

Robô desenvolvido pela Embrapa anda sozinho e confere a lavoura com inteligência artifical — Foto: Reprodução/EPTV

O programa foi desenvolvido com o uso de inteligência artificial e, segundo o pesquisador, tem sido testado em lavouras de maçã e uva.

“Há câmeras voltadas para cada lado do corredor, então a gente consegue pegar frutos dos dois lados, e o software de Inteligência artificial vai quantificando as frutas e com o GPS vai georreferenciando a posição, com precisão de centímetros da localização de cada fruto no talhão”, aponta o pesquisador.

“Com isso, a gente consegue não só fazer uma estimativa de colheita, mas consegue geoespacializar, mostrar no talhão onde há áreas com maior número de frutos e os agricultores que vão usar, por exemplo, práticas de agricultura de precisão podem revisitar o seu talhão e tomar as medidas necessárias para melhorar a produção”, diz Santos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil e Coreia do Sul assinam acordos sobre cooperação em minerais críticos e comércio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Os dez acordos firmados abrangem áreas como saúde, agricultura, ciência e tecnologia, além do combate ao crime organizado transnacional.

Um plano de quatro anos foi estabelecido para fortalecer as relações bilaterais em política, economia e intercâmbios culturais até 2029.

O presidente Lula destacou o potencial de parcerias em setores de alta tecnologia, como semicondutores e inteligência artificial.

A Coreia do Sul já investiu US$ 8,8 bilhões no Brasil desde 2024, sendo o quarto maior parceiro comercial asiático do país.

O aumento do turismo brasileiro na Coreia do Sul em 25% e a popularização da "K-beauty" reforçam os laços.

O Brasil e a Coreia do Sul assinaram 10 acordos sobre cooperação em diferentes áreas do comércio e em minerais críticos. A medida foi anunciada pelo presidente do país asiático, Lee Jae Myung, nesta segunda-feira (23).

Além disso, Lee Jae Myung afirmou que os países traçaram um plano de quatro anos que estabelece relações bilaterais em áreas como política, economia e intercâmbios.

O líder asiático reforçou ainda a troca cultural entre as nações e afirmou que o turismo brasileiro na Coreia do Sul cresceu 25% nos últimos anos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou depois de Lee e afirmou que também firmaram acordos sobre saúde, empreendedorismo, agricultura, ciência e tecnologia e combate ao crime organizado transnacional.

"Há amplo espaço para cooperação em segmentos de alta tecnologia, como semicondutores e inteligência artificial", afirmou. "Setores que vão da indústria de beleza ao audiovisual podem ser potencializados por novas parcerias".

"Expus ao presidente Lee que a conclusão dos procedimentos sanitários para a exportação de carne bovina brasileira poderá beneficiar os consumidores coreanos", disse.

O presidente brasileiro afirmou ainda que pretende trabalhar para a retomada das relações entre a Coreia e o Mercosul.

Presidente Lula se encontrou com o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, durante cúpula do G20 em novembro de 2025. — Foto: Ricardo Stuckert/PR

Esta é a terceira viagem de Lula ao país asiático. Ele esteve na Coreia do Sul em 2005 e 2010, mas esta é a primeira vez com o peso de visita de Estado, o que indica maior peso político, econômico e diplomático para os dois países.

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, acompanhou Lula até a Índia, mas não ficou para os compromissos oficiais e seguiu antes para a Coreia do Sul, onde cumpre agenda própria com a primeira-dama sul-coreana.

em junho, no Canadá, durante a cúpula do G7;em novembro, na reunião do G20, realizada na África do Sul.

Segundo interlocutores do Ministério das Relações Exteriores, nos dois encontros a afinidade entre os presidentes ficou “clara e evidente”.

A visita é tratada como uma confirmação do bom momento nas relações entre Brasil e Coreia do Sul. Os dois países mantêm relações diplomáticas desde 1959, há mais de seis décadas.

Nesse contexto, a expectativa é que os líderes assinem um "Plano de Ação 2026-2029". O documento deve formalizar um nível mais estratégico de cooperação entre os dois países. Além disso, os líderes devem discutir áreas consideradas prioritárias e trocar avaliações sobre o cenário geopolítico internacional.

A viagem também se insere em uma estratégia mais ampla do governo brasileiro de ampliar a presença do país na Ásia e abrir novos mercados na região.

A ideia é diversificar parceiros comerciais, aumentar exportações e atrair investimentos, reduzindo a dependência de parceiros grandes e tradicionais. A aproximação com países do continente é vista pelo governo como parte central da política externa econômica do Brasil nos próximos anos.

Hoje, a Coreia do Sul é um parceiro econômico relevante para o Brasil. Desde 2024, o país asiático já anunciou cerca de US$ 8,8 bilhões em investimentos no território brasileiro. Quase 80% desse total está concentrado na chamada indústria de transformação.

No comércio bilateral, o fluxo entre Brasil e Coreia do Sul somou US$ 10,8 bilhões no ano passado, com superávit de US$ 174 milhões para o lado brasileiro. Entre os países da Ásia, a Coreia do Sul é o quarto maior parceiro comercial do Brasil. No ranking global, ocupa a 13ª posição.

Nos últimos anos, a presença da cultura coreana no Brasil cresceu de forma expressiva, impulsionada principalmente pelo sucesso global do k-pop, das séries de TV e do cinema da Coreia do Sul.

Grupos musicais, produções exibidas em plataformas de streaming e a popularização da culinária, da moda e dos ritos de beleza ampliaram o interesse do público brasileiro, fortalecendo os laços culturais e aproximando as sociedades dos dois países.

Outro fenômeno recente é a popularização do skincare coreano. Produtos e rotinas de cuidados com a pele inspirados na chamada "K-beauty" ganharam espaço nas redes sociais, no varejo e entre influenciadores, impulsionando a demanda por itens como séruns e outros produtos de beleza.

A aparência uniforme e luminosa virou uma vitrine para a indústria de cosméticos. Esse padrão estético, reforçado por celebridades, atores de doramas e ídolos do K-pop, estimula o interesse por produtos e rotinas inspiradas na "K-beauty".

O aumento da demanda por produtos da Coreia do Sul também despertou o interesse do setor de cosméticos do Brasil. Empresas brasileiras passaram a acompanhar mais de perto as inovações coreanas em tecnologia de cuidados com a pele e no desenvolvimento de fórmulas.

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Natura fecha acordo de US$ 67 milhões para encerrar processo nos EUA sobre talco da Avon

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O acordo foi impulsionado pela decisão da Corte de Apelação da Califórnia, que manteve a condenação da Avon no caso Chapman.

O valor de US$ 67 milhões será pago em março de 2026, já estando provisionado no balanço da empresa.

A Natura compensará o custo do acordo com recursos da venda de operações da Avon na América Central, Caribe e Rússia.

A companhia afirma que o acerto não representa reconhecimento de culpa ou irregularidades, focando agora na América Latina.

Este processo era o último litígio da antiga Avon Products Inc. com responsabilidade financeira para a Natura.

A Natura Cosméticos fechou um acordo para encerrar definitivamente um processo judicial nos Estados Unidos envolvendo a antiga subsidiária Avon, relacionado a acusações de contaminação por amianto em produtos de talco.

O pagamento será de US$ 67 milhões (R$ 346 milhões) e ocorrerá em 6 de março de 2026, informou a companhia em comunicado divulgado nesta segunda-feira (23).

A decisão foi tomada após a Corte de Apelação da Califórnia manter a condenação de primeira instância contra a Avon Products Inc. (API) no caso conhecido como Chapman.

O valor atualizado da sentença é estimado em cerca de US$ 68,8 milhões (R$ 356 milhões). Diante desse cenário, a Natura decidiu firmar um acordo para encerrar o litígio, valor que já estava provisionado em seu balanço de 31 de dezembro de 2025, na linha de operações descontinuadas.

Segundo a empresa, durante o processo de recuperação judicial da API (Chapter 11), uma subsidiária do grupo assumiu a responsabilidade por eventual condenação ao contratar um seguro vinculado ao recurso apresentado pela antiga controlada.

O impacto financeiro do desembolso será, em grande parte, compensado por recursos provenientes da venda de ativos da Avon.

A companhia espera receber US$ 22 milhões com a venda da operação na América Central e na República Dominicana e € 26,9 milhões com a alienação da Avon na Rússia, operações anunciadas em setembro de 2025 e fevereiro de 2026, respectivamente.

A Natura ressaltou que o acordo não representa reconhecimento de culpa ou de irregularidades por parte da companhia ou de suas controladas.

A empresa acrescentou ainda que o caso Chapman era o último processo judicial ligado à API sobre o qual tinha qualquer tipo de responsabilidade financeira.

Com o encerramento do litígio, a companhia informa que conclui sua participação nas disputas envolvendo a antiga controlada e reforça o foco no crescimento das operações na América Latina.

Em 2022, a Avon foi condenada nos Estados Unidos a pagar US$ 46,3 milhões após uma mulher afirmar que produtos à base de talco da empresa contribuíram para o desenvolvimento de mesotelioma, um tipo raro de câncer associado ao amianto.

A Natura&Co, controladora da Avon na época, recorreu da decisão, alegando falhas no julgamento e defendendo que nunca utilizou amianto em suas fórmulas.

O júri determinou o pagamento de US$ 36 milhões por danos compensatórios e US$ 10,3 milhões por danos punitivos.

O caso foi movido por Rita-Ann Chapman e seu marido, que afirmam que os produtos vendidos desde a década de 1950 estavam contaminados durante a extração do talco.

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Boletim Focus: analistas do mercado baixam estimativa de inflação em 2026 para 3,91%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Estimativas fazem parte do boletim 'Focus', divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras na última semana.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerado dentro da meta se variar entre 1,5% e 4,5%.

Após a taxa básica da economia ter fechado 2025 em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos, na tentativa de conter a inflação, o mercado financeiro continua acreditando que os juros recuarão neste ano.

Os economistas do mercado financeiro reduziram de 3,95% para 3,91% sua estimativa de inflação para o ano de 2026. Esse foi o sétimo recuo seguido do indicador.

A estimativa faz parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu estável em 3,80%;➡️ Para 2028, a previsão foi mantida em 3,50%;➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Após a taxa básica da economia ter sido mantida 15% ao ano no mês passado — o maior nível em quase 20 anos —, o mercado financeiro segue acreditando que os juros vão recuar neste ano.

Para o fim de 2026, a projeção recuou de 12,25% para 12,13% ao ano. Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento avançou de 1,80% para 1,82% na semana passada.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro projetou queda na taxa de câmbio neste ano, apesar do período eleitoral — que costuma pressionar o dólar para cima.

Após a moeda norte-americana ter recuado mais de 11% no ano passado, resultado também dos juros altos no Brasil, e fechado 2025 em R$ 5,4887, os economistas dos bancos reduziram a expectativa. Passaram a acreditar que a taxa terminará 2026 em R$ 5,45, ao invés de R$ 5,50.

▶️ O desempenho do dólar em 2025 foi o pior em quase uma década. A trajetória reflete apostas em novos cortes de juros pelo Federal Reserve, o banco central dos EUA, além de preocupações com o déficit das contas públicas e com a condução da economia pelo presidente Donald Trump.

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