RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar cai a R$ 5,16, menor valor em quase dois anos, após mudanças no tarifaço; Ibovespa tem queda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O dólar fechou em queda de 0,14% nesta segunda-feira (23), cotado a R$ 5,1685. É o menor valor desde 28 de maio de 2024, quando fechou em R$ 5,1534. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuou 0,88%, aos 188.853 pontos.

▶️ Nos EUA, ainda repercute a decisão da Suprema Corte de declarar ilegal o tarifaço proposto em abril. No fim de semana, o presidente Donald Trump usou outra lei comercial para aplicar uma nova taxa global de 15% sobre produtos importados, em um novo endurecimento de sua estratégia comercial.

🔎 Trump foi impedido de taxar os países com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). A nova medida utiliza a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite a criação de uma tarifa temporária de até 15%.Segundo estudo da Global Trade Alert, Brasil e China são os países mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas. O país terá a maior redução nas tarifas médias, com queda de 13,6 pontos percentuais.

▶️ No Brasil, foi divulgada mais uma edição do boletim Focus, do Banco Central. Economistas reduziram a previsão de inflação para 2026 pela sétima vez consecutiva, de 3,95% para 3,91%. A projeção para a taxa de juros também recuou, de 12,25% para 12,13% ao ano.

▶️ A agenda econômica da semana ainda inclui o IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial do país, além de novos dados de emprego. No exterior, o foco está no Índice de Preços ao Consumidor dos EUA e nas decisões de juros do banco central da China.

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, na última sexta-feira (20), que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA, conhecido como "tarifaço".

Por 6 votos a 3, a maioria dos juízes concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. Trump argumentava que a lei de 1977 autoriza o presidente a adotar esse tipo de medida em situações excepcionais.

O presidente da Corte, John Roberts, foi o relator da decisão e liderou a maioria. Os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh foram os votos vencidos.

Roberts afirmou que Trump precisa de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço, citando precedente da própria Suprema Corte.

A decisão atinge principalmente as chamadas tarifas recíprocas, que representam o núcleo da estratégia tarifária do governo. Outras tarifas em vigor, como as aplicadas sobre aço, alumínio e fentanil, continuam valendo.

A política tarifária do republicano ganhou novos contornos no sábado (21), quando ele anunciou que a alíquota subiria de 10% para 15%, dentro do limite da Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite tarifas por até 150 dias antes da avaliação do Congresso.

As novas taxas, previstas para entrar em vigor às 00h01 (horário de Washington) da terça-feira (24), atingem todos os países que mantêm relações comerciais com os EUA.

Há, no entanto, exceções para determinados produtos, como minerais críticos, produtos agrícolas e componentes eletrônicos.

Ao g1, o especialista em comércio exterior Jackson Campos explicou que, após a decisão do tribunal e o novo anúncio de Trump no sábado, o resultado final é uma sobretaxa de 15% sobre produtos brasileiros.

“Para a maioria dos produtos, permanece a tarifa normal do item [ou seja, as taxas já em vigor antes do tarifaço de 2025], acrescida do novo adicional temporário global de 15%”, afirmou.

Campos lembrou ainda que a entrada de aço e alumínio brasileiros nos EUA continua com alíquotas de 50%, que se somam aos 15% recém-anunciados, mantendo o custo desses insumos elevado.

ENTENDA: Mudanças no tarifaço e como ficam as cobranças para o BrasilBrasil e China são os mais beneficiados com nova alíquota global de Trump, diz estudoVeja a cronologia e como ficam as tarifas para o Brasil

O boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central, mostra que os economistas reduziram a previsão de inflação para 2026 de 3,95% para 3,91%.

Esse foi o sétimo corte seguido na estimativa. Se o cenário se confirmar, a inflação medida pelo IPCA ficará abaixo do resultado de 2025, quando atingiu 4,26%.

O mercado também continua esperando queda dos juros: a estimativa para a taxa básica ao fim de 2026 caiu de 12,25% para 12,13% ao ano, enquanto a previsão para 2027 permaneceu em 10,50%.

Em relação à atividade econômica, os analistas elevaram levemente a expectativa de crescimento do PIB em 2026, de 1,80% para 1,82%.

Já para o dólar, a projeção é de recuo em 2026, mesmo em ano eleitoral, passando de R$ 5,50 para R$ 5,45. Para 2027, a estimativa seguiu estável em R$ 5,50.

Nos Estados Unidos, a semana começou sob um ambiente de incerteza após novas mudanças na política tarifária anunciadas pelo presidente Donald Trump e os três principais índices de Wall Street fecharam em queda.

Na Europa, o tom foi de pressão sobre os mercados. Sem grandes notícias internas, o humor dos investidores refletiu principalmente as preocupações vindas do exterior, em especial dos EUA.

No fechamento, o índice STOXX 600 recuou 0,45%, para 627,70 pontos. O DAX, da Alemanha, caiu 1,06%, a 24.991,97 pontos, enquanto o CAC 40, em Paris, recuou 0,22%, para 8.497,17 pontos. Já o FTSE 100, no Reino Unido, fechou praticamente estável, com leve queda de 0,02%, a 10.684,74 pontos.

Na Ásia, parte das principais bolsas, como Japão e China continental, permaneceu fechada por feriados, reduzindo o volume de negociações na região.

O Hang Seng, em Hong Kong, subiu 2,5%, aos 27.081,91 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,7%, para 5.846,09 pontos. Em Taiwan, o Taiex teve alta de 0,5%, enquanto o Sensex, na Índia, subiu 0,6%. Já o SET, da Tailândia, encerrou o dia praticamente estável.

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Mega-Sena pode pagar R$ 116 milhões nesta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 116 milhões nesta terça-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.976 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 116 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (24), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Tarifaço de Trump: veja quais produtos brasileiros ficam isentos a partir desta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A nova tarifa global de 15% dos EUA sobre importações entra em vigor nesta terça-feira, após a Suprema Corte anular parte do tarifaço anterior de Trump.

Produtos brasileiros, antes com taxas elevadas, agora enfrentam a sobretaxa de 15%, mas com uma lista significativa de isenções.

O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou que "Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas, aeronaves" da nova tarifa.

As exportações de aço e alumínio do Brasil para os EUA continuam com alíquotas de 50%, somadas aos 15% adicionais.

O especialista Jackson Campos avalia que a medida de Trump é estratégica para negociação, isentando itens críticos para evitar impacto nos preços domésticos.

A nova tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos Estados Unidos passa a valer nesta terça-feira (24). A medida foi instituída pelo presidente dos EUA, Donald Trump, após a Suprema Corte derrubar parte do tarifaço aplicado a mais de 180 países em abril.

Duas alterações importantes entram em vigor às 00h01 (horário de Washington). A primeira é que a decisão da Suprema Corte anula todas as tarifas aplicadas por Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).

A segunda é que a nova tarifa global de 15% passa a valer no mesmo horário. Há, contudo, uma ampla lista de produtos isentos. (veja todos eles abaixo)

O Brasil era um dos países com as tarifas mais altas aplicadas por Donald Trump. Com a decisão da Suprema Corte, caem duas taxas:

As chamadas tarifas recíprocas de 10%, anunciadas em abril do ano passado.A sobretaxa de 40% sobre diversos produtos brasileiros, anunciada por Trump em carta enviada ao presidente Lula, em julho de 2025.

Trump, contudo, instituiu uma nova tarifa, com base na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite a criação de uma tarifa temporária de até 15% por 150 dias antes de se tornar obrigatória a aprovação pelo Congresso. Há, porém, vários itens importantes na lista de isenção. (veja abaixo)

“Para a maioria dos produtos, permanece a tarifa normal do item, em vigor antes das medidas de 2025, acrescida do novo adicional temporário global de 15%”, afirma o especialista em comércio exterior Jackson Campos.

Campos lembra ainda que as exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA continuam sujeitas a alíquotas de 50%, que se somam aos 15% recém-anunciados, mantendo elevado o custo desses insumos.

As isenções valem para todos os países, mas itens estratégicos da pauta comercial brasileira ficam livres da sobretaxa de 15%. A lista inclui tanto commodities quanto produtos manufaturados de maior valor agregado.

O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou alguns deles. “Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranja, aeronaves.”

Petróleo bruto: isento nas diferentes classificações de densidade (abaixo ou acima de 25 graus API).Óleo combustível (fuel oil) e outros óleos combustíveis: incluindo óleos destilados e residuais.Querosene de aviação (jet fuel): combustível utilizado em aeronaves.

Carne bovina: cortes frescos, refrigerados ou congelados, incluindo carcaças e cortes de alta qualidade.Café em grão: café torrado, não torrado, descafeinado ou não.Suco de laranja: congelado, concentrado ou não, inclusive fortificado com vitaminas.Fertilizantes: nitrogenados, fosfatados, potássicos e de origem animal/vegetal.Cacau e derivados: grãos, cascas, pasta, manteiga e pó de cacau sem açúcar.

Aviões civis: aeronaves de todos os pesos (não militares).Motores aeronáuticos: turbojatos, turbopropulsores e motores de ignição por centelha para aviação.Peças e partes: componentes de motores, sistemas de navegação, simuladores de voo terrestres e partes de fuselagem.

Alumina calcinada: classificada como óxido de alumínio (exceto corindo artificial).Ferro-ligas: incluindo ferromanganês, ferrossilício, ferrocromo, ferroníquel, ferrotungstênio e ferronióbio.Minérios de outros metais: cobre, níquel, cobalto, zinco, estanho e titânio.

Semicondutores: artigos e dispositivos semicondutores específicos.Eletrônicos selecionados: processadores, memórias, unidades de processamento de dados portáteis e máquinas para fabricação de semicondutores.

Além da ampla lista de exceções, que inclui minerais críticos, também ficarão isentos produtos do Canadá e do México que estejam em conformidade com o Acordo EUA-México-Canadá (USMCA).

Têxteis e itens de vestuário de países que integram o tratado CAFTA-DR — como Costa Rica e República Dominicana — também terão tarifa zerada.

Jackson Campos, especialista em comércio exterior, afirma que a decisão de Trump é estratégica e segue a lógica de manter a tarifa como instrumento de negociação com o menor custo interno possível.

"O objetivo é calibrar a medida para gerar pressão comercial sem provocar danos relevantes à própria economia dos EUA", diz.

"Ao isentar itens críticos, ele reduz o risco de repasse imediato aos preços domésticos, evita rupturas em cadeias produtivas integradas e preserva setores considerados estratégicos", acrescenta.

Energia e combustíveis influenciam custos logísticos e a inflação;Insumos do agro, como fertilizantes, afetam a produção de alimentos;Aeronaves e peças entram pela alta integração industrial e pelo impacto sobre a aviação;Minerais e insumos, como alumina e ferro-ligas, são essenciais para a indústriaSemicondutores e equipamentos associados são prioridade tecnológica e de segurança econômica.

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Tarifaço de Trump entra em vigor nesta terça; relembre os fatos e entenda efeitos da taxa de 15%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A nova tarifa global de 15% foi instituída após a Suprema Corte dos EUA derrubar o tarifaço anterior de Trump, que se baseava na IEEPA.

A Suprema Corte decidiu que o presidente excedeu sua autoridade ao impor tarifas amplas, anulando as taxas aplicadas a quase todos os parceiros comerciais.

Em resposta, Trump ativou a Seção 122 da legislação comercial, que permite a aplicação de tarifas de até 15% por um período de 150 dias.

O Brasil, que estava sujeito a tarifas elevadas, se beneficia da anulação das taxas anteriores, o que pode aumentar a competitividade de seus produtos.

Produtos estratégicos brasileiros, como commodities e aeronaves, estão isentos da nova taxa de 15%, mas as exportações de aço e alumínio mantêm uma sobretaxa de 50%.

A nova tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos Estados Unidos passa a valer nesta terça-feira (24). A medida foi instituída pelo presidente dos EUA, Donald Trump, após a Suprema Corte derrubar parte do tarifaço aplicado a mais de 180 países em abril.

Duas alterações importantes entram em vigor às 00h01 (horário de Washington). A primeira é que a decisão da Suprema Corte anula todas as tarifas aplicadas por Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).

A segunda é que a nova tarifa global de 15% passa a valer no mesmo horário, com uma ampla lista de produtos isentos.

Nesta reportagem, o g1 relembra os acontecimentos mais marcantes desde sexta-feira, explica os efeitos das decisões e mostra como fica o Brasil nessa história.

Como tudo começou?Como Trump reagiu?Como os 10% viraram 15%?Por que produtos ficaram isentos da tarifa?Como fica o Brasil nessa história?Como foi a reação do governo brasileiro?O que esperar agora?Como foi o histórico do tarifaço de Trump ao Brasil?

Na sexta-feira (20), a Suprema Corte dos EUA decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações a quase todos os parceiros comerciais dos EUA, o chamado "tarifaço".

Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. Trump argumentava que poderia adotar esse tipo de medida em situações excepcionais.

⚖️ O caso entrou na Justiça em meados de 2025, com uma ação apresentada por empresas impactadas pelas tarifas e por 12 estados americanos, que questionaram o uso da lei para impor tarifas de importação de forma unilateral. O processo chegou à Suprema Corte por meio de recursos apresentados pelo governo Trump.

Na prática, a decisão derrubou as chamadas “tarifas recíprocas” de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais dos EUA com base na IEEPA.

As tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio não foram afetadas, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, voltada à segurança nacional.

Imediatamente após o parecer da Suprema Corte, Trump classificou a decisão como “uma vergonha” e disse ter “um plano B” para manter as tarifas sobre produtos importados.

Mais tarde, informou que usaria outro instrumento legal — não mais a IEEPA — para aplicar uma tarifa global de 10%. Trump disse que ativaria a Seção 122 da legislação comercial dos EUA e a Seção 301.

Seção 122 da Lei de Comércio: A lei permite aplicar tarifas de até 15% por um período de até seis meses em situações de desequilíbrio nas contas externas ou risco de desvalorização do dólar, sem necessidade de investigação formal. Após esse período, o Congresso precisa aprovar a prorrogação das medidas.Seção 301 da Lei de Comércio: Essa alternativa permite abrir investigações sobre práticas comerciais consideradas desleais por outros países. Se forem confirmadas, o governo pode impor tarifas sem limite de valor ou duração. O processo, porém, é mais lento, pois exige investigação formal e consulta pública, o que pode levar meses.

Já na noite de sexta-feira (20), a Casa Branca publicou o decreto que confirmava o fim do tarifaço anunciado em abril e formalizava a nova tarifa global de 10%, com base em uma nova lei e início previsto para esta terça-feira (24).

Segundo a Casa Branca, as novas tarifas de 10% foram adotadas para corrigir desequilíbrios nos pagamentos internacionais, reduzir o déficit comercial e incentivar a produção americana.

Mesmo os envios de baixo valor (os chamados “de minimis”, que eram isentos), passariam a ser cobrados sob a nova taxa temporária.

No sábado, Trump anunciou que, após “uma análise completa e detalhada”, elevaria as tarifas globais de importação para 15%. Essa é a taxa máxima permitida pela Seção 122, que autoriza a aplicação de tarifas por até 150 dias antes de avaliação pelo Congresso.

Em outro documento, o governo americano detalhou que uma enorme lista de produtos ficaria isenta das novas tarifas anunciadas por Trump.

bens do Canadá e do México que estejam em conformidade com o USMCA (Acordo EUA-México-Canadá);produtos agrícolas específicos, como carne bovina, tomates e laranjas;produtos farmacêuticos e seus ingredientes;minerais críticos, energia e certos eletrônicos;têxteis e vestuário de países do tratado CAFTA-DR (como Costa Rica e República Dominicana) com isenção de impostos.

Jackson Campos, especialista em comércio exterior, afirma que a decisão de Trump é estratégica e segue a lógica de manter a tarifa como instrumento de negociação com o menor custo interno possível.

"O objetivo é calibrar a medida para gerar pressão comercial sem provocar danos relevantes à própria economia dos EUA", diz.

"Ao isentar itens críticos, ele reduz o risco de repasse imediato aos preços domésticos, evita rupturas em cadeias produtivas integradas e preserva setores considerados estratégicos", acrescenta.

Relembrando: a decisão da Suprema Corte anulou todas as tarifas aplicadas por Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). O Brasil era um dos países com as tarifas mais altas aplicadas por Trump nesse tarifaço, e agora são extintas duas taxas importantes:

As chamadas tarifas recíprocas de 10%, anunciadas em abril do ano passado.A sobretaxa de 40% sobre diversos itens brasileiros, anunciada por Trump em carta enviada ao presidente Lula, em julho de 2025.

O especialista em comércio exterior Jackson Campos explica que, após a decisão do tribunal e o novo anúncio feito por Trump no sábado, o resultado final é uma sobretaxa de 15% sobre produtos brasileiros.

“Para a maioria dos produtos, permanece a tarifa normal do item, em vigor antes das medidas de 2025, acrescida do novo adicional temporário global de 15%”, afirma.

Campos lembra ainda que as exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA continuam sujeitas a alíquotas de 50%, que se somam aos 15% recém-anunciados, mantendo elevado o custo desses insumos.

Por outro lado, itens estratégicos da pauta comercial brasileira ficaram livres da sobretaxa de 15%. A lista inclui tanto commodities, como petróleo, quanto produtos manufaturados de maior valor agregado, caso das aeronaves e máquinas.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi o primeiro a se manifestar e afirmou que o Brasil agiu "de forma impecável" enquanto vigorou o tarifaço. "O Brasil, em todos os momentos, se comportou diplomaticamente da maneira mais correta. Acreditou no diálogo, acreditou na disputa pelos canais competentes", disse.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, principal voz nas negociações com os EUA, classificou a decisão judicial como "muito importante para o Brasil" e destacou que a nova tarifa valerá para todos os países, o que coloca o Brasil em iguais condições de competitividade com seus concorrentes.

Nesta segunda, Alckmin voltou a comentar o assunto e disse que o Brasil foi o país mais beneficiado com as mudanças nas tarifas.

"Essa decisão de 15% não tem problema, porque 15% vale para nós e para o mundo inteiro. O país mais beneficiado foi o Brasil, porque ninguém tinha 50% a mais. Somos o país mais beneficiado com essa decisão", afirmou Alckmin.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, os principais setores beneficiados pela decisão, no âmbito da pauta exportadora, são o agronegócio e setores industriais brasileiros.

🔎 A suspensão das tarifas permitirá que produtos como café solúvel, mel, pescados e frutas recuperem espaço e competitividade no mercado americano.

Para o Brasil, a derrota do presidente americano abre espaço para a retomada das exportações, com preços mais previsíveis e menor pressão sobre o câmbio.

Welber Barral, sócio da BMJ e ex-secretário de Comércio Exterior, acredita que a determinação da Justiça dos Estados Unidos, anterior ao novo anúncio de Trump, foi muito positiva para os exportadores que ainda estavam sobretaxados.

"Teoricamente, iguala com os outros países e você tem uma possibilidade de aumento de competitividade desses setores. Como o Brasil estava com uma tarifa muito alta, de 40%, aumenta a competitividade", disse.

Em abril de 2025, ao anunciar as chamadas tarifas recíprocas, Trump aplicou uma taxa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA.Em junho, o republicano elevou as taxas sobre aço e alumínio para 50%, com base na Seção 232 — instrumento separado do IEEPA.Em julho, o republicano impôs um novo aumento de 40%, elevando a alíquota total de diversos itens para 50%. A medida, no entanto, veio acompanhada de uma extensa lista de exceções.Já em novembro, após Trump iniciar negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os EUA retiraram a tarifa de 40% de novos itens, incluindo café, carnes e frutas.Em fevereiro de 2026, a Suprema Corte invalidou o uso da IEEPA para tarifas amplas. Caíram, assim, a taxa “recíproca” de 10% e a sobretaxa de 40% sobre o Brasil. Aço e alumínio não foram afetados, pois se baseiam na Seção 232.No mesmo dia, Trump anunciou uma tarifa global temporária de 10% por 150 dias, com base em um dispositivo da lei comercial de 1974, que se soma às tarifas já existentes. No dia seguinte, Trump anunciou que elevaria a tarifa de 10% para 15%.

Há 13 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 13 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 13 horasSTF Gilmar Mendes manda suspender ‘penduricalhos’ do MP e do Judiciário

Há 16 minutos Política Entidades se reúnem com Dino na semana em que STF analisa decisãoHá 16 minutos4 anos de conflitoGuerra da Ucrânia: Rússia paga preço muito alto para ser vencedora, dizem analistas

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Nunes rebate CEO da Enel após fala sobre apagões e diz que ‘nem Jesus Cristo’ salva a empresa de energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

São Paulo Nunes rebate CEO da Enel após fala sobre apagões e diz que 'nem Jesus Cristo' salva a empresa de energia Prefeito de São Paulo criticou declaração do executivo, que atribuiu apagões à arborização urbana e disse que interrupções seriam inevitáveis em tempestades. Por Redação g1 SP

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), durante a Expo Favela. — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), rebateu nesta segunda-feira (23) uma declaração do CEO global da Enel, que afirmou que nem “Jesus Cristo” conseguiria evitar apagões na região metropolitana devido às condições da arborização urbana.

Em entrevista, Nunes criticou duramente a fala do executivo e acusou a concessionária de incompetência na prestação do serviço.

“Nem Jesus Cristo salva essa Enel. Muita cara de pau. Um deboche. O nível de incompetência é tão grande que, somado à capacidade de mentiras, chega a assustar. Mais de 80% dos locais que ficaram sem energia não tiveram queda de árvores”, afirmou o prefeito.

A declaração do prefeito ocorre após o CEO da companhia, Flavio Cattaneo, comentar as dificuldades enfrentadas pela rede elétrica aérea em São Paulo. Segundo ele, a queda de árvores durante tempestades danifica cabos e torna mais lento o restabelecimento do fornecimento de energia.

“Na nossa avaliação, não se trata apenas de um problema da Enel. Se esse tipo de arborização continuar, só alguém seria capaz de resolver — e não é um ser humano, é Jesus Cristo, porque não há como evitar apagões de outra forma”, disse o executivo.

Cattaneo também afirmou que os cabos de energia, em muitos pontos, estão “dentro das árvores”, e não apenas próximos a elas, o que, segundo ele, torna inevitáveis interrupções do serviço em situações de tempestade ou eventos climáticos excepcionais.

De acordo com o CEO, o departamento jurídico da empresa e a subsidiária brasileira apresentaram às autoridades locais resultados que indicariam melhora de 50% na qualidade do serviço prestado em São Paulo no último ano.

A troca de declarações ocorre em meio a críticas recorrentes à concessionária após episódios recentes de falta de energia na capital paulista e na região metropolitana.

Os serviços da Enel estão sob forte escrutínio público no Brasil desde o fim de 2024, quando concessionárias do grupo levaram dias para restabelecer o fornecimento após eventos climáticos extremos.

Os problemas são mais evidentes na região metropolitana de São Paulo, onde uma série de apagões após tempestades nos últimos anos expôs dificuldades da empresa em responder rapidamente a situações de emergência, segundo fiscalizações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O governo e a Aneel discutem uma eventual caducidade do contrato da Enel em São Paulo. O processo começou a ser analisado pela agência reguladora em novembro do ano passado, mas foi suspenso após pedido de vista do diretor Gentil Nogueira.

Diante da pressão pública, o escopo da análise foi ampliado para incluir o grande apagão ocorrido em dezembro do ano passado, que afetou 4,4 milhões de consumidores.

A Aneel deve avaliar nesta terça-feira um pedido de Gentil Nogueira por mais 60 dias para elaborar seu voto e recolocar em pauta o processo de eventual caducidade da Enel São Paulo na reunião da diretoria da agência.

Segundo o diretor, o prazo adicional é necessário para garantir à empresa o direito à ampla defesa, após a última fiscalização da Aneel apontar desempenho insatisfatório da concessionária no apagão de dezembro.

O pedido já recebeu manifestação contrária do diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, que reforçou, em ofício enviado na sexta-feira, a necessidade de deliberação “em caráter de urgência”.

A Enel tem se defendido com pareceres jurídicos de especialistas como Marçal Justen Filho e Gustavo Binenbojm. Segundo essas análises, seria ilegal e inconstitucional que a Aneel avalie a eventual caducidade da concessão incluindo o apagão de dezembro.

A abrangência da análise já era uma dúvida quando o processo começou a ser discutido, em novembro do ano passado. À época, diretores da Aneel cogitavam estender a avaliação até março deste ano para incluir o período de chuvas, que costuma trazer mais desafios às distribuidoras.

A Enel anunciou nesta segunda-feira um plano de investimentos de 53 bilhões de euros entre 2026 e 2028, com maior foco em energias renováveis, principalmente na Europa e nos Estados Unidos.

A empresa não detalhou o volume destinado ao Brasil, mas informou que cerca de 6,2 bilhões de euros serão direcionados às operações na América Latina — Brasil, Chile, Colômbia e Argentina —, “sujeitos à existência de um ambiente regulatório previsível e a uma visão clara do futuro”.

Um projeto-piloto da Enel São Paulo mapeou 770 mil árvores na área de concessão da empresa na Grande São Paulo de forma colaborativa com as respectivas prefeituras. O levantamento apontou que 9 das 145 árvores que efetivamente caíram durante o apagão de dezembro de 2025 na região tinham risco.

A informação foi encaminhada pela Enel à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Entre os dias 10 e 11 de dezembro, mais de 4 milhões de imóveis ficaram no escuro depois de uma ventania histórica atingir a região.

A perícia contratada pela Enel começou em outubro de 2024 apontou que a principal causa da queda das árvores foi a força do vento. De acordo com o laudo, problemas secundários, como a presença de fungos, também contribuíram para o tombamento.

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Tarifaço: Alckmin diz que Brasil foi o ‘país mais beneficiado do mundo’ com novas medidas de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, durante cerimônia de assinatura de medida provisória que concede isenção da taxa de serviço metrológico para verificação de taxímetros. — Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (23) que o Brasil foi o país mais beneficiado com as mudanças nas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A declaração foi feita em São Paulo, durante evento na Fiesp, e se refere à nova tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos EUA, que passa a valer nesta terça-feira (24) — acompanhada de uma ampla lista de itens isentos.

A medida foi adotada por Trump após a Suprema Corte derrubar parte do tarifaço aplicado com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).

"Essa decisão de 15% não tem problema, porque 15% vale para nós e para o mundo inteiro. O país mais beneficiado foi o Brasil, porque ninguém tinha 50% a mais. Somos o país mais beneficiado com essa decisão", afirmou Alckmin.

💡 O Brasil chegou a enfrentar sobretaxas de 50% impostas pelos EUA — apesar de contar com uma ampla lista de itens isentos. Por isso, a redução dessas alíquotas beneficia diretamente os produtos brasileiros.

Além de, na prática, representar uma redução geral das taxas, as novas medidas ampliam a lista de isenções para produtos industriais, destacou Alckmin.

Conforme documento publicado na última sexta-feira (20) pela Casa Branca, além de petróleo, carne bovina, suco de laranja, café e outros itens, também estão na lista de imposto zerado produtos tecnológicos, como semicondutores e eletrônicos.

"Abre-se aí uma avenida para voltarmos a ter um comércio exterior relevante com os EUA", disse.

O presidente em exercício também destacou a importância estratégia dos EUA para a balança comercial brasileira.

"O maior comprador do Brasil é a China. O segundo é a União Europeia. O terceiro são os Estados Unidos. Mas, embora estejam em terceiro lugar, são primeiríssimos quando se trata de produto industrial manufaturado", afirmou.

Ele acrescentou que "a China compra muita commodity, incluindo petróleo bruto, minério de ferro, soja, café, carne e milho, e quem compra produto industrial são os EUA, adquirindo avião, máquina, motor e equipamento". "Então, as tarifas de 10% mais 40% eram um problemão", disse.

Conforme publicou o g1, um estudo da Global Trade Alert — organização independente que monitora políticas de comércio internacional — aponta o Brasil e a China como os países mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas por Trump.

Relatório da entidade aponta que o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias — incluindo as já vigentes —, com queda de 13,6 pontos percentuais. Em seguida vêm China, com recuo de 7,1 pontos, e Índia, com diminuição de 5,6 pontos.

Com a reconfiguração das tarifas, aliados importantes dos EUA, como Reino Unido (+2,1 pontos), União Europeia (+0,8 ponto) e Japão (+0,4 ponto), passarão a enfrentar encargos mais altos com a nova alíquota, segundo a Global Trade Alert.

Brasil e China são os mais beneficiados com derrubada de tarifaço pela Suprema Corte e nova alíquota global de Trump, diz estudo. — Foto: Arte/g1

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Volvo fará um recall de 40 mil SUVs elétricos EX30 devido a risco de incêndio na bateria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Carros Volvo fará um recall de 40 mil SUVs elétricos EX30 devido a risco de incêndio na bateria Substituição de módulos pode custar perto de US$ 200 milhões e ocorre em meio a plano de corte de gastos da fabricante sueca, controlada pela chinesa Geely. Modelo é um dos mais vendidos da marca no Brasil. Por Reuters

A Volvo fará um recall de mais de 40 mil unidades do SUV elétrico EX30, seu carro-chefe, após identificar risco de superaquecimento nos pacotes de bateria, informou a Reuters na segunda-feira. A iniciativa pode afetar a reputação de segurança construída pela montadora ao longo de décadas e gerar custos de milhões de dólares.

O recall prevê a substituição de módulos dos pacotes de baterias de alta tensão do SUV compacto, peça central da estratégia da Volvo para enfrentar marcas chinesas de menor preço. A segurança das baterias é um tema sensível tanto para fabricantes de veículos elétricos quanto para os consumidores.

Ao todo, 40.323 unidades do EX30 nas versões Single-Motor Extended Range e Twin-Motor Performance, equipadas com essas células de alta tensão, são afetadas, informou a montadora sueca — controlada majoritariamente pela chinesa Geely — em resposta a questionamentos da Reuters.

“Estamos entrando em contato com os proprietários de todos os carros afetados para orientá-los sobre os próximos passos”, afirmou a Volvo.

Na corrida pelo desenvolvimento de veículos elétricos, algumas montadoras já enfrentaram problemas relacionados às baterias. Em 2020, um risco de incêndio levou a General Motors a convocar um recall de 140 mil unidades do Chevrolet Bolt, equipadas com baterias fornecidas pela LG, a um custo estimado de US$ 2 bilhões.

Os problemas nas baterias da Volvo surgem em um momento em que a montadora busca economizar US$ 1,9 bilhão e ampliar a integração com sua controladora, a chinesa Geely. As baterias foram produzidas por uma joint venture apoiada pelo grupo, a Shandong Geely Sunwoda Power Battery Co.. Segundo a Volvo, o fornecedor já corrigiu a falha e será responsável pelo fornecimento das novas células.

A Volvo informou que fará a substituição gratuita das unidades afetadas e recomendou que, até a conclusão do reparo, os proprietários limitem a recarga a 70% para reduzir o risco de incêndio.

“O EX30, em especial, é muito importante para a Volvo, então eles precisam acertar”, disse Sam Fiorani, vice-presidente de previsão global de veículos da empresa de pesquisa AutoForecast Solutions.

Desde dezembro, a Volvo orientou proprietários do EX30 em mais de uma dúzia de países — incluindo Estados Unidos, Austrália e Brasil — a estacionar os veículos longe de edifícios e limitar a recarga a 70%, segundo registros regulatórios e a própria empresa.

Andy Palmer, veterano da indústria automotiva, afirmou que a Volvo tem menos margem para erros do que suas rivais, já que a reputação de segurança é um elemento central da identidade da marca.

“A Volvo não pode se dar ao luxo de um problema de segurança, porque isso atinge o coração da marca”, disse ele.

Os novos módulos de bateria de reposição podem custar até US$ 195 milhões, sem considerar despesas de logística e reparo, segundo uma análise da Reuters baseada em estimativas do que um fabricante chinês de baterias poderia cobrar. A Volvo afirmou que esses cálculos são “de natureza especulativa” e que segue em negociações com o fornecedor.

Antes da divulgação do recall, a Reuters ouviu dois proprietários do EX30 que manifestaram interesse em devolver seus veículos, o que reforça o impacto potencial do problema.

O corretor de seguros britânico Matthew Owen disse que escolheu o EX30 pela autonomia e pela reputação de segurança da Volvo, acrescentando que a montadora deveria assumir a responsabilidade por estar “produzindo um carro que é perigoso”.

Tony Lu, proprietário de um EX30 na Nova Zelândia, afirmou que teve custos adicionais, já que a limitação da recarga reduziu a autonomia do veículo.

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Parlamentares da UE adiam votação sobre acordo comercial com os EUA após novo tarifaço global de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Comissão de Comércio Internacional da UE suspendeu a implementação de um acordo comercial com os EUA. A decisão aguarda esclarecimentos sobre as novas tarifas americanas.

O presidente Donald Trump impôs uma sobretaxa global de 15% após a Suprema Corte dos EUA anular suas tarifas anteriores.

A nova tarifa de Trump, baseada em uma lei de 1974, terá duração máxima de 150 dias sem aprovação do Congresso.

A Suprema Corte dos EUA considerou ilegais as tarifas prévias de Trump, reafirmando os limites do poder presidencial.

A China também reagiu, pedindo a suspensão das taxas "unilaterais" e prometendo defender firmemente seus interesses comerciais.

A Comissão de Comércio Internacional do Parlamento Europeu realizou nesta segunda-feira (23) uma reunião extraordinária para avaliar a derrubada do tarifaço de Trump pela Suprema Corte na relação entre a Europa e os Estados Unidos.

Os eurodeputados decidiram suspender o processo de implementação do acordo comercial entre o bloco e os EUA.

Zeljana Zovko, do partido de direita PPE, explicou que a suspensão ocorrerá “enquanto a Comissão não esclarecer com os Estados Unidos as condições das novas tarifas alfandegárias” anunciadas pelo presidente americano.

A Comissão de Comércio Internacional do Parlamento deveria deliberar na terça-feira sobre a implementação do acordo, antes de uma votação em sessão plenária prevista para o próximo mês.

🔎 O acordo, concluído em julho após intensas negociações entre Bruxelas e Washington, permitiu limitar a 15% as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre a maioria dos produtos europeus, uma porcentagem abaixo dos 30% que o presidente americano havia ameaçado aplicar.

Em troca, a UE se comprometeu a eliminar suas próprias tarifas sobre importações americanas, o que exige aprovação do Parlamento Europeu.

A Comissão Europeia, que espera que os Estados Unidos respeitem esse acordo comercial, pediu no domingo (22) “esclarecimentos sobre as medidas que os Estados Unidos pretendem adotar” após a decisão da Suprema Corte.

A China também avalia as consequências das medidas e pressiona Washington a suspender as taxas “unilaterais”. Em comunicado, o ministro do Comércio chinês afirmou nesta segunda-feira que o país "defenderá com firmeza seus interesses".

A reação do presidente americano à decisão da Suprema Corte dos EUA, que considerou ilegal e, consequentemente, anulou o tarifaço imposto em abril de 2025 a vários países, está estampada na primeira página dos jornais franceses.

Libération fala em "revés significativo". Inicialmente, Trump reagiu anunciando uma sobretaxa global de 10%, mas 24 horas depois aumentou a tarifa para 15%. Nessa manobra para driblar a decisão da Suprema Corte americana, o republicano se baseou em uma lei de 1974.

O problema é que o texto limita a duração da nova sobretaxa, que entrará em vigor na terça-feira, a 150 dias, informa o Libération. Ela só pode ser prorrogada com aprovação do Congresso.

A derrota de Trump foi "contundente", salienta o jornal Les Echos. O diário econômico explica que o presidente americano tenta, com o anúncio, "tapar as rachaduras provocadas pela decisão da Suprema Corte".

A reportagem afirma que as tarifas comerciais são a “outra arma” de Trump. Segundo Les Echos, talvez esta seja a ocasião para renegociar a relação transatlântica entre os Estados Unidos e a Europa e revisar o acordo desigual assinado em julho entre Trump e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Para o Le Figaro, “a confusão reina novamente sobre o comércio mundial”. As novas tarifas alfandegárias globais de 15% podem potencialmente cancelar os acordos assinados com diversas potências, incluindo a Europa.

Elas também abrem caminho para o reembolso de cerca de uma centena de bilhões de dólares das sobretaxas já recolhidas.

O La Croix avalia, em seu editorial, que a decisão da Suprema Corte faz vacilar o programa econômico e diplomático do presidente americano, que “está de volta à realidade”.

Ao considerar que Trump não tinha o direito de impor o tarifaço sem passar pelo Congresso, os magistrados reafirmaram sobretudo os limites de seu poder político. Já era tempo, segundo o jornal católico.

Desde a reeleição em 2024, o republicano, deslumbrado com seu poder, vem multiplicando decisões autoritárias, como no caso das tarifas alfandegárias, da prisão de Nicolás Maduro na Venezuela ou do envio da Guarda Nacional a cidades democratas.

A derrota jurídica, decidida por seis dos nove juízes da corte — três deles conservadores — reforça a primazia da Constituição sobre o poder presidencial e a existência de contrapesos na democracia americana. Ela também enfraquece o republicano antes das importantes eleições de meio de mandato, em novembro.

A expectativa é grande para o discurso sobre o Estado da União de Donald Trump, na terça-feira (24), indica La Croix

Bandeiras de países da União Europeia na sede do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França — Foto: Antoine Schibler/Unsplash

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Nova tarifa de Trump para importações dos EUA entra em vigor; veja o que dizem analistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Entrou em vigor nesta terça-feira (24) a nova tarifa de 15% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às importações provenientes de todos os países.

A decisão foi anunciada pelo mandatário norte-americano no sábado, após a Suprema Corte do país ter derrubado, um dia antes, o tarifaço determinado em 2025.

Entidades ligadas ao setor produtivo e analistas avaliam que, apesar da manutenção da incerteza no ambiente internacional, com mudanças frequentes de regras, os dois fatos combinados foram positivos para as exportações brasilerias.

Para a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), a imposição de uma tarifa global de 15% amplia a instabilidade, afetando o planejamento, os contratos e os investimentos das empresas.

Ao mesmo tempo, a FIEMG considera que, por se aplicar a todos os países, a medida preserva a competitividade relativa do Brasil.

"O setor produtivo precisa de previsibilidade. Mudanças sucessivas nas regras comerciais geram insegurança e comprometem o ambiente de negócios. Ainda assim, é importante destacar que a aplicação global da tarifa mantém condições isonômicas de concorrência, o que reduz distorções competitivas”, afirmou Flávio Roscoe, presidente da FIEMG.

Welber Barral, sócio da BMJ e ex-secretário de Comércio Exterior, acredita que a determinação da Justiça dos Estados Unidos, anterior ao novo anúncio de Trump, foi muito positiva para os exportadores que ainda estavam sobretaxados.

"Melhora muito até porque, teoricamente, iguala com os outros países. Então aí você tem uma possibilidade de aumento de competitividade desses setores. Como o Brasil estava com uma tarifa muito alta de 40%, nesses produtos eles aumentam a competitividade", disse Welber Barral, da BMJ.

O presidente da Câmara Americana de Comércio para o Brasi (Amcham Brasil), Abrão Neto, considera que a decisão da Suprema Corte abriu caminho para uma redução considerável das tarifas e melhorou o acesso ao mercado dos Estados Unidos.

"Havia uma sobretaxa bastante expressiva, exclusiva ao Brasil. A partir da decisão da suprema corte, e uma tarifa global de 15%, houve uma redução para esses produtos brasileiros no tamanho da tarifa, de 50% a 40%, para 15%. E agora esses produtos têm a mesma tarifa dos seus competidores mundial", declarou Abrão Neto, da Amcham Brasil.

A estimativa da Amcham Brasil é que produtos que representam cerca de US$ 13 bilhões em vendas anuais aos EUA serão beneficiados, o equivalente a um terço das vendas brasileiras aos norte-americanos.

"Mas não se pode ter uma avaliação tão convicta desses efeitos, porque a gente não sabe como vai ser a situação nas próximas semanas e meses. O governo americano disse que vai continuar abrindo novas investigações", explicou o executivo.

Segundo a Global Trade Alert, organização independente que monitora políticas de comércio internacional, Brasil e China são os países mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas norte-americanas nos últimos dias, incluindo a decisão da justiça dos EUA.

Relatório da entidade aponta que o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias — incluindo as já vigentes —, com queda de 13,6 pontos percentuais. Em seguida vêm China, com recuo de 7,1 pontos, e Índia, com diminuição de 5,6 pontos.

Com a reconfiguração das tarifas, aliados importantes dos EUA, como Reino Unido (+2,1 pontos), União Europeia (+0,8 ponto) e Japão (+0,4 ponto), passarão a enfrentar encargos mais altos com a nova alíquota, segundo a Global Trade Alert.

Brasil e China são os mais beneficiados com derrubada de tarifaço pela Suprema Corte e nova alíquota global de Trump, diz estudo. — Foto: Arte/g1

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Governo espera arrecadar R$ 14 bilhões neste ano com alta na tarifa de importação de mais de mil produtos; celulares foram taxados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 00:44

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Smartphones estão entre os produtos afetados pelo aumento do imposto de importação — Foto: Naine Carvalho/ Rede Amazônica

O Ministério da Fazenda estima que arrecadará R$ 14 bilhões a mais neste ano com o aumento do imposto de importação incidente sobre mais de mil produtos — medida adotada no início de novembro para proteger a indústria nacional.

Entre os itens afetados, estão os telefones inteligentes (smartphones), freezers e painéis indicadores com LCD ou LED. Veja outros exemplos no fim desta reportagem.

➡️O aumento das tarifas de importação anunciado pela equipe econômica ajudará o governo federal a cumprir a meta de superávit nas suas contas neste ano. Desde o início de seu terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou uma série de impostos para tentar reequilibrar as contas públicas.

A decisão do governo, que afeta bens de capital, ou seja, máquinas e equipamentos para a produção, além de bens de informática e telecomunicação, elevou a taxação desses produtos importados em até 7,2 pontos percentuais — impactando setores e consumidores que buscam esses produtos em outros países.

A medida foi criticada por importadores, que veem impacto na competitividade e na inflação, e defendida pelo governo brasileiro — que busca preservar a indústria nacional.

Na sexta-feira (20), a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA, conhecido como "tarifaço". E derrubou parte do aumento de impostos.

O Ministério da Fazenda informou, em nota técnica, que a escalada das importações dos bens de capital e de informática mostrou crescimento acumulado, desde 2022, de 33,4%.

Argumentou, também, que sua penetração no consumo nacional ficou acima de 45% (posição de dezembro do ano passado), ou seja, em "níveis que ameaçam colapsar elos da cadeia produtiva e provocar regressões produtiva e tecnológica do país, de difícil reversão".

➡️O Ministério da Fazenda avaliou, ainda, que a medida é "moderada e focalizada, necessária para reequilibrar preços relativos, mitigar a concorrência assimétrica, conter a tendência de aumento da penetração de importados e reduzir a vulnerabilidade externa estrutural associada ao déficit setorial".

O governo também informa que a medida se alinha internacionalmente, pois diz que vários países elevaram proteção setorial ou por remédios comerciais em subgrupos de máquinas, "sinalizando que instrumentos tarifários continuam sendo usados para corrigir choques externos e dumping [prática ilegal de comércio]".

➡️O Ministério da Fazenda esclareceu que, no ano passado, as principais origens de importações foram Estados Unidos, com US$ 10,18 bilhões e 34,7% de participação; China, com US$ 6,18 bilhões e 21,1%; Singapura, com US$ 2,58 bilhões e 8,8%; e França, com US$ 2,52 bilhões e 8,6%.

Apesar do aumento das tarifas, o governo também abriu uma porta para pedidos de redução temporária da alíquota para zero poderão até 31 de março para produtos anteriormente beneficiados, com concessão provisória por até 120 dias.

🌐Desde que o tarifaço foi imposto por Trump, o governo brasileiro vinha criticando a medida e tentando revertê-la. Nesta sexta (20), a Suprema Corte dos EUA decidiu derrubar a medida.

Em abril do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva Lula disse que responderia a qualquer iniciativa dos EUA de impor protecionismo que, segundo ele avaliou na ocasião, "não cabe mais'

Estudo do Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP) divulgado no ano passado mostra que o grau de abertura comercial da economia brasileira aumentou nos últimos anos. Entretanto, também conclui que o Brasil ainda é uma nação com uma economia mais fechada que outros países em desenvolvimento com os quais poderia ser comparado.

Mauro Lourenço Dias, presidente do Fiorde Group, que atua na importação de matérias-primas, produção, logística e entrega final, afirmou que o Brasil enfrenta um cenário em que boa parte do parque industrial opera com equipamentos com mais de 20 anos de uso, muitas vezes submetidos a modernizações improvisadas.

E que, ao mesmo tempo, a indústria nacional de bens de capital não consegue atender plenamente à demanda interna nem acompanhar o ritmo da modernização global. Por isso, estimou que o aumento das tarifas de importação pode gerar efeitos em cadeia na economia brasileira.

"O aumento das alíquotas impacta diretamente a capacidade de investimento das empresas. Estamos falando de máquinas, peças e tecnologia que são essenciais para modernização e ganho de produtividade. Quando o custo sobe de forma abrupta, muitos projetos ficam comprometidos e a competitividade do Brasil no cenário internacional é afetada”, avaliou Mauro Lourenço Dias, do Fiorde Group.

No preço de motores de portão em condomínios;No custo de televisores e eletrodomésticos;Na manutenção de equipamentos hospitalares;No valor de exames médicos;Em obras de infraestrutura, como metrôs e projetos de mineração.

Já o Ministério da Fazenda diz esperar que o efeito do aumento de tarifas no IPCA "deve ter efeito indireto baixo e defasado, pois bens de capital e de informática são bens de produção, com exceções e regimes atenuando a cobertura efetiva".

"Na cadeia produtiva, a alteração tarifária tem o potencial de reequilibrar preços relativos em favor do produto nacional, com ganhos de encadeamento e potencial de substituição competitiva nos elos mecânicos e de integração, com saldo que tende a ser positivo para a competitividade sistêmica", disse o Ministério da Fazenda.

Segundo o governo, o efeito na inflação é parcialmente compensado por renegociação de preços e substituição de de compras. "Por fim, com a redução do vazamento de demanda via importações de bens de investimento, espera-se melhora do saldo em transações correntes por menor importação e maior conteúdo local em projetos", concluiu.

Parte dos aumentos anunciados pelo governo já entrou em vigor, o restante começa em março. Entre os produtos que tiveram as tarifas elevadas, estão:

Telefones inteligentes (smartphones)Torres e pórticosReatores nuclearesCaldeirasGeradores de gás de arTurbinas para embarcaçõesMotores para aviaçãoBombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantesFornos industriaisCongeladores (freezers)Centrifugadores para laboratórios de análises, ensaios ou pesquisas científicasMáquinas e aparelhos para encher, fechar, arrolhar, capsular ou rotular garrafasEmpilhadeiras Robôs industriaisMáquinas de comprimir ou de compactarDistribuidores de adubos (fertilizantes)Máquinas e aparelhos para as indústrias de panificação, açúcar e cervejeiraMáquinas para fabricação de sacos ou de envelopesMáquinas e aparelhos de impressãoCartuchos de tintaDescaroçadeiras e deslintadeiras de algodãoMáquinas para fiação de matérias têxteisMáquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçadoMartelosCircuitos impressos com componentes elétricos ou eletrônicos, montadosMáquinas de cortar o cabeloPainéis indicadores com LCD ou LEDControladores de ediçãoTratoresTransatlânticos, barcos de excursão e embarcações semelhantesPlataformas de perfuração ou de exploração, flutuantes ou submersíveisNavios de guerraCâmeras fotográficas para fotografia submarina ou aérea, para exame médico de órgãos internos ou para laboratórios de medicina legal ou de investigação judicialAparelhos de diagnóstico de imagem por ressonância magnéticaAparelhos dentáriosAparelhos de tomografia computadorizada

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