RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Discussão ‘complexa’ sobre desconto a aposentados da Petrobras paira sobre greve dos petroleiros

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia Negócios Discussão 'complexa' sobre desconto a aposentados da Petrobras paira sobre greve dos petroleiros Além do impasse sobre o desconto em folha, sindicatos pressionam por mudanças no acordo coletivo da Petrobras, que propôs 0,5% de ganho real, ante os 3% reivindicados pelos petroleiros, além de outras pautas da categoria. Por Reuters

Sindicatos de trabalhadores da Petrobras querem há anos reduzir ou eliminar descontos extras nas folhas e colocaram o tema como central no movimento.

A tentativa de resolver de uma vez por todas a situação, mesmo às vésperas do final do ano por meio da greve, deve-se a temores relacionados ao processo eleitoral em 2026, que poderia atrapalhar os avanços obtidos até agora nas negociações do tema.

Os valores totais envolvidos não são divulgados oficialmente pelos sindicalistas ou pela empresa, mas há indicações de que podem ser bilionários.

A administração da Petrobras está buscando alternativas, juntamente com sindicatos e o fundo de pensão Petros, mas as discussões se arrastam considerando as dezenas de milhares de pessoas que sofrem descontos na folha desde 2018.

Uma disputa que envolve cerca de 50 mil aposentados e pensionistas da Petrobras sobre descontos de até 20% na folha de pagamento paira sobre a greve dos petroleiros da estatal que completa uma semana nesta segunda-feira (22), sinalizando riscos de alongamento do movimento grevista diante de uma questão "complexa" na pauta de negociações, disseram sindicalistas e executivos da companhia.

Sindicatos de trabalhadores da Petrobras querem há anos reduzir ou eliminar descontos extras nas folhas e colocaram o tema como central no movimento.

Mas a tentativa de resolver de uma vez por todas a situação, mesmo às vésperas do final do ano por meio da greve, deve-se a temores relacionados ao processo eleitoral em 2026, que poderia atrapalhar os avanços obtidos até agora nas negociações do tema.

Os valores totais envolvidos não são divulgados oficialmente pelos sindicalistas ou pela empresa, mas há indicações de que podem ser bilionários.

"Não é uma solução simples, não é uma solução barata… estamos falando de alguns bilhões de reais", afirmou uma fonte da empresa, na condição de anonimato para falar livremente sobre o assunto.

A administração da Petrobras está buscando alternativas, juntamente com sindicatos e o fundo de pensão Petros, mas as discussões se arrastam considerando as dezenas de milhares de pessoas que sofrem descontos na folha desde 2018.

A fonte acrescentou que não seria possível para a Petrobras apresentar uma solução efetiva para os descontos, neste momento, embora tenha admitido que a empresa pode dar aos petroleiros "um sinal do esforço" que vem sendo realizado para resolver a questão.

Paulo César Martin, diretor de seguridade da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que reúne 13 sindicatos, concordou que o tema tem potencial de prolongar a greve.

O temor dos petroleiros, segundo ele, é de que o processo das eleições presidenciais em 2026 jogue por terra os avanços alcançados em negociações com a estatal sobre o tema nos últimos dois anos e meio.

"Quando entrar no período eleitoral, quem está na cadeira não sabe se vai continuar… Começa a ter dificuldade de interlocução com a diretoria, com o governo, se for o caso, então tudo fica mais difícil", afirmou Martin, que também é diretor do Sindipetro Bahia.

Greve dos petroleiros provoca paralisação parcial na Revap, em São José — Foto: Pedro Melo/TV Vanguarda

👉 A greve teve a adesão de todas as plataformas de petróleo próprias da Petrobras em operação nas bacias de Santos e Campos, além de alcançar refinarias, termelétricas, usinas de biodiesel, campos de produção terrestre, unidades de tratamento e compressão de gás, dentre outros pontos, segundo sindicatos.

A Petrobras afirma que tem evitado impacto nas operações e no abastecimento com a atuação de equipes de contingência.

Além da questão do desconto em folha, os sindicatos também pressionam por melhorias na proposta de acordo coletivo de trabalho feita pela Petrobras, que ofereceu 0,5% de ganho real, contra os 3% defendidos pelos petroleiros, além de outras demandas da categoria.

Dentre os principais pontos, os sindicatos demandam que a Petrobras ofereça garantia de que será possível reduzir substancialmente descontos extras nas folhas de pagamentos de aposentados e pensionistas envolvidos nos Planos de Equacionamento do Déficit (PEDs), que ocorrem desde 2018, decorrentes de problemas de gestão dos fundos de décadas atrás.

Atualmente, participantes de dois dos maiores planos da Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) pagam em torno de 15% a 20% de contribuição extraordinária para os equacionamentos, que contam também com contribuição da Petrobras, seguindo a paridade contributiva.

Ambos os planos reúnem juntos cerca de 52,3 mil participantes, dos quais 49,7 mil são assistidos (aposentados e pensionistas) e 2,5 mil são ativos.

O coordenador-geral do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) e diretor da FUP, Sérgio Borges, afirmou que os descontos provocados pelos PEDs impactam principalmente os aposentados e pensionistas da Petrobras "gerando um prejuízo para essas pessoas que dedicaram a vida de trabalho à Petrobras".

Procurada, a Petrobras disse que mantém diálogo aberto com as entidades sindicais sobre os PEDs e que a busca de uma solução para o tema está sendo conduzida por uma comissão multidisciplinar, que inclui entidades representativas dos participantes.

A empresa, porém, não informou se haveria um cálculo de quanto teria de ser desembolsado para resolver o problema.

Já a Petros afirmou que "é sensível ao impacto do equacionamento dos planos PPSP-R e PPSP-NR na vida dos participantes, e trata o assunto com prioridade". Também mencionou que fornece suporte técnico, com assessoramento e apresentação de estudos necessários à comissão que endereça o tema.

No foco da paralisação, os sindicalistas querem que a Petrobras apresente uma carta de compromisso que trará a possibilidade desses funcionários passarem a receber pelo menos 95% do benefício líquido que eles recebiam antes de passarem a valer os descontos.

"A gente queria uma garantia da empresa com relação a esse compromisso porque a gente não sabe o que vai acontecer no ano que vem", disse Martin, da FUP, que também foi conselheiro eleito da Petros por quatro mandatos.

Martin explicou que, para solucionar o problema, a Constituição impede que a Petrobras simplesmente cubra o déficit, cujo valor não foi divulgado pela empresa, sindicatos e Petros.

Dessa forma, a solução encontrada seria a criação de um novo plano, para que os integrantes possam migrar, e a aprovação de um acordo judicial, que encerraria ações dos sindicatos contra a Petrobras relacionadas ao tema e que custearia a migração dos beneficiários.

A proposta de acordo a ser feita pela Petrobras, além de precisar ser aceita pelos sindicalistas, ainda teria de ser aprovada em órgãos de controle.

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Alphabet anuncia compra de desenvolvedora de energia limpa por US$ 4,75 bilhões

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Alphabet, controladora do Google, anunciou nesta segunda-feira (22) a compra da desenvolvedora de energia limpa Intersect por US$ 4,75 bilhões em dinheiro — assumindo também suas dívidas.

A transação ocorre em um momento em que grandes empresas de tecnologia destinam bilhões para ampliar a capacidade de computação e energia necessárias ao avanço da inteligência artificial.

As grandes companhias de tecnologia vêm ampliando os aportes em projetos de energia, enquanto as redes elétricas dos Estados Unidos enfrentam dificuldades para acompanhar a crescente demanda por eletricidade impulsionada pela IA generativa, em meio a uma corrida para explorar o potencial dessa tecnologia em rápida expansão.

Pelo acordo, a controladora do Google assumirá os projetos de energia e data centers da Intersect que estão em fase de desenvolvimento ou construção.

A empresa possui US$ 15 bilhões em ativos, somando projetos já em operação e outros em construção. Até 2028, a expectativa é que os empreendimentos da Intersect, com capacidade de cerca de 10,8 gigawatts, estejam ativos ou em desenvolvimento. Esse volume equivale a mais de 20 vezes a energia gerada pela Usina Hidrelétrica Hoover, no sudoeste dos EUA.

A aquisição reforça a estratégia da Alphabet de ampliar investimentos e parcerias no setor de energia. No início deste mês, a companhia de serviços públicos NextEra anunciou a expansão de sua parceria com o Google Cloud para desenvolver novas fontes de energia voltadas às operações nos EUA.

O Google, em parceria com a TPG Rise Climate, apoiou a Intersect em uma rodada de financiamento de mais de US$ 800 milhões realizada em dezembro passado.

O anúncio também trouxe planos para criar parques industriais destinados a abrigar gigawatts de capacidade de data centers, instalados próximos a novas usinas de energia limpa.

As operações da Intersect continuarão independentes da Alphabet. Os ativos já em funcionamento no Texas e os projetos em operação ou desenvolvimento na Califórnia ficarão fora da aquisição e seguirão como uma empresa autônoma, com o suporte dos investidores atuais, informou a Alphabet.

Entre os projetos no Texas está o Quantum, um sistema de armazenamento de energia limpa em construção ao lado de um complexo de data centers do Google.

A Intersect também pretende adotar novas tecnologias para ampliar e diversificar o fornecimento de energia, enquanto apoia os investimentos do Google em data centers nos Estados Unidos, informou a Alphabet.

Logotipo do Google em uma instalação de pesquisa da empresa em Mountain View, Califórnia. — Foto: Reuters

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Como uma campanha publicitária de chinelos para o Ano Novo virou motivo de discussão política no Brasil

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia Negócios Como uma campanha publicitária de chinelos para o Ano Novo virou motivo de discussão política no Brasil Comercial fala em não começar o ano com o pé direito, mas com os dois pés. Parlamentares e influenciadores conservadores criticaram a campanha nas redes sociais. A polêmica também se transformou em meme. Por Redação g1 — São Paulo

Campanha da Havaianas, estrelada pela atriz Fernanda Torres, virou alvo de críticas e boicote por apoiadores de direita nas redes sociais.

Na peça publicitária, a atriz afirma que “não quer que você comece 2026 com o pé direito” – expressão popular associada à sorte.

A fala da atriz foi interpretada por políticos e influenciadores alinhados à direita como uma mensagem de cunho político implícito, vista por eles como provocativa e direcionada, em tom de indireta, a esse grupo.

A situação virou meme, e usuários passaram a compartilhar montagens, piadas e comentários sobre o episódio. Fernanda Torres e a Havaianas não responderam aos pedidos de comentário até a publicação desta reportagem.

Comercial das Havaianas com Fernanda Torres gera reação da direita e pedidos de boicote — Foto: Reprodução/Instagram

A propaganda de fim de ano da Havaianas, estrelada pela atriz Fernanda Torres, virou motivo para discussão política nas redes sociais.

Na campanha, a atriz afirma que “não quer que você comece 2026 com o pé direito”, uma expressão popular comumente associada à sorte. Mas a fala da atriz foi interpretada por políticos e influenciadores alinhados à direita como uma mensagem de cunho político implícito, vista por eles como provocativa e direcionada, em tom de indireta, a esse grupo.

“Desculpas, mas eu não quero que você comece 2026 com o pé direito. Não é nada contra a sorte, mas vamos combinar que sorte não depende de você. Depende da sorte. O que eu desejo é que você comece o ano novo com os dois pés. Os dois pés na porta, os dois pés na estrada. Os dois pés na jaca. Os dois pés onde você quiser — vai com tudo. De corpo e alma, da cabeça aos pés. Havaianas, todo mundo usa", disse a atriz no comercial.

O vídeo da campanha foi publicado na quinta-feira (18) na conta de Instagram da Havaianas e, até esta segunda, já havia registrado mais de 6 milhões de visualizações. Ele está apenas na aba Reels e não aparece no feed principal do perfil oficial da Havaianas no Instagram, o que gerou questionamentos entre usuários sobre uma eventual retirada do conteúdo.

Procurada pelo g1, a Alpargatas, dona da Havaianas, afirmou que não irá se manifestar sobre o tema. A assessoria de Fernanda Torres não respondeu até a última atualização desta reportagem.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), por exemplo, publicou no X (antigo Twitter): “Havaianas, nem todo mundo agora vai usar” — fazendo uma alusão ao slogan da marca de sandálias.

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) também se manifestou: “Se as Havaianas não nos querem, nós também não queremos as Havaianas”.

O deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ) também criticou a campanha. “Que vergonha! Em pleno Natal, tempo de união, respeito e reconciliação, a Havaianas escolhe usar o marketing para provocar e dividir, sugerindo ‘não começar o ano com o pé direito’. Isso não é criatividade. É um desserviço à sociedade”, escreveu.

Como costuma acontecer no Brasil, a repercussão rapidamente ganhou tom de humor. Nas redes sociais, a situação virou meme, e usuários passaram a compartilhar montagens, piadas e comentários irônicos sobre o episódio. Confira alguns exemplos abaixo.

Direita convoca boicote às Havaianas após campanha com Fernanda Torres e caso vira meme — Foto: Reprodução/X

Direita convoca boicote às Havaianas após campanha com Fernanda Torres e caso vira meme — Foto: Reprodução/X

Direita convoca boicote às Havaianas após campanha com Fernanda Torres e caso vira meme — Foto: Reprodução/X

Direita convoca boicote às Havaianas após campanha com Fernanda Torres e caso vira meme — Foto: Reprodução/X

Usuária se queixa da propaganda da Havaianas e aponta que vídeo "sumiu" das redes sociais da marca — Foto: Reprodução/X

Militantes conservadores da direita passaram a convocar um boicote à Havaianas nas redes sociais — Foto: Reprodução/X

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Nvidia conclui compra de US$ 5 bilhões em ações da Intel

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Tecnologia Nvidia conclui compra de US$ 5 bilhões em ações da Intel Acordo anunciado em setembro é visto como um importante alívio financeiro para a fabricante de chips. Por Reuters

A Nvidia concluiu a compra de ações da Intel, em uma transação anunciada em setembro entre as duas fabricantes de chips.

O acordo é visto como um importante alívio financeiro para a Intel após anos de erros e expansões de capacidade de produção que drenaram suas finanças.

Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA e a placa-mãe do computador — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

A Nvidia concluiu a compra de ações da Intel no valor de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 28 bilhões), consumando a transação anunciada em setembro entre as duas fabricantes de chips.

O acordo é visto como um importante alívio financeiro para a Intel após anos de erros e expansões de capacidade de produção que drenaram suas finanças.

ENTENDA: com compra, Nvidia se torna uma das maiores acionistas da rivalGoverno Trump também virou sócio da Intel

De acordo com um comunicado divulgado pela Comissão Federal de Comércio dos EUA no início de dezembro, as agências antitruste dos EUA aprovaram o investimento da Nvidia na concorrente.

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Número de bilionários com menos de 30 anos que enriqueceram sem herança bate recorde, diz Forbes

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

De acordo com a revista Forbes, foi registrado o maior número já observado de bilionários com menos de 30 anos que construíram suas fortunas sem herança familiar.

A lista reúne 13 jovens empreendedores que alcançaram patrimônios superiores a US$ 1 bilhão ainda na casa dos 20 anos.

O dado chama atenção não apenas pela quantidade de jovens bilionários, mas também pela rapidez com que essas fortunas foram formadas.

Esse avanço está ligado ao crescimento de setores que, há uma década, ainda eram inexistentes ou pouco desenvolvidos.

O ano de 2025 marcou uma mudança no perfil dos super-ricos globais. De acordo com a revista Forbes, foi registrado o maior número já observado de bilionários com menos de 30 anos que construíram suas fortunas sem herança familiar.

A lista reúne 13 jovens empreendedores que alcançaram patrimônios superiores a US$ 1 bilhão ainda na casa dos 20 anos — quase o dobro do recorde anterior, registrado em 2022, quando sete pessoas se enquadravam nesse perfil.

🔎 Entre os nomes deste ano está a brasileira Luana Lopes Lara, de 29 anos, que aparece como a mulher mais jovem do mundo a atingir o status de bilionária sem herança, segundo o levantamento da revista.

👉 O dado chama atenção não apenas pela quantidade de jovens bilionários, mas também pela rapidez com que essas fortunas foram formadas: entre novembro e dezembro de 2025, sete novos nomes passaram a integrar esse grupo.

Esse avanço está ligado ao crescimento de setores que, há uma década, ainda eram inexistentes ou pouco desenvolvidos. Áreas como inteligência artificial, mercados de previsão e apostas online passaram a gerar empresas avaliadas em bilhões de dólares em poucos anos (e às vezes em poucos meses).

A seguir, confira quem são os bilionários com menos de 30 anos que construíram fortunas próprias, com estimativas atualizadas até dezembro de 2025.

Fortuna: US$ 3,2 bilhõesOrigem da riqueza: Inteligência artificialCofundador da Scale AI, empresa de rotulagem de dados usada no treinamento de modelos de IA. A Meta comprou 49% da companhia por cerca de US$ 14 bilhões.

Fortuna: US$ 2,8 bilhõesOrigem da riqueza: Apostas onlineCofundador do cassino digital Stake.com, que ganhou escala durante a pandemia.

Fortuna: US$ 2,2 bilhõesOrigem da riqueza: Inteligência artificialCofundador da Mercor, startup de recrutamento com uso de IA avaliada em US$ 10 bilhões.

Fortuna: US$ 2,2 bilhõesOrigem da riqueza: Inteligência artificialCofundador e diretor de tecnologia da Mercor.

Fortuna: US$ 1,6 bilhãoOrigem da riqueza: Codificação com IACofundador da startup sueca Lovable, que permite criar sites e aplicativos com auxílio de inteligência artificial.

Fortuna: US$ 1,3 bilhãoOrigem da riqueza: Software de IACofundador da Cursor, empresa de edição de código com inteligência artificial.

Fortuna: US$ 1,3 bilhãoOrigem da riqueza: Mercados de previsãoCofundadora da Kalshi, plataforma que permite apostas sobre eventos futuros, como eleições e indicadores econômicos.

Fortuna: US$ 1 bilhãoOrigem da riqueza: Mercados de previsãoFundador da Polymarket, plataforma que ganhou projeção após receber um investimento de US$ 2 bilhões da Intercontinental Exchange.

Há 11 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 11 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 11 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 4 horas Mundo EconomiaBrasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entenda

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Zema sanciona lei que autoriza privatização da Copasa e anuncia troca no comando da empresa

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Minas Gerais Zema sanciona lei que autoriza privatização da Copasa e anuncia troca no comando da empresa Promulgação do PL que permite avanço da desestatização da companhia foi publicada no Diário Oficial do Estado. Estatal será gerida por Marília Melo, secretária à frente da Semad. Por g1 Minas — Belo Horizonte

O governador Romeu Zema (Novo) sancionou nesta terça-feira (23) a lei que autoriza a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).

No mesmo dia, ele anunciou a troca do comando da estatal, que será gerida por Marília Melo, até então secretária da Semad.

A promulgação do PL que permite o avanço da desestatização da empresa, foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE).

Já o desligamento do atual presidente da companhia, Fernando Passalio, foi divulgado em uma nota à imprensa.

Zema sanciona lei que autoriza privatização da Copasa e troca comando da empresa — Foto: EPTV/Reprodução

O governador Romeu Zema (Novo) sancionou nesta terça-feira (23) a lei que autoriza a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). No mesmo dia, ele anunciou a troca do comando da estatal, que será gerida por Marília Melo, até então secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

A promulgação do PL que permite o avanço da desestatização da empresa foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE). Já o desligamento do atual presidente da companhia, Fernando Passalio, foi divulgado em uma nota à imprensa.

"[…] agora, o processo de desestatização da Copasa será conduzido por Marília Carvalho de Melo, uma das maiores autoridades sobre água no Estado e que já responde paralelamente pelo tema do saneamento desde 2020", informou o Executivo estadual.

No comunicado, o governo de Minas ressaltou os feitos de Passalio à frente da Copasa, dizendo que o servidor de carreira foi fundamental para garantir os ajustes necessários para viabilizar o processo de desestatização no contexto do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

O Executivo também destacou que Marília Melo foi a primeira mulher a comandar a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a liderar o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), órgão do qual é servidora de carreira desde 2006.

"Ocupou, antes de ser nomeada secretária, o cargo de diretora-geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) em duas ocasiões", completou.

Ainda conforme a nota, "outros detalhes sobre as mudanças anunciadas serão repassados em momento oportuno".

Com a aprovação da lei que autoriza a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), a empresa que cuida do abastecimento de água de 75% dos municípios mineiros não será mais controlada pelo estado. A ideia é que a estatal seja transformada em uma corporation, modelo em que a empresa deixa de ter um único "dono".

O governo de MG ainda não informou de que forma a desestatização será colocada em prática. A proposta foi aprovada pelos deputados na última quarta-feira (17) e prevê a adoção de uma das seguintes modalidades:

alienação total ou parcial de participação societária que resulte em perda ou transferência do controle acionário do Estado: venda das ações do estado para um comprador privado, geralmente por meio de leilão.aumento de capital, mediante a subscrição de novas ações, com renúncia ou cessão, total ou parcial, dos direitos de subscrição, de forma a acarretar a perda do controle acionário do Estado: novas ações da empresa são emitidas no mercado e compradas por investidores privados, de forma que a participação do estado "encolhe".

A lei estabelece que, embora deixe de controlar a Copasa, o estado — que, atualmente, detém 50,03% das ações da companhia — mantenha uma ação preferencial de classe especial, conhecida como golden share, com direito a veto nas deliberações sobre:

alteração de denominação e sede da companhia;alteração nos limites ao exercício do direito de voto atribuído a acionistas ou grupo de acionistas.

Além disso, o texto determina que, independentemente da quantidade de ações, todos os acionistas terão poder de voto limitado a um teto.

O PL, de autoria de Romeu Zema, foi aprovado na forma do substitutivo proposto pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária durante a tramitação em 2º turno. Na votação da semana passada, 53 deputados foram favoráveis à proposta e 19 votaram contra.

O texto prevê que, após a privatização, a Copasa garanta o atendimento a metas de universalização de água e esgoto nos municípios onde atua e a melhoria da qualidade da água tratada.

A proposta assegura a manutenção do contrato de trabalho dos empregados do quadro permanente da Copasa por 18 meses. Após esse período, o estado pode lotar os servidores em outras empresas públicas estaduais, mas não há garantia.

O substitutivo afirma também que os recursos provenientes da desestatização podem ser usados para amortização da dívida do estado com a União e cumprimento de obrigações relacionadas ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). O texto autoriza, ainda, que parte do dinheiro seja depositada em um fundo estadual de saneamento básico.

A privatização da Copasa é uma das bandeiras de Romeu Zema e sempre esteve nos planos do governador.

Para facilitar o processo, ele enviou à ALMG, em 2023, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retira a exigência de consulta popular sobre a venda da empresa.

Antes, a Constituição de Minas Gerais determinava que a população deveria ser ouvida, por meio de referendo, para a aprovação da desestatização. No entanto, com a aprovação da PEC, no início de novembro, essa obrigatoriedade não existe mais.

O governador diz que a privatização é necessária para a modernização da empresa, a atração de investimentos e o pagamento da dívida do estado com a União, estimada em cerca de R$ 180 bilhões.

A oposição argumenta que a desestatização deve gerar aumento de tarifa, precarização do serviço e demissões. Além disso, defende que o estado consegue pagar a dívida sem precisar abrir mão da Copasa.

A empresa cuida do abastecimento de água em 637 municípios mineiros e, em 308 deles, também fornece serviços de esgoto — os números incluem municípios atendidos pela Copanor, subsidiária responsável pelos serviços de saneamento nas regiões Norte e Nordeste de MG.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ações da Chevron e de refinarias dos EUA sobem com expectativa de acesso ao petróleo da Venezuela

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Ações de empresas petrolíferas dos EUA subiam nas negociações pré-mercado nesta segunda-feira (5).

O movimento ocorreu após Trump afirmar que os EUA precisam ter “acesso total” às reservas de petróleo da Venezuela, após a prisão do presidente Nicolás Maduro.

A declaração reforçou a expectativa de que Washington possa aliviar sanções e outras restrições que hoje limitam as exportações de petróleo bruto da Venezuela.

No sábado, Trump afirmou que pretende permitir a entrada de grandes petroleiras americanas no país sul-americano para investir bilhões de dólares, recuperar a infraestrutura deteriorada do setor e ampliar a produção.

A Venezuela chegou a produzir cerca de 3,5 milhões de barris de petróleo por dia na década de 1970, o equivalente a mais de 7% da produção mundial.

As ações de empresas petrolíferas dos Estados Unidos subiam nas negociações pré-mercado nesta segunda-feira (5), diante da avaliação de investidores de que a ofensiva do presidente Donald Trump contra a liderança da Venezuela pode abrir espaço para maior acesso das companhias americanas às maiores reservas de petróleo do mundo.

Os papéis da Chevron — hoje a única grande empresa dos EUA com operações diretas em campos petrolíferos venezuelanos — avançavam 7,3%. Já as ações de refinarias como Phillips 66, Marathon Petroleum, Valero Energy e PBF Energy registravam altas que variavam de 5% a 16%.

O movimento ocorreu após Trump afirmar que os EUA precisam ter “acesso total” às reservas de petróleo da Venezuela, após a prisão do presidente Nicolás Maduro.

A declaração reforçou a expectativa de que Washington possa aliviar sanções e outras restrições que hoje limitam as exportações de petróleo bruto da Venezuela.

No sábado, Trump afirmou que pretende permitir a entrada de grandes petroleiras americanas no país sul-americano para investir bilhões de dólares, recuperar a infraestrutura deteriorada do setor e ampliar a produção.

Segundo ele, isso ajudaria as empresas a gerar retorno financeiro e, ao mesmo tempo, beneficiaria a economia dos EUA.

A Venezuela chegou a produzir cerca de 3,5 milhões de barris de petróleo por dia na década de 1970, o equivalente a mais de 7% da produção mundial. Com o passar das décadas, no entanto, a produção caiu de forma acentuada.

Na década de 2010, o volume já havia recuado para menos de 2 milhões de barris por dia. No ano passado, a média ficou em torno de 1,1 milhão de barris diários, como resultado de anos de falta de investimentos, deterioração da infraestrutura e sanções econômicas impostas ao país.

🔎 O petróleo venezuelano é classificado como heavy sour, ou seja, um óleo mais pesado e com alto teor de enxofre. Esse tipo de petróleo é mais adequado para a produção de diesel e outros combustíveis pesados, embora gere margens menores de lucro em comparação com óleos mais leves, como os extraídos no Oriente Médio.

Segundo Ahmad Assiri, estrategista de pesquisa da Pepperstone, esse perfil do petróleo venezuelano se encaixa bem nas refinarias da Costa do Golfo dos EUA, que historicamente foram projetadas para processar esse tipo de matéria-prima.

A atuação da Chevron na Venezuela, autorizada por meio de uma isenção concedida pelo governo americano, coloca a empresa em posição privilegiada caso haja uma mudança na política do país. As refinarias dos Estados Unidos também podem se beneficiar de uma maior oferta de petróleo pesado mais próxima geograficamente.

Ainda assim, analistas alertam que uma recuperação relevante da produção venezuelana deve levar tempo. A instabilidade política, a infraestrutura deteriorada e anos de subinvestimento seguem como obstáculos para uma retomada mais rápida do setor.

Maduro afirma que vai continuar exportando petróleo, mesmo com ameaças de Donald Trump — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tesla deixa de ser maior fabricante de veículos elétricos do mundo, e BYD passa a ser líder

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Carros Tesla deixa de ser maior fabricante de veículos elétricos do mundo, e BYD passa a ser líder Montadora de Elon Musk informou que entregou 1,64 milhão de veículos em 2025, uma queda de 9% em relação ao ano anterior. A chinesa BYD vendeu 2,26 milhões de veículos no ano passado. Por Associated Press

A Tesla perdeu na sexta-feira (2) o posto de maior fabricante de veículos elétricos do mundo, com a redução nas vendas pelo segundo ano consecutivo.

A Tesla informou que entregou 1,64 milhão de veículos em 2025, uma queda de 9% em relação ao ano anterior.

A chinesa BYD, que vendeu 2,26 milhões de veículos no ano passado, passou a liderar o ranking global de fabricantes de veículos elétricos.

Em grande parte, os investidores minimizaram os números mais fracos e passaram a focar a estratégia de Musk em outras áreas do negócio.

Os acionistas ainda apostam que Elon Musk, bilionário e CEO da Tesla, conseguirá avançar em seus planos de posicionar a companhia como líder em inteligência artificial e estimular a adoção de robôs humanoides para tarefas básicas em casas e escritórios.

A Tesla perdeu na sexta-feira (2) o posto de maior fabricante de veículos elétricos do mundo, com a redução nas vendas pelo segundo ano consecutivo. A marca sofre com a reação negativa de consumidores e forte concorrência internacional.

A montadora do bilionário Elon Musk informou que entregou 1,64 milhão de veículos em 2025, uma queda de 9% em relação ao ano anterior. A chinesa BYD, que vendeu 2,26 milhões de veículos no ano passado, passou a liderar o ranking global de fabricantes de veículos elétricos.

No quarto trimestre, as vendas da Tesla somaram 418.227 unidades, abaixo das 440 mil projetadas por analistas ouvidos pela FactSet. O resultado foi prejudicado pelo fim do crédito tributário de US$ 7.500, encerrado pelo governo Trump no fim de setembro.

Ainda assim, as ações da Tesla operavam praticamente estáveis, a US$ 450,27, no início do pregão desta sexta-feira.

Os acionistas ainda apostam que Musk conseguirá avançar em seus planos de posicionar a companhia como líder em inteligência artificial e estimular a adoção de robôs humanoides para tarefas básicas em casas e escritórios.

O trimestre mais recente marcou o início das vendas das versões mais baratas do Model Y e do Model 3, apresentadas por Musk no começo de outubro como parte de um esforço para impulsionar a demanda.

O novo Model Y custa pouco menos de US$ 40 mil, enquanto o Model 3 mais acessível sai por menos de US$ 37 mil. Essas versões devem ajudar a Tesla a competir com modelos chineses na Europa e na Ásia.

Em grande parte, os investidores minimizaram os números mais fracos e passaram a focar a estratégia de Musk em outras áreas do negócio.

Musk tem afirmado que a queda nas vendas de veículos é menos relevante neste momento, já que o futuro da empresa estaria mais ligado ao serviço de robotáxis sem motorista, ao negócio de armazenamento de energia e ao desenvolvimento de robôs para uso doméstico e industrial.

Para os resultados do quarto trimestre, que serão divulgados no fim de janeiro, analistas esperam queda de 3% nas vendas e recuo de quase 40% no lucro por ação, segundo a FactSet. A expectativa é que a tendência negativa comece a se reverter ao longo de 2026.

Nesse contexto, os diretores da Tesla aprovaram para Musk um bônus potencialmente elevado na assembleia anual realizada em novembro.

Musk, já o homem mais rico do mundo, obteve outro ganho relevante há duas semanas, quando a Suprema Corte de Delaware reverteu uma decisão que o havia privado de um pacote de remuneração de US$ 55 bilhões concedido pela Tesla em 2018.

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Petrobras inicia produção na plataforma P-78 do Campo de Búzios

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Petrobras informou nesta sexta-feira que iniciou a produção no navio-plataforma (FPSO) P-78, localizado no Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, na última quarta-feira (31).

A unidade integra o projeto Búzios 6, que corresponde ao sétimo sistema em operação no campo — o maior do país em reservas.

A plataforma tem capacidade para produzir até 180 mil barris de óleo por dia e para comprimir 7,2 milhões de metros cúbicos de gás diariamente.

Com a entrada em operação da plataforma P-78, a capacidade instalada do campo será ampliada para cerca de 1,15 milhão de barris por dia, além de permitir a exportação de gás para o continente.

Segundo a Petrobras, a P-78 inaugura uma nova geração de unidades próprias, desenvolvida a partir de um projeto de referência que reuniu lições aprendidas com as primeiras plataformas em operação no pré-sal.

Petrobras: a FPSO P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos — Foto: Divulgação/Petrobras

A Petrobras informou nesta sexta-feira que iniciou a produção no navio-plataforma (FPSO) P-78, localizado no Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, na última quarta-feira (31).

A unidade integra o projeto Búzios 6, que corresponde ao sétimo sistema em operação no campo — o maior do país em reservas. A plataforma tem capacidade para produzir até 180 mil barris de óleo por dia e para comprimir 7,2 milhões de metros cúbicos de gás diariamente.

Com a entrada em operação da plataforma P-78, a capacidade instalada do campo será ampliada para cerca de 1,15 milhão de barris por dia, além de permitir a exportação de gás para o continente.

Segundo a Petrobras, a P-78 inaugura uma nova geração de unidades próprias, desenvolvida a partir de um projeto de referência que reuniu lições aprendidas com as primeiras plataformas em operação no pré-sal.

O projeto Búzios 6 conta com 13 poços, sendo seis produtores e sete injetores, equipados com sistemas que ampliam o controle e o gerenciamento da produção.

A unidade será interligada por dutos rígidos para produção, injeção e exportação de gás, além de dutos flexíveis para as linhas de serviço, com uso de novas tecnologias para a fixação dessas estruturas no FPSO.

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Meta compra IA chinesa Manus, que ganhou fama de ‘novo Deepseek’

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Tecnologia Meta compra IA chinesa Manus, que ganhou fama de 'novo Deepseek' Empresa viralizou no começo do ano com agente de IA e depois mudou sua sede para Singapura. Por Reuters

A Meta anunciou nesta segunda-feira (29) que vai comprar a startup de inteligência artificial Manus, acelerando os esforços para integrar IA avançada em todas as suas plataformas.

A Manus foi fundada na China mas possui sede em Cingapura. Ela viralizou no início deste ano no X, após lançar o que alegou ser o primeiro agente de IA geral do mundo.

A Meta, dona do Instagram e do WhatsApp, anunciou nesta segunda-feira (29) que vai comprar a startup de inteligência artificial Manus, acelerando os esforços para integrar IA avançada em todas as suas plataformas.

Ela viralizou no início deste ano no X, após lançar o que alegou ser o primeiro agente de IA geral do mundo, capaz de tomar decisões e executar tarefas de forma autônoma com muito menos instruções necessárias do que os chatbots de IA como o ChatGPT e o DeepSeek. Isso levou os comentaristas a chamá-la de a próxima DeepSeek da China, e ela foi aclamada pela televisão estatal chinesa.

Que fim levou o DeepSeek? Fenômeno do começo de 2025 perde fôlegoAgentes de IA são aposta de empresas, e quem domina pode ganhar até R$ 20 mil

Meses depois, a empresa mudou sua sede para Cingapura, juntando-se a uma onda de outras empresas chinesas que fizeram o mesmo para reduzir os riscos decorrentes das tensões entre os Estados Unidos e a China.

A Manus, cujos produtos não estão disponíveis na China, afirma que o desempenho de seu agente de IA supera o do DeepResearch da OpenAI. Ela também tem uma parceria estratégica com a Alibaba para colaborar em seus modelos de IA.

A Meta operará e venderá o serviço Manus e o integrará em seus produtos para consumidores e empresas, inclusive no Meta AI, informou a empresa.

Os termos financeiros do acordo não foram divulgados, mas uma fonte com conhecimento direto do assunto disse que o negócio avalia a empresa entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões.

Gigantes da tecnologia, como a Meta, têm aumentado os investimentos em IA por meio de aquisições estratégicas e contratações de talentos, à medida que enfrentam a acirrada concorrência do setor.

Logotipo da Meta Platforms, durante uma conferência na Índia, em 2023 — Foto: REUTERS/Francis Mascarenhas

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