RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O Ibovespa vai bombar em 2026? Entenda o otimismo da Faria Lima — e o que pode frustrar os planos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,62%Dólar TurismoR$ 5,343-0,63%Euro ComercialR$ 6,072-0,42%Euro TurismoR$ 6,321-0,43%B3Ibovespa190.702 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,62%Dólar TurismoR$ 5,343-0,63%Euro ComercialR$ 6,072-0,42%Euro TurismoR$ 6,321-0,43%B3Ibovespa190.702 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,62%Dólar TurismoR$ 5,343-0,63%Euro ComercialR$ 6,072-0,42%Euro TurismoR$ 6,321-0,43%B3Ibovespa190.702 pts0,09%Oferecido por

Para analistas do mercado, não se trata de empolgação passageira. A expectativa é que o Ibovespa mantenha o fôlego e encerre 2026 com desempenho sólido.

Entre os principais vetores estão os possíveis cortes de juros no Brasil e nos Estados Unidos — movimentos que, se confirmados, tendem a favorecer ativos de maior risco, como as ações negociadas em bolsa.

Além disso, as ofensivas geopolíticas do presidente americano, Donald Trump, têm gerado instabilidade e receio nas economias desenvolvidas, levando investidores a buscar mercados emergentes, como o brasileiro.

Mas o cenário não é garantia de resultados: os mesmos fatores de incerteza que favorecem o mercado brasileiro podem, a depender dos desdobramentos, frear ou reverter a alta.

Após disparar quase 34% em 2025, o Ibovespa continua a brilhar aos olhos dos investidores. O principal índice da bolsa brasileira iniciou o ano em forte aceleração, renovou máximas históricas e animou a Faria Lima.

Só em janeiro, já registrou sete recordes de fechamento. Nesta terça-feira (27), alcançou os 181.919 pontos pela primeira vez, acumulando valorização de quase 13% no ano. Em 12 meses, a alta é de 45%.

Para analistas do mercado, não se trata de empolgação passageira. A expectativa é que o Ibovespa mantenha o fôlego e encerre 2026 com desempenho sólido, apoiado em fatores econômicos relevantes ao longo dos próximos meses.

Entre os principais vetores estão os possíveis cortes de juros no Brasil e nos Estados Unidos — movimentos que, se confirmados, tendem a favorecer ativos de maior risco, como as ações negociadas em bolsa.

Além disso, as ofensivas geopolíticas do presidente americano, Donald Trump, têm gerado instabilidade e receio nas economias desenvolvidas, levando investidores a buscar mercados emergentes, como o brasileiro.

Mas o cenário não é garantia de resultados: os mesmos fatores de incerteza que favorecem o mercado brasileiro podem, a depender dos desdobramentos, frear ou reverter a alta. Nesse contexto, pesam especialmente a imprevisibilidade de Trump e o cenário eleitoral no Brasil.

Entenda abaixo como cada um desses pontos impacta os mercados e o que esperar para o Ibovespa em 2026.

O Banco Central do Brasil (BC) deve começar a reduzir a Selic no primeiro trimestre. A projeção do mercado financeiro é que a taxa básica de juros, atualmente no maior nível em quase 20 anos, caia 2,75 pontos percentuais até o fim de 2026, passando de 15% para 12,25% ao ano.

Nos EUA, também há expectativa de que os juros continuem em queda neste ano. Em 2025, o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, cortou a taxa três vezes, reduzindo o referencial à faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, o menor patamar desde setembro de 2022.

🔎 Na prática, juros menores nos EUA diminuem o rendimento das Treasuries, os títulos do governo americano, que são vistos como os investimentos mais seguros do mundo. O movimento faz investidores buscarem aplicações mais rentáveis em mercados emergentes. Nesse cenário, o Brasil tem se destacado, favorecendo a bolsa e o real.

“Juros mais baixos tornam outros ativos mais atrativos, como as ações. Esse é um lado importante da balança”, explica André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica.

O especialista reforça que os riscos geopolíticos intensificados por Trump — como a ofensiva na Venezuela, que resultou na prisão do líder Nicolás Maduro, e as ameaças de anexação da Groenlândia — têm tornado o Brasil um “porto seguro”, com potencial de boa rentabilidade para investidores.

O g1 já mostrou que a bolsa brasileira passou a ser vista como relativamente barata e com maior potencial de retorno. Com investimentos no exterior oferecendo ganhos menores, investidores têm antecipado compras de ações de empresas brasileiras, em busca de valorização.

Ricardo Peretti, estrategista da Santander Corretora, destaca que o investimento internacional tem desempenhado papel preponderante no mercado interno.

Em 2025, investidores não residentes no Brasil aplicaram R$ 25,4 bilhões em compras líquidas na bolsa de valores brasileira, lembra o economista. “Em 2026, até 20 de janeiro, esses investidores já somam R$ 8,7 bilhões líquidos em compras de ações brasileiras."

“Ou seja, o investidor estrangeiro segue sendo o principal responsável pela valorização do mercado local nos últimos meses. Se a rotação de recursos globais para mercados emergentes continuar, a probabilidade de o índice local renovar máximas é grande”, acrescenta.

Para economistas, a palavra que deve resumir o Ibovespa em 2026 é volatilidade. Embora as projeções ainda apontem para um saldo positivo, o sobe e desce da bolsa deve ganhar protagonismo diante do fator Trump e do calendário eleitoral brasileiro, em outubro.

André Galhardo, da Análise Econômica, destaca que investidores não avaliam apenas o potencial de valorização das empresas listadas, mas também os riscos no radar.

“Tudo isso pode afetar o ambiente de negócios e trazer problemas para algumas companhias. Esse é o outro lado da balança, com potencial de impacto negativo”, analisa.

Dyego Galdino, CEO da Global 360 Invest, segue a mesma linha. Ele reforça que a política comercial do republicano, por meio de ameaças e aplicação de tarifas, pode gerar pressão inflacionária global e afetar os preços das commodities.

“Os resultados das grandes empresas podem desacelerar, deixando o mercado dependente das expectativas em relação às empresas de tecnologia”, diz.

Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, lembra que a alta de 34% do Ibovespa em 2025 foi puxada exclusivamente por fatores externos e que o Brasil, apesar do bom desempenho da bolsa, segue enfrentando problemas fiscais — ou seja, dificuldades nas contas públicas.

🔎 A preocupação com os cofres públicos brasileiros ganhou destaque nos últimos anos, mas acabou ficando temporariamente “na gaveta”, enquanto o mercado passou a acompanhar com mais otimismo a redução dos juros nos EUA e os preços ainda baixos das ações brasileiras.

Por isso, "alguns países tiveram resultados muito melhores do que o Brasil, como Polônia, Coreia do Sul e a própria Colômbia”, diz Costa, ao indicar os riscos fiscais do país como um desafio.

As eleições devem ter papel central na volatilidade da bolsa e do dólar. Para especialistas, a oscilação do Ibovespa em dezembro funcionou como um termômetro do que o mercado deve acompanhar neste ano.

Naquele mês, o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, por exemplo, fez o dólar disparar e a bolsa recuar mais de 4% em apenas um dia.

🔎 Para o mercado, a escolha dificulta a convergência em torno de um candidato de centro-direita — como Tarcísio de Freitas, visto como mais competitivo para unificar a direita e enfrentar Lula (PT) — e amplia a incerteza sobre ajustes fiscais mais consistentes.

Em janeiro, porém, novas pesquisas eleitorais colocaram Flávio Bolsonaro em segundo lugar na disputa e mostraram que a vantagem de Lula em um eventual segundo turno diminuiu. O movimento contribuiu para a queda do dólar e a alta do Ibovespa.

Rafael Costa, da Cash Wise Investimentos, avalia que a Faria Lima não está preocupada necessariamente com o nome do vencedor, mas com os rumos da economia no próximo governo.

"Porém, é difícil esperar mudanças econômicas do atual presidente. Então, a reeleição de Lula pode causar uma quebra de expectativa no mercado", diz.

Já André Galhardo, da Análise Econômica, acredita que um ajuste nas contas públicas é necessário — e, por isso, deverá ser anunciado no início de 2027, independentemente do presidente eleito.

"A Faria Lima tende a acreditar que uma reforma nas despesas é mais provável em governos de direita. Mas qualquer vencedor terá de adotar uma política de contenção de gastos, o que pode impactar positivamente o dólar e o mercado de ações no Brasil", diz.

Caso o cenário positivo prevaleça, há espaço para que o principal índice da B3 ultrapasse, pela primeira vez, os 200 mil pontos, segundo as projeções mais animadoras.

Analistas do Itaú BBA, por exemplo, avaliam que o Ibovespa pode encerrar o ano aos 185 mil pontos. Em uma leitura mais otimista, o índice poderia superar os 252 mil pontos.A Santander Corretora, por sua vez, projeta que o índice alcance 195 mil pontos ao fim de 2026, com sucessivas renovações de recordes ao longo do ano.

Rafael Costa, da Cash Wise, destaca que o índice não deve avançar de forma linear, em razão da volatilidade do mercado.

“Onde o Ibovespa vai parar? Aos 180 mil, 200 mil, 250 mil pontos? Ninguém sabe. Mas, sim, há uma grande possibilidade de o mercado continuar avançando neste ano”, afirma.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o bom desempenho da bolsa brasileira no ano refletiu, sobretudo, os seguintes fatores:

Cortes de juros nos EUA, com expectativa de novas reduções em 2026;Realocação de investimentos em meio a incertezas sobre as contas públicas e a política econômica de Donald Trump nos EUA, o que favoreceu ativos brasileiros;Expectativa de cortes de juros no Brasil, com o mercado de olho em 2026;Maior resiliência do Brasil nas tensões comerciais com os EUA, reduzindo impactos sobre empresas exportadoras;Ações de empresas brasileiras ainda negociadas abaixo dos níveis pré-pandemia, o que atraiu investidores;Expectativa de mudanças no cenário político, em especial na condução das contas públicas, com a proximidade das eleições de 2026.

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Ações de empresa do Grupo Fictor caíram 60% desde a tentativa de compra do Banco Master

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial para a Fictor Holding e a Fictor Invest, empresas que concentram as participações societárias e as operações financeiras do conglomerado.

A empresa enfrenta uma crise de reputação e limitação no acesso a crédito desde a tentativa frustrada de comprar o Banco Master, em novembro.

Segundo a Fictor, “um grande volume de notícias negativas” sobre a operação atingiu “duramente a liquidez” das duas subsidiárias.

Mas as demais empresas do grupo também sentiram os reflexos. Com ações listadas na bolsa de valores, a Fictor Alimentos (FICT3) acumula queda superior a 63% desde o caso Master.

Ainda que o grupo alegue que as demais operações continuam normalmente, as ações da companhia de alimentos desabam 25,44% apenas nesta segunda-feira (2).

No domingo (1º), o Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial para a Fictor Holding e a Fictor Invest — empresas que concentram as participações societárias e as operações financeiras do conglomerado que tem mais de 10 empresas.

A empresa enfrenta uma crise de reputação e limitação no acesso a crédito desde a tentativa frustrada de comprar o Banco Master, em novembro. Segundo a Fictor, “um grande volume de notícias negativas” sobre a operação atingiu “duramente a liquidez” das duas subsidiárias.

Mas as demais empresas do grupo também sentiram os reflexos. Com ações listadas na bolsa de valores, a Fictor Alimentos (FICT3) acumula queda superior a 63% desde o caso Master.

Ainda que o grupo alegue que as demais operações continuam normalmente, as ações da companhia de alimentos desabam 40% apenas nesta segunda-feira (2). Por volta das 13h, os papéis eram negociados a R$ 0,68.

Fundada em 2007, a Fictor teve origem no setor de tecnologia, como fornecedora de soluções para logística e gestão empresarial. Em 2013, realizou sua primeira operação de investimento e, a partir daí, iniciou um processo de diversificação dos negócios.

O grupo expandiu suas operações por meio de participações e investimentos em empresas de diferentes setores. Hoje, o conglomerado brasileiro atua nos segmentos de alimentos, energia, infraestrutura, mercado imobiliário e financeiro.

A holding organizou seus negócios em três frentes principais: alimentos, serviços financeiros e infraestrutura.

A Fictor passou a atuar no comércio de commodities do agronegócio em 2018, ampliando sua presença na cadeia de alimentos. No setor de proteína animal, possui fábricas, granjas e frigoríficos em cinco estados: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A capacidade instalada permite o abate de até 150 mil aves por dia, com possibilidade de alcançar 350 mil em plena operação. A empresa afirma ter mais de 18 unidades nesse segmento e atender cerca de 5 mil clientes. Entre as marcas do portfólio estão Dr. Foods, Fredini e Vensa.

Em 2022, o número de empresas sob sua gestão chegou a 10. No ano seguinte, entrou no setor de energia com a criação da Fictor Energia, que atua principalmente com fontes renováveis, como usinas solares e hidrelétricas em estados como Amazonas, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em 2024, passou a oferecer soluções financeiras e meios de pagamento por meio da FictorPay e da Fictor Asset.

🏦 A Fictor Asset é a gestora de investimentos do grupo, voltada a fundos estruturados e outros tipos de ativos, e administra cerca de R$ 966 milhões em 10 fundos.💳 A FictorPay atua no setor de meios de pagamento, oferecendo soluções de cobrança, crédito e tecnologia financeira para empresas.

Na área de infraestrutura, o grupo desenvolve projetos imobiliários, de logística e de geração de energia.

Também em 2024, a Fictor Alimentos S.A., braço do grupo no setor alimentício, foi listada na B3 sob o código FICT3.

Entre 2024 e 2025, o grupo abriu escritórios no exterior, com unidades em Miami, nos Estados Unidos, e em Lisboa, em Portugal, além da sede em São Paulo.

Fictor Alimentos S.A é uma empresa do setor alimentício listada na B3, que opera sob o código de negociação FICT3 — Foto: Reprodução

Além da expansão internacional, o Grupo Fictor passou a ganhar maior visibilidade por meio de patrocínios esportivos.

Em 2025, firmou contrato com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), considerado o maior patrocínio privado da história da entidade, com repasses de R$ 21 milhões até março de 2029.Também se tornou patrocinador máster das categorias de base do Palmeiras e passou a estampar sua marca nas costas da camisa do time profissional.

O contrato com o clube paulista tem duração inicial de três anos, com valor fixo de R$ 25 milhões por temporada, que pode chegar a R$ 30 milhões com bônus.

Segundo representantes da empresa, a estratégia no esporte busca associar a marca a projetos de formação de atletas e ampliar a visibilidade nacional.

O Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo para a Fictor Holding e a Fictor Invest, alegando dificuldades de liquidez após a crise envolvendo o Banco Master.

Segundo a empresa, as dívidas somam cerca de R$ 4 bilhões, e o objetivo é reorganizar as finanças sem interromper as operações.

A companhia atribui a crise ao episódio ocorrido em novembro de 2025, quando um consórcio liderado por um de seus sócios anunciou a compra do Banco Master, mas a operação foi suspensa após o Banco Central decretar a liquidação da instituição.

Antes de recorrer à Justiça, a Fictor afirma ter iniciado um plano de reestruturação, com redução de estrutura física e de pessoal. As demais subsidiárias ficaram fora do pedido de recuperação judicial e devem manter suas atividades normalmente.

Além dos negócios corporativos, a Fictor ganhou visibilidade nos últimos anos por meio de patrocínios esportivos. — Foto: Reprodução

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Grupo Fictor pede recuperação judicial após crise ligada ao caso Banco Master

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Grupo Fictor protocolou neste domingo (1) um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) para as empresas Fictor Holding e Fictor Invest.

Segundo a companhia, a medida busca “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam cerca de R$ 4 bilhões.

Em comunicado, o grupo afirmou que pretende quitar as dívidas “sem nenhum deságio” e pediu tutela de urgência para suspender execuções e bloqueios por 180 dias.

A Fictor relaciona a crise de liquidez ao episódio envolvendo o Banco Master, que teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central (BC) em 18 de novembro de 2025.

O Grupo Fictor protocolou, neste domingo (1), um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para as empresas Fictor Holding e Fictor Invest.

Segundo a companhia, a medida busca “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam cerca de R$ 4 bilhões.

🔎 Recuperação judicial é o processo em que uma empresa pede ajuda à Justiça para reorganizar suas dívidas, suspender cobranças por um período e tentar continuar funcionando, evitando a falência.

Em comunicado, o grupo afirmou que pretende quitar as dívidas “sem nenhum deságio” (desconto) e pediu à Justiça um prazo de 180 dias para suspender cobranças e bloqueios.

De acordo com a empresa, o objetivo é criar um ambiente de negociação estruturada e garantir a continuidade das atividades.

“Nesse período, a companhia garante o direito de negociar um plano de recuperação, prevendo novas condições e prazos de pagamento, sem interromper as operações”, informou.

A Fictor relaciona a crise de liquidez ao episódio envolvendo o Banco Master, que teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em 18 de novembro.

À época, um consórcio liderado por um dos sócios do grupo havia anunciado uma proposta para adquirir o banco, mas a operação foi suspensa após a decisão da autoridade monetária.

Segundo a empresa, o episódio afetou diretamente sua imagem no mercado. “Com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz a nota.

O grupo também ressaltou que, desde o início de suas operações, “não haviam sido registrados atrasos de nenhuma natureza” e que, diante da crise, colocou em prática um plano de reestruturação que incluiu a redução da estrutura física e do número de funcionários.

“Esse movimento foi feito antes do pedido de recuperação judicial para proteger os direitos dos colaboradores e agilizar o recebimento das indenizações trabalhistas”, afirmou.

Fundado em 2007, o Grupo Fictor atua nos setores de indústria alimentícia, energia, infraestrutura e soluções de pagamento. No pedido apresentado à Justiça, a empresa destacou que a recuperação judicial não inclui as subsidiárias, que devem manter suas rotinas e contratos.

“O objetivo é evitar que empresas economicamente viáveis sejam afetadas por restrições típicas do processo recuperacional”, informou.

Em novembro, após a decisão do BC sobre o Banco Master, o consórcio liderado pela Fictor havia declarado que a operação estava “integralmente condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores” e que se colocava “à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos”.

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Ibovespa em disparada: o bonde já passou ou ainda é hora de investir na bolsa?

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Ibovespa abriu o ano novo sem tirar o pé do acelerador. Nesta sexta-feira (30), o principal índice da bolsa fechou aos 181.364 pontos, acumulando valorização superior a 12% no mês e registrando o melhor resultado para janeiro em 20 anos, segundo a B3.

Embalado pela expectativa de cortes de juros no Brasil e no exterior, e pela retomada da entrada de capital estrangeiro na bolsa, o índice já acumula oito recordes de fechamento neste ano e alta de 43% em 12 meses.

Na prática, quem investiu em produtos ligados ao Ibovespa no último ano teve motivos para comemorar. A valorização do índice superou, de longe, o CDI, taxa referência de mercado e que acompanha a Selic — que atualmente está em 15% ao ano, o maior patamar em quase 20 anos.

Mas, apesar de atrair potenciais novos investidores, o cenário também gera dúvidas para quem quer aproveitar o bom momento da bolsa: quando os ganhos com ações ficam elevados, o mercado costuma registrar uma realização de lucros (conhecida como “take profit”).

Nesse cenário, considerando que a rentabilidade da renda fixa continua atrativa, ainda vale a pena investir na bolsa e aproveitar o boom das ações? Ou o bonde já passou e quem ganhou, ganhou?.

Painel eletrônico mostra as flutuações de ações na B3, em 28 de outubro de 2021 — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

Depois de uma alta expressiva em 2025, o Ibovespa abriu o ano novo sem tirar o pé do acelerador. Nesta sexta-feira (30), o principal índice da bolsa fechou aos 181.364 pontos, acumulando valorização superior a 12% no mês e registrando o melhor resultado para janeiro em 20 anos, segundo a B3.

Embalado pela expectativa de cortes de juros no Brasil e no exterior, e pela retomada da entrada de capital estrangeiro na bolsa, o índice já acumula oito recordes de fechamento neste ano e alta de 43% em 12 meses.

Na prática, quem investiu em produtos ligados ao Ibovespa no último ano teve motivos para comemorar. A valorização do índice superou, de longe, o CDI, taxa referência de mercado e que acompanha a Selic — que atualmente está em 15% ao ano, o maior patamar em quase 20 anos.

Mas, apesar de atrair potenciais novos investidores, o cenário também gera dúvidas para quem quer aproveitar o bom momento da bolsa: quando os ganhos com ações ficam elevados, o mercado costuma registrar uma realização de lucros (conhecida como “take profit”).

🔎 Esse movimento ocorre quando investidores que compraram ações na baixa decidem vender para converter o ganho em dinheiro. Quando muitos investidores fazem o mesmo, o preço dessas ações tende a recuar.

Nesse cenário, considerando que a rentabilidade da renda fixa continua atrativa, ainda vale a pena investir na bolsa e aproveitar o boom das ações? Ou o bonde já passou e quem ganhou, ganhou?

Para especialistas ouvidos pelo g1 ainda há espaço para investir em ações e aproveitar o bom momento do mercado brasileiro.

Pela análise, empresas de alguns setores podem se beneficiar bastante nos próximos meses, com a expectativa de corte da Selic já na próxima reunião do Copom, em março. Segundo a projeção dos analistas de mercado, a taxa deve cair a 12,25% ao ano até o fim de 2026.

Para Bruna Sene, analista de renda variável da Rico, ainda pode ser vantajoso investir na bolsa mesmo após uma alta tão forte do índice. Segundo ela, a realização de lucros é natural e também pode criar novas oportunidades de entrada.

“Não é porque o Ibovespa subiu muito que todos os papéis também se valorizaram da mesma forma. Por isso, a seletividade nas ações continua sendo importante”, afirma.

📈 O Ibovespa é o principal índice da bolsa e reúne as ações mais negociadas. Quando várias empresas se valorizam, o índice sobe, e quando caem, ele recua. Algumas companhias, como Petrobras, Vale e Itaú, têm maior peso e influenciam mais fortemente o resultado.

O economista-chefe da Análise Econômica, André Galhardo, ressalta que as condições estão favoráveis à economia brasileira, com expectativa de que o país volte a crescer em ritmo semelhante ao projetado para 2025 — quando o mercado estima que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha avançado 2,26%. Isso tende a beneficiar empresas listadas no índice.

Embora o Brasil ainda enfrente uma taxa de juros elevada, o corte previsto para março, considerado tardio por Galhardo, deve beneficiar empresas mais afetadas por uma Selic alta.

“Com esse ciclo de redução dos juros, as companhias podem registrar ganhos — o que, por sua vez, tende a valorizar suas ações, especialmente no comércio e na indústria, setores mais afetados pela alta da taxa de juros”, afirma.

Gabriela Barssottini, CFP e assessora de investimentos da Knox Capital, lembra que, no último ano, as empresas que mais se destacaram foram da construção civil, do setor de tecidos, vestuário e calçados, além de intermediários financeiros.

O setor bancário também teve forte desempenho: as ações do Itaú subiram cerca de 70% em 12 meses, as do Bradesco avançaram mais de 80% e as do BTG Pactual, mais de 90%. O Santander cresceu 50%, enquanto o Banco do Brasil recuou cerca de 5%.

“Os bancos estão entre os setores com maior potencial para 2026, beneficiados pela margem de lucro nas operações de crédito, pela expansão do crédito e pela queda futura da taxa de juros”, afirma Barssottini.

Além da expectativa de um ciclo de cortes na Selic, André Galhardo, da Análise Econômica, ressalta a força da economia dos Estados Unidos e, especialmente, da China — fator que beneficia as exportações de commodities.

“O Banco Popular da China promete, em 2026, continuar oferecendo instrumentos para que a economia cresça no ritmo desejado pelo Partido Comunista Chinês. Isso beneficia, por exemplo, as empresas mineradoras”, diz Galhardo.

A Vale acompanhou o bom momento do setor no último ano. Os papéis da mineradora, com um dos maiores pesos no Ibovespa, subiram mais de 70% em 12 meses. Esse movimento também pode beneficiar a Petrobras.

🔎 A lógica é que, com grandes potências econômicas aquecidas e maior consumo, a demanda por commodities aumente, elevando seus preços. Isso beneficia empresas exportadoras brasileiras, valoriza seus papéis e atrai investidores, impulsionando a bolsa.

Os investimentos em renda fixa acompanham ou são influenciados pela Selic. A projeção de Antônio Sanches, analista de research da Rico, é de um corte de 0,5 ponto percentual nos juros em março, seguido de mais quatro cortes consecutivos da mesma magnitude, o que levaria a taxa a 12,50% no segundo semestre.

Ele destaca que, mesmo com a redução, os investimentos em renda fixa devem continuar em nível elevado, considerando o risco relativamente baixo para o investidor.

“Com isso, a renda fixa continua bastante atrativa, assim como os títulos pós-fixados, especialmente para objetivos de curto prazo ou para investidores conservadores que buscam previsibilidade na rentabilidade”, diz.

Tesouro Direto: inclui Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+. É um empréstimo ao governo federal, com remuneração ligada à Selic, a uma taxa fixa ou à inflação. Costuma ser considerado o investimento mais seguro do país.Títulos bancários: incluem CDB, LCI, LCA e LC. São empréstimos a bancos, que pagam juros ao investidor. Muitos contam com proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), de até R$ 250 mil por CPF e por instituição.Crédito privado (títulos de empresas): inclui debêntures, CRI e CRA. São empréstimos a empresas ou a setores específicos, como imobiliário e agronegócio. Em geral, oferecem maior rentabilidade, mas com mais risco.Fundos de renda fixa: reúnem diversos títulos de renda fixa em uma carteira gerida por um profissional, facilitando a diversificação e o acesso a diferentes ativos.

Sanches afirma que é importante que o investidor diversifique a carteira, para não concentrar um percentual muito grande em um único emissor ou até mesmo em um único setor da economia.

"Isso ajuda a evitar eventuais estresses de crédito no mercado, especialmente em um cenário de juros elevados por um período prolongado", diz.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o bom desempenho da bolsa brasileira no ano refletiu, sobretudo, os seguintes fatores:

Cortes de juros nos EUA, com expectativa de novas reduções em 2026;Realocação de investimentos em meio a incertezas sobre as contas públicas e a política econômica de Donald Trump nos EUA, o que favoreceu ativos brasileiros;Expectativa de cortes de juros no Brasil, com o mercado de olho em 2026;Maior resiliência do Brasil nas tensões comerciais com os EUA, reduzindo impactos sobre empresas exportadoras;Ações de empresas brasileiras ainda negociadas abaixo dos níveis pré-pandemia, o que atraiu investidores;Expectativa de mudanças no cenário político, em especial na condução das contas públicas, com a proximidade das eleições de 2026.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ibovespa dispara 12% em janeiro e tem terceira maior alta mensal em 16 anos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O resultado fica atrás apenas de março de 2016, quando o principal índice da bolsa avançou 16,97%, e de novembro de 2020, que teve alta de 15,90%.

Para analistas do mercado, não se trata de empolgação passageira. A expectativa é que o Ibovespa mantenha o fôlego e encerre 2026 com desempenho sólido.

Entre os principais vetores estão os possíveis cortes de juros no Brasil e nos Estados Unidos — movimentos que tendem a favorecer ativos de maior risco, como as ações negociadas em bolsa.

Mas o cenário não é garantia de resultados: os mesmos fatores de incerteza que favorecem o mercado brasileiro podem, a depender dos desdobramentos, frear ou reverter a alta.

Com valorização de 12,56% em janeiro, o Ibovespa registrou sua terceira maior alta mensal desde 2010, segundo levantamento de Einar Rivero, da consultoria Elos Ayta.

O resultado fica atrás apenas de março de 2016, quando o principal índice da bolsa avançou 16,97%, e de novembro de 2020, que teve alta de 15,90%.

Entre os meses de janeiro, foi o melhor desempenho desde 2006, quando subiu 14,55%, segundo dados da B3.

O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (30) em queda de 0,97%, aos 181.364 pontos. Ainda assim, o recuo não foi suficiente para apagar os ganhos: além do avanço no mês, o índice acumula valorização de 42,90% em 12 meses.

Para analistas do mercado, não se trata de empolgação passageira. A expectativa é que o Ibovespa mantenha o fôlego e encerre 2026 com desempenho sólido, apoiado em fatores econômicos relevantes ao longo dos próximos meses.

Entre os principais vetores estão os possíveis cortes de juros no Brasil e nos Estados Unidos — movimentos que tendem a favorecer ativos de maior risco, como as ações negociadas em bolsa.

Além disso, as ofensivas geopolíticas do presidente americano, Donald Trump, têm gerado instabilidade e receio nas economias desenvolvidas, levando investidores a buscar mercados emergentes, como o brasileiro.

Mas o cenário não é garantia de resultados: os mesmos fatores de incerteza que favorecem o mercado brasileiro podem, a depender dos desdobramentos, frear ou reverter a alta. Nesse contexto, pesam especialmente a imprevisibilidade de Trump e o cenário eleitoral no Brasil.

Entenda abaixo como cada um desses pontos impacta os mercados e o que esperar para o Ibovespa em 2026.

O Banco Central do Brasil (BC) sinalizou que vai começar a reduzir a Selic em março. A projeção do mercado financeiro é que a taxa básica de juros, atualmente no maior nível em quase 20 anos, caia 2,75 pontos percentuais até o fim de 2026, passando de 15% para 12,25% ao ano.

Nos EUA, também há expectativa de corte nos juros até o fim deste ano. Em 2025, o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, cortou a taxa três vezes, reduzindo o referencial à faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, o menor patamar desde setembro de 2022.

🔎 Na prática, juros menores nos EUA diminuem o rendimento das Treasuries, os títulos do governo americano, que são vistos como os investimentos mais seguros do mundo. O movimento faz investidores buscarem aplicações mais rentáveis em mercados emergentes. Nesse cenário, o Brasil tem se destacado, favorecendo a bolsa e o real.

“Juros mais baixos tornam outros ativos mais atrativos, como as ações. Esse é um lado importante da balança”, explica André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica.

O especialista reforça que os riscos geopolíticos intensificados por Trump — como a ofensiva na Venezuela, que resultou na prisão do líder Nicolás Maduro, e as ameaças de anexação da Groenlândia — têm tornado o Brasil um “porto seguro”, com potencial de boa rentabilidade para investidores.

O g1 já mostrou que a bolsa brasileira passou a ser vista como relativamente barata e com maior potencial de retorno. Com investimentos no exterior oferecendo ganhos menores, investidores têm antecipado compras de ações de empresas brasileiras, em busca de valorização.

Ricardo Peretti, estrategista da Santander Corretora, destaca que o investimento internacional tem desempenhado papel preponderante no mercado interno.

Em 2025, investidores não residentes no Brasil aplicaram R$ 25,4 bilhões em compras líquidas na bolsa de valores brasileira, lembra o economista. “Em 2026, até 20 de janeiro, esses investidores já somam R$ 8,7 bilhões líquidos em compras de ações brasileiras."

“Ou seja, o investidor estrangeiro segue sendo o principal responsável pela valorização do mercado local nos últimos meses. Se a rotação de recursos globais para mercados emergentes continuar, a probabilidade de o índice local renovar máximas é grande”, acrescenta.

Para economistas, a palavra que deve resumir o Ibovespa em 2026 é volatilidade. Embora as projeções ainda apontem para um saldo positivo, o sobe e desce da bolsa deve ganhar protagonismo diante do fator Trump e do calendário eleitoral brasileiro, em outubro.

André Galhardo, da Análise Econômica, destaca que investidores não avaliam apenas o potencial de valorização das empresas listadas, mas também os riscos no radar.

“Tudo isso pode afetar o ambiente de negócios e trazer problemas para algumas companhias. Esse é o outro lado da balança, com potencial de impacto negativo”, analisa.

Dyego Galdino, CEO da Global 360 Invest, segue a mesma linha. Ele reforça que a política comercial do republicano, por meio de ameaças e aplicação de tarifas, pode gerar pressão inflacionária global e afetar os preços das commodities.

“Os resultados das grandes empresas podem desacelerar, deixando o mercado dependente das expectativas em relação às empresas de tecnologia”, diz.

Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, lembra que a alta de 34% do Ibovespa em 2025 foi puxada exclusivamente por fatores externos e que o Brasil, apesar do bom desempenho da bolsa, segue enfrentando problemas fiscais — ou seja, dificuldades nas contas públicas.

🔎 A preocupação com os cofres públicos brasileiros ganhou destaque nos últimos anos, mas acabou ficando temporariamente “na gaveta”, enquanto o mercado passou a acompanhar com mais otimismo a redução dos juros nos EUA e os preços ainda baixos das ações brasileiras.

Por isso, "alguns países tiveram resultados muito melhores do que o Brasil, como Polônia, Coreia do Sul e a própria Colômbia”, diz Costa, ao indicar os riscos fiscais do país como um desafio.

As eleições devem ter papel central na volatilidade da bolsa e do dólar. Para especialistas, a oscilação do Ibovespa em dezembro funcionou como um termômetro do que o mercado deve acompanhar neste ano.

Naquele mês, o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, por exemplo, fez o dólar disparar e a bolsa recuar mais de 4% em apenas um dia.

🔎 Para o mercado, a escolha dificulta a convergência em torno de um candidato de centro-direita — como Tarcísio de Freitas, visto como mais competitivo para unificar a direita e enfrentar Lula (PT) — e amplia a incerteza sobre ajustes fiscais mais consistentes.

Em janeiro, porém, novas pesquisas eleitorais colocaram Flávio Bolsonaro em segundo lugar na disputa e mostraram que a vantagem de Lula em um eventual segundo turno diminuiu. O movimento contribuiu para a queda do dólar e a alta do Ibovespa.

Rafael Costa, da Cash Wise Investimentos, avalia que a Faria Lima não está preocupada necessariamente com o nome do vencedor, mas com os rumos da economia no próximo governo.

"Porém, é difícil esperar mudanças econômicas do atual presidente. Então, a reeleição de Lula pode causar uma quebra de expectativa no mercado", diz.

Já André Galhardo, da Análise Econômica, acredita que um ajuste nas contas públicas é necessário — e, por isso, deverá ser anunciado no início de 2027, independentemente do presidente eleito.

"A Faria Lima tende a acreditar que uma reforma nas despesas é mais provável em governos de direita. Mas qualquer vencedor terá de adotar uma política de contenção de gastos, o que pode impactar positivamente o dólar e o mercado de ações no Brasil", diz.

Caso o cenário positivo prevaleça, há espaço para que o principal índice da B3 ultrapasse, pela primeira vez, os 200 mil pontos, segundo as projeções mais animadoras.

Analistas do Itaú BBA, por exemplo, avaliam que o Ibovespa pode encerrar o ano aos 185 mil pontos. Em uma leitura mais otimista, o índice poderia superar os 252 mil pontos.A Santander Corretora, por sua vez, projeta que o índice alcance 195 mil pontos ao fim de 2026, com sucessivas renovações de recordes ao longo do ano.

Rafael Costa, da Cash Wise, destaca que o índice não deve avançar de forma linear, em razão da volatilidade do mercado.

“Onde o Ibovespa vai parar? Aos 180 mil, 200 mil, 250 mil pontos? Ninguém sabe. Mas, sim, há uma grande possibilidade de o mercado continuar avançando neste ano”, afirma.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o bom desempenho da bolsa brasileira no ano refletiu, sobretudo, os seguintes fatores:

Cortes de juros nos EUA, com expectativa de novas reduções em 2026;Realocação de investimentos em meio a incertezas sobre as contas públicas e a política econômica de Donald Trump nos EUA, o que favoreceu ativos brasileiros;Expectativa de cortes de juros no Brasil, com o mercado de olho em 2026;Maior resiliência do Brasil nas tensões comerciais com os EUA, reduzindo impactos sobre empresas exportadoras;Ações de empresas brasileiras ainda negociadas abaixo dos níveis pré-pandemia, o que atraiu investidores;Expectativa de mudanças no cenário político, em especial na condução das contas públicas, com a proximidade das eleições de 2026.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conselheiros do BRB renunciam após convocação de assembleia para mudar direção do banco

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia Negócios Conselheiros do BRB renunciam após convocação de assembleia para mudar direção do banco Executivos deixam o cargo após governo do DF convocar assembleia para renovar o colegiado e em meio às investigações sobre operações do BRB com o Banco Master. Por Redação g1 — São Paulo

Dois integrantes do conselho de administração do Banco de Brasília (BRB) renunciaram aos cargos na noite desta quarta-feira (28).

Marcelo Talarico e Luis Fernando de Lara Resende deixaram suas funções com efeito imediato, segundo informou a própria instituição em comunicado ao mercado.

As renúncias acontecem cerca de duas semanas depois que o principal acionista do BRB — o governo do Distrito Federal — convocou uma assembleia para escolher um novo conselho de administração.

A reunião está marcada para o dia 19 de fevereiro. Nessa data, os acionistas vão votar os nomes indicados para integrar o novo colegiado: Edison Garcia, Joaquim de Oliveira e Sérgio Nazaré.

Banco Central determina que BRB reserve R$ 3 bilhões para manter operações em segurança — Foto: Reprodução/TV Globo

Dois integrantes do conselho de administração do Banco de Brasília (BRB) renunciaram aos cargos nesta quarta-feira (28). Marcelo Talarico e Luis Fernando de Lara Resende deixaram suas funções com efeito imediato, segundo informou a própria instituição em comunicado ao mercado.

Além dos assentos no conselho, os dois também saíram dos comitês internos do banco, conforme previsto nas regras da empresa e na legislação vigente.

As renúncias acontecem cerca de duas semanas depois que o principal acionista do BRB — o governo do Distrito Federal — convocou uma assembleia para escolher um novo conselho de administração.

A reunião está marcada para o dia 19 de fevereiro. Nessa data, os acionistas vão votar os nomes indicados para integrar o novo colegiado: Edison Garcia, Joaquim de Oliveira e Sérgio Nazaré.

Em janeiro, o BRB já havia feito alterações importantes em sua estrutura de comando. Raphael Vianna de Menezes foi eleito presidente do conselho de administração, enquanto Antônio José Barreto de Araújo Júnior assumiu o cargo de diretor executivo de finanças.

As trocas na administração ocorrem em meio à repercussão de uma investigação da Polícia Federal realizada em novembro do ano passado. A operação envolveu dirigentes do Banco Master e do próprio BRB.

Segundo as autoridades, o suposto esquema poderia ter causado prejuízos superiores a R$ 10 bilhões ao banco público. O caso ainda está sob apuração.

A crise envolvendo o Banco Master e o BRB começou após negociações para a compra do Master pelo banco público do Distrito Federal. O negócio chegou a avançar, mas foi barrado pelo Banco Central, que identificou problemas nas condições da operação.

Paralelamente, investigações da Polícia Federal e do Ministério Público passaram a apurar possíveis irregularidades nas transações entre os dois bancos.

Segundo as autoridades, o BRB teria transferido bilhões de reais ao Banco Master por meio da compra de carteiras de crédito consideradas problemáticas, sem garantias suficientes e, em alguns casos, sem pertencer de fato ao Master.

O Banco Central estima que o prejuízo para o BRB possa ultrapassar R$ 3 bilhões, enquanto investigadores apontam que as perdas potenciais podem ser ainda maiores.

Em novembro, a Polícia Federal deflagrou a operação que apura fraudes financeiras envolvendo dirigentes do Master e do BRB. Com isso, o então presidente do BRB foi afastado e posteriormente demitido.

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, chegou a ser preso preventivamente e passou a usar tornozeleira eletrônica. Ele afirmou ter tratado da venda do banco diretamente com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que nega a versão.

Após a operação policial, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, encerrando suas atividades. A medida foi justificada por problemas de liquidez e indícios de fraudes na gestão da instituição.

Outro desdobramento foi a abertura de um inquérito para apurar se influenciadores digitais foram pagos para criticar o Banco Central após a liquidação do Master. Segundo a PF, os conteúdos teriam como objetivo defender o banco e colocar em dúvida a decisão do regulador.

Há 9 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 9 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 9 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX, xAI, X, Starlink… entenda a movimentação nas empresas de Musk

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Tecnologia SpaceX, xAI, X, Starlink… entenda a movimentação nas empresas de Musk Junto com a xAI, a SpaceX passa a ser dona da rede social X (ex-Twitter). Por Redação g1

Elon Musk anunciou nesta segunda-feira (2) a compra da sua empresa de inteligência artificial xAI pela SpaceX, voltada a voos espaciais.

Além do X, a xAI é responsável pelo Grok, o "ChatGPT" da rede social de Musk, que responde perguntas e gera imagens.

A ideia por trás da concentração de todas essas atividades está na aposta que Musk faz no uso do espaço para acomodar os data centers necessários para a inteligência artificial.

Elon Musk anunciou nesta segunda-feira (2) a compra da sua empresa de inteligência artificial xAI pela SpaceX, voltada a voos espaciais.

O negócio envolve ainda a Starlink, serviço de internet via satélite, e, junto com a xAI, a SpaceX passa a ser dona também da rede social X.

"A SpaceX adquiriu a xAI para formar o motor de inovação verticalmente integrado mais ambicioso da Terra (e fora dela), reunindo IA, foguetes, internet espacial, comunicações diretas para dispositivos móveis e a principal plataforma mundial de informação em tempo real e liberdade de expressão", descreveu o bilionário em um comunicado.

Segundo a imprensa americana, Musk pretende colocar a SpaceX na bolsa de valores ainda neste semestre. Isso também pode explicar a junção das demais empresas com ela, formando uma só companhia trilionária e impulsionando o valor das ações.

Musk afirmou que a ideia por trás da fusão está no uso do espaço para acomodar os data centers (centros de dados) necessários para a computação usando a inteligência artificial.

"A demanda global de eletricidade para IA simplesmente não pode ser atendida com soluções terrestres, nem mesmo no curto prazo, sem impor dificuldades às comunidades e ao meio ambiente", disse Musk. "No longo prazo, a IA baseada no espaço é, obviamente, a única forma de escalar."

"Minha estimativa é que, dentro de 2 a 3 anos, a forma de menor custo para gerar computação de IA será no espaço", completou.

A empresa aeroespacial de Musk é responsável por missões que envolvem a Nasa, a agência espacial norte-americana, e também empreitadas privadas, inclusive do turismo espacial.

Uma de suas principais inovações foi a criação de foguetes reutilizáveis, que tornaram as missões espaciais mais baratas.

Atualmente, a SpaceX desenvolve a maior nave do mundo, a Starship, que já realizou diversos testes não tripulados. A ambição de Musk é realizar voos a Marte, onde o homem nunca foi, e colonizar o planeta.

A agência Reuters diz que a SpaceX é, atualmente, a empresa de capital fechado (que não está na bolsa) mais valiosa do mundo, com US$ 800 bilhões.

Se ela entrar na bolsa, será a segunda empresa do bilionário de capital aberto (com ações que podem ser vendidas ao público): atualmente, apenas a Tesla, fabricante de carros elétricos, está listada.

Braço da SpaceX, a Starlink oferece conexão de internet via satélite para áreas remotas com pouca ou nenhuma estrutura, além de também prover o serviço em cidades.

A tecnologia também funciona em movimento, em meios de transporte como aviões, lanchas e barcos, carros, etc.

Atualmente, a Starlink tem cerca de 4.400 satélites que orbitam a 550 km acima da superfície da Terra.

A xAI, voltada para inteligência artificial, é uma das empresas mais recentes de Musk, fundada em julho de 2023. Ela é responsável pelo Grok, o "ChatGPT" da rede social X, que responde perguntas e gera imagens.

Musk foi um dos fundadores da OpenAI, antes de o ChatGPT, criado pela startup, se tornar famoso. O bilionário deixou o negócio ainda em 2018 e passou a ser um crítico dessa empresa.

Em março de 2025, Musk vendeu a rede social X para a xAI. Ele tinha comprado a plataforma um ano antes, depois de meses de vai e vem na negociação.

Ao decidir colocar o X como parte da empresa de IA, Musk afirmou que a transação serviria para somar a experiência da xAI em inteligência artificial com o alcance da rede social.

No começo do ano, a xAI anunciou que arrecadou US$ 20 bilhões em sua mais recente rodada de financiamento. O valor superou a meta inicial de US$ 15 bilhões.

Os data centers Colossus I e II da empresa, em Memphis, nos Estados Unidos, agora abrigam mais de um milhão de GPUs de alto desempenho. As GPUs, ou unidades de processamento gráfico, são os semicondutores da Nvidia que impulsionam o desenvolvimento da indústria de IA.

A empresa também lançou seus modelos de linguagem Grok 4 e Grok Voice, um agente de voz em tempo real que já está disponível nos veículos da Tesla.

Segundo a xAI, seus serviços alcançam aproximadamente 600 milhões de usuários ativos mensais por meio da plataforma X e dos aplicativos do Grok.

Elon Musk entra na sede do Twitter carregando uma pia, para marcar o início da nova gestão, em 2022 — Foto: Reprodução/Twitter

Na "era Musk", o X foi acusado de promover discursos de ódio e informações falsas. Como fez no comunicado desta segunda, sobre a compra da xAI pela SpaceX, Musk costuma defender que o X é um canal que promove a "liberdade de expressão".

Em março de 2025, a plataforma foi vendida para a xAI, a empresa de inteligência artificial do bilionário. Ou seja, com a compra da xAI, a SpaceX passa a ser dona do X também.

No início do ano, o Grok, ferramenta de IA criada pela xAI e disponibilizada na rede social, espertou uma polêmica mundial ao obedecer ordens de usuários do X para "despir" mulheres, alterando fotos que elas postavam nas redes. A ferramenta também foi acusada de gerar imagens sexualizada de menores de idade.

Musk chegou a dizer que não tinha conhecimento de nenhuma imagem de menores nus produzida pelo Grok. No mesmo dia, porém, a empresa anunciou que tomaria medidas para impedir que o Grok edite imagens com conteúdo sexual de pessoas reais.

Antes disso, o Grok foi alvo de outras controvérsias e acusações, como omitir informações negativas sobre Musk.

Apesar de terem havido especulações de que a fusão da SpaceX com outras empresas de Musk envolveria também a fabricante de carros elétricos Tesla, isso não foi anunciado.

No entanto, não é incomum que Musk, presidente-executivo da montadora, use a Tesla para concluir movimentações nas outras empresas que possui.

Ele afirmou que vendeu ações da fabricante para financiar parte da compra do então Twitter, em 2022.

Neste ano, Musk usou outras ações da Tesla para comprar a empresa de energia solar SolarCity. Na última sexta, a Tesla anunciou que investirá na xAI.

A fabricante de carros também desenvolve robôs humanoides. Musk disse recentemente que a Tesla deverá começar a vender seus robôs para o público até o final de 2027. E avaliou que, no futuro, todas as pessoas terão um humanoide como assistente.

O bilionário também comanda a empresa de túneis The Boring Co e a empresa de neurotecnologia Neuralink, que desenvolve implantes cerebrais.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Data centers no espaço: compra da xAI pela SpaceX impulsiona plano ambicioso de Musk

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Tecnologia Data centers no espaço: compra da xAI pela SpaceX impulsiona plano ambicioso de Musk Aquisição integra IA, foguetes e internet espacial em projeto. Para o bilionário, computação será mais barata e sustentável fora da Terra. Por Redação g1

A SpaceX anunciou a compra da xAI, empresa de inteligência artificial, nesta segunda-feira (2). Ambas as empresas são controladas por Elon Musk.

Segundo Musk, “no longo prazo, a IA baseada no espaço é, obviamente, a única forma de escalar". “No espaço, é sempre ensolarado", disse o bilionário.

O bilionário não divulgou um cronograma e nem deu mais detalhes sobre o projeto de levar data centers ao espaço.

A SpaceX, fabricante de foguetes de Elon Musk, anunciou nesta segunda-feira (2) a compra de outra empresa do bilionário: a xAI, dedicada à inteligência artificial.

O movimento, segundo o próprio Musk, busca concretizar um de seus planos mais ambiciosos: o lançamento de data centers no espaço.

“A SpaceX adquiriu a xAI para formar o motor de inovação verticalmente integrado mais ambicioso da Terra (e fora dela), reunindo IA, foguetes, internet espacial, comunicações diretas para dispositivos móveis e a principal plataforma mundial de informação em tempo real e liberdade de expressão”, disse Musk no comunicado em que oficializou o negócio.

Segundo Musk, “no longo prazo, a IA baseada no espaço é, obviamente, a única forma de escalar". “No espaço, é sempre ensolarado", disse o bilionário.

SpaceX, xAI, X, Starlink: entenda a relação entre empresas de MuskSatélites gigantes e superchips: veja como serão os data centers no espaço

No comunicado oficial, Musk demonstrou otimismo na incorporação de data centers no espaço, mas não divulgou um cronograma e nem deu mais detalhes sobre o projeto.

Segundo ele, "dentro de dois e três anos, a forma de menor custo para gerar computação de IA será no espaço".

"Só essa eficiência de custos permitirá que empresas inovadoras avancem no treinamento de seus modelos de IA e no processamento de dados em velocidades e escalas sem precedentes", reforçou o dono da SpaceX.

Musk ainda afirmou que lançar "um milhão de satélites que operem como data centers orbitais" ajudará a humanidade a se tornar uma civilização "capaz de aproveitar toda a energia do Sol".

Além disso, oferecerá tecnologia de IA para "bilhões de pessoas", garantindo "o futuro multiplanetário da humanidade”.

O processamento de IA no espaço, alimentado por energia solar, poderia reduzir o custo de geração do poder computacional usado para operar e treinar modelos de IA como o Grok, da xAI, segundo a agência Reuters.

Outras empresas também estão dando passos para construir data centers orbitais. Elas alegam que a alternativa é mais barata e menos prejudicial ao meio ambiente, mas ainda precisam provar que realmente funciona em escala comercial.

Em outubro, o g1 conversou com executivos da Starcloud e da Lonestar, duas empresas americanas que planejam operar data centers no espaço

Para eles, o espaço vai se firmar em breve como o principal local para administrar grandes volumes de informações.

"Minha expectativa é que, dentro de dez anos, quase todos os novos data centers sejam construídos no espaço devido às limitações que enfrentamos para obter energia na Terra e do alto custo dessa energia,", disse Philip Johnston, cofundador da Starcloud.

Jeff Bezos, dono da Blue Origin, concorrente da SpaceX, e fundador da Amazon, também se mostrou entusiasta dessa tendência. Segundo ele, as estruturas devem superar as instaladas na Terra porque terão acesso a energia solar contínua.

"É difícil saber exatamente quando — são mais de dez anos, e aposto que não são mais de 20 anos. Mas vamos começar a construir esses gigantescos data centers no espaço", disse Bezos no ano passado.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

FEMSA assume controle das lojas Oxxo no Brasil e encerra parceria com a Raízen

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A FEMSA anunciou nesta segunda-feira (2) que assumiu o controle de 100% da rede de minimercados Oxxo no Brasil.

A medida conclui a separação da joint-venture que o grupo mexicano mantinha com a Raízen no negócio.

Com isso, a produtora de açúcar e etanol ficou com as lojas de conveniência associadas à marca Shell, sua acionista, enquanto a companhia mexicana ficou com a rede de lojas Oxxo no Brasil.

Na ocasião, a Raízen disse que receberá 1.256 lojas de conveniência Shell Select e Shell Café. E a FEMSA todos os 611 mercados Oxxo no Brasil e o centro de distribuição em Cajamar.

A FEMSA anunciou nesta segunda-feira (2) que assumiu o controle de 100% da rede de minimercados Oxxo no Brasil. A medida conclui a separação da joint-venture que o grupo mexicano mantinha com a Raízen no negócio.

"Como resultado desta transação, a FEMSA manteve as lojas Oxxo no Brasil, bem como o centro de distribuição localizado em Cajamar, São Paulo", afirmou o grupo mexicano em comunicado ao mercado.

"Os demais ativos e passivos do Grupo Nós (joint-venture com Raízen) foram alocados entre a FEMSA e a Raízen de acordo com suas respectivas atividades", acrescentou.

A Raízen anunciou em setembro o fim da parceria com a FEMSA na Oxxo. Com isso, a produtora de açúcar e etanol ficou com as lojas de conveniência associadas à marca Shell, sua acionista, enquanto a companhia mexicana ficou com a rede de lojas Oxxo no Brasil.

Na ocasião, a Raízen disse que receberá 1.256 lojas de conveniência Shell Select e Shell Café. E a FEMSA todos os 611 mercados Oxxo no Brasil e o centro de distribuição em Cajamar.

"Essa decisão está alinhada à estratégia de reciclagem e simplificação do portfólio de negócios da Raízen, permitindo maior foco e agilidade na execução de sua Oferta Integrada Shell", disse a Raízen, em nota da época.

Em comunicado de setembro, a FEMSA declarou que o Oxxo Brasil é uma “prioridade estratégica” dentro de sua operação de varejo.

"Ao dar o próximo passo para operar de forma independente, seguimos totalmente comprometidos com fortalecimento e expansão do OXXO neste mercado dinâmico. O Brasil segue sendo foco fundamental na estratégia de crescimento de longo prazo da FEMSA", disse José Antonio Fernández Garza, diretor geral da FEMSA Retail.

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Grupo Fictor: o que faz a empresa, que pediu recuperação judicial após tentar comprar o Banco Master

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial para a Fictor Holding e a Fictor Invest — empresas que concentram as participações societárias e as operações financeiras do conglomerado que tem mais de 10 empresas.

A empresa enfrenta uma crise de reputação e limitação no acesso a crédito desde a tentativa frustrada de comprar o Banco Master, em novembro.

Fundada em 2007, a Fictor teve origem no setor de tecnologia, como fornecedora de soluções para logística e gestão empresarial.

O grupo expandiu suas operações por meio de participações e investimentos em empresas de diferentes setores. Hoje, o conglomerado brasileiro atua nos segmentos de alimentos, energia, infraestrutura, mercado imobiliário e financeiro.

A Fictor passou a atuar no comércio de commodities do agronegócio em 2018, ampliando sua presença na cadeia de alimentos.

No domingo (1º), o Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial para a Fictor Holding e a Fictor Invest — empresas que concentram as participações societárias e as operações financeiras do conglomerado que tem mais de 10 empresas.

A empresa enfrenta uma crise de reputação e limitação no acesso a crédito desde a tentativa frustrada de comprar o Banco Master, em novembro. Segundo a Fictor, “um grande volume de notícias negativas” sobre a operação atingiu “duramente a liquidez” das duas subsidiárias.

Fundada em 2007, a Fictor teve origem no setor de tecnologia, como fornecedora de soluções para logística e gestão empresarial. Em 2013, realizou sua primeira operação de investimento e, a partir daí, iniciou um processo de diversificação dos negócios.

O grupo expandiu suas operações por meio de participações e investimentos em empresas de diferentes setores. Hoje, o conglomerado brasileiro atua nos segmentos de alimentos, energia, infraestrutura, mercado imobiliário e financeiro.

A holding organizou seus negócios em três frentes principais: alimentos, serviços financeiros e infraestrutura.

A Fictor passou a atuar no comércio de commodities do agronegócio em 2018, ampliando sua presença na cadeia de alimentos. No setor de proteína animal, possui fábricas, granjas e frigoríficos em cinco estados: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A capacidade instalada permite o abate de até 150 mil aves por dia, com possibilidade de alcançar 350 mil em plena operação. A empresa afirma ter mais de 18 unidades nesse segmento e atender cerca de 5 mil clientes. Entre as marcas do portfólio estão Dr. Foods, Fredini e Vensa.

Em 2022, o número de empresas sob sua gestão chegou a 10. No ano seguinte, entrou no setor de energia com a criação da Fictor Energia, que atua principalmente com fontes renováveis, como usinas solares e hidrelétricas em estados como Amazonas, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em 2024, passou a oferecer soluções financeiras e meios de pagamento por meio da FictorPay e da Fictor Asset.

🏦 A Fictor Asset é a gestora de investimentos do grupo, voltada a fundos estruturados e outros tipos de ativos, e administra cerca de R$ 966 milhões em 10 fundos.💳 A FictorPay atua no setor de meios de pagamento, oferecendo soluções de cobrança, crédito e tecnologia financeira para empresas.

Na área de infraestrutura, o grupo desenvolve projetos imobiliários, de logística e de geração de energia.

Também em 2024, a Fictor Alimentos S.A., braço do grupo no setor alimentício, foi listada na B3 sob o código FICT3. A Fictor Alimentos (FICT3) acumula queda superior a 63% desde o caso Master.

Ainda que o grupo alegue que as demais operações continuam normalmente, as ações da companhia de alimentos desabam 25,44% apenas nesta segunda-feira (2).

Entre 2024 e 2025, o grupo abriu escritórios no exterior, com unidades em Miami, nos Estados Unidos, e em Lisboa, em Portugal, além da sede em São Paulo.

Além da expansão internacional, o Grupo Fictor passou a ganhar maior visibilidade por meio de patrocínios esportivos.

Em 2025, firmou contrato com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), considerado o maior patrocínio privado da história da entidade, com repasses de R$ 21 milhões até março de 2029.Também se tornou patrocinador máster das categorias de base do Palmeiras e passou a estampar sua marca nas costas da camisa do time profissional.

O contrato com o clube paulista tem duração inicial de três anos, com valor fixo de R$ 25 milhões por temporada, que pode chegar a R$ 30 milhões com bônus.

Segundo representantes da empresa, a estratégia no esporte busca associar a marca a projetos de formação de atletas e ampliar a visibilidade nacional.

O pedido de recuperação judicial foi protocolado neste domingo (1º) pelo Grupo Fictor no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para as empresas Fictor Holding e Fictor Invest.

Segundo a companhia, a medida busca “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam cerca de R$ 4 bilhões.

🔎 Recuperação judicial é o processo em que uma empresa pede ajuda à Justiça para reorganizar suas dívidas, suspender cobranças por um período e tentar continuar funcionando, evitando a falência.

Em comunicado, o grupo afirmou que pretende quitar as dívidas “sem nenhum deságio” (desconto) e pediu à Justiça um prazo de 180 dias para suspender cobranças e bloqueios.

De acordo com a empresa, o objetivo é criar um ambiente de negociação estruturada e garantir a continuidade das atividades.

“Nesse período, a companhia garante o direito de negociar um plano de recuperação, prevendo novas condições e prazos de pagamento, sem interromper as operações”, informou.

A Fictor relaciona a crise de liquidez ao episódio envolvendo o Banco Master, que teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central (BC) em 18 de novembro de 2025.

À época, um consórcio liderado por um dos sócios do grupo havia anunciado uma proposta para adquirir o banco, mas a operação foi suspensa após a decisão da autoridade monetária.

Segundo a empresa, o episódio afetou diretamente sua imagem no mercado. “Com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz a nota.

O grupo também ressaltou que, desde o início de suas operações, “não haviam sido registrados atrasos de nenhuma natureza” e que, diante da crise, colocou em prática um plano de reestruturação que incluiu a redução da estrutura física e do número de funcionários.

“Esse movimento foi feito antes do pedido de recuperação judicial para proteger os direitos dos colaboradores e agilizar o recebimento das indenizações trabalhistas”, afirmou.

Fundado em 2007, o Grupo Fictor atua nos setores de indústria alimentícia, energia, infraestrutura e soluções de pagamento. No pedido apresentado à Justiça, a empresa destacou que a recuperação judicial não inclui as subsidiárias, que devem manter suas rotinas e contratos.

“O objetivo é evitar que empresas economicamente viáveis sejam afetadas por restrições típicas do processo recuperacional”, informou.

Em novembro, após a decisão do Banco Central sobre o Banco Master, o consórcio liderado pela Fictor havia declarado que a operação estava “integralmente condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores” e que se colocava “à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos”.

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