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Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor, empresa envolvida no caso do Banco Master

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia Negócios Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor, empresa envolvida no caso do Banco Master Com mais de duas décadas de atuação, o executivo lidera a holding multissetorial que tentou adquirir o Master às vésperas da liquidação pelo BC e que agora enfrenta um processo de recuperação judicial. Por Redação g1 — São Paulo

Rafael Góis é sócio e CEO da Fictor, empresa que atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura.

Góis construiu uma trajetória de mais de 25 anos no mundo dos negócios, passando por diferentes posições de liderança.

A Fictor teve origem no setor de tecnologia, como fornecedora de soluções para logística e gestão empresarial.

Após a tentativa frustrada de comprar o Banco Master e a crise de imagem que se seguiu, o Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira (2).

O pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor trouxe para o centro do noticiário o nome de Rafael Góis, sócio e CEO da holding. A empresa atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura e atribui a crise à tentativa de compra do Banco Master, em novembro. (entenda mais abaixo)

À frente da Fictor desde a sua criação, Góis construiu uma trajetória de mais de 25 anos no mundo dos negócios, passando por diferentes posições de liderança e por áreas como indústria, tecnologia, setor imobiliário e finanças.

Segundo seu perfil no LinkedIn, Góis é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Candido Mendes, onde se formou em 2000, com foco em gestão estratégica, finanças e operações.

O executivo afirma ter ingressado no mercado financeiro aos 16 anos, mas as experiências profissionais descritas se concentram exclusivamente na Fictor.

Fundada em 2007, a Fictor teve origem no setor de tecnologia, como fornecedora de soluções para logística e gestão empresarial. Em 2013, realizou sua primeira operação de investimento e, a partir daí, iniciou um processo de diversificação dos negócios.

🔎 O grupo expandiu suas operações por meio de participações e investimentos em empresas de diferentes setores. Hoje, o conglomerado brasileiro atua nos segmentos de alimentos, energia, infraestrutura, mercado imobiliário e financeiro. SAIBA MAIS AQUI.

Desde então, Góis ocupa o cargo de sócio e CEO do grupo, posição a partir da qual conduziu a expansão das operações, com sede em São Paulo e presença em diferentes regiões do país.

Entre 2024 e 2025, o grupo abriu escritórios no exterior, com unidades em Miami, nos Estados Unidos, e em Lisboa, em Portugal, além da sede em São Paulo.

A Fictor ganhou projeção no noticiário nacional no fim do ano passado, ao se envolver em um episódio rumoroso que antecedeu a liquidação extrajudicial do Banco Master. Um consórcio liderado por um dos sócios anunciou uma proposta para adquirir a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

Um dia após o anúncio, o Banco Central decretou a liquidação do banco, suspendendo a operação. Segundo comunicado divulgado pela Fictor, o episódio teve impacto direto sobre a imagem do grupo desde então.

A empresa afirma que, após a decisão do BC, surgiram “especulações” no mercado que teriam reduzido de forma significativa a capacidade das empresas do grupo de manter recursos em caixa e honrar compromissos no curto prazo.

"Com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz a nota.

Em nota, o grupo destacou que a proposta de aquisição estava condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores e que permaneceu à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

Após a tentativa frustrada de comprar o Banco Master e a crise de imagem que se seguiu, o Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira (2) para reorganizar a operação da Fictor Holding e da Fictor Invest.

As empresas concentram as participações societárias e as operações financeiras do conglomerado, que reúne mais de 10 empresas. Segundo a Fictor, as demais subsidiárias não serão afetadas.

A medida busca equilibrar a operação e assegurar o pagamento de compromissos financeiros que somam cerca de R$ 4 bilhões. No pedido, o grupo afirma ter a intenção de quitar as dívidas sem deságio e solicitou à Justiça um prazo de 180 dias para a suspensão de cobranças e bloqueios.

O objetivo, segundo o grupo, é evitar que empresas economicamente viáveis sejam impactadas por restrições típicas do processo de recuperação judicial.

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Justiça suspende ações e bloqueios de bens contra empresas do Grupo Fictor

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Justiça de São Paulo determinou, na noite desta segunda-feira (2), a suspensão de processos de execução e de bloqueios de bens contra duas empresas do Grupo Fictor.

A medida busca “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam cerca de R$ 4 bilhões.

A empresa, que também atua no setor de alimentos, infraestrutura e serviços financeiros, enfrenta uma crise de reputação e limitação no acesso a crédito desde a tentativa frustrada de comprar o Banco Master, em novembro.

Segundo a Fictor, “um grande volume de notícias negativas” sobre a operação atingiu “duramente a liquidez” das duas subsidiárias.

Na decisão, o juiz Adler Batista de Oliveira Nobre, da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, também determinou a verificação prévia das condições de funcionamento das empresas do grupo e a análise de toda a documentação apresentada, incluindo a lista de credores, antes de decidir sobre o pedido de recuperação judicial.

A Justiça de São Paulo determinou, na noite desta segunda-feira (2), a suspensão, por 30 dias, de processos de execução e de novos bloqueios de bens contra duas empresas do Grupo Fictor — a Fictor Holding e a Fictor Invest.

A decisão foi tomada pelo juiz Adler Batista de Oliveira Nobre, da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, após o grupo protocolar, no domingo (1º), um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

🔎 Na prática, a decisão antecipa o chamado stay period, fase em que a Justiça suspende cobranças contra empresas que pedem recuperação judicial. Em regra, esse período é de 180 dias, mas o juiz pode reduzir o prazo ou aplicar a medida antes da aceitação formal do pedido, como ocorre no caso da Fictor.

O objetivo da recuperação judicial, segundo a companhia, é “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam mais de R$ 4,2 bilhões.

Apesar da suspensão temporária de novas cobranças, o juiz afirmou que a decisão vale apenas para atos futuros. Assim, bens e valores já bloqueados continuam retidos e só poderão ser liberados após a conclusão de uma perícia que apure a situação das empresas e eventuais indícios de fraude.

Antes de decidir se aceita o pedido de recuperação judicial, o juiz também determinou a verificação prévia das condições de funcionamento das empresas e a análise de toda a documentação apresentada, incluindo a lista de credores. Não há prazo definido para essa análise.

Segundo o despacho, as empresas afirmaram que a crise financeira teve origem em um forte abalo à reputação do grupo após o anúncio da intenção de compra do Banco Master, em novembro de 2025.

O episódio associou o nome da companhia a escândalos financeiros e provocou uma corrida por resgates de investidores das Sociedades em Conta de Participação (SCPs), reduzindo o caixa das empresas.

Por conta disso, além da recuperação judicial, a Fictor pediu, em caráter de urgência, a antecipação do período de proteção judicial para suspender cobranças e impedir novos bloqueios de bens.

De acordo com a empresa, haveria risco de paralisação das atividades em razão das ordens judiciais em curso. Para isso, foram apresentados os documentos exigidos pela Lei de Recuperação Judicial.

O juiz, no entanto, ressaltou que a medida não pode servir como proteção irrestrita do patrimônio das empresas. Por esse motivo, autorizou apenas parte do pedido, com efeitos válidos apenas para o futuro.

A suspensão impede novos bloqueios que possam comprometer o funcionamento das companhias, mas não permite desfazer apreensões já realizadas nem liberar valores bloqueados, apenas impedir o saque desses recursos.

Segundo o magistrado, a liberação imediata desses valores poderia provocar a perda de ativos antes da verificação da real situação financeira das empresas.

Na decisão à qual a GloboNews teve acesso, credores da Fictor apontam indícios de que o grupo operaria um esquema de pirâmide financeira e citam investigações em andamento na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e na Polícia Federal.

Um dos credores afirmou que a estrutura de Sociedades em Conta de Participação (SCPs) usada pela empresa serviria para encobrir contratos irregulares de investimento coletivo.

Também foram levantadas suspeitas de confusão patrimonial entre as empresas do grupo. Segundo os credores, recursos captados por meio das SCPs teriam sido transferidos para empresas operacionais e para fundos administrados pela Fictor Asset, o que teria deixado a Fictor Invest sem recursos.

Outra denúncia envolve a falta de lastro real nos ativos apresentados pela empresa — ou seja, a inexistência de bens concretos que sustentem o dinheiro captado, especialmente no caso de terras.

O juiz observou inconsistências na lista de bens informada, apontando que áreas declaradas como próprias seriam, na prática, apenas arrendadas. Também foi mencionado um aumento de capital feito com ativos considerados de difícil recuperação.

Os credores ainda argumentaram que as empresas não teriam viabilidade econômica e que o pedido de recuperação judicial seria uma tentativa de proteger o patrimônio de forma indevida.

Diante da gravidade das acusações, o juiz determinou a realização de uma verificação prévia para apurar as reais condições de funcionamento das empresas, o fluxo de recursos dentro do grupo e a regularidade da documentação apresentada, a fim de evitar o uso do processo judicial para fins fraudulentos.

O pedido de recuperação judicial foi protocolado no domingo (1º) pelo Grupo Fictor no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para as empresas Fictor Holding e Fictor Invest.

Segundo a companhia, a medida busca “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam cerca de R$ 4 bilhões.

🔎 Recuperação judicial é o processo em que uma empresa pede ajuda à Justiça para reorganizar suas dívidas, suspender cobranças por um período e tentar continuar funcionando, evitando a falência.

Em comunicado, o grupo afirmou que pretende quitar as dívidas “sem nenhum deságio” (desconto) e pediu à Justiça um prazo de 180 dias para suspender cobranças e bloqueios.

De acordo com a empresa, o objetivo é criar um ambiente de negociação estruturada e garantir a continuidade das atividades.

“Nesse período, a companhia garante o direito de negociar um plano de recuperação, prevendo novas condições e prazos de pagamento, sem interromper as operações”, informou.

A Fictor relaciona a crise de liquidez ao episódio envolvendo o Banco Master, que teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central (BC) em 18 de novembro de 2025.

À época, um consórcio liderado por um dos sócios do grupo havia anunciado uma proposta para adquirir o banco, mas a operação foi suspensa após a decisão da autoridade monetária.

Segundo a empresa, o episódio afetou diretamente sua imagem no mercado. “Com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz a nota.

O grupo também ressaltou que, desde o início de suas operações, não havia sido registrado nenhum atraso de nenhuma natureza e que, diante da crise, colocou em prática um plano de reestruturação que incluiu a redução da estrutura física e do número de funcionários.

“Esse movimento foi feito antes do pedido de recuperação judicial para proteger os direitos dos colaboradores e agilizar o recebimento das indenizações trabalhistas”, afirmou.

Fundado em 2007, o Grupo Fictor atua nos setores de indústria alimentícia, energia, infraestrutura e soluções de pagamento. No pedido apresentado à Justiça, a empresa destacou que a recuperação judicial não inclui as subsidiárias, que devem manter suas rotinas e contratos.

“O objetivo é evitar que empresas economicamente viáveis sejam afetadas por restrições típicas do processo recuperacional”, informou.

Em novembro, após a decisão do Banco Central sobre o Banco Master, o consórcio liderado pela Fictor havia declarado que a operação estava “integralmente condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores” e que se colocava “à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos”.

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Por que tantas indústrias estão trocando as capitais pelo interior do Brasil

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Em 1985, dois terços dos empregos na indústria estavam nas capitais e regiões metropolitanas, e um terço, no interior do país.

Passadas quase quatro décadas, em 2022, a maioria dos empregos industriais brasileiros (54,4%) já estavam no interior.

A inversão da prevalência, com o interior dos Estados superando as regiões metropolitanas com a maioria dos empregos industriais em nível nacional, aconteceu em 2014 e vem ganhando força ano após ano.

Entre os Estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas.

A mineira Letícia Martins conseguiu conciliar o sonho de trabalhar numa indústria multinacional, com seu desejo de morar perto da família em Passos, no sul de Minas — Foto: Cortesia Heineken

Quando se formou engenheira de produção pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Letícia Lemos Martins pensava que nunca voltaria a morar em Passos, sua cidade natal no Sul de Minas, com 112 mil habitantes, segundo o último Censo.

"Sempre imaginei que eu ia morar em algum grande centro, que ia arrumar um emprego legal e ficar por lá. Então, voltar para Passos não estava nos meus planos, mas eu tinha vontade, porque toda minha família está aqui, todas as pessoas que eu amo", conta a mineira de 26 anos.

Os planos de Letícia mudaram quando ela soube que a fabricante de bebidas Heineken abriria uma nova fábrica em sua cidade natal. Inaugurada em novembro de 2025, com um investimento de R$ 2,5 bilhões, a cervejaria gerou mais de 2,2 mil empregos na fase de obras e emprega atualmente 350 pessoas, segundo a empresa.

"Queria trabalhar numa multinacional, que é o sonho do engenheiro de produção. Então, surgiu a oportunidade de voltar para casa, e eu agarrei essa oportunidade."

A chance de Letícia conciliar um sonho profissional com o desejo de morar perto da família foi possível devido a uma tendência crescente na indústria brasileira: a interiorização.

Em 1985, dois terços dos empregos no setor estavam nas capitais e regiões metropolitanas, e um terço, no interior do país.

Passadas quase quatro décadas, em 2022, a maioria dos empregos industriais brasileiros (54,4%) já estavam no interior, segundo dados do governo federal.

A inversão da prevalência, com o interior dos Estados superando as regiões metropolitanas com a maioria dos empregos industriais em nível nacional, aconteceu em 2014 e vem ganhando força ano após ano.

Entre os Estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém-publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin.

Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil.

Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 — e confirmaram com números uma "neoindustrialização" do país puxada pelas cidades do interior.

Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos Estados do Centro-Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas.

Segundo os economistas da USP, a participação no emprego total do Brasil da indústria de transformação — aquela que transforma matérias-primas em produtos, diferentemente da indústria extrativa, focada na retirada de recursos da natureza, como mineração e petróleo, por exemplo — diminuiu de 27,7% para 15,1% entre 1986 e 2022.

Esse movimento de desindustrialização aconteceu em duas fases: uma mais intensa, de 1986 (ano do auge da industrialização no Brasil, quando a parcela da indústria no emprego atingiu seu máximo) a 1998, e uma mais branda, de 2008 a 2022.

Em primeiro lugar, eles citam a redução do investimento público em infraestrutura e estatais como parte de um esforço para conter a explosão da dívida externa herdada da ditadura militar, enfraquecendo o que havia sido até então um dos pilares da industrialização nacional.

A hiperinflação que o país enfrentava neste período inibiu investimentos empresariais ao impactar o consumo das famílias e gerar muita incerteza entre os empresários quanto à estabilidade econômica.

A súbita abertura comercial promovida pelo governo federal nos anos 1990 e a valorização da moeda brasileira com a implementação do Plano Real expôs a indústria nacional — até então, excessivamente protegida, na visão dos economistas — à competição estrangeira, sem uma fase de adaptação.

A combinação desses fatores levou à eliminação de 1,67 milhão de postos de trabalho na indústria entre 1989 e 1998, resultando em uma redução de 27,2% no estoque de emprego formal do setor, mostra o estudo.

Já a fase mais recente começou com a crise financeira mundial de 2008 e foi impactada ainda pelo baixo crescimento do Brasil neste século, pelo avanço da China nas exportações mundiais de manufaturados e pela recessão econômica de 2015 e 2016, fatores que ampliaram a competição com importados e inibiram investimentos no setor industrial, devido ao enfraquecimento do consumo.

Nesse cenário, tanto capitais e regiões metropolitanas, como o interior dos Estados, se desindustrializaram nas últimas quatro décadas, com a indústria perdendo participação no total de empregos formais.

Mas, no interior, essa desindustrialização foi mais branda, especialmente no Estado de São Paulo, o maior polo industrial do país, mostram os economistas.

Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas.

"Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos", exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil.

"O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa", diz ele.

Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista — polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo —, agora floresce em outras partes do Brasil.

Exemplo recente disso é a montadora chinesa GWM, que inaugurou em agosto uma nova fábrica em Iracemápolis, no interior paulista, distante cerca de 160 km da capital, após adquirir, em 2021, uma planta que pertenceu à Mercedes-Benz.

Com investimentos planejados de R$ 10 bilhões no Brasil até 2032, a empresa espera gerar de 800 a mil postos de trabalho na nova fábrica, que deve produzir até 50 mil veículos por ano.

A inauguração da fábrica da GWM em Iracemápolis contou com a presença de Lula e dos ministros Geraldo Alckmin (MDIC) e Luiz Marinho (Trabalho) — Foto: Divulgação/GWM via BBC

A chegada da GWM a Iracemápolis permitiu à paulista Gabriele de Oliveira Pereira, de 27 anos, trocar a jornada 6×1 como estoquista em um supermercado em Piracicaba, por uma vaga de operadora de produção na indústria automotiva da cidade vizinha.

"Meu salário dobrou", conta Gabriele, orgulhosa do novo emprego, que conseguiu após fazer um curso de solda na Oficina de Sonhos, um projeto de capacitação profissional de Piracicaba.

"Coloquei minhas contas em dia e, agora, consigo levar minha filha de 2 anos para passear, coisa que antes não podia proporcionar e que minha mãe não pôde proporcionar para mim, quando eu era mais nova."

"Alguns falam inglês, outros falam chinês. Só sei o básico, então, nos comunicamos pelo celular. E eles são bem trabalhadores e não gostam que fique parado, não."

'Meu salário dobrou', conta Gabriele, orgulhosa do novo emprego em montadora — Foto: Cortesia GWM via BBC

Morceiro destaca ainda que outro fator que tem contribuído para a interiorização da indústria é a chamada "guerra fiscal", quando Estados ou municípios abrem mão de arrecadar impostos para atrair empresas a instalarem fábricas em seus territórios.

No caso da planta da Heineken em Passos, por exemplo, o município isentou a cervejaria holandesa de pagar cerca de R$ 90 milhões em tributos municipais por até 15 anos, segundo informações da imprensa local à época da aprovação da chamada "Lei Heineken", criada especialmente para isso, em 2022.

Já a GWM afirma que recebeu isenção de IPTU pela geração de empregos em Iracemápolis, além de estar inscrita no programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), do governo federal, que concede incentivos para montadoras que investem em produção nacional e pesquisa e desenvolvimento.

Morceiro observa, porém, que esse movimento de "neoindustrialização" puxado pelo interior é insuficiente para compensar o processo maior de desindustrialização do Brasil como um todo.

Por exemplo, enquanto os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul são responsáveis juntos por 92,9% da desindustrialização do país, Estados que estão se industrializando com o impulso das commodities agrícolas, como Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, dão uma contribuição pequena para atenuar esse processo, reduzindo em apenas 4,4% a desindustrialização de 1986 a 2022.

"Esse movimento de interiorização permitiu com que a indústria ganhasse um fôlego para competir com os importados", diz Morceiro, já que a interiorização representa muitas vezes uma redução de custos para a indústria.

"Mas não é suficiente para estancar a desindustrialização, é suficiente apenas para diminuir a intensidade [desse processo] no país."

O economista destaca que a desindustrialização importa, porque a indústria é um setor que dá um forte impulso ao crescimento dos países. Isso é particularmente relevante para aqueles ainda em desenvolvimento e muito desiguais, como o Brasil.

Indústria é um setor de forte impulso no crescimento dos países, diz economista — Foto: Fábio Rezende via BBC

"A indústria tem engrenagens mais fortes que outros setores. Quando ela cresce, a economia cresce mais, porque ela arrasta esse crescimento devido aos seus multiplicadores, às cadeias produtivas mais longas", diz Morceiro.

"Durante a industrialização de qualquer país, a taxa de crescimento costuma ser a maior da sua história."

Rafael Cagnin, diretor-executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), observa que parte da desindustrialização das regiões industriais mais tradicionais do país, como São Paulo e Rio de Janeiro, também está relacionada ao avanço do setor de serviços nestes locais.

"Rio e São Paulo, que são os polos industriais tradicionais, também são as regiões metropolitanas mais ricas", diz Cagnin.

"Então, é possível que esse processo de desindustrialização, embora mais intenso, seja mais próximo de um processo 'normal' do enriquecimento dessas regiões e, consequentemente, da diversificação da estrutura produtiva em direção a serviços."

Esse movimento também ocorre nos países ricos, de economia mais avançada, mas, no Brasil, especialistas avaliam que ocorre de forma precoce por ser registrado após poucos anos de vigor industrial e em um momento em que o país ainda era considerado de renda média, em vez de alta.

"Parte daquilo que era emprego industrial tipicamente até os anos 1980 — segurança, reparos, limpeza, organização de estoques, pesquisa e desenvolvimento, marketing —, com o fenômeno da terceirização, acabou sendo transferido para fora da indústria", observa o diretor do Iedi.

Pesa ainda para a desindustrialização (quando medida como a participação da indústria no emprego total do país, como fazem Morceiro e Tessarin) o avanço da automação, que é um processo positivo ao aumentar a produtividade da indústria, avalia Cagnin, mas que reduz a mão de obra necessária e, consequentemente, o peso do setor no mercado de trabalho.

Diante desse quadro, de desindustrialização dos polos tradicionais e avanço da indústria rumo ao interior do Brasil, o diretor do Iedi avalia que a política industrial nacional precisa atuar em duas frentes.

"Isso implica criar condições no país de viabilização de investimentos. E o principal obstáculo que temos é custo de capital", diz o economista, destacando o papel dos juros elevados nesse alto custo.

Com a Selic, a taxa básica de juros da economia, em 15%, maior patamar em 20 anos, fica mais caro para as empresas pegar dinheiro emprestado para investir em novas tecnologias e processos.

Já para os parques mais recentes e modernos, muitos deles agora no interior, a principal preocupação deve ser com a capacidade logística, avalia o especialista.

"É uma questão de como você vai adensar estes parques, ou seja, como criar outros setores em torno desses que já existem", afirma Cagnin.

"Então, onde tem biocombustível, podemos fazer etanol de segunda geração [produzido a partir de resíduos como bagaço e palha de cana-de-açúcar, em vez do caldo]. A indústria de carne pode ir além do abate, esquartejamento, congelamento e exportação, processando ainda mais essa carne em outros produtos alimentares", exemplifica.

"O desafio é tornar mais complexos esses polos industriais que já foram criados por esse interior."

Segundo o economista, para isso, além de reduzir o custo para investir, são necessárias melhorias em redes de transporte, energia e combustíveis para escoar a produção para os mercados compradores e também ampliar a conexão entre esses diferentes polos.

Gabriele, a funcionária da fábrica de automóveis que viu sua qualidade de vida melhorar ao conseguir um emprego na indústria, também avalia que fortalecer o setor seria importante.

"Muita gente queria estar aqui também, mas é difícil, né? Muita gente pergunta se [a fábrica] está contratando", conta a operária.

"Uma pessoa que nem eu, que sempre trabalhou em mercado, sempre em escala 6×1, é bastante libertador se sentir confortável trabalhando de segunda a sexta, tendo um horário bom, com pessoas que amam o que fazem. Venho trabalhar agradecendo a Deus todo dia pela oportunidade."

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Musk tem plano de ter data centers no espaço com compra da xAI pela SpaceX; entenda

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Tecnologia Musk tem plano de ter data centers no espaço com compra da xAI pela SpaceX; entenda Empresa de foguetes do bilionário comprou a de inteligência artificial do mesmo dono; proposta é integrar tecnologia, satélites e conectividade para criar data centers no espaço. Por Redação g1

A SpaceX anunciou a compra da xAI, empresa de inteligência artificial, nesta segunda-feira (2). Ambas as empresas são controladas por Elon Musk.

Segundo Musk, “no longo prazo, a IA baseada no espaço é, obviamente, a única forma de escalar". “No espaço, é sempre ensolarado", disse o bilionário.

O bilionário não divulgou um cronograma e nem deu mais detalhes sobre o projeto de levar data centers ao espaço.

Elon Musk uniu duas de suas principais empresas nesta segunda-feira (2), após a SpaceX, fabricante de foguetes do bilionário, comprar a xAI, companhia dedicada à inteligência artificial, também controlada por Musk.

A mudança faz parte de um plano ambicioso de Musk de lançar data centers (centros de processamento de dados) no espaço.

“A SpaceX adquiriu a xAI para formar o motor de inovação verticalmente integrado mais ambicioso da Terra (e fora dela), reunindo IA, foguetes, internet espacial, comunicações diretas para dispositivos móveis e a principal plataforma mundial de informação em tempo real e liberdade de expressão”, disse Musk no comunicado em que oficializou o negócio.

Segundo Musk, “no longo prazo, a IA baseada no espaço é, obviamente, a única forma de escalar". “No espaço, é sempre ensolarado", disse o bilionário.

SpaceX, xAI, X, Starlink: entenda a relação entre empresas de MuskSatélites gigantes e superchips: veja como serão os data centers no espaço

No comunicado oficial, Musk demonstrou otimismo na incorporação de data centers no espaço, mas não divulgou um cronograma e nem deu mais detalhes sobre o projeto.

Segundo ele, "dentro de dois e três anos, a forma de menor custo para gerar computação de IA será no espaço"."Só essa eficiência de custos permitirá que empresas inovadoras avancem no treinamento de seus modelos de IA e no processamento de dados em velocidades e escalas sem precedentes", reforçou o dono da SpaceX.

Musk ainda afirmou que lançar "um milhão de satélites que operem como data centers orbitais" ajudará a humanidade a se tornar uma civilização "capaz de aproveitar toda a energia do Sol".

Além disso, oferecerá tecnologia de IA para "bilhões de pessoas", garantindo "o futuro multiplanetário da humanidade”.

O processamento de IA no espaço, alimentado por energia solar, poderia reduzir o custo de geração do poder computacional usado para operar e treinar modelos de IA como o Grok, da xAI, segundo a agência Reuters.

Outras empresas também estão dando passos para construir data centers orbitais. Elas alegam que a alternativa é mais barata e menos prejudicial ao meio ambiente, mas ainda precisam provar que realmente funciona em escala comercial.

Em outubro, o g1 conversou com executivos da Starcloud e da Lonestar, duas empresas americanas que planejam operar data centers no espaço

Para eles, o espaço vai se firmar em breve como o principal local para administrar grandes volumes de informações.

"Minha expectativa é que, dentro de dez anos, quase todos os novos data centers sejam construídos no espaço devido às limitações que enfrentamos para obter energia na Terra e do alto custo dessa energia,", disse Philip Johnston, cofundador da Starcloud.

Jeff Bezos, dono da empresa aerospacial Blue Origin, concorrente da SpaceX, e fundador da Amazon, também se mostrou entusiasta dessa tendência. Segundo ele, as estruturas devem superar as instaladas na Terra porque terão acesso a energia solar contínua.

"É difícil saber exatamente quando — são mais de dez anos, e aposto que não são mais de 20 anos. Mas vamos começar a construir esses gigantescos data centers no espaço", disse Bezos no ano passado.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fenômeno da IA agora assusta investidores? ‘Chefões’ tentam amenizar preocupações

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Tecnologia Fenômeno da IA agora assusta investidores? 'Chefões' tentam amenizar preocupações Setor tem semana ruim na bolsa de NY depois de big techs anunciarem mais gastos com inteligência artificial. Medo de que IA 'mate' outros negócios também pesa. Por Redação g1

A desconfiança de investidores em relação aos gastos com inteligência artificial fez com que a semana fosse complicada para o setor de tecnologia na bolsa de valores dos EUA.

Amazon, Google, Meta e Microsoft anunciaram recentemente planos de gastar, juntas, US$ 660 bilhões na expansão da IA neste ano.

As ações da Amazon caíram na última sexta-feira (6) depois de a empresa anunciar o plano de investir US$ 200 bilhões em IA ao longo do ano.

Também houve temor de que as ferramentas de IA pudessem prejudicar a demanda por negócios tradicionais, o que foi considerado 'ilógico' pelo CEO da Nvidia.

O robô humanóide com inteligência artificial Ameca observa o estande da empresa Engineered Arts durante o maior encontro mundial de robôs humanóides em Genebra, na Suíça em 2023 — Foto: Fabrice Coffrini/AFP

A desconfiança de investidores em relação aos gastos com inteligência artificial fez com que a semana fosse complicada para o setor de tecnologia na bolsa de valores dos EUA.

Amazon, Google, Meta e Microsoft anunciaram recentemente planos de investir, juntas, US$ 660 bilhões na expansão da IA neste ano. É um aumento de 60% em relação aos gastos de 2025, segundo o "Financial Times".

As ações da Amazon caíram na última sexta-feira (6) depois de a empresa divulgar a intenção de investir US$ 200 bilhões em IA ao longo de 2026.

Um dia antes, a Alphabet, dona do Google, tinha feito uma declaração semelhante, aprofundando a venda de ações de tecnologia e levando o índice Nasdaq, da bolsa de Nova York, a fechar em seu nível mais baixo em mais de dois meses.

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Nem tudo foi pessimismo na semana: os planos de mais gastos com IAs animaram as ações das Nvidia e da AMD, principais fabricantes de chips para essa tecnologia, na sexta.

E, depois de três dias de perdas, empresas de software e serviços de dados também conseguiram amenizar na sexta a queda provocada pelo temor de que a IA pudesse prejudicar a demanda por negócios tradicionais.

Essa preocupação afetou empresas como Oracle, Palantir, Salesforce e SAP, e foi considerada "ilógica" pelo CEO da Nvidia, na última quarta (4).

“Existe essa noção de que as ferramentas no setor de software estão em declínio e serão substituídas pela IA… É a coisa mais ilógica do mundo, e o tempo provará isso”, disse Jensen Huang em um evento da empresa Cisco.

O pensamento foi repetido ao longo da semana por outros líderes de big techs, que têm essas empresas como clientes.

Sundar Pichai, do Google, afirmou que "assim como ela [a IA] tem sido uma ferramenta capacitadora para nós em nossos produtos e serviços (…) acho que as empresas de [software] que estão aproveitando o momento… têm a mesma oportunidade pela frente".

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"Assim como em qualquer grande inovação tecnológica, há um estágio em que existe um entusiasmo quase descarado e, em seguida, há um período de maior discernimento", avaliou Kristina Hooper, estrategista-chefe de mercado da Man Group, em entrevista à Reuters.

Em 2025, a forte demanda por ações de empresas vinculadas à IA fez com que os principais índices da bolsa americana avançassem.

Porém, no fim de janeiro, as preocupações com os resultados financeiros desses investimentos fizeram a Microsoft perder US$ 400 bilhões em valor de mercado em um dia, segundo a France Presse, depois da divulgação de seus resultados trimestrais.

A empresa informou que, pela primeira vez, a receita com serviços em nuvem passou dos US$ 50 bilhões, mas a margem de lucro diminuiu, devido aos investimentos em massa em data centers para IA.

Já o temor de que a IA possa minar outros negócios, como ferramentas de software e serviços análise de dados, cresceu nesta semana com o lançamento de novos softwares pela Anthropic, dona do Claude, concorrente do ChatGPT.

As novidades foram voltadas para usos corporativos específicos, como a automação da revisão de contratos jurídicos.

“Antes, era como se a 'IA levantasse todos os barcos'", disse Matthew Miskin, coestrategista-chefe de investimentos da Manulife John Hancock também à Reuters.

“Agora, há preocupações de que essa aceleração massiva no setor de tecnologia possa fazer com que outros negócios não tenham o mesmo ritmo de crescimento que tiveram antes."

Huang, "chefão" da Nvidia, tentou afastar esse temor em sua fala na conferência da Cisco.

"Se você fosse um humano ou um robô, robótica artificial geral, usaria ferramentas ou reinventaria ferramentas? A resposta, obviamente, é usar ferramentas… É por isso que os últimos avanços em IA são sobre o uso de ferramentas, porque as ferramentas são projetadas para serem explícitas", concluiu.

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Itaú, Santander e Citi firmam acordos para encerrar disputas com governo e pagam R$ 2,4 bilhões em tributos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) firmou acordos com Itaú, Santander e Citi que resultaram no pagamento de cerca de R$ 2,4 bilhões em tributos nas últimas semanas.

As negociações fazem parte de um programa criado para incentivar a solução de disputas tributárias entre empresas e a União.

Os acordos envolvem o encerramento de processos judiciais que se arrastavam há anos e geram impacto direto nas contas públicas.

Segundo a PGFN, esse valor ainda pode crescer nos próximos meses, já que aproximadamente 70 pedidos de transação apresentados por empresas seguem em análise pelo órgão.

De acordo com a coordenadora-geral de negociação da PGFN, Mariana Lellis, o montante recolhido corresponde ao valor líquido efetivamente pago aos cofres públicos.

👉 O cálculo considera descontos médios de 21% aplicados sobre multas, juros e encargos, concedidos pelo governo como incentivo para a resolução dos litígios.

Além do reforço fiscal, Lellis destacou que os acordos foram negociados de forma individual, dentro do Programa de Transação Integral (PTI). O prazo para apresentação de propostas terminou em dezembro, mas ainda há pedidos em análise no órgão.

Os descontos concedidos nesses casos variaram de 10% a 30% e foram definidos com base no potencial de recuperação dos créditos.

Entre os critérios considerados estão o tempo de tramitação dos processos judiciais, o risco de derrota ou vitória do governo e os custos envolvidos na manutenção da cobrança.

“Há um universo ainda muito maior de instituições financeiras… um universo muito maior de dívidas”, disse Lellis, ao comentar sobre negociações que ainda estão em curso. Segundo ela, esses casos tramitam sob sigilo.

Nos acordos ligados a disputas sobre a incidência da extinta CPMF em determinadas operações, o Santander pagou cerca de R$ 1 bilhão após os descontos aplicados. O Citi, por sua vez, desembolsou aproximadamente R$ 400 milhões.

No caso do Itaú, as negociações envolveram discussões sobre a cobrança de PIS e Cofins sobre receitas financeiras.

Embora o governo tenha vencido a disputa no Supremo Tribunal Federal, ainda não há decisão definitiva sobre a modulação dos efeitos do julgamento. Diante dessa incerteza, a PGFN optou pelo acordo para encerrar o processo judicial.

O acordo do Itaú também incluiu débitos relacionados ao Imposto de Renda e à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). No total, o banco pagou cerca de R$ 1 bilhão.

Segundo a PGFN, também foi firmado um acordo com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), envolvendo disputas sobre PIS e Cofins. Nesse caso, o pagamento foi de R$ 140 milhões.

Os valores, informou o órgão, foram pagos à vista pelas quatro instituições financeiras entre o fim de dezembro e o início deste ano.

O Itaú se manifestou por meio de nota, afirmando que mantém diálogo com as autoridades e atua dentro da legislação. Veja o comunicado na íntegra abaixo:

"O Itaú Unibanco mantém diálogo permanente com as autoridades competentes e utiliza os instrumentos legais disponíveis para a resolução de disputas tributárias, sempre com total transparência e conformidade com a legislação vigente.”

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Elon Musk se torna a primeira pessoa a superar US$ 800 bilhões em patrimônio

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Elon Musk se tornou a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,1 trilhões) em patrimônio líquido.

A fortuna do bilionário foi impulsionada pela aquisição da empresa de inteligência artificial xAI pela SpaceX.

A fusão entre as duas empresas foi anunciada pelo bilionário na segunda-feira (2), antes do lançamento de um mega IPO (Initial Public Offering) nos Estados Unidos.

Elon Musk se tornou a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,1 trilhões) em patrimônio líquido após a SpaceX adquirir a empresa de inteligência artificial xAI.

Segundo a Forbes, o negócio avaliou a empresa combinada em US$ 1,25 trilhão e elevou a fortuna do bilionário em US$ 84 bilhões, para um recorde de US$ 852 bilhões (cerca de R$ 4,4 trilhões).

Antes da operação, Musk detinha cerca de 42% da SpaceX, participação avaliada em US$ 336 bilhões com base em uma oferta privada realizada em dezembro, que estimou a empresa em US$ 800 bilhões.

Ele também possuía aproximadamente 49% da xAI, avaliada em US$ 122 bilhões após uma rodada de captação que atribuiu valor de mercado de US$ 250 bilhões à empresa neste mês.

Após a fusão — que atribuiu US$ 1 trilhão à SpaceX e manteve a xAI em US$ 250 bilhões —, a Forbes calcula que Musk passou a deter 43% da companhia combinada, fatia avaliada em US$ 542 bilhões.

A fusão entre as duas empresas foi anunciada pelo bilionário na segunda-feira (2), antes do lançamento de um mega IPO (Initial Public Offering) nos Estados Unidos.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do capital é vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

A empresa resultante da fusão deve precificar as ações em cerca de US$ 527 (R$ 2.771) cada e alcançar uma avaliação de US$ 1,25 trilhão (R$ 6,57 trilhões), segundo a Bloomberg.

O negócio, que cria a empresa privada mais valiosa do mundo, engloba as ambições cada vez mais caras do bilionário de avançar nos campos da inteligência artificial e da exploração espacial.

Em comunicado, Musk afirmou que a fusão tem como objetivo criar o “motor de inovação mais ambicioso e verticalmente integrado da Terra (e fora dela)”, ao reunir negócios que atuam em áreas como exploração espacial, internet via satélite e inteligência artificial.

A aquisição da xAI pela SpaceX envolve duas das maiores empresas de capital fechado do planeta. Trata-se também de uma das uniões mais ambiciosas já feitas no setor de tecnologia, combinando um contratante de defesa e exploração espacial com um desenvolvedor de IA em rápido crescimento.

A medida, no entanto, ainda deverá ser analisada. O acordo pode chamar atenção de reguladores e investidores sobre questões de governança, avaliação e potenciais conflitos de interesse.

Isso se deve ao papel de liderança de Musk em várias empresas, bem como à possível movimentação de engenheiros, tecnologia proprietária e contratos entre as entidades.

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: AP Photo/Markus Schreiber

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Josh D’Amaro será novo CEO da Walt Disney Company

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (3) que Josh D’Amaro será o novo diretor-presidente (CEO) do grupo a partir de 18 de março.

Ele substituirá Bob Iger, que ocupa o cargo há quase duas décadas e seguirá como conselheiro sênior e membro do conselho até o fim do ano.

Atualmente, D’Amaro é chairman do segmento Disney Experiences, responsável pelos parques temáticos, hotéis e cruzeiros da companhia.

Além da mudança no comando, a Disney anunciou que Dana Walden, atual co-presidente do braço de entretenimento, assumirá o cargo de presidente e diretora criativa da companhia.

A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (3) que Josh D’Amaro será o novo diretor-presidente (CEO) do grupo a partir de 18 de março. Ele substituirá Bob Iger, que ocupa o cargo há quase duas décadas e seguirá como conselheiro sênior e membro do conselho até o fim do ano.

Em comunicado, a Disney afirmou que a decisão foi tomada por unanimidade pelo conselho de administração da empresa.

Atualmente, D’Amaro é chairman do segmento Disney Experiences, responsável pelos parques temáticos, hotéis e cruzeiros da companhia — a maior divisão do grupo, com receita anual de US$ 36 bilhões (R$ 187 bilhões) no ano fiscal de 2025 e cerca de 185 mil funcionários.

“O Josh D’Amaro reúne uma combinação rara de liderança inspiradora e inovação, com um olhar estratégico para crescimento e profunda paixão pela marca Disney e por seus funcionários”, afirmou James Gorman, presidente do conselho da companhia. “Ele demonstrou uma visão clara para o futuro da empresa e uma compreensão profunda do espírito criativo que torna a Disney única.”

O atual CEO, Bob Iger, também elogiou o sucessor. “Josh tem uma compreensão instintiva da marca Disney e do que conecta com o público, aliada ao rigor necessário para entregar projetos ambiciosos. Sua capacidade de unir criatividade e excelência operacional é exemplar”, disse.

Além da mudança no comando, a Disney anunciou que Dana Walden, atual co-presidente do braço de entretenimento, assumirá o cargo de presidente e diretora criativa da companhia, função inédita na estrutura corporativa.

Ela se reportará diretamente a D’Amaro e será responsável por coordenar a estratégia criativa em todas as áreas do grupo, incluindo cinema, televisão e streaming.

Segundo a empresa, a transição é resultado de um processo de sucessão iniciado em 2023, conduzido por um comitê especial do conselho. D’Amaro e Walden passaram por um período de preparação que incluiu mentoria direta de Iger e avaliações internas.

Em comunicado, D’Amaro afirmou estar honrado com a escolha. “Sou imensamente grato ao conselho por confiar a mim a liderança de uma empresa que significa tanto para milhões de pessoas. A força da Disney sempre veio de suas pessoas e da excelência criativa que define nossas histórias e experiências”, declarou.

“Quero honrar o legado da companhia e, ao mesmo tempo, continuar inovando e gerando valor para consumidores e acionistas.”

A mudança no comando ocorre em meio a um amplo processo de reestruturação da Disney. Desde que retornou ao cargo em 2022, Bob Iger promoveu uma reorganização interna da companhia, com foco em restaurar a disciplina financeira, fortalecer os estúdios de cinema, tornar o streaming rentável e reposicionar as plataformas dgitais de esportes do grupo Disney.A Disney também acelerou investimentos em seus parques e experiências, buscando novas fontes de crescimento após um período de forte transformação na indústria do entretenimento.

Josh D’Amaro, de 54 anos, está na Disney desde 1998 e lidera desde 2020 o segmento Disney Experiences, que reúne parques temáticos, hotéis, cruzeiros e produtos de consumo.

Ele supervisiona atualmente 12 parques e 57 hotéis em todo o mundo, além de projetos de expansão, como um novo parque em Abu Dhabi.

Ao longo da carreira, esteve à frente de empreendimentos como "Star Wars: Galaxy’s Edge", "Avengers Campus" e "Mickey and Minnie’s Runaway Railway". Também lidera parcerias digitais, como a colaboração com a Epic Games para criar um universo da Disney dentro do jogo Fortnite.

Formado em administração de empresas pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos (EUA), D’Amaro já foi presidente da Disneyland Resort e do Walt Disney World Resort.

Antes disso, ocupou cargos nas áreas de finanças, estratégia, marketing e operações, tanto nos EUA quanto no exterior.

Há 8 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 8 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 8 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Google oferece pacote de demissão voluntária a funcionários insatisfeitos, diz jornal

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Trabalho e Carreira Google oferece pacote de demissão voluntária a funcionários insatisfeitos, diz jornal Programa vale para algumas áreas de negócios nos EUA e exclui grandes equipes de vendas e funções voltadas a clientes, segundo a Business Insider. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O Google está oferecendo programas de saída voluntária para alguns funcionários da sua organização global de negócios, conhecida como GBO.

A informação consta em um e-mail enviado à equipe na terça-feira (10) pelo diretor de negócios do Google, Philipp Schindler, ao qual a Business Insider teve acesso.

No texto, Schindler teria afirmado que o Google entra no ano "em uma posição forte", graças aos resultados de 2025, mas destaca que o cenário é dinâmico e exige um ritmo acelerado.

Para aqueles que não estão "curtindo o ritmo" ou que estão prontos para deixar o Google, a empresa passou a oferecer a possibilidade de saída voluntária com pacote de rescisão, mas apenas para determinadas funções nos Estados Unidos, segundo a Business Insider.

Logotipo do Google é visto em escritório da empresa em Mountain View, na Califórnia — Foto: Paresh Dave/Reuters

O Google começou 2026 com um recado direto para parte de seus funcionários: quem não estiver confortável com o ritmo de trabalho ou pronto para seguir outro caminho pode sair da empresa com um pacote de desligamento.

Segundo o portal Business Insider, a empresa está oferecendo programas de saída voluntária para alguns funcionários da sua organização global de negócios, conhecida como GBO, que reúne áreas como vendas, soluções e desenvolvimento corporativo.

A informação consta em um e-mail enviado à equipe na terça-feira (10) pelo diretor de negócios do Google, Philipp Schindler, ao qual a Business Insider teve acesso.

O g1 questionou o Google Brasil sobre a possibilidade de o programa se aplicar a funcionários no país, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.

No texto, Schindler teria afirmado que o Google entra no ano "em uma posição forte", graças aos resultados de 2025, mas destaca que o cenário é dinâmico e exige um ritmo acelerado.

De acordo com a Business Insider, o executivo disse que todos na GBO precisam estar "totalmente comprometidos" com a missão da empresa e adotando a inteligência artificial para ampliar o impacto do trabalho.

Para aqueles que não estão "curtindo o ritmo" ou que estão prontos para deixar o Google, a empresa passou a oferecer a possibilidade de saída voluntária com pacote de rescisão, mas apenas para determinadas funções nos Estados Unidos, segundo a Business Insider.

Entre as áreas elegíveis estão equipes de soluções, vendas, desenvolvimento corporativo e outras funções dentro da GBO. Já grandes equipes de vendas para clientes na América e cargos diretamente voltados ao atendimento ao cliente não foram incluídos no programa.

De acordo com a Business Insider, Schindler explicou que a decisão de excluir essas funções foi tomada para evitar impactos na relação com os clientes.

“Embora todas as funções da GBO sejam essenciais para nossa estratégia de longo prazo, decidimos não oferecer o programa para esses cargos específicos para limitar ao máximo qualquer interrupção aos nossos clientes”, escreveu o executivo no e-mail.

A iniciativa não é inédita dentro da empresa. Segundo a Business Insider, o Google já ofereceu pacotes de desligamento a funcionários de outras áreas ao longo do último ano.

Em junho, a companhia fez ofertas semelhantes a alguns trabalhadores nos Estados Unidos enquanto reforçava sua política de retorno ao escritório. Em outubro, também ofereceu pacotes de saída a funcionários do YouTube como parte de uma reorganização interna.

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Paramount sobe oferta para adquirir a Warner Bros, em nova ofensiva contra proposta da Netflix

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Paramount Skydance anunciou nesta terça-feira (10) uma revisão estratégica em sua proposta para comprar a Warner Bros. Discovery, que atualmente negocia uma fusão com a Netflix.

A empresa passou a oferecer US$ 30 por ação, em dinheiro, e prometeu pagar uma taxa adicional de US$ 0,25 por ação a cada três meses caso a operação não seja concluída após dezembro de 2026.

A Paramount também se comprometeu a arcar com a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar se rompesse o contrato com a Netflix.

Segundo a companhia, a nova proposta é mais previsível do que o acordo com a Netflix, já que o valor final da transação com a plataforma de streaming pode variar conforme a situação financeira da Warner no momento da separação das empresas.

A Paramount afirmou ainda que já avançou nas autorizações regulatórias nos Estados Unidos e na Alemanha para viabilizar o negócio.

A Paramount Skydance anunciou nesta terça-feira (10) uma revisão estratégica em sua proposta para comprar a Warner Bros. Discovery, que atualmente negocia uma fusão com a Netflix.

Além de oferecer US$ 30 por ação, em dinheiro, a empresa prometeu pagar uma taxa adicional de US$ 0,25 por ação a cada três meses caso a operação não seja concluída após dezembro de 2026.

A Paramount também se comprometeu a arcar com a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar se rompesse o contrato com a Netflix.

Segundo a companhia, a nova proposta é mais previsível do que o acordo com a Netflix, já que o valor final da transação com a plataforma de streaming pode variar de acordo com a situação financeira da Warner no momento da separação das empresas.

A Paramount afirmou ainda que já avançou na obtenção de autorizações regulatórias nos Estados Unidos e na Alemanha para viabilizar o negócio.

Em comunicado, a empresa pediu que o conselho e os acionistas da Warner Bros. rejeitem o acordo com a Netflix, alegando que sua proposta deixaria o grupo mais forte para competir no mercado de streaming.

O presidente e CEO da Paramount, David Ellison, afirmou que a oferta reforça o compromisso da empresa com os acionistas da Warner.

“A oferta integral em dinheiro de US$ 30 por ação demonstra claramente nosso forte e inabalável compromisso em entregar o valor total que os acionistas da WBD merecem por seu investimento. Estamos implementando melhorias significativas, respaldando esta oferta com bilhões de dólares, oferecendo aos acionistas certeza quanto ao valor, um caminho regulatório claro e proteção contra a volatilidade do mercado”, disse.

Em dezembro, o cofundador da Oracle, Larry Ellison, entrou na disputa pela Warner ao oferecer uma garantia pessoal de US$ 40,4 bilhões em financiamento via ações para sustentar a proposta de compra — um compromisso formal para cobrir eventuais lacunas no financiamento da operação.

A disputa entre Netflix e Paramount Skydance pelo controle da Warner Bros. Discovery começou no fim de 2025, quando a Netflix apresentou a primeira proposta formal para comprar a empresa.

Em janeiro, a Netflix anunciou uma oferta de cerca de US$ 82,7 bilhões, pagando US$ 27,75 por ação, inicialmente em uma combinação de dinheiro e ações — depois revisada para pagamento integral em dinheiro. O acordo previa a separação da unidade Discovery Global antes da conclusão da operação.

Pouco depois, a Paramount Skydance entrou na disputa com uma oferta hostil, mais alta, avaliada em cerca de US$ 108,4 bilhões, oferecendo US$ 30 por ação em dinheiro.

Apesar do valor maior, o conselho da Warner rejeitou a proposta da Paramount, por considerá-la mais arriscada, baseada em alto endividamento e com menos garantias do que o acordo com a Netflix.

🔎 A Warner reúne estúdios e franquias muito valiosos, como Harry Potter, Game of Thrones e os personagens da DC Comics, além de um enorme catálogo de filmes e séries. A aquisição daria à vencedora mais força para competir com gigantes como Disney e Amazon no mercado de streaming.

No mês passado, a Paramount entrou com uma ação judicial contra a Warner para obter mais informações sobre o acordo firmado com a Netflix.

A empresa também anunciou que pretende indicar diretores para o conselho da Warner, em uma tentativa de convencer os acionistas de que sua oferta hostil é superior à proposta da Netflix.

Neste mês, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação para avaliar se a compra da Warner pela Netflix pode gerar concentração excessiva no mercado de streaming e reduzir a concorrência.

Segundo o jornal "The Wall Street Journal", o órgão enviou intimações a empresas do setor para obter informações sobre contratos, estratégias e os impactos da operação na disputa por talentos criativos.

A Netflix afirma que a análise do governo faz parte do processo normal de revisão e nega que haja uma investigação específica por monopólio. A conclusão do negócio ainda depende de autorizações regulatórias, da aprovação dos acionistas e da separação da unidade Discovery Global.

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