RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Youtuber MrBeast compra plataforma de serviços financeiros Step

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

MrBeast, o criador de conteúdo mais seguido do mundo no YouTube, anunciou nesta segunda-feira (9) a compra de um aplicativo de serviços financeiros voltado ao público jovem.

O influenciador soma 466 milhões de inscritos em seu canal, onde publica vídeos com desafios extravagantes e ações filantrópicas.

Jimmy Donaldson, seu nome verdadeiro, informou que adquiriu, por meio de sua empresa Beast Industries, a plataforma digital Step, que reúne quase sete milhões de usuários.

O valor da transação não foi divulgado pela Beast Industries nem pela Step. As empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentário, segundo a AFP.

Apesar de oferecer cartões de débito e crédito, além de contas remuneradas, a Step não é oficialmente um banco. A empresa atua como plataforma de serviços financeiros e é apoiada pelo Evolve Bank & Trust.

MrBeast, o criador de conteúdo mais seguido do mundo no YouTube, anunciou nesta segunda-feira (9) a compra de um aplicativo de serviços financeiros voltado ao público jovem, segundo a agência de notícias France Presse.

O influenciador soma 466 milhões de inscritos em seu canal, onde publica vídeos com desafios extravagantes e ações filantrópicas. As produções costumam custar milhões de dólares e envolvem uma equipe de quase 300 pessoas.

Jimmy Donaldson, seu nome verdadeiro, informou que adquiriu, por meio de sua empresa Beast Industries, a plataforma digital Step, que reúne quase sete milhões de usuários.

“Ninguém me ensinou sobre investimentos, como criar um histórico de crédito ou administrar dinheiro quando eu era mais jovem”, afirmou Donaldson, de 27 anos. “Quero oferecer a milhões de jovens a base financeira que eu nunca tive”, completou.

O valor da transação não foi divulgado pela Beast Industries nem pela Step. As empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentário, segundo a AFP.

Apesar de oferecer cartões de débito e crédito, além de contas remuneradas, a Step não é oficialmente um banco. A empresa atua como plataforma de serviços financeiros e é apoiada pelo Evolve Bank & Trust.

“Estamos entusiasmados com o potencial desta aquisição para expandir nossa plataforma e levar novos produtos aos clientes”, afirmou em nota o fundador e diretor-executivo da Step, C.J. MacDonald.

Fundada em 2018, a Step já captou mais de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões, na cotação atual) em investimentos, sendo US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão) em crédito e o restante em participação acionária.

A popularidade de MrBeast nas redes sociais também resultou em um programa de competição exibido no Amazon Prime Video e em um parque de diversões temporário na Arábia Saudita, batizado de Beast Land.

Outra empresa do grupo, a marca de chocolates Feastables, fatura centenas de milhões de dólares por ano, valor semelhante ao gerado por seus vídeos no YouTube.

Entre os conteúdos recentes do canal estão desafios como “Sobreviva 20 dias acorrentado ao seu ex por US$ 250 mil” e “30 celebridades disputam US$ 1 milhão”.

Em janeiro deste ano, a empresa de criptomoedas BitMine Immersion Technologies anunciou um investimento de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) na Beast Industries.

A negociação também prevê a incorporação de um sistema de finanças descentralizadas (DeFi) — tecnologia que permite realizar operações econômicas, muitas vezes, sem a intermediação de bancos — à plataforma de serviços financeiros anunciada pela Beast Industries.

Em outubro do ano passado, ao solicitar o registro da marca “MrBeast Financial”, o youtuber anunciou que o novo braço do grupo passaria a oferecer serviços bancários, de investimentos e de criptomoedas.

Segundo a revista "Forbes", MrBeast teve um faturamento na casa dos US$ 85 milhões (cerca de R$ 456 milhões) entre abril de 2024 e abril de 2025.

Jimmy Donaldson se tornou famoso por produzir vídeos com desafios que envolvem grandes quantias de dinheiro e por investir valores milionários em suas gravações, que frequentemente misturam entretenimento e ações de impacto social.

MrBeast ganhou projeção ao reinvestir praticamente tudo o que ganha na produção de novos conteúdos. Entre seus vídeos mais populares está a recriação, na vida real, da série Round 6, com prêmio de US$ 456 mil. Ele também já gravou conteúdos com celebridades como Cristiano Ronaldo.

Um de seus vídeos mais recentes chamou atenção por ter sido gravado na Ilha das Cobras, no litoral de São Paulo, considerada uma das áreas mais perigosas do mundo devido à grande concentração de serpentes venenosas.

Durante a filmagem, MrBeast e sua equipe passaram uma noite no local e usaram equipamentos de proteção para evitar ataques das cobras.

Além do YouTube, MrBeast expandiu seus negócios para outras áreas. No Brasil, lançou a hamburgueria MrBeast Burger, que opera apenas por delivery em algumas cidades, com preços populares. A marca surgiu nos Estados Unidos em 2020 e se espalhou para mais de 1.700 pontos de venda no mundo.

O influenciador também criou o reality show Beast Games, exibido no Prime Video, que reuniu mil participantes disputando um prêmio de US$ 5 milhões. O programa, porém, é alvo de processos judiciais movidos por participantes, que alegam terem sido submetidos a condições inadequadas e a um ambiente marcado por misoginia e sexismo.

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Credores executam garantias, e Nelson Tanure perde controle da Alliança Saúde e da Light

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Isso aconteceu porque o fundo ficou com parte das ações que haviam sido dadas como garantia em uma dívida.

A participação de Tanure nessas empresas ocorre de forma indireta, por meio de fundos de investimento e outras companhias.

No mesmo dia, a empresa também comunicou que outro fundo, o Prisma Infratelco VD, passou a ter cerca de 10,7% das ações da Alliança Saúde pelo mesmo motivo.

Com essa mudança, o fundo Fonte de Saúde e a empresa Lormont Participações, ligados ao empresário Nelson Tanure, deixaram de ter o controle da Alliança Saúde.

Nelson Tanure foi alvo de mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF durante a segunda fase da Operação Compliance Zero — Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados via BBC

O grupo de medicina diagnóstica Alliança Saúde informou no sábado (7) que o fundo Opus passou a deter cerca de 49% das ações da empresa após assumir os papéis dados como garantia de uma dívida pelo empresário Nelson Tanure.

🔎 Tanure usou ações da Light e da Alliança Saúde como garantia de empréstimos. Como os compromissos não foram cumpridos nas condições previstas, credores, como o fundo Opus, ficaram com esses papéis para tentar recuperar os valores. A participação do empresário nessas companhias é indireta, por meio de fundos de investimento e outras empresas.

No mesmo dia, a empresa também comunicou que outro fundo, o Prisma Infratelco VD, passou a ter cerca de 10,7% das ações da Alliança Saúde, também como execução de garantia.

Com essa mudança, o fundo Fonte de Saúde e a empresa Lormont Participações, ligados a Tanure, deixaram de ter o controle da Alliança Saúde. Agora, juntos, eles possuem apenas 6,96% das ações da companhia.

Os dois fundos que receberam essas ações informaram que não pretendem continuar como donos da empresa e que vão vender suas participações.

Nelson Tanure assumiu o controle da Alliança Saúde em 2023, após concluir uma oferta pública de aquisição de ações (OPA). O processo começou em 2022, quando fundos ligados a ele passaram a comprar participações na empresa.

Em um comunicado separado, a companhia de energia Light informou que o fundo Opus também passou a ter cerca de 9,9% das ações da empresa, igualmente por causa da execução de garantia. O fundo disse que também pretende vender essa participação.

No mês passado, Tanure foi um dos alvos de busca e apreensão na segunda fase da operação da Polícia Federal (PF) que apura um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master.

Os policiais foram até a casa de Tanure, mas não o encontraram no local. Ele foi localizado no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, quando embarcaria em um voo nacional. O celular foi apreendido.

Ao todo, os agentes cumprem 42 mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, que também determinou o bloqueio de bens e valores superiores a R$ 5,7 bilhões.

Segundo a corporação, a investigação apura suspeitas de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro envolvendo a concessão de supostos créditos fictícios pelo Master.

À época, os advogados publicaram uma carta escrita pelo empresário negando o envolvimento de Tanure com supostas irregularidades do caso Master.

"Não fui nem sou controlador do extinto Banco Master, tampouco seu sócio, ainda que minoritário, direta ou indiretamente, inclusive por meio de opções, instrumentos financeiros, debêntures conversíveis em ações ou quaisquer mecanismos equivalentes", diz um trecho da carta.

A 1ª fase da operação aconteceu em novembro passado e resultou em sete prisões, incluindo a de Vorcaro. Segundo estimativa da PF, as fraudes podem chegar a R$ 12 bilhões.

No ano passado, Tanure também foi alvo de uma investigação da Polícia Federal, aberta a pedido do Ministério Público Federal, para apurar se ele seria o verdadeiro controlador do Banco Master, mesmo sem aparecer oficialmente como dono.

Segundo os investigadores, ele teria usado uma rede de empresas, fundos e estruturas financeiras para influenciar o banco sem a autorização do Banco Central. À época, o empresário negou qualquer vínculo societário ou poder de controle sobre a instituição.

Em agosto de 2025, a Receita Federal deflagrou a maior operação já realizada contra esquemas de lavagem de dinheiro no mercado financeiro, envolvendo centenas de fintechs, fundos e gestoras.

Embora Tanure não tenha sido acusado formalmente nessa operação, o episódio reacendeu questionamentos sobre a estrutura dos fundos ligados ao seu nome e sua proximidade com instituições sob investigação.

Nelson Tanure é um empresário brasileiro conhecido por comprar empresas em dificuldade financeira e tentar recuperá-las. Nascido em Salvador, em 1951, é formado em Administração pela UFBA e começou a carreira na empresa imobiliária da família.

Ao longo das décadas, ficou conhecido por investir em setores como energia, petróleo, telecomunicações, saúde, infraestrutura e mídia. Entre as empresas nas quais já teve ou tem participação estão Light, Alliança Saúde, Gafisa, PRIO (antiga PetroRio), TIM Brasil e Ligga Telecom.

Nos anos 2000, também assumiu jornais tradicionais como o Jornal do Brasil e a Gazeta Mercantil durante a crise do setor.

Tanure costuma aparecer no noticiário por disputas societárias e reestruturações de empresas endividadas, estratégia que gera resultados, mas também controvérsias.

Mais recentemente, passou a ser citado em investigações ligadas ao Banco Master, que apuram suspeitas de fraudes financeiras, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro. Ele nega irregularidades e diz que não controla o banco.

Reservado na vida pessoal, Tanure tem quatro filhos e mantém ligação com a música clássica e a ópera, tendo sido vice-presidente da Orquestra Sinfônica Brasileira.

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Super Bowl 2026: veja os comerciais mais caros da TV, que vão ao ar hoje

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A 60ª edição do Super Bowl acontece neste domingo (8) e marca o encerramento da temporada da NFL. Além da disputa entre Seattle Seahawks e New England Patriots, o evento também se destaca fora do gramado.

Ano após ano, o jogo consolida sua posição como o espaço publicitário mais valioso da televisão americana. Em 2026, os anúncios de 30 segundos renderam, em média, cerca de US$ 8 milhões, com alguns contratos ultrapassando a marca de US$ 10 milhões.

Segundo a NBC, emissora responsável pela transmissão do Super Bowl LX, todos os espaços comerciais disponíveis durante a partida foram vendidos ainda no terceiro trimestre do ano passado.

O resultado reforça uma tendência observada em edições recentes: a antecipação das negociações e a intensificação da disputa por inserções nos intervalos do jogo mais assistido dos Estados Unidos.

“O Super Bowl continua sendo um dos raros momentos em que marcas conseguem falar, ao mesmo tempo, com dezenas de milhões de pessoas”, afirmou o executivo, em comunicado divulgado pela emissora.

📺 Além da TV aberta, o Super Bowl deste ano também será exibido em plataformas de streaming acessíveis ao público brasileiro, como YouTube TV e NFL+, além de serviços como Peacock, Hulu + Live TV e Tubi.📺 No Brasil, a TV Globo transmite os melhores momentos depois do BBB 26. O sportv e a getv transmitem ao vivo.

📊 Em 2025, o Super Bowl registrou um recorde de 127,7 milhões de telespectadores nos EUA, somando TV e streaming, segundo dados da Nielsen, com pico de 137,7 milhões durante o segundo quarto da partida.🏈 No ano anterior, mais de 123 milhões de pessoas acompanharam o jogo, o que ajuda a explicar o interesse de anunciantes de diferentes setores em associar suas marcas ao evento.

Nos dias que antecedem a partida, parte dos anúncios costuma ser divulgada de forma parcial. As marcas liberam teasers com cenas curtas, pistas sobre o enredo ou a participação de celebridades, mas mantêm o conteúdo completo sob sigilo até a exibição oficial durante os intervalos.

A estratégia alimenta a expectativa do público e transforma os comerciais em um elemento central do espetáculo.

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Vale tem prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no 4° trimestre

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Vale reportou um prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no quarto trimestre, ante prejuízo de US$ 694 milhões no mesmo período do ano anterior, com impacto de baixas contábeis, apesar de um sólido desempenho nas vendas de minério de ferro e cobre, informou a mineradora nesta quinta-feira (12).

Segundo a empresa, o trimestre sofreu principalmente com impacto de "impairments" de US$ 3,5 bilhões nos ativos de níquel da Vale Base Metals no Canadá, diante de uma revisão das premissas de preço de longo prazo para o níquel, além de uma baixa de US$ 2,8 bilhões em imposto diferido de subsidiárias.

Ao excluir os itens não recorrentes, como as baixas contábeis, o lucro líquido proforma somou US$ 1,5 bilhão no quarto trimestre, alta de 68% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com impulso do aumento do Ebitda proforma e de impacto positivo da avaliação a mercado dos swaps cambiais.

Os fatores positivos foram, entretanto, parcialmente compensados por provisões adicionais relacionadas à Samarco, além da ausência de ganhos extraordinários registrados no quarto trimestre de 2024.

Apesar do prejuízo líquido, o Ebitda ajustado foi beneficiado por maiores volumes de vendas e preços de cobre e minério de ferro, além de receitas de subprodutos e melhorias operacionais, segundo o relatório da companhia.

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou US$ 4,6 bilhões entre outubro e dezembro, contra US$3,8 bilhões no quarto trimestre de 2024.

No ano de 2025, a Vale registrou lucro líquido de US$ 2,35 bilhões, uma queda de 62% em relação ao ano anterior. O lucro líquido proforma, entretanto, cresceu 28% no período, para US$ 7,8 bilhões.

Ao longo do ano, a companhia elevou em 2,6% a produção de minério de ferro — seu principal produto —, a 336,1 milhões de toneladas em 2025, superando pela primeira vez desde 2018 o total produzido pela concorrente Rio Tinto em Pilbara, principal polo produtor da gigante australiana.

"Em 2025, a Vale entregou um desempenho excepcional, atingindo ou superando todos os guidances", disse o presidente Gustavo Pimenta.

"Em nossas operações, atingimos os maiores níveis de produção de minério de ferro e cobre desde 2018 e entregamos crescimento de dois dígitos na produção de níquel. Esse forte desempenho operacional foi suportado pela maior confiabilidade dos ativos e pelo bem-sucedido ramp-up de projetos-chave de crescimento, como Capanema, Vargem Grande, VBME e Onça Puma."

A receita líquida de vendas somou US$ 11,06 bilhões entre outubro e dezembro, alta de 9% ante o quarto trimestre de 2024.

A produção da Vale no quarto trimestre somou 90,4 milhões de toneladas, avanço de 6% no comparativo anual, devido ao desempenho da mina Brucutu e pelo contínuo "ramp-up" dos projetos Capanema e VGR1.

No quarto trimestre, a dívida líquida da Vale totalizou US$ 11,2 bilhões, um aumento de 7% em relação aos US$ 10,5 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Já a dívida líquida expandida, que inclui provisões de Brumadinho, Samarco e swaps cambiais, somou US$15,6 bilhões ao final do trimestre, representando uma redução de 5% ante os US$16,5 bilhões de dezembro de 2024, principalmente pela maior geração de caixa livre das operações.

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Fundador do Agibank, brasileiro entra na lista de bilionários após IPO em Nova York

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O fundador do Agibank, Marciano Testa, entrou para a lista de bilionários da Bloomberg após a estreia da fintech na Bolsa de Nova York.

Sua fortuna, estimada em US$ 1,1 bilhão, foi consolidada pela fatia de 63% na empresa, apesar da queda inicial das ações.

O Agibank foca em crédito consignado e serviços para clientes de baixa renda, combinando atendimento digital e pontos físicos.

Testa também é cofundador e presidente do Instituto Caldeira, uma iniciativa privada para acelerar a transformação digital no Rio Grande do Sul.

A abertura de capital do Agibank é a segunda de uma empresa brasileira nos EUA desde 2021, sinalizando uma retomada de IPOs.

O fundador da fintech Agibank, Marciano Testa, é o mais novo brasileiro a entrar na lista de bilionários da Bloomberg após a estreia da empresa na Bolsa de Nova York. A companhia realizou uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nesta semana, a segunda de uma empresa brasileira desde 2021.

As ações do Agibank fecharam o primeiro dia com queda de cerca de 10%, depois que a empresa reduziu, de última hora, o preço e o número de papéis ofertados. Mesmo assim, a fatia de 63% de Testa passou a valer cerca de US$ 1,1 bilhão (aproximadamente R$ 5,6 bilhões), considerando o preço de fechamento de US$ 10,75.

Apesar disso, segundo William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, o valor captado no IPO não reflete o tamanho total da empresa. As ações de classe A foram vendidas a US$ 12 cada, levantando cerca de US$ 240 milhões, mas esse montante corresponde apenas aos novos papéis colocados no mercado, e não ao conjunto de ações existentes do banco.

"Como o CEO tem cerca de 63% do banco, considerando o fechamento da ação a US$ 10,75, essa participação vale aproximadamente US$ 1,1 bilhão. Esse valor está principalmente em ações de classe B, que não são listadas e não têm liquidez. Então, teoricamente, sim, ele se tornou bilionário."

Natural do Rio Grande do Sul, Testa, de 49 anos, começou no setor financeiro ao criar a Agiplan, que deu origem ao Agibank. Sob sua liderança, a instituição uniu atendimento digital e pontos físicos e cresceu com foco no crédito consignado e em serviços voltados a clientes de renda mais baixa.

Além do banco, ele é cofundador e presidente do Instituto Caldeira, iniciativa privada voltada a acelerar a transformação digital no Rio Grande do Sul.

Formado em Ciências Econômicas pela Unisinos, com especialização em Finanças, Testa também participou do Executive Program da Singularity University e do programa Owner/President Management (OPM), da Harvard Business School.

No ano passado, Testa ficou em 97º lugar na lista de bilionários brasileiros (em reais) da Forbes, com patrimônio estimado em R$ 4,1 bilhões.

O IPO da fintech Agibank marca a segunda entrada de uma empresa brasileira na bolsa de valores desde 2021, em um movimento que indica a retomada das ofertas de companhias ligadas à maior economia da América Latina.

Em janeiro, outra fintech brasileira, o PicPay, abriu a fila e listou suas ações na Nasdaq, também nos EUA. Antes, o último IPOde uma empresa brasileira havia sido o do Nubank, em 2021.

Apesar da redução de sua participação após a oferta, Testa manteve o controle do Agibank por meio de ações especiais da classe B, que concentram quase todo o poder de voto. Essas ações não são negociadas em bolsa, mas podem ser convertidas em ações ordinárias caso o fundador decida vender parte da participação.

O Agibank opera com uma plataforma digital combinada a mais de 1 mil pontos físicos e tem mais de 6,4 milhões de clientes ativos, segundo o site oficial da empresa. O foco da instituição é oferecer crédito consignado a aposentados, com parcelas descontadas diretamente dos benefícios do INSS.

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BTG Pactual anuncia aquisição de até 48% da fintech meutudo

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A aquisição visa expandir a atuação do BTG Pactual no varejo, fortalecendo a oferta de empréstimos digitais para pessoas físicas.

Fundada em 2019, a meutudo já concedeu mais de R$ 20 bilhões em empréstimos, atendendo mais de 19 milhões de clientes no país.

A parceria já existia, com o BTG fornecendo mais de 80% dos recursos para os empréstimos da fintech, que vê a entrada do banco como fortalecimento.

Márcio Feitoza, CEO da meutudo, afirma que "o crédito, quando bem feito, ajuda as pessoas a alcançarem seus objetivos", ampliando o impacto da parceria.

O BTG Pactual anunciou que vai comprar até 48% da fintech meutudo, empresa que atua na oferta de crédito pela internet. A operação ainda precisa ser aprovada pelos órgãos reguladores.

O negócio faz parte da estratégia do banco para aumentar sua presença no atendimento a pessoas físicas, área conhecida como varejo. Com isso, o BTG quer ampliar a oferta de empréstimos digitais, usando a estrutura da meutudo, que já tem experiência nesse tipo de serviço.

Criada em 2019 por Márcio Feitoza, Marcelo Feitoza e Felipe Oquendo, a meutudo é uma plataforma que permite ao cliente contratar empréstimos de forma online.

A plataforma utiliza sistemas próprios para analisar o perfil dos clientes antes da concessão do crédito.

Desde que foi fundada, a fintech já concedeu mais de R$ 20 bilhões em empréstimos e atendeu mais de 19 milhões de clientes em todo o país, segudo informações da empresa.

Desse total, mais de R$ 10 bilhões foram liberados na modalidade de consignado privado, em que as parcelas são descontadas diretamente do salário de trabalhadores do setor privado.

A parceria entre o BTG Pactual e a meutudo já vinha acontecendo há alguns anos. Nesse período, o banco forneceu mais de 80% dos recursos usados para os empréstimos da fintech, ajudando a empresa a crescer com mais estabilidade.

Segundo o presidente-executivo do BTG Pactual, Roberto Sallouti, a compra reforça os planos do banco de crescer no mercado de crédito para pessoas físicas.

“Essa transação amplia nossa capacidade de oferecer crédito acessível, responsável e de alta qualidade para milhões de consumidores”, afirmou.

Para Márcio Feitoza, CEO e cofundador da meutudo, a entrada do BTG como sócio fortalece o propósito da empresa.

“O crédito, quando bem feito, ajuda as pessoas a alcançarem seus objetivos. O BTG sempre foi o parceiro que mais acreditou nessa visão, e essa parceria amplia nosso impacto para melhorar a vida financeira dos clientes”, disse.

Na últim,a segunda-feira (9), o BTG Pactual divulgou seus resultados financeiros do 4º trimestre, com lucro de quase R$ 4,6 bilhões —- um aumento de 40% em relação ao mesmo período do ano anterior. Também bateu recorde de faturamento, com cerca de R$ 9,1 bilhões em receitas.

Os números vieram um pouco acima do que o mercado esperava, o que foi visto como positivo por analistas. O crescimento veio de várias áreas:

investimentos e operações na bolsa;crédito para empresas;gestão de recursos (fundos);e atendimento a clientes de alta renda.

Na bolsa, porém, a ação caiu no dia da divulgação do balanço, após duas altas seguidas. Ainda assim, o papel acumula forte valorização nos últimos anos.

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Agibank precifica IPO nos EUA a US$ 12 por ação e estreia na Bolsa de Nova York nesta quarta-feira

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A fintech Agibank comunicou nesta quarta-feira (11) que precificou sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos a US$ 12 por papel, movimentando US$ 276 milhões quando incluído lote adicional.

A operação contemplou 20 milhões de ações ordinárias Classe A e inclui uma opção de 30 dias para os coordenadores comprarem até 3 milhões de papéis adicionais ao preço do IPO.

Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup são os coordenadores globais do IPO, com o sindicato incluindo ainda Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander, Societe Generale e XP, além Oppenheimer & Co. e Susquehanna Financial Group.

O preço ficou no piso da faixa indicativa, de US$12 a US$13, que já havia sido reduzida da proposta inicial, de US$15 a US$18. A fintech também reduziu o tamanho da oferta.

O IPO do Agibank ocorre após o banco digital rival PicPay abrir seu capital na bolsa norte-americana Nasdaq no mês passado, na primeira oferta pública inicial de ações de uma empresa brasileira em mais de quatro anos.

A fintech Agibank informou nesta quarta-feira (11) que fixou o preço de sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos em US$ 12 por papel, movimentando US$ 276 milhões (R$ 1,4 bilhão) com a inclusão do lote adicional.

A empresa colocou à venda 20 milhões de ações e deu aos bancos responsáveis pela oferta um prazo de 30 dias para comprar até 3 milhões de ações a mais, pelo mesmo preço.

Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup atuam como coordenadores globais da oferta. O sindicato também conta com Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander, Société Générale e XP, além de Oppenheimer & Co. e Susquehanna Financial Group.

O preço foi definido no limite inferior da faixa indicativa, entre US$ 12 e US$ 13, que já havia sido revisada para baixo em relação à proposta inicial, de US$ 15 a US$ 18. A empresa também reduziu o tamanho da oferta.

O IPO do Agibank ocorre após o banco digital concorrente PicPay abrir capital na bolsa norte-americana Nasdaq no mês passado, na primeira oferta pública de uma empresa brasileira em mais de quatro anos.

As ações do Agibank começam a ser negociadas nesta quarta-feira na Bolsa de Valores de Nova York, sob o código “AGBK”.

A fintech havia protocolado o pedido de IPO com distribuição primária e secundária na Bolsa de Nova York (Nyse, na sigla em inglês) em 14 de janeiro deste ano.

A expectativa é que a empresa destine os recursos captados na oferta para "propósitos corporativos gerais", segundo informou em documento enviado à SEC (CVM americana), à época.

A companhia também informou que pode destinar parte do dinheiro para a compra ou investimento em novos negócios, produtos, serviços ou tecnologias. No entanto, destaca que "não tem acordos ou compromissos para aquisições ou investimentos materiais neste momento".

A origem do Agibank remonta a 1999, quando Marciano Testa, então estudante universitário, fundou a Agiplan com o objetivo de ampliar o acesso ao crédito no Brasil.

Além de Testa, o Agibank tem como principais acionistas as gestoras brasileiras Vinci Compass e Lumina Capital Management.

A Lumina é presidida por Daniel Goldberg, ex-presidente do Morgan Stanley no Brasil e ex-integrante do conselho de administração do Nubank, segundo documentos apresentados ao regulador.

No acumulado de 2025 até o fim de setembro, o banco contava com cerca de 6,4 milhões de clientes ativos, carteira de crédito de R$ 34 bilhões, lucro líquido de R$ 875 milhões e retorno médio sobre o patrimônio líquido de 41%, segundo o balanço do terceiro trimestre divulgado em seu site de relações com investidores.

O número de funcionários era de 5.030, ante 4.700 no fim de 2024, de acordo com os documentos apresentados ao regulador.

O pedido de IPO amplia a lista de empresas brasileiras do setor financeiro que abriram capital nos Estados Unidos, da qual já fazem parte Nubank, XP, Inter, PagBank e StoneCo.

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Heineken anuncia corte de até 6 mil empregos após queda nas vendas de cerveja

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

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A Heineken anunciou nesta quarta-feira (11) que pretende cortar até 6.000 postos de trabalho em sua operação global e projetar um crescimento menor dos lucros em 2026 em relação ao ano anterior.

A decisão ocorre em meio à demanda fraca por cerveja, cenário que também afeta seus principais concorrentes.

A empresa, que é a segunda maior cervejaria do mundo em valor de mercado, também busca um novo presidente-executivo após a renúncia inesperada de Dolf van den Brink, em janeiro.

Fabricante das marcas Tiger e Amstel, além da cerveja que leva seu nome, a Heineken afirmou que pretende crescer com menos recursos, numa tentativa de responder às críticas de investidores que consideram a companhia menos eficiente do que seus rivais.

A Heineken anunciou nesta quarta-feira (11) que pretende cortar até 6.000 postos de trabalho em sua operação global e projetar um crescimento menor dos lucros em 2026 em relação ao ano anterior.

A decisão ocorre em meio à demanda fraca por cerveja, cenário que também afeta seus principais concorrentes.

As demissões representam quase 7% do quadro global, formado por cerca de 87 mil funcionários. A empresa, que é a segunda maior cervejaria do mundo em valor de mercado, também busca um novo presidente-executivo após a renúncia inesperada de Dolf van den Brink, em janeiro.

Fabricante das marcas Tiger e Amstel, além da cerveja que leva seu nome, a Heineken afirmou que pretende crescer com menos recursos, numa tentativa de responder às críticas de investidores que consideram a companhia menos eficiente do que seus rivais.

Ao mesmo tempo, o setor enfrenta queda nas vendas devido à pressão sobre o orçamento dos consumidores e a condições climáticas desfavoráveis registradas recentemente.

A concorrente Carlsberg também anunciou cortes de empregos. Outras empresas do segmento de bebidas alcoólicas vêm reduzindo custos, vendendo ativos e diminuindo a produção após vários anos de desempenho fraco nas vendas.

As ações da Heineken subiam cerca de 4%, acumulando valorização de aproximadamente 7% desde o fim de 2025.

A companhia informou que seu programa de produtividade deve gerar economias e reduzir o número de funcionários em entre 5.000 e 6.000 pessoas nos próximos dois anos.

“Estamos fazendo isso para fortalecer nossas operações e poder investir no crescimento”, afirmou o diretor financeiro Harold van den Broek durante uma teleconferência para apresentação dos resultados anuais.

Segundo ele, parte dos cortes ocorrerá na Europa e em mercados considerados menos estratégicos, com menor potencial de expansão. Outra parcela virá de medidas já anunciadas para a cadeia de suprimentos, a sede e as unidades regionais.

Para 2026, a Heineken espera um crescimento dos lucros entre 2% e 6%, abaixo da faixa projetada para 2025, de 4% a 8%. Na semana passada, a Carlsberg divulgou estimativa semelhante para o próximo ano.

A empresa também informou que seu lucro operacional anual ficou acima das previsões: avançou 4,4% em 2025, superando a expectativa dos analistas, que era de 4%.

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Nestlé vai deixar o negócio de sorvetes e focar em áreas mais lucrativas

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia Negócios Nestlé vai deixar o negócio de sorvetes e focar em áreas mais lucrativas Companhia informou que vai vender negócios remanescentes para a Froneri, joint venture criada em 2016 entre a Nestlé e a PAI Partners. Por Isabela Bolzani, g1 — São Paulo

Logotipo da Nestlé em uma de suas fábricas em Konolfingen, na Suíça. — Foto: Arnd Wiegmann/Reuters

A Nestlé informou na última quinta-feira (19) que vai deixar o negócio de sorvetes para concentrar suas operações nos segmentos de Café, Nutrição e Cuidados com Animais de Estimação — que, juntos, somam mais de 70% das vendas da companhia. A empresa também pretende ampliar sua presença regional na área de Alimentos e Lanches.

A medida faz parte dos esforços do presidente da Nestlé, Philipp Navratil, para melhorar o desempenho da companhia.

"Estamos acelerando a nossa estratégia e concentrando nosso portfólio em quatro negócios, liderados por nossas marcas mais fortes, com recursos priorizados e uma organização mais simplificada", afirmou o executivo em nota.

A empresa registrou lucro líquido de US$ 9 bilhões (R$ 47 bilhões) em 2025, uma queda de 17% em relação ao ano anterior, quando havia somado US$ 10,9 bilhões (R$ 56,9 bilhões). As vendas também recuaram no comparativo anual, passando de US$ 91,4 bilhões (R$ 477,6 bilhões) para US$ 89,5 bilhões (R$ 467,7 bilhões), uma redução de 2%.

Segundo Navratil, a empresa iniciou, em janeiro, as conversas com a Froneri para a venda dos negócios remanescentes no setor de sorvetes. A Froneri foi criada em 2016 como uma joint venture entre a Nestlé e a PAI Partners.

De acordo com o jornal britânico Financial Times, a Nestlé já vendeu a maior parte de suas operações de sorvetes para a Froneri. Os negócios que ainda não foram negociados estão no Canadá, Chile, Peru, China, Malásia e Tailândia.

"Nosso negócio de sorvetes remanescente é forte, mas pequeno e nos distrai", afirmou Navratil na véspera, segundo a Reuters.

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Natura vende operações da Avon na Rússia por 26,9 milhões de euros

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Natura informou nesta quinta-feira (19) que concluiu a venda das operações da Avon na Rússia para o Grupo Arnest. A transação foi realizada por meio de sua subsidiária indireta integral, a Avon Netherlands Holdings II B.V..

O negócio foi fechado por cerca de 26,9 milhões de euros (aproximadamente R$ 166,2 milhões). Os recursos foram recebidos pela companhia em 17 de fevereiro de 2026.

Segundo a Natura, a operação encerra a estratégia de simplificação corporativa e reforça o foco no crescimento dos negócios na América Latina.

Em setembro do ano passado, a empresa já havia anunciado a venda das operações da marca Avon em seis países da América Central — Guatemala, Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador e República Dominicana — por US$ 22 milhões. O acordo foi firmado com o Grupo PDC, que atua na região e no Peru.

Na ocasião, a Natura afirmou que a iniciativa também visava simplificar a estrutura do grupo e concentrar esforços na integração das marcas Natura e Avon na América Latina.

Mesmo após a operação, a companhia manteve o fornecimento de produtos à Avon Card e o licenciamento da marca na região, com conclusão prevista para outubro de 2025.

A empresa informou ainda que segue avaliando alternativas estratégicas para os ativos da chamada Avon Internacional, que reúne operações fora da América Latina.

A Natura iniciou, em 2012, um ambicioso projeto de expansão internacional com a compra da marca australiana Aesop, seguido pela aquisição da britânica The Body Shop e, em 2019, pela fusão com a americana Avon, que a transformou em um dos maiores grupos globais de beleza.

A estratégia buscava ampliar escala, diversificar mercados e consolidar a companhia entre as líderes mundiais do setor.

Com a criação da holding Natura&Co, o grupo passou a reunir quatro marcas presentes em mais de 100 países e com faturamento anual superior a US$ 10 bilhões.

Apesar do crescimento, a expansão trouxe desafios relevantes. As aquisições foram feitas em um período de ativos valorizados, elevando o endividamento da empresa, enquanto a integração de culturas, modelos de negócio e operações em diferentes regiões se mostrou complexa.

A pandemia de Covid-19 agravou o cenário, afetando o consumo de cosméticos, pressionando receitas e dificultando a geração de sinergias entre as marcas.

Diante desse quadro, a Natura iniciou um processo de simplificação e redução de riscos. Em 2023, vendeu a Aesop por US$ 2,5 bilhões e, no mesmo ano, a The Body Shop por um valor bem inferior ao pago na aquisição. Restava a operação internacional da Avon, considerada deficitária e onerosa.

Em 2025, a companhia anunciou a venda da Avon International por valor simbólico, encerrando o projeto de se tornar uma gigante global da beleza.

Segundo analistas, a decisão representou uma mudança estratégica: a empresa optou por concentrar esforços na América Latina, onde suas marcas têm maior participação de mercado e vantagem competitiva.

A saída das operações internacionais permitiu reduzir custos, diminuir a queima de caixa e oferecer uma trajetória mais previsível aos investidores, marcando o fim do ciclo de expansão global e o início de uma fase focada em rentabilidade e simplificação operacional.

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