RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Faturamento de até R$ 100 mil: prêmio elege a melhor franquia do Brasil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Faturamento de até R$ 100 mil: prêmio elege a melhor franquia do Brasil Rede de bijuterias e outra de limpeza venceram a 22ª edição do prêmio 'As Melhores Franquias do Brasil', da revista PEGN. Saiba quanto investir e qual o faturamento médio em cada uma delas. Por Pegn

A Morana Acessórios foi eleita Franquia do Ano na 22ª edição do prêmio As Melhores Franquias do Brasil, realizado pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN).

O prêmio destaca redes que se sobressaem em desempenho, suporte ao franqueado e potencial de crescimento.

O investimento inicial para abrir uma franquia da Morana é de aproximadamente R$ 200 mil, com faturamento médio mensal de R$ 100 mil por loja.

A franquia da Doutor Sofá exige um investimento inicial a partir de R$ 30 mil, e cada unidade tem faturamento médio de R$ 10 mil por mês.

Uma rede de bijuterias e outra de limpeza se destacaram na 22ª edição do prêmio As Melhores Franquias do Brasil, realizado pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN).

O prêmio destaca redes que se sobressaem em desempenho, suporte ao franqueado e potencial de crescimento. Neste ano, os vencedores foram a Morana Acessórios, eleita Franquia do Ano, e a Doutor Sofá, vencedora na categoria Melhor Microfranquia.

➡️ Abaixo, conheça as histórias por trás dessas duas redes premiadas, os diferenciais de cada uma e o faturamento médio mensal dos franqueados.

À frente da marca está o empresário Jae Lee, imigrante sul-coreano que chegou ao Brasil ainda criança.

Sua família abriu, nos anos 70, uma loja de bijuterias na Rua Augusta, em São Paulo. Foi ali, ajudando no caixa e no atendimento, que Jae deu os primeiros passos no mundo dos negócios.

Após se formar em Administração de Empresas, Jae chegou a investir no setor de alimentação. Mas foi ao assumir o comando da loja da família que decidiu apostar em um novo caminho: transformar o negócio em uma rede de franquias.

💸 O investimento inicial para abrir uma franquia é de aproximadamente R$ 200 mil, com faturamento médio mensal de R$ 100 mil por loja.

“Ele conhece o sotaque, os hábitos da região, está todos os dias na loja. É um modelo em que todos ganham”, afirma.

A Doutor Sofá nasceu de uma necessidade comum: manter o sofá limpo com crianças pequenas em casa. A ideia surgiu entre três amigos de Joinville (SC), que decidiram criar um serviço profissional de limpeza de estofados.

O primeiro franqueado chegou em 2015. Hoje, a rede já conta com quase 300 unidades, sendo 20 delas no exterior.

A proposta da marca é colocar o franqueado em primeiro lugar desde o início: "Ele precisa se sentir parte da rede", explica Raphael Quadros, fundador da empresa.

💸 A franquia exige um investimento inicial a partir de R$ 30 mil, e cada unidade tem faturamento médio de R$ 10 mil por mês.

Entre os franqueados de destaque estão Elaine e Kauan Oliveira, mãe e filho que operam duas unidades em São Paulo e já estão a caminho da terceira.

“Eu vi na franquia uma oportunidade de negócio que cabia na nossa rotina. Não é algo que você olha e acha impossível de entrar”, conta Elaine. Eles realizam de três a quatro atendimentos por dia e dividem bem as funções: ela no atendimento e ele na operação.

O suporte da franqueadora também é um diferencial: os franqueados têm acesso a treinamentos, roteiros prontos e auxílio prático no dia a dia.

📍 Alameda Ásia, 382 – Centro Empresarial Tamboré, Santana de Parnaíba/SP – CEP: 06543-312📞 Telefone: (11) 2110-3300✉️ E-mail: sac@morana.com.br🌐 Sites: morana.com.br | moranablog.com.br/seja-franqueado📱 Instagram: @moranaoficial📘 Facebook: MORANA Oficial

📍 Rua Nove de Março, 820 – Joinville/SC📞 Telefone: (47) 98926-0042🌐 Site: doutorsofa.com.br✉️ E-mail: expansao@doutorsofa.com.br📘 Facebook: Doutor Sofá Franchising📱 Instagram: @doutorsofa.franchising

🌐 Site: doutorsofa.com.br/santana✉️ E-mail: elaosantos@hotmail.com📱 Instagram: @nane_elaine_santos📞 Telefones: (11) 98176-8290 | (11) 91606-7028

📍 Travessa Casalbuono, 120 – Vila Guilherme, São Paulo/SP – CEP: 02047-050📞 Telefone: (11) 2224-5959📱 WhatsApp: (11) 94075-9256🌐 Site: centernorte.com.br✉️ E-mail: atendimento@centernorte.com.br📱 Instagram: @centernorte_📘 Facebook: Center Norte

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Conheça os farejadores profissionais pagos para criar aromas do dia a dia (e não são perfumes)

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo Conheça os farejadores profissionais pagos para criar aromas do dia a dia (e não são perfumes) Profissionais desenvolvem aromas para produtos variados, como amaciantes, cremes dentais e salgadinhos, e passam por um rigoroso treinamento para reconhecer até 1 mil cheiros diferentes, mesmo com os olhos vendados. Por France Presse

Os "narizes" da Symrise, uma gigante alemã de fragrâncias e sabores, moldam a conexão que milhões de consumidores têm com itens do dia a dia.

Enquanto em marcas de perfumes de luxo artistas olfativos criam fragrâncias para sprays corporais sofisticados, os "farejadores" trabalham em produtos cotidianos.

O olfato e o aroma muitas vezes determinam qual alimento ou bebida, produto de limpeza ou de higiene pessoal acaba no carrinho de compras.

Ser um “nariz” é um trabalho em tempo integral e envolve um programa de treinamento de três anos.

O cheiro de um amaciante de roupas pode ser composto por 80 compostos, muito mais do que um perfume corporal premium, e os melhores narizes conseguem identificar mais de 1.000 odores diferentes mesmo vendados.

A perfumista júnior Shangyun Lyu cheira uma tira olfativa usada para avaliar fragrâncias na empresa Symrise — Foto: MICHAEL MATTHEY / AFP

Nos laboratórios da gigante alemã de fragrâncias e sabores Symrise, um aroma cítrico impregna os jalecos dos trainees — os "narizes" que estão aprendendo a arte de fazer as coisas cheirarem bem.

Esses heróis atarefados do mundo dos cheiros e aromas moldam a conexão que milhões de consumidores têm com itens do dia a dia.

Enquanto em marcas de perfumes de luxo artistas olfativos criam fragrâncias para sprays corporais sofisticados, os especialistas em aromas trabalham em produtos cotidianos que vão desde creme dental com sabor de hortelã até salgadinhos de churrasco.

O olfato, um sentido poderoso que pode desencadear emoções e memórias, e o aroma muitas vezes determinam qual alimento ou bebida, produto de limpeza ou de higiene pessoal acaba no carrinho de compras.

Na sede da Symrise, em Holzminden, uma cidade tranquila ao sul de Hanover, o dia na escola interna de perfumaria da empresa começa sempre da mesma forma: farejando aromas de dezenas de pequenos frascos enquanto estão vendados.

“É como afinar um instrumento musical antes de tocar,” disse Alicia De Benito Cassado, uma ex-pianista profissional espanhola de 32 anos.

A mudança de carreira para o desenvolvimento de aromas foi um passo natural: ela fazia seus próprios perfumes na adolescência para combinar com a poesia e a música que escrevia.

"Para mim, nem tudo precisa cheirar bem" disse ela. "O horror do cheiro também nos ajuda a nos descobrir".

"No final, precisamos criar aromas que sejam fortes, bonitos, poderosos — e acessíveis".

Ser um "nariz" é um trabalho em tempo integral e envolve um programa de treinamento de três anos.

O cheiro de um amaciante de roupas pode ser composto por 80 compostos, muito mais do que um perfume corporal premium, e os melhores farejadores conseguem identificar mais de 1 mil odores diferentes mesmo vendados.

Shangyun Lyu, 31 anos, veio da China para estudar na escola e diz que um farejador profissional consegue se virar conhecendo cerca de 500 aromas.

"Quando criança, eu só sentia jasmim ou gardênia como flores", disse ele. "Agora, reconheço os químicos: é uma mistura de muitos elementos".

Os estudantes pesam os ingredientes até o miligrama, misturam, cheiram e começam de novo, frequentemente replicando odores existentes para entender sua estrutura e, a partir daí, inovar.

“Quando desenvolvemos um perfume, é muito importante que várias pessoas o cheirem,” disse Marc vom Ende, mestre perfumista de 56 anos e chefe da escola.

O Lilial, uma substância química antes valorizada por suas notas florais e doces de lírio-do-vale, foi banida na União Europeia desde 2022 por temores de que possa causar irritação na pele e prejudicar o sistema reprodutivo.

Fragrâncias aplicadas diretamente no corpo têm regulamentações mais rígidas que detergentes, disse Attiya Setai, trainee sul-africana de 27 anos.

"Estamos mais restritos nos matérias-primas e devemos substituir ingredientes proibidos por outros que estejam em conformidade", afirmou.

Os gostos também variam nos mercados globais, com Shangyun citando o exemplo dos shampoos chineses que fazem sucesso com o público jovem na China, mas teriam dificuldade na Europa.

O custo também faz parte da equação. A Symrise extrai compostos aromáticos da resina da madeira, um subproduto da indústria papeleira, em uma iniciativa “que faz sentido econômico e ambiental,” disse vom Ende.

Cerca de 500 perfumistas trabalham na indústria, 80 deles na Symrise, que possui 13 mil funcionários.

A empresa comercializa cerca de 30 mil produtos para clientes que vão de confeiteiros a fabricantes de ração para animais e protetores solares.

Os concorrentes da Symrise incluem a DSM-Firmenich, com sede na Suíça e Holanda, além da Givaudan, outra empresa suíça.

A inteligência artificial tem ganhado espaço, com programas de computador prevendo quais fragrâncias vão fazer sucesso.

Ainda assim, as máquinas não conseguem — pelo menos ainda não — cheirar, mesmo que possam entender fala e ler textos.

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Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês O negócio familiar nasceu na pandemia e hoje vende 2 mil marmitas por mês. Por Pegn — São Paulo

Com apenas R$ 300, a fisioterapeuta Laís Almeida e sua mãe, Euriza Carvalho, deram início a um negócio de marmitas saudáveis em Uberaba (MG).

A ideia, que começou de forma despretensiosa durante a pandemia, hoje se transformou em uma empresa consolidada, com produção de cerca de 2 mil refeições por mês e faturamento médio de R$ 40 mil.

“Ela dizia que essas panelas eram sagradas e iam me trazer muita sorte. Quando a gente começou, eu senti que tinha que usá-las”, conta.

“Eu estava sozinha na cidade, procurando trabalho, e minha mãe também. Resolvemos unir forças e vender comida aqui no prédio”, relembra Laís. O prato de estreia foi a feijoada, preparada em versão mais saudável, sem carnes embutidas.

A primeira compra foi simples: arroz, feijão e embalagens. O investimento inicial de R$ 300, planejado para durar dois finais de semana, rapidamente se multiplicou.

Logo vieram pedidos maiores. Uma cliente sugeriu que as marmitas fossem congeladas, para facilitar a rotina corrida. A observação virou um divisor de águas: mãe e filha passaram a estudar técnicas de congelamento, ampliaram o cardápio e profissionalizaram a operação.

“A crise gerou oportunidade. A gente começou com o que tinha em mãos e até ganhou panelas de outras pessoas”, diz Laís.

Além do sabor, o crescimento do negócio foi impulsionado pelo marketing gastronômico. Enquanto Laís organiza divulgação e vendas, Dona Euriza garante o tempero e a qualidade. O segredo, segundo ela, é “fazer tudo com delicadeza, selar bem as verduras e degustar sempre a comida”.

“Ela funciona como um e-commerce 24 horas. Mesmo quando não estamos atendendo, o cliente pode agendar as marmitas da semana inteira. Isso facilitou a compra e ajudou a organizar métricas e processos”, explica Laís.

Atualmente, as refeições são vendidas em média a R$ 25 cada. Os combos também se tornaram uma estratégia importante para fidelizar clientes e incentivar hábitos alimentares saudáveis.

Agora, mãe e filha sonham ainda mais alto: ter uma fábrica de três andares, pontos de distribuição em outras cidades e ampliar a produção. Mas, até lá, seguem investindo em aprendizado e constância.

Conhecer bem o produto e o público – entender qual problema seu negócio resolve.Precificação correta – calcular custos, insumos e margem de lucro para garantir renda.Divulgação – colocar o produto para aparecer, oferecer amostras e ouvir os clientes.

“Ainda bem que é com a minha mãe”, resume Laís sobre a parceria que transformou a cozinha de família em uma empresa de sucesso.

Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês — Foto: Dona Razão/ Divulgação

📍 Rua Colômbia, 30 – Bairro Fabrício, Uberaba/MG – CEP: 38067-090📞 Telefone: (34) 99653-2972🌐 Site: donarazao.com.br✉️ E-mail: donarazaouberaba@gmail.com📘 Facebook: Dona Razão📱 Instagram: @donarazaouberaba

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Você sabia que a Barbie nasceu de uma boneca erótica alemã?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo Você sabia que a Barbie nasceu de uma boneca erótica alemã? Há 70 anos, um cartunista alemão criava a personagem Lilli. Depois, uma empresária transformou a personagem das fantasias sexuais dos homens em Barbie, que ficou famosa em todo o mundo. Por Deutsche Welle

A personagem era uma secretária "atrevida" que se vestia de forma provocante e tinha um senso de humor ácido.

Em 1953, o Bild lançou uma boneca de plástico representando Lilli, que se tornou um presente popular entre os homens.

A personagem Lilli, que aparecia em histórias em quadrinhos de antigamente no jornal alemão Bild, inspirou a criação da Barbie — Foto: Patrick Othoniel/JDD/Abaca/picture alliance

As frases da personagem Lilli de uma história em quadrinhos de antigamente do jornal alemão Bild até parecem ter saído de um script de um filme erótico.

Em um dos quadrinhos, a personagem fala de um caminhoneiro que "lhe deu uma mãozinha" quando o carro dela quebrou e que as mãos cheias de óleo do homem deixaram marcas em seu vestido.

Em um outro quadrinho, Lilli zomba de um policial na praia, onde biquínis são proibidos, com a pergunta: "que parte eu devo tirar?".

Quem diria que essa personagem sexualizada, com seus seios fartos e lábios sensuais, chegaria um dia a fazer parte da vida de milhões de meninas? Certamente não o seu criador Reinhard Beuthien, que desenhou Lilli em 40 minutos como personagem de quadrinhos para a primeira edição do Bild em 1952.

A ideia, na época, era apenas preencher um espaço vazio que havia no jornal. Anos mais tarde, a Lilli do Bild se tornaria a Barbie, provavelmente a boneca mais famosa do mundo até hoje.

Segundo a empresa que publica o tabloide mais vendido na Alemanha, a Axel Springer, Lilli era uma "secretária atrevida". Mas há quem diga que a personagem estava mais para uma prostituta de luxo.

Funcionária ou garota de programa, uma coisa é certa: Lilli não foi concebida para ser um brinquedo infantil. Com suas curvas e quase nua, seu cabeço loiro preso no alto da cabeça e seu salto alto, Lilli parecia ter saído de um poster daqueles que se via nas paredes das oficinas de carros na década de 1990, exibindo fotos de mulheres.

Atualmente, podemos dizer que a figura se encaixava no olhar masculino daquele tempo. Tratava-se de uma personagem representada como objeto de desejo, reduzida ao seu corpo, totalmente de acordo com as necessidades de seus criadores e espectadores masculinos. Mesmo assim, o jornal alemão ainda a descreve com as palavras "ousada, sexy, independente".

A empresária e criadora da Barbie, Ruth Handler, recebe um beijo da atriz Kristi Cooke — Foto: Robert Clark/AP/picture alliance

Lilli se tornou tão popular entre os leitores – em sua maioria homens – do jornal sensacionalista que o Bild chegou a criou uma boneca de plástico representando Lilli, em 1953.

Segundo a imprensa, na época era um presente muito popular entre os homens, principalmente nas despedidas de solteiro. Lilli era vendida em bares e bancas de jornais e revistas.

Entre 1955 e 1964, o Bild lançou cerca de 130 mil bonecas Lilli no mercado. Desta vez, acompanhadas de roupas e acessórios para que pudesse atingir também o público feminino. Em pouco tempo, a boneca se tornou um sucesso de vendas. Até em outros países.

Talvez, nos dias de hoje, Lilli ainda apareceria seminua nas páginas do jornal alemão, se não fosse Ruth Handler mudar o rumo desta história. A cofundadora da empresa de brinquedos Mattel descobriu Lilli por acaso, em 1956, em uma vitrine, durante férias em Lucerna, na Suíça.

Ruth e sua filha Barbara ficaram tão encantadas com a boneca que a empresária enviou várias delas para Los Angeles e comprou os direitos de fabricação do "brinquedo".

Em 1959, a Barbie foi lançada no mercado. Ela recebeu o nome de Barbie em homenagem à filha de Ruth que se chama Barbara. O rosto da boneca continuava sendo o da Lilli. Desde então, mais de um bilhão de unidades foram vendidas.

À direita, a boneca alemã Lilli. À esquerda, a primeira Barbie, criada em 1959. — Foto: Reprodução

Hoje, a boneca é muito mais que um brinquedo. Ela inflama debates, seja sobre empoderamento ou obsessão pela beleza.

A Mattel foi moldando sua estratégia de marketing ao espírito da época. Só tem uma coisa que a Barbie até hoje ainda não conseguiu: envelhecer. Independente da cor da pele, a Barbie é "eternamente jovem".

Mas, então, o que aconteceu com a Lilli das histórias em quadrinhos de antigamente do tabloide alemão? A secretária "ousada e independente" se casou com seu namorado Peter em 1961 e desapareceu completamente de cena.

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De hobby a carreira: conheça o confeiteiro por trás do bolo mais comentado de ‘Vale Tudo’

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De hobby a carreira: conheça o confeiteiro por trás do bolo mais comentado de 'Vale Tudo' Antônio Maciel começou fazendo bolos para as filhas e hoje atende artistas e grandes produções da TV. Conheça a trajetória empreendedora por trás do bolo de “Vale Tudo”. Por Pegn

O bolo do casamento de Maria de Fátima, no remake de "Vale Tudo", se tornou símbolo de luxo e ostentação da trama.

Por trás dessa obra de arte, está o confeiteiro Antonio Maciel, de Niterói (RJ), que conquistou espaço no mercado de festas de alto padrão.

Os bolos assinados por Maciel custam entre R$ 4 mil e R$ 7 mil. Para chegar a esse patamar, o empresário investiu cerca de R$ 300 mil no negócio.

O casamento mais comentado das últimas semanas não aconteceu na vida real, mas parou o país como se fosse. Na cena do remake de "Vale Tudo", a entrada triunfal de Maria de Fátima gerou debates nas redes sociais. Porém, um detalhe específico uniu todos os olhares: o bolo.

Escultural e exuberante, o doce se tornou símbolo de luxo e ostentação da trama. E, por trás dessa obra de arte, está o confeiteiro Antonio Maciel, de Niterói (RJ), que conquistou espaço no mercado de festas de alto padrão.

Os bolos assinados por Maciel custam entre R$ 4 mil e R$ 7 mil. Para chegar a esse patamar, o empresário investiu cerca de R$ 300 mil no negócio.

Conheça a trajetória de Antônio Maciel, empreendedora por trás do bolo de “Vale Tudo”. — Foto: Reprodução/Tv Globo

Ele começou por acaso, preparando bolos para as filhas. Os elogios e pedidos de amigos não pararam de chegar. Pouco tempo depois, Maciel passou a cobrar, estruturou a empresa e buscou capacitação — inclusive no exterior.

O trabalho de Antonio já apareceu em outros programas da TV Globo, como atrações comandadas por Luciano Huck e eventos corporativos da emissora. A clientela também inclui artistas e empresas renomadas.

Para quem quer empreender no segmento, ele recomenda participar de feiras, acompanhar tendências e investir em aperfeiçoamento constante.

“O diferencial está nos detalhes: técnicas, flores, brilhos e proporção. É isso que dá imponência e transforma um bolo em uma experiência visual e gastronômica”, afirma.

O confeiteiro segue celebrando a repercussão do bolo de Vale Tudo e espera adoçar muitas outras histórias — na ficção e na vida real.

Conheça a trajetória de Antônio Maciel, empreendedora por trás do bolo de “Vale Tudo”. — Foto: Reprodução/Tv Globo

📍 Rua Murilo Portugal 36 – Casa 01 – São Francisco – Niterói/RJ – CEP: 24.360-410📞 Telefone: (21) 99772-7676✉️ E-mail: contato@antoniomacielcakes.com.br🌐 Site: www.antoniomacielcakes.com.br📱 Instagram: https://www.instagram.com/antoniomaciel.cakes

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‘Rainha da maçã do amor’: como empreendedora transformou doces em negócio de R$ 10 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios 'Rainha da maçã do amor': como empreendedora transformou doces em negócio de R$ 10 mil por mês Tradicional nas festas juninas, a maçã do amor ganhou versões coloridas, acabamento perfeito e se tornou protagonista em eventos de Araraquara (SP). Por Pegn

Em Araraquara, no interior de São Paulo, a confeiteira encontrou na simplicidade da maçã uma receita de sucesso.

Especialista no preparo da tradicional maçã do amor, ela se tornou referência em festas e eventos da cidade, faturando cerca de R$ 10 mil por mês.

A história começou de forma inesperada. Prestes a se casar, buscava uma fonte extra de renda para custear a festa e decidiu vender doces.

O sucesso maior veio com a maçã do amor. Insatisfeita com as versões tradicionais, ela se juntou a um grupo de confeiteiras em busca do “caramelo perfeito”.

Em Araraquara, no interior de São Paulo, a confeiteira encontrou na simplicidade da maçã uma receita de sucesso.

Especialista no preparo da tradicional maçã do amor – agora com cores e acabamentos personalizados –, ela se tornou referência em festas e eventos da cidade, faturando cerca de R$ 10 mil por mês.

A história começou de forma inesperada. Prestes a se casar, buscava uma fonte extra de renda para custear a festa e decidiu vender doces.

“Me encantei com o suspiro, fui na internet, peguei uma receita e executei. Não casei, mas ganhei uma nova profissão”, lembra. O doce leve e de baixo custo foi o impulso para mergulhar no empreendedorismo, levando-a a fazer cursos e investir R$ 10 mil no negócio.

O sucesso maior, no entanto, veio com a maçã do amor. Insatisfeita com as versões tradicionais, ela se juntou a um grupo de confeiteiras de várias partes do Brasil em busca do “caramelo perfeito” – aquele que não derrete e mantém o brilho por mais de 24 horas.

Confeiteira fatura R$ 10 mil por mês com receita especial de maçã do amor — Foto: Reprodução/Tv Globo

Após muita pesquisa e testes, a receita ideal foi alcançada. Hoje, oferece maçãs personalizadas nas cores que o cliente quiser, e seu nome virou sinônimo do doce na cidade.

Para impulsionar as vendas, aposta nas redes sociais e parcerias com influenciadores locais. Também surfa em novas tendências, como o “morango do amor”, que rendeu vídeos com mais de meio milhão de curtidas.

Além da produção, aprendeu a precificar de forma estratégica, levando em conta todos os custos e insumos para garantir lucro.

O próximo passo é conquistar seu próprio ateliê, ampliar a produção e oferecer cursos para outras mulheres que desejam independência financeira.

“Eu busco muito. Parece que o que eu tenho ainda não é suficiente. Quero mais”, diz a confeiteira, que há quase uma década transforma açúcar, cor e criatividade em inspiração – e em um negócio cada vez mais doce.

Confeiteira fatura R$ 10 mil por mês com receita especial de maçã do amor — Foto: Reprodução/Tv Globo

📍 Rua Francisco Nobile, 21 – Parque Res. Vale do Sol, Araraquara/SP – CEP: 14804-127📞 (16) 98201-8266✉️ docesararaquara7@gmail.com📘 Facebook📸 Instagram

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MEI, Microempresa, EPP ou Nanoempreendedor? Entenda regras para cada tipo de negócio

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEI, Microempresa, EPP ou Nanoempreendedor? Entenda regras para cada tipo de negócio A tramitação de um projeto de lei para ampliar o faturamento dos MEIs e a criação de um novo grupo de negócios têm gerado confusão sobre métodos de formalização. O g1 explica as regras para cada tipo de formalização. Por Redação g1 — São Paulo

Nanoempreendedores são uma nova categoria de empreendimentos, prevista na Reforma Tributária sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Nanoempreendedores faturam até R$ 40,5 mil por ano; MEIs até R$ 81 mil; MEs entre R$ 81 mil e R$ 360 mil; EPPs entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

MEIs podem ter até 1 funcionário; MEs até 9 no comércio/serviços e até 19 na indústria; EPPs entre 10 e 99 funcionários.

Nanoempreendedores são isentos do IVA dual, mas podem pagar contribuições previdenciárias e impostos sobre propriedade.

MEIs pagam uma taxa mensal conforme a atividade; MEs e EPPs pagam impostos pelo Simples Nacional ou outros regimes tributários.

A tramitação de um projeto de lei, que visa ampliar o faturamento anual dos Microempreendedores Individuais (MEIs), e a criação de uma nova categoria de empreendedores, isentos de alguns impostos previstos na reforma tributária, têm gerado ainda mais dúvidas entre aqueles que desejam formalizar seu próprio negócio.

Afinal, no Brasil há diversos enquadramentos empresariais. Além de MEIs, Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP), mais recentemente surgiu a figura dos nanoempreendedores.

Cada uma dessas categorias possui características únicas, como limite de faturamento, número de funcionários e impostos a serem pagos.

Para ajudar a entender as regras e os benefícios desses quatro tipos de formalização de pequenos negócios, o g1 conversou com especialistas em direito empresarial.

NanoempreendedoresMicroempreendedores Individuais (MEIs)Microempresas (ME)Empresas de Pequeno Porte (EPP)

Os nanoempreendedores são uma nova categoria, prevista na reforma tributária sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Esse grupo será formado por pessoas físicas que operam em pequena escala e possuem uma receita bruta anual inferior a R$ 40,5 mil (metade do limite dos MEIs).

🧑‍🌾 Trabalhadores informais, como vendedores ambulantes, jardineiros, cozinheiros, artesãos e agricultores familiares, são alguns exemplos que se enquadram nessa categoria. Profissionais autônomos em setores informais, como mototaxistas, também podem ser incluídos.

Os empreendedores enquadrados nesse grupo não pagarão o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual criado pela reforma tributária, que substitui o ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI.

A ideia é evitar que pequenos empreendedores sejam sobrecarregados com impostos, mantendo-os na formalidade, explica o advogado Carlos Schenato. A isenção não significa que eles não pagarão nenhum imposto a partir de 2026. Contribuições previdenciárias e impostos sobre propriedade ainda podem ser cobrados.

O regime dos nanoempreendedores promete ser mais simplificado, com menos burocracia e foco na autodeclaração. Não será exigida a emissão de notas fiscais em todas as transações, reduzindo custos administrativos, afirma o advogado Leonardo Roesler.

Outra diferença é que o nanoempreendedor não precisa registrar uma personalidade jurídica, e pode atuar como pessoa física. O MEI e outras modalidades, como Empresário Individual (EI), exigem a obtenção de um CNPJ.

🔎 Como o governo vai qualificar os nanoempreendedores? O controle será feito por sistemas integrados de cadastramento e monitoramento do faturamento anual. O governo deve usar plataformas digitais específicas ou otimizar o sistema do MEI.

Os Microempreendedores Individuais (MEIs) têm limite de receita bruta anual maior, chegando a R$ 81 mil. Mas eles também fazem parte do regime do Simples Nacional, que unifica diversos impostos.

O MEI é ideal para quem deseja iniciar um negócio e sair da informalidade. Ao se cadastrar, a empresa obtém um CNPJ, além de adquirir obrigações e direitos de uma pessoa jurídica.

Para se tornar MEI, o empreendedor não pode ter participação em outra empresa e pode empregar, no máximo, um funcionário. A adesão não impede que a pessoa tenha um emprego formal simultaneamente.

Primeiro, é necessário obter uma senha de acesso ao gov.br, portal de serviços do governo federal. Quem não tem a senha deve clicar em "Fazer Cadastro". Depois, com a senha em mãos, acessar o Portal do Empreendedor, consultar se a atividade exercida é permitida ao MEI, clicando em "Quem pode ser MEI?". Se a atividade for permitida, clicar em "Quero ser MEI" e depois em "Formalize-se". Por fim, preencher o cadastro online.

Embora a formalização seja gratuita, os MEIs precisam pagar uma taxa mensal, recolhida pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que varia conforme a atividade exercida. As contribuições mensais foram reajustadas em fevereiro.

R$ 75,90 para o MEI em geral (5% do salário mínimo),R$ 182,16 para o MEI caminhoneiro (12% do salário mínimo).

Os MEIs que atuam no comércio e na indústria pagam R$ 1 a mais referente ao ICMS, enquanto os ligados a serviços pagam R$ 5 a mais, referentes ao ISS.

⚠️ ATENÇÃO: O DAS inclui a contribuição previdenciária e os impostos devidos pelos MEIs. O valor total do documento tem acréscimo de R$ 1 para atividades sujeitas ao ICMS (comércio e indústria) e de R$ 5 para atividades sujeitas ao ISSQN (prestação de serviços).

Estar formalizado como MEI traz diversas vantagens, começando pelo baixo custo mensal. O empresário fica isento dos tributos federais, como imposto de renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL, tendo como única despesa o pagamento mensal do DAS.

Além disso, o MEI se torna segurado da Previdência Social, garantindo direitos como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, auxílio-maternidade e pensão por morte para a família.

Outra vantagem é a facilidade para o negócio, pois o MEI ganha maior credibilidade com os clientes, acesso a descontos na compra de produtos e matéria-prima, e a possibilidade de ter uma maquininha de cartão de crédito.

A formalização também melhora a relação com os bancos, permitindo ao MEI abrir conta bancária e ter acesso a crédito com juros mais baixos, graças ao CNPJ.

A Microempresa (ME) é destinada a negócios com faturamento anual entre R$ 81 mil e R$ 360 mil. A ME possui uma estrutura mais flexível que o MEI, permitindo uma maior diversidade de atividades comerciais.

As microempresas podem optar por três regimes de pagamento de impostos: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. O Simples Nacional costuma ser mais vantajoso para muitas MEs, pois simplifica o pagamento de diversos impostos de uma só vez.

Além disso, as MEs podem contratar mais funcionários. Empresas de comércio e serviços podem ter até nove empregados, enquanto as do setor industrial podem ter até 19 funcionários.

As MEs podem ser constituídas como Sociedade Empresária Limitada (Ltda.), Sociedade Simples, Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) ou Empresário Individual (EI). Nas duas primeiras, é possível ter sócios no negócio.

Para abrir uma microempresa, é necessário definir o tipo jurídico e realizar uma consulta de viabilidade para verificar a disponibilidade do nome escolhido. O registro é feito na Junta Comercial do estado, com a apresentação de documentos como contrato social e cópias dos documentos dos sócios.

A Empresa de Pequeno Porte (EPP) é aquela com faturamento bruto anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Elas são incluídas no Simples Nacional, um regime tributário que favorece a atividade da companhia.

As EPPs têm uma limitação no número de funcionários, variando de 10 a 99, dependendo do setor. As EPPs do setor de exportação têm direito a um faturamento anual superior ao limite das demais, até R$ 4,8 milhões.

Para se tornar uma EPP, é indispensável contratar um contador para realizar o processo de legalização.

É necessário definir a natureza jurídica da empresa, escolher um nome exclusivo, indicar as áreas de atuação conforme o CNAE, verificar restrições para a instalação do empreendimento, elaborar o Contrato Social, registrar a empresa na Junta Comercial, realizar a inscrição municipal e estadual, e efetuar a Conectividade Social no site da Caixa Econômica Federal.

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De hacker mirim a bilionário: como o único não-herdeiro entre os 10 jovens mais ricos do Brasil fez fortuna

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo De hacker mirim a bilionário: como o único não-herdeiro entre os 10 jovens mais ricos do Brasil fez fortuna Pedro Franceschi é o 8º brasileiro mais rico abaixo dos 30 anos, e começou desbloqueando iPhones ainda criança. Hoje, lidera a fintech Brex, avaliada em US$ 3,4 bilhões pela Forbes USA. Por Redação g1, Rafaela Zem — São Paulo

Cofundador e CEO da Brex, plataforma de gestão de gastos corporativos com base em inteligência artificial, Franceschi lidera uma empresa que atende mais de 30 mil companhias no mundo.

A virada financeira ocorreu em janeiro de 2022, quando a Brex foi avaliada em US$ 12,3 bilhões, colocando Franceschi oficialmente no grupo dos bilionários.

A trajetória de Franceschi, no entanto, começou muito antes, marcada por sinais de genialidade precoce.

Pedro Franceschi é o único da lista que construiu o patrimônio a partir do próprio trabalho. — Foto: Redes sociais/ Reprodução

Aos 28 anos, Pedro Franceschi aparece entre os mais jovens bilionários do Brasil. Ele ocupa a 8ª posição no ranking divulgado pela revista Forbes nesta quinta-feira (28), que revela um padrão: entre os 10 jovens mais ricos do país, nove herdaram suas fortunas.

A exceção é Franceschi, único da lista que construiu o patrimônio de R$ 3,3 bilhões a partir do próprio trabalho — chamado de bilionário "self-made".

Cofundador e CEO da Brex, plataforma de gestão de gastos corporativos com base em inteligência artificial, Franceschi lidera uma empresa que atende mais de 30 mil companhias no mundo.

Fundada em 2017 no Vale do Silício, a Brex oferece soluções que vão de cartões corporativos a softwares para gestão de viagens e despesas.

A virada financeira ocorreu em janeiro de 2022, quando a Brex foi avaliada em US$ 12,3 bilhões, colocando Franceschi oficialmente no grupo dos bilionários. Hoje, segundo a Forbes USA, a empresa vale US$ 3,4 bilhões.

A trajetória de Franceschi, no entanto, começou muito antes, marcada por sinais de genialidade precoce.

Nascido e criado no Brasil, Franceschi teve contato com computadores aos 6 anos. Aos 8, já programava. Três anos depois, desbloqueava iPhones com tanta habilidade que passou a cobrar pelo serviço — com o dinheiro, comprou o próprio celular.

Na adolescência, criou ferramentas como o Quick2gPwner e o QuickOib, que facilitaram o jailbreak de iPods e a instalação do iPhone Linux. Aos 13 anos, lotou o Planetário do Rio de Janeiro no TEDxSudeste, onde foi apresentado como jovem programador promissor e respeitado “ex-hacker”.

Aos 15, voltou a chamar atenção ao fazer a Siri, assistente de voz do iPhone 4S, funcionar em português antes mesmo de a Apple lançar suporte oficial ao idioma. Questionado sobre o futuro, dizia que se via “trabalhando em uma grande empresa como a Apple”.

Hoje, lidera a própria empresa. A parceria com Henrique Dubugras, seu sócio na Brex, começou em 2012, após uma discussão no Twitter sobre editores de texto para programação.

“A gente viu que não dava para brigar em 140 caracteres, então foi pro Skype. Depois viu que não conseguíamos mais brigar e viramos amigos”, contou Franceschi em entrevista ao g1, em 2014.

Da amizade nasceu a sociedade: juntos criaram a Pagar.me, startup de pagamentos online que simplificava a intermediação entre lojas virtuais, bandeiras de cartão e bancos, com sistema antifraude integrado.

Na mesma época, ambos foram aprovados em Stanford, mas adiaram o sonho acadêmico para focar na empresa. Anos depois, Franceschi retomou os estudos e concluiu a graduação em Ciência da Computação na universidade americana.

Em 2017, Franceschi e Dubugras fundaram a Brex no Vale do Silício. No ano seguinte, lançaram os primeiros produtos voltados a startups: um cartão corporativo e um programa de pontos. Desde então, a empresa se especializou em soluções financeiras para negócios em rápido crescimento.

Além da Brex, Franceschi atua em conselhos de grandes companhias. Desde abril de 2022, integra o board da Coupang, gigante sul-coreana do e-commerce. Entre 2021 e 2023, fez parte do conselho da Stone, empresa brasileira de tecnologia em pagamentos.

Com patrimônio estimado em R$ 3,3 bilhões, Franceschi vive atualmente em San Francisco, de onde lidera a Brex e segue criando soluções que conectam tecnologia e finanças em escala global.

Amelie Voigt TrejesPatrimônio: R$ 3,4 bilhõesIdade: 20 anosFonte de riqueza: WEGFilha de Cladis Voigt Trejes, herdou parte das ações da mãe na WEG e divide o patrimônio com os irmãos Pedro e Felipe.Lívia VoigtPatrimônio: R$ 6,6 bilhõesIdade: 20 anosFonte de riqueza: WEGNeta de Werner Ricardo Voigt, fundador da WEG. Já chegou a ser considerada a bilionária mais jovem do mundo em 2024.Felipe Voigt TrejesPatrimônio: R$ 3,6 bilhõesIdade: 23 anosFonte de riqueza: WEGIrmão de Amelie e Pedro Voigt Trejes.Pedro Voigt TrejesPatrimônio: R$ 3,6 bilhõesIdade: 23 anosFonte de riqueza: WEGTambém irmão de Felipe e Amelie Voigt Trejes.Helena Marina da Silva PetryPatrimônio: R$ 1,9 bilhãoIdade: 23 anosFonte de riqueza: WEGHerdeira de Eggon João da Silva, cofundador da WEG.Ana Flávia da Silva PetryPatrimônio: R$ 1,9 bilhãoIdade: 26 anosFonte de riqueza: WEGIrmã de Helena Petry.Dora Voigt de AssisPatrimônio: R$ 6,6 bilhõesIdade: 27 anosFonte de riqueza: WEGNeta de Werner Ricardo Voigt, fundador da companhia catarinense.Pedro FranceschiPatrimônio: R$ 3,3 bilhõesIdade: 28 anosFonte de riqueza: BrexFundador da fintech Brex, com sede em São Francisco (EUA). É o único do ranking que construiu sua fortuna fora da herança.Izabela Henriques FefferPatrimônio: R$ 2,3 bilhõesIdade: 28 anosFonte de riqueza: Grupo SuzanoBisneta de Leon Feffer, fundador da Suzano.Max Van Hoegaerden Herrmann TellesPatrimônio: R$ 29,3 bilhõesIdade: 29 anosFonte de riqueza: AB InBev / 3G CapitalFilho de Marcel Herrmann Telles, vive em Nova York.

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Defender o home office nas redes custou o emprego deles, mas posts justificam demissão?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Trabalho e Carreira Defender o home office nas redes custou o emprego deles, mas posts justificam demissão? Wanderley e Jenifer foram demitidos após criticarem o modelo presencial nas redes. O g1 ouviu especialistas para entender se empresas podem punir esse tipo de post e até onde vai o controle sobre o que funcionários publicam. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Wanderley e Jenifer foram desligados de suas empresas após publicarem desabafos sobre as dificuldades do modelo presencial. Mesmo sem citar os empregadores, seus posts foram interpretados como sinais de insatisfação e culminaram em demissões.

As empresas alegaram quebra de confiança e desalinhamento com a cultura organizacional, ainda que as postagens tenham sido feitas fora do horário de trabalho e sem conteúdo ofensivo.

Profissionais de RH afirmam que o problema está na ausência de canais abertos de comunicação. Sem espaço para conversar internamente, os funcionários recorrem às redes sociais, o que acaba gerando conflitos e, muitas vezes, demissões.

Empresas podem aplicar sanções, inclusive demissão por justa causa, quando postagens violam regras internas, expõem informações sigilosas ou comprometem a imagem institucional. No entanto, isso exige critérios claros e provas.

Especialistas destacam que, em casos de abuso ou perseguição, o trabalhador pode recorrer à Justiça e até pleitear indenizações por danos morais.

Era mais um dia de trem lotado e cansaço acumulado quando Wanderley Bueno, então coordenador de segurança da informação, decidiu registrar a cena e desabafar em seu status do WhatsApp:

"Ainda tem gente que defende o presencial. Enquanto eu estou aqui, passando por isso, muitos gerentes vão para casa dentro de suas SUVs, com ar-condicionado, tranquilos".

A frase, que poderia ser apenas uma queixa entre contatos pessoais, percorreu corredores invisíveis até chegar à diretoria. Em pouco tempo, Wanderley foi afastado de reuniões, perdeu espaço na liderança e, um mês e meio depois, acabou demitido.

Wanderley Bueno foi demitido da empresa após reclamar do modelo presencial em seu status do WhatsApp: — Foto: g1

Do outro lado da cidade de São Paulo, em um vagão igualmente apertado, Jenifer Matias vivia uma situação parecida.

Especialista em gestão de risco e compliance, ela ficou presa por quase 4h no metrô durante um incidente na linha. Sem ar-condicionado e com pessoas passando mal ao redor, pensou no quanto tudo aquilo poderia ser evitado com o trabalho remoto. E escreveu sobre isso no LinkedIn.

Segundo Jenifer, as postagens sempre foram respeitosas. Mesmo assim, chamaram a atenção da chefia. Primeiro vieram os alertas informais e, por fim, a demissão. A justificativa? Quebra de confiança e insatisfação com a empresa, mesmo sem nunca ter citado o nome da companhia nas postagens.

"Fui demitida por expressar uma opinião que todos partilhavam, inclusive a própria gerente", conta.

As histórias de Wanderley e Jenifer acontecem em meio à tendência de retorno ao modelo presencial e à redução das vagas com possibilidade de home office.

Como mostrou o g1 em reportagem publicada em fevereiro deste ano, há um movimento crescente de empresas que estão revendo suas políticas de trabalho remoto, reduzindo benefícios ou exigindo maior presença física dos funcionários nos escritórios.

O problema é que essa retomada ao presencial nem sempre leva em conta quem foi contratado no modelo remoto ou reorganizou a vida para isso.

Isso ajuda a explicar por que manifestações contrárias ao presencial têm se tornado cada vez mais frequentes nas redes. Acontece que, muitas vezes, elas são encaradas como sinais de desalinhamento cultural pelas empresas e usadas como justificativas para demissões.

Mas esses desligamentos vão além do debate sobre o trabalho remoto. Em um mundo cada vez mais conectado, é comum que as redes sociais se tornem espaço para desabafos sobre o cotidiano: o trabalho, o transporte, o cansaço, as angústias.

🤔 E é nesse contexto que surgem outras perguntas: até onde podemos usar as redes como um diário pessoal? As empresas têm o direito de controlar o que seus funcionários publicam fora do ambiente corporativo? É possível demitir alguém apenas por discordar de uma opinião?

➡️ A seguir, especialistas ajudam a esclarecer essas e outras questões, fundamentais para entender o que está em jogo quando o assunto é liberdade de expressão nas redes e relações de trabalho.

Wanderley conta que enfrentava jornadas de até 13 horas, era acionado fora do expediente e ainda precisava se deslocar diariamente entre Itaquera e o centro de São Paulo para trabalhar. Foi esse pacote de exaustão física e mental que, segundo ele, culminou no desabafo publicado no WhatsApp.

O que mais o decepcionou foi descobrir que a postagem havia sido repassada à chefia por um colega do mesmo nível hierárquico.

"Aprendi da pior forma que colegas não são amigos. (…) Me senti traído. Se fosse eu, chamaria o colega para um café e diria: ‘Apaga isso, vai te prejudicar'", desabafa.

Wanderley enxerga o episódio como um atentado à liberdade de expressão e afirma que isso mudou completamente a sua forma de se relacionar no mundo corporativo.

Desde a demissão, parou de adicionar colegas em perfis pessoais, evita compartilhar situações da vida privada e começou a revisar suas postagens com a ajuda de inteligência artificial.

Já Jenifer, explica que começou a se manifestar em defesa do home office após viver a experiência traumática durante o incidente na linha. O episódio reforçou sua preferência pelo trabalho remoto.

Na reunião de desligamento, ela afirma ter ouvido da gerente que os conteúdos estavam prejudicando a imagem da empresa.

Jenifer Matias passou a se manifestar em defesa do remoto após viver uma experiência traumática — Foto: g1

"Hoje, me pego pensando: será que preciso deixar de ser eu mesma para não perder um emprego?", questiona Jenifer.

O clima pós-saída também foi tenso. Segundo ela, colegas que curtiram sua mensagem de despedida teriam sido repreendidos e orientados a apagar os elogios. Jenifer recebeu mensagens privadas com pedidos de desculpas e relatos de medo de retaliação.

Atualmente desempregada, ela considera empreender na área de turismo, para criar um ambiente flexível. Ela também pretende entrar com uma ação trabalhista contra o antigo empregador.

"Vou entrar com uma ação. As empresas precisam entender que opinião não é difamação".

Especialistas em recursos humanos afirmam que, por trás desse tipo de desligamento, existe uma preocupação crescente com a imagem institucional, tanto diante do mercado quanto entre o próprio quadro de funcionários.

Para Leyla Nascimento, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), esse é um problema que começa com uma falha básica: a falta de diálogo dentro das empresas.

Muitas vezes, profissionais desejam mais flexibilidade, como trabalhar de casa, mas não encontram abertura para conversar com suas lideranças. Sem esse espaço, o desabafo acaba migrando para as redes sociais — e é aí que os conflitos costumam explodir, explica.

Leyla ressalta que demitir alguém por uma postagem deveria ser a última medida, e não a primeira. Isso porque o desligamento impacta não apenas o profissional, mas também o clima do time e a reputação construída pela marca.

"Se a demissão não for bem pensada, o funcionário sai com uma experiência ruim e isso pode prejudicar a imagem da empresa no mercado, como marca empregadora", diz Leyla.

Para a diretora da ABRH, postagens criticando o modelo presencial podem ser interpretadas como um sinal de insatisfação, mas deveriam servir como alerta.

"Ao invés de punir, a empresa poderia usar esse sinal como uma chance de ouvir melhor seus colaboradores e melhorar o ambiente de trabalho", conclui Leyla.

Outro ponto citado por especialistas é que muitas companhias ainda não têm diretrizes claras sobre o uso de redes sociais.

Depende. De acordo com a advogada Elisa Alonso, tudo depende do teor da postagem e do impacto que ela pode gerar na imagem da empresa.

"Se a postagem prejudicar a reputação da organização, violar regras internas ou expor informações sigilosas, o empregador pode aplicar sanções que vão desde advertências até a demissão por justa causa", explica Elisa.

Também entram nessa lista postagens que revelem informações estratégicas, como projetos confidenciais ou dados de clientes, o que pode configurar quebra de confidencialidade e justificar a rescisão do contrato.

Além disso, conteúdos considerados discriminatórios ou incompatíveis com os valores da empresa podem gerar punições.

Essas regras valem mesmo quando a postagem é feita fora do horário de trabalho, principalmente quando o profissional é facilmente identificado como funcionário da empresa.

Casos de assédio virtual contra colegas, como mensagens ofensivas ou o vazamento de conversas privadas, também podem resultar em demissão, já que impactam diretamente o clima organizacional e a cultura da empresa.

Nos casos de Wanderley e Jenifer, as demissões foram sem justa causa. Isso significa que a empresa teve que pagar todos os direitos trabalhistas, como aviso prévio, multa do FGTS e demais verbas rescisórias.

Segundo o advogado trabalhista Affonso Garcia Moreira Neto, essa é uma escolha mais segura para evitar conflito, já que não exige comprovação de dano à imagem ou quebra de regras internas.

A demissão por justa causa é considerada a punição mais severa e só pode ser aplicada em casos de falta grave.

Nesses casos, a empresa precisa agir rapidamente após tomar conhecimento do fato e apresentar provas concretas. Caso contrário, o juiz pode entender que a punição foi exagerada e reverter a justa causa.

Mesmo em demissões sem justa causa, o trabalhador pode recorrer à Justiça se sentir que foi perseguido ou que houve abuso por parte da empresa.

"É possível pedir indenização por danos morais, desde que se comprove ofensa à dignidade ou perseguição", orienta Affonso Neto.

O advogado destaca que já existem decisões judiciais reconhecendo esse tipo de dano, inclusive em situações envolvendo postagens nas redes sociais.

Um dos casos mais recentes envolveu uma mulher que recebeu R$ 30 mil de indenização após ser demitida por publicar críticas às ações de Israel na Cisjordânia. A decisão foi tomada pela 15ª Vara do Trabalho de São Paulo.

Apesar disso, Affonso pondera: a liberdade de expressão é um direito garantido pela Constituição, mas não é absoluta.

Isso significa que o funcionário pode se manifestar, mas precisa ter responsabilidade sobre o que publica. E que, se a postagem for respeitosa e não causar prejuízo direto à empresa, dificilmente será considerada motivo para justa causa.

Podem. Segundo a advogada Adriana Faria, a empresa tem o direito de proibir ou restringir publicações dos seus funcionários nas redes sociais.

No entanto, essa proibição precisa estar prevista no contrato de trabalho ou em uma política interna clara. E não pode ser genérica ou abusiva. É necessário justificar a regra com motivos razoáveis, como a proteção de informações confidenciais ou da imagem institucional.

"O RH deve desenvolver políticas claras e objetivas sobre o uso das redes sociais pelos funcionários, definindo o que pode ou não ser compartilhado e quais são as consequências em caso de descumprimento", conclui Adriana.

A disputa pelo "melhor modelo de trabalho" está longe de terminar e vem ganhando força à medida que mais empresas abandonam o home office e retomam o expediente presencial.

Essa é a realidade de empresas que decidiram proibir ou reduzir drasticamente os dias de teletrabalho, como a Amazon e a Dell.

Esse declínio é visto em números. Um levantamento da consultoria imobiliária JLL mostra que a taxa de vacância de imóveis comerciais (de unidades disponíveis para locação) diminuiu, voltando a patamares ainda menores que o momento pré-pandemia.

O "êxodo remoto" também é notado em sites de recrutamento, como a Gupy. A empresa registra cada vez menos oportunidades de trabalho remoto, enquanto as vagas presenciais ou híbridas aumentam.

A insegurança quanto à produtividade é o principal razão para esse fenômeno, apontam registros da ABRH.

Uma pesquisa da Mercer Brasil com 365 profissionais de RH revela as principais dificuldades no modelo remoto:

🤷 76% citam ter insegurança sobre a produtividade no sistema remoto;💻 66% mencionam excesso de reuniões.👀 51% têm dificuldade em acompanhar iniciantes.👨‍💼 61% apontam a liderança como um desafio.🏢 52% consideram a cultura organizacional um impeditivo.

Multidão de passageiros se aglomera na Estação da Luz da CPTM, na região central de São Paulo, após os transtornos causados pelo temporal que atingiu a cidade na tarde desta sexta-feira, 24. A CPTM registrou interrupção da circulação de trens em trechos de diversas linhas em razão dos alagamentos provocados pela chuva — Foto: ROBERTO SUNGI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Apesar disso, especialistas ressaltam que os problemas têm origem em falhas internas das empresas, como:

⚠️ Planejamento deficiente por parte da liderança⌚ Falta de maturidade dos colaboradores para gerir tempo e tarefas🙋‍♀️️ Perfis de negócios que dependem de colaboração constante entre equipes

Para muitos profissionais, o retorno ao presencial é inviável — seja pelo tempo de deslocamento, segurança, rotina familiar ou qualidade de vida.

O home office, por outro lado, oferece autonomia, redução de custos e mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Por isso, muitos preferem pedir demissão a abrir mão desse modelo.

Com o mercado aquecido, a mobilidade profissional aumentou. Em 2024, cerca de 8,5 milhões de brasileiros pediram demissão voluntária. Entre eles, 53 mil foram ouvidos pelo Ministério do Trabalho. Segundo os dados:

❌ 15,7% deixaram o emprego por falta de flexibilidade🚌 21,7% por dificuldade de locomoção🍼 9,1% pela necessidade de cuidar da família

E além da mobilidade urbana, há outros fatores que tornam o trabalho presencial menos atrativo: medo de assaltos, importunação sexual e falta de tempo para estudos ou cuidados com a saúde foram motivos citados por trabalhadores entrevistados pelo g1.

Em 2024, cerca de 8,5 milhões de brasileiros pediram demissão voluntária — Foto: Freepik/ Reprodução

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Casas redondas, ecológicas e a partir de R$ 60 mil: você sabe o que é um domo?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casas redondas, ecológicas e a partir de R$ 60 mil: você sabe o que é um domo? Um casal de Belém apostou na construção de domos com materiais sustentáveis e transformou a ideia em um negócio de hospedagem que cresce com a demanda da COP 30. Por Pegn

Domos geodésicos são construções sustentáveis em formato de cúpula, feitas com materiais reciclados.

Em Belém (PA), a arquiteta Tuane Costa e o administrador Thales Barca criaram uma empresa especializada em construções modulares.

Os domos fabricados por eles custam a partir de R$ 60 mil e possuem acabamento ecológico e automação.

Com a proximidade da COP 30, conferência da ONU sobre clima que acontecerá na cidade em novembro, a demanda disparou.

🌠Imagine viver ou se hospedar em uma casa redonda, com paredes feitas de materiais reciclados, vista para o céu e estrutura pensada para se integrar à natureza 🌳. Esse é o conceito dos domos geodésicos, construções sustentáveis que estão ganhando espaço no Brasil.

Em Belém (PA), esse tipo de moradia virou negócio nas mãos da arquiteta Tuane Costa e do administrador Thales Barca. Os dois criaram uma empresa especializada em construções modulares.

Os domos fabricados por eles custam a partir de R$ 60 mil e possuem acabamento ecológico e automação. Com a proximidade da COP 30, conferência da ONU sobre clima que acontecerá na cidade em novembro, a demanda disparou.

📎 O domo geodésico é uma construção em formato de cúpula, formada por vários triângulos que se encaixam de maneira precisa. A estrutura lembra um iglu, mas com toques de inovação tecnológica e design sustentável.

Feitos com madeira, plástico reciclado e outros materiais reaproveitados, os domos têm isolamento acústico e térmico e aproveitam recursos locais, como o uso de ladrilhos com temas regionais e móveis feitos com madeira de manejo florestal.

Nas paredes, é possível ver resíduos de açaí prensados, plásticos reciclados com textura lunar e outros materiais reaproveitados.

Além da forma inusitada, o domo é pensado para ser funcional. A parte elétrica e hidráulica já sai pronta da fábrica.

A montagem é rápida, e o interior, aconchegante. Há modelos com isolamento acústico, comando de voz e até fechadura digital.

Com a visibilidade trazida pela COP 30, os Tuane e Thales querem levar seus domos para outras partes do Brasil.

"Quando se está determinado dentro de um projeto, o céu acaba sendo o limite. Colocar energia naquilo que a gente acredita. Não é nada à toa. Não aconteceu em dois anos. É um processo que vem lá de traz e que a gente está começando a colher, mas a gente vai muito longe".

Parede de vidro permite observar o céu de dentro do domo, que conta com isolamento térmico e acústico — Foto: Amazônia Domos

Banheiro tem ladrilhos com estampas regionais, criados por artesãos locais — Foto: Amazônia Domos

📍 Av. Municipalidade, 985 – Umarizal, Belém/PA – CEP: 66050-350📞 Telefone: (91) 98149-2136✉️ E-mail: contato@amazoniadomos.com.br🌐 Site: amazoniadomos.com.br📱 Instagram: @amazoniadomoseciaof

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