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Brasil amplia licença-paternidade, supera os EUA, mas segue longe de países referência; compare

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 04:45

Trabalho e Carreira Brasil amplia licença-paternidade, supera os EUA, mas segue longe de países referência; compare Depois de mais de uma década de debate, nova lei amplia a licença-paternidade de 5 para até 20 dias até 2029, inclui mais trabalhadores e coloca o Brasil em posição intermediária no cenário global. Por Redação g1 — São Paulo

A ampliação da licença‑paternidade no Brasil, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (31), representa um avanço aguardado há décadas.

Depois de mais de dez anos de debate no Congresso, os pais brasileiros finalmente vão ganhar mais tempo para acompanhar os primeiros dias de vida dos filhos, ainda que esse tempo continue bem menor do que o oferecido em países considerados referência.

Até agora, a licença‑paternidade no Brasil era de apenas cinco dias corridos. Com a nova lei, esse período vai aumentar de forma gradual: passa para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e chega a 20 dias em 2029.

Com isso, o Brasil deixa de ocupar o grupo dos países com regras mais restritivas e passa a figurar em uma posição intermediária no cenário internacional. Supera países como México e também fica à frente dos Estados Unidos.

A ampliação da licença‑paternidade no Brasil, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na terça-feira (31), representa um avanço aguardado há décadas.

Depois de mais de 10 anos de debate no Congresso, os pais brasileiros finalmente vão ganhar mais tempo para acompanhar os primeiros dias de vida dos filhos — ainda que esse tempo continue bem menor do que o oferecido em países considerados referência no tema.

Até agora, a licença‑paternidade no Brasil era de apenas cinco dias corridos. Com a nova lei, esse período vai aumentar de forma gradual: passa para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e chega a 20 dias em 2029. O benefício vale para casos de nascimento, adoção ou guarda de crianças e adolescentes.

Com isso, o Brasil deixa de ocupar o grupo dos países com regras mais restritivas e passa a figurar em uma posição intermediária no cenário internacional. Supera países como México e também fica à frente dos Estados Unidos, onde não existe uma licença parental remunerada garantida em nível nacional.

Ainda assim, o país permanece distante de modelos mais avançados, adotados principalmente no norte da Europa.

Um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que poucos países adotaram um modelo realmente igualitário de licença parental, garantindo o mesmo direito para pais e mães. É o caso de Suécia, Islândia, Austrália e Nova Zelândia.

Na Suécia, por exemplo, o cuidado com os filhos é tratado como responsabilidade conjunta desde o primeiro dia. O país garante 480 dias de licença parental por família, que podem ser divididos entre os responsáveis. Cada um tem direito a 240 dias, sendo que uma parte desse período é obrigatoriamente individual e não pode ser transferido.

📎 A remuneração não é integral durante todo o tempo, mas o volume de dias disponíveis é muito superior ao brasileiro.

Na Nova Zelândia, a lógica é parecida, mas com menos tempo. A licença parental remunerada pode chegar a seis meses e é concedida ao cuidador principal, que pode ser o pai ou a mãe, conforme decisão da família. O benefício pode ser transferido entre os parceiros, mas só um pode usar por vez.

➡️ Na União Europeia, existe uma regra mínima: todos os países devem garantir pelo menos duas semanas de licença‑paternidade. A partir daí, cada governo define seus próprios critérios.

A França oferece quatro semanas. A Holanda, seis. Em Portugal, os pais têm cinco semanas de licença‑paternidade, sendo quatro obrigatórias e totalmente remuneradas, além de incentivos para que o pai use parte da licença compartilhada, aumentando o tempo total de afastamento da família.

Um outro levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT), com base em dados de 2025, mostra o número de dias de licença-paternidade em cerca de 193 países. A liderança é da Eslováquia, com 197 dias, seguida pela Islândia, com 183, e pela Espanha, com 133 dias.

A maior parte dos países no topo do ranking é europeia. O Brasil, com cinco dias, ocupa a 80ª posição. Com os 20 dias previstos para 2029, o país passaria a figurar entre os 20 primeiros, igualando-se à Bélgica e superando o Uruguai, que conta com 17 dias.

Quando o Brasil é comparado aos Estados Unidos, o avanço fica ainda mais evidente. Apesar de ser a maior economia do mundo, o país não tem uma licença parental remunerada garantida por lei federal.

“Aqui nos Estados Unidos não existe licença, nem maternidade de direito. É tudo caso a caso, depende do contrato”, explicou o jornalista Guga Chacra, em comentário ao Estúdio I.

“Muitos pais só vão ao hospital, veem o bebê e no dia seguinte já estão trabalhando. Às vezes, se não voltam no mesmo dia”, relatou.

A legislação americana garante apenas até 12 semanas de afastamento sem salário, e isso só vale para trabalhadores de empresas maiores e com mais tempo de vínculo.

Alguns estados criaram programas próprios de licença remunerada, mas eles não cobrem todo o país e pagam apenas uma parte do salário.

Segundo Guga Chacra, os países que decidiram equiparar a licença de homens e mulheres fizeram isso por um motivo prático, além da preocupação social.

“Na hora de contratar, o empregador sabe que tanto o homem quanto a mulher terão direito à licença. Isso evita aquela lógica de priorizar homens porque a mulher pode engravidar e ficar meses afastada.”

Esse tipo de política ajuda a reduzir a discriminação contra mulheres no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, estimula uma divisão mais equilibrada das responsabilidades dentro de casa.

Em alguns países, o direito à licença é do casal, independentemente de serem dois homens, duas mulheres ou um casal heterossexual. O tempo pode ser dividido ao longo dos anos, conforme a necessidade da família.

No Brasil, a nova lei representa um passo concreto para reconhecer o papel do pai nos primeiros dias de vida da criança.

A legislação também corrige distorções ao prever situações em que o pai terá direito a uma licença equivalente à maternidade, como nos casos de falecimento da mãe, adoção ou guarda unilateral, ausência do nome materno no registro civil, parto antecipado ou internação da mãe ou do recém‑nascido.

Mesmo assim, especialistas avaliam que o avanço ainda é limitado. “A ampliação para 20 dias é importante, mas continua sendo tímida”, afirma a advogada Ana Gabriela Burlamaqui.

Segundo ela, o Brasil ainda mantém um modelo que concentra o cuidado com o recém‑nascido quase totalmente na mulher e não adota, de fato, uma política de licença parental compartilhada.

Com a nova legislação, o Brasil finalmente atualiza as regras da licença‑paternidade e amplia o alcance do direito.

O benefício passa a se chamar salário‑paternidade e será custeado pela Previdência Social, com reembolso às empresas pelo INSS.

A lei também amplia quem pode ter acesso à licença: além dos trabalhadores com carteira assinada, autônomos, empregados domésticos, microempreendedores individuais (MEIs) e outros segurados do INSS passam a ter direito ao benefício.

Outro ponto importante é que o texto reconhece situações em que o pai pode precisar assumir integralmente o cuidado da criança. Nesses casos — como falecimento da mãe, adoção ou guarda unilateral, ausência do nome materno no registro civil, parto antecipado ou internação da mãe ou do recém‑nascido —, a licença‑paternidade pode ser equiparada à licença‑maternidade, chegando a até 120 ou 180 dias.

A nova regra também cria estabilidade no emprego durante o período da licença e por até 30 dias após o retorno ao trabalho, além de prever a suspensão ou negação do benefício em casos de violência doméstica, abandono material ou quando o pai não se afasta de fato das atividades profissionais.

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Colapso do turismo: lojas de luxo em Dubai sentem baque da guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 03:58

Turismo e Viagem Colapso do turismo: lojas de luxo em Dubai sentem baque da guerra no Oriente Médio A imagem de refúgio seguro para ricos e de paraíso das compras de luxo que Dubai havia construído levou um duro golpe quando mísseis e drones iranianos atingiram o país. Por France Presse

Louis Vuitton, Dior, Louboutin… No 'Mall of the Emirates', em Dubai, as lojas de luxo estão alinhadas umas ao lado das outras, quase idênticas. Mas, após um mês de guerra no Oriente Médio, seus corredores estão longe da agitação habitual e seus vendedores passam as horas quase sem clientes.

"Não se deve vir para Dubai neste momento. É perigoso, estamos em guerra. Para mim é diferente, eu sou daqui; se eu morrer, morro com minha família", diz uma das poucas clientes da Chanel, que prefere não se identificar.

Os vendedores, impecavelmente vestidos com ternos, garantem que receberam a ordem de não falar. Ainda assim, um deles descreve brevemente o ambiente geral. "Claro que há menos clientes, mas isso se nota sobretudo nos turistas; os locais continuam vindo. E, por sorte, temos muita clientela local, aqui ninguém está em pânico".

A imagem de refúgio seguro para ricos expatriados e de paraíso das compras de luxo que Dubai havia construído levou um duro golpe quando mísseis e drones iranianos atingiram alguns de seus locais mais emblemáticos no início do conflito desencadeado pela ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.

Os turistas fugiram, mas a indústria do luxo tenta se manter positiva. "O sentimento predominante", passado o "espanto" dos últimos dias, "é de que a situação é temporária, de que tudo será resolvido rapidamente", afirma um agente do setor sob condição de anonimato.

Entre 6% e 8% do faturamento mundial das grandes marcas de luxo vem do Oriente Médio, segundo analistas da consultoria Bernstein.

Os especialistas estimam que as vendas de artigos de luxo em março podem cair pela metade nesta região, sobretudo devido ao colapso do turismo, tanto o de visitantes quanto o de passageiros em trânsito, com os grandes aeroportos de Dubai, Doha e Abu Dhabi fechados ou operando de forma reduzida.

Mais da metade das boutiques de luxo da região está localizada na Arábia Saudita e nos Emirados. Entre elas, as que registram as melhores vendas estão concentradas no Dubai Mall, outro gigantesco centro comercial da cidade.

Com suas cascatas internas, seu aquário gigante, 1.200 lojas e mais de 110 milhões de visitantes por ano, este colosso da opulência ostenta o título de lugar mais frequentado do planeta. Mas, em plena guerra, o local perdeu seu ritmo frequente. Não se veem grupos de turistas, mas os clientes habituais continuam ali.

Para não "gerar preocupações inúteis" ou prejudicar a "reputação" dos Emirados, a incorporadora imobiliária Emaar proibiu as lojas de fechar ou reduzir os horários de funcionamento.

Segundo analistas da Bernstein, os níveis de visitação "despencaram" e várias marcas realocaram seus vendedores para tarefas de prospecção on-line, uma estratégia que se mostrou eficaz, garantem, um cenário semelhante como "durante a pandemia de Covid".

De acordo com um profissional do setor, o pior cenário seria que o conflito se prolongasse com ataques esporádicos no Golfo, algo que poderia comprometer de forma duradoura a atratividade de Dubai.

Cerca de 20 milhões de turistas visitaram Dubai no ano passado – uma das principais atrações do emirado é o Burj Khalifa, edifício mais alto do mundo — Foto: David Davies/empics/PA Wire/picture alliance via DW

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Médicos criam aplicativo para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 05/04/2026 02:28

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Médicos criam aplicativo para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês Plataforma desenvolvida em Goiânia reúne conteúdo médico, comunidade de pais e chat com inteligência artificial; startup nasceu de experiências de consultório e recebeu investimento inicial de R$ 82 mil. Por PEGN

Aplicativo foi idealizado pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios.

O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade.

O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma.

Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil e reúne conteúdo médico, comunidade de pais e chat com inteligência artificial.

Imagine uma mãe acordando às três da manhã preocupada com a febre do filho. Em vez de abrir dezenas de sites ou recorrer a fóruns na internet, ela busca uma orientação rápida, clara e confiável.

Foi pensando nesse tipo de situação que um grupo de empreendedores criou, em Goiânia (GO), um aplicativo voltado para cuidados e orientações na primeira infância.

A plataforma foi idealizada pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios — uma psicóloga, uma cientista da computação e um engenheiro com formação em administração — para desenvolver uma solução digital que ajudasse pais e cuidadores a acompanhar o desenvolvimento infantil.

O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade. A ideia surgiu da experiência profissional dos fundadores e do contato frequente com dúvidas e inseguranças de famílias durante consultas.

“Cuidar de uma criança é como estar em uma orquestra em que o regente é a própria criança. Todos precisam tocar afinados, porque quando alguém desafina, o desenvolvimento também pode ser afetado”, diz Luciane.

Segundo os empreendedores, a motivação para criar o negócio também veio das histórias de mães atendidas nos consultórios e da própria experiência deles como pais.

“O objetivo era levar para os pais as informações essenciais sobre desenvolvimento infantil, especialmente o desenvolvimento neuropsicomotor, que precisa ser acompanhado ao longo dos primeiros meses e anos de vida”, afirma Paulo.

Da ideia até o lançamento do aplicativo, o projeto levou quase sete anos de desenvolvimento. Durante esse período, a empresa também recebeu apoio por meio de editais e programas de incentivo à inovação.

O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma. Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil.

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

O aplicativo oferece diferentes tipos de conteúdo para os usuários, como artigos, vídeos educativos e uma comunidade de famílias que trocam experiências. Um dos recursos mais utilizados é um chat com inteligência artificial disponível 24 horas por dia.

O diferencial, segundo os fundadores, é que as respostas da IA passam por curadoria de profissionais da saúde, o que busca garantir maior segurança nas orientações.

“Nós testamos diversas tecnologias de inteligência artificial, mas a maioria foi criada para propósitos gerais. O nosso propósito é muito específico: parentalidade e domínio médico”, explica a cientista da computação Nádia Félix, uma das sócias.

Hoje, cerca de 24 profissionais, em sua maioria da área da saúde, participam da produção e revisão do conteúdo disponível no aplicativo.

A startup também aposta em estratégias de divulgação digital e no boca a boca entre pais e profissionais da saúde. O aplicativo já registra quase 2 mil downloads, com metade dos usuários formada por mães e cuidadores e a outra metade por profissionais da área médica.

Outra frente de expansão do negócio é oferecer a tecnologia para consultórios, permitindo que médicos acompanhem o desenvolvimento de pacientes pela plataforma.

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

Para quem utiliza o aplicativo, o acesso rápido às informações pode fazer diferença em momentos de insegurança.

A mãe Larissa Arbués Carneiro conta que recorreu ao chat da plataforma após o filho cair da cama. “Eu fiquei com muito medo e perguntei o que deveria observar. A orientação foi clara sobre quais sinais acompanhar e em que situação procurar atendimento médico. Isso me deixou muito mais tranquila”, afirma.

Segundo os fundadores, a proposta da ferramenta não é substituir profissionais de saúde, mas ampliar o acesso das famílias a informações confiáveis.

“Como pediatra, vejo que o aplicativo cria uma oportunidade para que pais e cuidadores tenham acesso a orientações importantes”, diz Paulo.

Para Luciane, o projeto também tem um significado pessoal. “É uma forma de devolver às mães e às famílias alguns dos privilégios e aprendizados que tive ao longo da vida.”

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

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Quando a criança pode ir no banco da frente? Veja como evitar erros na volta do feriado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 02:28

Carros Quando a criança pode ir no banco da frente? Veja como evitar erros na volta do feriado Crianças maiores já podem sentar no banco da frente, enquanto utilizam o cinto. Por regra, os pequenos com 7 anos ou mais estão liberados, mas existem pontos importantes para garantir a segurança no transporte. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

A escolha e o uso adequado da cadeirinha infantil ainda despertam dúvidas entre pais e responsáveis, mesmo após a sua obrigatoriedade em veículos de passeio, estabelecida em setembro de 2010.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) permite o transporte no banco da frente em situações específicas:

Crianças a partir de 10 anos, com cinto de segurança;Quando o banco traseiro só tem cinto de dois pontos;Em veículos sem banco traseiro, como picapes de cabine simples;Quando há mais crianças do que lugares no banco traseiro — a de maior estatura pode ir na frente;Equipamentos certificados.

Segundo a Senatran, apenas bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação são considerados dispositivos adequados. O Inmetro reforça que não há certificação para outros tipos de equipamentos.

“Sem um equipamento certificado, ou seja, que passou por testes rigorosos, a criança não estará devidamente protegida”, alerta Fábio Viviani, especialista em segurança veicular.

Bebê conforto, cadeirinha e assento com elevação: os dispositivos indispensáveis para transportar crianças — Foto: g1

Qual cadeirinha usar no carro?Quando trocar a cadeirinha?Como usar e fixar o assento de elevação?Onde instalar a cadeirinha?O que é e como usar o Isofix?

Bebê conforto: até 1 ano ou 13 kg;Cadeirinha: de 1 a 4 anos ou entre 9 kg e 18 kg;Assento de elevação: de 4 a 7 anos; entre 15 kg e 36 kg ou até 1,45 m de altura;Banco traseiro com cinto de segurança: de 7 anos a 10 anos, desde que a criança tenha pelo menos 1,45 m de altura.

O uso incorreto da cadeirinha, além da insegurança para o bebê ou a criança, inclui multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo.

O Inmetro, que certifica os produtos, classifica os dispositivos por grupos que combinam idade, peso e altura. Há modelos que abrangem mais de um grupo e podem ser usados por mais tempo.

“Existem cadeirinhas certificadas que comportam de 0 kg a 25 kg, por exemplo. Outras duram praticamente todo o tempo em que a criança vai precisar usar dispositivo de retenção”, afirma Gustavo Kuster, do Inmetro.

O modelo da cadeirinha deve acompanhar o crescimento da criança, garantindo que ela esteja sempre firme e protegida. Como cada versão é indicada para uma faixa etária específica, a troca do equipamento se torna necessária conforme o desenvolvimento.

Um bebê que já não cabe no bebê conforto, por exemplo, pode ir para a cadeirinha, mesmo que ainda não tenha completado a idade mínima para a transição.

“Se ela ainda cabe naquele dispositivo, está confortável, com o cinto bem preso, pode continuar nele”, afirma Kuster.

A posição do bebê conforto — voltado para o encosto do banco — é recomendada por causa da anatomia dos recém-nascidos. “O bebê nasce com a cabeça maior que o corpo, como na forma de um martelo. Nessa posição, ele fica mais protegido”, explica Celso Arruda, especialista da Unicamp.

Para os mais crescidos, a altura é o fator mais importante na hora de dispensar o assento de elevação.

Crianças com menos de 1,45 m não devem usar apenas o cinto de segurança, mesmo que tenham mais de 7 anos. O assento serve para posicionar corretamente o cinto de três pontos, que deve passar pelo peito.

“Se ela ainda não tiver altura suficiente e quiser continuar usando inclusive a cadeirinha completa, sem dispensar o encosto, ainda que tenha mais de 4 anos ou mais de 36 kg, tudo bem. Desde que esteja confortável”, diz Kuster.

O lugar mais seguro para transportar a criança é o banco traseiro, com cinto de três pontos e o dispositivo adequado. Mas há exceções.

Em carros que só têm cinto de dois pontos no banco de trás — e não há cadeirinha certificada para esse tipo de cinto — o ideal é levar a criança no banco da frente, com cinto de três pontos e o equipamento de retenção.

Mas é preciso desligar o airbag, nos carros equipamentos com o dispositivo, para não eclodir em caso de acidente e causar mais danos do que proteger a criança.

“Dar um jeito de fixar a cadeirinha feita para cinto de três pontos em um cinto com dois pontos é ruim”, alerta Viviani.

“Pode até parecer que ficou firme, mas nos crash tests é impressionante ver as forças envolvidas. A cadeirinha sem esse terceiro ponto de fixação não vai trabalhar da maneira como foi projetada”.

Nesses casos, a recomendação é recuar o banco dianteiro ao máximo, para afastar a criança do painel.

Uma das formas de prender o bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação nos carros é o Isofix, que ancora a cadeirinha ao assento traseiro do carro. Porém, a lei do Isofix foi sancionada em 2015 e somente em 2020 é que passou a ser obrigatória para todos os veículos novos fabricados ou importados no país.

Este tipo de ancoragem exige pontos de fixação específicos, tanto no veículo quanto na cadeirinha.

O sistema é composto por dois pontos de fixação na base da cadeirinha ou do bebê-conforto, que se encaixam a dois pontos no veículo, localizados no vão entre o assento e o encosto do banco traseiro.

Localizar os pontos de ancoragem no banco traseiro, que podem ser visíveis como na imagem acima, ou escondidos. Neste caso, um ícone de cadeirinha infantil ou o nome "Isofix" fica fisível.Guiar os pontos da cadeirinha aos locais do banco e empurrar, até escutar um "clique".Em algumas cadeirinhas, uma indicação em verde aparece próxima do local de ancoragem no assento do veículo.

Um terceiro ponto pode estar no carro e ele se liga a uma espécie de gancho da cadeirinha, evitando que o dispositivo se movimente. Esse ponto tem nome de Top Tether e, se estiver no seu carro, estará em um dos seguintes locais:

No assoalho;Na parte de trás do encosto (na área do porta-malas, como na imagem abaixo);Na lateral do carro (na mesma área de onde saem os cintos de segurança).

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Mega-Sena, concurso 2.992: veja dezenas sorteadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/04/2026 21:49

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.992: veja dezenas sorteadas Sorteio ocorreu neste sábado (4). Veja os números sorteados: 17 – 49 – 33 – 04 – 23 – 36. Por Redação g1 — São Paulo

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Mudanças na licença-paternidade podem impactar contratação e carreira de mulheres; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/04/2026 05:53

Trabalho e Carreira Mudanças na licença-paternidade podem impactar contratação e carreira de mulheres; entenda Especialistas apontam que ampliar o afastamento dos pais pode diminuir discriminação contra mulheres no mercado de trabalho. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

A ampliação da licença-paternidade no Brasil, sancionada na última terça-feira (31), reacendeu um debate que vai além do direito ao afastamento após o nascimento de um filho.

A mudança também toca na desigualdade de gênero no mercado de trabalho: a forma como o cuidado ainda é tratado como responsabilidade feminina e como essa percepção influencia decisões empresariais, como contratações e promoções.

A nova lei amplia o benefício de forma gradual. O período passa dos atuais cinco dias para 10 dias em 2027, 15 em 2028 e 20 dias em 2029. O direito vale para nascimento, adoção e guarda.

O texto também estende o acesso ao benefício a trabalhadores informais, como autônomos e microempreendedores individuais.

Apesar dos avanços, o modelo brasileiro ainda mantém o cuidado majoritariamente concentrado na mulher. A maternidade segue sendo tratada como um custo previsível: empresas projetam afastamentos e, muitas vezes, tomam decisões baseadas nessa expectativa antes mesmo da contratação, explica Dhafyni Mendes, cofundadora do Todas Group, programa de aceleração de carreiras femininas.

“A ampliação da licença-paternidade é um avanço muito relevante porque começa a endereçar a origem de um dos principais fatores que geram vieses no mercado de trabalho, que é a distribuição do cuidado”, afirma.

Segundo Dhafyni, quando apenas a mulher se afasta, o mercado concentra nela todo o custo percebido da parentalidade. Esse custo não é apenas financeiro. Envolve expectativas sobre desempenho, disponibilidade e continuidade de carreira.

Experiências internacionais indicam que políticas mais equilibradas alteram o comportamento do mercado. Em países onde homens e mulheres têm direitos semelhantes, o risco associado à contratação feminina tende a diminuir.

“Na hora de contratar, o empregador sabe que tanto o homem quanto a mulher terão direito à licença. Isso evita aquela lógica de priorizar homens porque a mulher pode engravidar”, afirmou o jornalista Guga Chacra ao Estúdio i, na GloboNews.

Nos Estados Unidos, não há licença parental remunerada garantida em nível federal. O afastamento depende de acordos individuais e varia conforme o estado e o tipo de emprego. Em muitos casos, pais retornam ao trabalho imediatamente após o nascimento do filho, relatou o jornalista.

Na outra ponta, países como Suécia, Islândia, Noruega, Austrália e Nova Zelândia adotam modelos mais estruturados.

Na Suécia, são 480 dias de licença parental por família, com divisão entre os responsáveis e períodos obrigatórios para cada um. Parte do benefício não pode ser transferida, o que incentiva o uso pelos homens e impede que o afastamento recaia exclusivamente sobre as mulheres.

Segundo Dhafyni, esse desenho institucional faz diferença. Em países onde a licença para homens era apenas opcional, muitos deixavam de utilizá-la por receio de julgamento ou de prejuízo à carreira.

No Brasil, a nova lei retira o país de um grupo entre os mais restritivos e o posiciona em um patamar intermediário. Com cinco dias de licença, o país ocupava a 80ª posição em um ranking global. Com 20 dias, deve figurar entre os 20 primeiros. Ainda assim, permanece distante dos modelos mais avançados.

“A ampliação é importante, mas ainda é tímida”, afirma a advogada Ana Gabriela Burlamaqui. “O Brasil não adota uma política de licença parental compartilhada. O cuidado continua concentrado na mulher.”

Os dados ajudam a explicar como essa concentração se traduz em desigualdade. As mulheres representam 51,5% da população, mas apenas 53,5% delas estão na força de trabalho. Entre os homens, esse índice chega a 72,8%.

🎓 A diferença não está na formação: elas correspondem a 59,6% dos concluintes do ensino superior.

Mesmo mais escolarizadas, avançam menos na carreira. Apenas 26,5% ocupam cargos de alta liderança. A desigualdade também aparece na remuneração. Em 2024, as mulheres receberam, em média, 78,6% do rendimento dos homens.

Além disso, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais a tarefas domésticas e de cuidado. Os homens, 11,7 horas.

Entre as mulheres fora da força de trabalho, 22,9% apontam essas responsabilidades como principal motivo para não buscar emprego. Entre os homens, o índice é de 3,1%.

Essa sobrecarga molda a forma como o mercado enxerga a maternidade — e o impacto se intensifica no retorno ao trabalho.

Conforme o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher (RASEAM), divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Ministério das Mulheres, estudos baseados na RAIS (Relação Anual de Informações Sociai) indicam que a probabilidade de emprego das mulheres cai imediatamente após o fim da licença-maternidade.

Em até 24 meses, quase metade das mães deixa o mercado formal. A maior parte das saídas ocorre por iniciativa do empregador.

Dados do eSocial, da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), reforçam esse padrão. Entre 2020 e 2025, mais de 383 mil mulheres foram demitidas sem justa causa até dois anos após o retorno da licença. Outras 265 mil pediram demissão no mesmo período.

Para Dhafyni, esse movimento não se resume às demissões. “Muitas mulheres deixam de ser alocadas em projetos estratégicos. Isso impacta diretamente a visibilidade, a influência e as oportunidades de crescimento dentro das empresas”, afirma.

Mesmo quando permanecem empregadas, muitas enfrentam a percepção de que são menos disponíveis. Essa visão se apoia na própria realidade da sobrecarga.

"É comum que escolas, creches e serviços de saúde acionem exclusivamente a mãe. Isso reforça a ideia de que ela é a principal responsável", diz.

⚠️ Esse conjunto de fatores cria um ciclo: a sobrecarga afeta a rotina; a rotina reforça estereótipos; os estereótipos influenciam decisões corporativas; e essas decisões limitam a trajetória profissional das mulheres.

Há, no entanto, um contraponto que costuma ficar fora do debate, lembra Dhafyni. A maternidade também está associada ao desenvolvimento de competências valorizadas no ambiente de trabalho.

Estudos em neurociência indicam que a gravidez e o pós-parto promovem mudanças cognitivas relevantes, com impactos na regulação emocional, na tomada de decisão, no pensamento crítico e na criatividade, afirma a especialista.

“No nosso trabalho com desenvolvimento de lideranças, observamos com clareza como a maternidade funciona como um potencializador de habilidades”, afirma Dhafyni.

Segundo ela, mães tendem a apresentar maior adaptabilidade, melhor gestão do tempo e alta capacidade de priorização. Em pesquisas conduzidas pelo Todas Group com líderes da América Latina, a maternidade aparece entre as experiências citadas por mulheres que chegaram ao topo das organizações.

Essa constatação reforça o caráter estrutural da desigualdade. O mercado penaliza um evento que, na prática, pode fortalecer habilidades essenciais para a liderança.

A ampliação da licença-paternidade atua na raiz dessa distorção, mas não resolve o problema de forma isolada.

Para Dhafyni, a permanência das mulheres no mercado após a maternidade também depende de práticas internas das empresas.

Planejamento de carreira antes e durante a licençaProgramas estruturados de retorno ao trabalhoLideranças preparadas para conduzir essa transiçãoBenefícios voltados ao cuidado na primeira infância

Outro ponto central é o acesso a soluções de cuidado na primeira infância. Empresas que oferecem suporte nessa fase tendem a registrar maior retenção de talentos e menor rotatividade após a maternidade.

“Criar contextos que permitam a continuidade dessas carreiras é uma decisão estratégica. Estamos falando de profissionais altamente qualificadas, prontas para o próximo estágio, mas que ainda enfrentam barreiras que nada têm a ver com desempenho”, afirma Dhafyni.

A nova legislação brasileira abre espaço para esse movimento. Ela sinaliza uma mudança de direção e reconhece, ainda que de forma parcial, que o cuidado precisa ser compartilhado.

Com a nova legislação, o Brasil finalmente atualiza as regras da licença‑paternidade e amplia o alcance do direito. O benefício passa a se chamar salário‑paternidade e será custeado pela Previdência Social, com reembolso às empresas pelo INSS.

A lei também amplia quem pode ter acesso à licença: além dos trabalhadores com carteira assinada, autônomos, empregados domésticos, microempreendedores individuais (MEIs) e outros segurados do INSS passam a ter direito ao benefício.

Outro ponto importante é que o texto reconhece situações em que o pai pode precisar assumir integralmente o cuidado da criança.

Nesses casos — como falecimento da mãe, adoção ou guarda unilateral, ausência do nome materno no registro civil, parto antecipado ou internação da mãe ou do recém‑nascido —, a licença‑paternidade pode ser equiparada à licença‑maternidade, chegando a até 120 ou 180 dias.

A nova regra também cria estabilidade no emprego durante o período da licença e por até 30 dias após o retorno ao trabalho, além de prever a suspensão ou negação do benefício em casos de violência doméstica, abandono material ou quando o pai não se afasta de fato das atividades profissionais.

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Como o tarifaço de Trump remodelou o comércio global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/04/2026 04:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3730,25%Euro ComercialR$ 5,939-0,58%Euro TurismoR$ 6,209-0,19%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3730,25%Euro ComercialR$ 5,939-0,58%Euro TurismoR$ 6,209-0,19%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3730,25%Euro ComercialR$ 5,939-0,58%Euro TurismoR$ 6,209-0,19%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

Em abril de 2025, Donald Trump surpreendeu o mundo ao anunciar a "independência econômica" dos EUA, impondo tarifas de importação a todos os países do planeta.

Desde então, o presidente americano parece disposto a insistir nessa medida sem precedentes, mesmo com a Suprema Corte questionando a legalidade do tarifaço.

O tarifaço remodelou o comércio global, com a China sofrendo a maior redução de importações pelos EUA.

A DW analisou dados comerciais sobre a origem das importações dos EUA ao longo do último ano para entender o que as tarifas de Trump realmente alcançaram.

Em 2 de abril de 2025, Donald Trump surpreendeu o mundo ao anunciar a "independência econômica" dos Estados Unidos, com a imposição de tarifas de importação a todos os países.

Desde então, o presidente americano tem se mostrado disposto a manter a medida, mesmo com a Suprema Corte questionando a legalidade do tarifaço.

A DW analisou dados comerciais sobre a origem das importações dos EUA ao longo do último ano para entender os efeitos das tarifas de Trump.

Como o mundo vem se ajustando a essa nova ordem econômica? E quem está se beneficiando dessas mudanças?

No anúncio do tarifaço, no chamado "Dia da Libertação", a Casa Branca informou que todos os países — com algumas exceções devido a sanções e acordos comerciais pré-existentes — seriam submetidos a uma sobretaxa básica de 10% sobre todas as importações.

Além disso, 85 países que exportam mais para os EUA do que importam seriam alvo de tarifas mais altas, que chegavam a até 50%.

"Não acho que as pessoas esperavam que o governo dos EUA basicamente declarasse uma guerra comercial contra o mundo inteiro", afirma Haishi Li, economista da Universidade de Hong Kong, cuja pesquisa se concentra em como tarifas e sanções afetam o comércio global.

O impacto foi imediato, e os mercados financeiros globais despencaram. Enquanto Trump insistia publicamente que "as grandes empresas não estão preocupadas com tarifas", o governo americano decidiu, em 9 de abril, fazer uma pausa de 90 dias em todas as tarifas acima da taxa básica de 10%.

Durante essa suspensão, diversos parceiros comerciais, como União Europeia, Vietnã e Reino Unido, correram para negociar acordos comerciais na tentativa de reduzir as tarifas anunciadas. As negociações com a China permaneceram tumultuadas nos meses seguintes, com rodadas de ameaças de tarifas recíprocas que chegaram a até 125%.

Após múltiplas extensões de última hora da pausa de 90 dias, as tarifas específicas por país entraram em vigor em 7 de agosto de 2025.

O Brasil acabou sendo penalizado com uma tarifa adicional de 40%. Isso elevou para 50% a alíquota extra imposta às exportações brasileiras a partir de 6 de agosto. A sobretaxa, porém, foi revertida por decisão do próprio Trump no fim de novembro.

Mesmo antes de abril, já era claro que mudanças estavam a caminho. "As tarifas vão nos deixar ricos pra caramba", declarou Trump ao iniciar seu segundo mandato, em janeiro de 2025.

As empresas americanas entenderam o recado. Em uma corrida para encher armazéns antes do aumento de custos, ampliaram drasticamente os pedidos e trouxeram para o país, entre janeiro e março, um volume de bens 20% maior do que a média de 2022 a 2024 — um salto equivalente a cerca de 184 bilhões de dólares (R$ 949 milhões).

Prevendo tarifas mais altas sobre barras de ouro, por exemplo, os EUA importaram cerca de 50 vezes o volume habitual no início de 2025, totalizando aproximadamente 72 bilhões de dólares (R$ 371 bilhões) — principalmente da Suíça, mas também de fornecedores menos tradicionais, como Uzbequistão, Filipinas e Zimbábue.

Grandes fabricantes em toda a Ásia também registraram fortes altas, com Taiwan, Vietnã e Índia exportando volumes acima do normal para os Estados Unidos nesse período.

O período de suspensão implementado em 9 de abril deu aos importadores americanos uma janela de três meses para se adaptar à nova situação.

Um estudo de Haishi Li e colegas constatou que as empresas tentaram deslocar suas cadeias de suprimentos para países com menor risco tarifário. "As importações se comportaram como a água, fluindo de países com tarifas altas para países com tarifas baixas", disse Li à DW.

Nenhum país sofreu uma redução maior do que a China, que enfrentou as ameaças tarifárias mais altas e voláteis. Entre abril e julho de 2025, os EUA importaram 66 bilhões de dólares a menos da China do que nos anos anteriores.

O Canadá, que enfrentou ameaças de tarifas de 25%, também registrou uma queda significativa de 24 bilhões de dólares. No entanto, o país parece ter compensado essa redução ao ajustar seu comércio com outros parceiros: no total, as exportações canadenses em 2025 ficaram apenas 1,6 bilhão abaixo das de 2024.

"Os países que mais se beneficiaram do tarifaço foram os 'países dos 10%', como Austrália e várias nações da América Latina", aponta Haishi Li.

Mas algumas nações sujeitas a taxas elevadas também registraram forte aumento nas exportações para os EUA: Vietnã, Tailândia e Taiwan enfrentaram algumas das chamadas "tarifas recíprocas" mais altas — 46%, 36% e 34%, respectivamente — e, ainda assim, os EUA registraram um acréscimo de 34 bilhões de dólares em importações de Taiwan apenas entre abril e julho.

"Os importadores americanos buscaram países que pudessem servir como substitutos para a China", explica o economista da Universidade de Hong Kong.

Muitos fabricantes em Taiwan e no Vietnã já mantinham laços fortes com empresas dos EUA, reforçados durante a disputa comercial com a China no primeiro mandato de Trump, o que já havia deslocado parte da produção e das cadeias de suprimentos para essas e outras economias asiáticas.

Até agora, a medida não trouxe a produção de volta para os Estados Unidos, afirma Alex Durante, economista-sênior do think tank americano Tax Foundation, que analisou o impacto doméstico do tarifaço de Trump.

"O último ano foi bastante ruim para a indústria e para o emprego", diz ele à DW. "Os setores que estão crescendo tendem a ser aqueles relativamente protegidos das tarifas, devido a isenções como as concedidas a computadores e produtos ligados à inteligência artificial."

Mesmo com a mudança na origem das compras, o valor total das importações voltou ao normal pouco depois do anúncio do "Dia da Libertação", em 2 de abril.

Um dos números que mais cresceram foi a arrecadação alfandegária dos EUA. Em 2025, o Tesouro americano recolheu 287 bilhões de dólares em tarifas e impostos, aproximadamente o triplo do registrado em anos anteriores. Dados preliminares indicam que 2026 deve ultrapassar esse total.

Essa arrecadação representou cerca de 5% de todos os impostos coletados nos Estados Unidos em 2025. Estudos mostram que as tarifas mais altas têm sido pagas quase integralmente pelos importadores americanos, e não por exportadores estrangeiros.

"Estimamos que as tarifas custaram, na prática, cerca de mil dólares por domicílio americano em 2025", afirma Alex Durante, da Tax Foundation. "Esse é o efeito cumulativo de as empresas aumentarem preços, reduzirem investimentos, cortarem empregos ou diminuírem salários para se ajustar às tarifas."

No cenário internacional, os meses desde agosto de 2025 têm sido marcados por acordos comerciais fechados às pressas — e desfeitos com a mesma rapidez —, além de novas rodadas de ameaças tarifárias direcionadas a países ou grupos específicos de produtos.

O comércio global, afirma Haishi Li, tornou-se muito mais incerto. "Se você perguntar a acadêmicos, formuladores de políticas nos EUA ou a qualquer pessoa o que vai acontecer neste ano, acredito que ninguém saiba responder", diz o economista.

O choque mais recente nesse equilíbrio já frágil do sistema tarifário dos EUA veio com a decisão da Suprema Corte, em fevereiro, que derrubou a base legal das tarifas do "Dia da Libertação".

Com uma nova alíquota geral de 15% em vigor e o governo americano aparentemente determinado a encontrar outras formas de aplicar tarifas mais altas, exportadores e importadores tentam prever o que os próximos meses trarão.

Para se adaptar a essa incerteza, diz Haishi Li, os governos podem priorizar o apoio a empresas que busquem novos mercados fora dos EUA. "Se conseguirem diversificar suas cadeias de suprimentos, isso as tornará mais resilientes — o que pode ser um ponto positivo em meio a esse cenário", finaliza.

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Chocolate com mais cacau: entenda se nova lei deve melhorar a qualidade no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/04/2026 03:53

Agro Chocolate com mais cacau: entenda se nova lei deve melhorar a qualidade no Brasil Projeto de Lei aprovado em março na Câmara dos Deputados criou novas regras para a composição do produto. Por Vivian Souza, Lara Castelo, g1 — São Paulo

Projeto de Lei aprovado em março na Câmara dos Deputados criou novas regras para a composição do produto.

A lei atual, por exemplo, não prevê receitas especiais para chocolate amargo e meio amargo, que passará a ter definição.

Mesmo assim, parte da indústria criticou a proposta. A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) disse em nota que os conceitos "restringem pesquisa e inovação, bem como novas categorias para parâmetros já previstos em normas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)".

Na legislação atual, de 2022, apenas dois chocolates recebem definição: "chocolate" e "chocolate branco".

Na Páscoa do ano que vem, os consumidores podem encontrar um chocolate com mais cacau nos supermercados. Isso porque um Projeto de Lei aprovado em março na Câmara dos Deputados criou novas regras para a composição do produto.

A lei atual, por exemplo, não prevê receitas especiais para chocolates dos tipos amargo e meio amargo, que passarão a ter definição.

muitas fabricantes já usam mais cacau do que o mínimo exigido, para atender consumidores mais exigentes;tem se popularizado no país um novo tipo de produto, o "sabor chocolate", que usa teores mais baixos de cacau.

Mesmo assim, parte do setor criticou a proposta. A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) disse em nota que os conceitos "restringem pesquisa e inovação, bem como novas categorias para parâmetros já previstos em normas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)".

🍫 Chocolate: é obtido a partir da mistura de derivados de cacau, como massa, pasta, liquor, pó ou manteiga, com outros ingredientes, podendo apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variados. Além disso, deve ter, no mínimo, 25% de sólidos totais de cacau.

🍫 Chocolate branco: é obtido a partir da mistura de manteiga de cacau com outros ingredientes, podendo apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variados. Deve ser constituído de, no mínimo, 20% de sólidos totais de manteiga de cacau.

🍫 Chocolate amargo ou meio amargo: produto obtido a partir da mistura de massa de cacau, cacau em pó ou manteiga de cacau com outros ingredientes, contendo o mínimo de 35% de sólidos totais de cacau, dos quais ao menos 18% devem ser manteiga de cacau e 14% devem ser isentos de gordura.

🍫 Chocolate em pó: produto obtido pela mistura de açúcar ou edulcorante ou outros ingredientes com cacau em pó, contendo o mínimo de 32% de sólidos totais de cacau.

🍫 Chocolate ao leite: produto composto por sólidos de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 25% de sólidos totais de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite ou seus derivados;

🍫 Chocolate branco: produto isento de matérias corantes, composto por manteiga de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 20% de manteiga de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite.

Além disso, o texto também define como deve ser a composição de outros subprodutos do cacau, como manteiga, licor, bombom e a sua versão solúvel, e coberturas sabor chocolate, mas não define quantidade mínima de cacau para esses itens.

Para Bruno Lasevicius, presidente da Associação Bean to Bar Brasil, de fabricantes de chocolate fino, a mudança da lei não vai causar, necessariamente, uma melhora no produto no mercado. Isso porque existem diferentes segmentos de chocolate, cada um voltado a um tipo de público.

🍫 Chocolates finos: como os da associação Been to Bar, a amêndoa é selecionada diretamente de produtores. Entre os associados, o chocolate já usa de 70% a 80% de sólidos de cacau para fazer o amargo e pelo menos 50% para o ao leite, por exemplo.

🍫 Chocolates industriais premium: segundo Lasevicius, algumas marcas mais caras de chocolate industrializado também já usam teores mais elevados de sólidos de cacau, variando entre 50% e 70%.

🍫 Chocolates industriais populares: esse setor já usa os teores mínimos de chocolate, de acordo com o levantamento da associação. Além disso, os preços elevados do cacau nos últimos anos fizeram com que fossem lançados doces que são "sabor chocolate" (e não "chocolate"), para poder baixar ainda mais a quantidade do fruto, aponta Lasevicius.

"Eu acho que está havendo uma aceitação por parte do público dos menores teores. Boa parte da população não tem poder aquisitivo para comprar um chocolate com um alto valor agregado", afirma.

O presidente explica ainda que, em alguns casos, é usada apenas a casca da amêndoa, que possui um resquício do sabor do chocolate.

Mais cacau no chocolate também pode não significar um aumento significativo das vendas da amêndoa, aponta Marcos Silveira Bernardes, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP) e produtor de cacau.

"Haverá uma necessidade de ajuste da indústria, mas os efeitos sobre oferta, demanda e estoque serão muito pequenos e não deverão efetivamente causar qualquer mudança significativa nos preços de amêndoas de cacau", afirma.

Isto porque, segundo cálculos do pesquisador, o consumo das amêndoas deve aumentar em cerca de 5% pela indústria. Considerando que o Brasil representa cerca de 4% do mercado mundial, o crescimento das compras em nível global deve ser de 0,15%.

Já para o presidente da Associação Been To Bar, o Projeto de Lei não deve aumentar a demanda para os produtores brasileiros. Isso porque a indústria possui uma preferência pelas amêndoas importadas, que possuem o mecanismo de drawback, ou seja, são isentas de impostos, por se tratar de matéria-prima.

Por outro lado, produtores dizem que o Brasil tem oferta suficiente para atender a uma possível nova demanda, diz Lasevicius.

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O ‘pulo do gato’: arquitetos faturam R$ 96 mil com móveis sob medida para felinos

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 04/04/2026 02:47

Pequenas Empresas & Grandes Negócios O 'pulo do gato': arquitetos faturam R$ 96 mil com móveis sob medida para felinos Empresa em São Paulo aposta em projetos personalizados e transforma hobby em renda com foco em bem-estar animal Por PEGN

Dois arquitetos de São Paulo decidiram unir a formação acadêmica ao amor pelos pets para criar móveis personalizados pensados exclusivamente para felinos.

A empresa foi fundada por Fernanda Ferreira e José Araújo, que perceberam uma lacuna no mercado. Donos de gatos, eles não encontravam soluções que atendessem às necessidades dos animais e, ao mesmo tempo, se integrassem à estética da casa.

A marcenaria já fazia parte da rotina de José, que começou produzindo peças sob medida na garagem da casa da mãe. Com o tempo, a dupla decidiu estruturar o negócio e, em 2015, lançou a empresa.

Os projetos custam a partir de R$ 6.300 e são feitos sob encomenda. Atualmente, a empresa realiza cerca de 17 projetos por ano e fatura aproximadamente R$ 96 mil anuais.

O que começou como uma ideia entre amigos de faculdade virou um negócio especializado em um público bem específico: gatos.

Dois arquitetos de São Paulo decidiram unir a formação acadêmica ao amor pelos pets para criar móveis personalizados pensados exclusivamente para felinos – e encontraram um nicho promissor no mercado pet.

A empresa foi fundada por Fernanda Ferreira e José Araújo, que perceberam uma lacuna no mercado. Donos de gatos, eles não encontravam soluções que atendessem às necessidades dos animais e, ao mesmo tempo, se integrassem à estética da casa.

“A gente não encontrava no mercado os móveis que queria. Então pensamos: por que não fazer do nosso jeito e testar se existe demanda?”, conta Fernanda.

O “pulo do gato”: arquitetos lucram com móveis sob medida para felinos — Foto: Reprodução/PEGN

A marcenaria já fazia parte da rotina de José, que começou produzindo peças sob medida na garagem da casa da mãe. Com o tempo, a dupla decidiu estruturar o negócio e, em 2015, lançou a empresa.

A estratégia inicial foi apostar na internet. Os primeiros projetos foram divulgados nas redes sociais, mostrando não apenas o resultado final, mas também o uso pelos gatos — o que ajudou a gerar identificação com o público.

“Quando as pessoas viam os gatos usando, se interessavam. Era diferente do que se encontra em pet shops”, diz José.

Ao contrário de produtos padronizados, os móveis são desenvolvidos sob medida para cada cliente. Os projetos levam em conta tanto o comportamento dos gatos quanto o espaço disponível na casa.

Cada ambiente exige uma solução diferente: nichos, prateleiras e circuitos são pensados para permitir que os animais subam, saltem e explorem o espaço — comportamentos naturais da espécie.

A veterinária Rose Yoshida afirma que esse tipo de estrutura pode melhorar o bem-estar dos gatos, especialmente em apartamentos.

“Eles precisam se exercitar e explorar. Esses projetos ajudam a simular o ambiente natural e evitam o sedentarismo”, explica.

Os projetos custam a partir de R$ 6.300 e são feitos sob encomenda. Atualmente, a empresa realiza cerca de 17 projetos por ano e fatura aproximadamente R$ 96 mil anuais.

A produção é artesanal: José é responsável pela fabricação, enquanto Fernanda cuida do desenvolvimento dos projetos em 3D e do atendimento aos clientes.

Além de residências, a empresa também atende negócios — como clínicas veterinárias — que buscam oferecer uma experiência mais confortável para os animais.

O “pulo do gato”: arquitetos lucram com móveis sob medida para felinos — Foto: Reprodução/PEGN

Apesar do potencial de expansão, os sócios afirmam que preferem crescer de forma gradual, sem abrir mão da qualidade.

O próximo passo inclui ampliar a estrutura produtiva e investir em equipamentos que aumentem a capacidade de produção — sempre mantendo o foco no bem-estar dos gatos e na integração dos móveis ao ambiente.

O “pulo do gato”: arquitetos lucram com móveis sob medida para felinos — Foto: Reprodução/PEGN

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