RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Irã adverte sobre retaliação ‘devastadora’ após ameaças e ultimato de Trump; petróleo volta a subir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 07:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O preço referência do barril de petróleo atingiu US$ 110 nesta segunda-feira (6) após a ameaça feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Irã no fim de semana.

O preço do Brent subiu inicialmente 1,6%, para US$ 110,85, antes de recuar ligeiramente durante as negociações da manhã na Ásia.

O aumento ocorreu depois que Trump ameaçou atacar pontes e usinas de energia iranianas caso o país não interrompa ataques contra navios que tentam cruzar o Estreito de Ormuz.

As principais bolsas de valores asiáticas registraram altas nesta segunda-feira. O índice Nikkei 225 do Japão subiu 1,6%, enquanto o índice Kospi da Coreia do Sul teve alta de 0,9%.

Donald Trump ameaça realizar uma nova grande onda de ataques ao Irã na próxima terça-feira (7/4), caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto.

O preço referência do barril de petróleo atingiu US$ 110 nesta segunda-feira (6) após a ameaça feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Irã no fim de semana.

O preço do Brent subiu inicialmente 1,6%, para US$ 110,85, antes de recuar ligeiramente durante as negociações da manhã na Ásia.

O aumento ocorreu depois que Trump ameaçou atacar pontes e usinas de energia iranianas caso o país não interrompa ataques contra navios que tentam cruzar o Estreito de Ormuz.

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Donald Trump ameaça realizar uma nova grande onda de ataques ao Irã na próxima terça-feira (7/4), caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto.

O Irã zombou do ultimato, que classificou como "ameaça desesperada, nervosa e estúpida".

Em uma postagem repleta de palavrões publicada no domingo em sua rede social Truth Social, Trump mencionou ataques à infraestrutura civil e disse que o Irã "viverá no inferno" se a importante rota marítima não for aberta.

"Terça-feira será o Dia da Usina Elétrica e o Dia da Ponte, tudo junto, no Irã. Não haverá nada igual!!! Abram o maldito Estreito, seus bastardos loucos, ou vocês viverão no inferno – AGUARDEM! Louvado seja Alá. Presidente DONALD J. TRUMP", escreveu o republicano.

Posteriormente, em uma nova publicação, Trump escreveu: "Terça-feira, 20h, horário do leste dos EUA!"

Isso corresponde às 3h30 da manhã de quarta-feira, no horário de Teerã, capital do Irã (ou 21h de terça-feira pelo horário de Brasília).

Não está claro a que se refere a segunda publicação de Trump nas redes sociais. A BBC solicitou esclarecimentos à Casa Branca.

Trump havia estipulado anteriormente um prazo até 6 de abril para que o Irã fechasse um acordo. Mas o americano já adiou por diversas vezes prazos que ele mesmo estabeleceu para a reabertura do estreito.

Duas postagens de Donald Trump na rede Truth Social neste domingo (5/4) — Foto: Reprodução/Truth Social

Na última quinta (2/4), os EUA já haviam atacado uma ponte em construção em Karaj, cidade a oeste de Teerã, no que foi considerada por alguns analistas uma ampliação dos alvos americanos e um possível primeiro passo para novos ataques à infraestrutura de água, energia e transporte do país do Oriente Médio.

Ao jornal The Wall Street Journal, Trump disse neste domingo que, se o Irã quiser manter o estreito fechado, "perderá todas as usinas de energia e todas as outras instalações que possui em todo o país".

À emissora Fox News, ele afirmou que está considerando "explodir tudo e tomar o controle do petróleo" do Irã se um acordo para encerrar a guerra não for alcançado rapidamente.

Mas, na entrevista com o correspondente-chefe de assuntos internacionais da Fox, Trey Yingst, o americano também disse que há uma "boa chance" de um acordo ser fechado na segunda-feira. "Eles estão negociando agora", disse ele.

O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou no domingo que as "ações imprudentes de Trump estão arrastando os EUA para um inferno na Terra para todas as famílias".

Ghalibaf acusou Trump de seguir ordens do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e disse que "a única solução real é respeitar os direitos do povo iraniano e acabar com esse jogo perigoso".

O general Ali Abdollahi Aliabadi, do comando militar central do Irã, disse que a ameaça de Trump é uma "ameaça desesperada, nervosa e estúpida", acrescentando que "os portões do inferno se abrirão" para o líder americano.

Enquanto isso, Israel segue atacando instalações de infraestrutura civil iranianas — uma instalação petroquímica atacada no sábado (4/4) foi o alvo mais recente — e aguarda a aprovação dos EUA para atacar mais instalações de energia nesta semana, segundo autoridades de defesa.

Ataques conjuntos de EUA e Israel também atingiram o Aeroporto Internacional Qasem Soleimani, no sudoeste do Irã, no domingo.

O Irã, por sua vez, continuou a disparar drones e mísseis contra Israel e seus aliados no Golfo ao longo do fim de semana.

Um prédio residencial na cidade israelense de Haifa foi atingido diretamente por um míssil balístico no domingo. Quatro pessoas ficaram feridas.

Mais cedo, autoridades de Abu Dhabi informaram que estavam combatendo incêndios em uma instalação petroquímica operada pela empresa Borouge, causados ​​por destroços de um míssil iraniano.

O Kuwait afirmou que ataques com drones iranianos danificaram gravemente instalações de petróleo e petroquímicas. Usinas industriais e de combustíveis também foram alvejadas no Bahrein.

Esta não é a primeira vez que Trump dá um ultimato a Teerã, na tentativa de reabrir o Estreito de Ormuz. Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, ele já estabeleceu diferentes prazos para o regime dos aiatolás fechar um acordo.

1º prazo: Em 21 de março, Trump disse que "atacaria e obliteraria" usinas de energia, "começando pelas maiores", se o Irã não reabrisse a hidrovia em 48 horas.2º prazo: Dois dias depois, ele disse que houve "conversas muito boas e produtivas" entre os países e adiou os ataques contra a infraestrutura energética por cinco dias.3º prazo: Em 27 de março, Trump disse que adiaria os ataques às usinas de energia por 10 dias, "conforme solicitação do governo iraniano", estendendo o prazo para 6 de abril.

Aviso de 48 horas: No sábado (4/4), com o prazo de 6 de abril se aproximando, o presidente americano avisou que o Irã tinha "48 horas" antes que ele desencadeasse "o inferno".

Mais recente ameaça: Em uma postagem repleta de linguagem ofensiva, Trump reiterou essa ameaça neste domingo (5/4).

O Estreito de Ormuz é uma importante via comercial por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Desde o início da guerra entre os EUA e Israel com o Irã, inúmeros navios foram atacados na região.

Cerca de 3 mil navios costumam navegar pelo estreito todos os meses, mas esse número diminuiu drasticamente no período recente, com o Irã ameaçando atacar petroleiros e outras embarcações.

Cerca de um terço do comércio mundial de fertilizantes também passa pelo estreito, que é um canal vital para as importações do Oriente Médio, incluindo alimentos, medicamentos e suprimentos tecnológicos.

O bloqueio efetivo do estreito fez com que os preços do barril de petróleo disparassem. Há receios de que isso possa levar a uma forte alta da inflação mundial.

A secretária-geral da organização de direitos humanos Anistia Internacional, criticou a publicação repleta de palavrões de Trump, com novas ameaças à infraestrutura civil do Irã.

"Que mensagem revoltante", escreveu Agnes Callamard, em uma publicação no X (antigo Twitter). "Os civis iranianos serão os primeiros a sofrer com a destruição de usinas de energia e pontes", acrescentou.

"Sem eletricidade, aquecimento ou água; sem poder fugir dos ataques. Potencial para uma série de crimes de guerra em cascata."

A mensagem de Callamard vem a público dias depois de um grupo de mais de 100 especialistas em direito internacional ter assinado uma carta aberta expressando "profunda preocupação" com o que consideram graves violações do direito internacional pelos EUA, Israel e Irã na guerra.

Em resposta ao relatório, a Casa Branca disse que Trump estava tornando toda a região mais segura e desconsiderou o que chamou de "os ditos especialistas".

Em postagem no domingo (5/4), líder americano ameaçou atacar pontes e usinas de energia no Irã, se o Estreito de Ormuz não for reaberto até terça-feira — Foto: Reuters via BBC

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Como navios parados do outro lado do mundo atrapalham a sua vida aqui no Brasil? g1 explica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 04:47

Como navios parados do outro lado do mundo atrapalham a sua vida aqui no Brasil? g1 explica No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Navios parados em rotas estratégicas do outro lado do mundo podem parecer um problema distante – mas não são. Quando o transporte marítimo trava, mercadorias atrasam, fretes ficam mais caros e cadeias de produção inteiras são afetadas.

E isso chega direto ao Brasil. Com custos mais altos para importar insumos e exportar produtos, o impacto aparece nos preços de alimentos, eletrônicos, combustíveis e até no agronegócio. Em um país que depende do comércio internacional e do transporte, qualquer gargalo lá fora vira pressão aqui dentro, inclusive na inflação.

Neste vídeo, você vai entender como navios parados podem atrapalhar a sua vida no Brasil. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Presidente da Colômbia defende Pix após críticas dos EUA: ‘Peço ao Brasil que estenda o sistema’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 02:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, saiu em defesa do sistema de transferências instantâneas PIX e pediu que a ferramenta seja adotada em seu país. A manifestação foi feita em uma publicação na rede social X.

No post, Petro respondeu a uma mensagem que mencionava declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que teria ameaçado impor sanções ao Brasil caso o PIX não fosse encerrado, sob o argumento de que o sistema prejudica empresas de cartão de crédito como Visa e Mastercard.

Ao comentar o tema, o presidente colombiano afirmou que o modelo brasileiro representa uma alternativa mais eficiente e criticou mecanismos usados pelos Estados Unidos no sistema financeiro internacional.

Na mesma publicação, o presidente colombiano fez duras críticas à lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão do Tesouro americano. Segundo ele, o mecanismo "já não é uma arma contra o narcotráfico" e estaria sendo utilizado como instrumento de controle político.

Petro afirmou ainda que grandes líderes do tráfico internacional conseguem driblar o sistema e viver com luxo fora de seus países, enquanto a ferramenta seria usada para pressionar adversários políticos ao redor do mundo.

O presidente também voltou a defender uma governança global mais democrática e criticou conflitos internacionais, afirmando que guerras “não servem para nada” e geram perdas para toda a humanidade.

As declarações ocorrem em meio a um debate crescente sobre o papel do PIX no sistema financeiro global. Criado pelo Banco Central em 2020, o modelo brasileiro se consolidou como um dos principais meios de pagamento do país e vem sendo estudado para operações internacionais.

Na última quarta-feira (1º), um relatório divulgado pela Casa Branca ressaltou novamente o PIX como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito.

"O Banco Central criou e regula o PIX; stakeholders dos EUA temem que o BC [Banco Central] dê tratamento preferencial ao sistema, prejudicando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos. O uso do PIX é obrigatório para instituições com mais de 500.000 contas."

No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro.

"O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA na época.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu a críticas de Trump e afirmou que o Brasil não pretende recuar no uso do sistema.

O Banco Central, por sua vez, trabalha na expansão da ferramenta, incluindo a possibilidade de integração entre países no futuro.

"Os Estados Unidos fizeram um relatório nesta semana sobre o PIX, disseram que o PIX distorce o comércio internacional, porque o PIX acho que cria problema para a moeda deles", introduziu Lula.

"O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir. O PIX é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o PIX pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira", completou o petista.

Na sequência, Lula disse que o governo brasileiro, por própria iniciativa, pode até "aprimorar o PIX, para que, cada vez mais, ele possa atender às necessidades de mulheres e homens" que usam a ferramenta.

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Gel feito de algas por brasileiro vira nova aposta contra incêndios

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 06/04/2026 02:50

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Gel feito de algas por brasileiro vira nova aposta contra incêndios Tecnologia criada a partir de algas marinhas aumenta a eficiência da água no combate às chamas e já começa a ganhar espaço no agronegócio. Por PEGN

Ondas de calor e períodos prolongados de seca têm tornado os incêndios florestais cada vez mais frequentes e intensos.

Na América do Sul, as áreas queimadas se multiplicaram por 30 entre 2024 e 2025, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Diante desse cenário, surgem também novas soluções para reduzir os impactos do fogo. Em Pernambuco, um pesquisador transformou anos de trabalho em laboratório em um negócio voltado justamente para enfrentar esse desafio climático.

O produto é misturado à água e cria uma camada protetora sobre a vegetação. Essa barreira ajuda a evitar a propagação do fogo e aumenta a eficiência do combate às chamas.

Ondas de calor e períodos prolongados de seca têm tornado os incêndios florestais cada vez mais frequentes e intensos. Na América do Sul, as áreas queimadas se multiplicaram por 30 entre 2024 e 2025, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Diante desse cenário, surgem também novas soluções para reduzir os impactos do fogo. Em Pernambuco, um pesquisador transformou anos de trabalho em laboratório em um negócio voltado justamente para enfrentar esse desafio climático.

Formado em química industrial, o empreendedor José Yago Rodrigues sempre imaginou seguir carreira acadêmica. O plano era se tornar pesquisador e professor universitário.

Mas a experiência em projetos de recuperação ambiental abriu caminho para algo diferente: criar uma startup de soluções tecnológicas para o meio ambiente.

“Meu sonho era virar pesquisador. Quando a gente entra no mestrado e no doutorado, normalmente tem essa expectativa”, afirma José Yago.

A virada aconteceu em 2019, após o desastre ambiental causado pelo derramamento de óleo que atingiu o litoral do Nordeste e afetou mais de 130 cidades e cerca de 3.600 quilômetros de praias.

Na época, José Yago participou de uma equipe que desenvolveu uma manta de gel capaz de absorver o óleo na água, usando alginato de sódio — um composto extraído de algas marinhas também utilizado na indústria alimentícia.

O material funciona como uma esponja seletiva, absorvendo o óleo enquanto a água passa. A experiência mostrou ao pesquisador que a tecnologia poderia ser adaptada para outras aplicações ambientais.

Foi então que surgiu a ideia de criar um novo produto: um biogel capaz de ajudar no combate a incêndios florestais e agrícolas.

O produto é misturado à água e cria uma camada protetora sobre a vegetação. Essa barreira ajuda a evitar a propagação do fogo e aumenta a eficiência do combate às chamas.

Segundo o empreendedor, o gel amplifica a capacidade da água de apagar incêndios. “A gente desenvolveu um gel capaz de apagar um incêndio mais rápido, usando menos água. Ele é biodegradável, atóxico e seguro”, explica José Yago.

O produto pode ser aplicado com equipamentos usados por bombeiros, como bombas costais, caminhões-pipa ou drones, o que amplia as possibilidades de uso no campo.

O biogel foi patenteado em 2021, quando Rodrigues decidiu criar uma empresa para levar a tecnologia ao mercado.

A startup recebeu investimentos por meio de editais de fomento do governo de Pernambuco e também de programas federais de apoio à inovação.

Mesmo assim, transformar pesquisa em negócio trouxe novos desafios. “Empreender é um desafio diário. A gestão da empresa e a parte financeira são obstáculos para quem vem do mundo acadêmico”, diz o fundador.

Hoje, o gel já começou a ser utilizado por produtores rurais. Um deles é Vicente Henrique de Albuquerque, produtor de cana-de-açúcar em Pernambuco, que testou o produto nas plantações.

Segundo ele, o material ajudou a reduzir riscos de incêndio na lavoura. “A gente fez o teste e viu que o produto realmente atinge a expectativa e diminui o impacto do risco de incêndio na produção”, afirma.

Além de ajudar a conter o avanço das chamas, o produto também reduz significativamente o consumo de água.

Em um incêndio de grandes proporções em uma plantação do tamanho de um campo de futebol, o combate tradicional exigiria cerca de 50 mil litros de água.

Com a adição do biogel, esse volume pode cair para aproximadamente 7 mil litros, uma economia de até 85%.

Atualmente, a fábrica da startup tem capacidade para produzir 20 mil litros de gel por mês. O produto é vendido em embalagens de 20 litros, que custam cerca de R$ 2 mil.

Em 2025, a empresa faturou R$ 150 mil, mas a expectativa é crescer rapidamente após obter todas as certificações necessárias para comercialização. A projeção da startup é alcançar R$ 2 milhões de faturamento em 2026.

A empresa também firmou parceria com uma organização do Reino Unido que financia projetos de inovação tecnológica com impacto ambiental. A colaboração pode abrir portas para a expansão internacional da tecnologia.

A meta de Rodrigues é transformar o empreendimento em um polo de pesquisa aplicada. “A ideia é transformar um artigo científico em uma nota fiscal — em um produto que possa contribuir para a sociedade”, afirma.

📍 Endereço: Av. Professor Moraes Rego, no. 1235, PARQ TEC UFPE -Cidade Universitária Recife / PE – CEP : 50.740-465📞 Telefone: (83) 99937-8901📧 E-mail: arqueatec@gmail.com🌐 Site: www.arqueatec.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/arqueatec

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Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam oito)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 00:44

Trabalho e Carreira Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam oito) Dos oito feriados restantes, sete podem render emendas com fins de semana e mais dias de descanso. Veja o calendário. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Abril teve feriadão com Sexta-feira Santa e Páscoa e já deixa trabalhadores de olho nas próximas folgas.

O próximo é Tiradentes (21), que cai em uma terça-feira, e a segunda (20) é ponto facultativo para servidores federais.

Depois da combinação entre a Sexta-feira Santa (3) e a Páscoa, no domingo (5), que garantiu a muitos trabalhadores um feriadão prolongado de três dias, já tem gente pensando no próximo período de descanso.

Agora, restam oito feriados no ano, sendo que sete deles podem ser emendados para prolongar os dias de descanso.

O próximo feriado é o Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que cai em uma terça-feira. Com isso, quem conseguir folga na segunda (20), considerada ponto facultativo para os servidores públicos federais, pode aproveitar um descanso prolongado — de sábado a terça.

20 de abril (segunda-feira): ponto facultativo (servidores públicos federais)21 de abril (terça-feira): Dia de Tiradentes

Apesar de ser um feriado nacional, nem todos são beneficiados. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais.

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como remuneração em dobro ou folga compensatória.

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

Depois de abril, o próximo feriado nacional será 1º de maio (Dia do Trabalhador), que cairá em uma sexta-feira e pode permitir emenda para quem folga aos fins de semana.

Outra possibilidade de emenda é o Corpus Christi, em 4 de junho, considerado ponto facultativo nacional. Ou seja, cada estado ou município tem autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que haja regulamentação local.

Nas cidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso seja necessário trabalhar, há direito ao pagamento em dobro ou à folga compensatória.

21 de abril, Dia de Tiradentes (terça-feira)1º de maio, Dia do Trabalhador (sexta-feira)7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

20 de abril (segunda-feira)4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)5 de junho (sexta-feira)28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

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Imposto de Renda 2026: veja como obter o informe de rendimentos no banco, empresa e INSS

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 06/04/2026 00:44

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: veja como obter o informe de rendimentos no banco, empresa e INSS Saiba onde acessar o comprovante, como solicitar às fontes pagadoras e o que fazer se houver erros ou ausência de dados na declaração. Por Redação g1 — São Paulo

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025, já começou.

O comprovante reúne salários, benefícios, aplicações financeiras e impostos pagos ao longo do ano, sendo a base para prestar contas à Receita Federal.

O informe de rendimentos deve ser obtido junto a todas as fontes pagadoras ao longo do ano, como empresas, bancos, corretoras, planos de previdência e o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), no caso de aposentados e pensionistas.

Cada uma dessas instituições é responsável por fornecer um documento com os valores pagos ou informados à Receita Federal.

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025, já começou — e um dos documentos mais importantes para o contribuinte é o informe de rendimentos.

O comprovante reúne salários, benefícios, aplicações financeiras e impostos pagos ao longo do ano, sendo a base para prestar contas à Receita Federal.

O informe de rendimentos deve ser obtido junto a todas as fontes pagadoras ao longo do ano, como empresas, bancos, corretoras, planos de previdência e o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), no caso de aposentados e pensionistas.

Cada uma dessas instituições é responsável por fornecer um documento com os valores pagos ou informados à Receita Federal.

🔎 Esse comprovante reúne dados essenciais para a declaração, como rendimentos tributáveis, valores isentos, imposto retido na fonte, saldos em conta e aplicações financeiras.

Por isso, é fundamental reunir todos os informes antes de começar a preencher a declaração, evitando erros ou omissões.

O informe de rendimentos dos bancos pode ser acessado de forma simples pelos canais digitais ou solicitado diretamente à instituição. A forma mais comum é pelo aplicativo ou pelo internet banking, onde o documento geralmente fica disponível em formato PDF.

Segundo Márcia Cleide Ribeiro, advogada especializada em Direito Tributário e Previdenciário, é importante saber onde procurar.

“Os bancos costumam disponibilizar o informe em áreas como ‘Imposto de Renda’, ‘Documentos’, ‘Comprovantes’ ou ‘Serviços’. Caso o cliente não encontre, ele pode solicitar pelo atendimento, gerente ou canais oficiais como telefone e WhatsApp”, explica.

O documento traz informações como saldo em conta, aplicações financeiras, rendimentos, juros e imposto retido, que são essenciais para preencher corretamente a declaração e evitar inconsistências.

Aposentados e pensionistas podem acessar o informe de rendimentos do INSS pelo site ou aplicativo Meu INSS, utilizando a conta gov.br.

Após o login, basta buscar pela opção “Extrato de Imposto de Renda”, onde é possível visualizar, baixar e imprimir o documento.

O acesso é totalmente digital e não exige ida a uma agência. Além disso, em muitos casos, o informe também pode ser obtido no banco onde o benefício é pago.

Esse documento traz os valores recebidos ao longo do ano, além de possíveis descontos e retenções, sendo indispensável para quem precisa declarar.

No caso de trabalhadores com carteira assinada, o informe de rendimentos deve ser fornecido pela empresa, independentemente de o funcionário ainda estar empregado ou não.

O documento costuma ser disponibilizado automaticamente, mas, se isso não acontecer, é possível solicitá-lo.

“O pedido pode ser feito ao RH, ao departamento pessoal ou ao setor financeiro, por e-mail, WhatsApp corporativo ou pelo portal do colaborador. O ideal é sempre formalizar essa solicitação”, orienta Márcia.

O informe reúne dados como salários, bônus, descontos e imposto retido, sendo fundamental para garantir que a declaração esteja correta.

Sim. Mesmo após o desligamento, a empresa continua obrigada a fornecer o informe de rendimentos referente ao período em que o trabalhador atuou.

“A obrigação da fonte pagadora permanece, independentemente do vínculo atual. O ex-funcionário pode solicitar o documento normalmente pelos canais oficiais da empresa”, afirma a advogada.

O envio pode ser feito de forma digital, e, se necessário, o contribuinte pode solicitar uma via impressa.

Se a empresa não enviar o documento, o primeiro passo é reforçar a solicitação por escrito, preferencialmente por e-mail ou outro canal que permita comprovar o pedido. Isso é importante caso seja necessário tomar medidas posteriores.

“A empresa tem obrigação legal de fornecer o informe. Se não cumprir, pode sofrer penalidade. Por isso, o contribuinte deve guardar provas da solicitação”, afirma a especialista.

Caso o problema persista, é possível consultar os dados na Receita Federal, por meio do Meu Imposto de Renda ou do e-CAC. Ainda assim, esses dados podem não estar completos, e o ideal é insistir no envio do documento correto.

A declaração pré-preenchida pode facilitar bastante o processo, pois reúne automaticamente informações enviadas por empresas, bancos e outras instituições à Receita Federal. No entanto, ela não substitui o informe de rendimentos.

Segundo Ribeiro, a pré-preenchida deve ser vista como uma ferramenta de apoio, e não como uma fonte definitiva. O contribuinte precisa conferir todos os dados antes de enviar a declaração”.

Isso porque podem existir informações incompletas, desatualizadas ou até incorretas, o que pode gerar problemas futuros.

Se houver divergência entre os dados do informe de rendimentos e da declaração pré-preenchida, o correto é revisar cuidadosamente e ajustar manualmente as informações com base nos documentos oficiais.

O contribuinte deve sempre dar prioridade ao informe da fonte pagadora. Quando houver diferença, é necessário corrigir os dados na declaração para evitar inconsistências.

Ignorar essas diferenças pode aumentar o risco de cair na malha fina. Caso a declaração já tenha sido enviada com erro, o contribuinte deve fazer uma retificação o quanto antes.

Priorize os documentos oficiais: use como base o informe de rendimentos, além de comprovantes de planos de saúde e de corretoras;Corrija a pré-preenchida: ajuste manualmente os valores para que fiquem iguais aos do informe;Confira os dados da empresa: se as informações do eSocial ou da fonte pagadora estiverem corretas, a diferença pode ser um atraso na atualização da Receita;Espere, se necessário: quando a fonte pagadora corrige os dados, a pré-preenchida pode levar alguns dias para atualizar — mas você pode inserir os valores corretos por conta própria;Evite problemas com a Receita: fazer ajustes não leva à malha fina; o risco está em enviar a declaração com dados errados;Se já enviou com erro: o ideal é fazer uma declaração retificadora o quanto antes para corrigir as informações.

Sim. Quem teve rendimentos de mais de uma fonte pagadora ao longo do ano precisa reunir um informe de cada uma delas. Isso inclui empresas, bancos, INSS, corretoras e outras instituições financeiras.

“Cada fonte pagadora informa seus próprios dados, e todos precisam ser considerados na declaração. Por isso, é essencial organizar todos os informes antes de preencher”, diz Márcia.

A conferência deve ser feita separadamente, garantindo que todos os valores estejam corretos e completos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Safra de caqui no interior de SP tem ‘colha e pague’ e tradição de 70 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 07:56

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Safra de caqui no interior de SP tem 'colha e pague' e tradição de 70 anos Com clima favorável, produção deve crescer 20% em Piedade (SP), onde família de origem japonesa atrai 10 mil turistas para colher a fruta no pé. Por Nosso Campo, TV TEM

A safra de caqui deve ser maior neste ano no interior de São Paulo, impulsionada por condições climáticas favoráveis.

Em propriedades da região, os galhos carregados de frutos indicam uma colheita mais produtiva em comparação com o ano passado.

Em Piedade (SP), a família Sakaguti cultiva a fruta há mais de 70 anos. A produção começou com imigrantes japoneses e segue até hoje.

Metade da produção nacional de caqui está concentrada no estado de São Paulo. No interior, além da produção, a fruta também representa tradição para as famílias.

Na propriedade dos Sakaguti, toda a produção é destinada ao evento “colha e pague”, organizado pela família e que já se tornou tradição.

Galhos carregados indicam safra maior de caqui em propriedade de Piedade (SP) — Foto: TV TEM/Reprodução

A safra promissora de caqui está em andamento no interior de São Paulo, impulsionada por condições climáticas favoráveis. Em propriedades da região, os galhos carregados de frutos já indicam uma colheita mais produtiva do que no ano passado.

Em Piedade (SP), a família Sakaguti cultiva a fruta há mais de 70 anos. A produção começou com imigrantes japoneses e segue até hoje, com a terceira geração à frente do sítio. Segundo o produtor Erik Sakaguti, a expectativa é colher 50 toneladas nesta safra, cerca de 20% a mais do que no ano anterior.

Metade da produção nacional de caqui está concentrada no estado de São Paulo. No interior, além da produção, a fruta também representa tradição e história para as famílias que mantêm a atividade.

Na propriedade dos Sakaguti, toda a produção é destinada ao evento “colha e pague”, organizado pela família e que já se tornou tradição. A expectativa é receber cerca de 10 mil visitantes, incluindo turistas de outras regiões e até do exterior.

O sítio conta com aproximadamente 1 mil pés de caqui, sendo 90% da variedade Fuyu. Com técnicas de manejo, algumas árvores chegam a produzir por quase 70 anos. Uma delas é a prática anual de lavagem dos pés para retirada de musgos, método de origem japonesa que ajuda a prolongar a vida útil das plantas.

Em Pilar do Sul (SP), outra propriedade aposta na produção voltada ao mercado interno. São seis hectares com cerca de 3 mil pés da variedade Fuyu. Apesar da boa carga de frutos, os produtores enfrentam preços mais baixos em relação ao ano passado.

A produtora rural Naomi Jojima, que também é advogada, decidiu atuar no campo para manter a tradição da família e valorizar a cultura japonesa na região.

Mesmo com preços menores, a expectativa é de aumento na produção total em Pilar do Sul, considerando o conjunto dos produtores.

Segundo especialistas, a safra reforça a importância da atividade na região, aliando tradição, técnicas de cultivo e novas formas de geração de renda.

Produção de caqui também impulsiona turismo rural em sistema “colha e pague” no interior de SP — Foto: TV TEM/Reprodução

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 07:56

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas Casarão de 1879 em Tietê (SP) preserva objetos da época, senzala e oferece café da própria produção. Eventos serão pontuais. Por Nosso Campo, TV TEM

Uma paisagem que encanta, um lugar tranquilo para se conectar com a natureza e uma viagem no tempo. A histórica Fazenda da Serra, em Tietê (SP), cujo casarão de mais de 1.200 m² foi construído em meados de 1800, está abrindo suas portas para visitação, revelando um capítulo importante da história do Brasil.

No final do Império, em 1879, a fazenda teve a honra de hospedar por cerca de uma semana o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina. Entusiasta das ciências e da tecnologia, o monarca visitou a região para inaugurar uma ferrovia e, principalmente, para conhecer o manejo e a agricultura de ponta da época, durante o auge do ciclo do café.

O que era parte do imaginário local agora poderá ser visto de perto em eventos pontuais ao longo do ano.

A fazenda guarda preciosidades que remontam à visita. O corrimão da escadaria principal foi importado da França em 1876, especialmente para receber o imperador. O piso de madeira, a porta de entrada e até uma pia na sala são originais da época. Parte da pintura em estilo afresco foi cuidadosamente restaurada, mantendo viva a atmosfera do passado.

Segundo relatos, Dom Pedro II tinha o costume de plantar uma palmeira imperial em cada local que visitava. Embora a árvore plantada na fazenda tenha caído com o tempo, seu tronco permanece no local como um vestígio da visita.

As irmãs Regina Helena Dahas de Carvalho e Roselene Carvalho Santili herdaram a fazenda e, junto com suas filhas, preservam essa memória. Elas relembram a infância marcada pela presença do imperador no imaginário.

"A vida toda brincamos aqui falando: 'Dom Pedro passou por aqui'", contam. Elas mencionam a construção de um "quarto de banho" com água corrente de mina, uma exigência do monarca na época.

Agora, a família decidiu compartilhar essa riqueza com o público. Melina Santilli, filha de Roselene, está à frente da organização dos eventos. "Era algo que a cidade sempre pedia. Temos um patrimônio histórico muito importante para mostrar. Então, resolvemos abrir nossas portas", explica.

As visitas guiadas incluirão novidades como um café da manhã e a degustação do café produzido na própria fazenda. Os eventos serão pontuais e divulgados previamente.

A experiência também oferece um olhar sobre o período da escravidão no Brasil. Os visitantes poderão conhecer a antiga senzala e a história de "Seu Pedro", um homem escravizado que, mesmo após a abolição, permaneceu na fazenda e viveu ali até os 105 anos, tendo conhecido pessoalmente Dom Pedro II.

Ingrid Cury, uma das primeiras visitantes, se emocionou com a experiência. "É resgatar de onde viemos, a nossa história, os costumes. Cada pedacinho da fazenda me emociona, porque é como se a gente estivesse voltando nos livros de história e vendo um pouquinho da realidade da época", conclui.

50 vídeos Tietê Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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Diaristas premium sofisticam profissão para cobrar mais: ‘Não tiro menos de R$ 8 mil por mês’

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 05/04/2026 05:52

Empreendedorismo Guia do empreendedor Diaristas premium sofisticam profissão para cobrar mais: 'Não tiro menos de R$ 8 mil por mês' O g1 conversou com diaristas e especialistas para detalhar o que muda em relação à limpeza tradicional e quais são os principais riscos e cuidados do modelo. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

A faxina premium elevou a limpeza a um serviço técnico e especializado que aumentou a renda e a autonomia de muitas diaristas;

Apesar do faturamento maior, diaristas autônomas não têm proteção social e precisam garantir previdência por conta própria;

O Sebrae orienta planejamento, precificação correta, presença digital e formalização como MEI para evitar riscos.

Durante anos, o trabalho de diarista ocupou a vida de Cláudia Rodrigues de maneira exaustiva. A rotina começava às 3h da manhã: ônibus lotado, longos deslocamentos por São Paulo e chegada às casas dos clientes antes do amanhecer.

As jornadas eram longas, os ambientes, enormes. Cláudia limpava do chão ao teto, sem saber se sairia dali no meio da tarde ou já à noite. Com semanas cheias, eram mais de 20 diárias mensais.

São tempos que ficaram para trás. Hoje, Cláudia continua trabalhando com limpeza, mas em outro patamar: ela se tornou diarista premium.

Seus pacotes custam R$ 250 (4h), R$ 280 (6h) e R$ 330 (8h), com adicionais entre R$ 80 e R$ 100 para serviços como limpeza de geladeira e armários. A agenda ficou tão cheia que ela contratou uma colaboradora para acompanhar a demanda.

Segundo o IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores domésticos foi de R$ 1.367 em 2025. O valor se refere à média geral da categoria, sem distinção entre quem tem carteira assinada e quem não tem.

As diaristas premium conseguem faturar quase seis vezes mais que a média dos domésticos ao refinar o serviço e atender um público de alto padrão.

Cláudia conta que sua virada aconteceu quando descobriu, no Instagram, que havia outra forma de fazer o que sempre fez. Encontrou profissionais falando sobre técnica, método, organização e posicionamento. Não era uma nova profissão — era um novo olhar sobre a limpeza.

➡️ A chamada "faxina premium" é apenas um reposicionamento profissional, contam as diaristas ouvidas pelo g1. A sacada é deixar de atuar com foco em rapidez e preço baixo, e passar a entregar um serviço técnico e personalizado.

🔎 Na prática, elas contam que é necessário estudar tipos de piso, aprender sobre produtos químicos, criar cronogramas de organização, investir em imagem profissional e levar equipamentos próprios para as diárias.

Essa reinvenção também cria um ecossistema próprio. Algumas delas usaram os aprendizados para lançar cursos, listas de produtos e conteúdos que fortalecem a profissão e ajudam a combater o preconceito ainda existente.

Cláudia, por exemplo, investiu em mentoria, mudou a forma de atender, passou a levar os próprios produtos, estruturou pacotes por hora e adotou técnicas de detalhamento — do uso de pincéis ao acabamento de metais.

A imagem profissional também virou parte central do negócio. A diarista investiu em fotos, passou a usar uniforme e formalizou o trabalho como microempreendedora individual (MEI).

“No início, quando fiz as fotos profissionais e comecei a alimentar o Instagram, pensei: vou colocar que limpo chão, vão rir da minha cara. Existia muito preconceito”, lembra.

Cláudia Silva estudou técnicas e hoje usa até pincéis para entregar uma limpeza premium. — Foto: Arquivo pessoal

Essa transformação também marcou a trajetória de Gabriela Valente. Ela pediu demissão de um emprego com carteira assinada porque acreditava que a faxina poderia trazer mais retorno. A decisão gerou insegurança, mas a aposta deu certo.

Durante a pandemia, Gabriela lotou a agenda com pacotes que chegavam a R$ 400 por dia. Ao mesmo tempo, viu colegas perderem clientes e enfrentarem dificuldades.

"Em 2020, vi gente sem dinheiro até para comer", conta. Enquanto ela faturava alto, viu muitas diaristas ficarem sem renda. A disparidade a levou a compartilhar o que sabia nas redes sociais.

Hoje, Gabriela é diarista por escolha. Além dos atendimentos, atua como mentora, palestrante e criadora de conteúdo. Ela também criou seu próprio produto de limpeza.

“Passei fome. Vendi roupa para comer. Hoje, tudo mudou. Consegui reformar a casa da minha mãe, construir a lavanderia dos sonhos dela, montar um escritório e pagar colégio particular para meus filhos”, relata.

Gabriela Valente é diarista por escolha e fatura alto com serviços premium, mentoria e produtos próprios — Foto: Arquivo pessoal

Mesmo com novas frentes de trabalho, Gabriela mantém quatro clientes fixos. Para novos contratantes, cobra R$ 600 por quatro horas e R$ 1.000 por oito horas. Mas não revela ao g1 quanto fatura por mês.

Trabalha uniformizada e leva uma mala de 23 quilos com equipamentos profissionais. Nas aulas, ela insiste que a técnica evita prejuízos. Em casas com porcelanatos de R$ 5 mil o metro ou sofás de R$ 30 mil, um erro pode sair muito caro.

A diarista detalha as diferenças entre pisos, rejuntes e estofados e orienta sobre os produtos adequados para cada superfície.

"Todo mundo sabe limpar, mas usa sabão em pó, detergente neutro ou misturinhas da internet. Quando você aprende o produto certo e o equipamento certo, tudo muda", afirma.

Embora muitas profissionais se sintam atraídas pela promessa de autonomia e ganhos maiores, sindicatos e consultores reforçam que essa transição não é simples. Ignorar riscos pode comprometer a estabilidade que muitos buscam ao deixar o emprego formal.

O Sebrae alerta que diaristas autônomas não têm Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), férias remuneradas, 13º salário ou aviso prévio. Também reforça que a faxina premium não é uma nova categoria formal, mas um movimento de mercado em um contexto de queda do emprego fixo.

“Está cada vez mais custoso ter um trabalhador doméstico formalizado. Além disso, os próprios profissionais perceberam que o trabalho como diarista é mais lucrativo e dá mais liberdade para ter mais tempo livre ou investir em outras atividades”, explica Glauco Nunes, coordenador de Mercado do Sebrae Rio.

Segundo a entidade, o sucesso depende de planejamento. Isso vai desde a forma de se vender até a precificação e a gestão do orçamento.

Mônica Andrade trabalha como diarista premium na Europa, depois de deixar a carreira de cabeleireira e manicure por 22 anos. — Foto: Arquivo pessoal

Mônica Oliveira consolidou seu caminho ao recomeçar na Holanda. Após mais de 20 anos como cabeleireira e manicure no Brasil e em Portugal, ela abriu um salão na Europa, mas a pandemia interrompeu os planos.

Sem alternativa, aprendeu as técnicas de limpeza com outra brasileira e rapidamente percebeu que, na Holanda, o serviço era mais valorizado e melhor remunerado.

Mônica começou atendendo casas e hotéis de luxo em Amsterdã e levou para o dia a dia o padrão que observava na hotelaria. Nada de jogar água no chão. O protocolo é técnico: pano específico para cada superfície, produtos adequados e aspirador profissional.

A brasileira também abandonou a cobrança por hora e passou a vender combos com serviços fechados. Para cada novo cliente, envia um documento detalhando serviços, técnicas e extras, como limpeza de geladeira, armários e lava-louças.

Mônica Andrade mantém agenda cheia, tem site, cursos e mais de 500 mil seguidores que acompanham suas técnicas de limpeza. — Foto: Arquivo pessoal

A limpeza básica custa 87 euros, cerca de R$ 550. Em serviços mais completos, o valor pode chegar a 290 euros, aproximadamente R$ 1.830. Limpezas de mudança alcançam 150 euros, algo em torno de R$ 950.

A proposta vai além da limpeza visível. Mônica observa a disposição dos objetos, o alinhamento das toalhas, o brilho dos metais e a fragrância do ambiente. Sua entrega é proporcionar ao cliente a sensação de entrar em um quarto de hotel.

Ou seja, o foco deixou de ser o tempo e passou a ser a experiência entregue. Seu público inclui moradores de alto padrão, expatriados e clientes que buscam padrão de hotelaria dentro de casa.

Hoje, Mônica tem agenda cheia, site próprio, oferece cursos e acumula mais de 500 mil seguidores no Instagram, onde compartilha dicas de limpeza e bastidores do dia a dia.

Especialistas alertam que essa perspectiva de ganhos da faxina premium deve vir acompanhada de preparo, planejamento e de ciência da realidade jurídica e previdenciária da profissão.

O Sindoméstica, sindicato das trabalhadoras domésticas, destaca a falta de direitos trabalhistas para diaristas.

Janaina Souza, presidente do sindicato, chama atenção para a confusão entre faturamento alto e segurança. Muitas diaristas realmente ganham mais como autônomas, mas abrem mão de garantias importantes.

Existe ainda o risco de precarização quando a diarista não se organiza juridicamente. A contribuição ao INSS, por exemplo, precisa ser feita por conta própria. Sem isso, não há amparo em caso de acidente, licença ou doença.

Tanto o sindicato quanto o Sebrae recomendam a formalização via MEI. Essa etapa facilita a emissão de nota, o acesso a crédito, a comprovação de renda e benefícios previdenciários básicos, como aposentadoria ou auxílio-doença.

Calcule todos os custos reais envolvidos no serviço: transporte, alimentação, compra e manutenção de equipamentos, desgaste físico, reposição de produtos, investimento em marketing e até custos com internet e ferramentas digitais.Construa uma presença digital profissional: boas fotos, portfólio, materiais de apresentação e conteúdos nas redes ajudam a transmitir credibilidade.Evite competir apenas por preço: destaque-se pela qualidade, pela experiência e pelo profissionalismo.Formalize-se como MEI: isso garante segurança jurídica e acesso a benefícios.Defina preços de forma estratégica: a precificação deve cobrir custos, garantir lucro e refletir o posicionamento da profissional.

A precificação, inclusive, é um dos pontos mais delicados. Gabriela costuma alertar suas alunas que não adianta cobrar caro sem entregar qualidade, nem cobrar barato ignorando o próprio valor.

Por fim, especialistas recomendam criar uma reserva financeira e adotar contratos de prestação de serviços. Isso ajuda a enfrentar períodos de baixa demanda e evita conflitos com clientes.

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Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível no ES

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 04:45

Espírito Santo Agronegócios Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível no ES Iniciativa do Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo, ensina técnica de desidratação que evita desperdício e cria flores comestíveis e itens decorativos. Por Vinícius Colini, TV Gazeta

Um projeto desenvolvido pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) está transformando frutas que seriam descartadas em fonte de renda para agricultores.

O projeto transforma frutas e legumes maduros, que seriam descartados, em lâminas flexíveis e comestíveis, chamadas de "couro vegetal".

A técnica consiste em higienizar, triturar e desidratar a polpa dos alimentos por até um dia e meio, resultando em um material maleável.

Um projeto desenvolvido pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), no campus de Venda Nova do Imigrante, no Sul do estado, está transformando frutas que antes seriam descartadas e iriam para o lixo em fonte de renda para agricultores familiares.

A proposta ensina uma técnica de desidratação que converte frutas e legumes maduros em lâminas finas e flexíveis, semelhantes a um "couro vegetal" comestível.

O material pode ser consumido normalmente, é isento de lactose, glúten e açúcar, e pode ser utilizado na produção de flores decorativas para bolos e eventos, além de outras aplicações gastronômicas.

A técnica parte de frutas que já passaram do ponto ideal de venda in natura, e que não.teriam valor para venda. Elas são higienizadas, batidas até virar um purê e espalhadas em camada fina sobre uma superfície antes de irem para a desidratadora.

Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível em projeto desenvolvido pelo Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo — Foto: TV Gazeta

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Após cerca de 12 horas a um dia e meio, o resultado é uma lâmina maleável, pronta para corte e modelagem.

"Sabe aquela fruta que geralmente o produtor fala que já não dá pra vender?! A gente pensa: 'Faz alguma coisa com ela, bate um suco!'. Então, é essa fruta que iria ser desperdiçada, sem valor de venda, que volta a ser um produto através da desidratação", explicou a coordenadora geral de Extensão e do Núcleo Incubador do Ifes, Zâmora Santos.

Em seis meses, o grupo testou e analisou diferentes produtos, como pitaya, limão siciliano, goiaba, maracujá, tomate e café. As experiências resultaram na elaboração de uma cartilha com orientações técnicas para replicar o processo.

Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível em projeto desenvolvido pelo Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo — Foto: TV Gazeta

Durante três meses, dez produtores da agricultura familiar participaram da formação prática no campus. Eles receberam conteúdo teórico, apostila com passo a passo e kits com desidratadores para aplicar a técnica nas propriedades.

"O nosso curso foi totalmente prático mesmo, mão na massa. Eles receberam o conteúdo teórico, uma apostila com todo o passo a passo, em cada aula nós fornecemos pra eles um roteiro, como se fosse uma receita de bolo, para eles produzirem, e fomos para dentro do laboratório iniciar a produção", afirmou a professora do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Michele Nogueira.

O projeto integra o InovaTech, iniciativa da incubadora do Ifes, e conta com apoio do Incaper, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).

Na propriedade da produtora rural Vanuza Rosa Falqueto, em Venda Nova do Imigrante, o cultivo é diversificado, com produção de palmito, laranja, abacate, café e limão siciliano. Parte da itens, no entanto, se perdia por falta de escala para venda antes do começo da produção das lâminas.

"A nossa produção aqui não é grande. Então, quando a gente ia vender para os atravessadores, eles necessitavam de uma quantidade maior. Muito produto acabava se perdendo aqui na propriedade", disse Vanuza.

Com a técnica e a adaptação de uma receita própria, ela passou a transformar principalmente limão siciliano e palmito juçara em lâminas comestíveis.

A produtora rural Vanuza Rosa Falqueto transforma principalmente limão siciliano em couro vegetal comestível, em Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo — Foto: TV Gazeta

Também em Venda Nova, a produtora rural Maria Dalva Garcia Andrerão está se capacitando para começar a utilizar as jabuticabas cultivadas na propriedade para criar as lâminas.

A família já produzia geleias, doces e compotas e vê na novidade uma oportunidade de ampliar a renda, diversificando os produtos.

"Nós estamos pensando em começar primeiro pelos enroladinhos, depois pela florzinhas, que a gente ainda está aprendendo com os professores no curso. Então, eu acho que vai ser de grande valor para nós. É algo que provavelmente iria para o lixo e a gente aproveita tudo, como banana, abacaxi, hortelã, limão, tudo coisas que a gente já tem no sítio", contou Maria Dalva.

Para o extensionista do Incaper, Thiago Monteiro, o diferencial do projeto está na sustentabilidade.

"O viés de sustentabilidade desse curso está justamente na possibilidade de você fazer o uso de um produto que já não está apto para o consumo in natura, uma fruta que já passou um pouquinho do ponto para banca, o legume que já passou um pouquinho, pra agregar valor a ele. Você pode fazer um uso mais nobre daquele produto, processar e vender como produto acabado", avaliou.

Após o encerramento das aulas, os produtores passam a receber acompanhamento técnico e consultoria para definir preço, embalagem e estratégias de venda.

Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível em projeto desenvolvido pelo Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo — Foto: TV Gazeta

"Quanto vai custar para o mercado? Quanto vai custar para mim? Eles ainda estão com dúvidas nessa parte e é nisso que a gente vai seguir, para eles conseguirem efetivamente colocar o produto no mercado", reforçou Zâmora Santos.

A expectativa é que as lâminas comestíveis, que já deram origem a medalhões de pêssego, lasanha com lâmina de berinjela e combinações como abóbora com coco, passem a integrar o comércio local, ampliando as possibilidades de renda no campo e reduzindo o desperdício de alimentos.

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