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Em 2026, ANTT aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por não pagamento do preço mínimo da tabela de frete

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 02:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%Oferecido por

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por descumprimento do piso mínimo do frete em 2026.

Em 2018, foram R$ 69 mil reais em multas durante o ano inteiro. Os dados foram levantados pela agência a pedido do g1.

Só neste ano, mais de 90 mil autuações já foram registradas, aumento de 33% em relação a todo o ano passado, quando foram aplicadas cerca de 67 mil multas.

De acordo com a ANTT, o aumento está relacionado ao uso mais intensivo da fiscalização eletrônica no setor de transporte de cargas.

🚛 A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por descumprimento do piso mínimo do frete em 2026.

💰 Em 2018, foram R$ 69 mil reais em multas durante o ano inteiro. Os dados foram levantados pela agência a pedido do g1. (veja o valor anual de multas aplicadas)

📝 Só neste ano, mais de 90 mil autuações já foram registradas, aumento de 33% em relação a todo o ano passado, quando foram aplicadas cerca de 67 mil multas. (veja a série histórica desde 2018)

De acordo com a ANTT, o aumento está relacionado ao uso mais intensivo da fiscalização eletrônica no setor de transporte de cargas.

⛽ A legislação estabelece que a tabela do piso mínimo do frete no transporte rodoviário deve ser atualizada a cada seis meses ou sempre que houver variação superior a 5% no preço do diesel S10, seja para mais ou para menos. Esse mecanismo é conhecido como “gatilho”.

Criada em 2018, a política de preços mínimos do frete surgiu como uma das principais reivindicações dos caminhoneiros durante a greve nacional daquele ano.

A paralisação, que durou 11 dias, provocou desabastecimento, afetou exportações e impactou diversos setores da economia. Os grevistas foram as ruas diante do aumento expressivo do diesel, dentre outros fatores.

Entre os efeitos registrados na época, a redução de linhas de ônibus em várias regiões do país, a suspensão de postagens pelos Correios e a paralisação da produção em pelo menos 129 frigoríficos e abatedouros, além da escassez de hortifrutigranjeiros.

Em 2018, o setor de serviços no Brasil recuou 3,8% em maio na comparação com abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

📈 O índice foi fortemente influenciado pelos 11 dias de greve dos caminhoneiros no final de maio.

A greve foi encerrada após um acordo entre o governo federal e a categoria, que incluiu a criação da tabela com valores mínimos para o frete.

Os preços mínimos, que estabelecem o custo base para o transporte de cargas no país, são definidos pela própria ANTT.

Diante da alta nos preços dos combustíveis, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, o governo federal buscou evitar uma nova paralisação de caminhoneiros neste ano e anunciou um pacote de medidas para reduzir os riscos e o impacto no mercado nacional.

📝 As ações endurecem as punições para quem descumprir o piso mínimo do frete. As multas, por exemplo, podem chegar a R$ 10 milhões.

Para reforçar a aplicação das regras, o governo elaborou um instrumento jurídico que amplia a capacidade de fiscalização e de cumprimento da legislação (enforcement) no ambiente regulatório.

A principal mudança prevê o impedimento de contratação de fretes por empresas irregulares. Em casos de reincidência ou de elevado número de infrações, tanto o embarcador, responsável pela carga, quanto o transportador poderão ser proibidos de operar.

suspensão imediata do registro de empresas que descumprirem a tabela;cassação do registro em caso de reincidência;fiscalização permanente, com monitoramento integral (100% das operações), sobre transportadoras reincidentes.

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Ovo de Páscoa: como a tradição começou com galinhas e virou chocolate?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 01:54

Agro Ovo de Páscoa: como a tradição começou com galinhas e virou chocolate? Apesar do doce ser um dos símbolos mais populares — e queridos — na data, a sua história ainda gera muitas dúvidas e curiosidade. Por Lara Castelo

Com o surgimento do cristianismo, a crença de que os ovos simbolizam a renovação foi incorporada às tradições cristãs.

A versão doce surgiu entre os séculos 17 e 18, na França, com confeiteiros que criaram moldes de ovos recheados com uma mistura de ovos, açúcar e chocolate.

Antes dos ovos de chocolate tomarem conta das prateleiras na Páscoa, o costume era bem mais simples: presentear com ovos de galinha.

Embora hoje a troca de ovos esteja ligada à celebração cristã da ressurreição de Jesus, essa tradição é bem mais antiga e cheia de simbolismos que atravessam culturas e séculos.

"É a partir dele que nascem muitos animais", explica Karla Nery, instrutora de confeitaria no Centro de Aperfeiçoamento em Gastronomia do Senac. "O coelho, outro ícone da Páscoa, também está ligado à ideia de fertilidade, por se reproduzir com facilidade".

A importância do ovo na história da humanidade é tanta que, no Império Romano, chegaram a acreditar que o universo era oval, imitando o seu formato. Já na Idade Média, existia a ideia de que o mundo teria surgido de dentro de uma casca de ovo.

Mas, essa simbologia é ainda mais antiga. Séculos antes do cristianismo, povos antigos já presenteavam com ovos em momentos de comemoração, como o início da primavera — época que marca o fim do inverno no Hemisfério Norte, segundo Katia.

"Depois da troca, eles cozinhavam e comiam os ovos" , conta a especialista. "Por isso, eram utilizados ovos comestíveis, como os de galinha, pato ou ganso".

Com a intenção de deixar o presente mais bonito, alguns ovos passaram a ser pintados e decorados, o que também se tornou uma tradição. Para isso, eram usados pigmentos naturais extraídos de alimentos, como beterraba e açafrão, explica Katia.

Com o surgimento e a expansão do cristianismo, a crença de que os ovos simbolizam a renovação foi incorporada às tradições cristãs. Assim, na Páscoa, data em da celebração da Ressurreição de Cristo, o ovo começou a ser dado de presente.

"Como Jesus que ressuscitou, o ovo simbolizava uma nova vida emergindo da casca do ovo", descreve a enciclopédia Britannica.

Na Europa medieval, a tradição ganhou status nobre. Registros indicam que, no século 12, o rei francês Luís VII recebeu ovos ao voltar da Segunda Cruzada — mesmo derrotado. A prática se espalhou entre a elite, que passou a trocar ovos feitos de porcelana, vidro e até ouro.

Séculos depois, essa tradição inspiraria os famosos Ovos Fabergé, criados pelo joalheiro russo Peter Carl Fabergé. Um deles, presente do czar Alexandre 3º à imperatriz Marie Feodorovna, foi avaliado em US$ 20 milhões em 2014 — e trazia um relógio cravejado de safiras e diamantes, segundo a BBC.

A versão doce surgiu entre os séculos 17 e 18, na França, com confeiteiros que criaram moldes de ovos recheados com uma mistura de ovos, açúcar e, claro, chocolate.

Com o tempo, os ovos passaram a ser feitos inteiramente de chocolate — inicialmente mais amargo e denso do que os que conhecemos hoje.

O sabor só foi suavizado com a evolução da confeitaria e a adição de ingredientes como leite, manteiga de cacau e açúcar, segundo a especialista.

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Feriados de abril de 2026: veja datas e quando dá para emendar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 01:00

Trabalho e Carreira Feriados de abril de 2026: veja datas e quando dá para emendar Mês tem dois feriadões que podem render dias seguidos de descanso. Veja o calendário completo. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O mês de abril terá dois feriados e pode render folgas com chance de “emenda” para os trabalhadores.

O período de pausa começa na sexta-feira, 3 de abril, com o feriado nacional da Paixão de Cristo (Sexta-feira Santa).

O outro feriado é o Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que cai em uma terça-feira. A segunda-feira (20) é considerada ponto facultativo para os servidores públicos federais.

A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais. Quem trabalhar nesses dias tem direito ao pagamento em dobro ou à folga compensatória.

Abril nem começou, mas já é aguardado por muitos trabalhadores. O mês terá dois feriados nacionais e pode render folgas com chance de emenda.

O primeiro período de pausa começa na sexta-feira, 3 de abril, com o feriado nacional da Paixão de Cristo (Sexta-feira Santa). Quem folga aos fins de semana poderá ter três dias seguidos de descanso — de sexta a domingo.

A Páscoa, celebrada no domingo (5), não garante folga extra por não ser feriado nacional, sendo considerada uma data comemorativa religiosa. No entanto, pode haver previsão diferente em acordo ou convenção coletiva.

O outro feriado é o Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que cai em uma terça-feira. Com isso, quem conseguir folga na segunda (20), considerada ponto facultativo para os servidores públicos federais, pode aproveitar um descanso prolongado — de sábado a terça.

3 de abril (sexta-feira): Paixão de Cristo5 de abril (domingo): Páscoa20 de abril (segunda-feira): ponto facultativo (servidores públicos federais)21 de abril (terça-feira): Tiradentes

Apesar de ser um feriado nacional, nem todos são beneficiados. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais.

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como remuneração em dobro ou folga compensatória.

Depois de abril, o próximo feriado nacional será 1º de maio (Dia do Trabalhador), que cairá em uma sexta-feira e pode permitir emenda para quem folga aos fins de semana.

Outra possibilidade de emenda é o Corpus Christi, em 4 de junho, que é considerado ponto facultativo nacional. Ou seja, cada estado ou município tem autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que haja regulamentação local.

Nas cidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso seja necessário trabalhar, há direito ao pagamento em dobro ou a uma folga compensatória.

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Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões nesta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 01:00

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões nesta terça-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.991 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3,5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (31), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Agência da ONU limita número de carregadores portáteis em voos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 22:05

Tecnologia Agência da ONU limita número de carregadores portáteis em voos Passageiros só poderão levar dois powebanks por voos, e não poderão carregá-los durante o voo. Por Redação g1

A Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência da ONU, informou que o uso de powerbanks será limitado a duas unidades por passageiro em voos a partir de sexta-feira (27).

Restrições ao uso de carregadores portáteis já vinham sendo adotadas por companhias aéreas, como a Lufthansa, e por países como a Coreia do Sul, após incidentes recentes.

A Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência da Organização das Nações Unidas (ONU), informou que o uso de powerbanks será limitado a duas unidades por passageiro em voos a partir de sexta-feira (27).

Sediada em Montreal, a ICAO costuma estabelecer padrões globais para a aviação, geralmente adotados por seus 193 países-membros. No caso das novas regras para powerbanks, porém, a aplicação será imediata.

Restrições ao uso de carregadores portáteis já vinham sendo adotadas por companhias aéreas, como a Lufthansa, e por países como a Coreia do Sul, após incidentes recentes — entre eles, um incêndio em um avião da Air Busan, em 2025.

No início deste ano, um caso semelhante aconteceu no Brasil, quando um avião da Latam precisou desviar a rota após um powerbank explodir a bordo (veja vídeo abaixo).

Outro caso parecido aconteceu em agosto de 2025, quando um carregador portátil pegou fogo em um avião que fazia o trajeto entre São Paulo e Amsterdã. Vídeos publicados nas redes sociais mostraram o interior da aeronave tomado por fumaça (veja abaixo).

Especialistas explicam que incidentes com baterias de íon de lítio — usadas em celulares, notebooks e powerbanks — são raros.

Ainda assim, podem acontecer e existem regras específicas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para reduzir perigos durante o transporte desses equipamentos (saiba mais aqui).

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Tensão no Oriente Médio: EUA falam em retomar controle do Estreito de Ormuz e escolta de navios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.522 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.522 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.522 pts0,53%Oferecido por

O porta-aviões USS Abraham Lincoln transitando pelo Estreito de Ormuz em 2019 — Foto: Zachary Pearson/U.S. Navy via AP

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta segunda-feira (30) que o país deve retomar o controle do Estreito de Ormuz e garantir a liberdade de navegação na região, considerada estratégica para o comércio global de petróleo.

Em entrevista ao programa “Fox & Friends”, da Fox News, Bessent disse que o mercado global segue bem abastecido, apesar das tensões recentes. Segundo ele, a circulação de navios já dá sinais de retomada.

“Com o tempo, os EUA vão retomar o controle do Estreito e haverá liberdade de navegação, seja por meio de escoltas dos EUA ou de uma escolta multinacional”, afirmou.

A declaração ocorre em um momento de incerteza sobre a segurança da rota, que liga o Golfo Pérsico ao restante do mundo e é responsável por escoar uma parcela significativa da produção de petróleo de grandes exportadores.

A fala de Bessent sinaliza confiança do governo americano em uma solução para a crise, embora ainda não haja prazo definido para a normalização completa do fluxo de embarcações. Ao mesmo tempo, reforça a pressão internacional por estabilidade na região.

Nos últimos dias, episódios envolvendo o tráfego marítimo e ações militares aumentaram a tensão. Dados de rastreamento indicam que dois navios porta-contêineres chineses conseguiram atravessar o estreito em uma nova tentativa de deixar o Golfo, após recuarem anteriormente.

Já no campo militar, o exército de Israel afirmou ter interceptado dois drones lançados do Iêmen. O ataque ocorreu após rebeldes houthis, alinhados ao Irã, dispararem mísseis contra Israel pela primeira vez desde o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

A instabilidade na região tem impacto direto sobre os preços do petróleo. O Estreito de Ormuz é considerado um dos principais gargalos logísticos do mundo, e qualquer interrupção ou risco elevado no transporte tende a encarecer o barril.

Segundo analistas, um eventual bloqueio também no Mar Vermelho — caso os houthis passem a atacar navios — poderia elevar os preços entre US$ 5 e US$ 10 por barril.

Esse movimento pressiona a inflação global, já que o aumento do custo dos combustíveis afeta cadeias produtivas em diversos países.

Em meio à escalada de tensão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã. Ele exigiu que o país reabra o Estreito de Ormuz e alertou para possíveis ataques a instalações energéticas iranianas caso isso não ocorra.

Trump havia indicado anteriormente que poderia suspender ações contra a infraestrutura energética do Irã até 6 de abril, enquanto negociações ocorrem. Segundo ele, representantes dos dois países vêm se reunindo “direta e indiretamente”.

O governo iraniano, no entanto, classificou as propostas americanas como “irrealistas, ilógicas e excessivas” e voltou a lançar mísseis contra Israel.

Para analistas, o prazo estabelecido pelos EUA não foi suficiente para acalmar o mercado, que agora busca sinais concretos de redução das tensões.

Dados da consultoria Kpler mostram que as exportações de petróleo da Arábia Saudita redirecionadas para o porto de Yanbu, no Mar Vermelho, saltaram para 4,658 milhões de barris por dia na última semana.

Empresas do setor também monitoram a situação. A PetroChina, maior produtora de petróleo e gás da Ásia, afirmou que segue operando normalmente, embora cerca de 10% de seu fornecimento dependa da passagem pelo estreito.

Apesar disso, o fim de semana foi marcado por novos ataques na região, incluindo danos a um terminal em Omã e registros de mísseis no Kuwait e nas proximidades da Arábia Saudita.

O cenário, segundo especialistas, ainda é de cautela, com o mercado global atento aos próximos desdobramentos no Oriente Médio.

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Aena vence leilão do Aeroporto do Galeão com lance de R$ 2,9 bilhões e assume concessão até 2039

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%Oferecido por

Movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A empresa espanhola Aena venceu nesta segunda-feira (30) o leilão de venda assistida do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, e ficará responsável pela operação do terminal até 2039.

O certame, realizado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, teve início às 15h, na sede da bolsa de valores de São Paulo, a B3. Além da Aena, disputaram a concessão o Zurich Airport e o consórcio RIOgaleão.

O valor mínimo de outorga — pago ao governo pelo direito de explorar o Galeão — foi fixado em R$ 932,8 milhões. O lance final, de R$ 2,9 bilhões, representou um ágio de 210,88%, após uma disputa acirrada.

Com o Galeão, a Aena passa a administrar 18 aeroportos no Brasil, sendo a maior concessionária aeroportuária do país em número de terminais. Entre eles estão o aeroporto de Congonhas, na capital paulista, e os de Recife (PE) e Maceió (AL).

A Aena irá assumir a operação do Galeão. Atualmente, a concessionária RIOgaleão — formada pela Vinci Compass e pela Changi Airports — detém 51% das ações, enquanto a Infraero controla os outros 49%.

Com a venda assistida, RIOgaleão e Infraero deixarão o negócio, permitindo que a nova operadora assuma integralmente a concessão.

🔎 Diferentemente da concessão tradicional, que parte de um projeto novo, a venda assistida envolve a relicitação de um contrato já existente, renegociado para viabilizar a troca de operador — caso do Galeão.

O contrato prevê que a Aena poderá explorar, manter e ampliar a infraestrutura do aeroporto, além de assumir os direitos e obrigações previstos no novo acordo.

A venda assistida do Galeão foi definida em acordo entre o governo, a RIOgaleão e o Tribunal de Contas da União (TCU). O contrato passou por mudanças em relação ao formato original de 2013, em uma tentativa de tornar o negócio mais atrativo para novos operadores.

a substituição de uma contribuição fixa por um pagamento variável de 20% sobre o faturamento até 2039, repassado à União como taxa de concessão;o fim da obrigação de construir uma terceira pista;a saída da Infraero da sociedade; ea criação de um mecanismo de compensação relacionado ao Aeroporto Santos Dumont (SDU), um dos principais concorrentes do Galeão. Ou seja, se o governo alterar as restrições de operação do SDU, o novo controlador do Galeão poderá solicitar compensação.

Segundo a RIOgaleão, embora o número de passageiros ainda esteja bem abaixo da capacidade do aeroporto, de 37 milhões por ano, o volume de viajantes tem aumentado ano a ano.

Em 2025, por exemplo, 17,9 milhões de pessoas passaram pelo Galeão, um aumento de 23,4% em relação ao ano anterior, quando foram 14,5 milhões. O número representa uma média de 49 mil passageiros por dia.

Além disso, o aeroporto registra cerca de 340 voos domésticos e 110 voos internacionais por dia, entre pousos e decolagens.

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Bacalhau é peixe ou modo de preparo? Conheça curiosidades sobre o prato ‘queridinho’ da Páscoa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 17:44

Agro Bacalhau é peixe ou modo de preparo? Conheça curiosidades sobre o prato 'queridinho' da Páscoa Muito consumido na Semana Santa, o bacalhau virou tradição no Brasil após a chegada dos portugueses, no século 19. Saiba mais. Por Carol Lorencetti, g1

Ele é carnívoro, se alimenta de camarões e outros crustáceos, e costuma viver em grandes cardumes, em águas frias, bem abaixo da superfície do mar.

Com o tempo, o prato se tornou símbolo de datas importantes, como a Sexta-feira Santa, quando parte da população evita o consumo de carne vermelha.

Presença garantida na mesa de muitos brasileiros durante a Semana Santa, o bacalhau ainda desperta curiosidade. Afinal, que peixe é esse? De onde ele vem? E quando começou a ser consumido no Brasil?

Para responder a essas e outras perguntas, o g1 preparou uma lista de informações sobre o prato queridinho da Páscoa. Confira:

A bióloga Amanda Gomes explica que duas espécies de peixes podem ser chamadas de bacalhau: o gadus morhua, que vive no Oceano Atlântico, e o gadus macrocephalus, encontrado no Oceano Pacífico.

Bacalhau-do-Atlântico ou bacalhau-da-Noruega (Gadus morhua) é o maior exemplar. — Foto: Divulgação/Redes Sociais

Ele também é carnívoro, se alimenta de camarões e outros crustáceos, e costuma viver em grandes cardumes, em águas frias, bem abaixo da superfície do mar — a mais de 200 metros de profundidade.

Há quem diga que bacalhau é modo de preparo, mas, na verdade, ele é o peixe e o seu modo de preparo é chamado de salga.

Esse processo ficou popular por volta do ano 1000, quando os europeus começaram a vender bacalhau em larga escala.

A conservação do peixe no sal permitia que ele fosse levado em navios, durante longas viagens. O sal desidrata a carne e faz com que ela fique preservada por mais tempo.

O hábito de comer bacalhau no Brasil começou com a chegada da coroa portuguesa, no século 19. Com o tempo, o prato se tornou símbolo de datas importantes, como a Sexta-feira Santa, quando parte da população evita o consumo de carne vermelha.

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CEO da Air Canada deixa cargo após ser criticado por não falar francês em vídeo sobre acidente que matou pilotos em Nova York

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,16%Dólar TurismoR$ 5,445-0,13%Euro ComercialR$ 6,019-0,32%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.468 pts0,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,16%Dólar TurismoR$ 5,445-0,13%Euro ComercialR$ 6,019-0,32%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.468 pts0,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,16%Dólar TurismoR$ 5,445-0,13%Euro ComercialR$ 6,019-0,32%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.468 pts0,5%Oferecido por

A Air Canada anunciou nesta segunda-feira (30) que seu CEO, Michael Rousseau, vai se aposentar ainda este ano.

A maior companhia aérea do Canadá, sediada na província francófona de Quebec, informou que Rousseau comunicou ao conselho que deixará o cargo até o fim do terceiro trimestre.

O Canadá é um país oficialmente bilíngue, e o primeiro-ministro Mark Carney afirmou que a decisão de aposentadoria de Rousseau é “apropriada”.

Mark Carney havia dito que a mensagem apenas em inglês demonstrava falta de compaixão e de discernimento. O premiê de Quebec e outras autoridades pediram a renúncia do executivo da companhia aérea.

A Air Canada anunciou nesta segunda-feira (30) que seu CEO, Michael Rousseau, vai se aposentar ainda este ano, após ser criticado por divulgar uma mensagem de condolências apenas em inglês após o acidente fatal ocorrido neste mês em Nova York.

A maior companhia aérea do Canadá, sediada na província francófona de Quebec, informou que Rousseau comunicou ao conselho que deixará o cargo até o fim do terceiro trimestre.

O Canadá é um país oficialmente bilíngue, e o primeiro-ministro Mark Carney afirmou que a decisão de aposentadoria de Rousseau é “apropriada”.

Mark Carney havia dito que a mensagem apenas em inglês demonstrava falta de compaixão e de discernimento. O premiê de Quebec e outras autoridades pediram a renúncia do executivo da companhia aérea.

“Saúdo a decisão do CEO da Air Canada, Michael Rousseau, de deixar o cargo. O conselho de administração da Air Canada terá de garantir que o próximo CEO fale francês”, afirmou o primeiro-ministro de Quebec, François Legault, em comunicado.

Forest e Mackenzie Gunther morreram quando o voo da Air Canada Jazz, vindo de Montreal, colidiu com um caminhão de bombeiros na pista logo após o pouso.

A maior companhia aérea do Canadá tem sede em Montreal. Rousseau já havia sido criticado anteriormente por não falar francês.

Ele divulgou sua mensagem de condolências em vídeo em inglês, com legendas em francês. O Gabinete do Comissário de Línguas Oficiais recebeu centenas de reclamações sobre o caso.

O ministro dos Transportes do Canadá, Steven MacKinnon, agradeceu a Rousseau em uma publicação nas redes sociais e afirmou que o governo continuará trabalhando de perto com a Air Canada para garantir que a empresa “ofereça um serviço seguro, confiável, acessível e bilíngue a todos os canadenses”.

Legault observou que, quando Rousseau foi nomeado presidente da companhia aérea em fevereiro de 2021, ele prometeu aprender francês.

A identidade de Quebec é motivo de controvérsia desde a década de 1760, quando os britânicos concluíram a tomada do território então chamado de Nova França. Cerca de 80% da população de Quebec fala francês.

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Plano de demissão dos Correios tem adesão de 2,3 mil funcionários; número abaixo da meta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%Oferecido por

O Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos Correios registrou 2.347 adesões de funcionários até a manhã desta segunda-feira (30).

O número está bem abaixo da meta, que previa que 10 mil pessoas deixassem a empresa este ano, além da projeção de outros cinco mil em 2027.

O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria.

Os Correios enfrentam uma crise sem precedentes e, na tentativa de equilibrar as contas, anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação.

Correios prorrogam programa de demissões voluntárias até 7 de abril; adesão está bem abaixo da meta

Até a manhã desta segunda-feira (30), o Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos Correios registrou 2.347 adesões de funcionários, segundo a estatal. O número está bem abaixo da meta, que previa que 10 mil pessoas deixassem a empresa este ano, além da projeção de outros cinco mil em 2027.

🔎O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria. Diferente de uma demissão comum, o PDV funciona como um acordo. Para a empresa, é uma forma de reduzir custos ou reestruturar o quadro de funcionários sem o impacto negativo de demissões em massa.

🗓️ Na sexta-feira (27), os Correios anunciaram a prorrogação do prazo de adesão ao programa até 7 de abril. Anteriormente, o período se encerraria nesta terça-feira (31).

Os Correios enfrentam uma crise sem precedentes e, na tentativa de equilibrar as contas, anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação. (entenda a crise)

O plano inclui medidas como a contratação de empréstimos, a revisão do modelo de negócios e a implementação do próprio PDV, entre outras ações.

Segundo a estatal, a decisão busca “oferecer mais tempo e segurança” para que os empregados analisem as novas condições de assistência médica, incluindo a ampliação regional do Plano Família da Postal Saúde.

Apontado como um dos principais pilares do processo de reestruturação, o PDV tem como meta reduzir o quadro de pessoal em até 15 mil funcionários até 2027.

Em crise financeira histórica, Correios abrem prazo para funcionários pedirem demissão — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A situação da empresa vem se deteriorando nos últimos quatro anos. Em 2022, a empresa fechou o balanço com um prejuízo de mais de R$ 700 milhões. Em 2024, o déficit pulou para R$ 2,5 bilhões. O rombo de 2025 ainda não foi oficialmente fechado.

Para manter as operações, os Correios contrataram um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos e receberam no início de 2026 R$ 10 bilhões desse total. A operação só foi concluída após o Tesouro Nacional oferecer garantias, segundo a estatal.

O dinheiro será usado para quitar dívidas imediatas e sustentar a operação, mas a empresa admite que pode precisar de mais R$ 8 bilhões ao longo do ano.

No fim de 2025, o presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, disse que o resultado negativo de 2026 pode chegar a R$ 23 bilhões se o ciclo de perdas não for interrompido.

Na tentativa de equilibrar as contas, os Correios anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação. O programa prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis e fechamento de cerca de mil agências — hoje a empresa tem aproximadamente 5 mil unidades.

Segundo Rondon, o modelo econômico-financeiro da empresa deixou de ser viável. O plano busca reverter uma sequência de 12 trimestres consecutivos de prejuízos.

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