RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Plano de demissão dos Correios tem adesão de 2,3 mil funcionários; número abaixo da meta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%Oferecido por

O Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos Correios registrou 2.347 adesões de funcionários até a manhã desta segunda-feira (30).

O número está bem abaixo da meta, que previa que 10 mil pessoas deixassem a empresa este ano, além da projeção de outros cinco mil em 2027.

O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria.

Os Correios enfrentam uma crise sem precedentes e, na tentativa de equilibrar as contas, anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação.

Correios prorrogam programa de demissões voluntárias até 7 de abril; adesão está bem abaixo da meta

Até a manhã desta segunda-feira (30), o Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos Correios registrou 2.347 adesões de funcionários, segundo a estatal. O número está bem abaixo da meta, que previa que 10 mil pessoas deixassem a empresa este ano, além da projeção de outros cinco mil em 2027.

🔎O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria. Diferente de uma demissão comum, o PDV funciona como um acordo. Para a empresa, é uma forma de reduzir custos ou reestruturar o quadro de funcionários sem o impacto negativo de demissões em massa.

🗓️ Na sexta-feira (27), os Correios anunciaram a prorrogação do prazo de adesão ao programa até 7 de abril. Anteriormente, o período se encerraria nesta terça-feira (31).

Os Correios enfrentam uma crise sem precedentes e, na tentativa de equilibrar as contas, anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação. (entenda a crise)

O plano inclui medidas como a contratação de empréstimos, a revisão do modelo de negócios e a implementação do próprio PDV, entre outras ações.

Segundo a estatal, a decisão busca “oferecer mais tempo e segurança” para que os empregados analisem as novas condições de assistência médica, incluindo a ampliação regional do Plano Família da Postal Saúde.

Apontado como um dos principais pilares do processo de reestruturação, o PDV tem como meta reduzir o quadro de pessoal em até 15 mil funcionários até 2027.

Em crise financeira histórica, Correios abrem prazo para funcionários pedirem demissão — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A situação da empresa vem se deteriorando nos últimos quatro anos. Em 2022, a empresa fechou o balanço com um prejuízo de mais de R$ 700 milhões. Em 2024, o déficit pulou para R$ 2,5 bilhões. O rombo de 2025 ainda não foi oficialmente fechado.

Para manter as operações, os Correios contrataram um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos e receberam no início de 2026 R$ 10 bilhões desse total. A operação só foi concluída após o Tesouro Nacional oferecer garantias, segundo a estatal.

O dinheiro será usado para quitar dívidas imediatas e sustentar a operação, mas a empresa admite que pode precisar de mais R$ 8 bilhões ao longo do ano.

No fim de 2025, o presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, disse que o resultado negativo de 2026 pode chegar a R$ 23 bilhões se o ciclo de perdas não for interrompido.

Na tentativa de equilibrar as contas, os Correios anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação. O programa prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis e fechamento de cerca de mil agências — hoje a empresa tem aproximadamente 5 mil unidades.

Segundo Rondon, o modelo econômico-financeiro da empresa deixou de ser viável. O plano busca reverter uma sequência de 12 trimestres consecutivos de prejuízos.

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México negocia com empresas para vender petróleo a Cuba

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,2%Dólar TurismoR$ 5,446-0,11%Euro ComercialR$ 6,021-0,26%Euro TurismoR$ 6,258-0,57%B3Ibovespa182.828 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,2%Dólar TurismoR$ 5,446-0,11%Euro ComercialR$ 6,021-0,26%Euro TurismoR$ 6,258-0,57%B3Ibovespa182.828 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,2%Dólar TurismoR$ 5,446-0,11%Euro ComercialR$ 6,021-0,26%Euro TurismoR$ 6,258-0,57%B3Ibovespa182.828 pts0,7%Oferecido por

Vista da refinaria da companhia de petróleo Pemex em Cadereyta, no México — Foto: Reuters/Daniel Becerril

O governo do México está em conversas com várias empresas privadas interessadas em comprar combustíveis da estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) para revendê-los a companhias cubanas, informou a presidente Claudia Sheinbaum nesta segunda-feira (30).

Os comentários da presidente mexicana ocorrem após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que não tinha “nenhum problema” com o envio de petróleo russo a Cuba, depois de ter impedido a chegada à ilha de petróleo venezuelano e também de outros países, como o México, sob ameaça de tarifas aduaneiras.

“Há [empresas] privadas que se aproximaram de nós, por exemplo, para poder comprar combustível da Pemex e levá-lo elas mesmas às [empresas] privadas de Cuba (…) Há várias empresas, não apenas uma”, afirmou Sheinbaum durante sua coletiva de imprensa matinal.

No fim de fevereiro, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou que a venda de gás e outros combustíveis a Cuba poderia ser autorizada se destinada ao setor privado para suas atividades.

Sem citar nomes, a chefe de Estado mexicana indicou que se trata de empresas que atuam no transporte e na exportação de combustíveis.

Ela acrescentou que, em Cuba, existem empresas privadas, como redes hoteleiras, que precisam desses combustíveis e fazem acordos com essas companhias.

Pequenas e médias empresas privadas existem em Cuba desde 2021, após mais de meio século de proibição oficial. Em março passado, o governo de Havana também autorizou a criação de empresas mistas entre o Estado e o setor privado.

A ilha comunista enfrenta uma forte escassez de petróleo e está imersa em uma longa crise econômica e política, agravada pela falta de produtos básicos e pela multiplicação dos apagões, devido ao bloqueio de petróleo imposto por Washington.

Nesta segunda-feira, a Rússia informou que o petroleiro Anatoly Kolodkin, carregado com 730 mil barris de petróleo bruto, havia chegado a Cuba.

A interrupção do abastecimento de petróleo da Venezuela, seu principal fornecedor, ocorreu após a operação militar na qual os Estados Unidos depuseram o presidente Nicolás Maduro, em janeiro.

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Como as criptomoedas estão movimentando a guerra na Rússia e no Irã?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 14:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2490,13%Dólar TurismoR$ 5,445-0,14%Euro ComercialR$ 6,016-0,36%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.614 pts0,58%MoedasDólar ComercialR$ 5,2490,13%Dólar TurismoR$ 5,445-0,14%Euro ComercialR$ 6,016-0,36%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.614 pts0,58%MoedasDólar ComercialR$ 5,2490,13%Dólar TurismoR$ 5,445-0,14%Euro ComercialR$ 6,016-0,36%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.614 pts0,58%Oferecido por

Grupos ligados à Rússia e ao Irã estão utilizando cada vez mais criptomoedas para financiar a compra de drones e componentes militares de baixo custo.

Os drones disponíveis comercialmente se tornaram centrais para as guerras travadas ao redor do mundo, principalmente na Ucrânia e Oriente Médio.

Como os drones de baixo custo estão amplamente disponíveis em plataformas globais de comércio eletrônico, muitas vezes é um desafio para as autoridades rastrearem quem está por trás das compras e qual pode ser sua intenção com os produtos.

Embora a maioria das compras de drones seja feita de maneira tradicional, as redes de aquisição estão se cruzando cada vez mais com o blockchain, o registro digital no qual as criptomoedas se baseiam.

Um drone atinge um prédio residencial durante um ataque russo com mísseis e drones, em meio à ofensiva da Rússia contra a Ucrânia, em Kiev — Foto: Gleb Garanich/Reuters

Grupos ligados à Rússia e ao Irã estão utilizando cada vez mais criptomoedas para financiar a compra de drones e componentes militares de baixo custo, de acordo com um novo relatório da empresa de análise de blockchain Chainalysis.

Os drones disponíveis comercialmente se tornaram centrais para as guerras travadas ao redor do mundo, principalmente na Ucrânia e Oriente Médio. Como os drones de baixo custo estão amplamente disponíveis em plataformas globais de comércio eletrônico, muitas vezes é um desafio para as autoridades rastrearem quem está por trás das compras e qual pode ser sua intenção com os produtos.

Embora a maioria das compras de drones seja feita de maneira tradicional, as redes de aquisição estão se cruzando cada vez mais com o blockchain, o registro digital no qual as criptomoedas se baseiam, descobriu a Chainalysis. Esse registro permite que os investigadores mapeiem o caminho de uma transação desde sua origem até seu destino.

🪙 O que é blockchain? Blockchain é um tipo de banco de dados digital que registra informações em blocos encadeados e protegidos por criptografia. Esses registros são compartilhados entre vários computadores, o que dificulta fraudes e alterações, garantindo mais transparência e segurança nas transações.

LEIA MAIS: Como Irã criou drones 'suicidas' de baixo custo para provocar caos no Oriente Médio

Os pesquisadores de blockchain da Chainalysis conseguiram rastrear o fluxo de criptomoedas de carteiras individuais conectadas a desenvolvedores de drones ou grupos paramilitares para a compra de drones de baixo custo e seus componentes de fornecedores em sites de comércio eletrônico.

Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, grupos pró-Rússia arrecadaram mais de US$ 8,3 milhões em doações de criptomoedas, e os drones estão entre as compras especificamente discriminadas feitas com essas doações, segundo o levantamento.

"No blockchain, há essa oportunidade incrível, uma vez que você identificou o fornecedor, de ver a atividade da contraparte e fazer avaliações que ajudam a esclarecer essa utilização e a intenção por trás da compra", disse Andrew Fierman, chefe de inteligência de segurança nacional da Chainalysis.

A Chainalysis conseguiu comparar transações com moedas digitais valendo entre US$ 2.200 e US$ 3.500 com os preços exatos de drones e componentes em plataformas de comércio eletrônico, disse Fierman.

"Vimos tudo, desde a solicitação dos drones e das peças e quanto eles estavam querendo obter, até as fotos que mostravam que eles compraram esses produtos", disse ele.

O estudo também descobriu que grupos ligados ao Irã estão usando criptomoedas para adquirir peças de drones e vender equipamentos militares. Ele destacou especificamente uma carteira de criptomoedas com conexões com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, comprando peças de drones de um fornecedor com sede em Hong Kong.

Sem dúvida, o volume total de criptomoedas vinculado à aquisição de drones continua pequeno em comparação com os gastos militares gerais, mas o levantamento afirma que o blockchain poderia ajudar as autoridades a rastrearem melhor as compras que, de outra forma, poderiam permanecer obscuras.

"O blockchain pode fornecer muitas informações que não estão necessariamente disponíveis tradicionalmente", disse Fierman.

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Pix fora do ar? Usuários do Banco do Brasil reclamam de instabilidade no serviço nesta segunda-feira (30)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 14:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%Oferecido por

De acordo com o site Downdetector, que monitora falhas em plataformas digitais, houve um pico de reclamações por volta das 12h30.

Usuários relatam dificuldade para realizar transferências via Pix nesta segunda-feira (30). De acordo com o site Downdetector, que monitora falhas em plataformas digitais, houve um pico de reclamações por volta das 12h30. O serviço também registrou aumento nas queixas relacionadas ao Banco do Brasil no mesmo período.

“O Banco do Brasil informa que o Pix Pagamento está momentaneamente indisponível. O BB lamenta o ocorrido e atua para restabelecer o serviço com a maior brevidade possível”, disse o banco em comunicado.

Downdetector registra diversas reclamações sobre o Pix nesta segunda-feira — Foto: Reprodução/Downdetector

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Juiz suspende parte da reforma trabalhista de Milei; jornada de 12h e regras sobre greves são afetadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 14:03

Trabalho e Carreira Juiz suspende parte da reforma trabalhista de Milei; jornada de 12h e regras sobre greves são afetadas Decisão provisória atinge 82 artigos da lei e barra mudanças em jornada, demissões e atuação de sindicatos; Governo de Milei ainda pode recorrer. Por Redação g1 — São Paulo

Parlamentares da oposição discutem com o presidente da Câmara dos Deputados da Argentina — Foto: REUTERS/Alessia Maccioni

A Justiça da Argentina suspendeu trechos da reforma trabalhista do presidente Javier Milei que previam mudanças nas regras de trabalho e direitos dos trabalhadores. A decisão é provisória e atinge 82 artigos da lei, segundo a agência de notícias France Presse (AFP).

ampliação da jornada de trabalho para até 12 horas diárias, com possibilidade de compensação conforme a demanda, sem pagamento de horas extras;redução do valor das indenizações por demissão;possibilidade de parcelamento das indenizações;restrições ao direito de greve;regras que dificultavam o reconhecimento de vínculo empregatício.

A reforma foi aprovada pelo Senado argentino no fim de fevereiro, após uma sessão marcada por tensão, protestos nas ruas e divergências entre parlamentares.

O texto avançou como uma das principais apostas do governo para flexibilizar o mercado de trabalho. Desde então, sindicatos passaram a questionar a legalidade de vários pontos e recorreram à Justiça.

Segundo informações publicadas pelos jornais La Nación e Clarín, o juiz do trabalho Raúl Horacio Ojeda suspendeu a aplicação de 82 artigos de mais de 200 que a lei contém, atendendo a um pedido da Confederação Geral do Trabalho (CGT). A decisão é provisória e vale até o julgamento definitivo do caso.

A suspensão é temporária. Ou seja, o caso ainda será analisado no mérito e os artigos ficam sem efeito. O governo pode recorrer para tentar reverter a decisão.

"Com a concessão da medida cautelar, ambas as partes (Estado e CGT) procurarão chegar à sentença definitiva o mais rápido possível e em paz social", afirma o juiz Raúl Ojeda em sua decisão.

De acordo com os jornais La Nación e Clarín, a disputa mantém o embate entre o governo Milei, que defende a flexibilização das regras trabalhistas, e os sindicatos, que veem perda de direitos nas mudanças aprovadas pelo Congresso.

A decisão atinge o núcleo da reforma, que alterava regras de jornada, demissões e organização do trabalho.

Entre os pontos suspensos estão a possibilidade de ampliar a jornada diária com compensação de horas, a redução e o parcelamento das indenizações e as restrições ao direito de greve, como a exigência de funcionamento mínimo durante paralisações, de acordo com o La Nación.

A reforma também previa mudanças nas formas de contratação. Parte dessas regras deixa de valer com a decisão.

Ficam suspensas ainda medidas que dificultavam o reconhecimento de vínculo empregatício e ampliavam a classificação de trabalhadores como autônomos, incluindo profissionais de aplicativos. Também perde efeito a regra que eliminava o princípio de interpretação da lei em favor do trabalhador, segundo o La Nación.

De acordo com o Clarín, deixam de valer regras que limitavam assembleias, reduziam a atuação de representantes e restringiam a proteção sindical. Também ficam suspensas as medidas que priorizavam acordos firmados dentro das empresas, abrindo espaço para negociações com possível redução salarial.

A decisão ainda interrompe outros pontos relevantes da reforma. Segundo o La Nación, seguem sem efeito:

a revogação da lei do teletrabalho;a criação de banco de horas por acordo individual;o fracionamento obrigatório das férias;a criação do Fundo de Assistência ao Trabalhador (FAL), que substituiria indenizações.

O juiz avaliou que o fundo não garantiria proteção adequada e poderia gerar impactos na Previdência.

Ao Clarín, ele citou o “perigo da demora” e afirmou que a aplicação das regras poderia causar danos irreparáveis caso a lei seja considerada inconstitucional no julgamento final.

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Cade mantém multa diária de R$ 250 mil contra WhatsApp por descumprir decisão sobre IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 13:12

Tecnologia Cade mantém multa diária de R$ 250 mil contra WhatsApp por descumprir decisão sobre IA Em janeiro, o WhatsApp mudou as regras da plataforma WhatsApp Business, passando a cobrar pelo uso de chatbots. Medida preventiva do Cade contrariou os novos termos de uso e pedia que o uso fosse liberado. Por Valor Online

Divulgação — Foto: Chatbot da EvaChat facilita atendimento automatizado no WhatsApp. – Divulgação.

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) manteve a autuação imposta ao WhatsApp, controlado pela Meta, por descumprimento de medida preventiva aplicada pelo órgão antitruste.

A infração se refere ao uso de inteligência artificial na plataforma. Em janeiro, com a atualização dos termos, o WhatsApp mudou as regras da plataforma WhatsApp Business para provedores de IA, proibindo, por exemplo, a atuação de chatbots, softwares baseados em inteligência artificial que funcionam como assistentes virtuais.

A mudança nas regras do WhatsApp foi anunciada em outubro de 2025, junto com os novos termos da plataforma. No Brasil, o inquérito foi aberto a partir de pedido das empresas Factoría Elcano, responsável pela IA Luzia, e Brainlogic, detentora da Zapia.

Foi mantida a multa diária de R$ 250 mil até a comprovação do cumprimento da decisão. A decisão foi tomada no âmbito de uma investigação ainda em curso no órgão. Foi fixado prazo de cinco dias corridos para cumprimento.

No começo do mês, o Tribunal do Cade confirmou a medida preventiva concedida pela área técnica, determinando que o WhatsApp deveria permitir que chatbots de IA, assistentes virtuais com inteligência artificial, voltassem a usar a plataforma, impedindo a aplicação dos novos termos de uso.

A Meta informou ao Cade que adotaria providências para cumprir a medida preventiva, mas indicou que passaria a cobrar, a partir de 11 de março de 2026, por um tipo de mensagem enviada por chatbots de inteligência artificial a usuários brasileiros, aplicando tarifa equivalente à de mensagens de marketing.

A área técnica do Cade pediu esclarecimentos, e a empresa defendeu a “racionalidade econômica” do modelo de precificação, alegando que não havia obrigação de oferecer acesso gratuito à plataforma e que o uso gratuito por chatbots de IA poderia gerar impactos operacionais e concorrenciais.

A SG instaurou um incidente administrativo no qual aponta descumprimento da medida preventiva a partir de 17 de março de 2026, com autuação e multa diária de R$ 250 mil até a comprovação do restabelecimento do cenário anterior.

A Meta recorreu alegando ausência de intimação formal, afirmando que a comunicação por e-mail teria caráter meramente informativo e que seria necessária publicação no Diário Oficial da União. Além disso, afirmou que a “precificação para chatbots” não estaria abrangida pela decisão da SG. A área técnica manteve a decisão, conforme despacho publicado no Diário Oficial.

De acordo com despacho da área técnica, a ausência de publicação no Diário Oficial da União não compromete a validade da intimação, porque a ciência da empresa foi assegurada, sem prejuízo ao contraditório e à ampla defesa.

Ainda segundo a SG, a implementação da chamada “precificação para chatbots” configura descumprimento da medida preventiva, pois alterou de forma significativa as condições de acesso à plataforma, em desacordo com a obrigação de restabelecer o cenário anterior e com efeitos equivalentes aos das regras suspensas.

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Guerra no Oriente Médio: alta do petróleo deve elevar inflação e frear economia, diz presidente do BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%Oferecido por

O presidente do Banco Central do Brasil (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (30) que a alta recente do petróleo deve pressionar a inflação e desacelerar o crescimento econômico.

Durante o evento J Safra Macro Day, Galípolo destacou que o movimento atual difere de episódios anteriores, por se tratar de um choque de oferta, e não de demanda.

O presidente do BC explicou que, ao contrário de momentos em que a alta do petróleo estava associada ao aquecimento da economia global, o atual cenário está ligado a restrições na oferta, o que gera efeitos mais negativos sobre a atividade.

Nesta segunda, o petróleo subia mais de 2% e passou a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante o J. Safra Macro Day — Foto: Reprodução

O presidente do Banco Central do Brasil (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (30) que a alta recente do petróleo deve pressionar a inflação e desacelerar o crescimento econômico, em um cenário global mais adverso marcado por tensões geopolíticas provocadas pela guerra no Irã

Durante o evento, Galípolo explicou que a alta atual do petróleo é diferente de outras vezes, pois não se trata de aumento da procura, mas por problemas na oferta — ou seja, falta de produto no mercado.

“Essa elevação no preço do petróleo tem uma natureza bastante distinta do passado, não decorre de um ciclo de demanda, mas sim de um choque de oferta”, afirmou.

"Desde o início, a governança do Banco Central tem sido mais parcimoniosa. A instituição tem preferido incorporar os efeitos de forma gradual e ganhar tempo para entender melhor o impacto de cada evento [guerra no Oriente Médio]. Até agora, essa estratégia tem se mostrado acertada", afirmou.

"Em vários momentos, surgiram políticas que poderiam ter levado a reações mais rápidas por parte do Banco Central, mas a decisão de aguardar e ajustar gradualmente ajudou a evitar a amplificação da volatilidade. Assim, o BC segue avaliando os desdobramentos, mas, em um primeiro momento, a leitura é de inflação para cima e crescimento para baixo."

O presidente do BC explicou que, ao contrário de momentos em que a alta do petróleo estava associada ao aquecimento da economia global, o atual cenário está ligado a restrições na oferta, o que gera efeitos mais negativos sobre a atividade.

Nesta segunda, o petróleo subia mais de 2% e passou a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

🔎 O petróleo Brent, referência global, chegou a US$ 116,5 o barril nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (ainda na noite de domingo no horário de Brasília). Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 1,68%, para US$ 101,31.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

Galípolo também ressaltou que, apesar do ambiente internacional mais desafiador, o Brasil se encontra em uma posição relativamente mais favorável em comparação a outros países.

“O Brasil hoje se beneficia de ser um exportador líquido de petróleo”, disse. Ele ressaltou, porém, que ainda há efeitos importantes, já que o país precisa importar derivados de petróleo, o que influencia os preços no mercado interno.

🛢️ Petróleo líquido é o petróleo bruto, aquele que sai do subsolo ou do mar e ainda não passou por nenhum processamento. Já os derivados são os produtos feitos a partir desse petróleo depois que ele é refinado nas refinarias, como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha. Ou seja, o petróleo líquido é o produto inicial, e os derivados são o que a gente realmente usa no dia a dia.

Além disso, destacou que o nível mais elevado da taxa de juros no país contribui para essa posição relativa. “O diferencial de juros, estarmos em um patamar mais contracionista comparativamente a outros bancos centrais, também nos coloca numa situação mais favorável”, afirmou.

Na última reunião, em 18 de março, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic de 15% para 14,75% ao ano — o primeiro corte desde maio de 2024. Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. Ainda assim, o Brasil segue com o segundo maior juro real do mundo, calculado ao descontar a inflação prevista da taxa nominal.

🔎 A Selic, taxa básica de juros da economia, é o principal instrumento do Banco Central do Brasil para conter a inflação, com impacto maior sobre a população mais pobre.

Segundo a ata do Comitê, a guerra piorou o cenário inflacionário, com a alta do petróleo elevando as expectativas acima da meta de 3%, que tem intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%.

Diante disso, o BC indicou que o ritmo de queda dos juros deve ser mais lento e evitou sinalizar próximos passos, destacando a necessidade de cautela em um ambiente externo mais instável e com sinais de desaceleração da economia brasileira.

Apesar do último corte de juros, a Selic ainda segue no maior patamar em 20 anos. Gabriel Galípolo afirmou que os juros altos no Brasil já estão fazendo efeito na economia, principalmente nos setores que mais dependem de crédito, como consumo e investimentos.

Segundo ele, “ficou claro ao longo deste ano que a política monetária vem surtindo seu efeito, vem fazendo a sua 'transmissão' para a economia”, com reflexos visíveis no crédito e na atividade.

Ele explicou que o impacto não é uma queda forte da economia, mas uma desaceleração gradual: “é um efeito de uma desaceleração, de crescimento menor, em especial nesses componentes mais cíclicos”.

🔎Setores “cíclicos” são aqueles mais sensíveis às mudanças da economia. Por exemplo, áreas como construção civil, indústria e venda de bens duráveis (como carros e eletrodomésticos) costumam reagir rapidamente quando há juros altos ou maior incerteza, com redução de investimentos e consumo.

Sobre o início da queda dos juros, Galípolo disse que o Banco Central optou por começar com um corte menor por cautela, diante das incertezas externas, como a alta do petróleo.

“O que foi entendido é que essa gordura acumulada com uma posição mais conservadora ao longo das últimas reuniões permitiu ganhar tempo”, afirmou.

Isso, segundo ele, permitiu seguir o plano sem mudanças bruscas: “decidimos seguir com a nossa trajetória e iniciar o ciclo de calibragem da política monetária”.

Segundo Galípolo, a postura do BC é "mais transatlântico do que jet ski”, indicando que prefere agir de forma mais lenta e previsível, evitando movimentos bruscos em momentos de incerteza.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Contas do governo têm déficit de R$ 30 bilhões em fevereiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,237-0,08%Dólar TurismoR$ 5,444-0,15%Euro ComercialR$ 6,010-0,44%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.305 pts0,96%MoedasDólar ComercialR$ 5,237-0,08%Dólar TurismoR$ 5,444-0,15%Euro ComercialR$ 6,010-0,44%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.305 pts0,96%MoedasDólar ComercialR$ 5,237-0,08%Dólar TurismoR$ 5,444-0,15%Euro ComercialR$ 6,010-0,44%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.305 pts0,96%Oferecido por

As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 30 bilhões em fevereiro, informou Tesouro Nacional nesta segunda-feira (30).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.

➡️Com isso, houve uma pequena melhora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o resultado positivo somou R$ 32,8 bilhões (valor corrigido pela inflação).

📈 Em fevereiro, houve um aumento real de 5,6% na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 157,8 bilhões.

📈 Ao mesmo tempo, as despesas totais do governo somaram R$ 187,7 bilhões em fevereiro deste ano, com uma alta real de 3,1% no período.

Educação (+R$ 3,4 bilhões), refletindo o aporte no Programa Pé de Meia, Saúde (+R$ 1,4 bilhão);Pessoal e Encargos Sociais (+R$ 2,2 bilhões), resultado dos reajustes concedidos aos servidores em 2025;Benefícios Previdenciários (+R$ 1,7 bilhão), decorrente do aumento no número de beneficiários do RGPS e do reajuste do salário-mínimo.

No acumulado dos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas do governo registraram um superávit primário de R$ 56,85 bilhões.

Com isso, houve uma pequena melhora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o resultado positivo somou R$ 56,66 bilhões (valor corrigido).

📈 No primeiro bimestre deste ano, houve um aumento real de 2,8% na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 430,5 bilhões.

📈 Ao mesmo tempo, as despesas totais do governo somaram R$ 373,6 bilhões em janeiro e fevereiro deste ano, com uma alta real de 3% no período.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo se aproxima dos US$ 115 e caminha para maior alta mensal em décadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,07%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,009-0,49%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.384 pts1,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,07%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,009-0,49%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.384 pts1,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,07%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,009-0,49%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.384 pts1,01%Oferecido por

A Agência Nacional do Petróleo afirmou hoje que o abastecimento de diesel no país está garantido até o final de abril

O petróleo subia mais de 2% nesta segunda-feira (30) e passou a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

🔎 O petróleo Brent, referência global, chegou a US$ 116,5 o barril nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (ainda na noite de domingo no horário de Brasília). Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 1,68%, para US$ 101,31.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

As bolsas asiáticas — mais dependentes do petróleo exportado pelos países do Golfo — registraram queda. O índice Nikkei, da bolsa de Tóquio, encerrou o dia com recuo de 2,8%.

Na Europa, as bolsas recuperaram parte das perdas e avançavam cerca de 0,6%. Nos Estados Unidos, os contratos futuros dos principais índices — negociações que indicam a tendência de abertura do mercado — apontavam para alta moderada após uma sequência recente de quedas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nas redes sociais nesta segunda-feira. Ele afirmou que o país deve reabrir o Estreito de Ormuz ou poderá enfrentar ataques a instalações de energia, como poços de petróleo e usinas.

📍 A região é considerada vital para o comércio global de energia. Cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito transportados no mundo passa por esse estreito.

Ao mesmo tempo, o Paquistão afirmou que pretende sediar nos próximos dias negociações para tentar encerrar o conflito. Já o governo iraniano acusou os Estados Unidos de preparar uma possível ofensiva terrestre, enquanto reforça sua presença militar na região.

Para Eren Osman, diretor da gestora Arbuthnot Latham, o mercado está especialmente sensível ao comportamento do petróleo.

“O petróleo é o principal foco de tensão neste momento”, afirmou. Segundo ele, a reabertura do Estreito de Ormuz seria um fator importante para reduzir a volatilidade nos mercados.

Ainda assim, o analista disse não esperar um conflito prolongado, pois acredita que o governo americano pode ter limites para tolerar quedas prolongadas nas bolsas.

A interrupção do tráfego no estreito já provocou alta em diversos produtos ligados à energia e à indústria.

Os preços de petróleo, gás natural, fertilizantes, plásticos e alumínio subiram, assim como os combustíveis usados em aviões e navios. O encarecimento dessas matérias-primas tende a se espalhar pela economia, elevando custos de transporte e produção.

Com isso, analistas também esperam aumentos em itens como alimentos, medicamentos e produtos petroquímicos.

O alumínio, por exemplo, atingiu o nível mais alto em quatro anos após ataques aéreos iranianos contra dois grandes produtores do Oriente Médio durante o fim de semana.

A Ásia é considerada uma das regiões mais expostas à crise energética, já que depende fortemente das importações de petróleo do Golfo.

Refletindo essa preocupação, o índice MSCI que reúne bolsas da região Ásia-Pacífico — excluindo o Japão — caiu 1,8% nesta segunda-feira.

Segundo Bruce Kasman, economista-chefe global do banco JPMorgan, o fechamento prolongado do Estreito de Ormuz pode pressionar ainda mais os preços.

“Quanto mais tempo o estreito permanecer fechado, maior será a redução dos estoques disponíveis de energia”, afirmou.

Ele estima que, se a passagem permanecer bloqueada por mais um mês, o petróleo poderia se aproximar de US$ 150 por barril, além de provocar restrições no consumo de energia por parte da indústria.

A alta do petróleo também aumenta as preocupações com a inflação global — ou seja, com o aumento generalizado de preços.

Diante desse cenário, investidores passaram a prever que os juros possam permanecer elevados por mais tempo em diversos países.

Nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, deve comentar o cenário econômico em um evento ainda nesta segunda-feira. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, também fará declarações.

Ao longo da semana, dados sobre vendas no varejo, atividade industrial e geração de empregos devem oferecer novas pistas sobre o ritmo da economia americana.

A turbulência nos mercados costuma favorecer o dólar, considerado a moeda mais utilizada nas transações internacionais e, por isso, visto como um ativo mais seguro em momentos de incerteza.

O índice do dólar, que mede o valor da moeda americana frente a uma cesta de outras divisas, operava próximo da máxima em dez meses, em 100,25 pontos.

No Japão, porém, alertas de autoridades sobre possível intervenção no mercado cambial fizeram o dólar recuar 0,5%, para 159,5 ienes. Na semana passada, a moeda americana havia ultrapassado a marca de 160 ienes, o maior nível desde julho de 2024.

Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação. — Foto: Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre de olho na guerra do Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (30) em alta, avançando 0,16% na abertura, aos R$ 5,2496. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h

A alta do petróleo voltou ao radar dos investidores neste início de semana. O movimento reflete as incertezas em torno do conflito no Oriente Médio e já começa a influenciar expectativas para inflação e juros no Brasil.

▶️ No mercado internacional, o petróleo registra nova rodada de alta nesta segunda-feira, em meio ao ceticismo sobre um possível cessar-fogo na guerra envolvendo o Irã, que já dura cerca de um mês.

Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 1,68%, para US$ 101,31.

▶️ No Brasil, o governo federal ainda tenta fechar um acordo com os Estados sobre a proposta de subvenção compartilhada na importação de diesel. A reunião realizada na sexta-feira terminou sem consenso entre as partes.

▶️ Já no cenário macroeconômico, o mercado voltou a elevar a projeção para a inflação oficial do país neste ano. De acordo com o boletim Focus, a estimativa para o IPCA subiu para 4,31%, ante 4,17% na semana anterior — o terceiro aumento consecutivo.

Diante desse cenário, também aumentam as apostas de que o Banco Central possa reduzir os juros em ritmo menor nos próximos meses.

O petróleo subia mais de 2% nesta segunda-feira (30) e passa a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

🔎 O petróleo Brent, referência global, chegou a US$ 116,5 o barril nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (ainda na noite de domingo no horário de Brasília). Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos EUA, subia 1,68%, para US$ 101,31.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nas redes sociais nesta segunda-feira. Ele afirmou que o país deve reabrir o Estreito de Ormuz — uma passagem marítima estratégica entre o Golfo Pérsico e o oceano Índico — ou poderá enfrentar ataques a instalações de energia, como poços de petróleo e usinas.

A região é considerada vital para o comércio global de energia. Cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito transportados no mundo passa por esse estreito.

Ao mesmo tempo, o Paquistão afirmou que pretende sediar nos próximos dias negociações para tentar encerrar o conflito. Já o governo iraniano acusou os EUA de preparar uma possível ofensiva terrestre, enquanto reforça sua presença militar na região.

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, puxada principalmente pelo fim de vagas temporárias típicas do fim de ano, segundo o IBGE.

O resultado ficou acima dos 5,4% registrados no trimestre até janeiro e dos 5,2% no período encerrado em novembro.

Ao todo, 6,2 milhões de pessoas buscaram trabalho sem conseguir uma vaga — 600 mil a mais na comparação com o trimestre anterior.

O resultado veio levemente acima das expectativas do mercado, que projetavam um avanço a 5,7%, mas ainda é a menor taxa de desemprego para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica do IBGE, em 2012.

Os mercados financeiros ao redor do mundo operavam em queda nesta sexta-feira, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio.

A principal preocupação dos investidores é que o conflito afete por um longo período a produção e o transporte de petróleo e gás natural no Golfo Pérsico — uma das regiões mais importantes do mundo para a oferta desses combustíveis.

Caso isso aconteça, parte relevante do petróleo e do gás pode deixar de chegar ao mercado internacional, o que tende a pressionar os preços e alimentar a inflação global.

Nos EUA, as bolsas em Wall Street caminham para encerrar a quinta semana seguida de perdas, o que seria a sequência negativa mais longa em quase quatro anos.

As ações europeias caíram nesta sexta-feira, mas registraram um ganho modesto na semana, refletindo os sinais conflitantes do Oriente Médio com os quais os investidores tiveram que lidar.

O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,9% no dia, a 575,37 pontos, com a maioria dos setores no vermelho. Ainda assim, acumulou alta de 0,4% na semana.

Na Ásia, o fechamento foi misto. Na China, o índice de Xangai subiu 0,63%, e o CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,56%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,38%.

Já em outros mercados da região houve queda: o Nikkei, do Japão, recuou 0,43%, a 53.373 pontos; o Kospi, da Coreia do Sul, caiu 0,40%, a 5.438 pontos; e o TAIEX, de Taiwan, terminou em baixa de 0,68%, aos 33.112 pontos.

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