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Material comum em cozinhas vira alvo de batalha judicial após casos de doença pulmonar em trabalhadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 04:58

Trabalho e Carreira Material comum em cozinhas vira alvo de batalha judicial após casos de doença pulmonar em trabalhadores Reportagem do New York Times mostra como a poeira gerada no corte de bancadas de quartzo pode causar silicose, e desencadeou processos e debate no Congresso dos EUA. Por Redação g1 — São Paulo

Um material comum em bancadas de cozinha está ligado a casos de silicose entre trabalhadores que cortam e moldam o produto, segundo The New York Times.

A doença pulmonar é causada pela inalação de poeira liberada durante o corte das placas, um processo comum em oficinas que fabricam bancadas.

O aumento de diagnósticos entre esses profissionais levou a uma onda de processos judiciais contra fabricantes e distribuidores do material nos Estados Unidos.

Empresas do setor afirmam que o produto é seguro e que o problema está nas condições de trabalho nas oficinas que fazem o corte.

Diante da disputa, parlamentares discutem um projeto que pode dar aos fabricantes proteção legal semelhante à existente para setores como o de vacinas e armas.

Um material comum em milhões de cozinhas está no centro de um debate cada vez mais intenso nos Estados Unidos. O quartzo utilizado em bancadas — alternativa ao mármore e ao granito — tem sido associado a casos de silicose, doença pulmonar grave provocada pela inalação de poeira mineral.

De acordo com o jornal "The New York Times", o aumento de diagnósticos entre trabalhadores que cortam e moldam essas placas abriu uma disputa entre empresas, profissionais do setor, médicos e advogados. O tema chegou ao Congresso americano.

Um projeto em análise poderia colocar o quartzo na mesma categoria jurídica de produtos como vacinas e armas de fogo, que contam com proteção federal contra determinados processos por danos.

Trabalhadores e especialistas em saúde ocupacional afirmam que a poeira liberada durante o corte do material pode ser extremamente perigosa — e que os mais expostos são justamente os profissionais responsáveis por transformar as placas em bancadas de cozinha.

Antes de chegarem às residências, as placas de quartzo passam por um processo de produção que inclui corte, lixamento e acabamento.

Segundo o jornal, grandes chapas de pedra artificial são enviadas a oficinas especializadas, onde trabalhadores usam serras e lixadeiras para moldar o material e criar aberturas para pias, torneiras e cantos das bancadas.

Segundo o jornal, essas partículas microscópicas podem se alojar nos pulmões quando inaladas. O organismo passa a tratá-las como corpos estranhos e desencadeia uma resposta inflamatória. Com o tempo, o tecido pulmonar desenvolve cicatrizes que reduzem a capacidade respiratória.

Jeff Rose, de 55 anos, trabalhou por anos esculpindo bancadas de quartzo em Georgetown, no estado de Kentucky. Era um trabalho de que gostava, que exigia habilidade manual e criatividade. Hoje, o ex-cortador convive com a silicose.

"Adoro ser criativo com as minhas mãos. Não consigo mais fazer isso", disse Rose em entrevista ao The New York Times.

O filho dele, Skyler, de 30 anos, seguiu o mesmo caminho profissional e também trabalhou cortando placas de quartzo. Assim como o pai, acabou diagnosticado com a doença, segundo a reportagem.

Os dois fazem parte de centenas de trabalhadores da indústria de pedra que desenvolveram silicose nos Estados Unidos, segundo levantamento citado pelo jornal.

Outro caso mencionado pelo jornal é o de Wade Hanicker, de 39 anos, que começou a cortar bancadas na Flórida há cerca de 15 anos.

Ele relatou ao jornal que muitas oficinas eram pequenos negócios familiares e que os ambientes frequentemente ficavam tomados pela poeira.

“Muitas vezes cortávamos a seco”, afirmou Hanicker, referindo-se ao processo sem uso de água para conter o pó.

Hoje ele também convive com a silicose. A doença trouxe outras complicações e reduziu sua capacidade física.

A pneumologista Jane C. Fazio começou a identificar um padrão entre pacientes atendidos no pronto-socorro do Olive View-UCLA Medical Center.

Segundo ela contou ao The New York Times, vários pacientes tinham o mesmo histórico profissional: trabalhar com bancadas de pedra.

“Todos deram a mesma resposta”, disse Fazio em entrevista ao jornal. “Eles trabalham com bancadas.”

Dados do departamento de saúde pública da Califórnia, citados pelo The New York Times, apontam 512 casos de silicose ligados à pedra artificial e 29 mortes desde 2019.

Com o avanço dos diagnósticos, também cresceram os processos judiciais contra fabricantes e distribuidores de pedra artificial.

Segundo o The New York Times, um júri em Los Angeles determinou, em 2024, o pagamento de US$ 52,4 milhões a um ex-trabalhador que processou empresas do setor.

Rebecca Shult, diretora jurídica da fabricante Cambria, afirmou em depoimento ao Congresso — citado pelo The New York Times — que o problema estaria nas condições de trabalho de algumas oficinas.

“O problema está no processo, não no produto”, disse ela durante audiência legislativa, segundo o jornal.

O projeto em discussão no Congresso atribui às oficinas que cortam as placas e aos órgãos reguladores do trabalho a responsabilidade pela segurança.

Segundo médicos ouvidos pelo jornal, esse número pode crescer, já que a doença leva anos para se manifestar após a exposição.

Especialistas em saúde ocupacional consultados pelo The New York Times afirmam que as normas atuais podem não ser suficientes para proteger os trabalhadores.

O epidemiologista David Michaels, que chefiou a Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA entre 2009 e 2017, afirmou ao Congresso que os padrões de exposição à sílica podem estar desatualizados.

Segundo ele, a indústria deveria considerar alternativas mais seguras, como materiais feitos com vidro reciclado. Enquanto o debate avança em Washington, trabalhadores continuam enfrentando os efeitos da doença.

Jeff Rose disse ao The New York Times que se sente dividido: quer que a indústria aumente a segurança, mas teme que a onda de processos prejudique as empresas do setor.

"O que eu almejo é ser um líder neste setor e fazer as coisas da maneira correta", afirmou ao jornal.

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Ovos de Páscoa com jaca, kiwi, manga e jabuticaba viram aposta de produtor para driblar alta no preço do chocolate

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 04:58

Espírito Santo Agronegócios Ovos de Páscoa com jaca, kiwi, manga e jabuticaba viram aposta de produtor para driblar alta no preço do chocolate Apesar da queda no valor do cacau nas lavouras, consumidores ainda não veem redução nos preços dos chocolates. Isso motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas. Por Alice Sousa, Julia Camim, g1 ES e TV Gazeta

Produtor capixaba de chocolates, de Santa Teresa, está inovando nas receitas para agregar valor aos ovos de Páscoa neste ano.

As opções inovadoras incluem frutas como jaca, kiwi, manga, jabuticaba e castanha de sapucaia aos ovos tradicionais.

A expectativa do chocolateiro, que investiu em um desidratador para aumentar a vida útil das frutas utilizadas, é aumentar as vendas em até 15% nesta Páscoa.

As receitas inovadoras são uma estratégia para reduzir prejuízos e driblar preços elevados causados pela queda na produção do cacau em 2024.

Para agregar valor aos ovos de Páscoa neste ano, um produtor capixaba de chocolates, de Santa Teresa, na Região Serrana do Espírito Santo, está inovando nas receitas. As opções inovadoras incluem frutas como jaca, kiwi, manga, jabuticaba e castanha de sapucaia aos ovos tradicionais.

O responsável pelos sabores inusitados é o produtor rural e empresário Marcos Rediguieri, que teve a ideia de trabalhar com produtos da Mata Atlântica e da propriedade rural para criar as receitas autorais.

A expectativa do chocolateiro, que investiu em um desidratador para aumentar a vida útil das frutas utilizadas, é aumentar as vendas em até 15% nesta Páscoa.

"A jaca eu posso dizer que é o carro-chefe. O pessoal tem procurado bastante o nosso chocolate branco com jaca, que é um sabor bem especial. E a gente tem notado um aumento nas nossas vendas nos últimos anos", disse.

GRÃOS ESPECIAIS: Chocolate de café ou com sabor de café? Produtores do ES investem no produtoPRODUTORAS: Chocolate e empoderamento: conheça as mulheres produtoras de cacauBEBIDA: Cacau não é só chocolate: conheça o mel natural feito da fruta no ES

Alta nos valores do chocolate motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas de ovos de Páscoa. — Foto: Reprodução/TV Gazeta

A fábrica que faz os chocolates vendidos por Marcos fica nas proximidades da propriedade rural. Lá, os produtos são fabricados de forma artesanal pela família Rediguieri, do começo ao fim.

A plantação inicial foi feita em 2012 com variedade de cacau Parazinho. No entanto, ao assumir as terras dos pais, no distrito de 25 de Julho, o produtor enxertou espécies selecionadas que são mais produtivas e resistentes a pragas.

Atualmente, a propriedade produz 1 tonelada e meia de cacau fino por ano, que se transforma em 3 toneladas de chocolate. Para o empresário, o produto capixaba tem um potencial único.

"Cada chocolate do Espírito Santo, dependendo do clima, do solo, da terra em que o cacau foi cultivado, pode ter aromas e sabores diferentes. Então, há uma diversidade enorme no estado hoje. Tanto de cacau de qualidade quanto de chocolate também".

Alta nos valores do chocolate motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas de ovos de Páscoa. — Foto: Reprodução/TV Gazeta

As receitas inovadoras também são uma estratégia para reduzir prejuízos, apresentar itens alternativos e convencer o consumidor está encontrando nas prateleiras das chocolaterias e supermercados chocolates com preços elevados por causa da queda na produção do cacau em todo o mundo, em 2024, devido à crise climática.

Com a quebra na produção, menos sementes são produzidas. Com menos quantidade ofertada no mercado, o preço tende a aumentar. Isso impacto o produto final, que é o chocolate.

A presidente do Sindicato da Indústria de Produtores de Cacau e Balas, Doces e Conservas Alimentícias do Espírito Santo (Sindicacau), Maíra Chagas Welerson, explicouo fenômeno:

"A indústria funciona com contratos futuros. Então, o insumo que é produzido hoje já foi negociado há muito tempo. Para a Páscoa, que está batendo à porta, as produtoras de chocolate começaram a produzir em janeiro ou fevereiro do ano passado".

Alta nos valores do chocolate motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas de ovos de Páscoa. — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Por isso, apesar de o preço do cacau ter diminuído aproximadamente 30% neste ano, a poucos dias da Páscoa a redução não deve impactar o bolso dos consumidores.

"O chocolate que foi produzido, que está no mercado hoje, foi feito com aquela amêndoa (de cacau) com preço 30% maior".

Em fevereiro de 2025, os preços da amêndoa de cacau estavam em alta, chegando a R$ 3,5 mil por saca. Atualmente, o valor está abaixo de R$ 1 mil.

A queda no preço é positiva para quem compra a matéria-prima para produzir chocolate, mas para os produtores de cacau, a redução gera prejuízos, visto que não cobre os custos do cultivo.

Alta nos valores do chocolate motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas de ovos de Páscoa. — Foto: Reprodução/TV Gazeta

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‘Metamáquinas’: robôs ‘diferentões’ criados com IA continuam funcionando mesmo após danos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 04:21

Tecnologia 'Metamáquinas': robôs 'diferentões' criados com IA continuam funcionando mesmo após danos Máquinas modulares desenvolvidas por pesquisadores conseguem se reorganizar e seguir operando mesmo após perder partes, apontando caminho para robôs mais resilientes Por Redação g1 — São Paulo

Pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, desenvolveram robôs modulares projetados com ajuda de inteligência artificial (IA) capazes de continuar se movendo mesmo após sofrer danos ou perder partes do corpo.

Chamados de “metamáquinas”, os robôs são formados por módulos independentes — cada um com motor, bateria e computador próprios — que podem funcionar sozinhos ou em conjunto.

Para chegar aos formatos mais eficientes, a equipe utilizou um algoritmo evolutivo baseado em IA, que gera diferentes “planos corporais” em simulações.

Os cientistas afirmam que a tecnologia pode permitir a criação de robôs capazes de se adaptar a ambientes imprevisíveis e até serem reconstruídos em campo, conforme a necessidade.

Pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, desenvolveram robôs modulares projetados com ajuda de inteligência artificial (IA) capazes de continuar se movendo mesmo após sofrer danos ou perder partes do corpo. O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Chamados de “metamáquinas”, os robôs são formados por módulos independentes — cada um com motor, bateria e computador próprios — que podem funcionar sozinhos ou em conjunto. Quando conectados, esses blocos permitem que as máquinas corram, saltem, se levantem após quedas e sigam operando mesmo depois de sofrer avarias.

“Estamos criando robôs feitos de robôs. É por isso que os chamo de metamáquinas”, afirmou o pesquisador Sam Kriegman, professor assistente da universidade, à agência Reuters. “Se uma parte do corpo é danificada ou perdida, o restante continua funcionando.”

Para chegar aos formatos mais eficientes, a equipe utilizou um algoritmo evolutivo baseado em IA, que gera diferentes “planos corporais” em simulações. Os modelos com melhor desempenho são selecionados e aprimorados ao longo do tempo, em um processo inspirado na seleção natural.

Como a inteligência artificial padroniza a forma como as pessoas se expressam e pensamComo a inteligência artificial já consegue ler pensamentos

Segundo os pesquisadores, o sistema produziu designs incomuns, diferentes dos robôs tradicionais inspirados em humanos ou animais, mas altamente eficientes para locomoção.

“Com apenas dois módulos, é possível criar quase 500 designs diferentes. Com cinco módulos, já existem centenas de bilhões de combinações possíveis”, explicou. “Você não sabe qual design é bom ou ruim até dar a ele a oportunidade de aprender. E é aí que a IA entra.”

Nos testes em ambientes externos, versões com três, quatro e cinco “pernas” conseguiram atravessar terrenos variados, como cascalho, grama, areia, lama, folhas e superfícies irregulares.

Os cientistas afirmam que a tecnologia pode permitir a criação de robôs capazes de se adaptar a ambientes imprevisíveis e até serem reconstruídos em campo, conforme a necessidade. “É muito difícil prever exatamente o que um robô precisará fazer antes de colocá-lo no mundo real. Por isso, seria extremamente útil que ele pudesse ser redesenhado e reconstruído sob demanda”, disse Kriegman.

'Metamáquinas': robôs criados com ajuda de IA continuam funcionando mesmo após sofrer danos — Foto: Reprodução/Reuters

Além da resistência, o objetivo dos pesquisadores foi combinar adaptabilidade com desempenho físico.

“Queríamos criar robôs mais resilientes, que pudessem evoluir. A natureza nos mostra que, se você quer criar um agente inteligente, deve começar pelo movimento”, afirmou.

Como exemplo, o pesquisador destaca que, ao dividir uma dessas máquinas ao meio, o resultado não são peças inutilizadas, mas dois novos robôs funcionais. “Corte qualquer outra tecnologia ao meio e você terá lixo. Aqui, você tem duas máquinas que continuam operando”, disse.

Para a equipe, a abordagem abre caminho para uma nova geração de robôs mais versáteis, capazes de se adaptar, se recompor e operar em condições adversas — algo essencial para aplicações como exploração, resgate e operações em ambientes hostis.

'Metamáquinas': robôs criados com ajuda de IA continuam funcionando mesmo após sofrer danos — Foto: Universidade Northwestern via Reuters

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As entregadoras de probiótico que combatem a solidão no Japão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 02:55

Trabalho e Carreira As entregadoras de probiótico que combatem a solidão no Japão Milhões de idosos moram sozinhos no Japão, onde a população vem envelhecendo rapidamente. Em meio a esta situação, um grupo de mulheres oferece informalmente um serviço de assistência para essas pessoas: as entregadoras do probiótico Yakult. Por BBC

Em um país que envelhece com enorme rapidez, uma rede de entregadoras passou a ser uma fonte vital de conexão e cuidado para combater a solidão — Foto: Yakult Honsha

Uma mulher vestida com um terno simples azul-marinho anda de bicicleta resolutamente por uma calma rua residencial em Tóquio, no Japão.

São 8h30 da manhã, mas o tempo já está quente, e ela se sente agradecida pela viseira que protege seus olhos do sol do verão.

Ela chega à sua primeira parada, estaciona a bicicleta e bate à porta de uma pequena casa de madeira, com plantas em vasos ao lado da entrada.

Dentro da residência, uma idosa está aguardando. Seu rosto se abre em um sorriso largo quando a mulher abre a porta. Ela esperava ansiosamente sua visita.

Cerca de 30% da sua população tem, agora, mais de 65 anos de idade. E o número de idosos que moram sozinhos continua aumentando.

Com as famílias encolhendo e as tradicionais residências multigeracionais se reduzindo, o isolamento se tornou um dos maiores desafios sociais do país.

A mulher de terno é uma Yakult Lady — "Moça do Yakult". Dezenas de milhares delas em todo o Japão entregam a bebida probiótica diretamente na casa das pessoas.

Oficialmente, elas são entregadoras. Mas, na prática, elas fazem parte da rede de assistência social informal do país.

Em uma nação que enfrenta o rápido envelhecimento da população e o aprofundamento da crise de solidão, as Moças do Yakult se tornaram uma fonte inesperada de sentimento comunitário.

Com seus frascos de plástico característicos e bonés vermelhos brilhantes, a Yakult foi pioneira no seu negócio.

A bebida probiótica foi lançada 90 anos atrás no Japão, muito antes que a palavra "microbiota" passasse a fazer parte do vocabulário comum.

As Moças do Yakult eram comuns no Brasil nos anos 1970 e 1980 e atuam até hoje, mesmo com a venda da bebida em supermercados.

Mas, no Japão atual, as mulheres responsáveis pelas entregas são tão importantes para a identidade da marca quanto o próprio produto.

A bebida probiótica é produzida com uma linhagem de bactérias benéficas chamada Lactobacillus casei Shirota — Foto: Getty Images

Quando o Yakult foi lançado, em 1935, a ideia de beber "bactérias" parecia ruim — algo que poderia deixar você doente e não saudável. E, para explicar o que era o produto, a empresa precisava de vendedores que batessem de porta em porta.

Naquela época, o mercado de trabalho era composto quase que totalmente de homens, mas a falta de mão de obra levou os distribuidores locais a contratar mulheres das suas comunidades. E as vendas cresceram rapidamente.

Elas apelavam particularmente para outras mulheres, que costumavam tomar as decisões sobre os produtos consumidos nas residências. Muitas vezes, elas já eram conhecidas das clientes e esta familiaridade ajudava a estabelecer confiança.

Empolgada pelo súbito aumento das vendas, a empresa decidiu implementar formalmente o programa. E, em 1963, foi estabelecida a "Rede de Vendas por Entrega das Mulheres", hoje conhecida como o sistema das Moças do Yakult.

É fácil identificar as Moças do Yakult na comunidade. No Japão, elas usam uniformes azuis com característico acabamento xadrez vermelho e acabaram sendo quase tão familiares quanto os próprios frascos do produto.

Elas costumam ser vistas passando pelos bairros de bicicleta, moto, a pé ou de carro, fazendo diversas entregas, todos os dias.

A maioria delas trabalha de forma autônoma, o que oferece a flexibilidade que atrai mulheres em busca do equilíbrio entre o trabalho e a família.

"Faço entregas às segundas, terças, quintas e sextas-feiras", afirma Satoko Furuhata, entregadora da Yakult há 25 anos.

"Como sempre tiro as quartas-feiras de folga, faço basicamente uma semana de quatro dias, o que me oferece um bom equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, me mantendo descansada."

O dia de Furuhata começa às 8h30 da manhã, quando ela carrega seu carro e sai na sua rota de entrega.

"Tenho rotas diferentes a cada dia, mas visito cerca de 40 a 45 residências diariamente", ela conta.

Toda manhã, os centros locais de vendas de Yakult despacham entregadoras para visitar dezenas de residências — Foto: Alamy

Toda segunda-feira, há 25 anos, Furuhata visita uma mesma cliente, que deseja permanecer anônima. Ela tem agora 83 anos e mora sozinha em Maebashi, a cerca de 160 km a noroeste de Tóquio.

"Saber que alguém virá com certeza ver o meu rosto toda semana é um tremendo conforto", ela conta. "Mesmo nos dias em que não me sinto bem, ouvi-la perguntar 'Como você está?' na porta de casa me dá forças."

A rotina passou a ser tão permanente que ela evita fazer qualquer outra programação naquele dia e horário.

"Eu realmente fico à espera das suas visitas. Quando toca a campainha e ouço sua voz alegre, fico instantaneamente cheia de vida."

Elas conversam sobre muitos assuntos: a família, jardinagem e o cultivo de flores, notícias locais e temas de saúde que elas leram nos jornais ou viram na TV.

O Yakult é uma bebida de leite fermentado que contém uma linhagem específica de bactérias de ácido láctico, cultivada em 1930 pelo fundador da empresa, o microbiologista Minoru Shirota (1899-1982).

Ele começou a estudar medicina na Universidade de Kyoto, em 1921. Naquela época, a economia do Japão ainda estava se desenvolvendo e muitas crianças morriam de doenças infecciosas.

Impressionado com esta situação, Shirota se dedicou a estudar a prevenção das doenças. Ele passou a se concentrar na microbiologia e, especificamente, em bactérias úteis que pudessem suprimir as bactérias nocivas do intestino.

Quando o Yakult foi lançado, ninguém entendeu e o crescimento foi lento. A cozinha japonesa já incluía muitos alimentos com micróbios vivos, como missô, natto e o tradicional molho de soja. Mas havia pouco conhecimento da sua contribuição para a saúde.

"O termo 'probiótico' ainda não existia", segundo um porta-voz da Yakult. "Conquistar a compreensão e a aceitação do público levou tempo."

O serviço é especialmente popular entre consumidores idosos. Muitos deles apreciam tanto as visitas regulares das entregadoras, quanto a própria bebida — Foto: Yakult Honsha

Foram necessários muitos anos para que o produto realmente decolasse. Mas, em 1971 (oito anos depois da formação da rede de entregadoras de Yakult), as vendas no Japão atingiram 15 milhões de frascos por dia.

O mantra de Shirota — "intestino saudável, vida longa" — começou a ser repetido pelas mães para seus filhos. Para eles, a ideia de comer produtos fermentados para melhorar a saúde passou a ser tão normal quanto comer verduras e legumes.

"Minha mãe sempre trazia da loja ou do seu local de trabalho e eu via constantemente as Moças do Yakult dirigindo suas bicicletas quando era criança. Sempre soube que é importante cuidar do intestino."

O interesse pela microbiota intestinal disparou em todo o mundo na última década. Mas não é apenas a alimentação que afeta a saúde do intestino.

O estresse e a solidão crônica podem prejudicar a saúde intestinal, explica a cientista Emily Leeming, que estuda o microbioma.

"Vivemos em um mundo microbiano, onde trocamos micróbios uns com os outros constantemente", explica ela. "Esta é uma razão por que a solidão está relacionada à menor diversidade da microbiota intestinal.

"E também está provavelmente relacionada ao estresse, pois a solidão causa uma reação de estresse de baixo grau que também pode prejudicar a microbiota do intestino."

A empresa não idealizou sua rede de entregas como um serviço de saúde pública. Mas, ao longo do tempo, a dimensão social das visitas assumiu significado cada vez maior no Japão.

"Permaneci saudável, sem doenças importantes, e as pessoas costumam me dizer como tenho energia", conta a cliente de Furuhata, que tem 83 anos de idade.

"Acredito que seja porque bebo Yakult há muitos anos. Mas não é só a bebida… receber as visitas da Sra. Furuhata também é muito importante para minha rotina saudável."

O Japão calcula que o número de pessoas que moram sozinhas com mais de 65 anos irá aumentar para quase 11 milhões até 2050, segundo o Instituto Nacional de Pesquisa sobre População e Assistência Social.

O país chegou a criar o termo kodokushi ("morte solitária") para se referir aos trágicos casos de pessoas que morrem sozinhas em casa sem que ninguém perceba por meses, às vezes anos. E esta crise está se agravando.

Dados da Agência de Polícia Nacional do Japão indicam que 40.913 pessoas morreram sozinhas em casa no país, entre janeiro e junho de 2025. Este número representa um aumento de 3.686 pessoas em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em 2021, o governo japonês nomeou o primeiro "ministro da Solidão" e existe uma força-tarefa dedicada ao isolamento social no país.

As Moças do Yakult, em sua maioria, são autônomas, o que permite que elas gerenciem o cuidado com os filhos e outras responsabilidades com o trabalho profissional — Foto: Yakult Honsha

Asuka Mochida tem 47 anos de idade. Ela é uma Moça do Yakult da província de Gunma, que fica perto da capital japonesa.

Quase todos os seus clientes são idosos e ela sente muito orgulho de poder oferecer a eles companhia e um olhar vigilante.

"De certa forma, somos vigilantes, pessoas que observam os demais. Nós notamos pequenas mudanças de saúde ou estilo de vida."

As figuras maternais oferecem um rosto amigável, acompanhamento semanal e, para muitos moradores mais idosos, uma tábua de salvação, de conexão humana.

Elas também observam mudanças sutis da rotina de um cliente. Se alguém deixa de atender à porta, elas podem alertar familiares ou buscar assistência.

"Para clientes idosos ou que moram sozinhos, a tranquilidade de ver um rosto familiar é incrivelmente importante", explica Mochida.

"O Japão tem uma cultura de cuidar dos outros e da comunidade. Acho que as Moças do Yakult colocam esta cultura em prática de forma natural e sustentável."

"É um trabalho em que a responsabilidade e a gentileza se sobrepõem", destaca ela. E também traz altos níveis de satisfação.

"Mesmo nos dias atarefados, quando às vezes consigo conversar por um momento, um cliente me disse uma vez: 'Só ver o seu rosto já me dá energia.'"

"Isso me fez perceber que, embora eu não seja perfeita, simplesmente estar ali pode fazer uma grande diferença."

A Yakult expandiu seu modelo de vendas de porta em porta para outros países, como o Brasil e a Índia — Foto: Yakult Índia

O modelo foi reproduzido fora do país. Existem cerca de 50 mil vendedoras em países como a China, Indonésia, Malásia e México, além do Brasil.

Em vez de "moças" ou "mulheres", elas são carinhosamente chamadas de "mães" e "tias do Yakult". E mantêm a mesma postura de atenção e acolhimento, que faz com que seu papel na sociedade seja tão valorizado quanto no Japão.

Seja qual for a sua denominação, essas mulheres são unidas por características e habilidades similares, como "manter um sorriso verdadeiro e energia positiva", segundo Furuhata.

"A capacidade de ouvir e observar coisas", acrescenta Mochida. "Prestar atenção em pequenas mudanças é fundamental."

Em um país enfrentando mudanças demográficas e com o aumento do isolamento, esse breve intercâmbio na porta de casa pode ter mais importância do que sugere uma simples garrafinha de plástico.

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Mega-Sena, concurso 2.990: aposta simples leva sozinha prêmio de R$ 37,9 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 22:33

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.990: aposta simples leva sozinha prêmio de R$ 37,9 milhões Os números sorteados foram: 06 – 14 – 18 – 29 – 30 – 44. Vencedor é de Marataízes (ES). Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.990 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (28). Uma aposta de Marataízes (ES) acertou as seis dezenas e levou, sozinha, o prêmio de R$ 37.983.331,58.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Maior refinaria da Petrobras tem aumento de 24,8% na produção de diesel; veja números

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 19:42

Campinas e Região Maior refinaria da Petrobras tem aumento de 24,8% na produção de diesel; veja números Replan produziu 976 milhões de litros do combustível em fevereiro, contra 782 milhões no mesmo período do ano anterior. Dado de produção é anterior ao início do conflito no Irã. Por g1 Campinas e região

Dados da ANP mostram que a Replan produziu 976,5 milhões de litros do combustível em fevereiro, contra 782,2 milhões no mesmo período do ano anterior.

O crescimento no volume ocorreu antes da guerra no Oriente Médio, que teve início com os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã em 28 de fevereiro.

Maior do Brasil em processamento de petróleo, Replan atende a 30% do mercado nacional — Foto: Fernando Evans/g1

A maior refinaria da Petrobras registrou alta de 24,8% na produção de diesel. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que a Refinaria de Paulínia (Replan) produziu 976,5 milhões de litros do combustível em fevereiro, contra 782,2 milhões no mesmo período do ano anterior.

O crescimento no volume do derivado produzido ocorreu antes da guerra no Oriente Médio, que teve início com os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã em 28 de fevereiro. Os impactos já são sentidos pelos consumidores.

Na sexta (27), a ANP mostrou que o litro do diesel acumula alta de quase 24% nos postos desde o início do conflito, passando de R$ 6,03 para R$ 7,45, em média.

O diesel é o derivado com maior volume de produção da planta em Paulínia. Em maio de 2025, a Replan colocou em operação a nova Unidade de Hidrotratamento de Diesel (HDT-D), capaz de produzir 63 mil barris de diesel S-10 por dia, o que equivale a 10 milhões de litros/dia. Isso é suficiente para abastecer, por exemplo, 20 mil ônibus com tanque de 500 litros.

O g1 entrou em contato com a Petrobras para questionar sobre os dados de aumento da produção, e se a planta já opera com a capacidade máxima instalada. A reportagem será atualizada assim que a companhia se manifestar.

Maior refinaria da Petrobras, a Replan tem capacidade para processar 69.000 m³ de petróleo por dia (69 milhões de litros), o equivalente a 434 mil barris, e atende a 30% do território brasileiro.

Para efeito de comparação, a segunda refinaria em volume de processamento de petróleo é a Revap, em São José dos Campos (SP), com 40 milhões de litros por dia.

Interior de São Paulo – recebe a maior parte da produção, 55%Sul de MinasTriângulo MineiroMato GrossoMato Grosso do SulRondôniaAcreGoiásBrasília (DF)Tocantins

O diesel é o principal produto que sai da Replan para a as distribuidoras, mas a refinaria também produz gasolina, querosene de aviação (QAV), gás liquefeito de petróleo (GLP – o gás de cozinha), óleos combustíveis, asfaltos, enxofre (parte vai para a indústria de cosméticos), propeno (usado na fabricação de plásticos) e outros derivados que são utilizados até na produção de pneus.

Do pré-sal às bombas: g1 entrou na maior refinaria de petróleo do Brasil e mostra curiosidades da produção de combustíveis

Replan, a maior refinaria de petróleo da Petrobras, fica em Paulínia (SP) — Foto: Júlio César Costa/g1

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Bank of America fecha acordo de US$ 72,5 milhões com vítimas de Epstein

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 14:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

O Bank of America concordou em pagar US$ 72,5 milhões para encerrar um processo civil movido por mulheres que acusam a instituição de facilitar os abusos sexuais cometidos por Jeffrey Epstein.

Os advogados do banco e das autoras informaram ao juiz distrital Jed Rakoff, em Manhattan, que haviam chegado a um “acordo em princípio” neste mês, mas os termos não haviam sido divulgados até então.

O acordo ainda precisa ser aprovado por Rakoff, que marcou uma audiência para quinta-feira para avaliar a proposta.

A ação coletiva, apresentada em outubro por uma mulher identificada como Jane Doe, acusa o segundo maior banco dos Estados Unidos de ignorar transações suspeitas ligadas a Epstein, apesar de diversas informações sobre seus crimes, priorizando o lucro em detrimento da proteção das vítimas.

O Bank of America afirma que a acusação se baseia apenas na prestação de serviços financeiros rotineiros a pessoas que, à época, não tinham ligação conhecida com Epstein, e classificou como “frágil e infundada” qualquer sugestão de envolvimento mais profundo.

Manifestante protesta contra Jeffrey Epstein, em Nova York. — Foto: Stephanie Keith / Getty Images North America /AFP

O Bank of America concordou em pagar US$ 72,5 milhões (cerca de R$ 381 milhões) para encerrar um processo civil movido por mulheres que acusam a instituição de facilitar os abusos sexuais cometidos por Jeffrey Epstein, segundo registros judiciais divulgados nesta sexta-feira (27).

Os advogados do banco e das autoras informaram ao juiz Jed Rakoff, em Manhattan, que haviam chegado a um “acordo em princípio” neste mês, mas os termos não haviam sido divulgados até então.

O acordo ainda precisa ser aprovado por Rakoff, que marcou uma audiência para quinta-feira para avaliar a proposta.

A ação coletiva, apresentada em outubro por uma mulher identificada como Jane Doe, acusa o segundo maior banco dos Estados Unidos de ignorar transações suspeitas ligadas a Epstein, apesar de diversas informações sobre seus crimes, priorizando o lucro em detrimento da proteção das vítimas.

O Bank of America afirma que a acusação se baseia apenas na prestação de serviços financeiros rotineiros a pessoas que, à época, não tinham ligação conhecida com Epstein, e classificou como “frágil e infundada” qualquer sugestão de envolvimento mais profundo.

Em janeiro, Rakoff decidiu que o banco deveria responder às acusações de que teria se beneficiado conscientemente do esquema de tráfico sexual de Epstein e dificultado a aplicação de leis federais de proteção às vítimas.

Entre as operações citadas estão pagamentos feitos a Epstein pelo bilionário Leon Black, cofundador da Apollo Global Management.

Black deixou o cargo de presidente-executivo da Apollo em 2021, após uma investigação externa apontar que ele pagou US$ 158 milhões a Epstein por serviços de planejamento tributário e patrimonial. Ele nega irregularidades e afirma que desconhecia os crimes do financista.

Os advogados de Jane Doe também processaram outros supostos facilitadores de Epstein e, em 2023, fecharam acordos de US$ 290 milhões com o JPMorgan Chase e de US$ 75 milhões com o Deutsche Bank.

Eles ainda recorrem da decisão de Rakoff que rejeitou, em janeiro, uma ação semelhante contra o Bank of New York Mellon.

Epstein morreu em agosto de 2019, em uma cela em Manhattan, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. A morte foi considerada suicídio pelo médico legista de Nova York.

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Fachin vai definir na segunda pauta de abril; julgamento presencial sobre eleição no Rio deve ocorrer na segunda semana

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 11:54

Economia Blog da Ana Flor Fachin vai definir na segunda pauta de abril; julgamento presencial sobre eleição no Rio deve ocorrer na segunda semana Por Ana Flor, Márcio Falcão

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin, disse ao blog que vai definir na próxima segunda-feira (30) a pauta de julgamentos da Corte para abril.

Entre os casos que serão analisados, estão as ações que discutem o modelo da eleição para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro.

A tendência é de que esse processos sejam julgados nas sessões dos dias 8 e 9 de abril, no plenário presencial. Fachin ainda vai conversar com colegas para definir a análise do caso.

Nesta sexta, o ministro Cristiano Zanin determinou a suspensão de eleições indiretas para o mandato-tampão no governo do Estado do Rio de Janeiro até que o plenário analise a questão.

Uma das ações que serão analisadas discute trechos da lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeira (Alerj) que estabelece eleição indireta para a sucessão de Cláudio Castro.

Esse caso começou a ser julgado no plenário virtual da Corte. A maioria dos ministros votou para fixar votação tem que ser secreta na eleição indireta e que o prazo pra desincompatibilização é de 24h.

Nesse julgamento, no entanto, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flavio Dino e Cristiano Zanin divergiram e defenderam eleição direta porque entenderam que houve desvio de finalidade na renúncia de Cláudio Castro na véspera do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Apesar de todos os ministros já terem votado, Zanin solicitou que essa ação seja analisada no plenário presencial, o que reinicia o julgamento.

Em outra frente, o PSD do Rio também entrou com uma ação para discutir a determinação do TSE de que a eleição para escolha do sucessor de Cláudio Castro deve ser indireta. Isso foi determinado no julgamento que condenou o ex-governador.

O PSD alega que Castro fez uma manobra, diante da iminente cassação, pra manter seu grupo político no poder.

E que a decisão do TSE viola entendimento do STF sobre eleição direta quando a vacância de cargos ocorre há mais de seis meses da eleição.

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Governo zera imposto de importação de insumos para canetas emagrecedoras da EMS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 11:04

Saúde Governo zera imposto de importação de insumos para canetas emagrecedoras da EMS A iniciativa faz parte de um pacote federal que eliminou tarifas sobre quase mil itens diante da baixa oferta ou ausência de produção no país. Por Redação g1 — São Paulo

O governo federal decidiu zerar o imposto de importação sobre componentes usados na produção de canetas emagrecedoras pela farmacêutica EMS.

A decisão reduz a alíquota de 14,4% para 0% por um período de 365 dias, com quota limitada a 30 milhões de unidades.

A medida atende parcialmente ao pedido da EMS e integra um pacote do governo que zerou o imposto de importação de quase mil produtos por falta ou insuficiência de produção nacional.

Na mesma reunião, o governo também aplicou direitos antidumping por cinco anos sobre importações de etanolaminas da China e de resinas de polietileno dos Estados Unidos e do Canadá.

A justificativa central para a isenção é a inexistência temporária de produção regional desses insumos, considerados essenciais para o sistema de saúde.

O governo federal decidiu zerar o imposto de importação sobre componentes usados na produção de canetas emagrecedoras pela farmacêutica EMS, em medida aprovada na quinta-feira (26) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex).

A decisão reduz a alíquota de 14,4% para 0% por um período de 365 dias, com quota limitada a 30 milhões de unidades.

A medida atende parcialmente ao pedido da EMS e integra um pacote do governo que zerou o imposto de importação de quase mil produtos por falta ou insuficiência de produção nacional.

💊A lista inclui medicamentos para doenças como diabetes, Alzheimer, Parkinson e esquizofrenia, além de insumos agrícolas, itens da indústria têxtil, lúpulo e produtos de nutrição hospitalar.

Na análise feita pela área técnica do governo, a quantidade pedida pela EMS era maior do que o necessário, já que não batia com o próprio consumo informado por ela nem com o uso recente (a cota anterior, por exemplo, teve apenas 43% de utilização em quase cinco meses).

Por conta disso, o comitê aprovou parcialmente o pedido e limitou a importação a 30 milhões de unidades. A ideia é garantir que não faltem produtos, mas sem dar um benefício maior do que o mercado realmente precisa.

Mesmo com esse limite, o efeito financeiro da medida passa de US$ 1 milhão — que é o valor usado pelo governo como referência para analisar pedidos desse tipo, feitos quando há falta de produtos no mercado.

💉 Esses itens importados são usados para fabricar canetas aplicadoras de medicamentos como liraglutida e semaglutida, usados principalmente no tratamento de diabetes e obesidade.

A justificativa central para a isenção é a inexistência temporária de produção regional desses insumos, considerados essenciais para o sistema de saúde. Atualmente, a China é o principal fornecedor de componentes para canetas injetoras ao Brasil, respondendo por 35,6% das importações em 2025.

"Ressalta-se que o produto é amplamente utilizado no controle de dosagem de medicamentos destinados, especialmente, ao tratamento de pessoas com diabetes e obesidade, o que reforça seu caráter essencial e a relevância do pleito sob a ótica da saúde da população", afirmou o comitê em nota técnica.

A EMS afirma ter investido R$ 1,2 bilhão na produção nacional de semaglutida — substância usada em medicamentos como Ozempic e Wegovy, cuja patente, após cerca de duas décadas, encerrou a exclusividade da Novo Nordisk —, incluindo a ampliação de uma fábrica em Hortolândia (SP), com capacidade prevista para produzir até 20 milhões de canetas por ano.

Apesar do investimento, a empresa ainda depende, no curto prazo, da importação de componentes para viabilizar a produção.

As novas versões do medicamento também não chegaram ao mercado brasileiro porque aguardam aprovação regulatória, processo mais rigoroso devido à complexidade do produto.

A EMS tem um pedido em análise na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que está entre os mais avançados, mas ainda depende de esclarecimentos adicionais sobre segurança, com prazo de até 120 dias para resposta antes da decisão final.

Ao todo, há 17 solicitações em avaliação na Anvisa, sendo três em estágio mais avançado, incluindo o da EMS. A expectativa é que ao menos uma versão seja liberada até junho.

Ainda assim, a redução de preços não deve ocorrer de forma imediata, já que não haverá genéricos tradicionais, mas sim versões similares, que exigem desenvolvimento próprio e tendem a oferecer descontos menores.

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Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 28/03/2026 11:04

Economia Negócios Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa Carga de 12 toneladas de chocolates foi levada durante transporte na Europa, e empresa alerta para possível falta do produto nas lojas antes da Páscoa. Por France Presse

Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa — Foto: REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo

O grupo suíço Nestlé denunciou o roubo de uma grande carga de barras de chocolate KitKat e advertiu que o cenário pode provocar escassez nas lojas justamente antes da Páscoa.

A empresa confirmou em um comunicado que "um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa".

A carga, de 12 toneladas, desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.

"Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat", comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. "Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate", acrescentou.

A marca advertiu que "o roubo pode provocar escassez de KitKats" e que os consumidores "podem ter dificuldades para encontrar seus chocolates favoritos antes da Páscoa".

O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto.

A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos".

"As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos", acrescentou.

Também advertiu que as barras de chocolate roubadas "podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus".

A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra.

"Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada", indicou.

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