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No Mercosul, Lula diz que vai disputar reeleição para ‘garantir’ democracia no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 13:44

Política No Mercosul, Lula diz que vai disputar reeleição para 'garantir' democracia no Brasil Petista defendeu integração dos países do bloco acima de posições ideológicas. Lula também pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas de terremotos na Venezuela. Por Fabiano Andrade, Ana Flávia Castro, TV Globo e g1 — Brasília

O presidente Lula declarou que disputará a reeleição em outubro para garantir a democracia no Brasil. A fala ocorreu nesta terça-feira (30) durante a cúpula do Mercosul.

Lula defendeu a integração do Mercosul acima de posições ideológicas. Ele afirmou que o bloco não pode funcionar de acordo com a eleição deste ou daquele presidente.

O presidente propôs usar a arquitetura do PIX como base para pagamentos no Mercosul. O objetivo da ferramenta é reduzir custos e ampliar o uso de moedas locais.

Lula sugeriu a criação de um fundo sul-americano para desastres naturais. Ele também apresentou dados sobre o comércio do bloco, que atingiu 50 bilhões de dólares.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante cúpula de líderes do Mercosul, que vai tentar a reeleição em outubro deste ano para "garantir" a democracia no Brasil.

O petista deu a declaração durante fala de improviso em Assunção, após ler um discurso com tom institucional sobre as relações entre os países do Mercosul; e do bloco com outros países e grupos econômicos.

"Vou concorrer às eleições para garantir que o país se mantenha como um país democrático", afirmou Lula.

O presidente disse que a democracia voltou a ser ameaçada mundialmente, mencionando tentativas de golpe, inclusive no Brasil.

Lula tentará um quarto mandato como presidente no Brasil nas eleições deste ano. O petista deve ter como principal adversário Flávio Bolsonaro (RJ), filho de Jair Bolsonaro que é pré-candidato pelo PL.

🔎O Mercosul é um bloco econômico regional sul-americano criado em 1991, atualmente integrado por Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia, com o objetivo de promover a integração econômica e aduaneira, e a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os países membros.

O presidente do Brasil comentou os 35 anos do Mercosul, afirmando que a criação do bloco foi uma resposta ao passado autoritário na região.

Durante o pronunciamento, Lula defendeu integração entre os países do Mercosul acima das posições ideológicas de cada presidente.

"O Mercosul não pode funcionar de acordo com a eleição deste ou daquele presidente. Senão, a gente nunca vai ter um bloco forte funcionando. Nunca vai conseguir se transformar em um bloco econômico de muita vitalidade", disse o petista.

"Acreditem, independentemente de quem seja eleito no Brasil, o Mercosul continuará sendo prioridade. Quero pedir um esforço nestes seis meses para consolidar as instituições de apoio do Mercosul para que ele funcione independentemente de quem foi eleito presidente dos países do nosso bloco", completou Lula.

Sem citar o avanço de partidos de direita na América do Sul, o petista disse que o Mercosul é a "melhor opção institucional" em uma região polarizada. E que "ninguém é dono" do continente.

Além de Lula, a reunião do bloco desta terça contou com as presenças dos presidentes do Paraguai, Santiago Peña; Uruguai, Yamandú Orsi; do Chile, José Antonio Kast; e do Equador, Daniel Noboa.

O presidente da Argentina, Javier Milei, que é adversário político de Lula, alegou compromissos locais no país vizinho e não compareceu à reunião de chefes de Estado.

Aliado da família Bolsonaro, Milei, que se encontrou com Flávio nesta segunda (29), enviou como representante para a reunião do Mercosul o chanceler Pablo Quirino.

Ainda no discurso, Lula propôs o compartilhamento de experiências em inteligência artificial e sugeriu que a arquitetura do PIX, sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, sirva de base para uma infraestrutura comum de pagamentos no Mercosul.

O petista disse que o objetivo da criação dessa ferramenta seria reduzir custos e ampliar o uso de moedas locais.

Durante a reunião desta terça, os líderes do Mercosul fizeram um minuto de silêncio em homenagem às vítimas de dois terremotos na Venezuela na semana passada. O ato foi proposto por Lula, no início do discurso na 68ª Cúpula de presidentes do Mercosul.

O número oficial de mortes após os terremotos na Venezuela chegou a 1.719 nesta terça, mas continua crescendo.

Milhares de pessoas estão desaparecidas e desabrigadas. Ao discursar na reunião do Mercosul, Lula mencionou as vítimas e pediu cooperação entre os países.

No discurso, Lula defendeu a criação de um fundo para desastres naturais na América do Sul. Ele disse que o fundo é uma "necessidade estratégica" para os países da região e propôs um mecanismo sul-americano de enfrentamento a desastres naturais e de financiamento para adaptação climática.

O presidente também mencionou o impacto das guerras, como instabilidade e elevação dos preços de alimentos e energia.

O presidente apresentou dados sobre a evolução econômica do bloco. Disse que o comércio interno saltou de US$ 4,5 bilhões em 1991 para US$ 50 bilhões em 2025.

Ele citou a ratificação de acordos comerciais com Singapura e Europa, além do avanço de diálogos com Canadá, Índia e Vietnã.

O petista mencionou que o Mercosul lançará nesta cúpula as negociações para uma parceria econômica com o Japão e que pretende buscar a mesma aproximação com a China em breve.

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Mercosul critica assimetrias com UE e prepara negociações comerciais com a China

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3830,09%Euro ComercialR$ 5,902-0,26%Euro TurismoR$ 6,1590,000%B3Ibovespa171.947 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3830,09%Euro ComercialR$ 5,902-0,26%Euro TurismoR$ 6,1590,000%B3Ibovespa171.947 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3830,09%Euro ComercialR$ 5,902-0,26%Euro TurismoR$ 6,1590,000%B3Ibovespa171.947 pts-0,73%Oferecido por

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira (30) que o Mercosul pretende iniciar em breve negociações comerciais com a China.

Lula afirmou que o bloco iniciou tratativas para parceria econômica com o Japão. Também continuam as negociações com Canadá, Índia e Vietnã.

A abertura da 68ª cúpula do bloco, realizada em Assunção, registrou críticas do presidente do Paraguai, Santiago Peña, ao acordo com a União Europeia.

Peña questionou a utilidade de negociar com a Europa se as transações não servirem para desenvolver os países que ainda não estão desenvolvidos.

A manifestação do presidente paraguaio critica a divisão interna das cotas de exportação com tarifas reduzidas para vendas ao mercado europeu.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (30), durante a cúpula do Mercosul, em Assunção, que o bloco pretende iniciar em breve negociações comerciais com a China, enquanto amplia sua agenda de acordos com outros parceiros.

Segundo Lula, o Mercosul também deu início às negociações para uma parceria econômica com o Japão e segue avançando nas conversas para fechar acordos comerciais com Canadá, Índia e Vietnã.

A abertura da 68ª cúpula também foi marcada por críticas do presidente do Paraguai, Santiago Peña, à forma como o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia está sendo implementado.

"Para que negociamos com a Europa se o acesso a novos mercados não há de servir para desenvolver o que o que ainda não está desenvolvido?", afirmou Peña.

A declaração faz referência à divisão, entre os países do Mercosul, das cotas de exportação com tarifas reduzidas para a venda de produtos ao mercado europeu.

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Jogo do Brasil faz consumo de energia cair e obriga ONS a reduzir geração eólica e solar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,07%Dólar TurismoR$ 5,3840,1%Euro ComercialR$ 5,905-0,12%Euro TurismoR$ 6,1650,09%B3Ibovespa171.990 pts-0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,07%Dólar TurismoR$ 5,3840,1%Euro ComercialR$ 5,905-0,12%Euro TurismoR$ 6,1650,09%B3Ibovespa171.990 pts-0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,07%Dólar TurismoR$ 5,3840,1%Euro ComercialR$ 5,905-0,12%Euro TurismoR$ 6,1650,09%B3Ibovespa171.990 pts-0,7%Oferecido por

O ONS reduziu em cerca de 20 gigawatts a geração eólica e solar na segunda-feira (29). A medida manteve o equilíbrio da rede durante o jogo do Brasil.

A partida contra o Japão ocorreu às 14h. A interrupção de atividades pela população reduziu o consumo no período de alta produção solar.

O consumo nacional de energia recuou 21% perto do intervalo do jogo. Após o fim da partida, a demanda subiu rapidamente 12.783 megawatts em uma hora.

O corte de geração evitou riscos de instabilidade no Sistema Interligado Nacional. ONS informou que não foi preciso interromper sistemas solares das distribuidoras.

O diretor-geral do ONS, Marcio Rea, afirmou que o órgão se prepara para o próximo jogo em 5 de julho. A operação poderá ter maior complexidade.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reduziu em cerca de 20 gigawatts (GW) a geração de energia eólica e solar na tarde de segunda-feira (29) para manter o equilíbrio da rede elétrica durante o jogo da seleção brasileira contra o Japão pela Copa do Mundo. A medida foi necessária após uma forte queda no consumo de energia, informou o órgão nesta terça-feira.

A partida, que garantiu a classificação do Brasil para as oitavas de final, foi a primeira do torneio disputada no meio da tarde, às 14h.

Nesse horário, parte da população interrompeu suas atividades para acompanhar o jogo, reduzindo o consumo de energia justamente em um período de alta produção de usinas solares.

Essa mudança repentina dificulta a operação do sistema elétrico, que precisa manter, em tempo real, o equilíbrio entre a energia produzida e a consumida para evitar problemas no fornecimento.

O desafio é ainda maior porque milhões de painéis solares instalados em casas, empresas e propriedades rurais geram eletricidade diretamente para a rede, sem que o ONS consiga controlar essa produção.

Durante a partida, o consumo nacional de energia caiu 21%, chegando a 66.515 megawatts médios perto do intervalo.

Após o apito final, às 16h02, a demanda voltou a subir rapidamente, com aumento de 12.783 MW em apenas uma hora — volume equivalente ao consumo médio somado dos Estados de Minas Gerais e Paraná.

Em nota, o ONS informou que a redução de 20 GW na geração renovável "se deve a elevada geração distribuída e carga muito reduzida".

"Neste cenário, o objetivo da redução é prevenir riscos à estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) e evitar a perda de controlabilidade do sistema, preservando a segurança e a continuidade do fornecimento de energia à sociedade", acrescentou.

O corte corresponde a cerca de 10% da capacidade das grandes usinas conectadas ao sistema elétrico nacional e evidencia as limitações enfrentadas pelo setor de energia renovável.

Nos últimos anos, o crescimento da oferta de eletricidade, aliado à capacidade insuficiente das linhas de transmissão para escoar essa produção, tem levado a cortes de geração, prejuízos bilionários para o setor e ao adiamento ou cancelamento de investimentos.

Segundo o ONS, não foi necessário interromper, de forma emergencial, a geração das pequenas usinas e dos sistemas solares conectados às redes das distribuidoras.

Separadamente, o diretor-geral do órgão, Marcio Rea, afirmou que o órgão já se prepara para o próximo jogo do Brasil, marcado para 5 de julho.

"Avaliamos que mais pessoas estarão ligadas na Copa, o que poderá aumentar ainda mais a complexidade da operação", acrescentou, em comunicado.

Torcedor japonês perde a linha após derrota para a seleção brasileira. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Quem é o torcedor japonês que viralizou com ‘ataque de raiva’ após derrota para o Brasil; momento foi encenado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 12:44

Tecnologia Quem é o torcedor japonês que viralizou com 'ataque de raiva' após derrota para o Brasil; momento foi encenado O streamer e influenciador japonês Gamix é o criador da cena que viralizou. O que começou como uma brincadeira acabou conquistando os brasileiros, rendendo ao criador mais de 300 mil novos seguidores. Por Redação g1 — São Paulo

Vídeo viral de torcedor japonês surtando é obra de influencer — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um jovem de cabelo azul, vestindo a camisa da seleção japonesa e cercado por torcedores brasileiros enrolados na bandeira verde e amarela, grita, chora e ameaça arrancar a própria camisa dos "Samurais Azuis" após a derrota do Japão para o Brasil por 2 a 1.

O vídeo viralizou nas redes sociais e gerou uma onda de memes na internet brasileira. Mas a cena não passou de uma encenação do streamer e influenciador japonês conhecido como Gamix.

O próprio criador de conteúdo compartilhou nos stories do Instagram um vídeo de bastidores que mostra ele entregando o celular para outra pessoa gravar o "piti" falso. Mesmo assim, o influencer ganhou mais de 300 mil novos seguidores no Instagram depois dos conteúdos.

Torcedor japonês perde a linha após derrota para a seleção brasileira. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Gamix é um streamer e influenciador digital japonês conhecido por seus vlogs, transmissões ao vivo e vídeos de humor. Ele acumula mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e também produz conteúdo para o Instagram e o TikTok.

Ele ficou conhecido pela promessa de que se não conseguir colaborar com o maior YouTuber do mundo, MrBeast, até o final de 2026, vai se aposentar das redes sociais.

Após viralizar com o vídeo em que simula um ataque de raiva, Gamix gravou conteúdos ao lado da influenciadora brasileira Camila Loures. Os vídeos seguem o mesmo estilo de humor, com encenações de explosões de raiva.

Em uma das publicações, compartilhada pelos dois no Instagram, Gamix repete a reação exagerada. A legenda da postagem brinca: "Quando o contatinho não responde".

Segundo dados do Social Blade, o streamer ganhou mais de 300 mil seguidores no Instagram desde que começou a publicar os conteúdos, nesta segunda (29).

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Presidente da CVM terá de prestar contas ao Senado a cada 6 meses, diz projeto aprovado em comissão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,03%Dólar TurismoR$ 5,3830,07%Euro ComercialR$ 5,905-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.551 pts-0,96%MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,03%Dólar TurismoR$ 5,3830,07%Euro ComercialR$ 5,905-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.551 pts-0,96%MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,03%Dólar TurismoR$ 5,3830,07%Euro ComercialR$ 5,905-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.551 pts-0,96%Oferecido por

A Comissão de Assuntos Econômicos aprovou nesta terça-feira (30) projeto que obriga o presidente da CVM a prestar contas semestralmente ao colegiado do Senado.

A proposta segue em caráter terminativo para a Câmara dos Deputados, caso não haja recurso. O texto iguala a fiscalização da autarquia à do Banco Central.

O projeto da senadora Jussara Lima foi relatado por Eduardo Braga. A proposta ganhou força após críticas de parlamentares sobre a atuação do órgão no caso Master.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) concluiu nesta terça-feira (30) a aprovação do projeto que obriga o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a prestar contas, a cada seis meses, ao colegiado sobre a atuação da autarquia.

O texto foi aprovado em turno suplementar, concluindo a votação, e tem caráter terminativo. Ou seja, caso não haja recurso, segue direto para a Câmara dos Deputados.

O projeto dá à CVM a mesma fiscalização por parte da CAE que ocorre com o Banco Central. O presidente do BC vai ao Senado semestralmente prestar contas da atuação do órgão.

O projeto, de autoria da senadora Jussara Lima (PSD-PI), ganhou força após a CVM virar alvo de parlamentares que criticaram a atuação de autarquia no escândalo do Banco Master, de Daniel Vorcaro.

O texto foi relatado pelo líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), e prevê a apresentação de um parecer sobre a evolução do mercado e das atividades da CVM.

"O presidente da Comissão de Valores Mobiliários deverá apresentar, no Senado Federal, em arguição pública, no primeiro e no segundo semestres de cada ano, relatório acerca da evolução do mercado de valores mobiliários, do cumprimento do mandato institucional da autarquia e do cumprimento do plano estratégico vigente", diz trecho da proposta.

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Governo anuncia R$ 525 bilhões para o agronegócio e muda regras do crédito rural

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%Oferecido por

O governo federal lançou nesta terça-feira (30) o novo Plano Safra 2026/2027. O programa de crédito rural é voltado ao financiamento da produção agropecuária do país.

O novo ciclo destinará R$ 525,1 bilhões para o financiamento de médios e grandes produtores rurais. O montante representa um aumento de R$ 9 bilhões.

A iniciativa entra em vigor em 1º de julho. A validade do programa se estenderá até 30 de junho de 2027.

O governo alterou regras do crédito rural para esta edição. Financiamentos subsidiados não poderão ser usados em empreendimentos que prevejam supressão de vegetação nativa.

Os novos contratos passarão a informar a origem dos recursos utilizados. A medida foi adotada como forma de aumentar a transparência das operações de crédito.

O governo federal lançou nesta terça-feira (30) o novo ciclo do Plano Safra, que é o principal programa de crédito rural do país voltado ao financiamento da produção agropecuária.

O Plano Safra 2026/2027, segundo o governo, terá R$ 525,1 bilhões destinados ao financiamento de médios e grandes produtores rurais.

O valor teve aumento de R$ 9 bilhões com relação ao último plano referente ao período 2025/2026.

O novo Plano Safra entra em vigor em 1º de julho e terá validade até 30 de junho de 2027 (leia mais abaixo).

R$ 414,7 bilhões serão destinados às operações de custeio e comercialização;R$ 110,3 bilhões serão direcionados para investimentos.

A partir desta safra, financiamentos com recursos subsidiados não poderão ser usados por empreendimentos que prevejam a supressão de vegetação nativa.

Os contratos também passarão a informar a origem dos recursos usados nas operações de crédito, como forma de aumentar a transparência.

Lula no lançamento do Plano Safra 2025, que oferece crédito com juros subsidiados a agricultores — Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou do lançamento do Plano Safra para grandes propriedades.

Lula embarcou na manhã desta terça para Assunção, no Paraguai, onde participa da Cúpula do Mercosul.

O lançamento do Plano Safra é conduzido pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, em Brasília, no Palácio do Planalto.

Lula deve retornar a Brasília ainda nesta terça e a expectativa é que participe, no fim do dia, da cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar.

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Reino Unido pode intervir em acordo de US$ 110 bilhões entre Paramount e Warner Bros Discovery

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%Oferecido por

Torre de Água da Warner Bros é retratada nos estúdios da Warner Bros, em Burbank, Califórnia, EUA — Foto: Reuters

O Reino Unido sinalizou que pode intervir na proposta de aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance Corp., avaliada em US$ 110 bilhões, citando preocupações com o impacto sobre a liberdade de imprensa e a oferta de conteúdo sob demanda.

A medida é o primeiro passo de um processo que pode levar o negócio a ser analisado pelo órgão regulador antitruste do país.

O órgão ganhou destaque em 2023 ao bloquear a compra da Activision Blizzard, avaliada em US$ 69 bilhões, pela Microsoft — dona da franquia “Call of Duty” — decisão que gerou reação negativa das duas empresas americanas.

A possível intervenção do Reino Unido ocorre em um momento em que o acordo já foi aprovado por Estados Unidos, China, Austrália, Alemanha, França e Arábia Saudita.

A ministra da Cultura, Lisa Nandy, que fixou o prazo de 6 de julho para resposta das empresas, afirmou em comunicado: “Estou ciente da necessidade de chegar a uma decisão final em tempo hábil e me empenharei para fazê-lo da maneira adequada.”

A Paramount é dona do Channel 5, emissora de TV aberta britânica que transmite programas de notícias, enquanto a Warner controla a CNN International.

Outros ativos no Reino Unido que podem ser afetados incluem a TNT Sports, a Cartoon Network, a Nickelodeon, além da Paramount+ e da HBO Max.

Após o prazo de resposta, Nandy decidirá se emitirá uma notificação formal de intervenção de interesse público.

Caso isso ocorra, o caso será analisado pelo órgão regulador de mídia britânico, o Ofcom, e pela Autoridade de Concorrência e Mercados.

Os órgãos reguladores têm até 40 dias para apresentar seus relatórios. Depois disso, Nandy decidirá se aprova o negócio ou se o encaminha para uma investigação mais aprofundada, que pode durar até 24 semanas.

Caso sejam identificadas preocupações, as empresas podem tentar resolvê-las com medidas corretivas, como venda de ativos ou compromissos para proteger a independência editorial. Nenhuma das empresas respondeu a pedidos de comentário.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil ganha 9.215 novos milionários em 2025, mas segue entre os países mais desiguais do mundo, diz UBS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%Oferecido por

O Brasil ganhou 9.215 novos milionários em 2025 e encerrou o ano com 386 mil pessoas com patrimônio superior a US$ 1 milhão (R$ 5,1 milhões), segundo o Global Wealth Report 2026, divulgado nesta terça-feira (30) pelo banco UBS.

O avanço representa um crescimento de 2,4% em relação ao ano anterior e mantém o país como o que concentra o maior número de milionários da América Latina.

Apesar do aumento da população de alta renda, o relatório mostra que o Brasil continua entre os países com maior concentração de riqueza do mundo.

O país ocupa a 4ª posição entre os 56 mercados analisados, com um coeficiente de Gini de 0,81, nível que indica forte concentração de riqueza e o coloca em empate com a África do Sul, além de ficar logo abaixo de Rússia e Emirados Árabes Unidos, que lideram o ranking de desigualdade.

Na outra ponta, os países mais igualitários da amostra são a Eslováquia (0,38), a Bélgica (0,46) e o Catar (0,47), onde a distribuição de riqueza é mais equilibrada entre a população.

🔍 O coeficiente de Gini mede o nível de desigualdade na distribuição da riqueza em um país. Quando está mais próximo de 0, indica que a riqueza está mais bem distribuída entre a população; quando se aproxima de 1, significa que uma pequena parcela das pessoas concentra a maior parte do patrimônio, enquanto a maioria possui pouco ou quase nada.

O estudo aponta ainda que cerca de 69% da população adulta brasileira possui patrimônio inferior a US$ 10 mil (cerca de R$ 51 mil), permanecendo na base da pirâmide da riqueza global.

Ao mesmo tempo, a riqueza coletiva dos bilionários brasileiros avançou mais de 50% em 2025, impulsionada tanto pela valorização dos patrimônios quanto pelo surgimento de novos bilionários.

Outro dado destacado pelo UBS é o elevado nível de endividamento. No Brasil, as dívidas representam 23,4% da riqueza bruta, uma das maiores proporções entre os países analisados.

Já os ativos financeiros — que incluem dinheiro em conta, poupança, ações, títulos, fundos de investimento e previdência privada — correspondem a 73,3% da riqueza bruta dos brasileiros.

O relatório também mostra que, apesar do crescimento do número de milionários, a evolução da riqueza da população como um todo foi mais limitada.

Desde 2020, a riqueza média por adulto no Brasil caiu 3,13%, quando medida em moeda local e descontada a inflação.

No mundo, a riqueza pessoal cresceu 10,8% em 2025, mais que o dobro do ritmo registrado nos dois anos anteriores — Foto: Pixabay

No mundo, a riqueza pessoal cresceu 10,8% em 2025, mais que o dobro do ritmo registrado nos dois anos anteriores, impulsionada pelo bom desempenho dos mercados financeiros e pela valorização de ativos não financeiros.

Com esse avanço, o planeta ganhou quase 1 milhão de novos milionários, elevando o total para 57,5 milhões de pessoas. Os Estados Unidos responderam por quase metade desse crescimento.

O número de bilionários também aumentou, chegando a 3.302, alta de 13,1% em relação a 2024. Já a riqueza conjunta desse grupo avançou 25%.

Apesar da expansão global, o UBS ressalta que o crescimento ocorreu de forma desigual. Em muitos mercados, a riqueza mediana caiu, indicando que os ganhos ficaram concentrados entre as pessoas de maior patrimônio.

Segundo o banco, as oscilações cambiais também influenciaram os resultados. A desvalorização do dólar frente a moedas como o euro impulsionou o crescimento da riqueza, quando convertida para a moeda americana, especialmente nos países da Europa.

O Global Wealth Report 2026, do UBS, estima a riqueza em 56 países usando modelos estatísticos com base em dados de organismos internacionais como Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Organização das Nações Unidas (ONU).

O estudo define riqueza como tudo o que as pessoas possuem em bens e investimentos (como dinheiro e imóveis), descontadas as dívidas. Os dados são apresentados em dólares e ajustados por inflação e câmbio para facilitar comparações entre países.

O relatório também diferencia média e mediana da riqueza, usa o coeficiente de Gini para medir desigualdade e separa ativos entre financeiros (como dinheiro e investimentos) e não financeiros (como imóveis).

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Dólar opera em alta, com dados de emprego no Brasil e nos EUA no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%Oferecido por

O dólar opera em alta nesta terça-feira (30), com um avanço de 0,30% perto das 9h20, cotado a R$ 5,1902. Já as negociações no Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ O principal destaque da sessão fica com os novos dados de emprego do Brasil e dos Estados Unidos. Por aqui, a previsão do mercado é que o Caged aponte para uma criação de 118 mil vagas no mês passado, segundo projeção da XP. Nos EUA, além do Jolts, previsto para esta terça-feira, o mercado também aguarda a divulgação do payroll americano, principal relatório de emprego do país, na quinta-feira (2).

Os dados são importantes porque refletem o desempenho da economia e da inflação e podem dar sinais sobre quais os próximos passos dos bancos centrais na condução dos juros.

▶️ O alívio geopolítico após o acordo entre os EUA e o Irã para suspender os ataques e permitir a reabertura no Estreito de Ormuz também seguem no radar. A expectativa é que novas negociações entre os dois países voltem a acontecer nesta terça-feira, em Doha, no Catar.

Em meio às incertezas sobre os desdobramentos das negociações, o petróleo operava em alta nesta terça. Perto das 9h10, o barril do Brent, referência internacional, subia 0,22%, cotado a US$ 73,31, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançava 0,47%, a US$ 71,08 o barril.

Washington e Teerã fizeram uma nova troca de ataques na última sexta-feira (26), colocando em xeque o cessar-fogo implementado pelo memorando de entendimento assinado na última semana.

O Irã classificou a ofensiva como uma "violação clara" do cessar-fogo e ameaçou "paralisar todos os processos diplomáticos", enquanto o presidente americano, Donald Trump, voltou a fazer ameaças.

"É muito provável que eles nunca aprendam a lição. É possível que, um dia, já não possamos agir com prudência e sejamos obrigados a concluir, por meio da força militar, a missão que iniciamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir", disse o presidente no TruthSocial no último sábado (27).

No domingo (29), os dois países concordaram em suspender as hostilidades recentes no Golfo e retomar as negociações sobre a disputa em torno do Estreito de Ormuz. A expectativa é que haja uma nova reunião em Doha, no Catar, na terça-feira (30).

Na Ásia, a maioria das bolsas da região fechou em alta, impulsionadas pelos setores de inteligência artificial e semicondutores, depois que dados melhores do que o esperado da atividade industrial indicaram uma demanda resiliente por exportações de alta tecnologia.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen subiu 1,07%. Já o índice de Xangai, o SSEC, fechou em alta de 0,50%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve perdas de 0,63%, enquanto o Nikkei, do Japão, avançou 0,86% e o Kospi, da Coréia do Sul, teve uma valorização de 0,97%.

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Bilionário chines é condenado a 30 anos de prisão nos EUA por fraude em esquema com ex-estrategista de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 09:44

Mundo Bilionário chines é condenado a 30 anos de prisão nos EUA por fraude em esquema com ex-estrategista de Trump Guo Wengui, que fugiu da China há uma década, prometia derrubar o partido de Xi Jinping, porém 'explorou aqueles que buscavam levar a democracia' ao país asiático, segundo a Justiça norte-americana. Ele está preso de forma preventiva desde 2023. Por Redação g1

Foto mostra a página do Twitter do empresário chinês Guo Wengui em 30 de agosto de 2017 — Foto: Andy Wong/AP

Um bilionário chinês autoexilado, que já foi considerado um dos homens mais ricos da China, foi condenado na segunda-feira (29) a 30 anos de prisão nos Estados Unidos por uma fraude financeira.

Guo Wengui, que fugiu da China há uma década rumo aos EUA e se reinventou como crítico do Partido Comunista de Xi Jinping, foi considerado culpado por fraude em grande escala lesou mais de mil pessoas e sustentou um estilo de vida luxuoso com as centenas de milhões de dólares arrecadados, concluiu a juíza Analisa Torres. Segundo ela, Wengui “explorou aqueles que buscavam levar a democracia à China”.

O bilionário chinês foi condenado em nove das 12 acusações criminais contra ele. A promotoria pedia 30 anos de prisão contra ele pelo que chamou de fraude assombrosa praticada entre 2018 e 2023. A juíza Torres também determinou que Guo pague US$ 889 milhões (cerca de R$ 4,6 bilhões) em indenizações às vítimas.

Wengui está preso de forma preventiva nos EUA desde março de 2023. Antes disso, o bilionário se aproximou do estrategista político conservador Steve Bannon, com quem anunciou, em 2020, uma iniciativa conjunta para derrubar o governo chinês.

Promotores afirmam que Wengui convenceu centenas de milhares de pessoas a investir mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,17 bi) em entidades sob seu controle, e os recursos obtidos ilegalmente sustentaram “um estilo de vida de excessos extraordinários”, com mansões, iates, carros de corrida, roupas de grife e mobiliário de luxo. Ele vivia em um apartamento de luxo em Nova York e havia se associado ao clube de golfe Mar-a-Lago, na Flórida, do então presidente Donald Trump.

Ao proferir a sentença, a juíza leu trechos de cartas recebidas de vítimas que relataram ter perdido suas economias de toda a vida, além de sofrer ansiedade severa, vergonha e até conflitos familiares devido às decisões de investimento.

A defesa de Wengui afirmou que o bilionário é vítima de uma perseguição “ampla, constante e potencialmente fatal” do Partido Comunista Chinês, e defendeu a origem de sua fortuna tanto antes de chegar aos EUA quanto durante a campanha com Bannon. Eles alegaram que o partido recrutou figuras influentes nos setores empresarial, do entretenimento e político dos EUA para conspirar contra ele.

Antes da sentença contra ele ser pronunciada, o bilionário chinês protestou contra o tratamento recebido por ele na prisão, dizendo que foi levado ao hospital na manhã de segunda-feira com um quadro de vômitos. Ele também falou brevemente, em sua defesa, que tinha como objetivo "destruir o Partido Comunista Chinês".

Na segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores da China informou que tomou conhecimento da sentença e destacou que Guo é procurado pelo governo chinês, com um alerta vermelho da Interpol em vigor — um pedido para que forças policiais ao redor do mundo o detenham para fins de extradição.

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