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Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 28/03/2026 11:04

Economia Negócios Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa Carga de 12 toneladas de chocolates foi levada durante transporte na Europa, e empresa alerta para possível falta do produto nas lojas antes da Páscoa. Por France Presse

Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa — Foto: REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo

O grupo suíço Nestlé denunciou o roubo de uma grande carga de barras de chocolate KitKat e advertiu que o cenário pode provocar escassez nas lojas justamente antes da Páscoa.

A empresa confirmou em um comunicado que "um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa".

A carga, de 12 toneladas, desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.

"Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat", comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. "Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate", acrescentou.

A marca advertiu que "o roubo pode provocar escassez de KitKats" e que os consumidores "podem ter dificuldades para encontrar seus chocolates favoritos antes da Páscoa".

O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto.

A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos".

"As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos", acrescentou.

Também advertiu que as barras de chocolate roubadas "podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus".

A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra.

"Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada", indicou.

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Café que fica no Brasil é ruim? Entenda de onde vem essa ideia e se ela é verdadeira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 07:12

Agro Café que fica no Brasil é ruim? Entenda de onde vem essa ideia e se ela é verdadeira Percepção surgiu nos anos 80 por causa da pouca fiscalização, mas cenário não corresponde mais à realidade, dizem associações e pesquisador. Por Paula Salati, g1

A ideia de que o Brasil só exporta o café bom e consome o ruim ficou no passado, quando o controle de qualidade era baixo e havia muitas fraudes nos pacotes.

Nos anos 1980, o governo fixava preços e não estimulava a busca por qualidade, o que fazia com que os melhores grãos fossem exportados.

Mas essa história começou a mudar em 1989, quando a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) começou exigir que as empresas só produzissem pacotes com 100% grãos de café.

Em 2023, o Ministério da Agricultura definiu um padrão de qualidade para o café torrado, o que deu respaldo às fiscalizações do governo, como as recentes operações que apreenderam marcas de "café fake".

No entanto, o café especial, que é mais caro, continua sendo mais exportado, embora consumo no Brasil tenha crescido.

Quem nunca ouviu falar que o café bom que o Brasil produz é exportado e o ruim fica para o brasileiro consumir? A ideia, no entanto, não reflete a realidade atualmente.

Quando Parreiras fala de passado, ele se refere aos anos de 1980. Naquele período, o governo controlava pouco a qualidade do café, abrindo espaço para inúmeras fraudes, como a mistura de cevada e milho aos grãos, conta um artigo publicado pelo Inmetro em 1998.

"E isso desestimulava o mercado a buscar qualidade porque, independentemente do café colocado na embalagem — fosse ele de baixa ou altíssima qualidade —, o preço final seria o mesmo", lembra Parreiras.

Os produtores acabavam direcionando os melhores grãos para outros países, que pagavam mais do que o governo brasileiro.

Mas essa história começou a mudar em 1989, quando o governo transferiu para a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) a responsabilidade de fiscalizar o mercado, conta o atual presidente da entidade, Pavel Cardoso.

Preocupada com a queda do consumo de café no país entre os anos 60 e 80– justamente pela baixa qualidade –, a Abic começou a exigir que as empresas produzissem pacotes feitos com 100% grãos de café.

Foi nesse momento da história que o ator Tarcísio Meira entrou em cena, protagonizando diversas propagandas da associação. "Por trás desse selo, só tem café", dizia o artista nas campanhas.

Em 2022, o Ministério da Agricultura estabeleceu um padrão de qualidade para o café torrado, proibindo que os pacotes tenham mais de 1% de impurezas e matérias estranhas em sua composição.

Exemplos de impurezas são galhos, folhas e cascas. Já as matérias estranhas são pedras, areia, grãos ou sementes de outras espécies vegetais. O pacote também não pode ter qualquer elemento estranho, como corantes e açúcar.

Essas regras, que entraram em vigor em 2023, deram respaldo às fiscalizações do governo, como as recentes operações que apreenderam as marcas de "café fake".

A partir dos anos 90, com o fim da intervenção estatal nos preços e avanço da fiscalização, produtores brasileiros começaram a olhar mais para o mercado interno e a investir na produção de grãos de mais qualidade, conta o pesquisador do IAC.

Em 1991, por exemplo, foi fundada a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), um segmento da indústria que produz cafés com grãos 100% maduros, e que não podem ter nenhum defeito.

É um tipo de café mais caro e que é sim mais exportado do que vendido no Brasil, apesar de o consumo interno ter crescido, conta o diretor-executivo da BSCA, Vinicius Estrela.

Em 2015, por exemplo, somente 1% do grão especial produzido no Brasil era consumido internamente. Hoje, essa parcela é de 15%.

"Em alguns mercados, o café especial é mais forte porque são mercados de renda mais alta, como Europa, EUA, Japão, Coreia do Sul", explica Estrela.

Na época, o órgão responsável por gerir as políticas públicas do setor era o Instituto Brasileiro do Café (IBC), fundado em 1952 e que existiu até 1989.

Uma lei de 1978 já estabelecia um limite de tolerância de até 1% de impurezas, mas a fiscalização, a cargo do próprio IBC, era ineficiente, conta.

Esse cenário, somado a um período longo de seca em 1986, que reduziu a produção, criou um ambiente propício para fraudes.

Em 1989, por exemplo, 30% do volume total de café comercializado no Brasil era fraudado, ou seja, continham impurezas, apontou uma pesquisa da Abic.

"Os torrefadores não tinham incentivo porque não poderiam repassar essa diferença ao consumidor. Não havia espaço para segmentar o mercado ou fomentar o consumo de cafés de qualidade", reforça Parreiras.

A formação de estoques de café era outro fator que "jogava contra" a qualidade, comenta o diretor-executivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), Vinicius Estrela.

"Por um bom tempo, o Brasil produziu excedentes de café, que eram comprados pelo IBC para garantir estabilidade de preços em momentos em que a produção brasileira superava muito a demanda", conta Estrela.

De tempos em tempos, parte do café estocado era vendido no mercado interno. "E, evidentemente, cafés com tanto tempo de armazenagem não eram bons cafés", observa.

Tudo isso fez o café chegar no final dos anos 80 com fama de ruim entre os brasileiros. Se, em 1965, cada pessoa consumia 4,8 kg de café por ano, em 1989, essa quantidade caiu para 2,27 kg, segundo o Inmetro.

Uma pesquisa de 1987 encomendada pela Abic a Vox Populi constatou que, para o consumidor brasileiro, "todo o café era igual", "a maioria tem mistura" e que "o melhor produto era exportado".

Em 1989, o governo extinguiu o IBC e passou para a Abic a responsabilidade de auto-regulamentar o mercado.

Preocupada com as pesquisas de opinião, a associação lançou o Selo de Pureza, exigindo que as indústrias só produzissem pacotes com 100% de grãos de café.

🔍Para isso, a Abic passou a fazer auditorias nas empresas associadas. As que seguiam as regras, podiam colocar o selo da entidade em seus pacotes, como acontece até hoje.

Além disso, a associação passou a recolher amostras de pacotes em supermercados para checar se as indústrias que não eram associadas estavam cometendo fraudes.

"Empresas que não atendiam às especificações eram notificadas, advertidas, suspensas ou até expulsas do quadro de associados. Para não associados, a Abic acionava o Ministério Público para fazer cumprir a lei", detalha Cardoso.

Ele conta que as "saudosas propagandas" com o ator Tarcísio Meira, veiculadas "durante cinco anos ininterruptos" na televisão, foram muito importantes para construir uma boa imagem do café brasileiro.

Uma reportagem veiculada pelo Fantástico, em 1º de dezembro de 2002, mostrou como funcionavam os testes de qualidade da Abic naquele período. Reveja abaixo.

O selo da Abic foi aprimorado ao longo dos anos. Atualmente, as indústrias precisam passar por quatro etapas de análise para obter a certificação. São elas:

a microscópica: que avalia a pureza do café. Ou seja, certifica que se o produto possui adição de outros ingredientes, por exemplo;a sensorial: os cafés são provados às cegas por especialistas, que verificam a qualidade e classificam o tipo do produto: tradicional, extraforte, superior, gourmet e especial;a auditoria de boas práticas: técnicos visitam a fabricante para avaliar se os itens obrigatórios de fabricação são cumpridos, como higiene e qualidade do café;e o monitoramento na gôndola: amostras dos cafés certificados são coletadas diretamente nas prateleiras dos mercados, sem aviso prévio, para garantir que o produto segue dentro dos padrões exigidos — mesmo após a certificação.

Outro marco importante aconteceu em 2023, quando o governo federal voltou a fazer parte da regulamentação do mercado, a partir da publicação da portaria 570, que estabeleceu regras para a composição do café torrado.

A norma mais conhecida é, justamente, o limite de tolerância de até 1% de impurezas, mas a portaria é muito mais ampla e detalhada do que a lei de 1978, conta o presidente da Abic, que, inclusive, ajudou o governo a construir a regulamentação.

Cardoso destaca que o controle dos cafés iniciado há 36 anos incentivou os agricultores a investirem mais na qualidade do grão, cenário que abriu espaço para um maior desenvolvimento de cafés premiados mundo afora.

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Ministério da Agricultura proíbe que o café brasileiro tenha mais de 1% de impurezas. — Foto: Mike Kenneally/Unplash

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O outro estreito crucial para a economia global que o Irã ameaça bloquear

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 07:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

O Estreito de Bab el-Mandeb é um ponto estratégico no Oriente Médio, igualmente vital para os mercados globais de energia.

Situado entre o Iêmen, Djibuti e Eritreia, no Mar Vermelho, o estreito controla o tráfego marítimo em direção ao Canal de Suez.

No último mês, a rota ganhou ainda mais importância ao se tornar uma alternativa para o escoamento de petróleo do Oriente Médio, diante do fechamento do Estreito de Ormuz.

Na quinta-feira (26), a agência semioficial iraniana Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, informou que os houthis — grupo armado do Iêmen apoiado pelo Irã— estariam prontos para assumir o controle do estreito como parte do que chamam de "forças de resistência".

Neste sábado (28/03), os houthis lançaram um ataque com mísseis contra Israel pela primeira vez desde o início da guerra.

Não se trata apenas do Estreito de Ormuz. Há um outro ponto estratégico no Oriente Médio — igualmente vital para os mercados globais de energia — que o Irã ameaça bloquear caso Donald Trump não ponha fim à guerra: o Estreito de Bab el-Mandeb.

Situado entre o Iêmen, Djibuti e Eritreia, no Mar Vermelho, o estreito controla o tráfego marítimo em direção ao Canal de Suez e transporta cerca de 12% do petróleo comercializado por via marítima no mundo.

No último mês, a rota ganhou ainda mais importância ao se tornar uma alternativa para o escoamento de petróleo do Oriente Médio, diante do fechamento do Estreito de Ormuz.

Na quinta-feira (26), a agência semioficial iraniana Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, informou que os houthis — grupo armado do Iêmen apoiado pelo Irã— estariam prontos para assumir o controle do estreito como parte do que chamam de "forças de resistência".

"Se houver necessidade de controlar o Estreito de Bab el-Mandeb para punir ainda mais o inimigo, os heróis do Ansar Allah do Iêmen estão totalmente preparados para desempenhar um papel fundamental", disse uma fonte militar iraniana à agência, acrescentando que os houthis já provaram que fechar a rota "é uma tarefa fácil para eles".

No dia anterior, a mesma Tasnim já havia publicado uma advertência feita por uma fonte: "Se os americanos quiserem pensar em uma solução para o Estreito de Ormuz com medidas imprudentes, devem ter cuidado para não adicionar outro estreito aos seus problemas", disse a fonte, em referência à movimentação de tropas americanas na região.

Neste sábado (28/03), os houthis lançaram um ataque com mísseis contra Israel pela primeira vez desde o início da guerra.

Segundo o grupo, o objetivo era atingir "alvos militares israelenses sensíveis". Israel confirmou ter interceptado um míssil lançado do Iêmen.

Antes mesmo do ataque deste sábado, o líder houthi Abdul Malik Al-Houthi já havia reforçado as ameaças sobre uma escalda, dizendo que o grupo responderia militarmente a ataques dos EUA e de Israel caso os desdobramentos da guerra exigissem, segundo noticiou a Bloomberg.

À Reuters, um outro dirigente houthi, em anonimato, afirmou que eles estão "militarmente prontos" para atacar o Estreito de Bab el-Mandab em apoio a Teerã.

"Estamos com todas as opções à nossa disposição. A decisão sobre o momento cabe à liderança, que acompanha os desdobramentos e definirá a hora certa de agir", declarou.

Após as ameaças, os Estados Unidos emitiram um alerta sobre a possibilidade de ataques de houthis no Estreito de Bab el-Mandab.

"Embora o grupo terrorista houthi não tenha atacado navios comerciais desde o acordo de cessar-fogo entre Israel e Gaza em outubro de 2025, os houthis continuam a representar uma ameaça aos ativos dos EUA, incluindo embarcações comerciais, nesta região", disse um aviso publicado pela Administração Marítima do Departamento de Transportes dos EUA na quinta-feira.

Em outros momentos, como durante a Guerra em Gaza, o Estreito de Bab el-Mandeb já foi alvo dos houthis, que bloquearam a rota atacando navios, usando drones e mísseis.

Mas um eventual bloqueio da passagem hoje agravaria a crise no mercado de energia, já pressionado pela situação no Estreito de Ormuz.

Ormuz se tornou um dos epicentros da guerra. A rota, por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido no mundo, está fechada, dificultando a passagem de navios na região.

A interrupção do transporte marítimo no Golfo fez os preços do petróleo Brent saltarem de cerca de US$ 70 (cerca de R$ 350) por barril antes do início da crise para mais de US$ 100 (aproximadamente R$ 500).

O comércio global de uma ampla gama de produtos — de bens de consumo a matérias-primas agrícolas — também está sendo afetado.

Por isso, a interrupção de mais uma rota marítima poderia elevar ainda mais os preços e intensificar o impacto econômico do conflito com o Irã.

Dezenas de navios com milhares de toneladas de carga cruzam o estreito todos os dias — Foto: Getty Images via BBC

Não é por acaso que Bab el-Mandeb significa "o portão das lágrimas" ou "o portão da dor" em árabe.

É uma referência aos perigos — desde correntes e ventos à pirataria e conflitos — que durante milênios perturbaram os marinheiros que transitavam pela entrada do Mar Vermelho vindos do Oceano Índico entre o Iêmen, o Djibuti e a Eritreia.

Entre 2023 e 2025, navios comerciais de diversos países foram atacados no estreito pelo grupo houthi no Iêmen em resposta à guerra de Israel contra o Hamas em Gaza. Os ataques forçaram muitas empresas a desviar rotas pelo sul da África e só cessaram após um cessar-fogo mediado pelos EUA entre Israel e o Hamas em outubro de 2025.

Com 115 km de extensão e 36 km de largura, o Estreito de Bab el-Mandeb está em uma posição estratégica: ele liga o Mar Vermelho ao Golfo de Aden — e, por extensão, ao Oceano Índico.

Esta extensão de água ocupa um espaço fundamental no comércio, na cultura e também nos conflitos durante grande parte da história da civilização humana.

Seu valor comercial foi reconhecido desde o antigo Egito com expedições em busca de bens preciosos como incenso, ouro e animais exóticos, enquanto os romanos dependiam desta passagem para o comércio com a Índia e o Oriente.

E a partir da Idade Média, o Estreito de Mandeb consolidou-se como uma importante rota comercial de especiarias, têxteis e outros produtos, enriquecendo os impérios da época e posteriormente potências europeias como Portugal, Espanha e mais tarde o Império Britânico.

No entanto, foi a abertura do Canal de Suez em 1869 que fez de Bab el-Mandeb um local essencial para completar a rota marítima mais curta entre a Europa e a Ásia.

Segundo agências iranianas e a Reuters, os houthis ameaçam atacar navios que passarem no estreito em apoio ao Irã — Foto: Getty Images via BBC

O corredor do Mar Vermelho é um dos mais movimentados do mundo, transportando aproximadamente um quarto de todo o comércio marítimo do planeta.

Entre os bilhões de toneladas de carga que atravessam esta rota, passam diariamente cerca de 4,5 milhões de barris de petróleo com origem em países do Médio Oriente e da Ásia e com destino ao Ocidente, segundo a Administração de Informação sobre Energia dos Estados Unidos.

Além disso, remessas globais de gás natural liquefeito (GNL) transitam por este estreito, tornando-o uma artéria vital para o fornecimento global de energia.

A Arábia Saudita passou a usar Bab el-Mandeb como passagem para o escoamento do petróleo saudita proveniente do porto de Yanbu. Riade envia milhões de barris de petróleo bruto por dia de seus campos orientais para lá através de um oleoduto.

Pelo estreito também passa parte significativa das exportações russas de petróleo com destino à Ásia.

Além do petróleo bruto e do gás, o Estreito de el-Mandeb faz parte da principal rota entre o Oriente e o Ocidente, com várias dezenas de navios de carga passando pelas suas águas todos os dias.

Por isso, caso a Irã bloqueie a via, isso pode ter efeitos imediatos nos preços mundiais destes recursos vitais.

Essa, contudo, não seria a primeira vez que um incidente nesta área afetaria o tráfego marítimo, gerando implicações importantes para o comércio mundial.

Por exemplo, em 2021, o navio cargueiro Ever Given, com bandeira do Panamá, encalhou no Canal de Suez, causando um bloqueio no corredor e criando estrangulamentos nas cadeias de abastecimento globais, com aumento de custos e atrasos na entrega de petróleo e produtos de todos os tipos.

Anteriormente, especialmente entre 2008 e 2012, o Estreito de Mandeb e seus arredores foram palco de numerosos ataques de piratas, principalmente da Somália, que sequestraram a tripulação dos navios para exigir dinheiro em troca da sua libertação, o que já levou a comunidade internacional, bem como as companhias marítimas, a reforçar a segurança.

Mais de uma década depois, a principal ameaça no estreito veio do extremo oposto, com ataques dos rebeldes houthis.

Após a invasão israelense de Gaza, em outubro de 2023, os houthis passaram a atacar embarcações no Mar Vermelho e no Golfo de Aden, alegando solidariedade ao povo palestino e com o objetivo de pressionar Israel a aceitar um cessar-fogo.

De novembro de 2023 a janeiro de 2024, o grupo, sozinho, atacou mais de 100 navios comerciais com mísseis e drones, afundando duas embarcações e matando quatro marinheiros.

Embora os houthis alegassem mirar apenas navios com vínculos israelenses, os ataques foram amplamente descritos como indiscriminados, forçando algumas das maiores companhias marítimas e petrolíferas do mundo a suspender o trânsito pela rota.

No final de 2025, os incidentes praticamente cessaram em meio às negociações para o cessar-fogo entre Israel e o Hamas em Gaza — embora os houthis jamais tenham anunciado formalmente uma paralisação ou suspensão das operações.

Agora, com a guerra entre EUA, Israel e Irã, o grupo volta a ameaçar fechar o estreito — desta vez em um contexto ainda mais preocupante.

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‘Meu corpo me foi roubado durante anos’: atriz alemã denuncia ex-marido após sofrer violência sexual digital

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 07:12

Tecnologia 'Meu corpo me foi roubado durante anos': atriz alemã denuncia ex-marido após sofrer violência sexual digital Escândalo abre debate sobre violência sexual digital na Alemanha. Homem espalhou vídeos pornográficos deepfakes com a imagem da atriz nas redes sociais. Por Deutsche Welle

A atriz alemã Collien Fernandes denunciou o ex-marido, o também ator e apresentador de TV Christian Ulmen, por violência sexual digital.

A atriz foi à polícia de Berlim em novembro de 2024 e registrou queixa por causa dos perfis falsos – contra desconhecidos.

Fernandes contou à revista Der Spiegel que, no Natal, o marido dela, o também ator e apresentador de TV Christian Ulmen, começou a fazer perguntas sobre a queixa apresentada e acabou confessando que era ele quem estava por trás dos perfis falsos.

Em dezembro de 2025, Fernandes apresentou queixa contra Ulmen em Palma de Mallorca, na Espanha, onde o casal – então já divorciado – residia.

Mais do que isso, Fernandes decidiu tornar o seu caso – que na Alemanha vem sendo comparado ao da francesa Gisèle Pelicot – público.

Christian Ulmen e Collien Fernandes eram um casal de celebridades muito conhecido na Alemanha — Foto: G. Chlebarov/VISTAPRESS/IMAGO via DW

A atriz alemã e apresentadora de TV Collien Fernandes passou anos lutando contra perfis falsos dela em redes sociais, nos quais alguém se fazia passar por ela, compartilhava vídeos pornográficos deepfakes dela.

Cansada de lutar em vão contra essa violência digital, ela foi à polícia de Berlim em novembro de 2024 e registrou queixa por causa dos perfis falsos – contra desconhecidos.

Fernandes contou à revista Der Spiegel que, no Natal, o marido dela, o também ator e apresentador de TV Christian Ulmen, começou a fazer perguntas sobre a queixa apresentada e acabou confessando que era ele quem estava por trás dos perfis falsos.

"Meu corpo me foi roubado durante anos", disse a atriz à revista. E, de repente, ela entendeu que o criminoso era "a pessoa mais próxima de mim", relatou.

Em dezembro de 2025, Fernandes apresentou queixa contra Ulmen em Palma de Mallorca, na Espanha, onde o casal – então já divorciado – residia.

Mais do que isso, Fernandes decidiu tornar o seu caso – que na Alemanha vem sendo comparado ao da francesa Gisèle Pelicot – público.

A história dela chama a atenção para um tema ainda não muito debatido: a violência digital, por exemplo a geração por meio de IA de material pornográfico de terceiros e posterior publicação na internet.

'Ele quis me aniquilar viva': saiba o que é pornografia de revanche e conheça histórias de vítimas

A divulgação do caso teve enorme repercussão na Alemanha e abriu um debate sobre violência digital contra mulheres.

Em reação à denúncia de Fernandes, milhares participaram no domingo passado (22/03), em Berlim, de uma manifestação contra a violência digital sexualizada e em solidariedade às vítimas.

Nesta segunda-feira (23), cerca de 250 mulheres famosas tornaram pública uma petição em solidariedade a Fernandes e com dez demandas ao governo.

A petição exige medidas políticas concretas para melhor proteção contra a violência digital e o feminicídio. Um dia depois, o número de assinaturas já chegava a quase 25 mil.

O governo também reagiu. Na sexta-feira (20), quando a Spiegel foi às bancas, o Ministério da Justiça anunciou que apresentará em breve um projeto de lei para eliminar lacunas no código penal e punir a criação de vídeos pornográficos deepfakes.

O objetivo da proposta é punir explicitamente a criação e a distribuição desses vídeos, o que não é considerado crime na Alemanha.

O ministério comunicou que leva muito a sério a proteção contra a "violência digital" e enfatizou que ela atinge principalmente mulheres, sendo que os agressores geralmente são homens.

À emissora alemã ARD, a atriz declarou que decidiu apresentar a queixa – que também inclui acusações de maus-tratos e ameaças na Espanha – porque o ex-marido mora no país – e também porque os direitos das mulheres são significativamente melhores do que na Alemanha.

Fernandes, de 44 anos, e Ulmen, de 50, eram um casal de celebridades muito conhecido na Alemanha. Ambos começaram a carreira como apresentadores de TV nos canais Viva e MTV e em seguida desenvolveram carreiras bem-sucedidas como atores.

Os dois se casaram em 2011 e tiveram uma filha um ano depois. Eles também se apresentavam como um casal na mídia e davam entrevistas para falar sobre igualdade de direitos e divisão igualitária de tarefas no lar.

Uma campanha publicitária de uma farmácia online, que foi protagonizada pelos dois, ficou famosa por causa da apresentação bem-humorada de cenas do cotidiano de um casal.

Há cerca de três anos, eles se mudaram para uma mansão com vista panorâmica em Palma de Mallorca, na Espanha, um destino de férias muito popular entre os alemães.

A Spiegel afirmou ter contatado Ulmen para que ele se posicionasse sobre as acusações de Fernandes, mas informou que ele não respondeu às perguntas.

Depois da publicação da reportagem, o advogado de Ulmen anunciou uma ação judicial contra a revista e afirmou que a matéria era, "em grande parte, ilegal e baseada em suspeitas" e que "fatos falsos estavam sendo divulgados com base num relato unilateral".

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Guerra no Oriente Médio agrava crise dos combustíveis, já afeta inflação e abastecimento no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 05:37

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

Guerra no Oriente Médio agrava crise dos combustíveis, já afeta inflação e abastecimento no Brasil.

Litro do diesel acumula alta de quase 24% nos postos desde o início do conflito, passando de R$ 6,03 para R$ 7,45, em média.

Gasolina também já pesa mais no bolso, com alta de 8% no mesmo período. Passou de R$ 6,28 para R$ 6,78 o litro, em média.

Governo brasileiro corre contra o tempo para evitar que esse salto nos preços dos combustíveis desencadeie uma crise inflacionária em ano eleitoral.

Entidades sindicais já relatam falta de combustíveis em alguns postos pelo país, e a Polícia Federal deflagrou uma operação contra o aumento abusivo de preços.

Assim como a guerra no Oriente Médio, a crise dos combustíveis não tem previsão de acabar e já traz impactos na inflação, nas decisões sobre juros e até no abastecimento no país.

Nesta sexta-feira, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou que o litro do diesel acumula alta de quase 24% nos postos desde o início do conflito, passando de R$ 6,03 para R$ 7,45, em média.

A gasolina também já pesa mais no bolso, com alta de 8% no mesmo período. Passou de R$ 6,28 para R$ 6,78 o litro, em média.

Durante a semana, os EUA deram sinais de que o conflito poderia arrefecer, indicando a possibilidade de um cessar-fogo. Mas Israel afirmou que vai ampliar os ataques ao Irã e bombardeou um centro de produção de mísseis da Marinha iraniana e uma usina de urânio.

Resultado: o barril do petróleo do tipo Brent, matéria-prima dos combustíveis, voltou a encostar nos US$ 120. Analistas alertam que, se a guerra continuar e os problemas na oferta global da commodity se agravarem, a tendência é de uma alta ainda maior.

Enquanto isso, o governo brasileiro corre contra o tempo para evitar que esse salto nos preços dos combustíveis desencadeie uma crise inflacionária em ano eleitoral.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um pacote de medidas que dava incentivo ao setor e zerava impostos federais ao diesel. Também chegou a pedir que governadores também zerassem o ICMS sobre combustíveis, mas a proposta foi recusada.

Nesta sexta, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que um número "relevante" de estados aceitou uma segunda proposta, que prevê um auxílio de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio, com custos divididos igualmente entre União e estados.

Ceron não especificou quantos estados aderiram nem quais são. Enquanto isso, entidades sindicais já relatam falta de combustíveis em alguns postos pelo país, e a Polícia Federal deflagrou uma operação contra o aumento abusivo de preços.

Um dos principais entraves é a defasagem do preço do diesel em relação ao mercado internacional. O diesel produzido no Brasil fica mais barato que no exterior, enquanto a importação se torna mais cara.

O levantamento semanal da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) indica que os preços praticados nas refinarias da Petrobras passaram a ficar bem abaixo dos valores do mercado internacional.

No caso do diesel, a diferença média chegou a cerca de 65% em 24 de março — o equivalente a R$ 2,34 por litro abaixo da paridade de importação. Na gasolina, a defasagem era de cerca de 45%, ou R$ 1,13 por litro.

Com os preços internos mais baixos que os praticados no exterior, importadores privados deixam de comprar e reduzem sua atuação no mercado. O banco BTG Pactual estima que a atividade desses operadores caiu cerca de 60%.

Hoje, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado. Com menos empresas trazendo o produto do exterior, o mercado passa a depender mais do fornecimento da Petrobras. A partir daí, surgem dois riscos: falta de produto ou aumento de preços — às vezes, os dois.

No Rio Grande do Sul, levantamento do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do estado (Sulpetro) indica que 88% dos postos, entre embandeirados e independentes, receberam combustíveis apenas de forma parcial.

O presidente da entidade, Fabricio Severo Braz, afirma que há dificuldades para comprar gasolina e diesel devido às cotas estabelecidas pela Petrobras. Segundo ele, não há falta generalizada de combustíveis, mas episódios pontuais de interrupção no abastecimento.

“Desde o início do conflito no Oriente Médio, nas últimas semanas, temos observado compras mais restritas pela maior parte dos postos associados, pois as distribuidoras estão entregando os produtos de forma racionada”, comenta Braz.

Já o sindicato regional do Rio de Janeiro (Sindcomb) indicou que há instabilidade na entrega de combustíveis no município, com postos de marca própria relatando desabastecimento.

"Postos com contrato de fidelidade vêm sendo atendidos com restrições de volume, mas o impacto mais severo recai sobre os postos de marca própria. A falta de fornecimento regular para esses estabelecimentos já resulta em bombas vazias em diversas regiões da cidade", diz em nota.

Em São Paulo, o presidente do sindicato regional (Sincopetro), José Alberto Gouveia, afirma que a rede independente — que representa 30% dos postos no estado — tem enfrentado dificuldades não apenas no abastecimento, mas também na manutenção do negócio.

"A realidade é que as empresas que importavam e vendiam combustível para essas companhias independentes hoje compram o produto mais caro no exterior e têm que vender mais barato no Brasil, o que dificulta bastante a operação", afirma.

Para suprir a falta de combustíveis em determinadas regiões do país, a Petrobras anunciou um aumento de oferta e realizou leilões para vender parte de sua produção.

De acordo com análise do Banco do Brasil, nesses leilões os combustíveis chegaram a ser vendidos por valores bem acima do preço de referência. Em algumas áreas do Norte e do Nordeste, essa diferença chegou a até R$ 2,65 por litro.

Para o presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, esses valores indicam um descompasso entre os preços praticados no Brasil e as condições do mercado internacional.

“Está evidente que o preço da Petrobras está muito defasado e que as distribuidoras precisam repassar esse aumento de custo. Alguns consumidores não estão concordando em pagar, o que tem gerado problemas no abastecimento”, afirma Araújo.

Segundo Daniel Cobucci, analista do BB Investimentos, o pacote de ajuda anunciado pelo governo federal — que busca preservar a rentabilidade do setor e reduzir a pressão da alta do petróleo sobre a inflação — pode incentivar o processamento do petróleo no país e favorecer refinarias privadas.

“Para as petroleiras independentes, o tributo sobre exportação deve reduzir parte dos ganhos extraordinários com a alta da commodity, com possibilidade de judicialização”, afirma o especialista.

Para analistas do BTG Pactual, o comportamento do petróleo, pressionado pelo conflito geopolítico, passou a ocupar papel central nas projeções para a economia.

Segundo o banco, a alta da commodity pode influenciar não apenas a inflação, mas também as decisões sobre a taxa básica de juros no Brasil, a Selic.

“Embora a recomendação padrão de política monetária nesses casos seja reagir apenas aos efeitos de segunda ordem, a magnitude recente do movimento aumenta o risco de desancoragem das expectativas, de contaminação da inflação subjacente e de maior inércia inflacionária”, dizem.

O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic para 14,75% ao ano na reunião de março. Mas deixou de indicar novos cortes nas próximas reuniões e citou o conflito quatro vezes no comunicado como fonte de incerteza para as decisões futuras.

Aumentar (ou manter alta) a taxa de juros é o mecanismo que o BC usa para controlar a inflação. E o economista-chefe do Banco do Brasil, Marcelo Rebelo, calcula que o choque do petróleo pode acrescentar cerca de 0,6 ponto percentual ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026.

Apesar desse efeito, Rebelo afirma que o Brasil tem alguma capacidade de absorver choques desse tipo. Isso ocorre porque o país também exporta petróleo e tende a se beneficiar, ao menos parcialmente, da alta das cotações no mercado internacional.

Segundo ele, como o Brasil vende mais petróleo e derivados ao exterior do que compra de outros países, tende a se beneficiar parcialmente da alta das cotações no mercado internacional.

“O aumento do preço amplia o superávit comercial e melhora os termos de troca do país”, afirma.

Mesmo assim, o impacto chega ao dia a dia do consumidor, principalmente por meio dos combustíveis e do transporte, que têm peso relevante na formação da inflação medida pelo IPCA.

Guerra no Oriente Médio faz governo brasileiro zerar impostos sobre diesel e taxar exportações de petróleo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mais candidatos, mais etapas e pouco retorno: por que parece que buscar um emprego ficou tão difícil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 05:37

Trabalho e Carreira Mais candidatos, mais etapas e pouco retorno: por que parece que buscar um emprego ficou tão difícil Pesquisa mostra que o Brasil lidera a percepção de que os processos seletivos são longos demais e impessoais. Etapas demoradas e falta de feedback reforçam a ideia de que candidatos são ignorados ao enviar currículos. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Pesquisa aponta que 77% dos brasileiros consideram os processos seletivos longos, em um cenário de maior concorrência e cautela das empresas ao contratar.

A inteligência artificial acelerou a triagem de currículos, mas entrevistas, validações internas e decisões humanas seguem concentrando os principais gargalos do processo.

A falta de transparência e de feedback ampliam a frustração dos candidatos, que relatam longas esperas, processos encerrados sem explicação e sensação de abandono.

Especialistas e plataformas afirmam que agilizar os processos depende menos de tecnologia e mais de cortar etapas desnecessárias, melhorar a comunicação e equilibrar automação com avaliação humana.

Quando a engenheira de produção Samanta Santos aperta o botão "enviar candidatura", ela não está apenas concorrendo a uma vaga. Está assumindo um compromisso informal de tempo: formulários extensos, testes, várias etapas e, muitas vezes, um silêncio que pode durar meses.

“Existem vagas para as quais me inscrevi em outubro e nunca tive retorno. Na semana passada, três processos dos quais eu participava foram encerrados ao mesmo tempo, sem explicação (…). Até hoje, nenhum processo realizado por plataformas digitais avançou para mim”, desabafa.

A sensação de caminhar no escuro durante a busca por emprego não é exclusiva da engenheira. Uma pesquisa global do LinkedIn mostra que o Brasil lidera a percepção de que os processos seletivos são longos demais (77%) e impessoais (60%).

Seis em cada 10 brasileiros acreditam que buscar emprego ficou mais difícil no último ano. Entre os motivos mais mencionados estão o aumento da concorrência (55%) e a percepção de que os processos seletivos ficaram mais exigentes (50%).

Essas percepções refletem o momento atual do mercado. Com o desemprego nos menores níveis da série histórica do IBGE, iniciada em 2012, o Brasil vive um período de intensa mobilidade profissional.

Mais confiantes, trabalhadores empregados têm se sentido cada vez mais à vontade para buscar novas oportunidades — seja por salários maiores, mais flexibilidade ou chances de crescimento na carreira — como mostrou o g1 em reportagem publicada em janeiro.

Além disso, a pesquisa do LinkedIn mostra que 54% dos brasileiros pretendem buscar uma nova oportunidade em 2026. Na prática, isso significa mais candidatos concorrendo à mesma vaga.

"As empresas passam a lidar com um número maior de perfis e, em muitos casos, com profissionais que já estão empregados, o que exige comparações mais cuidadosas e decisões mais estratégicas", analisa Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para a América Latina.

Mas o aumento da concorrência não é o único fator por trás da lentidão. Beck destaca que muitas organizações operam com equipes mais enxutas e processos internos de aprovação mais demorados.

Esse conjunto de fatores reforça a percepção generalizada de demora, mesmo em um mercado aquecido.

Na avaliação de Jhennyfer Coutinho, chefe da experiência para pessoas candidatas da Gupy, entender por que os processos seguem lentos exige separar dois fatores que costumam ser confundidos: o volume de candidatos e o número de etapas.

Segundo ela, há casos em que uma empresa recebe milhares de candidaturas e ainda assim consegue operar com rapidez porque conta com uma triagem eficiente. Em outros, a falta de processos estruturados transforma a análise manual de currículos em um gargalo inevitável.

Ela menciona processos seletivos que chegam a reunir 17 mil candidatos em apenas dois dias, especialmente em empresas com marcas muito fortes, sem que isso comprometa a triagem inicial.

Quando o sistema é robusto, o verdadeiro entrave geralmente aparece em outra etapa: as validações humanas, como entrevistas.

"Entrevistas, reuniões com gestores e decisões finais dependem de agendas, alinhamentos internos e critérios subjetivos. É ali que o relógio desacelera", explica.

Thomas Costa, head de growth da Redarbor — grupo que reúne plataformas como Catho e InfoJobs — concorda. Ele explica que, quando a tecnologia entrega uma lista enxuta de candidatos potenciais, começa uma fase de escolha mais complexa.

Para quem está do lado de fora, a sensação é de estagnação; para a empresa, o processo continua ativo, ainda que silencioso. Nesse período, as empresas também costumam sentir o impacto de terem mais candidatos empregados disputando as vagas.

"Esse perfil [profissional que já está em um emprego] ainda não tem a mesma urgência ou velocidade para responder, marcar uma entrevista, do que uma pessoa que está desempregada", diz.

Além disso, o custo de uma contratação equivocada pesa. Em funções estratégicas, errar é caro — e isso leva empresas a alongar etapas, envolver mais decisores e aprofundar análises. O resultado é um processo mais cauteloso e demorado.

O desafio, apontam os especialistas, é equilibrar rigor e agilidade para não prejudicar a experiência do candidato nem perder talentos no caminho.

Dados da Gupy indicam que cada etapa adicional em um processo seletivo aumenta em 13% o tempo estimado para o preenchimento da vaga. Por isso, a empresa decidiu limitar a oito o número de etapas configuráveis.

Na avaliação da plataforma, fluxos muito extensos afastam candidatos e elevam a taxa de desistência, sem necessariamente melhorar a qualidade da escolha.

Samanta Santos é engenheira de produção, mãe de dois filhos, e enfrenta há meses processos seletivos longos e silenciosos na tentativa de se recolocar no mercado. — Foto: Samanta Santos

Se por um lado a inteligência artificial tem acelerado as etapas iniciais — triando currículos e organizando o funil —, por outro, tornou‑se também um novo ponto de tensão para os candidatos.

A sensação de que algoritmos filtram perfis sem considerar contexto ou potencial aparece com frequência nos relatos dos candidatos. Samanta é um desses casos.

“O robô afunila demais. Se não tem a palavra certa, o currículo cai. Ele não vê o potencial, não vê que a experiência conversa com a vaga”, resume.

Formada em engenharia de produção e técnica em logística, ela afirma ter um histórico que permite atuar em áreas distintas — como planejamento, indústria, logística e construção civil — e diz ser flexível quanto ao modelo de trabalho e ao formato de contratação. Ainda assim, não consegue avançar nas seleções feitas por plataformas digitais.

Dados da pesquisa do LinkedIn mostram que, embora muitos profissionais reconheçam que a inteligência artificial pode reduzir vieses e padronizar critérios, há um incômodo evidente com a falta de transparência.

No Brasil, 29% dos entrevistados dizem não entender como a IA é usada nos processos seletivos, e 28% questionam se as candidaturas são analisadas de forma justa. A falta dessa transparência alimenta a sensação de injustiça, especialmente quando processos se estendem por meses sem atualização.

Plataformas como Gupy e Redarbor, no entanto, reforçam que a IA não elimina candidatos. O sistema apenas organiza os perfis conforme a aderência ao que foi solicitado pela empresa, e todos permanecem visíveis ao recrutador.

Na prática, porém, em processos com milhares de inscritos, quem aparece nas últimas posições dificilmente será avaliado. É essa dinâmica que cria a percepção de que “o robô derruba”, mesmo quando, tecnicamente, isso não ocorre.

Entre todas as dores relatadas por quem busca emprego, a falta de retorno aparece como a mais persistente. "O candidato não é só um número", lamenta.

Esse desgaste transborda para as redes sociais, onde hashtags como #venceragupy se tornaram símbolo da frustração coletiva.

A Gupy reconhece o peso emocional dessa percepção, mas destaca que o funil é naturalmente estreito. Em 2024, foram 36 milhões de inscrições para cerca de 1 milhão de vagas na plataforma.

Ainda assim, a empresa decidiu agir diante da sensação de “vagas fantasmas” — anúncios de emprego que permanecem abertos por meses sem intenção real de contratação.

Desde o fim de 2024, passou a realizar um fechamento trimestral de vagas inativas. Nesse processo, identificou 24 mil vagas sem movimentação, que somavam 4 milhões de candidaturas.

A Redarbor observa fenômeno semelhante. Segundo Thomas Costa, algumas empresas mantêm processos abertos em silêncio como estratégia para reaproveitar candidatos no futuro.

"Elas não querem descartar formalmente alguém que ainda pode voltar para o processo", diz Thomas.

Samanta Santos vive há meses a frustração de processos seletivos que não avançam. — Foto: Samanta Santos

Para os entrevistados desta reportagem, acelerar os processos seletivos passa menos por tecnologia e mais por escolhas. Muitos gargalos persistem porque empresas mantêm etapas que já não se justificam, mas sobrevivem por tradição ou excesso de cautela.

Outro ponto central é a transparência. Processos sigilosos — em que o candidato não sabe quantas fases existem, quanto tempo cada uma deve levar ou o que está sendo avaliado — alimentam a percepção de desorganização.

“Informar o caminho, mesmo que de forma simples, reduz ruído, alinha expectativas e torna a experiência menos desgastante”, afirma Jhennyfer Coutinho.

E nada disso funciona sem comunicação. A ausência de retorno, mesmo que mínimo, cria uma ruptura difícil de reparar.

O feedback não precisa ser longo, mas precisa existir. Ele devolve ao candidato a noção de que houve acompanhamento humano — e não apenas um desaparecimento silencioso —, pontuam os entrevistados.

Em um mercado em que o tempo investido em cada processo é alto, não responder deixa de ser apenas uma falha. Passa a ser parte do problema.

Enquanto isso, Samanta segue tentando. Já são quase seis meses entre buscas, testes e fichas preenchidas, conciliando tudo com a rotina de cuidar de dois filhos pequenos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Leilão da Receita tem iPhone 17, MacBook Air, videogames e vinhos; veja lances a partir de R$ 100

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/03/2026 03:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

A Receita Federal anunciou nesta sexta-feira (27) um novo leilão regional de mercadorias apreendidas ou abandonadas. O certame será relizado no dia 14 de abril, em São Paulo.

Entre os itens disponíveis nos 260 lotes estão joias e pedras preciosas, vinhos, veículos, smartphones, notebooks, relógios, perfumes, roupas, tecidos, utensílios domésticos, livros e brinquedos.

Há ainda uma variedade de peças e acessórios para celulares, componentes para computadores, latas para envase de alimentos, lâmpadas, válvulas, concentrado de cobre, além de motocicletas elétricas, automóveis, caminhonetes, caminhões e gasolina tipo A.

🍷 Segundo o edital, os lotes que contêm vinhos estão sujeitos à obtenção de laudo para emissão de declaração de aptidão para comercialização e consumo.

Os lances devem ser feitos para lotes fechados — ou seja, conjuntos de itens específicos e selecionados.

Entre os lotes com valores mais baixos, há opções com lance inicial de R$ 100, que incluem desde itens isolados — como uma tiara (lote 32) — até produtos eletrônicos e eletrodomésticos.

Também aparecem no leilão um smartphone Xiaomi Redmi A2 de 32 GB (lote 151) e tablets Amazon Fire HD 10 e Fire 7 (lotes 152, 154 e 155), todos com preço mínimo de R$ 100.

O lote mais caro é o 198, formado por 6.140 aparelhos de iluminação pública com tecnologia LED, com lance inicial de R$ 232,1 mil.

No lote 81, é possível adquirir um conjunto de peças de vestuário de marcas como Ralph Lauren, Emilio Pucci, Versace e Balmain, além de vestidos de noiva, a partir de R$ 10 mil.Nos lotes 52 e 64 a 68, aparecem vinhos classificados como itens de coleção, incluindo uma garrafa de Pétrus 1980 e rótulos do produtor Domaine Leroy, com preços a partir de R$ 3 mil.Nos lotes 181, 212 e 223, há produtos ligados a videogames, como controles de Xbox em grande quantidade, um Nintendo Switch e um console Xbox Series S, com lances mínimos entre R$ 500 e R$ 14,8 mil.Nos lotes 247 e 210, aparecem computadores, incluindo um MacBook Air de 13 polegadas com SSD de 512 GB e um notebook Dell Inspiron 15, com preços mínimos a partir de R$ 300.Nos lotes 251 a 260, é possível adquirir unidades do iPhone 17 Pro Max de 256 GB, com valores iniciais entre R$ 4,6 mil e R$ 5,1 mil.No lote 209, há um conjunto com dois smartphones Xiaomi de 512 GB, além de smartwatches e consoles portáteis Steam Deck, com lance mínimo de R$ 2,1 mil.

De acordo com a Receita, o leilão será realizado de forma eletrônica e é destinado a pessoas físicas e jurídicas.

O período de recebimento das propostas vai das 8h do dia 9 de abril até as 21h do dia 13 de abril. A sessão para lances está prevista para as 10h do dia 14 de abril (horário de Brasília).

Os lotes estarão disponíveis para visitação mediante agendamento, em dias de expediente normal, de 30 de março a 10 de abril, nas cidades de Campinas, Guarulhos, Santos, Guarujá, São Paulo, Santo André, Barueri, São Bernardo do Campo, Taubaté, Sorocaba e Bauru. Os endereços e horários para visitação, bem como os contatos para agendamento, estão indicados no edital do leilão..

Os endereços, horários e contatos para agendamento constam no edital do leilão, disponível no site da Receita Federal, assim como a lista de mercadorias e as fotos dos lotes.

A Receita informou ainda que os licitantes terão 30 dias para retirar os lotes arrematados e que o órgão não se responsabiliza pelo envio das mercadorias.

Bens adquiridos por pessoas físicas não podem ser revendidos, assim como alguns lotes comprados por pessoas jurídicas.

O pagamento das mercadorias deve ser feito exclusivamente por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). A participação nos leilões eletrônicos ocorre apenas pelo Sistema de Leilão Eletrônico, acessado via e-CAC, com conta GOV.BR de nível Prata ou Ouro.

ser maior de 18 anos ou pessoa emancipada;ser inscrito no Cadastro de Pessoas Física (CPF);ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do Governo Federal.

ter cadastro regular no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ);ou, no caso do responsável da empresa ou de seu procurador, ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do governo federal.

entre 9 e 12 de março, observando os horários estabelecidos pela Receita, acessar o Sistema de Leilão Eletrônico por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC);selecionar o edital do leilão em questão, de número 0800100/000002/2026 – SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DA 8ª REGIÃO FISCAL;escolher o lote em que se quer fazer o lance e clicar em "incluir proposta";aceitar os termos e condições apresentados pelo site da Receita;e incluir o valor proposto (que, necessariamente, deve ser maior do que o valor mínimo estabelecido pela Receita), e salvar.

Ministro entende que o caso da eleição deve ser discutido em plenário presencial. Presidente do Tribunal de Justiça do estado foi mantido no exercício do cargo.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conta de luz: Aneel mantém bandeira tarifária verde em abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 18:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

A bandeira tarifaria para o mês de abril será verde, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (27). Com isso, não haverá cobrança adicional na tarifa.

🔎 A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

Segundo a Aneel, com o volume de chuvas observado em março, "há nível satisfatório dos reservatórios das usinas hidrelétricas, refletindo em geração favorável de energia".

"A bandeira verde está vigorando desde janeiro, com o regime de chuvas em patamar favorável no primeiro trimestre. A situação permite que não seja necessário o acionamento mais intenso de termelétricas, que apresentam custo mais elevado", diz a agência.

💡 O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

💡 Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

•🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);

•🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);

•🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Proposta do governo para baixar preço do diesel foi aceita por número ‘relevante’ de estados, diz secretário da Fazenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 17:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

Proposta do governo para baixar preço do diesel foi aceita por número 'relevante' de estados, diz secretário da Fazenda

Um número significativo de estados aceitou a proposta do governo federal para apoiar medidas de contenção dos preços do diesel, afirmou nesta sexta-feira (27) o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.

A declaração foi feita durante coletiva sobre reuniões do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) e do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), em São Paulo (SP).

A proposta prevê um auxílio de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio, dividido igualmente entre União e estados. “Um número relevante de estados já sinalizou positivamente para a proposta, o que é muito importante para que possamos avançar de forma coordenada”, disse.

Os estados que ainda não se posicionaram terão até a próxima segunda-feira (30) para enviar um parecer final. A expectativa, segundo Ceron, é de que a medida seja publicada entre segunda e terça-feira da próxima semana.

Ceron também destacou o tom das negociações. “Foi um debate longo, mas de altíssimo nível. Estamos buscando realmente entender e compreender o momento que estamos vivendo”, afirmou.

Segundo ele, o governo tem atuado com urgência diante dos impactos da alta do petróleo. “É uma guerra da qual o país não participa diretamente, mas que traz impactos relevantes. O aumento do preço do petróleo afeta o diesel, que impacta a produção rural, os caminhoneiros, o transporte e a logística, e isso acaba sendo repassado para toda a sociedade”, disse.

O secretário lembrou que já foram adotadas medidas como a zeragem de tributos e subsídios, mas que ainda há necessidade de ações adicionais, especialmente na importação. “O Brasil exporta petróleo, mas ainda importa cerca de 30% do diesel que consome. Há uma preocupação com a incerteza nessa importação, que pode gerar problemas pontuais na distribuição, especialmente no setor rural”, explicou.

Para ele, a proposta em discussão busca justamente reduzir esses riscos. “Não se trata de retirada de tributos dos estados, mas de uma medida conjunta para apoiar a população, os produtores rurais e os caminhoneiros, evitando que esse choque de preços chegue com força à ponta”, disse.

A proposta inicial do governo previa zerar o ICMS sobre a importação de diesel até o fim de maio, com compensação de metade das perdas pela União. A medida pode custar cerca de R$ 3 bilhões por mês, com ressarcimento de R$ 1,5 bilhão aos estados.

A iniciativa ocorre em meio à alta do diesel provocada pela disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Oriente Médio. O Brasil importa cerca de 27% do diesel que consome, e a defasagem entre preços internos e externos tem dificultado contratos.

Apesar disso, há resistência. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) rejeitou a redução do ICMS, argumentando que a medida prejudica receitas para serviços públicos e que cortes no imposto nem sempre chegam ao consumidor final.

O governo também pediu maior colaboração dos estados na fiscalização, como o envio de notas fiscais em tempo real à ANP e a lista de devedores contumazes. Além disso, já adotou medidas como redução de tributos federais e subsídios ao diesel.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Alta do diesel desacelera, mas preço do combustível sobe quase 24% desde o início da guerra, diz ANP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 16:07

Carros Alta do diesel desacelera, mas preço do combustível sobe quase 24% desde o início da guerra, diz ANP. A guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo, principal insumo para a produção de combustíveis. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Depois de uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu 2,62% em uma semana e é vendido por R$ 7,45, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (27).

Porém, quando consideramos a evolução no preço médio do diesel desde o começo da guerra, a alta acumulada é de 23,55% desde o levantamento da semana de 28 de fevereiro:

Preço médio do litro do diesel em 28 de fevereiro: R$ 6,03;Preço médio do litro do diesel em 27 de março: R$ 7,45.

O preço do barril de petróleo está praticamente estável desde a última sexta-feira (20). Na ocasião, custava US$ 106,41 e atualmente está em US$ 106,47;O presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e a concessão de uma ajuda financeira a produtores e importadores de diesel.

▶️ O preço médio do diesel nos postos do Brasil ficou em R$ 7,45 por litro. O maior valor foi de R$ 9,35, registrado em Porto Seguro (BA). Já o menor preço foi encontrado em Mococa (SP), a R$ 5,47.▶️ A gasolina teve preço médio de R$ 6,78 por litro, alta de 1,95% na última semana. O valor mais alto foi de R$ 9,39, registrado em Guarujá (SP). Já o menor preço foi encontrado no Rio de Janeiro (RJ), onde a agência identificou o litro a R$ 5,69.▶️ O etanol teve preço médio de R$ 4,72 por litro, alta de 0,43%. O maior valor foi de R$ 6,59, registrado em Serra Talhada (PE). Já o menor preço foi encontrado em Araraquara (SP), a R$ 3,79.

Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 112, aumentando em 86,67% o custo da matéria-prima usada na produção de combustíveis.

Como o g1 já mostrou, o diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando o preço sobe, o custo do frete tende a aumentar — e acaba sendo repassado ao longo da cadeia produtiva.

O aumento foge do padrão, já que o mercado costuma reajustar preços dessa forma após mudanças anunciadas pela Petrobras.

O caso virou alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), depois que sindicatos do setor apontaram preços mais altos em várias regiões, mesmo sem alteração até então nos valores praticados pela Petrobras nas refinarias.

Preço do diesel nos postos brasileiros sobe quase 24% em março — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O governo brasileiro anunciou um pacote de medidas para tentar conter os efeitos da disparada do preço do petróleo sobre a inflação e reduzir o risco de desabastecimento de diesel no país.

Zerar alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro;O aumento do imposto de exportação sobre o petróleo;Uma medida provisória que cria uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores de diesel;Novas regras de fiscalização para garantir que os benefícios cheguem ao consumidor final.

Quem compra combustível precisa ficar atento aos seus direitos. Segundo Luiz Orsatti, diretor executivo do Procon-SP, a comunicação do posto deve ser clara e não pode levar o cliente a interpretações equivocadas.

“O consumidor não pode ser atraído por uma propaganda que exibe um preço e, ao final, perceber que aquele valor só vale para uma forma específica de pagamento ou para um programa de fidelidade”, explica Orsatti. Essa prática pode gerar punição ao estabelecimento.

Orsatti explica que um preço é considerado abusivo quando aumenta sem um motivo que justifique a mudança. “Não existe um percentual específico para definir esse abuso; cada caso é avaliado de forma individual”.

O consumidor pode denunciar à ANP e ao Procon se acreditar que o posto está cobrando valores abusivos. “Analisamos o preço exibido na bomba, o valor da nota fiscal da compra do combustível e verificamos se existe abuso”, afirma Orsatti.

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