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Marfrig e BRF criam Sadia Halal e preparam IPO na Arábia Saudita

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 07:55

Agro Marfrig e BRF criam Sadia Halal e preparam IPO na Arábia Saudita Acordo prevê um investimento inicial de US$ 24,3 milhões. Por Reuters

A Marfrig e a BRF anunciaram no domingo que concluíram a criação da Sadia Halal, uma joint venture entre a subsidiária integral BRF GmbH e a Halal Products Development Company.

Conforme o documento, as empresas estão começando a preparar listagem da nova empresa, que conta com um enterprise value de US$2,07 bilhões, na bolsa de valores de Riade.

A joint venture é controlada principalmente pela subsidiária da BRF, que detém 90% do capital da Sadia Halal, enquanto a HPDC, subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita Public Investment Fund, possui os 10% restantes.

A Marfrig e a BRF anunciaram no domingo (3) que concluíram a criação da Sadia Halal, uma joint venture entre a subsidiária integral BRF GmbH e a Halal Products Development Company, para reunir a produção na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos.

Conforme o documento, as empresas estão começando a preparar listagem da nova empresa, que conta com um enterprise value de US$2,07 bilhões, na bolsa de valores de Riade.

A joint venture é controlada principalmente pela subsidiária da BRF, que detém 90% do capital da Sadia Halal, enquanto a HPDC, subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita Public Investment Fund, possui os 10% restantes.

O acordo prevê um investimento inicial da HPDC de US$ 24,3 milhões e uma contribuição complementar de US$ 73,1 milhões em transação primária até o fim do ano.

Além disso, BRF celebrou um acordo de fornecimento de produtos com uma subsidiária da Sadia Halal por 10 anos renováveis. O fornecimento será realizado a partir de suas unidades no Brasil, acrescentou.

De acordo com o documento, a Sadia Halal é constituída como uma das "maiores plataformas de produção e distribuição de proteínas halal do mundo", com acesso a uma base de consumidores de mais de 350 milhões de pessoas em 14 países islâmicos.

Um produto halal é qualquer produto que está em conformidade com as leis islâmicas, tornando-o permitido para consumo ou uso por muçulmanos.

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O que pesquisador descobriu pedalando como entregador de apps por 6 meses: ‘É terra de ninguém, risco de vida o tempo todo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 07:55

Trabalho e Carreira O que pesquisador descobriu pedalando como entregador de apps por 6 meses: 'É terra de ninguém, risco de vida o tempo todo' Experiência revelou, segundo o pesquisador, um sistema de trabalho em que prazos curtos forçam os entregadores a cometerem infrações e arriscarem a própria vida; já as empresas dizem investir em segurança e desencorajar comportamentos de risco. Por BBC

Douglas Alexandre Santos trabalhou como cicloentregador no iFood por seis meses entre 2023 e 2024, como parte da sua pesquisa de mestrado na Universidade de São Paulo (USP).

A experiência etnográfica revelou, segundo o pesquisador, um sistema de trabalho em que o algoritmo não perdoa a prudência.

Pelo contrário, ele diz que os prazos curtos do aplicativo forçam os entregadores a cometerem infrações e arriscarem a própria vida no trânsito, se quiserem garantir a entrega.

Procurado pela reportagem, o iFood afirmou que não incentiva comportamentos de risco e que adota medidas para aumentar a segurança dos entregadores, incluindo ciclistas.

Segundo a empresa, os tempos de deslocamento definidos pelo aplicativo levam em conta dados de navegação e incluem uma margem adicional.

Procurado pela reportagem, o iFood afirmou que não incentiva comportamentos de risco e que adota medidas para aumentar a segurança dos entregadores. — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images/BBC

A notificação do celular anuncia mais uma corrida. Na tela, o mapa mostra a distância a ser percorrida em 12 minutos para que Douglas Alexandre Santos pedale até um McDonald's na cidade de São Paulo.

Para fugir do trânsito, ele decide subir na calçada com a bicicleta alugada. A corrente estoura, e ele quase sofre uma queda. Mas, enquanto tenta solucionar o problema, ele perde a entrega. O pedido é repassado a outro entregador.

Santos, na verdade, é um sociólogo que trabalhou como cicloentregador no iFood por seis meses entre 2023 e 2024, como parte da sua pesquisa de mestrado na Universidade de São Paulo (USP). O trabalho foi premiado como melhor dissertação de 2025 do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da instituição.

A experiência etnográfica revelou, segundo o pesquisador, um sistema de trabalho em que o algoritmo não perdoa a prudência. Pelo contrário, ele diz que os prazos curtos do aplicativo forçam os entregadores a cometerem infrações e arriscarem a própria vida no trânsito, se quiserem garantir a entrega.

"É um trabalho muito perigoso. E as plataformas não têm nenhum tipo de concernimento sobre a segurança do trabalho, sobre a integridade das pessoas e dos jovens negros que exercem essas ocupações", afirma.

"Eles não usam capacetes, não usam EPI [Equipamento de Proteção Individual]. Eles não têm nenhum tipo de conscientização que parte das plataformas para preservar a própria vida e a própria integridade física."

Procurado pela reportagem, o iFood afirmou que não incentiva comportamentos de risco e que adota medidas para aumentar a segurança dos entregadores, incluindo ciclistas.

Segundo a empresa, os tempos de deslocamento definidos pelo aplicativo levam em conta dados de navegação e incluem uma margem adicional (leia mais sobre o posicionamento da empresa abaixo).

Douglas Alexandre Santos trabalhou como entregador ciclista no iFood por seis meses entre 2023 e 2024 — Foto: Douglas Alexandre Santos via BBC

Como pesquisador, Santos estabeleceu um limite para a sua segurança: ele não atravessaria sinais vermelhos e não se arriscaria no trânsito perigoso. Ele preferia ir pelas calçadas quando o fluxo de carros era grande e só cruzava a rua quando o sinal estava verde para pedestres.

A postura cautelosa teve um preço: respeitar as leis de trânsito significou mais perdas de entregas. "O tempo estipulado pela plataforma para as entregas simplesmente ignora engarrafamentos, semáforos fechados ou acidentes."

"Esse é o tempo que você tem e você faz o que for necessário para cumprir. Pedalar entre os carros, subir nas calçadas, atravessar cruzamentos, atravessar sinais vermelhos, colocar a própria vida em risco o tempo todo", diz.

No caso da entrega perdida do McDonald's, ele relata que acessou o aplicativo para informar o imprevisto, esperando ganhar alguns minutos para trocar a bicicleta alugada em uma estação próxima.

Segundo Santos, a resposta da inteligência artificial foi automática: além da perda da entrega, a plataforma aplicou um bloqueio temporário de 15 minutos, sem possibilidade de receber novos pedidos.

"Fica evidente que o trabalhador arca com todos os custos e riscos da infraestrutura, enquanto a plataforma pune qualquer desvio de produtividade. Seja usando uma bicicleta própria ou alugada, o desgaste físico e material é totalmente transferido para o ciclista."

Com seis meses de pesquisa de campo, o pesquisador avaliou que já havia coletado informações suficientes. Mas também decidiu parar para não se arriscar mais. "A sensação de ter a vida em risco no trânsito de São Paulo era constante."

O trabalho por aplicativos segue em expansão no Brasil. Em 2024, eram 1,7 milhão de pessoas nessa modalidade, segundo o IBGE, o equivalente a 1,9% dos ocupados no setor privado. Em dois anos, houve um crescimento de 25,4%, com a entrada de mais 335 mil trabalhadores.

A maioria atua no transporte de passageiros: são 58,3% (964 mil). Já os entregadores representam 29,3%. Ou seja, são 485 mil.

Mas o grupo não é homogêneo. Os trabalhadores que atuam em entregas se dividem principalmente pela idade e pelo veículo utilizado pelos profissionais, pontua o pesquisador.

De um lado, estão os motoboys. Douglas explica que esse grupo é formado por homens adultos, geralmente acima dos 30 anos, que são pais de família e principais provedores de seus lares.

"Entre eles, existe muito a figura do pai de família, o homem que tem o seu próprio núcleo familiar e que precisa participar da manutenção de um lar", diz.

Do outro lado, estão os entregadores que trabalham com a bicicleta, o foco da sua tese. São jovens, majoritariamente negros e moradores de periferias. A maioria tem entre 18 e 24 anos e nunca trabalhou com carteira assinada.

"Esses jovens entregadores que baixam o aplicativo com 18 anos já têm uma trajetória ocupacional muito longa", diz o pesquisador.

"Eles começam a trabalhar muito cedo, na informalidade, na ilegalidade, em todo tipo de ocupação que você imaginar. Então, o referencial que eles têm, por exemplo, para avaliar a ocupação com os aplicativos é muito difícil", continua.

Um dos entregadores acompanhados relatou que começou a trabalhar aos 13 anos, carregando sacolas pesadas em uma ladeira íngreme em troca de gorjetas. Para esses jovens, o aplicativo aparece como uma libertação, já que elimina a figura do patrão tradicional e oferece uma sensação de autonomia, diz o pesquisador.

Esses jovens demonstram, no geral, forte antipatia por movimentos políticos e sindicais — diferentemente de parte dos motoboys, que têm se organizado em torno da regularização do trabalho nas plataformas, em discussão no Congresso Nacional.

Segundo o pesquisador, como o aplicativo pressiona por velocidade e pune os atrasos da corrida, os jovens abraçam o perigo como estilo de vida.

"Percebi que tinha um componente que estava fugindo um pouco aos olhos dos sociólogos, que estão sempre atentos às dinâmicas de mobilização, de formalização da relação empregatícia, por exemplo, que é uma dinâmica que tem a ver com a constituição da identidade de gênero desses jovens periféricos e, ao mesmo tempo, da identidade profissional deles", afirma.

"Observei dois fenômenos acontecendo ao mesmo tempo: a consolidação da identidade profissional e a consolidação da identidade de gênero. Essas coisas se construindo mutuamente."

Lucas, de 19 anos, contou ao pesquisador que, apesar do medo constante da mãe, seus pais sentiam muito orgulho dele porque, ao garantir seu dinheiro de forma independente no trânsito, ele estava "virando homem".

Passar cruzamentos no sinal vermelho, ignorar a ciclofaixa e costurar entre ônibus não são atitudes vistas por eles apenas como necessidades financeiras, mas como verdadeiras provas de masculinidade.

Nos relatos de campo, os acidentes são contados com risadas. Rafael, um entregador de 20 anos, era famoso entre os colegas por sua ousadia e velocidade extremas.

Ele já havia quebrado a perna, operado o pescoço e perdido o movimento de um dedo do pé em acidentes. Mesmo assim, vangloriava-se de parar o trânsito com a própria bicicleta. Com firmeza, Rafael afirmou diretamente ao pesquisador: "Pra gente não tem regra. Quem faz a regra é nóis!".

Os jovens transformam o medo em coragem e adrenalina. Ao assumir uma postura destemida, o entregador ganha status no grupo, eleva sua autoestima e passa a se sentir invencível.

Mas existe um custo físico dessa coragem. Santos acompanhou Wesley, um jovem que relatou ter pedalado tanto em um único dia que, ao chegar em casa e tirar os sapatos, viu que suas meias estavam manchadas de sangue. Fred, outro entregador veterano, resumiu a brutalidade da rotina dizendo que suas pernas já não sentiam mais dor. "Calejado é pouco."

Empresas do setor afirmam que não incentivam comportamentos de risco e que adotam medidas para aumentar a segurança dos entregadores — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images/BBC

Motoristas e entregadores de plataformas digitais estão hoje em uma "zona cinzenta", em que não são empregados formais pela CLT, mas profissionais autônomos que dependem de regulamentação específica.

A regulamentação do trabalho intermediado por plataformas vem sendo debatida no Congresso Nacional e ganhou tração no governo Lula — mas tem sido difícil encontrar consenso entre empresas do setor, representantes dos trabalhadores e governo.

Além da remuneração, um dos principais debates é em relação ao tipo de vínculo e a inclusão previdenciária dos trabalhadores do setor.

Santos adverte que os projetos de lei para regulamentar os aplicativos no Brasil se centralizam, basicamente, na categoria dos motoboys.

"O trabalho dos motoboys já é regulado pelas leis de trânsito. Já para o ciclista, é como se fosse uma terra de ninguém. Ele pode estar descalço, ele pode trabalhar sem nada e pode trabalhar com uma bolsa térmica velha, sem capacete, com celular antigo, seja lá qual for. E ninguém está olhando isso."

Santos defende que, muito além de negociar centavos na taxa de entrega por quilômetro, as empresas de delivery precisam fornecer equipamentos de segurança individual (EPIs) e água, além de criar, urgentemente, campanhas de proteção à vida para seus entregadores.

"O mais dramático nessa situação é que são vidas, integridade física, jovens se acidentando, ossos quebrados. É muito comum."

Procuradas pela reportagem, empresas e representantes do setor afirmam que não incentivam comportamentos de risco e que adotam medidas para aumentar a segurança dos entregadores.

A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que reúne plataformas como iFood, Uber e 99, disse que os tempos e trajetos das entregas são definidos por algoritmos que consideram dados como histórico de tráfego, velocidade das vias, volume de pedidos e condições em tempo real.

Segundo a entidade, os prazos são dinâmicos e podem ser ampliados automaticamente em situações como chuva ou horários de pico, com o objetivo de reduzir a pressão sobre os trabalhadores.

Em casos de imprevistos, como problemas mecânicos ou vias bloqueadas, a associação afirma que os entregadores podem acionar canais de suporte nos aplicativos para reportar atrasos sem sofrer penalidades automáticas. Nesses casos, o sistema pode redistribuir o pedido ou atualizar o cliente.

As empresas também dizem investir em campanhas de segurança, cursos de direção defensiva e ferramentas tecnológicas que monitoram o comportamento dos condutores, com alertas de excesso de velocidade.

O iFood, principal empresa do setor no país, afirma que não incentiva corridas contra o tempo e que os prazos de entrega incluem uma margem adicional em relação ao tempo estimado de deslocamento.

"Não tem nenhum incentivo para que ele corra", disse Johnny Borges, diretor de Impacto Social da empresa.

Segundo ele, entregas feitas por bicicleta são limitadas a trajetos mais curtos, de até quatro quilômetros, e concentradas em áreas com maior infraestrutura urbana. A empresa afirma ainda que evita direcionar ciclistas para regiões com relevo mais acentuado.

Borges disse que a plataforma pode reatribuir pedidos antes da retirada no restaurante, caso identifique desvios de rota ou imprevistos, mas afirma que não há bloqueio por atraso na entrega ao cliente.

Sobre segurança, o iFood afirma que oferece treinamentos, distribui equipamentos e mantém um seguro contra acidentes para todos os entregadores. Segundo o executivo, o uso de itens como capacete é incentivado, mas não obrigatório. "Eles não gostam de usar capacete", disse.

O representante reconhece que o uso simultâneo de múltiplos aplicativos, uma prática comum entre entregadores, pode aumentar a pressão por tempo e influenciar comportamentos de risco.

Já a Keeta, empresa chinesa que entrou recentemente no mercado brasileiro, afirmou que a segurança dos entregadores é prioridade e que investe em tecnologia para reduzir riscos na operação.

Segundo a empresa, sistemas próprios de inteligência artificial permitem otimizar rotas, reduzir o tempo de espera e aumentar a produtividade sem exigir que os trabalhadores ultrapassem limites de velocidade.

A Keeta afirma ainda que mantém uma central de suporte para entregadores, desenvolve iniciativas de orientação e atua em parceria com autoridades públicas e especialistas em mobilidade para aprimorar políticas de segurança.

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GameStop faz oferta bilionária para comprar eBay e mira rivalizar com a Amazon

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 04/05/2026 07:55

Tecnologia GameStop faz oferta bilionária para comprar eBay e mira rivalizar com a Amazon Proposta de US$ 55,5 bilhões inclui dinheiro e ações; empresa já tem 5% do eBay e plano envolve corte de custos e uso de lojas físicas para expandir operação. Por Redação g1 — São Paulo

A GameStop, rede americana de lojas de videogames, fez uma proposta bilionária para comprar o site de comércio eletrônico eBay.

A oferta é de cerca de US$ 55,5 bilhões (aproximadamente R$ 275 bilhões), com pagamento dividido entre dinheiro e ações.

A empresa informou que já vinha se movimentando antes da proposta: desde 4 de fevereiro, passou a comprar ações do eBay e hoje já tem quase 5% de participação, incluindo papéis e derivativos.

O valor oferecido é de US$ 125 por ação. Dependendo da base de comparação, isso representa um prêmio cerca de 46% acima do preço médio desde o início das compras e cerca de 20% em relação ao fechamento mais recente do mercado.

Em entrevista ao Wall Street Journal, o CEO da GameStop, Ryan Cohen, disse que vê potencial para aumentar muito o valor do eBay.

A GameStop, rede americana de lojas de videogames, fez uma proposta bilionária para comprar o site de comércio eletrônico eBay. A oferta é de cerca de US$ 55,5 bilhões (aproximadamente R$ 275 bilhões), com pagamento dividido entre dinheiro e ações.

A empresa informou que já vinha se movimentando antes da proposta: desde 4 de fevereiro, passou a comprar ações do eBay e hoje já tem quase 5% de participação, incluindo papéis e derivativos.

O valor oferecido é de US$ 125 por ação. Dependendo da base de comparação, isso representa um prêmio cerca de 46% acima do preço médio desde o início das compras e cerca de 20% em relação ao fechamento mais recente do mercado.

Em entrevista ao Wall Street Journal, o CEO da GameStop, Ryan Cohen, disse que vê potencial para aumentar muito o valor do eBay.

Segundo ele, a empresa poderia chegar a “centenas de bilhões de dólares” e se tornar uma concorrente direta da Amazon.

A estratégia, de acordo com Cohen, inclui cortar cerca de US$ 2 bilhões em custos anuais já no primeiro ano após a aquisição, o que ajudaria a aumentar os lucros.

Outro ponto central do plano é usar as cerca de 1.600 lojas físicas da GameStop nos Estados Unidos como apoio ao eBay — funcionando como pontos de retirada, envio, autenticação de produtos e até integração com o varejo físico.

Mesmo assim, a proposta é considerada ousada. O eBay tem valor de mercado quase quatro vezes maior que o da GameStop, o que torna incomum uma tentativa de compra desse tipo. Negócios assim normalmente dependem de alto nível de endividamento e da expectativa de ganhos futuros para se sustentarem.

Para viabilizar a operação, Cohen afirmou que já garantiu apoio financeiro, incluindo uma carta de compromisso de cerca de US$ 20 bilhões em dívida.

A GameStop também tinha cerca de US$ 9,4 bilhões em caixa e investimentos no fim de janeiro e pode buscar recursos adicionais com investidores externos, incluindo fundos soberanos.

Cohen ainda disse que está preparado para levar a proposta diretamente aos acionistas, caso o conselho do eBay não se mostre aberto à negociação. Se o acordo avançar, ele pretende assumir como CEO da empresa combinada.

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Casas ecológicas a partir de R$ 60 mil: você sabe o que é um domo?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 04/05/2026 03:58

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casas ecológicas a partir de R$ 60 mil: você sabe o que é um domo? Um casal de Belém apostou na construção de domos com materiais sustentáveis e transformou a ideia em um negócio de hospedagem que cresce com a demanda da COP 30. Por Pegn

Domos geodésicos são construções sustentáveis em formato de cúpula, feitas com materiais reciclados.

Em Belém (PA), a arquiteta Tuane Costa e o administrador Thales Barca criaram uma empresa especializada em construções modulares.

Os domos fabricados por eles custam a partir de R$ 60 mil e possuem acabamento ecológico e automação.

🌠Imagine viver ou se hospedar em uma casa redonda, com paredes feitas de materiais reciclados, vista para o céu e estrutura pensada para se integrar à natureza 🌳. Esse é o conceito dos domos geodésicos, construções sustentáveis que estão ganhando espaço no Brasil.

Em Belém (PA), esse tipo de moradia virou negócio nas mãos da arquiteta Tuane Costa e do administrador Thales Barca. Os dois criaram uma empresa especializada em construções modulares e sustentáveis.

Os domos fabricados por eles custam a partir de R$ 60 mil e possuem acabamento ecológico e automação. A visibilidade trazida pela COP30, realizada na cidade em novembro do ano passado, impulsionou a procura — e a demanda segue aquecida mesmo após o evento.

📎 O domo geodésico é uma construção em formato de cúpula, formada por vários triângulos que se encaixam de maneira precisa. A estrutura lembra um iglu, mas com toques de inovação tecnológica e design sustentável.

Feitos com madeira, plástico reciclado e outros materiais reaproveitados, os domos têm isolamento acústico e térmico e aproveitam recursos locais, como o uso de ladrilhos com temas regionais e móveis feitos com madeira de manejo florestal.

Nas paredes, é possível ver resíduos de açaí prensados, plásticos reciclados com textura lunar e outros materiais reaproveitados.

Além da forma inusitada, o domo é pensado para ser funcional. A parte elétrica e hidráulica já sai pronta da fábrica.

A montagem é rápida, e o interior, aconchegante. Há modelos com isolamento acústico, comando de voz e até fechadura digital.

Com a visibilidade trazida pela COP 30, os Tuane e Thales querem levar seus domos para outras partes do Brasil.

"Quando se está determinado dentro de um projeto, o céu acaba sendo o limite. Colocar energia naquilo que a gente acredita. Não é nada à toa. Não aconteceu em dois anos. É um processo que vem lá de traz e que a gente está começando a colher, mas a gente vai muito longe".

Parede de vidro permite observar o céu de dentro do domo, que conta com isolamento térmico e acústico — Foto: Amazônia Domos

Banheiro tem ladrilhos com estampas regionais, criados por artesãos locais — Foto: Amazônia Domos

📍 Av. Municipalidade, 985 – Umarizal, Belém/PA – CEP: 66050-350📞 Telefone: (91) 98149-2136✉️ E-mail: contato@amazoniadomos.com.br🌐 Site: amazoniadomos.com.br📱 Instagram: @amazoniadomoseciaof

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Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam seis)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 00:44

Trabalho e Carreira Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam seis) Dos seis feriados restantes, cinco caem perto do fim de semana e podem ser emendados, ampliando os dias de descanso. Confira o calendário. Por Redação g1 — São Paulo

Após o feriado do Dia do Trabalhador, na sexta-feira (1º de maio), que rendeu a muitos um descanso prolongado de três dias, já há quem esteja de olho no próximo período de folga.

Ao todo, ainda restam seis feriados nacionais em 2026 – e cinco deles podem ser emendados, prolongando os dias de descanso.

O próximo feriado nacional será em 7 de setembro (Independência do Brasil), que cai em uma segunda-feira e pode permitir a emenda para quem folga aos fins de semana.

Antes disso, há uma oportunidade mais próxima: o Corpus Christi, em 4 de junho. A data cai em uma quinta-feira e é considerada ponto facultativo nacional.

Após o feriado do Dia do Trabalhador, na sexta-feira (1º de maio), que rendeu a muitos um descanso prolongado de três dias, já há quem esteja de olho no próximo período de folga.

Ao todo, ainda restam seis feriados nacionais em 2026 – e cinco deles podem ser emendados, prolongando os dias de descanso.

O próximo feriado nacional será em 7 de setembro (Independência do Brasil), que cai em uma segunda-feira e pode permitir a emenda para quem folga aos fins de semana. Antes disso, há uma oportunidade mais próxima: o Corpus Christi, em 4 de junho.

A data cai em uma quinta-feira e é considerada ponto facultativo nacional, ou seja, estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso, desde que haja regulamentação local – o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso.

Nas cidades onde Corpus Christi é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso o funcionário seja escalado, tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória.

Mesmo nos feriados nacionais, nem todos são liberados. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais.

⚠️ Nesses casos, quem trabalhar na data tem direitos garantidos, como remuneração em dobro ou folga compensatória.

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).

Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.

7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)5 de junho (sexta-feira)28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

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Após cancelar voos e encerrar operações, Spirit diz que maioria dos clientes foi reembolsada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 20:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

A Spirit Airlines afirmou neste domingo (3) que a maioria dos passageiros já foi reembolsada e sua equipe realocada para suas bases de origem.

A Spirit cancelou voos abruptamente no início da manhã de sábado, deixando passageiros e funcionários presos nos Estados Unidos, no Caribe e na América Latina.

A companhia vinha enfrentando pressões financeiras, agravadas pelo forte aumento nos preços do combustível, provocado pela guerra entre os EUA e o Irã.

Mais de 4.000 voos domésticos estavam programados até 15 de maio, segundo dados da empresa de análise de aviação Cirium.

A maioria dos clientes que reservaram com cartões de crédito ou débito já foi reembolsada, enquanto uma pequena parcela ainda está em processamento, informou a empresa.

Um Airbus A319 da Spirit Airlines se aproxima do Aeroporto Regional de Manchester Boston para pouso, em 2 de junho de 2023 — Foto: Charles Krupa / AP

A Spirit Airlines afirmou neste domingo (3) que a maioria dos passageiros já foi reembolsada e sua equipe realocada para suas bases de origem — os aeroportos onde normalmente trabalham — após encerrar operações durante o fim de semana.

A Spirit cancelou voos abruptamente no início da manhã de sábado, deixando passageiros e funcionários presos nos Estados Unidos, no Caribe e na América Latina.

A companhia vinha enfrentando pressões financeiras, agravadas pelo forte aumento nos preços do combustível, provocado pela guerra entre os EUA e o Irã.

Mais de 4.000 voos domésticos estavam programados até 15 de maio, segundo dados da empresa de análise de aviação Cirium.

A maioria dos clientes que reservaram com cartões de crédito ou débito já foi reembolsada, enquanto uma pequena parcela ainda está em processamento, informou a empresa.

A viajante Jessica Stanton disse que havia voado na quinta-feira (30) de Myrtle Beach, Carolina do Sul, para Boston, Massachusetts, para sua formatura universitária. Na sexta-feira, recebeu um e-mail informando que sua viagem de volta havia sido cancelada.

Em resposta a um pedido de comentário sobre o caso de Stanton, a Spirit afirmou que os reembolsos podem levar algum tempo para aparecer nas contas dos clientes.

A companhia aérea havia entrado em falência duas vezes após uma proposta de fusão com a JetBlue ser bloqueada pela administração do ex-presidente Joe Biden em 2024.

"Eles estavam perdendo dinheiro, então isso estava sendo planejado há algum tempo. Teriam que liquidar", disse o secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy, neste domingo, no programa “This Week”, da ABC.

Diversas companhias aéreas dos EUA — incluindo Frontier, JetBlue e Southwest — introduziram tarifas promocionais para ajudar passageiros prejudicados e anunciaram novos voos para o verão americano.

Companhias como Delta e American Airlines também ofereceram tarifas temporariamente mais baixas para passageiros da Spirit.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Os inquietantes paralelos entre 2008 e 2026: uma nova crise financeira está a caminho?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 15:46

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Funcionários do Lehman Brothers com caixas de papelão foram a imagem da crise financeira de 2008 — Foto: Getty Images via BBC

Em 15 de setembro de 2008, Bobby Seagull chegou ao seu escritório em Canary Wharf, em Londres, pouco antes das 6 da manhã.

Era a última vez que ele precisaria ser pontual. Ele era um operador do Lehman Brothers, um banco americano que passava por sérias turbulências.

"Tínhamos visto no noticiário de domingo, vindo dos Estados Unidos, que eles estavam entrando com pedido de falência. Não tínhamos muita certeza das implicações disso para nós no Reino Unido. Então, nos disseram apenas para comparecer normalmente."

Inicialmente, foi um "caos", diz Bobby. "Não havia comunicação direta com nossos colegas americanos. Eles não atendiam o telefone. Algumas pessoas pegavam objetos, como quadros na parede, e diziam: 'Eles me devem ações'."

"Curiosamente, naquele verão, as pessoas perceberam uma certa inquietação. Gastei todo o meu cartão da máquina de venda automática, [no valor de] 300 libras, em chocolates, porque percebi que se a máquina de venda automática ou o banco quebrassem, meu cartão da máquina se tornaria inútil."

Bobby, juntamente com milhares de colegas, colocou toda sua carreira em uma caixa de papelão e deixou o prédio.

Foi uma imagem marcante da crise financeira global que viu milhares de empresas falirem e milhões de pessoas perderem seus empregos.

Em 2008, o banco de investimentos Lehman Brothers declarou falência nos EUA — Foto: Getty Images via BBC

Agora, diversos sinais de alerta estão surgindo na economia mundial, levando alguns a questionar se estamos no início de outra crise financeira.

Como seria o próximo colapso? E, considerando que as relações internacionais em 2026 estão mais instáveis do que em 2008, os formuladores de políticas terão as ferramentas necessárias para impedir um colapso?

Antes da crise que assolou a economia mundial em 2008, já havia sinais de alerta em algumas partes do sistema financeiro.

Em 2007, muitos investimentos em empréstimos imobiliários de alto risco nos EUA deram prejuízo, com a alta inadimplência dos donos dos imóveis.

Fundos administrados pelo Bear Stearns, BNP Paribas e outros bancos tiveram que congelar a capacidade dos investidores de sacar seu dinheiro ou liquidar os fundos completamente.

À medida que o nervosismo se espalhava, até mesmo os bancos eventualmente pararam de emprestar uns aos outros por medo de não receberem seu dinheiro de volta, criando a chamada crise de crédito. Isso causou uma crise financeira global.

Diversos fundos que emprestam dinheiro declararam prejuízos ou restringiram a capacidade dos investidores de resgatar seus investimentos.

BlackRock, Blackstone, Apollo e Blue Owl enfrentaram pedidos de saques bilionários de fundos de crédito privado – instituições que oferecem uma alternativa aos bancos tradicionais.

Reguladores bancários e veteranos do setor financeiro reconhecem as semelhanças entre as duas crises.

Sarah Breeden é vice-governadora do Banco da Inglaterra, instituição responsável por garantir a estabilidade financeira no Reino Unido.

Ela afirma que o novo mundo do crédito privado cresceu rapidamente, ainda não foi testado por adversidades financeiras e é pouco compreendido.

"Há ecos da crise financeira global no que estamos vendo agora", diz ela. "O crédito privado passou de zero para US$ 2,5 trilhões nos últimos 15 a 20 anos. Há alavancagem [dinheiro emprestado], há opacidade, há complexidade, há interconexões com o restante do sistema financeiro. Tudo isso se assemelha ao que vimos na crise financeira global."

Ela também está preocupada com o fato de que muito do dinheiro emprestado por fundos de crédito privado já tenha sido tomado emprestado, criando camadas de dívida — ou alavancagem — que podem amplificar quaisquer perdas.

"Há alavancagem sobre alavancagem sobre alavancagem. O que queremos garantir é que todos entendam como essa complexa estrutura de alavancagem se acumula."

Em 2007, formaram-se enormes filas nas agências do Northern Rock, com pessoas tentando sacar seu dinheiro — Foto: Getty Images via BBC

Mohammed El-Erian, principal consultor econômico da empresa financeira alemã Allianz e ex-CEO da PIMCO, a maior investidora em títulos do mundo, concorda que o risco de outra crise está sendo subestimado.

"Há certas semelhanças com 2007 que me tiram o sono. As semelhanças são fragilidades claras no sistema financeiro que não são devidamente reconhecidas."

Na verdade, ele afirma, foram as restrições impostas aos bancos após a crise que deram origem a esse novo mercado de crédito privado.

Os bancos foram forçados por novas regulamentações a serem mais cautelosos. Por isso, fundos que imitavam os bancos surgiram para preencher a lacuna.

"De repente, o sistema foi inundado por credores privados que desejam emprestar dinheiro para empresas. As empresas veem todo esse dinheiro disponível e, é claro, muito dinheiro faz as pessoas cometerem erros."

Ele descreve um cenário assustador. "De repente, todos que emprestam dinheiro querem seu dinheiro de volta ao mesmo tempo. Daqui a pouco, algo começado como uma ótima ideia se transformou em algo que representa um risco de instabilidade e, em vez de beneficiar a economia, corre o risco de desestabilizá-la."

Mas Larry Fink, chefe da maior gestora de recursos do mundo, a BlackRock, disse recentemente à BBC que não concorda que o crédito privado represente uma ameaça à economia mundial.

A própria BlackRock é uma das várias empresas que limitaram os saques de investidores nervosos em fundos de crédito privado.

Mas Fink é categórico ao afirmar que não há chance de uma repetição do trauma financeiro visto em 2007-08, pois acredita que as instituições financeiras hoje são mais seguras.

No entanto, alguns compararam o que está acontecendo no crédito privado a uma corrida lenta aos bancos. Você pode não ver as filas do lado de fora das agências do Northern Rock, como em 2007, mas há uma fila de pessoas querendo seu dinheiro de volta.

Outra forma pela qual a história pode estar se repetindo é através da alta dos preços da energia.

Esse foi um fator que contribuiu para a crise de 2008. O preço do petróleo bruto Brent subiu de cerca de US$ 50 por barril no início de 2007 para US$ 100 no final do ano — chegando a atingir o pico de US$ 147 em julho de 2008.

Isso foi impulsionado pela crescente demanda de uma China em rápida expansão, mas também, em parte, pelas tensões geopolíticas envolvendo o Irã.

Recentemente, os preços do petróleo subiram para mais de US$ 100 por barril, com alertas de que podem subir ainda mais se não houver uma resolução rápida para o conflito com o Irã, que fechou a artéria energética mais importante do mundo, o Estreito de Ormuz.

Fatih Birol, diretor executivo da Agência Internacional de Energia, classificou o fechamento do Estreito de Ormuz como "a maior crise de segurança energética da história", insistindo que ela é "mais grave" do que os choques energéticos anteriores de 1973 (quando alguns Estados árabes impuseram um embargo de petróleo ao Ocidente), 1979 (causado pela revolução iraniana) e 2022 (Ucrânia) "juntos".

Esse nível de pessimismo ainda não se reflete nos preços atuais do petróleo. Embora os preços tenham subido mais de 50% desde antes do conflito com o Irã, eles ainda estão longe dos níveis observados antes da última crise financeira, quando o petróleo atingiu US$ 147 por barril (em valores atuais, isso equivale a cerca de US$ 190 por barril).

E os mercados de ações estão atualmente perto de suas máximas históricas — nada parecido com o choque do petróleo de 1973, que provocou uma queda de 40% nos mercados de ações dos EUA, do pico ao vale.

Sarah Breeden, do Banco da Inglaterra, diz que espera que os mercados de ações caiam em algum momento, pois o nível atual não reflete totalmente os muitos riscos para a economia global.

Mas, por enquanto, os mercados de ações parecem presumir que a paz acabará prevalecendo, e muitas grandes empresas continuam a lucrar mais do que os investidores esperavam.

Mas um choque energético faz parte da lista de riscos do Banco da Inglaterra, que Breeden teme que possa ocorrer simultaneamente.

"Um grande choque macroeconômico, ao mesmo tempo em que a confiança no crédito privado cai, ao mesmo tempo em que as avaliações de IA e outras avaliações de ativos de risco se reajustam. O que acontece nesse ambiente e estamos preparados para ele?"

Mais de US$ 2 trilhões foram investidos em IA, no que o cofundador da Microsoft, Bill Gates, chamou de "frenesi" e outros descrevem como uma bolha.

Isso impulsionou as avaliações de algumas megaempresas a tal ponto que 37% do valor do principal índice do mercado de ações dos EUA, o S&P 500, agora está concentrado em apenas sete empresas (incluindo Nvidia, Microsoft, Alphabet (empresa controladora do Google) e Amazon, que também estão entre as maiores investidoras em infraestrutura de IA.

Isso significa que os milhões de pessoas que investem em fundos de índice estão investindo uma grande parte de suas economias em IA, quer queiram ou não.

Uma grande venda de ações dessas empresas afetaria os poupadores — incluindo indivíduos e fundos de pensão em diversos países — e inevitavelmente abalaria a confiança empresarial e do consumidor.

O estouro da bolha das empresas "ponto com", que atingiu seu pico em março de 2000, contribuiu para desencadear uma recessão em 2001.

O índice Nasdaq, com forte presença de empresas de tecnologia, caiu quase 80% entre março de 2000 e outubro de 2002, destruindo bilhões em valor de mercado.

Esse colapso de empresas baseadas na internet, as enormes perdas para investidores e as demissões em massa no setor de tecnologia causaram uma recessão mais ampla na economia.

Há também a questão da capacidade das autoridades para apagar um possível "incêndio financeiro".

Em 2008, os governos finalmente conseguiram controlar o caos injetando bilhões de dólares de dinheiro público nos principais bancos para evitar seu colapso e aumentando as garantias sobre os depósitos bancários para impedir que os poupadores fugissem.

Ao mesmo tempo, os principais bancos centrais cortaram as taxas de juros, incluindo um raro corte coordenado.

Hoje, esse número está próximo de 100%, após grandes intervenções em 2008 para resgatar bancos, auxílios durante a covid-19 e subsídios de energia em 2022 após a invasão da Ucrânia pela Rússia. Portanto, a capacidade do governo de tomar empréstimos é muito mais limitada.

"Governos e bancos centrais tiveram que responder a crise após crise e, ao fazerem isso, reduziram sua capacidade de resposta", alerta ele.

Esse sentimento é compartilhado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que afirmou no início deste mês que os múltiplos desafios econômicos mundiais ocorrem em um momento em que "o espaço para políticas públicas foi reduzido".

Há também o estado precário das relações internacionais. Em meio à crise de 2008, líderes nacionais se reuniram em uma série de encontros de emergência, incluindo um crucial em Washington, em novembro de 2008, onde definiram seu plano para injetar bilhões nos bancos; e outro em Londres, em abril de 2009.

Gordon Brown, o primeiro-ministro que ajudou a liderar a resposta internacional, afirmou que a forte cooperação internacional foi o que impediu que a crise se transformasse em uma depressão.

Em meio à crise de 2008, líderes se reuniram em uma série de encontros de emergência, incluindo um crucial em Washington, em novembro de 2008 — Foto: Getty Images via BBC

Tudo isso pode ser mais difícil hoje, em meio a divergências significativas entre os países ricos sobre política comercial, Otan e até mesmo o status da Groenlândia.

Escrevendo no início deste mês sobre os perigos de uma crise financeira, o FMI fez questão de alertar que a "cooperação internacional está mais fraca" agora do que em anos anteriores.

A implicação, talvez, seja que, em uma era de guerra na Europa, guerras comerciais entre EUA e China e a política "América Primeiro" do presidente dos EUA, Donald Trump, será mais difícil para os governos deixarem de lado suas diferenças e sentarem na mesa de negociações como fizeram em 2008.

Brown alertou diversas vezes sobre os perigos de uma abordagem isolacionista — de "nós contra eles" — em assuntos globais.

Sarah Breeden, no entanto, demonstra otimismo, argumentando que os bancos têm mais capacidade de absorver choques do que em 2008.

Ela se conforta com o fato de que os bancos estão "muito mais capitalizados agora" — em outras palavras, eles têm reservas de caixa maiores, em vez de depender de empréstimos.

Mohammed El Erian concorda — até certo ponto. "Não estamos exatamente na situação de 2008, porque não acredito que o sistema bancário, e, portanto, o dinheiro dos depositantes e o sistema de pagamentos, estejam em risco. Mas estamos em um momento semelhante ao de 2008, no sentido de que o sistema financeiro pode agravar as fragilidades econômicas que nos levam à recessão."

"As fragilidades econômicas e financeiras tendem a expor os segmentos mais vulneráveis ​​da população. Eles têm a menor resiliência e tendem a ser atingidos com particular intensidade."

Bobby Seagull, que agora é professor de matemática, diz que os mercados financeiros estão ainda mais complexos hoje em dia e que nunca se sabe ao certo que surpresas desagradáveis ​​podem estar escondidas.

"Você está meio que passando instrumentos financeiros de uma pessoa para outra, sem ter certeza do que há dentro deles. E acho que a preocupação é que, se as coisas acontecerem, elas se intensificam muito rapidamente nos mercados financeiros. E é aí que você não quer ser a última pessoa a ficar com esse pacote."

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Programa Saúde no Campo leva atendimento gratuito a produtores rurais em Mineiros do Tietê

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 08:50

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Programa Saúde no Campo leva atendimento gratuito a produtores rurais em Mineiros do Tietê O programa do Senar, em parceria com sindicato rural, acompanha famílias e amplia acesso à saúde na zona rural da região do centro-oeste paulista. Por Nosso Campo, TV TEM

Em Mineiros do Tietê (SP), trabalhadores do campo estão recebendo atendimento de saúde sem sair da propriedade.

A ação faz parte do programa Saúde no Campo, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, em parceria com o sindicato rural do município.

O objetivo é melhorar a qualidade de vida das famílias que vivem e trabalham na zona rural, oferecendo acompanhamento periódico e orientação preventiva.

Em uma das propriedades atendidas, a produtora Vera Lúcia Rodrigues Giraldi divide o tempo entre os pés de café e a máquina de costura.

Programa Saúde no Campo leva atendimento gratuito a famílias rurais em Mineiros do Tietê — Foto: Reprodução/TV TEM

Em Mineiros do Tietê (SP), trabalhadores do campo estão recebendo atendimento de saúde sem sair da propriedade. A ação faz parte do programa Saúde no Campo, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, em parceria com o sindicato rural do município.

O objetivo é melhorar a qualidade de vida das famílias que vivem e trabalham na zona rural, oferecendo acompanhamento periódico e orientação preventiva.

Em uma das propriedades atendidas, a produtora Vera Lúcia Rodrigues Giraldi divide o tempo entre os pés de café e a máquina de costura. Durante a visita da equipe, a técnica em saúde rural Cássia Fernanda Dalmazo realiza o acompanhamento básico, como aferição de pressão e orientações. Vera conta que o suporte faz diferença na rotina.

“Ajuda muito. Quando a Cássia me procurou, fiquei muito feliz. A gente sabe que pode contar com esse acompanhamento todo mês”, afirma.

O programa também atende outras famílias da região, como a de Dilsa Mara da Silva. Para ela, o acesso ao serviço facilita o cuidado com a saúde. “É muito especial. A gente tem dificuldade de ir ao médico, então isso ajuda bastante. Eles medem pressão, acompanham diabetes, peso facilita muito pra nós”, diz.

Segundo a supervisora do programa, Katy Priscila Lisboa Fernandes, o trabalho começa com o cadastro das famílias e segue com visitas periódicas. Além do acompanhamento, cada propriedade recebe um kit de primeiros socorros, e crianças e adolescentes ganham kits de saúde bucal.

Programa Saúde no Campo leva atendimento gratuito a famílias rurais em Mineiros do Tietê — Foto: Reprodução/TV TEM

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Agrishow reúne 197 mil visitantes e destaca tecnologia e cultura no campo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 07:46

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Agrishow reúne 197 mil visitantes e destaca tecnologia e cultura no campo Feira apresentou novidades para produtores de todos os portes, com demonstrações de maquinário, palestras e valorização da cultura regional. Por Nosso Campo, TV TEM

A feira trouxe as mais recentes novidades para o trabalho no campo, em diferentes culturas, atendendo do pequeno ao grande produtor.

Entre as atrações, destacou-se a tecnologia. Para chamar a atenção dos visitantes, as máquinas até "dançaram" em apresentações que demonstraram acrobacia e agilidade.

Além da tecnologia, os visitantes também puderam apreciar a cultura regional, com a venda de produtos artesanais, como queijos, doces e vinhos.

Agrishow atrai 197 mil visitantes com inovações tecnológicas e cultura regional — Foto: Reprodução/TV TEM

Desde o plantio da semente até a finalização da safra, a Agrishow exibiu o que vai além das propriedades rurais. Nesta semana, 197 mil pessoas conheceram o que mais de 800 expositores apresentaram, em um espaço de 520 mil m².

A feira trouxe as mais recentes novidades para o trabalho no campo, em diferentes culturas, atendendo do pequeno ao grande produtor, além de palestras e inovações em maquinário.

Entre as atrações, destacou-se a tecnologia. Para chamar a atenção dos visitantes, as máquinas até "dançaram" em apresentações que demonstraram acrobacia e agilidade.

Além da tecnologia, os visitantes também puderam apreciar a cultura regional, com a venda de produtos artesanais, como queijos, doces e vinhos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que trabalhadores experientes são uma vantagem competitiva

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 04:54

Bem-Estar Longevidade: modo de usar Por que trabalhadores experientes são uma vantagem competitiva Empresas que não retiverem talentos maduros enfrentarão escassez de mão de obra, alerta especialista. Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro

Vamos olhar o copo meio cheio: embora o preconceito de idade ainda seja a norma, o valor dos trabalhadores experientes está começando a ganhar corpo – e reconhecimento. Essa é a tese defendida por Annie Coleman, fundadora da RealiseLongevity (algo como “tomando consciência da longevidade”), que, após quatro décadas no mercado financeiro, agora se dedica a ajudar organizações a enxergar vidas mais longas como uma vantagem competitiva. Seu lema é claro: se não há uma estratégia para a longevidade, não existe uma estratégia de crescimento.

Annie Coleman: empresas que não retiverem talentos experientes enfrentarão escassez de mão de obra — Foto: Divulgação

Em 2007, a BMW começou a implementar adaptações ergonômicas de baixo custo em uma linha de montagem especializada em Dingolfing, na Alemanha. Focada em oferecer melhores condições aos funcionários de meia-idade e seniores, a empresa adotou estações de trabalho com altura ajustável, iluminação aprimorada e banquetas especializadas. O resultado? Um crescimento de 7% na produtividade.

Um documento do Bank of America afirma que recrutar e reter colaboradores maduros está se tornando crucial à medida que as populações envelhecem. Por isso, benefícios inclusivos são vistos como um motor de desempenho organizacional, especialmente para funções onde o julgamento, a experiência e a qualidade da decisão são primordiais.

Pesquisas recentes da AARP (American Association of Retired Persons), que conta com mais de 40 milhões de associados, e da OCDE (a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostraram que empresas com mais trabalhadores acima dos 50 ganham em eficiência. Da mesma forma, um estudo de 2022 do Boston Consulting Group revelou que equipes multigeracionais superam as homogêneas quando o julgamento e a mentoria sênior se combinam com as habilidades digitais dos jovens.

No entanto, Coleman aponta que iniciativas como essas raramente são apresentadas como uma estratégia central. A maioria das corporações ainda projeta carreiras como se a eficácia atingisse o pico cedo – e como se a velocidade, o vigor e a inovação pertencessem exclusivamente aos jovens. Se a experiência melhora os resultados, por que tantas empresas expulsam as pessoas justamente quando o seu valor atinge o auge? Nos EUA, uma análise do Urban Institute mostrou que mais da metade dos trabalhadores acima de 50 anos foi desligada de empregos de longa data por reestruturações, e não por problemas de desempenho. Ela enumera três desafios urgentes:

O êxodo prematuro: expulsar os 50+ do mercado por razões não relacionadas ao desempenho é uma falha sistêmica de design e sinônimo de perda de capital intelectual.O ponto cego da demanda: os gastos dos indivíduos acima de 55 anos devem chegar a US$ 15 trilhões anuais até o fim desta década. Ignorar esse público é desperdiçar oportunidades de crescimento.Vidas profissionais longas são inevitáveis: seja por necessidade financeira ou mudanças nas políticas previdenciárias, as pessoas trabalharão por mais tempo. Empresas que não retiverem talentos experientes enfrentarão escassez de mão de obra.

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