RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

A Copa do Mundo dos ultrarricos: pacote de R$ 20 milhões para a final, jatinho entre os estádios e encontro com jogadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 05:49

Turismo e Viagem A Copa do Mundo dos ultrarricos: pacote de R$ 20 milhões para a final, jatinho entre os estádios e encontro com jogadores Celebridades, bilionários e executivos de tecnologia, de vários países, inclusive o Brasil, buscam exclusividade, privacidade e luxo para ver os jogos do Mundial, e o que menos importa é o preço. Por BBC

Granit Xhaka chega ao Aeroporto de Newcastle em um jato particular para assinar com o Sunderland AFC em 28 de julho de 2025, em Newcastle upon Tyne, Inglaterra. — Foto: Ian Horrocks/Sunderland AFC via Getty Images

Alguns dias atrás, a Knightsbridge Circle, que oferece serviços exclusivos de concierge para o público de altíssima renda, anunciou um pacote para a final da Copa do Mundo, em 19 de julho em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A oportunidade, descrita como "a primeira do tipo na história do torneio", foi oferecida exclusivamente aos seus clientes convidados, que passam por uma avaliação antes de serem aceitos.

Ela incluía seis ingressos na primeira fileira, bem na linha de meio de campo, e acesso ao gramado durante a premiação, no momento em que a seleção campeã erguer a taça.

"(O pacote) foi vendido para um de nossos membros menos de 24 horas depois de anunciado", diz à BBC News Brasil o presidente da Knightsbridge Circle, Stuart McNeill.

A Knightsbridge Circle é uma entre várias empresas que estão oferecendo pacotes de luxo para os ultrarricos que desejam participar da Copa.

A atual edição é considerada inédita por, dentre outros motivos, ser disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá — e ter um número recorde de 48 seleções participantes. Serão ao todo 104 partidas em 16 cidades.

Para muitos torcedores ao redor do mundo que desejam acompanhar o Mundial de perto, o planejamento começou há meses e foi marcado por dificuldades, desde os altos preços dos ingressos e do transporte para alguns dos estádios até obstáculos para conseguir o visto americano.

Mas, para uma ínfima parcela dos visitantes, a experiência será bem diferente: eles devem chegar às cidades-sede de jatinho particular, deslocar-se aos estádios de helicóptero ou limusine e ter lugar garantido na área VIP, mesmo que tenham decidido fazer tudo isso de última hora.

"Trabalho com esse mercado (de luxo) há 22 anos, e a maior surpresa, para mim, é que nesta Copa, o dinheiro pode comprar praticamente qualquer coisa, o que é uma novidade (em comparação com as anteriores)", diz McNeill.

Um Rolls Royce Phantom branco, limusine de quatro portas, vira na Collins Avenue, em South Beach, Miami, EUA. — Foto: Getty Images

Ele e outros especialistas do segmento de alto luxo não revelam os nomes dos clientes interessados na Copa do Mundo. São celebridades, bilionários, fundadores de empresas, executivos do setor de tecnologia e atletas, entre outros, vindos de várias partes do mundo, inclusive do Brasil.

"Temos alguns clientes brasileiros", diz McNeill, lembrando que a empresa tem uma equipe em Miami que fala português.

Nem todos os pacotes de luxo para a Copa têm um preço milionário. Os valores dependem de vários fatores, como tipo de acesso, transporte, acomodação e número de noites.

Mas muitos dos roteiros sob medida oferecidos pela Knightsbridge Circle, por exemplo, "passam facilmente dos seis dígitos".

Incluem desde os já citados jatinhos e helicópteros até atendimento VIP nos aeroportos, equipes de segurança e hospedagem em redes de hotéis de luxo, como Four Seasons, Aman e Rosewood.

Nicole Wallach, vice-presidente da divisão de lazer da Magma Global, empresa especializada em serviços de concierge de viagens de luxo, calcula que as opções mais em conta fiquem entre US$ 25 mil e US$ 75 mil (R$ 125 mil e R$ 375 mil) para um casal, incluindo hospedagem cinco estrelas, ingressos para uma partida, voo em classe executiva e transfer privativo.

Alguns clientes pagam bem mais do que isso, em itinerários de luxo que incluem vários dias e diversas cidades-sede. Há também quem decida emendar a Copa com viagens para outros locais.

"Tenho clientes que vão assistir a jogos em Los Angeles e depois pegar um voo para passar algumas noites no Havaí", diz Wallach à BBC News Brasil.

Vista para o campo de jogo a partir de uma das suítes do Dallas Stadium em Arlington. — Foto: Tom Fox/The Dallas Morning News

Para o fim de semana da final, com hospedagem de luxo em Nova York, ela estima que os gastos podem ficar facilmente na casa dos seis dígitos.

Gina Gabbard, diretora de Estratégia da First in Service Travel, agência de Nova York que faz parte da rede global de turismo de luxo Virtuoso, diz à BBC News Brasil que as opções para os torcedores ultrarricos vão desde ingressos VIP e refeições preparadas por chefs durante o jogo até pacotes mais completos.

"Podem incluir hospedagem em hotéis de luxo, transporte privativo na cidade-sede, reservas em restaurantes sofisticados, passeios e outras atividades e, para alguns clientes, encontros exclusivos com os jogadores", afirma Gabbard.

"Os ingressos VIP, dependendo da partida, podem custar a partir de US$ 5 mil [R$ 25 mil] por pessoa", diz Gabbard.

"Pacotes começam em torno de US$ 50 mil dólares [R$ 250 mil] e podem chegar a várias centenas de milhares de dólares quando envolvem múltiplos jogos e cidades."

Segundo Wallach, para os clientes desse segmento, conveniência, privacidade e acesso são mais importantes do que o preço.

"São viajantes que costumam voar em jatos particulares e se hospedar nas suítes mais luxuosas", diz.

"Eles viajam acompanhados de sua própria equipe e realmente esperam uma experiência altamente personalizada quando se trata de um evento dessa magnitude."

Ela ressalta, porém, que nem todos os interessados em pacotes de luxo para a Copa viajam em jatinhos, e alguns vão de primeira classe ou executiva em voos comerciais.

Além disso, em determinadas partidas, é possível que haja mais procura do que disponibilidade de helicópteros para chegar aos estádios.

"Há um limite para o número de aeronaves e locais de desembarque disponíveis", diz Wallach. Nesse caso, a solução é um carro de luxo com motorista particular.

De acordo com Wallach, esses torcedores querem mais do que apenas um ingresso VIP. "Nem todos querem sentar na primeira fila. Para muitos, a prioridade é a privacidade e o acesso a serviços exclusivos. Eles estão em busca de uma experiência VIP completa", ressalta.

"Enquanto o torcedor comum perde tempo em filas, pagando por comida e bebida ao longo do dia, esses clientes costumam contar com entrada exclusiva e acesso a lounges privativos com alta gastronomia".

Cofundador da Microsoft, o bilionário Bill Gates assistiu à estreia dos EUA na Copa do Mundo — Foto: Reuters

Wallach afirma que é equivocado pensar que esses viajantes estão simplesmente buscando a experiência mais cara. "O que eles querem é uma experiência sem atrito."

Isso envolve, entre outros aspectos, não ter de enfrentar multidões nem se preocupar com nenhum detalhe da programação.

"Eles querem exclusividade, não querem ficar esperando pelos outros. É um verdadeiro tratamento de tapete vermelho, e eles estão dispostos a pagar por isso", diz McNeill.

As equipes de apoio que costumam viajar com esses clientes podem incluir diversos profissionais, desde seguranças até chefs particulares.

"Em muitos casos, o consultor de viagens colabora diretamente com o assistente pessoal e outros membros da equipe do cliente para coordenar os arranjos", destaca Gabbard.

Outro aspecto que diferencia esses viajantes dos torcedores comuns é a (pouca) antecedência no planejamento.

"Muitos vão assistir aos jogos acompanhados de suas famílias, outros vão aproveitar para recepcionar clientes", diz Wallach.

"Eles valorizam seu tempo muito mais do que o dinheiro, e várias vezes tomam decisões de última hora."

Segundo McNeill, o interesse de seus clientes na Copa foi tímido no início. "Para viajantes de fora dos Estados Unidos, havia uma real relutância em razão do cenário político", afirma.

No entanto, a procura ganhou força nas últimas semanas, e a expectativa é de que aumente ainda mais à medida que as oitavas de final se aproximem e fique mais claro quais países vão avançar.

"Na verdade, está apenas começando para nós, porque os membros que atendemos costumam fechar os planos de última hora", diz McNeill.

"Gostam de ver como está o desempenho de sua seleção [antes de decidir]. Por exemplo, se o Brasil chegar à semifinal ou à final, vão entrar em um avião e ir para onde quer que o jogo seja realizado."

Entre os membros da Knightsbridge Circle, são comuns viagens bate-volta com duração de um ou dois dias, chegando na manhã do jogo ou na noite anterior e partindo no dia seguinte. Na semana seguinte, podem retornar para a próxima partida de sua seleção.

"Como muitos voam em jatinhos particulares, é conveniente e fácil para eles assistir a todos os jogos", observa McNeill.

Wallach diz ter visto aumento na procura desde que o torneio começou. "Sinceramente, acho que é maior do que esperávamos."

Segundo McNeill, além das partidas, há procura também por outras experiências exclusivas, como uma série de almoços organizados por sua empresa com ex-jogadores da Copa, que oferecem a oportunidade de conversar de perto com nomes consagrados do futebol mundial.

Em outras ocasiões, clientes que querem ver os craques de perto se comprometem com doações para instituições de caridade apoiadas pelo atleta. "Muitos dos jogadores são altamente engajados em causas beneficentes", ressalta McNeill.

"Em seu dia de folga, podem concordar em receber alguns clientes no centro de treinamento. Nossos clientes fazem uma doação [a uma instituição], e talvez possam tirar fotos [com o atleta], bater uma bola ou algo do tipo."

Para os interessados em acesso "superexclusivo" na final da Copa que perderam o pacote de US$ 4 milhões, McNeill lembra que há uma nova oportunidade, com dois assentos exclusivos na beira do gramado. Cada um vai custar "apenas" US$ 1,5 milhão de dólares (R$ 7,5 milhões).

Há 3 horas O Assunto Wagner diz que seguirá na liderança do governo no SenadoHá 3 horasCoração dividido? 🔵🔴✖️🟢🟡’Meu país de nascimento, meu adotivo’: haitiano fala para quem vai torcer

Há 2 minutos Bauru e Marília Haitianos sonham com vitória histórica: ‘A honra vai cantar’Há 2 minutosAcademia Pérolas NegrasQuatro jogadores do Haiti jogaram em projeto social brasileiro; entenda

Há 20 minutos Rio de Janeiro Haiti sofre com crise humanitária e violência de ganguesHá 20 minutosSeleção de bilhões 💸Avaliado em quase R$ 1 bilhão, Vini Jr. vale mais que 2 seleções do Haiti

Há 21 minutos Economia Haiti derrotou Napoleão e mudou rumos dos EUA; veja curiosidadesHá 21 minutosVeja as ideias para o futebol que já passaram pelo Congresso

Há 19 minutos Política Churrasco, cerveja e mais: veja a alta dos preços desde a última CopaHá 19 minutosA Copa tá on! ⚽🏆

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quanto custa assistir à Copa do Mundo? Torcedores contam quanto estão gastando

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 05:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

Torcedores brasileiros reunidos na Times Square, em Nova York, antes da estreia da seleção contra Marrocos (1×1), em 13 de junho — Foto: Getty Images

Para muitos torcedores, comparecer a uma Copa do Mundo é uma oportunidade única na vida, que não tem preço. Mas, se você calcular os custos da empreitada, é de fazer chorar.

💸 Ingressos para os jogos, voos, hotéis, o trajeto até os estádios, os custos de uma bebida durante o jogo… os custos vão se somando sem parar.

Poucos dias após o início do torneio, torcedores que se encontram no México, Canadá e nos Estados Unidos contaram à BBC o quanto já gastaram durante a Copa do Mundo da Fifa de Futebol Masculino 2026.

Norueguês que mora em Atlanta, no Estado americano na Georgia, ele sabe que esta seria provavelmente a única chance de levar seu pai, de 82 anos, para ver a seleção do seu país jogar na Copa do Mundo. Afinal, a Noruega se classificou para o torneio pela primeira vez desde 1998, na França.

"Sou um grande fã de futebol desde a infância, principalmente graças ao meu pai", conta Oftedal à BBC. "Não posso dizer 'não, vamos na próxima vez ou em outro lugar'. Por isso, estamos muito animados."

Oftedal comprou três ingressos para ver a Noruega vencer o Iraque por 4×1 em Massachusetts por US$ 380 (cerca de R$ 1,9 mil) cada um.

As três passagens de ida e volta de avião entre Atlanta e Boston custaram, ao todo, 180 mil pontos do seu programa de fidelidade. Um único quarto de hotel por duas noites ultrapassou US$ 1,1 mil (R$ 5,6 mil). E o transporte até o estádio, ida e volta, custou US$ 80 (cerca de R$ 407) por pessoa.

Ao todo, Oftedal gastou cerca de US$ 4 mil (R$ 20,3 mil), entre dinheiro e pontos, para que ele, seu pai e sua esposa assistissem a uma partida. Ele descreve o valor como "insano".

"Realmente não é para indivíduos, parece que é para a América corporativa", declarou Oftedal, sobre o torneio de 2026.

Morten Oftedal gastou o equivalente a cerca de R$ 20 mil para levar seu pai de 82 anos e sua esposa para assistir ao jogo Noruega 4×1 Iraque, em Boston, nos Estados Unidos — Foto: Getty Images

Diversas pessoas declararam à BBC que o custo de assistir ao torneio atingiu alguns milhares de dólares. Mas eles dizem que seu amor pelo futebol e as recordações que eles esperavam criar na ocasião os ajudaram a abrir a carteira.

"Paguei cerca de US$ 1,2 mil [R$ 6,1 mil] por ingresso, na categoria 2", afirma o britânico Iain Bagwell, de 58 anos. Ele mora em Atlanta e viajou com seu filho de carro para ver Inglaterra x Croácia em Dallas, no Texas.

"Na época da compra, achei que fosse um assalto em plena luz do dia. Mas, vendo o que está acontecendo e a forma como a Fifa está tratando do assunto, provavelmente não foi um negócio tão ruim assim."

Bagwell e seu filho acamparam ao longo da sua viagem para Dallas, por diversão e economia ao mesmo tempo. E, depois do jogo, eles irão de carro para Kansas City para verem Tunísia x Holanda, por US$ 235 (cerca de R$ 1,2 mil) por ingresso.

Muitos torcedores americanos estão acostumados com o alto custo dos eventos esportivos. O ingresso mais barato para ver o time de basquete New York Knicks nas recentes finais da NBA, no Madison Square Garden, custava cerca de US$ 3,5 mil (R$ 17,8 mil).

Eles foram assistir à estreia da seleção do seu país, a Bósnia-Herzegóvina, contra o Canadá, um empate por 1×1 no segundo dia da Copa do Mundo.

"É uma sensação incrível, nunca pensei que, um dia, iria a um jogo da Copa do Mundo", declarou Admir. "Sempre quis ter esta experiência."

Eles escolheram os ingressos no "último minuto", segundo Maric, pagando 1.250 dólares canadenses (US$ 890, ou cerca de R$ 4,5 mil) cada um, por assentos na terceira fila. O hotel custou cerca de US$ 600 (R$ 3 mil) por noite e os voos, US$ 1.150 (cerca de R$ 5,8 mil) por pessoa.

As irmãs Aida e Emina Tucic, também torcedoras da Bósnia-Herzegóvina, não precisaram viajar tanto. Elas vieram da cidade de Hamilton, perto de Toronto.

Elas sabiam que queriam assistir à partida "no segundo" em que a Bósnia se classificou, conta Aida.

"Ficamos um pouco apreensivas porque os preços dos ingressos começaram a ficar, digamos, malucos", ela conta.

As irmãs acompanharam os preços por algum tempo e compraram seus ingressos três dias antes do jogo. Elas gastaram 1,2 mil dólares canadenses (cerca de US$ 850, ou R$ 4,3 mil) cada entrada.

Emina tem algumas dicas para outros visitantes, como verificar as redes sociais locais em busca de sugestões de lugares mais baratos para comer na região.

Questionada se elas achavam o preço dos ingressos justo para a experiência, Aida respondeu "provavelmente, não". Para ela, o futebol "deveria ser acessível para os torcedores".

"É uma vez na vida", declarou Emina. "Os dois países que você ama, um onde você cresceu e outro onde você nasceu. Ver os dois jogando no palco mundial é incrível".

Assistir a um jogo de rua improvisado nas laterais da Zona Rosa da Cidade do México, entre os transeuntes e os policiais, é talvez o mais próximo que alguns mexicanos irão chegar do esporte nesta Copa do Mundo.

Os preços dos ingressos para o jogo de abertura (México 2×0 África do Sul) estavam muito além das possibilidades da maioria dos habitantes de um país onde cerca de 30% da população vive na pobreza.

No lado de fora do Estádio Azteca, na última sexta-feira (11), os torcedores citavam diversos valores pagos pelos cobiçados ingressos.

Poucos pagaram menos de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 7,6 mil) e alguns chegaram a gastar US$ 4 mil (R$ 20,3 mil) ou mais. Já alguns sortudos receberam ingressos grátis de presente ou em troca de trabalho.

"Paguei 30 mil pesos [US$ 1.750, cerca de R$ 8,9 mil] cada ingresso", conta Aaron Vieyra, da torcida organizada da seleção mexicana Fúria Azteca.

Vieyra comprou os ingressos para ele e sua namorada por meio de um contato com boas relações. Ele destaca que um único ingresso valia cerca de três meses de aluguel para muitos moradores da Cidade do México.

Vieyra acompanhou a equipe mexicana nas Copas de 2014, no Brasil, e de 2018, na Rússia. Ele afirma que gastou mais em um jogo no México do que na soma das partidas assistidas por ele nos outros torneios.

"O jogo em si foi histórico e ficamos muito felizes por estar no Azteca para aquele momento", ele conta. "Ainda sinto arrepios."

"Para nós, funcionou porque não precisei pagar por voos ou hotéis. Se precisássemos cobrir também estes custos, eu não conseguiria pagar todo esse dinheiro por um ingresso."

A passagem de trem da Penn Station, em Nova York, até o Estádio NYNJ, palco da estreia do Brasil contra o Marrocos, custa US$ 98 (cerca de R$ 498). Normalmente, o preço é de US$ 12,90 (R$ 66). — Foto: Adam Gray/Getty Images

O preço dos alimentos e bebidas dentro dos estádios varia dependendo do local, mas eles parecem estar dentro da faixa que os torcedores e fãs de música costumam pagar nos estádios americanos.

Uma pesquisa do website The Athletic concluiu que os torcedores estão pagando US$ 16 (cerca de R$ 81) por uma cerveja americana (470 ml) no Estádio de Nova York-Nova Jersey (NYNJ), onde será realizada a final da Copa, e US$ 5 (R$ 25,40) por uma água (590 ml).

Mas, no Estádio Mercedes-Benz em Atlanta, por exemplo, você pagará apenas US$ 5 (cerca de R$ 25,40) por uma cerveja pequena (355 ml) e US$ 9 (R$ 45,80) pela grande (570 g). E a água (590 ml) custa US$ 3 (cerca de R$ 15,30).

A passagem de trem da Penn Station, em Nova York, até o Estádio NYNJ para um jogo da Copa do Mundo custa US$ 98 (cerca de R$ 498). Normalmente, ela custa US$ 12,90 (R$ 66).

O aumento ocorreu para que os moradores locais não precisassem pagar pelo transporte dos torcedores, segundo a governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill. Ela também destacou que a Fifa não está colaborando com os custos de transporte, que atingem US$ 48 milhões (cerca de R$ 244 milhões).

Paralelamente, autoridades locais tentaram negociar com a Fifa para reduzir os custos para os torcedores comuns.

O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, negociou com a Fifa e garantiu 1 mil ingressos para moradores locais por US$ 50 (cerca de R$ 254), que podem ser comprados por meio de sorteio.

Já a província canadense de Ontario aprovou a Lei Torcedores em Primeiro Lugar, para reduzir os preços de revenda. E Dallas oferece transporte gratuito de e para o estádio local.

As manchetes sobre os preços dos ingressos vêm dominando o torneio, mas os torcedores que conversaram com a BBC permanecem entusiasmados com a Copa e afirmam que os gastos valeram a pena.

Oftedal, o torcedor norueguês, declarou que criar recordações com seu pai seria o mais importante e que a preocupação com o dinheiro "desaparece depois de algum tempo".

Há 3 horas O Assunto Wagner diz que seguirá na liderança do governo no SenadoHá 3 horasCoração dividido? 🔵🔴✖️🟢🟡’Meu país de nascimento, meu adotivo’: haitiano fala para quem vai torcer

Há 2 minutos Bauru e Marília Haitianos sonham com vitória histórica: ‘A honra vai cantar’Há 2 minutosAcademia Pérolas NegrasQuatro jogadores do Haiti jogaram em projeto social brasileiro; entenda

Há 20 minutos Rio de Janeiro Haiti sofre com crise humanitária e violência de ganguesHá 20 minutosSeleção de bilhões 💸Avaliado em quase R$ 1 bilhão, Vini Jr. vale mais que 2 seleções do Haiti

Há 20 minutos Economia Haiti derrotou Napoleão e mudou rumos dos EUA; veja curiosidadesHá 20 minutosVeja as ideias para o futebol que já passaram pelo Congresso

Há 19 minutos Política Churrasco, cerveja e mais: veja a alta dos preços desde a última CopaHá 19 minutosA Copa tá on! ⚽🏆

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Vai decorar o carro para a Copa do Mundo? Veja o que pode render multa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 04:53

Carros Vai decorar o carro para a Copa do Mundo? Veja o que pode render multa Adesivos que prejudicam a visibilidade, mudanças excessivas na cor do veículo e bandeiras mal fixadas podem resultar em multa e retenção de veículo. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Empresário faz plotagem gigante de Neymar em carro para a Copa — Foto: Reprodução/acervo pessoal

A Seleção Brasileira de futebol enfrenta o Haiti nesta sexta-feira (19) pela Copa do Mundo, e a empolgação da torcida se reflete nas ruas. Bandeiras, adesivos e enfeites em verde, amarelo e azul se espalham pelos automóveis em circulação.

No entanto, motoristas precisam ter atenção às regras estabelecidas pela legislação para evitar multas e problemas na fiscalização. Uma portaria recente da Prefeitura de São Paulo liberou o uso de decorações alusivas ao torneio para táxis, vans e veículos de transporte por aplicativo, mas condutores particulares devem seguir limites técnicos rígidos de segurança.

Segundo o advogado e ex-secretário de transportes de Porto Alegre (RS), Marcelo Soletti, esse tipo de liberação municipal é uma prática comum em grandes capitais durante períodos festivos ou grandes eventos esportivos.

Como os serviços de táxi e transporte por aplicativo são regulados pelos municípios, as prefeituras possuem autonomia para flexibilizar temporariamente as exigências estéticas e permitir o clima de celebração na frota pública local.

Para o motorista comum, o principal critério a ser observado é a manutenção da visibilidade e da segurança viária. A advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli Advogados e Associados, explica que o Código de Trânsito Brasileiro permite a customização estética desde que ela não interfira nos componentes essenciais de dirigibilidade.

Qualquer adereço posicionado de forma a obstruir a visão dos retrovisores pode resultar em punição administrativa para o condutor do veículo.

"Também são problemáticas as adaptações que interfiram no funcionamento de equipamentos obrigatórios, como cintos de segurança, encostos de cabeça e sistemas de retenção", diz a advogada.

O uso de adesivos nos vidros é um dos pontos que mais demandam atenção técnica. O advogado Marcos Poliszezuk, sócio fundador do Poliszezuk Advogados, ressalta que os enfeites não podem “desviar a visão do motorista durante o ato de dirigir” nem dificultar a identificação do veículo.

Pietra Valentina envelopou o carro com as cores da bandeira do Brasil para a Copa do Mundo — Foto: Arquivo Pessoal

O descumprimento dos requisitos de segurança estipulados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) gera o enquadramento no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), configurando uma infração grave.

A avaliação técnica dessa transparência nos vidros é regida por normas específicas federais. Marcelo Soletti detalha que uma resolução do Contran estipula limites para a chamada transmitância luminosa, estabelecendo que a visibilidade nos vidros essenciais do automóvel não pode ficar abaixo de 70%.

Caso a fiscalização identifique que um adesivo comemorativo reduziu a transparência além do limite permitido ou bloqueou o campo de visão frontal e lateral do motorista, a penalidade prevista é uma multa no valor de R$ 195,23, a perda de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a retenção do veículo até a retirada do material irregular.

A mesma penalidade de caráter grave é aplicada para quem exagera no tamanho das colagens sobre a lataria do carro.

De acordo com outra resolução do Contran, modificações que alterem mais de 50% da cor predominante original da carroceria sem a devida atualização do registro de trânsito deixam o veículo em situação irregular.

"Quando a adesivação modifica a cor predominante do veículo em mais de 50%, ocorre uma alteração de característica sujeita à atualização do registro junto ao órgão de trânsito", explica Daniela Poli Vlavianos.

A fixação de bandeiras externas e mastros também é monitorada pelos agentes públicos. Poliszezuk pondera que pequenas bandeiras fixadas de maneira adequada costumam ser toleradas, mas estruturas maiores ou suportes improvisados, que balancem ou tenham risco de desprendimento, representam risco à segurança viária e aos pedestres.

"Uma bandeira presa em mastro, por exemplo, pode ser considerada irregular se houver risco de desprendimento ou se comprometer a estabilidade e a segurança do veículo", diz o advogado.

Além disso, as decorações externas não podem ocultar as placas de identificação ou os dispositivos de iluminação obrigatórios do automóvel, sob risco de autuação e retenção do veículo até que a situação seja totalmente regularizada pelo proprietário.

O comportamento dos passageiros e o barulho excessivo durante as comemorações nas vias públicas são outros focos de atenção jurídica. Daniela Poli Vlavianos alerta sobre os riscos associados à conduta de torcedores mais entusiasmados em colocar partes do corpo para fora do automóvel em movimento.

Segundo a especialista, colocar a cabeça, os braços ou o tronco para fora do veículo em movimento aumenta significativamente o risco de acidentes e lesões graves, o que gera responsabilização direta para o condutor por transporte de passageiros em condições inseguras e pode acarretar desdobramentos de responsabilidade civil e criminal em caso de acidentes.

Marcelo Soletti reforça que o CTB proíbe o transporte de pessoas em partes externas do veículo e a projeção de partes do corpo para fora do automóvel em movimento.

Em relação ao uso de buzinas e equipamentos de som em volume muito alto, Soletti menciona que, embora os agentes de trânsito costumem avaliar o contexto festivo e a plausibilidade do momento, o abuso próximo a escolas, hospitais ou após as 22h resulta em tolerância zero por violar o sossego público.

O som excessivo atrai a aplicação de penalidades ambientais e municipais baseadas nas leis paulistanas do silêncio.

Há 2 horas O Assunto Wagner nega irregularidades e diz que seguirá na liderança do governoHá 2 horasDosimetriaGonet diz ao STF ser contra suspender lei que permite reduzir pena de Bolsonaro

Há 9 horas Política Polícia do DF pede a Moraes para ouvir Bolsonaro sobre armaHá 9 horasEUA chamam condenação de Eduardo de ‘manipulação jurídica’Há 9 horas’Abin paralela’: PGR defende que investigação saia do STF Há 9 horas’Prova nuclear’O que há nos celulares que levaram Deolane e Marcola a virar réus

Há 3 horas São Paulo Deolane planejava lavar dinheiro do PCC em Dubai, aponta investigaçãoHá 3 horas🥶❄️🧥🧤🧦 Inverno começa no domingo: estação será de frio e chuva acima da média

Há 4 horas Meio Ambiente Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 42 milhões; veja o resultado

Há 18 minutos Política ‘Afetando a execução dos planos’Seleção do Irã diz que fará reclamação à Fifa por restrições na Copa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tarifaço de Trump: maior associação de pescados dos EUA defenderá produto brasileiro em audiência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 04:53

Agro Tarifaço de Trump: maior associação de pescados dos EUA defenderá produto brasileiro em audiência Em maio, o diretor jurídico da National Fisheries Institute, Bob DeHaan, pediu ao governo Trump que não taxasse a importação de pescados. Na ocasião, ele disse que a medida pressionaria a inflação do produto nos EUA. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Os pescados brasileiros serão defendidos contra as novas tarifas propostas por Donald Trump, durante audiência pública nos EUA, no próximo dia 6. Caso as novas taxas sejam aplicadas, o setor pode ser tarifado em 37,5% nos Estados Unidos.

A defesa do produto nacional será feita pela maior associação de pescados dos EUA, a National Fisheries Institute (NFI), conta Eduardo Lobo, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca).

Em depoimento ao Escritório de Comércio dos EUA (USTR) em 5 de maio, o diretor jurídico da entidade, Bob DeHaan, pediu para o governo Trump não taxar a importação de nenhum país.

O Brasil não é o principal fornecedor de pescados para os Estados Unidos. A liderança desse mercado é ocupada pela China.

Por outro lado, o Brasil depende muito dos EUA. Cerca de 90% de toda a tilápia exportada pelo país vão para o mercado americano.

Assim como o café solúvel, os pescados brasileiros serão defendidos contra as novas tarifas propostas por Donald Trump, durante uma audiência pública nos EUA, no próximo dia 6. Caso as novas taxas sejam aplicadas, o setor pode ser tarifado em 37,5% nos Estados Unidos.

A defesa do produto nacional será feita pela maior associação de pescados dos EUA, a National Fisheries Institute (NFI), conta Eduardo Lobo, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca).

Segundo ele, a apresentação deve repetir, em grande parte, os pontos levados ao governo americano no ano passado, quando o setor enfrentou tarifas de 50%.

"O nosso argumento central é que o Brasil não compete com os americanos, pois exporta produtos que os EUA não produzem internamente. O principal exemplo é a tilápia. Nesse setor, nós somos um fornecedor de segurança para os EUA, pois eles dependem muito da China", destaca.

➡️ Contexto: em 1º de junho, Trump propôs tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, após uma investigação sobre desmatamento ilegal, pirataria e PIX. No dia seguinte, anunciou taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falha no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil.

Lobo acrescenta que a defesa também destacará os protocolos sanitários, trabalhistas e ambientais adotados pelo Brasil. "Vamos enfatizar que o país cumpre rigorosamente as normas internacionais e que não há trabalho infantil ou escravo na nossa produção", afirma.

"Além disso, diferentemente da pesca industrial em larga escala, nossa produção é predominantemente artesanal, realizada por pequenas embarcações familiares, o que resulta em baixo impacto ambiental", diz.

O g1 procurou a National Fisheries Institute para saber mais detalhes sobre a defesa, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem.

Em depoimento ao Escritório de Comércio dos EUA (USTR) no dia 5 de maio, o diretor jurídico da entidade, Bob DeHaan, pediu ao governo Trump que não taxasse a importação de pescados. Na ocasião, ele disse que a medida, caso adotada, vai pressionar a inflação aos consumidores americanos.

"Os estoques pesqueiros dos EUA já são explorados em seu limite sustentável e, por questões climáticas e geográficas, muitas vezes não há substitutos produzidos no próprio país. Por isso, os fornecedores americanos precisam recorrer ao mercado internacional", disse DeHaan, segundo nota publicada pela NFI.

O presidente da Abipesca reforça que o Brasil não é o principal fornecedor de pescados para os Estados Unidos. A liderança desse mercado é ocupada pela China.

Atualmente, os produtos brasileiros respondem por cerca de 5% de todas as importações americanas de pescado. Nos últimos anos, porém, importadores dos EUA vinham ampliando as compras do Brasil na tentativa de reduzir a dependência dos fornecedores chineses, diz Lobo.

Tarifa dos EUA sobre tilápia brasileira pode baratear o peixe no Brasil? EntendaSetor de café solúvel vai aos EUA pedir revisão de novas tarifas: 'Não tem lógica'

Questionado sobre por que os pescados ficaram de fora da lista de isenções do tarifaço, Lobo acredita que o produto é apenas mais um entre os itens brasileiros usados pelos EUA como moeda de troca em outras negociações.

"Toda a negociação precisa ter uma moeda de troca. Como o pescado tem o menor valor financeiro em volumes comercializados com os EUA quando comparado a outras proteínas, ele acabou sendo usado", comenta Lobo.

Ao contrário dos pescados, a carne bovina brasileira tem sido alvo frequente de críticas por parte de Trump, que chegou a acusar o setor de usar trabalho forçado na produção. Ainda assim, o produto foi incluído na lista de isenções das duas novas tarifas.

A indústria brasileira de pescados depende muito do mercado americano. Segundo a Abipesca, 90% de toda a tilápia exportada pelo Brasil vão para os EUA. Considerando todas as espécies, o mercado americano absorve cerca de metade das exportações brasileiras.

"Estamos apreensivos, mas o setor amadureceu muito depois de tudo o que passou. Estamos lutando bastante para não diminuir produção, nem perder postos de trabalho", diz Lobo. Após o susto em 2025, o setor intensificou a busca por novos clientes.

Houve abertura de mercados em países asiáticos, como Singapura e Taiwan, além da Austrália, na Oceania. No Oriente Médio, o Brasil passou a exportar para os Emirados Árabes Unidos e o Catar. Paralelamente, ampliou de forma significativa suas vendas para a China, que passou a absorver uma parcela importante da produção brasileira.

Apesar dos avanços, os novos mercados ainda não compensaram a queda nas exportações para os Estados Unidos.

"Não compensou porque é o início de um trabalho. É muito difícil você substituir em um ano ou dois o maior mercado consumidor de pescados do mundo", ressalta.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 370 milhões para os Estados Unidos em pescados, cerca de US$ 100 milhões a menos do que em 2024. Para este ano, a expectativa era alcançar US$ 500 milhões em vendas, mas a ameaça de novas tarifas deve frustrar essa expectativa.

Há 2 horas O Assunto Wagner nega irregularidades e diz que seguirá na liderança do governoHá 2 horasDosimetriaGonet diz ao STF ser contra suspender lei que permite reduzir pena de Bolsonaro

Há 9 horas Política Polícia do DF pede a Moraes para ouvir Bolsonaro sobre armaHá 9 horasEUA chamam condenação de Eduardo de ‘manipulação jurídica’Há 9 horas’Abin paralela’: PGR defende que investigação saia do STF Há 9 horas’Prova nuclear’O que há nos celulares que levaram Deolane e Marcola a virar réus

Há 3 horas São Paulo Deolane planejava lavar dinheiro do PCC em Dubai, aponta investigaçãoHá 3 horas🥶❄️🧥🧤🧦 Inverno começa no domingo: estação será de frio e chuva acima da média

Há 4 horas Meio Ambiente Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 42 milhões; veja o resultado

Há 19 minutos Política ‘Afetando a execução dos planos’Seleção do Irã diz que fará reclamação à Fifa por restrições na Copa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como era o ‘Nokia tijolão’, celular mais popular do país na última vez que o Brasil ganhou a Copa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 04:53

Tecnologia Como era o 'Nokia tijolão', celular mais popular do país na última vez que o Brasil ganhou a Copa Com 126 milhões de unidades vendidas, o celular ficou conhecido por capacidade de continuar funcionando após quedas e pelo antigo jogo da cobrinha. Por Redação g1 — São Paulo

Se hoje milhões de pessoas usam o celular para acompanhar a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, na última vez em que o país levantou a taça, a realidade era bem diferente.

Em 2002, os celulares estavam ficando mais compactos e ganhavam mais recursos de jogos e música, mas ainda estavam muito distantes de modelos atuais como iPhone 17 e Galaxy S26.

Na época, um dos celulares em alta no mundo era o Nokia 3310. Ele foi lançado no exterior em 2000, seguiu em alta no Brasil por anos e chegou a 126 milhões de unidades vendidas, tornando-se um dos mais populares da história.

Com o tempo, o celular ganhou o apelido de "Nokia tijolão" por conta de sua capacidade de continuar funcionando mesmo após inúmeras quedas.

O aparelho também ficou famoso pelo "Snake", o jogo da cobrinha, que fazia pessoas ficarem horas vidradas na tela monocromática de 1,5 polegada. O controle era feito pelas teclas numéricas, que serviam para digitar números em ligações e escrever mensagens.

E enquanto o antigo modelo tinha armazenamento de 1 kb, a capacidade dos celulares mais novos é centenas de milhões de vezes maior, considerando o espaço de 256 GB.

O Nokia 3310 era vendido por R$ 429 em novembro de 2002, de acordo com anúncios da época. Mas clientes poderiam conseguir um desconto e comprá-lo por R$ 189 se optassem por determinados planos de operadoras.

Hoje, o celular custaria R$ 1.690, no preço cheio, e R$ 744, na promoção. Os cálculos levam em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até maio de 2026 e seguem a calculadora do Banco Central.

O sucesso do Nokia 3310 foi tão grande que, em 2017, a HMD Global, que assumiu o controle da marca, relançou o aparelho.

A nova geração foi lançada por 49 euros (cerca de R$ 290, na cotação atual). O aparelho ficou mais leve e mais fino que o original, mas manteve uma bateria que durava muito e o jogo da cobrinha.

Com o avanço da tecnologia, o Nokia 3310 repaginado ganhou uma câmera de 2 megapixels, porta para fones de ouvido e suporte para cartão de memória de até 32 GB. Ele só consegue se conectar à rede 2G e tem recursos limitados para navegação na internet.

Tela monocromática de 1,5 polegada com espaço para até cinco linhas de texto; Bateria removível de 900 mAh; 4 jogos (Snake, Pairs, Space Impact e Bantumi) Suporte a SMS;Recursos como digitação preditiva, mensagens inteligentes, discagem por voz, calculadora, conversor de moedas; Registros de chamadas (até 8 efetuadas, 8 recebidas e 8 não atendidas); Protetores de tela e mensagens de boas-vindas;Tamanho de fonte dinâmico.

Há 2 horas O Assunto Wagner nega irregularidades e diz que seguirá na liderança do governoHá 2 horasDosimetriaGonet diz ao STF ser contra suspender lei que permite reduzir pena de Bolsonaro

Há 9 horas Política Polícia do DF pede a Moraes para ouvir Bolsonaro sobre armaHá 9 horasEUA chamam condenação de Eduardo de ‘manipulação jurídica’Há 9 horas’Abin paralela’: PGR defende que investigação saia do STF Há 9 horas’Prova nuclear’O que há nos celulares que levaram Deolane e Marcola a virar réus

Há 3 horas São Paulo Deolane planejava lavar dinheiro do PCC em Dubai, aponta investigaçãoHá 3 horas🥶❄️🧥🧤🧦 Inverno começa no domingo: estação será de frio e chuva acima da média

Há 4 horas Meio Ambiente Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 42 milhões; veja o resultado

Há 19 minutos Política ‘Afetando a execução dos planos’Seleção do Irã diz que fará reclamação à Fifa por restrições na Copa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quais são e quanto custam as chuteiras dos jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 03:46

Guia de Compras Lazer | Esporte Quais são e quanto custam as chuteiras dos jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026? Preços vão de R$ 800 a R$ 2.500, mas se você quiser escolher uma cor diferente do rosa, vai ser difícil encontrar. Por Henrique Martin, g1

Danilo, da seleção brasileira, chuta bola em disputa com Azzedine Ounahi, do Marrocos, no jogo de 13 de junho pela Copa do Mundo — Foto: Caean Couto/Reuters

As chuteiras (cor de rosa) podem ser o item mais caro da lista de quem quer montar um uniforme completo de jogador brasileiro na Copa do Mundo de 2026.

Os modelos mais baratos encontrados nas lojas da internet no final de maio saíam a partir de R$ 800 e chegavam até R$ 2.500.

🇧🇷 Quer comprar melhor? Receba testes e dicas do Guia de Compras no seu e-mail.Quanto custam as chuteiras dos grandes craques da Copa?

Jogadores da seleção brasileira em campo após o fim de Brasil x Marrocos no último sábado (13) — Foto: Jeenah Moon/Reuters

Quatro marcas dominam os pés dos jogadores da Seleção Brasileira de Futebol: Nike (11 jogadores), Adidas (8), Puma (4) e New Balance (1).

No levantamento feito pelo Guia de Compras com os fabricantes, apenas dois atletas estão sem patrocínio de chuteiras. Por fotos em redes sociais, deu para perceber que Ibañez usa produtos da Adidas, e Igor Thiago, da Nike.

Veja a seguir as chuteiras usadas pelos convocados e alguns dos modelos disponíveis nas lojas on-line.

Vale ressaltar que as chuteiras da Adidas para a Copa do Mundo fazem parte de uma nova linha chamada "Road to Glory", anunciada no início do torneio, e que ainda está chegando às lojas.

Chuteira Adidas da linha "Road to Glory" especial para a Copa do Mundo 2026 — Foto: Divulgação

Os modelos são os mesmos que os já disponíveis nas lojas da internet, só que em edição especial.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. 

Há 6 anos São Paulo São PauloMais de 50 PMs são presos por ameaça e lesão corporal em 3 anos em SP

Há 6 anos Economia 19 de fevereiro, quarta-feiraO que você precisa saber para começar o dia bem-informado

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pentágono teria comunicado que precisa de US$ 80 bilhões para cobrir custos da guerra contra o Irã, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 01:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

A ação militar dos EUA e de Israel causou destruição no Irã desde o início da guerra, em fevereiro — Foto: GETTY IMAGES

O Pentágono precisa de US$ 80 bilhões para cobrir os custos da guerra contra o Irã, encerrada nesta semana após quase quatro meses de conflito, e outras despesas militares, segundo reportagem do Wall Street Journal. O valor teria sido informado pelo vice-secretário de Defesa dos EUA, Stephen Feinberg, a parlamentares norte-americanos. A quantia é quase três vezes superior à estimativa divulgada pelo Pentágono em maio, de US$ 29 bilhões.

🔎 Na quarta-feira (17), os presidentes Donald Trump e Masoud Pezeshkian assinaram o acordo de paz na guerra do Oriente Médio após quatro meses de conflito.

Os parlamentares norte-americanos estão preocupados com os custos da guerra iniciada em fevereiro e estariam pressionando o governo a apresentar o valor total, com detalhamento dos gastos. Há também a preocupação de que os militares teriam utilizado munições valiosas que seriam importantes para os EUA em outras operações.

Segundo o jornal, líderes do Pentágono já haviam comunicado que os recursos estavam se esgotando e que o país poderia ficar desassistido ainda neste verão (no Hemisfério Norte) caso o Congresso não aprovasse uma lei de gastos emergenciais para a guerra. O comunicado alertava que as Forças Armadas teriam que reduzir exercícios militares de treinamento e outras prioridades.

Nos últimos meses, os gastos militares aumentaram significativamente devido às diversas operações em que os EUA estão envolvidos, como a captura do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e os ataques a embarcações no oceano Pacífico, em uma operação contra o tráfico de drogas.

Ainda segundo a apuração do Wall Street Journal, um pedido suplementar de recursos, com fundos para o Pentágono e outras demandas da Defesa, pode ser enviado aos parlamentares nos próximos dias. O orçamento anual de 2026 do Pentágono é de US$ 1 trilhão, e qualquer ampliação precisaria ser aprovada pelo escritório de Gestão e Orçamento (OMB), órgão responsável por analisar gastos federais, antes de ir ao Congresso.

Para as fontes ouvidas pelo jornal, o Pentágono demonstrou confiança no plano que o vice-secretário de Defesa apresentado aos parlamentares com quem conversou nos últimos dias. Essas ligações teriam ocorrido paralelamente a reuniões entre o secretário de Defesa, Pete Hegseth, com senadores republicanos. Hegseth teria mencionado novos pedidos de financiamento.

Caso o governo realmente faça o pedido, deve enfrentar resistência, com alguns congressistas já declarando que votarão contra.

Há 6 horas Política PF apreende US$ 49 mil em espécie em endereço ligado ao senadorHá 6 horasPF apura se Vorcaro deu apartamento de R$ 2,5 milhões ao senadorHá 6 horasVice-líder do governo na Câmara defende saída de Wagner de liderança no Senado

Há 7 horas Política SADI: Aliados defendem que senador deixe o cargoHá 7 horasFlávio Bolsonaro chama de ‘alento’ ação da PF contra WagnerHá 7 horasDosimetriaGonet diz ao STF ser contra suspender lei que permite reduzir pena de Bolsonaro

Há 6 horas Política Polícia do DF pede a Moraes para ouvir Bolsonaro sobre armaHá 6 horasEUA chamam condenação de Eduardo de ‘manipulação jurídica’Há 6 horas’Abin paralela’: PGR defende que investigação saia do STF Há 6 horas’Prova nuclear’O que há nos celulares que levaram Deolane e Marcola a virar réus

Há 19 minutos São Paulo Deolane planejava lavar dinheiro do PCC em Dubai, aponta investigaçãoHá 19 minutos🥶❄️🧥🧤🧦 Inverno começa no domingo: estação será de frio e chuva acima da média

Há 1 hora Meio Ambiente Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 42 milhões; veja o resultado

Há 7 horas Mundo Guerra no Oriente MédioAcordo entre EUA e Irã ainda tem pontos sensíveis; veja quais são

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Financiamento mais barato para motoristas de app começa nesta sexta; veja como aumentar chances de aprovação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 00:47

Carros Financiamento mais barato para motoristas de app começa nesta sexta; veja como aumentar chances de aprovação Programa Move Aplicativos promete juros menores, mas bancos pedem documentação detalhada e comprovação de renda. Em alguns casos, a economia ao fim do contrato passa de R$ 20 mil. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A partir desta sexta-feira (19), motoristas cadastrados e que atendem aos critérios do programa Move Brasil Táxi e Aplicativos (Move Aplicativos) já podem procurar instituições financeiras para solicitar financiamento destinado à compra de um veículo zero km.

O Move Aplicativos promete juros menores para a aquisição de automóveis novos de até R$ 150 mil. Entre os requisitos, os motoristas de app precisam ter mais de 12 meses na plataforma e mais de 100 corridas nesse período para ter direito ao programa. (veja as regras aqui)

A iniciativa do governo direciona uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para incentivar financiamento a motoristas de aplicativo e taxistas. Apesar das condições facilitadas, os candidatos precisam passar por uma etapa crucial: o crivo dos bancos.

Como o financiamento depende da análise individual de risco de cada banco parceiro, o trabalhador autônomo precisa se preparar estrategicamente para não ter o crédito negado.

Para entender como motoristas e taxistas podem aumentar as chances de aprovação, o g1 consultou especialistas em planejamento financeiro. Também há simulações que mostram que o programa pode diminuir em alguns casos R$ 17 mil no custo total na compra de um carro novo.

O primeiro passo fundamental para conquistar a confiança das instituições parceiras é provar que você consegue arcar com o compromisso assumido.

Segundo Henrique Soares, planejador financeiro pela Planejar, a melhor forma é manter as contas em dia, evitar atrasos recorrentes e reduzir o nível geral de endividamento. E manter organizada a documentação de comprovação de renda é essencial.

“Ajuda a dar uma entrada maior para o veículo, porque isso reduz o valor financiado e, consequentemente, o risco para a instituição financeira", detalha o planejador.

Antes de solicitar formalmente o crédito, vale revisar eventuais pendências cadastrais e verificar a real situação do seu CPF nos órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa.

O score, segundo o especialista, funciona como um dos principais termômetros utilizados pelas instituições para mensurar o risco de inadimplência de cada consumidor.

Ele não deve ser encarado como o único critério da avaliação, mas tem um papel central ao ajudar o banco a entender todo o histórico financeiro daquele cliente.

🔎 De forma geral, quanto melhor for o seu histórico de pagamentos e menor for a incidência de atrasos, maiores tendem a ser as chances de aprovação da proposta e melhores podem ser as condições de taxas oferecidas.

O comprometimento da renda é um dos fatores mais analisados no processo de concessão de crédito, explica Soares.

O banco precisa avaliar detalhadamente se a parcela cabe no orçamento sem comprometer excessivamente a capacidade de subsistência e pagamento do cliente.

“No caso dos motoristas de aplicativo, esse cuidado é ainda mais importante porque a renda costuma variar ao longo dos meses”, diz Soares

Por isso, o especialista reforça que, mais importante do que saber qual o teto do valor máximo que pode ser financiado, é entender perfeitamente qual parcela pode ser paga de forma sustentável no longo prazo.

Por se tratar de um trabalho autônomo, não existe um contracheque ou holerite tradicional, mas isso não deve ser um impedimento para buscar o benefício do Move Brasil.

Os bancos já adotam como critério a análise da movimentação financeira de profissionais independentes. Para facilitar e agilizar a análise de crédito, reúna a seguinte documentação:

Declaração do Imposto de Renda;Extratos bancários recentes;Histórico completo de movimentação da conta corrente;Comprovantes e relatórios consolidados de recebimentos emitidos pelas plataformas de aplicativo.

Quanto mais organizada estiver essa documentação, mais fácil tende a ser a análise realizada pela mesa de crédito.

Se você já movimenta dinheiro ou possui conta em uma instituição financeira específica, começar a busca por ela pode facilitar bastante a aprovação.

Ter um relacionamento prévio ajuda porque a instituição já detém um histórico consolidado dos seus hábitos financeiros, diz o especialista.

“Quando o banco consegue visualizar entrada de renda, comportamento de pagamento e relacionamento ao longo do tempo, a análise tende a ser mais completa”, explica.

🔎 Isso não é garantia automática de aprovação, mas contribui diretamente para uma avaliação mais precisa e justa do perfil de crédito do motorista.

Muitas das negativas de crédito acontecem por falhas recorrentes que poderiam ser sanadas na fase de planejamento.

Renda declarada incompatível com o valor solicitado para o veículo;Excesso de endividamento e outras linhas de crédito simultâneas;Histórico recente de contas atrasadas ou restrições cadastrais ativas;Falta de documentação adequada e comprovações inconsistentes.

Outro deslize muito frequente apontado pelo planejador é escolher modelos de veículos com parcelas muito próximas do limite máximo do próprio orçamento mensal.

"O ideal é buscar um financiamento que caiba com folga no orçamento, considerando não apenas a parcela, mas também custos como combustível, seguro, manutenção e até períodos de menor faturamento. ", ressalta Soares.

Para quem pretende solicitar o financiamento do Move Brasil, a preparação ideal deve começar bem antes do envio do pedido formal.

A recomendação prática do planejador financeiro é organizar rigorosamente os documentos, reduzir ao máximo as dívidas existentes, regularizar pendências no CPF e focar na construção de uma reserva financeira.

Isso servirá tanto para aumentar o valor de entrada do veículo quanto para protegar o motorista contra imprevistos de manutenção.

“Também é importante acompanhar a própria renda ao longo dos meses para entender qual parcela realmente cabe no orçamento”, aconselha.

Segundo Soares, o financiamento facilitado é uma ferramenta importante para a aquisição de um veículo de trabalho, mas a aprovação do crédito é apenas o passo inicial.

"A taxa do programa, entre 11,5% e 12,6% ao ano, é menos da metade da taxa média de mercado para aquisição de veículos para pessoa física", explica Carlos Castro, planejador financeiro CFP pela Planejar.

Na prática, segundo o especialista, essa vantagem permite que, em um financiamento de 48 parcelas com 50% de entrada, a economia em juros pagos possa ultrapassar R$ 17 mil para um carro com preço de R$ 150 mil.

🔎 Embora o programa ofereça facilidades, é preciso atenção aos detalhes contratuais. "A carência de 6 meses ajuda o caixa do motorista no início, mas os juros incidem sobre o saldo devedor nesse período”, diz Castro

Por fim, a estratégia de poupança continua sendo o melhor caminho para quem quer economizar de verdade.

Mesmo com taxa subsidiada, dar a maior entrada possível continua sendo a regra. “O juro, ainda que menor, é composto e incide sobre todo o saldo devedor", explica.

🔎 A lógica financeira, segundo Castro, é simples e implacável: reduzir o principal sempre reduz o custo total da operação para o motorista.

Veja abaixo a simulação de financiamento de um Volkswagen Virtus 170 TSI; a economia no final em juros é de mais de R$ 20 mil. Vale lembrar que o programa prevê taxas de juros diferentes para homens e mulheres:

O consumidor tem direito a ter todas as informações claras no momento de adquirir um financiamento.

O g1 já mostrou quais são as obrigações dos vendedores ao apresentar um financiamento, quais são os direitos do consumidor e como calcular o custo real de um empréstimo para evitar um mau negócio na compra de um carro.

O consumidor tem direito à informação adequada e clara sobre todos os elementos relevantes da contratação, especialmente preço, encargos, juros, custo efetivo total e consequências econômicas do negócio”, explica Jefferson Leão, advogado da Poliszezuk Advogados.

🔎 O chamado custo efetivo total (CET) representa o valor real de um financiamento. Ele inclui juros, tarifas, impostos e quaisquer outras despesas da operação.

Segundo Leão, omitir informações durante a negociação verbal e apresentá-las apenas no contrato, de forma a confundir o consumidor, é uma prática vedada pela lei. Assim, é necessário que todos os custos e informações estejam claros, tanto na conversa quanto na documentação.

Há 4 horas Política PF apreende US$ 49 mil em espécie em endereço ligado ao senadorHá 4 horasPF apura se Vorcaro deu apartamento de R$ 2,5 milhões ao senadorHá 4 horasVice-líder do governo na Câmara defende saída de Wagner de liderança no Senado

Há 6 horas Política SADI: Aliados defendem que senador deixe o cargoHá 6 horasFlávio Bolsonaro chama de ‘alento’ ação da PF contra WagnerHá 6 horasDosimetriaGonet diz ao STF ser contra suspender lei que permite reduzir pena de Bolsonaro

Há 5 horas Política Polícia do DF pede a Moraes para ouvir Bolsonaro sobre armaHá 5 horasEUA chamam condenação de Eduardo de ‘manipulação jurídica’Há 5 horas’Abin paralela’: PGR defende que investigação saia do STF Há 5 horasExpansão de atuaçãoDeolane planejava lavar dinheiro do PCC em Dubai, aponta investigação

Há 6 horas São Paulo MP recusou Acordo de Não Persecução Penal em ação; entendaHá 6 horasLoterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 42 milhões; veja o resultado

Há 6 horas Mundo Guerra no Oriente MédioAcordo entre EUA e Irã ainda tem pontos sensíveis; veja quais são

Há 8 minutos Mundo Trump diz que EUA não pagarão US$ 300 bilhões por reconstrução do IrãHá 8 minutosBrasil celebra acordo entre EUA e Irã, mas cobra cumprimento dos termosHá 8 minutosVÍDEO: Trump se atrapalha com laço ao conceder medalha a veterano de guerra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa do Mundo 2026: avaliado em quase R$ 1 bilhão, Vini Jr. vale mais que duas seleções do Haiti; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 00:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

Vini Jr. em uma partida da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 — Foto: Reprodução/Instagram

A seleção brasileira entra em campo nesta sexta-feira (19) contra o Haiti pela segunda rodada da Copa do Mundo de 2026. Para além da diferença técnica, já que o Brasil é uma equipe recheada de jogadores que atuam em grandes equipes, uma outra disparidade chama a atenção: a diferença extrema de valor entre as equipes.

Segundo o Transfermarket — site especializado em valores de mercado no futebol —, a modesta seleção haitiana vale, na soma de todos os 26 jogadores, 55,95 milhões de euros (cerca de R$ 330 milhões, na cotação atual).

Seu jogador mais valioso é Wilson Isidor, centroavante do Sunderland, que está avaliado em 18 milhões de euros (R$ 106 milhões).

Ao todo, a equipe de Carlo Ancelotti vale 928,20 milhões de euros (aproximadamente R$ 5,47 bilhões) — ainda assim ficando apenas na sexta colocação entre as seleções mais valiosas deste Mundial.

O brasileiro com o maior valor de mercado é Vini Jr., avaliado sozinho em 140 milhões de euros (R$ 825 milhões). Em outras palavras, seriam necessárias ao menos três seleções do Haiti para superar o valor do camisa 7 da Seleção Brasileira.

Resta saber, na partida desta noite, se a diferença entre as equipes ficará restrita às cifras ou se o Brasil fará valer sua superioridade em campo para conquistar a primeira vitória nesta Copa do Mundo.

Lamine Yamal (Espanha) — € 200 milhões (R$ 1,18 bilhão)Erling Haaland (Noruega) — € 200 milhões (R$ 1,18 bilhão)Kylian Mbappé (França) — € 180 milhões (R$ 1,062 bilhão)Pedri (Espanha) — € 150 milhões (R$ 885 milhões)Michael Olise (França) — € 150 milhões (R$ 885 milhões)Vitinha (Portugal) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)João Neves (Portugal) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)Vinicius Junior (Brasil) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)Jude Bellingham (Inglaterra) — € 130 milhões (R$ 767 milhões)Declan Rice (Inglaterra) — € 120 milhões (R$ 708 milhões)

Há 5 horas Política PF apreende US$ 49 mil em espécie em endereço ligado ao senadorHá 5 horasPF apura se Vorcaro deu apartamento de R$ 2,5 milhões ao senadorHá 5 horasVice-líder do governo na Câmara defende saída de Wagner de liderança no Senado

Há 6 horas Política SADI: Aliados defendem que senador deixe o cargoHá 6 horasFlávio Bolsonaro chama de ‘alento’ ação da PF contra WagnerHá 6 horasDosimetriaGonet diz ao STF ser contra suspender lei que permite reduzir pena de Bolsonaro

Há 5 horas Política Polícia do DF pede a Moraes para ouvir Bolsonaro sobre armaHá 5 horasEUA chamam condenação de Eduardo de ‘manipulação jurídica’Há 5 horas’Abin paralela’: PGR defende que investigação saia do STF Há 5 horasExpansão de atuaçãoDeolane planejava lavar dinheiro do PCC em Dubai, aponta investigação

Há 6 horas São Paulo MP recusou Acordo de Não Persecução Penal em ação; entendaHá 6 horas🥶❄️🧥🧤🧦 Inverno começa no domingo: estação será de frio e chuva acima da média

Há 4 minutos Meio Ambiente Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 42 milhões; veja o resultado

Há 6 horas Mundo Guerra no Oriente MédioAcordo entre EUA e Irã ainda tem pontos sensíveis; veja quais são

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PIX por aproximação deixa de ter limite diário de R$500; veja como pagar com essa modalidade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/06/2026 00:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1741,3%Dólar TurismoR$ 5,3821,53%Euro ComercialR$ 5,9270,97%Euro TurismoR$ 6,1811,01%B3Ibovespa168.278 pts-0,1%Oferecido por

Uma instrução normativa do Banco Central (BC) eliminou o limite diário de R$ 500 para transações realizadas por meio do PIX por aproximação. Com a mudança, os usuários poderão solicitar aumento ou a redução do limite para essa modalidade. A nova regra entra em vigor em 1º de outubro de 2026.

📲 Lançado em 2025, o Pix por aproximação permite que usuários façam pagamentos apenas aproximando o celular ou relógio digital da maquininha de pagamento, de forma semelhante ao funcionamento dos cartões de crédito e débito por aproximação.

A solução funciona em dispositivos com a tecnologia NFC por meio das carteiras digitais que aderiram à modalidade de pagamento.

🤳 Atualmente, a funcionalidade está disponível em dispositivos Android, com o Google Pay e Samsung Wallet, por exemplo.

Os iPhones não oferecem o recurso porque a Apple ainda não permite que aplicativos de carteira digital atuem como Iniciadores de Transação de Pagamento (ITPs), exigência necessária para a operação da modalidade.

Para ativar o Pix por aproximação em uma carteira digital, é necessário vincular a conta a essa carteira, parecido com o que se faz com os cartões de pagamento.

Celulares Android habilitam PIX por aproximação; saiba como aderir à nova funcionalidade — Foto: Reprodução/TV Globo

No momento da vinculação da conta, o usuário é automaticamente direcionado para a instituição onde possui conta para confirmar essa autorização. A vinculação acontece apenas uma vez.

Após a vinculação da sua conta, no momento do pagamento, basta optar pelo pagamento por Pix, aproximar o celular, revisar se as informações do pagamento estão corretas e confirmar.

Essa modalidade torna os pagamentos mais simples e rápidos, eliminando a necessidade de escanear QR Codes ou inserir informações manuais.

O PIX, em suas diversas modalidades, é um sucesso no país. Só no ano passado registrou R$ 35,36 trilhões em transferências.

Além do amplo e generalizado uso pela população brasileira, a plataforma foi responsável pela inclusão de milhões de pessoas no sistema financeiro.

O sistema também estimulou a economia, principalmente em pequenos negócios, seja presenciais ou digitais, que antes tinham mais dificuldades em receber os pagamentos por seus produtos e serviços.

Em novembro de 2025, quando o PIX fez aniversário de cinco anos, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, Renato Gomes, comentou que o país estava próximo, naquele momento, de ter toda a população adulta utilizando a ferramenta.

A expansão e enorme aceitação do PIX no mercado de pagamentos do Brasil tem irritado os Estados Unidos, pois o meio de pagamento tira mercado de empresas como Mastercard e Visa, que operam no mercado de cartões de crédito e débito.

Segundo o governo americano, o BC atua simultaneamente como regulador e operador do sistema, o que favoreceria o PIX e limitaria a atuação de concorrentes.

As críticas fazem parte da justificativa para a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após uma investigação comercial do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) contra práticas abusivas. Segundo o órgão, o governo brasileiro adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos.

Quando a investigação foi aberta, em julho de 2025, o PIX não era citado diretamente. O documento fazia referência a "serviços de comércio digital e pagamento eletrônico", incluindo aqueles oferecidos pelo Estado brasileiro. Na prática, o PIX é o único sistema público com essa finalidade.

"O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o USTR.

Em abril deste ano, um relatório divulgado pela Casa Branca voltou a citar o PIX como um sistema que, na avaliação do governo americano, prejudica empresas de cartões de crédito como Visa e Mastercard.

Até o momento, o Banco Central não respondeu publicamente às alegações do governo americano. O governo federal, por sua vez, já saiu em defesa do PIX nas redes sociais.

Para especialistas ouvidos pelo g1, aspectos como o embate com as big techs e a concorrência com bandeiras de cartões de crédito americanas ajudariam a explicar a ofensiva dos EUA contra o PIX. Eles dizem que não há, porém, razões consistentes para questionar o serviço de pagamento.

Na verdade, o sucesso do PIX e seu papel como vitrine para o Brasil estariam sendo vistos como uma “ameaça” ao setor nos EUA. Os receios de Trump, afirmam, também estariam ligados ao avanço do PIX Internacional e às discussões do Brics sobre alternativas ao uso do dólar no comércio.

Há 5 horas Política PF apreende US$ 49 mil em espécie em endereço ligado ao senadorHá 5 horasPF apura se Vorcaro deu apartamento de R$ 2,5 milhões ao senadorHá 5 horasVice-líder do governo na Câmara defende saída de Wagner de liderança no Senado

Há 6 horas Política SADI: Aliados defendem que senador deixe o cargoHá 6 horasFlávio Bolsonaro chama de ‘alento’ ação da PF contra WagnerHá 6 horasDosimetriaGonet diz ao STF ser contra suspender lei que permite reduzir pena de Bolsonaro

Há 5 horas Política Polícia do DF pede a Moraes para ouvir Bolsonaro sobre armaHá 5 horasEUA chamam condenação de Eduardo de ‘manipulação jurídica’Há 5 horas’Abin paralela’: PGR defende que investigação saia do STF Há 5 horasExpansão de atuaçãoDeolane planejava lavar dinheiro do PCC em Dubai, aponta investigação

Há 6 horas São Paulo MP recusou Acordo de Não Persecução Penal em ação; entendaHá 6 horas🥶❄️🧥🧤🧦 Inverno começa no domingo: estação será de frio e chuva acima da média

Há 4 minutos Meio Ambiente Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 42 milhões; veja o resultado

Há 6 horas Mundo Guerra no Oriente MédioAcordo entre EUA e Irã ainda tem pontos sensíveis; veja quais são

0

PREVIOUS POSTSPage 1 of 225NO NEW POSTS