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Conheça espécie de banana importada que produz frutos mais doces e cachos mais pesados no ES

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 04:54

Espírito Santo Agronegócios Conheça espécie de banana importada que produz frutos mais doces e cachos mais pesados no ES Mudas nativas da Jamaica foram pesquisadas por mais de 20 anos até se adaptarem ao Brasil. Bananeiras têm folhas limpas, saudáveis, não precisam de agrotóxico e têm troncos mais grossos. Por André Afonso, g1 ES e TV Gazeta

Espécie de banana Ambrosia, do tipo nanica, surgiu na Jamaica e agora promete alavancar a produção do Espírito Santo.

Bananeiras têm folhas limpas, saudáveis, não precisam de agrotóxico, dão frutos mais doces e produzem cachos mais pesados.

As mudas deste novo tipo de banana começaram a ser distribuídas recentemente aos produtores capixabas após mais de 20 anos de pesquisa.

Os resultados foram animadores e mostraram uma boa adaptação da espécie em vários tipos de ambiente.

Outra vantagem da banana Ambrosia é o tronco mais grosso, que promete facilitar o manejo nas lavouras.

Bananeiras com folhas limpas, saudáveis, que não precisam de agrotóxico, dão frutos mais doces e produzem cachos mais pesados.🍌 Isto é o que garante a espécie Ambrosia, do tipo nanica, que surgiu na Jamaica e agora promete alavancar a produção do Espírito Santo.

Resistentes a doenças e pragas e adaptáveis a diferentes ambientes e climas, as mudas deste novo tipo de banana começaram a ser distribuídas recentemente aos produtores capixabas após mais de 20 anos de pesquisa.

O agricultor Álvaro Gottardo se surpreendeu com os resultados: "Eu plantei, não pus nada, só fiz análise de solo. Depois, eu pus calcário e um adubo. Não queimou nada, nem uma folha, não tem nada queimado. E dá um produto bom, um cacho bem grande."

Bananeiras da espécia Ambrosia dão frutos mais doces e produzem cachos mais pesados no Espírito Santo. — Foto: Divulgação/Incaper

Os estudos sobre a planta foram conduzidos em Alfredo Chaves, Sul do estado, pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). O objetivo era observar o desenvolvimento da planta no Brasil, além do Espírito Santo, na Bahia, em São Paulo e na Amazônia.

Os resultados foram animadores e mostraram uma boa adaptação da espécie em vários tipos de ambiente, como explica José Ventura, pesquisador do Incaper.

"Essa é uma planta que tolera seca e tolera encharcamento. Há uns anos, logo depois da pandemia, nós tivemos enchentes e ela ficou alagada. A planta suportou o encharcamento e, depois do encharcamento, ela teve uma excelente recuperação. As outras bananas do tipo nanica não conseguiram."

Outra vantagem da banana Ambrosia, segundo o especialista, é o tronco mais grosso, que promete facilitar o manejo nas lavouras. A característica dispensa a necessidade de escoramento e é mais resistente à broca.

Fruta mais doceCacho mais pesadoTronco mais grossoResistência a doenças e pragasDispensa o uso de agrotóxico

Espécie de banana Ambrosia, do tipo nanica, surgiu na Jamaica e promete alavancar a produção do Espírito Santo — Foto: Reprodução/TV Gazeta

O berço dos estudos foi a lavoura experimental do Incaper, um Banco Ativo de Germoplasmas (BAG), que atualmente conta com 26 espécies de bananas de todo o mundo. O espaço funciona como um acervo, em que cada tipo de planta é estudado por anos.

É só após décadas de pesquisa, quando as vantagens de cultivar uma espécie de banana se comprovam, que as mudas são apresentadas aos produtores. Desde 1976, quando o BAG foi criado, cinco variedades foram recomendadas pelo Incaper. A Ambrosia é a sexta, e a primeira do tipo nanica.

O Espírito Santo produz mais de 400 mil toneladas de banana por ano em 76 municípios, sendo que a banana-prata é responsável por 75% da produção, seguida pela banana-da-terra, e a nanica, em terceiro lugar.

A cidade de Alfredo Chaves, onde a Ambrosia foi estudada, disputa com Itaguaçu, no Noroeste capixaba, o título de maior produtor estadual da fruta.

Bananeiras da espécia Ambrosia dão frutos mais doces e produzem cachos mais pesados no Espírito Santo. — Foto: Divulgação/Incaper

O município é conhecido, inclusive, por realizar anualmente a Festa da Banana e do Leite há mais de 50 anos. A comemoração serve para celebrar a fruta que salvou os agricultores da cidade na década de 1960, quando a cafeicultura entrou em crise no país.

Com o cultivo Ambrosia, a expectativa é que a produção capixaba de banana cresça ainda mais. O Incaper já distribuiu 1.200 mudas da planta para produtores de todo o estado e vai continuar auxiliando os interessados nos laboratórios particulares.

Espécie de banana Ambrosia, do tipo nanica, surgiu na Jamaica e promete alavancar a produção do Espírito Santo — Foto: Reprodução/TV Gazeta

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O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 03/05/2026 03:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões Empreendedor trocou a rotina corporativa pelo mar, investiu R$ 15 mil e apostou na qualidade das ostras para crescer no mercado gastronômico. Por PEGN

O início exigiu coragem e planejamento. Com cerca de R$ 15 mil, ele deu os primeiros passos no cultivo de ostras.

O processo produtivo é longo. As sementes, quase microscópicas, são compradas de laboratório e passam por diferentes fases de crescimento em estruturas no mar.

O Brasil tem um dos litorais mais ricos do mundo e, para alguns empreendedores, isso significa oportunidade de negócio.

Em Santa Catarina, responsável por 98% da produção nacional de ostras e mexilhões, um ex-profissional de recursos humanos decidiu trocar o escritório pelo mar e construir uma empresa que hoje fatura milhões.

A história começa no distrito de Caieiras da Barra do Sul, em Florianópolis, onde Vinícius Ramos criou uma fazenda marinha. “Somos fazendeiros do mar”, resume. Na prática, o processo se assemelha ao da agricultura: ele compra sementes de ostras, cultiva no mar e faz a colheita meses depois.

Antes de empreender, Vinícius trabalhava com folha de pagamento de milhares de funcionários — uma rotina intensa que o fez repensar a carreira. O desejo de ter mais qualidade de vida e morar perto da praia foi o ponto de virada.

“Como juntar o útil ao agradável?”, questionou na época. A resposta veio do próprio território onde escolheu viver.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

O início exigiu coragem e planejamento. Com cerca de R$ 15 mil — valor obtido após vender o carro e usar a rescisão —, ele deu os primeiros passos no cultivo de ostras. A experiência anterior com gestão ajudou: planilhas, controle de custos e busca por capacitação fizeram parte da base do negócio.

O processo produtivo é longo. As sementes, quase microscópicas, são compradas de laboratório e passam por diferentes fases de crescimento em estruturas no mar. Em cerca de nove meses, as ostras atingem o tamanho ideal para comercialização.

Um dos principais trunfos da empresa é o chamado “marroir” — conceito inspirado no terroir do vinho, que relaciona o ambiente de cultivo às características do produto.

Na região onde Vinícius atua, fatores como alta salinidade, águas profundas e proximidade com o mar aberto contribuem para o sabor das ostras. “A gente consegue sentir o cheiro da nossa ostra à distância”, diz.

Essa identidade ajudou a posicionar o produto no mercado gastronômico. Hoje, a dúzia é vendida por cerca de R$ 25 e abastece principalmente restaurantes, além de alguns consumidores finais.

O crescimento ganhou força com uma aposta direta: degustação. Vinícius passou a frequentar encontros de donos de restaurantes e oferecer ostras gratuitamente. A estratégia abriu portas e criou relacionamento com clientes.

“Ali eu tinha um canal aberto com o cliente”, afirma. O resultado veio rápido. Em 2025, o negócio alcançou faturamento médio de R$ 3,6 milhões.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

Além de vender para restaurantes, o empreendedor ampliou o alcance do negócio. As ostras são enviadas para diferentes estados do país, com logística que mantém o produto vivo por até cinco dias em temperatura controlada. Já houve entregas até Jericoacoara (CE).

Mais recentemente, ele diversificou a operação com turismo. A fazenda marinha passou a oferecer visitas guiadas, que mostram todas as etapas do cultivo e terminam com degustação no mar. O passeio custa cerca de R$ 750 por grupo.

Para Vinícius, o sucesso financeiro veio junto de algo maior: qualidade de vida. “Se der dinheiro, que bom. Mas estar feliz com o que está fazendo é a receita perfeita”, resume.

A trajetória mostra como identificar oportunidades locais, apostar em diferenciação e construir relacionamento com clientes pode transformar uma ideia simples em um negócio lucrativo — e com vista privilegiada.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rodovia Baldicero Filomeno, 20.622 – Ribeirão da ilha – Florianópolis/SC – CEP : 88.064-002📞Telefone: (48) 9961-5050📧 E-mail: adm@paraisodasostras.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/paraiso.dasostras

📍 Endereço: Rua fidlga, 314 – Vila Madalena – São Paulo/SP – CEP: 05432-000📞Telefone/WhatsApp: (11) 3819-6282📸 Instagram: https://www.instagram.com/restaurantecais/

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DF enfrenta risco fiscal e precisa de ajuste imediato e reformas estruturais, avaliam especialistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 03:38

Distrito Federal DF enfrenta risco fiscal e precisa de ajuste imediato e reformas estruturais, avaliam especialistas Com déficit projetado de até R$ 4 bilhões até o final de 2026, avaliação aponta necessidade de ajustes rigorosos no curto prazo e mudanças estruturais a partir de 2027. Por Ygor Wolf, g1 DF — Brasília

O governo do Distrito Federal enfrenta um cenário fiscal delicado, com projeção de déficit que pode alcançar até R$ 4 bilhões até o fim de 2026.

Para especialistas, o quadro exige medidas urgentes de contenção de gastos neste ano e reformas estruturais no médio prazo para evitar o agravamento da crise.

Especialistas defendem que o governo priorize o cumprimento rigoroso das medidas já anunciadas. O ajuste fiscal em 2026 deve avançar com corte de despesas e revisão de contratos para reduzir gastos.

O governo do Distrito Federal enfrenta um cenário fiscal delicado, com uma projeção de déficit que pode alcançar até R$ 4 bilhões até o fim de 2026.

Para especialistas ouvidos pelo g1, o quadro exige medidas urgentes de contenção de gastos neste ano e reformas estruturais no médio prazo para evitar o agravamento da crise.

Segundo o professor de economia do Ibmec Brasília Renan Silva, a prioridade imediata deveria ser o cumprimento rigoroso das medidas já anunciadas pelo governo.

Entre elas, o decreto assinado na última semana que determina a renegociação de contratos com redução de até 25% nas despesas.

Além disso, o especialista destaca a importância do controle mensal do orçamento. “É vital que cada órgão respeite a liberação de apenas 1/12 do orçamento por mês para evitar descasamento financeiro”, afirma.

Na mesma linha, o economista César Bergo avalia que o ajuste ainda em 2026 precisaria avançar em três frentes principais, com foco direto na redução de gastos:

Corte de despesas administrativas: com enxugamento da máquina pública, revisão de gastos com pessoal e redução de despesas não essenciais, como eventos e patrocínios.Controle de contratos e terceirizações: reavaliar contratações e contratos, sem comprometer áreas prioritárias como saúde, educação e segurança.Revisão e renegociação de contratos: governo deveria renegociar valores, suspender serviços não iniciados e adiar despesas para melhorar o equilíbrio fiscal ainda neste ano.

“Há margem para economia, e esse esforço precisa ser feito ainda neste ano”, avalia o economista.

Para o médio prazo, já a partir do próximo mandato à frente do Palácio do Buriti, Renan Silva avalia que o DF precisará de reformas estruturais para melhorar o caixa.

"Na minha opinião, o foco deve estar na consolidação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) que já está em debate, priorizando a eficiência do gasto através da participação popular e da redução da dependência de créditos extraordinários", diz.

"Vale ressaltar que o orçamento total de R$ 74,4 bilhões para 2026 oferece uma base sólida. Na contrabalança, o fato de 64,6% desse montante estar comprometido com pessoal limita drasticamente o espaço para manobra", indica o professor.

Esse cenário restringe a capacidade do governo de ampliar investimentos ou reagir a crises, tornando as decisões fiscais mais complexas.

Mesmo com medidas já em curso, o economista afirma que o cenário mais provável ainda é preocupante.

Sem novas reformas estruturais, o DF pode enfrentar atrasos em pagamentos a fornecedores e até risco de insolvência – em bom português, risco de dar calote.

A avaliação leva em consideração a baixa disponibilidade de caixa do governo local, que já figura entre as piores do país.

Na avaliação de Bergo, a reorganização fiscal também dependerá de mudanças institucionais. Ele destaca a importância de uma atuação mais criteriosa da Câmara Legislativa na aprovação de projetos, com exigência de retorno econômico ou social das propostas.

O economista defende ainda maior participação da sociedade na elaboração do orçamento. Segundo ele, o tamanho da estrutura administrativa do DF é elevado e precisa ser reavaliado.

Ainda de acordo com Cesar Bergo, o DF não deve conseguir pagar todas as despesas contratadas para 2026. O que sobrar deve ser empurrado para o ano seguinte, na forma de "restos a pagar" – o que pressiona, desde já, as contas de 2027.

Para o economista, aconteça o que acontecer nas eleições de outubro, 2027 tende a ser um ano desafiador para a economia do DF – reflexo desse acúmulo de problemas fiscais.

O cenário atual não surgiu de forma repentina. Um estudo do ObservaDF, ligado à Universidade de Brasília (UnB), mostra que a fragilidade das contas públicas do DF remonta a 2015 e vem sendo agravada ao longo dos anos.

Segundo o levantamento, o principal problema não é o nível de endividamento, mas o fluxo de caixa.

O governo consome praticamente toda a receita arrecadada, sem formar reservas para investimentos ou para enfrentar crises.

Essa característica estrutural limita a capacidade de reação do DF diante de choques econômicos e ajuda a explicar por que o orçamento segue pressionado mesmo em períodos de maior arrecadação.

Além disso, o estudo aponta que a situação foi agravada pela crise envolvendo o Banco de Brasília (BRB), que pode gerar impacto fiscal bilionário e aumentar ainda mais a pressão sobre os cofres públicos.

Outro dado relevante é a baixa disponibilidade de caixa, que colocou o DF entre os piores resultados do país nesse indicador. Isso significa que o governo tem pouca margem para honrar compromissos e investir, especialmente em momentos de instabilidade.

Sem mudanças mais profundas na estrutura do orçamento — especialmente na rigidez das despesas obrigatórias — especialistas avaliam que a pressão fiscal tende a se transferir para os próximos governos.

No diagnóstico geral, o ajuste atual pode evitar um agravamento imediato da crise, mas não será suficiente para resolver o problema de forma definitiva.

A combinação de receitas voláteis, gastos rígidos e falta de reserva financeira mantém o DF em situação de vulnerabilidade, exigindo planejamento de longo prazo e reformas estruturais consistentes.

O estudo da UnB teve como objetivo objetivo analisar a situação fiscal do Governo do Distrito Federal (GDF) no período de 2015 a 2024, abrangendo as administrações conduzidas pelos governadores Rodrigo Rollemberg (2015–2018) e Ibaneis Rocha (2019–2024).

Durante o governo Rollemberg, o Distrito Federal enfrentou uma crise fiscal. Em 2015, o GDF identificou um déficit de R$ 6,5 bilhões para cobrir as despesas.

Isso levou o DF a atrasar salários, negar reajustes e cortar investimentos. As despesas superaram a arrecadação, resultando em um déficit de cerca de R$ 2,5 bilhões nas contas públicas do DF – isso, só no primeiro ano.

À época, o governo afirmou que as dívidas eram da gestão anterior, do governador Agnelo Queiroz (PT), que havia gasto mais e empenhado despesas sem ter os recursos necessários.

De acordo com o estudo, em 2024, o DF registrou o quarto pior resultado do país em disponibilidade de caixa líquida entre os estados, evidenciando a dificuldade de manter reservas financeiras para honrar compromissos e enfrentar imprevistos.

O documento afirma que a situação se agravou em 2026, último ano de mandato de Ibaneis Rocha (MDB), com sinais claros de "pressão sobre o caixa".

Logo no começo do ano, o governo publicou decreto que criou limite mensal para gastos públicos. Na última semana, a governadora Celina Leão editou novo decreto determinando corte em contratos.

Embora a capital apresente um baixo nível de endividamento, o estudo revelou que quase toda a sua receita é consumida por despesas correntes, resultando em uma classificação negativa de sua capacidade de pagamento (Capag).

🔎Conforme noticiado pelo g1, o DF está com nota baixa em Capacidade de Pagamento (Capag), um indicador usado pelo Tesouro Nacional para avaliar a saúde financeira de estados, municípios e da capital federal, e não poderá usar a União como garantidora de um eventual empréstimo.

O relatório enfatiza ainda que esse choque fiscal é particularmente grave porque o DF já apresenta uma fragilidade fiscal de fluxo.

Na prática, isso significa que a capital federal não tem margem financeira para absorver um impacto patrimonial da magnitude que o BRB pode representar.

As estimativas ainda estão sendo concluídas, mas apontam um possível rombo de até R$ 13 billhões.

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Mega-Sena, concurso 3.003: veja os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.003: veja os números sorteados Veja os números sorteados: 55 – 37 – 08 – 47 – 27 – 24 Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.003 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (2), em São Paulo. A Mega de hoje pode pagar R$ 3.199.851,70.

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 16:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.003 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3,5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (2), em São Paulo.

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Agrishow: produtores que começaram a plantar lúpulo no quintal apostam em água ‘sabor cerveja’ no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 14:44

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow: produtores que começaram a plantar lúpulo no quintal apostam em água 'sabor cerveja' no interior de SP Lata de água com gás lupulada sem álcool foi uma das atrações da maior feira de tecnologia agrícola do país, em Ribeirão Preto. Casal descobriu bebida agradável ao paladar enquanto fazia testes para produzir sorvete. Por Beatriz Jacomini, g1 Ribeirão Preto e Franca

Casal de produtores de lúpulo de Araraquara (SP) descobriu água com gás sem álcool e com sabor de cerveja enquanto testavam receitas.

A bebida foi lançada na Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola que aconteceu esta semana em Ribeirão Preto (SP).

Luciana Pereira e Isidro Pontes começaram a produzir lúpulo de forma experimental há quatro anos, no quintal da chácara em que moram no interior de São Paulo.

Após degustações bem sucedidas em 2025, o casal decidiu lançar a bebida enlatada com a aposta de alcançar público preocupado com saúde e bem-estar.

Uma água com gás sem álcool e com sabor de cerveja foi uma das atrações da Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola que aconteceu esta semana em Ribeirão Preto (SP).

A bebida, lançada oficialmente no evento, foi descoberta por um acaso pelo casal de produtores de lúpulo Luciana Pereira e Isidro Pontes, de Araraquara (SP), enquanto testavam receitas com os cones de lúpulo para tentar fazer sorvete.

"Eu sabia que o lúpulo tinha em shampoo, perfume e outras coisas. Eu estava mirando em fazer sorvete e todos os dias eu chegava em casa, pegava o meu lúpulo e fazia receitas, até que cheguei em uma formulação perfeita da água saborizada", afirma Luciana.

O casal começou a produzir lúpulo de forma experimental há quatro anos, no quintal da chácara em que moram no interior de São Paulo, com a ajuda de um tio de Luciana, que é fitoterapeuta.

Aos poucos, com as dificuldades da cultura, geralmente inviável para as condições climáticas do Brasil, o conhecimento sobre o assunto foi aumentando.

"A gente estava quase desistindo. Foi quando um engenheiro agrônomo especialista nos ajudou e apoio, para continuarmos as pesquisas", diz Isidro.

Mas ter a plantação não era suficiente, e Luciana e Isidro começaram a buscar formas de escalar a produção para entrar no radar do mercado cervejeiro, não só para cervejeiros artesanais, mas também para grandes empresas.

Lançada na Agrishow, água 'sabor cerveja' é produzida a partir de produção experimental de lúpulo em Araraquara (SP). — Foto: Lúpulo Guarani/Redes sociais

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Com o tempo, o casal percebeu que, para competir com lúpulos importados, era necessário se atentar a questões fitossanitárias da planta, geralmente produzida em clima temperado, além de detalhes sobre o beneficiamento do produto final. Tanto que a maior parte utilizada pelas cervejarias brasileiras ainda é importada do hemisfério norte.

"A industrialização do lúpulo é extremamente delicada e de uma exigência química cirúrgica", diz Luciana.

Com a planta se desenvolvendo no quintal da chácara, Luciana e Isidro decidiram não ficar parados e começaram a buscar formas inovadoras de utilizar os pellets.

Até que, há um ano, durante alguns testes, descobriram que a matéria-prima que tinham nas mãos não só seria ótima para a produção de cervejas, como também de uma água saborizada fácil de beber – a chamada "drinkability" – que agrega todo o aroma e o frescor da plantação deles.

"O lúpulo utilizado para produzir esse lote vendido na feira foi colhido em março, ao contrário dos pallets importados que foram colhidos há dois ou três anos. A gente não briga com a indústria consagrada de importação da planta, com a água lupulada a gente quer entrar pra aprender", afirma Luciana.

Após degustações bem sucedidas em 2025, o casal decidiu lançar a bebida enlatada na Agrishow deste ano, com a aposta de alcançar um público ao mesmo tempo preocupado com saúde e bem-estar e apaixonado por cerveja. "É uma novidade que sai da mesmice do mercado", diz Isidro.

A produtora de lúpulo Luciana Pereira lançou água 'sabor cerveja' na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP0. — Foto: Matheus Vinicius

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O paradoxo da Noruega, país que ganha bilhões com aumento do petróleo mas o consome cada vez menos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 04:44

Mundo O paradoxo da Noruega, país que ganha bilhões com aumento do petróleo mas o consome cada vez menos O próspero país nórdico tem uma das redes de energia menos poluentes do mundo, mas ganha muito dinheiro com a exportação de combustíveis fósseis. Por BBC

A Noruega produz e exporta petróleo e gás, mas seu consumo interno é baseado principalmente na energia limpa. — Foto: GETTY IMAGES

As bicicletas são onipresentes nas suas cidades, 98% da sua eletricidade provém de fontes renováveis e nove em cada 10 carros novos vendidos em 2024 foram veículos elétricos.

A Noruega é também o país membro da Agência Internacional de Energia em que a eletricidade representa a maior proporção do consumo total de energia. E foi um dos primeiros a criar impostos sobre as emissões de carbono.

Mas, ao mesmo tempo, o país não deixa de aumentar sua produção de gás e petróleo e exportar massivamente os combustíveis fósseis contaminantes.

Esses recursos representam a maior fonte de receita do Estado norueguês e formam o pilar do famoso fundo soberano, o chamado "Fundo do Petróleo", que garante a solvência do generoso sistema de aposentadorias e bem-estar do país.

Essa contradição entre a descarbonização interna e seu papel como grande exportador global de combustíveis fósseis é conhecida como "paradoxo norueguês" e gera, há anos, um intenso debate político e social.

De um lado, grupos ambientalistas e jovens ativistas exigem compromissos concretos e um calendário para reduzir a atividade petrolífera. Do outro, o setor do petróleo e gás defende sua importância para a economia e as centenas de milhares de empregos gerados por ele.

A guerra no Oriente Médio e o aumento dos preços globais do petróleo e gás causado pelo bloqueio do estratégico Estreito de Ormuz geraram enormes e inesperados benefícios para a Noruega, mas também reabriram um dos seus debates internos mais incômodos.

"Para um ambientalista norueguês como eu, é claro que essa é uma situação vergonhosa", declarou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o presidente da associação ecologista Amigos da Terra Noruega, Truls Gulowsen.

A Noruega é um dos países mais desenvolvidos do mundo, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas. E o setor de energia é a sua principal fonte de riqueza.

As exportações do setor representam mais de 60% do total dos produtos vendidos para o exterior e somam mais de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O Estado mantém participação majoritária no conglomerado Equinor, o principal operador da plataforma continental norueguesa, e destina a maior parte dos seus benefícios ao fundo soberano.

No final de 2025, o fundo contava com ativos no valor estimado de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 9,4 trilhões), o equivalente a US$ 350 mil (R$ 1,7 milhão) por cidadão do país.

As exportações de petróleo e gás desempenham papel fundamental na economia da próspera Noruega — Foto: KRISTIAN HELGESEN/GETTY IMAGES

No contexto atual de 2026, as tensões no Oriente Médio indicam que esses números continuarão aumentando.

O Estado norueguês recebeu US$ 5 bilhões (cerca de R$ 24,7 bilhões) a mais desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. E a Bolsa de Valores da capital norueguesa, Oslo, bateu recordes graças às companhias locais do setor de energia.

O governo trabalhista tentou neutralizar a ideia de que o país que concede o Prêmio Nobel da Paz vem enriquecendo com os transtornos da guerra.

O ministro das Finanças norueguês e ex-secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, destacou que esse é um paradoxo, já que a Noruega "se beneficia mais da paz".

Mas, como afirmou a colunista da rede pública norueguesa de rádio e televisão NRK, Cecilie Langum Becker, "a dura realidade é que, quando o mundo está em chamas, o dinheiro flui para o nosso orçamento estatal".

Essa dinâmica já havia ficado clara em 2022, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia reduziu drasticamente as exportações de Moscou para a Europa. Desde então, a Noruega surgiu como o último fornecedor confiável de um continente assolado pela crise energética.

"Fornecemos, hoje, cerca de 30% do gás e 15% do petróleo que é consumido na Europa, para onde enviamos 90% das nossas exportações", explica à BBC a analista Thina Saltvedt, da empresa financeira Nordea.

O debate sobre as exportações de combustíveis fósseis está presente na Noruega há anos. — Foto: PAUL S. AMUNDSEN/GETTY IMAGES

Apesar das suas jazidas petrolíferas, a Noruega possui, há décadas, uma das infraestruturas mais limpas da Europa, graças à sua rede hidrelétrica.

Em 1991, o governo norueguês criou um imposto ao carbono, para promover a energia limpa. Em 2005, incentivos transformaram o país no líder mundial em carros elétricos. E, em 2017, o Parlamento da Noruega aprovou a Lei do Clima, para reduzir as emissões em 50% até 2030.

Os conflitos na Ucrânia e no Irã obrigaram até mesmo os partidos mais "verdes" a aceitar que o gás norueguês é um "mal necessário" para a segurança energética da Europa.

Para Gulowsen, a narrativa dominante, agora, é que a instabilidade global justifica a aposta nos hidrocarbonetos.

"Fala-se em abrir áreas em águas profundas do Ártico, que são ambientes vulneráveis onde não deveria haver exploração, em nenhuma hipótese."

O governo norueguês quer continuar desenvolvendo a indústria petrolífera e aprovou novas licenças de exploração. — Foto: CHRIS RATCLIFFE/GETTY IMAGES

O governo do primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, ofereceu recentemente 57 novas licenças de exploração.

"Continuaremos buscando mais petróleo para fornecer à Europa, prometeu Støre. Ele aposta no "desenvolvimento" da indústria, em vez de estabelecer "fases de saída".

Apesar da pressão dos setores mais jovens do seu partido, Støre não tem intenção de defender um calendário de abandono. Pelo contrário, ele aposta na zona menos explorada do país (o mar de Barents) para compensar a queda das jazidas atuais.

Frode Alfheim, do sindicato Industri Energi, relembrou à BBC News Mundo a importância social do setor.

"Estamos falando de mais de 200 mil postos de trabalho diretos", destaca ele. "Não é o momento de deixar a Europa sem fornecimento."

"Cada vez mais pessoas se dão conta de que há um pôr do sol no horizonte. Mas será doloroso."

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Governo alerta para impacto do envelhecimento da população sobre sistemas previdenciário e de saúde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 04:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

Idosos na fila para se vacinar contra a gripe, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O envelhecimento da população brasileira pressionará o sistema previdenciário brasileiro e, também, a área de saúde no futuro. Por outro lado, será possível gastar menos com educação.

🔎As informações constam no projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, enviado ao Congresso Nacional em abril deste ano.

De acordo com as estimativas do governo, o sistema previdenciário será fortemente afetado, com o déficit do INSS quadruplicando até 2100. Governo e especialistas apontam a necessidade de uma nova reforma da Previdência (veja mais abaixo).

O sistema de saúde, por sua vez, demandará recursos já nos próximos anos. A estimativa do governo é de que serão necessários mais R$ 121 bilhões até 2036. A lógica é que a população de maior idade "demanda proporcionalmente" mais serviços de saúde.

Ao mesmo tempo, o governo diz que o setor de educação poderá contar com R$ 30,2 bilhões a menos pelo fato de que o "tamanho da população jovem tem caído não apenas em termos relativos, mas também em termos absolutos".

"Nas próximas décadas, o Brasil passará por profunda modificação de sua estrutura etária, com aumento do número de idosos na população e redução do número de jovens. Tal transformação demográfica impõe desafios às políticas públicas, na medida em que influi diretamente sobre a demanda por diferentes formas de atuação estatal", diz o governo, na LDO.

O Sistema Único de Saúde (SUS) foi foi consolidado no texto da Constituição Federal de 1988, sendo que sua gestão é "solidária e participativa" entre os três entes da Federação: a União, os Estados e os municípios.

➡️Ao mesmo tempo em que oferece acesso universal à saúde no Brasil, o SUS enfrenta problemas de financiamento e, também, de acesso, ou seja, dificuldade na marcação de consultas e exames.

Estudo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, concluiu que o Brasil possui "crônico subfinanciamento" do Sistema Único de Saúde (SUS) na comparação com os países mais ricos — que formam a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Falta em consultas chegam a 57 mil no SUS em Piracicaba; vagas perdidas poderiam ter zerado fila, diz Saúde — Foto: Reprodução/EPTV

A educação pública, por sua vez, também funciona em regime de colaboração entre municípios, estados, Distrito Federal e a União (governo federal).

🔎Os municípios atuam principalmente na educação infantil e no ensino fundamental, sobretudo nos anos iniciais. Os estados se concentram mais nos últimos anos do ensino fundamental, e no ensino médio. E o governo federal fica, principalmente, com o ensino superior, além de coordenar as políticas e definir diretrizes.

Desde a aprovação do arcabouço fiscal, em 2023, as despesas de saúde e educação da União voltaram a estar atreladas à arrecadação federal (15% da receita líquida e as de educação, a 18%), com alta acima da inflação. Estados e municípios também têm um piso de aplicação de recursos nestas áreas.

No sistema previdenciário de repartição, usado no Brasil, as contribuições dos trabalhadores ativos são utilizadas para pagar os benefícios dos aposentados e pensionistas, sem a formação de um fundo individual para cada segurado.

Por isso, o governo avalia que o envelhecimento populacional vai gerar problemas maiores de financiamento nas próximas décadas, quando haverá menos trabalhadores na ativa para financiar um contingente maior de aposentados.

Para 2026, a previsão é de que o déficit do INSS atingirá 2,49% do PIB, ou R$ 338 bilhões;Para 2100, a expectativa é de que o rombo totalizará 10,41% do PIB, ou R$ 28,44 trilhões.A comparação na proporção com o PIB é considerada mais apropriada por especialistas.

O governo estima que, em 2060, para cada pessoa com mais de 60 anos, teremos 1,6 pessoa com idade entre 16 e 59 anos. Essa relação, diz a LDO, é "substancialmente inferior à atual, que está em 4,6 indicando um progressivo comprometimento da base de sustentação da previdência social".

"Embora o Brasil ainda tenha uma estrutura etária relativamente jovem, a forte queda nas taxas de fecundidade associadas às quedas nas taxas de mortalidade levarão a um rápido processo de envelhecimento da população e a uma redução acentuada da participação dos jovens no total da população, gerando grandes pressões por mudanças nas políticas públicas de forma geral e especificamente na previdenciária", avalia o governo federal.

O aumento no rombo previdenciário, estimado pelo governo, ocorrerá mesmo após a reforma da Previdência Social feita em 2019 no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro.

Entre as mudanças, foi instituída uma idade mínima de aposentadoria de 62 anos mulheres e de 65 anos homens. Também foi fixado um tempo mínimo de contribuição de 15 anos para mulheres e de 20 anos para homens.Foi determinado um sistema de pontos na regra de transição, que combina o tempo mínimo de contribuição e a idade, além de mudanças no cálculo para o benefício integral.

No ano passado, o então secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que que o sistema previdenciário brasileiro está pressionado e que esse tema precisará ser discutido, inevitavelmente, em até dez anos.

Analistas do setor privado avaliam que uma nova reforma da Previdência é inevitável. Entre as medidas necessárias, eles elencam:

aumento da idade mínima na aposentadoria rural (hoje, de 55 anos para mulheres e de 60 para homens);mudanças no regime do Microempreendedor Individual (MEI), que paga contribuição menor;criação de um mecanismo de ajuste automático (por exemplo, elevar a idade mínima ou reduzir benefícios conforme sobe a expectativa de vida);fim das regras especiais para aposentadoria de servidores estaduais e municipais;fim da paridade e da integralidade para militares.

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Lavanderia no Japão viraliza ao dar ‘banho de spa’ em bichos de pelúcia

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 02/05/2026 03:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Lavanderia no Japão viraliza ao dar ‘banho de spa’ em bichos de pelúcia Serviço japonês viraliza ao restaurar pelúcias com técnica delicada e atrai clientes do mundo todo em busca de limpeza que preserva memórias afetivas. Por France Presse

Um serviço de lavanderia no Japão viralizou ao restaurar bichos de pelúcia com técnicas delicadas, tratando cada peça quase como um objeto de cuidado afetivo.

Com 30 anos de experiência, o profissional Masakazu Shimura limpa manualmente os brinquedos, avaliando material e estado para preservar suas fibras e características originais.

A repercussão nas redes sociais impulsionou o negócio, que hoje atende mais de 10 mil pelúcias por ano e atrai clientes de diversos países.

Muitos clientes buscam não só a limpeza, mas a preservação de marcas e memórias, já que veem os brinquedos como parte da família.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

Um Pikachu surrado, ursos de pelúcia gastos ou animais felpudos manchados são os clientes VIP de um meticuloso serviço de lavanderia japonês que viralizou nas redes sociais por deixar estes brinquedos brilhando como novos.

Masakazu Shimura, profissional de limpeza com 30 anos de experiência deu um bom banho a vapor a um boneco de Pokémon, escovando-o com cuidado após esfregá-lo delicadamente com espuma, quase como se estivesse cuidando de um bebê recém-nascido.

Os vídeos dos rigorosos cuidados que os bichos de pelúcia recebem em seu local de trabalho, a Cleaning Yonmarusan, conquistaram fãs na internet e atraíram clientes de todo o mundo para este serviço especializado em tecidos de alta qualidade.

Com base em sua perícia e experiência na limpeza de todo tipo de item, de camisas sociais a barracas de acampamento, Shimura lava e restaura as delicadas fibras dos bichos de pelúcia.

"Enquanto lavo à mão, sinto com cuidado que tipo de material é e avalio o seu estado, entre outras coisas, massageando-o suavemente com as mãos", explicou à AFP.

Shimura é um dos 12 profissionais de limpeza certificados da Yonmarusan, uma rede regional de Yamanashi, a oeste de Tóquio.

Embora a empresa limpe bichos de pelúcia há décadas, o negócio viveu um boom graças a publicações virais nas redes sociais nos últimos anos, impulsionado pela adoração da Geração Z por pelúcias e pelo amor do Japão por tudo o que é "lindo e fofo".

Atualmente, o serviço limpa mais de 10.000 pelúcias por ano, em comparação com cerca de 1.200 há uma década.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

Algumas pessoas chegam até a "vir ao Japão especificamente com o propósito de mandar limpar seus bichos de pelúcia", conta Hisako Mori, gerente de relações públicas da empresa.

"Enquanto a limpeza é feita, elas aproveitam para viajar pelo Japão. Ao final da viagem, recolhem seus bichos de pelúcia antes de voltar para casa", explicou.

Shimura relata que alguns clientes querem conservar arranhões ou rabiscos específicos, já que essas marcas por vezes carregam lembranças preciosas.

"Estes itens guardam memórias especiais. Isso também é verdade para as roupas, mas ainda mais para os bichos de pelúcia, que sabemos que nossos clientes veem como membros da família", destacou.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

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Spirit Airlines se prepara para encerrar suas operações neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 02:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

Um Airbus A319 da Spirit Airlines se aproxima do Aeroporto Regional de Manchester Boston para pouso, em 2 de junho de 2023 — Foto: Charles Krupa / AP

A companhia aérea de baixo custo em falência Spirit Airlines está se preparando para encerrar as operações por volta das 4h da manhã (horário de Brasília) deste sábado (2), disseram à Reuters duas pessoas próximas às negociações na noite de sexta-feira (1).

Uma reunião do conselho da empresa terminou sem acordo para salvar a companhia, segundo uma das fontes.

O colapso da Spirit resultará em milhares de demissões e marca a primeira falência de uma aérea, em parte, devido à duplicação dos preços do combustível de aviação durante a guerra com o Irã, iniciada há dois meses.

É também um revés para o presidente Donald Trump, que havia proposto US$ 500 milhões para salvar a empresa, apesar da oposição de aliados e de muitos republicanos no Congresso.

Nenhuma companhia aérea americana do porte da Spirit — que já respondeu por 5% dos voos nos EUA — foi liquidada nas últimas duas décadas. A empresa ajudava a manter tarifas mais baixas nos mercados em que competia com grandes companhias.

O secretário de Transportes, Sean Duffy, disse à Reuters que tentou encontrar compradores para a Spirit, sem sucesso. “O que alguém compraria?”, questionou.

A empresa deve iniciar um encerramento ordenado das atividades, suspendendo voos durante a noite, reposicionando aeronaves para devolução e liberando tripulações, disse uma das fontes.

“O governo Trump fez um esforço extraordinário para tentar salvar a Spirit, mas não se pode dar vida a um cadáver. Diante disso, a empresa deve deixar claras suas intenções pelo bem de clientes e funcionários”, afirmou um credor envolvido nas negociações.

Na sexta-feira, Trump afirmou que a Casa Branca apresentou uma proposta final à Spirit e seus credores para tentar resgatar a empresa.

O presidente Donald Trump caminha para falar com repórteres enquanto se prepara para embarcar no helicóptero Marine One no gramado sul da Casa Branca, na sexta-feira, 1º de maio de 2026, em Washington — Foto: Mark Schiefelbein / AP

O governo também entrou em contato com outras companhias para discutir como acomodar passageiros com passagens da Spirit. United Airlines, American Airlines, Frontier Airlines e JetBlue Airways informaram que estão se preparando para atender esses clientes.

A presidente da Associação de Comissários de Bordo, Sara Nelson, afirmou que o destino da Spirit estava nas mãos de Trump e que um fechamento pode eliminar quase 20 mil empregos.

O governo chegou a propor um financiamento de US$ 500 milhões em troca de participação equivalente a 90% da empresa, mas houve divergências internas e nem todos os credores concordaram com o plano.

A Spirit havia negociado um acordo com credores para sair da recuperação judicial até meados de 2026, mas os planos foram frustrados após a guerra elevar os preços do combustível.

A companhia projetava custos de cerca de US$ 2,24 por galão em 2026, mas até o fim de abril o valor havia subido para aproximadamente US$ 4,51 — mais que o dobro do previsto.

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