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X Money: Elon Musk diz que lançará sistema de pagamentos do X em abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 15:51

Tecnologia X Money: Elon Musk diz que lançará sistema de pagamentos do X em abril Anúncio faz parte do plano do bilionário de transformar a rede social X em um 'aplicativo completo'. Por Reuters

O bilionário Elon Musk anunciou nesta terça-feira (10) que lançará em abril o X Money, um sistema de pagamento digital do X.

O anúncio faz parte do plano de Musk de transformar o X em um "aplicativo completo", e não apenas uma rede social.

A rede social de Musk fez uma parceria com a Visa no ano passado para oferecer serviços de pagamento direto aos clientes do aplicativo de mídia social.

Musk comprou o Twitter em 2022 por US$ 44 bilhões (R$ 227 bilhões, na cotação atual) e passou a chamar a plataforma de X.

Desde a aquisição, o bilionário divulgou o plano de expandir a área de atuação da empresa, com o objetivo de oferecer streaming, mensagens, imagens, vídeos e pagamentos, por exemplo.

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Ibaneis sanciona lei que autoriza o uso de nove imóveis públicos para salvar o BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 14:44

Distrito Federal Ibaneis sanciona lei que autoriza o uso de nove imóveis públicos para salvar o BRB Autorização saiu em edição extra do Diário Oficial do DF nesta terça-feira (10). Confira a lista de imóveis. Por Mateus Rodrigues, Ygor Wolf, g1 DF — Brasília

O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta terça-feira (10), a lei que autoriza o uso dos nove imóveis públicos para salvar o BRB.

O projeto de lei foi aprovado pela Câmara Legislativa do DF no último dia 3. Os imóveis servirão para lastrear uma captação de até R$ 6,6 bilhões no mercado financeiro.

Desde que o escândalo do Banco Master foi revelado pela operação Compliance Zero, no fim do ano passado, o futuro do Banco de Brasília (BRB) se tornou "obscuro".

O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta terça-feira (10), a lei que autoriza o uso dos nove imóveis públicos para salvar o BRB. A autorização saiu em edição extra do Diário Oficial do DF.

O projeto de lei foi aprovado pela Câmara Legislativa do DF com 14 votos a favor e 10 contra, nos dois turnos, no último dia 3. Os imóveis servirão para lastrear uma captação de até R$ 6,6 bilhões no mercado financeiro (veja lista abaixo).

Desde que o escândalo do Banco Master foi revelado pela operação Compliance Zero, no fim do ano passado, o futuro do Banco de Brasília (BRB) se tornou incerto.

Isso, porque o BRB e o governo do Distrito Federal – seu acionista controlador – passaram 2024 e 2025 tentando comprar a maior parte do Banco Master. O banco distrital injetou R$ 16,7 bilhões no Master – e agora, sabe-se que pelo menos R$ 12,2 bilhões desse aporte estão sob suspeita de irregularidades.O Banco Central barrou a compra do Master pelo BRB e, dias depois, definiu a liquidação extrajudicial do Master. Com isso, os ativos que seriam transferidos ao patrimônio do BRB ficaram "congelados" nas mãos do liquidante.

As transações fragilizaram o patrimônio do BRB e deixaram o banco sob risco de descumprir as regras prudenciais do sistema bancário – as normas que exigem uma solidez mínima de cada banco para evitar dano aos correntistas e investidores.

Desde então, o BRB e o governo do DF vêm atuando em múltiplas frentes para tentar recompor o caixa do banco, seja recuperando o dinheiro investido no Master ou encontrando novos aportes.

A Câmara do DF aprovou o projeto de lei que repassa nove imóveis públicos da capital federal ao patrimônio do Banco de Brasília (BRB). Entenda a cronologia:

➡️O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, se reuniu com os deputados na segunda (2) para explicar a situação patrimonial do banco.

➡️Na terça (3), os deputados se reuniram a portas fechadas para debater o tema e decidir se levava o projeto à votação em plenário.

➡️ No mesmo dia, os parlamentares aprovaram o projeto por 14 votos a favor e 10 contra nos dois turnos. Agora, o texto vai à sanção do governador Ibaneis Rocha (MDB).

A proposta sancionada nesta terça-feira (10) cria um "menu" para permitir ao GDF aportar dinheiro ou bens no BRB. As opções podem ser usadas em conjunto ou separadamente.

O governo poderá colocar dinheiro diretamente no capital social do banco, integralizar capital com bens móveis ou imóveis e fazer aportes patrimoniais de outras formas previstas em lei.A lei também autoriza a venda de bens públicos para levantar recursos. Esses bens podem ser do próprio GDF, inclusive os da Terracap, da Novacap, da CEB ou da Caesb. O dinheiro obtido poderá ser destinado ao reforço patrimonial do BRB.Além disso, o GDF poderá contratar operações de crédito, inclusive com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou outras instituições financeiras.O limite máximo de empréstimos será de R$ 6,6 bilhões. Essa trava foi adicionada após reunião com os deputados distritais no último dia 2.

transferência de imóveis ao BRBaumentar o capital do bancoconstituição de garantiascessão de direitosalienação (venda) direta ou via licitaçãopermutaquitar uma dívidaestruturação por meio de veículos societários oufundos de investimento.

Também prevê a criação de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), medida defendida pelo presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, securitização e operações estruturadas.

O que determinava que o Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev-DF) deveria receber ao menos 20% do valor dos bens do DF usados nas operaçõesO que definia que o BRB deveria publicar um relatório trimestral no Diário Oficial do DF com a identificação dos imóveis, o valor da venda, a identificação de quem comprou e o demonstrativo de aplicação dos recursosO que determinava a realização de um plano com a estimativa de retorno financeiro ao DF, prazo máximo para recomposição dos valores, mecanismos de compensação, metas de desempenho econômico do BRB e demonstração do benefício para a sociedade.

SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb): R$ 632 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote G: R$ 632 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote I: R$ 364 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote H: R$ 361 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB: R$ 547 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap: R$ 1,02 bilhão;Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década: R$ 491 milhões;"Gleba A" de 716 hectares, pertencentes à Terracap – parte da Serrinha do Paranoá, trecho verde que abriga centenas de nascentes: R$ 2,2 bilhões;Setor de Áreas Isoladas Norte SAIN (antigo lote da PM): R$ 239 milhões.

usar dinheiro e imóveis para ajudar o BRBvender terrenos públicospegar empréstimos de até R$ 6,6 bilhõescriar fundos imobiliáriosfazer ajustes no orçamento para que tudo isso funcione

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Senacon pede ao Cade investigação sobre aumento dos combustíveis, mesmo sem reajuste da Petrobras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 14:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,42%Dólar TurismoR$ 5,347-1,21%Euro ComercialR$ 5,993-0,07%Euro TurismoR$ 6,242-0,69%B3Ibovespa184.165 pts1,8%MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,42%Dólar TurismoR$ 5,347-1,21%Euro ComercialR$ 5,993-0,07%Euro TurismoR$ 6,242-0,69%B3Ibovespa184.165 pts1,8%MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,42%Dólar TurismoR$ 5,347-1,21%Euro ComercialR$ 5,993-0,07%Euro TurismoR$ 6,242-0,69%B3Ibovespa184.165 pts1,8%Oferecido por

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) solicitou nesta terça-feira (10) ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a abertura de investigação sobre aumentos recentes nos preços de combustíveis no país, mesmo sem que a Petrobras, principal fornecedora nacional, tenha reajustado os valores em suas refinarias.

Nos últimos dias, sindicatos do setor reportaram aumentos ou projeções de alta para gasolina e diesel em várias regiões do país, atribuídos à elevação do preço internacional do petróleo após guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, iniciada em 28 de fevereiro.

Entre os relatos, destacam-se aumentos de até R$ 0,80 por litro de diesel e R$ 0,30 por litro de gasolina.

Representantes de entidades como Sindicombustíveis-DF, Sulpetro (RS), Sindicombustíveis Bahia, Sindipostos-RN e Minaspetro (MG) informaram que os repasses às revendas já estão acontecendo ou devem ocorrer em breve. Entre os valores citados estão aumentos de até R$ 0,80 por litro de diesel e R$ 0,30 por litro de gasolina em alguns estados.

Em Brasília, o presidente do Sindicombustíveis-DF disse ao Correio Braziliense que a defasagem entre os preços da Petrobras e os valores internacionais já chega a R$ 1,60 no diesel e R$ 0,70 na gasolina, o que, segundo ele, indicaria espaço para reajustes adicionais caso a estatal opte por corrigir seus preços.

No Rio Grande do Sul, o Sulpetro relatou aumentos de até R$ 0,62 no diesel e R$ 0,30 na gasolina, enquanto na Bahia os reajustes reportados chegam a 17,9% no diesel e 11,8% na gasolina, de acordo com dados da refinaria de Mataripe (Acelen).

No Rio Grande do Norte, a gasolina passou de R$ 2,59 para R$ 2,89 por litro, e o diesel S500 de R$ 3,32 para R$ 4,07. Em Minas Gerais, o Minaspetro classificou a situação como “grave” e alertou para estoques baixos em alguns postos.

A Senacon pediu ao Cade a análise da situação para avaliar se há indícios de prática que possa configurar infração à ordem econômica, considerando o aumento dos combustíveis mesmo sem alterações na política de preços da Petrobras. O conselho ainda não se pronunciou sobre a instauração do processo.

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Lista de bilionários da Forbes tem 390 novatos em 2026; Brasil ganha 18 bilionários, mas perde 3

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 13:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,35%Dólar TurismoR$ 5,350-1,14%Euro ComercialR$ 5,996-0,03%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa184.017 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,35%Dólar TurismoR$ 5,350-1,14%Euro ComercialR$ 5,996-0,03%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa184.017 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,35%Dólar TurismoR$ 5,350-1,14%Euro ComercialR$ 5,996-0,03%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa184.017 pts1,71%Oferecido por

A revista Forbes divulgou, nesta terça-feira (10), a lista anual dos bilionários do mundo em 2026. O ranking reúne mais de 3,4 mil nomes, dos quais 11,3% não apareciam na edição do ano passado.

A lista reúne pessoas de 40 países, mas Estados Unidos e China concentram quase metade dos novos bilionários, com 41% do total. Juntos, os dois países somam 161 nomes: 106 americanos e 55 chineses.

Ao somar todos os estreantes, a Forbes estima que a fortuna desse grupo chegue a US$ 755 bilhões, o equivalente a R$ 3,9 trilhões na conversão direta.

Entre os destaques está a estreia da cantora Beyoncé, com fortuna estimada em US$ 1 bilhão. Também aparece o diretor James Cameron, conhecido por filmes como Avatar, Titanic e O Exterminador do Futuro, que em 2026 acumulou US$ 1,1 bilhão.

A mulher mais rica entre as estreantes é Jennifer Gilbert, cuja fortuna é estimada em US$ 5,7 bilhões.

Amelie Voigt Trejes — US$ 1,1 bilhõesBlairo Maggi — US$ 1,4 bilhõesEdir Macedo — US$ 2 bilhõesFelipe Voigt Trejes — US$ 1,1 bilhõesHugo Ribeiro — US$ 1,3 bilhõesItamar Locks — US$ 1,4 bilhõesIvan Müller Botelho — US$ 1,1 bilhõesLia Maria Aguiar — US$ 1,2 bilhõesLuana Lopes Lara — US$ 1,3 bilhõesMarciano Testa — US$ 1,2 bilhõesMaria Frias — US$ 1,1 bilhõesMax Van Hoegaerden Herrmann Telles — US$ 7,4 bilhõesPedro Grendene Bartelle — US$ 1,3 bilhõesPedro Voigt Trejes — US$ 1,1 bilhõesRenato dos Santos — US$ 3,5 bilhõesRicardo Villela Marino — US$ 1,7 bilhõesRoberto Sallouti — US$ 4,7 bilhõesRodolfo Villela Marino — US$ 1,7 bilhões

Na comparação com a lista de 2025, estes são os nomes que deixaram de aparecer no ranking da Forbes:

David Velez — US$ 10,7 bilhõesLucia Maggi e família — US$ 1 bilhãoVicky Safra — US$ 20,7 bilhões

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Quem é Luana Lara, brasileira mais jovem do mundo a construir sua própria fortuna e se tornar bilionária

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 13:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,28%Dólar TurismoR$ 5,350-1,14%Euro ComercialR$ 5,9980,02%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa184.120 pts1,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,28%Dólar TurismoR$ 5,350-1,14%Euro ComercialR$ 5,9980,02%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa184.120 pts1,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,28%Dólar TurismoR$ 5,350-1,14%Euro ComercialR$ 5,9980,02%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa184.120 pts1,77%Oferecido por

A brasileira Luana Lara, de 29 anos, cofundadora e diretora de operações da startup de previsões Kalshi, é a mulher mais jovem do mundo a construir sua própria fortuna e se tornar bilionária. As informações são da revista Forbes.

🔎 A Kalshi funciona como uma bolsa voltada para contratos de eventos. Nela, as pessoas negociam com base na probabilidade de determinados acontecimentos futuros — como a alta ou a queda da inflação, ou a chance de paralisação do governo dos Estados Unidos, por exemplo.

Lara alcançou a liderança entre as mulheres bilionárias sem herança depois que a empresa levantou US$ 1 bilhão (R$ 5,3 bilhões) em uma rodada de investimentos, no final de 2025. A operação foi liderada pela Paradigm, empresa de capital de risco especializada em criptomoedas, e contou com investidores como Sequoia Capital, Andreessen Horowitz e Y Combinator.

De acordo com a Forbes, o valor de mercado da Kalshi cresceu mais de cinco vezes no ano passado — de US$ 2 bilhões (R$ 10,7 bilhões) em junho para US$ 11 bilhões (R$ 58,8 bilhões) em dezembro —, o que aumentou significativamente o patrimônio dos cofundadores. Além de Lara, seu sócio, Tarek Mansour, também entrou para a lista de bilionários.

Formada em Ciência da Computação pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Lara nasceu no Brasil na segunda metade dos anos 1990. Ainda estudante, conquistou medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e bronze na Olimpíada Catarinense de Matemática.

Lara também estudou na Escola de Teatro Bolshoi do Brasil e se apresentou como bailarina profissional na Áustria por nove meses após concluir o ensino médio, antes de seguir para os Estados Unidos para cursar a faculdade.

No MIT, Lara conheceu seu sócio, Tarek Mansour. Ambos ingressaram no mercado financeiro ainda na faculdade: Mansour trabalhou no Goldman Sachs e Lara na Bridgewater, gestora de fundos.

Durante esse período, os dois perceberam que muitas das decisões financeiras eram motivadas por previsões sobre eventos futuros, mas que não havia uma maneira direta para as pessoas negociarem com base nos resultados desses eventos.

Assim, em 2018, Lara e Mansour fundaram a Kalshi, criada com o objetivo de ser uma plataforma de negociação mais simples e direta, onde as pessoas pudessem negociar com base no resultado de eventos específicos.

A empresa cresceu e, em 2020, obteve a aprovação regulatória que a tornou a primeira bolsa totalmente regulamentada nos Estados Unidos para contratos de eventos.

A Kalshi foi oficialmente designada como Mercado de Contratos Designado (DCM) pela Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), o que a colocou ao lado de bolsas consolidadas como a Chicago Mercantile Exchange (CME) e a Intercontinental Exchange (ICE).

Em 2024, a empresa pediu autorização ao CFTC para oferecer contratos de eventos eleitorais, mas o órgão negou, alegando risco de manipulação de resultados e impacto na integridade das eleições nos Estados Unidos.

A Kalshi entrou com uma ação judicial para contestar a decisão. O tribunal federal decidiu a favor da empresa, tornando-a a primeira plataforma totalmente regulamentada a oferecer negociação legal de resultados eleitorais no país.

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Lista de mais ricos do mundo aumenta, bate recorde e tem brasileira de 20 anos, ex-bailarina e crescimento do patrimônio de Elon Musk; veja

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 12:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,352-1,11%Euro ComercialR$ 5,996-0,03%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa183.574 pts1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,352-1,11%Euro ComercialR$ 5,996-0,03%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa183.574 pts1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,352-1,11%Euro ComercialR$ 5,996-0,03%Euro TurismoR$ 6,246-0,63%B3Ibovespa183.574 pts1,47%Oferecido por

O ranking deste ano reúne 3.428 empresários, investidores e herdeiros — um recorde e 400 nomes a mais do que em 2025, segundo a revista.

Juntos, os bilionários acumulam uma fortuna estimada em US$ 20,1 trilhões, também um valor recorde e US$ 4 trilhões acima do registrado no ano passado.

Os Estados Unidos concentram o maior número de bilionários, com 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo.

Elon Musk permanece isolado no topo do ranking com US$ 839 bilhões, valor impulsionado por suas empresas como Tesla e SpaceX.

A Forbes divulgou nesta terça-feira (10) a lista das pessoas mais ricas do mundo em 2026. O ranking deste ano reúne 3.428 empresários, investidores e herdeiros — um recorde e 400 nomes a mais do que em 2025, segundo a revista.

Juntos, os bilionários acumulam uma fortuna estimada em US$ 20,1 trilhões, também um valor recorde e US$ 4 trilhões acima do registrado no ano passado. Os Estados Unidos concentram o maior número de bilionários, com 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo.

Ranking dos 10 maiores bilionários do mundoAs 20 pessoas com mais de US$ 100 bilhões de patrimônioCrescimento da fortuna de Elon MuskBeyoncé, Dr. Dre e outros famosos entram na lista da ForbesBrasileiros na lista de bilionários de 2026A bilionária mais jovem do mundo é brasileiraAs mulheres mais ricas do mundoBrasileiros da Geração Z no rankingEduardo Saverin, o brasileiro mais rico do mundoNovos bilionários do setor de Inteligência Artificial

Elon Musk permanece isolado no topo do ranking com US$ 839 bilhões, valor impulsionado por suas empresas como Tesla e SpaceX. O cálculo da revista utilizou preços de ações e taxas de câmbio de março de 2026.

Os Estados Unidos continuam sendo o país com a maior concentração de bilionários, detendo 15 dos 20 nomes mais ricos do globo. A China aparece em segundo lugar, seguida pela Índia. O texto também menciona que o setor de inteligência artificial foi um grande motor para o surgimento de novos bilionários na lista deste ano.

Entre os brasileiros, o destaque principal é Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, que se mantém como o homem mais rico do país, ocupando a 59ª posição no ranking global.

O grupo de 20 pessoas que possuem fortunas superiores a US$ 100 bilhões em 2026 é liderado por Elon Musk, cujo patrimônio atingiu US$ 839 bilhões após um crescimento extraordinário em um único ano. Ele é seguido por figuras proeminentes da tecnologia, como Larry Page, Sergey Brin, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg.

Apenas duas mulheres integram este grupo de elite: Alice Walton, herdeira do Walmart, na 14ª posição geral, e Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal, que ocupa a 20ª posição. A maioria dos superbilionários é composta por investidores e empresários, com forte concentração no setor tecnológico.

O número total de bilionários aumentou em 400 nomes em relação a 2025. Juntos, os integrantes da lista de 2026 acumulam uma fortuna de US$ 20,1 trilhões.

LEIA MAIS: Clube dos US$ 100 bilhões: lista da Forbes tem 20 superbilionários; apenas duas são mulheres

Elon Musk consolidou sua liderança mundial ao ver sua fortuna saltar de US$ 342 bilhões em 2025 para US$ 839 bilhões em 2026. Esse aumento de quase US$ 500 bilhões em apenas um ano o coloca como a pessoa mais próxima de atingir a marca de US$ 1 trilhão na história.

Seu crescimento acontece em um cenário de expansão da riqueza entre os mais ricos do mundo, que agora somam um patrimônio recorde. Os Estados Unidos concentram quase mil bilionários, reafirmando sua dominância econômica no ranking da Forbes.

Algumas celebridades estrearam na lista em 2026. Entre os nomes mais conhecidos estão a Beyoncé e o produtor Dr. Dre, ambos com fortunas estimadas em US$ 1 bilhão, impulsionadas por carreiras de sucesso e investimentos estratégicos. O ex-tenista Roger Federer e o cineasta James Cameron também debutaram no ranking, com patrimônios de US$ 1,1 bilhão cada.

LEIA MAIS: Beyoncé, Dr. Dre, James Cameron e mais: os novatos famosos na lista de bilionários da Forbes

Um total de 70 brasileiros aparecem no ranking da Forbes em 2026. Eduardo Saverin lidera o grupo nacional pelo terceiro ano consecutivo, com US$ 35,9 bilhões, seguido por André Esteves (BTG Pactual), com US$ 20,2 bilhões, e Jorge Paulo Lemann (3G Capital), com US$ 19,8 bilhões.

A lista brasileira é diversificada, incluindo banqueiros como os irmãos Moreira Salles, empresários da saúde como Jorge Moll Filho (Rede D'Or) e herdeiros de indústrias manufatureiras, como os da família Voigt (WEG). O ranking engloba tanto brasileiros que residem no país quanto aqueles que vivem no exterior, como Saverin, que mora em Singapura.

Mesmo com desafios econômicos e casos corporativos recentes, nomes tradicionais como Lemann permanecem no topo devido à força de seus investimentos globais em empresas como a AB InBev e o Burger King.

Lista de bilionários da Forbes tem 70 brasileiros; conheça os mais ricos, e de onde vêm suas fortunasQuem é Luana Lara, brasileira mais jovem do mundo a construir sua própria fortuna e se tornar bilionária

A brasileira Amelie Voigt Trejes, de 20 anos, é a bilionária mais jovem do mundo em 2026. Ela herdou uma participação de 2% na WEG, multinacional catarinense de equipamentos elétricos cofundada por seu avô, Werner Ricardo Voigt. Seu patrimônio líquido é estimado em US$ 1,1 bilhão.

Além de Amelie, outros quatro membros da família Voigt figuram entre os bilionários mais jovens do Brasil, evidenciando o perfil acionário familiar da WEG. O grupo inclui seus irmãos, Felipe e Pedro Voigt Trejes, e suas primas, Dora e Lívia Voigt de Assis, todos com fortunas que variam entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,4 bilhão.

Outro destaque brasileiro é Luana Lopes Lara, apontada como a mulher mais jovem do mundo a construir a própria fortuna ("self-made"). Aos 29 anos, ela é cofundadora da Kalshi, uma plataforma de mercados de previsão, e possui um patrimônio estimado em US$ 1,3 bilhão.

O topo da lista feminina é ocupado pela norte-americana Alice Walton, herdeira do Walmart, com US$ 134 bilhões. Ela é seguida pela francesa Françoise Bettencourt Meyers, da L'Oréal, com US$ 100 bilhões, e por Julia Koch, da Koch Inc., com US$ 81,2 bilhões. A maioria das mulheres no topo do ranking herdou suas fortunas de empresas familiares gigantescas.

O perfil de Alice Walton destaca seu desinteresse pela gestão direta do Walmart, focando-se na filantropia e nas artes, tendo inclusive fundado um museu nos EUA. Já Françoise Bettencourt Meyers, além de sua atuação na L'Oréal, é reconhecida como pianista e escritora.

A lista das 10 mulheres mais ricas também inclui nomes como Iris Fontbona (Chile) e Jacqueline Mars (EUA). Embora a maioria seja herdeira, a Forbes destaca que a presença feminina no ranking geral de bilionários continua sendo minoritária em comparação aos homens.

LEIA MAIS: Herdeiras do Walmart, L'Oreal e Koch Inc: quem são as mulheres mais ricas do mundo, segundo a Forbes

A Geração Z brasileira (nascidos a partir de meados dos anos 90) está representada por seis nomes na lista de 2026. O destaque principal é **Luana Lopes Lara**, de 29 anos, considerada a mulher bilionária mais jovem do mundo a construir a própria fortuna através de sua empresa de tecnologia e apostas, a Kalshi.

Os outros cinco jovens brasileiros pertencem à família Voigt, herdeiros da gigante catarinense WEG. Entre eles está Amelie Voigt Trejes, a bilionária mais jovem do mundo aos 20 anos, além de seus irmãos e primas, todos com fortunas bilionárias provenientes de participações na fabricante de motores.

A presença desses jovens reforça o papel da WEG como uma "fábrica de super-ricos" no Brasil e destaca a trajetória incomum de Luana Lara, que abandonou uma carreira no balé profissional para estudar no MIT e empreender no setor financeiro.

Eduardo Saverin é o brasileiro mais rico do mundo, com uma fortuna de US$ 35,9 bilhões originada de sua participação no Facebook, empresa que ajudou a fundar com Mark Zuckerberg. Embora tenha nascido em São Paulo, Saverin foi criado nos Estados Unidos e atualmente reside em Singapura, onde atua como investidor de risco através da B Capital.

O texto detalha o rompimento conturbado entre Saverin e Zuckerberg, que resultou em uma disputa judicial sobre a diluição de sua fatia na empresa, caso que foi retratado no filme "A Rede Social". Após um acordo, ele manteve uma participação minoritária que se valorizou imensamente com a abertura de capital da rede social em 2011.

Atualmente com 44 anos, Saverin foca seus negócios no mercado de venture capital, investindo em startups inovadoras com alto potencial de crescimento. Em 2024, ele chegou a ser considerado o brasileiro mais rico da história devido à valorização das ações da Meta.

A ascensão da inteligência artificial criou 45 novos bilionários na lista da Forbes de 2026. Ao todo, o setor já conta com 86 bilionários que somam um patrimônio coletivo de US$ 2,9 trilhões, evidenciando o impacto econômico massivo dessa tecnologia.

Entre os novatos de destaque estão fundadores de empresas como a Surge AI, ElevenLabs e Perplexity. O setor de tecnologia como um todo agora possui 468 bilionários, com um patrimônio recorde que cresceu mais de US$ 1 trilhão em relação ao ano anterior.

A lista detalha criadores de modelos de IA, rotuladores de dados e empresas de infraestrutura tecnológica. Nomes como Edwin Chen (US$ 18 bilhões) e jovens empreendedores da startup Mercor exemplificam como o avanço da IA está gerando riqueza rápida e transformando o mercado global.

Veja quem são novos bilionários de IA na lista da ForbesLista de bilionários da Forbes tem 70 brasileirosQuem é Eduardo Saverin, o brasileiro mais rico da lista de bilionários da ForbesQuem são as mulheres mais ricas do mundoQuem são os bilionários brasileiros da geração Z na lista da Forbes

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pão de Açúcar vai fechar? De quanto é a dívida? Entenda a crise do GPA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 12:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,351-1,13%Euro ComercialR$ 5,995-0,04%Euro TurismoR$ 6,244-0,66%B3Ibovespa183.557 pts1,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,351-1,13%Euro ComercialR$ 5,995-0,04%Euro TurismoR$ 6,244-0,66%B3Ibovespa183.557 pts1,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,351-1,13%Euro ComercialR$ 5,995-0,04%Euro TurismoR$ 6,244-0,66%B3Ibovespa183.557 pts1,46%Oferecido por

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), responsável pela rede de supermercados Pão de Açúcar, informou nesta terça-feira (10) que firmou um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial.

A medida envolve cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas e tem como objetivo reorganizar as finanças da empresa sem recorrer à recuperação judicial, processo que ocorre na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo.

O plano tem efeito imediato e prazo inicial de 90 dias — período em que a companhia pretende conseguir apoio da maioria dos credores e chegar a uma solução definitiva para reorganizar seu endividamento.

A empresa destacou que dívidas com fornecedores, parceiros, clientes e obrigações trabalhistas não fazem parte do plano e, portanto, não serão afetadas. Na prática, isso significa que as lojas da companhia seguirão abertas e funcionando.

O Grupo Pão de Açúcar tem enfrentado dificuldades financeiras há anos, reflexo de uma série de acontecimentos que impactaram os resultados da companhia ao longo do tempo.

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), responsável pela rede de supermercados Pão de Açúcar, informou nesta terça-feira (10) que firmou um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial.

A medida envolve cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas e tem como objetivo reorganizar as finanças da empresa sem recorrer à recuperação judicial, processo que ocorre na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo. (Entenda mais abaixo)

🔎A recuperação extrajudicial é um acordo em que uma empresa renegocia parte de suas dívidas diretamente com credores, fora da Justiça. O objetivo é ganhar prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como a falência, mantendo as operações da empresa funcionando normalmente.

O plano tem efeito imediato e prazo inicial de 90 dias. Dívidas com fornecedores, parceiros, clientes e obrigações trabalhistas não fazem parte do plano e, portanto, não serão afetadas. Na prática, isso significa que as lojas da companhia seguirão abertas e funcionando.

O Grupo Pão de Açúcar tem enfrentado dificuldades financeiras há anos, reflexo de uma série de acontecimentos que impactaram os resultados da companhia ao longo do tempo. Entre os principais fatores, estão:

a baixa demanda vista em períodos de alta na inflação de alimentos;o nível elevado dos juros por tempo prolongado, que afetaram os resultados devido ao alto grau de endividamento da companhia — ou seja, as dívidas da empresa ficaram mais caras; custos com mudanças internas na gestão;pagamentos de dívidas fiscais e trabalhistas; e reconhecimento de perdas em lojas com baixo desempenho.

Diante desse cenário, a empresa — que já vinha reportando prejuízos líquidos anuais desde 2022 — ligou o alerta dos investidores ao informar, no resultado do último trimestre do ano passado, que havia dúvidas sobre sua capacidade de dar continuidade às suas operações.

Segundo nota explicativa divulgada pela companhia, o grupo apresentava um déficit — ou seja, tinha mais contas a pagar do que dinheiro disponível no caixa — de cerca de R$ 1,2 bilhão no final do ano passado, resultado de empréstimos e títulos de dívida com vencimento em 2026.

"Estas condições indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre a continuidade operacional da companhia", disse a empresa no documento, divulgado no final de fevereiro.

A empresa ainda informou que já vinha adotando iniciativas para reduzir os riscos de que sua operação fosse afetada, já tendo iniciado negociações com seus credores para o alongamento dos prazos de dívidas financeiras, redução do custo financeiro e de despesas e monetização de créditos tributários (transformar créditos fiscais em dinheiro para reforçar o caixa).

O GPA passou por mudanças relevantes no ano passado, com o Grupo Coelho Diniz assumindo como principal acionista (24,6%). O grupo francês Casino, que já foi controlador da companhia, ainda detém uma fatia de 22,5%.

Em outubro, o empresário André Coelho Diniz foi eleito presidente do conselho de administração. Na sequência, o presidente-executivo, Marcelo Pimentel, que estava no cargo desde 2022, renunciou. No começo de 2026, Alexandre de Jesus Santoro foi eleito como diretor-presidente da companhia.

Em 2025, a companhia registrou um prejuízo líquido das operações continuadas de cerca de R$ 651 milhões, encerrando o exercício com uma dívida líquida de R$ 2 bilhões, enquanto a dívida bruta total somava R$ 4 bilhões.

Nos últimos 12 meses, as ações do GPA, negociadas na bolsa sob o ticker PCAR3, acumulam alta de 9,64%. Segundo os dados mais recentes divulgados pela companhia, o grupo possui 728 lojas no Brasil. Desse total, 187 são da bandeira Pão de Açúcar, 164 do Extra Mercado, 155 do Mini Extra e 221 do Minuto Pão de Açúcar.

Segundo a companhia, o plano foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração e já recebeu o apoio de credores que detêm 46% dos créditos incluídos no processo — um montante equivalente a cerca de R$ 2,1 bilhões.

O acordo prevê a suspensão temporária dos pagamentos dessas dívidas enquanto a empresa negocia novas condições para quitar suas obrigações. A companhia pretende conseguir apoio da maioria dos credores e chegar a uma solução definitiva para reorganizar seu endividamento.

Em comunicado ao mercado, o GPA afirmou que a iniciativa busca melhorar o perfil da dívida e fortalecer o balanço da companhia, criando condições para resolver problemas de liquidez no curto prazo e garantir a sustentabilidade financeira no longo prazo.

A empresa também disse que suas operações seguirão normalmente e que está em dia com pagamentos a fornecedores e parceiros comerciais.

O plano, segundo o GPA, foi estruturado justamente para preservar a operação do negócio enquanto as negociações com credores avançam.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras ganha com petróleo caro, mas guerra no Irã expõe dilemas da estatal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 12:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,351-1,13%Euro ComercialR$ 5,995-0,04%Euro TurismoR$ 6,244-0,66%B3Ibovespa183.557 pts1,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,351-1,13%Euro ComercialR$ 5,995-0,04%Euro TurismoR$ 6,244-0,66%B3Ibovespa183.557 pts1,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,145-0,38%Dólar TurismoR$ 5,351-1,13%Euro ComercialR$ 5,995-0,04%Euro TurismoR$ 6,244-0,66%B3Ibovespa183.557 pts1,46%Oferecido por

A alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela escalada do conflito no Oriente Médio, coloca a Petrobras diante de um cenário com efeitos opostos.

Ao mesmo tempo em que o barril mais caro aumenta as receitas da companhia e fortalece seu caixa, também reacende debates sobre a política de preços da estatal, amplia os riscos ligados à importação de diesel e eleva a pressão política para evitar impactos maiores na inflação no Brasil.

Segundo João Abdouni, analista da Levante Inside Corp, a valorização do petróleo tende a melhorar os resultados da Petrobras, principalmente por causa das exportações.

“A alta do petróleo impacta positivamente os resultados da Petrobras, especialmente no segmento de exportação, que ganha margens maiores neste momento.”

🛢️ A razão é direta: quando o barril sobe no mercado internacional, as vendas externas da empresa passam a gerar mais receita. Como a Petrobras é uma das principais produtoras e exportadoras de petróleo do mundo, o movimento tende a reforçar a entrada de dinheiro na companhia.

De acordo com Vitor Sousa, analista da Genial Investimentos, períodos em que o Brent operou próximo ou acima de US$ 100 costumam resultar em forte geração de caixa para a estatal.

“Em períodos anteriores de Brent alto, na casa dos US$ 100, a Petrobras gerou um fluxo de caixa massivo, chegando a distribuir R$ 215 bilhões em dividendos”, afirma.

Esse potencial de geração de caixa ajuda a explicar por que empresas de petróleo costumam se sair melhor em momentos de tensão internacional, quando conflitos ou riscos geopolíticos costumam elevar o preço da commodity.

“Em dias de sell-off [quando há uma onda de vendas de ações que derruba os preços na bolsa], a Petrobras costuma se destacar positivamente junto com outras petroleiras, justamente por essa correlação direta com a commodity", explicam Rafael Figueiredo e Maria Irene, analistas da XP Investimentos.

Se o petróleo caro melhora os resultados da Petrobras, ele também reacende discussões sobre a forma como a empresa define os preços dos combustíveis no Brasil.

Desde 2023, a estatal deixou de seguir automaticamente as oscilações do mercado internacional. O antigo modelo, conhecido como paridade de importação (PPI), foi substituído por um sistema mais gradual de reajustes.

Segundo Marcos Bassani, analista e sócio da Boa Brasil Capital, essa mudança ajudou a reduzir os impactos imediatos de crises externas sobre os preços dos combustíveis no país.

“A Petrobras abandonou o PPI por um modelo discricionário e gradual, o que reduz a frequência de reajustes e amortece o impacto da guerra para o consumidor no curto prazo”, explica.

Isso significa que oscilações rápidas no preço do petróleo não são repassadas imediatamente para a gasolina ou o diesel vendidos no Brasil. A estratégia busca evitar aumentos bruscos nas bombas, mas pode gerar desafios quando a diferença entre os preços internos e os internacionais cresce demais.

📊 Quando essa defasagem cresce, parte do mercado passa a questionar os impactos da política de preços sobre os resultados da Petrobras e sobre as contas públicas, já que a estatal tem peso relevante na arrecadação do governo. (entenda mais abaixo)

“A empresa tem atrasado o repasse de preços, preferindo esperar a estabilização das cotações em patamares elevados para evitar repassar a volatilidade imediata ao mercado local”, diz.

Um dos principais pontos de atenção nesse cenário é o diesel. Embora o Brasil produza muito petróleo, o país ainda depende da importação desse combustível para atender totalmente ao consumo interno.

Isso significa que grandes diferenças entre os preços praticados pela Petrobras e os valores do mercado internacional podem desestimular empresas privadas que trazem diesel de fora.

Se o petróleo continuar caro por muito tempo, a pressão para reajustes tende a aumentar. Nesse caso, segundo o analista, a Petrobras pode acabar tendo que elevar os preços para recompor suas margens.

Esse equilíbrio entre manter preços estáveis e preservar os resultados da companhia costuma ser um dos pontos mais sensíveis na gestão da estatal, especialmente em períodos de inflação elevada.

A alta do petróleo não afeta apenas os resultados da Petrobras. O impacto se espalha por toda a economia.

O diesel, por exemplo, é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, o custo do frete tende a aumentar — e isso acaba sendo repassado ao longo da cadeia produtiva.

Segundo Jhonny Martins, especialista contábil e vice-presidente do SERAC, o impacto vai muito além do transporte.

“O combustível não é apenas custo de transporte. Ele afeta toda a cadeia produtiva e logística”, afirma.

Como consequência, a alta dos combustíveis pode chegar ao consumidor final na forma de produtos e serviços mais caros.

“A dependência da importação de diesel e gasolina faz com que o preço internacional influencie diretamente o mercado interno, resultando em preços mais altos no supermercado e nos serviços”, diz Martins.

Apesar dos ganhos para empresas do setor, preços muito elevados do petróleo também podem trazer preocupações para o mercado financeiro.

Segundo Rafael Figueiredo, estrategista de ações da XP, existe uma "faixa" considerada mais favorável para o desempenho da economia e da bolsa brasileira: quando o barril fica entre US$ 60 e US$ 70, o impacto costuma ser positivo.

“Patamares acima de US$ 90 a US$ 100 pioram o desempenho, porque o impacto inflacionário acaba superando os benefícios da balança comercial”, aponta .

Isso acontece porque energia mais cara pressiona a inflação e pode dificultar a redução das taxas de juros, afetando diferentes setores da economia.

Em cenários assim, analistas apontam que os efeitos costumam aparecer primeiro no mercado financeiro.

💰 No mercado: pode haver maior pressão sobre os títulos da dívida pública, manutenção de juros elevados por mais tempo e mais cautela das empresas na hora de investir.. 👥 Na economia real: se esse ambiente se prolonga, os impactos tendem a chegar de forma indireta ao dia a dia da população, com crédito mais caro, menor geração de empregos e crescimento econômico mais lento.

Para Vitor Sousa, da Genial Investimentos, parte do cenário positivo já pode estar refletida nos preços das ações.

“O melhor já passou”, afirma o analista, ao argumentar que o mercado trabalhava anteriormente com um Brent entre US$ 70 e US$ 80.

Segundo ele, comprar ativos do setor quando o petróleo já está muito valorizado pode ser um movimento arriscado – razão pela qual a recomendação atual para algumas empresas é apenas manter as posições.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Clube dos US$ 100 bilhões: lista da Forbes tem 20 superbilionários; apenas duas são mulheres

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/03/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,159-0,1%Dólar TurismoR$ 5,367-0,83%Euro ComercialR$ 6,0070,17%Euro TurismoR$ 6,257-0,46%B3Ibovespa181.445 pts0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,159-0,1%Dólar TurismoR$ 5,367-0,83%Euro ComercialR$ 6,0070,17%Euro TurismoR$ 6,257-0,46%B3Ibovespa181.445 pts0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,159-0,1%Dólar TurismoR$ 5,367-0,83%Euro ComercialR$ 6,0070,17%Euro TurismoR$ 6,257-0,46%B3Ibovespa181.445 pts0,29%Oferecido por

O mundo tem 20 superbilionários, que acumulam mais de US$ 100 bilhões, de acordo com a lista anual da Forbes divulgada nesta terça-feira (10). Eles são investidores, herdeiros e empresários, muitos do ramo da tecnologia.

Quem lidera o ranking é Elon Musk, que viu sua fortuna crescer quase US$ 500 bilhões em 1 ano, e que detém um patrimônio de US$ 839 bilhões. Musk é o único da lista mais perto de US$ 1 trilhão do que dos US$ 100 bilhões.

O top 5 é composto ainda por Larry Page, Sergey Brin, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg, todos na casa dos US$ 200 bilhões.

A lista possui apenas 2 mulheres. Alice Walton, herdeira da rede de supermercados norte-americana Walmart que ocupa a 14ª posição, e Francoise Bettencourt Meyers, herdeira da marca de cosméticos L´ Oréal, que ocupa o último lugar.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasileira Amelie Voigt Trejes é a bilionária mais jovem do mundo, segundo a Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,24%Dólar TurismoR$ 5,363-0,9%Euro ComercialR$ 6,0000,06%Euro TurismoR$ 6,255-0,49%B3Ibovespa182.048 pts0,63%MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,24%Dólar TurismoR$ 5,363-0,9%Euro ComercialR$ 6,0000,06%Euro TurismoR$ 6,255-0,49%B3Ibovespa182.048 pts0,63%MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,24%Dólar TurismoR$ 5,363-0,9%Euro ComercialR$ 6,0000,06%Euro TurismoR$ 6,255-0,49%B3Ibovespa182.048 pts0,63%Oferecido por

WEG, empresa brasileira do setor de máquinas industriais, tem vários herdeiros bilionários — Foto: Divulgação

Aos 20 anos, Amelie Voigt Trejes se tornou a bilionária mais jovem do mundo, segundo a lista divulgada pela Forbes. A revista publicou nesta terça-feira (10) o ranking das pessoas mais ricas do planeta em 2026 e dos 35 bilionários abaixo dos 30 anos.

Amélie alcançou o posto após herdar parte da fortuna da WEG, gigante brasileira do setor de máquinas industriais cofundada em 1961 por seu avô, Werner Ricardo Voigt, que morreu em 2016. Ela detém 2% da empresa e tem um patrimônio líquido avaliado em US$ 1,1 bilhão.

🚀💸 Com sede em Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, a WEG é conhecida por manter um perfil acionário familiar que beneficia herdeiros diretos.

Cinco dos seis jovens brasileiros mais ricos da lista são da família. Além de Amelie, estão no ranking:

Dora Voigt de Assis — 28 anos — US$ 1,4 bilhãoFelipe Voigt Trejes (irmão de Amelie) — 23 anos — US$ 1,1 bilhãoPedro Voigt Trejes (irmão de Amelie) — 23 anos — US$ 1,1 bilhãoLívia Voigt de Assis — 21 anos — US$ 1,4 bilhão

Ela supera por sete semanas o alemão Johannes von Baumbach, herdeiro de uma farmacêutica, que agora ocupa a segunda posição entre os bilionários mais jovens do mundo.

Outra brasileira aparece como a mais jovem a construir a própria fortuna. Luana Lopes Lara, também de Santa Catarina, é cofundadora da Kalshi, plataforma que transforma previsões sobre acontecimentos futuros em ativos negociáveis.

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