RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Leilão da Receita em SP tem iPhone 15 a partir de R$ 922 e caminhão por R$ 46 mil; veja como participar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 15:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,130-0,49%Dólar TurismoR$ 5,338-0,31%Euro ComercialR$ 6,057-0,27%Euro TurismoR$ 6,309-0,15%B3Ibovespa191.484 pts0%%MoedasDólar ComercialR$ 5,130-0,49%Dólar TurismoR$ 5,338-0,31%Euro ComercialR$ 6,057-0,27%Euro TurismoR$ 6,309-0,15%B3Ibovespa191.484 pts0%%MoedasDólar ComercialR$ 5,130-0,49%Dólar TurismoR$ 5,338-0,31%Euro ComercialR$ 6,057-0,27%Euro TurismoR$ 6,309-0,15%B3Ibovespa191.484 pts0%%Oferecido por

A Receita Federal anunciou nesta quarta-feira (25) um novo leilão regional de mercadorias apreendidas ou abandonadas. O certame será relizado no dia 13 de março, em São Paulo.

Entre os itens disponíveis nos lotes 223 lotes estão joias e pedras preciosas, vinhos, veículos, smartphones, notebooks, relógios, perfumes, roupas, tecidos, utensílios domésticos, livros e brinquedos.

Há ainda grande variedade de peças e acessórios para celulares, componentes para computadores, latas para envase de alimentos, lâmpadas, válvulas, concentrado de cobre, além de motocicletas elétricas, automóveis, caminhonetes, caminhões e gasolina tipo A.

🍷 Segundo o edital, os lotes que contêm vinhos estão sujeitos à obtenção de laudo para emissão de declaração de aptidão para comercialização e consumo.

Os lances devem ser feitos para lotes fechados — ou seja, conjuntos de itens específicos e selecionados.

Entre os lotes mais baratos, há opções com lance inicial de R$ 50, que incluem itens médico-hospitalares, peças mecânicas, componentes eletrônicos e perfumes. Outros lotes partem de R$ 100 e reúnem celulares, tecidos e um lote de resíduos para destruição.

O lote mais caro do leilão é o 205, formado por grandes volumes de gasolina tipo A, com preço mínimo de R$ 17 milhões e pagamento por depósito judicial.

Nos lotes 95, 221 e 219, é possível adquirir veículos como Hyundai Santa Fe a partir de R$ 6 mil, além de Jeep Renegade Sport (R$ 14.400) e caminhão Mercedes-Benz (R$ 46 mil) Nos lotes 26 e 87, é possível adquirir itens de grife, como calçados Gucci, jaquetas Rossignol, bolsa Lady Dior Mini, vestido Alessandra Rich e pulseira Ferragamo, a partir de R$ 2.700.No lote 143, é possível adquirir um iPhone 15 Plus e um iPhone 13 a partir de R$ 922.No lote 9, é possível adquirir vinhos como Domaine Almanegra, El Enemigo a partir de R$ 141.Nos lotes 134, 133 e 131, é possível adquirir coleções de joias em ouro, com anéis, brincos e colares cravejados de diamantes, safiras e rubis, a partir de R$ 20.634.

Lote 95 traz um Hyundai Santa Fe com lance inicial a partir de R$ 6 mil no leilão da Receita Federal em São Paulo. — Foto: Divulgação/Receita Federal

De acordo com a Receita, o leilão será realizado de forma eletrônica e é destinado a pessoas físicas e jurídicas.

O período para recebimento das propostas vai das 8h do dia 9 de março até as 21h do dia 12 de março. A sessão para lances está prevista para as 10h do dia 13 de março (horário de Brasília).

Os lotes estarão disponíveis para visitação mediante agendamento, entre os dias 2 e 11 de março, em dias úteis, nas cidades de Araraquara, Campinas, Bauru, Guarulhos, Taubaté, São Paulo, Guarujá, Santos, Barueri, Suzano, Sorocaba, Santo André e São Bernardo do Campo.

Os endereços, horários e contatos para agendamento constam no edital do leilão, disponível no site da Receita Federal, assim como a lista de mercadorias e as fotos dos lotes.

A Receita informou ainda que os licitantes terão 30 dias para retirar os lotes arrematados e que o órgão não se responsabiliza pelo envio das mercadorias.

Bens adquiridos por pessoas físicas não podem ser revendidos, assim como alguns lotes comprados por pessoas jurídicas.

O pagamento das mercadorias deve ser feito exclusivamente por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). A participação nos leilões eletrônicos ocorre apenas pelo Sistema de Leilão Eletrônico, acessado via e-CAC, com conta GOV.BR de nível Prata ou Ouro.

ser maior de 18 anos ou pessoa emancipada;ser inscrito no Cadastro de Pessoas Física (CPF);ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do Governo Federal.

ter cadastro regular no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ);ou, no caso do responsável da empresa ou de seu procurador, ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do governo federal.

entre 9 e 12 de março, observando os horários estabelecidos pela Receita, acessar o Sistema de Leilão Eletrônico por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC);selecionar o edital do leilão em questão, de número 0800100/000002/2026 – SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DA 8ª REGIÃO FISCAL;escolher o lote em que se quer fazer o lance e clicar em "incluir proposta";aceitar os termos e condições apresentados pelo site da Receita;e incluir o valor proposto (que, necessariamente, deve ser maior do que o valor mínimo estabelecido pela Receita), e salvar.

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Imposto maior sobre celulares importados deve afetar pouco o preço no Brasil; principais marcas já produzem no país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 14:46

Tecnologia Celular pode subir com novo imposto de importação? Veja quais marcas podem ser afetadas Governo aumentou imposto de importação para mais de mil produtos, incluindo celulares, para encarecer itens estrangeiros e melhorar a competitividade da produção no Brasil. Por Darlan Helder, g1

O governo brasileiro elevou o imposto de importação sobre mais de mil produtos, incluindo celulares.

Objetivo é tornar produtos importados mais caros e incentivar a competitividade da indústria nacional.

O governo brasileiro elevou, no início de fevereiro, o imposto sobre mais de mil produtos importados, entre eles, celulares, com o objetivo de incentivar a competitividade da indústria nacional.

O aumento para os produtos incluídos na medida pode chegar a até 7,2 pontos percentuais, afetando setores e consumidores que recorrem a compras internacionais (veja a lista ao final da reportagem).

O g1 questionou o Ministério da Fazenda e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) sobre qual era a alíquota anterior para celulares, mas não obteve resposta.

A medida não atinge os smartphones produzidos no Brasil, que representam 95% dos aparelhos comprados no país em 2025, segundo os ministérios. Os outros 5% são importados — a maioria da China —, informou o MDIC.

A decisão também garante tarifa zero de imposto de importação para todo componente usado pela indústria que não seja produzido no país (ou seja, que não tenha produção nacional similar).

As principais empresas do setor, como Samsung, Motorola e Apple, já montam celulares no Brasil, explica Eduardo Tude, presidente da Teleco, empresa de consultoria em telecomunicações. Isso significa que os aparelhos vendidos no país não serão impactados pela elevação do imposto.

Essas marcas não fabricam do zero o smartphone no Brasil. As peças do produto vêm de outros países e, quando chegam ao Brasil, são montados em suas fábricas.

A Apple, por exemplo, não tem fábrica no Brasil, mas mantém uma representante, a Foxconn, no interior de São Paulo, responsável por montar os iPhones que serão vendidos por aqui.

A Vivo Mobile (sem relação com a operadora), chamada de Jovi no Brasil, também tem acordo com uma empresa nacional, a GBR Componentes, para produzir aparelhos na Zona Franca de Manaus.

A medida, no entanto, pode impactar marcas como Xiaomi, que não monta nem fabrica seus celulares no Brasil. O g1 procurou a empresa para comentar a decisão do governo e aguarda retorno.

Ainda há demanda no Brasil por celulares importados mesmo com o mercado nacional abastecido por diversas marcas, explica Roberto Beninca, advogado tributarista e sócio da MBW Advocacia. Ele diz que isso ocorre porque a decisão de compra do consumidor não se baseia apenas na existência de oferta interna.

"O consumidor que importa leva em consideração preço, tecnologia e percepção de valor. Muitos aparelhos importados apresentam melhor custo-benefício. Mesmo com tributos, o consumidor frequentemente encontra no mercado internacional modelos com especificações superiores por preço semelhante ou inferior ao praticado no Brasil", afirma Beninca.

Beninca explica que o governo elevou as alíquotas do imposto de importação em até 7,2 pontos percentuais para celulares e outros produtos de tecnologia. Para ilustrar o impacto, ele considera um aparelho importado com valor de US$ 600.

Com um câmbio de R$ 5 por dólar, o custo convertido seria de R$ 3 mil. "Imagine que, antes da medida, a alíquota do imposto de importação fosse de 16%. Nesse cenário, o valor do imposto seria de R$ 480, totalizando R$ 3.480 após essa etapa", exemplifica o advogado.

Com o aumento de 7,2 pontos percentuais, a alíquota passaria para 23,2%. Nesse novo cenário, o imposto sobre os mesmos R$ 3 mil seria de R$ 696, elevando o custo para R$ 3.696 apenas na fase inicial da importação.

"Contudo, esse não é necessariamente o valor final que chegará ao consumidor. Isso porque o imposto de importação compõe o custo base do produto. Sobre esse novo custo incidem margens do importador, despesas logísticas, estrutura comercial, eventuais tributos internos e margem do varejo", afirma.

O impacto pode ser ainda mais forte em meio à crise na oferta global de memória RAM, componente essencial para o funcionamento desses produtos e que está em falta no mercado.

O avanço da inteligência artificial está no centro dessa turbulência. Fabricantes têm direcionado investimentos e produção para chips mais avançados, usados em data centers de IA, o que reduziu a oferta de memórias tradicionais.

De acordo com o governo, a mudança busca reequilibrar os preços entre itens estrangeiros e nacionais. Atualmente, o mercado brasileiro de eletrônicos possui forte dependência externa, afirma a nota técnica do Ministério da Fazenda.

Segundo o documento, a China concentra 46% das importações desses bens, enquanto o Vietnã se consolidou como a segunda maior origem, com 7,9% de participação.

O Ministério da Fazenda estima que arrecadará R$ 14 bilhões a mais neste ano com o aumento do imposto de importação incidente sobre os mais de mil produtos.

O aumento das tarifas ajudará o governo federal a cumprir a meta de superávit nas suas contas neste ano. Desde o início de seu terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou uma série de impostos para tentar reequilibrar as contas públicas.

Telefones inteligentes (smartphones)Torres e pórticosReatores nuclearesCaldeirasGeradores de gás de arTurbinas para embarcaçõesMotores para aviaçãoBombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantesFornos industriaisCongeladores (freezers)Centrifugadores para laboratórios de análises, ensaios ou pesquisas científicasMáquinas e aparelhos para encher, fechar, arrolhar, capsular ou rotular garrafasEmpilhadeirasRobôs industriaisMáquinas de comprimir ou de compactarDistribuidores de adubos (fertilizantes)Máquinas e aparelhos para as indústrias de panificação, açúcar e cervejeiraMáquinas para fabricação de sacos ou de envelopesMáquinas e aparelhos de impressãoCartuchos de tintaDescaroçadeiras e deslintadeiras de algodãoMáquinas para fiação de matérias têxteisMáquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçadoMartelosCircuitos impressos com componentes elétricos ou eletrônicos, montadosMáquinas de cortar o cabeloPainéis indicadores com LCD ou LEDControladores de ediçãoTratoresTransatlânticos, barcos de excursão e embarcações semelhantesPlataformas de perfuração ou de exploração, flutuantes ou submersíveisNavios de guerraCâmeras fotográficas para fotografia submarina ou aérea, para exame médico de órgãos internos ou para laboratórios de medicina legal ou de investigação judicialAparelhos de diagnóstico de imagem por ressonância magnéticaAparelhos dentáriosAparelhos de tomografia computadorizada

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Veja único vinho brasileiro que entrou em lista internacional dos melhores do mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 13:44

Agro Veja único vinho brasileiro que entrou em lista internacional dos melhores do mundo Seleção reúne 115 rótulos escolhidos por sommeliers de 17 países; Itália lidera em número de vinhos. Por Redação g1

O Casa Tés Grama Branco, um Sauvignon Blanc–Sémillon do Vale da Grama, foi o único rótulo brasileiro na seleção internacional de 2026.

O guia descreve o vinho como tendo textura cremosa e notas de limão, abacaxi e maracujá, ideal para harmonizar com ceviche.

A lista, que não estabelece ranking, selecionou 115 vinhos de 16 países, avaliados por sommeliers de 17 nações na Inglaterra.

Apenas um vinho brasileiro entrou para a lista internacional World’s Best Sommeliers’ Selection 2026 (“Melhores Selecionados por Sommeliers”, em tradução livre), que reúne anualmente rótulos considerados os melhores do mundo.

O escolhido foi o Casa Tés Grama Branco, um Sauvignon Blanc–Sémillon do Vale da Grama, região tradicionalmente cafeeira situada próxima à Serra da Mantiqueira.

🍷Segundo o guia, o vinho tem textura cremosa e notas de raspas de limão, abacaxi e maracujá, o que o torna um acompanhamento perfeito para ceviche.

Nesta edição, divulgada nesta quarta-feira (25), foram selecionados 115 vinhos de 16 países. A lista não estabelece um ranking entre os escolhidos.

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A Itália foi o país com maior número de rótulos, 20 no total, sendo 13 tintos. Entre eles, quatro exemplares de Barolo e Barbaresco, elaborados com a uva Nebbiolo.

Portugal aparece na sequência, com 18 vinhos entre brancos, tintos e fortificados. Um dos destaques foi um branco do Douro produzido pela Quinta do Vallado com as uvas Rabigato, Gouveio, Arinto e Viosinho.

🔎​Como é feita a seleção? Criada pela William Reed, responsável também pelo The World’s 50 Best Restaurants, que seleciona os melhores restaurantes do mundo, a seleção foi feita durante três dias de janeiro, na Inglaterra, quando sommeliers de 17 países degustaram e avaliaram os vinhos.

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Justiça derruba liminares e obriga operadoras a cumprir novas regras do vale-refeição e alimentação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 09:46

Trabalho e Carreira Justiça derruba liminares e obriga operadoras a cumprir novas regras do vale-refeição e alimentação Operadoras haviam conseguido liminares para não cumprir trechos do decreto que proíbe descontos e rebates no vale-refeição e alimentação. Com decisão do TRF-3, as novas regras do PAT voltam a valer imediatamente. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) suspendeu liminares, forçando operadoras de benefícios a seguir as novas regras do vale-refeição e alimentação.

As medidas governamentais visam limitar tarifas, acelerar o repasse de valores e permitir a interoperabilidade dos cartões, promovendo concorrência.

O governo argumenta que as novas regras buscam assegurar a função social do PAT, que envolve renúncia fiscal de R$ 30 bilhões anuais.

Operadoras que não cumprirem as normas estão sujeitas a sanções como multas e descredenciamento, enquanto algumas questionam o excesso regulatório.

Empresas que haviam conseguido liminares para suspender parte das novas regras do vale-refeição e do vale-alimentação, benefícios do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), voltaram a ter que cumprir as exigências do decreto que impactou o setor.

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) decidiu suspender as decisões de primeira instância que protegiam operadoras de benefícios contra pontos centrais da nova regulamentação. Com isso, as regras passam a produzir efeitos imediatos para essas empresas, ao menos até o julgamento definitivo das ações.

O g1 procurou as empresas sobre a situação das liminares e das novas regras do PAT. Abaixo, confira as notas de posicionamento recebidas.

Desde o dia 10 de fevereiro estão em vigor medidas que limitam as tarifas cobradas pelas operadoras, aceleram o repasse do dinheiro aos estabelecimentos e permitem que qualquer cartão funcione em qualquer maquininha.

Segundo o governo, a ideia é reduzir custos, aumentar a concorrência e ampliar a aceitação dos benefícios. Mas o cenário não é simples. Algumas mudanças serão implementadas gradualmente e têm prazos de transição que chegam a 360 dias.

Enquanto o governo defendia que a reformulação beneficia trabalhadores e comerciantes, empresas como Ticket Serviços, VR Benefícios, Pluxee Benefícios Brasil, Vegas Card, UP Brasil e Alelo obtiveram decisões judiciais que as protegiam de sanções por eventual descumprimento de trechos do decreto.

Na prática, as liminares permitiam que essas operadoras deixassem de aplicar, temporariamente, pontos como o teto de taxas e os novos prazos de pagamento, sem sofrer punições administrativas.

Diante desse cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou à Justiça a suspensão, em bloco, das decisões.

O pedido foi apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU), que argumentou que a manutenção das liminares poderia comprometer a implementação uniforme da política pública e gerar impactos à ordem e à economia públicas.

No documento enviado ao tribunal, o governo destacou que o PAT envolve renúncia fiscal estimada em cerca de R$ 30 bilhões por ano. Segundo a AGU, as novas regras buscam assegurar que esses recursos cumpram sua função social, ligada à segurança alimentar do trabalhador.

Ao analisar o caso, o presidente do TRF-3 afirmou que a suspensão de liminar é medida excepcional, mas entendeu que não há ilegalidade manifesta no decreto e que sua interrupção poderia gerar fragmentação regulatória.

Ele também ressaltou que o setor não opera em regime de livre mercado puro, mas dentro de um modelo regulado pelo Estado, justamente por envolver incentivo fiscal.

Com a derrubada das liminares, voltam a valer integralmente os principais pontos da nova regulamentação.

As empresas que administram os cartões de VR e VA precisam se adequar aos novos limites de tarifas, aos prazos de pagamento e às regras de interoperabilidade.

O decreto também proíbe vantagens financeiras entre operadoras e empresas contratantes — como devolução de parte do valor pago, bonificações, descontos e ações de marketing usadas para conquistar clientes.

Segundo o governo, essas práticas favoreciam a concentração do mercado e distorciam a concorrência.

Antes da nova regulamentação, de acordo com dados citados pelo próprio governo, as taxas médias cobradas pelas operadoras variavam entre 6% e 9%, e o prazo de pagamento aos estabelecimentos podia ultrapassar 30 dias.

A avaliação da equipe econômica é que a redução das taxas e a aceleração dos repasses podem ampliar a rede de aceitação dos cartões, já que muitos comerciantes deixavam de aceitar os benefícios devido aos custos considerados elevados.

O governo afirma que o objetivo é modernizar o PAT, que completa 50 anos em 2026, e corrigir distorções no mercado.

Segundo o Ministério do Trabalho, as novas regras buscam reduzir abusos nas taxas, aumentar a concorrência, ampliar a rede de aceitação dos vales e garantir que o benefício seja usado apenas para alimentação.

O governo também estima que as mudanças podem gerar uma economia anual de cerca de R$ 8 bilhões e ampliar o número de estabelecimentos que aceitam os vales de 743 mil para 1,82 milhão.

Algumas operadoras afirmam que o governo extrapolou seu poder ao impor limites de taxas e mudanças estruturais por decreto, sem previsão expressa na lei que criou o PAT.

Na visão das empresas, houve excesso na regulamentação, principalmente na fixação de limites de tarifas, no impacto sobre contratos já firmados e na necessidade de prazos maiores para adaptação.

Antes das novas regras, as taxas médias cobradas variavam entre 6% e 9%, segundo dados citados pelo governo.

Segundo o MTE, empresas e operadoras que descumprirem as normas do PAT estão sujeitas a sanções, como autuação da empresa, descredenciamento e cobrança da isenção fiscal a partir da constatação da irregularidade, além de multas.

As sanções se aplicam tanto a operadoras quanto a empresas beneficiárias e estabelecimentos. Ou seja, quaisquer das empresas que são credenciadas no PAT podem sofrer as sanções previstas na Lei e no decreto.

No cenário atual, o mercado de vale-refeição e vale-alimentação é dominado por poucas grandes operadoras. O governo acredita que as novas regras vão reduzir essa concentração e abrir espaço para mais concorrência.

Se isso acontecer, os trabalhadores podem ter mais opções de uso, os estabelecimentos podem pagar menos taxas e novas empresas podem entrar no mercado.

As operadoras tradicionais, por outro lado, podem perder parte da vantagem competitiva, explica Cordeiro.

No fim, o embate em torno do decreto revela algo maior: a disputa entre um modelo concentrado, baseado em redes fechadas e taxas elevadas, e um sistema mais aberto, com regras padronizadas e maior concorrência.

Avaliamos que a ausência de estudos de impacto regulatório e econométrico continua sendo nossa principal preocupação para garantir o devido embasamento jurídico e constitucional do decreto. Aguardamos a notificação oficial para compreender os desdobramentos da decisão e avaliar as medidas cabíveis.

A Up Brasil explica que a decisão em questão não afetou a empresa, pelo fato de nossa liminar ter sido deferida em sede de agravo de instrumento. O Presidente do TRF-3 não possui competência para suspender horizontalmente a decisão proferida por outro desembargador do mesmo tribunal. Eventual questionamento deverá ser veiculado no STJ, conforme jurisprudência apresentada na decisão.

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Exportações brasileiras de suco de laranja para União Europeia aumentam no fim da safra em janeiro, aponta USP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 09:46

Piracicaba e Região Exportações brasileiras de suco de laranja para União Europeia aumentam no fim da safra em janeiro, aponta USP Embarques de suco de laranja ao bloco europeu somaram 50,3 mil toneladas, volume 55% maior que o de janeiro de 2025", segundo o Cepea, da Esalq-USP em Piracicaba (SP). Por g1 Piracicaba e Região

As exportações brasileiras de suco de laranja apresentaram recuperação em janeiro, impulsionadas pelo reaquecimento da demanda da União Europeia, principal destino da commodity.

No primeiro mês do ano, os envios de suco de laranja concentrado, especificamente ao bloco europeu somaram 50,3 mil toneladas, volume 55% acima do registrado em janeiro de 2025 e também o maior da atual temporada", aponta o Cepea.

Ainda confoforme análise do Centro de Estudos da USP, a recuperação dos embarques à União Europeia era bastante aguardada pelo setor exportador nacional.

"No acumulado da safra 2025/26, os embarques brasileiros de suco de laranja concentrado a todos os destinos somam 495 mil toneladas, 4,6% abaixo do registrado no mesmo período da temporada anterior", analisa.

Chuvas torrenciais em janeiro afetaram a citricultura paulista, podendo causar perdas na produção e queda na qualidade das frutas, impactando o mercado spot.

Preço da laranja pago pela indústria caiu em novembro, aponta Cepea da Esalq-USP em Piracicaba — Foto: Claudia Assencio/g1

As exportações brasileiras de suco de laranja demonstram sinais de reação positiva em janeiro deste ano, após os embarques da safra, que começou em julho de 2025 e terminou no primeiro mês de 2026, estarem abaixo do volume registrado no mesmo período da temporada anterior.

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq) da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", o campus da USP em Piracicaba (SP), o cenário se explica, principalmente, pelo reaquecimento da demanda da União Europeia, tradicionalmente, é o principal destino da commodity brasileira.

"No primeiro mês do ano, os envios de suco de laranja concentrado, especificamente ao bloco europeu somaram 50,3 mil toneladas, volume 55% acima do registrado em janeiro de 2025 e também o maior da atual temporada", aponta o Cepea.

Ainda confoforme análise do Centro de Estudos da USP, a recuperação dos embarques à União Europeia era bastante aguardada pelo setor exportador nacional.

"No acumulado da safra 2025/26, os embarques brasileiros de suco de laranja concentrado a todos os destinos (66° brix) somam 495 mil toneladas, 4,6% abaixo do registrado no mesmo período da temporada anterior", analisa.

"Assim, pouca fruta tem sido adquirida no spot e apenas alguns últimos contratos são recebidos, indicam estudos do Cepea

As chuvas torrenciais que atingiram todo interior paulista durante o mês de janeiro afetaram o mercado da citricultura do cinturão produtor das frutas, segundo análise do Cepea.

Parte da produção destinada à indústria pode ser perdida e a queda na qualidade das frutas cítricas também deve interferir nas cotações, fazendo o mercado spot paulista (com pagamento à vista e entrega imediata) se conter. Entenda cenário, abaixo.

"A umidade excessiva elevou a incidência de podridões e de fungos nos pomares. […] Parte da produção destinada à indústria acaba sendo perdida, enquanto outra parcela chega ao mercado com padrão inferior, o que amplia a pressão sobre as cotações em um ambiente já caracterizado por oferta elevada", explica o Centro de Pesquisas.

Os preços, com pagamento a prazo, já começam a apresentar leve queda, de quase 2%, na segunda quinzena de janeiro.

Cotações: a caixa de 40 quilos da laranja-pera in natura fechou a R$ 43 no dia 12 de janeiro e caiu para R$ 41 no último dia 30 do mês.

O volume de chuva registrado no dia 29 de janeiro de 2026 de 55 milímetros em Limeira, aponta o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), concentrado principalmente durante a noite, em apenas duas horas de temporal.

Segundo dados mais recentes, divulgados nesta sexta-feira (30), o mercado citrícola paulista deverá sentir os efeitos dos altos volumes de chuvas nas regiões produtoras, incluindo a cidade de Limeira (SP), especialmente para a laranja de mesa, selecionada para consumo direto da casca, in natura.

"O recebimento de frutas no spot permanece mais contido, com indústrias concentradas no cumprimento dos últimos contratos e no processamento de fruta própria", acrescentou.

Em Piracicaba, o volume de chuvas foi de 65 milímetros em duas horas no último dia 29 de janeiro. No acumulado do mês, a cidade teve

O combate ao greening, a praga mais destrutiva às plantações de laranja no Brasil e no mundo, é um dos pilares que motivaram a criação do Centro de Pesquisa Aplicada (CPA) em Inovação e Sustentabilidade da Citricultura (CPA Citros).

Resultado de uma parceria público-privada que congrega universidades de diferentes países, fundações, demais órgãos do setor e governo do estado de São Paulo, o convênio prevê R$ 90 milhões a serem aplicados em cinco anos de pesquisa, transferência de tecnologia e educação.

🍊 O que é o greening? É uma doença provocada por uma bactéria, transmitida pelo inseto psilídeo Diaphorina citri, conhecido como cigarrinha. O greening é considerado a praga mais destrutiva da citricultura mundial. Os sintomas podem ser observados nas folhas, que apresentam um aspecto amarelado, e nas flores, que ficam secas e murchas, por exemplo.

O greening atinge os pomares da citricultura brasileira desde 2004, especialmente no estado de São Paulo.

O acordo, que busca estratégias aplicadas promovidas pelo CPA-Citrus no combate de doenças no setor, foi formalizado nesta segunda-feira (12), na Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq), o campus da USP em Piracicaba (SP), que interliga outros centros de pesquisas e é sede virtual.

O convênio interliga 19 instituições e 76 departamentos científicos de sete países, sendo Brasil, Estados Unidos, Portugal, Espanha, França, Inglaterra e Austrália.

Um levantamento do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), mantido por citricultores e indústrias de suco do estado, revelou que a região de Limeira (SP) é a mais afetada pelo greening no cinturão citrícola de São Paulo e Minas Gerais em 2024.

A liderança no ranking segue uma tendência já observada em anos anteriores. Em relação a 2023, a incidência da doença na região passou de 73,87% para 79,38%. O prejuízo nos pomares e as altas temperaturas têm impacto nos preços da fruta e do suco vendidos ao consumidor.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Contas do governo têm superávit de R$ 86,9 bilhões em janeiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 08:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%Oferecido por

As contas do governo registraram um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro, informou Tesouro Nacional nesta quarta-feira (25).

🔎 O superávit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam acima das despesas do governo. Se as receitas ficam abaixo as despesas, o resultado é um déficit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.

➡️Com isso, houve uma pequena piora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o resultado positivo somou R$ 88,84 bilhões (valor corrigido pela inflação).

O resultado foi favorecido pelo comportamento da arrecadação federal, que foi a maior já registrada em todos os meses desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, ou seja, em 32 anos. A alta da receita está relacionada com o crescimento da economia e aumento de impostos.

📈 No primeiro mês deste ano, houve um aumento real de 1,2% na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 272,78 bilhões.

📈 Ao mesmo tempo, as despesas totais do governo somaram R$ 185,89 bilhões em janeiro deste ano, com uma alta real de 2,9% no período.

despesas de benefícios previdenciários (+R$ 4 bilhões), explicado pelo aumento do número de beneficiários e pelos reajustes reais do salário-mínimo;pessoal e encargos sociais (+R$ 3,3 bilhões), em função da base de comparação de janeiro de 2025 não refletir os aumentos concedidos ao funcionalismo público, cujos efeitos se efetivaram a partir de maio daquele ano.

Por outro lado, informou o Tesouro, houve queda nas despesas Obrigatórias com Controle de fluxo e Abono e Seguro Desemprego, com recuos de R$ 1,9 bilhão e R$ 1,5 bilhão, respectivamente.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Paramount aumenta proposta pela Warner e pode mudar rumo do acordo com a Netflix

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 25/02/2026 08:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%Oferecido por

A Paramount Skydance elevou sua proposta para US$ 31 por ação da Warner, totalizando cerca de US$ 110 bilhões, incluindo a dívida da WBD.

A empresa se comprometeu a cobrir a multa de US$ 2,8 bilhões à Netflix e oferecer US$ 7 bilhões em caso de entraves regulatórios.

A oferta da Netflix, de US$ 83 bilhões, exclui canais como CNN e Discovery, que passariam ao controle de aliados de Donald Trump se a Paramount vencer.

A Warner Bros. Discovery (WBD) informou nesta terça-feira (24) que a Paramount Skydance apresentou uma nova proposta de compra, o que pode levar a empresa a reconsiderar seu acordo com a Netflix.

A nova oferta é o episódio mais recente de uma disputa que tem repercussão em Hollywood e nos meios de comunicação dos Estados Unidos, acompanhada de perto pelo presidente Donald Trump.

O conselho de administração da WBD afirmou que “é razoável esperar” que a proposta da Paramount resulte em uma oferta superior à atualmente firmada com a Netflix.

A Paramount elevou o valor para US$ 31 por ação da Warner, ante os US$ 30 anteriores. Considerando também a dívida da WBD, a transação é avaliada em cerca de US$ 110 bilhões.

Além disso, a empresa se comprometeu a arcar com a multa de US$ 2,8 bilhões que a WBD teria de pagar à Netflix caso desista do acordo. A Paramount também prometeu uma compensação de US$ 7 bilhões à Warner se a operação não for concluída por entraves regulatórios.

A proposta da Netflix não inclui os ativos de televisão dos estúdios Warner Bros., como os canais CNN e Discovery, que seriam transferidos para uma nova empresa listada em bolsa caso o acordo com a plataforma de streaming seja fechado.

O conselho da WBD destacou que ainda não decidiu se a oferta da Paramount é melhor do que a da Netflix. Se a companhia optar pela proposta rival, a Netflix terá quatro dias úteis para apresentar uma contraproposta.

Mais cedo, a WBD informou que a Paramount havia feito uma nova proposta, mas que o acordo com a Netflix continuava válido e que os membros do conselho ainda demonstravam preferência pela operação com a empresa de streaming.

As negociações com a Paramount seguem em andamento. A Netflix oferece US$ 83 bilhões por uma fusão mais restrita, mas pode aumentar o valor.

A Paramount é comandada por David Ellison, e a operação é financiada principalmente por seu pai, Larry Ellison, fundador da Oracle e aliado próximo de Donald Trump. O presidente declarou que pretende se “envolver” em qualquer decisão sobre a fusão.

Caso a Paramount vença a disputa, a emissora CNN — alvo frequente de críticas de Trump — passaria ao controle da família Ellison. A empresa já havia sido criticada após a compra da CBS, operação que teria resultado em mudanças mais alinhadas ao governo Trump.

Em entrevista à BBC Radio 4, o diretor-executivo da Netflix, Ted Sarandos, afirmou: “Este é um acordo comercial. Não é um acordo político.”

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Fábrica de bilionários’ de SC investe em indústria de baterias para armazenar energia renovável; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 06:47

Santa Catarina 'Fábrica de bilionários' de SC investe em indústria de baterias para armazenar energia renovável; entenda Tecnologia da WEG permite guardar a energia de fontes renováveis, como solar e eólica, gerada em momentos de maior produção. Por Sofia Mayer, g1 SC

A nova unidade da WEG em Itajaí produzirá sistemas BESS para estabilizar o fornecimento de energia renovável, como solar e eólica.

O projeto, financiado em R$ 280 milhões pelo BNDES, criará 90 empregos diretos e terá capacidade de 2 GWh anuais.

A fábrica visa posicionar o Brasil de forma competitiva na transição energética global, ampliando soluções de alto valor agregado.

Uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo, a multinacional WEG anunciou a construção em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, do que chamou de a mais moderna fábrica do país dedicada à produção de sistemas de armazenamento de energia em baterias.

Segundo a empresa, conhecida como a "fábrica de super-ricos" pela quantidade de bilionários vinculados a ela, a tecnologia permite guardar a energia de fontes renováveis, como solar e eólica, gerada em momentos de maior produção, melhorando, assim, a estabilidade e a confiabilidade do fornecimento de energia.

✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsAppWEG anuncia investimento de quase R$ 1 bilhão em cidade de 46 mil habitantesWEG tem 7 dos 10 bilionários mais jovens do Brasil; saiba quem são

🚀💸 A WEG é conhecida por manter um perfil acionário familiar que beneficia herdeiros diretos. Dos quatro maiores herdeiros da empresa, todos são netos de um dos três fundadores.

Em vídeo institucional, o vice-presidente de Tecnologia da WEG, Carlos José Bastos Grillo, explica que o sistema de armazenamento de energia em baterias (chamado de BESS, na sigla em inglês) tem um papel vital para acelerar a adoção de energias renováveis, principalmente a solar e a eólica.

"Essas energias são menos previsíveis, pois dependem das condições da natureza. Em certos momentos temos vento, em outros momentos temos sol, em outros momentos não temos. A natureza é que dá as cartas. Com o BESS, isso passa a ser uma realidade também nas energias renováveis, que são geradas na hora que a natureza deseja, mas podem ser consumidas no momento mais adequado para a sociedade", explicou.

Para viabilizar o projeto, a WEG contou com financiamento de R$ 280 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) através do programa Mais Inovação. As obras da nova fábrica começarão em breve, com conclusão prevista para o segundo semestre de 2027.

Segundo a empresa, a operação da unidade resultará na criação de aproximadamente 90 novos empregos diretos e ampliará a capacidade produtiva da WEG em sistemas BESS para até 2 GWh ao ano, equivalente a 400 sistemas de 5 MWh.

'Fábrica de super-ricos' anuncia investimento bilionário em SC WEG tem 7 dos 10 bilionários mais jovens do Brasil; saiba quem são

O presidente da WEG, Alberto Kuba, explicou que trata-se de um investimento alinhado com o objetivo estratégico de posicionar a multinacional e o Brasil de forma mais competitiva no cenário global de transição energética.

“Com esse passo, a WEG amplia a sua oferta de soluções de alto valor agregado, desenvolvidas e fabricadas no Brasil, e contribui para o avanço da segurança energética e resiliência do nosso grid", disse.

Uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo, a WEG foi fundada em 1961 e tem filiais em 41 países.

No início da fundação, a "fábrica de bilionários" produzia apenas motores elétricos, mas ampliou as atividades nos anos 1980 e agora fornece sistemas elétricos industriais completos.

50 vídeos BNDES Itajaí Jaraguá do Sul Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Presunto ou apresuntado? Manteiga ou margarina? Veja as diferenças antes de economizar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 03:45

Agro Presunto ou apresuntado? Manteiga ou margarina? Veja as diferenças antes de economizar Produtos parecem iguais e costumam custar menos, mas têm composição diferente — e vender um como se fosse outro é fraude. Por Rafaela Zem

Para economizar nas compras e receitas, muitas pessoas trocam manteiga por margarina, presunto por apresuntado ou cream cheese por requeijão.

Apesar das semelhanças, esses alimentos têm composições diferentes que podem influenciar o sabor, a textura e até o valor nutricional das receitas.

Muita gente troca margarina por manteiga, apresuntado por presunto e requeijão por cream cheese para economizar no supermercado. O sabor é parecido — e o preço, geralmente, menor.

Mas os produtos não são iguais. Eles têm composições diferentes, o que pode mudar o resultado da receita e o valor nutricional. Além disso, vender um produto como se fosse outro é considerado fraude alimentar pela legislação brasileira.

Para te ajudar a identificar essas diferenças e evitar golpes, o g1 preparou uma lista com as particularidades de cada alimento.

Presunto e apresuntado parecem iguais, mas têm diferenças importantes. Ambos são feitos de carne suína, mas o presunto é preparado apenas com pernil cozido, uma parte mais nobre do porco, e deve ter pelo menos 16% de proteína, conforme regra do Ministério da Agricultura estabelecida em maio de 2023.

Já o apresuntado é feito com membros inferiores do porco e tem mais gordura. A carne é transformada em massa, temperada e aquecida. Desde novembro de 2022, é permitido adicionar água, amido e proteínas não animais (até 2,5%) no produto.

A margarina é feita a partir da mistura de leite com óleos vegetais hidrogenados, como milho e girassol, sendo considerada de origem vegetal pelo Ministério da Agricultura.

Já a manteiga é 100% de origem animal, produzida a partir da nata ou creme de leite batido. Criada como alternativa à manteiga, a margarina exige menos matéria-prima, já que a produção de manteiga demanda grandes quantidades de leite.

O requeijão é feito a partir da coalhada, obtida pela coagulação ácida que separa o soro da massa do leite. Pode incluir creme de leite, manteiga e gordura anidra de leite.

Leite ou leite reconstituído (leite em pó dissolvido em água, com ou sem gordura láctea)Creme de leite, manteiga ou gordura anidra de leite (butter oil)

Já o cream cheese é produzido com leite pasteurizado, que passa por fermentação, aquecimento, homogeneização e refrigeração, podendo conter derivados lácteos. De acordo com o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Queijos, é classificado como queijo semi-gordo, gordo ou extra gordo, com muito alta umidade.

Presento, manteiga e cream cheese — Foto: photoroyalty/Freepik; Jess Bailey/Unsplash e pvproductions/Freepik

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Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 03:45

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Apesar das semelhanças, esses alimentos têm composições diferentes que podem influenciar o sabor, a textura e até o valor nutricional das receitas.

Muita gente troca margarina por manteiga, apresuntado por presunto e requeijão por cream cheese para economizar no supermercado. O sabor é parecido — e o preço, geralmente, menor.

Mas os produtos não são iguais. Eles têm composições diferentes, o que pode mudar o resultado da receita e o valor nutricional. Além disso, vender um produto como se fosse outro é considerado fraude alimentar pela legislação brasileira.

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Presunto e apresuntado parecem iguais, mas têm diferenças importantes. Ambos são feitos de carne suína, mas o presunto é preparado apenas com pernil cozido, uma parte mais nobre do porco, e deve ter pelo menos 16% de proteína, conforme regra do Ministério da Agricultura estabelecida em maio de 2023.

Já o apresuntado é feito com membros inferiores do porco e tem mais gordura. A carne é transformada em massa, temperada e aquecida. Desde novembro de 2022, é permitido adicionar água, amido e proteínas não animais (até 2,5%) no produto.

A margarina é feita a partir da mistura de leite com óleos vegetais hidrogenados, como milho e girassol, sendo considerada de origem vegetal pelo Ministério da Agricultura.

Já a manteiga é 100% de origem animal, produzida a partir da nata ou creme de leite batido. Criada como alternativa à manteiga, a margarina exige menos matéria-prima, já que a produção de manteiga demanda grandes quantidades de leite.

O requeijão é feito a partir da coalhada, obtida pela coagulação ácida que separa o soro da massa do leite. Pode incluir creme de leite, manteiga e gordura anidra de leite.

Leite ou leite reconstituído (leite em pó dissolvido em água, com ou sem gordura láctea)Creme de leite, manteiga ou gordura anidra de leite (butter oil)

Já o cream cheese é produzido com leite pasteurizado, que passa por fermentação, aquecimento, homogeneização e refrigeração, podendo conter derivados lácteos. De acordo com o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Queijos, é classificado como queijo semi-gordo, gordo ou extra gordo, com muito alta umidade.

Presento, manteiga e cream cheese — Foto: photoroyalty/Freepik; Jess Bailey/Unsplash e pvproductions/Freepik

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