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Imposto de Renda 2026: ainda não declarei; o que fazer para preencher mais rápido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/05/2026 01:02

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: ainda não declarei; o que fazer para preencher mais rápido Declaração pré-preenchida pode ser usada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata. Por Redação g1 — São Paulo

A declaração pré-preenchida é uma opção disponível aos contribuintes que reúne automaticamente diversas informações necessárias, sem exigir digitação manual.

Entre os dados disponibilizados, estão: rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas e ônus reais.

Para isso, a Receita Federal importa as informações da declaração do ano anterior, do carnê-leão e das declarações de terceiros, como pessoas jurídicas pagadoras, empresas do ramo de imóveis e prestadores de serviços médicos.

A declaração pré-preenchida pode ser utilizada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata.

O Fisco reforça que é responsabilidade do contribuinte verificar se todos os dados pré-preenchidos estão corretos, realizando alterações, inclusões ou exclusões quando necessário.

Os contribuintes que ainda não entregaram o Imposto de Renda 2026 podem priorizar a declaração pré-preenchida para conseguir enviar o documento dentro do prazo.

Nesse modelo, as informações aparecem automaticamente no sistema, sem necessidade de digitação. Mas atenção: não esqueça de conferir os dados para evitar cair na malha fina.

A Receita Federal incluiu mais informações à declaração pré-preenchida neste ano. Além de dados de rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas e ônus reais — já presentes desde o ano passado —, o modelo agora também passa a trazer dados sobre renda variável e empregados domésticos.

Além disso, o Fisco simplificou alguns procedimentos. Agora, o dependente não precisa mais emitir uma procuração digital para que o titular acesse sua declaração pré‑preenchida, desde que o CPF esteja regular e o nome tenha aparecido como dependente nas três declarações anteriores.

A Receita destaca que os contribuintes que optarem pela declaração pré-preenchida continuam entre as prioridades para receber a restituição. Segundo o Fisco, mais da metade dos declarantes escolheu essa opção no ano passado.

O que é e como funciona a declaração pré-preenchida?Como fazer a declaração pré-preenchida?Quem pode fazer?Como estar habilitado?Quem é obrigado a declarar?

A declaração pré‑preenchida é uma opção disponível aos contribuintes que reúne automaticamente diversas informações necessárias, sem exigir digitação manual.

rendimentos; deduções;bens;direitos;dívidas;ônus reais (encargos, dívidas ou restrições legais vinculadas a imóveis);informaçoes de renda variável; e dados sobre empregados domésticos.

Para isso, a Receita Federal importa as informações da declaração do ano anterior, do carnê-leão e das declarações de terceiros, como pessoas jurídicas pagadoras, empresas do ramo de imóveis e prestadores de serviços médicos.

"É importante que o próprio contribuinte verifique se as informações estão corretas. Em caso de divergência, o contribuinte deve informar os valores efetivamente pagos ou recebidos, guardando os comprovantes das transações em caso de fiscalização", informou o Fisco em comunicado.

A declaração pré-preenchida pode ser utilizada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata. (Entenda mais abaixo)

Baixe, instale e abra o programa da declaração do IR 2026Clique em "Entrar com gov.br";Abra uma declaração na aba "Nova"; eSelecione "Iniciar declaração a partir da pré-preenchida".

Acesse o portal e-CAC com o login gov.br;Clique no ano desejado;Em seguida, selecione a opção "Preencher declaração";Escolha a opção "Pré-Preenchida".

Baixe e acesse o app "Receita Federal" Faça o login com a conta gov.br;Selecione o ano desejado;Toque na opção "Preencher Declaração"; eEscolha a opção "Pré-Preenchida".

⚠️ ATENÇÃO: O Fisco reforça que é responsabilidade do contribuinte verificar se todos os dados pré‑preenchidos estão corretos, realizando alterações, inclusões ou exclusões quando necessário.

O download do programa utilizado para o Imposto de Renda 2026 foi liberado pela Receita Federal nesta segunda-feira (23). O prazo de entrega vai até 29 de maio.

Para usar a declaração pré‑preenchida, o contribuinte precisa elevar sua conta gov.br para os níveis de segurança prata ou ouro.

Contas cadastradas apenas com dados do CPF ou do INSS — ou criadas presencialmente no INSS ou no Denatran — são classificadas como nível bronze.

O usuário pode aumentar o nível de segurança realizando validações por biometria facial ou por meio de dados bancários.

Nível prata: validação pelo aplicativo gov.br, comparando a foto com os dados da CNH, ou validação via internet banking de instituições parceiras; Nível ouro: validação facial com dados do TSE ou via certificado digital.

O primeiro passo para acessar os serviços digitais da Receita Federal é aprimorar o acesso ao gov.br.

A conta gov.br funciona como uma identificação digital que comprova quem está usando o serviço. Ela é gratuita e disponível para todos os brasileiros.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Imposto de Renda 2026: quais os erros mais comuns na declaração dos MEIs

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/05/2026 01:02

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: quais os erros mais comuns na declaração dos MEIs Confundir obrigações, errar no cálculo do lucro e não separar finanças pessoais da empresa estão entre os principais deslizes que podem levar os MEIs à malha fina. Por Redação g1 — São Paulo

O MEI tem duas obrigações distintas: a DASN-SIMEI, declaração anual da empresa (obrigatória mesmo sem faturamento), e o IRPF, da pessoa física, exigido apenas se houver enquadramento nos critérios da Receita Federal.

Para o IRPF 2026 (ano-calendário 2025), deve declarar quem se enquadrar nas regras — como ter rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, bens superiores a R$ 800 mil ou rendimentos isentos acima de R$ 200 mil, entre outros casos.

Um erro comum é declarar o faturamento como renda tributável. A lei permite que parte do lucro seja isenta: 8% (comércio e indústria), 16% (transporte) e 32% (serviços).

Misturar finanças pessoais e da empresa dificulta a comprovação dos valores e pode levar a questionamentos da Receita, que pode interpretar depósitos como renda não declarada.

Com a proximidade do prazo de entrega do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), muitos microempreendedores individuais (MEIs) ainda cometem erros que podem gerar multas, cobranças indevidas e problemas com a Receita Federal.

A principal dificuldade está em entender que o MEI possui obrigações tanto como empresa quanto como pessoa física – e que elas não se confundem. Segundo especialistas, boa parte das inconsistências poderia ser evitada com informação e organização ao longo do ano.

“A maioria dos erros não acontece por má-fé, mas por desconhecimento das regras ou pela falta de separação entre o CPF e o CNPJ”, explica Layla Caldas da Silva, analista de políticas públicas do Sebrae.

Além de manter em dia as obrigações tributárias da empresa, o microempreendedor também deve ficar atento aos impostos que precisa pagar como pessoa física.

Como qualquer brasileiro, o MEI tem a obrigação de entregar a Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2026 se os seus rendimentos tributáveis ultrapassaram o valor de R$ 35.584,00 no ano passado.

É importante lembrar que a declaração considera o CPF, e não o CNPJ. Segundo o analista de atendimento ao cliente do Sebrae, Marcus Reis, a principal confusão entre os microempreendedores está justamente nessa separação.

O faturamento corresponde a tudo o que a empresa recebe com vendas ou prestação de serviços. Já a renda pessoal é o lucro efetivamente retirado pelo empreendedor. (veja como calcular)

Quem não fizer o procedimento dentro do prazo, que vai até 29 de maio, está sujeito a multas e pode ter problemas com a Receita Federal. A multa mínima é de R$ 165,74 a um valor máximo correspondente a 20% do imposto devido.

No caso do MEI, ter pendências com o Fisco, mesmo que relacionadas apenas à pessoa física, também pode impactar os negócios da empresa, alerta Kályta Caetano, chefe de contabilidade da plataforma de gestão MaisMei.

"O MEI com débitos no IRPF pode enfrentar dificuldades na obtenção de certidões negativas de débitos, essenciais para participar de licitações públicas, obter financiamentos, entre outros", explica.

O MEI tem duas obrigações diferentes: a DASN-SIMEI, que é a declaração anual da empresa, obrigatória todos os anos até maio, e o IRPF, que é a declaração da pessoa física, exigida apenas se o empreendedor se enquadrar nos critérios da Receita Federal. (veja quais são deste ano)

Um erro comum é achar que uma substitui a outra — o que não acontece. “A DASN-SIMEI é sempre obrigatória, mesmo que o MEI não tenha faturado. Já o Imposto de Renda só deve ser entregue se a pessoa física atender aos critérios da Receita. São obrigações diferentes, com finalidades distintas”, reforça Layla Caldas da Silva.

Na declaração de 2026, referente ao ano-calendário de 2025, o MEI deve entregar o IRPF se se enquadrar em algum dos critérios da Receita Federal — como ter rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, bens e direitos superiores a R$ 800 mil ou rendimentos isentos acima de R$ 200 mil, entre outras situações.

Mesmo quem não é obrigado pode declarar para recuperar imposto pago ou comprovar renda. “Muita gente deixa de declarar por achar que não precisa, mas acaba perdendo restituição ou tendo dificuldade para comprovar renda”, explica a analista de políticas públicas do Sebrae.

Outro erro frequente é informar o faturamento da empresa como rendimento tributável. A legislação permite que parte do lucro seja considerada rendimento isento, conforme a atividade exercida: 8% para comércio e indústria, 16% para transporte e 32% para serviços.

Apenas o valor que ultrapassa esse percentual é tributável. “Quando o MEI informa o faturamento bruto como se fosse salário, ele cria uma inconsistência e corre o risco de pagar imposto a mais ou cair na malha fina”, alerta Layla.

Usar a mesma conta bancária para despesas pessoais e movimentações do MEI dificulta a comprovação da origem dos recursos. A Receita pode interpretar depósitos como renda não declarada.

“Separar as contas é uma das atitudes mais simples e mais importantes para o MEI. Isso facilita a declaração e reduz muito o risco de questionamentos”, orienta a especialista.

Mesmo sendo um regime simplificado, o CNPJ ativo do MEI deve ser informado na ficha de bens e direitos da declaração de pessoa física para evitar inconsistências no cruzamento de dados da Receita Federal.

O MEI precisa manter registros mensais das entradas e saídas da empresa. Esses documentos são fundamentais para comprovar o lucro e a distribuição ao empreendedor.

“Sem comprovantes, o MEI perde a principal defesa em caso de fiscalização. O que parece um detalhe pode virar um grande problema”, destaca Layla.

Antes mesmo de declarar o Imposto de Renda da pessoa física, o MEI deve conferir se a DASN-SIMEI do ano anterior foi entregue corretamente e está regular. Pendências nessa obrigação podem impactar diretamente o IRPF.

“Uma DASN-SIMEI com erro ou em atraso compromete toda a organização fiscal do MEI. Por isso, a recomendação é sempre regularizar a empresa antes de declarar a pessoa física”, conclui.

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Fim da escala 6×1: Câmara aprova PEC que reduz jornada de trabalho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 23:46

Política Fim da escala 6×1: Câmara aprova PEC que reduz jornada de trabalho Texto estabelece duas folgas por semana e redução de 44 para 40 horas por semana em até 14 meses. A proposta segue para análise dos senadores. Por Luiz Felipe Barbiéri, Paloma Rodrigues, g1 e TV Globo — Brasília

O plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira (27) uma PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses e permite o fim da escala 6×1.

A transição para a nova jornada de 40 horas ocorrerá de forma gradual em até 14 meses. A redução inicial de duas horas começa após dois meses.

O fim da escala 6×1 passa a valer 60 dias após a promulgação da PEC. O texto garante duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos.

Trabalhadores de alta renda com diploma superior e salário acima de R$ 21,1 mil ficam excluídos das novas regras de jornada e controle de ponto.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27), em primeiro turno, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses e permite o fim da escala 6×1. A proposta foi aprovada por 472 votos a 22 em primeiro turno e 461 a 19 votos no segundo turno.

🔎 Para aprovar uma PEC é necessário o voto de 308 deputados em dois turnos. Ainda não há data para votação no Senado, onde são 49 senadores favoráveis também em dois turnos de votação.

Mais cedo, o texto já havia passado por votação em uma comissão especial da Câmara. O parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), foi aprovado por 34 a 4. Apenas deputados do PL e do Novo votaram contra.

Os parlamentares ainda rejeitaram um destaque do PL, que pretendia alterar o período de transição para a escala 5×2, mantendo o texto do relator como apresentado no início desta semana.

O parecer de Leo Prates, apresentado na última segunda-feira (25), reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.

O texto também fixa uma transição de até 14 meses para a redução de horas, com queda de duas horas após dois meses da promulgação da PEC.

A tramitação célere da PEC contou com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que marcou sessões extras na Casa para vencer o prazo para apresentação de emendas na comissão.

A comissão especial discutiu duas PECs, uma de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e outra de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP).

Ambas previam a redução da jornada para 36 horas, mas o acordo final ficou em 40 horas, com duas folgas semanais, uma delas preferencialmente aos domingos.

Fim da escala 6×1: como empresas antecipam mudanças na jornada de trabalho na região de Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

A proposta altera a parte da Constituição Federal que trata sobre os Direitos e Garantias Fundamentais e deixa expresso que a “duração do trabalho normal” não será superior a oito horas diárias e quarenta horas semanais.

O artigo prevê exceções ao permitir compensações de horários e a redução da jornada conforme acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Conforme a proposta, a redução das quatro horas na jornada de trabalho será concretizada em duas etapas:

as primeiras duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC;as quatro horas restantes em até 12 meses após a redução das primeiras duas horas.

O fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

O período de transição foi o principal ponto de discussão da PEC nas últimas semanas. Empresários e confederações de empregadores pediam um tempo para se adequar à medida.

O governo, a princípio, se colocou contra a transição, mas chegou a um acordo para permitir a implantação gradativa da redução da jornada.

O relator fixou que, decorridos 60 dias da promulgação, todas as convenções e acordos coletivos que forem incompatíveis com as novas jornadas perdem a validade automaticamente.

Esse ponto servirá como uma trava para obrigar sindicatos e empresas a sentarem na mesa de negociação.

A PEC inscreve na Constituição a exigência de duas folgas remuneradas por semana, uma delas, de preferência, aos domingos, e determina que deve ser “garantido o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.

Ficarão fora das novas regras estabelecidas pela PEC os trabalhadores que têm diploma de nível superior e ganham a partir de duas vezes e meia o teto do INSS — cerca de R$ 21,1 mil atualmente.

Para esses profissionais, não serão aplicadas as regras de jornada e controle de ponto. A exclusão se deu sob o argumento de combater a “pejotização” e dar liberdade a profissionais de alta renda.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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EUA suspendem voos da nave Starship após falha em foguete

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 20:54

Inovação EUA suspendem voos da nave Starship após falha em foguete Decisão foi tomada após primeiro estágio da nave cair bruscamente ao retornar para a atmosfera. Lançamento só serão retomados após investigações serem concluídas. Por Redação g1

A Administração Federal de Aviação americana (FAA) determinou a paralisação dos testes da Starship.

A decisão foi tomada após uma falha no retorno do propulsor Super Heavy e será mantida até que as investigações sejam concluídas.

Em um o voo experimental na última sexta-feira (22), o primeiro estágio do foguete caiu bruscamente no Golfo do México.

A Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos suspendeu nesta quarta-feira (27) futuros lançamentos da Starship, nave mais poderosa do mundo, até que sejam concluídas as investigações sobre o voo realizado na última sexta-feira (22).

A SpaceX, fabricante da Starship, usou a missão para testar as novas gerações da nave, do propulsor e da base de lançamento.

Em comunicado, a FAA afirmou que a missão resultou em um incidente por conta do foguete Super Heavy, o estágio inferior da Starship que funciona como propulsor no início dos voos.

O foguete se separou normalmente da nave minutos após a decolagem na base da SpaceX, no estado americano do Texas. Mas, ao retornar para a atmosfera, o primeiro estágio caiu bruscamente em vez de fazer um pouso controlado no Golfo do México.

Segundo a FAA, não houve relatos de feridos ou danos materiais, mas o órgão supervisionará uma investigação da empresa.

O estágio superior continuou sua trajetória ao redor da Terra até pousar no Oceano Índico. Durante o voo, a nave liberou com sucesso 20 simuladores de satélites Starlink, além de dois satélites reais modificados.

Com a nova versão da nave, a empresa de Elon Musk pretende se aproximar de um modelo capaz de realizar futuras missões da Nasa para a Lua.

O projeto da Starship, que prevê o desenvolvimento de supernaves reutilizáveis, fez a SpaceX investir mais de US$ 15 bilhões até o momento, segundo a Reuters.

A empresa protocolou um pedido de oferta pública de ações, quando uma empresa abre seu capital e passa a ter ações negociadas na bolsa de valores.

Musk vinha sinalizando ao mercado que a SpaceX poderia ser avaliada em US$ 1,75 trilhão. O valor é muito superior ao faturamento anual da empresa, que ficou em US$ 18,5 bilhões em 2025.

A avaliação projetada por Musk equivale a quase 100 vezes a receita da companhia, bem acima do observado em gigantes de tecnologia como Apple e Nvidia.

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TCU alerta governo sobre falhas na garantia dada pelo Tesouro ao empréstimo aos Correios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 19:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) alertou o governo para falhas na análise sobre a capacidade dos Correios de honrar o empréstimo de R$ 12 bilhões contratado no fim do ano passado com garantia da União.

Em relatório técnico, auditores da Corte afirmam que o aval concedido pelo Tesouro Nacional não foi precedido de avaliações “suficientes, independentes e tempestivas” sobre a situação econômico-financeira da estatal.

🔎 Em grave crise financeira, os Correios registraram prejuízo de R$ 8,5 bilhões em 2025 e acumularam 14 trimestres consecutivos de resultados negativos. O rombo do ano passado superou em mais de três vezes as perdas contabilizadas em 2024, quando a estatal teve déficit de R$ 2,6 bilhões.

“Conclui-se que o Plano de Reestruturação e a concessão de garantia da União não foram precedidos de análises técnicas suficientes, independentes e tempestivas para suportar adequadamente a decisão pública e mensurar, de forma robusta, o risco assumido pelo Tesouro Nacional”, afirmam os técnicos do TCU.

Segundo os auditores, as análises realizadas pelo governo foram insuficientes para verificar as premissas econômico-financeiras do plano, validar as projeções de fluxo de caixa e avaliar a real capacidade de pagamento da empresa.

“As análises realizadas mostraram-se insuficientes quanto à verificação das premissas econômico-financeiras, à validação dos fluxos de caixa projetados e à avaliação prospectiva da capacidade de pagamento da ECT, o que fragilizou o processo decisório e ampliou a assimetria de informações no momento da concessão da garantia”, diz o relatório.

Na auditoria, os técnicos dizem que a União, como acionista controladora da empresa e detentora da maioria nos Conselhos de Administração e Fiscal, tinha condições de acompanhar a deterioração financeira dos Correios.

“A não adoção de medidas tempestivas […] pode ter contribuído para a não reversão do quadro de insolvência e, por fim, ocasionado aumento do risco fiscal para o próprio Tesouro Nacional”, aponta o documento.

Para os auditores, os sinais de deterioração financeira já eram públicos e persistiram por tempo suficiente para exigir uma resposta mais rápida da governança federal.

A demora, segundo o relatório, restringiu alternativas de recuperação e aumentou a necessidade de medidas emergenciais.

Prejuízo dos Correios triplica em 2025 e fica em R$ 8,5 bilhões — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O relatório também destaca que a condução do caso contraria princípios previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal, que exige ações planejadas e transparentes para prevenir riscos fiscais.

Os auditores apontam ainda descumprimento de diretrizes de governança pública federal, previstas em decreto de 2017, relacionadas à gestão de riscos e capacidade de resposta da administração pública.

A auditoria destaca ainda que a deterioração patrimonial da estatal encareceu o acesso ao crédito no mercado financeiro.

Um dos exemplos citados é um empréstimo de R$ 1,8 bilhão contratado em junho de 2025 junto a bancos privados, inicialmente com juros de 21,99% ao ano.

A taxa subiu para 25,67% em dezembro após o descumprimento de cláusulas econômico-financeiras previstas no contrato.

Para o TCU, a ausência de providências mais rápidas por parte da administração dos Correios e da União agravou a crise da estatal e dificultou a reversão do quadro financeiro.

O relatório também identificou fragilidades no Plano de Reestruturação apresentado pela empresa. Segundo os técnicos, o Ministério das Comunicações realizou análise considerada insuficiente sobre a viabilidade econômico-financeira das medidas propostas.

De acordo com a auditoria, não houve validação independente das premissas utilizadas nas projeções de receitas, despesas e fluxo de caixa.

Para os auditores, a ausência de avaliação externa comprometeu a confiabilidade das projeções financeiras e ampliou a exposição do Tesouro Nacional ao risco fiscal.

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PF faz nova investigação sobre empréstimo consignado; Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, vai ser ouvido novamente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 18:48

A Polícia Federal (PF) voltou a mergulhar no escândalo do Banco Regional de Brasília (BRB), com novas investigações sobre crédito consignado, em especial o Credcesta.

O CredCesta é um cartão de benefício consignado oferecido a servidores públicos, aposentados e pensionistas. A operação, iniciada na Bahia, é apontada por investigadores como o elo de aproximação entre Daniel Vorcaro e seu ex-sócio Augusto Lima.

Lima, que chegou a ser preso pela PF na Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro do ano passado, tem um histórico associado não apenas às fraudes do Banco Master, mas também a nomes de políticos.

O ex-sócio de Vorcaro é próximo, por exemplo, a petistas da Bahia, como o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

A PF deve abrir uma nova fase de depoimentos sobre o negócio entre Master e BRB. Lima é apontado como uma das conexões de Vorcaro para convencer o BRB a comprar carteiras do banco hoje liquidado pelo Banco Central.

A nova fase de investigação têm como base conversas de Vorcaro registradas em seu primeiro aparelho celular, que expõe mensagens para convencer o BRB a fechar a compra de carteiras do Master e, posteriormente, o próprio banco de Vorcaro.

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Papa Leão XIV conhece Ferrari Luce de R$ 3,2 milhões e ganha volante

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 18:48

Carros Papa Leão XIV conhece Ferrari Luce de R$ 3,2 milhões e ganha volante Além de ser o primeiro carro elétrico da Ferrari, a Luce também é o primeiro modelo da marca italiana com espaço para cinco ocupantes e custa cerca de R$ 3,2 milhões. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Avaliado em cerca de R$ 3,2 milhões, o veículo representa um marco de transição para a fabricante italiana. O modelo busca redefinir o futuro da marca.

O visual minimalista do utilitário esportivo foi desenvolvido pela Lovefrom, estúdio de Jony Ive, responsável por gerações do iPhone.

Equipado com quatro motores elétricos, o superesportivo entrega 1.050 cavalos de potência e tem velocidade máxima de 310 km/h.

A bateria oferece autonomia de 530 quilômetros. O sistema permite recarga rápida em apenas 20 minutos.

Após anunciar os detalhes da Ferrari Luce, a fabricante italiana apresentou o veículo ao papa Leão XIV. Além de observar o carro por fora, o pontífice sentou-se no banco do motorista e interagiu com o volante – que ganhou como doação.

O primeiro carro totalmente elétrico da Ferrari pode não ter agradado aos fãs mais tradicionais da marca e nem seus os acionistas, mas o papa Leão XIV demonstrou curiosidade pelos detalhes do veículo.

John Elkann, presidente da Ferrari, conduziu a apresentação do carro ao papa. O modelo exibido era branco, com bancos e interior inteiramente na cor preta.

“Esta é a primeira Ferrari com quatro portas?”, questionou o papa. “É a primeira com cinco lugares”, respondeu Elkann.

Ao entrar no veículo e sentar no banco do motorista, o piloto de testes da Ferrari, Raffaele De Simone, explicou as funções dos botões do volante.

A Ferrari apresentou o Luce e afirmou que o modelo é um novo capítulo para a marca de Maranello. O preço anunciado é de US$ 610 mil (R$ 3,2 milhões em conversão direta).

O nome Luce, segundo a marca, evoca claridade e direção. “Ele ilumina o caminho em direção ao futuro a define a intenção de criar uma Ferrari 360º, não somente uma Ferrari elétrica”, diz o comunicado.

O ponto de maior debate é o design do Luce, que tem pouquíssimos elementos marcantes da Ferrari. O SUV tem carroceria arredondada, linha de cintura alta e proporções mais comuns em carros tradicionais. Bem longe do que se espera de uma Ferrari

E a polêmica não é pelo fato de a Ferrari lançar um utilitário esportivo, pois a Purosangue foi bem aceita e tem bons números de vendas.

O capô flutuante com parte inferior em preto e o para-brisas amplo causam estranheza. Assim como o mecanismo dos limpadores de para-brisa, que ficam sempre na vertical e nas laterais do vidro.

Na lateral, a Ferrari fez uma combinação de teto, colunas e saias laterais em preto para tirar o peso visual do carro, que é grande para um esportivo. Chama a atenção um grande aplique preto nas portas dianteiras. As portas traseiras abrem no sentido inverso.

Na traseira, o Luce tenta invocar modelo icônico dos anos 1980 e 1990 com as quatro lanternas redondas e aplique em preto.

O interior já havia sido revelado e mostra a filosofia minimalista que caracteriza os produtos da Apple. Telas com cantos arredondados, botões com acionamento fácil e leitura clara das informações.

Os responsáveis pelo design do Luce são da Lovefrom, estúdio de Jony Ive, designer que trabalhou na Apple e foi responsável por várias gerações do iPhone. Segundo a Ferrari, foi dado ao estúdio a liberdade criativa necessária para definir a direção do design do projeto.

São quatro motores elétricos, um para cada roda, e o total é de 1.050 cv. A aceleração de 0 a 100 km/h leva 2,5 segundos. Para chegar a 200 km/h depois da largada, o Luice leva só 6,8 segundos. A velocidade máxima é de 310 km/h.

As baterias de 122 kWh estão plugadas em um sistema de 800 V. Em postos de recarga super-rápida, o Luce pode alcançar 350 kW. Isso permite recuperar até 70 kW para a bateria em 20 minutos.

Com baterias 100% carregadas e nos critérios internacionais, o Luce tem autonomia de mais de 530 km.

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Fim da escala 6×1: comissão da Câmara aprova texto-base da PEC que reduz jornada e aumenta folgas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 16:15

Política Fim da escala 6×1: comissão da Câmara aprova texto-base da PEC que reduz jornada e aumenta folgas Proposta reduz jornada semanal em quatro horas, com implementação em até 14 meses. Parecer segue para plenário da Câmara, onde precisará de 308 votos para ser aprovada. Por Luiz Felipe Barbiéri, g1 — Brasília

O texto aprovado estabelece a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas. A transição gradual ocorrerá em até 14 meses após a promulgação.

A proposta garante ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos. A mudança na escala entra em vigor 60 dias após a aprovação final.

Trabalhadores com diploma superior e salário acima de R$ 21,1 mil ficam fora das novas regras. A medida visa combater a chamada pejotização.

A matéria segue agora para o plenário da Câmara dos Deputados. Para ser aprovada definitivamente, precisará do apoio de 308 parlamentares em dois turnos.

A comissão especial que discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da redução da jornada de trabalho na Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) o parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA). O parecer foi aprovado 34 a favor e 4 contra.

O parecer do deputado, apresentado na última segunda-feira (25), reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. (veja detalhes da proposta)

O texto também fixa uma transição de até 14 meses para a redução de horas, com queda de duas horas após dois meses da promulgação da PEC.

A proposta poderia ter sido votada já na segunda (25), mas o deputado Maurício Marcon (PL-SP) pediu vista e adiou a análise.

Uma PEC é um projeto legislativo que altera o texto da Constituição Federal, a principal norma do Estado brasileiro. Como exige regras de aprovação muito rígidas — precisando de votação em dois turnos nas duas casas do Congresso (Câmara e Senado)

O pedido de vista na comissão especial é contado em sessões realizadas no plenário. O prazo da vista é de duas sessões plenárias.

Nesta terça, a Câmara realizou uma sessão e, na manhã desta quarta, antes da abertura da comissão especial, Motta convocou uma nova sessão para vencer o prazo mínimo.

A sessão durou oito minutos e nenhum projeto foi votado, o que mostra empenho do presidente da Casa em votar a matéria com celeridade.

Com a aprovação na comissão, o parecer segue para o plenário da Câmara, onde precisará do apoio de, no mínimo, 308 parlamentares em dois turnos de votação.

O regimento estabelece um intervalo de cinco sessões do plenário para votação entre um turno e outro, mas os parlamentares costumam aprovar um requerimento que dispensa esse período.

A tramitação célere da PEC contou com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que marcou sessões extras na Casa para vencer o prazo para apresentação de emendas na comissão.

A comissão especial discutiu duas PECs, uma de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e outra de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP).

Ambas previam a redução da jornada para 36 horas, mas o acordo final ficou em 40 horas, com duas folgas semanais, uma delas preferencialmente aos domingos.

Fim da escala 6×1: como empresas antecipam mudanças na jornada de trabalho na região de Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

A proposta altera a parte da Constituição Federal que trata sobre os Direitos e Garantias Fundamentais e deixa expresso que a “duração do trabalho normal” não será superior a oito horas diárias e quarenta horas semanais.

O artigo prevê exceções ao permitir compensações de horários e a redução da jornada conforme acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Conforme a proposta, a redução das quatro horas na jornada de trabalho será concretizada em duas etapas:

as primeiras duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC;as quatro horas em até 12 meses após a redução das primeiras duas horas.

O fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

O período de transição foi o principal ponto de discussão da PEC nas últimas semanas. Empresários e confederações de empregadores pediam um tempo para se adequar à medida.

O governo, a princípio, se colocou contra a transição, mas chegou a um acordo para permitir a implantação gradativa da redução da jornada.

O relator fixou que, decorridos 60 dias da promulgação, todas as convenções e acordos coletivos que forem incompatíveis com as novas jornadas perdem a validade automaticamente.

Esse ponto servirá como uma trava para obrigar sindicatos e empresas a sentarem na mesa de negociação.

A PEC inscreve na Constituição a exigência de duas folgas remuneradas por semana, uma delas, de preferência, aos domingos, e determina que deve ser “garantido o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.

Ficarão fora das novas regras estabelecidas pela PEC os trabalhadores com diploma de nível superior e que ganham a partir de duas vezes e meia o teto do INSS — cerca de R$ 21,1 mil atualmente.

Para esses profissionais, não serão aplicadas as regras de jornada e controle de ponto. A exclusão se deu sob o argumento de combater a “pejotização” e dar liberdade a profissionais de alta renda.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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YouTube automatiza detecção de vídeos criados por inteligência artificial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 15:13

Tecnologia YouTube automatiza detecção de vídeos criados por inteligência artificial Plataforma diz que sistema não terá impacto no alcance dos vídeos nem no funcionamento do algoritmo. Por France Presse

O YouTube anunciou nesta quarta-feira (27) que passará a detectar e rotular automaticamente conteúdos criados com inteligência artificial (IA). Até agora, a identificação desses vídeos dependia apenas das declarações feitas pelos próprios criadores.

"Se um criador não indicar se utilizou IA ou não, mas nossos sistemas detectarem um uso significativo de IA realista, aplicaremos um rótulo automaticamente", destacou a empresa em uma postagem no blog.

Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial capazes de criar conteúdos, o YouTube adotou as primeiras medidas em 2024, solicitando que os criadores informassem quando recorressem a esse tipo de tecnologia.

Com o novo sistema automatizado, os criadores poderão contestar a rotulagem de seus vídeos caso considerem que a identificação tenha sido feita de forma incorreta, segundo o YouTube.

A plataforma também informou que a aplicação desses rótulos não terá impacto no funcionamento do algoritmo de recomendações.

Outras plataformas e redes sociais também lidam com o crescimento acelerado de conteúdos produzidos com IA, que muitas vezes são difíceis de identificar devido à rápida evolução da tecnologia.

No fim de abril, a plataforma de streaming de áudio Spotify lançou um novo selo, chamado “Verified by Spotify”, que indica que o artista ou grupo é, provavelmente, humano, e não um personagem criado por inteligência artificial.

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Imposto de Renda 2026: prazo termina nesta semana e programa ao vivo tira dúvidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 13:48

Economia Ao vivo Encerrada Especial Publicitário Imposto de Renda 2026: prazo termina nesta semana e programa ao vivo tira dúvidas Até a próxima sexta-feira, expectativa da Receita Federal é de que cerca de 44 milhões de declarações sejam entregues. Carregando

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