RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Megaprotejos em tempo recorde: como China foi de cenário de pobreza a referência global em infraestrutura

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 04:49

Fantástico Megaprotejos em tempo recorde: como China foi de cenário de pobreza a referência global em infraestrutura Série Entre Dois Mundos explica modelo baseado em obras rápidas, padronização e coordenação estatal, que permitiu ao país transformar cidades em poucas décadas. Por Fantástico

A experiência de sair de um aeroporto e chegar ao centro da cidade em poucos minutos ajuda a traduzir o ritmo das transformações urbanas na China. Em Xangai, um trem de levitação magnética — que não toca os trilhos — pode atingir mais de 400 km/h e conecta diferentes pontos da metrópole em questão de minutos.

Mais do que uma inovação tecnológica, o sistema virou símbolo de um modelo de desenvolvimento baseado em três pilares: velocidade, escala e planejamento.

Nas últimas décadas, o país asiático saiu de um cenário de pobreza para se tornar referência global em infraestrutura. Aeroportos, linhas de metrô e estações ferroviárias são construídos em ritmo acelerado e, muitas vezes, replicados em diferentes regiões com padrões semelhantes — como peças de um grande sistema.

Segundo especialistas, a lógica por trás desse avanço está na capacidade de planejar e executar projetos de longo prazo sem interrupções políticas. Com o mesmo grupo no poder há décadas, o país consegue alinhar decisões estratégicas e manter continuidade nas obras, algo mais difícil em democracias com alternância de governo e disputas políticas.

A escala também é um fator determinante. Grandes projetos são pensados para atender milhões de pessoas e replicados em diversas cidades, o que reduz custos por unidade. Na prática, isso significa que obras complexas podem ser concluídas em poucos anos e com orçamento menor do que projetos semelhantes em países ocidentais.

A combinação entre velocidade e escala impacta diretamente o custo final. Especialistas explicam que quanto mais rápido uma obra é concluída, menores são os gastos com atrasos, revisões e mudanças de projeto — um problema comum em grandes empreendimentos ao redor do mundo.

Além disso, o uso intensivo de dados tem ganhado espaço no planejamento urbano chinês. Informações sobre deslocamento, consumo e comportamento da população ajudam autoridades a tomar decisões sobre onde investir e como expandir a infraestrutura, tratando as cidades como sistemas dinâmicos em constante adaptação.

Apesar dos avanços, o modelo também levanta questionamentos. A rapidez na execução muitas vezes vem acompanhada de decisões centralizadas, que podem incluir a realocação de moradores para dar lugar a novos projetos. Em alguns casos, famílias são transferidas para áreas mais distantes, com compensações financeiras ou novos imóveis — um processo que nem sempre ocorre sem resistência.

Especialistas destacam que esse é o principal dilema do modelo chinês: a capacidade de transformar rapidamente o espaço urbano, mas com menor peso para decisões individuais. Em contrapartida, países com processos mais participativos enfrentam maior lentidão, custos elevados e entraves políticos.

China ou EUA: quem vai liderar o futuro? Série estreia mostrando as diferenças entre Xangai e Nova YorkChina constrói mais rápido e barato que os EUA; veja comparação entre Xangai e Nova York

Hoje, cidades como Xangai se tornaram vitrines desse modelo, reunindo arranha-céus, sistemas de transporte modernos e obras que impressionam pela escala. Ao mesmo tempo, expõem um debate mais amplo sobre o futuro das metrópoles: até que ponto é possível equilibrar eficiência, custo e participação social no desenvolvimento urbano.

A resposta, ainda em construção, ajuda a explicar por que a infraestrutura se tornou peça central na disputa global por influência e desenvolvimento no século 21.

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Brasil registra recorde de acidentes e mortes no trabalho em 2025; caminhoneiros lideram óbitos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 03:58

Trabalho e Carreira Brasil registra recorde de acidentes e mortes no trabalho em 2025; caminhoneiros lideram óbitos Segundo a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), o Brasil soma mais de 6,4 milhões de acidentes e 27 mil mortes em dez anos. Em 2025, foram 806 mil casos e 3.644 óbitos — o maior número da série. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O Brasil registrou recorde de acidentes e mortes no trabalho em 2025, com 806 mil casos e 3.644 óbitos. Em dez anos, foram 6,4 milhões de ocorrências e 27 mil mortes.

Após a pandemia, os dados mostram que o aumento do emprego formal não foi acompanhado por melhorias na segurança.

Saúde lidera acidentes; transporte rodoviário concentra mortes, com destaque para motoristas de caminhão.

Sul e Sudeste concentram casos, mas Norte e Nordeste têm maior letalidade, indicando acidentes mais graves.

O Brasil registrou, em 2025, o maior número de acidentes e mortes no trabalho. Foram 806.011 acidentes e 3.644 óbitos no ano, segundo estudo da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Entre 2016 e 2025, o país acumulou 6,4 milhões de acidentes e 27.486 mortes, além de mais de 106 milhões de dias de trabalho perdidos por afastamentos temporários e cerca de 249 milhões de dias debitados, indicador que mede o impacto permanente de lesões graves e óbitos na vida dos trabalhadores.

O levantamento foi elaborado com base nas Comunicações de Acidentes de Trabalho (CAT) registradas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e no eSocial, que reúnem dados oficiais sobre acidentes e doenças relacionadas ao trabalho no país.

Após a queda observada em 2020, em meio à retração econômica provocada pela pandemia de Covid-19, os acidentes voltaram a crescer de forma contínua. Entre 2020 e 2025, houve aumento de 65,8% nos registros de acidentes e de 60,8% nas mortes. (veja comparativo abaixo)

Embora a taxa de incidência – que relaciona o número de acidentes ao total de trabalhadores formais – tenha recuado ao longo da década, o avanço no número absoluto de casos indica que a expansão do emprego formal não foi acompanhada por melhorias equivalentes nas condições de segurança.

Para o auditor-fiscal do trabalho e diretor de Segurança e Saúde no Trabalho da SIT, Alexandre Scarpelli, os dados reforçam a urgência de ampliar a proteção aos trabalhadores.

“Os números evidenciam que ainda há um longo caminho a percorrer. É fundamental fortalecer a cultura de prevenção, aprimorar as condições de trabalho e ampliar a atuação integrada entre governo, empregadores e trabalhadores para reduzir acidentes e salvar vidas”, afirmou.

Em números absolutos, São Paulo concentra o maior volume de acidentes e mortes, reflexo do tamanho da economia. Ao todo, em 10 anos, são 2.219.859 acidentes (34,4% do total nacional) e 6.517 óbitos (23,7%).

Os estados do Sul e Sudeste — São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro — concentram 68% dos acidentes e 62% das mortes, padrão associado ao peso industrial e do setor de serviços formais nessas regiões.

Por outro lado, estados como Tocantins, Mato Grosso e Maranhão apresentam as maiores taxas de letalidade, indicando maior gravidade dos acidentes.

Mato Grosso se destaca como um caso de “duplo alerta”, ao combinar alta incidência e elevada mortalidade. O estado está entre os três primeiros tanto na taxa de acidentes quanto na de letalidade, reunindo o maior risco ocupacional do país.

Com 1.257 óbitos e taxa de letalidade de 9,24, cerca de 1 em cada 100 acidentes resulta em morte — o dobro da média nacional. O perfil econômico, fortemente baseado no agronegócio, no transporte de cargas e na construção de infraestrutura, ajuda a explicar o risco elevado.

Já nas regiões Norte e Nordeste, há o que o estudo chama de “letalidade oculta”: apesar do menor volume de acidentes, estados como Tocantins, Maranhão, Pará, Rondônia e Piauí registram algumas das maiores taxas de mortes, indicando que os acidentes nessas regiões tendem a ser mais graves.

A análise por atividade econômica revela um retrato desigual dos riscos ocupacionais no país. O setor de saúde, especialmente o atendimento hospitalar, lidera em número absoluto com mais de 500 mil acidentes, reflexo da alta concentração de trabalhadores e da sobrecarga das equipes, sobretudo no período pós-pandemia.

Já o transporte rodoviário de carga aparece como o segmento mais letal do Brasil. Entre 2016 e 2025, o setor acumulou 2.601 mortes, com taxas de letalidade muito superiores à média nacional.

Quando o recorte é feito por ocupação, o quadro se torna ainda mais grave: enquanto os técnicos de enfermagem são os trabalhadores que mais sofrem acidentes, os motoristas de caminhão lideram as mortes, com 4.249 óbitos em 10 anos — mais de uma morte por dia, em média.

A construção civil também figura entre os setores mais perigosos, combinando alto número de acidentes com elevada mortalidade, especialmente em atividades como obras de edifícios, terraplenagem e montagem industrial.

Nesse último caso, o risco é extremo: em obras de montagem industrial, a taxa de incidência chega a 80 mil acidentes por 100 mil trabalhadores, indicando exposição contínua ao perigo.

O estudo também aponta transformações importantes no perfil dos acidentes de trabalho. Os acidentes típicos, ocorridos durante a execução da atividade profissional, representam cerca de 65% do total, mas os acidentes de trajeto ganharam peso ao longo dos anos.

As doenças ocupacionais tiveram um pico atípico em 2020, impulsionadas pelos casos de Covid-19 reconhecidos como relacionados ao trabalho, especialmente entre profissionais da saúde.

Outro destaque é o crescimento da participação feminina. As mulheres passaram a representar 34,2% dos acidentes registrados, com aumento de 48% ao longo da década, especialmente em setores como saúde, serviços e administração pública.

Para o Ministério do Trabalho, os números reforçam a necessidade de fortalecer a cultura de prevenção no país. “Os dados mostram que ainda há um longo caminho até garantir ambientes de trabalho seguros. É fundamental aprimorar as condições laborais e ampliar a atuação integrada entre governo, empresas e trabalhadores para reduzir acidentes e salvar vidas”, conclui o estudo.

Apesar da recuperação econômica e da formalização do emprego, o cenário indica que o crescimento sem investimento em segurança cobra um preço elevado: milhares de vidas interrompidas e milhões de trabalhadores afastados todos os anos.

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Crise dos fertilizantes: quase metade do adubo importado vem de países em conflito, diz relatório

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 03:07

Agro Crise dos fertilizantes: quase metade do adubo importado vem de países em conflito, diz relatório Brasil é um dos maiores produtores agrícolas do mundo, mas precisa importar 88% dos fertilizantes usados para produzir comida, segundo levantamento. No ano passado, 45% desse grupo veio de países em guerra ou instáveis politicamente. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Em 2025, o país importou 88% dos adubos usados nos plantios e bateu um recorde histórico, ao adquirir 45,5 milhões de toneladas no ano.

Um dos efeitos dessa dependência é a maior vulnerabilidade do Brasil a aumentos repentinos de preços.

Um exemplo recente foi a disparada dos fertilizantes em meio à guerra no Oriente Médio, desencadeada pelo conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel.

Em 2025, o país importou 88% dos adubos usados nos plantios e bateu um recorde histórico, ao adquirir 45,5 milhões de toneladas no ano, aponta relatório da Cogo Inteligência em Agronegócios. — Foto: Foto de Kashif Shah

O Brasil é uma das maiores potências agrícolas do mundo, líder na produção e exportação de soja, carne bovina, café e açúcar. Ainda assim, depende fortemente de um dos principais produtos que sustentam essa atividade: os fertilizantes.

Em 2025, o país importou 88% dos adubos usados nos plantios e bateu um recorde histórico, ao adquirir 45,5 milhões de toneladas no ano. Com isso, tornou-se o maior importador mundial da matéria-prima, segundo um relatório da Cogo Inteligência em Agronegócios, elaborado por Carlos Cogo.

Além disso, cerca de 45% dos fertilizantes importados pelo Brasil vêm de países com alta propensão à instabilidade política ou violência motivada por fatores geopolíticos, como Rússia, Bielorrússia, Irã, Nigéria, entre outros.

Um dos efeitos dessa dependência é a maior vulnerabilidade do Brasil a aumentos repentinos de preços. Um exemplo recente foi a disparada dos fertilizantes em meio à guerra no Oriente Médio, desencadeada pelo conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel.

Esse cenário deve aumentar os custos de produção da próxima safra e, mais adiante, pressionar os preços dos alimentos no Brasil. O impacto só não será imediato porque boa parte dos plantios e colheitas deste ano utilizou adubos comprados antes da guerra.

A consultoria afirma que a dependência do Brasil de países em conflito deixou de ser um “risco teórico” e já se "materializou com força em episódios recentes".

"O conflito entre Rússia e Ucrânia, iniciado em fevereiro de 2022, foi o teste mais severo da vulnerabilidade do agronegócio brasileiro até então", diz a Cogo.

Ele relembra que, com as sanções econômicas impostas à Rússia — responsável por cerca de 23% das importações brasileiras de fertilizantes —, os preços dispararam. Naquele momento, o custo do insumo subiu para os produtores brasileiros, mas o clima favorável garantiu uma safra recorde e evitou o repasse ao consumidor.

"A paralisação de fábricas iranianas de ureia — que produzem cerca de 9 milhões de toneladas por ano — e a interrupção do fornecimento de gás israelense ao Egito reduziram em aproximadamente 20% a oferta global de fertilizantes nitrogenados", acrescenta.

Entre o início da guerra e o dia 16 de abril, o preço da ureia subiu 67%, segundo dados da StoneX Brasil.

O potássio é o nutriente com maior grau de dependência de importação, mostra o relatório da Cogo Inteligência em Agronegócios.

O Brasil produz internamente apenas cerca de 4% do que consome e importa os outros 96% de países como Canadá, Rússia e Bielorrússia. Nessa categoria, o cloreto de potássio é o principal produto importado.

➡️ O cloreto de potássio é usado nas principais culturas do país, como soja, milho, cana-de-açúcar e café, além de outras, como algodão, arroz, feijão, citros e banana. Ele fortalece as plantas, aumenta a resistência a pragas e à seca e melhora a formação de grãos e frutos.

"O Brasil possui reservas conhecidas de potássio, mas sua exploração em escala comercial ainda é limitada", afirma o relatório.

"O caso mais emblemático é o da Mina de Autazes, no Amazonas, cujo projeto poderia suprir até 20% da demanda nacional. No entanto, o empreendimento enfrenta, há anos, um processo de licenciamento ambiental complexo, envolvendo questões relacionadas a territórios indígenas e aos impactos ambientais na região", acrescenta.

A dependência de nitrogênio também é elevada, em torno de 95%. A ureia, principal fonte desse nutriente, é quase totalmente importada.

➡️ A ureia é utilizada em plantios como milho, cana-de-açúcar, trigo, arroz e café. Ela estimula o crescimento das folhas e a formação de grãos.

"A produção industrial de nitrogênio no Brasil é onerosa. O processo mais utilizado é a síntese de Haber-Bosch, que converte gás natural e nitrogênio atmosférico em amônia, base para a produção de ureia", diz Cogo.

"O principal entrave está no custo do gás natural no país, historicamente mais elevado do que nos principais produtores, como Rússia, Estados Unidos e países do Oriente Médio, onde esse insumo energético é mais abundante e barato", detalha.

O analista afirma que a Petrobras já operou unidades de fertilizantes nitrogenados no país, conhecidas como FAFENs (Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados). “Em 2013, a empresa vendeu essas unidades, o que levou à perda de grande parte da capacidade nacional de produção de ureia”, diz.

Em janeiro de 2026, a Petrobras anunciou a retomada das operações das FAFENs da Bahia, em Camaçari, e de Sergipe, em Laranjeiras, além de aprovar a reativação da unidade Araucária Nitrogenados (ANSA), no Paraná.

➡️ O fósforo é usado em culturas como soja, milho, cana-de-açúcar, café e algodão. Ele estimula o desenvolvimento das raízes e garante o bom estabelecimento das plantas, especialmente nas fases iniciais do cultivo.

"O país possui reservas expressivas de rocha fosfática, concentradas principalmente em Minas Gerais, Goiás e Ceará, e as explora com relativa regularidade", diz Cogo.

Entre os projetos de destaque está a mina de Itataia, em Santa Quitéria (CE), com reservas estimadas em 8,9 milhões de toneladas.

"Outros complexos em operação, como o da EuroChem em Serra do Salitre (MG), inaugurado em 2024 com capacidade de 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados por ano, voltadas exclusivamente ao mercado interno, indicam que o segmento de fósforo apresenta um caminho de expansão mais viável", destaca o relatório.

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Entenda por que o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 01:02

Tecnologia Entenda por que o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos Em setembro, app deixará de funcionar em telefones com sistema operacional Android 5.0 e 5.1. Veja como saber se o seu celular pode perder o suporte. Por Redação g1

O WhatsApp confirmou recentemente mais uma atualização em sua lista de sistemas operacionais compatíveis.

A partir de 8 de setembro de 2026, o aplicativo funcionará apenas em telefones que rodam o sistema Android 6.0 ou superior.

Com a mudança, aparelhos que pararam nas versões 5.0 ou 5.1 do Android perderão acesso ao aplicativo.

Ele deixa de oferecer suporte para softwares mais antigos e com menos usuários porque eles podem não abranger as atualizações de segurança mais recentes do aplicativo ou não incluir funcionalidades necessárias para operar o WhatsApp.

Blog mostra o que fazer caso o WhatsApp não consiga receber e enviar informações pelo Wi-Fi. — Foto: REUTERS/Thomas White

O WhatsApp confirmou recentemente mais uma atualização em sua lista de sistemas operacionais compatíveis: a partir de 8 de setembro de 2026, o aplicativo funcionará apenas em telefones que rodam o sistema Android 6.0 ou superior.

Com a mudança, aparelhos que pararam nas versões 5.0 ou 5.1 do Android perderão acesso ao aplicativo, como já aconteceu com sistemas anteriores.

O WhatsApp costuma fazer revisões periódicas dos sistemas compatíveis com o seu serviço. Isso porque a Meta, dona do WhatsApp, prioriza uma lista de versões mais recentes de sistemas operacionais e que tenham mais usuários.

A Meta não divulga uma lista oficial dos aparelhos que deixarão de suportar o app de mensagens. O que ela informa é com quais sistemas ele é compatível.

O Google, criador do sistema Android, o mais popular no mundo, e a Apple, responsável pelo iOS, que roda nos iPhones, costumam lançar uma nova versão todo ano, que é disponibilizada para modelos mais recentes. E mantêm, por algum tempo, versões anteriores, que atendem a aparelhos que não são tão novos.

Android versão 5.0 e posterior; a partir de setembro, apenas com versão 6.0 e posterioriOS versão 15.1 e posterior

Clique no ícone de "Configurações" do celular;Em seguida, toque em "Sobre o dispositivo" (ou "Sobre o telefone");Em alguns modelos, é necessário clicar em "Informações do software" na sequência;Verifique a "Versão do Android";

Toque no ícone "Ajustes";Depois, clique em "Geral" e "Atualização de Software";Em seguida, verifique a última versão instalada.

👉 Caso o WhatsApp não seja compatível com o sistema instalado, é preciso atualizar para uma versão mais recente ou transferir a conta para um aparelho que suporte um sistema compatível com o app.

O WhatsApp deixa de oferecer suporte para softwares mais antigos e com menos usuários porque, segundo a Meta, eles podem não abranger as atualizações de segurança mais recentes do aplicativo ou não incluir funcionalidades necessárias para operar o WhatsApp.

A lista de versões de sistemas operacionais que são compatíveis com o WhatsApp é mantida na Central de Ajuda do app e atualizada anualmente.

A Meta diz ainda que, antes de deixar de oferecer suporte para um sistema operacional, exibirá uma notificação no WhatsApp.

"Também exibiremos alguns lembretes solicitando que você atualize o sistema", informa o app.

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Fragilidade dos cofres do DF remonta a 2015 e foi agravada por crise do BRB, diz estudo da UnB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 01:02

Distrito Federal Fragilidade dos cofres do DF remonta a 2015 e foi agravada por crise do BRB, diz estudo da UnB Relatório do ObservaDF revela que capital tem o quarto pior caixa do país. DF começou 2026 com orçamento pressionado e risco fiscal relevante ligado ao Banco de Brasília. Por Ygor Wolf, g1 DF — Brasília

Estudo do ObservaDF, vinculado à Universidade de Brasília (UnB), aponta que a fragilidade dos cofres públicos do Distrito Federal remonta a 2015 e foi agravada pela crise do Banco de Brasília (BRB) com o Master.

O relatório analisa a evolução das contas públicas do DF entre 2015 e 2024 e conclui que, embora o governo não apresente um alto nível de endividamento, enfrenta sérios problemas de fluxo de caixa.

De acordo com o estudo, o DF consome praticamente toda a receita que arrecada, o que limita investimentos e reduz a capacidade de resposta a choques econômicos.

Um estudo do ObservaDF, vinculado à Universidade de Brasília (UnB), aponta que a fragilidade dos cofres públicos do Distrito Federal remonta a 2015 – mas foi fortemente agravada pela crise do Banco de Brasília (BRB) com o Master.

O relatório analisa a evolução das contas públicas do DF entre 2015 e 2024 e conclui que, embora o governo não apresente um alto nível de endividamento, enfrenta sérios problemas de fluxo de caixa.

🔎 O fluxo de caixa é a previsão de circulação do dinheiro, ou seja, dos movimentos de entrada e saída de recursos. Um fluxo de caixa problemático, neste caso, é aquele que já prevê gastar todo o dinheiro que vai arrecadar, ou até mais – sem deixar recursos para obras, investimentos e imprevistos.

De acordo com o estudo, o DF consome praticamente toda a receita que arrecada, o que limita investimentos e reduz a capacidade de resposta a choques econômicos – como a crise aberta pelas transações malsucedidas do BRB com o Banco Master.

O estudo indica que o GDF pode enfrentar um impacto fiscal bilionário devido à crise. Os principais motivos para esse risco são:

as operações problemáticas envolvendo o Banco Master, que envolveram recursos do governo;a necessidade de capitalizar o BRB, que vem perdendo solidez;o papel do GDF como acionista controlador do banco;a pressão dessa operação de resgate sobre as contas públicas.

O objetivo do relatório foi analisar a situação fiscal do Governo do Distrito Federal (GDF) no período de 2015 a 2024, abrangendo as administrações conduzidas pelos governadores Rodrigo Rollemberg (2015–2018) e Ibaneis Rocha (2019–2024).

Durante o governo Rollemberg, o Distrito Federal enfrentou uma crise fiscal. Em 2015, o GDF identificou um déficit de R$ 6,5 bilhões para cobrir as despesas.

Isso levou o DF a atrasar salários, negar reajustes e cortar investimentos. As despesas superaram a arrecadação, resultando em um déficit de cerca de R$ 2,5 bilhões nas contas públicas do DF – isso, só no primeiro ano.

À época, o governo afirmou que as dívidas eram da gestão anterior, do governador Agnelo Queiroz (PT), que havia gasto mais e empenhado despesas sem ter os recursos necessários.

De acordo com o estudo, em 2024, o DF registrou o quarto pior resultado do país em disponibilidade de caixa líquida entre os estados, evidenciando a dificuldade de manter reservas financeiras para honrar compromissos e enfrentar imprevistos.

O documento afirma que a situação se agravou em 2026, último ano de mandato de Ibaneis Rocha (MDB), com sinais claros de "pressão sobre o caixa".

Logo no começo do ano, o governo publicou decreto que criou limite mensal para gastos públicos. Na última semana, a governadora Celina Leão editou novo decreto determinando corte em contratos.

Embora a capital apresente um baixo nível de endividamento, o estudo revelou que quase toda a sua receita é consumida por despesas correntes, resultando em uma classificação negativa de sua capacidade de pagamento (Capag).

🔎Conforme noticiado pelo g1, o DF está com nota baixa em Capacidade de Pagamento (Capag), um indicador usado pelo Tesouro Nacional para avaliar a saúde financeira de estados, municípios e da capital federal, e não poderá usar a União como garantidora de um eventual empréstimo.

O relatório enfatiza ainda que esse choque fiscal é particularmente grave porque o DF já apresenta uma fragilidade fiscal de fluxo.

Na prática, isso significa que a capital federal não tem margem financeira para absorver um impacto patrimonial da magnitude que o BRB pode representar.

As estimativas ainda estão sendo concluídas, mas apontam um possível rombo de até R$ 13 billhões.

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Mega-Sena pode pagar R$ 115 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 01:02

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 115 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.000 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 115 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (27), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

De receita caseira a fábrica: pão delícia da Bahia vira negócio de R$ 200 mil por mês em SP

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 28/04/2026 01:02

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De receita caseira a fábrica: pão delícia da Bahia vira negócio de R$ 200 mil por mês em SP Empreendedora saiu da cozinha do apartamento, ampliou produção durante a pandemia e hoje tem fábrica, padaria e 18 funcionários. Por PEGN

A empreendedora Juliana Senna transformou uma receita afetiva de pão delícia, típica da Bahia, em um negócio que hoje fatura cerca de R$ 200 mil por mês em São Paulo.

A ideia surgiu na pandemia, após perder um emprego, quando começou a produzir em casa e vender pelas redes sociais, com apoio do boca a boca.

Com investimento inicial de R$ 10 mil, o negócio cresceu rápido, ganhou fábrica, equipe de 18 funcionários e produção de até 3 mil pães por dia.

Hoje, a marca também conta com loja física e padaria, e a empreendedora planeja expandir o produto e popularizar o pão delícia na capital paulista.

Uma receita afetiva, que remete à infância e às reuniões em família, foi o ponto de partida para um negócio que hoje fatura cerca de R$ 200 mil por mês em São Paulo.

A empreendedora Juliana Senna transformou o tradicional pão delícia, típico da Bahia, em uma marca que saiu da cozinha de casa para uma fábrica e, mais recentemente, para uma padaria aberta ao público.

A história começou de forma inesperada. Juliana se mudou da Bahia para São Paulo para fazer uma pós-graduação em moda e já tinha um emprego encaminhado quando a pandemia mudou os planos.

Sem a vaga, passou a cozinhar em casa — e foi nesse período que retomou a receita do pão delícia, carregada de memória afetiva.

A ideia de vender surgiu quase por acaso, após incentivo de familiares e amigos. Uma postagem nas redes sociais foi suficiente para atrair os primeiros clientes. No início, a produção era totalmente artesanal, feita no apartamento, com massa batida à mão e estrutura improvisada.

Com cerca de R$ 10 mil de investimento inicial, Juliana comprou equipamentos básicos e começou a estruturar o negócio. O crescimento veio rápido, impulsionado pelo boca a boca e pela divulgação nas redes sociais.

Ainda em 2020, a produção passou de 150 para 300 unidades por dia, o que levou a empreendedora a buscar um espaço maior e contratar o primeiro funcionário.

A expansão continuou nos anos seguintes. Em 2021, a produção já chegava a 500 pães por dia, e o negócio ganhou estrutura de fábrica. Para atender às exigências sanitárias e profissionalizar a operação, foram necessários novos investimentos, de cerca de R$ 40 mil.

Inicialmente focada no delivery, a marca ganhou visibilidade ao apostar na construção de uma identidade e na valorização da origem do produto. “Se você faz um produto de qualidade, com um público bem alinhado, você vai longe”, afirma a empreendedora.

Com o aumento da demanda, Juliana decidiu dar mais um passo e abriu um ponto físico para atendimento ao público, integrado à fábrica. O contato direto com os clientes ajudou a apresentar o produto a um público mais amplo, além de reforçar o caráter afetivo da receita.

Hoje, a empresa produz cerca de 3 mil pães por dia, conta com uma equipe de 18 funcionários e oferece um cardápio variado, com versões doces e salgadas. Os produtos são vendidos com ticket médio de R$ 70.

A expansão também incluiu a abertura de uma padaria com café, consolidando a marca no mercado paulistano. A proposta é inserir o pão delícia no cotidiano dos consumidores, ampliando o alcance de um produto ainda pouco conhecido fora da Bahia.

Para o futuro, Juliana pretende crescer ainda mais. “Meu maior sonho é levar o pão delícia para São Paulo toda”, diz.

A trajetória da empreendedora reflete um movimento comum entre pequenos negócios que nasceram na pandemia: ideias simples, baseadas em experiências pessoais, que ganharam escala com o apoio das redes sociais e da demanda por produtos artesanais e diferenciados.

📍 Endereço: Rua Gomes de Carvalho 116, Vila Olimpia São Paulo/SP –CEP: 04547-001📍 Endereço: Rua Simão Álvares 63, Pinheiros São Paulo/SP – CEP: 05417-030📞 Telefone: 71 991265187📧E-mail: comercial@oxepadariabaiana.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/oxepadariabaiana

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Carteira de pedidos da Embraer chega a US$ 32,1 bilhões e bate recorde pela 6ª vez seguida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 18:29

Vale do Paraíba e Região Carteira de pedidos da Embraer chega a US$ 32,1 bilhões e bate recorde pela 6ª vez seguida Balanço financeiro do primeiro trimestre, divulgado pela Embraer nesta segunda-feira (27), aponta crescimento de 21,6% na comparação com o ano passado. Por Lucas Tavares, g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer fechou o primeiro trimestre de 2026 batendo mais um recorde: a carteira de pedidos da empresa atingiu US$ 32,1 bilhões.

O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (27). Na cotação atual, o valor equivale a pouco mais de R$ 159,9 bilhões.

Segundo a empresa, a aviação comercial registrou uma carteira de pedidos de US$ 15 bilhões, representando alta de 50% na comparação anual.

A Embraer, empresa aeronáutica com sede em São José dos Campos, no interior de São Paulo, fechou o primeiro trimestre de 2026 batendo mais um recorde: a carteira de pedidos da empresa atingiu US$ 32,1 bilhões. O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (27).

Na cotação atual, o valor equivale a pouco mais de R$ 159,9 bilhões. No fim do ano passado, a empresa também havia batido recorde.

Ao todo, a carteira de pedidos consolidada da Embraer cresceu 21,6% na comparação anual no primeiro trimestre deste ano.

Segundo a empresa, a aviação comercial registrou uma carteira de pedidos de US$ 15 bilhões, representando alta de 50% na comparação anual.

Aviação comercial: US$ 15 bilhões Aviação executiva: US$ 7,6 bilhõesServiços e Suporte: US$ 5,1 bilhõesDefesa e Segurança: US$ 4,4 bilhões

Segundo o balanço divulgado pela empresa nesta segunda-feira, a aviação executiva entregou 29 aeronaves no primeiro trimestre deste ano, sendo 15 jatos Phenom 300, nove jatos Praetor 500, quatro Praetor 600, além de um Phenom 100.

Já a aviação comercial fez 10 entregas, sendo 6 aviões E175, além de três aeronaves modelo E195-E2 e uma aeronave E190-E2. A Defesa & Segurança entregou cinco aeronaves, sendo quatro A-29 Super Tucano e um KC-390 Millennium.

50 vídeos Embraer São José dos Campos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

WhatsApp deixará de funcionar em celulares Android antigos em setembro; saiba se seu telefone será afetado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 18:29

Tecnologia WhatsApp deixará de funcionar em celulares Android antigos em setembro; saiba se seu telefone será afetado A partir de 8 de setembro de 2026, o aplicativo funcionará apenas em telefones que rodam o sistema Android 6.0 ou superior. Por Redação g1

O WhatsApp deixará de funcionar em telefones celulares que utilizam sistema Android mais antigos a partir de 8 de setembro de 2026.

Com a mudança, aparelhos que pararam nas versões 5.0 ou 5.1 do Android também perderão acesso ao aplicativo, como já aconteceu com sistemas anteriores.

Em sua Central de Ajuda, o WhatsApp exibe a mensagem: "a partir do dia 8 de setembro de 2026, o WhatsApp será compatível apenas com Android 6 e posterior.

No momento, segundo a Central de Ajuda do WhatsApp, não há alterações para quem usa iPhone. O requisito continua sendo o iOS versão 15.1 e posterior ou superior.

Blog mostra o que fazer caso o WhatsApp não consiga receber e enviar informações pelo Wi-Fi. — Foto: REUTERS/Thomas White

O WhatsApp deixará de funcionar em telefones celulares que utilizam sistema Android mais antigos a partir de 8 de setembro de 2026, quando o app só será compatível com modelos que rodam o Android 6.0, lançado em 2015, ou versões mais recentes.

Com a mudança, aparelhos que pararam nas versões 5.0 ou 5.1 do Android perderão acesso ao aplicativo, como já aconteceu com sistemas anteriores.

Em sua Central de Ajuda, o WhatsApp exibe a mensagem: "a partir do dia 8 de setembro de 2026, o WhatsApp será compatível apenas com Android 6 e posterior.

Para continuar usando o aplicativo, a pessoa precisa atualizar o sistema Android ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente.

Clique no ícone de "Configurações" do celular;Em seguida, toque em "Sobre o dispositivo" (ou "Sobre o telefone");Em alguns modelos, é necessário clicar em "Informações do software" na sequência;Verifique a "Versão do Android";

No momento, segundo a Central de Ajuda do WhatsApp, não há alterações para quem usa iPhone. O requisito continua sendo o iOS versão 15.1 e posterior ou superior.

O WhatsApp está sempre fazendo correções de falhas, principalmente de segurança, e incluindo novas funcionalidades no aplicativo. Nem sempre esses modelos mais velhos conseguem suportar essas atualizações.

Vale lembrar que as atualizações de segurança são constantes em qualquer aplicativo e fundamentais para evitar que o usuário — e especialmente seus dados pessoais — fiquem vulneráveis.

A empresa explica que, anualmente, faz uma revisão dos sistemas Android e iOS (iPhone) mais antigos e com menor número de usuários. Com base nesse levantamento, a empresa pode definir uma nova versão mínima exigida para o funcionamento do app.

A Meta não divulga uma lista oficial dos aparelhos que deixarão de suportar o app de mensagens. O que ela informa é com quais sistemas ele é compatível.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Grupo brasileiro JHSF compra operação de aviação executiva nos Estados Unidos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 27/04/2026 18:29

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%Oferecido por

A JHSF Participações, empresa brasileira que reúne um dos maiores ecossistemas voltados à alta renda da América Latina, anunciou nesta segunda-feira (27) que vai comprar a operação de aviação executiva da Embassair, em Miami, nos Estados Unidos.

A decisão está alinhada à estratégia do grupo de expansão internacional no setor e ao fortalecimento de seus negócios de renda recorrente.

Segundo comunicado divulgado aos investidores, a operação da Embassair é totalmente dedicada ao atendimento de clientes de aviação executiva no Opa-Locka Executive Airport — um dos principais destinos de voos internacionais do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, também pertencente à JHSF.

Além da atuação na aviação executiva, o grupo também mantém negócios nos setores imobiliário, gastronômico e de shopping centers, reunindo marcas como Fasano, Chloé, Fratelli Rossetti, e Shopping Cidade Jardim.

A operação foi realizada por meio do JHSF Capital FBOs Fund LP, fundo de investimento estruturado e gerido pela JHSF Capital, gestora de recursos do grupo.

O modelo Phenom 300 liderou entregas na aviação executiva da Embraer. — Foto: Reprodução/TV Vanguarda

A JHSF Participações, empresa brasileira que reúne um dos maiores ecossistemas voltados à alta renda da América Latina, anunciou nesta segunda-feira (27) que vai comprar a operação de aviação executiva da Embassair, em Miami, nos Estados Unidos.

A decisão está alinhada à estratégia do grupo de expansão internacional no setor e ao fortalecimento de seus negócios de renda recorrente.

Segundo comunicado divulgado aos investidores, a operação da Embassair é totalmente dedicada ao atendimento de clientes de aviação executiva no Opa-Locka Executive Airport — um dos principais destinos de voos internacionais do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, também pertencente à JHSF.

“[A compra possibilita] à JHSF extrair sinergias operacionais, oferecendo vantagens aos seus clientes e gerando valor em ambos os ativos”, afirmou a companhia em nota.

Além da atuação na aviação executiva, o grupo também mantém negócios nos setores imobiliário, gastronômico e de shopping centers, reunindo marcas como Fasano, Chloé, Fratelli Rossetti, e Shopping Cidade Jardim.

A operação foi realizada por meio do JHSF Capital FBOs Fund LP, fundo de investimento estruturado e gerido pela JHSF Capital, gestora de recursos do grupo.

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