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Emirados Árabes têm a 5ª maior reserva conhecida de petróleo no mundo; veja ranking

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,4%Dólar TurismoR$ 5,2050,46%Euro ComercialR$ 5,8520,19%Euro TurismoR$ 6,0970,2%B3Ibovespa187.713 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,4%Dólar TurismoR$ 5,2050,46%Euro ComercialR$ 5,8520,19%Euro TurismoR$ 6,0970,2%B3Ibovespa187.713 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,4%Dólar TurismoR$ 5,2050,46%Euro ComercialR$ 5,8520,19%Euro TurismoR$ 6,0970,2%B3Ibovespa187.713 pts-0,98%Oferecido por

Os Emirados Árabes Unidos, que anunciaram nesta terça-feira (28) a saída da Opep e da Opep+, grupos que reúnem os principais países exportadores de petróleo, têm a quinta maior reserva conhecida do produto no mundo.

Segundo o boletim de 2025 divulgado pela Opep, os Emirados têm uma reserva estimada de 113 bilhões de barris (veja mapa abaixo).

A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do planeta, com capacidade de aproximadamente 303 bilhões de barris — ou 17% do volume conhecido. Depois, aparecem Arábia Saudita (267 bilhões), Irã (209 bilhões) e Iraque (145 bilhões). Os quatro países são membros da Opep.

O Brasil, por sua vez, ocupa atualmente a 14ª posição nesse ranking, com capacidade de aproximadamente 16 bilhões de barris.

🔎O que são a Opep e a Opep+? A Opep foi criada em 1960 para tentar controlar a quantidade de petróleo disponível no mundo e influenciar seu preço. Hoje, ela tem 12 membros, principalmente do Oriente Médio e da África. A Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados), criada em 2016, reúne esse grupo principal e mais 11 países produtores, que se encontram regularmente para decidir sobre a venda de petróleo no mercado internacional.

Decisão dos Emirados acende alerta sobre preços do petróleoComo fica a Opep com a saída dos Emirados Árabes do grupoEmirados têm a 5ª maior reserva conhecida de petróleo no mundo🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1

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Saída dos Emirados Árabes da Opep e Opep+: o que são os grupos e como isso pode afetar seu bolso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%Oferecido por

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram que deixarão a Opep e a Opep+ em 1º de maio, após revisão de sua estratégia energética, reacendendo debates sobre o papel desses grupos no mercado global de petróleo.

Criada em 1960, a Opep reúne países produtores para coordenar a produção de petróleo e influenciar preços. Seus membros respondem por cerca de 30% da produção mundial, liderados por países como Arábia Saudita, Iraque, Irã e Emirados Árabes Unidos.

Em 2016, a Opep formou uma aliança com outros grandes produtores, criando a Opep+, que reúne 23 países, incluindo Rússia, México e Cazaquistão. Juntos, os membros da Opep e da Opep+ representam cerca de 40% da produção global de petróleo.

Esses países se reúnem regularmente para ajustar a produção de petróleo. Reduções de oferta podem sustentar ou elevar preços, enquanto aumentos de produção tendem a aliviar pressões no mercado.

Mudanças no mercado internacional de petróleo podem afetar os combustíveis no país, já que o preço do barril influencia valores definidos pela Petrobras. Ainda assim, fatores como dólar, política de preços da empresa e impostos também pesam no valor pago pelos consumidores.

A decisão dos Emirados Árabes Unidos de deixar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a OPEC+ a partir de 1º de maio reacendeu o debate sobre o papel desses grupos no mercado global de petróleo — e sobre como suas decisões podem influenciar os preços da energia no mundo.

O anúncio foi confirmado pelo ministro de Energia do país, Suhail Mohamed al-Mazrouei, que afirmou que a decisão foi tomada após uma revisão das estratégias energéticas dos Emirados Árabes na região.

Para entender por que a decisão dos Emirados Árabes Unidos chama a atenção do mercado, é preciso observar o papel da Opep e da Opep+ no setor de petróleo. A seguir, o g1 explica como funcionam esses grupos, que reúnem alguns dos maiores produtores do mundo, e por que suas decisões podem influenciar os preços da energia.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo, conhecida como Opep, é um grupo criado em 1960 por países produtores com o objetivo de coordenar a produção de petróleo e influenciar os preços no mercado internacional.

Hoje, os integrantes da organização respondem por cerca de 30% da produção mundial de petróleo. Dentro do grupo, no entanto, há grandes diferenças no volume produzido por cada país.

Dados do último Boletim Estatístico Anual da Opep mostram como a produção de petróleo se distribui entre os países membros:

Arábia Saudita: 8,96 milhões de barris/diaIraque: 3,86 milhões de barris/diaIrã: 3,26 milhões de barris/diaEmirados Árabes Unidos: 2,92 milhões de barris/diaKuwait: 2,41 milhões de barris/diaNigéria: 1,35 milhão de barris/diaLíbia: 1,14 milhão de barris/diaVenezuela: 921 mil barris/diaArgélia: 907 mil barris/diaCongo: 260 mil barris/diaGabão: 224 mil barris/diaGuiné Equatorial: 57 mil barris/dia

Em 2016, diante de um período de preços baixos do petróleo, a Opep ampliou essa coordenação ao firmar uma parceria com outros grandes produtores. Dessa aproximação surgiu a OPEC+, que reúne 23 países exportadores de petróleo.

Os países da Opep e da Opep+ se reúnem regularmente para decidir quanto petróleo será colocado no mercado internacional. A ideia é ajustar a oferta de acordo com a demanda global.

Quando a procura por petróleo cai, o grupo pode reduzir a produção, diminuindo a oferta e ajudando a sustentar os preços. Em momentos de demanda maior, também pode aumentar a produção, o que tende a aliviar pressões sobre o mercado.

Por isso, mudanças na composição desses grupos — como a saída dos Emirados Árabes Unidos — são acompanhadas de perto por investidores e governos, já que podem alterar o equilíbrio entre oferta e demanda de petróleo no mundo.

Mudanças dentro da Opep e da Opep+ costumam ser acompanhadas de perto pelos mercados porque podem influenciar o preço do petróleo no mundo — e isso, por consequência, tende a repercutir também no custo dos combustíveis em diferentes países, incluindo o Brasil.

Isso ocorre porque o valor do barril é um dos fatores considerados pela Petrobras ao definir os preços de produtos como gasolina, diesel, gás natural e gás de cozinha (GLP) no mercado interno.

Ainda assim, é cedo para medir qual será o impacto concreto da saída dos Emirados Árabes Unidos sobre os preços no país.

Primeiro, será preciso observar se a reação do mercado representa apenas uma oscilação momentânea ou se o movimento poderá alterar de forma mais duradoura o equilíbrio entre oferta e demanda de petróleo.

Além disso, o preço pago pelos consumidores brasileiros depende de outros elementos além do petróleo internacional. Entre eles estão a cotação do dólar, a política de preços adotada pela Petrobras e o nível de impostos que incidem sobre os combustíveis.

Logo da Opep durante reunião informal de membros da organização em Argel, capital da Argélia, nesta quarta-feira (28) — Foto: Reuters/Ramzi Boudina

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Arrecadação federal soma R$ 229 bilhões em março, com alta de 5% e bate recorde para o mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,57%Dólar TurismoR$ 5,2080,53%Euro ComercialR$ 5,8620,37%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.536 pts-1,08%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 229,2 bilhões em março deste ano, informou nesta terça-feira (28) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 4,99% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 218,4 bilhões (valor corrigido pela inflação).

O valor também foi o maior já registrada para meses de março desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.

▶️Segundo a Receita Federal, o recorde pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Capital e do IOF.

▶️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior);mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então;imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);reoneração gradual da folha de pagamentos;fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);início da taxação das bets;aumento do IOF sobre crédito e câmbio;alta na tributação dos juros sobre capital próprio.

Nos três primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 777,12 bilhões — sem a correção pela inflação.

Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 784,24 bilhões no primeiro trimestre, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 749,9 bilhões.

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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Saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep acende alerta sobre preços do petróleo à frente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,55%Dólar TurismoR$ 5,2120,59%Euro ComercialR$ 5,8610,35%Euro TurismoR$ 6,1030,29%B3Ibovespa187.653 pts-1,02%Oferecido por

Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. — Foto: Pilar Olivares / Reuters

A saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Opep+ (que considera os aliados estratégicos do grupo) nesta terça-feira (27) traz uma nova dinâmica para o mercado global da commodity e pode afetar os preços à frente.

A decisão acontece em meio ao choque energético histórico provocado pela guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã e representa um duro golpe para os grupos exportadores de petróleo.

Segundo especialistas consultados pela Reuters, o impacto deve ser limitado no curto e médio prazo, uma vez que a principal preocupação para o mercado de petróleo no momento não é a produção, mas o transporte da commodity, em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz.

"O anúncio de hoje não altera nada nesse aspecto", afirmou o estrategista sênior de pesquisa da Pepperstone, Michael Brown, à agência de notícias.

"A meta de produção pré-conflito dos Emirados Árabes Unidos, de 5 milhões de barris por dia em 2027, agora pode se mostrar mais provável de ser alcançada, o que, por sua vez, ajudará os preços de referência do petróleo bruto a se normalizarem mais rapidamente assim que o conflito em curso no Oriente Médio chegar ao fim", completou.

Ainda assim, dizem os especialistas, a decisão levanta preocupações sobre os eventuais impactos na gestão dos preços de petróleo por parte da Opep.

"Com o tempo, essa saída levanta uma questão estratégica mais ampla: se outros produtores começarem a priorizar a participação de mercado em detrimento da disciplina de cotas, a capacidade da Opep de gerir mercados de forma ordenada por meio de ajustes coordenados na oferta poderá ser cada vez mais questionada", alertou o especialista do Saxo Bank, Ole Hansen, à Reuters.

Atualmente, a Opep tem grande influência nos preços do petróleo no mercado internacional por meio das dinâmicas de oferta e demanda coordenadas entre os países produtores e exportadores da commodity pela organização.

➡️ Funciona assim: em vez de estabelecer um preço pré-definido para a commodity, o grupo faz acordos de produção para ajustar a quantidade de petróleo disponível no mercado. São estabelecidas metas (ou cotas) para cada país que, quando cumpridas, ajudam a subir ou descer os preços da commodity a depender da necessidade do mercado.

Assim, se há uma maior oferta de petróleo no mercado global, o grupo reduz a quantidade de barris disponíveis — o que ajusta o preço da commodity para cima. Já se a demanda está maior, o grupo também consegue aumentar a venda e a produção para puxar os preços para baixo.

Entre os países exportadores, os Emirados Árabes Unidos são o 4º maior produtor de petróleo do mundo e tem a 5ª maior reserva da commodity.

"A saída dos Emirados Árabes Unidos representa uma mudança significativa para a Opep. Juntamente com a Arábia Saudita, é um dos poucos membros com capacidade ociosa relevante — mecanismo através do qual o grupo exerce influência no mercado", explicou o analista da Rystad, Jorge Leon, à Reuters.

Com isso, disse Leon, a implicação da decisão do país é uma Opep "estruturalmente mais fraca" no longo prazo.

"Fora do grupo, os Emirados Árabes Unidos teriam tanto o incentivo quanto a capacidade de aumentar a produção, levantando questões mais amplas sobre a sustentabilidade do papel da Arábia Saudita como estabilizadora central do mercado — e apontando para um mercado de petróleo potencialmente mais volátil, à medida que a capacidade da Opep de suavizar os desequilíbrios de oferta diminui", completou.

Os especialistas explicam que, apesar dos impactos negativos de longo prazo, a decisão dos Emirados Árabes Unidos de sair do grupo não foi recebida com tanta surpresa pelo mercado, uma vez que o país têm discordado da política geral da Opep há anos .

Segundo o analista sênior da Centro Carnegie Rússia-Eurásia Sergey Vakulenko, a projeção dos Emirados Árabes Unidos é de aumentar a produção em até 30% — e seria difícil conseguir esse avanço dentro das limitações impostas pela organização.

"Agora provavelmente é o momento menos prejudicial para anunciar isso. Os preços do petróleo estão altos e há escassez real devido ao fechamento do Estreito de Ormuz. Depois que Ormuz reabrir, haverá uma demanda elevada e, como os países estarão reabastecendo as reservas que foram consumidas desde fevereiro, os preços permanecerão altos", avaliou Vakulenko à Reuters.

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Emirados Árabes anunciam saída da Opep e Opep+, em golpe para grupo de produtores de petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 10:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9880,1%Dólar TurismoR$ 5,1970,3%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,0880,05%B3Ibovespa187.433 pts-1,13%MoedasDólar ComercialR$ 4,9880,1%Dólar TurismoR$ 5,1970,3%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,0880,05%B3Ibovespa187.433 pts-1,13%MoedasDólar ComercialR$ 4,9880,1%Dólar TurismoR$ 5,1970,3%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,0880,05%B3Ibovespa187.433 pts-1,13%Oferecido por

Emirados Árabes Unidos anunciam saída da Opep e Opep+, impactando o grupo liderado pela Arábia Saudita.

A decisão ocorre após críticas à resposta militar do Golfo e dificuldades no Estreito de Ormuz devido à guerra com o Irã.

O ministro de Energia dos Emirados afirmou que a saída foi baseada em análise das estratégias energéticas do país.

A medida pode enfraquecer a Opep, que já enfrenta desafios internos e instabilidade no mercado global de petróleo.

A saída é vista como vitória para os EUA, enquanto os Emirados criticam a falta de apoio dos países árabes contra ataques iranianos.

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta terça-feira (28) que estão deixando a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e a Opep+, causando um grande golpe ao grupo e para a Arábia Saudita, seu principal líder.

O ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail Mohamed al-Mazrouei, confirmou a saída à Reuters e explicou que a decisão foi tomada após uma análise detalhada das estratégias de energia do país na região.

🔎O que são a Opep e a Opep+? ? A Opep foi criada em 1960 para tentar controlar a quantidade de petróleo disponível no mundo e influenciar seu preço. Hoje, ela tem 12 membros, principalmente do Oriente Médio e da África. A Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados), criada em 2016, reúne esse grupo principal e mais 11 países produtores, que se encontram regularmente para decidir sobre a venda de petróleo no mercado internacional.

A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, acontece em um período em que o conflito com o Irã causou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

A decisão pode gerar instabilidade e enfraquecer o grupo, que geralmente tenta manter uma imagem de união, mesmo com divergências internas sobre temas como política internacional e limites de produção.

Quando perguntado se os Emirados Árabes Unidos conversaram com a Arábia Saudita sobre a decisão, Suhail Mohamed al-Mazrouei disse que o país não tratou do tema com nenhuma outra nação.

"Esta é uma decisão sobre política, tomada após uma análise cuidadosa das políticas atuais e futuras relacionadas ao nível de produção", disse o ministro de Energia.

Os países do Golfo que fazem parte da Opep já estavam tendo problemas para exportar pelo Estreito de Ormuz, que fica entre o Irã e Omã.

Por esse local passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, mas as exportações foram prejudicadas por ameaças e ataques de iranianos a navios.

Mazrouei disse que a saída dos Emirados Árabes Unidos não deve causar grande impacto no mercado, por causa da situação no estreito.

A decisão foi tomada depois que os Emirados Árabes Unidos, que são um importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticaram outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de vários ataques do Irã durante o conflito.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao aumentar os preços do petróleo.

Trump também relacionou o apoio militar dos Estados Unidos à região do Golfo aos valores do petróleo, dizendo que, enquanto os americanos protegem os países da Opep, eles “exploram isso impondo preços altos do petróleo”.

Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, também criticou a resposta dos países árabes e do Golfo aos ataques do Irã, durante uma reunião no Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda-feira.

“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas política e militarmente, acho que sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, disse Gargash.

“Eu esperava essa postura fraca da Liga Árabe, e não me surpreende, mas não esperava isso do Conselho de Cooperação do Golfo. Estou surpreso”, afirmou.

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Guerra no Oriente Médio: Banco Mundial prevê alta de 24% nos preços de energia em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 10:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9850,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,29%Euro ComercialR$ 5,833-0,13%Euro TurismoR$ 6,0880,05%B3Ibovespa187.433 pts-1,13%MoedasDólar ComercialR$ 4,9850,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,29%Euro ComercialR$ 5,833-0,13%Euro TurismoR$ 6,0880,05%B3Ibovespa187.433 pts-1,13%MoedasDólar ComercialR$ 4,9850,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,29%Euro ComercialR$ 5,833-0,13%Euro TurismoR$ 6,0880,05%B3Ibovespa187.433 pts-1,13%Oferecido por

Motorista abastece em um posto de gasolina em Los Angeles, nos Estados Unidos. — Foto: Damian Dovarganes/AP Photo

Os preços de energia devem subir 24% em 2026, atingindo o nível mais alto em quatro anos, caso os impactos mais graves da guerra no Oriente Médio terminem em maio, afirmou o Banco Mundial nesta terça-feira (28).

Os preços das commodities também podem subir ainda mais, caso as hostilidades na região se intensificarem e as interrupções no fornecimento durarem mais do que o esperado, afirmou o banco global de desenvolvimento em sua mais recente Perspectiva dos Mercados de Commodities .

O banco afirmou que seu cenário base pressupõe que os volumes de transporte marítimo pelo crucial Estreito de Ormuz retornarão gradualmente a níveis próximos aos anteriores à guerra até outubro, mas ressaltou que os riscos estão "notavelmente inclinados" para preços mais altos.

A projeção base do banco prevê um aumento de 16% nos preços gerais das commodities em 2026, devido à alta dos preços da energia e dos fertilizantes e aos preços recordes de vários metais importantes.

Os preços do petróleo continuaram a subir na terça-feira, enquanto os esforços para pôr fim à guerra entre os EUA e o Irã estagnaram e o Estreito de Ormuz permaneceu em grande parte fechado, mantendo o fornecimento de energia, fertilizantes e outras commodities da importante região produtora do Oriente Médio fora do alcance dos compradores globais.

Os ataques à infraestrutura energética e as interrupções no transporte marítimo no estreito, que antes da guerra representava 35% do comércio global de petróleo bruto transportado por via marítima, desencadearam o maior choque de oferta de petróleo já registrado, afirmou o Banco Mundial.

O banco afirmou que os preços do petróleo Brent (LCOc1) permaneceram mais de 50% mais altos em meados de abril do que no início do ano. A previsão é de que o preço médio do barril de petróleo Brent seja de US$ 86 em 2026, um aumento acentuado em relação aos US$ 69 por barril em 2025.

Segundo a empresa, os preços do petróleo Brent podem atingir uma média de até US$ 115 por barril este ano, caso instalações críticas de petróleo e gás sofram mais danos devido à guerra e os volumes de exportação demorem a se recuperar.

Os contratos futuros do petróleo Brent para junho estavam sendo negociados em torno de US$ 109 por barril na terça-feira, após atingirem seu maior fechamento desde 7 de abril na segunda-feira.

"A guerra está atingindo a economia global em ondas cumulativas: primeiro com o aumento dos preços da energia, depois com o aumento dos preços dos alimentos e, finalmente, com o aumento da inflação, o que elevará as taxas de juros e encarecerá ainda mais o endividamento", disse o economista-chefe do Banco Mundial, Indermit Gill. O choque atingirá os mais pobres com mais força, agravando os problemas dos países em desenvolvimento já altamente endividados.

Prevê-se que os preços dos fertilizantes aumentem 31% em 2026, impulsionados por um salto de 60% no preço da ureia, o fertilizante nitrogenado sólido mais utilizado, produzido pela conversão de gás natural em amônia e dióxido de carbono.

O aumento nos preços dos fertilizantes intensificaria a pressão sobre o abastecimento de alimentos, corroendo a renda dos agricultores e ameaçando as futuras safras. O Programa Mundial de Alimentos estima que mais 45 milhões de pessoas poderão enfrentar insegurança alimentar aguda este ano, caso a guerra se prolongue por um período extenso.

O Banco Mundial afirmou que a inflação nas economias em desenvolvimento deverá atingir uma média de 5,1% em 2026, no cenário base, um aumento em relação aos 4,7% do ano passado e um ponto percentual acima das previsões anteriores à guerra. No entanto, a inflação poderá chegar a 5,8% nas economias em desenvolvimento caso a guerra se prolongue.

O crescimento também sofreria um grande impacto, disse o banco. As economias em desenvolvimento agora devem crescer apenas 3,6% em 2026, abaixo da previsão de crescimento de 4% feita antes da guerra.

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Austrália prevê taxa a Google, Meta e TikTok se não fecharem acordo por uso de notícias de jornais do país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 10:54

Tecnologia Austrália prevê taxa a Google, Meta e TikTok se não fecharem acordo por uso de notícias de jornais do país Proposta prevê cobrança sobre a receita local de plataformas que não fecharem acordos com empresas jornalísticas; governo usará recurso para financiar redações. Por Redação g1

O governo da Austrália anunciou nesta terça-feira (28) que gigantes da tecnologia como Meta, Google e TikTok podem enfrentar taxações caso não negociem pagamentos a veículos de mídia locais pelo uso de notícias em suas plataformas.

A proposta prevê a criação de um "Incentivo de Negociação de Notícias", que tributaria as empresas em 2,25% sobre suas receitas locais se não houver acordos diretos. O dinheiro arrecadado seria destinado a empresas de notícias para impulsionar o jornalismo australiano.

Segundo a Ministra das Comunicações, Anika Wells, a medida é uma questão de justiça, já que as grandes plataformas lucram com o trabalho jornalístico que enriquece seus feeds.

Wells explicou que, caso uma plataforma decida não fechar acordos, o governo recolherá o valor da taxa e fará o repasse às organizações de notícias com base no número de jornalistas empregados. O projeto prevê ainda compensações maiores para acordos feitos com veículos de mídia de pequeno porte.

A nova regra deve entrar em vigor no ano fiscal que começa em 1º de julho de 2025 e será aplicada a empresas com serviços "significativos" de busca ou redes sociais e receita local acima de 250 milhões de dólares australianos (cerca de US$ 179,3 milhões).

Ferramentas de inteligência artificial não estão incluídas neste pacote, pois possuem regulamentação própria.

A proposta recebeu apoio de grandes grupos de mídia do país, como a News Corp Australia e a emissora pública ABC, que classificaram o plano como um passo crítico para a sustentabilidade do setor.

Por outro lado, a Meta criticou a medida, afirmando que a proposta não passa de um "imposto sobre serviços digitais" e que o modelo criaria uma indústria dependente de subsídios governamentais.

O Google também manifestou oposição, rejeitando a necessidade da taxa, enquanto o TikTok preferiu não comentar.

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, também rebateu possíveis preocupações sobre reações negativas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cuja administração se opõe a impostos sobre serviços digitais.

Albanese afirmou que a Austrália é uma nação soberana e que seu governo tomará decisões baseadas no interesse nacional do país.

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IPCA-15 acelera para 0,89% em abril, com pressão de alimentos e combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%Oferecido por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial do país, subiu 0,89% em abril, segundo dados divulgados nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumula alta de 2,39% no ano. Em 12 meses, o avanço chega a 4,37%.

O número ficou próximo das projeções de economistas, que esperavam uma alta de 0,95% no mês e inflação acumulada de 4,45% em 12 meses. Em abril de 2025, a variação havia sido menor, de 0,43%.

🎯 Mesmo assim, o índice permanece dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2026, a meta é de 3%, com limite máximo de 4,5%. Desde o ano passado, essa meta passou a ser contínua — isso significa que o cumprimento é acompanhado mês a mês com base na inflação acumulada em 12 meses.

Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, os maiores aumentos vieram de alimentação e transportes. O grupo alimentação e bebidas registrou alta de 1,46% e foi o que mais contribuiu para o resultado do mês. Em seguida aparece transportes, com avanço de 1,34%.

Alimentação e bebidas: 1,46%Habitação: 0,42%Artigos de residência: 0,48%Vestuário: 0,76%Transportes: 1,34%Saúde e cuidados pessoais: 0,93%Despesas pessoais: 0,32%Educação: 0,05%Comunicação: 0,48%

No grupo alimentação e bebidas, que subiu 1,46% em abril, a maior pressão veio dos alimentos consumidos em casa. A chamada alimentação no domicílio passou de uma alta de 1,1% em março para 1,77% em abril.

O grupo transportes também registrou aumento mais forte de preços em abril. A alta passou de 0,21% em março para 1,34%, influenciada principalmente pelo encarecimento dos combustíveis.

No período, os preços desse conjunto de produtos saíram de uma leve queda de 0,03% para uma alta de 6,06%.

Os combustíveis tiveram peso relevante na prévia da inflação de abril, com destaque para a alta do diesel e da gasolina.

Além dos combustíveis, outros itens ligados ao transporte tiveram comportamentos diferentes ao longo do mês. O preço das passagens aéreas, por exemplo, registrou queda após a forte alta observada em março. Em abril, o subitem passou de um aumento de 5,94% para uma redução de 14,32%.

Já no transporte público, os preços tiveram variações mais moderadas. As tarifas de ônibus urbano subiram 0,44% no período. O custo das corridas de táxi teve alta de 0,08%, enquanto as passagens de ônibus intermunicipal avançaram 0,14%.

Também houve aumento no item integração do transporte público, que reúne sistemas que permitem ao passageiro usar mais de um meio de transporte com a mesma tarifa. Nesse caso, a alta foi de 0,90% em abril.

A elevação dos preços dos combustíveis sem reajuste oficial da Petrobras está sob análise e pode ser considerada irregular. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou que avalia os indícios de possíveis irregularidades apontados pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a fim de verificar se há elementos suficientes para a abertura de uma investigação. Na última sexta-feira (13), a estatal anunciou um aumento de R$ 0,38 por litro do diesel para as distribuidoras. A medida foi divulgada um dia após o governo federal apresentar um pacote de R$ 30 bilhões com o objetivo de conter os impactos da alta do preço do petróleo. Na foto, posto de combustível em Osasco na grande São Paulo, na manhã desta terça-feira (17). — Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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Irã suspende exportação de aço, e Aramco, gigante do petróleo, mantém interrupção de venda de gás até fim de maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%Oferecido por

Abbas Araqchi, ministro de Relações Exteriores do Irã, em 17 de dezembro de 2025 — Foto: Reuters/Ramil Sitdikov/Pool/Foto de arquivo

O Irã suspendeu a exportação de placas e chapas de aço, enquanto a Saudi Aramco, uma das maiores empresas de petróleo do mundo, continua com os embarques de gás paralisados. Ambas as medidas permanecem em vigor até 30 de maio.

Cerca de 25% a 30% da produção de aço do Irã foi desativada após danos a instalações, informou o jornal estatal iraniano Etemad no domingo.

Já a suspensão das exportações de gás pela Saudi Aramco foi reportada pela agência de notícias Bloomberg, com base em fontes familiarizadas com o assunto.

Segundo a agência, a empresa iraniana teria informado aos seus clientes que os embarques da instalação de gás de Juaymah, no leste da Arábia Saudita, ficarão suspensos durante o mês de maio, mas a Aramco se recusou a comentar.

As exportações de GLP da Saudi Aramco estão interrompidas desde o desabamento de uma estrutura de suporte na instalação, antes do início da guerra no Oriente Médio, em fevereiro. O incidente elevou os preços e forçou compradores a buscar alternativas de fornecimento.

A Saudi Aramco informou a alguns compradores que ainda não conseguiu realizar os reparos necessários em Juaymah. Isso significa que, mesmo com a eventual reabertura do Estreito de Ormuz, não há previsão de entregas no próximo mês, acrescentaram.

Grandes produtores do país, como a Mobarakeh Steel Company e a Khuzestan Steel Company, foram atingidos durante a guerra. A consequente interrupção na produção gerou impactos significativos em setores como construção, automotivo e infraestrutura.

Um membro do conselho de representantes da Câmara de Comércio do Irã afirmou que o mercado de chapas de aço deve se estabilizar dentro de dois meses, à medida que as importações compensarem a escassez e reduzirem a demanda especulativa, de acordo com a agência de notícias iraniana Tabnak.

No início de abril, um diretor adjunto da Khuzestan Steel Company disse que levaria entre 6 e 12 meses para restaurar as operações após os danos às instalações.

O aço é uma das principais fontes de receita de exportação não petrolífera do Irã, e a perda de capacidade de produção e exportação pode pressionar a balança comercial e as receitas em moeda estrangeira, além de arriscar a perda de participação no mercado global de aço, acrescentou o Etemad.

Espera-se que os danos tenham consequências econômicas mais amplas, com possíveis perdas de empregos e pressão de alta sobre a inflação.

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Ninguém é dono de imóvel na China? Entenda o sistema em que a terra é do Estado e moradores podem ser realocados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 08:48

Fantástico Ninguém é dono de imóvel na China? Entenda o sistema em que a terra é do Estado e moradores podem ser realocados Modelo prevê concessão de até 70 anos. A série "Entre Dois Mundos" mostrou como sistema ajuda governo a transformar bairros inteiros em tempo recorde. Por Fantástico

Esse modelo tem impacto direto na forma como as cidades se desenvolvem. Em Xangai, por exemplo, bairros inteiros podem ser demolidos e reconstruídos em poucos anos.

Quando o governo decide que uma área será transformada, os moradores têm duas opções: aceitar uma indenização financeira ou trocar o imóvel por outro indicado pelo governo.

Como mostrado na série "Entre Dois Mundos", do Fantástico, na China, ninguém é dono definitivo da terra onde vive. No sistema chinês, toda a terra pertence ao Estado. Quem compra um apartamento recebe uma concessão de uso válida por 70 anos.

Esse modelo tem impacto direto na forma como as cidades se desenvolvem. Em Xangai, por exemplo, bairros inteiros podem ser demolidos e reconstruídos em poucos anos. Quando o governo decide que uma área será transformada — seja para abrir uma avenida, erguer prédios comerciais ou modernizar a região — os moradores têm duas opções: aceitar uma indenização financeira ou trocar o imóvel por outro indicado pelo governo.

Foi o que aconteceu com a senhora Wang e o filho, Lawrence. Eles moravam perto do centro de Xangai, em um apartamento pequeno, até serem informados de que a região seria demolida para dar lugar a novos empreendimentos. A decisão veio do governo. Em troca, a família recebeu um imóvel novo, localizado a cerca de uma hora e meia da antiga casa — agora maior, com três quartos e infraestrutura moderna.

“A maioria das pessoas aceita a mudança”, conta Lawrence. Segundo ele, muitos moradores veem a realocação como uma oportunidade de melhorar de vida, já que os novos apartamentos costumam ser mais espaçosos e novos.

Mas há quem não concorde. Os mais velhos, que passaram a vida inteira no mesmo bairro, sentem o peso da ruptura.

"Acontece com algumas pessoas mais velhas, que moram no mesmo lugar desde a infância, com vizinhos antigos, amigos e parentes por perto. Se você muda para um lugar novo, essas relações se rompem", diz Wang.

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Esse modelo é uma das engrenagens que explicam a rapidez das obras chinesas. Com um único partido no poder há décadas, o país consegue planejar e executar grandes projetos sem os embates políticos, disputas judiciais e interesses privados comuns em democracias ocidentais.

Em Xangai, bairros inteiros são redesenhados como peças de um grande quebra-cabeça urbano. Quarteirões antigos cercados por arranha-céus indicam que sua vez de desaparecer pode chegar a qualquer momento.

É o preço da coordenação estatal: projetos avançam rapidamente, mas as vontades individuais contam pouco. Um contraste direto com cidades como Nova York, onde a propriedade privada e a resistência de moradores podem atrasar obras por décadas.

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Na China, governo é dono da terra e moradores vivem sob concessão de 70 anos; entenda — Foto: Reprodução/TV Globo

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