RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Elon Musk se aproxima de patrimônio inédito de US$ 800 bilhões

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Elon Musk está prestes a alcançar um marco inédito na história das grandes fortunas globais, com um patrimônio estimado em US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,3 trilhões). O avanço ocorre em meio a uma forte valorização de seus negócios ligados à tecnologia, especialmente na área de inteligência artificial.

Nas últimas semanas, investidores privados mais do que dobraram a avaliação da xAI Holdings, empresa que reúne as operações de inteligência artificial e mídia social do empresário, levando o valor da companhia a US$ 250 bilhões. Esse movimento acrescentou cerca de US$ 62 bilhões à fortuna pessoal de Musk em um curto espaço de tempo.

De acordo com a "Forbes", a nova rodada de captação elevou o valor da participação de 49% de Musk na xAI Holdings para US$ 122 bilhões. O montante supera os US$ 113 bilhões atribuídos à empresa no momento em que a startup de IA foi incorporada à rede social X, antigo Twitter, em março do ano passado.

Com esse ganho, o patrimônio total de Musk chegou a aproximadamente US$ 780 bilhões, reforçando sua posição isolada como a pessoa mais rica do mundo. O empresário agora está a poucos passos de se tornar o primeiro bilionário da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões.

A valorização recente da xAI Holdings não beneficiou apenas Musk. Outros bilionários que investiram na empresa de inteligência artificial também viram suas fortunas crescerem com a nova rodada de avaliação.

Entre eles estão o príncipe saudita Alwaleed Bin Talal Alsaud, um dos primeiros investidores do Twitter, além de Jack Dorsey, cofundador da rede social, e Larry Ellison, cofundador da Oracle.

Príncipe Alwaleed Bin Talal Alsaud: detém cerca de 1,6% da xAI Holdings, participação avaliada em aproximadamente US$ 4 bilhões, sem considerar uma fatia maior mantida por meio da Kingdom Holding Company. Com isso, seu patrimônio pessoal é estimado em cerca de US$ 19,4 bilhões.Jack Dorsey: possui uma participação estimada de 0,8% na empresa, avaliada em torno de US$ 2,1 bilhões, o que elevou sua fortuna para aproximadamente US$ 6 bilhões.Larry Ellison: também detém cerca de 0,8% da xAI Holdings, com participação avaliada em aproximadamente US$ 2,1 bilhões, elevando seu patrimônio total para cerca de US$ 241 bilhões.

Em meio à corrida global por avanços em inteligência artificial, a xAI tem ampliado seus investimentos de forma agressiva e, segundo documentos internos, queimou cerca de US$ 7,8 bilhões nos primeiros nove meses de 2024.

Além da pressão sobre as finanças, a xAI enfrenta controvérsias que ampliam os desafios do negócio.

O chatbot Grok, desenvolvido pela companhia, foi alvo de críticas após gerar imagens falsas de mulheres reais em trajes íntimos, sem consentimento.

O caso ganhou dimensão jurídica com o ajuizamento de uma ação por Ashley St. Clair, mãe de um dos filhos de Musk. No Brasil, o g1 também mostrou o relato de uma mulher que teve fotos usadas no antigo Twitter para criar imagens que simulavam nudez ou o uso de roupas íntimas.

Com a repercussão negativa internacional, a xAI anunciou, na quarta-feira (14), que o chatbot deixaria de editar imagens de pessoas reais com roupas reveladoras em países onde esse tipo de conteúdo é ilegal.

A empresa informou ainda que está adotando novas medidas de segurança, como a restrição da criação e edição de imagens a contas pagas — iniciativa que, segundo a companhia, busca aumentar a responsabilização dos usuários pelo uso da ferramenta.

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Fortuna de bilionários bate recorde em 2025, aponta relatório da Oxfam

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A fortuna dos bilionários atingiu um recorde em 2025, “minando a liberdade política” e aumentando a desigualdade, segundo o relatório anual "Resistir ao domínio dos mais ricos", divulgado nesta segunda-feira (19) pela ONG Oxfam.

O documento denuncia a política do presidente americano Donald Trump e coincide com o início do Fórum Econômico em Davos, na Suíça.

Segundo o documento, os 12 bilionários mais ricos “possuem mais riqueza do que a metade mais pobre da humanidade”, o equivalente a cerca de quatro bilhões de pessoas.

No ano passado, o mundo contabilizou pela primeira vez mais de 3.000 bilionários, que, juntos, somavam uma fortuna de US$ 18,3 trilhões, de acordo com a ONG.

O valor de seus patrimônios aumentou 16,2%, três vezes mais rápido do que nos cinco anos anteriores, enquanto a redução da pobreza desacelera desde a pandemia de 2020.

A fortuna dos bilionários atingiu um recorde em 2025, “minando a liberdade política” e aumentando a desigualdade, segundo o relatório anual "Resistir ao domínio dos mais ricos", divulgado nesta segunda-feira (19) pela ONG Oxfam. O documento denuncia a política do presidente americano Donald Trump e coincide com o início do Fórum Econômico em Davos, na Suíça.

Segundo o documento, os 12 bilionários mais ricos “possuem mais riqueza do que a metade mais pobre da humanidade”, o equivalente a cerca de quatro bilhões de pessoas.

No ano passado, o mundo contabilizou pela primeira vez mais de 3.000 bilionários, que, juntos, somavam uma fortuna de US$ 18,3 trilhões, de acordo com a ONG.

O valor de seus patrimônios aumentou 16,2%, três vezes mais rápido do que nos cinco anos anteriores, enquanto a redução da pobreza desacelera desde a pandemia de 2020.

O acúmulo de riqueza, lembra a Oxfam, permite aos ultrarricos garantir acesso às instituições e adquirir veículos de comunicação, “minando a liberdade política e corroendo os direitos da maioria”, lamenta a organização.

A ONG também estima que os ultrarricos “têm cerca de 4.000 vezes mais chances de ocupar um cargo político” do que cidadãos comuns. Ela cita especialmente os Estados Unidos, primeira potência mundial, onde o governo de Donald Trump conta com vários bilionários.

“Isso pode ser observado nos EUA com o envolvimento de bilionários, em particular o de Elon Musk, nas eleições americanas. Estima-se que 1 em cada 6 dólares gastos por candidatos e partidos políticos em 2024 nos Estados Unidos venha de doadores bilionários”, diz Layla Abdelké Yakoub, representante da ONG.

“Também percebemos que, nos EUA, uma política que conta com o apoio dos mais ricos tem 45% de probabilidade de ser adotada, enquanto, quando eles se opõem, ela tem apenas 18%. Isso está ligado a uma série de medidas tomadas ao longo do tempo, mas também ao monopólio da mídia, das redes sociais e da inteligência artificial”, diz a OXFAM.

No domingo, em Davos, o presidente americano foi alvo de um protesto organizado pela Juventude Socialista Suíça sob o lema “No World Economic Forum – Stop Trump”.

Alguns dos 300 manifestantes usavam máscaras — incluindo as do bilionário Elon Musk, do chanceler alemão Friedrich Merz e do vice-presidente americano JD Vance — e seguravam notas gigantes de euro feitas de papelão.

O Fórum “é o lugar onde as pessoas mais poderosas e ricas do mundo se reúnem para discutir o nosso futuro, tomar decisões sobre ele — sobre a economia ou o clima, que afetam todos — e fazem isso sem qualquer legitimidade democrática”, denunciou Nathalie Ruoss, vice-presidente da Juventude Socialista, presente na manifestação.

Ela considerou “inaceitável receber fascistas como Donald Trump, já que isso também contribui para legitimar suas ações”, disse.

“As desigualdades econômicas e políticas podem acelerar a erosão dos direitos e da segurança das pessoas a uma velocidade assustadora”, denuncia no relatório da Oxfam seu diretor-geral, Amitabh Behar, que cita um “círculo vicioso”.

À medida que se aproximam as eleições legislativas americanas de novembro, reduções massivas de impostos estão previstas para empresas e famílias, enquanto as multinacionais americanas conseguiram isenção da taxa mínima de 15% prevista em um acordo internacional.

“As medidas tomadas durante a presidência Trump beneficiaram os mais ricos em todo o mundo”, destaca a Oxfam, que pede limitar o poder dos ultrarricos, tributando-os “de verdade” e proibindo-os de financiar campanhas políticas.

“Diante dessas reações da população exausta e irritada com tanta desigualdade, ocorreram respostas autoritárias e violentas. O X é usado para rastrear, punir, sequestrar e torturar críticos do governo. Até onde alguns governos estão dispostos a ir para proteger os interesses dos ultrarricos às custas de sua população?”, questiona Abdelké Yakoub.

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Will Bank: clientes relatam falhas para fazer movimentações financeiras

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Reclamações se intensificaram na manhã desta quarta-feira (21), por volta das 7h, após Banco Central (BC) decretar a liquidação extrajudicial do Will Bank.

Entre os principais problemas apontados estão falhas no cartão de crédito, no internet banking e em transferências.

Will Bank: liquidado pelo BC, banco digital cresceu com foco em clientes de baixa renda — Foto: Divulgação

Após o Banco Central (BC) decretar a liquidação extrajudicial do Will Bank, diversos clientes da instituição relataram nas redes sociais dificuldades para realizar pagamentos e movimentações financeiras nesta quarta-feira (21).

De acordo com o Downdetector, plataforma que monitora instabilidades em serviços digitais, ao menos 500 notificações de erro foram registradas por clientes já na noite desta terça-feira (20).

As reclamações se intensificaram na manhã desta quarta, por volta das 7h. Entre os principais problemas apontados estão falhas no cartão de crédito, no internet banking e em transferências.

Os clientes já relatam dificuldades operacionais: embora ainda seja possível acessar o aplicativo e visualizar limites disponíveis, as transações não estão sendo concluídas. Compras, pagamentos e transferências via PIX estão indisponíveis.

Usuários do Will Bank reclamam de problemas em compras e movimentações — Foto: Reprodução/Downdetector

Clientes do Will Bank ainda conseguem acessar o aplicativo, mas não realizam operações financeiras após a liquidação. — Foto: Reprodução

Com a liquidação extrajudicial, as atividades do Will Bank são interrompidas. Isso significa que contas correntes, contas de pagamento e demais serviços deixam de operar normalmente.

De acordo com as regras do Banco Central, os valores mantidos por clientes passam a integrar o processo de liquidação e serão pagos conforme as garantias existentes e a ordem legal de preferência entre credores.

O liquidante nomeado será o responsável por apurar os valores devidos e conduzir os pagamentos possíveis.

Vale lembrar que quem tem dinheiro em conta corrente ou aplicações simples está protegido, mas dentro dos limites previstos.

O Banco Central informa que, em casos de intervenção ou liquidação de bancos, os depositantes contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por pessoa, considerando o conjunto de depósitos e produtos elegíveis mantidos na instituição.

Essa garantia se aplica aos clientes do Will Bank que se enquadram nas regras do fundo, respeitado o limite estabelecido. Veja mais sobre na reportagem abaixo:

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Will Bank: entenda a ligação do banco digital com o Banco Master

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira, nome fantasia do Will Bank.

A instituição integra o conglomerado do Banco Master, e a medida também interrompe suas atividades.

A instituição faz parte do conglomerado do Banco Master, liquidado pelo BC em 18 de novembro. Desde então, o Will Bank vinha operando sob Regime Especial de Administração Temporária (Raet) do BC.

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa.

A fintech surgiu em 2017, no Espírito Santo, a partir do pag!, emissor de cartões de crédito fundado por Felipe Felix — atual CEO — ao lado dos irmãos Giovanni e Walter Piana.

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira, nome fantasia do Will Bank. A instituição integra o conglomerado do Banco Master, e a medida também interrompe suas atividades.

A instituição faz parte do conglomerado do Banco Master, liquidado pelo BC em 18 de novembro. Desde então, o Will Bank vinha operando sob Regime Especial de Administração Temporária (Raet) do BC.

🔎 Quando uma instituição está em Raet, o Banco Central assume temporariamente o controle para evitar que a situação piore e cause prejuízos maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa.

A fintech surgiu em 2017, no Espírito Santo, a partir do pag!, emissor de cartões de crédito fundado por Felipe Felix — atual CEO — ao lado dos irmãos Giovanni e Walter Piana.

Em 2020, a empresa passou por uma reformulação e adotou a marca Will Bank, ampliando sua atuação para além do cartão de crédito e se consolidando como banco digital.

Ao longo dos anos, a fintech expandiu seu portfólio de produtos, incluindo conta digital remunerada, pagamentos via PIX e boletos, empréstimo pessoal, antecipação do saque-aniversário do FGTS e um marketplace com sistema de cashback.

A comunicação da marca sempre destacou uma linguagem simples e acessível, reforçando o discurso de democratização do crédito.

Em 2021, a instituição recebeu um aporte de R$ 250 milhões do fundo de private equity da XP e da Atmos Capital, que passaram a deter uma participação minoritária de 24,9%.

No ano seguinte, o banco incorporou a equipe e as parcerias da startup de cashback Getmore, acelerando a estratégia de vendas online e de marketplace.

Em 2024, o grupo passou por uma reestruturação societária relevante. Após aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central, o controle da Will Instituição de Pagamentos foi transferido ao Grupo Reag, enquanto a Will Financeira passou para o controle do Grupo Master.

Como parte do processo, ativos e passivos ligados ao arranjo de pagamentos começaram a ser transferidos da instituição de pagamentos para a financeira.

O Will Bank havia registrado melhora em seus resultados recentes. No primeiro semestre de 2024, a companhia reverteu prejuízos acumulados e apurou lucro líquido de R$ 47,4 milhões, segundo dados divulgados pela própria instituição.

BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank, ligado ao Banco MasterO que acontece com contas, cartões e CDBs dos clientes do Will BankPor que a liquidação do Will Bank veio só dois meses após o caso MasterClientes relatam falhas para realizar movimentações após intervenção do BC

A decisão do BC levantou a seguinte dúvida: por que o desfecho veio apenas agora, se o Master havia sido liquidado em novembro? A resposta está em uma combinação de fatores.

Após a liquidação do Master, o Will Bank passou a operar sob gestão do Banco Central, que assumiu temporariamente o controle da instituição para evitar o agravamento da situação e prejuízos maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

Segundo o BC, houve uma tentativa de preservar a operação da instituição, visando ao interesse público.

De acordo com apurações do blog do Valdo Cruz, o Will Bank ainda não havia sido liquidado para permitir a venda a um novo investidor de origem árabe, que demonstrava interesse na compra. O negócio, porém, não foi concluído.

Somado a isso, a instituição descumpriu a grade de pagamentos com a Mastercard, o que agravou a situação. No dia seguinte, a empresa anunciou a suspensão da aceitação de cartões emitidos pelo Will Bank em razão das dívidas.

Em nota, o BC citou o impasse para justificar a liquidação. No comunicado, o órgão afirma que o cenário comprometeu a “situação econômico-financeira” da instituição e caracterizou sua insolvência.

Segundo a TV Globo apurou, Maurício Antônio Quadrado, ligado ao Will Bank, foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na última quarta-feira (14). De acordo com fontes da PF, ele é sócio oculto de Daniel Vorcaro, dono do banco Master.

O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, foi liquidado em 18 de dezembro de 2025 pelo Banco Central. A instituição enfrentava dificuldades financeiras, com alto custo de captação e forte exposição a investimentos considerados arriscados.

Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram diante de questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência e menções ao banco em investigações. O alerta no mercado se intensificou quando o Master passou a oferecer CDBs com rentabilidades muito acima do padrão.

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Liquidação do Will Bank: o que acontece com quem tem conta, cartão e CDB?

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,45%Dólar TurismoR$ 5,349-0,53%Euro ComercialR$ 6,083-0,23%Euro TurismoR$ 6,327-0,34%B3Ibovespa188.858 pts-0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,45%Dólar TurismoR$ 5,349-0,53%Euro ComercialR$ 6,083-0,23%Euro TurismoR$ 6,327-0,34%B3Ibovespa188.858 pts-0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,45%Dólar TurismoR$ 5,349-0,53%Euro ComercialR$ 6,083-0,23%Euro TurismoR$ 6,327-0,34%B3Ibovespa188.858 pts-0,88%Oferecido por

A medida marca o desfecho de um processo iniciado após a liquidação do Banco Master, controlador do banco digital.

Os clientes já relatam dificuldades operacionais: embora ainda seja possível acessar o aplicativo e visualizar limites disponíveis, as transações não estão sendo concluídas.

Com a liquidação extrajudicial, as atividades do Will Bank são interrompidas. Isso significa que contas correntes, contas de pagamento e demais serviços deixam de operar normalmente.

Os valores mantidos por clientes passam a integrar o processo de liquidação e serão pagos conforme as garantias existentes e a ordem legal de preferência entre credores.

A liquidação extrajudicial do Will Bank, decretada pelo Banco Central nesta quarta-feira (21), interrompe o funcionamento da instituição financeira e e gera dúvidas entre correntistas e investidores sobre o destino de seus recursos.

A medida marca o desfecho de um processo iniciado após a liquidação do Banco Master, controlador do banco digital, e segue os procedimentos previstos para a retirada organizada de uma instituição do Sistema Financeiro Nacional.

Os clientes já relatam dificuldades operacionais: embora ainda seja possível acessar o aplicativo e visualizar limites disponíveis, as transações não estão sendo concluídas. Compras, pagamentos e transferências via PIX estão indisponíveis.

O que muda para quem tinha conta no Will Bank?Quem tinha dinheiro em conta corrente ou aplicações simples está protegido?É possível movimentar o saldo em conta depois da liquidação?E quem investiu em CDBs emitidos pelo Will Bank?Existe diferença entre ser correntista e ser investidor no processo de liquidação?O que acontece com os cartões de crédito após a liquidação?E a fatura do cartão que já foi gerada, precisa ser paga?Posso ser cobrado ou negativado por não pagar a fatura?O Will Bank já estava sob algum tipo de intervenção antes da liquidação?O que levou à decisão final pela liquidação?

Com a liquidação extrajudicial, as atividades do Will Bank são interrompidas. Isso significa que contas correntes, contas de pagamento e demais serviços deixam de operar normalmente.

De acordo com as regras do BC, os valores mantidos por clientes passam a integrar o processo de liquidação e serão pagos conforme as garantias existentes e a ordem legal de preferência entre credores.

O liquidante nomeado será o responsável por apurar os valores devidos e conduzir os pagamentos possíveis.

O BC informa que, em casos de intervenção ou liquidação de bancos, os depositantes contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por pessoa, considerando o conjunto de depósitos e produtos elegíveis mantidos na instituição.

Essa garantia se aplica aos clientes do Will Bank que se enquadram nas regras do fundo, respeitado o limite estabelecido.

Como o Will operava como financeira e não disponibilizava conta corrente tradicional, os valores dos clientes ficavam alocados em contas de pagamento pré-pagas — um modelo que exige que a instituição transfira diariamente esses recursos para uma conta própria mantida no BC.

Nesse formato, a devolução dos saldos não passa pelo FGC. O ressarcimento deverá ser feito diretamente pela própria Will, utilizando os valores que permanecem depositados no Banco Central.

Não. Se o cliente mantinha saldo em conta no banco, esse valor fica bloqueado a partir da decretação da liquidação. Nesse período, não é possível movimentar os recursos livremente.

Segundo Lucas Girão, economista e especialista em investimentos com MBA em Finanças pela Faculdade Brasileira de Negócios e Finanças (FBNF), a possibilidade de recuperar esse dinheiro depende do tipo de saldo e das garantias associadas à aplicação.

Ele reforça que depósitos e produtos cobertos pelo FGC têm proteção de até R$ 250 mil por CPF, por instituição.

“Valores acima do limite garantido entram no processo de liquidação e só poderão ser recuperados, parcial ou totalmente, ao longo do tempo, conforme o rateio entre credores”, afirma Girão.

Segundo apurações do Jornal Nacional, por se tratar de uma financeira, a instituição não oferecia conta corrente, mas sim conta de pagamento pré-paga. Nesse modelo, a empresa é obrigada a depositar diariamente os recursos dos clientes em uma conta própria no Banco Central.

Clientes do Willbank que não tinham investimentos ficam fora da cobertura do Fundo Garantidor de Crédito

Por essa razão, o ressarcimento do saldo não será feito pelo FGC, mas pela própria Will, com base nos valores mantidos no Banco Central.

Nessa modalidade, não há limite de valor por cliente. Ainda assim, para reaver o dinheiro, o titular da conta deverá aguardar as orientações que serão divulgadas pelo liquidante.

Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) emitidos por bancos também estão entre os produtos cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos, dentro do limite de até R$ 250 mil por pessoa.

Assim, investidores do Will Bank que possuíam CDBs elegíveis devem ter seus recursos protegidos até esse teto, conforme as regras gerais do FGC, aplicadas ao caso da instituição liquidada.

Do ponto de vista da proteção oferecida, a principal diferença está no tipo de instituição e de produto contratado. O Banco Central destaca que o mecanismo de ressarcimento varia conforme essa classificação.

No caso da Will, que atuava como financeira e não oferecia conta corrente, os clientes mantinham recursos em contas de pagamento pré-pagas. Nessa modalidade, a instituição é obrigada a depositar diariamente os valores dos clientes em uma conta própria no BC.

Por essa razão, o ressarcimento dos saldos não será feito pelo FGC, mas pela própria Will, com base nos recursos mantidos no BC. Pelas regras aplicáveis às contas de pagamento, não há limite de valor por cliente. Ainda assim, a devolução dos recursos depende das orientações que serão divulgadas pelo liquidante.

Quando um banco entra em liquidação extrajudicial, suas atividades são interrompidas e a instituição é retirada do Sistema Financeiro Nacional de forma organizada pelo BC.

Isso inclui a suspensão de serviços operacionais, como a emissão e processamento de cartões de crédito.

Na prática, o cartão deixa de funcionar normalmente após a decretação da liquidação, pois a instituição que o emitia não está mais em operação.

Embora não haja orientação específica do BC para o caso de cartões de crédito em liquidação, a regra geral no sistema financeiro brasileiro é que as obrigações contratuais existentes continuam válidas até que sejam quitadas ou resolvidas por vias legais.

Em situações de liquidação de bancos, não existe qualquer norma que isente automaticamente o cliente do pagamento de sua dívida de cartão de crédito apenas porque o banco foi liquidado.

Segundo Lucas Girão, bandeiras — como Mastercard, Visa e Elo — tendem a suspender a aceitação imediatamente, impedindo novas compras. No entanto, as faturas já geradas e os gastos realizados antes da liquidação continuam válidos e devem ser pagos pelo cliente.

Ou seja, se havia saldo devedor na fatura do cartão emitido pela instituição que foi liquidada, a dívida não deixa de existir por causa da liquidação.

Mesmo com a liquidação da instituição financeira, as dívidas já assumidas pelos clientes não são automaticamente anuladas. Isso significa que valores em aberto no cartão de crédito continuam existindo e podem ser cobrados normalmente.

"As faturas continuam existindo como obrigação financeira do cliente. O que pode ocorrer é uma dificuldade operacional temporária para acessar boletos, faturas ou o aplicativo", explica Girão.

Por isso, se a fatura não for paga, o cliente pode enfrentar as mesmas consequências de qualquer atraso, como a incidência de juros e a inclusão do nome em cadastros de inadimplentes.

Isso ocorre porque o cartão de crédito funciona como um empréstimo de curto prazo: o banco paga a compra no momento da transação e o cliente se compromete a quitar esse valor depois.

Até o momento, não há regra do Banco Central que determine o cancelamento dessas dívidas apenas porque a instituição foi liquidada. A medida atinge o funcionamento do banco, mas não extingue, por si só, os compromissos financeiros assumidos pelos clientes.

Clientes do Will Bank ainda conseguem acessar o aplicativo, mas não realizam operações financeiras após a liquidação. — Foto: Reprodução

Sim. Antes da liquidação extrajudicial, o Will Bank operava sob o Regime Especial de Administração Temporária (Raet). Nesse modelo, o Banco Central substitui os dirigentes da instituição por um conselho diretor ou gestor indicado, mas permite a continuidade das atividades normais.

Segundo o próprio BC, o objetivo do Raet é evitar que a situação financeira se deteriore ainda mais e preservar os interesses dos clientes.

No caso do Will Bank, o regime foi adotado após a liquidação do Banco Master e tinha como uma das possibilidades a venda da instituição a um novo investidor, o que acabou não se concretizando.

Segundo o BC, a liquidação foi decretada após a constatação de que a situação econômica do Will Bank estava comprometida e de que a instituição não conseguia mais honrar suas dívidas.

O banco vinha sob administração temporária, mas a tentativa de venda para um novo investidor não avançou.

Além disso, houve acúmulo de obrigações não pagas, o que inviabilizou a continuidade das operações e levou à adoção da medida mais severa prevista nos regimes de resolução.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Liquidado pelo BC, Will Bank cresceu com foco em clientes de baixa renda; conheça o banco digital

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia Negócios Liquidado pelo BC, Will Bank cresceu com foco em clientes de baixa renda; conheça o banco digital Parte do grupo Master, a empresa afirmava ter alcançado a marca de 12 milhões de clientes. Ainda houve uma tentativa de venda da operação para outro controlador, mas o negócio não foi concluído. Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

O Banco Central decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira, nome fantasia do Will Bank.

A instituição integra o conglomerado do Banco Master, e a medida também interrompe suas atividades.

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa.

A instituição construiu uma base concentrada no Nordeste, região que abriga cerca de 60% de seus usuários, muitos deles residentes de cidades de pequeno porte.

Segundo o BC, o quadro financeiro da instituição se deteriorou após a liquidação do Banco Master, há dois meses.

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira, nome fantasia do Will Bank. A instituição integra o conglomerado do Banco Master, e a medida também interrompe suas atividades.

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa.

A instituição construiu uma base concentrada no Nordeste, região que abriga cerca de 60% de seus usuários, muitos deles residentes de cidades de pequeno porte. A empresa afirmava, em seu material promocional, ter alcançado a marca de 12 milhões de clientes.

Segundo o BC, o quadro financeiro da instituição se deteriorou após a liquidação do Banco Master, há dois meses. O Will acumulava cerca de R$ 7 bilhões em passivos e aproximadamente R$ 8 bilhões em transações correntes com a bandeira Mastercard.

Segundo apurou o blog do Valdo Cruz, o Will Bank estava sob regime de administração temporária do Banco Central e ainda não havia sido liquidado para permitir a venda a um novo investidor de origem árabe, que demonstrava interesse na compra. O negócio, porém, não foi fechado.

Na última segunda-feira (19), a Mastercard informou que a Will Financeira não honrou os pagamentos devidos. No dia seguinte, a empresa anunciou a suspensão da aceitação de cartões emitidos pelo Will Bank em razão das dívidas.

O BC, então, constatou que não restaram alternativas viáveis para a reestruturação, tornando inevitável a liquidação do Will Bank.

BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank, ligado ao Banco MasterO que acontece com contas, cartões e CDBs dos clientes do Will BankPor que a liquidação do Will Bank veio só dois meses após o caso MasterClientes relatam falhas para realizar movimentações após intervenção do BC

A fintech surgiu em 2017, no Espírito Santo, a partir do pag!, emissor de cartões de crédito fundado por Felipe Felix — atual CEO — ao lado dos irmãos Giovanni e Walter Piana.

Em 2020, a empresa passou por uma reformulação e adotou a marca Will Bank, ampliando sua atuação para além do cartão de crédito e se consolidando como banco digital.

Ao longo dos anos, a fintech expandiu seu portfólio de produtos, incluindo conta digital remunerada, pagamentos via PIX e boletos, empréstimo pessoal, antecipação do saque-aniversário do FGTS e um marketplace com sistema de cashback.

A comunicação da marca sempre destacou uma linguagem simples e acessível, reforçando o discurso de democratização do crédito.

Em 2021, a instituição recebeu um aporte de R$ 250 milhões do fundo de private equity da XP e da Atmos Capital, que passaram a deter uma participação minoritária de 24,9%.

No ano seguinte, o banco incorporou a equipe e as parcerias da startup de cashback Getmore, acelerando a estratégia de vendas online e de marketplace.

Em 2024, o grupo passou por uma reestruturação societária relevante. Após aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central, o controle da Will Instituição de Pagamentos foi transferido ao Grupo Reag, enquanto a Will Financeira passou para o controle do Grupo Master.

Como parte do processo, ativos e passivos ligados ao arranjo de pagamentos começaram a ser transferidos da instituição de pagamentos para a financeira.

O Will Bank havia registrado melhora em seus resultados recentes. No primeiro semestre de 2024, a companhia reverteu prejuízos acumulados e apurou lucro líquido de R$ 47,4 milhões, segundo dados divulgados pela própria instituição.

O Will Bank apostou em campanhas publicitárias com famosos e influenciadores para ampliar sua visibilidade e reforçar o posicionamento voltado à inclusão financeira.

A estratégia do banco incluiu campanhas nas redes sociais com a participação de nomes conhecidos do grande público, como Whindersson Nunes, Maísa, Pabllo Vittar, Simone, Thelminha e o jogador de futebol Vinícius Jr., com ações voltadas principalmente ao público jovem no TikTok.

O banco também realizou ações de marketing com influenciadores digitais e clientes, usando humor e linguagem acessível para ampliar o alcance da marca nas redes sociais.

Uma das iniciativas mais comentadas foi uma campanha com Whindersson no Dia do Nordestino, em sintonia com o fato de que boa parte dos clientes do banco vive na região.

🔎 A liquidação extrajudicial significa o encerramento das atividades de uma instituição que não tem mais condições de continuar funcionando, realizado sem processo judicial e que prevê o pagamento organizado dos credores.

Na intervenção no Will Bank, o BC ressaltou que a insolvência do banco digital estava ligada ao vínculo com o Banco Master S.A., controlador do conglomerado financeiro.

Após a liquidação do Master, em novembro, o Will Bank passou a operar sob gestão do BC, que assumiu temporariamente o controle da instituição para evitar o agravamento da situação e prejuízos maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

Como a venda a um novo investidor não se concretizou e diante do acúmulo de dívidas, o funcionamento da instituição financeira tornou-se inviável, o que levou à decisão pela liquidação extrajudicial.

"​O Banco Central decretou hoje, 21 de janeiro de 2026, a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, controlada pelo Banco Master Múltiplo S/A, o qual vem operando sob Regime Especial de Administração Temporária (RAET) no contexto da liquidação extrajudicial do Banco Master S/A, decretada em 18 de novembro de 2025.

O Conglomerado Master era classificado como de crédito diversificado, porte pequeno e enquadrado no segmento S3 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Master S/A.

O conglomerado detinha 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Na ocasião da decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master, entendeu-se adequada e aderente ao interesse público a imposição do RAET ao Master Múltiplo S/A, ante a possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira. Tal solução, contudo, não se mostrou viável, verificando-se no dia 19 de janeiro de 2026 o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard (Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos Ltda.) e o consequente bloqueio de sua participação nesse arranjo.

Assim, tornou-se inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A., já sob liquidação extrajudicial.

O Banco Central continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição objeto da liquidação decretada."

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Clientes do Itaú reclamam de falhas no PIX: ‘Dinheiro não chegou’

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Clientes do Itaú relataram problemas ao realizar operações via PIX pelo aplicativo do banco nesta sexta-feira (23).

Segundo o site DownDetector, que monitora falhas em serviços online, o banco registrou 539 reclamações por volta das 15h50.

Nas redes sociais, usuários afirmaram que, embora o PIX seja processado, os valores não chegam à conta de destino.

Procurado pelo g1, o banco informou que identificou uma instabilidade pontual na tarde desta sexta-feira e que o problema já foi resolvido.

Agência do Itaú em Poços de Caldas que foi a primeira agência do Unibanco — Foto: Fabiana Assis/g1

Clientes do Itaú relataram problemas ao realizar operações via PIX pelo aplicativo do banco nesta sexta-feira (23).

Segundo o site DownDetector, que monitora falhas em serviços online, o banco registrou 539 reclamações por volta das 15h50. As notificações sobre o PIX chegaram a 238 no mesmo horário.

Nas redes sociais, usuários afirmaram que, embora o PIX seja processado, os valores não chegam à conta de destino.

Procurado pelo g1, o banco informou que identificou uma instabilidade pontual na tarde desta sexta-feira e que o problema já foi resolvido.

"O Itaú Unibanco informa que identificou uma instabilidade pontual no início da tarde desta sexta-feira (23), que impactou uma parcela de clientes para transações via Pix. O banco ressalta que as operações já foram totalmente restabelecidas e pede desculpas aos clientes pelo inconveniente" afirmou, em nota, a instituição.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Will Bank: clientes que já receberam R$ 250 mil do FGC no Master não terão novo ressarcimento

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Clientes do Will Bank que já foram ressarcidos pelo FGC na liquidação do Banco Master e que tenham atingido o limite de garantia do fundo, de R$ 250 mil, podem não ter nenhum valor adicional a receber.

Isso porque o Will Bank, que teve a liquidação decretada pelo Banco Central na manhã desta quarta-feira (21), faz parte do conglomerado do Banco Master — instituição que também foi liquidada pelo BC em novembro do ano passado.

Assim, segundo o FGC, os clientes que adquiriram produtos elegíveis à garantia do fundo antes da aquisição do Will Bank pelo Master, em 30 de agosto de 2024, terão os pagamentos preservados.

A partir desta data, nos casos em que o cliente possua produtos em ambas as instituições, os valores serão consolidados por CPF ou CNPJ, respeitando o limite de R$ 250 mil.

O FGC informou nesta quarta-feira que estima pagar R$ 6,3 bilhões aos clientes lesados pela liquidação do Will Bank. Os valores têm como base dados de novembro de 2025.

Os clientes do Will Bank que já foram ressarcidos pelo Fundo Garantido de Crédito (FGC) na liquidação do Banco Master e que tenham atingido o limite de garantia do fundo, de R$ 250 mil, podem não ter nenhum valor adicional a receber.

Isso porque o Will Bank, que teve a liquidação decretada pelo Banco Central na manhã desta quarta-feira (21), faz parte do conglomerado do Master — instituição que também foi liquidada em novembro.

🔎 A liquidação extrajudicial significa o encerramento das atividades de uma instituição que não tem mais condições de continuar funcionando, realizado sem processo judicial e que prevê o pagamento organizado dos credores.

Assim, segundo o FGC, os clientes que adquiriram produtos elegíveis à garantia do fundo antes da aquisição do Will Bank pelo Master, em 30 de agosto de 2024, terão os pagamentos preservados.

Depois desta data, nos casos em que o cliente possua produtos em ambas as instituições, os valores serão consolidados por CPF ou CNPJ, respeitando o limite de R$ 250 mil.

(CORREÇÃO: Ao ser publicada, esta reportagem informava que os clientes do Will Bank que haviam adquirido produtos elegíveis ao fundo até 21 de agosto de 2024 teriam a garantia preservada, conforme informação divulgada pelo FGC. O fundo, depois, corrigiu a informação, indicando que a data correta é até 30 de agosto de 2024. A reportagem foi corrigida às 21h49 de 21 de janeiro de 2026.)

"Caso o credor já tenha recebido o valor limite da garantia de R$ 250 mil na liquidação das instituições Banco Master, Banco Master de Investimento ou Letsbank, não haverá valores adicionais a receber do FGC, uma vez que todas as instituições pertencem ao mesmo conglomerado financeiro", diz o FGC em nota.

BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank, que integra conglomerado do banco MasterPor que o BC liquidou o Will Bank só agora, dois meses após o Master? Entenda a decisãoVeja o que fazer se for clienteEntenda o que é o FGC

O FGC informou nesta quarta-feira que estima pagar R$ 6,3 bilhões aos clientes lesados pela liquidação do Will Bank. Os valores têm como base dados de novembro de 2025.

Os pagamentos serão feitos conforme o regulamento do FGC e terão como base os dados e valores apurados pelo liquidante, nomeado pelo Banco Central.

"A quantidade de clientes e o valor a ser pago serão divulgados após a referida consolidação das informações", afirma o FGC.

O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema, na prevenção de crises bancárias e na proteção de depositantes e investidores.Na prática, funciona como um fundo privado que atua como um seguro. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição financeira enfrente alguma crise ou dificuldade.

Will Bank: liquidado pelo BC, banco digital cresceu com foco em clientes de baixa renda — Foto: Divulgação

Após o decreto de liquidação extrajudicial, o Banco Central nomeia um liquidante responsável pelo caso, com o apoio do FGC.Após a nomeação, o liquidante envia ao fundo a relação das pessoas beneficiárias com os valores devidos. A consolidação dessa lista requer um prazo que varia por instituição.Após o recebimento da base de dados, o FGC informa aos credores que o sistema está disponível para solicitação da garantia.É importante destacar que o credor precisa manifestar interesse — o pagamento não é automático e constitui cessão de créditos com sub-rogação de direitos ao FGC, ou seja, o cliente recebe o dinheiro garantido e, em troca, o fundo passa a ter o direito de cobrar esse valor do banco liquidado. Assim, quem não manifestar o interesse, não receberá o dinheiro.Pessoas físicas devem solicitar a garantia pelo aplicativo do FGC, enquanto pessoas jurídicas devem realizar o processo por meio do site do fundo.Após o cadastro completo, a pessoa física visualiza o valor a receber e assina digitalmente o termo de solicitação. No caso das pessoas jurídicas, o termo é enviado por email após análise documental.Após a assinatura digital e, estando tudo de acordo com os dados bancários, o FGC efetiva o pagamento em até 48h úteis, direto na conta de titularidade do credor.O valor que exceder o limite de cobertura do FGC, de R$ 250 mil, permanece sujeito ao processo de liquidação do Will Bank. Nesse caso, o credor passa a ser quirografário na massa falida e não tem garantia de recebimento dos valores excedentes.

Segundo o FGC, o pedido de pagamento da garantia para pessoas físicas deve ser feito pelo aplicativo do fundo, disponível no Google Play e na Apple Store.

"No aplicativo do FGC, você pode conferir as instituições em regime especial decretado pelo Banco Central e se já é possível solicitar o pagamento de garantia, além de receber notificações para acompanhar o seu pedido", informou o fundo.

Baixe o aplicativo do FGC e complete o cadastro, informando nome completo, CPF e data de nascimento;Solicite o pagamento de garantia. Essa etapa só ficará disponível após o envio, pelo liquidante, da lista completa de credores e valores devidos ao fundo.Depois, basta informar uma conta bancária de sua titularidade para receber os recursos, realizar a validação biométrica e enviar eventuais documentos solicitados.

Clientes do Will Bank não conseguem realizar operações financeiras após liquidação — Foto: Reprodução

Para pessoas jurídicas, o FGC informa que o representante legal da empresa deve solicitar a garantia por meio do Portal do Investidor. Após o preenchimento das informações, o fundo envia um e-mail com o passo a passo necessário.

"O pagamento é feito por transferência para uma conta-corrente ou poupança, de mesmo CNPJ, em nome da empresa", informa o FGC.

Nos casos em que o pagamento precisar ser feito a inventariantes ou ao espólio, o FGC tratará diretamente com os beneficiários, não sendo possível fazer a solicitação pelo aplicativo.

⚠️ATENÇÃO: valores que ultrapassarem o limite de cobertura do FGC, de R$ 250 mil, permanecerão sujeitos ao processo de liquidação da instituição. Nessa situação, o credor passa a integrar a massa falida como credor quirografário, sem garantia de recebimento dos valores.

Há 10 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 10 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 10 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Will Bank: FGC deve gastar R$ 6,3 bilhões para restituir clientes e investidores

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) informou nesta quarta-feira (21) que deve gastar cerca de R$ 6,3 bilhões em pagamentos para clientes lesados pela liquidação extrajudicial da Will Financeira, conhecida como Will Bank.

Os pagamentos serão feitos conforme o regulamento do FGC e terão como base os dados e valores apurados pelo liquidante, nomeado pelo Banco Central.

De acordo com o fundo, os clientes que adquiriram produtos elegíveis à garantia do FGC antes da aquisição do Will Bank pelo Master, em 30 de agosto de 2024, terão a garantia preservada.

A partir dessa data, nos casos em que o cliente possua produtos em ambas as instituições, os valores serão consolidados por CPF ou CNPJ, respeitando o limite de R$ 250 mil.

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) informou nesta quarta-feira (21) que deve gastar cerca de R$ 6,3 bilhões em pagamentos para clientes lesados pela liquidação extrajudicial da Will Financeira, conhecida como Will Bank. Os valores têm como base dados de novembro de 2025.

Os pagamentos serão feitos conforme o regulamento do FGC e terão como base os dados e valores apurados pelo liquidante, nomeado pelo Banco Central.

"A quantidade de clientes e o valor a ser pago serão divulgados após a referida consolidação das informações", afirma o FGC.

O fundo destaca, ainda, que a instituição faz parte do conglomerado do Banco Master. "Isso pode afetar o valor estimado de desembolsos a serem realizados pelo FGC, por conta de alguns beneficiários já terem superado o limite de garantia", diz.

De acordo com o fundo, os clientes que adquiriram produtos elegíveis à garantia do FGC antes da aquisição do Will Bank pelo Master, em 30 de agosto de 2024, terão a garantia preservada.

Depois dessa data, nos casos em que o cliente possua produtos em ambas as instituições, os valores serão consolidados por CPF ou CNPJ, respeitando o limite de R$ 250 mil.

(CORREÇÃO: Ao ser publicada, esta reportagem informava que os clientes do Will Bank que haviam adquirido produtos elegíveis ao fundo até 21 de agosto de 2024 teriam a garantia preservada, conforme informação divulgada pelo FGC. O fundo, depois, corrigiu a informação, indicando que a data correta é até 30 de agosto de 2024. A reportagem foi corrigida às 21h49 de 21 de janeiro de 2026.)

"Caso o credor já tenha recebido o valor limite da garantia de R$ 250 mil na liquidação das instituições Banco Master, Banco Master de Investimento ou Letsbank, não haverá valores adicionais a receber do FGC, uma vez que todas as instituições pertencem ao mesmo conglomerado financeiro", completa o fundo.

Ainda de acordo com o FGC, não existe prazo legal para o início dos pagamentos. Nas últimas liquidações, o prazo para o início dos pagamentos ficou entre 30 e 60 dias.

Após o decreto de liquidação extrajudicial, o Banco Central nomeia um liquidante responsável pelo caso, com o apoio do FGC.Após a nomeação, o liquidante envia ao fundo a relação das pessoas beneficiárias com os valores devidos. A consolidação dessa lista requer um prazo que varia por instituição.Após o recebimento da base de dados, o FGC informa aos credores que o sistema está disponível para solicitação da garantia.É importante destacar que o credor precisa manifestar interesse — o pagamento não é automático e constitui cessão de créditos com sub-rogação de direitos ao FGC, ou seja, o cliente recebe o dinheiro garantido e, em troca, o fundo passa a ter o direito de cobrar esse valor do banco liquidado. Assim, quem não manifestar o interesse, não receberá o dinheiro.Pessoas físicas devem solicitar a garantia pelo aplicativo do FGC, enquanto pessoas jurídicas devem realizar o processo por meio do site do fundo.Após o cadastro completo, a pessoa física visualiza o valor a receber e assina digitalmente o termo de solicitação. No caso das pessoas jurídicas, o termo é enviado por email após análise documental.Após a assinatura digital e, estando tudo de acordo com os dados bancários, o FGC efetiva o pagamento em até 48h úteis, direto na conta de titularidade do credor.O valor que exceder o limite de cobertura do FGC, de R$ 250 mil, permanece sujeito ao processo de liquidação do Will Bank. Nesse caso, o credor passa a ser quirografário na massa falida e não tem garantia de recebimento dos valores excedentes.

O FGC destaca que, nesse período inicial, é importante que depositantes e investidores do Will Bank realizem o cadastro básico no aplicativo e aguardem as notificações sobre as próximas etapas.

"Assim que o liquidante enviar ao FGC a base consolidada de credores, o Fundo divulgará, em seus canais oficiais e em seu site, todas as instruções sobre o início dos pagamentos, incluindo o período para solicitação da garantia", informou o fundo. Todo o processo será realizado de forma digital.

Segundo o FGC, o pedido de pagamento da garantia para pessoas físicas deve ser feito pelo aplicativo do fundo, disponível no Google Play e na Apple Store.

"No aplicativo do FGC, você pode conferir as instituições em regime especial decretado pelo Banco Central e se já é possível solicitar o pagamento de garantia, além de receber notificações para acompanhar o seu pedido", informou o fundo.

Baixe o aplicativo do FGC e complete o cadastro, informando nome completo, CPF e data de nascimento;Solicite o pagamento de garantia. Essa etapa só ficará disponível após o envio, pelo liquidante, da lista completa de credores e valores devidos ao fundo.Depois, basta informar uma conta bancária de sua titularidade para receber os recursos, realizar a validação biométrica e enviar eventuais documentos solicitados.Para pessoas jurídicas, o FGC informa que o representante legal da empresa deve solicitar a garantia por meio do Portal do Investidor. Após o preenchimento das informações, o fundo envia um e-mail com o passo a passo necessário.

"O pagamento é feito por transferência para uma conta-corrente ou poupança, de mesmo CNPJ, em nome da empresa", informa o FGC.

Nos casos em que o pagamento precisar ser feito a inventariantes ou ao espólio, o FGC tratará diretamente com os beneficiários, não sendo possível fazer a solicitação pelo aplicativo.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

App do Will Bank congela operações, mas ainda mostra cobrança de cartão; veja o que fazer se for cliente

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank, controlado pela Will Financeira, do grupo Banco Master.

Com a medida, as atividades da instituição são interrompidas, afetando diretamente os serviços digitais para todos os clientes.

Além da dificuldade para movimentar o dinheiro, correntistas afetados pela liquidação do Will Bank enfrentam outro problema: a cobrança de faturas do cartão de crédito mesmo com as contas bloqueadas.

O aplicativo ainda permite a visualização de saldos, limites e faturas, mas operações como transferências, PIX e pagamentos não estão sendo concluídas.

Segundo o Banco Central, os problemas do Will Bank com a Mastercard estão ligados à paralisação do processamento dos cartões de crédito, fator decisivo para o agravamento da situação financeira da instituição e para a decisão de decretar a liquidação extrajudicial.

Além da dificuldade para movimentar o dinheiro, correntistas afetados pela liquidação do Will Bank, decretada pelo Banco Central nesta quarta-feira (21), enfrentam outro problema: a cobrança de faturas do cartão de crédito mesmo com as contas bloqueadas.

O aplicativo ainda permite a visualização de saldos, limites e faturas, mas operações como transferências, PIX e pagamentos não estão sendo concluídas.

🔎 Na prática, o sistema permanece ativo, mas “congelado”: os valores aparecem na tela, porém não podem ser utilizados, já que só serão liberados pelo liquidante do banco ao longo do processo. (saiba mais abaixo)

Cassandra Mendes, de 29 anos, foi pega de surpresa. Cliente do banco há dois anos, ela afirma que tem dinheiro disponível na conta, mas não consegue usá-lo para pagar a fatura do cartão. “Hoje de manhã consegui pagar a fatura de dezembro. Agora, a de janeiro segue em aberto.”

“Devido à liquidação determinada pelo Banco Central, as operações estão suspensas. Caso você possua saldo, em breve traremos mais informações sobre como terá acesso aos seus recursos.”

Cassandra Mendes, de 29 anos, afirma que tem dinheiro disponível na conta, mas não consegue usá-lo — Foto: Reprodução

BC decreta liquidação extrajudicial de banco digital ligado ao conglomerado MasterWill Bank cresceu com foco em clientes de baixa renda; conheça a instituiçãoLiquidação atinge banco digital: o que acontece com contas, cartões e CDBsPor que a liquidação do Will Bank veio só dois meses após o caso MasterClientes relatam falhas para realizar movimentações após intervenção do BC

Já na noite de terça-feira (20), usuários passaram a relatar instabilidades no aplicativo do Will Bank nas redes sociais. Segundo o Downdetector, cerca de 500 notificações de erro foram registradas por volta das 20h, com novo pico de reclamações na manhã desta quarta, após a liquidação.

Entre os principais problemas estão a recusa de compras no cartão de crédito, a impossibilidade de realizar transferências via PIX e falhas no internet banking. Relatos indicam que, apesar de o aplicativo exibir limite disponível, nenhuma operação é efetivada.

As instabilidades começaram após o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial do Will Bank, controlado pela Will Financeira, do grupo Banco Master. Com a medida, as atividades da instituição são interrompidas, afetando diretamente os serviços digitais para todos os clientes.

Mesmo com a fatura baixa e limite disponível, Rayssa Santos, de 26 anos, relata frustração. Desde terça-feira, antes mesmo do anúncio oficial, ela diz que não consegue usar o cartão de crédito.

“Tem limite, por isso a fatura até está baixa, porque não consigo usar. Tentei fazer compras ontem na Shein, mas não aprovou. Tive que cadastrar outro cartão que eu deixava só para compras online. Cheguei a parcelar, mas não adiantou”, relata.

Segundo o Banco Central, os problemas do Will Bank com a Mastercard estão ligados à paralisação do processamento dos cartões de crédito, fator decisivo para o agravamento da situação financeira da instituição e para a decisão de decretar a liquidação extrajudicial.

O banco digital acumulava cerca de R$ 7 bilhões em passivos e mantinha aproximadamente R$ 8 bilhões em transações correntes vinculadas à bandeira Mastercard.

Com a liquidação, os valores mantidos pelos clientes passam a integrar o processo conduzido por um liquidante nomeado pelo Banco Central, responsável por apurar os saldos e organizar os pagamentos conforme a legislação.

Quem tinha dinheiro em conta ou aplicações elegíveis conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por CPF, considerando o conjunto de depósitos e produtos garantidos na instituição.

O pagamento, no entanto, não é imediato e depende dos trâmites formais da liquidação. O BC não informou um prazo para a liberação dos recursos.

O g1 procurou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o Banco Central (BC), o Fundo Garantidor de Créditos e o Will Bank para comentar as cobranças e os prazos para acesso ao dinheiro.

Em nota, a Febrabran informou que não comenta assuntos de instituições específicas e que o Will Bank não faz parte do quadro de associados da instituição.

Já o FGC informou que os ressarcimentos aos clientes do banco digital serão feitos conforme o regulamento do fundo, com base nos dados e valores apurados pelo liquidante nomeado pelo Banco Central.

O fundo destaca que, nesse período inicial, é importante que depositantes e investidores do Will Bank realizem o cadastro básico no aplicativo do FGC e aguardem as notificações sobre as próximas etapas. (veja aqui o passo a passo para solicitar o reembolso pelo FGC)

A instituição é retirada do sistema financeiro, e os clientes passam a figurar como credores no processo, respeitada a ordem legal de pagamento e as garantias existentes.

A liquidação, porém, não extingue automaticamente as dívidas dos clientes. Valores já lançados na fatura do cartão de crédito continuam sendo devidos e podem ser cobrados, inclusive com aplicação de juros e eventual negativação em caso de inadimplência.

Segundo advogados consultados pelo g1, os clientes que tinham recursos no banco terão os montantes garantidos pelo FGC até o teto de R$ 250 mil por CPF, mas precisarão esperar a disponibilização dos recursos por parte do fundo.

"Mesmo sendo uma conta salário ou alguém que tivesse dinheiro em conta, o acesso a esses recursos vai depender do liquidante [a ser nomeado pelo BC]. Ele é quem vai avaliar a lógica de prioridade para esses pagamentos, mas não é algo que acontece de forma automática, infelizmente", diz Bruno Boris, sócio fundador do Bruno Boris Advogados.

Os especialistas destacam, ainda, que aqueles consumidores que destinavam grande parte dos recursos para o Will Bank precisarão ter outro banco como instituição financeira principal, além de adotar providências essenciais.

"É necessário guardar extratos, comprovantes de saldo e registros das movimentações existentes na data da decretação da liquidação, pois esses documentos servem como prova de crédito", afirma a sócia da Poli Advogados Associados, Daniela Poli Vlavianos.

"Também é importante acompanhar as comunicações oficiais do Banco Central, do liquidante e do Fundo Garantidor de Créditos, que informará quando e como será feito o pagamento dos valores garantidos", completa a advogada.

Ela destaca ainda que não é recomendável tentar movimentações ou transferências após o decreto, pois os atos podem ser bloqueados ou invalidados.

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