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Mães PJ enfrentam maternidade sem direitos: ‘Vamos te desligar porque você está grávida’

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo Mães PJ enfrentam maternidade sem direitos: 'Vamos te desligar porque você está grávida' Enquanto o STF discute esse modelo de contratação, especialistas alertam para o risco que mulheres grávidas e mães fiquem ainda mais vulneráveis, sem acesso às garantias e proteções que a legislação trabalhista prevê para quem tem contrato formal. Por Mariana Rosetti, Paola Churchill — São Paulo

Cada vez mais brasileiros trabalham como PJ, mas, para mulheres, isso representa desafios adicionais quando engravidam — Foto: Getty Images via BBC

"Vamos te desligar porque você está grávida, e sua prioridade agora vai ser seu filho." A frase foi dirigida à fisioterapeuta Grace Venâncio de Brito Urbinati, de 31 anos, quando ela estava grávida de cinco semanas, em março deste ano.

Quem deu a notícia foi a diretora da clínica que a havia contratado como coordenadora dois meses antes. Assim que descobriu a gravidez, Grace conta que avisou os empregadores, que asseguraram: não seria problema. Mas a promessa durou pouco.

A demissão só foi possível porque Grace é microempreendedora individual (MEI). Embora tivesse horário de entrada e saída, além de outras características de um contrato de trabalho tradicional regido pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), era uma prestadora de serviços contratada como pessoa jurídica (PJ).

Se estivesse no regime CLT, mesmo em período de experiência, teria estabilidade durante a gestação e até cinco meses após o parto, acesso à licença-maternidade remunerada e outros benefícios. Mas, para quem é PJ, esses direitos não se aplicam.

Com a demissão, a renda de Grace despencou: "A situação ficou desesperadora". Na busca por trabalho, ela "preferia falar a verdade, que estou grávida", mas o resultado era sempre o mesmo: silêncio dos processos seletivos.

Sem conseguir acesso ao mercado formal, passou a trabalhar como freelancer, atendendo pacientes em casa, mas "recebo menos da metade do que recebia antes".

"As pessoas invalidam a gestante. Me senti inválida. Pensei: não sou mais nada. Perdi minha identidade."

Grace conta que chegou a procurar um advogado para reivindicar na Justiça o reconhecimento do vínculo empregatício, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) havia suspendido a tramitação no país de todos os processos que discutem a legalidade da "pejotização".

Esse termo é usado para se referir a quando empresas contratam prestadores de serviços como pessoa jurídica, evitando arcar com os encargos trabalhistas do vínculo formal de emprego.

A decisão do ministro Gilmar Mendes de congelar os processos, em abril deste ano, veio após o STF ser sobrecarregado com demandas sobre o tema. Isso porque a Justiça do Trabalho, disse Mendes, "descumpre sistematicamente" a orientação do Supremo, que tem decidido pela legalidade da pejotização em casos recentes.

Em paralelo, um número crescente de pessoas têm optado por esse tipo de contrato de trabalho, em especial como MEIs, em busca de mais autonomia e flexibilidade, uma remuneração maior em comparação com os empregos com carteira assinada e também por vontade de empreender e ser dono do próprio negócio.

No primeiro trimestre de 2025, o Brasil registrou a abertura de 1.407.010 novos CNPJs, dos quais 78% correspondem a MEIs, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Esse crescimento representa um aumento de 35% no número de MEIs em comparação ao mesmo período de 2024, enquanto as micro e pequenas empresas (MPEs) apresentaram uma alta de 28%.

Entre os segmentos que mais se destacaram em março, o setor de serviços liderou com 63,7% das novas aberturas, seguido por comércio (20,8%) e indústria da transformação (7,6%).

Diante do cenário, o Supremo discute se esse tipo de contratação pode ou não ser considerada fraude trabalhista, questão que gera controvérsia entre especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.

Enquanto uns alertam que a "pejotização" irrestrita torna esse modelo de trabalho quase obrigatório em alguns setores e não uma opção pelo empreendedorismo e também é usado para mascarar vínculos de emprego, prejudicando também mulheres grávidas e mães, outros a consideram uma realidade econômica inevitável, preferível ao desemprego.

Gilmar Mendes convocou uma audiência pública para 10 de setembro, a fim de discutir o modelo. No despacho, ele reforçou que o assunto ganhou relevância econômica e social por movimentar uma parte importante da economia nos dias de hoje.

Sendo assim, "a definição de critérios claros e objetivos para a caracterização de eventual fraude torna-se imprescindível para assegurar a transparência, a proteção das partes envolvidas e, sobretudo, a segurança jurídica nas contratações".

"Você vai dar conta com duas filhas?". Larissa, que preferiu ter sua identidade preservada nesta reportagem, conta que ouviu esse comentário do seu ex-chefe ao ter o contrato de prestação de serviços rescindido. Ela estava grávida de nove meses da segunda filha.

Larissa trabalhava como PJ para uma agência de marketing. Entretanto, a rotina tinha características de um contrato via CLT: batia ponto, tinha horário de entrada e saída, comparecia presencialmente uma vez por semana e respondia a uma hierarquia de cargos.

Meses antes, a empresa reestruturava a cultura interna e elaborava "uma cartilha de diversidade, com vários conceitos sobre como se posicionavam em relação a diversos assuntos, como homossexualidade e outros temas", explicou. Larissa foi convidada a escrever sobre maternidade.

Ela e uma das sócias eram as únicas grávidas da agência — outras três gestantes ou puérperas haviam sido demitidas, em diferentes momentos da gestação, conta Larissa.

Com medo do cenário incerto, ela passou a aceitar trabalhos como freelancer. "Entendia que, na agência, eu era contratada como PJ, então estava a serviço deles, mas não era funcionária", explicou.

A insegurança também se deu quando a sócia tirou quatro meses de licença, mas as outras "prestadoras de serviço tinham 15 dias e voltavam recebendo metade do salário". "Era a política deles", lembra Larissa.

Na conversa de demissão, o chefe pontuou: "Eu tenho dois filhos, e é muito difícil, é complicado trabalhar assim… Então, fico pensando se você realmente vai conseguir dar conta com duas crianças".

Larissa conta que sua resposta foi direta: "Se vou dar conta ou não, como vou me organizar com minhas duas filhas, é questão minha, né? Para vocês, tenho que entregar o que está acordado".

A saída financeira que encontrou foi transformar os freelas em fonte de renda principal. "Não era minha vontade, não era meu sonho empreender. É um lugar desconfortável para mim até hoje", afirma.

"Minha filha nasceu numa segunda-feira, dia 5 de agosto. Fiquei terça e quarta no hospital e, na quinta, já estava trabalhando", recorda. Sua empresa nasceu junto com o puerpério.

Para Bárbara Cobo, precarização do trabalho é um fenômeno que tem várias dimensões — Foto: Getty Images via BBC

Para Bárbara Cobo, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) especializada em desigualdades sociais e estudos de gênero, a precarização do trabalho é um fenômeno que tem várias dimensões.

"Você não tem uma única coisa que te diz que é precarizado, mas, em geral, é a falta de uma proteção ou garantias trabalhistas; falta de amparo quando está doente; acesso minimamente a uma aposentadoria no futuro; ficar grávida e ter filhos com algum amparo por lei", explica Cobo, que é doutora em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ).

A pesquisadora destaca que os sinais aparecem até mesmo em trabalhos formais. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, apenas 3% dos vínculos formais de mulheres em 2023 resultaram em pedidos de licença-maternidade.

"É um número tão pequeno que a gente nem consegue captar direito nas pesquisas por amostragem. Agora, imagina o que acontece no mercado informal, onde sequer há registro. É a mulher que negocia diretamente com o contratante, ou se desdobra para voltar ao trabalho poucos dias após o parto", aponta Cobo.

Se a entrada na maternidade é um ponto de inflexão, o retorno ao trabalho formal também não é simples. Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômicos (Dieese) mostram que uma em cada cinco mulheres é demitida até dois anos após a licença-maternidade.

Na modalidade CLT ou PJ, trabalhadoras podem ter acesso à licença maternidade, com algumas especificidades.

Para trabalhadoras CLT, o período é de 120 dias, que pode ser estendido em até dois meses pelas empresas que participam do programa Empresa Cidadã. Já servidoras públicas têm direito a seis meses.

Além disso, nos contratos CLT, as mulheres têm estabilidade desde a gravidez até cinco meses após o parto e, se demitidas depois, recebem aviso-prévio, FGTS, multa de 40% e seguro-desemprego.

Para gestantes PJ, a licença-maternidade é o único direito garantido, desde que contribuam regularmente com o INSS como contribuinte individual.

O valor do salário-maternidade para MEI corresponde a um salário mínimo — atualmente R$ 1.518 —, independentemente da renda da trabalhadora. A duração do benefício é de 120 dias. Há ainda uma carência: a MEI deve ter contribuído por pelo menos dez meses antes do pedir o benefício.

Trabalhadoras PJ podem ter o contrato rescindido a qualquer momento, sem aviso prévio ou indenização. Também não têm direito a 13º salário, férias remuneradas ou jornada controlada, ou seja, podem precisar trabalhar até o fim da gestação sem respaldo legal para se afastar antes do parto.​​​​​​​​​​​​​​​​

Para a advogada trabalhista Veruska Schmidt, diretora de comunicação do Movimento da Advocacia Trabalhista Independente, esse cenário contribui para que mulheres PJ fiquem mais vulneráveis, sobretudo no contexto de gravidez.

"Ela queria uma vaga CLT, mas não existe. A única oferta que aparece é PJ. E entre o desemprego e a PJ, ela escolhe a PJ", aponta a advogada.

Mas, é uma "percepção falsa que a mulher pejotizada conseguirá nesse contrato entre pessoas jurídicas garantir os seus direitos na via negocial".

"Minha filha nasceu numa segunda-feira, dia 5 de agosto. Fiquei terça e quarta no hospital e, na quinta, já estava trabalhando", diz uma autônoma — Foto: Getty Images via BBC

Valesca Luiza Rauber Grotmann chegou à empresa na quinta-feira anterior à Sexta-feira Santa carregando o filho de poucos meses no colo. Na bolsa, trazia o notebook corporativo e os uniformes que ainda não havia conseguido devolver porque suspeitava do que a aguardava.

A mensagem do seu superior havia sido direta: "Pode vir à empresa amanhã? Os números ainda não estão satisfatórios". Grotmann confirmou presença, mas alertou que precisaria trazer seu bebê, que ainda não frequentava creche.

A recepção na empresa foi protocolar. O superior que a havia convocado não compareceu. Um dos sócios — não o mesmo que a havia contratado — comunicou o desligamento. "Mesmo prevendo a situação, nunca se espera vivenciar isso na prática", recorda.

O episódio marcou o fim de uma trajetória que começara quando Valesca, então com poucos meses de gestação, decidiu deixar seu emprego formal para trabalhar como prestadora de serviços. Mantinha vínculo trabalhista com uma emissora de rádio local quando foi procurada pela nova empresa.

Durante o processo seletivo, informou sobre a gravidez. "A reação foi totalmente positiva. Disseram que não haveria impedimentos e que eu poderia prosseguir normalmente."

Publicitária com especialização em marketing digital, Valesca conta que aceitou o contrato PJ baseada em acordos verbais: trabalho presencial até o final da gestação, regime domiciliar nos últimos meses, um mês de licença após o nascimento e trabalho remoto até conseguir vaga em creche para a criança.

Ela rompeu o contrato CLT, abriu uma empresa individual e começou na nova função. Durante a gestação, cumpriu todas as responsabilidades até interromper as atividades em dezembro.

Seu bebê nasceu em 10 de janeiro. Exatamente um mês depois, ela voltou ao trabalho — mas diz ter encontrado um cenário completamente diferente: ausência de tarefas, reuniões canceladas e falta de planejamento.

Só depois da demissão ela enxergou o padrão: meses antes, uma colega do setor comercial — também mãe — havia sido dispensada sob circunstâncias similares. "Ela atingia todas as metas e apresentava resultados consistentes. Mas era mãe e, frequentemente, precisava trabalhar remotamente", lembra Valesca.

Embora contratada como pessoa jurídica, ela tinha uma rotina típica de CLT: horários fixos, presença obrigatória e estrutura hierárquica rígida. "Exigiam todas as obrigações de um emprego formal, mas sem conceder os direitos correspondentes."

A ausência de carteira assinada significou falta de acesso à licença-maternidade, estabilidade no emprego, FGTS e benefícios previdenciários.

O relato publicado por Valesca no LinkedIn teve muita repercussão, com centenas de comentários e depoimentos semelhantes de outras profissionais.

"É preocupante observar como as organizações mantêm percepções equivocadas sobre maternidade, presumindo que mães serão menos produtivas. A realidade demonstra o contrário."

Após o desligamento, Valesca optou por uma pausa na carreira. Com apoio do cônjuge, reorganizou o orçamento familiar para dedicar-se integralmente aos cuidados ao filho.

"Avaliamos que seria possível manter-nos com um único salário, ainda que isso exigisse ajustes. Decidi priorizar este período com meu filho."

O Supremo Tribunal Federal discute se esse tipo de contratação, via PJ, pode ou não ser considerada fraude trabalhista — Foto: Getty Images via BBC

Antes de 2017, o Tribunal Superior do Trabalho estabelecia uma distinção clara entre atividades-meio e atividade-fim na terceirização, permitindo apenas a contratação externa de serviços auxiliares — como segurança e limpeza em uma fábrica de sapatos — mas proibindo a terceirização da atividade principal do negócio.

Esse cenário mudou com a Reforma Trabalhista de 2017, que eliminou essas restrições e autorizou a terceirização de qualquer tipo de atividade empresarial.

A transformação legal foi consolidada pelo STF no ano seguinte, quando confirmou a constitucionalidade da terceirização ampla e irrestrita.

Muitos contratos PJ são, na verdade, "CLT disfarçado", com características típicas de vínculo empregatício — Foto: Getty Images via BBC

O STF deu um passo ainda mais significativo em 2022 ao validar pela primeira vez a pejotização em um caso que envolveu médicos de um hospital baiano, estabelecendo assim um novo marco na flexibilização das relações trabalhistas brasileiras.

Contudo, diz o professor de Direito Amauri César Alves, da Universidade Federal de Ouro Preto, a discussão vai muito além do senso comum.

"A questão não é simplesmente que o contrato PJ seja firmado 'livremente'. O erro está em tratar essa relação como se fosse entre dois capitais iguais — duas empresas com a mesma força de negociação", explica Amauri.

Segundo ele, a realidade é outra: mesmo quando um trabalhador é contratado como MEI, com CNPJ, ele não detém o mesmo poder de barganha que uma grande empresa. "Essa suposta liberdade de escolha é, na prática, uma ilusão", diz Alves.

Alves detalha que muitos contratos PJ são, na verdade, "CLT disfarçado", com características típicas de vínculo empregatício — subordinação, controle de jornada, exclusividade e proibição de prestar serviços para outras empresas.

"Entre duas pessoas jurídicas, tudo pode ser contratado: 24 horas por dia, 7 dias por semana. Para o Supremo, isso é liberdade contratual. Mas só uma das partes está realmente livre."

Para o advogado Almir Pazzianotto Pinto, ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, é fundamental compreender a origem da pejotização antes de julgar o fenômeno.

"É importante entender como surgiu a PJ. Ela foi uma criação patronal ou um fenômeno da economia? Se surgiu naturalmente com uma necessidade da economia, temos que vê-la de uma maneira diferente", argumenta.

Pazzianotto aponta que a busca por liberdade no trabalho também impulsiona a escolha pelo regime PJ.

"A pessoa não quer trabalhar registrada com a dedução para a previdência social. Ela não quer ser ligada à previdência, porque o desconto é grande e a expectativa é pequena", explica, destacando que muitos trabalhadores optam conscientemente por esse modelo.

Segundo sua análise, existe uma conexão direta entre terceirização e pejotização. "A terceirização surgiu de uma necessidade econômica. E a terceirização produziu a PJ", afirma, sugerindo que o fenômeno tem raízes estruturais na economia.

Pazzionoto critica ainda o que considera uma interferência do STF na questão. Para ele, há uma "radicalização da Justiça do trabalho contra terceirização" e, por isso, o STF entrou na discussão. "Eu acho que essa questão de uma decisão do Supremo nem deveria ser decisão do Supremo", conclui.

Para a advogada Veruska Schmidt, o impacto da pejotização é maior entre determinados grupos, inclusive mulheres.

"Já estávamos vulneráveis mesmo com carteira assinada, mas vendo avanços em diversidade, equidade salarial. Agora, lutamos pelo básico: o emprego", afirma Schmidt.

Sem vínculo empregatício, desaparecem as obrigações legais das empresas em contratar mulheres, mães e pessoas LGBT+, acrescenta a advogada trabalhista.

"Os contratos passam a ser cíveis, entre empresas. Não existe fiscalização sobre quem está por trás daquele MEI. Quem paga por isso são as mulheres, principalmente as mães trabalhadoras."

Alves enfatiza que o debate do STF não considera essa perspectiva a partir das diferenças entre os gêneros, ainda que a pejotização seja vista por muitas mulheres como uma forma aparente de flexibilização para conciliar trabalho e cuidados domésticos.

"Do ponto de vista jurídico, um CNPJ não tem gênero, mas a realidade social é diferente". Para ele, a decisão do STF será decisiva.

Schmidt alerta que a insegurança trabalhista também interfere em outras violações de direito, como o medo de denunciar assédios, discriminação ou condições precárias vivenciadas no ambiente profissional.

"Atendi duas mulheres da mesma empresa vítimas do mesmo assediador. Uma, ficou anos em silêncio, a outra, falou e foi demitida. É um ciclo de silenciamento que a pejotização só vai aumentar."

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Faturamento de até R$ 100 mil: prêmio elege a melhor franquia do Brasil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Faturamento de até R$ 100 mil: prêmio elege a melhor franquia do Brasil Rede de bijuterias e outra de limpeza venceram a 22ª edição do prêmio 'As Melhores Franquias do Brasil', da revista PEGN. Saiba quanto investir e qual o faturamento médio em cada uma delas. Por Pegn

A Morana Acessórios foi eleita Franquia do Ano na 22ª edição do prêmio As Melhores Franquias do Brasil, realizado pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN).

O prêmio destaca redes que se sobressaem em desempenho, suporte ao franqueado e potencial de crescimento.

O investimento inicial para abrir uma franquia da Morana é de aproximadamente R$ 200 mil, com faturamento médio mensal de R$ 100 mil por loja.

A franquia da Doutor Sofá exige um investimento inicial a partir de R$ 30 mil, e cada unidade tem faturamento médio de R$ 10 mil por mês.

Uma rede de bijuterias e outra de limpeza se destacaram na 22ª edição do prêmio As Melhores Franquias do Brasil, realizado pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN).

O prêmio destaca redes que se sobressaem em desempenho, suporte ao franqueado e potencial de crescimento. Neste ano, os vencedores foram a Morana Acessórios, eleita Franquia do Ano, e a Doutor Sofá, vencedora na categoria Melhor Microfranquia.

➡️ Abaixo, conheça as histórias por trás dessas duas redes premiadas, os diferenciais de cada uma e o faturamento médio mensal dos franqueados.

À frente da marca está o empresário Jae Lee, imigrante sul-coreano que chegou ao Brasil ainda criança.

Sua família abriu, nos anos 70, uma loja de bijuterias na Rua Augusta, em São Paulo. Foi ali, ajudando no caixa e no atendimento, que Jae deu os primeiros passos no mundo dos negócios.

Após se formar em Administração de Empresas, Jae chegou a investir no setor de alimentação. Mas foi ao assumir o comando da loja da família que decidiu apostar em um novo caminho: transformar o negócio em uma rede de franquias.

💸 O investimento inicial para abrir uma franquia é de aproximadamente R$ 200 mil, com faturamento médio mensal de R$ 100 mil por loja.

“Ele conhece o sotaque, os hábitos da região, está todos os dias na loja. É um modelo em que todos ganham”, afirma.

A Doutor Sofá nasceu de uma necessidade comum: manter o sofá limpo com crianças pequenas em casa. A ideia surgiu entre três amigos de Joinville (SC), que decidiram criar um serviço profissional de limpeza de estofados.

O primeiro franqueado chegou em 2015. Hoje, a rede já conta com quase 300 unidades, sendo 20 delas no exterior.

A proposta da marca é colocar o franqueado em primeiro lugar desde o início: "Ele precisa se sentir parte da rede", explica Raphael Quadros, fundador da empresa.

💸 A franquia exige um investimento inicial a partir de R$ 30 mil, e cada unidade tem faturamento médio de R$ 10 mil por mês.

Entre os franqueados de destaque estão Elaine e Kauan Oliveira, mãe e filho que operam duas unidades em São Paulo e já estão a caminho da terceira.

“Eu vi na franquia uma oportunidade de negócio que cabia na nossa rotina. Não é algo que você olha e acha impossível de entrar”, conta Elaine. Eles realizam de três a quatro atendimentos por dia e dividem bem as funções: ela no atendimento e ele na operação.

O suporte da franqueadora também é um diferencial: os franqueados têm acesso a treinamentos, roteiros prontos e auxílio prático no dia a dia.

📍 Alameda Ásia, 382 – Centro Empresarial Tamboré, Santana de Parnaíba/SP – CEP: 06543-312📞 Telefone: (11) 2110-3300✉️ E-mail: sac@morana.com.br🌐 Sites: morana.com.br | moranablog.com.br/seja-franqueado📱 Instagram: @moranaoficial📘 Facebook: MORANA Oficial

📍 Rua Nove de Março, 820 – Joinville/SC📞 Telefone: (47) 98926-0042🌐 Site: doutorsofa.com.br✉️ E-mail: expansao@doutorsofa.com.br📘 Facebook: Doutor Sofá Franchising📱 Instagram: @doutorsofa.franchising

🌐 Site: doutorsofa.com.br/santana✉️ E-mail: elaosantos@hotmail.com📱 Instagram: @nane_elaine_santos📞 Telefones: (11) 98176-8290 | (11) 91606-7028

📍 Travessa Casalbuono, 120 – Vila Guilherme, São Paulo/SP – CEP: 02047-050📞 Telefone: (11) 2224-5959📱 WhatsApp: (11) 94075-9256🌐 Site: centernorte.com.br✉️ E-mail: atendimento@centernorte.com.br📱 Instagram: @centernorte_📘 Facebook: Center Norte

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Conheça os farejadores profissionais pagos para criar aromas do dia a dia (e não são perfumes)

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo Conheça os farejadores profissionais pagos para criar aromas do dia a dia (e não são perfumes) Profissionais desenvolvem aromas para produtos variados, como amaciantes, cremes dentais e salgadinhos, e passam por um rigoroso treinamento para reconhecer até 1 mil cheiros diferentes, mesmo com os olhos vendados. Por France Presse

Os "narizes" da Symrise, uma gigante alemã de fragrâncias e sabores, moldam a conexão que milhões de consumidores têm com itens do dia a dia.

Enquanto em marcas de perfumes de luxo artistas olfativos criam fragrâncias para sprays corporais sofisticados, os "farejadores" trabalham em produtos cotidianos.

O olfato e o aroma muitas vezes determinam qual alimento ou bebida, produto de limpeza ou de higiene pessoal acaba no carrinho de compras.

Ser um “nariz” é um trabalho em tempo integral e envolve um programa de treinamento de três anos.

O cheiro de um amaciante de roupas pode ser composto por 80 compostos, muito mais do que um perfume corporal premium, e os melhores narizes conseguem identificar mais de 1.000 odores diferentes mesmo vendados.

A perfumista júnior Shangyun Lyu cheira uma tira olfativa usada para avaliar fragrâncias na empresa Symrise — Foto: MICHAEL MATTHEY / AFP

Nos laboratórios da gigante alemã de fragrâncias e sabores Symrise, um aroma cítrico impregna os jalecos dos trainees — os "narizes" que estão aprendendo a arte de fazer as coisas cheirarem bem.

Esses heróis atarefados do mundo dos cheiros e aromas moldam a conexão que milhões de consumidores têm com itens do dia a dia.

Enquanto em marcas de perfumes de luxo artistas olfativos criam fragrâncias para sprays corporais sofisticados, os especialistas em aromas trabalham em produtos cotidianos que vão desde creme dental com sabor de hortelã até salgadinhos de churrasco.

O olfato, um sentido poderoso que pode desencadear emoções e memórias, e o aroma muitas vezes determinam qual alimento ou bebida, produto de limpeza ou de higiene pessoal acaba no carrinho de compras.

Na sede da Symrise, em Holzminden, uma cidade tranquila ao sul de Hanover, o dia na escola interna de perfumaria da empresa começa sempre da mesma forma: farejando aromas de dezenas de pequenos frascos enquanto estão vendados.

“É como afinar um instrumento musical antes de tocar,” disse Alicia De Benito Cassado, uma ex-pianista profissional espanhola de 32 anos.

A mudança de carreira para o desenvolvimento de aromas foi um passo natural: ela fazia seus próprios perfumes na adolescência para combinar com a poesia e a música que escrevia.

"Para mim, nem tudo precisa cheirar bem" disse ela. "O horror do cheiro também nos ajuda a nos descobrir".

"No final, precisamos criar aromas que sejam fortes, bonitos, poderosos — e acessíveis".

Ser um "nariz" é um trabalho em tempo integral e envolve um programa de treinamento de três anos.

O cheiro de um amaciante de roupas pode ser composto por 80 compostos, muito mais do que um perfume corporal premium, e os melhores farejadores conseguem identificar mais de 1 mil odores diferentes mesmo vendados.

Shangyun Lyu, 31 anos, veio da China para estudar na escola e diz que um farejador profissional consegue se virar conhecendo cerca de 500 aromas.

"Quando criança, eu só sentia jasmim ou gardênia como flores", disse ele. "Agora, reconheço os químicos: é uma mistura de muitos elementos".

Os estudantes pesam os ingredientes até o miligrama, misturam, cheiram e começam de novo, frequentemente replicando odores existentes para entender sua estrutura e, a partir daí, inovar.

“Quando desenvolvemos um perfume, é muito importante que várias pessoas o cheirem,” disse Marc vom Ende, mestre perfumista de 56 anos e chefe da escola.

O Lilial, uma substância química antes valorizada por suas notas florais e doces de lírio-do-vale, foi banida na União Europeia desde 2022 por temores de que possa causar irritação na pele e prejudicar o sistema reprodutivo.

Fragrâncias aplicadas diretamente no corpo têm regulamentações mais rígidas que detergentes, disse Attiya Setai, trainee sul-africana de 27 anos.

"Estamos mais restritos nos matérias-primas e devemos substituir ingredientes proibidos por outros que estejam em conformidade", afirmou.

Os gostos também variam nos mercados globais, com Shangyun citando o exemplo dos shampoos chineses que fazem sucesso com o público jovem na China, mas teriam dificuldade na Europa.

O custo também faz parte da equação. A Symrise extrai compostos aromáticos da resina da madeira, um subproduto da indústria papeleira, em uma iniciativa “que faz sentido econômico e ambiental,” disse vom Ende.

Cerca de 500 perfumistas trabalham na indústria, 80 deles na Symrise, que possui 13 mil funcionários.

A empresa comercializa cerca de 30 mil produtos para clientes que vão de confeiteiros a fabricantes de ração para animais e protetores solares.

Os concorrentes da Symrise incluem a DSM-Firmenich, com sede na Suíça e Holanda, além da Givaudan, outra empresa suíça.

A inteligência artificial tem ganhado espaço, com programas de computador prevendo quais fragrâncias vão fazer sucesso.

Ainda assim, as máquinas não conseguem — pelo menos ainda não — cheirar, mesmo que possam entender fala e ler textos.

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Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês O negócio familiar nasceu na pandemia e hoje vende 2 mil marmitas por mês. Por Pegn — São Paulo

Com apenas R$ 300, a fisioterapeuta Laís Almeida e sua mãe, Euriza Carvalho, deram início a um negócio de marmitas saudáveis em Uberaba (MG).

A ideia, que começou de forma despretensiosa durante a pandemia, hoje se transformou em uma empresa consolidada, com produção de cerca de 2 mil refeições por mês e faturamento médio de R$ 40 mil.

“Ela dizia que essas panelas eram sagradas e iam me trazer muita sorte. Quando a gente começou, eu senti que tinha que usá-las”, conta.

“Eu estava sozinha na cidade, procurando trabalho, e minha mãe também. Resolvemos unir forças e vender comida aqui no prédio”, relembra Laís. O prato de estreia foi a feijoada, preparada em versão mais saudável, sem carnes embutidas.

A primeira compra foi simples: arroz, feijão e embalagens. O investimento inicial de R$ 300, planejado para durar dois finais de semana, rapidamente se multiplicou.

Logo vieram pedidos maiores. Uma cliente sugeriu que as marmitas fossem congeladas, para facilitar a rotina corrida. A observação virou um divisor de águas: mãe e filha passaram a estudar técnicas de congelamento, ampliaram o cardápio e profissionalizaram a operação.

“A crise gerou oportunidade. A gente começou com o que tinha em mãos e até ganhou panelas de outras pessoas”, diz Laís.

Além do sabor, o crescimento do negócio foi impulsionado pelo marketing gastronômico. Enquanto Laís organiza divulgação e vendas, Dona Euriza garante o tempero e a qualidade. O segredo, segundo ela, é “fazer tudo com delicadeza, selar bem as verduras e degustar sempre a comida”.

“Ela funciona como um e-commerce 24 horas. Mesmo quando não estamos atendendo, o cliente pode agendar as marmitas da semana inteira. Isso facilitou a compra e ajudou a organizar métricas e processos”, explica Laís.

Atualmente, as refeições são vendidas em média a R$ 25 cada. Os combos também se tornaram uma estratégia importante para fidelizar clientes e incentivar hábitos alimentares saudáveis.

Agora, mãe e filha sonham ainda mais alto: ter uma fábrica de três andares, pontos de distribuição em outras cidades e ampliar a produção. Mas, até lá, seguem investindo em aprendizado e constância.

Conhecer bem o produto e o público – entender qual problema seu negócio resolve.Precificação correta – calcular custos, insumos e margem de lucro para garantir renda.Divulgação – colocar o produto para aparecer, oferecer amostras e ouvir os clientes.

“Ainda bem que é com a minha mãe”, resume Laís sobre a parceria que transformou a cozinha de família em uma empresa de sucesso.

Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês — Foto: Dona Razão/ Divulgação

📍 Rua Colômbia, 30 – Bairro Fabrício, Uberaba/MG – CEP: 38067-090📞 Telefone: (34) 99653-2972🌐 Site: donarazao.com.br✉️ E-mail: donarazaouberaba@gmail.com📘 Facebook: Dona Razão📱 Instagram: @donarazaouberaba

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Você sabia que a Barbie nasceu de uma boneca erótica alemã?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo Você sabia que a Barbie nasceu de uma boneca erótica alemã? Há 70 anos, um cartunista alemão criava a personagem Lilli. Depois, uma empresária transformou a personagem das fantasias sexuais dos homens em Barbie, que ficou famosa em todo o mundo. Por Deutsche Welle

A personagem era uma secretária "atrevida" que se vestia de forma provocante e tinha um senso de humor ácido.

Em 1953, o Bild lançou uma boneca de plástico representando Lilli, que se tornou um presente popular entre os homens.

A personagem Lilli, que aparecia em histórias em quadrinhos de antigamente no jornal alemão Bild, inspirou a criação da Barbie — Foto: Patrick Othoniel/JDD/Abaca/picture alliance

As frases da personagem Lilli de uma história em quadrinhos de antigamente do jornal alemão Bild até parecem ter saído de um script de um filme erótico.

Em um dos quadrinhos, a personagem fala de um caminhoneiro que "lhe deu uma mãozinha" quando o carro dela quebrou e que as mãos cheias de óleo do homem deixaram marcas em seu vestido.

Em um outro quadrinho, Lilli zomba de um policial na praia, onde biquínis são proibidos, com a pergunta: "que parte eu devo tirar?".

Quem diria que essa personagem sexualizada, com seus seios fartos e lábios sensuais, chegaria um dia a fazer parte da vida de milhões de meninas? Certamente não o seu criador Reinhard Beuthien, que desenhou Lilli em 40 minutos como personagem de quadrinhos para a primeira edição do Bild em 1952.

A ideia, na época, era apenas preencher um espaço vazio que havia no jornal. Anos mais tarde, a Lilli do Bild se tornaria a Barbie, provavelmente a boneca mais famosa do mundo até hoje.

Segundo a empresa que publica o tabloide mais vendido na Alemanha, a Axel Springer, Lilli era uma "secretária atrevida". Mas há quem diga que a personagem estava mais para uma prostituta de luxo.

Funcionária ou garota de programa, uma coisa é certa: Lilli não foi concebida para ser um brinquedo infantil. Com suas curvas e quase nua, seu cabeço loiro preso no alto da cabeça e seu salto alto, Lilli parecia ter saído de um poster daqueles que se via nas paredes das oficinas de carros na década de 1990, exibindo fotos de mulheres.

Atualmente, podemos dizer que a figura se encaixava no olhar masculino daquele tempo. Tratava-se de uma personagem representada como objeto de desejo, reduzida ao seu corpo, totalmente de acordo com as necessidades de seus criadores e espectadores masculinos. Mesmo assim, o jornal alemão ainda a descreve com as palavras "ousada, sexy, independente".

A empresária e criadora da Barbie, Ruth Handler, recebe um beijo da atriz Kristi Cooke — Foto: Robert Clark/AP/picture alliance

Lilli se tornou tão popular entre os leitores – em sua maioria homens – do jornal sensacionalista que o Bild chegou a criou uma boneca de plástico representando Lilli, em 1953.

Segundo a imprensa, na época era um presente muito popular entre os homens, principalmente nas despedidas de solteiro. Lilli era vendida em bares e bancas de jornais e revistas.

Entre 1955 e 1964, o Bild lançou cerca de 130 mil bonecas Lilli no mercado. Desta vez, acompanhadas de roupas e acessórios para que pudesse atingir também o público feminino. Em pouco tempo, a boneca se tornou um sucesso de vendas. Até em outros países.

Talvez, nos dias de hoje, Lilli ainda apareceria seminua nas páginas do jornal alemão, se não fosse Ruth Handler mudar o rumo desta história. A cofundadora da empresa de brinquedos Mattel descobriu Lilli por acaso, em 1956, em uma vitrine, durante férias em Lucerna, na Suíça.

Ruth e sua filha Barbara ficaram tão encantadas com a boneca que a empresária enviou várias delas para Los Angeles e comprou os direitos de fabricação do "brinquedo".

Em 1959, a Barbie foi lançada no mercado. Ela recebeu o nome de Barbie em homenagem à filha de Ruth que se chama Barbara. O rosto da boneca continuava sendo o da Lilli. Desde então, mais de um bilhão de unidades foram vendidas.

À direita, a boneca alemã Lilli. À esquerda, a primeira Barbie, criada em 1959. — Foto: Reprodução

Hoje, a boneca é muito mais que um brinquedo. Ela inflama debates, seja sobre empoderamento ou obsessão pela beleza.

A Mattel foi moldando sua estratégia de marketing ao espírito da época. Só tem uma coisa que a Barbie até hoje ainda não conseguiu: envelhecer. Independente da cor da pele, a Barbie é "eternamente jovem".

Mas, então, o que aconteceu com a Lilli das histórias em quadrinhos de antigamente do tabloide alemão? A secretária "ousada e independente" se casou com seu namorado Peter em 1961 e desapareceu completamente de cena.

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‘Rainha da maçã do amor’: como empreendedora transformou doces em negócio de R$ 10 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios 'Rainha da maçã do amor': como empreendedora transformou doces em negócio de R$ 10 mil por mês Tradicional nas festas juninas, a maçã do amor ganhou versões coloridas, acabamento perfeito e se tornou protagonista em eventos de Araraquara (SP). Por Pegn

Em Araraquara, no interior de São Paulo, a confeiteira encontrou na simplicidade da maçã uma receita de sucesso.

Especialista no preparo da tradicional maçã do amor, ela se tornou referência em festas e eventos da cidade, faturando cerca de R$ 10 mil por mês.

A história começou de forma inesperada. Prestes a se casar, buscava uma fonte extra de renda para custear a festa e decidiu vender doces.

O sucesso maior veio com a maçã do amor. Insatisfeita com as versões tradicionais, ela se juntou a um grupo de confeiteiras em busca do “caramelo perfeito”.

Em Araraquara, no interior de São Paulo, a confeiteira encontrou na simplicidade da maçã uma receita de sucesso.

Especialista no preparo da tradicional maçã do amor – agora com cores e acabamentos personalizados –, ela se tornou referência em festas e eventos da cidade, faturando cerca de R$ 10 mil por mês.

A história começou de forma inesperada. Prestes a se casar, buscava uma fonte extra de renda para custear a festa e decidiu vender doces.

“Me encantei com o suspiro, fui na internet, peguei uma receita e executei. Não casei, mas ganhei uma nova profissão”, lembra. O doce leve e de baixo custo foi o impulso para mergulhar no empreendedorismo, levando-a a fazer cursos e investir R$ 10 mil no negócio.

O sucesso maior, no entanto, veio com a maçã do amor. Insatisfeita com as versões tradicionais, ela se juntou a um grupo de confeiteiras de várias partes do Brasil em busca do “caramelo perfeito” – aquele que não derrete e mantém o brilho por mais de 24 horas.

Confeiteira fatura R$ 10 mil por mês com receita especial de maçã do amor — Foto: Reprodução/Tv Globo

Após muita pesquisa e testes, a receita ideal foi alcançada. Hoje, oferece maçãs personalizadas nas cores que o cliente quiser, e seu nome virou sinônimo do doce na cidade.

Para impulsionar as vendas, aposta nas redes sociais e parcerias com influenciadores locais. Também surfa em novas tendências, como o “morango do amor”, que rendeu vídeos com mais de meio milhão de curtidas.

Além da produção, aprendeu a precificar de forma estratégica, levando em conta todos os custos e insumos para garantir lucro.

O próximo passo é conquistar seu próprio ateliê, ampliar a produção e oferecer cursos para outras mulheres que desejam independência financeira.

“Eu busco muito. Parece que o que eu tenho ainda não é suficiente. Quero mais”, diz a confeiteira, que há quase uma década transforma açúcar, cor e criatividade em inspiração – e em um negócio cada vez mais doce.

Confeiteira fatura R$ 10 mil por mês com receita especial de maçã do amor — Foto: Reprodução/Tv Globo

📍 Rua Francisco Nobile, 21 – Parque Res. Vale do Sol, Araraquara/SP – CEP: 14804-127📞 (16) 98201-8266✉️ docesararaquara7@gmail.com📘 Facebook📸 Instagram

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De cortador de fios a empresário: paixão por lingerie vira negócio familiar com faturamento de R$ 90 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De cortador de fios a empresário: paixão por lingerie vira negócio familiar com faturamento de R$ 90 mil por mês Inspirado por um desfile aos 10 anos, mineiro criou marca própria, vende para o Brasil e exterior e ainda presta consultoria para concorrentes no polo nacional da moda íntima. Por Pegn

Val Allans transformou uma paixão de infância em um negócio que hoje fatura e inspira outros empreendedores.

O primeiro contato de Val com o universo da moda íntima aconteceu aos 10 anos, quando assistiu a um desfile na cidade.

Com dedicação, aprendeu todas as etapas do processo de produção e das vendas – da costura à criação de coleções, da etiquetagem à montagem de vitrines.

Com apoio financeiro da irmã e experiência acumulada, Val fundou sua própria marca de moda íntima.

👙 A cidade de Juruaia, em Minas Gerais, é conhecida como a “capital da lingerie”. Por lá, são mais de 200 confecções responsáveis por movimentar a economia local e gerar cerca de 5 mil empregos.

No meio desse cenário, a história de Val Allans chama atenção: ele transformou uma paixão de infância em um negócio que hoje fatura e inspira outros empreendedores.

O primeiro contato de Val com o universo da moda íntima aconteceu aos 10 anos, quando assistiu a um desfile na cidade.

“Fiquei deslumbrado com aquilo. Meu olhar encheu de esperança e eu pensei: quero fazer parte desse universo”, relembra.

A partir daí, começou sua jornada em uma confecção local, realizando tarefas simples como cortar fios das peças.

🪡🧵 Com dedicação, aprendeu todas as etapas do processo de produção e das vendas – da costura à criação de coleções, da etiquetagem à montagem de vitrines.

Empreendedor transforma paixão por lingerie em negócio de R$ 90 mil por mês — Foto: Reprodução/Tv Globo

A dedicação o levou a se tornar sócio de sua ex-chefe, experiência que durou dois anos e abriu caminho para voos maiores.

Com apoio financeiro da irmã e experiência acumulada, Val fundou sua própria marca de moda íntima.

Hoje, a empresa tem produção terceirizada em até 10 oficinas e vendas 97% online, alcançando clientes em todo o Brasil e no exterior – incluindo Estados Unidos, Portugal e Austrália.

O empreendedor também presta consultoria para cerca de 30 marcas concorrentes, atividade que gera R$ 20 mil por mês, além dos R$ 70 mil mensais faturados pela loja de roupas.

“Acredito que todas as marcas têm seu próprio DNA. Meu compromisso é com o desenvolvimento de empreendedores, municípios e da região”, diz Val Allans.

Empreendedor transforma paixão por lingerie em negócio de R$ 90 mil por mês — Foto: Reprodução/Tv Globo

A novela “Dona de Mim”, exibida pela TV Globo, também contribuiu para a visibilidade da marca. Inspirado pela trama, Val lançou uma coleção colorida que reflete a essência da empresa.

“A novela dita tendências e consumo. Desde o início, fiquei ansioso para ver o que ela traria de novidade”, afirma o empreendedor.

Em um momento emocionante, Val recebeu uma mensagem especial do ator Tony Ramos, que interpreta o empresário Abel na novela (veja em vídeo acima).

“Você tem uma história vencedora. Imagino como seja manter seus sonhos e seu negócio. É isso que nos move”, declarou o ator.

Para o futuro, Val planeja ampliar o alcance da confecção e seguir gerando renda para outras empreendedoras revendedoras.

“Assim como a moda íntima mudou a minha vida, quero que mude a vida de outras pessoas”, completa Val Allans.

Empreendedor transforma paixão por lingerie em negócio de R$ 90 mil por mês — Foto: Reprodução/Tv Globo

📍 Rua Francisco Antônio de Melo 369 – Centro – Juruaia/MG –CEP: 37805-000📞 Telefone: (35)99898-4456✉️ E-mail: modellelingerie@outlook.com🌐 Site: https://loja.modellelingerie.com.br📱Instagram: https://www.instagram.com/modellelingerie📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/16ux1ke7sE/?mibextid=wwXIfr

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De hacker mirim a bilionário: como o único não-herdeiro entre os 10 jovens mais ricos do Brasil fez fortuna

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo De hacker mirim a bilionário: como o único não-herdeiro entre os 10 jovens mais ricos do Brasil fez fortuna Pedro Franceschi é o 8º brasileiro mais rico abaixo dos 30 anos, e começou desbloqueando iPhones ainda criança. Hoje, lidera a fintech Brex, avaliada em US$ 3,4 bilhões pela Forbes USA. Por Redação g1, Rafaela Zem — São Paulo

Cofundador e CEO da Brex, plataforma de gestão de gastos corporativos com base em inteligência artificial, Franceschi lidera uma empresa que atende mais de 30 mil companhias no mundo.

A virada financeira ocorreu em janeiro de 2022, quando a Brex foi avaliada em US$ 12,3 bilhões, colocando Franceschi oficialmente no grupo dos bilionários.

A trajetória de Franceschi, no entanto, começou muito antes, marcada por sinais de genialidade precoce.

Pedro Franceschi é o único da lista que construiu o patrimônio a partir do próprio trabalho. — Foto: Redes sociais/ Reprodução

Aos 28 anos, Pedro Franceschi aparece entre os mais jovens bilionários do Brasil. Ele ocupa a 8ª posição no ranking divulgado pela revista Forbes nesta quinta-feira (28), que revela um padrão: entre os 10 jovens mais ricos do país, nove herdaram suas fortunas.

A exceção é Franceschi, único da lista que construiu o patrimônio de R$ 3,3 bilhões a partir do próprio trabalho — chamado de bilionário "self-made".

Cofundador e CEO da Brex, plataforma de gestão de gastos corporativos com base em inteligência artificial, Franceschi lidera uma empresa que atende mais de 30 mil companhias no mundo.

Fundada em 2017 no Vale do Silício, a Brex oferece soluções que vão de cartões corporativos a softwares para gestão de viagens e despesas.

A virada financeira ocorreu em janeiro de 2022, quando a Brex foi avaliada em US$ 12,3 bilhões, colocando Franceschi oficialmente no grupo dos bilionários. Hoje, segundo a Forbes USA, a empresa vale US$ 3,4 bilhões.

A trajetória de Franceschi, no entanto, começou muito antes, marcada por sinais de genialidade precoce.

Nascido e criado no Brasil, Franceschi teve contato com computadores aos 6 anos. Aos 8, já programava. Três anos depois, desbloqueava iPhones com tanta habilidade que passou a cobrar pelo serviço — com o dinheiro, comprou o próprio celular.

Na adolescência, criou ferramentas como o Quick2gPwner e o QuickOib, que facilitaram o jailbreak de iPods e a instalação do iPhone Linux. Aos 13 anos, lotou o Planetário do Rio de Janeiro no TEDxSudeste, onde foi apresentado como jovem programador promissor e respeitado “ex-hacker”.

Aos 15, voltou a chamar atenção ao fazer a Siri, assistente de voz do iPhone 4S, funcionar em português antes mesmo de a Apple lançar suporte oficial ao idioma. Questionado sobre o futuro, dizia que se via “trabalhando em uma grande empresa como a Apple”.

Hoje, lidera a própria empresa. A parceria com Henrique Dubugras, seu sócio na Brex, começou em 2012, após uma discussão no Twitter sobre editores de texto para programação.

“A gente viu que não dava para brigar em 140 caracteres, então foi pro Skype. Depois viu que não conseguíamos mais brigar e viramos amigos”, contou Franceschi em entrevista ao g1, em 2014.

Da amizade nasceu a sociedade: juntos criaram a Pagar.me, startup de pagamentos online que simplificava a intermediação entre lojas virtuais, bandeiras de cartão e bancos, com sistema antifraude integrado.

Na mesma época, ambos foram aprovados em Stanford, mas adiaram o sonho acadêmico para focar na empresa. Anos depois, Franceschi retomou os estudos e concluiu a graduação em Ciência da Computação na universidade americana.

Em 2017, Franceschi e Dubugras fundaram a Brex no Vale do Silício. No ano seguinte, lançaram os primeiros produtos voltados a startups: um cartão corporativo e um programa de pontos. Desde então, a empresa se especializou em soluções financeiras para negócios em rápido crescimento.

Além da Brex, Franceschi atua em conselhos de grandes companhias. Desde abril de 2022, integra o board da Coupang, gigante sul-coreana do e-commerce. Entre 2021 e 2023, fez parte do conselho da Stone, empresa brasileira de tecnologia em pagamentos.

Com patrimônio estimado em R$ 3,3 bilhões, Franceschi vive atualmente em San Francisco, de onde lidera a Brex e segue criando soluções que conectam tecnologia e finanças em escala global.

Amelie Voigt TrejesPatrimônio: R$ 3,4 bilhõesIdade: 20 anosFonte de riqueza: WEGFilha de Cladis Voigt Trejes, herdou parte das ações da mãe na WEG e divide o patrimônio com os irmãos Pedro e Felipe.Lívia VoigtPatrimônio: R$ 6,6 bilhõesIdade: 20 anosFonte de riqueza: WEGNeta de Werner Ricardo Voigt, fundador da WEG. Já chegou a ser considerada a bilionária mais jovem do mundo em 2024.Felipe Voigt TrejesPatrimônio: R$ 3,6 bilhõesIdade: 23 anosFonte de riqueza: WEGIrmão de Amelie e Pedro Voigt Trejes.Pedro Voigt TrejesPatrimônio: R$ 3,6 bilhõesIdade: 23 anosFonte de riqueza: WEGTambém irmão de Felipe e Amelie Voigt Trejes.Helena Marina da Silva PetryPatrimônio: R$ 1,9 bilhãoIdade: 23 anosFonte de riqueza: WEGHerdeira de Eggon João da Silva, cofundador da WEG.Ana Flávia da Silva PetryPatrimônio: R$ 1,9 bilhãoIdade: 26 anosFonte de riqueza: WEGIrmã de Helena Petry.Dora Voigt de AssisPatrimônio: R$ 6,6 bilhõesIdade: 27 anosFonte de riqueza: WEGNeta de Werner Ricardo Voigt, fundador da companhia catarinense.Pedro FranceschiPatrimônio: R$ 3,3 bilhõesIdade: 28 anosFonte de riqueza: BrexFundador da fintech Brex, com sede em São Francisco (EUA). É o único do ranking que construiu sua fortuna fora da herança.Izabela Henriques FefferPatrimônio: R$ 2,3 bilhõesIdade: 28 anosFonte de riqueza: Grupo SuzanoBisneta de Leon Feffer, fundador da Suzano.Max Van Hoegaerden Herrmann TellesPatrimônio: R$ 29,3 bilhõesIdade: 29 anosFonte de riqueza: AB InBev / 3G CapitalFilho de Marcel Herrmann Telles, vive em Nova York.

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Defender o home office nas redes custou o emprego deles, mas posts justificam demissão?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Trabalho e Carreira Defender o home office nas redes custou o emprego deles, mas posts justificam demissão? Wanderley e Jenifer foram demitidos após criticarem o modelo presencial nas redes. O g1 ouviu especialistas para entender se empresas podem punir esse tipo de post e até onde vai o controle sobre o que funcionários publicam. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Wanderley e Jenifer foram desligados de suas empresas após publicarem desabafos sobre as dificuldades do modelo presencial. Mesmo sem citar os empregadores, seus posts foram interpretados como sinais de insatisfação e culminaram em demissões.

As empresas alegaram quebra de confiança e desalinhamento com a cultura organizacional, ainda que as postagens tenham sido feitas fora do horário de trabalho e sem conteúdo ofensivo.

Profissionais de RH afirmam que o problema está na ausência de canais abertos de comunicação. Sem espaço para conversar internamente, os funcionários recorrem às redes sociais, o que acaba gerando conflitos e, muitas vezes, demissões.

Empresas podem aplicar sanções, inclusive demissão por justa causa, quando postagens violam regras internas, expõem informações sigilosas ou comprometem a imagem institucional. No entanto, isso exige critérios claros e provas.

Especialistas destacam que, em casos de abuso ou perseguição, o trabalhador pode recorrer à Justiça e até pleitear indenizações por danos morais.

Era mais um dia de trem lotado e cansaço acumulado quando Wanderley Bueno, então coordenador de segurança da informação, decidiu registrar a cena e desabafar em seu status do WhatsApp:

"Ainda tem gente que defende o presencial. Enquanto eu estou aqui, passando por isso, muitos gerentes vão para casa dentro de suas SUVs, com ar-condicionado, tranquilos".

A frase, que poderia ser apenas uma queixa entre contatos pessoais, percorreu corredores invisíveis até chegar à diretoria. Em pouco tempo, Wanderley foi afastado de reuniões, perdeu espaço na liderança e, um mês e meio depois, acabou demitido.

Wanderley Bueno foi demitido da empresa após reclamar do modelo presencial em seu status do WhatsApp: — Foto: g1

Do outro lado da cidade de São Paulo, em um vagão igualmente apertado, Jenifer Matias vivia uma situação parecida.

Especialista em gestão de risco e compliance, ela ficou presa por quase 4h no metrô durante um incidente na linha. Sem ar-condicionado e com pessoas passando mal ao redor, pensou no quanto tudo aquilo poderia ser evitado com o trabalho remoto. E escreveu sobre isso no LinkedIn.

Segundo Jenifer, as postagens sempre foram respeitosas. Mesmo assim, chamaram a atenção da chefia. Primeiro vieram os alertas informais e, por fim, a demissão. A justificativa? Quebra de confiança e insatisfação com a empresa, mesmo sem nunca ter citado o nome da companhia nas postagens.

"Fui demitida por expressar uma opinião que todos partilhavam, inclusive a própria gerente", conta.

As histórias de Wanderley e Jenifer acontecem em meio à tendência de retorno ao modelo presencial e à redução das vagas com possibilidade de home office.

Como mostrou o g1 em reportagem publicada em fevereiro deste ano, há um movimento crescente de empresas que estão revendo suas políticas de trabalho remoto, reduzindo benefícios ou exigindo maior presença física dos funcionários nos escritórios.

O problema é que essa retomada ao presencial nem sempre leva em conta quem foi contratado no modelo remoto ou reorganizou a vida para isso.

Isso ajuda a explicar por que manifestações contrárias ao presencial têm se tornado cada vez mais frequentes nas redes. Acontece que, muitas vezes, elas são encaradas como sinais de desalinhamento cultural pelas empresas e usadas como justificativas para demissões.

Mas esses desligamentos vão além do debate sobre o trabalho remoto. Em um mundo cada vez mais conectado, é comum que as redes sociais se tornem espaço para desabafos sobre o cotidiano: o trabalho, o transporte, o cansaço, as angústias.

🤔 E é nesse contexto que surgem outras perguntas: até onde podemos usar as redes como um diário pessoal? As empresas têm o direito de controlar o que seus funcionários publicam fora do ambiente corporativo? É possível demitir alguém apenas por discordar de uma opinião?

➡️ A seguir, especialistas ajudam a esclarecer essas e outras questões, fundamentais para entender o que está em jogo quando o assunto é liberdade de expressão nas redes e relações de trabalho.

Wanderley conta que enfrentava jornadas de até 13 horas, era acionado fora do expediente e ainda precisava se deslocar diariamente entre Itaquera e o centro de São Paulo para trabalhar. Foi esse pacote de exaustão física e mental que, segundo ele, culminou no desabafo publicado no WhatsApp.

O que mais o decepcionou foi descobrir que a postagem havia sido repassada à chefia por um colega do mesmo nível hierárquico.

"Aprendi da pior forma que colegas não são amigos. (…) Me senti traído. Se fosse eu, chamaria o colega para um café e diria: ‘Apaga isso, vai te prejudicar'", desabafa.

Wanderley enxerga o episódio como um atentado à liberdade de expressão e afirma que isso mudou completamente a sua forma de se relacionar no mundo corporativo.

Desde a demissão, parou de adicionar colegas em perfis pessoais, evita compartilhar situações da vida privada e começou a revisar suas postagens com a ajuda de inteligência artificial.

Já Jenifer, explica que começou a se manifestar em defesa do home office após viver a experiência traumática durante o incidente na linha. O episódio reforçou sua preferência pelo trabalho remoto.

Na reunião de desligamento, ela afirma ter ouvido da gerente que os conteúdos estavam prejudicando a imagem da empresa.

Jenifer Matias passou a se manifestar em defesa do remoto após viver uma experiência traumática — Foto: g1

"Hoje, me pego pensando: será que preciso deixar de ser eu mesma para não perder um emprego?", questiona Jenifer.

O clima pós-saída também foi tenso. Segundo ela, colegas que curtiram sua mensagem de despedida teriam sido repreendidos e orientados a apagar os elogios. Jenifer recebeu mensagens privadas com pedidos de desculpas e relatos de medo de retaliação.

Atualmente desempregada, ela considera empreender na área de turismo, para criar um ambiente flexível. Ela também pretende entrar com uma ação trabalhista contra o antigo empregador.

"Vou entrar com uma ação. As empresas precisam entender que opinião não é difamação".

Especialistas em recursos humanos afirmam que, por trás desse tipo de desligamento, existe uma preocupação crescente com a imagem institucional, tanto diante do mercado quanto entre o próprio quadro de funcionários.

Para Leyla Nascimento, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), esse é um problema que começa com uma falha básica: a falta de diálogo dentro das empresas.

Muitas vezes, profissionais desejam mais flexibilidade, como trabalhar de casa, mas não encontram abertura para conversar com suas lideranças. Sem esse espaço, o desabafo acaba migrando para as redes sociais — e é aí que os conflitos costumam explodir, explica.

Leyla ressalta que demitir alguém por uma postagem deveria ser a última medida, e não a primeira. Isso porque o desligamento impacta não apenas o profissional, mas também o clima do time e a reputação construída pela marca.

"Se a demissão não for bem pensada, o funcionário sai com uma experiência ruim e isso pode prejudicar a imagem da empresa no mercado, como marca empregadora", diz Leyla.

Para a diretora da ABRH, postagens criticando o modelo presencial podem ser interpretadas como um sinal de insatisfação, mas deveriam servir como alerta.

"Ao invés de punir, a empresa poderia usar esse sinal como uma chance de ouvir melhor seus colaboradores e melhorar o ambiente de trabalho", conclui Leyla.

Outro ponto citado por especialistas é que muitas companhias ainda não têm diretrizes claras sobre o uso de redes sociais.

Depende. De acordo com a advogada Elisa Alonso, tudo depende do teor da postagem e do impacto que ela pode gerar na imagem da empresa.

"Se a postagem prejudicar a reputação da organização, violar regras internas ou expor informações sigilosas, o empregador pode aplicar sanções que vão desde advertências até a demissão por justa causa", explica Elisa.

Também entram nessa lista postagens que revelem informações estratégicas, como projetos confidenciais ou dados de clientes, o que pode configurar quebra de confidencialidade e justificar a rescisão do contrato.

Além disso, conteúdos considerados discriminatórios ou incompatíveis com os valores da empresa podem gerar punições.

Essas regras valem mesmo quando a postagem é feita fora do horário de trabalho, principalmente quando o profissional é facilmente identificado como funcionário da empresa.

Casos de assédio virtual contra colegas, como mensagens ofensivas ou o vazamento de conversas privadas, também podem resultar em demissão, já que impactam diretamente o clima organizacional e a cultura da empresa.

Nos casos de Wanderley e Jenifer, as demissões foram sem justa causa. Isso significa que a empresa teve que pagar todos os direitos trabalhistas, como aviso prévio, multa do FGTS e demais verbas rescisórias.

Segundo o advogado trabalhista Affonso Garcia Moreira Neto, essa é uma escolha mais segura para evitar conflito, já que não exige comprovação de dano à imagem ou quebra de regras internas.

A demissão por justa causa é considerada a punição mais severa e só pode ser aplicada em casos de falta grave.

Nesses casos, a empresa precisa agir rapidamente após tomar conhecimento do fato e apresentar provas concretas. Caso contrário, o juiz pode entender que a punição foi exagerada e reverter a justa causa.

Mesmo em demissões sem justa causa, o trabalhador pode recorrer à Justiça se sentir que foi perseguido ou que houve abuso por parte da empresa.

"É possível pedir indenização por danos morais, desde que se comprove ofensa à dignidade ou perseguição", orienta Affonso Neto.

O advogado destaca que já existem decisões judiciais reconhecendo esse tipo de dano, inclusive em situações envolvendo postagens nas redes sociais.

Um dos casos mais recentes envolveu uma mulher que recebeu R$ 30 mil de indenização após ser demitida por publicar críticas às ações de Israel na Cisjordânia. A decisão foi tomada pela 15ª Vara do Trabalho de São Paulo.

Apesar disso, Affonso pondera: a liberdade de expressão é um direito garantido pela Constituição, mas não é absoluta.

Isso significa que o funcionário pode se manifestar, mas precisa ter responsabilidade sobre o que publica. E que, se a postagem for respeitosa e não causar prejuízo direto à empresa, dificilmente será considerada motivo para justa causa.

Podem. Segundo a advogada Adriana Faria, a empresa tem o direito de proibir ou restringir publicações dos seus funcionários nas redes sociais.

No entanto, essa proibição precisa estar prevista no contrato de trabalho ou em uma política interna clara. E não pode ser genérica ou abusiva. É necessário justificar a regra com motivos razoáveis, como a proteção de informações confidenciais ou da imagem institucional.

"O RH deve desenvolver políticas claras e objetivas sobre o uso das redes sociais pelos funcionários, definindo o que pode ou não ser compartilhado e quais são as consequências em caso de descumprimento", conclui Adriana.

A disputa pelo "melhor modelo de trabalho" está longe de terminar e vem ganhando força à medida que mais empresas abandonam o home office e retomam o expediente presencial.

Essa é a realidade de empresas que decidiram proibir ou reduzir drasticamente os dias de teletrabalho, como a Amazon e a Dell.

Esse declínio é visto em números. Um levantamento da consultoria imobiliária JLL mostra que a taxa de vacância de imóveis comerciais (de unidades disponíveis para locação) diminuiu, voltando a patamares ainda menores que o momento pré-pandemia.

O "êxodo remoto" também é notado em sites de recrutamento, como a Gupy. A empresa registra cada vez menos oportunidades de trabalho remoto, enquanto as vagas presenciais ou híbridas aumentam.

A insegurança quanto à produtividade é o principal razão para esse fenômeno, apontam registros da ABRH.

Uma pesquisa da Mercer Brasil com 365 profissionais de RH revela as principais dificuldades no modelo remoto:

🤷 76% citam ter insegurança sobre a produtividade no sistema remoto;💻 66% mencionam excesso de reuniões.👀 51% têm dificuldade em acompanhar iniciantes.👨‍💼 61% apontam a liderança como um desafio.🏢 52% consideram a cultura organizacional um impeditivo.

Multidão de passageiros se aglomera na Estação da Luz da CPTM, na região central de São Paulo, após os transtornos causados pelo temporal que atingiu a cidade na tarde desta sexta-feira, 24. A CPTM registrou interrupção da circulação de trens em trechos de diversas linhas em razão dos alagamentos provocados pela chuva — Foto: ROBERTO SUNGI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Apesar disso, especialistas ressaltam que os problemas têm origem em falhas internas das empresas, como:

⚠️ Planejamento deficiente por parte da liderança⌚ Falta de maturidade dos colaboradores para gerir tempo e tarefas🙋‍♀️️ Perfis de negócios que dependem de colaboração constante entre equipes

Para muitos profissionais, o retorno ao presencial é inviável — seja pelo tempo de deslocamento, segurança, rotina familiar ou qualidade de vida.

O home office, por outro lado, oferece autonomia, redução de custos e mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Por isso, muitos preferem pedir demissão a abrir mão desse modelo.

Com o mercado aquecido, a mobilidade profissional aumentou. Em 2024, cerca de 8,5 milhões de brasileiros pediram demissão voluntária. Entre eles, 53 mil foram ouvidos pelo Ministério do Trabalho. Segundo os dados:

❌ 15,7% deixaram o emprego por falta de flexibilidade🚌 21,7% por dificuldade de locomoção🍼 9,1% pela necessidade de cuidar da família

E além da mobilidade urbana, há outros fatores que tornam o trabalho presencial menos atrativo: medo de assaltos, importunação sexual e falta de tempo para estudos ou cuidados com a saúde foram motivos citados por trabalhadores entrevistados pelo g1.

Em 2024, cerca de 8,5 milhões de brasileiros pediram demissão voluntária — Foto: Freepik/ Reprodução

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como uma comunidade rural da Paraíba criou um polo gastronômico que fatura R$ 1 milhão por ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como uma comunidade rural da Paraíba criou um polo gastronômico que fatura R$ 1 milhão por ano Na zona rural de Areia (PB), moradores transformaram a vocação turística da região em uma rede de negócios que valoriza a cultura local, gera renda e atrai milhares de visitantes em busca de experiências autênticas. Por Pegn

Na Serra da Borborema, a sete quilômetros do centro de Areia (PB), onde o frio nordestino atrai visitantes nos meses de junho a agosto, a comunidade rural de Chã de Jardim vive um exemplo inspirador de como o empreendedorismo pode mudar realidades.

Liderada por Luciana Balbino, moradora local e formada em História, a região deixou de ser apenas um ponto no mapa para se tornar referência em turismo de experiência, gastronomia e hospedagem.

Luciana sempre acreditou que as pessoas têm o direito e o privilégio de viver onde nasceram. Com esse propósito, reuniu jovens da comunidade, criou uma associação e buscou capacitação em áreas como condução de trilhas e roteiros turísticos.

Aos poucos, surgiram novos empreendimentos: uma fábrica de polpa de frutas, um restaurante e, mais tarde, uma pousada com três modalidades de hospedagem — camping, glamping e chalés inspirados em casas de avós.

O restaurante, que começou com investimento de R$ 10 mil e utensílios emprestados, hoje recebe até 1,5 mil clientes nos finais de semana de alta temporada, fatura R$ 1 milhão por ano e oferece pratos típicos preparados com ingredientes comprados exclusivamente de produtores locais.

Da roça ao sucesso: restaurante fatura R$ 1 milhão e movimenta comunidade na Paraíba — Foto: Reprodução/Tv Globo

“Faço questão de comprar tudo aqui, só trago de fora o que não conseguimos produzir”, conta Luciana.

“Não vendo comida, vendo uma experiência gastronômica”, diz Luciana. O restaurante, que começou com 80 lugares, oferece pratos como galinha de capoeira, buchada, tripa frita e até tanajura.

Ao redor do restaurante, surgiram pequenas bodegas e lojinhas de artesanato e produtos típicos, administradas por 27 microempreendedores da comunidade.

“Cada lojinha é de uma pessoa diferente. Aqui não é só um restaurante, é uma cadeia de empreendedores”, explica.

O espaço oferece desde picolés de sabores inusitados, como pitomba e canjica, até brinquedos tradicionais feitos de bananeira. Para muitos, a venda no local representa a principal fonte de renda.

A demanda dos clientes por hospedagem motivou a abertura da pousada, com investimento inicial de R$ 60 mil. O negócio, que já fatura R$ 300 mil por ano, se destaca pelo glamping – uma versão sofisticada do camping – e pelos chalés com decoração afetiva.

Para Luciana, o segredo do sucesso está em “fazer o que acredita no coração” e oferecer algo único. “Hoje vejo crianças dizendo que querem trabalhar aqui ou abrir negócios na comunidade. Ninguém mais sonha em ir embora, porque sabem que é possível viver com dignidade aqui”, afirma.

Da roça ao sucesso: restaurante fatura R$ 1 milhão e movimenta comunidade na Paraíba — Foto: Reprodução/Tv Globo

Com faturamento crescente e um ecossistema de negócios interligados, Chã de Jardim se consolidou como destino turístico, gastronômico e cultural no interior da Paraíba, mostrando que desenvolvimento e preservação das raízes podem caminhar juntos.

“Quando alguém sugere algo, é uma consultoria gratuita. Cabe a nós escutar e colocar em prática”, diz Luciana, que vê o empreendedorismo como ferramenta de transformação. “A receita do sucesso é amar o que faz, ter propósito e oferecer algo único.”

O impacto é visível. Crianças da comunidade sonham em trabalhar no restaurante ou abrir seus próprios negócios. “Hoje ninguém mais sonha em abandonar Chã de Jardim. Esse legado vai perdurar por muitas gerações”, afirma emocionada.

Luciana prova que é possível empreender com afeto, valorizando o coletivo e resgatando memórias afetivas. E mostra que, mesmo nos cantos mais afastados do país, grandes negócios podem nascer — e transformar realidades.

Da roça ao sucesso: restaurante fatura R$ 1 milhão e movimenta comunidade na Paraíba — Foto: Reprodução/Tv Globo

📍 Sitio Chã do Jardim, s/n – Zona Rural – Areia/PB -CEP: 58397-000📞 Telefone: (83) 99998-2597 e (83) 99810-2177✉️ E-mail: lucbalbino@yahoo.com.br📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/1GMskorzLB/?mibextid=wwXIfr📱 Instagram: https://www.instagram.com/restaurantevomaria

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