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Garagem, churrasqueira e R$ 200: como esse ex-açougueiro fatura R$ 300 mil com churrasco

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Garagem, churrasqueira e R$ 200: como esse ex-açougueiro fatura R$ 300 mil com churrasco Matheus Vitor começou vendendo carnes defumadas na garagem de casa e hoje comanda dois restaurantes. Por Pegn — São Paulo

Matheus Vitor, chef e empreendedor de Indaiatuba (SP), encontrou no churrasco defumado à moda americana uma forma de unir paixão, técnica e oportunidade de negócio.

Antes de virar empresário, Matheus foi açougueiro e chef de cozinha. A experiência foi essencial para desenvolver o estilo que hoje é sua assinatura: o American Barbecue adaptado ao paladar brasileiro.

Com apoio da esposa, Lau Niza, ele começou a vender carnes por delivery. No primeiro fim de semana, foram 15 pedidos. Em três meses, já havia fila de espera e reservas antecipadas.

A defumação das carnes leva até 18 horas e é feita com equipamentos específicos, desenvolvidos por Matheus para garantir sabor e aproveitamento.

O que começou com um investimento de apenas R$ 200 e uma churrasqueira improvisada na garagem de casa, hoje é uma marca consolidada com duas unidades de restaurante, 24 funcionários e um faturamento mensal de R$ 300 mil.

Essa é a trajetória de Matheus Vitor, chef e empreendedor de Indaiatuba (SP), que encontrou no churrasco defumado à moda americana uma forma de unir paixão, técnica e oportunidade de negócio. (Assista à reportagem no vídeo acima)

Antes de virar empresário, Matheus foi açougueiro e chef de cozinha. A experiência com cortes e preparos de carne foi essencial para desenvolver o estilo que hoje é sua assinatura: o American Barbecue adaptado ao paladar brasileiro.

A relação com a gastronomia começou cedo, ainda na infância, cozinhando com a mãe. Mas foi após enfrentar preconceitos no mercado de trabalho que Matheus decidiu empreender.

Sem recursos, mas com apoio da esposa, Lau Niza, ele começou a vender carnes defumadas por delivery. No primeiro fim de semana, foram 15 pedidos. Em três meses, já havia fila de espera e reservas antecipadas.

A defumação das carnes leva até 18 horas e é feita com equipamentos específicos, desenvolvidos por Matheus para garantir sabor e aproveitamento — o rendimento das carnes subiu de 70% para 85%. O cardápio é autoral, com pratos como brisquete, costelinha barbecue e nhoque com tomates assados.

Além da técnica, o chef investiu pesado em marketing e criou bordões que viraram marca registrada.

“Comecei a colocar a cara, fiz uns bordões tipo ‘meu nobre’ e ‘my friends’, e isso gerou conexão com os clientes”, conta.

Com o sucesso do delivery, veio o primeiro restaurante. Para atrair público durante a semana, Matheus criou pratos executivos a R$ 50. A estratégia funcionou e, em menos de três anos, ele abriu a segunda unidade, que também serve pizza e hambúrguer.

Hoje, o casal planeja transformar o negócio em franquia e expandir para outros estados e até para fora do país.

📍 Rua Pedro Gonçalves, 1777 – Vila Todos os Santo, Indaiatuba/SP – CEP: 13330-210📞 Telefone: (19) 98358-1577✉️ E-mail: mat.mablack@gmail.com📱 Instagram: @mablackhouse📘 Facebook: MaBlack House

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Pedrada, linguagem GenZ e mais: empreendedores fazem de tudo por likes, mas trends exigem cautela

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Pedrada, linguagem GenZ e mais: empreendedores fazem de tudo por likes, mas trends exigem cautela Especialistas alertam que é preciso tomar cuidados, como evitar humor ofensivo ou passível de má interpretação, respeitar direitos autorais de músicas e imagens e não expor funcionários sem consentimento. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Empreendedores têm recorrido à linguagem da geração Z para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

De comerciantes a multinacionais, passando por padres, órgãos públicos e até pelo governo federal, muitos têm adotado gírias da geração Z.

Um exemplo é o vídeo de uma rede de drogarias em Iturama, Minas Gerais, que ultrapassou 4,2 milhões de visualizações no TikTok.

Outro exemplo vem de uma loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Graças à forte presença online, o estabelecimento ganhou visibilidade e se consolidou como marca local.

Aderir às trends pode ser uma boa forma de surpreender clientes e divulgar a marca com humor. Mas, segundo especialistas ouvidos pelo g1, é preciso cautela para evitar conteúdos ofensivos, riscos à saúde física ou situações constrangedoras para os funcionários.

Se você acessou o TikTok ou Instagram nos últimos dias, sem dúvidas deve ter esbarrado com vídeos que iniciam com o seguinte bordão: “oi divos e divas”, e ainda traz algumas expressões como “babadeiro”, “iconic”, “faraônico” e “aesthetic”.

Essas são gírias da geração Z que vêm sendo adotadas por empreendedores para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

De comerciantes a multinacionais, passando por padres, órgãos públicos e até pelo governo federal, muitos têm recorrido à linguagem da geração Z para se aproximar dos mais jovens.

🤔 Mas isso realmente funciona? Traz retorno? Um exemplo é o vídeo de uma rede de drogarias em Iturama, Minas Gerais, que ultrapassou 4,2 milhões de visualizações no TikTok. Nele, Seu Antônio, um senhorzinho que esbanja carisma, divulga o comércio usando gírias da geração Z.

“Hoje, não existe ferramenta melhor de marketing do que as redes sociais. Em seis meses de trabalho mais intenso, nosso faturamento cresceu 25%. Mesmo com novas farmácias na cidade, nosso faturamento só subiu”, explica Daniela Ferreira, proprietária da drogaria.

Daniela conta que contratou um gestor de tráfego para a empresa, que passou a atuar com foco no Instagram e no TikTok. O conteúdo é adaptado a cada plataforma:

Mel Mendes, uma das funcionárias da drogaria, foi descoberta pelo TikTok e acabou assumindo o papel de criadora de conteúdo da empresa. Além de atuar nas vendas, tem autonomia para produzir e editar os vídeos.

“A gente só orienta a trabalhar com a ética, mas a criatividade é toda dela, de colocar humor dentro do nosso trabalho”, explica Daniela. Ela ressalta que a drogaria evita conteúdos que possam estimular a automedicação e sempre orienta o público a procurar profissionais de saúde.

Segundo a proprietária, os funcionários participam das gravações dentro do horário de trabalho e de forma voluntária. Desde então, a drogaria passou a receber clientes de outras cidades, interessados em comprar e conhecer a equipe.

“Vejo muitos empresários que não dão oportunidade aos próprios funcionários, e isso é um erro. Muita gente duvida da geração Z, mas eu acredito no potencial deles, que é enorme”, completa Daniela.

Vídeo de uma rede de drogarias em Iturama, Minas Gerais, ultrapassou 4,2 milhões de visualizações. — Foto: Reprodução/Tiktok

Outro exemplo vem de uma loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Graças à forte presença online, o estabelecimento ganhou visibilidade e se consolidou como marca local.

Segundo Juliana Cardoso, contadora e responsável pelo marketing digital da loja, a pandemia acelerou a transição do atendimento presencial para o digital. Foi nesse período que ela criou as redes sociais do estabelecimento para divulgar produtos e se aproximar dos clientes.

De início, o foco estava em conteúdos simples, como fotos de pisos e promoções. Com o tempo, a estratégia evoluiu para vídeos mais criativos, adotando reels e trends com humor e dancinhas para gerar engajamento.

“O vídeo da tijolada viralizou no Brasil todo. Recebemos mensagens de pessoas do Nordeste, do Sul, de vários lugares perguntando se fazíamos entregas lá”, lembra Juliana.

O post mostra o garoto-propaganda Lucas Rodrigues, conhecido como Feijãozinho, levando uma tijolada após dizer a frase “coloca o capacete que lá vem pedrada”, em referência à música “Malvada”, do cantor Zé Felipe.

Em seguida, a vendedora Gabrielly Mello apresenta as promoções de piso. O vídeo, de apenas 20 segundos, já superou 17 milhões de visualizações no TikTok e foi reproduzido por diversos outros comércios.

“Os vendedores gostam de aparecer porque isso atrai clientes. Há quem vá à loja só para comprar com o Lucas”, diz Juliana.

Embora os vídeos sejam divertidos, existe cuidado para não expor os funcionários a situações constrangedoras ou de risco. “Seguramos as ideias mais exageradas. É preciso cuidado para não passar do limite”, afirma Juliana.

Mesmo com impacto financeiro limitado, já que a loja não atende fora da região, Juliana afirma que as redes sociais aumentaram o faturamento e atraíram novos clientes.

“Por se tratar de material pesado, não conseguimos enviar pelos Correios”, explica. “O retorno financeiro seria muito maior se pudéssemos vender para fora, mas ainda não temos estrutura de caminhões”, completa Juliana.

Aderir às trends pode ser uma boa forma de surpreender clientes e divulgar a marca com humor. Mas, segundo especialistas ouvidos pelo g1, é preciso cautela para evitar conteúdos ofensivos, riscos à saúde física ou situações constrangedoras para os funcionários.

Ter atenção ao uso de músicas e imagens, respeitando os direitos autorais. Evitar humor ofensivo ou passível de má interpretação.Não expor funcionários ou clientes sem consentimento.Redobrar o cuidado com trends que envolvem riscos físicos.

Para o professor, os memes são ótimos para atrair atenção, mas não garantem aumento nas vendas. Um vídeo pode alcançar milhões de visualizações e viralizar no TikTok, mas isso não significa que tenha sido bem recebido pelo público.

O especialista destaca ainda que as redes sociais vão além de simples vitrines: elas são ferramentas essenciais em todo o ciclo de relacionamento com o consumidor — atraem, fidelizam, divulgam, promovem e ajudam a vender produtos.

Para o consumidor, as redes também funcionam como canal de relacionamento e fonte de pesquisa. Por isso, manter um perfil ativo é fundamental, mesmo quando a venda não acontece on-line.

O professor acrescenta que cada rede social possui linguagem e público próprios. “A diferença não está apenas no tema, mas também no formato e no tom”, afirma.

“O que aparece no Twitter também circula no TikTok, depois chega ao Instagram e, em algum momento, ao WhatsApp. O que diferencia os públicos são os formatos e o tipo de linguagem”, completa.

Loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, ganhou visibilidade e se consolidou como marca local graças à forte presença online. — Foto: Reprodução/Tiktok

Segundo Tainá Alves, coordenadora de Relacionamento Digital do Sebrae, vale acompanhar os conteúdos virais do momento. Mas, ao produzir vídeos ou posts baseados em trends, é fundamental que estejam alinhados aos valores da empresa.

“Não adianta seguir uma trend só para ganhar likes, porque isso pode ser prejudicial. O empreendedor pode até conseguir muitas visualizações e curtidas no momento, mas dificilmente mantém essa audiência ativa depois”, afirma Tainá.

Quando um conteúdo viraliza, significa que o empreendedor “furou a bolha” e alcançou um público além do habitual. Nessas situações, é essencial manter o perfil ativo e garantir uma sequência de conteúdos relevantes nas semanas seguintes.

Essa consistência é crucial porque os algoritmos das plataformas avaliam o engajamento: se os novos seguidores não interagem, o alcance do perfil tende a cair.

A especialista ressalta ainda que um bom conteúdo pode trazer retorno, mas a empresa deve estar preparada com estoque suficiente, atendimento ágil e canais acessíveis.

Isso inclui logística eficiente, respostas rápidas e canais de comunicação como WhatsApp ativos para tirar dúvidas e atender solicitações. Sem esse planejamento, o sucesso momentâneo pode se transformar em problema em vez de oportunidade.

Não custa lembrar que o trabalhador não é obrigado a gravar vídeos para o TikTok ou qualquer rede social se não quiser ou se essa função não fizer parte de seu contrato.

Essa prática pode configurar desvio de função, como explica Paulo Renato Fernandes, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

“Quando há desvio de função, o empregado tem direito a receber um adicional. Além disso, há a questão do direito de imagem, que é garantido por lei e precisa ser autorizado. Nesse caso, também é possível solicitar indenização pelo uso da imagem”, explica o professor.

O empregador deve solicitar aos funcionários uma autorização por escrito para o uso de imagem, especificando onde os vídeos serão exibidos.

Mesmo quando essa atividade já consta no contrato, o advogado trabalhista Maurício Corrêa da Veiga recomenda obter autorização do funcionário a cada nova campanha publicitária. (veja mais o que diz a lei sobre o tema)

Segundo o advogado, o empregado pode processar a empresa e pedir indenização se se sentir obrigado, induzido ou coagido de alguma forma a participar dos vídeos.

➡️ Mas quem deve aparecer nesses conteúdos? Para Tainá Alves, do Sebrae, o ideal é que o próprio empreendedor participe, pois isso gera credibilidade e conexão.

“Se o empreendedor não tiver interesse, perfil ou aptidão para aparecer, e nenhum colaborador quiser participar da produção de conteúdo, é possível contratar microinfluenciadores”, explica.

📲 Os microinfluenciadores são criadores de conteúdo com número relativamente pequeno de seguidores (geralmente entre 1 mil e 100 mil).

Esses influenciadores, geralmente locais ou de nicho, têm engajamento mais real com comunidades específicas. Segundo Tainá Alves, costumam gerar mais retorno do que grandes influenciadores.

Outro ponto destacado pela especialista é a importância da Geração Z, nativa digital. Mesmo sem grande poder de compra, esse grupo influencia decisões familiares e deve ser incluído nas estratégias de comunicação.

Além disso, a GenZ será o público do futuro. Por isso, é essencial fidelizar esse grupo. “Eles buscam propósito, impacto social e conteúdo autêntico. É com eles que as marcas precisam começar a dialogar desde já”, conclui Tainá.

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Casal transforma Kombis em casas e fatura R$ 800 mil em um único ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casal transforma Kombis em casas e fatura R$ 800 mil em um único ano Em Guarulhos (SP), empreendedores criaram uma empresa especializada em adaptar veículos utilitários para moradia e viagens. Por Pegn — São Paulo

O que era apenas um sonho inspirado por vídeos nas redes sociais virou um negócio lucrativo e cheio de histórias para contar.

Em Guarulhos (SP), o casal Nathália Custódio e Murillo Átilla criou uma empresa que transforma veículos utilitários, especialmente Kombi, em verdadeiras casas sobre rodas. Em 2024, o faturamento chegou a impressionantes R$ 800 mil.

Fascinados por motorhomes, decidiram construir o próprio veículo para viajar. Sem experiência, aprenderam tudo na prática, desenharam projetos, fizeram maquetes e, com um investimento inicial de R$ 8 mil, começaram a montar a primeira Kombi artesanalmente, com materiais reaproveitados e muita criatividade.

A primeira Kombi foi vendida durante a pandemia e trouxe uma renda inesperada. A segunda foi construída na garagem apertada de casa e também vendeu rápido.

Quando chegaram ao quarto veículo, veio a virada de chave: nasceu a empresa especializada em casas sobre rodas.

Hoje, com quase 150 veículos transformados, o casal atende clientes de todo o Brasil. Cada projeto é 100% personalizado, feito sob medida para quem quer viajar com conforto e estilo.

Os pedidos são os mais variados: já criaram uma Kombi cigana para apresentações teatrais e até um estúdio de podcast móvel.

Um dos projetos mais especiais foi para a família Costa, que queria viajar com os filhos e o pet. “A melhor coisa no fim de semana é chegar num camping, relaxar, tomar um café e curtir a paisagem”, conta Ana Paula, cliente da empresa.

A adaptação do veículo custou R$ 28 mil e incluiu detalhes como pastilhas 3D na cozinha, divisórias personalizadas e até um banheiro interno — exigência da família que só Nathália e Murillo aceitaram realizar.

Apesar do sucesso, o casal mantém o processo artesanal. Recentemente, investiram em uma máquina CNC para facilitar os cortes e aumentar a produtividade. Hoje, conseguem entregar até quatro veículos por mês, mas a demanda continua crescendo.

Nathália Custódio e Murillo Átilla criaram uma empresa que transforma veículos utilitários em casas sobre rodas — Foto: Namu

📍 Av. Torres Tibagy, 620 – Vila Aprazível, 📌 Guarulhos/SP – CEP: 07062-000📞 Telefone: (11) 91089-0262🌐 Site: namukombihome.com.br✉️ E-mail: namukombihome@gmail.com📱 Instagram: @namu_kombihome

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Trabalhador pode ter desconto no salário pelo plano de saúde ou vale-refeição? Veja o que diz a lei

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Trabalhador pode ter desconto no salário pelo plano de saúde ou vale-refeição? Veja o que diz a lei A legislação não obriga o patrão a fornecer pelo vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado. Porém, se houver liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, eles passam a ser obrigatórios. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador não tem a obrigação de fornecer vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado.

Porém, se houver a liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, além da previsão em contrato de trabalho, eles passam a ser obrigatórios para todos os trabalhadores da empresa.

O vale-alimentação e o vale-refeição são regulamentados pela lei federal 6.321/1976, que institui o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

Em ambas as leis, os descontos referentes ao vale-refeição/alimentação devem ser previstos em norma coletiva ou acordo individual por escrito com o empregado. Porém, o valor não pode ultrapassar 20% do salário do funcionário.

Planos de saúde, vale-refeição e outros benefícios extras têm ganhado cada vez mais peso na disputa por talentos. Mas afinal, eles são obrigação das empresas ou apenas um diferencial competitivo?

Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador não tem a obrigação de fornecer vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado.

Porém, se houver a liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, além da previsão em contrato de trabalho, eles passam a ser obrigatórios para todos os trabalhadores da empresa.

“As normas coletivas podem estabelecer a obrigatoriedade, valores, formas de concessão e condições de utilização, a possibilidade ou não de descontá-los do salário do empregado, além de limites para esse desconto”, explica a advogada trabalhista Maria Fernanda Redi.

Por outro lado, especialistas em gestão de pessoas defendem que os benefícios são importantes para atrair colaboradores. Segundo Luiz Eduardo Drouet, conselheiro da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP), os profissionais priorizam cada vez mais as melhores condições de trabalho.

“Empresas que oferecem melhores benefícios conseguem atrair os melhores talentos e as que não seguem este caminho têm muito mais dificuldade para contratar bons profissionais, e convivem com uma rotatividade superior de colaboradores”, completa o especialista.

Self-service; quilão; restaurante por quilo; almoço; vale-refeição — Foto: Marcos Serra Lima/g1

O g1 conversou com especialistas no assunto, e explica abaixo o que diz a lei sobre descontos desconto no salário referentes ao plano de saúde ou vale-refeição:

💸 Como funciona o desconto do vale-refeição/alimentação? 🤔 Posso ser demitido por uso indevido do vale-refeição/alimentação? 🚫 Existe um valor máximo de desconto do plano de saúde? 📝 Como funciona a coparticipação? 🚑 Fiz um procedimento caro, e agora?

O vale-alimentação e o vale-refeição são regulamentados pela lei federal 6.321/1976, que institui o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O benefício também é previsto no artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Em ambas as leis, os descontos referentes ao vale-refeição/alimentação devem ser previstos em norma coletiva ou acordo individual por escrito com o empregado. Porém, o valor não pode ultrapassar 20% do salário do funcionário.

Segundo a advogada trabalhista Maria Fernanda Redi, os descontos precisam ser previstos em cláusula no contrato de trabalho ou com autorização expressa em caso de adesão ao recebimento do benefício.

Esses valores precisam ser descritos no holerite, e todos os funcionários da empresa precisam estar cientes. No caso do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), são oferecidos incentivos fiscais para incentivar as empresas a concederem os benefícios.

“A empresa que realize a adesão voluntária ao PAT, pode fornecer o vale-alimentação/refeição ao funcionário e, em troca, recebe uma série de incentivos fiscais, como a dedução no Imposto de Renda”, completa a advogada trabalhista Luciana Guerra Fogarolli.

Sim. Esse é um benefício precisa ser utilizado apenas com a finalidade destinada, ou seja: refeição e alimentação do trabalhador, conforme previsto pela lei federal 14.442/22, que prevê expressamente que:

“As despesas destinadas aos programas de alimentação do trabalhador deverão abranger exclusivamente o pagamento de refeições em restaurantes e estabelecimentos similares, e a aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais”.

Segundo a advogada Luciana Guerra Fogarolli, ao receber o benefício, o funcionário precisa ser informado com muita clareza todas as regras e políticas do vale-refeição/alimentação da empresa.

O mau uso do benefício pode levar o trabalhador a ser demitido por justa causa, e trazer implicações até mesmo para o empregador.

Deixar que outras pessoas utilizem o vale; Vender ou trocar o vale por dinheiro; Comprar produtos que não sejam alimentícios, como utensílios domésticos, bebidas alcóolicas, cigarros, entre outros.

“O empregador, além de deixar muito claras as regras de uso do benefício, deve observar a gradatividade das penalidades de advertência e suspensões, antes de tomar a decisão drástica de dispensar o trabalhador por justa causa”, afirma a especialista.

No ano passado, mais de 20 funcionários da Meta foram demitidos por comprarem itens de casa com o dinheiro do vale refeição. Eles usaram parte dos US$ 70 (cerca de R$ 390) que ganhavam por dia para comprar produtos como sabão em pó, pasta de dente e taças de vinho.

Quando se trata do plano de saúde, que é regulamentado pela lei federal 9.656/98, não existe um limite mínimo ou máximo para desconto no salário do trabalhador.

Na prática, costuma-se adotar o parâmetro de que o valor descontado não ultrapasse 30% do salário líquido do empregado.

Além disso, a orientação Jurisprudencial (OJ) nº 18 da Seção de Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) estabelece que todos os descontos salariais somados não podem ultrapassar 70% do salário base do empregado.

Isso porque, os valores debitados não podem comprometer o sustento e sobrevivência do trabalhador. As normas, acordos ou convenções coletivas também podem estabelecer os valores e limites de descontos referentes ao plano de saúde.

“Qualquer desconto do salário (para pagar uma parte ou valor mensal do plano) deve ser autorizado pelo empregado, por escrito, como cláusula no seu contrato de trabalho. Outra possibilidade é o funcionário assinar termo de adesão ao benefício ou à política de concessão do benefício”, completa Maria Fernanda Redi.

Na prática, existem duas formas de mais comuns que a empresa disponibiliza o plano de saúde para o trabalhador. São elas:

➡️ Com coparticipação: a empresa paga a mensalidade do convênio, e os colaboradores arcam com parte dos valores dos procedimentos realizados. ➡️ Sem coparticipação: a empresa arca com o valor integral do plano de saúde dos funcionários, que ficam livres de qualquer despesa.

Em ambos os casos, o valor debitado também deve ser previamente autorizado por escrito pelo empregado. No plano com coparticipação, o trabalhador deve arcar com até 40% dos custos por consulta, procedimento ou exame realizado.

Segundo a advogada Luciana Guerra Fogarolli, é muito comum algumas empresas aderirem a coparticipação do empregado nesses benefícios, através de descontos da remuneração, que podem ser simbólicos ou não, dependendo do que foi acordado.

Em planos que existem a coparticipação, procedimentos mais caros (como parto ou cirurgias) pode ter um valor variado de desconto conforme as regras do plano de saúde ou acordos feitos em convenção coletiva.

“Mesmo com a aplicação do percentual de coparticipação, o custo final para o trabalhador é geralmente bem menor do que o valor total do procedimento. No entanto, ainda pode representar um impacto significativo na renda do empregado”, explica Luciana Guerra Fogarolli.

Para o trabalhador não ter a renda comprometida, é comum que a empresa permita o parcelamento do valor da coparticipação em procedimentos mais caros. Dessa forma, o desconto mensal não ultrapassa o limite de 30% do salário líquido do trabalhador.

"Essa prática visa proteger a subsistência do empregado, respeitando o equilíbrio entre o benefício e a capacidade financeira do segurado", completa a advogada trabalhista.

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Como Sofá na Caixa foi de sucesso viral nas redes à explosão de reclamações de clientes

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Tecnologia Como Sofá na Caixa foi de sucesso viral nas redes à explosão de reclamações de clientes Queixas contra a empresa no Procon-SP cresceram 126% em 2025, com atraso na entrega como principal problema apontado por compradores. Dono da marca diz que resolver as reclamações é prioridade. Por BBC

Reclamações contra a Sofá na Caixa cresceram 126% em 2025 no Procon-SP, com atrasos na entrega como principal problema.

Fundada em 2024, a empresa ficou famosa nas redes por vender sofás modulares embalados a vácuo e entregues em caixas.

O fundador, Rubens Stuque, diz que os pedidos atrasados representam 6,5% dos cerca de 100 mil sofás entregues desde que a empresa começou a operar. Ele diz que resolver as queixas é prioridade.

O Procon-SP notificou a empresa por descumprir acordos e pode multá-la e incluí-la na lista “Evite Esses Sites”.

Especialistas apontam que o rápido crescimento e a estrutura totalmente digital ajudam a explicar os atrasos; consumidores recorrem à Justiça.

A catarinense Rebeca Alvarez, de 24 anos, se casou em abril e escolheu um sofá da marca Sofá na Caixa para decorar seu novo apartamento com o marido.

"Dia 22 de julho fiz meu pedido, estamos construindo nossa vida do zero, como alugamos um apartamento pequeno, achamos que o Sofá na Caixa seria a melhor opção, pelas milhões de propagandas, e como saíram até na [revista] Forbes, resolvemos confiar", conta a esteticista.

Em reportagem publicada em fevereiro de 2024 na revista Forbes, o fundador da Sofá na Caixa, Rubens Stuque, contava sobre como faturou R$ 1,6 milhão na primeira semana de operação da empresa e planejava vender 50 mil sofás e faturar R$ 90 milhões no primeiro ano de atividade.

"O prazo de entrega era 26 de agosto, o que já é um prazo grande em comparação a qualquer fábrica de móveis, mas aceitei. Porém se passaram 78 dias do pedido, um pagamento alto via Pix, e nada de sofá e nem de resposta deles", contou Rebeca à BBC News Brasil no dia 9 de outubro.

Assim como Rebeca, diversos consumidores têm passado por problemas ao comprar produtos da Sofá na Caixa, que enfrenta uma explosão de reclamações e centenas de processos na Justiça movidos por clientes insatisfeitos.

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Reclamações contra a Sofá na Caixa no Procon-SP cresceram 126% em 2025, com atraso na entrega como principal queixa — Foto: Divulgação via BBC

Entre as principais queixas, estão atrasos na entrega, dificuldade para obter resposta da empresa nos canais de atendimento e para cancelar pedidos e receber o dinheiro de volta.

Segundo o Procon-SP, o número de reclamações contra a empresa mais do que dobrou entre 2024 e 2025. Já foram 614 só neste ano, de janeiro a agosto, um aumento de 126% em relação a todo ano passado, quando houve 272 queixas.

A Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, já recebeu este ano 88% mais reclamações sobre produtos não entregues pela Sofá na Caixa do que em todo o ano de 2024. A cada duas queixas no sistema ProConsumidor da secretaria, uma é sobre sofás não entregues.

No Reclame Aqui, a Sofá na Caixa somava 7.861 reclamações até 13 de outubro, sendo 5.419 delas apenas nos últimos 12 meses. No site, a fabricante é classificada como não recomendada pelos consumidores, e apenas 13% dizem que voltariam a comprar da empresa.

Em entrevista à BBC News Brasil, o fundador da Sofá na Caixa, Rubens Stuque, reconhece as dificuldades enfrentadas por parte dos clientes, mas afirma que os pedidos em atraso representam apenas 6,5% dos cerca de 100 mil sofás já entregues desde que a empresa começou a operar, em fevereiro de 2024.

Stuque diz ainda que resolver os pedidos em atraso e devolver o dinheiro dos clientes que optaram pelo cancelamento é hoje a "prioridade número um".

"Temos um compromisso com o Procon de, até o fim do ano, diminuir essas reclamações pela metade", diz ele.

Conforme o Procon-SP, após a abertura de um processo de fiscalização contra a empresa em julho devido ao aumento de reclamações, a Sofá na Caixa compareceu a uma reunião presencial no final daquele mês, regularizou seu cadastro junto ao órgão de defesa do consumidor e se comprometeu a resolver as reclamações.

Porém, nesta quarta-feira (15/10), a empresa foi novamente notificada pelo Procon-SP por não ter cumprido o plano acordado.

Se a Sofá na Caixa não apresentar soluções efetivas para as dezenas de queixas de consumidores, a empresa será multada, terá de responder na Justiça e será incluída na lista "Evite Esses Sites" do Procon, informou o órgão.

Segundo Stuque, que falou à BBC antes da segunda notificação pelo Procon-SP, entre as medidas tomadas até agora para resolver os problemas estão o aumento da produção para atender à demanda, a redução na variedade de produtos para aumentar a produtividade e uma equipe dedicada a responder às reclamações pendentes.

O empresário diz que a Sofá na Caixa conta hoje com três fábricas próprias, emprega 320 funcionários diretos e gera cerca de 1 mil empregos indiretos.

Com um investimento inicial de R$ 700 mil feito pelos próprios fundadores, o executivo diz que a empresa faturou R$ 57 milhões em 2024, e a expectativa é chegar a R$ 117 milhões neste ano, o que representaria um crescimento de 105%.

"Esse crescimento foi controlado, poderia ter sido 300%, mas controlamos, justamente pela capacidade de produção e logística hoje", diz Stuque.

A Sofá na Caixa vende sofás modulares, compostos por peças individuais que podem ser combinadas de diferentes maneiras para criar modelos personalizados.

Feitos com uma espuma especial, os módulos são vendidos comprimidos em caixas. Uma vez fora da embalagem, as peças se expandem, recuperando a forma original.

Fundada em 2024, a empresa ganhou fama com uma eficiente campanha de marketing, com uma grande quantidade de anúncios impulsionados nas redes sociais e influenciadores testando o produto que viralizou nas redes.

Antes da Sofá na Caixa, Rubens Stuque foi fundador da empresa de móveis para áreas externa Eco Flame Garden e foi homenageado em 2022 na lista Forbes Under 30 da revista Forbes, que destaca empreendedores de até 30 anos, por seu trabalho naquela empresa.

Questionada pela BBC News Brasil sobre os critérios para inclusão de Stuque na lista, a Forbes disse que não iria se pronunciar.

"O modelo de negócios da Sofá na Caixa responde a um problema muito grande, tanto do fabricante, quanto do consumidor", avalia Marcelo Prado, diretor do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi).

"Moramos hoje empilhados uns sobre os outros, em imóveis pequenos, em que há muita dificuldade de passar no elevador o sofá, que é um móvel grande. Tem que içar, não é qualquer elevador que entra, não dá pra subir pela escada às vezes", diz o consultor especializado no setor de móveis há mais de 30 anos.

"Quando você transporta colchão, sofá, ou qualquer coisa feita em espuma, se transporta muito ar. Então, quando você põe isso numa caixa fechada a vácuo, tira todo o ar, a metragem cúbica é muito menor, você também ganha com a logística e com os materiais de embalagem", enumera.

Para o consultor, esse pioneirismo da empresa, além de sua estrutura totalmente digital de vendas e estratégia de marketing agressiva, ajudam a explicar as dificuldades enfrentadas pela companhia agora.

"O pioneirismo traz um desafio. Traz uma vantagem, porque você chega primeiro, mas tem um ônus", diz Prado.

"Tem que ter muito cuidado, muito planejamento, e lidar com a coisa passo a passo, porque a reação do mercado não é necessariamente controlada, ainda mais quando seu grande promotor ou gerador de fluxo é a internet", prossegue.

"A loja física é previsível, você tem mais facilidade de controlar e menos risco. A internet, se aquilo viralizar, pode gerar um fluxo muito maior do que a empresa pode atender."

Foi o que aconteceu com a Sofá na Caixa, segundo uma pessoa com conhecimento dos negócios da empresa, que preferiu falar à BBC News Brasil sob anonimato.

"Acho que vendeu mais do que produz, sistematicamente. Porque foi um boom muito grande. Ele [Stuque] deveria ter pausado as vendas para atender [aos pedidos já realizados]", opina essa pessoa.

A paulistana Maíra Della Negra, de 45 anos, foi uma das afetadas pelos produtos não entregues pela Sofá na Caixa.

Após 20 anos morando em Vinhedo, no interior de São Paulo, a psicóloga conta que se mudou de volta para a capital paulista e escolheu uma poltrona da marca para seu novo apartamento.

"Logo quando comprei, não tinha um código de rastreio, achei estranho, mas OK. Fui cobrando e não tinha uma resposta. E aí começa: 'Olá, estamos com problema na produção, estamos com problema nisso, estamos com problema naquilo'", diz Maíra.

Além de ficar irritada com as respostas da empresa, ela diz que se incomodou ao ver que tinha muita gente reclamando e que ninguém fazia nada a respeito: "Pensei, 'não é possível, a gente precisa se juntar'."

Foi assim que Maíra criou um perfil no Instagram e um grupo de WhatsApp para clientes insatisfeitos, que chegou a reunir mais de 50 consumidores com pedidos em atraso, alguns deles, com compras feitas ainda no fim de 2024 e nunca entregues.

Na quarta-feira (15/10), o perfil "Nunca Sai da Caixa", criado por Maíra, foi suspenso pelo Instagram.

A BBC News Brasil questionou o fundador da empresa se a Sofá na Caixa de fato vendeu mais sofás do que tinha capacidade de produzir.

Rubens Stuque nega, mas afirma que sua produção foi afetada pela aplicação pelo governo federal, em julho deste ano, de direitos antidumping sobre as importações de poliol originárias da China e dos Estados Unidos.

O poliol é um dos principais insumos na fabricação de poliuretano, matéria-prima utilizada na indústria de espumas, e a sobretaxa encareceu e reduziu a oferta do produto no Brasil, segundo representantes do setor.

A decisão do governo foi resultado de um processo de investigação iniciado em janeiro de 2024, a pedido da Dow Brasil, única fabricante nacional de poliol.

A Dow alegou que as importações chinesas e americanas estavam causando danos à indústria doméstica. Mas fabricantes de móveis e colchões questionam a capacidade da companhia de atender à toda demanda nacional.

Associações do setor questionaram a medida junto ao governo e, ainda em julho, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) disse que ela poderia ser revista.

Procurado pela BBC News Brasil, o MDIC informou que "o tema ainda está em discussão e sem data prevista para apresentar a decisão".

"Isso [o antidumping sobre importações de poliol] não afetou só a gente, afetou todo o setor colchoeiro", diz Stuque.

"Fornecedores de poliol retiraram o produto [do mercado], alongando o tempo de venda, sabendo que teria esse aumento de taxa e eles poderiam ganhar mais."

Segundo o empresário, esse é um dos fatores que explicam os atrasos aos clientes, embora não seja o principal. Além disso, ele cita problemas logísticos com transportadoras.

Questionado sobre a possibilidade de pausar vendas e anúncios até a regularização dos pedidos em atraso, Stuque diz que isso não é viável, diante das centenas de pessoas que hoje dependem da empresa.

"Aumentamos nosso prazo de entrega, diminuímos a variedade de produtos. Mas são 1 mil pessoas envolvidas no projeto, e os atrasos representam 6,5% [do total de pedidos], nosso foco é a eliminação desses pedidos [em atraso]", diz o empresário, acrescentando que cerca de 60% dos pedidos do grupo de WhatsApp de clientes insatisfeitos criado por Maíra já tiveram seus problemas resolvidos.

Stuque refuta, por fim, a acusação de muitos desses clientes insatisfeitos de que a empresa seria um "golpe" ou um "esquema de pirâmide".

"A gente não tolera esse tipo de comunicação como 'golpe', 'estelionato'. Todos os dias são feitas soluções de pedidos, de problemas. Muitos clientes têm sim uma resposta, mas não é a resposta que eles gostariam."

O advogado Stéfano Ferri, especialista em Direito do Consumidor e membro da comissão de Direito Civil da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Campinas, explica os passos que o consumidor deve tomar em casos de produtos não entregues.

"O primeiro ponto é sempre registrar todos os contatos que as pessoas fazem com a empresa, seja por e-mail, WhatsApp, se for por ligação, lembrar de pedir o número de protocolo, porque tudo isso facilita quando você precisa buscar o Judiciário posteriormente", diz Ferri.

O Código de Defesa do Consumidor estabelece que o vendedor é responsável pela entrega do produto dentro do prazo estipulado. Caso o produto não seja entregue, o consumidor pode recorrer à Justiça para exigir o cumprimento forçado da oferta.

Outra opção, caso o cumprimento não seja possível, é aceitar outro produto equivalente ou rescindir o contrato, com direito à devolução dos valores pagos.

Caso opte por entrar com um processo, isso pode ser feito na Justiça comum ou no Juizado Especial Cível (JEC), antes conhecido como Tribunal de Pequenas Causas.

O Juizado Especial pode ser acessado se a causa não superar 40 salários mínimos vigentes (equivalente a R$ 60.720 em outubro de 2025). A vantagem é que não há custo judicial para entrar com a ação e, se o consumidor perde, ele não precisa pagar honorários de sucumbência em primeira instância — valores pagos pela parte perdedora em um processo ao advogado da parte vencedora.

No tribunal, também é possível entrar com a ação sem advogado, mas Ferri não recomenda a prática. "Fica muito mais difícil o acompanhamento do processo. E, eventualmente, se a pessoa precisar recorrer, ela vai ter que buscar um advogado", argumenta.

O gaúcho Felipe Beckert tentou esse caminho, após não receber o sofá que comprou em janeiro. Ele diz que, depois de tentar diversas vezes cancelar o pedido e reaver o valor diretamente com a empresa, entrou em junho com uma ação no Juizado Especial Cível no Rio Grande do Sul.

Em outubro, houve uma audiência de conciliação entre as partes — uma etapa obrigatória em ações movidas no Juizado Especial —, mas a empresa não mandou representantes.

"Quando isso acontece, se pede para que seja decretada a revelia da empresa. O caso vai a julgamento, e muito provavelmente o juiz vai considerar como verdade as alegações do autor [da ação] e pode ser até que a empresa venha a pagar uma multa pelo não comparecimento", diz Ferri.

Quanto à possibilidade de indenização por danos morais, o advogado explica que isso é possível pela lei, mas improvável num caso como o enfrentado pelos clientes da Sofá na Caixa.

"Tem que ter um cenário em que o consumidor passa por um constrangimento, algo mais grave. Não basta o simples inadimplemento para ter direito ao dano moral", explica o advogado.

Por fim, Ferri diz que o consumidor também pode recorrer a canais oficiais de reclamação como os Procons estaduais, a plataforma Consumidor.gov.br do governo federal ou sites privados como o Reclame Aqui.

E pode expor seus problemas com a empresa nas redes sociais, se assim o desejar, desde que não extrapole o limite da reclamação, passando a ofender a empresa ou difamá-la — nesses casos, o consumidor pode acabar se expondo ao risco de ser processado pela empresa.

Após o pedido de entrevista feito pela BBC News Brasil, os consumidores ouvidos pela reportagem relataram que a Sofá na Caixa acelerou o processo de resolução dos problemas. A empresa nega e diz que a condução dos casos ocorre normalmente.

A recém-casada Rebeca conseguiu a devolução do seu dinheiro, assim como o gaúcho Felipe. A psicóloga Maíra recebeu seu produto quase três meses depois da compra.

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Dia do Pão: padaria fatura R$ 2,4 milhões por ano com receitas que duram até 10 dias

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Dia do Pão: padaria fatura R$ 2,4 milhões por ano com receitas que duram até 10 dias No Dia Mundial do Pão, celebrado nesta quinta-feira (16), conheça a história de um casal que fez da panificação o ingrediente principal de um negócio milionário. Por Pegn — São Paulo

Em uma movimentada região de São Paulo, uma padaria tem se destacado pela combinação entre tradição, inovação e gestão eficiente.

Com faturamento anual de R$ 2,4 milhões, o negócio comandado por Girlane Tavares e Edvilson Santos é resultado de uma trajetória construída com conhecimento técnico, decisões estratégicas e envolvimento direto dos proprietários em todas as etapas da operação.

A padaria produz semanalmente cerca de 1.200 kg de pão francês — o produto mais vendido — e outros 250 kg de pães variados.

Apesar de simples na composição, o pão francês exige precisão no preparo. Temperatura ambiente, tempo de batida e fermentação são fatores que influenciam diretamente na textura e na crocância.

“Um minuto a mais de batida já altera o resultado”, explica Edvilson, que acompanha pessoalmente o processo.

A padronização é levada a sério. A equipe é treinada para seguir procedimentos rigorosos, e os donos fazem questão de participar da produção.

“O proprietário precisa estar presente, inclusive na operação. Se a demanda está na copa, eu estou lá. Se é no balcão, também”, afirma.

Edvilson cresceu em Pernambuco, onde o pão francês era considerado um item de luxo. A entrada no ramo da panificação veio por influência da cunhada, que sonhava em ter uma padaria. A primeira sociedade durou 12 anos, até que Girlane comprou a parte do cunhado. Desde então, ela e Edvilson passaram a tocar o negócio juntos.

A atual padaria nasceu de um investimento de R$ 200 mil. No início, não havia equipe formada nem clientela. O crescimento foi gradual, com foco em ajustes internos antes de qualquer divulgação.

Uma das decisões mais impactantes foi a compra de um estacionamento ao lado da padaria, com sete vagas. A medida aumentou significativamente o fluxo de clientes.

“Padaria com ticket médio baixo precisa de volume. Sem gente dentro, não prospera”, afirma Edvilson.

A fidelização também é resultado da constância na qualidade dos produtos. Alguns clientes frequentam o local mais de uma vez por dia, como Valdemiro Junior, que passa pela padaria pela manhã, no almoço e no fim da tarde.

Entre as melhorias técnicas implementadas, está o desenvolvimento de receitas que aumentam a durabilidade dos pães embalados.

Pães como brioche, australiano e de hambúrguer podem durar até dez dias, graças ao uso de enzimas no lugar de conservantes. “Sem enzima, duram no máximo cinco dias”, explica Edvilson.

A experiência acumulada levou à criação de uma nova empresa, ainda em fase de legalização, voltada para o fornecimento de produtos de panificação a outras padarias, mercados e indústrias. A iniciativa inclui pré-misturas para pão de queijo e donuts, desenvolvidas desde o início da pandemia.

A capacitação é parte essencial da rotina. Os proprietários participam de cursos e incentivam os colaboradores a fazerem o mesmo.

“Quem quer prosperar com padaria precisa estudar, trabalhar muito e saber lidar com a equipe e com os clientes”, resume Girlane.

📍 Avenida Padres Olivetanos, 417 – Vila Esperança – São Paulo/SP📞 (11) 2682-3304📧 edvilson2@gmail.com🌐 www.olivetanos.com.br📘 Facebook: facebook.com/olivetanos📸 Instagram: @padariaolivetanos

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‘Personal Chefs’: profissionais faturam até R$ 50 mil por mês com menus exclusivos e marmitinhas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor ‘Personal Chefs’: profissionais faturam até R$ 50 mil por mês com menus exclusivos e marmitinhas Profissional cuida de todo o processo: desde a compra dos insumos até a organização da cozinha após o trabalho. Profissão não exige formação específica, mas é necessário ter experiência em culinária, dizem especialistas. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Personal chefs criam experiências gastronômicas personalizadas para clientes que buscam exclusividade – e faturam alto com isso.

Neste serviço, o profissional adapta cardápios de acordo com as necessidades, preferências, restrições alimentares e estilo de vida de cada pessoa ou família.

Todo preparo das refeições é feito sob demanda, planejado e, na maioria das vezes, armazenado para consumo posterior ao longo de um período, como uma semana, ou para um evento específico.

O Personal Chef cuida de todo o processo: desde a consulta inicial para entender as preferências e restrições dietéticas do cliente, passando pela elaboração do cardápio, a compra dos insumos, o preparo das refeições e a organização da cozinha.

O dia começa com um café da manhã digno de hotel: frutas frescas, pães variados, ovos beneditinos e sucos coloridos e funcionais. No almoço, uma combinação de sabores diferentes, em pratos nutritivos. Já à noite, um jantar aromático, com apresentação impecável e digno de um restaurante estrelado.

Essa rotina, que antes parecia ser exclusiva de celebridades, está cada vez mais acessível para o público, graças ao trabalho dos personal chefs, que criam experiências gastronômicas personalizadas para clientes que buscam exclusividade – e faturam alto com isso.

🤔 Mas o que é um personal chef? São profissionais de gastronomia que oferecem serviços culinários personalizados para diferentes clientes, geralmente em suas próprias residências ou em espaços de eventos.

Neste serviço, o profissional adapta cardápios de acordo com as necessidades, preferências, restrições alimentares e estilo de vida de cada pessoa ou família.

Todo preparo das refeições é planejado e feito sob demanda — e, na maioria das vezes, os alimentos podem ser armazenados para consumo posterior.

Segundo especialistas consultados pelo g1, é o próprio personal chef que cuida de todo o processo: desde a compra dos insumos até a organização da cozinha após o trabalho. Além disso, o profissional também pode elaborar cardápios que atendam as preferências e restrições alimentares de cada cliente.

Segundo Zenir Dalla Costa, coordenadora do curso Tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário Senac, essa flexibilidade e o modelo de serviço característicos do personal chef são diferentes de outros profissionais da área, como:

Private Chef (ou Chef Particular): é empregado por uma única família como CLT, cozinhando diariamente;Chef de Restaurante: opera em um ambiente de produção em escala, com um cardápio fixo e gerenciamento de equipe sob alta pressão;Catering/Chef de Eventos: se concentra em produções pontuais e de grande volume para eventos específicos. Pâtissiers e Boulangers: mestres da doçaria e panificação, que exigem um domínio técnico muito particular e preciso.

“O Personal Chef se destaca pela sua abordagem íntima, customizada e focada na rotina alimentar individual ou familiar, oferecendo uma experiência culinária altamente adaptada e sem o cenário formal de um restaurante”, explica a especialista do Senac.

A professora Paula Sauer, especialista em comportamento do consumidor da ESPM, ressalta que não é obrigatório ter formação acadêmica em Gastronomia ou Nutrição para atuar como personal chef – mas dominar a cozinha com excelência é indispensável.

Além disso, a apresentação dos pratos e do próprio profissional deve ser impecável, transmitindo cuidado e sofisticação. Segundo a especialista, é necessário que tanto o ambiente de preparo quanto as embalagens usadas e a entrega do prato, reflitam higiene, organização e profissionalismo (veja dicas abaixo).

A profissão, que está cada vez mais conhecida na internet, também tem atraído novos profissionais para o ramo. A personal chef Bianca Folla, por exemplo, decidiu abandonar a carreira como advogada para investir na gastronomia.

Ela conta que a decisão veio em 2005, após uma crise de síndrome do pânico, que a fez largar o emprego em um grande banco e transformar a paixão por cozinhar em profissão.

Folla começou oferecendo serviços personalizados de alimentação para familiares e amigos, focados em eventos intimistas. “Meu primeiro cliente foi meu irmão, fiz um jantar a dois para ele e a esposa”, lembra.

Autodidata no início, ela se profissionalizou em 2011, após cursar Gastronomia no Senac, e se tornou uma das primeiras a adotar o termo “personal chef” no país. Antes, todo o repertório dela foi construído por meio de revistas, livros, cursos pontuais e viagens.

“O personal chef é um empresário da própria carreira. Sou eu que me divulgo nas redes sociais, sou eu que falo com meu cliente. Dentro desse guarda-chuva, a gente pode ter várias possibilidades, como buffet, comidinhas congeladas, eventos. É empreender com aquilo que a gente ama, que é cozinhar”, afirma a empreendedora.

Com uma equipe direta de quatro pessoas e apoio de outras quatro, Bianca diz que mantém uma rede de fornecedores fiéis — como açougue, peixaria e hortifrúti —, e atua há 20 anos na cozinha da própria casa, em São Paulo, onde oferece três principais serviços:

Buffet “A Chefe em Casa”, para grupos de 2 a 30 pessoas;Comidinhas Congeladas da Chefe, com entregas semanais e cardápio fixo;Day Cook, serviço personalizado de um dia, com diária de R$ 900, além do custo dos insumos.

No buffet, o valor parte de R$ 3.500 pela contratação da equipe, mais o custo por pessoa. As marmitas individuais variam entre R$ 40 e R$ 60, enquanto porções familiares podem chegar a R$ 130. O faturamento mensal da empresa gira em torno de R$ 40 mil a R$ 50 mil.

A Personal Chef Bianca Folla largou o direito para viver da gastronomia e hoje fatura até R$ 50 mil mensais. — Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução Redes Sociais

Além disso, a chef ministra o curso "Minha Cozinha, Meu Negócio", com metodologia própria, e oferece mentoria para profissionais que desejam se posicionar no mercado.

Folla conta que chegou a trabalhar com eventos de Natal e Ano-Novo durante 18 anos, cobrando o dobro pelas datas. Hoje, no entanto, prioriza o descanso e a qualidade de vida nessas ocasiões. Mesmo assim, diz ela, as vendas de pratos congelados de fim de ano é uma das suas maiores fontes de faturamento.

“Hoje eu decidi não atender mais nessas datas, mas continuo vendendo as comidas congeladas para ceias de Natal e Ano Novo, que são um sucesso. No primeiro ano, em 2020, faturei R$ 30 mil só com pratos natalinos. Os clientes se apaixonaram e continuam pedindo todo fim de ano”, lembra Bianca Folla.

Outro exemplo de personal chef é Lívia Moura, natural de Recife, em Pernambuco. Aos 26 anos, ela é formada em gastronomia e técnica em nutrição e trabalha diretamente na casa dos clientes, adaptando os cardápios às restrições alimentares e preferências individuais.

Lívia, que começou vendendo brigadeiros no farol, atualmente conta com o apoio de duas assistentes e oferece três formatos de serviço: semanal, quinzenal e mensal. Fica a critério do cliente decidir se quer apenas almoço, ou também jantar e lanches.

Os preços começam em R$ 350 por semana, sem incluir o custo das compras, que podem ser feitas pelo cliente ou pela própria chef, mediante taxa adicional. Lívia leva para casa do freguês os próprios utensílios domésticos, além de potes de plásticos livres de componentes químicos.

Nos fins de semana, ela também atua em eventos pequenos, como jantares de noivado e celebrações familiares com até 15 pessoas, e presta consultorias para treinar funcionárias domésticas em cardápios específicos, cobrando cerca de R$ 2 mil por atendimento.

O faturamento médio mensal chega a R$ 25 mil. “Ser personal chef é ser livre. A gente faz o próprio horário, trabalha com amor e conhece pessoas novas todos os dias”, resume Lívia, que atende clientes em Recife, João Pessoa, interior do Pernambuco e até São Paulo.

Apesar da crescente demanda por alimentação personalizada, Lívia destaca que ainda há poucos profissionais do ramo atuando no Nordeste. Segundo ela, trata-se de um mercado em crescimento, porém pouco explorado, com escassez de profissionais qualificados — principalmente fora das capitais.

“Em Recife, já existe procura, mas ainda somos poucos. No interior, praticamente não há profissionais especializados. Muita gente quer o serviço, mas não encontra quem oferece com qualidade e regularidade. Tem gente com talento em casa que nem sabe que já tem uma profissão nas mãos”, explica.

A personal chef Lívia Moura, natural de Recife (PE), tem faturamento médio mensal de R$ 25 mil. — Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução Redes Sociais

Além de cozinhar, Lívia administra toda a parte comercial do negócio: atendimento, precificação e divulgação. Ela investe em tráfego pago, parcerias com influenciadores digitais e presença ativa nas redes sociais. O boca a boca também é essencial. (Veja mais dicas abaixo)

Por segurança, a Recifense grava toda a rotina de trabalho com uma câmera voltada para a bancada, garantindo registro das atividades durante os atendimentos domiciliares. “A gente nunca sabe em que casa está entrando. A câmera é uma forma de me proteger”, conta.

Lívia lembra que, apesar do crescimento da profissão, ainda há preconceito contra prestadores de serviços domésticos — algo que ela própria enfrentou. “Já me negaram até um copo d’água. As pessoas precisam entender que somos empreendedoras, oferecendo uma solução, não um favor”, afirma.

Mesmo com os desafios, ela acredita que o futuro da profissão é promissor. “Todo mundo tem fome e busca praticidade. A personal chef chegou para ficar, e quem ama cozinhar tem uma grande oportunidade nas mãos”, completa.

A chef Bianca Folla defende que o sucesso na profissão começa com a escuta ativa e o respeito às necessidades do cliente, especialmente em casos de restrições alimentares (como celíacos, diabéticos, cardiopatas, intolerantes à lactose, etc).

A profissional acredita que qualquer pessoa apaixonada por cozinhar pode se tornar personal chef, mesmo sem grandes investimentos. “Se você gosta de cozinhar, isso já é suficiente para começar. Transforme o que ama em serviço”, explica.

Para ela, o segredo é definir o serviço, montar uma proposta profissional e começar pequeno. “Todo mundo inicia com o primeiro cliente. Documente sua jornada e vá crescendo um passo de cada vez”, resume.

Os primeiros passos podem ser dados atendendo amigos, familiares ou pequenos grupos de conhecidos. Isso ajuda a ganhar experiência e montar um portfólio — elemento fundamental para conquistar novos clientes.

A personal chef Lívia Moura, natural de Recife (PE), tem faturamento médio mensal de R$ 25 mil. — Foto: Reprodução/Instagram Livia Moura

Já para Lívia Moura, é importante que o empreendedor estruture o modelo de trabalho antes de começar, como: cardápios, frequência dos atendimentos (semanal, quinzenal, mensal), precificação, logística de compras e entregas.

Ter clareza no que oferece ajuda a transmitir profissionalismo e conquistar clientes. Para a recifense, ter uma boa apresentação visual com fotos, vídeos, quem você é, quais serviços está ofertando, valores e formas de pagamento faz toda a diferença.

Para Zenir Dalla Costa, coordenadora do curso de Tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário Senac, dominar restrições alimentares e saber personalizar cardápios é um diferencial estratégico para quem quer atuar como personal chef.

Segundo ela, essas competências não apenas abrem novas oportunidades de mercado, como também garantem competitividade e relevância a longo prazo na profissão. Embora não seja obrigatório, ter formação e conhecimentos técnicos fazem total diferença.

Por isso, cursos técnicos, especializações e formações complementares podem ajudar a desenvolver repertório e segurança. A professora Paula Sauer, da ESPM, recomenda algumas formações:

➡️Cursos técnicos ou superiores em Gastronomia: oferecem fundamentos de cozinha, técnicas e gestão. ➡️Formação em Nutrição: agrega diferencial para clientes que buscam equilíbrio alimentar, dietas específicas ou objetivos de saúde. ➡️Especializações: confeitaria, cozinha internacional, alimentação saudável, cozinha funcional, dietas restritivas (sem glúten, sem lactose, vegana, low carb etc.). ➡️Workshops e cursos livres: atualizam tendências e oferecem aprendizado prático em nichos específicos. ➡️Um toque de ancestralidade, uma história de família, uma receita única, um toque de “vó” faz toda a diferença.

Segundo as especialistas, dominar diferentes dietas – como vegetariana, low carb, sem lactose ou sem glúten – também pode ajudar a ampliar a base de clientes e agregar valor ao serviço. Muitos chefs também trabalham em parceria com nutricionistas.

Por isso, é essencial formalizar a atividade como MEI ou ME, por exemplo (veja a diferença), definir preços, cuidar da divulgação e organizar as finanças. Para o marketing, as redes sociais são grandes aliadas.

Mostrar bastidores, cardápios e depoimentos de clientes ajuda a gerar confiança. Parcerias com influenciadores e profissionais de áreas relacionadas ampliam o alcance. Para a professora Paula Sauer, é essencial ter:

📲 Presença ativa em redes sociais (Instagram, TikTok, YouTube) com fotos e vídeos de pratos, bastidores e dicas culinárias;🫱🏻‍🫲🏼 Parcerias com nutricionistas, academias, cerimonialistas e buffets;🗣️ Marketing boca a boca, fundamental nesse segmento;💻 Criação de site ou cardápio digital para apresentação profissional.

Desenvolver um estilo pessoal — seja com um prato exclusivo, uma cozinha temática ou uma experiência diferenciada — é uma forma eficaz de se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e fidelizar clientes.

Tendências como alimentação saudável, jantares intimistas e experiências personalizadas estão em alta. Atualizar-se e diversificar os serviços pode garantir estabilidade financeira e crescimento contínuo.

“É bacana ter uma história por trás de um serviço. Queira ser reconhecido pelo melhor brigadeiro do mundo, ou pela melhor massa do mundo. Generalizar pode não ser o melhor caminho para ser reconhecido como o melhor”, completa Paula Sauer.

Alimentação saudável e funcional: foco em ingredientes que promovem bem-estar e performance.Culinária sustentável: valorização de produtos locais, aproveitamento integral dos alimentos e redução de desperdício.Experiências exclusivas: jantares intimistas e menus degustação personalizados no conforto do lar.Personalização de cardápios: atenção a restrições médicas, objetivos nutricionais e performance esportiva.Consultoria online em expansão: planejamento de cardápios, aulas e orientações culinárias oferecidas virtualmente.

“Muitos clientes buscam personal chefs não apenas pelo sabor, mas para adequar sua alimentação a objetivos como emagrecimento, ganho de massa muscular ou bem-estar”, completa a professora da ESPM.

Para Zenir Dalla Costa, coordenadora do curso de Gastronomia do Senac, unir excelência culinária, conhecimento nutricional e visão de negócios é a chave do sucesso nesta carreira tão dinâmica e personalizada.

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Lugar para sentar, começa cedo e tem petiscos: veja como é uma balada 50+

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Lugar para sentar, começa cedo e tem petiscos: veja como é uma balada 50+ Empreendedores de Porto Alegre (RS) apostaram R$ 10 mil em festas itinerantes voltadas ao público maduro e hoje faturam até R$ 200 mil por mês. Por Pegn — São Paulo

Nada de esperar até meia-noite ou encarar salto alto desconfortável. A proposta de Patrícia Parenza e Diego de Godoy é simples: uma balada itinerante pensada para quem já passou dos 50 anos, com música boa, início cedo, lugares para sentar e petiscos.

A ideia nasceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e já passou por nove cidades em 2025, reunindo até 1.200 pessoas em uma única noite. O investimento inicial foi de R$ 10 mil e, em pouco tempo, o negócio se mostrou lucrativo: o faturamento mensal chega a R$ 200 mil.

“A gente decidiu investir nesse público após ouvir muitas mulheres nas redes sociais, pedindo por diversão, pedindo por atenção, pedindo por um lugar onde elas se sentissem completas, livres, sem julgamento e pertencentes”, conta Patrícia, que após completar 50 anos decidiu transformar conversas em um empreendimento.

Lugar para sentar, começa cedo e tem petiscos: você iria a uma balada 50+? — Foto: Reprodução/PEGN

O modelo de negócio é enxuto e funciona em parceria com casas locais. Os produtores ficam com a bilheteria, enquanto os parceiros exploram o bar. Assim, conseguem realizar cerca de três festas por mês em diferentes capitais.

Segundo os empreendedores, criar um negócio para a própria faixa etária é um dos segredos do sucesso. “Somos dois maduros fazendo um negócio para maduros. Sabemos o que esse público deseja, porque sentimos as mesmas dores”, afirma Diego.

As festas começam cedo, oferecem áreas de descanso e tocam músicas que despertam memórias afetivas. Clientes como Isabel Dias e Ciloca Monteiro, ambas com mais de 70 anos, garantem: “Velho, com 70 anos, tem que estar na cama? Mas nós não somos assim”.

Para os sócios, a mensagem é clara: nunca é tarde para começar, se divertir ou até mesmo flertar. E o público 50+ prova isso a cada nova pista de dança lotada.

Lugar para sentar, começa cedo e tem petiscos: você iria a uma balada 50+? — Foto: Reprodução/Tv Globo

📍 R. Amaro Cavalheiro, 168 – Pinheiros – São Paulo/SP- CEP: 05425-010📞 Telefone: (11) 93735-2762📧 E-mail: comercial@casabossa.com.br🌐 Site: https://casabossa.com.br/birds📱 Instagram: @birds_house_sp

📍 Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – São Paulo/SP CEP: 02993-245🌐 Site: https://parquevillalobos.com.br/📧 E-mail: atendimento@villalobosparque.com.br📱 Instagram: @villalobosparque📘 Facebook: @Parque Villa-Lobos

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Quer viver ou abrir negócio na Itália? Vila na Toscana paga até R$ 126 mil; entenda como funciona

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Quer viver ou abrir negócio na Itália? Vila na Toscana paga até R$ 126 mil; entenda como funciona Medida é parte de um programa que visa atrair novos residentes e estimular a economia local. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Radicondoli, pequeno município localizado na região de Toscana, na Itália, passou a oferecer até 20 mil euros (cerca de R$ 127 mil) para pessoas que se disponham a comprar e morar em imóveis da cidade, que conta com 960 habitantes.

A medida é parte de um programa lançado em 2023 e que oferece uma série de incentivos financeiros para atrair novos residentes e estimular a economia local.

Segundo o site oficial do programa, o município dispõe de quase 300 mil euros (o equivalente a R$ 1,9 milhão) para apoiar moradores, famílias e empreendedores que queiram comprar ou alugar um imóvel na cidade.

O objetivo do projeto é movimentar a economia local, fortalecer a comunidade e atrair novos moradores, especialmente jovens.

Radicondoli, pequeno município localizado na região de Toscana, na Itália, passou a oferecer até 20 mil euros (cerca de R$ 127 mil) para pessoas que se disponham a comprar e morar em imóveis da cidade, que conta com 960 habitantes.

Já quem prefere empreender pode receber até R$ 50 mil para abrir um negócio por lá. A medida é parte de um programa lançado em 2023 e que oferece uma série de incentivos financeiros para atrair novos residentes e estimular a economia local.

📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graçaO que você achou do novo formato de vídeo que abre esta reportagem?

Segundo o site oficial do programa, o município dispõe de quase 300 mil euros (o equivalente a R$ 1,9 milhão) para apoiar moradores, famílias e empreendedores que queiram comprar ou alugar um imóvel na cidade.

Os incentivos estão organizados em quatro áreas principais: Casa, Família, Trabalho e Energia. Dentro desses pilares, há subsídios para compra de imóveis, apoio a contratos de aluguel, incentivo à abertura ou revitalização de negócios e auxílio a famílias com crianças em escolas e creches.

O programa também oferece apoio financeiro a trabalhadores que se deslocam diariamente para municípios vizinhos, além de subsídios para instalação de sistemas de aquecimento urbano ou compra de combustível para quem não está conectado à rede elétrica.

“Esses incentivos estão vinculados à residência – ou seja, à escolha de viver aqui. Se você decidir se mudar e transferir sua residência para Radicondoli, damos as boas-vindas com todas as oportunidades de financiamento disponíveis”, afirma a prefeitura em nota.

O objetivo do projeto é movimentar a economia local, fortalecer a comunidade e atrair novos moradores, especialmente jovens.

Vila italiana está pagando R$ 120 mil para quem topar morar e empreender no vilarejo — Foto: Reprodução/Visit Radicondoli

🏠 Compra de casa para residência➡️ Aluguel de casa para moradia💸 Novas atividades empreendedoras🤔 Como participar

O programa oferece subsídios para compra de imóveis, estimulando o repovoamento e a revitalização de casas e apartamentos existentes.

A prefeitura concede benefícios não reembolsáveis de 15% a 25% do valor de compra, com teto de 20 mil euros (aproximadamente R$ 127 mil), para quem se comprometer a morar no imóvel por pelo menos 10 anos.

Podem participar cidadãos italianos, europeus ou estrangeiros com residência legal na Itália. O imóvel deve estar localizado no município e ser destinado ao uso residencial.

As inscrições vão até 31 de dezembro. A seleção considera renda familiar, composição do núcleo familiar e tempo de residência na cidade. O edital completo está disponível no site oficial da prefeitura.

Outra iniciativa oferece subsídios para novos residentes que alugarem imóveis e fixarem residência por pelo menos quatro anos. O programa faz parte do projeto Wivoa Radicondoli 3.0, com recursos de 28,4 mil euros (cerca de R$ 180 mil), distribuídos em duas modalidades:

Aluguel mensal: cobre 50% do valor do aluguel, com limite de 200 euros (R$ 1,2 mil) por mês, por até 24 meses, totalizando 4.800 euros (R$ 30,5 mil). O repasse é anual e retroativo, mediante comprovação dos pagamentos.Fiança: cobre 80% do valor da garantia exigida no contrato (chamado de fidejussione na Itália), substituindo ou complementando o depósito caução, com cobertura de até dois anos de aluguel.

Podem participar cidadãos italianos, europeus ou estrangeiros com residência legal na Itália, que não tenham morado em Radicondoli até fevereiro de 2024.

Jovens de até 35 anos que estão saindo da casa dos pais ou familiares sem outros auxílios públicos para moradia também são elegíveis.

Moradores jovens que renovarem contrato de locação também podem participar. As inscrições vão até 31 de dezembro ou até esgotarem os recursos disponíveis.

Vila italiana está pagando R$ 120 mil para quem topar morar e empreender no vilarejo — Foto: Reprodução/Visit Radicondoli

O município oferece apoio financeiro de até 8 mil euros (cerca de R$ 50 mil), cobrindo até 50% dos custos para abrir ou assumir um negócio em Radicondoli.

O valor não precisa ser devolvido e visa fortalecer o empreendedorismo, gerar empregos e impulsionar setores como turismo, comércio, agricultura e serviços.

Podem participar pessoas físicas ou empresas que desejem instalar sede operacional no município. As atividades elegíveis incluem:

Comércio varejista e serviços à populaçãoArtesanatoTurismo e hospedagemAgricultura e agroturismoProfissionais liberais com sede no município

É necessário comprovar regularidade fiscal, registrar formalmente a atividade e manter o negócio por pelo menos três anos após o recebimento do recurso.

Algumas atividades, como casas de jogos, comércio de armas ou sex shops, não são contempladas. Entre os custos cobertos estão:

Registro e constituição da empresaAdequação de instalações e conexão ao sistema de aquecimentoCompra de equipamentos, móveis e tecnologiaObras estruturaisCertificações e cursos de capacitaçãoPublicidade e marketing

O edital vai até 31 de dezembro ou até o esgotamento dos recursos. O processo de seleção é por ordem de chegada, e a prestação de contas deve ocorrer até 28 de fevereiro de 2027.

Os interessados devem enviar a documentação por meio do protocolo da prefeitura, correio ou e-mail certificado (PEC) para comune.radicondoli@postacert.toscana.it. Todos os formulários e detalhes necessários estão disponíveis no site oficial do município ou do programa WivoaRadicondoli.

Para informações sobre imóveis disponíveis para venda ou aluguel em Radicondoli, é possível entrar em contato com a Agência Immobiliare VP pelos telefones +39 0588 64717 ou +39 329 0322533, pelo e-mail info@vpimmobiliare.com, ou consultando diretamente as ofertas no site da agência.

Com essa iniciativa, a administração municipal busca estimular a chegada de novos moradores, valorizar o patrimônio habitacional local e dinamizar a economia da região.

Mais informações sobre os diversos programas da prefeitura também podem ser obtidas pelo e-mail info@comune.radicondoli.siena.it.

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Jogo de investigação criminal vira febre e rende R$ 100 mil por mês a casal

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Jogo de investigação criminal vira febre e rende R$ 100 mil por mês a casal Marina Lamim e Lucca Marques investiram R$ 10 mil para criar um jogo que simula investigação criminal, com dossiês, documentos e até um 'delegado virtual' para validar respostas. Por Pegn — São Paulo

Você já se pegou tentando adivinhar quem é o assassino em um livro ou filme policial? Foi justamente a paixão por mistérios que levou um casal carioca a transformar o hobby em um negócio de sucesso, e que hoje fatura cerca de R$ 100 mil por mês.

Marina Lamim e Lucca Marques são os criadores de um jogo de investigação criminal que vem conquistando fãs por todo o Brasil.

A ideia nasceu de forma inusitada: o pedido de namoro. Lucca, engenheiro de produção e apaixonado por desafios, decidiu surpreender Marina com uma proposta diferente. Criou um jogo personalizado, com pistas e enigmas, que a levava a descobrir, passo a passo, o desfecho da história — que terminava com um anel e uma flor.

“Eu queria impressionar a Marina de alguma forma, fazer algo inteligente e divertido. Sabia que ela ia ficar ansiosa para resolver”, conta Lucca. A surpresa deu tão certo que virou inspiração para o primeiro protótipo do jogo.

Apaixonados por jogos de tabuleiro, Marina e Lucca buscavam uma experiência mais imersiva, algo que realmente os colocasse no papel de detetives. Como não encontraram nada parecido no mercado brasileiro, decidiram criar o próprio jogo.

"A gente pensou: e se a gente fizesse algo melhor? Mais difícil, mais divertido?", lembra Lucca.

O casal investiu R$ 10 mil no projeto inicial e passou semanas testando o jogo com amigos e familiares.

Marina, que cuida da parte visual, também foi uma das primeiras jogadoras. “Mesmo tendo participado da criação, eu precisava jogar para dar feedback. A gente contou com mais de 40 pessoas para testar e ajustar o nível de dificuldade”, explica.

O objetivo era criar um jogo acessível para todas as idades, sem restrições, e que pudesse ser jogado em família. “Queríamos algo que crianças, adultos e idosos pudessem jogar juntos”, diz Marina.

Casal fatura R$ 100 mil por mês ao vender jogo de investigação criminal — Foto: TV Globo/ Reprodução

A experiência começa com a entrega de dois envelopes recheados de pistas. Dentro deles, o jogador encontra desde jornais fictícios até cadernos de suspeitos, documentos e depoimentos. Tudo é feito à mão pelo casal, com atenção aos mínimos detalhes.

“Você recebe um dossiê como se fosse um caso real. Vai lendo as mensagens, analisando documentos, tentando entender o que aconteceu. Pode ser um assassinato, um roubo, um golpe. E o desafio é descobrir quem foi o culpado”, explica Marina.

Para ajudar na investigação, os jogadores contam com um “delegado virtual” — uma inteligência artificial desenvolvida pelo casal.

O personagem interage por meio de um aplicativo de mensagens, valida respostas e dá dicas quando o jogador se sente perdido. “É como se fosse um protocolo de investigação. Se você não sabe o que fazer, pergunta para o delegado e ele te orienta”, diz Lucca.

A aposta deu certo. O casal começou vendendo duas unidades por dia. Hoje, são cerca de 80 jogos vendidos diariamente, com preços a partir de R$ 54,90. O faturamento mensal já chega aos R$ 100 mil.

"A gente viu que existiam jogos assim lá fora, mas nada com a nossa cara. Então decidimos criar histórias ambientadas no Brasil, com personagens e contextos que o público daqui reconhece (…) a gente pensa em tudo: desde a qualidade do papel até a experiência emocional que o jogo vai proporcionar. O que eu gostaria de receber em casa se estivesse pagando por isso", completa Marina.

📍 Av. Brigadeiro Faria Lima, 2369, Conj. 1102 – Jardim Paulistano – São Paulo/SP – CEP: 01452-922📞 (21) 97475-1486 | (21) 99474-5236📧 suporte@sobinvestigacao.com🌐 sobinvestigacao.com📁 Instagram: @sob.investigacao📘 Facebook: facebook.com/people/Sob-Investigação-jogos-e-casos/61574540213867

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