RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

A desorganização que virou um negócio de R$ 320 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios A desorganização que virou um negócio de R$ 320 mil por mês Criada em Florianópolis, plataforma automatiza a gestão, atende 1,2 mil escolas no país e usa o ecossistema de inovação catarinense para escalar o negócio. Por PEGN — São Paulo

Plataforma de gestão foi desenvolvida para automatizar processos e modernizar a administração de escolas de música.

Sistema organiza desde matrículas e cobranças até a comunicação entre alunos, professores e gestores.

Ideia surgiu de forma quase informal. O primeiro protótipo foi criado pelo pai de Matheus, que já trabalhava com tecnologia, para ajudar um amigo da família que tinha uma escola de música em Cuiabá, no Mato Grosso.

Hoje, a plataforma atende cerca de 1.200 escolas de música em todo o país, que somam aproximadamente 120 mil alunos e mais de 15 mil professores.

Empreender não é apenas ter uma boa ideia. É também lidar com rotinas que poucos gostam: agenda, cobranças, relatórios, burocracia.

Em uma escola de música, onde professores, alunos, horários e pagamentos precisam funcionar em harmonia, qualquer desorganização pode comprometer o negócio inteiro. Foi a partir desse desafio que nasceu uma startup que hoje atende escolas em todo o país.

Criada por Matheus Valim, a plataforma de gestão foi desenvolvida para automatizar processos e modernizar a administração de escolas de música.

O sistema organiza desde matrículas e cobranças até a comunicação entre alunos, professores e gestores, funcionando como uma “secretaria digital” na palma da mão.

“É um sistema feito para ajudar a escola a se organizar, automatizar processos e deixar o negócio mais moderno”, resume o empreendedor.

A ideia surgiu de forma quase informal. O primeiro protótipo foi criado pelo pai de Matheus, que já trabalhava com tecnologia, para ajudar um amigo da família que tinha uma escola de música em Cuiabá, no Mato Grosso.

A instituição enfrentava dificuldades de gestão, e a solução simples, desenvolvida em um fim de semana, começou a mostrar resultados rapidamente. Anos depois, a família se mudou para Florianópolis, em busca de oportunidades acadêmicas e profissionais.

Foi na capital catarinense, conhecida pelo ecossistema de inovação e tecnologia, que Matheus decidiu transformar a ferramenta em negócio. Músico de formação e vindo de uma família ligada à música, ele percebeu que o problema enfrentado pelo amigo se repetia em dezenas de escolas pelo Brasil.

“Quando surgiu a oportunidade de empreender, a gente pensou: será que esse sistema não pode ajudar outras escolas também?”, conta.

A resposta veio com o crescimento da base de clientes. Hoje, a plataforma atende cerca de 1.200 escolas de música em todo o país, que somam aproximadamente 120 mil alunos e mais de 15 mil professores.

A empresa opera a partir de Florianópolis e está incubada em um hub de tecnologia ligado à Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), ambiente que ajudou a estruturar o negócio.

“Foi uma virada de chave para a empresa. A gente começou a ter mais visão de negócio e recebeu apoio de outros empreendedores, mentorias e programas de capacitação”, diz Matheus.

Um dos diferenciais da startup está no modelo de precificação. A mensalidade é proporcional ao número de alunos atendidos pela escola, o que torna o serviço acessível para instituições pequenas e escalável para as maiores.

Segundo o empreendedor, escolas que adotam o sistema registram, em média, crescimento de 44% no faturamento no primeiro ano, impulsionado pela organização e pela automação dos processos.

“O professor fica mais organizado, o aluno acompanha aulas e materiais, e a gestão ganha tempo para focar no crescimento”, explica.

Na prática, o impacto é sentido no dia a dia. Em São Paulo, uma das clientes trocou planilhas e anotações manuais por poucos cliques. “Eu levava dias para fechar o mês. Agora, em cinco minutos, está tudo pronto”, relata a dona de uma escola de música na zona sul da capital.

O sistema também melhora a rotina dos professores, que passam a ter acesso organizado à agenda, conteúdos e histórico dos alunos. “A gente consegue focar em dar aula e preparar o conteúdo. Isso otimiza muito o tempo”, avalia um professor que utiliza a plataforma.

Com faturamento médio mensal de cerca de R$ 320 mil, a startup mostra como tecnologia, nicho bem definido e entendimento profundo do cliente podem transformar um problema cotidiano em um negócio escalável. Para Matheus, mais do que números, o projeto carrega um propósito.

“A música é uma forma de desenvolvimento pessoal. E empreender dessa forma é também desenvolver as pessoas ao nosso redor”, afirma.

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Chef cria restaurante na Serra da Mantiqueira e fatura R$ 120 mil por mês com produtos locais

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Chef cria restaurante na Serra da Mantiqueira e fatura R$ 120 mil por mês com produtos locais Projeto familiar tem cozinha baseada em produtos locais, zero desperdício e valorização da cultura da região. Saiba como o modelo sustentável fez sucesso. Por PEGN

O restaurante Puriman, em Campos do Jordão, é um negócio familiar que fatura, em média, R$ 120 mil por mês.

O chef João Izar colhe cogumelos e plantas comestíveis na Serra da Mantiqueira para criar pratos que expressam o território onde são feitos.

O restaurante opera com zero lixo orgânico. O que sobra na cozinha vira ração para animais ou compostagem, que retorna à plantação como adubo.

O negócio recebeu um selo de consumo consciente da ONU, reconhecimento pelo impacto positivo gerado na cadeia produtiva.

É possível sentir o sabor de um lugar? Para o chef João Izar, a resposta está nas montanhas da Serra da Mantiqueira, onde ele colhe cogumelos, pesquisa plantas nativas e resgata saberes ancestrais para construir um restaurante de alta gastronomia com propósito, sustentabilidade e identidade regional.

Localizado em Campos do Jordão, no interior de São Paulo, o restaurante funciona dentro de uma pousada familiar e aposta em uma cozinha baseada em produtos locais, zero desperdício e valorização da cultura da região.

Antes de chegar à cozinha, muitos ingredientes passam pela mata. João percorre trilhas da Mantiqueira em busca de cogumelos e plantas comestíveis, prática que aprendeu com estudo, observação e apoio de especialistas.

“Com o olho treinado, a gente percebe a diferença de cor, a distância das árvores. No começo demora, mas com prática fica mais fácil”, explica o chef.

O contato com a natureza não é apenas inspiração estética, mas parte central do modelo de negócio. A proposta é criar pratos que expressem o território onde são feitos.

O interesse pela gastronomia surgiu cedo. Aos 16 anos, João já estagiava em restaurantes. A faculdade foi um caminho natural, mas exigiu renúncias.

Aos 20 anos, ele assumiu um desafio ainda maior: comandar a cozinha do restaurante que os pais abriram em parceria com amigos. A inauguração coincidiu com a pandemia — e, de uma hora para outra, a equipe deixou o projeto.

“Caiu no meu colo a responsabilidade de ser o chef”, relembra. O restaurante nasceu com investimento inicial de R$ 500 mil. Se cozinhar já era uma habilidade consolidada, gerir um negócio foi um aprendizado construído na prática.

“Gestão de pessoas foi onde eu mais errei. Tive que errar e aprender com meus próprios erros”, diz. Hoje, João também cuida de compras, precificação, estratégias e análise de resultados. “O administrativo é o que permite que o sonho exista”, resume.

O propósito do restaurante foi se tornando mais claro à medida que João mergulhava na história da Mantiqueira. O chef buscou conhecimento com povos originários, especialmente da tribo Puri, que habitaram a região.

Com eles, aprendeu técnicas como assar alimentos debaixo da terra e o valor simbólico de ingredientes como o pinhão, considerado sagrado. “Eles me mostraram como usar a natureza ao redor com respeito”, afirma.

Para identificar cogumelos comestíveis, o restaurante contou com o apoio de biólogos especialistas em fungos alimentícios não convencionais.

A proposta sustentável vai além do discurso. Cerca de 80% dos ingredientes vêm da economia local, muitos da horta orgânica da própria família. O restaurante opera com zero lixo orgânico.

O que sobra na cozinha vira ração para animais ou compostagem, que retorna à plantação como adubo.

“A gente trabalha com um ciclo fechado. Não existe lixo, só estados da matéria”, explica João.

Apesar do forte viés ambiental e social, o chef reforça que o restaurante é um negócio — e precisa ser financeiramente sustentável.

“Não adianta querer fazer tudo de mais bonito e esquecer da própria economia. Precificação e gestão são essenciais", explica.

A estratégia de abrir o restaurante ao público externo, além dos hóspedes da pousada, ajudou a atrair novos clientes e fortalecer os dois negócios.

Valorizar produtores da região é parte do propósito. Fornecedores, como agricultores locais, passaram a desenvolver novos produtos especificamente para o restaurante.

“Quando você tem um cliente que incentiva a buscar coisas diferentes, isso muda tudo”, conta um dos produtores parceiros.

Esse modelo rendeu ao restaurante um selo de consumo consciente da Organização das Nações Unidas (ONU), reconhecimento pelo impacto positivo gerado na cadeia produtiva.

A gestão do negócio é compartilhada. A mãe de João, Patrícia Borges Izar, cuida do marketing, eventos e experiências oferecidas aos clientes.

“Quando se tem um propósito, uma direção, isso dá força para continuar”, afirma. Para João, o objetivo é claro: valorizar o que é brasileiro.

“A Mantiqueira une três estados riquíssimos culturalmente. A gente precisa valorizar o que é nosso", completa.

📞 Telefone: (12) 99619-9689📧 E-mail: contato.puriman@gmail.com🌐 Site: purimanrestaurante.com.br📸 Instagram: @purimanrestaurante

📍 Endereço: R. D, 1429–1293 – Monte Alegre, Paty do Alferes/RJ – CEP: 26950-000📞 Telefone: (24) 98108-0269📧 E-mail: fazendamontealegrepaty@gmail.com📸 Instagram: @parquefazendamontealegre

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Do maracatu ao aplicativo: como o Carnaval transforma cultura em negócio lucrativo

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Do maracatu ao aplicativo: como o Carnaval transforma cultura em negócio lucrativo Em Olinda e no Recife, cultura popular vira produto, conecta pessoas e mostra como o Carnaval também é estratégia de negócio. Por PEGN

O Carnaval é a maior festa popular do Brasil — e também um dos motores mais potentes da economia criativa.

Em 2026, a expectativa é de que a folia movimente R$ 12,03 bilhões em todo o país, segundo dados do Ministério do Turismo e da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

É nesse cenário que pequenos empreendedores aproveitam o ritmo do Carnaval para encontrar espaço para criar, crescer, reinventar trajetórias e transformar afeto em produto.

O Carnaval é a maior festa popular do Brasil — e também um dos motores mais potentes da economia criativa, impulsionada pelo consumo de serviços, produtos culturais e experiências ligadas à maior celebração do país.

Em 2026, a expectativa é de que a folia movimente R$ 12,03 bilhões em todo o país, segundo dados do Ministério do Turismo e da Confederação Nacional do Comércio (CNC), com cerca de 53 milhões de foliões nas ruas.

É nesse cenário que pequenos empreendedores aproveitam o ritmo do Carnaval para encontrar espaço para criar, crescer, reinventar trajetórias e transformar afeto em produto. Em Olinda e Recife, duas histórias que conectam cultura, tecnologia e empreendedorismo.

No meio do maracatu, nas ladeiras de Olinda, nasceu o apelido — e o negócio — de Osvaldo Bruno, mais conhecido como Seu Maraca.

Historiador de formação e ex-integrante de grupos de maracatu por mais de 16 anos, ele transformou referências da cultura pernambucana em uma marca de moda autoral, com camisas estampadas que contam histórias do Estado.

A costura sempre fez parte da vida de Maraca: mãe, avós e tias eram costureiras. Mas a virada profissional veio após a pandemia, quando ele passou nove dias internado na UTI.

“Ou você volta reaprendendo a viver, ou não aprende nada”, conta. A partir daí, decidiu unir arte, memória e empreendedorismo.

O investimento inicial foi de R$ 3 mil. As primeiras 44 camisas quase se esgotaram em um mês. Hoje, a marca tem faturamento médio mensal de R$ 25 mil, chegando a R$ 100 mil no período do Carnaval.

Cada coleção é desenvolvida em parceria com artistas locais, passa por produção em São Paulo e finalização em Recife, envolvendo costureiras da região — entre elas, a própria mãe de Maraca, responsável pelo controle de qualidade.

Mais do que roupa, o produto carrega significado. “É uma aula em forma de camisa”, define o empreendedor. As estampas abordam movimentos culturais como o manguebeat e transformam tradição em produto contemporâneo.

Do maracatu ao aplicativo: como o Carnaval transforma cultura em negócio — Foto: Reprodução/PEGN

Se antes o encontro acontecia apenas no batuque e na rua, hoje ele também passa pela tela do celular. No Porto Digital, no Recife, o empreendedor Paulo Silva desenvolveu um aplicativo para eventos que virou peça-chave no Carnaval pernambucano.

Criada com investimento inicial de R$ 5 mil, a empresa fatura hoje cerca de R$ 250 mil por mês, sendo 70% desse valor ligado a soluções para o Carnaval.

O aplicativo reúne funcionalidades como compra de ingressos, programação, mapas, dicas de hospedagem e alimentação, além de ferramentas de interação entre usuários e espaços dedicados à segurança.

“Em um Carnaval com milhares de pessoas, informação também vira negócio”, resume Paulo. A tecnologia amplia a experiência do público antes, durante e depois da festa — e abre um novo mercado para startups voltadas ao entretenimento.

Para organizadores, o diferencial está na personalização. “Não é uma solução de prateleira. Eles entenderam nossas dores e adaptaram a tecnologia à nossa realidade”, afirma Henrique Pereira, diretor de inovação de um dos eventos atendidos pelo aplicativo.

Do maracatu ao aplicativo: como o Carnaval transforma cultura em negócio — Foto: Reprodução/PEGN

Das camisas que contam histórias às plataformas digitais que conectam pessoas, o Carnaval pernambucano mostra como empreender também é um ato de resistência cultural.

Para Maraca, o desfile anual é a coroação de um trabalho feito o ano inteiro. “Quem nasce em Olinda ou Recife tem o Carnaval na veia. É memória, afeto, identidade.”

Ao unir tradição e inovação, os empreendedores provam que a festa vai muito além da diversão: ela impulsiona a economia, fortalece a cultura local e cria caminhos para novos recomeços. Afinal, no Brasil, empreender também é saber carnavalizar.

Do maracatu ao aplicativo: como o Carnaval transforma cultura em negócio — Foto: Reprodução/PEGN

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‘Salas da fúria’: como são os espaços cada vez mais populares para liberar a raiva e aliviar o estresse?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor 'Salas da fúria': como são os espaços cada vez mais populares para liberar a raiva e aliviar o estresse? Cada vez mais pessoas pagam para liberar a raiva destruindo televisores e móveis velhos nas chamadas 'salas da fúria' — e muitas delas são mulheres. Por Annabel Rackham

Para Shuka Piryaee, ir a uma 'sala da fúria' é 'uma forma divertida e ridícula de reset' — Foto: Shuka Piryaee via BBC

Deena conta à BBC que sua primeira visita a uma "sala da fúria" foi muito diferente do que ela imaginava.

Ela não teve sentimentos caóticos, nem ficou agressiva, destruindo coisas. Na verdade, ela ficou "surpreendentemente controlada e muito mais consciente".

"Depois que me adaptei, vivenciei a experiência mais como uma liberação física do que como uma explosão emocional."

Cada vez mais mulheres vêm pagando para destruir objetos antigos, como televisores, móveis e louças, protegidas com equipamento especial.

Acredita-se que o conceito das "salas da fúria" tenha surgido no Japão, no final dos anos 2000. Mas uma mulher chamada Donna Alexander afirma ter criado uma dessas salas na sua garagem mais ou menos na mesma época, no Estado americano do Texas.

Naquele espaço, as pessoas podiam entrar e destruir objetos que haviam sido descartados pelos donos.

No Reino Unido, ainda são poucos os lugares onde você pode pegar um taco de baseball e liberar as emoções reprimidas.

As "salas de fúria" são promovidas como uma forma de aliviar o estresse e liberar a raiva acumulada.

E há um aspecto interessante na sua base de clientes. Alguns proprietários afirmam que a maioria das pessoas que procuram essas salas são mulheres.

"Passo a impressão de ser uma pessoa muito tranquila e serena. Por isso, no princípio, achei muito estranho e quase errado estar aqui."

Mas Deena conta que, depois de algum tempo, se sentiu "muito mais leve e tranquila". Ela compara a experiência com "pressionar um botão de reset ou receber uma massagem muito boa".

Deena explica que seu trabalho é acelerado e exige muita responsabilidade e constante tomada de decisões. Agora, ela acredita que a "sala da fúria" pode ajudá-la a lidar com estas situações.

Ela conta que não sentia raiva, mas quis saber como é a experiência de "extravasar". Para isso, ela recebeu um carro para amassar, enquanto ouvia suas canções favoritas.

"Senti algo estranho e libertador ao destroçar coisas sem precisar tomar cuidado. Depois, percebi que havia feito um exercício para meu corpo e minha mente."

Kate Cutler é fundadora e uma das proprietárias de uma "sala da fúria" em East Sussex, no sudeste da Inglaterra. Ela conta que o local está "ficando cada vez mais concorrido" entre suas clientes.

Cutler decidiu montar a sala quando sua filha, já falecida, lutava contra um câncer no cérebro. E ir a uma "sala da fúria" era um dos itens da sua lista de desejos.

Ela afirma que algumas mulheres visitam a sala porque foram traídas ou tiveram rompimentos difíceis. Ou, às vezes, simplesmente porque "têm raiva vindo do nada".

As 'salas da fúria' existem desde o fim da década de 2000 e vêm ganhando popularidade em várias partes do mundo — Foto: BBC

A autora e psicoterapeuta Jennifer Cox participou do programa Woman's Hour, da BBC Rádio 4. Ela acredita que as mulheres são "condicionadas" a reprimir sentimentos de "frustração, ira, agressão e raiva".

Cox explica que as mulheres ficam frequentemente envolvidas com as exigências do trabalho, os pais e os filhos pequenos. Por isso, elas podem acabar ficando "furiosas".

Cox defende que as mulheres deveriam extravasar e acredita que espaços como este, que permitem a elas liberar sua raiva, podem ser muito úteis.

Ela sugere a criação de "minissalas da fúria em casa", com almofadas e travesseiros empilhados, para que elas "se deixem levar" e liberem parte dessa raiva e do estresse.

"Quando reprimimos a raiva, ela se manifesta no nosso corpo de diversas formas, como ansiedade, depressão, TOC, enxaqueca ou problemas estomacais", explica Cox.

Ela defende que as "salas da fúria" podem oferecer "alívio instantâneo" e permitir que, depois, você se sinta mais livre e tranquila.

Para a terapeuta, é saudável se sentir furiosa. Mas o sentimento tem má reputação porque só observamos a explosão, não o acúmulo. "E, como estamos tão sobrecarregados, não há um espaço seguro para expressar sentimentos confusos,"

Espaços como este trazem uma solução para que as mulheres expressem seus sentimentos de forma segura, segundo Dar.

"Grande parte do problema para as mulheres hoje em dia é que não queremos ser julgadas", prossegue ela.

"Por isso, precisamos reprimir todas estas emoções, interpretando o papel da boa menina, talvez sendo a mãe tranquila, a mãe reflexiva e serena. Fomos educadas para sermos amáveis."

Ouça aqui o episódio do programa Woman's Hour, da BBC Rádio 4, que deu origem a esta reportagem.

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Saiba como ajudar o esporte brasileiro e deduzir no Imposto de Renda; em 2023, somente 3 mil pessoas contribuíram

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 23/02/2026 14:45

Economia Imposto de renda Saiba como ajudar o esporte brasileiro e deduzir no Imposto de Renda; em 2023, somente 3 mil pessoas contribuíram A lei do incentivo ao esporte permite que os contribuintes façam doações a projetos desportivos aprovados pelo governo e abatam esses valores — dentro de um limite. No IR de 2024, somente 3 mil contribuintes abateram valores de deduções ao esporte brasileiro. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Delegação brasileira embarcam no Rio Sena para a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024 — Foto: Carl De Souza/via Reuters

As Olimpíadas de Paris terminaram com o Brasil figurando na 20ª posição no quadro de medalhas, abaixo das duas últimas competições — quando tentou se aproximar do grupo dos dez primeiros.

Os contribuintes do Imposto de Renda, que fazem a declaração anual de ajuste pelo formato "completo", têm a oportunidade, todos os anos, de ajudar o esporte amador do país.

A lei do incentivo ao esporte permite que os contribuintes façam doações a projetos desportivos e paradesportivos previamente aprovados pelo governo e abatam esses valores — dentro do limite de 7% do imposto devido.

As doações feitas até o fim de 2024, por exemplo, poderão ser abatidas na declaração do Imposto de Renda de 2025, explicou a Receita Federal.

Neste ano, 42,4 milhões de brasileiros entregaram a declaração do Imposto de Renda dentro do prazo legal, até o final de junho. Em 2023, somente 3 mil contribuintes contribuíram com o esporte brasileiro (R$ 16,93 milhões), valor abatido na declaração de 2024, contra R$ 2.982 contribuintes no ano anterior (R$ 13,19 milhões).O valor ficou bem abaixo de doações para os fundos da criança e do adolescente, e da pessoa idosa, cujas deduções somaram R$ 377 milhões neste ano – feitas por mais de 250 mil contribuintes.Os números da Receita mostram somente 260 mil contribuintes fizeram doações em 2023, com dedução na declaração deste ano, de um potencial de 16,57 milhões de pessoas. Os valores deduzidos poderiam chegar ao total de R$ 14,6 bilhões neste ano.

"Para saber o valor que você pode destinar, você tem de conhecer o seu imposto devido, pois é 7% do imposto devido [no ano em questão]. Você pode fazer o cálculo mensalmente, usando a aplicação 'simulação de alíquota efetiva', disponível na página da Receita Federal, ou fazer uma estimativa anual considerando o imposto devido na sua declaração do ano anterior", explicou o supervisor nacional do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos Fonseca.

De acordo com as regras, podem ser feitas doações ao desporto educacional (para o desenvolvimento integral do indivíduo e a sua formação para o exercício da cidadania e a prática do lazer); ao desporto de participação (sem regras oficiais, como os jogos infantis).; e ao desporto de rendimento, ou seja, aquelas praticadas de regras nacionais e internacionais, como as olimpíadas.

Entre os projetos elegíveis a dedução no Imposto de Renda, há esportes olímpicos, como ginástica, futebol, voleibol e basquete, mas as doações (dedutíveis) também podem ser feitas para modalidades que não estão na competição, tais como capoeira, jiu-jítsu e futsal, entre outros.

Veja a lista completa de projetos elegíveis (preste atenção ao período de captação para cada projeto, pois alguns não têm mais validade).

De acordo com a Receita Federal, existem, porém, há um limite para a dedução no Imposto de Renda dessas doações ao esporte amador.

Todos contribuintes que não estão isentos pagam Imposto de Renda. Para as doações ao esporte, as pessoas podem destinar o valor de até 7% do chamado "imposto devido" – base de cálculo do IR após a incidência das alíquotas progressivas.

Se o contribuinte pagou a mais, na fonte, do que o imposto devido no ano em questão, ele terá, na declaração do IR do ano seguinte, direito à restituição (imposto a restituir). Se pagou a menos, terá de fazer um pagamento adicional (imposto a pagar).

No caso de o contribuinte ter imposto a pagar, o valor da doação ao esporte será abatido do valor.Na hipótese de o contribuinte ter imposto a receber (restituição), o valor da doação é acrescido a esse montante.

Os valores só podem ser abatidos por quem faz a declaração completa do IR, ou seja, não é permitido abatimento por quem utiliza a declaração simplificada.

De acordo com a Receita Federal, o contribuinte deve manter um recibo da doação efetuada caso precise comprovar posteriormente.

"Normalmente, essas instituições informam os valores recebidos para a Receita Federal. Então, na declaração pré-preenchida do ano seguinte, os valores e todas as informações já estarão carregados automaticamente Participe, seja além de um torcedor, seja um apoiador do esporte", afirmou o supervisor do IR, José Carlos Fonseca.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Imposto de Renda 2024: consulta ao 4º lote de restituição está disponível; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 23/02/2026 14:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2024: consulta ao 4º lote de restituição está disponível; veja como fazer Ao todo, mais de 5,34 milhões de contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 6,8 bilhões. Consulta estará disponível às 10h. Por g1

A Receita Federal abriu nesta sexta-feira (23), às 10h, a consulta ao 4º lote de restituições do Imposto de Renda 2024.

Ao todo, mais de 5,34 milhões de contribuintes serão contemplados, no valor total de R$ 6,8 bilhões.

O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores. Os pagamentos serão feitos a partir de 30 de agosto.

Segundo a Receita Federal, 47.238 contribuintes domiciliados no Rio Grande do Sul (RS) foram priorizados e receberão suas restituições neste lote, devido ao estado de calamidade decretado no estado.

Do total, R$ 469,1 milhões referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade no recebimento.

A Receita Federal abriu nesta sexta-feira (23), às 10h, a consulta ao 4º lote de restituições do Imposto de Renda 2024.

Ao todo, mais de 5,34 milhões de contribuintes serão contemplados, no valor total de R$ 6,8 bilhões. O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores. Os pagamentos serão feitos a partir de 30 de agosto. (veja abaixo como fazer a consulta)

Segundo a Receita Federal, 47.238 contribuintes domiciliados no Rio Grande do Sul (RS) foram priorizados e receberão suas restituições neste lote, devido ao estado de calamidade decretado no estado.

Do total, R$ 469,1 milhões referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade no recebimento. Veja abaixo.

15.077 idosos acima de 80 anos84.659 contribuintes entre 60 e 79 anos7.168 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave27.372 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério261.019 contribuintes que receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via PIX;

Saiba tudo sobre o Imposto de Renda 2024Veja como fazer a declaraçãoVeja quem é obrigado a declarar

Os pagamentos das restituições do IR 2024 serão feitos em cinco lotes, segundo informações da Receita.

1º lote: 31 de maio2º lote: 28 de junho3º lote: 31 de julho4º lote: 30 de agosto5º lote: 30 de setembro

Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina".

Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Ao fazer o login, selecione a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”. Na aba “Processamento”, escolha o item “Pendências de Malha”. Lá, você poderá verificar se sua declaração está na malha fina e verificar qual o motivo pelo qual ela foi retida.

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90 em 2023. O valor é um pouco maior do que o da declaração do IR do ano passado (R$ 28.559,70) por conta da ampliação da faixa de isenção desde maio do ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2023, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2023, receita bruta em valor superior a R$ 153.199,50 em atividade rural (contra R$ R$ 142.798,50 em 2022);quem tinha, até 31 de dezembro de 2023, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil (contra R$ 300 mil em 2022);quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2023;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;Possui trust no exterior;Deseja atualizar bens no exterior.

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Imposto de Renda 2024: Receita abre nesta sexta a consulta ao 4º lote de restituições; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 23/02/2026 14:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2024: Receita abre nesta sexta a consulta ao 4º lote de restituições; veja como fazer Ao todo, mais de 5,34 milhões de contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 6,8 bilhões. Consulta estará disponível às 10h. Por g1

A Receita Federal abre nesta sexta-feira (23), às 10h, a consulta ao 4º lote de restituições do Imposto de Renda 2024.

Ao todo, mais de 5,34 milhões de contribuintes serão contemplados, no valor total de R$ 6,8 bilhões. O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores. Os pagamentos serão feitos a partir de 30 de agosto. (veja abaixo como fazer a consulta)

Segundo a Receita Federal, 47.238 contribuintes domiciliados no Rio Grande do Sul (RS) foram priorizados e receberão suas restituições neste lote, devido ao estado de calamidade decretado no estado.

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Os pagamentos das restituições do IR 2024 serão feitos em cinco lotes, segundo informações da Receita.

1º lote: 31 de maio2º lote: 28 de junho3º lote: 31 de julho4º lote: 30 de agosto5º lote: 30 de setembro

Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina".

Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Ao fazer o login, selecione a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”. Na aba “Processamento”, escolha o item “Pendências de Malha”. Lá, você poderá verificar se sua declaração está na malha fina e verificar qual o motivo pelo qual ela foi retida.

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90 em 2023. O valor é um pouco maior do que o da declaração do IR do ano passado (R$ 28.559,70) por conta da ampliação da faixa de isenção desde maio do ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2023, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2023, receita bruta em valor superior a R$ 153.199,50 em atividade rural (contra R$ R$ 142.798,50 em 2022);quem tinha, até 31 de dezembro de 2023, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil (contra R$ 300 mil em 2022);quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2023;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;Possui trust no exterior;Deseja atualizar bens no exterior.

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Imposto de Renda 2024: consulta ao 5º lote de restituição está disponível; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 23/02/2026 14:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2024: consulta ao 5º lote de restituição está disponível; veja como fazer Ao todo, mais de 511.025 milhões de contribuintes serão contemplados, no valor total de R$ 1,03 bilhão. Por g1

A Receita Federal abriu nesta segunda-feira (23), às 10h, a consulta ao 5º lote de restituições do Imposto de Renda 2024.

Ao todo, mais de 511.025 milhões de contribuintes serão contemplados, no valor total de R$ 1,03 bilhão.

Segundo a Receita Federal, 86.570 contribuintes domiciliados no Rio Grande do Sul (RS) foram priorizados e receberão suas restituições neste lote, devido ao estado de calamidade decretado no estado.

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Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

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Imposto de Renda 2024: Receita abre na segunda a consulta ao 5º lote de restituição; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 23/02/2026 14:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2024: Receita abre na segunda a consulta ao 5º lote de restituição; veja como fazer Ao todo, mais de 511.025 milhões de contribuintes serão contemplados, no valor total de R$ 1,03 bilhão. Consulta estará disponível às 10h. Por g1

A Receita Federal abre na próxima segunda-feira (23), às 10h, a consulta ao 5º lote de restituições do Imposto de Renda 2024.

Ao todo, mais de 511.025 milhões de contribuintes serão contemplados, no valor total de R$ 1,03 bilhão. O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores. Os pagamentos serão feitos a partir de 30 de setembro. (veja abaixo como fazer a consulta)

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Do total, R$ 435, 2 milhões referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade no recebimento. Veja abaixo.

11.188 idosos acima de 80 anos75.686 contribuintes entre 60 e 79 anos6.731 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave23.180 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério201.381 contribuintes que receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via PIX;

Saiba tudo sobre o Imposto de Renda 2024Veja como fazer a declaraçãoVeja quem é obrigado a declarar

Os pagamentos das restituições do IR 2024 serão feitos em cinco lotes, segundo informações da Receita.

1º lote: 31 de maio2º lote: 28 de junho3º lote: 31 de julho4º lote: 30 de agosto5º lote: 30 de setembro

Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina".

Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Ao fazer o login, selecione a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”. Na aba “Processamento”, escolha o item “Pendências de Malha”. Lá, você poderá verificar se sua declaração está na malha fina e verificar qual o motivo pelo qual ela foi retida.

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Equipe econômica apresentou a Lula cenários para isentar do IR quem ganha até R$ 5 mil, diz Haddad

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 23/02/2026 14:45

Economia Imposto de renda Equipe econômica apresentou a Lula cenários para isentar do IR quem ganha até R$ 5 mil, diz Haddad Na semana passada, Lula voltou a prometer a isenção para quem ganha até R$ 5 mil. E acrescentou que compromisso será cumprido em 2026 – último ano deste terceiro mandato do petista. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que já apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva "cenários" para isentar do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) quem ganha até R$ 5 mil por mês.

Promessa de campanha de Lula, o tema não consta na proposta de orçamento de 2025, encaminhada no fim de agosto ao Congresso Nacional pela área econômica.

"O presidente encomendou da área econômica estudos que permitissem chegar a R$ 5 mil [de isenção]. Apresentamos alguns cenários. Só posso falar quando ele validar algum dos cenários. Assim que o presidente entender conveniente, vai chamar outros ministros. Mas ele deve bater o martelo em torno disso em algum momento do futuro próximo", declarou o ministro da Fazenda, durante o programa "Bom dia Ministro", da TV Brasil

"Cenários todos [da equipe econômica] preveem essa possibilidade de cumprimento dessa proposta. Me parece consistente a proposta da área técnica, e ele [presidente Lula] se animou de falar do assunto. Um dos caminhos oferecidos parecer promissor do ponto de vista econômico e político", acrescentou Haddad.

Na semana passada, Lula voltou a prometer a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. E acrescentou que esse compromisso será cumprido em 2026 – último ano deste terceiro mandato do petista.

"Eu vou cumprir essa promessa. Em 2026, na hora que for mandado o Orçamento para o Congresso Nacional, estará lá a rubrica de que quem ganha até R$ 5 mil não pagará Imposto de Renda", afirmou Lula, na ocasião.

Neste ano, o governo baixou uma medida provisória (já aprovada pelo Congresso) estabelecendo que quem ganha até R$ 2.824 por mês, o equivalente a dois salários mínimos, não paga mais Imposto de Renda. Para possibilitar isso, o governo deu um desconto automático de R$ 528.Até 2022, o limite de isenção estava em R$ 1.903,98, valor que subiu para R$ 2.640 em maio do ano passado.

O tributo é recolhido na fonte, ou seja, descontado do salário. Posteriormente, o contribuinte pode ter parte do valor restituído, ou pagar mais IR, por meio de sua declaração anual de ajuste.

O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, informou, no fim de agosto, que, caso o governo decida manter em dois salários mínimos, em 2025, o limite de isenção será necessário uma medida que compense a perda de arrecadação.

Tirando a faixa de isenção, a tabela do IR não é corrigida desde 2015, o que obriga um número maior de brasileiros a pagar o imposto mensalmente. Em 2024, 42,4 milhões de pessoas entregaram a declaração do IR.

Cálculos da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco) apontam que a defasagem, até junho deste ano, para quem ganha até dois salários mínimos é de 124,18%. E que, para as demais faixas, o valor é maior: de 166,01%.

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