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Passagens aéreas sobem quase 20% em março, diz Anac

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 20:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Preços das passagens aéreas subiram 19,4% em março em relação ao mesmo período de 2025, informou a Anac.

Indicador utilizado pela agência é o valor médio pago por quilômetro voado (yield), que ficou em R$ 0,5549 no mês.

Alta ocorre em meio à disparada do preço do petróleo, após a escalada do conflito no Oriente Médio.

Barril do tipo Brent acumula alta de cerca de 45% no período. Isso impacta derivados como o querosene de aviação (QAV), usado pelo setor aéreo.

Movimentação da aviação civil brasileira também cresceu em março. Foram 10,6 milhões de passageiros transportados no mês, somando voos domésticos e internacionais, o maior volume já registrado para o período.

Movimentação intensa de passageiros no Aeroporto de Congonhas — Foto: RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Os preços das passagens aéreas subiram 19,4% em março em relação ao mesmo período de 2025, informou nesta sexta-feira (24) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

🔎 O indicador utilizado pela agência é o valor médio pago por quilômetro voado (yield), que ficou em R$ 0,5549 no mês. Ele mede o preço efetivamente cobrado pelas companhias aéreas por distância percorrida e permite uma leitura mais precisa das tarifas no setor.

A alta ocorre em meio à disparada do preço do petróleo, após a escalada do conflito no Oriente Médio. O barril do tipo Brent acumula alta de cerca de 45% no período. Isso impacta derivados como o querosene de aviação (QAV), usado pelo setor aéreo.

Apesar do aumento, a agência afirmou que a variação está dentro da margem típica do setor e ocorre “mesmo com o contexto atual de conflitos externos".

Segundo a Anac, a tarifa real média em março foi de R$ 707,16, alta de 17,8% em relação a março de 2025 e de 0,9% frente a março de 2024, já em valores corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). "A tarifa real média vem em processo de queda desde 2023", afirmou a agência.

A movimentação da aviação civil brasileira também cresceu no mês. Foram 10,6 milhões de passageiros transportados, somando voos domésticos e internacionais, no maior volume já registrado para o período.

Do total, 8 milhões de passageiros viajaram em rotas domésticas e 2,6 milhões em voos internacionais.

No comparativo anual, o número total de passageiros cresceu 3,1% em relação a março de 2025. O avanço foi puxado principalmente pelo mercado internacional, que teve alta de 8,9%, enquanto o segmento doméstico avançou 1,3%.

Os dados fazem parte do relatório de demanda e oferta da Anac, atualizado com a série histórica até março de 2026.

A agência também registrou crescimento na demanda e na oferta de voos. A demanda, medida pelo total de passageiros multiplicado pela distância percorrida, aumentou 7,8% no mercado doméstico.

Já a oferta — calculada pelo número de assentos disponíveis em relação aos quilômetros voados — teve alta de 7,9%. Já no segmento internacional, a demanda subiu 3,3% e a oferta avançou 0,4%.

No transporte de cargas, foram movimentadas 117,5 mil toneladas no total, uma leve queda de 0,3% na comparação anual.

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Salão de Pequim: conheça o Xpeng Aridge, carro voador que carrega embutido em van híbrida; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 18:49

Carros Salão de Pequim: conheça o Xpeng Aridge, carro voador que carrega embutido em van híbrida; VÍDEO O modelo permite voos de até 20 km em um veículo totalmente elétrico, que é recarregado por uma van. Essa van tem motor híbrido e pode rodar até 1 mil km com as baterias e o tanque cheios. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

A dificuldade na fala, porém, se torna irrelevante quando a caçamba se abre e revela algo inesperado: um carro voador surgindo de dentro dela.

Olhando primeiro para a parte que circula apenas no chão, o veículo lembra uma caminhonete das grandes. São 5,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e o visual é marcado por chapas em cinza fosco e linhas retas, que lembram o estilo adotado pela Tesla na Cybertruck.

Trata-se de um veículo off-road, com tração nas seis rodas. Ela é garantida por dois motores elétricos, auxiliados por um motor a combustão.

O conjunto funciona principalmente com energia elétrica. Na prática, as rodas são movimentadas pelas baterias, enquanto o motor a combustão entra em ação apenas para gerar eletricidade e recarregá-las quando necessário.

Com um nome nada fácil de pronunciar, um pequeno caminhão chama a atenção no Salão do Automóvel de Pequim: o Xpeng Aridge. A dificuldade na fala, porém, se torna irrelevante quando a caçamba se abre e revela algo inesperado: um carro voador surgindo de dentro dela.

Olhando primeiro para a parte que circula apenas no chão, o veículo lembra uma caminhonete das grandes. São 5,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e o visual é marcado por chapas em cinza fosco e linhas retas, que lembram o estilo adotado pela Tesla na Cybertruck.

Trata-se de um veículo off-road, com tração nas seis rodas. Ela é garantida por dois motores elétricos, auxiliados por um motor a combustão.

O conjunto funciona principalmente com energia elétrica. Na prática, as rodas são movimentadas pelas baterias, enquanto o motor a combustão entra em ação apenas para gerar eletricidade e recarregá-las quando necessário.

Com todas as baterias carregadas e o tanque abastecido, a Xpeng promete uma autonomia total de até 1.000 quilômetros.

Apesar de levar um carro voador inteiro na caçamba, o veículo ainda acomoda até quatro ocupantes. Durante o salão, porém, os vidros estavam completamente opacos, o que impediu a visualização do interior da parte terrestre.

O veículo aéreo, por sua vez, podia ser observado de perto e até ocupado pelo público. Diferentemente de alguns chamados “carros voadores”, ele conta com comandos físicos para controlar a direção.

Com isso, o modelo se assemelha mais a um drone pilotado como um helicóptero do que a um carro voador totalmente automático, no qual o ocupante apenas informa o destino e aguarda a chegada.

A marca afirma, no entanto, que também há um modo de voo em que o piloto apenas informa o destino. A partir daí, o veículo voador se encarrega sozinho de decolar, percorrer o trajeto necessário e pousar com segurança.

A experiência lembra a de um helicóptero também nos detalhes internos. Os bancos são mais rígidos do que os de um carro de luxo, e há diversos botões dedicados ao controle do voo.

Para que os rotores caibam no veículo terrestre, eles se dobram de forma semelhante a um brinquedo articulado. Segundo a Xpeng, todo esse processo é automático e leva cinco minutos. Basta o piloto pousar o veículo voador próximo ao carro para que a caçamba se abra e o drone se recolha sozinho até o encaixe correto.

Totalmente elétrico, o veículo voador tem autonomia de até 20 quilômetros. Isso deixa claro que sua proposta é atender a deslocamentos curtos. Já o sistema de baterias da parte terrestre permite recarregar o veículo voador até seis vezes.

Se toda essa experiência pareceu empolgante, a Xpeng informa que o Aridge já está em produção e tem preço de US$ 280 mil na China. Na cotação da data de publicação deste texto, o valor equivale a cerca de R$ 1,5 milhão.

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Conta de luz: com menos chuvas, Aneel define bandeira tarifária amarela em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 18:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

A bandeira tarifária para o mês de maio será amarela, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (24). Isso representa um adicional de R$ 1,88 a cada 100kWh na tarifa.

🔎A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

Entre janeiro e abril, a bandeira tarifária foi mantida na cor verde, devido a índices considerados satisfatórios nos reservatórios das usinas hidrelétricas.

A Aneel registrou no entanto que há uma "redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado."

Em nota, a agência destacou que "os consumidores devem cultivar bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico."

💡 O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

💡 Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

Governo anunciou bandeira tarifária para contas de energia de maio — Foto: Gilvana Giombelli/g1 Paraná

🟩bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).

Presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL) pediu ao STF para assumir o cargo. Ministro respondeu a pedido do PSD, opositor de Ruas na disputa pelo governo.

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YouTube lança ferramenta de detecção de deepfakes para celebridades de Hollywood

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Tecnologia YouTube lança ferramenta de detecção de deepfakes para celebridades de Hollywood Artistas podem acessar função mesmo sem ter um canal no YouTube. Medida, inicialmente, era voltada apenas para políticos. Por France Presse

O YouTube lançou uma ferramenta gratuita para celebridades de Hollywood conseguirem detectar deepfakes.

A plataforma lançou no mês passado uma função de proteção de imagem, que ajuda a identificar conteúdos em que um rosto aparece modificado ou gerado com tecnologias de IA para imitar o de uma pessoa real.

O projeto era inicialmente voltado a funcionários de governo, candidatos políticos e jornalistas. Mas, nesta semana, o YouTube ampliou o acesso à indústria do entretenimento, incluindo atores e músicos.

A ferramenta permite "buscar conteúdos gerados por IA que reproduzam a aparência de uma pessoa inscrita, como um deepfake de seu rosto, e lhe dá a possibilidade de localizá-los e solicitar sua remoção".

O YouTube lançou uma ferramenta gratuita para celebridades de Hollywood conseguirem detectar deepfakes, reforçando o combate aos roubos de identidade geradas por inteligência artificial.

A plataforma lançou no mês passado uma função de proteção de imagem, que ajuda a identificar conteúdos em que um rosto aparece modificado ou gerado com tecnologias de IA para imitar o de uma pessoa real.

O projeto era inicialmente voltado a funcionários de governo, candidatos políticos e jornalistas. Mas, nesta semana, o YouTube ampliou o acesso à indústria do entretenimento, incluindo atores e músicos, por meio de agências de talentos e representantes de celebridades.

A ferramenta permite "buscar conteúdos gerados por IA que reproduzam a aparência de uma pessoa inscrita, como um deepfake de seu rosto, e lhe dá a possibilidade de localizá-los e solicitar sua remoção".

"O fato de o YouTube abrir suas capacidades de detecção de deepfakes para personalidades públicas marca um ponto de inflexão na maneira como as plataformas abordam a proteção da identidade na era da IA generativa", declarou à AFP Alon Yamin, diretor-executivo e cofundador da plataforma Copyleaks, de detecção de conteúdo de IA.

"A tecnologia que permite reproduzir o rosto, a voz e os gestos de uma pessoa avançou mais rápido do que as salvaguardas ao seu redor, criando uma brecha que agentes mal-intencionados já estão explorando", afirmou.

A iniciativa chega em um momento em que se multiplicam os vídeos hiper-realistas de celebridades mortas, criados com aplicativos de uso geral como Sora, a ferramenta da OpenAI. O aplicativo desencadeou uma enxurrada de vídeos de Michael Jackson e Elvis Presley.

Em fevereiro, o diretor irlandês Ruairí Robinson criou um clipe surpreendentemente realista que mostrava Brad Pitt lutando contra Tom Cruise em um terraço por meio de um comando de duas frases.

O clipe, que provocou grande inquietação em Hollywood, foi gerado com Seedance 2.0, ferramenta do grupo chinês ByteDance.

Robinson também criou outros vídeos: um em que Pitt luta contra um zumbi ninja armado com espada e outro em que ele se junta a Cruise para combater um robô.

Charles Rivkin, presidente da Motion Picture Association (MPA), que reúne os grandes estúdios de produção americanos, instou a ByteDance a "cessar imediatamente suas atividades de falsificação", acusando-a de atropelar os direitos autorais.

Na ocasião, o YouTube disse que trabalhava com as principais agências de talentos para melhorar a detecção de imagens problemáticas e proteger melhor os artistas.

O YouTube "faz a coisa certa ao fornecer essas ferramentas gratuitamente aos talentos, para que possam proteger seu patrimônio", afirmou Jason Newman, da empresa de representação e produção Untitled Entertainment.

"Seu patrimônio é seu rosto, seu corpo, quem eles são, o que fazem, sua forma de se expressar", acrescentou em entrevista à revista Hollywood Reporter.

O desenvolvimento da ferramenta ocorre após queixas de personalidades americanas de destaque que denunciavam a complexidade do procedimento no YouTube para sinalizar e retirar um deepfake.

"Os riscos são especialmente altos porque os deepfakes podem ser usados para difundir desinformação, manipular mercados, prejudicar reputações ou fazer acreditar em um apoio enganoso. Uma detecção robusta já não é opcional", explicou o responsável da Copyleaks.

"Os sistemas de detecção devem ser extremamente precisos, atualizados continuamente e associados a normas claras e procedimentos rápidos de remoção para serem eficazes", afirmou.

"Isso não eliminará por completo os deepfakes, mas pode reduzir consideravelmente seu alcance e seu impacto, ao dificultar a circulação de conteúdos manipulados sem serem detectados ou questionados", argumentou Yamin.

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Trump critica Suprema Corte e diz que ‘decisão ridícula’ sobre tarifaço vai custar US$ 159 bilhões aos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%Oferecido por

O presidente Donald Trump ouve discursos antes de assinar uma ordem executiva no Salão Oval da Casa Branca, no sábado, 18 de abril de 2026, em Washington. — Foto: AP/Julia Demaree Nikhinson

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disparou nesta sexta-feira (24) contra a Suprema Corte do país. Em publicação nas redes sociais, o republicano afirmou que a decisão de suspender o tarifaço é “ridícula” e deve custar US$ 159 bilhões aos cofres do país.

"Pessoas e empresas que se aproveitaram do nosso país por décadas, por causa da decisão horrível e ridícula da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas, agora supostamente devem receber de volta 159 bilhões de dólares", escreveu Trump.

"Tudo o que [os juízes] precisavam fazer era incluir uma pequena meia frase — “que os Estados Unidos não precisam devolver valores que já foram pagos” — e o nosso país estaria 159 bilhões de dólares mais rico", acrescentou.

Em 20 de fevereiro, a Suprema Corte decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA.

Com as tarifas invalidadas, importadores passaram a poder solicitar reembolsos à Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA referentes às taxas pagas devido ao tarifaço. O novo sistema para pedidos de devolução entrou em vigor na segunda-feira (20) para empresários americanos.

Pessoas e empresas que se aproveitaram do nosso país por décadas, por causa da decisão horrível e ridícula da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas, agora supostamente devem receber de volta 159 bilhões de dólares. Tudo o que precisavam fazer era incluir uma pequena meia frase — “que os Estados Unidos não precisam devolver valores que já foram pagos” — e o nosso país estaria 159 bilhões de dólares mais rico. Isso é mais do que a maioria dos países vale! Pense nisso — apenas meia frase, e teríamos economizado 159 bilhões de dólares. Eles não poderiam ter feito isso pelo nosso país? Presidente DONALD J. TRUMP

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Privatização da Copasa: governo de MG divulga exigências para investidores interessados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Minas Gerais Privatização da Copasa: governo de MG divulga exigências para investidores interessados Investidor de referência deve adquirir 30% do capital da empresa. Um dos requisitos é apresentação de carta de fiança de, no mínimo, R$ 7 bilhões. Por Rafaela Mansur, g1 Minas — Belo Horizonte

O governo de MG publicou um manual com os critérios para empresas e consórcios interessados em se tornar o investidor de referência da Copasa.

O investidor de referência deve adquirir 30% do capital da empresa. A ideia é atrair grupo que tenha capacidade financeira e expertise no setor de infraestrutura.

Os interessados devem entregar a documentação exigida, a partir desta sexta-feira (24) até 8 de maio, na bolsa brasileira (B3).

A privatização da Copasa será realizada por meio da oferta pública de distribuição secundária de ações.

Pelo modelo definido, não haverá emissão de novos títulos, e, sim, a venda de ações já existentes.

O governo de Minas Gerais publicou um manual com os critérios para empresas e consórcios interessados em se tornar o investidor de referência da Companhia de Saneamento (Copasa), em mais uma etapa do processo de privatização da estatal.

O investidor de referência deve adquirir 30% do capital da empresa. A ideia do Executivo é atrair um grupo que tenha capacidade financeira e expertise no setor de infraestrutura, no Brasil ou no exterior.

Os interessados devem entregar a documentação exigida a partir desta sexta-feira (24) até 8 de maio na bolsa brasileira (B3), que vai verificar se eles atendem aos requisitos para serem classificados para a próxima fase do processo. Eles precisam, por exemplo, comprovar regularidade fiscal e trabalhista.

Os investidores elegíveis deverão, na etapa seguinte, fazer o pedido oficial de investimento, isto é, oferecer um preço por ação. Aquele que propuser o maior valor será selecionado.

apresentar carta de fiança de no mínimo R$ 7 bilhões, emitida por banco autorizado a funcionar no Brasil pelo Banco Central (a carta é um instrumento que garante que o investidor tem condições de cumprir suas obrigações financeiras);firmar um termo de compromisso assegurando, entre outros pontos, o cumprimento de metas de universalização do saneamento, a modicidade tarifária e a manutenção dos contratos de trabalho dos empregados por 18 meses.

A privatização da Copasa será realizada por meio da oferta pública de distribuição secundária de ações. Isso significa que não haverá emissão de novos títulos, mas, sim, a venda de ações já existentes.

Com esse modelo, os recursos arrecadados vão para os cofres do estado, e não para o caixa da companhia.

Caso um investidor de referência entre no negócio, o estado poderá manter 5% da participação societária. Se ninguém adquirir 30% da Copasa, 100% das ações do estado poderão ser alienadas.

Na prática, se não houver investidores de referência interessados, a Copasa passará a ser uma empresa de capital pulverizado, sem um único dono e sem controle estatal.

Independentemente do cenário, o estatuto social da companhia deverá prever um limite máximo de 45% de direito de voto. Isto é, mesmo que um único investidor compre a maior parte das ações, ele terá poder de voto limitado e não poderá tomar decisões sem consultar os demais acionistas.

A privatização da Copasa foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em dezembro de 2025 e sancionada pelo ex-governador Romeu Zema (Novo) no mesmo mês.

Em novembro, os deputados já haviam aprovado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retirou a exigência de consulta popular para a venda da empresa.

A Copasa cuida do abastecimento de água em 637 municípios mineiros, e em 308 deles também fornece serviços de esgoto — os números incluem municípios atendidos pela Copanor, subsidiária responsável pelos serviços de saneamento nas regiões Norte e Nordeste de MG.

Neste mês, o Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) autorizou a continuidade das etapas preparatórias para a privatização da companhia, mas proibiu a conclusão da venda antes de um pronunciamento definitivo da Corte.

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50 vídeos COPASA Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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Ministro de Minas e Energia diz que aumento do teor de etanol na gasolina será discutido em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,05%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8590,2%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.516 pts-0,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,05%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8590,2%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.516 pts-0,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,05%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8590,2%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.516 pts-0,45%Oferecido por

O ministro de Minas e Energia (MME), Alexandre Silveira, anunciou, nesta sexta-feira (24), que o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% será analisado na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), prevista para maio.

Segundo o ministro, a elevação para o chamado “E32” já conta com respaldo técnico. “Vamos submeter ao CNPE o E32, elevando o teor de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, percentual que já teve os testes aprovados quando adotamos o E30”, afirmou.

De acordo com o governo, a medida pode reduzir em cerca de 500 milhões de litros por mês a necessidade de importação de gasolina. Esse volume seria suficiente para eliminar a dependência externa do país no abastecimento do combustível, colocando o Brasil em condição de autossuficiência.

O ministro informou, ainda, que a iniciativa terá caráter excepcional e temporário, com vigência inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada por igual período mediante decisão do CNPE.

Segundo o ministério, a proposta deve melhorar a logística do setor, ao liberar infraestrutura atualmente utilizada para importação de gasolina. Isso pode aumentar a eficiência na distribuição de outros derivados, como o diesel.

A proposta faz parte das diretrizes da Lei do Combustível do Futuro, marco regulatório que busca ampliar o uso de energias renováveis e reduzir emissões no setor de transportes. Em agosto de 2025, a mesma diretriz ampliou o teor de etanol na gasolina de 27,5% para os atuais 30%.

Desta vez, em particular, a mudança acontece em um momento sensível do mercado internacional de combustíveis. A guerra no Oriente Médio afetou diretamente o preço do petróleo e deixou a gasolina mais cara em todo o mundo. O governo tem adotado medidas emergenciais para conter os efeitos dessa instabilidade, incluindo redução de impostos e concessão de subsídios. A mistura de 32% será o próximo passo.

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Caso Master: STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 15:05

Distrito Federal Caso Master: STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado Ministros da Segunda Turma do STF analisam decisão que definiu a prisão preventiva de Paulo Henrique Costa e Daniel Monteiro. Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar caso. Por Márcio Falcão, TV Globo

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (24) para manter as prisões do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e do advogado Daniel Monteiro, investigados no caso do Banco Master.

Com 3 votos, os ministros Luiz Fux, André Mendonça e Nunes Marques decidiram pela manutenção das prisões. O ministro Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar o caso.

Paulo Henrique e Daniel Monteiro foram presos em 16 de abril, em uma nova fase da operação Compliance Zero, que apura irregularidades envolvendo os negócios do BRB com o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

A operação aconteceu após autorização de André Mendonça, relator do caso no STF. Desde quarta, os ministros analisam a decisão que determinou a prisão preventiva dos investigados.

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB; e Daniel Monteiro, advogado do Banco Master — Foto: Divulgação e Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

Na decisão que autorizou a nova fase da operação Compliance Zero, o ministro Mendonça aponta que as apurações "revelam, em tese, a existência de uma engrenagem ilícita concebida para viabilizar a fabricação, venda e cessão de carteiras de crédito fictícias do Banco Master ao BRB, com expressivo impacto patrimonial e institucional".

"Em seu bem lançado parecer, o Procurador-Geral da República assenta que os elementos colhidos pela Polícia Federal revelam quadro indiciário consistente de atuação de organização criminosa voltada à fabricação, venda e cessão de carteiras de crédito fictícias do Banco Master ao BRB, em operação com participação de agentes do banco privado e de integrantes da alta administração do banco público", declarou Mendonça.

Mendonça citou informações do Ministério Público de que Paulo Henrique Costa recebeu vantagem indevida em seis imóveis de alto padrão em São Paulo e Brasília, avaliados em R$ 146,5 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões já teriam sido efetivamente pagos.

"Quanto a Daniel Lopes Monteiro, aponta sua atuação como agente-chave da vertente jurídica da estrutura criminosa, especialmente na formalização das operações entre Master, Tirreno e BRB e na ocultação do beneficiário real das aquisições imobiliárias, havendo indicação, em princípio, de proveito econômico próprio de ao menos R$ 86,1 milhões", completou.

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Ministro diz que subsolo pertence à União e que acordo de Goiás com EUA sobre terras raras ‘não se sustenta’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 13:44

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta sexta-feira (24) que o subsolo do território brasileiro pertence à União e que cabe a ela regulamentar a exploração de terras raras e minerais críticos.

Em entrevista ao programa Canal Gov, o ministro também afirmou que, na avaliação dele, o memorando de entendimento entre o governo de Goiás e os Estados Unidos para a exploração de terras raras no estado tem um vício de inconstitucionalidade e "não se sustenta".

🔎O acordo entre o estado de Goiás e os Estados Unidos envolve o financiamento bilionário e a cooperação estratégica para a exploração de terras raras, com elementos minerais essenciais para a indústria de alta tecnologia. O ponto central dessa parceria é o apoio financeiro ao projeto Pela Ema, da mineradora Serra Verde, localizada no município de Minaçu.

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Departamento de Justiça encerrará investigação sobre Jerome Powell, atual presidente do Banco Central dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:46

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Jerome Powell durante uma coletiva de imprensa após decisão sobre taxas de juros, em 17 de setembro de 2025. — Foto: Reuters

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos decidiu encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Federal Reserve (Fed), sob a gestão de Jerome Powell.

A decisão, anunciada nesta sexta-feira (24) pela procuradora federal Jeanine Pirro, remove um dos principais entraves à confirmação de Kevin Warsh para o comando do banco central.

“O Inspetor-Geral tem autoridade para responsabilizar o Federal Reserve perante os contribuintes americanos”, afirmou Pirro em publicação nas redes sociais. “Espero um relatório abrangente em breve e estou confiante de que o resultado ajudará a resolver, de uma vez por todas, as questões que levaram este gabinete a emitir intimações.”

De acordo com a procuradora, o caso será agora encaminhado ao Escritório do Inspetor-Geral do Fed, órgão responsável pela fiscalização interna da instituição, que ficará encarregado de analisar eventuais irregularidades nos custos da obra.

O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado.

Powell é investigado por supostas irregularidades em declarações feitas ao Congresso sobre a reforma de US$ 2,5 bilhões da sede do Fed, em Washington, o que levou à abertura de uma investigação criminal por procuradores federais.

Na ocasião, ele minimizou os custos excessivos relacionados à reforma e a recursos de luxo, incluindo terraços e jardins na cobertura, pisos de mármore e coleções de arte particulares.

O episódio levou ao questionamento de Parlamentares, e a republicana Anna Paulina Luna pediu ao Departamento de Justiça apuração por suposto perjúrio.

Powell nega irregularidades e afirma que a investigação é uma “ameaça” ligada à pressão política sobre os juros. A Casa Branca e Donald Trump também negam envolvimento.

O episódio é mais um capítulo da escalada de pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Federal Reserve.

O embate gira em torno da política monetária: enquanto Trump defende cortes mais rápidos nos juros para estimular a economia, Powell tem adotado uma postura cautelosa, mantendo as taxas elevadas para conter a inflação.

Nos últimos meses, as críticas do presidente ao chefe do banco central se intensificaram, saindo do campo técnico e avançando para ataques diretos. Paralelamente, o governo apoiou a abertura da investigação sobre os gastos na reforma da sede do Fed — movimento que Powell classificou como uma forma de pressão política e uma ameaça à independência da instituição.

O caso também enfrentou obstáculos judiciais. Um juiz federal chegou a barrar intimações contra o conselho do Fed, apontando que elas tinham como objetivo pressionar Powell a reduzir os juros ou deixar o cargo.

Além disso, Trump tentou ampliar sua influência dentro da autoridade monetária ao mirar outros integrantes. Um dos episódios mais relevantes foi a tentativa de destituir a diretora Lisa Cook, sob acusação de fraude hipotecária. A medida foi bloqueada pela Justiça e acabou levada à Suprema Corte, em um processo que pode redefinir os limites de interferência do Executivo no banco central.

Ao mesmo tempo, o presidente avançou na estratégia de remodelar a cúpula do Fed com nomes alinhados à sua visão econômica. Em janeiro, anunciou a indicação de Kevin Warsh para presidir a instituição — escolha vista como parte de um esforço para influenciar a condução da política de juros.

A pressão atingiu o ápice com ameaças públicas de Trump de demitir Powell caso ele não deixe o cargo após a eventual confirmação de seu indicado — um movimento incomum na história recente dos Estados Unidos e que ampliou o debate sobre a autonomia do banco central.

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