RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PEC que dá autonomia financeira ao BC deve ser votada na CCJ do Senado nesta quarta; texto inclui PIX na Constituição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 00:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%Oferecido por

Sem acordo com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC) deve ser votada nesta quarta-feira (10).

A equipe econômica diverge do parecer apresentado pelo relator, senador Plínio Valério (PSDB-AM), no que diz respeito à nova natureza jurídica conferida ao BC.

O relatório transforma o BC em uma entidade pública sob um novo regime jurídico. O governo defende a classificação de “autarquia de natureza especial”.

No regime defendido pelo governo, o BC precisa de autorização do Ministério da Gestão para realização de concursos, o que, segundo o relator, deixa o banco sem autonomia administrativa.

Pelo texto do relator, o BC pode realizar contrações como julgar necessário, desde que com a supervisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

O governo preparou uma emenda alterando a natureza jurídica do BC, mas, antes de formalizar, encaminhou para a avaliação do relator.

Plínio Valério garantiu ao g1 que não aceitará a mudança proposta pelo governo Lula e acusou a equipe econômica de trabalhar para que a PEC não seja votada.

“Eu não vou nem ler. É absurdo dizer isso, mas eu não vou ler. Por quê? Porque eles vão sugerir coisas que vão protelar. Eu não vou mudar mais, eu não vou mexer mais no relatório. Se mexer de novo, tem outro pedido de vista. A gente vai para o voto e seja o que Deus quiser. Eles [governo] querem que fique subordinado ao ministério”, afirmou Valério.

Aliado de primeira hora do governo no Senado, o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a PEC será votada na sessão desta quarta-feira (10), independente do risco de derrota do governo.

“Meu papel é colocar para votar e vou colocar para votar. Ninguém me procurou pedindo retirada de pauta porque sabem e respeitam a minha condução”, declarou Alencar.

Incluído nas justificativas para a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros do governo dos Estados Unidos, o PIX entrou no relatório de Plínio Valério. Ele inclui o mecanismo na Constituição.

Hoje, o PIX é regulado por norma infralegal do BC. O texto de Valério prevê a garantia da gratuidade para pessoas físicas em nível constitucional e proíbe expressamente qualquer privatização, concessão ou transferência de sua gestão a qualquer ente que não seja o próprio Banco Central.

Com o argumento da soberania e inclusão financeira, Valério cobra que Lula e o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, apoiem a PEC.

“Os dois falam tanto na defesa do PIX, que o PIX é do Brasil, então têm que apoiar a PEC”, afirmou o relator.

Nesta terça-feira (9), gestores do BC divulgaram uma carta aberta em que apoiam de forma "integral" o relatório de Valério. O documento foi elaborado pelo secretário-executivo do órgão, Rogério Antônio Lucca, e por chefes de departamento e de gabinete, da diretoria e da presidência.

Os gestores defendem que o PIX seja fortalecido diante da garantia de "recursos humanos e orçamentários adequados de forma perene" já que houve um aumento "expressivo" das instituições que são supervisionadas pelo BC.

De acordo com eles, a redução de pessoal na autarquia "ameaça a capacidade do Banco Central de acompanhar esse crescimento e preservar a estabilidade financeira do País".

Dados do BC revelam que, em 20 anos, de 2006 até este ano, o número de servidores caiu de 5.072 para 3.311. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, explicou, em uma comissão no Senado, no dia 8 de abril, que essa redução ocorreu por conta da aposentadoria de quase um quarto dos funcionários.

Por outro lado, o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) vem se posicionando contra o atual formato da PEC.

"A verdadeira proteção da gratuidade, da acessibilidade e da capacidade de inovação do PIX reside na preservação da natureza pública, estável e tecnicamente orientada do BC, autarquia responsável por sua concepção, operação e evolução", afirmou o Sinal.

O texto da PEC define o Banco Central como “entidade pública de natureza especial”, não vinculada a qualquer ministério ou órgão da administração pública, e garante autonomia orçamentária e financeira.

Na prática, isso significa que a autarquia teria orçamento próprio, separado do Orçamento da União, e não precisará se submeter às regras do arcabouço fiscal — o conjunto de limites de gastos que o governo federal precisa cumprir — até fazer a recomposição de seus quadros.

Após a recomposição do quadro de servidores, as despesas de pessoal e encargos sociais do BC não poderão superar o valor do ano anterior corrigido pelo IPCA mais 2,5% — mesma regra do arcabouço fiscal —, salvo autorização expressa do Senado Federal.

Com isso, o presidente e os oito diretores do banco — indicados pelo presidente da República e aprovados pelos senadores — passaram a ter mandatos fixos de quatro anos e garantiram estabilidade nos cargos contra demissões por motivações políticas.

Apesar da autonomia nas operações, o Banco Central continuou sem autonomia financeira, discutida agora pelo Senado.

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BRB: o que já se sabe e o que ainda é dúvida sobre o empréstimo de R$ 6,6 bilhões para salvar o banco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 00:50

Distrito Federal BRB: o que já se sabe e o que ainda é dúvida sobre o empréstimo de R$ 6,6 bilhões para salvar o banco Presidente do BRB detalhou números ao Senado nesta terça, e Câmara do DF deu aval para o crédito. Parâmetros como juros, carência e prazo para quitação ainda são dúvida. Por Mateus Rodrigues, g1 DF

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou a autorização para o governo contrair um empréstimo de R$ 6,6 bilhões para salvar o Banco de Brasília de uma crise.

O acordo foi mediado pelo Supremo Tribunal Federal devido à baixa nota fiscal do Distrito Federal, que enfrentará restrições de ajuste fiscal até quitar a dívida.

A proposta inicial prevê carência de 3 anos e pagamento em 30 anos, com juros estimados entre IPCA mais 6% ou 7% ao ano.

Apesar da aprovação, detalhes da operação com o Fundo Garantidor de Créditos continuam indefinidos, e a oposição estima juros anuais de R$ 1 bilhão.

O governo do Distrito Federal se encaminha para tomar, nas próximas semanas, um empréstimo estimado em até R$ 6,6 bilhões para reforçar o caixa do Banco de Brasília (BRB) – banco que entrou em apuros após transações malsucedidas com o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

O governo do DF é o acionista controlador do banco e utiliza o BRB para operar mais de 30 programas sociais, oferecer crédito habitacional e até para operar a folha de pagamento do funcionalismo distrital. Por isso, cabe ao Executivo local garantir que o banco funcione dentro das regras do sistema financeiro do país – o que foi comprometido pelas supostas fraudes nas transações com o Master.

Nesta terça (9), a Câmara Legislativa do DF aprovou, por margem apertada (11 a 9), a autorização para que a governadora Celina Leão (PP) peça o empréstimo. Deputados da oposição e da base aliada, no entanto, ecoaram a mesma reclamação: a falta de detalhes sobre a operação de crédito.

Também nesta terça, o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, foi ao Senado para falar da crise do banco. Por lá, detalhou a modelagem que o governo propôs – mas reconheceu que quem define os termos do acordo é quem empresta, e não quem toma emprestado.

Até a manhã desta quarta (10), os detalhes da transação seguiam obscuros. Nem o governo, nem o BRB, nem o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) haviam definido como o empréstimo será operacionalizado. E nem como o DF vai fazer para pagar essa dívida nas próximas décadas.

por que o BRB está precisando desses bilhões;em que pé estão as tratativas para o empréstimo;o modelo que o DF propôs ao mercado financeiro;o que ainda terá de ser definido até a assinatura do contrato.

A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, "crédito podre" que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.

"O que foi feito com o BRB foi cruel, foi muito difícil. Não está sendo fácil a recuperação do BRB. Os valores colocados foram muito grandes entre compra e venda de carteiras", afirmou o presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, na audiência no Senado nesta terça.

O acordo entre União e DF foi homologado no fim de maio, após uma semana de negociações conduzidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux.

Ele foi necessário porque o DF está com nota ruim nas finanças públicas e, por isso, não poderia contratar um empréstimo desse tamanho no mercado.

O governo do DF acionou o STF para pedir que essas restrições fossem suspensas. E disse que, sem isso, o BRB poderia até ser liquidado, o que causaria um dano ainda maior ao sistema financeiro.

Pelo entendimento firmado, não haverá transferência de recursos federais nem aval da União. Em vez disso:

o dinheiro virá do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), instituição privada composta por aportes dos maiores bancos do país justamente para evitar crises sistêmicas que ameacem o sistema financeiro;esses grandes bancos do país serão os garantidores do empréstimo – e podem ser acionados a recompor o FGC caso o governo do DF não pague as parcelas;se isso acontecer, o DF oferece os repasses federais do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como contragarantia, para ressarcir os bancos.

O acordo prevê ainda que, até o DF retomar o selo de "bom pagador" ou até quitar o empréstimo com o FGC (o que acontecer primeiro), ficam valendo as restrições de ajuste fiscal previstas no artigo 167 da Constituição Federal.

dar aumento a servidores públicos, exceto se houver ordem judicial definitiva;fazer concurso para criar novos cargos (só poderá repor aposentadorias e demissões);alterar estruturas das carreiras do setor público, se isso implicar em mais despesas;criar qualquer despesa obrigatória contínua, incluindo programas sociais e linhas de financiamento;conceder benefícios tributários.

Dentro da "mediação" feita pelo STF, o governo do Distrito Federal e o BRB propuseram uma modelagem para o empréstimo a ser tomado junto ao FGC.

valor: R$ 6,6 bilhões em parcela únicacarência: 18 meses (ou seja, primeira parcela da quitação ficaria para 2028)juros: IPCA + 4,5% ao anoquitação: 180 parcelas mensais (15 anos)

"Nessas condições, a primeira prestação seria para pagar a partir de 2028, na faixa de R$ 95,6 milhões por mês", estimou Nelson Souza no Senado.

Segundo o executivo, as tabelas do próprio BRB preveem que, quando o DF começar a pagar o empréstimo, em 2028, o banco já terá voltado ao patamar de R$ 1 bilhão de lucro anual. A distribuição dos dividendos e dos lucros do BRB poderia ajudar o Palácio do Buriti a quitar a dívida.

O próprio BRB reconhece que, no mercado financeiro, quem estabelece as condições de um crédito é o lado que empresta, e não, o lado que toma emprestado.

A negociação é monitorada por órgãos de controle, incluindo o Tribunal de Contas da União (TCU). Se as condições do acordo ficarem muito distantes das práticas de mercado, os bancos privados e públicos que atuam na garantia podem ser pressionados a recuar da transação.

Qual será o custo total do empréstimo?Quando o DF vai começar a quitar? Em qual ritmo, e quanto será o desembolso mensal?De onde virá o dinheiro para o DF pagar essas parcelas mensais estimadas em quase R$ 100 milhões? O orçamento da capital comporta esses valores? Se não, o que será cortado?O BRB vai conseguir devolver recursos aos cofres do DF, quando se recuperar? Se sim, quanto e em qual ritmo?Os executivos que forem punidos devolverão dinheiro para ressarcir os cofres do BRB? Se sim, esse dinheiro será usado na quitação do empréstimo?

Cálculos feitos pela oposição ao governo Celina Leão estimam que o empréstimo pode custar, por ano, mais de R$ 1 bilhão aos cofres da capital só em pagamento de juros.

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Mega-Sena, concurso 3016: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 21:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3016: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta terça-feira era de R$ 3,2 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3016 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (9), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 3,2 milhões. No entanto, ningém acertou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 8 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Relator disse se tratar de caso ‘excepcionalíssimo’ porque os dois formaram família. Lei de março impede relativização.

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União Europeia manda Meta liberar acesso gratuito ao WhatsApp para chatbots rivais de IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 17:46

Tecnologia União Europeia manda Meta liberar acesso gratuito ao WhatsApp para chatbots rivais de IA Medida provisória da União Europeia obriga empresa a restabelecer, em até cinco dias, acesso de concorrentes à API do WhatsApp Business enquanto investigação antitruste segue em andamento. Por Redação

Reguladores antitruste da União Europeia ordenaram nesta terça-feira (9) que a Meta permita o acesso gratuito de chatbots de inteligência artificial concorrentes ao WhatsApp, enquanto seguem investigando se a empresa abusou de sua posição dominante ao bloquear rivais no aplicativo de mensagens.

A decisão da Comissão Europeia de impor uma medida provisória contra a Meta — a primeira do tipo em 17 anos — ocorreu após reclamações da empresa americana The Interaction Company, desenvolvedora do assistente de IA Poke.com, da startup francesa Agentik e de uma concorrente espanhola.

As queixas levaram a Comissão, responsável pela defesa da concorrência na UE, a abrir uma investigação em dezembro do ano passado. Dois meses depois, o órgão apresentou acusações formais contra a Meta, alegando violações das regras antitruste do bloco.

“Em mercados que evoluem rapidamente, a concorrência pode ser perdida muito antes da adoção de uma decisão final”, afirmou a chefe de concorrência da UE, Teresa Ribera, em comunicado.

Segundo ela, as medidas provisórias vão proteger a concorrência no crescente mercado de assistentes de IA ao preservar um canal importante para alcançar consumidores na Europa: o WhatsApp.

“A Comissão Europeia decidiu que a OpenAI e algumas das maiores empresas do mundo podem usar gratuitamente o produto pago WhatsApp Business”, afirmou um porta-voz da companhia por e-mail.

“Trata-se de um excesso regulatório subsidiado pelas muitas empresas europeias que pagam pelo serviço. Vamos recorrer.”

Em outubro do ano passado, a Meta bloqueou o acesso de serviços rivais de IA à interface de programação (API) do WhatsApp Business, ferramenta que permite a integração de sistemas empresariais ao aplicativo de mensagens. A exceção foi o próprio assistente da empresa, o Meta AI.

Em março, a companhia voltou a permitir o acesso dos concorrentes, mas mediante pagamento — medida que gerou objeções da Comissão Europeia.

Pela determinação provisória, a Meta deverá restabelecer, em até cinco dias úteis, o acesso dos rivais à API do WhatsApp Business nas mesmas condições vigentes antes de outubro.

Se for considerada culpada por infringir as regras antitruste da União Europeia, a Meta poderá ser multada em até 10% de seu faturamento anual global.

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Alcolumbre recebe ministro da Fazenda para discutir pauta-bomba no Senado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 16:56

Política Alcolumbre recebe ministro da Fazenda para discutir pauta-bomba no Senado Impacto de propostas é de mais de R$ 270 bilhões, segundo o governo. Renegociação de dívidas de produtores rurais e regras para aposentadoria de agentes de saúde estão na pauta. Por Caetano Tonet, g1 — Brasília

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), recebeu nesta terça-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, para discutir projetos sensíveis à equipe econômica pelo elevado impacto nas contas públicas.

O custo fiscal das matérias em debate no Senado ultrapassa R$ 270 bilhões, segundo estimativas da equipe econômica.

O encontro ocorreu na residência oficial do Senado em meio a uma relação conturbada entre Alcolumbre e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Apesar do cenário, Durigan é dos ministros que tem melhor relação com Alcolumbre na Esplanada dos Ministérios.

Uma das propostas, a com maior impacto, está na pauta da sessão do Senado de amanhã: o projeto de lei (PL) que trata da renegociação das dívidas dos produtores rurais.

O texto foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e tem um impacto estimado de R$ 120 bilhões nas contas públicas nos próximos dez anos.

Outro tema que preocupa a equipe econômica é a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede aposentadoria integral e com paridade a agentes de saúde também, aprovada pela Câmara no ano passado.

A PEC está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e a Fazenda calcula um custo de R$ 99 bilhões.

O projeto de lei que estabelece o novo piso salarial para médicos e cirurgiões dentistas é outro que preocupa o Ministério da Fazenda pelo impacto fiscal, calculado em R$ 47 bilhões.

A proposta tramita em caráter terminativo — se aprovada vai direto pra Câmara — na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

O governo também quer adiar a discussão da PEC que aumenta a fatia de recursos da União destinada ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O impacto estimado é de R$ 10 bilhões apenas neste ano.

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País europeu corta salário dos próprios deputados em 40%; governo quer ‘dar exemplo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 15:46

Trabalho e Carreira País europeu corta salário dos próprios deputados em 40%; governo quer 'dar exemplo' Novo primeiro-ministro Péter Magyar acusava antecessor Viktor Orbán de ter inflado salários para apaziguar parlamentares. Segundo premiê, corte vai ajudar a recompor os cofres públicos esvaziados por anos de corrupção. Por Deutsche Welle

Péter Magyar, novo primeiro-ministro da Hungria, aposta no discurso anticorrupção — Foto: Denes Erdos/AP Photo/picture alliance

Parlamentares na Hungria votaram por unanimidade, na segunda-feira (8), a favor de um corte nos próprios salários e benefícios, em uma iniciativa do novo primeiro-ministro, Péter Magyar, para reduzir custos administrativos.

O recém-empossado chefe do governo acusava seu antecessor, Viktor Orbán, de conceder salários inflados para apaziguar deputados da oposição.

Todos os 189 deputados presentes na sessão do Parlamento, que tem 199 cadeiras, votaram a favor do projeto de lei apresentado pelo partido governista, Tisza.

Pela nova legislação, o salário-base mensal dos parlamentares será reduzido em 40%, para o equivalente a cerca de R$ 22 mil brutos, aproximadamente 1,3 milhão de florins húngaros, a partir do próximo mês.

Apesar do corte, o valor continuará sendo quase o dobro do salário médio nacional. Sob o governo Orbán, os salários dos deputados correspondiam ao triplo da média. O valor pode ainda aumentar para parlamentares que acumulam funções legislativas, como participação em comissões.

O primeiro-ministro, o presidente do Parlamento e os integrantes de comissões parlamentares também terão os salários reduzidos.

O reembolso de contas de telefone celular será totalmente eliminado, e haverá cortes nos auxílios destinados a aluguel de escritórios, moradia e contratação de funcionários.

Segundo Magyar, as medidas permitirão economizar, ao longo do mandato de quatro anos do atual Parlamento, o equivalente a um ano inteiro de custos operacionais. A iniciativa busca recompor os cofres públicos, que, segundo ele, teriam sido esvaziados por anos de suposta corrupção.

"Além de humanidade, trata-se de autocontenção e humildade", afirmou Magyar em entrevista à emissora privada RTL no mês passado, ao defender os cortes.

Na mesma entrevista, ele sugeriu que os salários de prefeitos também deveriam ser reduzidos, o que gerou resistência entre alguns líderes locais.

De perfil conservador e pró-União Europeia, Magyar chegou ao poder prometendo reformas amplas, incluindo o combate à corrupção.

Até 2024, ele era membro do Fidesz, o partido governista de Orbán. Após um escândalo, no qual veio à tona que o governo teria ajudado a encobrir um caso de abuso sexual em um abrigo para crianças, ele rompeu com a legenda.

Em seguida, denunciou a existência de corrupção sistêmica no governo e o domínio de uma pequena elite político-econômica, em uma entrevista que viralizou e o projetou nacionalmente. Nas semanas seguintes, intensificou as críticas ao governo e iniciou a mobilização que levaria à criação de seu atual partido.

Desde então, seu foco tem recaído sobre questões do cotidiano da população, como inflação, baixos salários, precarização da saúde e corrupção.

A corrupção sistêmica teria custado à Hungria pelo menos 186 bilhões de euros durante os 16 anos de governo de Orbán, segundo estimativa de Ferenc Bíró, chefe do órgão anticorrupção do país, em entrevista ao grupo de jornalismo investigativo De Akciokozosseg.

O órgão público autônomo foi criado em 2022 como parte das reformas adotadas pelo governo Orbán para tentar acessar parte dos recursos da União Europeia, que haviam sido bloqueados devido a preocupações com o Estado de direito.

Em janeiro de 2025, investigadores realizaram uma operação de busca na sede do órgão, apresentando acusações de corrupção contra Bíró.

Em uma entrevista em vídeo publicada no domingo, ele afirmou que o então ministro da Justiça o orientou a não cumprir suas funções e que, agora, responde a um processo criminal por ter se recusado a obedecer à ordem.

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Porsche apresenta carros inspirados em Toy Story 5 no tapete vermelho do filme; veja modelos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 15:46

Carros Porsche apresenta carros inspirados em Toy Story 5 no tapete vermelho do filme; veja modelos Montadora alemã apresentou três versões únicas do Porsche 911 inspiradas em Woody, Buzz Lightyear e Jessie para celebrar a estreia de Toy Story 5. Por Redação g1

A Porsche revelou nesta terça-feira (9) três versões exclusivas do esportivo 911 inspiradas nos personagens Woody, Buzz Lightyear e Jessie, de Toy Story 5.

Os veículos foram desenvolvidos em parceria com a Disney e a Pixar e farão sua estreia mundial no tapete vermelho da première do novo filme, em Los Angeles.

Os modelos foram personalizados pela divisão Sonderwunsch (termo em alemão para "desejos especiais"), responsável pelos projetos mais exclusivos da fabricante. Segundo a Porsche, a iniciativa busca unir a criatividade do universo de Toy Story à engenharia e ao design da marca alemã.

Além do caráter comemorativo, os três carros serão vendidos como parte de uma ação beneficente. Toda a arrecadação será destinada às organizações Big Brothers Big Sisters of America, American Red Cross e Starlight Children’s Foundation.

"Ver Woody, Buzz Lightyear e Jessie ganharem vida nas ruas com a ajuda das equipes criativas da Disney, Pixar, Style Porsche e Sonderwunsch é muito emocionante", afirmou Timo Resch, presidente e CEO da Porsche Cars North America, em comunicado.

Os três veículos serão apresentados ao público durante a estreia mundial de Toy Story 5. O novo filme da Pixar marca o retorno de Woody, Buzz, Jessie e dos demais brinquedos da franquia.

Na nova história, os personagens enfrentam um desafio inédito: a concorrência da tecnologia. O enredo coloca os brinquedos frente a frente com um tablet chamado Lilypad, que passa a disputar a atenção de Bonnie, dona da turma.

A versão inspirada em Buzz Lightyear foi criada a partir de um Porsche 911 GT3 RS equipado com o pacote Weissach, voltado para alto desempenho em pista.

O carro recebeu pintura branca com detalhes em verde e roxo, reproduzindo as cores clássicas do patrulheiro espacial. O aerofólio traseiro faz referência às asas do personagem, enquanto as rodas exibem o logotipo dos Space Rangers.

No interior, o modelo traz acabamentos especiais e soleiras iluminadas com a famosa frase de Buzz: "To Infinity and Beyond" ("Ao infinito e além").

Porsche apresenta versão única do 911 Targa 4 GTS inspirada na vaqueira Jessie em Toy Story 5 — Foto: Divulgação / Porsche

A carroceria recebeu uma nova tonalidade desenvolvida especialmente para o projeto, chamada Jessie White Metallic, criada para remeter aos botões perolados da camisa da personagem. O teto Targa vermelho faz referência ao chapéu de Jessie, enquanto detalhes em azul, amarelo e vermelho reproduzem elementos do figurino da personagem.

Por dentro, o carro mistura couro azul, vermelho e cinza, além de tecidos com aparência de jeans, em referência às roupas usadas pela personagem nos filmes. As soleiras iluminadas exibem a expressão típica do universo western: "YEE HAW!".

Porsche criou versão única do 911 T inspirada em Woody em Toy Story 5 — Foto: Divulgação / Porsche

O terceiro modelo é baseado em um Porsche 911 Carrera T e homenageia Woody, o famoso xerife da franquia.

O destaque está na pintura desenvolvida especialmente para reproduzir a aparência e até mesmo a textura visual de um jeans desgastado. Segundo a Porsche, diferentes tonalidades de azul e branco foram utilizadas para criar o efeito.

O interior combina couro marrom envelhecido, costuras personalizadas e detalhes que remetem à camisa xadrez do personagem. Assim como o modelo inspirado em Jessie, o carro também utiliza tecido semelhante ao jeans nos bancos.

As soleiras iluminadas exibem a frase "Ride Like the Wind!", outra referência ao universo do personagem.

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Barril de chope, dentadura e pé de galo: o que os passageiros deixam para trás em viagens de aplicativo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,176-0,07%Dólar TurismoR$ 5,387-0,08%Euro ComercialR$ 5,9800,13%Euro TurismoR$ 6,2390,14%B3Ibovespa169.226 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,176-0,07%Dólar TurismoR$ 5,387-0,08%Euro ComercialR$ 5,9800,13%Euro TurismoR$ 6,2390,14%B3Ibovespa169.226 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,176-0,07%Dólar TurismoR$ 5,387-0,08%Euro ComercialR$ 5,9800,13%Euro TurismoR$ 6,2390,14%B3Ibovespa169.226 pts0,33%Oferecido por

Um levantamento da Uber revelou que passageiros esquecem itens inusitados em viagens, como dentaduras, barris de chope e até mesmo um pé de galo.

Apesar dos objetos bizarros, a lista de pertences mais perdidos nos carros de aplicativo ainda é liderada por itens comuns, como celulares e carteiras.

O estudo apontou que 4 municípios do estado de Goiás estão entre as 10 cidades brasileiras com maior índice de esquecimento de objetos.

Os usuários que perderem pertences durante as corridas podem solicitar a devolução de forma direta, utilizando as ferramentas disponíveis no próprio aplicativo.

Esquecer o celular ou a carteira em um carro de aplicativo é algo comum. Mas e uma dentadura, um barril de chope ou até um pé de galo? Segundo um levantamento da Uber, esses e outros itens inusitados fazem parte da lista de objetos deixados para trás pelos passageiros.

Além dos achados curiosos, a empresa também divulgou os itens mais esquecidos pelos passageiros e as cidades onde os casos de objetos deixados para trás são mais frequentes, proporcionalmente ao número de viagens realizadas. Confira abaixo.

Dentadura;Dente humano recém-caído;Cartela com 60 ovos;Barril de chope de 50 litros;Pé de galo;3 melancias inteiras;Labubus;Aparelhos auditivos;Parte de baixo de uma dentadura;Carteira de vacinação canina;Quepe de piloto de avião;Cassetete de trabalho;Dois berimbaus;Troféu de karatê;Troféu de “rei da praia”;Ventilador de pé;Televisão de 55 polegadas;Uma peça de dominó (sena e terno, 6 e 3).

Na lista dos itens mais esquecidos, porém, há objetos comuns como celulares e carteiras. Veja, abaixo, o ranking dos objetos mais deixados nos carro:

Celulares e câmeras;Mochilas, bolsas, malas, pastas e caixas;Chaves;Carteiras e bolsas de mão;Óculos;Fones de ouvido e caixas de som;Passaportes;Roupas;Notebook;Dinheiro.

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O levantamento mostrou ainda que quatro municípios goianos estão entre as dez cidades brasileiras onde os passageiros mais esquecem pertences nos veículos, proporcionalmente ao número de viagens realizadas.

Três Lagoas (MS)Itumbiara (GO)Catalão (GO)Teófilo Otoni (MG)Patos (PB)Rondonópolis (MT)Guarapuava (PR)Rio Verde (GO)Tangará da Serra (MT)Caldas Novas (GO)

A empresa informa que passageiros que deixarem pertences em veículos durante uma viagem podem solicitar a recuperação do item diretamente pelo aplicativo.

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Ministro da Fazenda pede atenção a pautas-bomba e diz que ampliar imunidade tributária de igrejas eleva mais o imposto de todos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 11:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,176-0,07%Dólar TurismoR$ 5,375-0,31%Euro ComercialR$ 5,9870,24%Euro TurismoR$ 6,2310,02%B3Ibovespa170.189 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 5,176-0,07%Dólar TurismoR$ 5,375-0,31%Euro ComercialR$ 5,9870,24%Euro TurismoR$ 6,2310,02%B3Ibovespa170.189 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 5,176-0,07%Dólar TurismoR$ 5,375-0,31%Euro ComercialR$ 5,9870,24%Euro TurismoR$ 6,2310,02%B3Ibovespa170.189 pts0,9%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu nesta terça-feira (9) atenção com as chamadas pautas-bomba que estão tramitando no Congresso Nacional. Segundo ele, eventuais aumentos de gastos, ou perdas de arrecadação decorrentes de sua aprovação, podem tornar o país "ingovernável" no futuro.

Em entrevista exclusiva ao Uol News, ele citou três exemplos: a discussão sobre ampliar imunidade tributária de igrejas (permitindo que elas não paguem imposto sobre o consumo); o aumento do teto do funcionalismo e, também, a renegociação de dívidas rurais.

"Há uma discussão na Câmara sobre ampliar isenção para entidades religiosas, que já tem imunidade hoje, mas para fins de tributos do consumo. Se aprovada na Câmara, vamos ter, na alíquota da reforma tributária, 1% de aumento do IVA nacional', disse o ministro da Fazenda.

A lógica é que, se as igrejas ficarem isentas também do imposto sobre o consumo, o restante da população, para compensar essa perda de arrecadação, terá de pagar um ponto percentual a mais no seu lugar. Em 26,5%, a alíquota estimada para a economia brasileira já é uma das maiores do mundo.

Com a reforma, serão gradualmente extintos, nos próximos anos, o PIS, a Cofins e o IPI (para a maior parte dos produtos) federais, além do ICMS estadual e do ISS municipal.Em seu lugar, serão criados três novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), o imposto seletivo e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A CBS e o seletivos, federais, começam em 2027, e o IBS (estadual e municipal) entra em vigor gradualmente, entre 2029 a 2032.CBS e IBS funcionarão no modelo de imposto sobre valor agregado (IVA), como acontece no resto do mundo, ou seja, eles serão não cumulativos. Isso significa que, ao longo da cadeia de produção, os impostos seriam pagos uma só vez por todos os participantes do processo.Outra mudança é que o tributo sobre o consumo (IVA) será cobrado no "destino", ou seja, no local onde os produtos são consumidos, e não mais onde eles são produzidos. A migração da origem para o destino será feita de forma gradual durante décadas.

O ministro da Fazenda também observou que, no Senado Federal, está sendo discutida a renegociação da dívida rural, algo que, pela proposta inicial, poderia ter um impacto de R$ 800 bilhões em dez anos. "Chegamos a um bom texto com os senadores, que limitaria o impacto fiscal', acrescentou.

Dario Durigan também fez um balanço do Desenrola 2.0, programa voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário que têm renda mensal de até cinco salários-mínimos.

Segundo ele, mais de seis milhões de pessoas já foram beneficiadas pelas renegociações de dívidas. O ministro afirmou que quatro milhões de pessoas, com dívidas de até R$ 100, foram "desnegativadas', enquanto 1,1 milhão de trabalhadores realizaram pagamentos à vista aos bancos, após obterem os descontos do programa e 1,7 milhão de operações renegociadas com juros mais baixos.

"Eu acho que muito em breve, ainda em junho, a gente chegue a 10 milhões de pessoas. Não acho que seja um governo que não esteja olhando para a vida das pessoas, considerando o desenrola 2.0 e as medidas de combustíveis", acrescentou o ministro.

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Presidente da Petrobras assume comando do conselho da Braskem; Helcio Tokeshi será o CEO

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 09/06/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,14%Dólar TurismoR$ 5,373-0,34%Euro ComercialR$ 5,9840,17%Euro TurismoR$ 6,230-0,01%B3Ibovespa169.542 pts0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,14%Dólar TurismoR$ 5,373-0,34%Euro ComercialR$ 5,9840,17%Euro TurismoR$ 6,230-0,01%B3Ibovespa169.542 pts0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,14%Dólar TurismoR$ 5,373-0,34%Euro ComercialR$ 5,9840,17%Euro TurismoR$ 6,230-0,01%B3Ibovespa169.542 pts0,52%Oferecido por

Presidente da Petrobras, Magda Chambriard na refinaria da Petrobras Gabriel Passos (REGAP) — Foto: Washington Alves/Reuters

A petroquímica Braskem informou nesta terça-feira (9) que seu conselho de administração elegeu Magda Chambriard, presidente da Petrobras, para comandar o colegiado da petroquímica e aprovou Helcio Tokeshi para o cargo de diretor-presidente.

As decisões foram tomadas em reunião realizada na segunda-feira (8), após uma assembleia geral extraordinária que também aprovou a eleição dos novos integrantes do conselho de administração para um mandato com duração até 2028.

As mudanças ocorrem após a venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht) na Braskem para a IG4, que passou a dividir o controle da petroquímica com a Petrobras. A Novonor manteve uma fatia de 4% do capital da empresa, sem direito a voto.

Além da escolha do novo diretor-presidente, o conselho aprovou outras alterações na diretoria estatutária para um mandato de dois anos.

Entre elas está a nomeação de Carlos Brandão para o cargo de diretor financeiro e de relações com investidores.

A Braskem passa por uma ampla reorganização societária desde que a Novonor acertou, em abril, a venda de sua participação de controle para o fundo Shine I, assessorado pela gestora IG4 Capital.

Com a operação, a Petrobras tornou-se co-controladora da petroquímica ao lado da IG4, encerrando um ciclo de décadas em que a Novonor foi a principal acionista da companhia.

A companhia enfrenta um cenário de baixa rentabilidade no setor petroquímico global e ainda convive com os impactos financeiros do caso de Maceió, onde atividades de extração de sal-gema causaram danos geológicos e levaram à assinatura de acordos bilionários de indenização e reparação.

A entrada da IG4 foi recebida pelo mercado como uma tentativa de fortalecer a estrutura financeira e operacional da companhia.

O novo controlador afirmou, à época da aquisição, que pretende conduzir a reestruturação da Braskem em conjunto com a Petrobras, buscando recuperar a geração de valor da empresa e melhorar sua competitividade.

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