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Departamento de Justiça encerrará investigação sobre Jerome Powell, atual presidente do Banco Central dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%Oferecido por

Jerome Powell durante uma coletiva de imprensa após decisão sobre taxas de juros, em 17 de setembro de 2025. — Foto: Reuters

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos decidiu encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Federal Reserve (Fed), sob a gestão de Jerome Powell.

A decisão, anunciada nesta sexta-feira (24) pela procuradora federal Jeanine Pirro, remove um dos principais entraves à confirmação de Kevin Warsh para o comando do banco central.

“O Inspetor-Geral tem autoridade para responsabilizar o Federal Reserve perante os contribuintes americanos”, afirmou Pirro em publicação nas redes sociais. “Espero um relatório abrangente em breve e estou confiante de que o resultado ajudará a resolver, de uma vez por todas, as questões que levaram este gabinete a emitir intimações.”

De acordo com a procuradora, o caso será agora encaminhado ao Escritório do Inspetor-Geral do Fed, órgão responsável pela fiscalização interna da instituição, que ficará encarregado de analisar eventuais irregularidades nos custos da obra.

O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado.

Powell é investigado por supostas irregularidades em declarações feitas ao Congresso sobre a reforma de US$ 2,5 bilhões da sede do Fed, em Washington, o que levou à abertura de uma investigação criminal por procuradores federais.

Na ocasião, ele minimizou os custos excessivos relacionados à reforma e a recursos de luxo, incluindo terraços e jardins na cobertura, pisos de mármore e coleções de arte particulares.

O episódio levou ao questionamento de Parlamentares, e a republicana Anna Paulina Luna pediu ao Departamento de Justiça apuração por suposto perjúrio.

Powell nega irregularidades e afirma que a investigação é uma “ameaça” ligada à pressão política sobre os juros. A Casa Branca e Donald Trump também negam envolvimento.

O episódio é mais um capítulo da escalada de pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Federal Reserve.

O embate gira em torno da política monetária: enquanto Trump defende cortes mais rápidos nos juros para estimular a economia, Powell tem adotado uma postura cautelosa, mantendo as taxas elevadas para conter a inflação.

Nos últimos meses, as críticas do presidente ao chefe do banco central se intensificaram, saindo do campo técnico e avançando para ataques diretos. Paralelamente, o governo apoiou a abertura da investigação sobre os gastos na reforma da sede do Fed — movimento que Powell classificou como uma forma de pressão política e uma ameaça à independência da instituição.

O caso também enfrentou obstáculos judiciais. Um juiz federal chegou a barrar intimações contra o conselho do Fed, apontando que elas tinham como objetivo pressionar Powell a reduzir os juros ou deixar o cargo.

Além disso, Trump tentou ampliar sua influência dentro da autoridade monetária ao mirar outros integrantes. Um dos episódios mais relevantes foi a tentativa de destituir a diretora Lisa Cook, sob acusação de fraude hipotecária. A medida foi bloqueada pela Justiça e acabou levada à Suprema Corte, em um processo que pode redefinir os limites de interferência do Executivo no banco central.

Ao mesmo tempo, o presidente avançou na estratégia de remodelar a cúpula do Fed com nomes alinhados à sua visão econômica. Em janeiro, anunciou a indicação de Kevin Warsh para presidir a instituição — escolha vista como parte de um esforço para influenciar a condução da política de juros.

A pressão atingiu o ápice com ameaças públicas de Trump de demitir Powell caso ele não deixe o cargo após a eventual confirmação de seu indicado — um movimento incomum na história recente dos Estados Unidos e que ampliou o debate sobre a autonomia do banco central.

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Azeite brasileiro leva nota máxima em prêmio europeu, algo jamais visto na história da competição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:46

Agro Azeite brasileiro leva nota máxima em prêmio europeu, algo jamais visto na história da competição O rótulo Frantoio, da Fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), recebeu nota 100 de todos os jurados no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026. Por Paula Salati

O azeite brasileiro Frantoio fez história neste mês ao alcançar a pontuação máxima no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026.

Produzido pela fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), o rótulo recebeu nota 100 de 100, o que significa nenhum dos jurados identificou defeitos no produto.

O concurso aconteceu entre os dias 14 e 16 de abril, em Genebra, na Suíça. A edição deste ano reuniu mais de 200 marcas de diversos países.

Azeite Frantoio, da fazenda Estância das Oliveiras, conseguiu tirar nota 100 na European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026. — Foto: Divulgação

O azeite brasileiro Frantoio fez história neste mês ao alcançar a pontuação máxima no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026.

“Foi a primeira vez que isso aconteceu na premiação", confirmou ao g1 o CEO e cofundador do Global International Olive Oil Competitions (GIOOC), Raouf Chouket.

Produzido pela fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), o rótulo recebeu nota 100 de 100 de todos os jurados do concurso. "É a nota em forma de perfeição", comenta André Goelzer, responsável pela produção e dono da fazenda.

O g1 já visitou a Estância das Oliveiras, em 2023, para mostrar como funciona o processo de produção do azeite. Veja no vídeo abaixo.

Chouket afirma que outros rótulos já alcançaram a pontuação máxima em competições organizadas pela GIOOC, mas que, no European International, esta é a primeira vez que isso acontece. “É algo extremamente raro".

O concurso aconteceu entre os dias 14 e 16 de abril, em Genebra, na Suíça. A edição deste ano reuniu mais de 200 marcas de diversos países, entre eles Turquia, Espanha, Grécia, Itália e França.

As sessões de degustação aconteceram no Château de Bossey, e os azeites foram avaliados por especialistas de diferentes nacionalidades.

O rótulo Frantoio tem um sabor intenso, com presença marcante da picância, amargor e frutado, explica Rafael Sittoni Goelzer, diretor de relacionamento da Estância das Oliveiras.

Além disso, o azeite tem notas de especiarias, erva-doce, melão, amêndoa verde, manjericão, frutas vermelhas, pera, aipo, figo, coentro, banana, pimentão verde e ervas frescas.

"Todas essas notas de sabor foram identificadas na análise olfativa e gustativa do mestre de Lagar André Goelzer e equipe", conta Rafael.

Ele ressalta que o produto contém apenas azeite de oliva extravirgem puro. “Muita gente pergunta se adicionamos esses ingredientes à garrafa”, diz. “Na verdade, são percepções de análises sensoriais”.

Segundo Rafael, as notas de sabor são resultado do terroir, da variedade da azeitona e do cuidado em todas as etapas de produção.

➡️ Terroir é o conjunto de fatores como clima, solo, relevo e técnicas de produção que influenciam o sabor e a qualidade de um produto. Isso explica por que alimento iguais podem ter características diferentes conforme a região onde são feitos.

André Goelzer, responsável pela produção e dono da fazenda Estância das Oliveiras. — Foto: Divulgação

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Veja dicas para cultivo e consumo de plantas alimentícias não convencionais (PANCS)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:01

GLOBO RURAL Veja dicas para cultivo e consumo de plantas alimentícias não convencionais (PANCS) Material gratuito da Embrapa reúne ficha completa e dicas de como plantar, colher e utilizar as PANCS na alimentação Por Globo Rural

Neste domingo (26), o Globo Rural indica um folheto da Embrapa com dez plantas alimentícias não convencionais, conhecidas pelo termo PANCS.

A publicação traz uma ficha bem completa de espécies como ora-pro-nóbis, araruta, vinagreira (cuxá) e língua-de vaca (cariru).

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Microsoft faz 1º plano de demissão voluntária de sua história, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 10:50

Tecnologia Microsoft faz 1º plano de demissão voluntária de sua história, diz jornal Plano atinge cerca de 7% dos funcionários da empresa nos EUA e mira profissionais mais antigos, com idade e tempo de casa somando ao menos 70 anos. Por Redação g1

A Microsoft está promovendo um plano de demissão voluntária (PDV) para cerca de 7% de sua força de trabalho nos Estados Unidos, segundo o jornal Financial Times. É a primeira vez que a empresa adota esse tipo de medida em seus 51 anos de história.

"Muitos desses funcionários passaram anos, e em alguns casos décadas, ajudando a moldar a Microsoft no que é hoje", escreveu Amy Coleman, diretora de recursos humanos da empresa, em memorando obtido pelo jornal.

Ela afirmou ainda que a decisão busca dar a esses profissionais "a escolha de dar o próximo passo", com o que descreveu como um apoio generoso da companhia.

Segundo o Financial Times, o PDV é voltado a funcionários mais antigos, cuja soma da idade com o tempo de casa chega a 70 anos ou mais.

Nos Estados Unidos, a Microsoft tem cerca de 125 mil funcionários, e cerca de 8 mil seriam elegíveis ao programa.

Também nesta quinta-feira (23), a Meta informou internamente que vai demitir cerca de 8 mil funcionários, o equivalente a 10% de sua força de trabalho — e eliminar outras 6 mil vagas ainda não preenchidas, segundo a agência AFP.

Em comunicado interno, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, disse que a medida faz parte dos esforços para "gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos" da companhia, que disputa espaço no desenvolvimento de inteligência artificial.

No fim de dezembro, a Meta tinha 78.865 funcionários, segundo documentos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.

Em 2022, a empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp iniciou sua primeira rodada de demissões, que atingiu 11 mil postos de trabalho, seguida por uma segunda rodada, em março de 2023, com outros 10 mil cortes.

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Polônia vai à Justiça da União Europeia contra acordo com Mercosul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 10:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%Oferecido por

A Polônia anunciou que vai recorrer ao tribunal máximo da União Europeia contra o acordo de livre comércio entre o bloco europeu e o Mercosul.

Segundo o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, o país pretende apresentar uma queixa formal à Tribunal de Justiça da União Europeia até o prazo limite de 26 de maio.

A decisão reforça a posição de Varsóvia, que, ao lado da França, lidera a oposição ao acordo dentro da União Europeia.

O tratado UE-Mercosul foi firmado em janeiro, após mais de 25 anos de negociações e prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas entre o bloco europeu e Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Críticos do acordo afirmam que a medida pode prejudicar produtores locais, especialmente no setor agrícola, ao ampliar a entrada de produtos mais baratos, como carne bovina, açúcar e frango.

A Polônia anunciou nesta sexta-feira (24) que vai recorrer ao tribunal máximo da União Europeia contra o acordo de livre comércio entre o bloco europeu e o Mercosul, segundo informações da agência Reuters.

Segundo o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, o país pretende apresentar uma queixa formal ao Tribunal de Justiça da União Europeia até o prazo limite de 26 de maio.

A decisão reforça a posição de Varsóvia, que, ao lado da França, lidera a oposição ao acordo dentro da União Europeia.

O tratado UE-Mercosul foi firmado em janeiro, após mais de 25 anos de negociações e prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas entre o bloco europeu e o Brasil, a Argentina, o Paraguai e o Uruguai.

Críticos do acordo afirmam que a medida pode prejudicar produtores locais, especialmente no setor agrícola, ao ampliar a entrada de produtos mais baratos, como carne bovina, açúcar e frango. Agricultores e ambientalistas também estão entre os que se opõem ao tratado.

Na mesma linha, o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, disse que há riscos à segurança alimentar, à proteção do consumidor e ao mercado interno.

A resistência ganhou força no Parlamento Europeu, que em janeiro decidiu encaminhar o acordo para análise do tribunal da União Europeia.

O governo francês teme impactos negativos sobre o setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. O presidente francês, Emmanuel Macron, chegou a classificar como uma “má surpresa” a decisão da União Europeia de acelerar a aplicação provisória do acordo.

Por outro lado, países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado, ao enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.

Defensores do acordo também argumentam que ele pode ampliar o acesso de empresas europeias aos mercados da América do Sul, beneficiando principalmente a indústria.

Apesar das críticas, a Comissão Europeia informou em março que o acordo deve começar a ser aplicado de forma provisória a partir de 1º de maio, enquanto segue o processo de aprovação completa pelos países-membros.

Os países do Mercosul estão em estágios avançados de aprovação do acordo com a União Europeia, o que permite o início da aplicação provisória enquanto os trâmites formais continuam.

Brasil, Argentina e Uruguai já concluíram seus processos internos de aprovação.Paraguai, que atua como depositário do tratado, também finalizou os trâmites legais e formalizou a promulgação, etapa essencial para viabilizar a entrada em vigor.

Com isso, o acordo pode começar a ser aplicado provisoriamente entre a União Europeia e os países do Mercosul que já cumpriram essas etapas.

A aprovação no Brasil incluiu aval da Câmara e do Senado, seguido de promulgação e notificação formal. No Paraguai, o processo também passou pelas duas casas legislativas antes da sanção presidencial.

Líderes da União Europeia e do Mercosul celebram em Assunção a assinatura do acordo de livre comércio que encerra mais de 25 anos de negociações. — Foto: REUTERS/Cesar Olmedo

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Nike anuncia demissão de 1.400 funcionários; área de tecnologia será a mais afetada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

A Nike anunciou nesta quinta-feira (23) a demissão de cerca de 1.400 funcionários, em meio a um plano para agilizar seus fluxos de trabalho. Os cortes representam pouco menos de 2% da força de trabalho global e devem atingir principalmente áreas de tecnologia.

Em memorando enviado aos funcionários, a Nike afirmou que a medida também busca integrar melhor sua cadeia de suprimentos e concentrar operações tecnológicas em dois polos principais: Oregon, nos Estados Unidos, e na Índia.

Em janeiro, a companhia já havia cortado 775 vagas, como parte de uma estratégia para acelerar a automação.

As ações da Nike subiram cerca de 0,5% no pós-mercado, mas acumulam queda de mais da metade do valor nos últimos três anos. No período, concorrentes como On, Hoka e Anta ganharam espaço.

O CEO Elliott Hill, que assumiu o comando em 2024, prometeu reposicionar a marca, com foco em esportes como corrida e futebol e no lançamento mais rápido de novos produtos.

Ainda assim, analistas avaliam que os esforços têm sido inconsistentes e que os cortes não chegam a ser uma surpresa.

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Dia Nacional do Churrasco: em que parte do boi fica a picanha? Dê play no game e teste seus conhecimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:48

Agro Dia Nacional do Churrasco: em que parte do boi fica a picanha? Dê play no game e teste seus conhecimentos Para jogar, arraste os 20 cortes de carne até as partes corretas do boi. Por Redação g1

O Dia Nacional do Churrasco é comemorado nesta sexta-feira (24). Mas você sabe exatamente de onde vêm os cortes de carne que chegam ao seu prato? Da picanha, do patinho, do filé mignon? Nem sempre é fácil identificá-las.

Neste jogo interativo, teste seus conhecimentos e descubra se você acerta a localização dos principais cortes.

O Dia Nacional do Churrasco é comemorado nesta sexta-feira (24). — Foto: Nadin Sh/Pexels e Pedro Furtado/Pexels

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Entenda lei que proíbe radar de trânsito escondido aprovada por comissão da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:07

Carros Entenda lei que proíbe radar de trânsito escondido aprovada por comissão da Câmara Projeto quer proibir radares ocultos e próximos entre si; regra vale para equipamentos fixos e móveis. Nova lei também deve obrigar órgão a divulgar na internet local de radares. Por Redação g1

Agente de trânsito posiciona o radar atrás da mureta de proteção da rodovia — Foto: Carlos Pradini

Foi aprovado nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados um projeto de lei que cria regras mais rígidas para a visibilidade e a sinalização de radares de fiscalização de velocidade.

O projeto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se transformar em lei, o texto tem de ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

A proposta aprovada na comissão inclui normas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para padronizar a fiscalização em todo o país.

Nada mais de um radar atrás do outro: fica proibido o uso de radares portáteis próximos a radares fixos. A distância mínima deverá ser de 2 quilômetros em rodovias e de 500 metros em áreas urbanas.Radar escondido nunca mais: não será permitida a instalação de radares fixos atrás de postes, árvores, construções ou passarelas. Agentes que utilizam radares móveis também não poderão ficar escondidos.Painel com velocidade: passa a ser obrigatória a instalação de painéis eletrônicos que informem ao motorista a velocidade registrada pelo radar. A exigência vale para radares fixos em vias com duas ou mais faixas no mesmo sentido.Radares listados na internet: o órgão de trânsito será obrigado a divulgar na internet a localização exata de todos os radares, além da data da última verificação do equipamento pelo Inmetro.Critério para instalação de radares: será necessário apresentar estudo técnico e justificativa para a instalação de qualquer radar.

O Projeto de Lei 4751/24 recebeu alterações da deputada Rosana Valle (PL-SP), relatora da proposta na comissão.

“A proposta dá mais segurança jurídica aos motoristas e reforça a educação para o trânsito, evitando práticas voltadas apenas à arrecadação, associadas ao que se convencionou chamar de ‘indústria da multa’”, afirmou a relatora.

O autor do projeto é o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). Ele defende que a melhor sinalização dos radares pode aumentar a conscientização dos motoristas.

“O termo ‘indústria da multa’ é usado com frequência para descrever a ideia de que existe no Brasil um sistema arrecadatório que teria como principais alvos os condutores que cometem infrações de trânsito”, diz Silva.

Proposta de lei pede instalação de painéis eletrônicos para informar motorista sobre velocidade aferida — Foto: g1 / Cauê Adamuz

O motorista sempre tem a oportunidade de recorrer das infrações, e o processo depende do órgão que aplicou a multa, como Detran, Polícia Rodoviária Federal, DER, entre outros.

Em geral, o processo começa com a apresentação da defesa de autuação. O motorista tem prazo de 30 dias para apontar eventuais erros antes mesmo de a multa ser aplicada.É nesse momento que o motorista pode indicar que havia outro condutor ao volante e, assim, evitar o acúmulo de pontos.Essa primeira defesa deve ser analisada pelas autoridades em até 30 dias.Se o recurso for indeferido, há prazo de 30 dias para recorrer em primeira instância à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). O órgão tem mais um mês para emitir o parecer.

Se essa etapa for rejeitada, é possível recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) em segunda instância. Multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal têm um processo próprio de recurso, com formulários específicos.

A recomendação é acompanhar quantos pontos constam na CNH para não ultrapassar o limite, considerando o novo critério. Os sites dos Detrans oferecem consulta a essa informação.

Em caso de suspensão, o processo de recurso é semelhante ao das infrações, começando pela Jari e, depois, seguindo para o Cetran de cada estado.

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Brasil iniciará testes para aumentar mistura de biodiesel no diesel em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:07

Agro Brasil iniciará testes para aumentar mistura de biodiesel no diesel em maio Crise energética causada pela guerra no Irã tem forçado o país a reduzir dependência de combustíveis fósseis importados, como o petróleo. Por Reuters

Pesquisadores brasileiros do Instituto Tecnológico de Mauá iniciarão testes para investigar a viabilidade de aumentar a mistura de biodiesel no diesel para 20% em maio.

O Brasil é uma potência na produção de biocombustíveis a partir de matérias-primas como soja e cana-de-açúcar, com misturas obrigatórias atuais de 15% de biodiesel no diesel e 30% de etanol anidro na gasolina.

A crise energética global causada pela guerra no Irã tem forçado o Brasil a ampliar esforços para aumentar essas misturas obrigatórias e reduzir a dependência de combustíveis fósseis e fontes de energia importadas.

Os motores serão testados por 300 horas para avaliar o entupimento do filtro, o comportamento do sistema de injeção e para inspecionar o bico injetor.

Pesquisadores brasileiros do Instituto Tecnológico de Mauá iniciarão testes para investigar a viabilidade de aumentar a mistura de biodiesel no diesel para 20% em maio, disse Renato Romio, gerente da divisão de veículos do instituto, nesta quinta-feira (23).

O Brasil é uma potência na produção de biocombustíveis a partir de matérias-primas como soja e cana-de-açúcar, com misturas obrigatórias atuais de 15% de biodiesel no diesel e 30% de etanol anidro na gasolina.

A crise energética global causada pela guerra no Irã tem forçado o Brasil a ampliar esforços para aumentar essas misturas obrigatórias e reduzir a dependência de combustíveis fósseis e fontes de energia importadas.

"A ideia é começar em maio", disse Romio à Reuters, em um evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e pelo Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) em São Paulo.

Durante a primeira fase, o instituto testará misturas de biodiesel de 15% e 20% – conhecidas como B15 e B20, respectivamente – e planeja instalar o primeiro motor a ser testado no próximo mês, disse Rômio.

Os motores serão testados por 300 horas para avaliar o entupimento do filtro, o comportamento do sistema de injeção e para inspecionar o bico injetor, disse Romio, acrescentando que a segunda fase de testes também analisará as emissões de poluentes em diesel misturado com 7% e 25% de biodiesel.

Os testes planejados são uma boa notícia para o setor, disse o diretor de economia e assuntos regulatórios da Abiove, Daniel Amaral, no evento.

"Porque é um conjunto de testes bastante amplo, bastante bem discutido entre todas as entidades que estão relacionadas à questão da produção e do uso de biodiesel e que certamente vai abrir as portas para misturas superiores a B15 até o B20, o que traz um cenário bastante promissor para o setor", disse Amaral.

Trata-se de um conjunto bastante abrangente de testes, amplamente discutido por todas as entidades relacionadas à produção e ao uso do biodiesel", disse Amaral.

"Certamente abrirá caminho para misturas acima de B15 e até B20, o que representa um cenário muito promissor para o setor."

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Novo modelo de IA de baixo custo da chinesa DeepSeek acirra disputa tecnológica com os EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:07

Tecnologia Novo modelo de IA de baixo custo da chinesa DeepSeek acirra disputa tecnológica com os EUA DeepSeek‑V4, com código aberto, mais barato e potente que modelos americanos, surge em meio a acusações da Casa Branca de espionagem tecnológica e disputa estratégica. Por Deutsche Welle

A startup chinesa DeepSeek lançou nesta sexta‑feira (24) um novo modelo de inteligência artificial com custos "drasticamente reduzidos".

A corrida pela IA intensificou a rivalidade entre a China e os Estados Unidos, e a Casa Branca acusou, nesta quinta‑feira, entidades chinesas de realizarem um esforço em larga escala para roubar tecnologia de inteligência artificial.

O DeepSeek‑V4 "apresenta um contexto ultralongo", informou a empresa em um comunicado na plataforma de mídia social WeChat, descrevendo‑o como "líder mundial, com custos drasticamente reduzidos de computação e memória" em um anúncio separado no X.

O V4 suporta um comprimento de contexto de um milhão de "tokens" — pequenos componentes de texto, incluindo palavras ou pontuação —, colocando‑o no mesmo nível do Gemini, do Google.

O novo V4 foi lançado em duas versões, DeepSeek‑V4‑Pro e DeepSeek‑V4‑Flash, sendo esta última "uma opção mais eficiente e econômica" por contar com parâmetros menores.

O DeepSeek mostrou que a China também pode desenvolver os "cérebros" da IA — Foto: Reuters

A startup chinesa DeepSeek lançou nesta sexta‑feira (24) um novo modelo de inteligência artificial com custos "drasticamente reduzidos", mais de um ano após surpreender o mundo com um modelo de raciocínio de baixo custo que igualava as capacidades de rivais americanos.

A corrida pela IA intensificou a rivalidade entre a China e os Estados Unidos, e a Casa Branca acusou, nesta quinta‑feira, entidades chinesas de realizarem um esforço em larga escala para roubar tecnologia de inteligência artificial.

Com sede em Hangzhou, a DeepSeek ganhou projeção em janeiro do ano passado com um chatbot de IA generativa, alimentado por seu modelo de raciocínio R1, que abalou as suposições sobre a dominância dos EUA nesse setor estratégico.

O DeepSeek‑V4 "apresenta um contexto ultralongo", informou a empresa em um comunicado na plataforma de mídia social WeChat, descrevendo‑o como "líder mundial, com custos drasticamente reduzidos de computação e memória" em um anúncio separado no X.

O V4 suporta um comprimento de contexto de um milhão de "tokens" — pequenos componentes de texto, incluindo palavras ou pontuação —, colocando‑o no mesmo nível do Gemini, do Google.

O comprimento de contexto determina quanto de entrada um modelo é capaz de absorver para ajudar na execução de tarefas.

O novo V4 foi lançado em duas versões, DeepSeek‑V4‑Pro e DeepSeek‑V4‑Flash, sendo esta última "uma opção mais eficiente e econômica" por contar com parâmetros menores.

Em termos de "conhecimento de mundo", um benchmark de raciocínio, o V4‑Pro fica atrás apenas do modelo mais recente do Gemini, segundo a DeepSeek.

Uma versão prévia do modelo de código aberto já está disponível, informou a empresa, sem indicar quando uma versão final será lançada. No começo do ano passado, logo apos ser lançado, o modelo da DeepSeek chegava a custar 18 vezes menos que o ChatGPT.

Especialistas afirmam que a chegada do V4 marca um "ponto de inflexão” em termos de hardware e custo.

"Isso resolve problemas antigos de desempenho mais lento e custos mais altos associados a comprimentos de contexto longos, marcando um verdadeiro ponto de inflexão para a indústria", disse Zhang Yi, fundador da empresa de pesquisa tecnológica iiMedia.

"Para os usuários finais, isso trará benefícios amplos e acessíveis. Por exemplo, se o suporte a contextos ultralongos se tornar um recurso padrão, o processamento de textos extensos deverá sair dos laboratórios de pesquisa de ponta e entrar em aplicações comerciais convencionais", acrescentou.

O V4‑Pro possui 1,6 trilhão de parâmetros, enquanto o V4‑Flash tem 284 bilhões de parâmetros, que refinam a capacidade de tomada de decisão dos modelos.

O modelo também foi "otimizado" para produtos populares de agentes de IA, como Claude Code, OpenClaw, OpenCode e CodeBuddy, segundo o comunicado da DeepSeek.

O lançamento mais recente da DeepSeek é um "marco" para as empresas chinesas, afirmou o veterano analista da indústria de IA Max Liu.

"Isso é algo positivo para toda a indústria doméstica de IA. Pode oferecer modelos melhores para os usuários locais, e agora podemos esperar muitas outras coisas — mais produtos e um mercado mais competitivo", disse.

O chamado "choque DeepSeek" do ano passado provocou uma queda nas ações relacionadas à IA e uma reavaliação das estratégias de negócios, sendo também descrito como um "momento Sputnik", ou seja, um choque estratégico repentino para o setor.

O chatbot apresentou desempenho em nível semelhante ao do ChatGPT e de outras ofertas líderes dos Estados Unidos, mas a empresa afirmou que utilizou significativamente menos poder computacional para desenvolvê‑lo.

No entanto, sua popularidade repentina levantou questionamentos sobre privacidade de dados e censura, já que o chatbot frequentemente se recusava a responder a perguntas sobre temas sensíveis, como o massacre da Praça da Paz Celestial em 1989.

No país, as ferramentas de IA da DeepSeek vêm sendo amplamente adotadas por governos municipais chineses, instituições de saúde, pelo setor financeiro e por outras empresas.

Isso foi impulsionado em parte pela decisão da DeepSeek de tornar seus sistemas de código aberto, com seus funcionamentos internos públicos — em contraste com os modelos proprietários vendidos pela OpenAI e outros concorrentes ocidentais.

Mas a Casa Branca acusou empresas chinesas de tentarem "roubar” tecnologia americana, antes de uma cúpula prevista entre Donald Trump e Xi Jinping em Pequim no próximo mês.

"Os EUA têm evidências de que entidades estrangeiras, principalmente na China, estão conduzindo campanhas de destilação em escala industrial para roubar IA americana", disse Michael Kratsios, principal assessor de ciência e tecnologia de Trump, em uma publicação no X.

A destilação é uma prática comum no desenvolvimento de IA, frequentemente utilizada por empresas para criar versões mais baratas e menores de seus próprios modelos.

O anúncio da DeepSeek nesta sexta‑feira também ocorre em um momento em que a Meta afirma que planeja cortar um décimo de sua força de trabalho em busca de ganhos de produtividade, ao mesmo tempo em que investe pesadamente em inteligência artificial.

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