RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Amazon traz Alexa+ ao Brasil e aposta em IA como o ChatGPT para renovar assistente virtual

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 11:47

Tecnologia Amazon traz Alexa+ ao Brasil e aposta em IA como o ChatGPT para renovar assistente virtual Nova versão usa IA trubinada para conversar de forma mais natural e realizar tarefas mais complexas. Novidade custa R$ 100 por mês para quem não é assinante do Amazon Prime. Por Darlan Helder, g1 — São Paulo

A Amazon anunciou nesta quinta-feira (18) o lançamento da Alexa+ no Brasil. A nova versão da assistente virtual passa a usar inteligência artificial generativa, tecnologia semelhante à do ChatGPT, e agora é capaz de executar tarefas mais complexas.

A Alexa+ já estava disponível nos Estados Unidos desde 2025 e chega agora ao Brasil custando R$ 99,90 por mês para quem quiser contratar separadamente. Já os assinantes do Amazon Prime, que custa R$ 19,90 mensais, terão acesso à nova versão sem custo adicional.

A Amazon afirma que a Alexa "turbinada" funcionará na maioria dos dispositivos Echo, com exceção dos modelos de primeira geração. O recurso começa a ser liberado gradualmente aos clientes a partir desta quinta-feira. Os interessados podem entrar na fila de acesso pelo site da Amazon ou dizendo "Alexa, quero Alexa+" para a assistente.

"Dezenas de milhares de clientes serão convidados nas próximas semanas, com expansão contínua", afirmou a empresa.

Segundo a Amazon, quem comprar novos dispositivos da marca a partir de hoje terá acesso antecipado à novidade.

Antes da Alexa+, a assistente da Amazon era baseada principalmente em comandos pré-programados e modelos preditivos. Com a IA generativa, ela passa a realizar tarefas mais complexas, seguindo o caminho de IAs mais espertas como ChatGPT, Gemini e Claude.

A principal diferença em relação à Alexa atual está na forma como ela conversa com o usuário. Segundo a Amazon, a Alexa+ tem interações mais naturais, entende expressões brasileiras, inclusive regionais, e deixa de lado parte do comportamento mais robótico das versões anteriores.

Além disso, a assistente consegue lidar com múltiplos comandos em uma mesma conversa e conta com memória, o que permite retomar assuntos abordados anteriormente.

Segundo a Amazon, ela pode aprender preferências do usuário, como estilos musicais e restrições alimentares, consultar compromissos na agenda e até redigir ou enviar e-mails, desde que esteja conectada ao serviço de e-mail utilizado pela pessoa.

A Alexa+ também pode realizar ações mais personalizadas. Por exemplo, se o usuário disser apenas que está com frio, ela poderá reduzir a temperatura do ar-condicionado automaticamente, desde que o aparelho esteja conectado à plataforma.

A empresa também adiantou que, "muito em breve", será possível pedir para a Alexa+ chamar um Uber. Ao receber o comando, a assistente confirmará o destino, a categoria do carro, valor, o tempo estimado de chegada e solicitará a corrida.

O processo, porém, não será instantâneo. Em demonstrações feitas pela Amazon, a Alexa levou alguns minutos para concluir a tarefa. Segundo a empresa, isso acontece porque a assistente precisa se conectar a serviços externos, como a Uber, para executar a ação.

A Amazon também anunciou um novo aplicativo da Alexa+, que permitirá aos usuários continuar interagindo com a assistente mesmo quando estiverem fora de casa.

Há 1 hora Blog da Andréia Sadi Veja quem são os outros alvos da 9º fase da Compliance ZeroHá 1 horaAtaques contra a RússiaDrones ucranianos fazem teto de refinaria ‘voar pelos ares’ em Moscou

Há 1 hora Mundo VÍDEO mostra momento em que prédio residencial é atingidoHá 1 horaExecutado em SP’Vou matar ele’, diz PM antes de atirar em homem após briga de trânsito

Há 5 horas São Paulo Após os disparos, PM rezou para homem não morrerHá 5 horasMinas GeraisAdolescente de 17 anos é vítima de estupro coletivo na Grande BH

Há 3 horas Minas Gerais No PR, amigo de adolescente morta confessa crime Há 3 horasOperação no RioDeputado é acusado de tentar impedir demolição de ‘resort’ do chefe do TCP

Há 2 horas Rio de Janeiro Operação prende mais de 40 membros do CV em 7 estadosHá 2 horasVentos acima de 80 km/hVÍDEO: microexplosão atmosférica derruba árvores e postes no Piauí

Há 30 minutos Piauí ⚽⚽⚽2ª rodada da Copa começa hoje com México x Coreia do Sul e mais; veja

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quem é Augusto Lima, dono do Banco Pleno, ex-sócio de Daniel Vorcaro, alvo da PF e ligado a petistas da Bahia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 08:55

São Paulo Quem é Augusto Lima, dono do Banco Pleno, ex-sócio de Daniel Vorcaro, alvo da PF e ligado a petistas da Bahia Empresário baiano voltou a ser alvo da Operação Compliance Zero nesta quinta-feira (18), junto com o senador Jacques Wagner (PT-BA). Em 2025, ele comprou o Banco Pleno, que tem sede em SP, e ampliou negócios com o Credcesta em parceria com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. Por Redação g1 SP — São Paulo

O banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno e ex-sócio de Daniel Vorcaro, é alvo nesta quinta-feira (18) de mandados de busca e apreensão da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF). A sede do banco fica na Alameda Santos, no bairro dos Jardins, em São Paulo.

Ele já tinha sido preso preventivamente pela PF em novembro do ano passado na mesma operação e teve a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, decretada fecvereiro deste ano pelo Banco Central do Brasil (BC).

Augusto Lima é controlador do Banco Pleno desde julho de 2025 e ex-sócio de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ele tem um histórico associado não apenas às fraudes envolvendo o Banco Master, mas também a nomes ligados ao governo.

Segundo o blog do Valdo Cruz, o banqueiro é próximo a petistas da Bahia — como o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) — e passou a ganhar notoriedade após comprar a rede de supermercados Cesta do Povo, durante a privatização da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal).

Com a compra, Lima também adquiriu o Credcesta — um cartão de benefícios voltado a servidores públicos municipais e estaduais, que começou na Bahia e depois teve sua operação expandida para todo o país em parceria com o Banco Master.

Alvo da PF na Operação Compliance Zero: relembre a trajetória do Banco Pleno até a liquidação pelo BC

Segundo um requerimento da CPMI do INSS para a quebra de sigilo bancário de Lima, a ampliação do Credcesta transformou o cartão em um produto de crédito consignado “que se disseminou pelo país e passou a integrar carteiras negociadas com fundos de investimento e outras instituições financeiras”.

Ainda segundo o documento, uma parte relevante desses créditos oferecidos a aposentados e pensionistas não foi informada às autoridades ou não possuía recursos e estrutura suficientes para operar dentro das regras.

Lima também foi CEO do Banco Master e adquiriu o controle do Banco Pleno em 2025. A autorização do Banco Central foi concedida em julho do ano passado.

Segundo o blog do Valdo Cruz, foi Augusto Lima quem procurou Ricardo Lewandowski para contratá-lo como consultor jurídico do Banco Master, com a intermediação do líder do governo, Jaques Wagner. Lima também participou da reunião de Daniel Vorcaro com o presidente Lula no fim de 2024.

A liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) foi decretada pelo Banco Central do Brasil (BC) nesta quarta-feira (18).

Segundo o BC, o conglomerado tinha uma participação muito pequena no sistema financeiro brasileiro. Até setembro do ano passado, concentrava cerca de 0,04% de todos os ativos do setor, que somavam mais de R$ 18 trilhões — o equivalente a aproximadamente R$ 7,6 bilhões.

Nas captações, a participação era de 0,05% do total de mais de R$ 13 trilhões, o equivalente a cerca de R$ 6,5 bilhões.

🔎 Os ativos são tudo o que o banco possui ou tem a receber, como empréstimos e investimentos. Já as captações são os recursos que ele recebe de clientes e investidores, por meio de depósitos, CDBs e outros produtos.

Segundo o BC, a liquidação do Banco Pleno foi adotada após o agravamento da situação econômico-financeira da instituição, que passou a ter dificuldades para cumprir suas obrigações no dia a dia.

O órgão também apontou descumprimento de normas e de determinações da própria autoridade reguladora.

"A liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil."

🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, encerra as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até a extinção da instituição. O banco também deixa de integrar o sistema financeiro nacional.

O BC informou que continuará apurando responsabilidades. As investigações podem resultar em sanções administrativas e no envio de informações a outras autoridades. Com a liquidação, os bens dos controladores e administradores ficam indisponíveis.

Há 3 horas Política CAMAROTTI: apoio de Lula a senador na PB incomoda grupo de MottaHá 3 horasOperação no RioDeputado é acusado de tentar impedir demolição de ‘resort’ do chefe do TCP

Há 10 minutos Rio de Janeiro Operação prende mais de 40 membros do CV em 7 estadosHá 10 minutos7 tiros’Vou matar ele’, diz PM antes de atirar em homem após briga de trânsito

Há 3 horas São Paulo Após os disparos, PM rezou para homem não morrerHá 3 horasMinas GeraisAdolescente de 17 anos é vítima de estupro coletivo na Grande BH

Há 44 minutos Minas Gerais No PR, amigo de adolescente morta confessa crime Há 44 minutosConflito no Oriente MédioO que acontece após acordo de paz entre EUA e Irã? Veja próximos passos

Há 6 horas Mundo Irã sai vencedor em acordo inicial assinado, diz professorHá 6 horas’Mundo não é de esquerda”Eu nunca fui esquerdista’, diz Lula em conversa informal no G7

Há 8 horas Político Entre farpas e diplomacia: o saldo de Lula no G7Há 8 horasEleições 2026Caiado diz que Flávio Bolsonaro ‘perdeu a chance’ de vencer Lula

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump diz que Apple fará chips nos EUA em parceria com a Intel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 08:55

Tecnologia Trump diz que Apple fará chips nos EUA em parceria com a Intel Segundo Trump, empresas vão projetar e fabricar chips nos EUA; acordo pode ajudar a Apple a reduzir a dependência da TSMC e fortalecer o negócio de fabricação da Intel. Por Reuters

O presidente da Apple, Tim Cook, e o presidente dos EUA, Donald Trump, na fábrica da Apple em Austin, Texas. — Foto: Tom Brenner/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (18), em uma publicação na rede social Truth Social, que a Apple concordou em trabalhar com a Intel para projetar e fabricar chips em território norte-americano.

Segundo o jornal Wall Street Journal, Intel e Apple chegaram a um acordo preliminar para a fabricação de alguns chips após mais de um ano de negociações. A Apple e a Intel ainda não comentaram a declaração de Trump.

A parceria ajuda a Apple a diversificar sua cadeia de produção de chips. Atualmente, a fabricante do iPhone depende fortemente da TSMC, cujas linhas de fabricação mais avançadas enfrentam alta demanda de empresas de inteligência artificial, como Nvidia e AMD.

Para a Intel, um contrato com a Apple garantiria demanda constante de uma das maiores empresas de eletrônicos de consumo do mundo. O acordo também poderia fortalecer a reputação da empresa e impulsionar seu negócio de fabricação de chips, que perdeu espaço para a TSMC nos últimos anos.

Após o anúncio, as ações da Intel avançavam cerca de 6,5% nas negociações pré-mercado, ampliando para cerca de três vezes os ganhos acumulados pela companhia no ano.

No início desta semana, a Intel informou que sua nova tecnologia de fabricação 18A entrou em produção inicial, em meio à forte demanda por seus processadores centrais.

O possível acordo ocorre em um momento em que o governo Trump intensifica esforços para fortalecer a cadeia de suprimentos de semicondutores dos Estados Unidos e reduzir a dependência da China.

No ano passado, a administração adquiriu uma participação de 10% na Intel e anunciou planos de investir cerca de US$ 10 bilhões na empresa para construir ou ampliar fábricas no país.

Trump já havia afirmado anteriormente que "deveria ter pedido mais" participação acionária na Intel, após a valorização da fatia do governo para mais de US$ 50 bilhões.

Há 3 horas Política CAMAROTTI: apoio de Lula a senador na PB incomoda grupo de MottaHá 3 horasOperação no RioDeputado é acusado de tentar impedir demolição de ‘resort’ do chefe do TCP

Há 11 minutos Rio de Janeiro Operação prende mais de 40 membros do CV em 7 estadosHá 11 minutos7 tiros’Vou matar ele’, diz PM antes de atirar em homem após briga de trânsito

Há 3 horas São Paulo Após os disparos, PM rezou para homem não morrerHá 3 horasMinas GeraisAdolescente de 17 anos é vítima de estupro coletivo na Grande BH

Há 45 minutos Minas Gerais No PR, amigo de adolescente morta confessa crime Há 45 minutosConflito no Oriente MédioO que acontece após acordo de paz entre EUA e Irã? Veja próximos passos

Há 6 horas Mundo Irã sai vencedor em acordo inicial assinado, diz professorHá 6 horas’Mundo não é de esquerda”Eu nunca fui esquerdista’, diz Lula em conversa informal no G7

Há 8 horas Político Entre farpas e diplomacia: o saldo de Lula no G7Há 8 horasEleições 2026Caiado diz que Flávio Bolsonaro ‘perdeu a chance’ de vencer Lula

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Alvo da PF na Operação Compliance Zero: relembre a trajetória do Banco Pleno até a liquidação pelo BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 08:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1080,42%Dólar TurismoR$ 5,3010,06%Euro ComercialR$ 5,870-0,57%Euro TurismoR$ 6,120-0,7%B3Ibovespa168.454 pts-0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1080,42%Dólar TurismoR$ 5,3010,06%Euro ComercialR$ 5,870-0,57%Euro TurismoR$ 6,120-0,7%B3Ibovespa168.454 pts-0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1080,42%Dólar TurismoR$ 5,3010,06%Euro ComercialR$ 5,870-0,57%Euro TurismoR$ 6,120-0,7%B3Ibovespa168.454 pts-0,7%Oferecido por

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master.

Entre os alvos estão o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno, instituição que teve liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em fevereiro deste ano.

A instituição pertencia ao grupo Banco Master e havia sido vendida, no segundo semestre do ano passado, a Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, encerrando uma trajetória marcada por mudanças de controle, tentativas de reposicionamento e instabilidade operacional.

O banco surgiu a partir do Banco Indusval & Partners (BI&P), fundado em 1967 e voltado principalmente ao crédito corporativo e ao financiamento do agronegócio.

Diante de dificuldades operacionais e resultados pressionados, a instituição passou por diversas reorganizações societárias.

Em 2019, sob o controle do empresário Roberto de Rezende Barbosa, a instituição adotou o nome Banco Voiter, em uma estratégia de enxugamento da estrutura e aposta em soluções digitais, mas sem conseguir estabilizar o negócio.

Em 2023, o banco negociou uma possível venda para a Capital Consig, que previa um aporte de R$ 100 milhões e a transferência do controle da instituição. A operação, porém, não avançou, abrindo espaço para conversas com o Banco Master.

No início do ano seguinte, os controladores do então Voiter anunciaram negociações com Daniel Vorcaro, sem divulgar os valores envolvidos. O acordo previa a transferência de controle e a incorporação das áreas de atacado, corretora e gestoras ao conglomerado do Master.

Pouco tempo depois, em julho de 2025, o Banco Central autorizou a transferência do controle para Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Vorcaro, dando origem ao Banco Pleno.

Após a venda ao Master, a família Rezende Barbosa entrou em disputa judicial contra o conglomerado e seus controladores, envolvendo uma debênture de R$ 400 milhões emitida pela controladora do grupo.

Segundo os vendedores, a primeira parcela de R$ 100 milhões não foi paga e, mesmo após um aditivo que previa o desembolso de R$ 200 milhões em duas parcelas, os valores também não foram quitados.

O Master alegou que os credores teriam exigido a antecipação do contrato. A família acionou a Justiça em São Paulo, com valor da causa estimado em R$ 470,5 milhões, mas desistiu do processo após um acordo homologado no início de novembro, poucos dias antes da intervenção do BC no grupo.

A aprovação da operação veio acompanhada de exigências, entre elas a apresentação de um plano para enfrentar eventuais problemas de liquidez.

Apesar disso, o banco manteve forte dependência de captação por meio de depósitos a prazo, especialmente Certificados de Depósito Bancário (CDBs), como principal fonte de financiamento.

🔎 Problemas de liquidez ocorrem quando o banco não tem caixa para cumprir compromissos imediatos, como saques e resgates, mesmo possuindo ativos no papel. Ou seja, tem patrimônio, mas não consegue convertê-lo rapidamente em dinheiro, o que gera atrasos, perda de confiança e, em casos graves, intervenção do BC.

Segundo dados do BC, em setembro o Banco Pleno tinha passivos de cerca de R$ 6,8 bilhões, dos quais aproximadamente R$ 5,2 bilhões em CDBs e cerca de R$ 760 milhões em letras financeiras.

Com o aumento da percepção de risco, esses títulos passaram a ser negociados no mercado secundário com taxas bem acima do CDI, o que indica vendas forçadas e deterioração da confiança dos investidores.

A presença do Banco Pleno no sistema financeiro era reduzida. Até setembro do ano passado, a instituição concentrava cerca de 0,04% dos ativos do setor, que superavam R$ 18 trilhões — o equivalente a aproximadamente R$ 7,2 bilhões.

Nas captações, a fatia era de cerca de 0,05% de um total superior a R$ 13 trilhões, o equivalente a aproximadamente R$ 6,5 bilhões.

Segundo o BC, a liquidação foi adotada após o agravamento da situação econômico-financeira da instituição, que passou a ter dificuldades para cumprir suas obrigações no dia a dia. O órgão também apontou descumprimento de normas e de determinações da própria autoridade reguladora.

"A liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil."

Há 3 horas Política CAMAROTTI: apoio de Lula a senador na PB incomoda grupo de MottaHá 3 horasOperação no RioDeputado é acusado de tentar impedir demolição de ‘resort’ do chefe do TCP

Há 11 minutos Rio de Janeiro Operação prende mais de 40 membros do CV em 7 estadosHá 11 minutos7 tiros’Vou matar ele’, diz PM antes de atirar em homem após briga de trânsito

Há 3 horas São Paulo Após os disparos, PM rezou para homem não morrerHá 3 horasMinas GeraisAdolescente de 17 anos é vítima de estupro coletivo na Grande BH

Há 45 minutos Minas Gerais No PR, amigo de adolescente morta confessa crime Há 45 minutosConflito no Oriente MédioO que acontece após acordo de paz entre EUA e Irã? Veja próximos passos

Há 6 horas Mundo Irã sai vencedor em acordo inicial assinado, diz professorHá 6 horas’Mundo não é de esquerda”Eu nunca fui esquerdista’, diz Lula em conversa informal no G7

Há 8 horas Político Entre farpas e diplomacia: o saldo de Lula no G7Há 8 horasEleições 2026Caiado diz que Flávio Bolsonaro ‘perdeu a chance’ de vencer Lula

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Café solúvel fica fora de isenção do tarifaço e setor vai aos EUA pedir revisão: ‘Não tem lógica’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 05:48

Agro Café solúvel fica fora de isenção do tarifaço e setor vai aos EUA pedir revisão: 'Não tem lógica' Setor acredita em erro técnico e participará de audiência nos EUA para tentar reverter tarifa que pode chegar a 37,5%. Cafés em grão, torrado e moído ficaram isentos. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

A indústria brasileira de café solúvel defenderá o produto nacional em audiência nos EUA em 6 de julho. O setor tenta evitar novas tarifas de Donald Trump.

O café solúvel é o único tipo excluído das isenções tarifárias americanas. Para a Abics, a decisão não tem lógica pois os EUA dependem do produto brasileiro.

A associação enviará manifestação escrita até 1º de julho. O documento alertará sobre o impacto inflacionário do tarifaço e a dependência americana do produto importado.

Dados preliminares da Abics mostram que os EUA produzem apenas 6% do café solúvel consumido internamente.

Brasil vai defender café solúvel em audiência sobre tarifaço nos EUA: 'Não tem lógica', diz setor. — Foto: Creative commons

A indústria brasileira de café solúvel vai para os Estados Unidos defender o produto nacional contra a nova rodada de tarifas proposta por Donald Trump. A audiência pública acontece no dia 6 de julho, em Washington, e pode definir se os EUA vão sobretaxar, mais uma vez, o Brasil.

O café solúvel é o único tipo de café que ficou de fora da lista de isenções dos novos tarifaços, uma situação que se repete desde o ano passado.

"Nós vamos participar tanto da audiência como das manifestações por escrito", conta Aguinaldo Lima, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).

Em 1º de junho,Trump propôs tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, após uma investigação sobre diferentes temas, como desmatamento ilegal, pirataria e PIX.No dia seguinte, ele anunciou taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falha no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil.Para ambos os casos, foi publicada uma vasta lista de isenções que inclui os cafés em grão, torrado e moído.

Soma-se a isso o fato de que o café solúvel aromatizado também foi beneficiado pelas isenções, enquanto a versão tradicional ficou de fora. "Acreditamos que possa ter ocorrido alguma falha na classificação dos códigos, porque não faz sentido", afirma.

Outra hipótese levantada pela Abics é a de que os americanos estejam tentando reindustrializar o setor.

"Mesmo que os EUA decidam produzir mais café solúvel, ainda precisariam importar a matéria-prima. Além disso, trata-se de uma indústria que não leva menos de quatro ou cinco anos para ser instalada. Esse, inclusive, é um dos argumentos que estamos apresentando", afirma.

"Por outro lado, sabemos que tudo isso é parte de um jogo mais complexo. Os Estados Unidos querem um bom acordo na área de minerais críticos, terras raras, PIX, big techs e por aí vai", comenta.

G7: Sem reunião entre Lula e Trump, tarifaço segue na mira do governoVeja quais produtos ficaram de fora da nova proposta de tarifaçoBrasileiro inscrito em audiência defende PIX e cobra debate técnico

Segundo Lima, uma das linhas de argumentação será mostrar o impacto do tarifaço sobre a inflação do café nos EUA, além da importância do solúvel brasileiro para a economia americana. "Essa análise ainda está sendo feita, mas vamos debater em cima de dados", reforça.

Números preliminares do relatório mostram que os EUA produzem apenas 6% do café solúvel consumido internamente.

"Todo o restante é importado, principalmente do Brasil e do México. Em 2024, [último ano antes do tarifaço], o Brasil respondeu por 37% de todo o volume de café solúvel importado pelos americanos", afirma Lima.

Ele reforça que os dados ainda estão sendo validados e que farão parte da manifestação escrita que a Abics está preparando para enviar às autoridades americanas. O documento será entregue até 1º de julho, prazo fixado pelos EUA para que governos e associações se manifestem sobre as tarifas.

Ele explica que boa parte da argumentação será feita por escrito porque cada pessoa só tem três minutos para falar na audiência pública. "Durante a apresentação, a gente precisa ser muito direto".

"Depois dos três minutos, eles abrem para perguntas. E, pela experiência que tivemos no ano passado, o café não é tão questionado. Geralmente, o setor de carne e os frigoríficos recebem mais perguntas", comenta.

Dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA (Bureau of Labor Statistics) mostram que a inflação do café solúvel nos EUA teve alta de 24% em maio, no acumulado em 12 meses.

Entre agosto de 2025 e fevereiro deste ano, o produto brasileiro foi taxado em 50% nos EUA, o que derrubou as vendas da indústria brasileira para este mercado. Em 20 de fevereiro, o Congresso dos EUA derrubou essa sobretaxa, mas, no mesmo dia, Trump impôs uma tarifa global de 10%.

"Em julho, vence o prazo da taxa de 10%", lembra Lima. Segundo ele, caso as novas tarifas entrem em vigor, o café solúvel brasileiro deve ser taxado em 37,5% no mercado americano e provocar mais um baque para o setor.

Além do impacto inflacionário nos EUA, Lima ressalta que o café solúvel é importante para a economia americana.

"Parte da agregação de valor do café solúvel é feita nos Estados Unidos. São as empresas de lá que envasam e fazem a distribuição. Isso gera emprego para os americanos. Não é um produto que vai pronto", destaca.

Há 2 horas O Assunto Fim da 1ª faseColômbia bate o Uzbequistão na estreia e lidera grupo de Portugal

Há 4 horas Copa do Mundo Em jogo morno, Gana marca no fim e vence o PanamáHá 4 horasEx-banqueiro presoMotta pediu a Vorcaro empréstimo de R$ 22 milhões do Master para cunhada, diz jornal

Há 10 horas Política Motta admite viagem em jato de Vorcaro; ex-banqueiro também pagou hotelHá 10 horasConheça o hotel de luxo onde Vorcaro pagou suítes, segundo a PFHá 10 horasBlog do CamarottiPor que apoio de Lula a senador na PB incomoda grupo político de Motta

Há 54 minutos Blog do Gerson Camarotti ‘Mundo não é de esquerda”Eu nunca fui esquerdista’, diz Lula em conversa informal no G7

Há 4 horas Político Taxação amarga ☕Setor do café solúvel vai aos EUA para derrubar tarifaço: ‘Não tem lógica’

Há 11 minutos Agronegócios Cúpula do G7Trump diz que falou com Lula e se confunde ao dizer que ‘Bolsonaro Jr. foi preso’

Há 7 horas Mundo FOTOS: Trump janta com Macron e esposa no Palácio de VersalhesHá 7 horasPistola apreendidaConfusão mental de Bolsonaro causada por remédios fez equipe inutilizar arma, diz defesa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Entre farpas e diplomacia: o saldo de Lula no G7 com Trump, UE e Ucrânia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 05:48

Mundo Entre farpas e diplomacia: o saldo de Lula no G7 com Trump, UE e Ucrânia Brasil endossou apenas três das oito declarações publicadas, evidenciando dissonância entre Brasília e o grupo das sete principais economias do mundo. Por BBC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerrou nesta quarta-feira (17/06) sua décima participação em uma cúpula do G7, o fórum que reúne sete das maiores economias industrializadas do planeta e do qual o Brasil participa como convidado ao lado de outros países em desenvolvimento.

O evento deste ano foi realizado em território francês, em Évian-les-Bains. Durante sua passagem pela pequena cidade localizada às margens do Lago de Genebra, Lula se reuniu em privado com as lideranças de Japão, Egito, Ucrânia, França e União Europeia (UE).

O presidente brasileiro também teve reuniões privadas com o presidente da Confederação Suíça, Guy Parmelin, e com o secretário-geral da Interpol, o brasileiro Valdecy Urquiza.

Nos corredores e reuniões ampliadas do evento, Lula também cruzou com todos os líderes participantes, inclusive com Donald Trump.

A expectativa para a interação com o presidente americano era grande com o tensionamento das relações diante da possibilidade da aplicação de novas tarifas e da classificação de facções criminosas brasileiras como terroristas.

Ambos disseram ter conversado, mas após o término do fórum, durante coletivas de imprensa separadas, trocaram farpas, com Trump dizendo que o Brasil se tornou "perigoso do ponto de vista político" e Lula endossando sua visão de que o contraparte age como um "imperador".

Lula respondeu dizendo que é direito de Trump gostar de Bolsonaro, mas que ele não pode interferir nas eleições no Brasil.

Na França, o Brasil ainda encerrou sua participação no fórum endossando apenas três das oito declarações publicadas pelos países membros do G7 (Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália, Alemanha e Japão).

Segundo uma fonte de dentro do próprio governo brasileiro, esse saldo diplomático evidencia distância entre Brasília e o grupo das sete principais economias do mundo.

Em uma de suas primeiras interações registradas durante a reunião de cúpula de três dias, Trump e Lula se cruzaram nos corredores do hotel que hospeda a cúpula.

Em um vídeo obtido pelo portal ICL Notícias, o americano, ao ver o brasileiro, aponta em sua direção e caminha para saudá-lo. Trump então dá um tapinha nas costas de Lula e diz, em inglês: 'Tudo bem? Bom trabalho'.

O petista, que havia acabado de fazer um discurso sobre os desequilíbrios da economia mundial, responde olhando em direção a Trump.

No dia anterior, na sessão de fotos oficial, Lula e Trump apareceram próximos, mas não houve cumprimento, conversa pública ou interação registrada entre os dois presidentes.

Ao final da cúpula, porém, as divergências políticas entre os dois líderes ficaram evidentes, com troca de acusações durante coletivas de imprensa simultâneas.

Em Évian-les-Bains, Trump foi questionado sobre sua relação com o brasileiro e respondeu dizendo que o Brasil se tornou "perigoso do ponto de vista político" e citando de forma atrapalhada a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro na terça-feira (16/06), dizendo se tratar da prisão de candidato para as eleições.

Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF por coação no curso do processo, um crime que ocorre quando alguém tenta intimidar, pressionar ou interferir em investigações ou ações judiciais.

Ele foi acusado de articular nos Estados Unidos retaliações do governo Trump contra o Brasil e autoridades brasileiras para tentar impedir o julgamento do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-SP).

Lula teve a chance de rebater enquanto respondia a perguntas de jornalistas em uma coletiva de imprensa realizada em Genebra, que fica a cerca de 45 quilômetros da cidade francesa onde acontecia a cúpula.

"Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso", disse o petista.

"Para mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro, do pai, do filho, do neto, não tem nenhum problema — é um problema dele afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil".

O Palácio do Planalto afirmou, porém, que continua negociando com Washington após o governo americano anunciar a possibilidade de aplicar uma taxação extra de 25% sobre parte das importações brasileiras.

Segundo Lula, sua equipe sequer chegou a pedir uma reunião bilateral com Donald Trump, pois os assuntos que precisam ser tratados já estão sendo discutidos por diplomatas e técnicos nos bastidores.

"A hora que terminar a negociação, se não der nada, eu não tenho nenhum problema de pegar o telefone e ligar para o Trump outra vez e marcar outra conversa", disse o presidente brasileiro.

Lula e Zelensky se reuniram a portas fechadas para falar sobre a guerra na Ucrânia — Foto: Getty Images

Também no último dia de cúpula, antes de viajar a Genebra para seu retorno ao Brasil, Lula se reuniu a portas fechadas com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Segundo Lula, este foi o melhor encontro que já teve com o ucraniano e, pela primeira vez, o sentiu "com disposição de encontrar solução" para o atual conflito com a Ucrânia.

"Pela primeira vez, senti Zelensky com disposição de encontrar solução. Ajudarei no que puder", destacou.

O presidente brasileiro afirmou ainda que reforçou para o ucraniano a importância dos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU agirem de forma mais efetiva para acabar com a guerra. "São eles que têm o poder de veto. São eles que podem tomar a decisão para guerra ou para paz", afirmou.

Lula disse ainda que assumiu o compromisso de ligar para todos os cinco membros (China, Rússia, EUA, França e Reino Unido) para reforçar a necessidade de eles tomarem as rédeas do problema.

Em suas redes sociais, Zelensky disse que teve "uma boa reunião" com Lula e que ambos concordaram em fazer "novos contatos" sobre o tema.

Outro ponto alto da participação do Brasil no fórum foi a reunião bilateral entre Lula e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e António Costa, presidente do Conselho Europeu.

Pouco mais de uma semana antes do início do G7, a UE oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos em território brasileiro, com um veto que deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem a algumas das exigências sanitárias europeias.

O veto não foi suspenso após as conversas, mas foi estabelecido que um acompanhamento mais próximo das negociações sobre padrões fitossanitários seria implementado a partir de agora.

O entendimento é de que uma relação apenas baseada no diálogo entre funcionários técnicos da UE e do governo brasileiro poderia estar dificultando o andamento das negociações e, por isso, uma visão mais "política" seria necessária para acelerar o processo.

Esse mesmo acompanhamento também será implementado nas tratativas sobre a exportação de produtos siderúrgicos.

Em abril deste ano, o bloco chegou a um acordo político para elevar de 25% para 50% as tarifas sobre importações de aço acima de cotas e reduzir significativamente os volumes isentos, em uma tentativa de proteger o setor diante da dominância chinesa.

Em suas redes sociais, Von der Leyen disse ainda que a Europa e o Brasil "olham para o mundo com os mesmos olhos" e que o acordo entre União Europeia e Mercosul, que entrou em vigor de forma provisória em maio, "é apenas o começo" da parceria.

Ao todo, os líderes do G7 adotaram nove declarações durante o fórum. Dessas, oito poderiam ser endossadas pelos países parceiros convidados, que é o caso do Brasil.

Os textos assinados pelo país tratavam do combate ao câncer, da garantia de um espaço digital seguro para crianças e adolescentes e da luta contra o tráfico de drogas.

As demais declarações discutiam soluções para os desequilíbrios macroeconômicos mundiais, o combate ao ebola, minerais críticos, parcerias internacionais para o desenvolvimento e combate ao contrabando de migrantes.

Segundo uma fonte ligada à diplomacia brasileira, esse cenário é reflexo da dissonância entre o Brasil e as potências do G7 em muitos tópicos.

O texto que trata de mineração, por exemplo, foi classificado por um interlocutor do governo como de "visão extrativista" e "anti-China".

No caso específico da edição de 2026 do fórum, o governo brasileiro admitiu que muito do que foi discutido ou assinado foi moldado para que os Estados Unidos de Donald Trump pudessem participar do evento sem muitos desconfortos.

Na edição passada, sediada pelo Canadá, o presidente americano deixou a cúpula mais cedo, causando desconforto entre os demais participantes.

"Está ficando quase que um samba de uma nota só. Quando os convidados chegam à reunião, o G7 já aprovou seus documentos", afirmou Lula em entrevista à imprensa em Genebra.

O brasileiro também mencionou as críticas dos Estados Unidos e da União Europeia à China e disse que o Brasil não pretende entrar na briga dos dois com os chineses.

Ele também defendeu a parceria dos países do Sul Global com o gigante asiático, dizendo que Pequim tem investido muito mais em desenvolvimento, e com taxas mais justas, do que os países do ocidente.

"Não podem se queixar que a China está ocupando espaço se o espaço estava vazio", disse.

Às margens da cúpula do G7, Lula também se reuniu com a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi. Após o encontro, o Mercosul e o Japão anunciaram o lançamento formal das negociações de um acordo de parceria econômica.

Segundo a nota oficial, a inauguração das negociações ocorrerá na 68ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, prevista para o final de junho em Assunção, no Paraguai.

Os dois lados "trocaram informações relativas a áreas de interesse e sensibilidades mútuas", segundo o documento, e expressaram "satisfação com o progresso alcançado".

A iniciativa reflete uma estratégia de diversificação comercial do Japão. Em maio, Tóquio sinalizou a intenção de abrir negociações com o Mercosul ainda neste verão, diante das barreiras comerciais adotadas por Donald Trump e das restrições impostas pela China às exportações de terras raras.

Nesse contexto, o Mercosul desponta como um parceiro relevante: trata-se de um dos poucos grandes mercados globais com os quais o Japão ainda não possui um acordo de livre comércio.

Há 3 horas O Assunto Ex-banqueiro presoMotta pediu a Vorcaro empréstimo de R$ 22 milhões do Master para cunhada, diz jornal

Há 10 horas Política Motta admite viagem em jato de Vorcaro; ex-banqueiro também pagou hotelHá 10 horasConheça o hotel de luxo onde Vorcaro pagou suítes, segundo a PFHá 10 horasFim da 1ª faseColômbia bate o Uzbequistão na estreia e lidera grupo de Portugal

Há 4 horas Copa do Mundo Em jogo morno, Gana marca no fim e vence o PanamáHá 4 horasBlog do CamarottiPor que apoio de Lula a senador na PB incomoda grupo político de Motta

Há 1 hora Blog do Gerson Camarotti ‘Mundo não é de esquerda”Eu nunca fui esquerdista’, diz Lula em conversa informal no G7

Há 5 horas Político Entre farpas e diplomacia: o saldo de Lula no G7Há 5 horasTaxação amarga ☕Setor do café solúvel vai aos EUA para derrubar tarifaço: ‘Não tem lógica’

Há 25 minutos Agronegócios Pistola apreendidaConfusão mental de Bolsonaro causada por remédios fez equipe inutilizar arma, diz defesa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Agressão no aeroporto: quais são os direitos do trabalhador? Cabe indenização? Quem será responsabilizado?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 03:46

Trabalho e Carreira Agressão no aeroporto: quais são os direitos do trabalhador? Cabe indenização? Quem será responsabilizado? Especialistas explicam quais são os direitos dos profissionais que sofreram violência durante o expediente e em quais situações a empresa também pode ser responsabilizada. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

A agressão a funcionárias da Latam no Aeroporto de Guarulhos reacendeu o debate sobre os direitos de trabalhadores que sofrem violência durante o expediente.

Especialistas explicam quando uma agressão pode ser considerada acidente de trabalho e quais direitos trabalhistas, previdenciários e indenizatórios podem surgir nesses casos.

Embora a responsabilidade principal recaia sobre o agressor, a empresa também pode ser responsabilizada se houver falhas na prevenção de riscos ou na proteção dos empregados.

As vítimas podem ter direito a indenizações por danos morais, materiais, psicológicos e, em situações mais graves, até pensão mensal e estabilidade no emprego.

O que começou como um atendimento de rotina terminou em cenas de violência. Na madrugada de terça-feira (16), uma passageira partiu para a agressão física depois de se irritar com o atendimento prestado por funcionárias da Latam no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Imagens gravadas no terminal mostram o momento em que a mulher invade a área do balcão e desfere socos contra uma trabalhadora. Outras três funcionárias que tentaram conter a situação também foram agredidas.

As imagens repercutiram nas redes sociais e trouxeram dúvidas: O que acontece quando um funcionário é agredido durante o trabalho? A violência pode ser considerada acidente de trabalho? A vítima tem direito a indenização?

Segundo a advogada trabalhista Juliana Mendonça, especialista em Direito e Processo do Trabalho, e sócia do Lara Martins Advogados, a legislação brasileira prevê que uma agressão sofrida durante o exercício da atividade profissional pode gerar consequências trabalhistas, previdenciárias e indenizatórias.

Além disso, episódios de violência praticados por clientes, passageiros ou terceiros podem gerar efeitos nas esferas cível e criminal, dependendo das circunstâncias do caso, completa Marcel Cordeiro, sócio da área de Direito Trabalhista e Previdenciário do escritório Miguel Neto Advogados.

"A responsabilidade principal costuma recair sobre o agressor, mas isso não impede a análise de eventuais deveres da empresa relacionados à prevenção de riscos e à proteção dos trabalhadores", afirma.

Passageira agride quatro funcionárias da Latam no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Durante muito tempo, se a violência partia de alguém sem vínculo com a empresa, a responsabilidade seria exclusivamente da pessoa. Segundo Juliana Mendonça, essa interpretação vem mudando.

A especialista explica que a Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) estabelece o direito de todo trabalhador a um ambiente livre de violência e assédio. Isso inclui situações em que a agressão é praticada por terceiros.

Segundo a advogada, a legislação de segurança e saúde ocupacional também avançou nessa direção. A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do gerenciamento de riscos ocupacionais, passou a exigir que as empresas identifiquem e gerenciem riscos psicossociais relacionados ao trabalho, incluindo situações de violência e assédio.

As primeiras horas após um episódio de violência costumam ser decisivas para proteger o trabalhador e preservar provas. Segundo a advogada, a prioridade deve ser garantir assistência à vítima. Isso inclui atendimento médico imediato e, quando necessário, apoio psicológico.

A empresa também deve preservar imagens de câmeras de segurança, registrar o ocorrido internamente, identificar testemunhas e colaborar com as autoridades responsáveis pela investigação. Em ambientes com equipes de segurança, a orientação é agir rapidamente para conter a situação e identificar o agressor.

"A CAT é fundamental para garantir o reconhecimento dos direitos previdenciários do trabalhador. Deixar de emitir esse documento pode gerar prejuízos tanto para a empresa quanto para a vítima", afirma.

Marcel Cordeiro ressalta que a emissão da CAT deve ocorrer até o primeiro dia útil seguinte ao episódio, quando houver caracterização de acidente de trabalho. Além do registro formal, a empresa deve adotar medidas voltadas à saúde e à segurança do trabalhador, incluindo o encaminhamento para atendimento médico e psicológico quando necessário.

"Também poderia haver responsabilização se, após o episódio, a empresa deixar de prestar suporte mínimo ao trabalhador", afirma.

Segundo Juliana Mendonça, a responsabilidade da agressora não exclui automaticamente a possibilidade de responsabilização da empresa.

"A agressora pode responder na esfera criminal, especialmente por lesão corporal, se comprovada ofensa à integridade física ou à saúde das vítimas (…) as trabalhadoras também podem buscar reparação civil, incluindo danos morais, danos materiais e despesas médicas eventualmente comprovadas", diz Marcel Cordeiro.

Ao mesmo tempo, a Justiça do Trabalho pode analisar se houve falha da empresa no dever de proteção aos seus empregados. Os especialistas explicam que determinadas atividades expõem trabalhadores a situações previsíveis de conflito.

🔎 É o caso de aeroportos durante atrasos e cancelamentos de voos, hospitais em momentos de superlotação, serviços bancários e transporte coletivo, entre outros.

Havia equipes de segurança disponíveis? Os funcionários receberam treinamento adequado? Existiam protocolos para situações de crise? A empresa já tinha conhecimento de riscos semelhantes?

Segundo Juliana, essas questões são decisivas para avaliar eventual responsabilidade do empregador. "A responsabilidade do agressor não exclui automaticamente a da empresa (…) pode haver responsabilidade compartilhada", afirma.

De acordo com os especialistas, algumas situações costumam atrair a atenção da Justiça do Trabalho.

Uma delas ocorre quando a empresa tinha conhecimento de um risco previsível e não adotou medidas adequadas para reduzi-lo.Outra hipótese envolve atividades que, por sua natureza, expõem trabalhadores a situações frequentes de tensão.Também são analisados casos em que empregados foram colocados em situação de vulnerabilidade ou quando havia histórico de ocorrências semelhantes sem providências efetivas.

Segundo Juliana Mendonça, a análise não se limita à agressão em si, mas considera toda a estrutura de proteção oferecida ao trabalhador.

Marcel Cordeiro faz uma avaliação semelhante. Segundo ele, a violência praticada por terceiros não gera responsabilidade automática do empregador.

🔎 De acordo com o advogado, isso pode ocorrer quando há histórico de situações semelhantes, ausência de protocolos mínimos de segurança, falta de treinamento das equipes, demora injustificada na intervenção ou manutenção do trabalhador em situação de risco evitável.🔎 Também pode haver questionamentos caso a empresa deixe de prestar suporte adequado após o episódio, não registre corretamente a ocorrência ou não adote medidas voltadas à preservação da saúde física e psicológica dos empregados.

Ou seja, a agressão praticada por terceiros não gera responsabilidade automática da empresa, mas não afasta eventual responsabilização diante de omissão ou falha no dever de proteção.

Na avaliação dos especialistas, ainda é cedo para concluir se há responsabilidade da companhia aérea pelo episódio. Essa definição dependerá da análise dos fatos, das provas e das circunstâncias do atendimento. Um ponto específico, porém, pode ganhar relevância.

A própria Latam informou que as agressões ocorreram durante uma contingência operacional. Segundo Juliana Mendonça, esse tipo de situação tende a aumentar o estresse entre passageiros e equipes de atendimento.

"[Essa] situação que tornava previsível e esperado um ambiente de tensão elevada no balcão de atendimento", afirma.

A especialista ressalta que isso não implica responsabilização automática da companhia. Será necessário avaliar quais medidas de proteção estavam disponíveis e como a empresa atuou antes e depois do episódio.

Para Marcel Cordeiro, a análise também deverá considerar se havia mecanismos adequados de prevenção e resposta para situações de conflito.

Fatores como previsibilidade do risco, tempo de resposta e suporte oferecido às funcionárias após o ocorrido costumam ser considerados em eventuais discussões judiciais, explica o advogado.

Profissional de enfermagem fica ferida no braço após agressão no HPS, em Juiz de Fora — Foto: TV Integração/Reprodução

Uma agressão pode gerar diferentes formas de indenização. Juliana Mendonça afirma que os danos materiais incluem despesas médicas, psicológicas, odontológicas, medicamentos e outros gastos relacionados ao tratamento.

Também podem ser pleiteados danos morais quando há sofrimento, humilhação, medo ou abalo emocional.

Marcel Cordeiro acrescenta que a reparação pode abranger diferentes tipos de prejuízo comprovado. Nos casos em que a violência deixa sequelas permanentes, podem surgir pedidos de indenização por danos estéticos. Se houver redução da capacidade de trabalho, a vítima pode pleitear pensão mensal.

"Na esfera trabalhista o trabalhador vítima pode pleitear: dano material (…), dano estético (…), além de pensão por incapacidade", afirma Juliana Mendonça.

A orientação dos especialistas é registrar boletim de ocorrência o mais rápido possível e buscar atendimento médico, mesmo que as lesões aparentem ser leves.

Também é importante guardar laudos, receitas, atestados, comprovantes de gastos e qualquer outro documento relacionado ao tratamento.

Segundo Juliana Mendonça, a vítima deve tentar identificar testemunhas, solicitar a preservação de imagens de segurança e exigir a emissão da CAT quando a agressão estiver relacionada ao trabalho.

🔎 Quanto mais provas forem reunidas, mais fácil será demonstrar a ocorrência da agressão e seus impactos.

Marcel Cordeiro ressalta que a documentação do caso é fundamental tanto para investigações criminais quanto para o reconhecimento de direitos trabalhistas e previdenciários.

No caso das funcionárias da Latam, a investigação deverá esclarecer a responsabilidade da passageira. Já eventuais discussões trabalhistas dependerão da análise das circunstâncias do atendimento e das medidas adotadas pela empresa.

Há 8 horas Política Motta admite viagem em jato de Vorcaro; ex-banqueiro também pagou hotelHá 8 horasConheça o hotel de luxo onde Vorcaro pagou suítes, segundo a PFHá 8 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: o passado e o futuro da investigação do caso Master

Há 35 minutos O Assunto ‘Mundo não é de esquerda”Eu nunca fui esquerdista’, diz Lula em conversa informal no G7

Há 3 horas Político Cúpula do G7Trump diz que falou com Lula e se confunde ao dizer que ‘Bolsonaro Jr. foi preso’

Há 5 horas Mundo FOTOS: Trump janta com Macron e esposa no Palácio de VersalhesHá 5 horasPistola apreendidaConfusão mental de Bolsonaro causada por remédios fez equipe inutilizar arma, diz defesa

Há 9 horas Economia BC dos EUA mantém taxa na 1ª decisão de indicado por TrumpHá 9 horasSanta CatarinaJovem diz que foto íntima foi tranferida do seu celular em loja de telefonia

Há 5 horas Santa Catarina 🍀🍀🍀Mega-Sena pode pagar R$ 36 milhões hoje; g1 transmite ao vivo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que o CNPJ vai passar a ter letras em julho? Entenda novas regras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 02:46

Empreendedorismo Por que o CNPJ vai passar a ter letras em julho? Entenda novas regras Receita Federal vai adotar modelo alfanumérico para evitar esgotamento das combinações e modernizar o sistema tributário. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

O Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) passará a incluir letras além de números na identificação de empresas, organizações, produtores rurais, profissionais liberais e outros tipos de pessoa jurídica a partir de julho deste ano.

A mudança tem como objetivo ampliar a capacidade do sistema e garantir a continuidade do modelo, já que o formato atual se aproxima de seu limite técnico, segunda a Receita Federal.

O novo modelo manterá os 14 caracteres do CNPJ tradicional, mas permitirá o uso de letras de A a Z em posições específicas da estrutura, formando um CNPJ alfanumérico. A mudança representa uma expansão gigantesca nas combinações possíveis.

No Brasil, existem mais de 24,9 milhões de CNPJs ativos e cerca de 29,2 milhões desativados, segundo dados da Estatística Redesim (Receita Federal).

No total, já foram emitidos mais de 63 milhões de CNPJs, número que se aproxima do limite do modelo atual. Isso ocorre porque, assim como o CPF, cada número de CNPJ é único e permanente, não podendo ser reutilizado, mesmo quando a empresa é encerrada.

Essa mudança será gradual e começará a valer apenas para novas inscrições. Isso inclui empresas recém-criadas, novas filiais, profissionais liberais, condomínios e produtores rurais.

Quem já possui um CNPJ não precisará trocar ou atualizar nada. Os números atuais continuarão válidos e aceitos normalmente pelos sistemas públicos e privados.

É o novo modelo de identificação das pessoas jurídicas no Brasil. Em vez de utilizar apenas números, o novo CNPJ combinará letras (de A a Z) e números (de 0 a 9), mantendo o total de 14 caracteres.

A estrutura visual será semelhante à atual, mas com a inclusão de caracteres alfanuméricos. (confira no exemplo abaixo)

Segundo a Receita, será elaborado um calendário para definir quais tipos de empresas ou atividades econômicas adotarão primeiro o novo formato.

Apenas novas inscrições a partir da data de início, como empresas recém-criadas, filiais, produtores rurais, condomínios e profissionais liberais.

O formato atual, composto exclusivamente por números, continuará válido. Não será necessário nenhum procedimento adicional por parte dos contribuintes junto à Receita Federal ou aos órgãos estaduais e municipais.

Não. O processo para abertura de empresas e solicitação de CNPJ continuará o mesmo. A única diferença é que o número gerado poderá conter letras.

Segundo a Receita, a partir de julho do próximo ano, todos os sistemas estarão preparados e integrados à Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM).

Empresas e sistemas que lidam com emissão de notas fiscais ou controle tributário precisarão adaptar seus softwares, bancos de dados e rotinas internas.

Podem ocorrer falhas na emissão de documentos fiscais, dificuldades com fornecedores ou atrasos no cumprimento de obrigações tributárias. A recomendação é que as empresas se preparem com antecedência.

Os sistemas públicos serão atualizados para aceitar tanto o formato atual quanto o novo. A expectativa, segundo a Receita, é que essa adaptação ocorra de forma automática e transparente para as empresas.

O Dígito Verificador (DV), número que aparece no final do CNPJ e serve para validar sua autenticidade, continuará sendo calculado pelo método do Módulo 11 — um tipo de verificação matemática —, agora adaptado para incluir letras no cálculo.

Cada caractere será convertido em um valor numérico com base na tabela ASCII, que atribui um número específico a cada símbolo, e dele será subtraído o valor 48.

Por exemplo: a letra A corresponde ao número 65 na tabela ASCII e, para o cálculo, será utilizado o valor 17 (que é o resultado de 65 menos 48).

A Receita Federal disponibilizará rotinas de cálculo em linguagens de programação populares para facilitar essa adaptação técnica.

A mudança prepara o caminho para a implementação de dois novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que vão unificar e simplificar diversos impostos atualmente em vigor.

Para isso, será necessário contar com sistemas mais modernos e integrados. O novo CNPJ alfanumérico contribui nesse processo ao ampliar a capacidade do sistema, facilitar a separação entre despesas pessoais e profissionais, e automatizar processos como a recuperação de créditos tributários.

Sim. As empresas precisarão atualizar seus sistemas para reconhecer o novo CNPJ com letras e calcular corretamente o Dígito Verificador.

Essas adaptações podem gerar custos técnicos, especialmente em softwares de emissão de notas fiscais e bancos de dados.

Há 7 horas Mundo Leia a íntegra do acordo que prevê trégua e reabertura de OrmuzHá 7 horasEncontro na Suíça não está confirmado após trégua assinada, diz IrãHá 7 horasSelicBanco Central reduz a taxa básica de juros para 14,25% ao ano

Há 8 horas Economia BC dos EUA mantém taxa na 1ª decisão de indicado por TrumpHá 8 horas’Mundo não é de esquerda”Eu nunca fui esquerdista’, diz Lula em conversa informal no G7

Há 1 hora Político Cúpula do G7Trump diz que falou com Lula e se confunde ao dizer que ‘Bolsonaro Jr. foi preso’

Há 4 horas Mundo FOTOS: Trump janta com Macron e esposa no Palácio de VersalhesHá 4 horasPistola apreendidaConfusão mental de Bolsonaro causada por remédios fez equipe inutilizar arma, diz defesa

Há 11 horas Distrito Federal Estradas interditadasCâmara aprova anistia a multas por bloqueios de caminhoneiros após eleição de 2022

Há 6 horas Política Decisão do governador interinoRJ suspende pagamentos de projeto de R$ 52 milhões por suspeita de desvio

Há 6 horas Rio de Janeiro Santa CatarinaJovem diz que foto íntima foi tranferida do seu celular em loja de telefonia

Há 4 horas Santa Catarina Temperaturas mais baixas 🥶❄️1ª onda de frio do inverno deve chegar no fim de semana; veja previsão

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Tira-teima’ da Copa escaneou jogadores para ficar mais preciso; veja como ele funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 02:46

Tecnologia 'Tira-teima' da Copa escaneou jogadores para ficar mais preciso; veja como ele funciona Atletas das 48 seleções foram fotografados em uma cabine com dezenas de câmeras de alta resolução. Imagens serviram para criar versões animadas que consideram altura e tamanho dos pés para facilitar análise de possíveis lances de impedimento. Por Victor Hugo Silva, g1 — São Paulo

Os jogos da Copa do Mundo de 2026 ganharam um sistema de "tira-teima" que permite reproduzir mais fielmente as situações de possível impedimento.

Até então, replays animados mostravam jogadores com o mesmo tamanho, o que não correspondia exatamente à jogada real e podia gerar dúvidas em lances mais complexos.

Nesta Copa, cada atleta passou a ser representado com suas dimensões reais, o que facilita a análise na cabine do VAR e dá mais clareza para quem assiste à partida.

Antes do início do torneio, os jogadores das 48 seleções foram fotografados em uma cabine com 36 câmeras com resolução 4K. As imagens ajudaram a criar um avatar 3D exclusivo para cada um deles.

Cada jogador fica na cabine por cerca de 30 segundos, desde o tempo de preparação até a captura da foto em si, que leva menos de um segundo, segundo a Lenovo, parceira da FIFA na criação do sistema.

Depois, algoritmos de inteligência artificial criam versões animadas que consideram detalhes como a altura e o tamanho dos pés do atleta, o que é ignorado em modelos mais antigos.

"É possível interpretar textura, postura, movimentação e replicar no avatar. É mais do que uma foto 3D, é efetivamente a replicação do jogador em um ambiente digital", disse Valério Mateus, gerente-geral de Serviços e Soluções da Lenovo para a América Latina.

Jogadores das 48 seleções foram fotografados em cabine antes do início da Copa — Foto: Divulgação/Lenovo

O sistema dos avatares em 3D não determina se um jogador está ou não em situação de impedimento — essa função permanece com o árbitro do VAR —, mas ajuda quem está na cabine a tomar decisões com mais rapidez.

"O VAR tem a possibilidade de olhar para entender se tinha um pé ou um ombro à frente e rotacionar a imagem para ver a partir de outro ângulo se houve um toque em um lance de falta, por exemplo", disse Valério.

O novo "tira-teima" também é útil porque deixa mais claro para os torcedores o motivo para o VAR ter tomado uma determinada decisão, disse o diretor de Inovação da Fifa, Johannes Holzmüller, em um evento realizado pela entidade no início de junho.

"Melhoraremos os replays em 3D, onde os jogadores são realmente parecidos e fica óbvio quais estão em posição de impedimento", afirmou.

Esse sistema já tinha sido testado em dezembro de 2025, na partida entre Flamengo e Pyramids, do Egito, válida pela terceira fase da Copa Intercontinental da FIFA.

Além dos avatares, a Copa de 2026 traz uma evolução nas câmeras usadas por árbitros. As gravações passaram a ser estabilizadas em tempo real por meio de inteligência artificial.

Como o árbitro se movimenta bruscamente, as versões anteriores sofriam com o desfoque e tremores, o que era desconfortável para quem está assistindo. Com menos balanço, as transmissões podem aproveitar mais o ângulo de quem está dentro do campo.

Fotos em cabine permitem escanear vários ângulos de jogadores para criar versões animadas — Foto: Reprodução

Há 7 horas Mundo Leia a íntegra do acordo que prevê trégua e reabertura de OrmuzHá 7 horasEncontro na Suíça não está confirmado após trégua assinada, diz IrãHá 7 horasSelicBanco Central reduz a taxa básica de juros para 14,25% ao ano

Há 8 horas Economia BC dos EUA mantém taxa na 1ª decisão de indicado por TrumpHá 8 horas’Mundo não é de esquerda”Eu nunca fui esquerdista’, diz Lula em conversa informal no G7

Há 2 horas Político Cúpula do G7Trump diz que falou com Lula e se confunde ao dizer que ‘Bolsonaro Jr. foi preso’

Há 4 horas Mundo FOTOS: Trump janta com Macron e esposa no Palácio de VersalhesHá 4 horasPistola apreendidaConfusão mental de Bolsonaro causada por remédios fez equipe inutilizar arma, diz defesa

Há 11 horas Distrito Federal Estradas interditadasCâmara aprova anistia a multas por bloqueios de caminhoneiros após eleição de 2022

Há 6 horas Política Decisão do governador interinoRJ suspende pagamentos de projeto de R$ 52 milhões por suspeita de desvio

Há 6 horas Rio de Janeiro Santa CatarinaJovem diz que foto íntima foi tranferida do seu celular em loja de telefonia

Há 4 horas Santa Catarina Temperaturas mais baixas 🥶❄️1ª onda de frio do inverno deve chegar no fim de semana; veja previsão

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Apple deve aumentar preços por conta de alta nos custos de chips, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/06/2026 00:44

Tecnologia Apple deve aumentar preços por conta de alta nos custos de chips, diz jornal Em entrevista ao Wall Street Journal, o CEO da Apple, Tim Cook, disse que os reajustes são inevitáveis. O iPhone 18 Pro, previsto para setembro, pode ficar até US$ 200 mais caro, segundo projeção do jornal. Por Redação g1 — São Paulo

Modelos da linha iPhone 17 em loja da Apple em Taiwan, em foto de 19 de setembro de 2025 — Foto: Reuters/Ann Wang

A Apple planeja aumentar os preços de seus produtos por conta do aumento dos custos com chips de memória. A declaração foi feita pelo CEO da empresa, Tim Cook, ao Wall Street Journal.

"Infelizmente, os aumentos de preços são inevitáveis", disse Cook. "Estamos fazendo o possível para mitigar os enormes aumentos que estão sendo repassados para nós e tentando proteger os nossos clientes desses aumentos, mas a situação se tornou insustentável".

O executivo não deu detalhes sobre quando o aumento de preços será aplicado nem quais produtos serão afetados.

A empresa deve lançar em setembro o iPhone 18 e apresentar o primeiro modelo dobrável da linha, segundo o WSJ. Mas a reportagem indicou que o aumento de preços pode chegar ainda antes, para modelos de Mac e iPad.

O preço do iPhone 18 Pro subiria de US$ 1.099 para US$ 1.299 caso a fabricante decida manter a sua margem de lucro, segundo projeção da consultoria TechInsights feita ao Wall Street Journal.

A oferta de chips de memória tem diminuído à medida que fabricantes direcionam seus investimentos para a produção de chips mais avançados, voltados para data centers de inteligência artificial.

Cook afirmou que os chips de armazenamento também são um problema, mas são os chips de RAM que causam mais preocupação.

🤔 Os chips de RAM (sigla em inglês para "memória de acesso aleatório") guardam temporariamente os dados usados por um dispositivo. Quando um aplicativo é aberto no celular, é a RAM que mantém as informações necessárias para o programa rodar corretamente.

Embora seja mais associada a celulares e computadores, os chips de memória também estão presentes em smart TVs, tablets, consoles de videogames, relógios inteligentes, aspiradores robô, carros, impressoras, entre outros.

O CEO da Apple disse ainda que consumidores querem comprar celulares e outros aparelhos, mas "os fabricantes de memória estão repassando aumentos de preços exorbitantes". E afirmou que ainda não visto um aumento de preços de matéria-prima como esse.

"Essa é uma enchente que acontece uma vez a cada cem anos", afirmou. "Precisamos, sem dúvida, que os preços e a oferta de memória voltem a níveis razoáveis aos produtos de consumo. Essa é a questão fundamental".

O mercado de smartphones deverá registrar a maior queda da história em 2026, disse a consultoria IDC, em projeção divulgada em fevereiro. A expectativa é de que fabricantes somem 1,1 bilhão de unidades vendidas em todo o mundo este ano, 12,9% menos do que em 2025.

Na ocasião, a consultoria afirmou ainda que a situação não deverá melhorar até meados de 2027. E projetou que, em 2027, as vendas crescerão apenas 2% e, em 2028, terão uma recuperação, com alta de 5,2%.

Há 5 horas Mundo Leia a íntegra do acordo que prevê trégua e reabertura de OrmuzHá 5 horasEncontro na Suíça não está confirmado após trégua assinada, diz IrãHá 5 horasSelicBanco Central reduz a taxa básica de juros para 14,25% ao ano

Há 5 horas Economia BC dos EUA mantém taxa na 1ª decisão de indicado por TrumpHá 5 horasEstradas interditadasCâmara aprova anistia a multas por bloqueios de caminhoneiros após eleição de 2022

Há 4 horas Política Decisão do governador interinoRJ suspende pagamentos de projeto de R$ 52 milhões por suspeita de desvio

Há 4 horas Rio de Janeiro Pistola apreendidaConfusão mental de Bolsonaro causada por remédios fez equipe inutilizar arma, diz defesa

Há 9 horas Distrito Federal Cúpula do G7Trump diz que falou com Lula e se confunde ao dizer que ‘Bolsonaro Jr. foi preso’

Há 2 horas Mundo FOTOS: Trump janta com Macron e esposa no Palácio de VersalhesHá 2 horasLula diz que não pediu reunião e que Trump não pode se meter nas eleições

Há 9 horas Política FOTO: Presidente se reúne com ZelenskyHá 9 horasMenores apreendidos com armasLíder de facção é morto em ataque a tiros em aeroporto do Equador

Há 1 hora Mundo Santa CatarinaJovem diz que foto íntima foi tranferida do seu celular em loja de telefonia

0

PREVIOUS POSTSPage 3 of 225NEXT POSTS